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MOONCORPSE: Transitando entre o lado Folk e o Black Metal

O novo álbum do MOONCORPSE, “King of the Damned”, comprova toda a versatilidade do instrumentista Thiago Gasulla, que soube unir o mundo do Folk ao Black Metal com grande maestria. Cercado de influências musicais diversas e por temas ligados ao terror e fantasia, incluindo filmes e até mesmo jogos de tabuleiro, o músico paulistano tem buscado criar um ambiente mais amplo para a banda, como ele mesmo explica: “Eu sempre busquei minha identidade no Metal, as bandas que toquei sempre foram de Metal. Então a minha maior influencia vem do Metal. Mas ao trabalharmos com esse gênero, eu me sinto um pouco limitado, e a minha ideia é expandir, inovar, criar algo diferente. Neste segundo álbum eu trabalhei um pouco mais as linhas de guitarras, e no primeiro eu havia composto todas as faixas no violão, então o primeiro álbum tem uma ambientação focada no acústico. Com isso dá para sentir uma evolução de peso em relação do primeiro com o segundo álbum.”.

Cercado de ideias, Gasulla tem em mente dois projetos que pretende desenvolver ainda neste ano: “A minha ideia é regravar as melhores músicas dos dois álbuns, e lançar um CD novo, com um pouco mais de peso. Inclusive estou com a intenção já de começar a fazer shows com a Mooncorpse, de chamar músicos para fazerem parte da banda.”. Dentre deste panorama, de conciliar o lado Folk e o Extremo, Gasulla terá a missão de criar dois shows para a banda: “Por conta do estilo do Mooncorpse eu teria duas opções de shows, uma opção acústica (com toda aquela ambiência de terror) e uma opção Metal (que seria a versão para incluir a banda em festivais de Metal, etc)”.

Em breve serão divulgadas mais informações sobre estes shows e também sobre o novo álbum, que englobará o lado mais Metal do MOONCORPSE.

Assista ao lyric video de “The Graveyard”: https://youtu.be/Bozjx8ZXFJE

Ouça o álbum no Spotify:

https://spoti.fi/2TBrCv6

Créditos da foto: Gabriel Reis

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MICHELLY: Banda maranhense é revelação do Hard Rock brasileiro

Uma das grandes revelações do Hard Rock brasileiro, a banda maranhense MICHELLY divulga o EP “Freedom”, lançado digitalmente em todas as plataformas digitais no mês de junho e já conquista ótimo respaldo de público e critica. Estreando também nos palcos, o grupo fez uma apresentação eletrizante no Festival Mês do Rock, realizado no dia 20/07, no Fanzine Rock Bar em São Luis, cidade natal da banda. O grupo comenta este primeiro show oficial: Tivemos uma boa experiência de palco num local bem estruturado e a interação do público para com a banda foi bem melhor do que tínhamos imaginado para a primeira apresentação oficial da banda com músicas autorais”. 

Assista ao vídeo gravado no Festival Mês do Rock:

Embora o Brasil não seja um país com tradição no Hard Rock, mas sim em gêneros mais extremos do Metal, Dã Al Carneiro (vocal), Lucas Silva e Dayvisoon Trindade (guitarras) Luís Eduardo (baixo) e João Victor Padilha (bateria) não deixam de citar bandas contemporâneas do estilo e que fazem um trabalho qualidade e diferenciado: “Gostaríamos de citar a banda Dirty Swede, que é relativamente nova e é ativista pela causa animal e tem um estilo semelhante à Michelly. Também gostamos da banda Mattilha, que já é mais antiga e que vem trabalhando desde 2010 e tem seu trabalho reconhecido nacionalmente.”.

Atualmente o quinteto divulga seu o EP “Freedom”, com cinco faixas (“Hey Baby”, “Master”, “Freedom”, “Fly Back to Home”e “Never End”) e gravação foi feita no Estúdio Garagem com produção de Dã Carneiro, enquanto a capa é uma arte criada pelo artista gráfico Eron Araújo e os vídeos foram criados por Dayisson Trindade. Uma curiosidade que vem chamando a atenção dos admiradores da banda é o seu próprio nome, MICHELLY. Indagados sobre sua musa inspiradora, a resposta não causa surpresa:“Nós estávamos sem ideias para nome da banda, então nosso vocalista Dã Al Carneiro começou a pensar na sensualidade do Hard Rock e pensou no que passaria a ideia de algo sensual e acabou pensando em botar o nome de uma mulher, e então se lembrou da música ‘’My Michelly’’ do Guns N’ Roses e acabou cotando o nome da banda como Michelly!”.

Ouça “Freedom” no Spotify:

https://spoti.fi/2GgVIAc

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SLOW: Guitarrista relembra os tempos sombrios da ditadura

O trio porto-alegrense SLOW está divulgando o álbum “Lágrimas de Ícaro”, apresentando composições do início da banda, na década de 1980, época em que a ditadura instaurada no Brasil obrigava os músicos a passar suas músicas pelo crivo da censura. Lauro Levandowski (guitarra/baixo e vocal), um dos remanescentes daquela fase, relembrou alguns fatos que fizeram parte da carreira da banda naquela primeira metade de década, quando o Heavy Metal no Rio Grande do Sul dava seus primeiros passos. Formada nos idos de março de 1980, a SLOW passou pelos mesmos problemas da maioria dos músicos da época: não tinha equipamentos decentes e tocavam em qualquer lugar. Instrumentos como um violão serrado ao meio que virou uma “guitarra”, uma bateria improvisada com surdos, tarol e pratos e um piano elétrico, os jovens músicos deram o pontapé inicial do que viria a se tornar uma das primeiras bandas de Heavy Metal gaúchas. Após algumas melhorias, tudo iria ficando mais profissional e as primeiras composições foram criadas, assim como shows em Porto Alegre.

Ouça “Lágrimas de Ícaro” no Spotify:

Já em 1983, Lauro recorda que “falar deste ano é difícil, até pelo número de coisas que aconteceram. Tivemos o trabalho terrível de em meio à ditadura, registrar cada música, enviar letra e gravação, isso sem falar em reservar um teatro por duas semanas…”. O guitarrista se refere ao Teatro do IPE, local que abrigou dezenas de shows na época, e que era carregado de burocracia, afinal, já haviam tocado em diversos colégios de Porto Alegre e foi tudo muito fácil. “A diferença para os dias atuais é que no caso destes shows tinha todo um clima de ordem imposta por medo. As leis continuam as mesmas para coisas graves. Mas o clima que me refiro é de desconhecimento que podíamos ter mais liberdade. No caso da temporada no Teatro do IPE foi outro cenário. O pessoal da administração se surpreendeu quando eu e o Leandro fomos até lá para alugar o teatro por duas semanas. Achamos legal eles aceitarem, mas depois veio uma burocracia terrível para nós com apenas 18 anos. Todos os integrantes tiveram que se registrar na Ordem dos Músicos do Brasil. Depois gravar as músicas em fita K7 e encaminhar com as letras para a censura federal, levou cerca de dois meses para finalizarem as músicas no ECAD. Uma espera interminável para jovens sedentos por música.”

Entretanto, uma das músicas, “Demonólotra”, foi barrada pela censura por ser ofensiva. Lauro conta que poderia ser pior: Na época TODOS tinham pavor do fiscal do ECAD. Se ele “batesse” em algum bar e pedisse carteirinha de músico e se alguém da banda não tivesse não podia tocar. Em bares que tocamos, como o Rocket 88, o fiscal não apareceu, mas era comum a galera se ferrar. Nas apresentações no Teatro do IPE o ECAD não apareceu, somente a Brigada Militar, mas a administração estava lá e comunicou a legalidade do evento. A liberdade te permite ser criativo. Como ser criativo se já partir do princípio que algo pode ser censurado? É essa a liberdade que não tínhamos.”.

Ouça a versão original de “Incubus e Sucubus”, de 1983 e considerada um dos grandes clássicos da banda:

https://soundcloud.com/slow-band-brazil/incubus-e-sucubus1983

Ouça a versão original de “Demonólotra”, censurada em 1983:

https://soundcloud.com/slow-band-brazil/demonolatra1983

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A SORROWFUL DREAM: Debut “Toward Nothingness” completando dez anos

A banda gaúcha de Dark Metal A SORROWFUL DREAM está iniciando as comemorações de dez anos do lançamento de “Toward Nothingness”, seu primeiro álbum, disponibilizado em novembro de 2009 e produzido por Sebastian Carsin do Estúdio Hurricane. O vocalista Éder Macedo comenta que há planos de fazer uma comemoração especial sobre esta data tão importante, mas que ainda é cedo para confirmar: “Temos todos os planos possíveis… e nenhum (risos). Na verdade, não queremos que essa data passe em branco. Afinal, foi nosso primeiro full-length e tem um papel importantíssimo na construção de nossa identidade sonora e pessoal. Estamos ainda em tratativas, por isso, ainda, não vamos divulgar nada até que esteja 100% confirmado… Mas algo acontecerá!”.

Até chegar a “Toward Nothingness” a banda havia lançado inúmeras demos e singles, conquistando um ótimo público, não apenas no Rio Grande do Sul. Mas era uma época diferente, sobretudo na década de 90, quando a internet ainda não era utilizada como hoje. Éder conta do que sente mais falta daquela época e faz uma comparação dos dias atuais: “Ah! Anos 90! Sentimos falta de nossa juventude e vitalidade! (risos) Na verdade, é uma situação bem diferente da de hoje. Quando comparamos aos dias de hoje, no quesito acesso à informação e a bandas, percebemos que tínhamos acesso a praticamente nada e tínhamos que batalhar muito para conseguirmos o mínimo. Essa a saudade que fica: a batalha. Lembro-me de uma coletânea de Doom Metal, em K7, que o Agnaldo, da Serpent Rise, passou para um de nossos amigos. Não conhecíamos a banda A Serpent Rise ainda e a ASD ainda não existia. Cultuávamos aquela K7. Ouvíamos banda por banda, discutíamos os detalhes de cada música em audições regadas a vinho barato. Havia uma “tosquice” que nos unia e que também unia a cena Metal. Assim, tínhamos excursões para shows, festivais no interior em ônibus apertados, dormíamos em rodoviárias, tocávamos em festivais em pequenas cidades e palcos apertados… Enfim, sentimos falta disso e do tempo que dispúnhamos para fazer parte da cena – a vida adulta hoje nos impede de muita coisa.”.

E foram justamente com a experiência adquirida com estes inúmeros lançamentos nas décadas de 1990 e 2000 que a banda forjou uma sonoridade bem característica, juntando influências que vão do Gótico/Pop dos anos 80 até o Metal Extremo e música clássica. Entretanto, para o vocalista, o grande segredo desta sonoridade é a soma de todas as influências dos integrantes: “Não acredito que sejamos muito originais. Na verdade, nunca priorizamos a originalidade. Claro, também nunca visamos ao plágio. O que queríamos era fazer um som que estivesse em acordo com as individualidades dos sete integrantes da banda. É isso! Se, de alguma forma, ele parece original é porque nossas composições, por mais que, em sua grande maioria, partam do Lucas, são sempre submetidas a um processo no qual cada um contribui e busca deixar sua marca. Acreditamos nas individualidades e no crescimento musical de cada um, logo, dizer que a banda tem uma sonoridade própria é dizer que cada indivíduo nela possui uma sonoridade que o caracterize. E anos e anos de convivência também contribuem para a construção de uma identidade.”.

Hoje formado por Éder Macedo (vocal), Josie Demeneghi (vocal), Geovane “Tuko” Lacerda (baixo), Mari Vieira (teclados), Aurélio Martins (guitarra), Lucas Vargas (guitarra/violinos) e Marcelo Dornel (bateria), o grupo se concentra no término das edições de dois novos video clipes, que serão disponibilizados nos próximos meses. Além disso, há o processo de composição do terceiro álbum, sucessor de “Passion” (2015). Éder revela mais um pouco da identidade musical do grupo: “Vou contar um segredo! Em meio ao processo de composição em que estamos, acabamos percebendo que, em um trecho da música, estávamos plagiando a nós mesmos. Interessante, não! O mais interessante é que, para nós, isso não se trata de um problema: primeiro, porque o trecho se encaixava perfeitamente no todo da música; segundo, porque ele revela que há uma identidade natural da banda, que não é construída, pois surgiram a partir de trabalho em grupo, convívio, concordâncias, discordâncias, afinidades, enfim…”.

Ouça “Toward Nothingness” no Spotify:

https://spoti.fi/31fvh69

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APOCALYPSE: Primeiro álbum de Progressivo nacional gravado ao vivo nos EUA completa 20 anos

APOCALYPSE foi a primeira banda de Rock Progressivo nacional a lançar um CD duplo ao vivo, há vinte anos. Também foi a primeira a gravar um álbum ao vivo nos EUA. O tecladista Eloy Fritsch conta que “O Apocalypse sempre gostou de desafios. Acreditamos na nossa música e gostamos muito do que fazemos. Então isso nos motiva a buscar alternativas para criar e promover nossa arte. O show dos EUA foi gravado pelos americanos e a qualidade das fitas ficou tão boa que resolvemos lançar o CD duplo incluindo também um CD-ROM com vídeo clipe da música “Jamais Retornarei”, produzido pelo meu irmão, Ruy Fritsch.”.

Voltando no tempo: em 1999 o APOCALYPSE já havia lançado três álbuns pela gravadora francesa MUSEA e uma coletânea desses álbuns pela gravadora Atração, de São Paulo. A música “Notre Dame” fez parte de uma coletânea de bandas europeias e estava fazendo sucesso entre os fãs de Progressivo. Nesta época o grupo foi convidado para participar de um dos maiores festivais de Rock Progressivo nos USA, o ProgDay, realizado na Carolina do Norte. Uma curiosidade é que a banda viajou sem instrumentos para os EUA, pois o festival forneceria toda a infraestrutura, incluindo os instrumentos.

Confira um apanhado de clássicos da banda escolhidas pelo tecladista Eloy Fritsch:

https://spoti.fi/2M1sGco

Eloy comenta como foi esta autêntica aventura em detalhes: “Viajamos aos EUA e ficamos 10 dias (cinco na Flórida e cinco na Carolina do Norte) por conta dos promotores do evento. Foi uma aventura. O festival é internacional então tocaram bandas da Itália, França, Panamá e norte-americanas. Nosso show foi muito aplaudido e precisamos voltar ao palco após o show. Viajamos sem os instrumentos e quando chegamos lá a produção havia colocado no palco todos os instrumentos que pedimos. Para mim, por exemplo, tinha sete teclados, dentro os quais, um órgão Hammond com caixa Leslie e dois minimoogs. O festival era ao estilo Woodstock, com vários americanos acampados em uma fazenda e várias lojas de discos vendendo de tudo sobre Progressivo, inclusive todos os nossos CDs. Quando retornamos ao Brasil recebemos pelo correio as fitas ADAT gravadas com o show da banda e conseguimos produzir nosso álbum duplo ao vivo. A equipe de som americana tinha gravado em 24 canais digitais, logo o som do CD também ficou de boa qualidade.  O Eduardo Campos programou o CD-ROM, o Mauro Machado pintou as paisagens com os duendes e elementais  e o guitarrista Ruy Fritsch fez a edição do vídeo clipe. O álbum “Live in USA” é uma  produção que investimos muito e uma das principais realizações do Apocalypse“.

No retorno dos EUA o APOCALYPSE foi pauta das principais revistas brasileiras de Rock e realizaram apresentações com o mesmo setlist em Porto Alegre. Também integraram a coletânea espanhola “Margen” e o “ProgDay 7 Box Set” – uma edição limitada de uma caixa comemorativa do Festival Internacional de Rock Progressivo com todas as bandas do evento, entre elas: Glass Hammer, Ars Nova e Discipline. O álbum “Live in USA” foi lançado no Brasil pela gravadora carioca Rock Symphony e ganhou um show de lançamento, realizado no Salão de Atos da UFRGS em 2000. Os irmãos Fritsch são os únicos que continuam na banda e que participaram desse registro histórico do Rock gaúcho.

Assista ao vídeo de “Último Horizonte”, gravada ao vivo em Porto Alegre, em 2000 no lançamento do álbum “Live in USA”:

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SYMMETRYA: Divulgando as redes sociais oficiais e agendando clipe para agosto

A banda catarinense de Heavy Metal SYMMETRYA agendou para o mês de agosto o lançamento do vídeo clipe da música“Armageddon”, música criada para prestar homenagem ao festival homônimo realizado em Santa Catarina. “Armageddon” foi composta pela banda com a participação de Lucas Scaravelli (Dr. Stinky) da banda Zombie Cookbook e foi gravada nos estúdios Rota 66 Music Studio e Estúdio Madruga em Santa Catarina. Esta será a estreia em estúdio do novo baixista, Filipe Moreira, iniciando uma nova fase na carreira do grupo. O grupo também informa suas redes sociais oficiais, listadas abaixo e as únicas a fornecerem informações corretas para o andamento dos trabalhos do SYMMETRYA.

“Armageddon” é a primeira música inédita da banda após o álbum “Beyond the Darkness”, lançado em 2018 e composto de dez faixas que abordam importantes obras literárias nacionais e internacionais. A faixa “Crime of the Century” é baseada na clássica obra “O Escaravelho do Diabo”, da escritora Lúcia Machado de Almeida, vencedora de diversos prêmios literários. O SYMMETRYA também buscou inspiração no escritor americano Stephen King na letra de “Rose the Hat”, baseada em personagens do livro “Doutor Sono”. Rose, a Cartola, uma personagem do livro, é uma vila e líder de um culto que captura crianças que possuem dons sobrenaturais. “Doutor Sono” foi o 61º livro publicado de Stephen King, e é o seu 50º romance, e o 43º em seu próprio nome. “Beyond the Darkness” está disponível em todas as plataformas digitais.

Ouça “Armageddon” no Youtube:

http://bit.ly/2QCkZsD

Foto: Makila Crowley

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VALÉRIO EXTERMINATOR: Confira detalhes do projeto de coletânea do Metal Mineiro

O guitarrista VALÉRIO EXTERMINATOR está divulgando os detalhes de seu projeto, que envolve o lançamento de uma coletânea com bandas do Metal de Minas Gerais. A coletânea será no formato CD, acrílico, com encarte de 16 páginas, letras das 12 músicas e fotos das bandas. Todas as músicas serão inéditas, com pegada old school. Toda a arte final será de responsabilidade de Fernando Lima (Drowned). A ideia é celebrar, inclusive, os mais de trinta anos de lançamento da coletânea “Warfare Noise”, que contou, em 1986, com as bandas Holocausto, Chakal, Mutilator e Sarcófago. A nova coletânea, organizada por Valério, trará Chakal, Mutilator, Sextrash, Sepulchral Voice, BHell e Holocausto Inc.

Formas de patrocínio:

Pessoa física – R$ 45,00. Direito a foto (selfie de rosto) com nome e sobrenome colocados abaixo da foto. Se for integrante de banda: nome sem sobrenome e nome da banda. Não será colocado a logo da banda, abaixo da foto. Essa pessoa receberá um CD, e pagará pelo frete. Se for de Belo Horizonte, receberá o CD em mãos.

Pessoa física dono de zine – R$ 90,00. Direito a foto (selfie de busto) com zine na mão. Será colocado abaixo da foto o nome, sem sobrenome e o nome do zine. Não será colocado logo do zine abaixo da foto. A pessoa receberá um cd, e pagará pelo frete. Se for de Belo Horizonte, receberá em mãos.

Pessoa jurídica – R$ 180,00. Direito a logo e endereço eletrônico de sua empresa. Receberá um CD sem frete se for de Belo Horizonte, e com frete, se for fora de Belo Horizonte. Não serão aceitos nesse patrocínio, lojas de CDs, mas tatuadores, estúdios de ensaio/gravação, escolas de música, lojas de instrumentos musicais, luthiers, sites e portais de metal, assessorias de imprensa, lojas de roupas e acessórios de Metal.

Pessoa jurídica/loja de CDs: R$ 450,00. Receberá 50 CDs. Pagará pelo frete se for fora de Belo Horizonte, e sem frete se pegar em mãos. Terá seu logotipo e endereço eletrônico no encarte.

Não haverá reserva. Cada tipo de patrocínio tem um limite já pré-estabelecido pelo responsável do projeto. A reserva oficial ocorrerá somente após o envio, do último comprovante de depósito. Após o último pagamento será enviado o contrato para o patrocinador. A data da gravação da coletânea será anunciada em dezembro. Passos para realizar sua reserva:

– Entrar em contato com Valério Salles

(vallexterminator@gmail.com) /  https://www.facebook.com/valerio.salles.3

Whatsapp: 31 9 99428882

– realizar o depósito

– enviar o comprovante de depósito

Formas de pagamento:

Pessoa física R$ 45,00 á vista

Pessoa física dono de zine: 2 x R$ 45,00 (agosto e setembro).

Pessoa física valor R$ 180,00: 3 x R$ 60,00 (agosto, setembro,outubro)

Pessoa jurídica/ lojas de CDs: R$ 450 / 3x R$ 150,00 (setembro, outubro, novembro). Atenção: se você quiser se antecipar e garantir sua vaga, poderá dividir as parcelas nos meses de agosto, setembro e outubro.

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RIPPING MY SOUL: Guitarrista revela detalhes sobre o EP de estreia

A banda gaúcha RIPPING MY SOUL foi formada em 2017 na cidade de Porto Alegre/RS, mostrando originalidade de suas músicas, criatividade e representação teatral em seus shows, sempre buscando envolver o público pelo visual e fúria de suas apresentações. Logo em suas primeiras apresentações já chamaram a atenção ao subirem no palco caracterizados com suas máscaras, indumentárias e maquiagem artística, que diferenciam muito o show, conquistam a audiência e contagiam a todos desde o início chamando o público a participar e interagir até o final. Sobre essa vontade em buscar uma identidade visual, a banda declara que “Sempre gostamos de diferenciar não só musicalmente, mas também na parte visual, acreditamos que quando vamos fazer um show, não podemos subir ao palco e apenas tocar, precisamos também levar o espetáculo para o público, fazer com que o público se identifique com a banda, que deixe marcado algo que vão levar consigo, a ideia do visual também vem muito do que tratamos nas músicas”.

A banda conta com músicos experientes, com estrada e bastante bagagem de outros projetos musicais e artísticos. A música da RIPPING MY SOUL soa moderna, forjada nas raízes do Heavy e Thrash metal não deixando de lado todo o conhecimento adquirido por seus integrantes em suas composições. Os músicos costumam dizer que tocam “Full Metal”. O guitarrista Jay Torres explica o conceito: “Denominamos-nos assim porque não podemos dizer que somos uma banda True Metal, Heavy ou Thrash, gostamos de muitas coisas e absorvemos muitas influências de cada integrante, até mesmo fora do Metal, o que é muito legal, pois podemos, em algum momento, inserir uma passagem mais Jazz ou uma batida mais rápida. Temos uma variação de elementos na música, em momentos mais Heavy, outros mais Thrash, alguns momentos misturando elementos de Industrial, isso acaba trazendo um som mais moderno pra banda, nos denominamos como Full Metal, um Metal como um todo, acho que podemos dizer que somos a primeira banda se denominar Full Metal! (risos)”.

As letras tratam centralmente o ser humano, seus anseios, medos e fragilidades psicológicas. Em cada nova apresentação a RIPPING MY SOUL busca entregar um espetáculo completo, trazendo muita garra, surpresas e muito metal para entretenimento do público. Os irmãos Jonas Torres (vocal) e Jay Torres (guitarra), aliados ao baterista Lucilo Thomé, trabalham agora na finalização do EP “Lost My Soul”¸que será lançado ainda no neste semestre. Na definição do guitarrista, o contraponto entre o nome da banda e o nome do EP trata de falar sobre a alma de uma forma mais abrangente: “quando se trata em falar de alma, é normal tratarmos isso com religião, mas na banda cada um tem um ponto de vista diferente sobre religião e crenças e acho que isso ajuda muito na hora de criar algo, acaba que a banda não fique focada em apenas um assunto ou ideologia. Gostamos de tratar sempre algo no psicológico das pessoas, acho que a alma é a essência de tudo, vai além de crenças é algo ainda que pra nós seja incógnito, acredito que pra tudo há uma explicação, mas nem tudo ainda nós estamos preparados pra absorver ou explicar, a alma é algo que nos faz viver e seguir em frente, é o que te faz forte e fraco, o que te anima ou derruba, então esteja preparado pra você em qualquer momento perder a sua alma! (risos)”.

“Lost My Soul” será a estreia da banda e contará com seis músicas: “Lost My Soul”, “Reddish Sky”, “Hate Your Life”, “Take Me Down”, “Buried Alive” e “Dead Bite”. Jay Torres destacou detalhes sobre algumas faixas: “O que se pode esperar deste EP são músicas com groove, peso e violência. Vamos lançar seis músicas, mas ainda estamos pensando sobre algum bônus. “Hate Your Life” traz influências do Hardcore nova-iorquino que gostamos muito, enquanto “Take Me Down” é a música mais Thrash desse EP, uma música rápida, com riffs poderosos! “Buried Alive” talvez seja a música mais comercial desse trabalho, com um refrão bastante pegajoso, enquanto “Dead Bite” é a música que mostra o porquê somos Full Metal, é o nosso diferencial nesse EP!”.

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MOTORDRUNK: Show no SESC de São José do Rio Preto na próxima semana

No próximo dia 01/08 a banda de Heavy Metal MOTORDRUNK fará uma apresentação gratuita no SESC de São José do Rio Preto/SP, apresentando as músicas de seu debut autointitulado. Sergio Naza (vocal), Rafael ’69’ Dias (guitarra), Mauricio Lopes (guitarra/teclados) e Jovani Fera (bateria) estão comemorando uma década de devoção extrema ao som pesado, e embora ainda trabalhem na divulgação do debut, já estão dando os primeiros passos para o segundo álbum. Mauricio Lopes conta que para este ano ainda planejam o lançamento de dois videos clipes e mais shows pelo país, e revela detalhes sobre o vindouro novo CD:“Estamos preparando o material para um próximo álbum, onde temos a pretensão de iniciar as gravações no ano que vem. Inclusive, no show do SESC de São José do Rio Preto, apresentaremos uma inédita, que fará parte desse próximo álbum. A ideia é juntar todas as ideias e terminar as composições até o final do ano. Pelo que já temos pronto posso afirmar que há uma evolução natural em relação ao primeiro CD, ao mesmo tempo em que buscamos intensificar nossas influências em busca de uma sonoridade bem “motordrunkiana”!”.

O show será realizado na quinta-feira, 01/08, a partir das 21h, no SESC de São José do Rio Preto/SP, localizado na Avenida Francisco das Chagas Oliveira, 1333.  

Assista ao video clipe de “Motordrunk”:

Esse próximo show da banda será no SESC, que vem abrindo as portas para o Metal em todo o Brasil. O mais interessante é que a entrada é gratuita. E nos tempos estranhos em que vivemos, onde o Brasil tem 13 milhões de desempregados, a entrada gratuita é uma oportunidade para o pessoal comparecer em peso. Mauricio dá sua visão: “Nos últimos anos, apesar de ainda existirem ótimos bares, pubs e festivais, tivemos uma grande queda considerando o espaço para o Rock, principalmente o Metal. É uma excelente oportunidade para o público e para as bandas que se apresentam também. Achamos excelente a iniciativa do SESC incluir o Metal culturalmente, e esperamos que mais iniciativas como esta percorram por todo o Brasil, abrindo um novo caminho para o underground.”.

Sobre o cenário Metal da cidade, Maurício aposta que a queda para os espaços dedicados ao Metal seja uma consequência global:“A cena, aqui no interior paulista, como no mundo inteiro, teve uma grande queda nos espaços para o Metal. Porém, bandas de altíssima qualidade nasceram por aqui é estão começando a fomentar o estilo. Como todos sabemos, o Heavy Metal não é um estilo muito popular, ainda mais no Brasil, e somado ao fato de a população estar sofrendo uma forte crise econômica, as prioridades acabam mudando, mas não podemos desistir e nos deixar abalar, afinal, é diante das dificuldades que prosperamos.”.

Ouça o álbum no Spotify:

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OVERDOSE NUCLEAR: Versão física do álbum disponível e destaque na Metal Hammer

A trajetória da banda OVERDOSE NUCLEAR teve início em 2012, na cidade litorânea de Ubatuba/SP, quando quatro jovens sedentos por Thrash Metal se deram conta que o litoral norte de São Paulo não é feito somente de sol, belas praias, mata atlântica nativa e gente andando seminua, mas também feito de muita chuva, lugares esquecidos por Deus, miséria, juventude sem esperança, corrupção e abandono da população pelos governantes. Foi nesse cenário ambíguo entre o sol do verão com seus turistas em belos carros e as chuvas e escassez de trabalho do restante do ano que surgiu a banda OVERDOSE NUCLEAR, disposta a criar um Metal forte e agressivo cantado em nossa língua natal.

Após o lançamento da demo “Os Urros que vêm da rua!” em 2015 a banda seguiu firme, criou seu próprio festival (o já tradicional “Inverno de Aço”) e agora celebra o lançamento físico de seu primeiro álbum completo, com Samuel Marques na bateria, Gustavo Albado no baixo, Marcus Goulart na guitarra e Julio Candinho no vocal prontos para se tornar um dos maiores nomes do Metal brasileiro da atualidade. Composto de oito faixas, o quarteto não se baseou apenas no Thrash Metal para construir sua sonoridade. Há elementos massivos de Heavy Metal à la Black Sabbath, com riffs pesadíssimo e uma aura densa e dotada de grande personalidade.

“Overdose Nuclear” foi disponibilizado nas plataformas digitais em maio deste ano, mas agora já pode ser adquirido em versão física direto com a banda, através de sua página no Facebook ou pelo seguinte link: https://overdosenuclear.com/product/327153. O CD também será comercializado nos shows que a banda fará nas cidades de São Paulo (26/07 no Da Tribo Estúdio e 27/07 no Centro Cultural Zapata), Diadema (28/07 no Container Pub Stop) e Caraguatatuba (31/08 na Praça da Cultura).

Ouça “Overdose Nuclear”:

https://spoti.fi/2GVBZpq

Também foi disponibilizada recentemente uma resenha e entrevista no site da Metal Hammer Portugal, que enalteceu o fato de a banda cantar em português e no bate papo pôde descobrir um pouco mais do que move a banda, seja em sua trajetória ou nos seus ideias. Questionada sobre a ideologia que encobrem algumas letras do álbum, a banda respondeu: “Em pleno Séc. XXI tivemos que voltar os olhos novamente para a aniquilação global. Nunca tivemos tantos líderes populistas e loucos a governar nações. Sabem que há um gajo laranja na Casa Branca? No Brasil, um foi eleito prometendo legalizar armas para a população – um país que tem a taxa de homicídio de um país em guerra? Isso, ao lado do aumento da dependência da tecnologia. Não vemos mais o futuro como algo a ser sonhado, sim algo que para ser temido, um futuro claustrofóbico como se estivéssemos presos nas teias da destruição. Também fazemos duras críticas sociais e há umas boas doses de terror nas nossas letras.”.

Confira o texto completo em:

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ALCHIMIST: Confira todas as datas da “Tour of Mysteries pt.1”

A banda ALCHIMIST, de São Luís/MA, está divulgando a “Tour of Mysteries pt.1″, turnê que percorrerá várias cidades da região sul do Brasil neste mês de agosto, além de duas datas no Pará, promovendo assim o lançamento dos singles “Demonized” e “Never Forget”. Cássio Marcos (vocal), Daniel Azevedo e Ruan Cruz (guitarras), João Lobo (baixo) e Dã Carneiro (bateria) estão preparando também o material que fará parte de seu debut, com previsão de lançamento para o segundo semestre deste ano.

Ouça “Demonized”:

Esta será a primeira turnê da banda fora da região do Maranhão, e a empolgação para este giro inédito é sentida nas palavras do guitarrista Daniel Azevedo: “Estamos nos preparando para estas datas há alguns meses, e quando finalmente fechamos as datas sentimos um grande alívio e a empolgação foi imediata, afinal, quantas bandas conseguem percorrer o Brasil desta forma? É um país enorme, e apesar das dificuldades que os brasileiros conhecem tão bem, sabemos o quanto os headbangers são receptivos e sedentos por Metal. Trata-se de um importante passo em nossa carreira! Buscamos com estas datas levar um pouco do Metal feito em São Luís para o pessoal do sul e logo depois subiremos para o Pará e encerraremos as datas em nossa cidade natal!”.

Os singles “Demonized” e “Never Forget” abordam os tradicionais temas obscuros que caracterizam a banda, que a partir deste ano passou a adotar uma identidade visual baseada nesse conceito. No vídeo clipe para a música “Beyond Darkness”, lançado em janeiro, os músicos estrearam pinturas faciais, e na época, explicaram o conceito: “O visual foi todo pensado como forma de introduzir também uma “persona” aos integrantes, pra você ter uma ideia, até nós, os integrantes, somos como o “Alquimista”ou seja, personagens de uma história e conceito, que vai permear todo o material da Alchimist a ser lançado.”.

Assista ao vídeo clipe de “Beyond Darkness”:


Confira as datas:

02/08 – Hangar – Curitiba (PR)

03/08 – Festival Agosto Negro – Laguna (SC)

08/08 – Moto Garage – Santa Maria (RS)

09/08 – Signos Pub – Porto Alegre (RS)

10/08 – Galera’s Rock Bar – Lajeado (RS)

11/08 – TBA – Cachoeira do Sul (RS) 
14/08 – TBA – Venâncio Aires (RS)

16/08 – Mercearia 400 – Belém (PA)

17/08 – Inconveniência Rock Bar – Castanhal (PA)

14/09 – Alchimist Ritual – São Luis (MA)

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THUNDER FORCE: Novo line-up prepara material inédito

Formada no início de 2005 a banda gaúcha THUNDER FORCE tem em seu DNA diversas influências dos mais variados estilos do Heavy Metal e Rock Clássico, porém sempre focando no Progressivo. Em seu currículo constam inúmeros shows pelo Rio Grande do Sul e trabalhos como o single “Sonhos e Pesadelos” (2006) e o EP “Silence In Darkness” (2008), que conta com quatro composições. Também neste período a banda foi destaque de uma revista nacional especializada em Heavy Metal, em uma sessão de bandas emergentes no país, tendo seu corrente trabalho muito bem aceito pela crítica especializada, e finalmente em 2010, com “Stranger Calling My Name”, o último trabalho realizado. Na primeira fase do grupo a movimentação era intensa, como explica o guitarrista Leonardo Fernandes: “A banda sempre foi muito ativa, principalmente de 2006 à 2008, mesmo com a rotatividade de integrantes, porém os períodos de ano se mantinham com formação praticamente consolidada, a intensidade de ensaios, composições e apresentações, eram muito altas para uma banda de Heavy Metal.“.

Ouça “Stranger Calling My Name”:

https://spoti.fi/2GovVX0

Munidos de influências de Iron Maiden, Helloween, Blind Guardian, Megadeth e Metallica, aos poucos novas sonoridades iriam sendo adicionados ao gosto dos músicos: “Estas foram as primeiras influências, como praticamente todo amante do estilo, porém com o passar dos anos, a banda foi evoluindo para outras vertentes, o que acabou moldando o estilo atual das músicas e letras. As influências muito fortes de Dream Theater, Death, Symphony X, entre outras, acabaram acrescentando para essa pegada atual, sem esquecer é claro das vertentes iniciais.”.


Em meados de 2014 a banda se desfaz por caminhos profissionais que cada integrante naquela época trilhou, porém em abril de 2018 após mais de três anos e meio parada, a banda retorna com Leonardo Fernandes (guitarra) e Marlon Martins (guitarra) da formação clássica, os quais compuseram e gravaram os dos últimos singles da banda, juntamente a Gabriel Brunelli (bateria), Raul Giacomin (baixo e baking vocal) e Márcio Oliveira (vocal). O retorno do THUNDER FORCE ficou nas mãos dos guitarristas, conforme explica Leonardo: “Eu e o Marlon sempre mantivemos contato apesar das distâncias impostas por conta de compromissos profissionais, mas em uma conversa entre nós e o Júlio Chagas (ex-vocal) aparentemente sem pretensões alguma, surgiu a ideia de nos reunirmos novamente, e então a busca pelos integrantes restantes começou, logo no início da banda o Marlon nos apresentou o Gabriel (baterista) que pra nós foi uma alegria, poder contar com um cara da capacidade, competência e dedicação dele, então assim mesmo sem contar com um baixista, voltamos aos ensaios.”.

Conforme as coisas foram se ajeitando, aos poucos a banda iria revivendo as músicas antigas e ao mesmo tempo buscavam um novo baixista. “Voltamos aos poucos, tocando principalmente nossas músicas próprias (o que não foi fácil!) e vimos a necessidade de procurar um baixista e definir o set list. Antes, porém, Júlio deixa o posto de vocalista. A entrada de Márcio em seu lugar foi bem acertada, pois de início era apenas um quebra galho e está conosco até hoje! Após alguns testes com diversos baixistas chegamos ao Raul. A banda agora está 100% consolidada, e com muita vontade e empenho em fazer algo novo, compor, gravar e tocar por ai, eu e o Marlon temos certeza que isso vai durar por muitos anos, pois é incrível a parceria que temos dentro e fora do estúdio.”.

E é com esta formação que o grupo trabalha na criação do primeiro álbum, que será lançado no primeiro semestre do próximo ano. Leonardo conta como está o planejamento: “Não só planejamos como estamos trabalhando intensamente para que isso aconteça, nosso planejamento é para o primeiro semestre do ano que vem, porém como por vezes alguns compromissos profissionais nos impedem de ensaiar e nos reunirmos para compor, pode ser que esta meta se prolongue um pouco, mas estamos trabalhando, já temos alguns materiais novos até certo ponto definidos que estamos finalizando, mas vem coisa boa por ai!”. Indagado sobre o que move a banda a continuar, o guitarrista é enfático: “O mundo, sonoridade e atitude que envolve o Heavy Metal, em todas suas fluentes é o que sempre nos apaixonou e motivou a seguir por este caminho, mesmo que seja difícil e muitas vezes penoso, o que acaba ceifando muitas pessoas para outros estilos, até por questões de necessidade financeira isso é muito comum, porém a Thunder Force sempre foi uma militante do estilo, é simplesmente nossa vida voltada ao heavy metal, é o que amamos e reverenciamos a cada dia mais e mais, jamais desistiremos!”.

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FÖXX SALEMA: Confira vídeo de tributo acústico a Andre Matos

A cantora/musicista FÖXX SALEMA, que no momento está divulgando o recém-lançado álbum “Rebel Hearts”, participou de um festival em homenagem ao vocalista André Matos (Viper, Angra, Shaman) na cidade e Belo Horizonte/MG, onde, ao lado de diversos músicos, interpretou vários clássicos da carreira do músico em formato acústico. Enquanto o álbum recebe diversos elogios e ao mesmo tempo lida com o preconceito contra a causa LGBTQ+ e engajamento de esquerda, o trabalho continua. Em relação ao tributo a Andre Matos, a vocalista comentou sobre a excelente receptividade: “Foi ótima, mesmo eu cantando doente e sem ensaio, a reação das pessoas foi excelente! A maioria ali nunca tinha me ouvido cantar e mesmo as que me conheciam, devido à distância de onde eu morava, nunca tinham ido a algum show meu. O público gritou pelo meu nome, cantou junto, assoviou, aplaudiu e vibrou durante toda apresentação. Tudo isso está registrado em vídeo, foi um momento de energia muito positiva, porém realizado infelizmente devido a essa grande perda.”.

Assista ao tributo:

Já se passou mais de um mês que André Matos faleceu e parece que a ficha ainda não caiu para a maioria dos fãs e dos músicos que trabalharam com ele. Músico completo, ele sempre será uma importante influência para diversos músicos, dos mais variados estilos. FÖXX conta como conheceu seu trabalho: “Eu ouvi o André a primeira vez no álbum “Theatre of Fate”, mas já era o ano de 1991. Eu, que já cantava, comecei a atender ao pedido de pessoas que gostavam de me ouvir interpretando a música “Living for the Night” e a partir dali, tendo ciência de que minha tessitura vocal era similar à dele, comecei a ser influenciada pelo seu trabalho. Isso se reforçou após o lançamento do álbum “Angels Cry”, o qual eu o vi e ouvi pela primeira vez ao vivo no Monsters of Rock de 1994 e depois se consolidou totalmente com o álbum “Holy Land”, o meu favorito do Angra. Em 1997 eu entrei numa banda autoral mineira de Metal Melódico chamada 7th Key, e dentre os poucos covers que a gente tocava, estava a música “Make Believe”.”.

FÖXX conta, que apesar de não ter uma formação erudita como ele, já foi solista em um coral de sua cidade natal, Bragança Paulista (SP), e devido às composições de Andre, sempre gostou dessa fusão entre o Heavy Metal e a música clássica. As influências podem ser sentidas em “Rebel Hearts”: “Muitas pessoas estão elogiando o meu primeiro álbum autoral e comparando com o Viper, o que pra mim é gratificante, ainda mais se levarmos em conta que as músicas são minhas e foram feitas sem uma formação fixa de banda. Eu tenho bastante orgulho, por exemplo, de ter composto e principalmente cantado sozinha todas as linhas de voz: principal, backing vocals e coral. A influência do André Matos sobre a minha arte é nítida e eu acredito que isso nunca me deixará, mesmo com o falecimento dele. Inclusive a minha admiração por ele em termos pessoais cresceu ainda mais após saber que o mesmo era também, ateu e de esquerda.”.

Ouça o álbum no Spotify:

https://spoti.fi/2KVPs4S

Como já foi noticiado, logo que o CD foi lançado, páginas e pessoas ligadas a rádios e sites brasileiros mostraram que há muito preconceito em relação não só às pessoas transgêneras, mas também mostraram que a polarização política tem afetado também a cena musical. Lidar com isso tem sido uma tarefa complicada. A vocalista desabafa: “Tem sido deveras estressante, E o ponto nem é tanto o fato de não me divulgarem mais ou o boicote “grupal” a mim, como eu sempre frisei quando questionada: ninguém tem a obrigação de tocar o meu álbum. O grande problema é a hipocrisia e prepotência direcionadas a mim, em comentários e mensagens hostis com ameaças e ofensas de cunho transfóbico. Estão rolando publicações caluniosas e difamatórias, montagens pífias com fotos minhas e ataques a minha página e até mesmo ao meu perfil pessoal (que foi derrubado, mas está novamente no ar) e também o do meu estimado marido. Tudo isso cometido por extremistas cristãos e apoiadores do Bolsonaro e do Governo atual, que vivem unicamente de destilarem ódio, fake news e separatismo, sob a falsa e covarde bandeira “do patriotismo e da moral e dos bons costumes”. O que a meu ver é lamentável, pra se dizer o mínimo e só mostra toda falta de ética e profissionalismo por parte desses indivíduos.”.

Paralelo a isso, a banda está sem guitarrista. A busca por um integrante está em andamento, mas FÖXX teme que a tarefa demore mais do que o esperado, justamente por toda esta onda de ataques virtuais: “Eu sinto que as pessoas estão com receio de integrarem a minha banda, por medo de tudo isso que está me acontecendo, e olha que não há custo com ensaios para integrantes. Eu até entendo um pouco o lado delas, afinal, não basta apenas tocar bem para recriar o que existe, também tem de ser alguém que no mínimo seja de esquerda e que tenha principalmente coragem pra enfrentar de cabeça erguida as adversidades que nos estão sendo impostas. Atualmente existem pessoas que se dispuseram a realizarem um teste para vaga, seja como for, a procura no momento ainda continua.”.

Para se candidatar ao posto de guitarrista, basta entrar em contato pela página da banda ou pelo e-mail da assessoria:wargodspress@gmail.com. Dentre os pré-requisitos, é necessário que os interessados cantem os backing vocals, deem ênfase na fidelidade dos arranjos e solos, sejam maiores de idade e emancipados judicialmente. O repertório é focado principalmente nas músicas autorais, com a adição de eventuais covers. Os testes e posteriores ensaios ocorrerão em um estúdio na cidade de Belo Horizonte/MG e não terão custos para os integrantes.

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MORTTICIA: Produtor fala sobre o processo de gravação do novo EP

A banda porto-alegrense MORTTICIA está prestes a lançar seu novo trabalho, o EP “A Light in the Black”. O grupo tem se destacado pela sua sonoridade voltada ao Heavy Metal tradicional, e pode ser considerada um dos expoentes da N.W.O.T.H.M. (New Wave of Traditional Heavy Metal) no Rio Grande do Sul. Trabalhar com esta sonoridade mais clássica do Heavy Metal pode parecer fácil, mas corre o risco de soar datada se não for trabalhada da maneira correta. O produtor do EP, Eric Nunes, do estúdio Mezzo, de Canoas/RS, dá sua opinião sobre a sonoridade da banda e como tem sido produzir este material: “O som da Mortticia inicialmente me soou muito anos 80, mas com o passar do tempo acabamos trazendo alguns elementos modernos, mas nunca perdendo a “raiz oitentista”. Trabalhar essa sonoridade hoje é um pouco mais delicado, ainda mais no país em que vivemos onde esse estilo e sonoridade estão um pouco esquecidos. Mas com esse pequeno “toque moderno” que estou trazendo para a banda eu acredito atingir públicos diferentes dentro do meio.”.

Sobre a constante luta entre uma produção mais orgânica x digital, Eric declara: “Você prefere um celular dos anos 90, ou prefere um atual? A tecnologia veio para agregar e não para estragar a sonoridade. Eu vejo alguns amadores com uma placa de som de R$ 500,00, um microfone de R$ 200,00 e uma guitarra de R$ 500,00 tirando quase a sonoridade de um estúdio que custa milhões. Eu seria hipócrita de dizer que não vamos usar e abusar do digital, mas vai ter muita coisa orgânica nesse álbum, isso eu posso garantir!”.

O baixista Guilherme Hoppen Wiersbicki mostra seu entusiasmo em querer apresentar o material novo ao vivo: “Estamos quase terminando a produção do EP e queremos muito mostrar para o público e testar sua força ao vivo. As músicas estão ficando como planejamos e a parceria com o Eric tem sido muito produtiva. O processo de gravação e produção tem sido longo, mas o resultado final será compensador! Já estamos planejando alguns shows e buscando parcerias”. Além de Guilherme, a MORTTICIA é formada por Lucas Fialho Zawacki (vocal), João Paulo Aires e Guilherme Quadros (guitarras) e Axel Martins da Silveira (bateria).

No total serão seis músicas, três delas regravações da primeira demo, uma instrumental e duas inéditas. Eric explicou como tem funcionado o trabalho em estúdio: “Quando eles me apresentaram as músicas eu trouxe a opção de nós fazermos uma pré-produção, onde produziríamos tudo antecipadamente (como se fosse uma demo) para podermos discutir durante esse processo, então eles aceitaram e passamos quase um ano produzindo, foram várias faixas gravadas e apagadas, várias ideias que vieram durante esse processo que foram mudadas nesse tempo. Porém, acredito que com esse formato de trabalho todos estão concordando com o resultado final, e na minha opinião, estamos fazendo um trabalho muito bom!”.

Ouça o primeiro trabalho, “Existence/Resistance”:

https://spoti.fi/2JGKI39

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BHELL: Em busca de gravadora para lançar o álbum “Rest in Hell”

O guitarrista VALÉRIO EXTERMINATOR está em busca de uma parceria com gravadoras e selos para lançar o primeiro álbum de sua nova banda, o BHELL. O debut da banda se chama “Rest in Hell”, e segundo o músico, o trabalho “será mais um excelente resgate dos anos 80, pois sonoridade, letras e arranjos, se conectam as composições, que são carregadas de influências oitentistas, na linha de Celtic Frost, Slaughter, Holocausto e Sarcófago.”.

Valério está comprometido não somente com seus projetos, mas também com todo o movimento Metal de Belo Horizonte, considerado um dos berços do Metal Extremo mundial. “Recentemente tenho vivenciado uma nova experiência, que tem servido para valorizar ainda mais as bandas nacionais, que é a procura por uma gravadora/selo.”

Enquanto segue na busca por uma parceria, Valério segue com teu projeto de uma coletânea com bandas do Metal Mineiro: “você que é banger e valoriza nosso Metal, apoia as bandas nacionais, e principalmente as bandas de BH dos anos 80, entre em contato! Sua colaboração lhe permitirá ter foto e nome no encarte, e ainda receberá seu exemplar, sem nenhum custo, para quem mora em BH. Para os demais basta acrescentar a taxa do correio.”.

A coletânea será no formato CD, acrílico, com encarte de 16 páginas, letras das 12 músicas e fotos das bandas. Todas as músicas serão inéditas, com pegada old school. Toda a arte final será de responsabilidade de Fernando Lima (Drowned). A ideia é celebrar, inclusive, os mais de trinta anos de lançamento da coletânea “Warfare Noise”, que contou, em 1986, com as bandas Holocausto, Chakal, Mutilator e Sarcófago. A nova coletânea, organizada por Valério, trará Chakal, Mutilator, Sextrash, Sepulchral Voice, BHell e Holocausto Inc.

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PILOT WOLF: Single de estreia explora história de aviador da Primeira Guerra

O lançamento do single “The Red Baron”, da banda baiana PILOT WOLF, apresenta em sua temática a história do aviador alemão Manfred Von Richthofen, mais conhecido como Barão Vermelho. O piloto de caça alemão na Primeira Guerra Mundial é considerado ainda hoje como o “ás dos ases”. Servindo no braço aéreo do Exército Imperial Alemão (Luftstreitkräfte), ele foi um líder militar, e como piloto se tornou um ás da aviação, obtendo o maior número de vitórias (oitenta) de um único piloto durante a Primeira Guerra.

Formada em 2016 na cidade de Vitória da Conquista, o PILOT WOLF conta com Breno Fernandes (vocal), Weslley de Brito Porto (guitarra), Joabe Rios (guitarra), Gleidson Ribeiro (baixo) e Fábio Loureiro (bateria), músicos interessados não apenas em peso e distorção, mas também nos personagens e acontecimentos da história mundial. Fábio Loureiro explica como surgiu a música: “Esta foi uma das primeiras faixas que eu compus para o Pilot Wolf. Queria uma sonoridade pesada dentro de uma estrutura de três notas por tempo e acho que conseguimos isso. Do ponto de vista percussivo, é uma faixa que requer uma consistência na execução. São três notas por tempo nos bumbos por praticamente toda música. O resultado de “The Red Baron” é uma síntese de como nós temos trabalhado em conjunto na banda: meus companheiros pegaram uma ideia bruta e fizeram uma verdadeira lapidação, elevaram o nível da composição em todos os aspectos. Sobre a temática lírica, a música não é uma homenagem, mas a exposição de um personagem histórico interessante: sua origem, feitos, fama entre aliados e inimigos, e morte.”. 

Para quem é fã incondicional de Heavy Metal e gosta de acompanhar as letras das músicas, não deixa também de prestar atenção nas capas dos álbuns. Para explicar como surgiu a capa do single, nada melhor que uma explicação do artista gráfico Matheus Silva: “O tema “guerra” é bem recorrente no Heavy Metal e nesse caso, tendo o famoso Barão Vermelho – piloto de caça tido como lenda no início do Século XX por seu desempenho na I Guerra Mundial – foi um “prato cheio” para um fã do estilo, como eu, compor a capa. Então, não faltaram ideias. A inspiração para a arte foram capas de discos de bandas alemãs como Grave Digger, Accept e Gun Barrel. Logo a imagem do piloto com face de caveira, visto de frente, atirando, é até um tanto óbvia, mas reflete tanto o contexto histórico contido nas letras quanto a sonoridade da banda. Tudo isso envolto a um leve clima vintage por se tratar de um fato do passado.”

A sonoridade da música é baseada em influências de Heavy e Thrash Metal, lembrando nomes como Metal Church e Grave Digger. Para chegar até esta sonoridade, a parceria entre os músicos foi fundamental, como conta o guitarrista Weslley de Brito Porto: “Quando Fábio me convidou para entrar na banda e me apresentou algumas faixas, logo de cara me identifiquei com a sonoridade das mesmas, ainda no formato midi e em E (mi), afinação padrão. Logo tirei e comecei a interpretá-las, lapidando e criando alguns arranjos com meu estilo de tocar. Sugeri tocarmos um tom abaixo e essa transição deu mais “punch” para as músicas que soaram ainda mais pesadas e agressivas. Com relação aos solos, tentei criar algo mais épico, uma atmosfera realmente de batalha.”. E a criação de uma música sobre o lendário Barão Vermelho foi uma pequena realização para o guitarrista:“O personagem histórico Barão Vermelho sempre esteve presente em algumas de minhas paixões como livros, HQs, games, filmes etc. Sempre tive um sonho de retratá-lo através da música e no Pilot Wolf isso se tornou realidade.”.

Joabe Rios, também responsável pelas seis cordas, explica que “por ter sido o último integrante a entrar na banda, encontrei as composições praticamente prontas e com uma linha de execução já bem definida, para as quais acabei por contribuir com detalhes e com alguns solos. As circunstâncias acabaram por definir que seria eu a gravar a maior parte das guitarras e, por consequência, acabei por empregar uma característica mais pessoal e mais thrasher nos timbres. O resultado foi que as músicas mantiveram a estrutura mais tradicional do Heavy Metal, mas com timbres de guitarra mais próximos do Thrash Metal.”.

O vocalista Breno Fernandes finaliza, com detalhes, como foi trabalhar a concepção musical de “The Red Baron”: “A primeira vez que escutei “The Red Baron” era um arquivo midi, sem letra e sem melodia, também sem o título. Após Fabio compor outras músicas que estarão no álbum, ele me reapresentou a faixa já com o título com a letra e ele cantando a melodia meio que sussurrada. Achei bem interessante, vi potencial na música. “The Red Baron” foi uma música importante no meu processo de criação da identidade vocal para banda. Posso dizer que ela foi o marco. Eu poderia ter interpretado de diversas formas como, por exemplo, fazê-la soar de forma bastante lírica e limpa ou muito mais suja bem menos melodiosa de como foi gravada”.

Aliando a técnica vocal com o próprio sentimento que a composição pede, Breno viajou até seu passado para dar mais riqueza à sua interpretação: “O que fiz foi me transportar para este universo como uma criança. Eu me imaginei do lado de dentro da cabine de um caça da 1ª Guerra Mundial e me deixei levar pela emoção. As estrofes pediam uma narrativa pesada, densa, um vocal realmente mais sujo e à medida que ia me aproximando do refrão, era como se fosse possível sentir o caça subindo nas alturas com a minha voz tendo que acompanhar os seus movimentos, soando mais alta e mantendo a agressividade do combate. O pessoal da banda pode não saber, mas eu sempre tive o desejo de ser piloto de caça e acho que essa música me proporcionou a retomar uma boa lembrança de minha infância. E espero que vocês possam sentir junto conosco essa emoção.”.

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OVERDOSE NUCLEAR: Festival “Inverno de Aço” será realizado nesta segunda

A banda OVERDOSE NUCLEAR, que no momento divulga seu primeiro álbum, autointitulado, também é responsável pela organização do festival “Inverno de Aço”, realizado desde 2014 na cidade de Ubatuba, litoral norte de São Paulo e que chega a sua quarta edição. O evento será realizado nesta segunda, 08/07, véspera de feriado, a partir das 21h, no Blues on the Rocks, localizado na Av. Chico Santos, 17, bairro Itaguá, com as seguintes bandas: Ancestral Malediction, Chaostitution, Head Krusher e Overdose Nuclear.

Confira mais informações no evento do Facebook:

https://www.facebook.com/events/377811332864706/

Depoimento da banda sobre o “Inverno de Aço”:

“O evento surgiu com a necessidade. Ubatuba não tinha eventos relacionados ao Metal, então tomamos a frente e iniciamos os trabalhos, e creio que nesse período que no qual foi realizado o festival, houve uma melhora efetiva na cena do Litoral Norte de SP. O local desse ano é uma casa de shows recém reformada chamada Blues on the Rock’s que há muitos anos funciona em Ubatuba, e finalmente abriram as portas para o Metal, com uma capacidade de 250 pessoas e esperamos atingir a lotação máxima nessa edição! O festival mudou muito desde a primeira edição, na qual tínhamos um apoio da prefeitura, mas a partir da 3° edição com a mudança do governo local e pela falta de interesse dos mesmos, decidimos partir para locais particulares, diminuindo a quantidade de bandas e de dias do evento, mas sem nunca perder a qualidade que consagrou o festival nas primeiras edições. Um festival feito de artistas para artistas, uma grande reunião do Metal Underground!”

Ouça “Overdose Nuclear”

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PILOT WOLF: Uma exposição crítica de como a guerra sempre foi inerente ao homem

Formada em 2016 na cidade de Vitória da Conquista/BA, a banda PILOT WOLF conta atualmente com Breno Fernandes (vocal), Weslley de Brito Porto (guitarra), Joabe Rios (guitarra), Gleidson Ribeiro (baixo) e Fábio Loureiro (bateria). A sonoridade do grupo é composta por elementos do Heavy Metal tradicional com riffs e solos de guitarra cortantes, refrões marcantes, baixo consistente e levadas de bumbo duplo. Para o baterista Fábio Loureiro, algumas influências foram essenciais para criar a sonoridade pesada e agressiva da banda: “Accept e Grave Digger podem ser apontadas como influências imediatas, mas o som, o peso, vem muito do Thrash, de um modo geral. É como se misturássemos a estrutura do Heavy Metal tradicional alemão com a sonoridade do Sodom, Destruction e Slayer.”.

A parte lírica foca em temas como política, personagens históricos e máquinas de guerra como tanques e aviões. No Heavy Metal é comum encontrarmos referências à história mundial em diversos álbuns e músicas. Dentro desta proposta o PILOT WOLF se aproxima bastante do Sabaton no que se refere à temática. Fábio explica essa conexão: “O Heavy Metal, de um modo geral, é interessante do ponto de vista comportamental. Nesse campo específico, retratando fatos históricos, o estilo talvez se apresente na sua forma mais didática, principalmente para os mais jovens. Acho importante que o Heavy Metal possa despertar o interesse na busca pelo conhecimento científico, social e político.”.

A banda trabalha atualmente na produção do seu álbum de estreia, que apresentará dez faixas e prepara o lançamento do single“The Red Baron” para o dia 04 de julho, quinta-feira. Fábio Loureiro explicou o método de composição das músicas do álbum: “a maior parte das músicas do álbum já existia quando eu formei o grupo. Então, o processo foi bem centralizado, compus as músicas, melodias vocais e depois as letras. Tudo sai de um violão surrado. Escrevo as tablaturas e partituras e envio para os outros membros. Na execução, eles acabam lapidando bastante a parte das cordas e linhas vocais.”.

Em relação à temática do debut, a ideia não é contar uma história isolada, “mas podemos dizer que a guerra, em sentido amplo, dá o direcionamento da maior parte das letras. O intuito era retratar não apenas fatos históricos, personagens ou armas e veículos, mas sim promover a exposição crítica de como a guerra sempre foi inerente ao homem, seja de forma isolada, culturalmente ou em grandes conflitos”, esclarece Fábio.

“The Red Baron” fala sobre o piloto de caça alemão que é considerado o “ás dos ases” da aviação e um dos grandes personagens da Primeira Guerra Mundial. Considerando a proposta da banda em resgatar temas históricos, criar uma música sobre Manfred von Richthofen não foi muito difícil: “Na fase de composição eu assisti a diversos documentários e em um deles, sobre a I Guerra, foi citado o Barão Vermelho. Aquilo me chamou a atenção. A música já estava pronta e vi que poderia retratar o personagem na letra. A partir de então passei a uma pesquisa mais direcionada. Apesar da faixa ter sido uma das primeiras composições, sua letra foi uma das últimas a ser feita.”

A capa do single foi criada pelo artista gráfico Matheus Silva (www.facebook.com/matheusilvailustra), também responsável pela capa do vindouro debut.

Acompanhe o lançamento do single “The Red Baron”:

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DEVIL’S BLUES BOOZE: Nossa intenção é trazer o público para dentro da sala de ensaio

Formada no primeiro semestre de 2012 por Augusto Neves (bateria), Phillip Albero (guitarra/vocal) e Raul Frezza (baixo/vocal), oDEVIL’S BLUES BOOZE começou tocando covers de bandas como Black Sabbath e Motörhead, ao mesmo tempo em que já  trabalhava em seu material autoral. Com o passar dos meses, conseguiram atingir uma proporção de maior número de músicas autorais do que covers, até que, no início de 2014, já faziam shows 100% autorais. No mesmo ano, entra para a banda o guitarrista e também vocalista Nicolas Marini.

O estilo principal seguido pela banda é o Stoner Metal, porém, graças às diversas influências dos músicos, o trabalho autoral recebe influências de Doom Metal, Thrash Metal, Progressive Metal e Viking Metal. Phillip Albero explica melhor esta mistura de influências na hora de criar as músicas: “O nosso processo de criação não é complicado. Imagina fazer um rolê com seus melhores amigos, bebendo suas cachaças. A única diferença é que fazemos isso com instrumentos na mão. É um rolê que no final se torna um trabalho prazeroso de fazer e divertido.”.

Nos últimos anos, a banda realizou shows em diversas cidades do Sul de Minas Gerais e do Estado de São Paulo. Hoje, em 2019, a banda se encontra gravando seu primeiro disco, em parceria com o produtor Tim Alan do Studio Rock e coproduzido por Raul Frezza. Uma amostra do material pode ser conferida com o single “Terminator Blues”, lançado em maio e que engloba todas as influências do grupo, mas, segundo Augusto Neves, “a “Terminator Blues” será a música mais “mainstream” ou “pop” do material. Acredito que tudo mundo vai achar algo que gostam no álbum, se for apreciador de Metal, é claro!”.

Uma das qualidades da banda é o seu bom humor. Deixando de lado as tradicionais poses carrancudas das bandas de Metal, oDEVIL’S BLUES BOOZE aposta numa postura mais descontraída. Para Raul Frezza, “esse humor é consequência da forte amizade entre os membros da banda. Nós nos conhecemos há muitos anos, e posso dizer que nos consideramos irmãos. Então acho que uma coisa leva a outra.”.  Para Augusto, é como se a música fosse uma válvula de escape para a seriedade que enfrentamos na vida, no dia a dia: “Nós temos que ser sérios no trabalho, na faculdade, na sociedade. Somos obrigados a demonstrarmos muitas vezes um personagem moldado para o mercado. A música nos dá a liberdade de ser o que desejarmos ser! É assim que realmente somos entre família. É assim que gostamos de fazer música, contentes com o que fazemos”.

Sobre o processo de composição e gravação do debut, Augusto comenta: “Podem com certeza esperar um álbum que fizemos com a intenção de não ser apenas mais um, mas, o álbum! Demoramos muito pra fazê-lo porque tentamos reproduzir em comunhão nossas ideias da forma mais nítida e sem barreiras de rótulos, por isso misturamos muitas coisas de forma simples, mas com o máximo de sentimento possível. Nossa intenção é trazer o público para dentro da sala de ensaio e realmente sentirem o que sentimos quando estamos juntos e louvando a música.”.

Ouça o single “Terminator Blues”:

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ALCHIMIST: Single “Never Forget” é disponibilizado nas plataformas digitais

A banda ALCHIMIST, de São Luís/MA, acaba de disponibilizar o single da música “Never Forget”, que fala diretamente sobre o conceito lírico do primeiro álbum da banda, que será lançado no segundo semestre. Segundo os integrantes, a música narra um acontecimento dentro do álbum, uma revolta que envolve o protagonista da história, que se esqueceu de onde veio e suas origens. Cássio Marcos (vocal), Daniel Azevedo e Ruan Cruz (guitarras), João Lobo (baixo) e Dã Carneiro (bateria) trabalharam novamente nos estúdios KM4 e Estúdio Garagem para toda a produção do single, e no vídeo abaixo contaram com o auxílio de Geovanne França e edição por Pedro Lobo.

Ouça no Youtube:

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ALCHIMIST também anuncia sua agenda de shows, iniciando com o festival “Toque Rápido ou Peça Perdão”, que será realizado em São Luís/MA no dia 06/07 com as bandas Pancreatite Noise, Escrotos, Overdose Brain, Kick Head, Black Jack Romeo, Açoite, Leopard Machine e Evil Machines. O evento, que chega a sua sexta edição, celebra o Dia Mundial do Rock, e curiosamente é um festival piauiense, organizado em Teresina, e que aportará nesta edição especial na terra do JACKDEVIL, SCHOOL THRASH, TANATRON e do próprio ALCHIMIST.

Mais informações sobre o “Toque Rápido ou Peça Perdão”:

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