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FREDDIE MERCURY REVISITED: PÚBLICO SE EMOCIONA E SE DIVERTE COM OS GRANDES SUCESSOS DO QUEEN NO TEATRO BRADESCO

Texto Thiago Tavares
Fotos: Daniel Ometo

Quando se fala em Freddie Mercury, as pessoas lembram dos grandes sucessos compostos por ele para o Queen ou mesmo quando esteve em carreira solo, lembram de sua personalidade extravagante e com uma facilidade de compor músicas que arrastaram milhões de fãs mundo a fora, músicas essas que influenciaram e continuam a influenciar gerações no rock.

E foi sob essa influência que arrasta multidões perante a admiração ao vocalista do Queen que Alírio Neto, juntamente com sua parceira, a cantora Livia Dabarian, resolveram criar no fim de 2016 o espetáculo Freddie Mercury Revisited com seu primeiro espetáculo em Nova Iorque, onde reúne os grandes sucessos e que no último sábado dia 13, estreou no Brasil, em São Paulo.

O espetáculo teve ingressos esgotados. O Teatro Bradesco lotou para ver um espetáculo sem precedentes onde teve emoção, nostalgia e alegria mediante interpretações intimistas para voz e violão de clássicos como “Who Whants to Live Forever”, “Somebody to Love”, “Love my Life” entre outras músicas que emocionaram o público.

Para Alírio e Livia, não foi difícil interpretar os clássicos do Queen, uma vez que ambos estiveram no musical “We Will Rock You” em sua versão brasileira, musical esse de grande sucesso de público e de critica em 2016. Além da dupla, participam os músicos Junior Carelli no piano e Fernando Quesada na percussão, músicos consagrados e conhecidos pelos seus trabalhos na cena do rock e heavy metal nacional.

Espero que este espetáculo rode pelo país inteiro, pois não ficou devendo. A interpretação de Alírio e da Livia foram fora de série e tem tudo para ser um espetáculo a ser aplaudido pelos quatro cantos do Brasil.

PÚBLICO VIBRA E RELEMBRA OS GRANDES SUCESSOS DE DIRE STRAITS EM SHOW EM SÃO PAULO

Texto Thiago Tavares
Fotos: Daniel Ometo

Pense na seguinte situação: um grupo de seis amigos que resolvem voltar aos palcos e rodarem o mundo inteiro afim de relembrar os grandes sucessos de uma banda, isso lá em meados de 1995. É certo que pode-se gerar um incerteza se a devida reputação desta banda, se tem público, se vai lotar um espaço, se as pessoas irão lembrar das músicas, ou seja, muito “SE”. Mas falando de Dire Straits, aconteceu totalmente o contrário.

Na última quinta feira (04), estive no Espaço das Américas para o show Dire Straits Legacy para a prova dos nove e foi um show que não ficou devendo. Não mesmo! Para quem questionou horas antes do show “Cadê o Mark Knopfler?” ou expressando que “Dire Straits sem o Mark não é Dire Straits”, depois do show efetivamente quebraram a cara, pois a vibração da banda e a vontade de executar os grandes sucessos continuam os mesmos dos anos 80, uma vitalidade sem precedentes.

O público lotou o Espaço das Américas onde o grupo formado por Phil Palmer (guitarras e vocais), Alan Clark (piano e teclados), Danny Cummings (percussões e vocais), Marco Caviglia (voz e guitarra), Mell Collins (Saxofone) e Steve Ferrone (Bateria) relembrou grandes clássicos, mas a galera foi ao delírio quando o grupo tocou Sultans of Swing e Walk of Life, mas também não faltou Brothers in Arms, Money for Nothing, Romeo and Juliet e a nova música do grupo Jesus Street que estará em um novo trabalho a ser lançado até o fim do ano.

O show da última quinta-feira provou que os caras estão mais na ativa do que nunca e que as músicas do Dire Strais não só conquistaram os fãs mais antigos mas também as novas gerações que comparecem em peso a apresentação, e assim, a incerteza dá lugar a celebração de um ótimo show. Quem foi ao show, dificilmente irá esquecer.

O grupo passará por mais cinco capitas: Florianópolis, Curitiba, Vitória, Salvador e encerrando a tour brasileira em Recife. Agora é só aguardar a chegada do novo trabalho que com certeza, não ficará devendo. Ficaremos no aguardo.

Agradecimentos:
Mercury Concerts
Catto Comunicação

DIRE STRAITS LEGACY LANÇARÁ SINGLE EM SHOW EM SÃO PAULO E NOVO TRABALHO EM BREVE

Texto Thiago Tavares
Fotos: Daniel Ometo

Após 20 anos após o anuncio da última turnê, os fãs brasileiros de Dire Straits podem começar a contar as horas para apreciar e relembrar os grandes sucessos da banda inglesa que conquistou gerações mundo a fora.

Intitulado de Dire Straits Legacy, o projeto iniciou-se em 2013 e no mês de maio chega ao Brasil com para seis apresentações: São Paulo, Porto Alegre, Florianópolis, Vitória, Salvador e Recife, onde se trata da primeira turnê internacional do novo projeto sem o seu vocalista Mark Knopfler, que resolveu seguir com a carreira solo.

Em coletiva realizada na última terça-feira (02) no Mosh Studios com os músicos Phil Palmer (guitarras e vocais), Alan Clark (piano e teclados), Danny Cummings (percussões e vocais) e Marco Caviglia (voz e guitarra), falaram dos preparativos da turnê, na qual informaram que os ensaios demandaram cerca de três meses para chegarem ao set que será executado na turnê. Phil Palmer afirmou que não houve dificuldades para relembrar os arranjos.

Ao serem questionados sobre o que sabem sobre o Brasil, eles conhecem o futebol e os ídolos no esporte são Ayrton Senna e Gustavo Küerten. Danny Cummings disse que é uma obrigação de todo percussionista ouvir músicas brasileiras, devido a grande diversidade cultural e riqueza que nela possui.

Na coletiva, o grupo anunciou que ainda nesta semana será divulgado em mídias digitais o primeiro single do Dire Straits Legacy, intitulado “Jesus Street” e que a música está confirmada no setlist da turnê.

Um novo trabalho da banda será lançado no fim de 2017 e será algo totalmente diferente do que já foi feito, onde terá um estilo próprio. A turnê brasileira da banda inicia-se nesta quinta-feira, dia 04 no Espaço das Américas em São Paulo.

Serviço
DIRE STRAITS LEGACY

SÃO PAULO
Data: 04/05/2017 – Quinta-Feira
Local: Espaço das Américas
Endereço: Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda
Abertura da casa: 20h00
Horário show: 22h30
Classificação Etária: 18 anos

Valores dos ingressos:
Pista 1º. Lote  R$ 180,00 (inteira)     R$ 90,00 (meia)
Pista 2º. Lote  R$ 200,00 (inteira)     R$ 100,00 (meia)
Pista 3º. Lote  R$ 220,00 (inteira)     R$ 110,00 (meia)
Pista 4º. Lote  R$ 240,00 (inteira)     R$ 120,00 (meia)
Setor A,B, C    R$ 380,00 (inteira)     R$ 190,00 (meia)
Setor D,E,F,G  R$ 300,00 (inteira)     R$ 150,00 (meia)

Valores e vendas on-line: https://www.ticket360.com.br/evento/6973/dire-straits-legacy
Call center Ticket360: (11) 2027-0777

Bilheterias oficiais SEM taxa de conveniência:
Espaço das Américas – Ticket360
Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda
Funcionamento: de segunda a sábado, das 10h00 às 19h00.
Formas de pagamento: dinheiro, cartões de crédito e débito

Desconto de 30% para clientes “TudoAzul”
– Desconto de 30% no valor do ingresso para clientes TudoAzul participantes de todas as categorias do programa (TudoAzul, TudoAzul Topázio, TudoAzul Safira e TudoAzul Diamante – confira o regulamento no site.
– Promoção válida somente para a compra de 01 (um) ingresso adquirido na bilheteria do Espaço das Américas.
– Apresentação obrigatória do cartão Tudo Azul físico, impresso ou digital (Categorias: TudoAzul. TudoAzul Topázio, TudoAzul Safira e TudoAzul Diamante) com a apresentação de um documento válido.
– Desconto não cumulativo com outras promoções e benefícios.
– Para compras realizadas por terceiros, a apresentação do documento original de identificação é obrigatória onde deve constar o Nome e CPF juntamente com o cartão TudoAzul, obedecendo as regras do processo de venda na Bilheteria.
– O endereço da bilheteria do Espaço das Américas é Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP (funcionamento de segunda à sábado, das 10h00 às 19h00).

PORTO ALEGRE
Data:
05/05/2017 – Sexta-feira
Local: Auditório Araújo Viana

FLORIANÓPOLIS
Data:
06/05/2017 – Sábado
Local: P12

VITÓRIA
Data:
11/05/2017 – Quinta-feira
Local: Arena Vitória

SALVADOR
Data:
12/05/2017 – Sexta-feira
Local: Arena Fonte Nova

RECIFE
Data:
13/05/2017
Local: Classic Hall

Resenha: Korn no Espaço das Américas

Texto: Tiago Nascimento
Fotos: Gabriel Quintão – Mercury Concerts

Nessa quarta feira dia 19 de abril a ansiedade tomava conta da Cidade de São Paulo.

Devido ao transito caótico cheguei a Casa Espaço das Américas às 20h36min e estava no palco Robertinho de Recife e Metal mania aquecendo o publico para o show do Korn.

Apenas acompanhei o encerramento da apresentação e pelos aplausos foram bem recepcionados e com certeza agradou ao publico presente que já era bom.

As 21h30min sobem ao palco a banda Californiana pioneira do Nu Metal com 23 anos de estrada Korn com sua nova tour chamada pelo nome do recente álbum lançado em outubro do ano passado 2016, chamada The Serenity of Suffering.

Alem da ansiedade de ver a banda eu estava curioso de como seria o desempenho de um adolescente que carrega em seu sangue o rock mais precisamente o Metal, estou falando de Tye Trujiilo de apenas 12 anos de idade que substituiu Fieldy que por motivos pessoais não pode acompanhar o Korn na turnê pela America do Sul, filho de Robert Trujiilo (atualmente no Metallica desde 2003).

E esse garoto não decepcionou até solo fez com Ray Luzier baterista, entre levadas girava seu cabelo junto com Brian e Munky os dois guitarristas da banda, e particularmente Brian Head foi um dos melhores guitarristas que vi tocar ao vivo.

Jonathan Davis é um show a parte, com bastante movimentação e interação com publico, agitava e pedia a participação dos presentes a cada musica levando todos ao êxtase.

Sucessos não faltaram como Blind, Good god, Insane, e ainda contou com trechos de “One” do Metallica e “We Will Rock You” do Queen.

Um ponto respeitável do show foi quando uma fã foi advertida pelo J. Davis ao querer mostrar seus seios, sendo que ao lado dela estava uma família e uma criança, e realmente o publico estava diversificado e diferenciado inúmeras famílias e a boa e velha guarda do rock in roll estavam presentes.

Às 23 horas a banda encerrou sua apresentação com as clássicas Falling Away From Me e Freak on a Leash e agradeceu os presentes pela memorável noite.

Todos integrantes J. Davis vocal , Munky guitarra , Brian Head guitarra , Ray Luzier bateria e Tye baixo lançaram aos fãs palhetas , baquetas e até saíram as palavras “Obrigado São Paulo”.

Setlist
Right Now
Here to Stay
Rotting in Vain
Somebody Someone
Word Up!
Coming Undone (We Will Rock You)
Insane
Y”All Want a Single
Make Me Bad
Shoots and Ladders (One)
Drum Solo
Blind
Twist Good God
Falling Away From Me
Freak on a Leash

A equipe Ponto Zero agradece a Mercury Concerts e a Catto Comunicação pela oportunidade de podermos participar desse grandioso evento, e parabenizamos pela organização e o trabalho feito com excelência.

Resenha: FireGun e Dead Fish no Dom Ramon Rock Bar

Texto e fotos: Tiago Nascimento

Com um grande movimento de pessoas entre skatistas, motoclubes, adeptos ao estilo hard core e simpatizantes, chegamos por volta das 23 horas no Dom Ramon Rock Bar no bairro Jurema em Guarulhos na grande São Paulo. Com grande simpatia e humildade fomos recebidos pelo Elvis, responsável/ colaborador da casa.

Com poucos minutos dentro da casa, um som pesado entre riffs e atitude iniciou o espetáculo que nos aguardava jovens promissores que estavam abrindo o show de um dos ícones do Hard Core nacional a banda Dead Fish.

Formada em 2009 a banda FireGun apresentou seu som totalmente autoral, com influencias de metal progressivo e uma levada Trash com bastante presença de palco o vocalista Raimundo Rodriguês chamava o publico para a dança “mosh pit” entre uma musica e outra discursava com uma forma politizada entoando o grito “Fora Temer” e a cada musica agradecia os presentes no local.

Ao final da apresentação os integrantes desceram do palco para cumprimentar e agradecer com muita atenção, gratidão e entusiasmo.

A banda guarulhense esta em estúdio para gravar seu primeiro Cd, que ainda não tem previsão de saída, mais tudo indica que será muito em breve.

FireGun é:
Raimundo Rodriguês – Vocal
Ricardo Oliveira – Guitarra
Ivan Santos – Guitarra/ Backing Vocal
Samuel Martins – Baixo
Fernando Ornellas – Bateria

Set List :
1. Daily (intro)
2. What’s the Reason?
3. Abuse of Power
4. Victim of Cruel Reality
5. I Walk Alone
5. Blind Nation
6. Inheritance
7. Back with the Fuck Up!

A ansiedade do publico a cada minuto estava aumentando, quando por volta das 01h23min subiu ao palco Dead Fish com seus 26 anos de historia liderada por Rodrigo Lima, para esquentar a noite que já estava agradável mandaram Asfalto que nada mais é do que uma pequena versão de trajetória da banda.

A cada musica surgia uma enorme roda de “bate cabeça”, stage dive também não faltaram.

Rodrigo Lima citou que devemos valorizar nosso bairro, e incentivou a cultura nos bairros como leitura, debates, parques, oficinas, pois nem todo tem acesso às metrópoles onde tem esses tipos de opções e na seqüência após esse discurso entoou “Autonomia”.

Foi uma mescla de sucessos entre todos os álbuns da banda, um ponto do show foi quando mulheres ao som de Mulheres Negras fizeram uma pequena roda, onde o Rodrigo disse que demorou mais de 25 anos para ter igualdade entre homens e mulheres, e que no Brasil demorou a ter essa cultura, porém aos poucos está chegando.

Foi citado também o atual momento do Brasil, como todos sabem a banda é totalmente de Esquerda e com isso gritos de Fora Temer, Fascista, Globo Manipuladora, e que vivemos numa ditadura moderna e que a tendência é piorar, porem cada um tem sua maneira de mudar isso nos votos e com essa idéia tocaram “ Venceremos”, outros sucessos não faltaram como viver, A Urgência, Queda Livre ao todo foram 22 musicas e ao final a banda agradeceu a oportunidade e a cada pessoa que esteve presente.

Dead Fish é:
Rodrigo Lima: vocal
Ricardo: Guitarra
Ayland: Baixo
Marcão: Bateria

Set List:
Asfalto
Zero e Um
JogoJogo
912 Passos
Venceremos
Molotov
Oldboy
Diesel
Selfegofactóide
Paz Verde
Viver
Bem Vindo ao Clube
Autonomia
Destruir Tudo
A Urgência
Tão Iguais
Você
Proprietários do Terceiro Mundo
Mulheres Negras
Queda Livre
Afasia
Sonho Médio

Com essa noite agradável de hard core a equipe Ponto ZerØ agradece a oportunidade concedida pelo Dom Ramon Rock Bar de poder presenciar um ótimo evento na cidade de Guarulhos.

RESENHA: Korzus, Torture Squad e NoWay na Clash Club em SP

Texto e fotos: Felipe Domingues

No último sábado, dia 04 de março, a cidade de São Paulo recebeu a apresentação do KORZUS, uma das principais bandas de metal do país, o show aconteceu na Clash Club, situada na zona oeste da cidade e contou com a participação especial das bandas TORTURE SQUAD e NOWAY.

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Infelizmente, devido aos diversos bloquinhos de carnaval que ocorriam pela cidade, chegamos na metade do show da banda TORTURE SQUAD, que divulga o EP “Return To Evil” e estreou sua nova formação com May “Undead” Puertas (vocal), Rene Simionato (guitarra), Amilcar Christófaro (bateria) e Castor (baixo).

Precisamos destacar a vocalista Mayara pela ótima performance e seu poderoso vocal, na banda desde 2015, a vocalista já se consolidou e entrosou com os demais membros da banda, outro destaque é para o guitarrista Rene Simionato, outro membro que entrou para a banda em 2015, mas já se adaptou perfeitamente aos veteranos Amilcar Christófaro e Castor.

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Por volta das 19:20, a NOWAY subiu ao palco da Clash Club para fazer o show de lançamento do seu terceiro álbum intitulado de “The Challenge”, formada por Diana Arnos (vocal), Felipe Ribeiro (baixo), Lucas Mendes (guitarra) e Daniel Bianchi (bateria), a banda fez uma ótima apresentação para a principal atração da noite.

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E para finalizar a noite, o KORZUS subiu ao palco para uma apresentação especial, onde os fãs escolheram por meio de votação no facebook todo setlist do show. Formado por Marcello Pompeu (vocal), Heros Trench (guitarra), Dick Siebert (baixo), Antônio Araújo (guitarra) e Rodrigo Oliveira (bateria), a banda iniciou o show com “Guilty Silence” do álbum Ties of Blood de 2004.

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Na sequência a faixa título do álbum “Discipline of Hate” de 2010 seguida por “Screaming for Death”, “Raise your Soul” e “Respect”, um início de show matador que agitou o ótimo público que compareceu ao Clash Club, dando continuidade ao set lista, a banda apresentou a primeira música do álbum Legion (2014), seu mais recente trabalho, “Vampiro”, seguida por mais uma do álbum Ties of Blood, “What are you Looking for” e “Legion” que finalizou a primeira parte do show.

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Após uma pequena pausa, o vocalista Marcello Pompeu falou um pouco sobre a satisfação de voltar a tocar na cidade de São Paulo e sobre os 34 anos de carreira da banda e iniciou uma sequência avassaladora com “Agony”, “Mass Illusion” e “Internally”, destaque para João Gordo, figura ilustre que assistia o show dos camarotes e cantava na integra todas as músicas com o Pompeu.

Mais uma pequena pausa e a banda retornou ao palco com “Correria” e após a execução desta música, Antônio Araújo convidou ao palco Silvio Golfetti, um dos fundadores da banda e hoje proprietário da gravadora Voice Music, para tocar “Never get me down”, na sequencia “Truth” com Silvio nos back vocals e para finalizar a noite “Guerreiros do Metal” música de estreia da banda na coletânea “SP Metal 2” de 1985.

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Um show com gostinho de quero mais, pois é sempre muito bom ouvir e apreciar a ótima performance do Korzus.

Agradecemos ao Costábile Salzano e a THE ULTIMATE MUSIC por nos conceder as credenciais para cobertura do show, até a próxima…

RESENHA: Capadócia no SESC Belenzinho

Por Felipe Domingues

Na última sexta-feira, dia 17 de fevereiro, a banda paulista de metal CAPADÓCIA, fez o encerramento da turnê do seu primeiro álbum intitulado “Leader’s Speech” contando com a participação de diversos artistas do metal nacional.

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Por volta das 21h:30, a banda subiu ao palco do Belenzinho quebrando tudo ao som de “Sounds Of An Empty Gun” e “Snake Skin”, ambas com a participação de Vini Castellari, guitarrista do Project46, após a execução destas duas músicas, Baffo convidou para subir ao palco o ex guitarrista da banda, Marcio Garcia e tocaram “Lord Of Chaos”.

Na sequência a banda executou um dos grandes clássicos do thrash mundial, “Blackened”, do álbum And Justice for All do Metallica, seguida por “Stay Awake”, música do Retturn, antiga banda do Baffo Neto (vocal, guitarra) e Palmer de Maria (bateria).

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Não podemos deixar de destacar a participação de Alex Palaia (La Raza), que cantou a música “Ferida”, Thiago Monstrinho (Worst) e Caio MacBessera e Jean Patton ambos do Project46 que tocaram “Mouth for War”, uma porrada na orelha dos fãs que acompanhavam o show do CAPADÓCIA.

E para finalizar aquela grande festa, a banda encerrou o show ao som de “Standing Still”, música que foi o carro chefe do álbum “Leader’s Speech”. O CAPADÓCIA encerrou a sua turnê em grande estilo, fazendo uma grande festa de metal na capital paulista, pena que o público não compareceu em massa para acompanhar esta grande festa, mas a banda mostrou amadurecimento e fez uma ótima apresentação aos fãs que compareceram no SESC Belenzinho.

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Agradecemos a assessoria de imprensa do SESC Belenzinho por conceder gentilmente as credenciais para nós, até a próxima.

Confira a programação completa do SESC Belenzinho:
http://www.sescsp.org.br/belenzinho/

Resenha: For Today

Por: Tiago Nascimento

Cheguei na Clash Club por volta das 17:50 e a fila estava enorme, com pessoas ansiosas para um complexo de sentimentos entre a felicidade de acompanhar um show do For Today e a tristeza de ser a última vez que a banda se apresentou.

Com um pouco de atraso uma energia devastadora tomou conta do ambiente, com letras “fortes e verdades” a banda Broad and Sharp subiu ao palco mostrando o peso do metal nacional com uma introdução convocando os presentes a “moshar” e agitar.

Com menos de 1 hora de apresentação a banda tirou o folego dos presentes que aplaudiram, um ponto marcante do show foi quando o vocalista Wesley Alves agradeceu a organização do evento e agradeceu a Deus , pois sem Ele não estaríamos aqui.

Broad And Sharp é Wesley Alves nos vocais, Samuel Oliveira no baixo, Fernando Bricola e Bil Oliveira nas guitarras e Levi Alves na bateria.

Set List:
Convicto
Sem a Luz
Abusos
Presságio
Perdido
Reagir

Alguns roendo unhas, outros vidrados com os olhos para o palco, porém todos aguardavam o tão esperado momento do For Today subir ao palco e isso não demorou , pois as 20 horas em ponto , sobe ao palco Mattie e sua banda ou melhor seus “amigos” entoando Break the Cycle onde foi devastador, e emocionante ver a banda unificada em uma só voz com o público que merece muitos elogios porque do início ao fim , cantou , pulou , aplaudio e respeitou com total silencio quando Mattie com ajuda de interprete levou por dois momentos do show palavra de reflexão.
Com suas letras voltadas ao Cristianismo Mattie disse “Isso não tem nada a ver com religião, não tem nada a ver com superstição, tem a ver com a vida e a morte.

Ouça, todos nós nesse palco somos exemplos vivos de que não importa quem você é, não importa de onde você veio… JESUS SALVA!”.

Sucessos nao faltaram nessa tour de despedida destacando para o mais conhecido som da banda Fight The Silence que diz sobre Não Silenciarmos sobre a realidade do mundo, entre sofrimentos e injustiças , temos com Quem Falar , basta ter Fé.

Em outro momento de “Conversa” com público e ajuda do interprete Mattie disse que o sonho de toda pessoa que monta uma banda é ter fans, porém com o For Today foi diferente, eles tem uma família em todos países que passaram.

Set List
Break the Cycle
Foundation
Forced intro Fire
Molotov
Under God
Crown of Thoms
Pariah
Seraphim
Agape
Saul of Tarsus
Broken Lens
Fight the Silence
Fearless
Devastator

Uma noite memorável, uma despedida que com certeza ficará gravada na mente daqueles que compareceram. For Today será sempre considerada uma das maiores bandas de Withe Metal, espero que um dia retornem aos palcos.

Para concluir agradecemos a THE ULTIMATE MUSIC pela oportunidade e parceria e parabenizamos pela excelente organização.

Que o movimento não pare em nós e que nós sejamos revolução para essa nação!
Mattie Montgomery

O ROCK’N ROLL DO AEROSMITH AINDA RONCA

Primeiro show da turnê ‘Rock’n Roll Rumble – Aerosmith Style 2016’ no Brasil dos ‘bad boys from Boston’ rolou em Porto Alegre, no Anfiteatro do Estádio Beira-Rio, na noite desta terça-feira (11)

Por Aline Cornely (jornaline@gmail.com)

Véspera do feriado do dia da criança, 11 de outubro de 2016, lua minguante no céu bem no recorte oval do Anfiteatro do Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, primeira capital brasileira a receber o show da turnê “Rock’n Roll Rumble – Aerosmith Style 2016”: um resumo dos 46 anos da carreira muito bem-sucedida, em meio ao excitante tripé de S, D & R’R. Sem falar no hard rock, no palco uma das bandas mais importantes de rock do planeta Terra: o Aerosmith. Pontualmente, às 22h estavam lá os sessentões Steven Tyler (vocal, piano, percussão etc., 68), Joe (Fucking) Perry (66) – como gostou de assim chamá-lo o Tyler, por diversas vezes -, Brad Whitford (guitarra base, 64), Tom Hamilton (contrabaixo, 64) e Joey Kramer (bateria, 66).

Foto: Edu Deferrari

Foto: Edu Deferrari

Apesar dos rumores do fim do rock’n roll e do fim do próprio Aerosmith – o que seria o fim da picada, os caras mostraram que seu rock ainda ronca – nome da turnê – e em alto e bom som! Os “jovens” norte-americanos estão com tudo e ofereceram um show histórico e memorável para cada um dos mais de 30 mil fãs que marcaram presença por todos os setores do estádio do Internacional.

Abertura

Antes de o show começar, os três telões (à esquerda, no centro e à direita do público) estavam tomados por informações com as redes sociais de cada um dos integrantes e da banda como um todo, além da menção ao Aero Force One, fã-clube oficial da banda. A atração de abertura foi a DJ Karine Larré que tocou por volta das 20h30, apresentando um set que misturava clássicos do rock com batidas eletrônicas.

De volta ao comando

No horário marcado no ingresso, às 22h, a chegada triunfal do Aerosmith aconteceu no escuro, com a explosão de som e luzes da canção ‘Back in the Saddle‘. Música de nome perfeito para o início do show da banda de Tyler, que chegou de ‘capa do mago’ prateada, e Perry, com uma boina cinza, meio “vovô-velhinho”, ambos de óculos-escuros. Começando com esta canção de 1976, o show todo foi uma viagem no túnel do tempo, porém com muita criatividade e inovação. Cada canção clássica do Aerosmith foi, de certo modo, reinventada para o show. No início, aquele suspense… Que som é esse? Os músicos percebem antes, os leigos só mais adiante… Os finais também são impactantes, demonstrando a dedicação que a banda ainda tem de executar canções que já tocaram milhares de vezes. Outra antigona da banda, datada de 1977, foi a bela Queens and Kings, quinta do repertório.

Foto: Edu Deferrari

Foto: Edu Deferrari

O A de Aerosmith, o A de Tyler

No inicio do show, o que mais me chamou a atenção foi a posição estratégica de Tyler. Quase todo mundo sabe que a linda logo do Aerosmith é uma letra A estilizada, com uma estrela no meio, dentro de um círculo, com asas gigantes abertas (como se fossem braços), com o carimbo do nome da banda logo abaixo, com outra fonte ultrapsicodélica. Além disso, para constar, a logomarca também esteve presente no piso de todo o palco, era o Aerosmith por todos os lados. Coisa mais linda de se ver!

Steven estava exatamente no centro da logomarca da banda, como se ele fosse esse A, na realidade, ele é. O A no nome dele se encontra no registro de nascimento, afinal foi batizado como Steven Victor ‘Tallarico’ – Tyler é mais estiloso, mesmo. Neste vídeo amador, você pode entender e concordar com minha percepção: https://www.youtube.com/watch?v=MmsYKeYLUNw.

Carisma e simpatia ímpares

Simpático, carismático e querido como é, Steven se esforçou para dizer algumas palavras em português como ‘boa noite’, ‘Porto Alegre’, ‘oi, gaúchos’…

Ele também disse, porém em inglês: “É uma honra para nós estarmos aqui! Já fazia algum tempo que não vínhamos, né?” Sim, mais de seis anos!

Foto: Edu Deferrari

Foto: Edu Deferrari

Dobradinha romântica

No início do show, Steven perguntou algumas vezes o que o público gostaria de ouvir. Ele mesmo respondeu: “- I think maybe this one!” E a banda deu início a ‘Cryin‘ para deleite absoluto de milhares de fãs com gritaria generalizada. Pra fazer a mulherada literalmente chorar de emoção, Steven solou na gaita de boca…

Na sequência, parecendo dizer ‘Come here, Baby…’ para uma fã, Steven chamou ‘Crazy’, pra galera ir à loucura total com a dobradinha dos principais hits românticos da banda, trilha sonora de muitos amores doidos mundo afora…

Infelizmente, percebi alguns breves erros na execução dessas músicas, em alguns momentos, por parte de Perry, que atrapalharam Hamilton e Kramer, mas nada grave que interrompesse o êxtase do público. Ele não executou os solos de maneira tão fiel, parecia estar com alguma dificuldade… Mudou de guitarra algumas vezes… Depois, passou.

Riffs, grooves and dance!

Ao maior estilo ‘I wanna rock and roll all night and party every day’, os momentos mais dançantes, alto-astral e felizes do show foram durante as execuções de ‘Walk this way’, ‘Dude Looks like a lady‘, ‘Rag Doll’ e ‘Love in Elevator’. Parecia que o público estava em uma festa em casa ultra-animada com a banda oficial tocando. O Aerosmith fica muito à vontade no palco e deixa a galera tri solta também.

Tyler é um animador-nato: durante Walk This Way, pede ‘put your hands in the air” e dá gritinhos de “Uhuuuuuuuuu” e a galera acompanha na voz. Essa canção começou com um groove pegado na bateria, perfeitamente bem feito pelo mestre das baquetas Kramer, que até provocou mais uma destaque por parte Tyler – ‘on the drums, Mister Joey Kramer’ -, seguido pelo riff mega-famoso de WTW, por Perry, que todo mundo reconheceu aos gritos.

Em Love in Elevator, tivemos direito ao Tyler atirado no chão e a solos vocais com a guitarra. Em Rag Doll, Perry tocou slide guitar, em alguns momentos.

Foto: Edu Deferrari

Foto: Edu Deferrari

No limite

Em tom de protesto contra os preconceitos, foi executada ‘Living on the edge‘, outro grande momento do show, quando Steven explorou o lado esquerdo do palco, chegando bem pertinho de onde eu estava! \o/

Pink Oktober

Desde o início do show, percebi os laços rosas afixados nas roupas dos integrantes e nas correias dos instrumentos. Até que, como não podia faltar, de repente, um grande laço surgiu no telão e a cor-de-rosa tomou conta, fazendo menção ao Outubro Rosa, mês de conscientização em relação à prevenção do câncer de mama. “Nós vamos cantar esta canção e esperamos que a cura seja encontrada”, disse Steven e chamou ‘Pink‘, canção perfeita para a causa. Um pouco antes, ele recebeu um grande penacho cor de rosa de uma assistente de palco em quem deu uma espécie de selinho. Quando Steven cantou o verso: “Pink, when I turn out the light”, todas as luzes do estádio realmente se apagaram e a música parou por um instante, para surpresa e êxtase da plateia.

Laçador + Joe (fucking) Perry = gauchada pira!!!

Para a surpresa e orgulho total da gauchada (ah! eu sou gaúcho), desde o início do blues ‘Stop Messin’ Around‘, em que Joe Perry assume os vocais, o telão central (do meio) projetou um vídeo que mostra Perry tocando guitarra em frente ao Laçador*, um dos principais monumentos da capital gaúcha, localizado bem na entrada da cidade, próximo ao Aeroporto Salgado Filho. Este foi o momento mais hilário de todo o show, especialmente para quem é do Rio Grande do Sul. Divertidíssimo!!! Logo após esse miniclipe, aparece uma foto de um gol de bicicleta (provavelmente de Pelé) com um carimbo do Aerosmith em verde e a legenda: Porto Alegre Working. O Estádio todo pira!!! Nesta canção sessentista, de autoria original do Fleetwood Mac, merece destaque também a participação do tecladista Buck Johnson. Após o vídeo engraçadíssimo, as projeções no telão durante esse som mostravam torres laterais e um incêndio no meio que tomava conta dos integrantes. Um fogo holográfico que praticamente incendiou o Beira-Rio!!!

*Para alegria dos fãs, além do passeio pelo Laçador, a banda também passou por uma churrascaria e um bar da cidade na segunda-feira (10).

Foto: Edu Deferrari

Foto: Edu Deferrari

Amor de fim de mundo

Antes de tocar “I don’t wanna miss a thing” – música da trilha de Armageddon, filme que tem no elenco uma de suas filhas, Liv Tyler – Steven perguntou sobre os apaixonados… “Are you in love?” Ops, estou!? E apresentou o tecladista Buck Johnson, que também é backing vocal da banda, desde 2014, na turnê “Let Rock Rule”, que passou pela Europa e Estados Unidos. A canção toda foi arrepiante demais, mas o início… Nossa!!! Foi um dos hits mais cantados pelo público de todo o show, afinal é o maior sucesso comercial do grupo. Lindo, de chorar… Aqui, as lanternas dos celulares iluminaram a penumbra do estádio <3

Cover dos monstros

Outro ponto alto do show foi a cover ‘Come Togheter” dos Beatles, clássico total do rock’n roll mundial que agrada a gregos e troianos, ainda melhor que a original, com mais peso.

Aerosmith Style 2016

Mais fashion do que nunca está o Aerosmith Style 2016. Charmosos, glamurosos, elegantes, coloridos, sexies, musos, ícones, deuses, divos, especialmente a dupla Tyler & Perry, obviamente. Todos com barbas bonitas e bem feitas… Cheios de acessórios, lenços, chapéus, colares, anéis, como sempre… Steven mostra até as unhas pintadas com uma cor escura. Joe Perry sempre mascando chicletes, o que aumenta o charme do guitarrista. De regata, Kramer tocou numa bateria que, de tão brilhante, brilha até no escuro, endossando a marca Pearl e tomou um gole de água a cada intervalo. Os ventiladores e o vento natural dão aquele toque especial aos cabelos esvoaçantes dos integrantes. Hard rock na veia!

Foto: Edu Deferrari

Foto: Edu Deferrari

Tyler de barriga chapada

Vale destacar que a cordas de Steven – as vocais – seguem as mesmas, em plena forma, alcançando todas as notas com perfeição. E a sensualidade, o poder e a energia continuam em alta. Segue dançando seus passinhos, correndo de um lado para o outro sempre com seu pedestal – que estende ao público com frequência -, se mete no meio da galera e apresenta a banda, cheio de orgulho da competência dos colegas. E mais: interage muito com Joe Perry, formando uma das imagens mais lindas de duas das maiores lendas vivas do rock’n roll mundial. A mecha branca de Perry e a mecha loira de Tyler formam uma ótima dupla! Em plena boa forma, Steven também deixou a barriga à mostra e botou muito guri novo no bolso com o corpaço que ostenta no alto de seus 68 anos. Aprovado! Palmas!!!

Pegada firme

Musicalmente, a banda segue muito firme e entrosada. Percebi alguns pequenos erros de execução, que já comentei. Da Pista Premium, onde a imprensa foi alocada, a acústica do show estava ótima, o volume perfeito, sendo possível escutar todos os instrumentos e vozes com clareza total. Enquanto os telões da esquerda e da direita ampliavam a visibilidade dos integrantes, o telão central mesclava a projeção de imagens do show com ilustrações e animações adequadas às canções.

Bis: baladas à luz das lanternas

No bis, em clima onírico, Steven Tyler surgiu dos nossos melhores sonhos, no piano de cauda Yamaha, bem pertinho do público, na ponta da passarela do palco, que adentrava a pista, para tocar ‘Dream On‘. Errou algumas notas no início, mas estava se esforçando. Para acompanhar, os fãs ligaram suas lanternas no estádio escuro! No telão, imagens de um céu no entardecer. Tyler tocou e cantou até a metade da música, quando se animou e subiu com seu pedestal em cima do piano, onde continuou até o fim da música. Perto do final da primeira música do bis, uma explosão de gelo-seco arrebatou. E para fechar com chave dourada… A doce emoção de sentir, escutar, assistir e cantar ‘Sweet Emotion’. Ao fim dessa bela canção, caiu uma linda chuva de papel picado brilhante, que deu fim de maneira delicada a um espetáculo e tanto! Ao final, Tyler apresentou novamente a banda toda, quando Perry tomou a frente para anunciar Tyler, no melhor estilo UFC. Ao final, o big-one Tyler se despede: “Thank you, baby, god bless you and good night!”

Foto: Edu Deferrari

Foto: Edu Deferrari

Já acabou?! :/ Foi incrível o quanto durou

O show todo teve quase duas horas de duração, mas nem pareceu. Não deixou os fãs cansados ou entediados. Eu saí com gostinho de quero muito mais! Mas já acabou? Podia durar a minha vida toda! Se foi o último por aqui, valeu e muito cada segundo! I didn’t miss a thing! O mais legal foi que a banda também curtiu demais a passagem por aqui e registrou muitas fotos e vídeos na sua própria página oficial no Facebook. Confira: https://www.facebook.com/aerosmith.

Antes do show em Porto Alegre, esta turnê do Aerosmith passou pela Argentina, Chile e Colômbia. Agora, a banda segue para São Paulo, no dia 15, e Recife, no dia 21, além de outros países da América Latina. Esta é a sexta passagem do Aerosmith pelo país. A primeira visita aconteceu em 1994. Depois, o grupo retornou em 2007, 2010, 2011 e 2013.

Set list do show da turnê “Rock n’ Roll Rumble – Aerosmith Style 2016” em Porto Alegre:

1. Back in the Saddle
2. Love In An Elevator
3. Cryin’
4. Crazy
5. Kings and Queens
6. Livin’ On The Edge
7. Rats in the Cellar
8. Dude (Looks Like A Lady)
9. Same Old Song And Dance
10. Monkey on my Back
11. Pink
12. Rag Doll
13. Stop Messin’ Around
14. I Don’t Want to Miss a Thing
15. Come Together
16. Walk This Way
17. Train Kept a Rollin’
BIS:
18. Dream On
19. Sweet Emotion

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AGRADECIMENTOS ESPECIAIS: Aerosmith, Hits Entretenimento, Tsslr Conteúdo e Edu Deferrari.

RESENHA: Festa de 5 anos do Aquarius Rock Bar

Texto: Tiago Nascimento
Fotos: Felipe Domingues

Na noite do último sábado, dia 8 de outubro, foi comemorado o aniversário de 5 anos de uma das melhores casas de rock da cidade de São Paulo, o Aquarius Rock Bar.

A festa começou com a banda paulista Benigna, formada por Manuh (Vocal), Felipe (Guitarra/Vocal), Richard (Guitarra) Julio Davi (Baixo) e Azis (Bateria), banda que iniciou as atividades no ano de 2009 e vem mostrando muita qualidade e competência em eventos independentes e foi convidada para este evento para dar início a noite de comemorações com muita energia.

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Na sequencia subiu ao palco do Aquarius a banda que é considerada por muitos a melhor banda de hard core nacional, Dead Fish, com suas músicas com discursos “politizados e revolucionários” a banda trouxe ao público paulistas grandes sucessos como “Tão Iguais”, “Venceremos”, “Autonomia”, “Bem vindo ao Clube”, “Sonho Medio” e “Molotov”, levando os fãs ao delírio que não pararam de pular e cantar durante toda apresentação da banda.

Mesmo com 25 anos de estrada, o Dead Fish mantém a mesma performance e energia do início da carreira, que na minha opinião faz com que os fãs sejam fieis e frenéticos nos shows, destaque para os famosos “mosh”, onde a banda libera o palco para que a galera suba ao palco e pule a vontade, mesmo não tocando o clássico “Contra Todos”, a banda agradou o público e se despediu agradecendo pelo convite para participar daquele importante festa. O Dead Fish é Rodrigo Lima (Vocal), Marcos Melloni “Marcão” (Bateria), Ric Mastria (Guitarra) e Alyand (Baixo/Vocal).

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E para finalizar esta grande festa, subiu ao palco do Aquarius, Jimmy London e sua trupe, para colocar a casa abaixo e agradar o público que aguardava a apresentação da banda com muito euforismo e ansiedade.

O Matanza esta em turnê do último álbum “Pior Cenário Possível” lançado 2015, e retornou a cidade de São Paulo trazendo ao público grandes clássicos como “Ressaca Sem Fim” e “Ela Roubou Meu Caminhão”, dando destaque para a zoeira de Jimmy com o baixista Dony Escobar e a alopração com Maurício Nogueira (Guitarra) durante as pausas das músicas.

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Após as primeiras músicas, Jimmy já entoou sua tradicional frase “Puta que o Pariu São Paulo”, o vocalista merece um destaque a parte com sua presença de palco e a indução as rodas de bate cabeça, onde inclusive as mulheres participam e se divertem com a “dança”.

A sonoridade da banda evoluiu muito nos últimos anos, e durante o show presenciamos muitos sócios do “Clube dos Canalhas” onde sempre é praticada a “Arte do Insulto”. Com aproximadamente 2 horas de show mesclando músicas atuais e grandes clássicos o Matanza finalizou o show e a grande festa do Aquarius com o público em coro:

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Somos amigos em terra
Somos amigos no mar
Juntos fomos á guerra
Juntos estamos no bar
Estamos todos bêbados, porque até quem não bebe sai do show do Matanza bêbado“.

Agradecemos e parabenizamos o Aquarius Rock Bar pela grande festa, e a MR Produções e Luciano Piantonni pela oportunidade.

Álbum de fotos:

Pisca Produtora e Opinião em comemoração a 15 anos de parceria, trazem a Porto Alegre SEPULTURA

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Pisca Produtora e Opinião em comemoração a 15 anos de parceria, trazem a Porto Alegre

SEPULTURA
Show da turnê mundial “Sepultura 30 anos”

O Sepultura, maior nome do metal brasileiro, voltará ao Opinião, no dia 16 de outubro, com a sua turnê comemorativa de 30 anos de estrada. Ingressos à venda!

Local: Opinião (Rua José do Patrocínio, 834) – Cidade Baixa

Dia: 16 de outubro, domingo.

Horários do evento:
18h30 – Abertura da casa.
20h – Show.

Classificação: 14 anos

Ingressos:

Lojas Multisom e Youcom.

 

Venda on line: www.minhaentrada.com.br/opiniao

Lote 1:
Promocional (valor reduzido, com a doação de um 1kg de alimento não perecível ou agasalho, disponível para qualquer pessoa): R$ 40
Estudantes e idosos (desconto de 50%): R$ 35
Inteira: R$ 70

Lote 2:
Promocional (valor reduzido, com a doação de um 1kg de alimento não perecível ou agasalho, disponível para qualquer pessoa): R$ 50
Estudantes e idosos (desconto de 50%): R$ 45
Inteira: R$ 90

Lote 3:
Promocional (valor reduzido, com a doação de um 1kg de alimento não perecível ou agasalho, disponível para qualquer pessoa): R$ 60
Estudantes e idosos (desconto de 50%): R$ 55
Inteira: R$ 110

Lote 4:
Promocional (valor reduzido, com a doação de um 1kg de alimento não perecível ou agasalho, disponível para qualquer pessoa): R$ 70
Estudantes e idosos (desconto de 50%): R$ 65
Inteira: R$ 130

* Os alimentos e os agasalhos deverão ser entregues no Opinião, no momento da entrada ao evento.

Serão doados para o Centro Espírita Luz da Esperança – Cele (www.cele.com.br)

** Para o benefício da meia-entrada (50% de desconto), é necessária a apresentação da carteira de estudante na entrada do espetáculo. Os documentos aceitos como válidos estão determinados no artigo 4º da Lei Estadual 14.612/14.

Pontos de venda:

Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência – somente em dinheiro):
Youcom Bourbon Wallig

Demais pontos de venda (sujeito à cobrança de R$ 5 de taxa de conveniência – somente em dinheiro):
Youcom Shopping Praia de Belas, Iguatemi, Bourbon Ipiranga, Barra Shopping Sul, Bourbon Novo Hamburgo e Canoas Shopping
Multisom Andradas 1001 e Bourbon São Leopoldo

Página do evento no facebook:

Sepultura em Porto Alegre – Tour 30 Anos

Link da página do evento no facebook:

https://www.facebook.com/events/901151609993672/

Produção: Pisca Produtora e Opinião

Informações:
www.pisca.com.br
www.opiniao.com.br
(51) 3211-2838

RESENHA: Mattilha, Camisa de Vênus e Velhas Virgens no Aquarius Rock Bar

Texto e fotos por Felipe Domingues

Na noite do ultimo sábado, dia 19 de março, o palco do Aquarius Rock Bar recebeu duas das maiores bandas de rock”n”roll do país, Camisa de Vênus que esta em turnê de comemoração dos seus 35 anos de história e Velhas Virgens, que divulga seu novo disco intitulado de “Garçons do Inferno”, coletânea com músicas escolhidas pelos próprios fãs da banda.

A festa começou com a banda MATTILHA que subiu ao palco do Aquarius com a responsabilidade de aquecer a galera, formada por, Gabriel Martins (vocal), Victor Guilherme (guitarra), Andy Einech (baixo) e Ian Martini (bateria), os paulistas não deixaram a desejar e cumpriram bem seu papel, destaque para o cover de “Bete Balanço” do Barão Vermelho.

Logo após a MATTILHA foi a vez da Camisa de Vênus, a banda nem havia subido ao palco e a galera já gritava o famoso “BOTA PRA F#@$%”, no palco Marcelo Nova e Robério Santana (baixo) comandaram uma apresentação impecável, repletas de grandes hits da banda como “Eu Não Matei Joana D’arc”, “Só o Fim”, “Bete Morreu”, “Simca Chambord”, “Silvia” e muitos outros…

Completam a banda o filho do Marcelo Nova, Drake Nova (guitarra), Leandro Dalle (guitarra) e Celio Glouster (bateria) que mostraram um ótimo entrosamento com o repertório, vale destacar o publico que por diversas vezes cantavam as músicas do inicio ao fim e a participação do Paulão das Velhas Virgens na música “Simca Chambord”, uma excelente apresentação desta lendária banda, um dos maiores ícones do rock nacional.

E para finalizar a noite, subiu ao palco do Aquarius a banda das Velhas Virgens, formada por Paulo de Carvalho (vocal), Alexandre Cavalo (guitarra), Juliana Kosso (vocal), Tuca Paiva (baixo), Simon Brow (bateria) e Filipe Cirilo (guitarra), as Velhas Virgens divulgam o álbum intitulado de “Garçons do Inferno”, primeira coletânea da banda após 29 anos de carreira que conta com 20 grandes sucessos escolhidos pelos próprios fãs das Velhas Virgens.

No palco, Paulão e sua “trupe” apresentaram um show com muita irreverência como já de costume, com direito a realização de dois casamentos com o vocalista da banda como mestre cerimonial. Velhas Virgens é uma banda muito boa, já tive oportunidade de acompanhar diversos shows da banda, desde o lançamento de “Vocês não sabem como é bom aqui dentro!” de 1997, a cada show fico surpreso com a presença de palco dos integrantes, espero que seja apenas mais uma brincadeira da banda o anuncio feito pelo próprio Paulão no inicio deste ano que esta seria sua ultima turnê com as Velhas.

Gostaríamos de agradecer o Aquarius Rock Bar por sempre atender nossas solicitações de credenciamento.

Mais fotos acesse: https://goo.gl/ahTslV

RESENHA: Plebe Rude – Sesc Pompéia 25/02/16

Texto: Digão
Fotos: Felipe Domingues

Na noite da última quinta-feira, dia 25 de fevereiro de 2016, a banda Plebe Rude comemorou no palco do SESC Pompéia os 30 anos do lançamento de seu primeiro disco, intitulado de “O Concreto já Rachou”, lançado pela gravadora EMI Music Brasil e produzido por Herbert Vianna, integrante da banda Os Paralamas do Sucesso. Disco que rendeu a banda a venda de + de 200.000 copias sendo assim Disco de Ouro e é considerado uns dos 100 melhores discos brasileiros pela revista Rolling Stones, disco que foi tocado na integra durante este show.

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A banda tem como sua formação atual Philippe Seabra (guitarra e voz), André X (baixista e fundador da banda), Clemente (Inocentes – guitarra e voz) e Marcelo Capucci (Bateria), a banda fez uma apresentação impecável para um público fanático que esgotou os ingressos e lotou as dependências do SESC Pompéia, cantando e “dançando” todas as músicas executadas pela banda.

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A Plebe Rude tem um show pesado e bem peculiar do qual agrada e envolve a todos que assiste, muito pela voz única inconfundível do seu vocalista principal Philippe e a interação entre vocais com o Clemente durante as músicas, apresentando assim um dos melhores shows do rock nacional na atualidade. O público se entrega e troca energias com o quarteto fazendo assim todos os shows da Plebe uma experiência única.

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Além das comemorações de 30 anos do primeiro disco a banda está na estrada divulgando seu último álbum e o 6º de estúdio intitulado “ Nação Daltônica” lançado em 2014 pela gravadora Substancial Music e produzida pelo Philippe Seabra.

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Mais fotos em:
https://goo.gl/EdSlNg

Setlist:

Sua História
Brasília
Anos de Luta
Luzes
O que Se Faz?
Johnny Vai à Guerra
Medley Nunca Fomos
Mais Um Ano Você
Bravo Mundo Novo
A Ida
Este Ano
Seu Jogo
Discórdia
Sexo & Karatê
Katarina
Pressão Social
Rude Resiliência
Medo
Minha Renda + Goin´ Down
Proteção + Pátria Amada + Censura
Código
Até Quando Esperar

RESENHA: RZO – Sesc Belenzinho

Por: Tiago Nascimento

Na sexta feira dia 15 de janeiro o Ponto ZerØ pode presenciar no palco do Sesc Belenzinho o grupo Rapaziada da Zona Oeste mais conhecido como RZO.

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As 21;43 subiram ao Palco Dj Cia, Calado, Helião e Sandrão apresentando todas as faixas do album Todos São Manos.

Euforicamente o publico recebeu no palco a cantora Negra Li pois no Rap tem suas guerreiras também.

O grupo Rzo é de uma proporção enorme pois pessoas de outros estilos apreciam o grupo como Rockeiros entre outros. João Gordo vocalista da banda Ratos de Porão é f assumido.

Sucessos como Pirituba, O mensageiro, O trem , A lei não faltaram ao espetaculo que teve uma performance impecável da Negra Li homenageando o rapper Sabotage cantando O Rap é compromisso.

Todos que foram saíram satisfeitos com a apresentação e muitas pessoas ficaram aguardando para poder tirar uma fotografia ou apenas conseguir um autografo em menos de 5 minutos que o show acabou a fila já era gigante.

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Também com todos ingressos esgotados o Sesc teve que disponibilizar uma carga extra.

O Ponto ZerØ agradece o Sesc pela oportunidade.

RESENHA: Skillet – Carioca Club SP

Por: Tiago Nascimento
Fotos: Ricardo Silva

Foram dois anos de espera para o estado de São Paulo conhecer a Tour Rise de uma das bandas mais legais da Atualidade a banda americana Skillet. E essa data foi 24/10/2015.

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A prova do Enem refletiu na fila que após as 17h30min era gigante sinônimo de casa lotada e como previsto a partir das 18 h os portões de abriram.

Antes o local seria a Audio Club depois mudaram para o Tropical Dance e por fim o local escolhido foi o Carioca Club Pinheiros.

Os panheads “grupo de fãs” publicaram em sua pagina oficial uma foto dizendo que antes das 7 horas da manhã já estavam no local.

O show iniciou as 19h10min horas com todo entusiasmo possível e todo calor que abafava a cidade São Paulo a banda começou com o ritt Whispers in the Dark e logo em seguida sucessos como Forsaken , Comatose , Rise sem falar de um momento muito especial o Flash mob organizado pelos fãs com balões vermelhos e brancos na musica Awake and Alive.

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John Cooper voz e baixo é casado com a guitarrista Korey e a baterista Jen Ledger é casada com o guitarrista Seth Morrison. Além disso, a banda contou com participações Tate Olsen no violoncelo e Jonathan Chu no violino.

John sempre elogiando os brasileiros em seus momentos de interação com o publico e até citou que os brasileiros são os mais barulhentos dos públicos.

Com os aparelhos de ar condicionados desligados o vocalista disse que estava muito calor, com isso a organização ligou os aparelhos para alivio de todos RS.

Com palavras de Jesus Christ Number One a banda me fez relembrar o momento que conheci a admirei a banda que foi com a musica Hero com uma letra forte e inspiradora com uma Ideologia não de religião mais de que Jesus Cristo salva.

Porém muitos seguem pelo estilo inovador de som entre a mescla de instrumentos entre guitarras e violino baixo e teclado uma mistura de elementos que se completam do inicio ao fim e com letras refinadas entre o que cada um acredita.

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Com a duração de aproximadamente 1h30min o espetáculo chegou ao final com 15 musicas mescladas entre os 8 cds da banda a banda declarou que “Ama o Brasil e se despediu dando um até breve”.

Set List
1 -Whispers in the Dark
2- Forsaken
3- Sick of It
4- Better Than Drugs
5- Wake Me Up (Avicii cover)
6- Comatose
7- Awake and Alive
8- Rise
9 – Those Nights
10- Hero
11- Not Gonna Die
12 – It’s Not Me, It’s You
13- The Last Night
14- Monster
15- Rebirthing

RESENHA: BLIND GUARDIAN – TOM BRASIL – 12/10/2015

Texto: Eduardo Carvalho
Fotos: Rodrigo Simas Photography

Depois de muita expectativa, os bardos voltaram a São Paulo para o show de encerramento em terras tupiniquins em um Tom Brasil lotado, para alegria de Hansi e sua trupe.

Durante a semana, houve um cancelamento repentino por parte da que seria a banda de abertura: CIRCLE II CIRCLE, que conta com o brasileiro Marcelo Moreira (ex-Almah) na bateria. Não houve um motivo oficial anunciado, apenas uma nota informando que não seria possível realizarem esta leg da tour com o Blind Guardian em território brasileiro.

Desta forma, pouco antes dos bardos entrarem em campo, o público paulista deu um show à parte, cantarolando músicas de animes infantis (Nota da redação: tratava-se do dia 12 de outubro, feriado de Dia das Crianças – e Nossa Senhora de Aparecida, para os mais religiosos) como Dragonball Z e Cavaleiros do Zodíaco. Performance digna de aplausos, inclusive!

Na sequência, não muito depois do horário previsto das 19hs, o show começou com a épica The Ninth Wave do excelente novo trabalho “Beyond The Red Mirror”, com o seu começo cadenciado e com refrão poderoso, fazendo com que o Tom Brasil o entoasse como se já fosse um clássico das antigas.

Na sequência, após um breve e empolgado discurso do onipresente Hansi, emendam uma porrada das antigas, “Banish From Sanctuary”, fazendo com que nenhuma alma conseguisse ficar parada, além de um Hansi que não parou de interagir com o público do começo ao final do solo.

“That sounds like fun São Paulo! ” – Com estas palavras de Hansi, temos Nightfall, um dos maiores clássicos, e com certeza uma das mais poderosas músicas da banda ao vivo. Com seu início com a casa inteira batendo palmas e entoando “Oooooooooohhh”, cantando cada verso, fazendo desta um momento memorável para todos presentes.

“Stop, be quiet now” – As primeiras palavras ditas em Fly são totalmente o oposto do que aconteceu quando este clássico recente da banda começou. Com sua bateria inconfundível, Fly manteve o altíssimo nível até então apresentado, além de com 4 músicas já ter passado pelas mais diversas fases da banda.

Com “Tanelorn (Into The Void) e “Prophecies” a grande massa pôde respirar um pouco e apreciar estas 2 músicas dos 2 últimos álbuns sendo executadas com perfeição.

“Guardian, guardian, guardian of the blind! ” SIM, The Last Candle foi executada e a expressão de alegria e satisfação era nítida no rosto de cada um dos integrantes da banda, tamanha empolgação do público, que não parava um segundo sequer.

Chegamos ao momento “acústico”, com as guitarras sendo abandonadas e os violões entrando em cena. Temos “Miracle Machine” mostrando toda a potência de Hansi e uma belíssima conexão entre público e banda nesta linda balada do mais recente álbum.

Com “Lord Of The Rings” tivemos um revezamento entre Hansi e o público, cada um cantando uma estrofe e arrancando muitos gritos e aplausos ao seu término.

Com três porradas em sequência (Time Stands Still, I’m Alive e Imaginations From The Otherside), a banda encerra o primeiro ato com o público ganho e a ânsia por mais!

A banda volta com mais três porradas em sequência, a ótima Wheel Of Time que funciona perfeitamente ao vivo, a nova Twilight Of The Gods que tem tudo para se tornar mais um clássico recente da banda e quase obrigatória ao vivo.

Após estas 2 grandes execuções, Hansi anuncia VALHALLA, momento obrigatório e esperado por absolutamente toda a plateia. Com punhos em riste e um Tom Brasil vindo a baixo, a noite já estava ganha pelos bardos. Com guitarras e bateria magistralmente executadas, um vocal que ia de Hansi a Kai sem nenhuma dificuldade e um público cantando cada palavra como se não houvesse amanhã, Valhalla foi o ponto mais alta do show. Até o momento…

Então os PAs começam a executar uma estranha música de circo. Sim, a música que foi executada na última passagem dos bardos graças aos pedidos do público já estava no setlist desta vez. Já “Majesty”! conseguiu em seus quase 08:00 minutos prender o público e nos preparar para a sequência, com outro grande clássico da banda “The Script For My Requiem”.

Chegado o grande momento para todos presentes, “The Bard’s Song – In The Forest”, música cantada em uníssono e fazendo ser praticamente impossível ouvir até a voz de Hansi, tamanha voracidade do público em cada palavra e cada nota instrumental executada. Com certeza um momento emocionante e inesquecível para todos presentes e se tornando o ponto mais alto do show, exatamente como dito por Hansi após a canção “World Class Performance São Paulo! ”.

Chegado o momento da última música do show, Mirror Mirror não deixou nenhuma brecha para que a audiência ficasse parada, e caso alguém ainda possuísse voz, com certeza ela iria acabar agora. Fim de show.

NÃO EM SÃO PAULO! Ainda havia tempo e fôlego para Barbara Ann! Após uma breve negociação de Hansi com o público, pedindo para que entoassem Ba-Ba-Ba-Barbara Ann alto o suficiente, Barbara Ann foi executada por uma banda extremamente carismática e empolgada com o show.

Um final divertidíssimo para uma noite inesquecível. Mais de 2 horas de show, música extra, um setlist imprevisível, uma banda extremamente bem entrosada, um público fiel e com certeza um excelente presente de Dia das Crianças para todos ali presentes, independente da faixa etária.

MUITO OBRIGADO PELO PRESENTE, BARDOS!

 Set List:

    1. The Ninth Wave
    2. Banish from Sanctuary
    3. Nightfall
    4. Fly
    5. Tanelorn (Into the Void)
    6. Prophecies
    7. The Last Candle
    8. Miracle Machine
    9. Lord of the Rings
    10. Time Stands Still (at the Iron Hill)
    11. I’m Alive
    12. Imaginations from the Other Side

Encore 1:

    1. Wheel of Time
    2. Twilight of the Gods
    3. Valhalla

Encore 2:

    1. Majesty
    2. The Script for My Requiem
    3. The Bard’s Song – In the Forest
    4. Mirror Mirror
    5. Barbara Ann

RESENHA: MATANZA – SESC Belenzinho

Texto: Digão
Fotos: Carol

O Ponto ZerØ acompanhou no ultimo sábado 03 de outubro o show da banda Matanza no Sesc Belenzinho na zona leste de São Paulo.

A banda se apresentou nos dias 02 e 03 de outubro divulgando a turnê de seu ultimo álbum de estúdio “O Pior Cenário Possível” gravado em 2015 pela Deckdisc. Este é a oitavo álbum da banda formada em 1997 e que atualmente tem sua formação com: Jimmy London no vocal, Mauricio Nogueira na guitarra, Don Escobar no baixo e Jonas na Bateria (clique aqui e confira a matéria que o Ponto Zero fez no lançamento do CD Pior Cenário Possível em maio desde ano).

O publico esperava ansioso o início do show e não se decepcionou pois ao subir no palco O Matanza já pois o Sesc abaixo com a introdução de “Pane nos quatro motores”, e sem parar para a galera respirar a banda seguiu emendando “Ressaca sem Fim”, ”Meio Psicopata”, “A Arte do Insulto” e” Bom é quando faz Mal”.

O publico que lotava o Sesc naquela noite ainda acompanhou os sucessos de todo a carreira da banda como “Pé na Porta e Soco na Cara”, “Maldito Hippie Sujo”, “Clube dos Canalhas”, “Tempo Ruim” e” Eu não gosto de Ninguém” como os mais novos sucessos como a musica que da o titulo ao ultimo álbum “O Pior Cenário Possível”, “Sua Assinatura” e “O que esta feito esta Feito”

Como é de costume a banda liga uma musica a outra o que é ótimo para seus fãs, pois faz com que a banda mesmo com um tempo curto de apresentação toque um setlist extenso e repleto de hits, cantados a exaustão pelos fãs.

Um dos momentos cômicos do show foi quando o Jimmy se voltou à plateia e diz que “tenho que parar de beber, pois tenho a certeza que fiz um show em um lugar muito parecido com este ontem” fazendo alusão ao show da noite anterior onde a banda se apresentou no mesmo local.

Outro momento engraçado foi quando para chamar a próxima canção, A Casa em Frente ao Cemitério, o vocalista falou que a banda só aceitou fazer o show no Sesc pois ficava na frente da casa dele, referenciando ao cemitério da Quarta Parada que fica a poucos metros do local.

A banda encerrou o show com a sequencia de: “Imbecil”, “Ela Roubou meu Caminhão”, “Estamos todos Bêbados” e por fim “O Chamado do Bar”, e anunciou que em dezembro, mais precisamente, dia 12/12 volta a São Paulo para apresentação no Aquarius Rock Bar.

Então só nos resta aguardar até dezembro para mais este puta show do Matanza, com certeza.

Agradecemos ao Sesc Belenzinho pela oportunidade dada para nós do Ponto ZerØ realizar mais esta cobertura e em especial para a Jaqueline da assessoria de imprensa do Sesc pela atenção.

Mais fotos em:
https://goo.gl/AU8tZN

Setlist

  • Intro – Pane nos Quatro Motores
  • Ressaca sem Fim
  • Meio Psicopata
  • A Arte do Insulto
  • Bom é quando faz Mal
  • Sua Assinatura
  • O Ultimo Bar
  • Maldito Hippie Sujo
  • Remédios Demais
  • A Caminho da Escada da Corda
  • Pé na porta e Soco na cara
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RESENHA: Project46 – SESC Belenzinho

Texto: Tiago Nascimento

O projeto musica extrema trouxe ao palco do Sesc Belenzinho situado na Zona Leste de SP no último sábado, dia 29 de agosto, a banda de metal Project46, que será atração do Rock in Rio representando o estado de São Paulo.

A banda apresentou o show da turnê “Que seja feita a vossa vontade” e foi realmente isso que ocorreu, foi feito a vontade do publico presente que esgotou os ingressos para essa grande festa.

Em sua Page oficial a banda perguntou quais musicas que o publico gostaria de ouvir ao vivo e algumas foram unanimes como “Se quiser”, “Capa de jornal”, “Erro+55”, “Caos Renomeado” entre outros sucessos da banda.

Antes do som rolar, o publico direcionou suas atenções ao documentário produzido pela banda.

Ao termino do documentário a banda subiu ao palco mostrando o melhor do metal nacional e deixando claro para todos que a oportunidade de se apresentar em grandes festivais não acontece por acaso e sim pelo ótimo trabalho que a banda vem realizando.

Caio MaCbeserra, vocalista do Project46, agradeceu o público desde o início e discursou sobre a oportunidade de se apresentarem pela 1° vez no Sesc e citou a ótima estrutura e suporte que a casa oferece.

Mesmo com alguns problemas técnicos os guitarristas Vini Castellari e Jean Patton foram um show a parte com seus riffs e solos inconfundíveis mostrando o porquê estão sendo considerados referencias para novos guitarristas e adeptos, e a técnica apurada de Rafael Yamada não deixa nada a desejar sempre agregando valores ao som sem falar do seu talento em voz.

Um “ponto alto” do show foi quando Caio convidou Thiago Monstrinho (Worst) para participar da musica que se tornou um hino da banda Erro+55, onde foi acompanhada não somente pelos vocais mais sim por todos presentes que fizeram em todas as músicas o tradicional mosh pit.

Por Fim, a banda se despediu do público, porem em instantes pós shows, os músicos saíram do camarim para receber o carinho dos fãs retribuindo com fotos, autógrafos e abraços.

A banda se apresenta dia 24/09 no Rock in Rio no Palco Sunset ao lado da banda John Wayne.

Mais fotos

Set List:
Se Quiser
Impunidade
Capa de Jornal
Na Vala
Empedrado
Em Nome de Quem
Carranca
(Track A Cidade – Nação Zumbi e Chico Science)
Vergonha na cara
Erro+55
Caos Renomeado
Atrás Das Linhas Inimigas
Violência Gratuita
Foda-se
Acorda Pra Vida

Integrantes
Caio Macbeserra – Voz
Vini Castellari – Guitarra
Jean Patton – Guitarra e voz
Rafael Yamada – Baixo e voz
Henrique Pucci – Bateria

RESENHA: 07/11/2008 – NIGHTWISH NA VIA FUNCHAL/SP

Fotos e texto: Danielle Feltrin

Após 3 anos conturbados desde sua última apresentação, O Nightwish, grupo finlandês, voltou ao Brasil, e desta vez com a nova vocalista sueca Anette Olzon assumindo os vocais para a turnê do novo álbum “Dark Passion Play“, nos dias frios de 7 e 8 de Novembro, no Via Funchal, em São Paulo.

Para quem já viu a banda antes, é impossível não pensar: “Como será sem Tarja Turunen?“. Porém o tecladista Tuomas Holopainen, o baterista Jukka Nevalainen, o guitarrista Emppu Vuorinen, o baixista Marco Hietala e a nova vocalista mostraram um grande entrosamento, deixando claro que o espírito da banda continua a mesma.

O set-list soou bem diversificado para seus fãs fiéis, pois a apresentação mesclou desde as músicas da antiga formação até as recentes do último álbum, já gravado com a nova cantora. No dia 7 a banda cover Hevorah abriu a apresentação, ainda com pouco público devido ao horário.

Já imaginava-se que “Bye Bye Beautiful” abriria o set, por ser uma das mais conhecidas do novo álbum e ser bastante agitada. Recebidos com muito carinho, aplausos e gritos, os integrantes retribuíram emocionados a receptividade, deixando claro que a noite seria mais que agradável a todos os presentes.

Whoever Brings the Night” foi a seguinte, também do novo álbum. Com guitarras pesadas e um vocal “sombrio” de Anette, fez a casa tremer com tamanha euforia do público. Seguindo o set, Anette mostrou sua interpretação de “The Siren” do álbum Once, antiga formação. Com linhas vocais diferentes, cantou a seu modo e foi muito bem executada, apesar de certos exageros em seus “berros” que seu tipo vocal proporciona, mas nada que dispensasse sua bela interpretação nas músicas que não foram feitas para sua voz.

As surpresas do set ficaram por conta da escolha de músicas da fase antiga da banda, como a impulsiva “Dead To The World“; “Dark Chest of Wonders“, a que inicia o álbum Once e a até então inesperada “Sacrament of Wilderness“, uma das mais antigas (álbum Oceanborn, de 1998) e que exigiram grande capricho de Anette nos refrões. Sempre sorridente e animada, tentava conversar com o público e até arriscava o português, mas não deixava de se expressar dizendo estar feliz pela turnê brasileira e ter conhecido o nosso país.

O baixista e vocalista Marco Hietala e tecladista Tuomas Holopainen estavam sempre entrosados com o público, conversando e dando muita atenção às fãs histéricas que estavam na grade; enquanto o guitarrista Emppu Vuorinen fazia um show à parte correndo de um lado ao outro – lembrava até o Steve Harris – com seus brilhantes riffs e jogando muitas palhetas para os fãs.

Outra nova canção, “Amaranth” que virou título de single foi executada, também uma das mais conhecidas e instigantes do CD. Um momento “feeling” tomou conta da casa quando soou “The Inslander” pelos amplificadores. Os integrantes sentados, um clima sereno e uma performance espetacular de Anette nesta canção, deixando os fãs mais calmos, porém ainda mais emocionados.

Logo após a monstruosa de quase 14 minutos “The Poet and The Pendulum“, chegou uma das canções mais consagradas do grupo, “Wishmaster“, uma canção difícil a ser cantada por conter um tipo vocal muito agudo, e, apesar da disposição e carisma, Anette precisou de ajuda extra da banda, reduzindo o tom da música. Apesar de seu timbre de voz muito bonito e diferente, a música ficou comprometida, mesmo com a parceria quase que total de Marco Hientala dividindo os vocais.

A apresentação fechou com as músicas “While your lips are still red“, também uma emocionante balada cantada por Marco e apenas tocada por Tuomas; além de executarem as brilhantes “Sahara” e “Seven Days to the Wolves“, duas canções que destacam o último álbum. Ao se despedirem com “I Wish I Had an Angel“, música que fez muito sucesso nos tempos do Once, toda a banda agradeceu o carinho do público pegando nas mãos dos fãs que estavam na frente, jogando água, toalhas, baquetas e palhetas.

No dia seguinte, teve mais uma apresentação, e possivelmente muitos fãs pagaram novamente para assistir os dois dias, tamanha euforia por parte do público, atenção dos músicos e um apoio mútuo para Anette Olzon, a qual tem muito que mostrar para os que ainda não engoliram os acontecimentos da banda em Outubro de 2005.

ÁLBUM DE FOTOS

Set-list:
1 -Bye Bye Beautiful
2 -Whoever brings the night
3 -The Siren
4 -Dead to the world
5 -Amaranth
6 -Sacrament of Wilderness
7 -The Islander
8 -The Poet and the Pendulum
9 -Wishmaster
10 -While your lips are still red
11 -Sahara
12 -Dark Chest of Wonders
13 -Seven Days to the Wolves

Bônus:
14 -I wish I had an angel

RESENHA: Nação Zumbi e Raimundos – Citibank Hall/SP

Texto: Tiago Nascimento
Fotos: Felipe Domingues

O dia mundial do Rock chegou mais cedo a cidade de São Paulo, nem mesmo o frio que estava na noite do último sábado, dia 11 de julho, dois dias antes do dia do bom e velho Rock´n´Roll, afetou o público que encheu as dependências do Citibank Hall para essa festa onde os protagonistas foram os fãs e as bandas Nação Zumbi e Raimundos.

Com a ansiedade do público a mil, as cortinas se abriram para a Nação Zumbi, lendária banda nascida no início da década de 1990, que faz uma mistura de ritmos e culturas através de seus acordes, riffes e tambores tornando seu som característico e de grande influência para o rock nacional.

A Nação Zumbi promoveu um show completo para os fãs, executando músicas como Cicatriz, Novas Auroras onde o vocalista Jorge Du Peixe citou sobre os políticos corruptos não que representarem o povo brasileiro, um povo trabalhador e idealizador, que tem esperança por Novas Auroras, novos tempos.

Porém o que estava bom ficou ainda melhor, próximo ao fim do show, a banda executou seus grandes sucessos como Maracatu Atômico, Manguetown, Da Lama ao Caos, com destaque para a ótima performance do vocalista Jorge Du Peixe e do guitarrista Lúcio Maia. No final a banda agradeceu ao público presente e a satisfação de tocar em São Paulo.

Pouco depois de fechar as cortinas, o público já entoava o grito de “Raimundos, Raimundos” e com aproximadamente 25 minutos após o termino do show da Nação Zumbi, subiu ao palco do Citibank o quarteto de forró-core (nome dado a banda pelo João Gordo após ouvir o 1° álbum no início da década de 90).

Com o público eufórico e empolgado o Raimundos não “brincou” em serviço e iniciou o show com a clássica Puteiro em João Pessoa, seguindo com sucessos como Be a Bá, Nega Jurema e Pitando no Kombão, um início de show arrasador, mostrando que a banda está com o entrosamento perfeito, e o show continua com a mescla de antigos sucessos e com as músicas Baculejo e Gordelicia, do último CD lançado pela banda “Cantigas de Roda”.

Como era uma festa, o Raimundos presenteou os fãs fazendo uma homenagem a banda Santista Charle Brown Jr com a execução da música Zóio de Lula com a participação de Luiz Long Beach nos vocais, e as homenagens ao dia do Rock não pararam por aí, a banda ainda executou versões de Smells Like Teen Spirit (Nirvana), Two Minutes To Midnight (Iron Maiden) e a primeira parte da música Seek and Destroy do Metallica.

Vale destacar também a performance de Canisso cantando Boca de Lata e sua dancinha com o guitarrista Marquim durante a execução de Reggae do Manero, rancando boas risadas do público, e Esporrei na Manivela que contou com a participação especial do filho do baixista nos vocais.

E para finalizar as homenagens da noite, Digão discursou sobre uma banda que revolucionou o mundo do rock e com um one, two, three, four, levou os fãs ao delírio emplacando Hey Ho Let’s Go do Ramones. E para encerrar a noite, Eu quero ver o oco.

Raimundos promoveu uma festa perfeita ao dia do rock, executando músicas do seu repertório que revolucionou e influenciou muita gente no cenário brasileiro, além de mostrar que a banda está de volta ao local de onde nunca deveria ter saído, fazendo shows para o grande público e festivais, desejamos vida longa a banda, vida longa ao Rock´n´Roll.

Mais fotos em:
https://goo.gl/H6VEOs