RESENHA: SILVER MAMMOTH – Mindlomania

Por Silvio Pasquim

Seguindo o caminho de bandas como Uriah Heep, Emersom Lake & Palmer e Deep Purple, o SILVER MAMMOTH apresenta o seu novo trabalho, terceiro em sua discografia, lançado no Brasil pela MS Metal Records, no final deste prolífico ano de 2015.

A proposta do SILVER MAMMOTH é muito bem definida no decorrer de um trabalho variado, e que muito remete aos bons tempos do Classic Rock da década de setenta.“Bewitched” é rápida e certeira, seria uma espécie de híbrido do Uriah Heep com Deep Purple, e é uma ótima escolha para abrir o disco. A faixa-título vem logo em seguida, trazendo muito groove e com cara de hit, provavelmente é uma das que melhor funcionará ao vivo. “Time Has Come” é mais arrastada e densa, detentora de um dos melhores refrões do trabalho, enquanto que “Liars” traz um pouco da veia Punk inglesa, influência muito bem vinda trazida pelo guitarrista Marcelo Izzo Júnior. “Madman Doc” nos transporta para os anos sessenta, com nítida influência de Chuck Berry, em contraste com a sabbática “Shining Star” e a climática da instrumental “The Cave, The Hole, The Escape”.

O disco ainda conta com a trinca formada por “Sadness”, “Wild Wolf” e “Shock Therapy”. Enquanto a primeira soa mais pulsante, a segunda é mais pesada e cativante, já a última é uma viagem progressiva muito bem composta, que fecha com chave de ouro este belo álbum conceitual, agradando em cheio aos amantes do Yes.

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