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RESENHA: MATANZA e RAIMUNDOS na Áudio Clube em SP.

Texto: Tiago Nascimento
Fotos: Daniel Ometo

A áudio clube uma das casas de shows mais movimentadas de SP recebeu no sábado, dia 11 de novembro e início de domingo, 12 de novembro, o evento Roadsec, evento de hackers ou melhor um evento totalmente para Nerds.

Com palestras, até batalhas de robôs porém as maiores batalhas foram a partir das 23:30 quando subiu ao palco a fedorenta banda Matanza.

Com uma apresentação impecável tocaram seus sucessos onde se misturaram o público que já estava no evento com o público que foi apenas para ver os shows.

Acompanho o Matanza a algum tempo e sempre que possível vou nos shows aqui em sp, e não posso deixar de dizer que a presença de palco do Jimmy melhorou no mínimo 1000% , entre suas interações com os fãs e piadas com Maurício Nogueira.

Um ponto alto do show foi na clássica “ Pé na porta e soco na cara” onde uma criança com a ajuda do público subiu ao palco e cantou com a banda!

Isso é cada vez mais nítido nos shows a diversidade de idade onde haviam crianças e senhores da melhor idade.

Sucessos não faltaram como Arte do insulto, Ressaca sem fim, Tempo ruim, Matadouro 18, Clube dos canalhas, Mulher diabo e a música que encerrou foi O chamado do bar.

A banda agradeceu ao público presente e informou que o novo cd está no “forno” e que 2018 teremos novidades.

Após o show do Matanza começaram a arrumação do palco porque São Paulo receberia o hard core, metal core e como João Gordo diz o forró core dos Raimundos.

Quando foi 1:40 da manhã a banda sobe ao palco e com ela uma avalanche de energia positiva, com seu show elétrico para ninguém por defeito e duvido alguém conseguir ficar parado.

Eu estava no camarote e me segurando para não descer a pista e me jogar no meio da galera, ainda suportei bastante tempo em ficar apenas balançando a cabeça entre Herbocinética,

Mata o veio e Rapante, quando escutei a introdução de Be a Ba desci as escadas correndo e lá estava junto a galera pulando, cantando e “dançando” nos redemoinhos que surgiam.

Entre seus sucessos a banda prestou homenagem ao Charlie Brown Jr com “Lugar ao sol”, homenagearam Arlindo Cruz com “Vida inteira” e na minha opinião teve dois ápices no show um deles foi quando já é de costume em Palhas do Coqueiro o Digão pedir para formar uma gigante roda e pediu cuidado com as crianças e mulheres que estavam presentes e pediu para filmarem.

A banda já havia tocado mais de 15 músicas quando saíram do palco, os fãs esperando pelo bis começaram a cantar em voz Super Alta “Hey Ho Lets GO”, quando com um boné de aba reta, o lendário maestro Canisso em ritmo de soul/funk entoou boca de lata.

Num show elétrico com sucessos de todos cds como Tora Tora, Selim, Me Lambe, Mulher de fases e os mais atuais como Gordelicia, Baculejo e encerrou com “Eu quero ver o ovo”.

A banda disse que sempre é um prazer em tocar em São Paulo, pois eles se sentem em casa.

O Ponto ZerØ agradece a oportunidade de cobrir esse grandioso evento e parabeniza a organização do evento que estava ótima, ano que vem esperamos participar novamente.

ALMAH FAZ SHOW EMPOLGANTE, RELEMBRANDO SUCESSOS E MÚSICAS DO ULTIMO TRABALHO – E.V.O

Texto: Thiago Tavares
F
otos: Daniel Ometo

Um show empolgante que agitou a galera no Manifesto Bar. Esta é a definição que posso atribuir ao show do Almah realizado no último dia 12 de novembro na casa de rock mais badalada de São Paulo. Ao adentrar ao Manifesto, até achei estranho, o tempo ainda claro, indo ver um show de rock, típico de ser bem mais tarde, em plena escuridão da noite, mas tranquilo.

Adentrando ao Manifesto, a energia é outra. Não é a toa que é chamado de templo do rock e nada mais justo que o Almah faça parte de mais uma história desta casa emblemática.

A banda de Power Metal paulistana composta pelo vocalista Edu Falaschi (ex-Angra), Marcelo Barbosa e Diogo Mafra (guitarras), Raphael Dafras (baixo) e Pedro Tinello (bateria), voltou a capital paulista para o segundo show da turnê do CD intitulado E.V.O, o quinto da banda.

As 21 horas, a galera vibrou com a entrada do grupo com a introdução de Age of Aquarius, faixa de introdução do novo trabalho, onde praticamente a música já estava na boca da galera, um som pesado, ao mesmo tempo equilibrado. Além de músicas do novo CD, praticamente era obrigação os caras tocarem os clássicos de outros álbuns como Birds of Prey, Beyond Tomorrow e alguns mais recentes como Higher, Pleased to Meet You, entre outros. Algumas baladas também estiveram presentes no show como Bullets on the Altar e Speranza do novo disco.

O que pode se dizer sobre o show em si foi bastante agitado, com grandes sucessos, a banda bastante entrosada, ainda mais com os mais os últimos integrantes Diogo Mafra e Pedro Tinelo que deram uma cara nova ao Almah nas guitarras e na bateria. Uma nova identidade que pôde ser identificada nesse novo disco. Deus Edu mais uma vez provando a todos que os problemas de refluxo que atrapalharam seus trabalhos em 2012 foram sanados e continua cantando demais, relembrando momentos nostálgicos de Angra, em Rebirth e Temple of Shadows. Marcelo Barbosa dispensa comentários na guitarra, competência fora do comum e nem parecia que voltou da Europa fazendo as gravações de Omini, Rafael Dafras dominando no baixo bem cadenciado e os mais novos Tinelo que arrebentou na bateria, com um solo que agradou os fãs e Diogo Mafra que também quebrou tudo na guitarra.

O show durou cerca de uma hora e quinze minutos de muito metal na veia, clássicos do Almah e um show que não ficou devendo para ninguém. Essa foi a sensação de quem presenciou o show e que em breve, o Almah renovará suas forças para um novo trabalho.

Em nome do Ponto ZerØ, agradeço a Damaris Hoffman e ao Manifesto Bar pela concessão das credenciais de imprensa.

SETLIST (Ordem Aleatória)
You’ll Understand
Birds of Prey
Believer
Speranza
Higher
Warm Wind
Pleased to Meet You
Age of Aquarius
Wings of Revolution
Beyond Tomorrow
Hypinotized
Living and Drifting
Trace of Trait
Days of The New
Bullets on the Altar

De La Tierra no Tropical Butantã

Texto: Digão
Fotos: Felipe Domingues

O Ponto ZerØ acompanhou na última quarta-feira (01/11/2017) a banda De La Tierra no show de lançamento do seu novo algum “II” em sua única apresentação no Brasil, em São Paulo no Tropical Butantã.

Esta “superbanda” é formada por Andreas Kisser do Sepultura (guitarras e voz), Andrés Gimenez do A.N.I.M.A.L (voz e guitarra), Alex Gonzalez do Maná (bateria e voz) e Harold Hopkins do Puya (baixo e voz).

Eles já subiram no palco mostrando porque hoje são uma das principais referências do rock latino, com músicas pesadas e bem executadas e com uma produção impecável. O setlist foi mesclado entre os 2 cd’s, com muita presença de palco e todos os integrantes com muita alegria, inclusive, isso fez com que o público presente se impressionasse a cada música, com o carisma do vocal Andrés, que até arriscou umas palavras em português e agradecia a todo momento a presença do público e citava o quanto era importante para eles aquela apresentação no Brasil. Na última música ele desceu do palco e entrou na roda do meio da pista.

A noite teve início com a apresentação da Banda Karburalcool Rock de Presidente Prudente que foi a grande campeão de um concurso promovido pela Banda Independentes, apresentou um rock pesado com letras forte a banda apresentou um show bem consistente e chamou atenção do público que estava chegando no local, a banda ainda teve a participação de Rogerio Fernandes do Carro Bomba na música “Em busca do que se perdeu”.

Em seguida teve a apresentação da banda Armored Dawn que está divulgando o seu novo algum “Barbarians in Black” banda Paulista que também acompanhou a banda de La Tierra no show da Argentina, fez uma apresentação bem digna de um dos grupos de metal mais bem-conceituados no momento, recentemente teve seu videoclipe “Sail Away” chegou a maraca de mais de 1 milhão de views no youtube. Inclusive, inúmeras pessoas no público estavam vestidas com roupas medievais e camisetas desta banda.

Agradecemos ao Tropical Butantã e em especial a Damaris da Hoffman & O´Brian pela oportunidade de cobrir mais esse show.

MEGADETH promove uma aula de metal no Espaço das Américas em SP

Texto e Fotos: Felipe Domingues

Terça-feira, 31 de outubro de 2017, noite fria na cidade de São Paulo, um clima bem propicio para bruxas, lobisomens e vampiros, já que se tratava de Halloween. A festa estava marcada para acontecer no Espaço das Américas e a atração principal não eram seres místicos e sim uma das maiores bandas de metal do mundo, o Megadeth.

Por volta das 20h:30 a festa teve início com o VIMIC, banda norte-americana de heavy metal que conta com o ex-baterista do Slipknot, Joey Jordison, que acompanhado de Kalen Chase (vocal), Kyle Konkiel (baixo), Jed Simon e Steve Marshall (guitarras) e Matt Tarach (teclado), aqueceu o público com o show de pré-lançamento do seu primeiro álbum intitulado de Open Your Omen, que será lançado no início de 2018.

Jordison é um show à parte, sua pegada monstruosa na bateria animou a todos, mas toda banda merece ser destacada, os dois guitarristas também mostraram muita técnica, o baixista Konkiel junto com Tarach, tecladista, que por vezes se aventurou na guitarra, completam a cozinha com o carismático vocalista Kalen Chase, seu vocal rasgado e agudo casa perfeitamente com as músicas, na minha opinião “Fail Me (My Temple)” tem tudo para se tornar um grande clássico do metal mundial.

Era chegada a hora de uma aula de metal, o Megadeth veio ao Brasil para divulgar Dystopia, quinto álbum da banda, premiado com o Grammy 2017 de melhor performance de Heavy Metal. No palco, 34 anos de história e muita qualidade musical.

Dave Mustaine, e seus companheiros de banda, Kiko Loureiro, David Ellefson e Dirk Verbeuren, deram início ao show com “Hangar 18” do álbum Rust in Peace de 1990, já dava para ter ideia do que estava por vir, um início matador, demonstrando muita qualidade técnica e uma ótima presença de palco.

Vale destacar o retorno aos palcos brasileiros de Kiko Loureiro, o guitarrista já está bem adaptado a banda e estava bem à vontade no palco e executou com maestria todas as músicas, não é à toa que é considerado um dos melhores guitarristas do mundo. Um setlist recheado de grandes clássicos como, “Trust”, “Symphony Of Destruction”, “Peace Sells” e “A Tout Le Monde” cantada em uníssono pelo público.

Do novo álbum tocaram apenas “The Threat Is Real” e “Dystopia” faixa título, destaque para o baterista Dirk Verbeuren, que fez a sua primeira passagem por palcos brasileiros e David Ellefson que está na banda desde 1983 e dispensa comentários. É impressionante a performance e presença de palco do “tiozão” de 56 anos, o cara parece um garoto executando os difíceis riffs das músicas do Mega e ainda fazendo os vocais.

Outro grande destaque do show foi a execução de “Mechanix”, música da demo No Life ‘til Leather do Metallica, lançada em 1982, época em que Mustaine ainda fazia parte da banda e depois passou a se chamar The For Horseman, lançada no Kill ‘Em All. Para finalizar a grande noite, a clássica “Holy Wars… The Punishment Due”. Não é por menos que o Megadeth arrasta multidões por todos os lugares que passa, afinal são muitos anos de estrada com fãs espalhados pelos quatro cantos do mundo. Nos agradecimentos, Mustaine prometeu retornar em breve. Oh yeah yeah!

Agradecemos a Mainstream Concerts e a Fabiana Villela da Talento Comunicação pelo credenciamento ao Ponto ZerØ. Até a próxima…

Hangar 18
The Threat Is Real
Wake Up Dead
In My Darkest Hour
Trust
Take No Prisoners
Sweating Bullets
She-Wolf
Skin o’ My Teeth
A Tout Le Monde
Tornado of Souls
Dystopia
Symphony of Destruction
Mechanix
Peace Sells

Bis:
Holy Wars… The Punishment Due

Helloween promove show histórico no Espaço das Américas em SP

Texto: Felipe Domingues
Fotos: Daniel Ometo

Sábado, 28 de outubro de 2017, quem compareceu ao Espaço das Américas em São Paulo, presenciou um dos maiores espetáculos de metal de todos os tempos, sim, estamos falando do primeiro show no Brasil da turnê “Pumpkins United” comemorando os 30 anos do Helloween.

A expectativa era grande, já que os ingressos se esgotaram em menos de uma semana inclusive do show extra que aconteceu no domingo dia 29 de outubro. A região estava repleta de fãs que formavam uma fila quilométrica para entrar no Espaço da Américas que pontualmente abriu seus portões as 19h.

Do lado de dentro da casa, a expectativa e ansiedade aumentava ainda mais, pois aos poucos os fãs ocupavam todas as dependências do Espaço da Américas que ficava cada vez mais abobora por causa do movimento “bexigas laranjas” combinado pelas redes sociais.

Minutos antes do início do show, Junior Carelli, tecladista da banda Noturnall e um dos proprietários da Foggy Filmes, veio a público para falar o quanto aquela noite seria especial e para passar algumas recomendações, pois a banda faria a gravação do DVD da turnê e explicando alguns detalhes da gravação pediu para todos que primeiramente aplaudissem e depois gritassem enlouquecidamente, após recomendações o publicou entoou um coro de arrepiar e todos em uníssono cantaram “Happy, Happy Helloween, Helloween, Helloween, Happy, Happy Helloween ôÔôô”…

Pontualmente as 21h, Andi Deris (vocal), Michael Weikath (guitarra), Sascha Gerstner (guitarra), Markus Grosskopf (baixo) e Dani Löble (bateria), subiram ao palco acompanhados de ninguém mais e ninguém menos que Michael Kiske (vocal) e Kai Hansen (vocal/guitarra) dando início a grande festa com “Halloween”, música do álbum Keeper of the Seven Keys Part 1 lançado em 1987, seguida de “Dr. Stein” e “I’m Alive” com Deris e Kiske nos vocais.

Após a primeira parte do show, Deris fala que o público brasileiro é um dos melhores do mundo e por este motivo eles escolheram gravar novamente o DVD da turnê por aqui, após 10 anos do “Live in São Paulo” e anunciou “If I Could Fly” seguida por “Are You Metal?”. Kiske retornou ao palco para a execução de “Rise and Fall” do Keeper of the Seven Keys Part 2 de 1988, precisamos aqui destacar a performance e envolvimento com o público do vocalista Michael Kiske.

Deris retornou para a execução de “Waiting for the Thunder” e “Perfect Gentleman”, após foi a vez do Kai Hansen assumir os vocais com o medley “Starlight / Ride the Sky / Judas / Heavy Metal (Is the Law)”, seguida por “Forever and One (Neverland)”, um dos melhores momentos do show, com Deris e Kiske sentados à frente do palco em um clima acústico e acompanhados pelo público.

Na sequência, “A Tale That Wasn’t Right” com Kiske e “I Can” com Deris, hora de destacar o baterista Dani Löble, com sua bateria monstruosa de 4 bumbos, Löble fez seu solo interagindo com o público. Também é preciso destacar o desfile de guitarras de flying v no palco, principalmente a guitarra personalizada do Michael Weikath, pintada pelo artista Marcos Moura.

O show seguiu com uma sequência destruidora com “Livin’ Ain’t No Crime / A Little Time”, “Why?”, “Sole Survivor” e “Power”, a banda mostrou um entrosamento perfeito no palco, afinal, são mais de trinta anos de estrada, os vocais de Deris e Kiske, o timbre das guitarras, realmente eles se prepararam muito para fazer shows memoráveis nesta turnê e para finalizar a primeira parte do show, “How Many Tears”, música do primeiro álbum da banda Walls of Jericho lançado em 1985, com Deris, Kiske e Hansen nos vocais.

Pouco tempo depois, Kiske retornou para anunciar um dos maiores clássicos da banda “Eagle Fly Free” levando o público ao delírio que acompanhou em coro o vocalista durante toda a execução da música. “Keeper of the Seven Keys” foi a próxima e destacamos o guitarrista Sascha Gerstner em mais um momento memorável do show, com interação total do público.

Após uma outra pequena pausa, a banda retornou com mais um clássico, “Future World”, cantado em uníssono pelo público e para finalizar com chave de ouro “I Want Out”. Uma festa perfeita, digna de uma comemoração tão especial, com a reunião de grandes músicos que influenciaram e influenciam novas gerações do metal.

Era nítida a satisfação dos fãs, que se emocionaram, cantaram e curtiram aquele momento ao lado dos seus ídolos de décadas, durante a apresentação, pude ouvir comentários como “nossa, sempre sonhei em assistir um show desses”, “nunca imaginei que pudesse ver a banda com essa formação”.

Agora as perguntas que ficam… Após a turnê o que acontecerá com a banda? Vai cada um para o seu projeto ou lançarão algo novo juntos para o Helloween?

Agradecemos a assessoria de imprensa da Free Pass Entretenimento por ceder gentilmente as credenciais para o Ponto ZerØ. Até a próxima.

Setlist:
Halloween
Dr. Stein
I’m Alive
If I Could Fly
Are You Metal?
Rise and Fall
Waiting for the Thunder
Perfect Gentleman
Starlight / Ride the Sky / Judas / Heavy Metal (Is the Law)
Forever and One (Neverland)
A Tale That Wasn’t Right
I Can
Drum Solo
Livin’ Ain’t No Crime / A Little Time
Why?
Sole Survivor
Power
How Many Tears

Bis I:
Eagle Fly Free
Keeper of the Seven Keys

Bis II:
Future World
I Want Out

Pela primeira vez em Porto Alegre, Bon Jovi apresenta show de hard rock vigoroso

Por Aline Cornely
aline.cornely.comunicacao@gmail.com
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Show: Bon Jovi, uma das bandas de rock mais bem-sucedidas do planeta
Data: 19 de setembro, terça-feira, véspera de feriado, em Porto Alegre,​ Dia do Gaúcho
Horário: marcado para às ​21h30, mas começou antes e durou cerca de 2 horas e meia
Temperatura:​ agradável, sem chuva, céu estrelado, penúltimo dia do Inverno
Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre
Público: cerca de 40 mil pessoas de todas as faixas etárias (considerando a capacidade do local de abrigar até 51,3 mil pessoas)
Assessoria de Imprensa: Tssler Conteúdo
Produtora: Hits Entretenimento​
Setor: ​Repórteres foram acomodados na Pista Premium​
Estilo: hard rock

Inédito, pela primeira vez, ao vivo na capital gaúcha, este foi também o primeiro show no Brasil da turnê pela América do Sul do álbum “This house is not for sale”, lançado em novembro de 2016. No geral, um show grandioso, animado, vibrante, empolgante, alto astral, qualificado, digno de Rock in Rio, com uma energia maravilhosa. Nos três telões gigantes, as imagens variavam entre filmagens dos músicos e projeções em vídeo, além de uma Iluminação multicolorida poderosa. Sem covers, sem participações, sem grandes surpresas, sem trocas de figurino, sem fãs no palco.

O cantor, compositor, instrumentista, músico e ator norte-americano Jon Bon Jovi, ou melhor John Francis Bongiovi Jr., ícone dos anos 80, no alto dos seus 55 anos segue um “bom jovem”, em plena forma, com barriguinha sarada, que dava o ar da graça entre a calça e a camiseta, em seus pulos e corridas. Mesmo grisalho, o menino de New Jersey continua esbanjando charme, simpatia, carisma e beleza.

Aline Cornely

Seus olhos azuis combinavam perfeitamente com o casaco e a camiseta em tons da mesma cor. Mesmo com toda a sua boa forma, não tirou o casaco em nenhum momento do show, apesar do suador, para decepção do público feminino…

Sensual, sex symbol, sedutor, cantou e galanteou as mulheres da plateia, mas na medida, afinal é casado há quase 30 anos com sua paixão do colegial, Dorothea Hurley Bongiovi, com quem tem quatro lindos filhos – três meninos e uma menina – e um trabalho de filantropia admirável.

O artista se emocionou com a energia positiva da gauchada, que se apresentou bem disposta e participativa, respondendo bem às interações do artista, cantando, dançando, gritando, aplaudindo, fazendo movimentos com os braços e mãos.

Sem dúvidas, deu pra testemunhar ao vivo que os muito mais de 100 milhões de fãs do Bon Jovi ao redor do mundo não podiam estar errados. Depois de tantas músicas em filmes e seriados, álbuns de estúdio, ao vivo e compilações, singles, prêmios, turnês, videoclipes, lotando estádios pelo mundo e vendendo milhões de cópias de suas músicas, com cerca de 34 anos (idade da repórter que vos escreve) de carreira, Bon Jovi está com a vida ganha, obviamente, mas mesmo assim apresentou um espetáculo, cheio de dedicação para com o público gaúcho, que tanto tempo esperou para vê-lo ao vivo aqui em nossa terrinha – fato normal para os porto-alegrenses. Ao final do show, ele agradeceu aos fãs gaúchos, pelo apoio nos “ups and downs” da carreira.

Ele é o Bon! Um grande artista que faz tudo com amor, emoção e diversão, canta com o coração. Não é à toa que o desenho que simboliza a banda é um coração com asas sangrando atravessado por um punhal. Jovi ainda apresenta uma ótima performance de astro do rock’n roll – seu sonho desde criança, totalmente realizado. Não é a mesma do início da banda, claro que não, afinal mais de três décadas de carreira se passaram, mas dá para ouvir e ver que ele consegue cantar bem, tranquilamente, sem se esgualepar, diferente do que podemos presenciar no Rock in Rio de 2013, quando ele foi muito criticado pela falta de potência de sua voz.

Acompanhado por uma banda de elegantes, simpáticos e talentosos músicos – cheios de estilo, virilidade e presença de palco – que Jovi apresentou na metade final do show, com muito carinho, gratidão e elogios:

Na bateria: Tico Torres;
Na guitarra solo: Phil X (o substituto de Sambora);
No baixo: Hugh McDonald;
Nos teclados: o fiel David Bryan, único membro original junto a Jovi;
Na guitarra base: John Shanks, também produtor de diversos trabalhos da banda;

Na percussão: Everett Bradley.

Apoiando Jovi, os músicos sustentam os backing vocals, durante praticamente o tempo todo: Phil X, David Bryan e Hugh McDonald. Às vezes, até mesmo o percussionista e o guitarra base também ajudaram.

Pontos altos, quando a banda levantou a plateia com seus eternos hits:
– Raise Your Hands,
– You Give Love a Bad Name,
– It’s My Life (público todo cantando e pulando),
– Have a nice day,
– Bed of Roses (balada romântica linda),
– Keep the Faith (opera rock),
– Bad Medicine (com uma projeção bem sexy com mulheres sensualizando no telão), quando ele foi cumprimentar os fãs do gargarejo;
– Livin on Prayer, que encerrou o show, em alta.

Pontos baixos:
– Breves erros de execução perceptíveis em Bad Medicine e Livin On a Prayer;
– Eu e metade do público queríamos muito ter visto ao vivo as românticas ‘Always’, ‘I’ll Be There For You’, ‘Misunderstood’, ‘Thank You For Loving Me’, ‘Janie, Don’t Take Your Love to Town’, ‘This Ain’t A Love Song’ e ‘Blaze of Glory’, mas não fizeram parte do repertório, infelizmente;
– Trânsito e segurança ao final do show. Demorou 1h30 para eu conseguir um Cabify para voltar para casa.

Setlist:
1 – “This House Is Not for Sale”
2 – “Raise Your Hands”
3 – “Knockout”
4 – “You Give Love a Bad Name”
5 – “Born to Be My Baby”
6 – “Lost Highway”
7 – “Because We Can”
8 – “I’ll Sleep When I’m Dead”
9 – “Runaway”
10 – “We Got It Going On”
11 – “Someday I’ll Be Saturday Night” (Acústica)
12 – “Bed of Roses”
13 – “It’s My Life”
14 – “Who Says You Can’t Go Home”
15 – “RollerCoaster”
16 – “Wanted Dead or Alive”
17 – “Lay Your Hands on Me”
18 – “Have a Nice Day”
19 – “Keep the Faith”
20 – “Bad Medicine”

Bis
(Ole-ole-ole-ole)

21 – “In These Arms”
22 – “Blood on Blood”
23 – “Livin’ on a Prayer”

Próximos shows da turnê no Brasil:

Rio de Janeiro: sexta, dia 22, no Rock in Rio;
São Paulo: sábado, dia 23, no festival SP Trip.

Resenha: Camisa de Vênus-Toca Raul no Teatro Bradesco(SP)-19/08

Por: Tiago Nascimento
Fotos: Fã Clube MARCELO NOVA(Oficial)

Apenas um tributo?

Uma homenagem?

O que aconteceu no último sábado, dia 19 de agosto, no Teatro Bradesco em São Paulo foi muito além disso…

Quando confirmado o credenciamento eu já estava extremamente ansioso, pois foi a 1° vez que tive a oportunidade de acompanhar um show do Camisa de Vênus.

Era 19h40min eu já estava no sofisticado Shopping Bourbon em frente ao Teatro Bradesco, e para ser sincero, que lugar fenomenal, organização impecável.

Aos poucos o local foi enchendo e quando os ponteiros bateram 21h15min subiram ao palco com uma maneira acústica e intimista Leandro Dalle, cuja plateia chamava de Rogério Ceni de uma forma bem-humorada, Robério Santana, Celinho, Drake Nova e a lenda viva do rock nacional Marcelo Nova. Uma viagem no tempo com os sons de Raulzito sendo interpretado por quem vivenciou com o Maluco Beleza.

Sucessos não faltaram e todos eles entoados pela banda e por todos os presentes no local, avistei até o segurança do local participando do coral.

Marceleza falou sobre o cd “Panela do diabo” que gravou com Raul e que no dia do lançamento foi quando Raul morreu. Para Marcelo Nova, Raul Seixas foi quem colocou letras, filosofias, pensamentos no rock nacional.

Clássicos como Cowboy fora da lei , Al Capone , rock das Aranhas , Não fosse o Cabral , Carpinteiro do Universo, Aluga-se, Muita estrela pouca constelação, Pastor João e a igreja invisível fecharam mais de 1 hora do show, aplaudido por todos de pé, a banda agradeceu e com uma pausa de menos de 7 minutos subiu ao palco novamente para tocar os clássicos do Camisa de Vênus, o publico que acompanhou o “Toca Raul” em seus devidos lugares, já desceram para frente ao palco e se aglomeraram pulando , cantando e entoando o grito de “Bota pra Fude”, Marcelo brincou dizendo que Mick Jagger ligou para ele dizendo que já tocou no mundo todo, porém, a banda dele não tem um grito de guerra igual o Camisa tem.

Hits como Hoje, Bete morreu, Simca Chambord, foram misturados com os sons do novo Cd que leva o nome Dançando na lua, e Raça Mansa, depois todos foram até Gothan City e não foi “Só o fim”, pois no decorrer da semana foi aniversario de Marcelo Nova e Robério Santana, onde trouxeram um bolo ate o palco, e o final  ficou com Eu não matei Joana D’arc, numa versão que durou aproximadamente 10 minutos entre zoeiras, brincadeiras entre idas e voltas ao palco e com apresentação da banda, onde algo espetacular aconteceu, Robério Santana tocando Baixo sem as ‘mãos’ óóóó …  o baixo preso com a alça em Robério, quando Leandro e Drake cada um de um lado dedilhavam e faziam um solo eufórico.

E para encerrar o espetáculo em grande estilo o GRAN FINALE chegou ao som de “Que bonita sua roupa, que roupinha ‘muitcho’ louca”, do seriado televisivo Chaves.

Com duração de mais de 2 horas de espetáculo a banda agradeceu o publico presente e deixou o legado que sempre vai existir “Viva Raul” Vida longa ao Camisa de Vênus.

O Ponto ZerØ agradece a oportunidade e parabeniza a organização.

EDU FALASCHI RELEMBRA SEUS MAIORES SUCESSOS EM TOUR DE PASSAGEM EM SÃO PAULO

Texto Thiago Tavares
Fotos: Daniel Ometo

No último dia 23 de junho, o Carioca Club recebeu o mais novo projeto solo de Edu Falaschi (ex-Angra e atual Almah) intitulado de Edu Falaschi Rebirth of Shadows, onde o público pode recordar os maiores sucessos dos álbuns Rebirth (2001) e Temple of Shadows (2004), nos quais Falaschi esteve a frente das composições e produções das mesmas e criou-se um divisor de aguas no cenário do heavy metal nacional.

Além de Falaschi, participam da tour Aquiles Prister (bateria – Hangar, Tony Macalpine, Noturnall) e Fábio Laguna (teclado – Hangar), amigos de longa data que estiveram presentes na fase pertencente aos dois discos, Diogo Mafra e Rafael Dafras do Almah e Roberto Barros, pertencente a mais nova geração de guitarristas do metal brasileiro.

Em quase uma hora e cinquenta minutos de show, Edu preparou um set que fez o público vibrar e “voltaaaaar no tempo” – como diz o anfitrião da festa – onde o Carioca Club lotou para ver um dos maiores compositores do metal voltar a ativa após e excluindo todos os boatos possíveis sobre “não estar cantando da mesma forma que cantava a frente do Angra” e no último domingo, colocou-se a prova toda sua técnica de voz que contagia o público.

Mas todo show que se preze, houve lá suas “falhas pontuais” onde quem estava no show presenciou de forma bem clara, por mais que a galera já estava inteirada das músicas. A equalização do som durante o show ficou bastante prejudicada, na execução de Late Redemption por exemplo, não era possível ouvir o violão, o microfone do Fábio Laguna em algumas oportunidades estava mais alto que o do Edu, erros esses que não aconteceram no show de abertura com a banda Attractha. Mas é claro que nos próximos shows, isso deve ser contornado, sendo que nos lugares onde o show passou, vem tendo grande aceitação do público. Como espectador, digo que se trata de um show sensacional, onde nele se reuniram grandes sucessos, e é um projeto que pode seguir adiante em paralelo com o Almah (por que não?). O metal nacional agradece!.

O Edu Falaschi Rebirth of Shadows Tour passará ainda em Limeira (SP), São Luís (MA) e Recife (PE).

SETLIST

Deus Le Volt! (intro)
Spread Your Fire
Acid Rain
Running Alone
Waiting Silence
Wishing Well
Angels and Demons
Caça e Caçador
Breaking Ties
Arising Thunder
Trem das Onze (Adoniran Barbosa)
Pegasus Fantasy (Cavaleiros do Zodíaco)
Late Redemption
Drum Solo Aquiles Priester
The Temple of Hate
Bleeding Heart
Millennium Sun
Heroes of Sand
Live and Learn
Rebirth
Nova Era

Resenha: GOLPE DE ESTADO na Clash Club em SP

Por: Camilo Ribeiro

Eram 19:45, quando a lendária banda do hard rock nacional GOLPE DE ESTADO foi anunciada e subiu ao palco da Clash Club para a gravação do CD de 30 anos de carreira!

Logo de cara já tivemos a primeira e justa “participação”… A guitarra do eterno Hélcio Aguirra foi reverenciada e cuidadosamente colocada no palco para que pudesse participar desse momento tão especial. Enquanto alguns diziam que a sua Tagima Telecaster deveria ir para o museu, outros suplicavam para que o destino fosse um leilão ou loja, mostrando imenso interesse em ter esta preciosidade.

Músicos em ação com um set list de 21 músicas, começou a rajada de clássicos! Desde músicas como “Undergroud” e Olhos de guerra” do primeiro álbum de 1986, passando por “Hoje é noite de balada” e “ Velha mistura”, fazendo o público delirar… Até “Feira do rato”, esta do álbum “Direto do fronte”, lançado em 2012.

O publico tinha todas as letras na ponta da língua e a lealdade esperada… Não decepcionou!

As participações anunciadas de Catalau, Andreas Kisser entre outros já conhecidos do público pela história com a banda, enriqueceram o registro e certamente a síntese dos 30 anos de vida do time foram bem representados na gravação.

Agradecemos ao Luciano Piantonni por ceder as credenciais para a cobertura deste show! Infelizmente não poderemos publicar fotos do evento, pois ao retornar do evento, todo equipamento fotográfico do nosso colaborador Felipe Domingues foi roubado, sobrando apenas a foto abaixo que foi compartilhada com os demais colaboradores de Ponto ZerØ.

Show SELVAGERIA no SESC Belenzinho pelo Projeto Música Extrema

Por Thiago Tavares

O último dia 03 de junho (sábado) no SESC Belenzinho no Projeto Musica Extrema, a banda Selvageria voltou aos palcos após um certo tempo sem fazer shows devido a gravação do mais novo trabalho, tendo como este show o ponto de partida para o lançamento do álbum Metal Selvagem, o terceiro álbum da banda de Speed/Trash Metal fundado em 2005.

O grupo formado por Gustavo Eid (Vocal), Danilo Tolosa (Bateria), Cesar Rodrigues (Guitarra) e Tomaz Tolosa (Baixo) relembrou músicas dos álbuns anteriores e também tocou músicas do novo álbum como “Cavaleiro da Morte” e “Efeito Cortante” onde os Heabangers compareceram em peso e aprovaram com louvor as novas músicas, executadas com bastante competência e agressividade maciça, algo bem característico dos álbuns anteriores.

O show como todo agradou em unanimidade o público, no qual a banda executou os singles: Hino do Mal, Trovão de Aço, Na Lamina da Foice, Águias Assassinas, Cinzas da Inquisição, Cavaleio da Morte, Efeito Cortante, entre outros, onde a banda demonstrou uma mistura harmônica das técnicas apuradas de baixo e bateria.

O momento mais inusitado do show foi quando o vocal da banda disse ao público “Preparem seus copos, vocês querem álcool? ”. Na hora a galera já queria um gole de vodca que estava em uma garrafa próximo a bateria. No fim do show, restou menos da metade para contar história.

Sem sombra de dúvidas, quem não conhecia a banda, ganhou novos admiradores do Trash Metal e Speed Metal, onde tem tudo para alavancar a carreira e produzir música boa e contribuir para o cenário do metal brasileiro.

 Agradecemos a assessoria de imprensa do SESC Belenzinho por conceder gentilmente as credenciais para nós, até a próxima.

Confira a programação completa do SESC Belenzinho:
http://www.sescsp.org.br/belenzinho/

FREDDIE MERCURY REVISITED: PÚBLICO SE EMOCIONA E SE DIVERTE COM OS GRANDES SUCESSOS DO QUEEN NO TEATRO BRADESCO

Texto Thiago Tavares
Fotos: Daniel Ometo

Quando se fala em Freddie Mercury, as pessoas lembram dos grandes sucessos compostos por ele para o Queen ou mesmo quando esteve em carreira solo, lembram de sua personalidade extravagante e com uma facilidade de compor músicas que arrastaram milhões de fãs mundo a fora, músicas essas que influenciaram e continuam a influenciar gerações no rock.

E foi sob essa influência que arrasta multidões perante a admiração ao vocalista do Queen que Alírio Neto, juntamente com sua parceira, a cantora Livia Dabarian, resolveram criar no fim de 2016 o espetáculo Freddie Mercury Revisited com seu primeiro espetáculo em Nova Iorque, onde reúne os grandes sucessos e que no último sábado dia 13, estreou no Brasil, em São Paulo.

O espetáculo teve ingressos esgotados. O Teatro Bradesco lotou para ver um espetáculo sem precedentes onde teve emoção, nostalgia e alegria mediante interpretações intimistas para voz e violão de clássicos como “Who Whants to Live Forever”, “Somebody to Love”, “Love my Life” entre outras músicas que emocionaram o público.

Para Alírio e Livia, não foi difícil interpretar os clássicos do Queen, uma vez que ambos estiveram no musical “We Will Rock You” em sua versão brasileira, musical esse de grande sucesso de público e de critica em 2016. Além da dupla, participam os músicos Junior Carelli no piano e Fernando Quesada na percussão, músicos consagrados e conhecidos pelos seus trabalhos na cena do rock e heavy metal nacional.

Espero que este espetáculo rode pelo país inteiro, pois não ficou devendo. A interpretação de Alírio e da Livia foram fora de série e tem tudo para ser um espetáculo a ser aplaudido pelos quatro cantos do Brasil.

PÚBLICO VIBRA E RELEMBRA OS GRANDES SUCESSOS DE DIRE STRAITS EM SHOW EM SÃO PAULO

Texto Thiago Tavares
Fotos: Daniel Ometo

Pense na seguinte situação: um grupo de seis amigos que resolvem voltar aos palcos e rodarem o mundo inteiro afim de relembrar os grandes sucessos de uma banda, isso lá em meados de 1995. É certo que pode-se gerar um incerteza se a devida reputação desta banda, se tem público, se vai lotar um espaço, se as pessoas irão lembrar das músicas, ou seja, muito “SE”. Mas falando de Dire Straits, aconteceu totalmente o contrário.

Na última quinta feira (04), estive no Espaço das Américas para o show Dire Straits Legacy para a prova dos nove e foi um show que não ficou devendo. Não mesmo! Para quem questionou horas antes do show “Cadê o Mark Knopfler?” ou expressando que “Dire Straits sem o Mark não é Dire Straits”, depois do show efetivamente quebraram a cara, pois a vibração da banda e a vontade de executar os grandes sucessos continuam os mesmos dos anos 80, uma vitalidade sem precedentes.

O público lotou o Espaço das Américas onde o grupo formado por Phil Palmer (guitarras e vocais), Alan Clark (piano e teclados), Danny Cummings (percussões e vocais), Marco Caviglia (voz e guitarra), Mell Collins (Saxofone) e Steve Ferrone (Bateria) relembrou grandes clássicos, mas a galera foi ao delírio quando o grupo tocou Sultans of Swing e Walk of Life, mas também não faltou Brothers in Arms, Money for Nothing, Romeo and Juliet e a nova música do grupo Jesus Street que estará em um novo trabalho a ser lançado até o fim do ano.

O show da última quinta-feira provou que os caras estão mais na ativa do que nunca e que as músicas do Dire Strais não só conquistaram os fãs mais antigos mas também as novas gerações que comparecem em peso a apresentação, e assim, a incerteza dá lugar a celebração de um ótimo show. Quem foi ao show, dificilmente irá esquecer.

O grupo passará por mais cinco capitas: Florianópolis, Curitiba, Vitória, Salvador e encerrando a tour brasileira em Recife. Agora é só aguardar a chegada do novo trabalho que com certeza, não ficará devendo. Ficaremos no aguardo.

Agradecimentos:
Mercury Concerts
Catto Comunicação

DIRE STRAITS LEGACY LANÇARÁ SINGLE EM SHOW EM SÃO PAULO E NOVO TRABALHO EM BREVE

Texto Thiago Tavares
Fotos: Daniel Ometo

Após 20 anos após o anuncio da última turnê, os fãs brasileiros de Dire Straits podem começar a contar as horas para apreciar e relembrar os grandes sucessos da banda inglesa que conquistou gerações mundo a fora.

Intitulado de Dire Straits Legacy, o projeto iniciou-se em 2013 e no mês de maio chega ao Brasil com para seis apresentações: São Paulo, Porto Alegre, Florianópolis, Vitória, Salvador e Recife, onde se trata da primeira turnê internacional do novo projeto sem o seu vocalista Mark Knopfler, que resolveu seguir com a carreira solo.

Em coletiva realizada na última terça-feira (02) no Mosh Studios com os músicos Phil Palmer (guitarras e vocais), Alan Clark (piano e teclados), Danny Cummings (percussões e vocais) e Marco Caviglia (voz e guitarra), falaram dos preparativos da turnê, na qual informaram que os ensaios demandaram cerca de três meses para chegarem ao set que será executado na turnê. Phil Palmer afirmou que não houve dificuldades para relembrar os arranjos.

Ao serem questionados sobre o que sabem sobre o Brasil, eles conhecem o futebol e os ídolos no esporte são Ayrton Senna e Gustavo Küerten. Danny Cummings disse que é uma obrigação de todo percussionista ouvir músicas brasileiras, devido a grande diversidade cultural e riqueza que nela possui.

Na coletiva, o grupo anunciou que ainda nesta semana será divulgado em mídias digitais o primeiro single do Dire Straits Legacy, intitulado “Jesus Street” e que a música está confirmada no setlist da turnê.

Um novo trabalho da banda será lançado no fim de 2017 e será algo totalmente diferente do que já foi feito, onde terá um estilo próprio. A turnê brasileira da banda inicia-se nesta quinta-feira, dia 04 no Espaço das Américas em São Paulo.

Serviço
DIRE STRAITS LEGACY

SÃO PAULO
Data: 04/05/2017 – Quinta-Feira
Local: Espaço das Américas
Endereço: Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda
Abertura da casa: 20h00
Horário show: 22h30
Classificação Etária: 18 anos

Valores dos ingressos:
Pista 1º. Lote  R$ 180,00 (inteira)     R$ 90,00 (meia)
Pista 2º. Lote  R$ 200,00 (inteira)     R$ 100,00 (meia)
Pista 3º. Lote  R$ 220,00 (inteira)     R$ 110,00 (meia)
Pista 4º. Lote  R$ 240,00 (inteira)     R$ 120,00 (meia)
Setor A,B, C    R$ 380,00 (inteira)     R$ 190,00 (meia)
Setor D,E,F,G  R$ 300,00 (inteira)     R$ 150,00 (meia)

Valores e vendas on-line: https://www.ticket360.com.br/evento/6973/dire-straits-legacy
Call center Ticket360: (11) 2027-0777

Bilheterias oficiais SEM taxa de conveniência:
Espaço das Américas – Ticket360
Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda
Funcionamento: de segunda a sábado, das 10h00 às 19h00.
Formas de pagamento: dinheiro, cartões de crédito e débito

Desconto de 30% para clientes “TudoAzul”
– Desconto de 30% no valor do ingresso para clientes TudoAzul participantes de todas as categorias do programa (TudoAzul, TudoAzul Topázio, TudoAzul Safira e TudoAzul Diamante – confira o regulamento no site.
– Promoção válida somente para a compra de 01 (um) ingresso adquirido na bilheteria do Espaço das Américas.
– Apresentação obrigatória do cartão Tudo Azul físico, impresso ou digital (Categorias: TudoAzul. TudoAzul Topázio, TudoAzul Safira e TudoAzul Diamante) com a apresentação de um documento válido.
– Desconto não cumulativo com outras promoções e benefícios.
– Para compras realizadas por terceiros, a apresentação do documento original de identificação é obrigatória onde deve constar o Nome e CPF juntamente com o cartão TudoAzul, obedecendo as regras do processo de venda na Bilheteria.
– O endereço da bilheteria do Espaço das Américas é Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP (funcionamento de segunda à sábado, das 10h00 às 19h00).

PORTO ALEGRE
Data:
05/05/2017 – Sexta-feira
Local: Auditório Araújo Viana

FLORIANÓPOLIS
Data:
06/05/2017 – Sábado
Local: P12

VITÓRIA
Data:
11/05/2017 – Quinta-feira
Local: Arena Vitória

SALVADOR
Data:
12/05/2017 – Sexta-feira
Local: Arena Fonte Nova

RECIFE
Data:
13/05/2017
Local: Classic Hall

Resenha: Korn no Espaço das Américas

Texto: Tiago Nascimento
Fotos: Gabriel Quintão – Mercury Concerts

Nessa quarta feira dia 19 de abril a ansiedade tomava conta da Cidade de São Paulo.

Devido ao transito caótico cheguei a Casa Espaço das Américas às 20h36min e estava no palco Robertinho de Recife e Metal mania aquecendo o publico para o show do Korn.

Apenas acompanhei o encerramento da apresentação e pelos aplausos foram bem recepcionados e com certeza agradou ao publico presente que já era bom.

As 21h30min sobem ao palco a banda Californiana pioneira do Nu Metal com 23 anos de estrada Korn com sua nova tour chamada pelo nome do recente álbum lançado em outubro do ano passado 2016, chamada The Serenity of Suffering.

Alem da ansiedade de ver a banda eu estava curioso de como seria o desempenho de um adolescente que carrega em seu sangue o rock mais precisamente o Metal, estou falando de Tye Trujiilo de apenas 12 anos de idade que substituiu Fieldy que por motivos pessoais não pode acompanhar o Korn na turnê pela America do Sul, filho de Robert Trujiilo (atualmente no Metallica desde 2003).

E esse garoto não decepcionou até solo fez com Ray Luzier baterista, entre levadas girava seu cabelo junto com Brian e Munky os dois guitarristas da banda, e particularmente Brian Head foi um dos melhores guitarristas que vi tocar ao vivo.

Jonathan Davis é um show a parte, com bastante movimentação e interação com publico, agitava e pedia a participação dos presentes a cada musica levando todos ao êxtase.

Sucessos não faltaram como Blind, Good god, Insane, e ainda contou com trechos de “One” do Metallica e “We Will Rock You” do Queen.

Um ponto respeitável do show foi quando uma fã foi advertida pelo J. Davis ao querer mostrar seus seios, sendo que ao lado dela estava uma família e uma criança, e realmente o publico estava diversificado e diferenciado inúmeras famílias e a boa e velha guarda do rock in roll estavam presentes.

Às 23 horas a banda encerrou sua apresentação com as clássicas Falling Away From Me e Freak on a Leash e agradeceu os presentes pela memorável noite.

Todos integrantes J. Davis vocal , Munky guitarra , Brian Head guitarra , Ray Luzier bateria e Tye baixo lançaram aos fãs palhetas , baquetas e até saíram as palavras “Obrigado São Paulo”.

Setlist
Right Now
Here to Stay
Rotting in Vain
Somebody Someone
Word Up!
Coming Undone (We Will Rock You)
Insane
Y”All Want a Single
Make Me Bad
Shoots and Ladders (One)
Drum Solo
Blind
Twist Good God
Falling Away From Me
Freak on a Leash

A equipe Ponto Zero agradece a Mercury Concerts e a Catto Comunicação pela oportunidade de podermos participar desse grandioso evento, e parabenizamos pela organização e o trabalho feito com excelência.

Resenha: FireGun e Dead Fish no Dom Ramon Rock Bar

Texto e fotos: Tiago Nascimento

Com um grande movimento de pessoas entre skatistas, motoclubes, adeptos ao estilo hard core e simpatizantes, chegamos por volta das 23 horas no Dom Ramon Rock Bar no bairro Jurema em Guarulhos na grande São Paulo. Com grande simpatia e humildade fomos recebidos pelo Elvis, responsável/ colaborador da casa.

Com poucos minutos dentro da casa, um som pesado entre riffs e atitude iniciou o espetáculo que nos aguardava jovens promissores que estavam abrindo o show de um dos ícones do Hard Core nacional a banda Dead Fish.

Formada em 2009 a banda FireGun apresentou seu som totalmente autoral, com influencias de metal progressivo e uma levada Trash com bastante presença de palco o vocalista Raimundo Rodriguês chamava o publico para a dança “mosh pit” entre uma musica e outra discursava com uma forma politizada entoando o grito “Fora Temer” e a cada musica agradecia os presentes no local.

Ao final da apresentação os integrantes desceram do palco para cumprimentar e agradecer com muita atenção, gratidão e entusiasmo.

A banda guarulhense esta em estúdio para gravar seu primeiro Cd, que ainda não tem previsão de saída, mais tudo indica que será muito em breve.

FireGun é:
Raimundo Rodriguês – Vocal
Ricardo Oliveira – Guitarra
Ivan Santos – Guitarra/ Backing Vocal
Samuel Martins – Baixo
Fernando Ornellas – Bateria

Set List :
1. Daily (intro)
2. What’s the Reason?
3. Abuse of Power
4. Victim of Cruel Reality
5. I Walk Alone
5. Blind Nation
6. Inheritance
7. Back with the Fuck Up!

A ansiedade do publico a cada minuto estava aumentando, quando por volta das 01h23min subiu ao palco Dead Fish com seus 26 anos de historia liderada por Rodrigo Lima, para esquentar a noite que já estava agradável mandaram Asfalto que nada mais é do que uma pequena versão de trajetória da banda.

A cada musica surgia uma enorme roda de “bate cabeça”, stage dive também não faltaram.

Rodrigo Lima citou que devemos valorizar nosso bairro, e incentivou a cultura nos bairros como leitura, debates, parques, oficinas, pois nem todo tem acesso às metrópoles onde tem esses tipos de opções e na seqüência após esse discurso entoou “Autonomia”.

Foi uma mescla de sucessos entre todos os álbuns da banda, um ponto do show foi quando mulheres ao som de Mulheres Negras fizeram uma pequena roda, onde o Rodrigo disse que demorou mais de 25 anos para ter igualdade entre homens e mulheres, e que no Brasil demorou a ter essa cultura, porém aos poucos está chegando.

Foi citado também o atual momento do Brasil, como todos sabem a banda é totalmente de Esquerda e com isso gritos de Fora Temer, Fascista, Globo Manipuladora, e que vivemos numa ditadura moderna e que a tendência é piorar, porem cada um tem sua maneira de mudar isso nos votos e com essa idéia tocaram “ Venceremos”, outros sucessos não faltaram como viver, A Urgência, Queda Livre ao todo foram 22 musicas e ao final a banda agradeceu a oportunidade e a cada pessoa que esteve presente.

Dead Fish é:
Rodrigo Lima: vocal
Ricardo: Guitarra
Ayland: Baixo
Marcão: Bateria

Set List:
Asfalto
Zero e Um
JogoJogo
912 Passos
Venceremos
Molotov
Oldboy
Diesel
Selfegofactóide
Paz Verde
Viver
Bem Vindo ao Clube
Autonomia
Destruir Tudo
A Urgência
Tão Iguais
Você
Proprietários do Terceiro Mundo
Mulheres Negras
Queda Livre
Afasia
Sonho Médio

Com essa noite agradável de hard core a equipe Ponto ZerØ agradece a oportunidade concedida pelo Dom Ramon Rock Bar de poder presenciar um ótimo evento na cidade de Guarulhos.

RESENHA: Korzus, Torture Squad e NoWay na Clash Club em SP

Texto e fotos: Felipe Domingues

No último sábado, dia 04 de março, a cidade de São Paulo recebeu a apresentação do KORZUS, uma das principais bandas de metal do país, o show aconteceu na Clash Club, situada na zona oeste da cidade e contou com a participação especial das bandas TORTURE SQUAD e NOWAY.

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Infelizmente, devido aos diversos bloquinhos de carnaval que ocorriam pela cidade, chegamos na metade do show da banda TORTURE SQUAD, que divulga o EP “Return To Evil” e estreou sua nova formação com May “Undead” Puertas (vocal), Rene Simionato (guitarra), Amilcar Christófaro (bateria) e Castor (baixo).

Precisamos destacar a vocalista Mayara pela ótima performance e seu poderoso vocal, na banda desde 2015, a vocalista já se consolidou e entrosou com os demais membros da banda, outro destaque é para o guitarrista Rene Simionato, outro membro que entrou para a banda em 2015, mas já se adaptou perfeitamente aos veteranos Amilcar Christófaro e Castor.

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Por volta das 19:20, a NOWAY subiu ao palco da Clash Club para fazer o show de lançamento do seu terceiro álbum intitulado de “The Challenge”, formada por Diana Arnos (vocal), Felipe Ribeiro (baixo), Lucas Mendes (guitarra) e Daniel Bianchi (bateria), a banda fez uma ótima apresentação para a principal atração da noite.

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E para finalizar a noite, o KORZUS subiu ao palco para uma apresentação especial, onde os fãs escolheram por meio de votação no facebook todo setlist do show. Formado por Marcello Pompeu (vocal), Heros Trench (guitarra), Dick Siebert (baixo), Antônio Araújo (guitarra) e Rodrigo Oliveira (bateria), a banda iniciou o show com “Guilty Silence” do álbum Ties of Blood de 2004.

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Na sequência a faixa título do álbum “Discipline of Hate” de 2010 seguida por “Screaming for Death”, “Raise your Soul” e “Respect”, um início de show matador que agitou o ótimo público que compareceu ao Clash Club, dando continuidade ao set lista, a banda apresentou a primeira música do álbum Legion (2014), seu mais recente trabalho, “Vampiro”, seguida por mais uma do álbum Ties of Blood, “What are you Looking for” e “Legion” que finalizou a primeira parte do show.

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Após uma pequena pausa, o vocalista Marcello Pompeu falou um pouco sobre a satisfação de voltar a tocar na cidade de São Paulo e sobre os 34 anos de carreira da banda e iniciou uma sequência avassaladora com “Agony”, “Mass Illusion” e “Internally”, destaque para João Gordo, figura ilustre que assistia o show dos camarotes e cantava na integra todas as músicas com o Pompeu.

Mais uma pequena pausa e a banda retornou ao palco com “Correria” e após a execução desta música, Antônio Araújo convidou ao palco Silvio Golfetti, um dos fundadores da banda e hoje proprietário da gravadora Voice Music, para tocar “Never get me down”, na sequencia “Truth” com Silvio nos back vocals e para finalizar a noite “Guerreiros do Metal” música de estreia da banda na coletânea “SP Metal 2” de 1985.

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Um show com gostinho de quero mais, pois é sempre muito bom ouvir e apreciar a ótima performance do Korzus.

Agradecemos ao Costábile Salzano e a THE ULTIMATE MUSIC por nos conceder as credenciais para cobertura do show, até a próxima…

RESENHA: Capadócia no SESC Belenzinho

Por Felipe Domingues

Na última sexta-feira, dia 17 de fevereiro, a banda paulista de metal CAPADÓCIA, fez o encerramento da turnê do seu primeiro álbum intitulado “Leader’s Speech” contando com a participação de diversos artistas do metal nacional.

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Por volta das 21h:30, a banda subiu ao palco do Belenzinho quebrando tudo ao som de “Sounds Of An Empty Gun” e “Snake Skin”, ambas com a participação de Vini Castellari, guitarrista do Project46, após a execução destas duas músicas, Baffo convidou para subir ao palco o ex guitarrista da banda, Marcio Garcia e tocaram “Lord Of Chaos”.

Na sequência a banda executou um dos grandes clássicos do thrash mundial, “Blackened”, do álbum And Justice for All do Metallica, seguida por “Stay Awake”, música do Retturn, antiga banda do Baffo Neto (vocal, guitarra) e Palmer de Maria (bateria).

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Não podemos deixar de destacar a participação de Alex Palaia (La Raza), que cantou a música “Ferida”, Thiago Monstrinho (Worst) e Caio MacBessera e Jean Patton ambos do Project46 que tocaram “Mouth for War”, uma porrada na orelha dos fãs que acompanhavam o show do CAPADÓCIA.

E para finalizar aquela grande festa, a banda encerrou o show ao som de “Standing Still”, música que foi o carro chefe do álbum “Leader’s Speech”. O CAPADÓCIA encerrou a sua turnê em grande estilo, fazendo uma grande festa de metal na capital paulista, pena que o público não compareceu em massa para acompanhar esta grande festa, mas a banda mostrou amadurecimento e fez uma ótima apresentação aos fãs que compareceram no SESC Belenzinho.

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Agradecemos a assessoria de imprensa do SESC Belenzinho por conceder gentilmente as credenciais para nós, até a próxima.

Confira a programação completa do SESC Belenzinho:
http://www.sescsp.org.br/belenzinho/

Resenha: For Today

Por: Tiago Nascimento

Cheguei na Clash Club por volta das 17:50 e a fila estava enorme, com pessoas ansiosas para um complexo de sentimentos entre a felicidade de acompanhar um show do For Today e a tristeza de ser a última vez que a banda se apresentou.

Com um pouco de atraso uma energia devastadora tomou conta do ambiente, com letras “fortes e verdades” a banda Broad and Sharp subiu ao palco mostrando o peso do metal nacional com uma introdução convocando os presentes a “moshar” e agitar.

Com menos de 1 hora de apresentação a banda tirou o folego dos presentes que aplaudiram, um ponto marcante do show foi quando o vocalista Wesley Alves agradeceu a organização do evento e agradeceu a Deus , pois sem Ele não estaríamos aqui.

Broad And Sharp é Wesley Alves nos vocais, Samuel Oliveira no baixo, Fernando Bricola e Bil Oliveira nas guitarras e Levi Alves na bateria.

Set List:
Convicto
Sem a Luz
Abusos
Presságio
Perdido
Reagir

Alguns roendo unhas, outros vidrados com os olhos para o palco, porém todos aguardavam o tão esperado momento do For Today subir ao palco e isso não demorou , pois as 20 horas em ponto , sobe ao palco Mattie e sua banda ou melhor seus “amigos” entoando Break the Cycle onde foi devastador, e emocionante ver a banda unificada em uma só voz com o público que merece muitos elogios porque do início ao fim , cantou , pulou , aplaudio e respeitou com total silencio quando Mattie com ajuda de interprete levou por dois momentos do show palavra de reflexão.
Com suas letras voltadas ao Cristianismo Mattie disse “Isso não tem nada a ver com religião, não tem nada a ver com superstição, tem a ver com a vida e a morte.

Ouça, todos nós nesse palco somos exemplos vivos de que não importa quem você é, não importa de onde você veio… JESUS SALVA!”.

Sucessos nao faltaram nessa tour de despedida destacando para o mais conhecido som da banda Fight The Silence que diz sobre Não Silenciarmos sobre a realidade do mundo, entre sofrimentos e injustiças , temos com Quem Falar , basta ter Fé.

Em outro momento de “Conversa” com público e ajuda do interprete Mattie disse que o sonho de toda pessoa que monta uma banda é ter fans, porém com o For Today foi diferente, eles tem uma família em todos países que passaram.

Set List
Break the Cycle
Foundation
Forced intro Fire
Molotov
Under God
Crown of Thoms
Pariah
Seraphim
Agape
Saul of Tarsus
Broken Lens
Fight the Silence
Fearless
Devastator

Uma noite memorável, uma despedida que com certeza ficará gravada na mente daqueles que compareceram. For Today será sempre considerada uma das maiores bandas de Withe Metal, espero que um dia retornem aos palcos.

Para concluir agradecemos a THE ULTIMATE MUSIC pela oportunidade e parceria e parabenizamos pela excelente organização.

Que o movimento não pare em nós e que nós sejamos revolução para essa nação!
Mattie Montgomery

O ROCK’N ROLL DO AEROSMITH AINDA RONCA

Primeiro show da turnê ‘Rock’n Roll Rumble – Aerosmith Style 2016’ no Brasil dos ‘bad boys from Boston’ rolou em Porto Alegre, no Anfiteatro do Estádio Beira-Rio, na noite desta terça-feira (11)

Por Aline Cornely (jornaline@gmail.com)

Véspera do feriado do dia da criança, 11 de outubro de 2016, lua minguante no céu bem no recorte oval do Anfiteatro do Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, primeira capital brasileira a receber o show da turnê “Rock’n Roll Rumble – Aerosmith Style 2016”: um resumo dos 46 anos da carreira muito bem-sucedida, em meio ao excitante tripé de S, D & R’R. Sem falar no hard rock, no palco uma das bandas mais importantes de rock do planeta Terra: o Aerosmith. Pontualmente, às 22h estavam lá os sessentões Steven Tyler (vocal, piano, percussão etc., 68), Joe (Fucking) Perry (66) – como gostou de assim chamá-lo o Tyler, por diversas vezes -, Brad Whitford (guitarra base, 64), Tom Hamilton (contrabaixo, 64) e Joey Kramer (bateria, 66).

Foto: Edu Deferrari

Foto: Edu Deferrari

Apesar dos rumores do fim do rock’n roll e do fim do próprio Aerosmith – o que seria o fim da picada, os caras mostraram que seu rock ainda ronca – nome da turnê – e em alto e bom som! Os “jovens” norte-americanos estão com tudo e ofereceram um show histórico e memorável para cada um dos mais de 30 mil fãs que marcaram presença por todos os setores do estádio do Internacional.

Abertura

Antes de o show começar, os três telões (à esquerda, no centro e à direita do público) estavam tomados por informações com as redes sociais de cada um dos integrantes e da banda como um todo, além da menção ao Aero Force One, fã-clube oficial da banda. A atração de abertura foi a DJ Karine Larré que tocou por volta das 20h30, apresentando um set que misturava clássicos do rock com batidas eletrônicas.

De volta ao comando

No horário marcado no ingresso, às 22h, a chegada triunfal do Aerosmith aconteceu no escuro, com a explosão de som e luzes da canção ‘Back in the Saddle‘. Música de nome perfeito para o início do show da banda de Tyler, que chegou de ‘capa do mago’ prateada, e Perry, com uma boina cinza, meio “vovô-velhinho”, ambos de óculos-escuros. Começando com esta canção de 1976, o show todo foi uma viagem no túnel do tempo, porém com muita criatividade e inovação. Cada canção clássica do Aerosmith foi, de certo modo, reinventada para o show. No início, aquele suspense… Que som é esse? Os músicos percebem antes, os leigos só mais adiante… Os finais também são impactantes, demonstrando a dedicação que a banda ainda tem de executar canções que já tocaram milhares de vezes. Outra antigona da banda, datada de 1977, foi a bela Queens and Kings, quinta do repertório.

Foto: Edu Deferrari

Foto: Edu Deferrari

O A de Aerosmith, o A de Tyler

No inicio do show, o que mais me chamou a atenção foi a posição estratégica de Tyler. Quase todo mundo sabe que a linda logo do Aerosmith é uma letra A estilizada, com uma estrela no meio, dentro de um círculo, com asas gigantes abertas (como se fossem braços), com o carimbo do nome da banda logo abaixo, com outra fonte ultrapsicodélica. Além disso, para constar, a logomarca também esteve presente no piso de todo o palco, era o Aerosmith por todos os lados. Coisa mais linda de se ver!

Steven estava exatamente no centro da logomarca da banda, como se ele fosse esse A, na realidade, ele é. O A no nome dele se encontra no registro de nascimento, afinal foi batizado como Steven Victor ‘Tallarico’ – Tyler é mais estiloso, mesmo. Neste vídeo amador, você pode entender e concordar com minha percepção: https://www.youtube.com/watch?v=MmsYKeYLUNw.

Carisma e simpatia ímpares

Simpático, carismático e querido como é, Steven se esforçou para dizer algumas palavras em português como ‘boa noite’, ‘Porto Alegre’, ‘oi, gaúchos’…

Ele também disse, porém em inglês: “É uma honra para nós estarmos aqui! Já fazia algum tempo que não vínhamos, né?” Sim, mais de seis anos!

Foto: Edu Deferrari

Foto: Edu Deferrari

Dobradinha romântica

No início do show, Steven perguntou algumas vezes o que o público gostaria de ouvir. Ele mesmo respondeu: “- I think maybe this one!” E a banda deu início a ‘Cryin‘ para deleite absoluto de milhares de fãs com gritaria generalizada. Pra fazer a mulherada literalmente chorar de emoção, Steven solou na gaita de boca…

Na sequência, parecendo dizer ‘Come here, Baby…’ para uma fã, Steven chamou ‘Crazy’, pra galera ir à loucura total com a dobradinha dos principais hits românticos da banda, trilha sonora de muitos amores doidos mundo afora…

Infelizmente, percebi alguns breves erros na execução dessas músicas, em alguns momentos, por parte de Perry, que atrapalharam Hamilton e Kramer, mas nada grave que interrompesse o êxtase do público. Ele não executou os solos de maneira tão fiel, parecia estar com alguma dificuldade… Mudou de guitarra algumas vezes… Depois, passou.

Riffs, grooves and dance!

Ao maior estilo ‘I wanna rock and roll all night and party every day’, os momentos mais dançantes, alto-astral e felizes do show foram durante as execuções de ‘Walk this way’, ‘Dude Looks like a lady‘, ‘Rag Doll’ e ‘Love in Elevator’. Parecia que o público estava em uma festa em casa ultra-animada com a banda oficial tocando. O Aerosmith fica muito à vontade no palco e deixa a galera tri solta também.

Tyler é um animador-nato: durante Walk This Way, pede ‘put your hands in the air” e dá gritinhos de “Uhuuuuuuuuu” e a galera acompanha na voz. Essa canção começou com um groove pegado na bateria, perfeitamente bem feito pelo mestre das baquetas Kramer, que até provocou mais uma destaque por parte Tyler – ‘on the drums, Mister Joey Kramer’ -, seguido pelo riff mega-famoso de WTW, por Perry, que todo mundo reconheceu aos gritos.

Em Love in Elevator, tivemos direito ao Tyler atirado no chão e a solos vocais com a guitarra. Em Rag Doll, Perry tocou slide guitar, em alguns momentos.

Foto: Edu Deferrari

Foto: Edu Deferrari

No limite

Em tom de protesto contra os preconceitos, foi executada ‘Living on the edge‘, outro grande momento do show, quando Steven explorou o lado esquerdo do palco, chegando bem pertinho de onde eu estava! \o/

Pink Oktober

Desde o início do show, percebi os laços rosas afixados nas roupas dos integrantes e nas correias dos instrumentos. Até que, como não podia faltar, de repente, um grande laço surgiu no telão e a cor-de-rosa tomou conta, fazendo menção ao Outubro Rosa, mês de conscientização em relação à prevenção do câncer de mama. “Nós vamos cantar esta canção e esperamos que a cura seja encontrada”, disse Steven e chamou ‘Pink‘, canção perfeita para a causa. Um pouco antes, ele recebeu um grande penacho cor de rosa de uma assistente de palco em quem deu uma espécie de selinho. Quando Steven cantou o verso: “Pink, when I turn out the light”, todas as luzes do estádio realmente se apagaram e a música parou por um instante, para surpresa e êxtase da plateia.

Laçador + Joe (fucking) Perry = gauchada pira!!!

Para a surpresa e orgulho total da gauchada (ah! eu sou gaúcho), desde o início do blues ‘Stop Messin’ Around‘, em que Joe Perry assume os vocais, o telão central (do meio) projetou um vídeo que mostra Perry tocando guitarra em frente ao Laçador*, um dos principais monumentos da capital gaúcha, localizado bem na entrada da cidade, próximo ao Aeroporto Salgado Filho. Este foi o momento mais hilário de todo o show, especialmente para quem é do Rio Grande do Sul. Divertidíssimo!!! Logo após esse miniclipe, aparece uma foto de um gol de bicicleta (provavelmente de Pelé) com um carimbo do Aerosmith em verde e a legenda: Porto Alegre Working. O Estádio todo pira!!! Nesta canção sessentista, de autoria original do Fleetwood Mac, merece destaque também a participação do tecladista Buck Johnson. Após o vídeo engraçadíssimo, as projeções no telão durante esse som mostravam torres laterais e um incêndio no meio que tomava conta dos integrantes. Um fogo holográfico que praticamente incendiou o Beira-Rio!!!

*Para alegria dos fãs, além do passeio pelo Laçador, a banda também passou por uma churrascaria e um bar da cidade na segunda-feira (10).

Foto: Edu Deferrari

Foto: Edu Deferrari

Amor de fim de mundo

Antes de tocar “I don’t wanna miss a thing” – música da trilha de Armageddon, filme que tem no elenco uma de suas filhas, Liv Tyler – Steven perguntou sobre os apaixonados… “Are you in love?” Ops, estou!? E apresentou o tecladista Buck Johnson, que também é backing vocal da banda, desde 2014, na turnê “Let Rock Rule”, que passou pela Europa e Estados Unidos. A canção toda foi arrepiante demais, mas o início… Nossa!!! Foi um dos hits mais cantados pelo público de todo o show, afinal é o maior sucesso comercial do grupo. Lindo, de chorar… Aqui, as lanternas dos celulares iluminaram a penumbra do estádio <3

Cover dos monstros

Outro ponto alto do show foi a cover ‘Come Togheter” dos Beatles, clássico total do rock’n roll mundial que agrada a gregos e troianos, ainda melhor que a original, com mais peso.

Aerosmith Style 2016

Mais fashion do que nunca está o Aerosmith Style 2016. Charmosos, glamurosos, elegantes, coloridos, sexies, musos, ícones, deuses, divos, especialmente a dupla Tyler & Perry, obviamente. Todos com barbas bonitas e bem feitas… Cheios de acessórios, lenços, chapéus, colares, anéis, como sempre… Steven mostra até as unhas pintadas com uma cor escura. Joe Perry sempre mascando chicletes, o que aumenta o charme do guitarrista. De regata, Kramer tocou numa bateria que, de tão brilhante, brilha até no escuro, endossando a marca Pearl e tomou um gole de água a cada intervalo. Os ventiladores e o vento natural dão aquele toque especial aos cabelos esvoaçantes dos integrantes. Hard rock na veia!

Foto: Edu Deferrari

Foto: Edu Deferrari

Tyler de barriga chapada

Vale destacar que a cordas de Steven – as vocais – seguem as mesmas, em plena forma, alcançando todas as notas com perfeição. E a sensualidade, o poder e a energia continuam em alta. Segue dançando seus passinhos, correndo de um lado para o outro sempre com seu pedestal – que estende ao público com frequência -, se mete no meio da galera e apresenta a banda, cheio de orgulho da competência dos colegas. E mais: interage muito com Joe Perry, formando uma das imagens mais lindas de duas das maiores lendas vivas do rock’n roll mundial. A mecha branca de Perry e a mecha loira de Tyler formam uma ótima dupla! Em plena boa forma, Steven também deixou a barriga à mostra e botou muito guri novo no bolso com o corpaço que ostenta no alto de seus 68 anos. Aprovado! Palmas!!!

Pegada firme

Musicalmente, a banda segue muito firme e entrosada. Percebi alguns pequenos erros de execução, que já comentei. Da Pista Premium, onde a imprensa foi alocada, a acústica do show estava ótima, o volume perfeito, sendo possível escutar todos os instrumentos e vozes com clareza total. Enquanto os telões da esquerda e da direita ampliavam a visibilidade dos integrantes, o telão central mesclava a projeção de imagens do show com ilustrações e animações adequadas às canções.

Bis: baladas à luz das lanternas

No bis, em clima onírico, Steven Tyler surgiu dos nossos melhores sonhos, no piano de cauda Yamaha, bem pertinho do público, na ponta da passarela do palco, que adentrava a pista, para tocar ‘Dream On‘. Errou algumas notas no início, mas estava se esforçando. Para acompanhar, os fãs ligaram suas lanternas no estádio escuro! No telão, imagens de um céu no entardecer. Tyler tocou e cantou até a metade da música, quando se animou e subiu com seu pedestal em cima do piano, onde continuou até o fim da música. Perto do final da primeira música do bis, uma explosão de gelo-seco arrebatou. E para fechar com chave dourada… A doce emoção de sentir, escutar, assistir e cantar ‘Sweet Emotion’. Ao fim dessa bela canção, caiu uma linda chuva de papel picado brilhante, que deu fim de maneira delicada a um espetáculo e tanto! Ao final, Tyler apresentou novamente a banda toda, quando Perry tomou a frente para anunciar Tyler, no melhor estilo UFC. Ao final, o big-one Tyler se despede: “Thank you, baby, god bless you and good night!”

Foto: Edu Deferrari

Foto: Edu Deferrari

Já acabou?! :/ Foi incrível o quanto durou

O show todo teve quase duas horas de duração, mas nem pareceu. Não deixou os fãs cansados ou entediados. Eu saí com gostinho de quero muito mais! Mas já acabou? Podia durar a minha vida toda! Se foi o último por aqui, valeu e muito cada segundo! I didn’t miss a thing! O mais legal foi que a banda também curtiu demais a passagem por aqui e registrou muitas fotos e vídeos na sua própria página oficial no Facebook. Confira: https://www.facebook.com/aerosmith.

Antes do show em Porto Alegre, esta turnê do Aerosmith passou pela Argentina, Chile e Colômbia. Agora, a banda segue para São Paulo, no dia 15, e Recife, no dia 21, além de outros países da América Latina. Esta é a sexta passagem do Aerosmith pelo país. A primeira visita aconteceu em 1994. Depois, o grupo retornou em 2007, 2010, 2011 e 2013.

Set list do show da turnê “Rock n’ Roll Rumble – Aerosmith Style 2016” em Porto Alegre:

1. Back in the Saddle
2. Love In An Elevator
3. Cryin’
4. Crazy
5. Kings and Queens
6. Livin’ On The Edge
7. Rats in the Cellar
8. Dude (Looks Like A Lady)
9. Same Old Song And Dance
10. Monkey on my Back
11. Pink
12. Rag Doll
13. Stop Messin’ Around
14. I Don’t Want to Miss a Thing
15. Come Together
16. Walk This Way
17. Train Kept a Rollin’
BIS:
18. Dream On
19. Sweet Emotion

repertório_aero

AGRADECIMENTOS ESPECIAIS: Aerosmith, Hits Entretenimento, Tsslr Conteúdo e Edu Deferrari.

RESENHA: Festa de 5 anos do Aquarius Rock Bar

Texto: Tiago Nascimento
Fotos: Felipe Domingues

Na noite do último sábado, dia 8 de outubro, foi comemorado o aniversário de 5 anos de uma das melhores casas de rock da cidade de São Paulo, o Aquarius Rock Bar.

A festa começou com a banda paulista Benigna, formada por Manuh (Vocal), Felipe (Guitarra/Vocal), Richard (Guitarra) Julio Davi (Baixo) e Azis (Bateria), banda que iniciou as atividades no ano de 2009 e vem mostrando muita qualidade e competência em eventos independentes e foi convidada para este evento para dar início a noite de comemorações com muita energia.

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Na sequencia subiu ao palco do Aquarius a banda que é considerada por muitos a melhor banda de hard core nacional, Dead Fish, com suas músicas com discursos “politizados e revolucionários” a banda trouxe ao público paulistas grandes sucessos como “Tão Iguais”, “Venceremos”, “Autonomia”, “Bem vindo ao Clube”, “Sonho Medio” e “Molotov”, levando os fãs ao delírio que não pararam de pular e cantar durante toda apresentação da banda.

Mesmo com 25 anos de estrada, o Dead Fish mantém a mesma performance e energia do início da carreira, que na minha opinião faz com que os fãs sejam fieis e frenéticos nos shows, destaque para os famosos “mosh”, onde a banda libera o palco para que a galera suba ao palco e pule a vontade, mesmo não tocando o clássico “Contra Todos”, a banda agradou o público e se despediu agradecendo pelo convite para participar daquele importante festa. O Dead Fish é Rodrigo Lima (Vocal), Marcos Melloni “Marcão” (Bateria), Ric Mastria (Guitarra) e Alyand (Baixo/Vocal).

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E para finalizar esta grande festa, subiu ao palco do Aquarius, Jimmy London e sua trupe, para colocar a casa abaixo e agradar o público que aguardava a apresentação da banda com muito euforismo e ansiedade.

O Matanza esta em turnê do último álbum “Pior Cenário Possível” lançado 2015, e retornou a cidade de São Paulo trazendo ao público grandes clássicos como “Ressaca Sem Fim” e “Ela Roubou Meu Caminhão”, dando destaque para a zoeira de Jimmy com o baixista Dony Escobar e a alopração com Maurício Nogueira (Guitarra) durante as pausas das músicas.

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Após as primeiras músicas, Jimmy já entoou sua tradicional frase “Puta que o Pariu São Paulo”, o vocalista merece um destaque a parte com sua presença de palco e a indução as rodas de bate cabeça, onde inclusive as mulheres participam e se divertem com a “dança”.

A sonoridade da banda evoluiu muito nos últimos anos, e durante o show presenciamos muitos sócios do “Clube dos Canalhas” onde sempre é praticada a “Arte do Insulto”. Com aproximadamente 2 horas de show mesclando músicas atuais e grandes clássicos o Matanza finalizou o show e a grande festa do Aquarius com o público em coro:

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Somos amigos em terra
Somos amigos no mar
Juntos fomos á guerra
Juntos estamos no bar
Estamos todos bêbados, porque até quem não bebe sai do show do Matanza bêbado“.

Agradecemos e parabenizamos o Aquarius Rock Bar pela grande festa, e a MR Produções e Luciano Piantonni pela oportunidade.

Álbum de fotos: