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Hard rock pesado, Allen Key lança o tão esperado single Straw House

Música de estreia chega no streaming e em lyric vídeo pela Canil Records

Crédito: @jowhead

“Straw House” é a primeira música lançada pela banda Allen Key, mas a estreia via Canil Records carrega ao menos oito anos de projeções, criações e ajustes para enfim soltar esta canção hard rock eletrizante, pesada, com nuances de trilha sonora. Ouça aqui: http://bit.ly/Straw_House.

É um hard que se sobressai com vocais femininos agudos e melódicos, entre momentos suaves e agressivos, sempre acompanhados por um instrumental cirúrgico e dinâmico. Pantera, Evanescence, Linkin Park e Gorija são algumas das influências.

“Straw House”, produzida, mixada e masterizada na LoudFactory (São Paulo), conta a história de um amigo da vocalista que, anos atrás, sofreu abusos num relacionamento, um enredo com começo, meio e fim, embalado com distintos sentimentos, tensões, apreensões e uma mensagem. Como uma trilha sonora de um filme.

A versatilidade da Allen Key expressa tudo isso em sons e sensações e é sobre sensibilidade e transgredir emoções que a banda veio para ficar. Além de Karina Menascé (Mercy Shot), que é vocalista e baixista, tem Victor Anselmo (guitarrista), Pedro Fornari (guitarra) e Felipe Bonomo (bateria).

A música de estreia da Allen Key também chega em um impactante lyric video. “Queremos que o clipe mostre a força do rinoceronte, como se ele fosse o parceiro ferido, começando com os seus olhos em chamas, ele correndo em direção, até a casa onde tudo está pegando fogo, e ele dentro de um hexágono de fogo, com tudo em chamas ao seu redor”, revela a banda.

A Allen Key já tem outras músicas em fase final de produção e, também via Canil Records, serão lançadas em muito breve. A previsão do próximo single é janeiro de 2021.

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Com mensagens diretas, Escombro mostra cicatrizes em novo EP

Banda traz hardcore pesado e moderno com mensagens pertinentes ao momento social e político do Brasil

Crédito: @artsayeg

O quarteto hardcore Escombro atinge a maturidade em Cicatrizes, EP de cinco músicas já nas principais plataformas de streaming via Canil Records. Com sonoridade encorpada, moderna e letras desafiadoras, mas também contestadoras e otimistas, a banda de São Paulo eleva o gênero a outro patamar e, claro, com muitos riffs, coros, breakdowns e linhas vocais faladas. Ouça aqui: https://bit.ly/CicatrizesEP.

O título é a síntese do debate que o Escombro sempre propõe. “Não deixe que as dores, feridas e cicatrizes tomem conta de você, elas têm que servir de aprendizado, te construir como pessoa. São marcas que te fazem crescer e chegar ao lugar onde se encontra hoje”, fala o vocalista Jota.

Como em lançamentos anteriores (o single ‘O Peso de Sobreviver’ e o EP ‘Eutanásia Social, além do álbum homônimo, de 2017), o Escombro em Cicatrizes é um rolo compresso político, crítico da censura e do cerceamento de qualquer liberdade, da violência, da desigualdade social e da corrupção, mas é também uma banda que propõe reflexões pessoais em cima de temas atuais.

O nome das canções são sugestivas: ‘Mundo Cão’, ‘Sofrer’, ‘Cicatrizes’ (com a participação de Milton Aguiar, do Bayside Kings) e ‘Acreditar’ – além do manifesto presente em ‘Intro’.

A entrada de Renato Romano na guitarra é crucial à sonoridade de Cicatrizes. É um músico moderno e técnico, cujo jeito de tocar acentua a bateria e abre espaço para a voz.

Cicatrizes mostra um trabalho de perfeita sintonia entre a bateria de Felipe Felipeles, a guitarra de Renato e o baixo de Igor Fugiwara. Ambos os instrumentos têm o mesmo groove, com uma pegada hardcore moderna e agressiva.

Além disso, são os fraseados da guitarra de Renato que trouxeram um novo horizonte ao trabalho vocal de Jota, que aqui apresenta linhas que cortam o instrumental. Em outras palavras, são linhas de vocal mais faladas. “Encontrei uma pegada de cantar que me agrada mais, me encontrei como vocalista”, comenta o vocalista.

E o resultado deste EP é o que o Escombro mostrará daqui em diante, sempre com punhos cerrados e levantados, leais ao lema que criaram: Hardcore por um Mundo mais digno, que também é o nome do festival que a banda organiza anualmente, unindo música de resistência e ações beneficentes.

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Oitão, do chef Henrique Fogaça, anuncia retorno e novo single pela Canil Records

Nova música e mais novidades serão reveladas no dia 6 de março; banda assina com o selo Canil Records, que já tem Claustrofobia no cast

O Oitão, do vocalista e renomado chef de cozinha Henrique Fogaça, está de volta e de casa nova. A banda assinou com a Canil Records e já tem single novo pronto para ser lançado no dia 6 de março, nas principais plataformas de streaming. O título da faixa, assim como os músicos que acompanharão Fogaça nesta nova etapa do Oitão, serão revelados em breve.

Será um retorno às raízes crust/punk/hardcore com elementos modernos. “A nova música é uma mistura de old school com groove e partes cadenciadas, sem nunca deixar de lado os bate-estaca”. O peso e velocidade, enfatiza o vocalista, fazem parte da essência da banda.

A volta Oitão, após dois anos de atividades apenas temporariamente suspensas, significa recapitular a gênese da banda e do próprio Henrique Fogaça, sempre alinhado à filosofia do DIY.

“Minha relação com a música é profunda. Desde moleque, é algo que me tornou alguém com personalidade. A veia do punk veio ao encontro aos meus questionamentos e contestar realidades. Sou o que sou por causa da música. Hoje sou também um empreendedor, chef, mas minhas raízes estão aqui”, ressalta Fogaça.

A banda foi formada no ano de 2008, em São Paulo, por músicos com experiência na cena nacional do hardcore e metal. O primeiro disco saiu um ano depois, o independente “4º Mundo”, que já apresentava uma sonoridade ríspida, agressiva, e com letras contestadoras. O álbum teve a participação de nomes relevantes da música pesada, como Jão (Ratos de Porão), Marcão (Lobotomia) e Marcus D’Angelo (Claustrofobia).

“Pobre Povo” (2015) é o segundo disco do Oitão, gravado no Brasil e masterizado em Nova Iorque (EUA). A fúria da banda se manteve intacta: a agressividade dos riffs e das batidas, junto ao vocal raivoso de Fogaça, dão os contornos musicais para letras recheadas de críticas sociais e políticas.

Durante esses anos, o Oitão recebeu destaque em mídias especializadas e estampou páginas de grandes jornais. Também tocou com bandas que Fogaça revela terem ajudado a moldar seu “caráter musical”, como Exploited, Nuclear Assalt, Dead Kennedys e Brujeria.

Em 2017, a banda foi uma das atrações do prestigiado Maximus Festival, em São Paulo, e subiu em outros palcos importantes, como o Abril Pro Rock, Porão do Rock, Virada Cultural em São Paulo, Festival Goiânia Noise, entre outros.

Claustrofobia revela capa do single Vira Lata, que sai antes do show no Rock in Rio

Música será lançada em setembro, no streaming, pela Canil Records

Com os dias em contagem regressiva para a apresentação na edição 2019 do Rock in Rio (4 de outubro), o power trio thrash metal Claustrofobia enfim revela a capa do novo single, Vira Lata. A música chega dia 6 de setembro às principais plataformas de streaming pela Canil Records.

É possível já fazer o pré-save do single no Spotify para, quando lançada, a música entrar automaticamente na lista de músicas do usuário. Seja um dos primeiros a ouvir o petardo Vira Lata! Clique aqui: https://onerpm.com/sm/sm?ps=3600935756

Vira Lata é pesada, raivosa, tem groove na medida exata e, com letras em português, faz pertinentes críticas aos tempos de hipocrisia, preconceito, bestialização pelas fake news e desespero generalizado da população brasileira. É uma música que poderia facilmente figuras nos emblemáticos discos Thrasher ou Peste. “Exaltamos as pessoas que fazem sua parte com sorriso no rosto para sobreviver, independente de tudo”, destaca a Claustrofobia. 

O recado do novo single é direto e reto e reverbera a mesma fúria que a Claustrofobia sempre deixou alta e clara em suas composições, desde os primórdios nos idos dos anos 90. “Somos todos Vira Lata e, se você é brasileiro e não concorda com isso, ou é um revoltado inocente ou apenas mais um tolo preconceituoso”.

Vira Lata foi produzida pela própria banda, Marcus D’Angelo (vocal, guitarra), Rafael Yamada (baixo) e Caio D’Angelo (bateria), junto ao produtor Addasi Addasi no Fuel Music Studio  (Fullerton, Califórnia). A mixagem ficou por conta de  Andre “Kbelo” Sangiacomo,  no Family Mob Studios, em São Paulo, que já fez produções do Ratos de Porão, Ego Kill Talent, Far From Alaska e é técnico de som do Sepultura. 

Crédito: Gabriel Aguilar (@gabriel_aguilar1977)

Assessoria de imprensa oficial da Claustrofobia: Roadie Metal (http://roadie-metal.comgleison@roadie-metal.com


Mauren McGee estreia nova fase com single em português

Doces Sortidos está nas plataformas de streaming e é o primeiro lançamento da Canil Records

Começa uma nova fase da já experiente trajetória artística da cantora e compositora Mauren MacGee. Entre projetos e bandas no Rio de Janeiro, Brasília e Estados Unidos, a carioca agora projeta o próprio nome e encara a carreira solo, cuja primeira amostra é o single Doces Sortidos. A balada, quem carrega elementos do rock nacional eternizado por Rita Lee e Cazuza, já está nas plataformas de streaming e pode ser conferido aqui: https://ONErpm.lnk.to/MaurenMcGee

Doces Sortidos, cantada em português, vai além do rock e também permeia o universo do blues e da psicodelia. Junto às citadas referências de Rita e Cazuza, Mauren traz em suas notas vocais aquela típica suavidade de Marisa Monte. A produção da música é assinada por Pedro Penna, no Estúdio Toca (São Paulo).

“É uma música especial. Foi composta em um sítio, em Minas Gerais, numa noite ao lado de todos os meus amigos de infância. Somos todos artistas e esta foi a primeira arte que criamos juntos. Foi um processo em que cada um escreveu uma frase, uma estrofe. E Doces Sortidos fala muito sobre isso, de uma reunião de amigos, num lugar lindo, com céu lindo, entre conversas mágicas e eternas”, conta Mauren. 

Mauren McGee nascida no Rio de Janeiro e criada no mundo, filha de um americano com uma uruguaia, desde cedo apresentava fortes conexões com a arte, passando por Seattle, Brasilia, NYC, Galicia e Los Angeles. A artista passou os últimos anos desenvolvendo seu trabalho artístico em diversas esferas (atriz, audiovisual, artes plásticas e música).

A primeira experiência com banda foi em Brasília, cenário clássico de grandes bandas brasileiras, onde formou um tributo ao The Runaways, sendo a primeira banda de rock composta só por mulheres na cidade. Durante a temporada em Nova Iorque (2017/2018), uniu forças com a banda McGee & The Lost Hope: lançaram um debut e meio à uma turnê extensa pela East e West Coast dos EUA.

Foto: Anne Godoneo

Atualmente a cantora reside em São Paulo, onde inicia o projeto de produção das primeiras músicas da carreira solo em parceria com os produtores Pedro Penna e  Rafael Balla (Estúdio Toca) e com a gravadora independente Canil Records. 

CANIL RECORDS – O single de Mauren McGee no streaming é, também, os primeiros passos da Canil Records, nova gravadora e produtora especializada em rock e música alternativa independente no Brasil, fundada pelos músicos Ian Bueno e Victor Guilherme após anos de parceria na banda Mattilha. 

Os quase 10 anos de experiência no mercado fonográfico e audiovisual de ambos os sócios se tornaram uma base sólida para que finalmente fosse dado vida a esse projeto que estava na gaveta há anos, com uma linguagem moderna e atual, focando no digital. Além de Mauren, Igor Godoi, parceiro de longa data dos sócios, que está desenvolvendo um trabalho solo em paralelo a Sioux 66, será o próximo lançamento.