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Necromancer divulga detalhes do novo álbum, ‘Pattern of Repulse’

Sucessor de “Forbidden Art” será lançado até o final do ano pela gravadora Heavy Metal Rock

O grupo carioca de thrash metal Necromancer, formado atualmente por Marcelo Coutinho (vocal), Luiz Fernando e Eduardo “Dek” (guitarras), Gustavo Fernandez (baixo) e Vinicius Cavalcanti (bateria), finalizou os trabalhos do novo álbum, “Pattern of Repulse”, que será lançado até o final do ano pela Heavy Metal Rock. “Nós fizemos a pré-produção, as gravações e a mixagem no Hanoi Studio, ao lado de Fernando Perazo. O nosso DNA de thrash metal obviamente foi mantido, pois não largamos a escola Slayer, Kreator e Coroner, mas atualmente estou ligado na escola escandinava do death metal”, revelou o vocalista Marcelo Coutinho. “Eu até diria que este é um trabalho mais agressivo em relação ao álbum ‘Forbidden Art’, pois traz ritmos mais intensos ligados ao death metal”, acrescentou.

Algumas faixas de “Pattern of Repulse”, que teve o trabalho gráfico e arte de capa de Marcelo Vasco, tratam de temas históricos e mitológicos, como “Blood Countess” e “The Absence of God”, que falam da condessa húngara Elizabeth Bathory. Já “Riders of Apocalypse” trata dos Cavaleiros do Apocalipse, enquanto “Flagellum Dei (The Scourge of God)” aborda outro personagem histórico, Átila, o Huno, e “The Order of The Dragon”, sobre Vlad, o Empalador. “Além dos temas históricos e mitológicos, também abordamos temas mais atuais, como em ‘Cloak of Impunity’, que leva em consideração a classe política, criando leis que apenas os mantêm impunes, e ‘All The Pain (No Regret)’, em que mostramos a gana pelo poder e conquista sem qualquer barreira e remorso”, explicou Luiz Fernando. “A faixa ‘Seals of Misfortune’ é outra que trata meio que de política, mas ligada à religião, que usa qualquer meio para atingir seguidores e conseguir mais poder e dinheiro”, acrescentou o guitarrista e um dos fundadores do grupo.

Confira o webclipe para a faixa “Riders of Apocalypse” em https://youtu.be/P8kkG0GPtIo

Se o álbum de estreia, “Forbidden Art”, foi tido como um “ajuste de contas com passado”, visto que o Necromancer foi criado no final de 1986, “Pattern of Repulse” conta com “Terminal State”, faixa oriunda de uma ideia vinda da década de 90. “Ela fala sobre um mundo destruído e comandado por robôs. É o delírio de um de um indivíduo que ora estava sonhando e em outra estava na vida real, mas em um mundo já destruído e comandado por máquinas”, esclareceu Luiz Fernando.

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