Coletânea especial reúne 14 faixas inéditas e compostas por alunos brasileiros da franquia que visa descobrir novos talentos no país
O álbum digital, intitulado “Autoral 01” conta com composições autorais desenvolvidas e produzidas pelos próprios alunos com supervisão de seus professores e diretores em sala de aula. Esse projeto é parte de uma série de ações institucionais que celebram os 10 anos de atividade da rede no Brasil.
A iniciativa visa fomentar a produção musical em solo brasileiro e estimular o desenvolvimento de composições próprias desde a infância.
Para iniciar os trabalhos, o single “Invencível” foi lançado em setembro e agora é a vez do material completo estar disponível nas principais plataformas digitais de áudio através da parceria que o selo possui com a major Universal Music.
As músicas “Deixar Pra Trás”, “Radar” e “Screen” contam com versões em vídeo, já disponíveis no canal oficial da School of Rock Brasil no YouTube. Assista aos vídeos.
Este é um passo importante de uma iniciativa que tem o propósito de desenvolver as habilidades especiais dos alunos, criar novos artistas para o mercado do music business mundial e quem sabe descobrir os novos grandes astros do rock. Considerando que o mercado latino americano é um terreno fértil em consumo de rock e seus derivados, a School of Rock e a Outono Music miram principalmente neste mercado para difundir o estilo.
O CEO da School of Rock Brasil, Paulo Portela, comenta sobre essa importante iniciativa em prol da cultura: “Eu me emociono toda vez que vejo esses jovens se superando. Isto me faz lembrar o momento em que entraram pela porta das nossas escolas, muitos sem saber sequer pegar em um instrumento, com aquele olhar assustado no palco dos nossos estúdios pensando “Será que eu consigo?”. Esta coletânea é a prova de que sim, todos conseguem!”
School of Rock A School of Rock possui mais de 320 escolas ao redor do mundo, operando em 15 países – incluindo Brasil, Chile, Peru, Austrália, África do Sul, diversas regiões da Europa e toda a América do Norte. Graças ao método inovador baseado em performance, alunos de todo o mundo conquistaram habilidades instrumentais superiores ao convencional, e confiança para subir no palco como um astro do rock, com alguns partindo diretamente para contratos de gravação e plataformas maiores, como American Idol, The Voice e Broadway.
O modelo adaptável de ensino é um dos grandes destaques da rede, que sempre busca a inovação para expandir sua atuação e formar músicos completos para o mercado da música e do entretenimento ao vivo.
Confira a tracklist completa e a ficha técnica da compilação digital “Autoral 01”
01 – Decidida 02 – Deixar pra trás 03 – I’m (not) wrong 04 – Invencível 05 – Life and stuff 06 – O que o tempo traz 07 – Primeiro vício 08 – Promise 09 – Proud 10 – Radar 11 – Raices 12 – Recomeçar 13 – Screen 14 – Standby
Guilherme Mascotto Rogério Matsumoto Tomas Bloch Marcell Cardoso Fernando Quesada Alexandre Fernandes Fernando da Silva Junior Celso da Silva Santos Otávio Rossato Hugo Vinícius da Silva Aline de Souza Rodrigo Cabrera Amanda Kobaiachi Rafaela Marcondes Caio Sedenho Italo Miranda Vitória Fukuzaki Rodrigo Ribas
Diretores de vídeo: Tiago Cândido João Henrique Moreira dos Santos Rodrigo Ribas
Autores / compositores: Maria Regina Medeiros, Tabata Romero Rodrigo Ribeiro, Manô Aline de Souza, Rodrigo Cabrera, Amanda Kobaiachi Madu Ferreira, Uriel Carvalho, Pedro Menon, Iara Almeida, Gani Anias, Enzo Lima, Sayuri Adachi, Sharon Henzel Eduardo de Lima, Katia Lee, Pedro Vitorino Marcelo Pereira, Alfonso Alvarez, Rudnei de Oliveira, João Pedro Reis, Christopher Roger White, Luis Mario Domingues, Madu Ferreira Guilherme Mascotto, Fabio Mascotto, Evandro Muzilli, Junior Muzilli Maju Blanes, Gi Spiazzi Luciana Derubeis, Antônio Bastos Filho Lorena Mandarano Sofia Urrego, Juanes Urrego Gabriel Gonzo, Edu Moreno, Gabs Lopes, Rafael Lopes, Igor Sá Fortes, Raul Crespo Tomas Bloch, Rafaela Marcondes, Caio Sedenho, Italo Miranda, Vitória Fukuzaki Rodrigo Ribas, JR Falco, Ju, Du Mandoli
Selo: Outono Music A&R Outono Music: João da Silva Bueno Neto (Baffo Neto) Distribuição mundial: Universal Music Desenvolvimento: Outono Music
No dia 22 de novembro a banda gaúcha FINITA lançará seu novo EP em todas as plataformas digitais. Intitulado “Above Chaos”, o material é composto por cinco faixas conceituais, que dão seguimento ao trabalho anterior, o EP “Lie”. Para promover este lançamento, Luana (vocal), Portela (guitarra), Allison (baixo), Guilherme (teclado) e Pablo (bateria) estão divulgando o pre-save do EP e a pré-venda de seu novo merchandising, disponível na loja virtual da banda. Na loja é possível adquirir uma camiseta com a arte de “Above Chaos”, criada pela artista Fran Cullau com adaptação fotográfica de Ernesto Sacchet e design por Lucas Bittencourt, que adaptou a arte para a capa e camiseta. A arte tem como figura central Lúcifer na posição de enforcado, alusão à carta XII dos Arcanos maiores do baralho de Tarot.
Com o retorno dos shows, a FINITA tem realizado apresentações no interior do Rio Grande do Sul, e se prepara para tocar pela primeira vez na capital gaúcha. A estreia do grupo em Porto Alegre será no festival Extremo Sul II, agendado para o dia 11 de dezembrocom as bandas Crypta, Rebaelliun e Postmortem. Mais informações poderão ser obtidas em: https://www.instagram.com/ablaze_productions. Este será o show de lançamento de “Above Chaos”, e conforme declaração da banda, a expectativa é alta: “Estamos felizes pelo convite da produtora Ablaze e ansiosos em poder mostrar aos amigos de Porto Alegre e região estas músicas novas. Também é uma honra dividir o palco com três bandas tão representativas, e aguardamos o público neste evento matador!”.
Assista ao vídeo de “Lucifer’s Empire”:
Ouça o álbum “Live at Metal Sul Festival” no Spotify:
No dia 18 de novembro, o Blue Note recebe o show de lançamento do disco Brutal Brega, o novo projeto de João Gordo (Ratos de Porão).
Realizado em parceria com o produtor Val Santos durante a pandemia, o disco é um divertido tributo à música “brega”: clássicos da música brasileira foram transformados em versões punk rock, com canções que ficaram famosas na voz de cantores como Sidney Magal, Reginaldo Rossi e muito mais.
O álbum já está disponível em todas as plataformas digitais, e também em CD nas principais lojas e online via Wikimetal Store.
Mais shows do projeto Brutal Brega estão sendo planejados para 2023 – o projeto já está confirmado no lineup da primeira edição do festival Summer Breeze Brasil, que acontecerá em abril.
• SERVIÇO • Data: 18/11/2022 Local: Blue Note São Paulo Endereço: Avenida Paulista 2073 – 2º Andar – Consolação – São Paulo/SP Horário: 22h30 | Abertura da casa: 19h00 Classificação etária: menores de 18 anos somente acompanhados dos pais ou tutores legais, conforme Lei 8.069/90 e Portaria 502 de 2021 do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Atenção: A Eventim e o Blue Note São Paulo não se responsabilizam por compras efetuadas em canais não oficiais.
A banda de Heavy/Gothic Metal PETTALOM está em estúdio trabalhando em seu novo EP, intitulado “Fucking Gothic Metal”, com previsão de lançamento para o primeiro trimestre de 2023. Atualmente concentrados nas gravações, Marcos Riva (vocal), Fernando Almeida (guitarras), Ricardo Menezes (bateria) tem como convidados especiais o baixista William Morgan (Cherry Bomb) e a vocalista Ana Laura Teotônio, integrante do Coral do Conservatório de Tatuí/SP e da banda Black Widow. Segundo o vocalista Marcos Riva, a ideia do grupo é simplificar para atingir seus objetivos: “Com “Fucking Gothic Metal” buscamos simplificar o processo de composição e até mesmo o aspecto gráfico, partindo do princípio de que menos é mais. As músicas do EP celebram a história da banda mas também buscam novos caminhos para o futuro, e a julgar pelo resultado das gravações, será um material que agradará novos e velhos fãs”.
As gravações estão sendo realizadas no estúdio de RafaelBraz, integrante da banda de Power Metal Enorion, com produção assinada por Rafael Braz em parceria com Fernando Almeida e Marcos Riva, com previsão para finalização no início do outono de 2023. Segundo a banda, o símbolo da capa, que será divulgada em breve, representará essa ideia, baseada no símbolo do outono em uma antiga cultura. Ao todo serão quatro faixas inéditas, acompanhadas de duas bônus tracks: “The Lust Witch” e “No Regret”, esta última uma homenagem ao saudoso tecladista Bruno Selmer, do Silent Cry, que participou da demo “Ancient Sacraments”, de 2004.
Confira o track list completo: 1 – The Howlings of Nachash 2 – Mr. Lovecraft 3 – Love Is Like A Grave 4 – Sybil (Honour and Blood 1841/1888)
Bônus: 1 – The Lust Witch 2 – No Regret (Bruno Selmer’s Silent Cry Requiem Song)
A história do PETTALOM teve início na década de 1990, quando ainda atendiam pelo nome Angels of Disease. Em 1997, já com o nome atual, lançaram a impactante demo-tape “The Wine of the Night… and the Promises of the Sun”, com diversos reviews positivos em publicações brasileiras. Em 2000 é lançado o debut “The Wine of the Night”, atingindo em cheio os fãs de Heavy/Doom Metal. Desde então, com algumas idas e vindas e alguns lançamentos em formato de singles e EPs, o PETTALOM retorna aos estúdios para este que deverá ser um dos destaques de sua trajetória.
Pela primeira vez no Brasil, sucesso por mais de 30 anos na Inglaterra, tendo se apresentado para mais de 500 mil pessoas , domiciliado no Pavillion Center de Liverpool, THE WALL, considerado pela crítica especializada, uma das mais importantes obras do cenário musical de todos os tempos, para muitos, a verdadeira obra prima da banda britânica Pink Floyd, será apresentada em forma integral, seguindo o projeto original de como foi concebido, trazendo ao palco atores, músicos, cantores, acompanhados por uma super produção, envolvendo lasers, iluminação primorosa e tecnologias de última geração na sonorização. Será o 5º e último espetáculo da Série Cinema no Palco Ao Vivo de 2022, produzido por Top Cat e Vesbim Media Corp. Dirigido por Alan Veste, Co-Produzido por Rachel Barrett, prima de Syd Barrett, fundador e cantor do Pink Floyd antes da gravação do The Wall. O espetáculo narra, segundo a concepção de Alan e Rachell Barrett, a vida de Pink, que por inúmeras declarações de Roger Waters (criador do The Wall) foi intencionalmente inspirado em Syd Barrett.
Filme, originalmente dirigido por Alan Parker e Gerald Scarfe em 1982, ganha versão musical e teatral ao vivo montada com talento e sensibilidade por Alan Vest e Rachel Barrett – Daily Express 2012 – S. Masters
O musical chegará ao Brasil em Novembro de 2022 em diversas cidades brasileiras, como parte do Top Cat Concert Series 2022, série de shows internacionais promovida por Top Cat Produções Artísticas. O público se emocionará com o musical Pink Floyd UK – The Wall , num show com todos os personagens do filme, mesclando músicos, vocalistas e atores profissionais, reconhecidos no cenário mundial.
A produção The Wall Live, conduzida pelo grupo de Pink Floyd UK, apresenta uma performance estimulante, que é atemporal, dando ao show, um apelo dramático, que atravessa gerações, motivo que o tornou um grande sucesso em todo o mundo. Dirigido pelo conceituado diretor Alan Veste, este show traz uma banda de rock poderosa, formada por 15 músicos conceituados no cenário mundial, o que permite que o público capture toda a emoção e a experiência do filme THE WALL ao vivo.
O filme é trazido à vida no palco. Com projeções, imagens emocionantes, e uma iluminação incomparável, cada membro do elenco e todos os músicos envolvidos prepararam um espetáculo impecável, feito atentamente para trazer esta obra-prima profissionalmente para audiências em todo o mundo.
A apresentação ao Vivo, segue o roteiro do filme, com “comentários incidentais” de Alan e Rachel, que fazem sua própria leitura do personagem da estrela do rock, Pink, que tem sua alma torturada, por causa de sua infância, pois sempre tentou fazer conexões emocionais significativas com outras criaturas vivas. Essa infância inclui não ter um modelo masculino, pois seu pai, tendo sido morto na guerra e sua mãe superprotetora, sufocando-o, e um sistema escolar opressivo e repressivo anulando sua criatividade natural, ajudando a construir o processo de insanidade.
Sendo Pink, uma estrela do rock, muitas vezes é procurado por pessoas, que buscam a identidade dele como artista e não de realmente quem ele é! As histórias selvagens em torno do vocalista original do Pink Floyd, Syd Barrett, incluindo suas escapadas drogadas e posterior retirada do mundo, forneceram a Waters, a inspiração necessária para construir o personagem o rock-star mal-humorado, PINK !
O fracasso mais recente nessa verdadeira conexão com alguém é seu próprio casamento, quando em turnê, ele descobre que sua esposa em casa está o traindo, Pink Floyd fica paranoico e louco, construindo um muro entre o mundo em sua mente e o mundo real. Construindo um muro figurativo ao seu redor para se isolar do resto do mundo, mas não antes de mostrar graficamente, em desenhos geniais, seus sentimentos. A questão é se ele ou qualquer outra pessoa pode fazer qualquer coisa para derrubar a parede de uma forma significativa.
Durante inúmeras incursões para buscar respostas para suas paranoias, em uma delas, Pink traz uma fã disposta a ir a seu quarto de hotel, (seu Mundo Momentâneo), apenas para que ela o provoque e tente destruí-lo, provocando uma raiva violenta, fazendo com que ele se irrite profundamente. Logo ele entende e se arrepende de ter construído o muro e entende que sua violência pode torná-lo um ditador fascista e violento, acompanhado de seus soldados imaginários, começam a atacar todas as pessoas a seu redor, gritando e demandando : PARE E VAMOS LEVAR TODOS A JULGAMENTO para que todos sejam julgados em suas mentes pelo que ele fizeram, onde consequentemente Pink rasga a PAREDE (THE WALL) como se fosse um pedaço de algodão!
Pink Floyd The Wall é um dos álbuns mais intrigantes e imaginativos da história do rock. Desde o lançamento do álbum de estúdio em 1979, a turnê de 1980-81, e o filme subsequente de 1982, The Wall tornou-se sinônimo, se não a própria definição do termo “álbum conceitual”. Explosivo e complexo de se repetir nos palcos, Alan e Rachell Barrett retratam esta trajetória, repleta de intervenções curiosas e cuidadosamente interpretadas, dando uma conotação única a esta peça antológica. Pink é um astro do rock que consome drogas para poder fazer uma imersão e alimentar suas paranoias, e assim, construir uma parede imaginária que o separe do mundo real. Ele recorda sua relação de dependência materna, a morte de seu pai e os castigos de seus professores, construindo e demolindo definitivamente uma parede metafórica. Embora o simbolismo do filme esteja aberto à interpretação, a parede em si, reflete claramente uma sensação de isolamento e alienação.
O Roteiro
O Musical inicia sua trajetória, mostrando Pink como um jovem inglês crescendo no início da década de 1950, demonstrando claramente sua carência da figura paterna (“Another Brick in the Wall, Part I”). Certa ocasião, mexendo nas coisas do seu pai, descobre um pergaminho do “carismático e gentil Rei George” e muitas relíquias do serviço militar e pertences (“When the Tigers Broke Free, Part 1”). Um destes itens é uma bala de rifle, e está colocada cuidadosamente no trilho de um trem, e nele percebe pessoas desconhecidas andando dentro dos vagões. Já na escola, ele é pego escrevendo poemas em sala de aula e se vê constantemente humilhado pelo professor, que revela-se abusivo com os alunos. Isto ocorre em consequência de sua esposa ser igualmente abusiva com ele! (“The Happiest Days Of Our Lives”), que lê um poema (parte do versículo 2 da canção “Money”).
Em sua paranoia, recheada de metáforas, Pink percebe um sistema escolar opressivo no qual as crianças caem em um moedor de carne. As crianças então se rebelam e destroem a escola, excluindo o professor enviando-o para um destino desconhecido (“Another Brick in the Wall (Parte 2).
Pink também é afetado negativamente por sua mãe superprotetora (“Mother”). Inúmeras experiências traumáticas são representadas como (“bricks”) na parede criada metaforicamente, em torno de si, afastando-o da sociedade (“Empty Spaces”).
Adulto, Pink se casa, mas ele e sua esposa rapidamente se separam, pois Pink descobre que sua esposa está tendo um caso (“Young Lust”). Ele então se volta para uma fã (Jenny Wright), e a leva para seu quarto de hotel apenas para provocá-lo e destruí-lo, provocando uma raiva violenta, aterrorizando a fã e colocando-a para fora do quarto (“One of My Turns”). Após a saída em prantos da menina, Pink entra em uma profunda depressão (“Don’t Leave Me Now”). Depois de destruir a televisão com seu violão, ele jura que não precisa de mais ninguém! (“Another Brick in the Wall, Part III”). Com isso, ele mentalmente completa a parede que começou a construir para proteger suas feridas (“Goodbye Cruel World”).
Pink começa lentamente a perder a cabeça e cria monstros imaginários em seu consciente “worms”. Em outra de suas crises, Pink raspa todo o seu cabelo corporal (um dos muitos incidentes inspirados pelo ex-colega de banda Syd Barrett, que apareceu em uma sessão de gravação de 1975 de “Wish You Were Here”, tendo raspado suas sobrancelhas e pelos do corpo e, enquanto assistia The Dam Busters (1955) na televisão, quando ele inspirado no personagem do filme, se transforma em seu alter-ego neonazista. É quando o empresário de Pink (Bob Hoskins), com o gerente do hotel (Michael Alferes) e alguns paramédicos, invadem o quarto e descobrem Pink, completamente abatido pelo profundo processo de depressão, mas mesmo assim, o levam para uma limusine e injetam drogas nele para que ele se apresente no show que estaria marcado para aquele dia. (“Comfortably Numb”).
Em sua sequência alucinatória, Pink fantasia que ele é um ditador e seu concerto é um comício neonazista.
Nazi-Pink realiza um comício, e procura por pessoas diferentes, “bichas”, “idiotas,” e ordena-os “contra a parede”. (“In the Flesh”). Seus seguidores começam a atacar minorias étnicas (“Run Like Hell”), e Pink realiza um comício no subúrbio de Londres (“Waiting for the Worms”). A cena é intercalada com imagens de martelos animados marchando que atravessam ruínas. Pink então para de alucinar e grita “Pare!” e se refugia em uma cabine de banheiro no local do concerto, recitando poemas que mais tarde seriam usados em outros discos do Pink Floyd.
Em sequência repleta de animações, Pink se coloca em julgamento (“The Trial”). Ele é retratado como uma pequena boneca de pano rosa que raramente se move. O juiz é um par gigante de nádegas, com duas pernas viradas para trás, um ânus como a boca e um escroto para um queixo. O advogado é um homem alto, ameaçador, parecido com um abutre e o professor é uma marionete abusiva e odiosa. Depois de ouvir as partes e testemunhas (esposa e mãe de Pink), o juiz ordena que a parede seja derrubada. Após um silêncio prolongado, a parede explode e mostra uma montagem de eventos de toda peça teatral e Pink é ouvido pela última vez gritando. O filme termina com três crianças limpando uma pilha de escombros após um motim anterior (“Outside the Wall”). Não se sabe o que aconteceu com Pink, deixando o espectador decidir.
Misturando animações clássicas, e sequências semelhantes a sonhos para sugerir a percepção de Pink sobre o mundo, inúmeras técnicas de iluminação, uma competente banda de rock e vários atores, complementam com um formidável repertorio musical, criado pelo Pink Floyd, excluindo completamente a necessidade de diálogos na apresentação. Venha, divirta-se com a música. Tente entender o Muro criado por Roger Waters e interpretado em nossos palcos por Alan Vest e Rachel Barrett .
The Wall por Alan Vest
Em 1992, tive a ideia de montar e dirigir um grupo para tocar as músicas do “The Wall” ao vivo, mas já pensando no conceito de construir uma apresentação teatral com “inserts” do álbum conceitual. Meu primeiro passo, foi entrar em contato com o próprio Roger Waters, para então discutir o assunto e conseguir sua autorização para nossa primeira montagem em Liverpool. Após idas e vindas de “faxes” … Perguntas, respostas.. Após meses de contato, finalmente Sr. Waters não só autorizou, como nos enviou pessoalmente, sua benção para realizar o projeto e assim começamos a adaptar e inserir meus próprios conceitos para o drama que desejava montar! Meu maior presente foi não só ganhar a autorização para realizar meu projeto, mas também a formidável amizade que possuímos até hoje. A primeira dificuldade foi, sem sombra de dúvidas, adaptar a montagem para os pequenos palcos que planejávamos montar o espetáculo e consequentemente, realizar ajustes aos tamanhos dos palcos, deixando tudo de forma artesanal mas integralmente fiel a ideia das músicas e suas letras.
Quando montamos a primeira versão para o Pavillion Center de Liverpool, foi tudo muito difícil, absolutamente novo e teríamos ainda o olhar crítico da imprensa local, bem como inúmeros músicos que certamente conheciam bem as canções do disco. Quando encerramos a primeira apresentação tudo parecia perfeito, nossas ideias foram extremamente bem aceitas, em show após show fomos melhorando a compreensão sobre o material e consequentemente nossas performances ganharam corpo e tornaram-se insubstituíveis. Conseguimos rapidamente vender a ideia para o público no Reino Unido, e estamos lá até hoje.
Ao longo dos anos, recebemos muitas visitas em nossas apresentações, mas nenhuma mais importante do que a de Rachel Barrett, prima do cantor e compositor do Pink Floyd, Syd Barrett, que deixou o grupo por problemas de saúde mental, antes da gravação de “Wish you were Here/ The Wall”. Por motivos óbvios, pois como todos sabem, toda a obra foi escrita em sua maioria por R. Waters, inspirada nas frustrações e crises emocionais enfrentadas por Syd durante seus anos no Floyd, com isto Rachel se apaixonou pelo projeto e imediatamente se prontificou em nos ajudar e se dispôs a trazer histórias reais daquele trágico momento vivido por Syd Barrett e como se isto não bastasse, Rachel nos deu sua larga experiência como diretora de peças teatrais de enorme relevância na cultura Inglesa. Isto se tornou tão precioso e tão mágico que até hoje, Rachell está conosco neste espetáculo sendo a Co Produtora do Projeto.
A meu ver, a síntese desta obra literária/musical, escrita por Roger Waters, deve-se ao fato do autor querer explicar a alienação que ele e os demais membros do Grupo (Pink Floyd) sentiam no palco em direção ao desejo do público em consumir e entender aquelas apresentações. Certamente, esta foi a oportunidade que Waters teve para mostrar, como seu muro foi construído mentalmente desde a infância até os dias atuais. Todo mundo tem uma parede da qual esconde seus verdadeiros sentimentos para trás, e isso é mentalmente construído se a qualquer momento algo ruim acontecer em suas vidas.
O primeiro tijolo de Roger Waters foi colocado quando seu pai foi morto na Segunda Guerra Mundial. Isso foi adicionado por outros tijolos ao longo de sua vida que formaram uma parede completa. Esta parte de sua vida é descrita na primeira parte do show.
A segunda parte do show explica seus sentimentos atrás de sua parede até o final, onde temos o chamado “O Julgamento”. O Julgamento está acontecendo em sua mente, mostrando todas as suas experiências e atitudes passadas em relação às pessoas em sua vida. No final, ele é julgado e, finalmente, sua parede é ordenada a ser demolida. O que deixa seus sentimentos expostos.
Nesta montagem atual, novamente reunimos alguns dos melhores músicos e atores britânicos, que têm o talento e o desejo de replicar a música do álbum “LIVE” do Pink Floyd no maior detalhe possível. A banda se dedica a elaborar as apresentações do Pink Floyd com atenção a cada nota, inflexão, expressão, efeito sonoro, em seus instrumentos e vozes. Além de suas refinadas apresentações musicais, uma história se desenrolará e atuará no palco para representar o drama completo da peça. Haverá também os melhores efeitos visuais de multimídia, projeção e lasers, para melhorar a experiência ao vivo.
Conheça Alan Vest
Alan Veste – Diretor/ Produtor
Alan tem 35 anos de experiência em cinema e teatro. Escreveu, produziu e dirigiu inúmeros filmes, peças de teatro e musicais ao longo dos anos.
Uma de suas grandes habilidades é adaptar filmes conhecidos para o palco, tais como, “One Flew Over the Cuckoo’s Nest” (Um Estranho no Ninho), de Ken Kessey, “Purple Rain”, do Prince, e “Tommy”, do The Who.
Alan é também é um dos pioneiros da introdução de filmes como parte de uma peça teatral, acoplando as duas experiências em um único espetáculo.
Co-Fundador da Vesbim Media, além de dirigir alguns dos mais consagrados musicais da Inglaterra, a empresa também é responsável nos últimos 10 anos, pela realização do famoso Festival Internacional de Cinema de Liverpool, o evento conta ainda com Alan como um de seus anfitriões. Mr. Veste também é jurado e organizador do Festival de Cinema de Wirral.
Alan dirigiu e produziu peças como: “Virgin Express”, “Payback”, “The Cavern Club”, “The Yozzers”, dirigiu e editou séries para TV inglesa como “Fast & Furious”, Co-Produtor no curta metragem “The Butler Did It”, Produtor no Variety showcase no Little Theatre Birkenhead”, Editor e Produtor no longa metragem “Bouncers 1”, Diretor e Co Produtor no Documentário “Millennium Man” para TV a cabo, escritor, diretor e co Produtor no premiado Longa-Metragem “Controle de Pragas”, em março de 1993 foi o produtor, diretor, diretor musical na adaptação para a versão teatral de “The Wall” do Pink Floyd no The Royal Court Liverpool, The Floral Pavilion New Brighton e The Leasowe Recreation Center Wirral. Alan também é Fundador do “The Leasowe Production Group” e do “The Leasowe Music Workshop”.
Alan é professor titular e membro do corpo acadêmico diretivo da UAL – UNIVERSITY OF ARTS LONDON, Faculdade de artes de Londres, sendo o responsável pelas cadeiras de cinema, aulas de arte e música.
Rachel Barrett – Co-Produtora
Meu avô e o pai Syd eram irmãos. Portanto, sou prima em segundo grau para Syd (ou Roje como o chamávamos). Meu pai e Syd nasceram os dois em 6 de janeiro com um ano de diferença, sendo Syd o mais velho. Sua mãe (Winifred) adorava dar festas e a casa era muitas vezes cheia de crianças. Papai se lembra de jogar tênis de mesa no sótão onde uma mesa foi permanentemente montada. Minha ramificação da família se mudou de Cambridge quando meu pai tinha apenas 11 anos.
Musica sempre foi o “Elo Pricipal”em nossa familia. Meu avô tocava Saxofone, clarinete e órgão, meu pai tocava guitarra, acordeom e sempre tocou em bandas.
Nasci em Stockton em 1972, me tornei um fã do Pink Floyd no início da minha adolescência, obviamente com uma enorme influência de casa e toda nossa família, mas foi quando eu frequentei a faculdade de arte que eu me tornei ciente do impacto que Syd tinha na sociedade e que finalmente compreendi, o talento excepcional que ele era e tudo o que representava. Para nós, ele era apenas Roje e não aquela figura enigmática e misteriosa que os fãs sempre desejavam encontrar ou mesmo se aproximar para extrair toda a bagagem intelectual que ele poderia fornecer. Não era incomum , vê-lo constantemente sendo seguido nas ruas de Cambridge.
Em 2016 fui convidada para me apresentar com Men on the Border e The Sandvikon Orchestra como parte das celebrações realizadas no Cambridge Corn Exchange, onde apresentei um trabalho sobre a vida e obra de Roje, onde uma linda escultura foi revelada em memória de Syd.
Em 2008 conheci Alan Vest e sua fantástica Cia Vesbin Media, naquela ocasião estavam produzindo a fantástica peça teatral “Um estranho no ninho” desde então nos relacionamos , ficamos grandes amigos e juntos realizamos o desejo de montar o fantástico álbum The Wall em um formato diferente , em uma peça teatral , completamente musicada, trazendo o que o Reino Unido poderia oferecer de melhor na interpretação artística! Juntos havíamos entendido , que o conteúdo da obra estava baseada na vida de meu primo Syd, e com isto eu trouxe alguns comentários de nossa história particular para trazer detalhes na obra grandiosa do Pink Floyd, mas desta vez sob o olhar telentoso e intelectual de Alan Veste! Antes de mais nada, é importante dizer que sou grande fã do que fazemos, minha contribuição artística vai além das memorias e atos de Syd, trago também minha versão nos figurinos e textos , deixando a apresentação com uma cara completamente diferente da que o público está acostumado a ouvir.
Estou envolvida com os shows do Vesbim Floyd por vários anos, posso assegurar , que se o público espera apenas um espetáculo musical, vai se enganar , apresentamos uma obra completa , uma viagem na cabeça dos jovens dos anos 70/80 e principalmente um espetáculo de uma bagagem absolutamente incomum! Este é o nosso The Wall , o The Wall de Syd Barrett.
04 de Novembro de 2022 Sexta Feira Juiz de Fora Cine-Theatro Central 05 de Novembro de 2022 Sabado Belo Horizonte Minas Centro 06 de Novembro de 2022 Domingo Rio de Janeiro Vivo Rio 10 de Novembro de 2022 Quinta Feira Joinvile Teatro da Liga 11 de Novembro de 2022 Sexta Feira Blumenau Teatro Carlos Gomes 12 de Novembro de 2022 Sabado Porto Alegre Teatro do SESI 13 de Novembro de 2022 Domingo Porto Alegre Teatro do SESI 16 de Novembro de 2022 Quarta Feira São Paulo Espaço Unimed 17 de Novembro de 2022 Quinta Feira Curitiba Teatro Guaira
Surge em nossas terras o pesadíssimo, agressivo e moderno projeto MATHAGAL, trazendo um novo e original conceito em português que une com maestria uma temática rica focada em figuras folclóricas brasileiras, lendas urbanas com contos de horror tempestuosos e assustadores.
Personagens já conhecidos, como por exemplo Emilia, do Sítio do Pica-Pau Amarelo, o Chupa-Cabras, ou até mesmo alguns criados para esse projeto, como o Aphastatupi, uma aberração sanguinária que é o reflexo da crueldade humana, dentre outros personagens e temas, estarão presentes num já programado EP para o dia de Halloween, 31 de outubro, chamado “Contos de Meia Noite”, em todas plataformas de streaming.
O projeto MATHAGAL nasceu no Texas, EUA, em meio as ideias insanas e brutais do músico e produtor brasileiro Guilherme “Guigo” Adriano (Homoiousios e The Gee J), contando também com os amigos Raphael Jorge (vocal/100 Dogmas) e Juvi Cristofolini (vocal e guitarra/Motim), ambos de Blumenau, Santa Catarina.
O primeiro single “Emilia”, retratando de forma assustadora uma das principais personagens da obra infantil de Monteiro Lobato em o Sítio do Pica-Pau Amarelo, foi lançado dia 16 de outubro e encontra-se disponível – por enquanto – somente no canal oficial do Youtube da banda, mas em breve estará liberado em todas as plataformas digitais.
Confira “Emilia” em https://youtu.be/igNIqsiZg2U Produzido por The Gee J(@the_gee_j) Arte por AI Fantasy Art (@ai.fantasy.art)
Outro fator importante para a arte da MATHAGAL é sua identidade visual, com artes de horror extremamente imersivas à cargo da equipe austríaca AI Fantasy Art, explorando o lado mais obscuro e maléfico dos personagens abordados.
“Nossas letras são basicamente coisas que ouvíamos quando éramos crianças e que nos amedrontava demais, tudo elevado a quinta potência em termos de horror”, conta Raphael Jorge.
Nas palavras de Juvi ele diz que “o resultado em ‘Emília’ ficou extremamente brutal. Em breve muito mais vindo de dentro de nossas mentes perturbadas será lançado” (risos).
“Bruta! Genial! Viciante! Estamos diante de algo – ao meu ver – muito original e revolucionário! Guardada as devidas proporções, temos uma espécie de um novo “Roots” (Sepultura) saindo da jaula! Toda essa temática híbrida de folclore brasileiro com lendas urbanas e terror, é um prato cheio para quem gosta de agressividade, brutalidade com conceito caminhando junto. Soberbo!”(Johnny Z. – Redator Chefe Metal Na Lata)
Formação:
Guilherme “Guigo” Adriano – Guitarra, Vocal, Baixo, Bateria, Letras, Gravação e Produção (@guiatx) Raphael Jorge – Vocal e Letras (@rafha.jorge) Juvi Cristofolini – Guitarra, Vocal e Letras (@jonbonjuvi)
E a Blitz completa 40 anos de carreira. A banda da praia vai invadir o mundo! E para celebrar, uma turnê pelo Brasil, Estados Unidos e Europa. Que começou no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Já no dia 28 de outubro (sexta), a partir das 20h, o grupo estará no Clube Atlético Aramaçan, em Santo André. O palco vai ferver com a mistura de rock, pop, funk, reggae, samba e blues da Blitz.
Um pouco de história
Em 1982 a lona foi esticada sobre o Arpoador. Surgiu um espaço multicultural e democrático conhecido como Circo Voador. Naquele palco praiano nasce a BLITZ.
Em julho daquele ano a banda gravou o compacto ‘Você não soube me amar’.
Em três meses o compacto vende 100 mil cópias e atinge a marca de um milhão de cópias vendidas em plena crise da indústria fonográfica. Na sequência, lança o primeiro LP ‘As Aventuras da Blitz’, com venda mais impressionante que a do compacto.
A BLITZ era inclassificável. Com sua origem no grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone, o grupo ganha capas de revistas importantes como Veja, Manchete e Isto É. Evandro & Cia arrombaram as portas do Rock Brasil, a MPB nunca mais seria a mesma. O sucesso da banda mudou o panorama das rádios e das gravadoras do Brasil.
A banda fez grandes shows em ginásios e estádios, e invade espaços como o extinto Canecão, onde batia recordes com a juventude do Rio se vendo no palco, representada pela Blitz.
Duas apresentações merecem destaque: no primeiro Rock In Rio, em 1985 e na Praça da Apoteose, em 1984, quando foi o primeiro grupo a se apresentar naquela palco para mais de 50 mil pessoas.
A formação atual da Blitz é Evandro Mesquita (vocal, guitarra e violão), Billy Forghieri (teclados), Juba (bateria), Rogério Meanda (guitarra), Alana Alberg (baixo), Andréa Coutinho (backing vocal) e Nicole Cyrne (backing vocal).
SERVIÇO
Blitz 40 anos
Data: Sexta, 28 de Outubro de 2022
Horário: 20:00
Clube Atlético Aramaçan Rua São Pedro, 345 – Vila América – Santo André – SP
TARJA escolheu este momento específico em sua vida para lançar seu primeiro “Best Of: Living The Dream”.
Olhando para trás, nos 15 anos extremamente bem sucedidos da carreira solo da cantora finlandesa, o Best Of contém não apenas as faixas mais conhecidas de TARJA, muitas delas remasterizadas no estúdio Sterling Sound, e as favoritas da própria artista de todos os seis álbuns de estúdio – “My Winter Storm”, “What Lies Beneath”, “Colours in the Dark”, “The Brightest Void”, “The Shadow Self” e “In the Raw” – mas também uma nova música com o título ‘Eye Of The Storm’.
“Após todos estes anos, eu ainda não consigo acreditar que já estava na hora de lançar um Best Of apropriado”, diz TARJA. “Tantos momentos lindos, inacreditáveis. Foi um sonho montar esta coleção. E eu realmente espero que vocês curtam dele tanto quanto eu curti ao fazê-lo”.
A coletânea escolhida a dedo pela própria TARJA, será lançada em 2 de dezembro de 2022 pela earMUSIC em uma ampla variedade de formatos. No Brasil, “Best Of: Living The Dream” será lançado pela parceria Shinigami Records/earMUSIC/Sound City Records, ainda sem formato definido.
Hoje, TARJA lança sua nova música intitulada ‘Eye Of The Storm’, que une todas as excepcionais características vocais de Tarja em um poderoso e emocional hino: “Foi o momento certo para finalmente lançar esta música. Tem um sentimento muito profundo de fechamento nele. Foi influenciado por dois países muito importantes na minha vida, Finlândia e Argentina. É uma batalha interna dentro de mim. Porque naquela época, eu estava realmente procurando meu lugar neste mundo, onde eu pertenço como pessoa, como indivíduo”, explica TARJA.
A escuridão vem cobrindo o corredor, a cortina finalmente está subindo. Caro público, bem-vindo ao maravilhoso “outro mundo” do AVANTASIA!
Com o seu nono álbum de estúdio, “A Paranormal Evening with the Moonflower Society“, Tobias Sammet convida você a se juntar a ele em uma jornada encantada com sua própria versão da realidade, repleta de eventos e encontros fantásticos.
Tobias Sammet construiu, durante as últimas duas décadas, um universo cativante e profundamente mágico. Desde seu álbum de estreia “The Metal Opera” de 2001, o Peter Pan do Rock/Metal transitou entre o metal, a música clássica e o rock, enfeitiçando os maiores festivais do mundo com seu circo itinerante que inclui algumas das maiores vozes do mundo do metal como Alice Cooper e Klaus Meine do Scorpions.
Há momentos em que ele, que também é conhecido por seu trabalho no Edguy, não consegue acreditar em tudo o que vem acontecendo na sua vida profissional. “Toda a minha vida é baseada em ideias e sonhos que tive na minha infância, com os quais, surpreendentemente, ainda consigo me safar“, diz incrédulo. “Mesmo depois de 30 anos, a música é meu hobby favorito, o maior e único. E o fato de eu poder viver disso, me deixa profundamente grato“.
Mas é claro que ele também trabalha muito para conseguir isso. Por exemplo, ele construiu um novo estúdio na hora certa, bem quando chegou a pandemia em 2020. Em seu novo reino, Sammet poderia se entregar à sua arte enquanto ignorava o mundo lá fora.
“Eu tive mais tempo do que nunca”, ele relembra, olhando para trás. “Então eu consegui prestar muita atenção nos mais mínimos detalhes assim como eu prestava nos meus primeiros anos. Nos meus últimos álbuns, eu terceirizei algumas coisas para meu produtor Sascha Paeth, principalmente para economizar tempo. No entanto, agora não precisei economizar tempo. Não há um disco que soe tão eu como este“.
Mexendo e lapidando as músicas durante as noites, escrevendo as partes de seus parceiros de dueto, organizando e cantando os refrães… em “A Paranormal Evening with the Moonflower Society”, Sammet não é apenas o produtor musical, o maestro e o músico, ele também lida com a maioria dos vocais e prova que ele, definitivamente, está no auge da sua carreira. Portanto, um álbum verdadeiramente poderoso e encantado foi criado em seu novo estúdio. Um álbum que se mostra igualmente furioso, brincalhão, orquestral, épico, se aproveitando do passado musical e da educação de Tobias Sammet. “Sou uma criança dos anos oitenta. Cresci com ‘Holy Diver’ [do DIO], o Queen, mas também com ‘Take On Me’ [do A-ha]. Talvez eu tenha dado um pouco mais de espaço para as minhas muitas influências, mas o resultado parece muito consistente e coerente“.
Mas uma coisa é certa: o AVANTASIA nunca soou tão fresco, tão dinâmico e refinado, tão desapegado do tempo e do espaço. Uma união perfeita do Sammet adolescente e esquentado e o talentoso contador de histórias do aqui e agora. Porque acima de tudo, o AVANTASIA é sobre histórias, ambientadas em um mundo estranho, mítico e único. “Eu processei muitas coisas da minha vida e as adaptei aos meus personagens fantásticos. Como resultado, as músicas desenvolvem uma vida própria com a qual os outros podem se identificar“, diz Tobias. “As músicas são terapêuticas para mim, então sempre há algo pessoal por trás dos temas fantásticos. Eu quero estimular a imaginação do ouvinte, mas não simplesmente oferecer um escapismo chato. O AVANTASIA não é um musical onde o mago derrota o espírito maligno da floresta na sétima música. Há sempre algo mais do que isso“.
O projeto, que costumava ser apenas conhecido pela mudança de cantores convidados, há muito se tornou uma banda, uma família. “Temos até um grupo de WhatsApp onde sempre há algo acontecendo“, diz Sammet rindo. “Somos um bando de conspiradores, uma gangue“. Em “A Paranormal Evening with the Moonflower Society” muitos velhos conhecidos duelam com Tobias Sammet no departamento vocal: Eric Martin, Michael Kiske, Ronnie Atkins, Geoff Tate ou Bob Catley, por exemplo. “Eu queria um álbum clássico do AVANTASIA, então é claro que contei com pessoas que acompanham o AVANTASIA há muito tempo. Eles também fazem parte dessa banda, então não há necessidade de mudar isso de repente“.
No entanto, é claro, ainda existem vozes com as quais ele sempre quis trabalhar. Em seu novo álbum, as contribuições de Floor Jansen e Ralf Scheepers o deixaram particularmente feliz. Ele queria a voz da vocalista do Nighwish na poderosa balada ‘Misplaced Among the Angels’. “A música estava pronta e ela se imaginou cantando, mas não tinha certeza se serviria para o seu tom“, detalha Sammet. Então, ele rapidamente escreveu o rock sinfônico ‘Kill The Pain Away’ para seu dueto com ela. “O processo demorou alguns dias e depois que ela terminou de gravar essa faixa, ficou muito mais confortável com Misplaced Among the Angels e a cantou sem qualquer tipo de problema. E ela foi uma fera!“
Para o tornado vocal chamado Ralf Scheepers, Sammet escolheu a contundente e galopante ‘The Wicked Rule The Night’ que, diga-se de passagem, caiu como uma luva para o vocalista do Primal Fear. “Ninguém neste planeta poderia ter cantado essa música melhor [do que ele]“, observa Sammet. “Eu queria mostrar para as pessoas que nem sempre pode ser sobre a gangue de ursinhos de goma brincando em uma terra mágica“, ele ri.
Desde a mística e emocionante faixa-título até os momentos frágeis como os encontrados em ‘Paper Planes’ e ‘Arabesque’, a sensacional faixa de dez minutos que encerra o álbum, o AVANTASIA arriscou tudo… E acertou em cheio!
E esta sinistra Sociedade Dama-da-Noite [Moonflower Society]? Para Sammet, simboliza sua banda: “A [flor] dama-da-noite é uma criatura da noite que floresce quando o mundo está dormindo. Para mim, representa, por um lado, os personagens estranhos com os quais povoo minhas músicas e, por outro, os personagens estranhos com os quais me cerco no AVANTASIA“.
Um lançamento da parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records. Adquira sua cópia em https://bit.ly/3VLNxRu.
Icônica banda americana capitaneada pelo guitarrista Rex Caroll lançou primeiro material inédito em 20 anos enquanto finaliza produção do novo álbum, que sai em 2023
A banda clássica Whitecross, veterana do rock cristão virtuoso, voltou de vez com o lançamento do EP “Fear No Evil”. Capitaneados pelo guitarrista Rex Caroll, o grupo se prepara para lançar um álbum completo de inéditas em 2023.
As três músicas do EP “Fear No Evil” já podem ser ouvidas nas plataformas de streaming. São elas “Man in the Mirror”, Lion of Judah” e a própria “Fear No Evil”. O novo registro está sendo lançado pela Dark Star Records.
O novo álbum de estúdio do Whitecross é o primeiro da banda em 20 anos e coroa a nova formação, que conta com Dave Roberts (vocal), Benny Ramos (baixo) e Michael Feighan (bateria), além do veterano Rex Caroll nas guitarras.
Além do lançamento do novo EP, o Whitecross também retornou para os palcos em setembro no Immortal Christian Rock, no estado americano de Ohio. A banda encontra-se agora finalizando o álbum e na expectativa de uma turnê mundial.
“Esse show no festival foi muito importante para nós e decidimos já lançar esse EP como forma de prévia do nosso álbum, que os fãs do Whitecross sempre nos pediam. Estou muito satisfeito com as novas músicas, que continuam na linha do rock cristão e vai agradar os fãs antigos e novos. Fiquei muito feliz com o resultado das minhas guitarras também, ficou animal! Certamente ainda podemos levar a mensagem do Whitecross para nossos fãs ao redor do mundo”, disse Rex Caroll.
Sobre o Whitecross
O Whitecross surgiu em 1986 na cidade americana de Chicago (Illinois) e marcou toda uma geração com o diferencial de aliar a mensagem do rock cristão com o incrível virtuosismo das guitarras de Rex Caroll.
Entre os álbuns mais importantes já lançados pelo Whitecross estão “Whitecross” (1987), “Hammer And Nail” (1988) e “In The Kingdom” (1991). Já Rex Caroll também é famoso por outras bandas como Fierce Heart, King James e The Rex Caroll Band.
Neste momento histórico e crucial para a liberdade e os direitos civis em nosso país, o Hardcore Contra o Fascismo convoca uma nova edição para o dia 23 de Outubro de 2022 no Largo da Batata, em São Paulo, com a presença de diversas bandas. Às vesperas do segundo turno de nossas eleições, o ato apoia a Frente Ampla pela Democracia que se empenha em por um fim neste desastroso atual governo, se alinhando com as candidaturas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Fernando Haddad (PT).
O Hardcore Contra o Fascismo segue sua luta contra as pautas do atual Governo Federal e se posiciona contra as ameaças à Democracia que o presidente Jair Bolsonaro representa. Um mandatário que a todo momento critica as decisões e tenta intimidar o Supremo Tribunal Federal (STF), assim como faz suas bravatas de supostamente não respeitar o resultado das eleições presidenciais deste ano e espalha notícias falsas sobre a segurança das urnas eletrônicas.
Este é obviamente um ato político necessário, mas também é uma congregação de bandas e de grupos que estão alinhados numa causa muito maior. O Hardcore Contra o Fascismo convida a todos a comparecerem com suas bandeiras, faixas e camisetas. Trazendo sua camiseta lisa (de tecido de cor clara) você pode estampar de graça o seu apoio ao ato.
Além disso, estão programadas palestras com as presenças de Quique Brown, membro do Leptospirose, vereador e ex-secretário de Cultura de Bragança Paulista, Katia Ciccone, co-fundadora do Ação de Rua SP, Debora Lima, presidenta do PSOL em São Paulo e coordenadora estadual do MTST e Vivi Torrico, do Solidariedade Vegan. Entre bandas e artistas que devem se apresentar estão: Felipe Flip, Hayz, Space Grease, Blastrash, War Inside, Water Rats, CxAxT, Leptospirose, Desalmado e Black Pantera.
Mas muitos podem se questionar, será mesmo que estamos com a Democracia ameaçada? Existe Fascismo no Brasil?
Podemos categoricamente afirmar que sim para ambas as perguntas.
Desde a redemocratização, nosso país nunca sofreu tantos ataques tão aviltantes contra a democracia. Os ataques vem da boca do próprio presidente, assim como dos membros de seu ministério e dos seus apoiadores nas redes sociais. Cabe ressaltar também os frequentes ataques contra a imprensa e seus profissionais.
Outro fator extremamente preocupante é o forte envolvimento de militares no governo federal atual e o chamado “militarismo na política”. Que são uma afronta aos nossos princípios democráticos de separação do Estado e das Forças Armadas, como prevê a Constituição Brasileira. Isto é, as Forças Armadas não devem interferir no funcionamento dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
A crise sanitária e o descaso do atual presidente com as vacinas só fez prosperar a desigualdade e a miséria, retrocedendo melhorias que vinham acontecendo há décadas com programas sociais de governos anteriores. Programas educacionais, de saúde popular e de educação foram atacados com cortes drásticos de recursos que foram transferidos para garantir o malfadado “Orçamento Secreto”, que nada mais é que uma forma velada de compra de apoio de parlamentares.
O discurso de ódio e da violência política nunca foi tão grande, com ataques nas redes sociais mas que sobretudo que vêm ocasionando ataques reais com casos de assassinatos que lemos e assistimos recentemente nos noticiários.
O estímulo à discriminação foi muito claro com a declaração recente de Jair de que o analfabetismo no Nordeste seria a explicação a derrota sofrida na região no primeiro turno. Mas o que esperar de um governante que apresenta fascínio por ditadores, torturadores e líderes de extrema-direita?
Vamos lembrar que ele foi obrigado a exonerar Roberto Alvim, seu então secretário de Cultura, por usar um discurso copiado de Goebbels, ministro da propaganda nazista de Hitler. Alvim só foi demitido após uma enxurrada de críticas recebidas nas redes sociais e sua permanência ter se tornado insustentável.
Com base em tudo isto, Hardcore Contra o Fascismo realiza novamente mais este ato partindo do princípio de defender os direitos das futuras gerações deste país. Algo muito mais amplo, uma pauta essencial para que as outras lutas sociais continuem existindo: contra o racismo, pelos diretos da comunidade LGBTQIA+, pelos direitos das Mulheres, pela liberdade religiosa e outros tantos assuntos que são essenciais.
Vamos juntos contra toda forma de autoritarismo, preconceito e a favor da democracia!
“Contra a miséria, fome e o genocídio da população pobre”
Banda faz alegorias e paralelos com o poema homônimo à música, clássico do autor romântico inglês Percy Shelley, que faz a lírica sobre ascensão e o declínio de pessoas em posição de poder
Após o retorno aos lançamentos com a dinâmica e pesada ‘Olhos de Cobra’, em que o quarteto paulistano Hiënaz trouxe o debate sobre vício em jogos de azar, um segundo lançamento da banda – o single ‘Ozmandias’ – chega ao streaming pelo selo Abraxas Records, mas agora com reflexão sobre outra problemática da vida moderna: o vício em trabalho.
‘Ozmandias’, assim como ‘Olhos de Cobra (ouça aqui), mostra o novo direcionamento sonoro do Hiënaz, com mais penso, variações nos vocais e mudanças de andamento no instrumental.
Neste novo single, os riffs nasceram de uma experimentação com ‘odd time signatures’ e uma afinação alternativa (A-G-C-F-A-D), mas mantendo a postura energética e o peso característico desta atual fase banda, formada por Felipe Dhël (baixo), Julio Cëzar (guitarra e vocal), Pëter Kerr (guitarra) e Tömmy Omarsson (bateria).
Aliás, as harmonias assimétricas tem a ver com o tema sobre vício em trabalho abordado na canção.
Ozymandias é o nome de um poema clássico do autor romântico inglês Percy Shelley, que faz a lírica sobre ascensão e o declínio de pessoas em posição de poder, então figurado num faraó do Antigo Egito.
O aceno proposto aqui pelo Hiënaz é traçar esse paralelo – a ascensão e o declínio – com os workaholics dos dia atuais, pessoas obcecadas por seu trabalho e que tornam isso sua identidade.
“E isso se torna o próprio demônio interno – e que inevitavelmente sofre uma queda proporcional ao tamanho da ambição”, conta o guitarrista Pedro.
O poema tem duas referências de cultura pop que se tornaram famosas, com o Ozymandias sendo o nome de um personagem em “Watchmen” e o nome de um episódio em “Breaking Bad”.
A capa, inclusive, é um brincadeira com uma referência do seriado e o faraó do poema original.
A estrutura da música segue esse ritmo assimétrico e dissonante, retratando essa obsessão em uma estrutura de um pesadelo.
A banda EVILRISE está lançando o EP de estreia “Necrotech… to take the edge off our hunger”, composto de cinco faixas autorais que englobam uma sonoridade voltada ao Death Metal tradicional. Formado por Dario Venturi (vocal/guitarra), Mauricio Jorge Hansen (baixo) e Flávio Fernandes (bateria), o power trio tem em “Rotting Right Here”, “Stressed by Trauma”, “Humans Must Perish”, “White Man Dead” e “Carnage Again” uma amostra pesada e agressiva de sua sonoridade, com letras de protesto criticando o cristianismo e sua cruzada contra a ciência e cultura. O EP teve como produtor o próprio guitarrista Dario Venturi, que cuidou de toda a produção do trabalho.
Na ativa desde 2016, o EVILRISE ratifica, com o lançamento de “Necrotech… to take the edge off our hunger”, seu propósito em praticar um Death Metal old school, influenciado por Deicide, MorbidAngel, NapalmDeath e Cannibal Corpse. Entretanto, como explica o vocalista e guitarrista Dario Venturi, a banda tem também influências de nomes fora do som extremo, como Ígor Stravinsky e Heitor Villa Lobos: “Nossa proposta é de criar uma sonoridade que nos agrade, mas ao mesmo tempo em que o som do Evilrise tenha como foco o Death Metal, cada membro tem suas próprias preferências musicais, o que acaba gerando o som único que ouvimos neste primeiro EP”.
Ouça o EP “Necrotech… to take the edge off our hunger” no Spotify:
Com mentoria de Kiko Loureiro, projeto do guitarrista e compositor David Victor lança vídeo produzido pelo talentoso Wanderley Perna (Genocidio)
O guitarrista e compositor David Victor anuncia o projeto Singular Zone. Com o lançamento, o projeto ganha seu primeiro single, intitulado “Riots”. O nome da banda se refere à “zona de desconforto”, algo que todo artista passa na busca pela “singularidade” de sua identidade artística. “Vivenciei isso durante a concepção de meu projeto; a busca por uma identidade própria (singularidade) foi consideravelmente desconfortável”, disse o guitarrista.
“Riots”, do projeto Singular Zone, contou com um time de peso, com Björn Strid (Soilwork) nos vocais, Aquiles Priester (WASP, ex-Angra) na bateria e Adair Daufembach no baixo, sendo este também o produtor do trabalho. As letras ficaram a cargo do Björn. A mix e master ficaram a cargo de Adair Daufembach, que produziu trabalhos para o Kiko Loureiro, Tony MacAlpine, entre outros. “Riots fala sobre a incapacidade de diálogo entre os diferentes grupos de uma sociedade, o que, geralmente, resulta no emprego generalizado da violência”, explica David.
“É importante salientar também que esse projeto teve a participação (ainda que indireta) de Kiko Loureiro (Megadeth, ex-Angra), pois, como participo de seu programa de mentoria, muito do que se vê (e ouve) atualmente do projeto foi resultado de muita conversa com ele”, disse o guitarrista David Victor.
Sobre David Victor
Por conta própria, David Victor iniciou os primeiros contatos com profissionais experientes que pudessem prestar alguma consultoria que o ajudassem a compreender as melhores práticas de produção musical. Infelizmente, a experiência não se mostrou a mais adequada: “Às vezes, o pessoal não tinha agenda. Outras, sequer retornavam meu contato…”, lembra David. Concluiu, então, que precisava “cortar caminhos”. E foi aí que enxergou no programa de mentoria do Kiko Loureiro uma oportunidade. Aluno de longa data dos cursos online do guitarrista do Megadeth, viu nessa mentoria uma oportunidade de aprender sobre as técnicas de produção musical e, evidentemente, sobre o music business e as nuances de uma carreira artística na indústria fonográfica.
Se falarmos especificamente do Singular Zone, o projeto é influenciado diretamente pelo Thrash Metal e Death Melódico e indiretamente pelo Industrial. “Mas a ideia é não limitar o projeto a isso, principalmente, se considerarmos que o espectro musical que me influencia (como artista) é muito grande. E isso se evidencia nas próprias músicas. A Mortgaging the Future, por exemplo, faz uso de sintetizadores, influenciada diretamente pelo trabalho de Hans Zimmer (evidentemente, sem cometer o crime de querer simular a genialidade dele)”, disse.
“Eu tenho músicas e riffs aqui comigo há mais de 20 anos e sempre tive a vontade de produzi-las de forma profissional. Para se ter uma ideia, o riff no meio da Mortgaging the Future foi criado no final dos anos 90! Ou seja, estava aqui, guardado durante esse tempo todo, só esperando o momento para ser produzido de forma profissional. E foi a curiosidade de saber como os músicos produzem músicas profissionalmente que me motivou a criar o Singular Zone, que saiu do papel em meados de 2020 (logo após o início da pandemia)”, completou.
Por conta da alta procura, evento migra para um auditório maior e traz nomes como Kondzilla, Renata Hilário, Felipe Solari, Deh Bastos e Gaules
Por conta do sucesso e alta procura das credenciais, o Unlock CCXP,
evento que acontece nos dias 29 e 30 de novembro e aborda os negócios,
bastidores e a indústria criativa do mercado do entretenimento, migrou para um
novo auditório e aumentou o espaço. Com isso, novas vagas foram abertas e os
ingressos já estão à venda. Outra novidade é o anúncio de novos participantes
confirmados pela organização do evento, entre eles: o diretor de criação,
produtor e empresário Kondzilla; a diretora executiva do podcast Mano a Mano,
Renata Hilário; o podcaster Felipe Solari; a publicitária Deh Bastos; o
showrunner Felipe Braga e o maior streamer do Brasil, Gaules estará junto do
seu Head de Marketing, Brexe.
Vale lembrar que também estão confirmados a criadora do Perifacon,
Andreza Delgado, a atriz e produtora executiva, Bianca Comparato, o montanhista
Gustavo Ziller, o jornalista Luiz Gustavo Pacete, a produtora Rita Moraes, o
comunicador André Vasco, os apresentadores Mari Palma e Raul Lemos, a
sócia e executiva da Powerhouse de Marketing de Influência Spark, Gal Barradas,
os sócios criadores do Porta dos Fundos, Antonio Tabet e Ian SBF, entre outros.
Entre os temas das palestras o Unlock abordará: a revolução e evolução
dos streamings, os resultados e insights da Geek Power, o case Perifacon, a
experiência das marcas presentes na CCXP, Games, eSports, Metaverso e Web3.0, o
Case Gaules, o memento e o futuro dos podcasts no Brasil, um Especial de 10
anos do Porta dos Fundos, como os formatos de narrativas são influenciadas pelo
mercado, licenciamento e muito mais.
O ingresso no novo lote seguirá o preço do anterior em R$ 2.500 e também oferece a oportunidade única de conhecer os bastidores do maior festival de cultura pop do mundo. Os participantes do Unlock CCXP terão uma visita guiada pela montagem da CCXP, entrada garantida na Spoiler Night (noite anterior a abertura do evento) e acesso a todos os dias do festival com entrada VIP 1 hora antes da abertura ao público. Café da manhã e almoço nos 2 dias de palestras (29 e 30/11) estão inclusos, assim como ‘Happy Networking Hour’ com diversos profissionais do mercado. Durante os dois dias, o Unlock CCXP acontecerá das 8h às 18h. Para garantir o ingresso, basta acessar: https://www.mundo-ticket.com/pt/evento/ccxp22/checkout/ingresso
Para Gustavo Giglio, Head of Content for Brands da Omelete Company e curador do Unlock CCXP, os nomes praticamente fecham a maior edição do evento que debate sobre a cultura pop pela visão do mercado. “Pela velocidade que os ingressos estavam sendo vendidos na comparação com a última edição em 2019, já prevemos que isso poderia acontecer. Acredito que o número de pessoas interessadas em aprender mais sobre o mercado da cultura pop aumentou. A CCXP aumentou e o Unlock seguiu a tendência. Estamos muito orgulhosos com a aceitação e procura pelo evento pelos executivos, empresários, empreendedores, apaixonados e curiosos” afirma Giglio.
Serviço: Unlock CCXP Datas: de 29 e 30 de novembro de 2022 Local: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, Água Funda, São Paulo – SP)
Sobre
a Omelete Company
Maior
conglomerado dedicado aos fãs de cultura pop do Brasil, a Omelete Company
utiliza seu site, redes sociais e parceiros para atingir mensalmente mais de 15
milhões de pessoas ávidas por novidades dos mundos do cinema, séries de TV,
games, música e histórias em quadrinhos, com textos, vídeos e posts nas redes
sociais. Fazem parte da Omelete Company as marcas Omelete, The Enemy, CCXP, BIG
Festival, Game XP e Gaules.
Após esgotar a primeira data, o Coldplay anuncia um show extra em sua turnê mundial Music Of The Spheres World Tour, no Estádio Couto Pereira em Curitiba, Brasil, em 22 de março de 2023. Os ingressos para o novo show estarão à venda na sexta-feira, 21 de outubro, a partir das 10h online (www.eventim.com.br/coldplay) e 11h na bilheteria oficial (sem taxa de serviço | Estádio Couto Pereira) .
Coldplay terá como convidado especial internacional CHVRCHES nas suas apresentações em São Paulo, Curitiba e Rio De Janeiro. Elana Dara é a convidada especial nacional nos shows de São Paulo, e Clara X Sofia no Rio de Janeiro e em Curitiba.
A lista completa de datas da turnê está listada abaixo. Para a turnê completa e informações sobre ingressos visite: www.coldplay.com
Sobre a Live Nation Entertainment
Live Nation Entertainment (NYSE: LYV) é a principal empresa de entretenimento no mundo, composta por líderes do mercado global: Ticketmaster, Live Nation Concerts e Live Nation Sponsorship. Para mais informações, visite www.livenation.lat e www.livenationentertainment.com.
CURITIBA
Data: 21 de março de 2023 (terça-feira) e 22 de março de 2023 (quarta-feira – SHOW EXTRA) Abertura dos Portões: 17h Horário Clara X Sofia: 18h15 Horário CHVRCHES: 19h15 Horário Coldplay: 20h30 Local: Estádio Couto Pereira Endereço: R. Ubaldino do Amaral, 37 – Alto da Glória, Curitiba – PR Ingressos: a partir de R$ 245,00 (ver tabela completa) Classificação etária: 14 anos. Menores de 05 a 13 anos, apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais.* *Sujeito à alteração por Decisão Judicial.
PREÇOS:
ARQUIBANCADA- R$ 245,00 meia entrada e R$ 490,00 inteira PISTA- R$ 295,00 meia entrada e R$ 590,00 inteira CADEIRA SUPERIOR SOCIAL- R$ 345,00 meia entrada e R$ 690,00 inteira CADEIRA INFERIOR SOCIAL- R$ 390,00 meia entrada e R$ 780,00 inteira CADEIRA PRO TORK- R$ 440,00 meia entrada e R$ 880,00 inteira PISTA PREMIUM- R$ 490,00 meia entrada e R$ 980,00 inteira
BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇO Estádio Major Antônio Couto Pereira Bilheteria 2 do estádio – Ao lado da entrada da administração Endereço: Rua Amâncio Moro S/N – Alto da Glória – Curitiba/PR – CEP: 80060-195 No dia 21/10 atendimento a partir das 11h, até o encerramento da fila ou esgotarem os ingressos. Funcionamento a partir de 22/10: Terça a sábado das 10h às 17h – Não tem funcionamento em feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.
VENDA PELA INTERNET – SUJEITO À COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇO
O único canal de vendas oficial é o www.eventim.com.br Obs: não adquira ingressos em qualquer outra plataforma.
Edição Outubro Rosa do festival Desgraça Pouca é Bobagem reunirá seis bandas com mulheres na formação
Um dos principais nomes do metal brasileiro com reconhecimento internacional, a banda Nervosa se apresenta dia 30 de outubro em Curitiba, como atração principal do festival Desgraça Pouca é Bobagem, que acontece dia 30 de outubro. A edição Outubro Rosa terá todas as bandas participantes com mulheres em sua formação, com o objetivo de mostrar a força e a união feminina no metal.
Também sobem ao palco no festival os veteranos do Torture Squad, Hatefulmurder, Manger Cadavre?, Ethel Hunter e Crucifixion BR. Os ingressos estão à venda pela plataforma Bilheto, por valores a partir de 110 reais, mais eventuais taxas.
Atração principal
A banda Nervosa surgiu em 2010, fundada pela guitarrista Prika Amaral, e após muitos ensaios e amadurecimento, saiu o álbum de estreia, Victim of Yourself (2014), uma reverência ao thrash metal, com fortes influências vindas de bandas da escola clássica do gênero. Incontáveis turnês mundiais se seguiram, assim como discos de grande sucesso entre público e crítica como Agony e Downfall of Mankind, cuja turnê teve um show memorável no Rock in Rio, um dos maiores festivais de música do mundo.
Divulgando o aclamado CD Perpetual Chaos, o Nervosa realizou este ano extensas turnês pela América do Norte e pela Europa, fazendo shows como atração principal e participando de grandes festivais.
Desgraça Pouca é Bobagem
A banda paulista Torture Squad é um dos mais importantes nomes do thrash metal brasileiro de todos os tempos, com mais de trinta anos de estrada, oito álbuns de estúdio e diversos shows realizados no Brasil e no exterior. A atual formação, junta desde 2015, lançou discos importantes como Return of Evil (2015) e Far Beyond Existence (2017), além de outros singles.
O Manger Cadavre? nasceu em 2011, com um som que mescla hardcore, crust e metal de uma maneira única e profunda, com letras ásperas sobre temas densos e questões sociais, que ganham mais força em cima do palco. Entre singles, splits e outros registros, a banda tem dois álbuns lançados: AntiAutoAjuda (2019) e Decomposição (2021).
O Ethel Hunter é uma banda de death metal de Curitiba que reúne integrantes experientes no cenário local. Com dez anos de estrada, a banda lançou Consciousness Awakening, o disco de estreia, em 2020, que obteve ótimo retorno de público e crítica. Atualmente a banda está em turnê pelo Brasil, realizando diversos shows para divulgar o trabalho.
O Hatefulmurder, fundado em 2008, é um nome em ascensão na cena do metal extremo nacional, que segue promovendo o álbum Reborn (2019). O trabalho mostra todas as experiências artísticas adquiridas ao longo dos anos. Um álbum coeso, forte e pesado que marca mais um grande momento na carreira da banda.
Outro nome veterano é o Crucifixion BR, surgido no Rio Grande do Sul e que atualmente está em São Paulo. O CD Human Decay, mais recente registro de estúdio do grupo, foi lançado em 2021 pela Shinigami Records, um dos maiores nomes do segmento no Brasil atualmente.
Outubro Rosa
A atual edição do festival Desgraça Pouca é Bobagem, além de ressaltar a união das mulheres no metal, também visa voltar a atenção do público para esse assunto tão importante que é Outubro Rosa. O Outubro Rosa é o período da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e de colo do útero.
Prevenir não é bobagem e é a melhor estratégia para o combate dessas doenças. No site do Instituto Nacional de Câncer (INCA) é possível encontrar mais informativos, cartazes, kits, entre outros materiais disponíveis sobre o tema.
Desgraça Pouca é Bobagem Show com Nervosa, Torture Squad, Manger Cadavre?, Hatefulmurder, Ethel Hunter, Crucifixion BR Data: 30 de outubro de 2022 (domingo) Local: Basement Cultural Endereço: Rua Des. Benvindo Valente, 260 Classificação etária: 18 anos (acima de 16 anos, somente acompanhado de um responsável)
Entrada Promocional: Promocional 1Kg de Alimento ou Ração (Lote 2) – R$ 110,00
Entrada Meia: Meia (Lote 2) – R$ 110,00
Entrada Inteira: Inteira (Lote 2) – R$ 220,00
*MEIA-ENTRADA – Estudantes: Somente com carteirinha do órgão estudantil oficial, dentro do prazo de validade e com foto;
– Idosos: Idosos com idade superior a 60 (sessenta) apresentando o documento de identidade na entrada do evento;
– Professores de Rede Pública: Professores da Rede Pública apresentando o comprovante na entrada do evento;
– Portadores de Necessidades Especiais: Possuem direito a meia-entrada, estendido a um acompanhante.
Deve apresentar o cartão de benefício de prestação continuada de assistência social a pessoa com deficiência ou documento emitido pelo INSS que ateste aposentadoria.
Baterista Niko Teixeira apresenta drum playthrough da música “When Calls the Death”
A banda de thrash/death metal Faces of Death retorna aos palcos para realizar uma nova apresentação após a pandemia, desta vez em São José dos Campos (SP) ao lado do Oligarquia e Hellkhan. Assim como ocorreu no show do La Iglesia (SP), Laurence Miranda (vocal e guitarra), Luiz Amadeus (guitarra), Sylvio Miranda (baixo) e Niko Teixeira (bateria) farão um set especial na casa Hocus Pocus, tocando as músicas de “Live Rehearsal – A Drink With The Death”.
Além disso, “When Calls The Death”, primeiro single e clipe com a formação atual do grupo, acaba de ganhar um vídeo ‘Drum Playthrough’ por Niko Teixeira. Confira em https://youtu.be/qYCpN64LmwQ
“Nosso canal do YouTube vem sendo atualizado com frequência e há tempos queria apresentar este vídeo, pois marcou minha primeira gravação com material novo com a banda”, revelou Niko Teixeira. “Estamos agendando shows e compondo músicas novas, que virão com uma pegada mais thrash metal. Nossa formação atual está muito coesa e com sangue nos olhos para criar”, concluiu Laurence Miranda.
Discografia: Faces of Death (Demo, 1994) Retrocession (Demo, 1996) Consummatum Est (EP, 2017) From Hell (2018) Usurper of Souls (2020) A Drink With The Death – Rehearsal Live (2021) When Calls The Death (Single, 2022)
Os álbuns e o merch também podem ser adquiridos diretamente com a banda em contato através das mídias sociais (@facesofdeath) e do e-mail facesofdeath@hotmail.com.
Em 24 de setembro de 1969, o DEEP PURPLE e a Orquestra Filarmônica Real Britânica, regida pelo maestro Malcolm Arnold, gravaram no Royal Albert Hall de Londres (a casa do festival anual de música clássica “BBC Proms”), um dos álbuns ao vivo mais inovadores até os dias de hoje, “Concerto for Group and Orchestra”, que consistia em um concerto composto pelo tecladista Jon Lord e com letras escritas pelo vocalista Ian Gillan.
Lamentavelmente, um ano depois a partitura original foi perdida. Porém, o tecladista com a ajuda de Marco Goeij, um grande fã holandês da banda que também era musicólogo e compositor, conseguiram recriar meticulosamente a partitura perdida, praticamente nota por nota. E foi assim que chegamos ao ano 1999, exatos 30 anos depois, quando Lord, Gillan, Roger Glover, Ian Paice e Steve Morse se uniram, desta vez, com a Orquestra Sinfônica de Londres, regida pelo maestro Paul Mann, e com diversos convidados especiais, entre eles Ronnie James Dio, Sam Brown e Eddie Hardin, novamente no Royal Albert Hall, para apresentar vários grandes sucessos da banda como ‘Pictured Within’, ‘Ted The Mechanic’ e o clássico ‘Smoke On The Water’, em uma mais do que perfeita fusão de rock e música clássica que leva o nome de “In Concert with The London Symphony Orchestra” (também conhecido como “In Concert with The London Symphony Orchestra Conducted by Paul Mann”).
Já disponível no Brasil pela parceria Shinigami Records/earMUSIC/Sound City Records em DIGIPACK DUPLO.
A carreira do LAMB OF GOD foi de tocar em porões e locais sujos, totalmente underground, para tocar em importantes casas de shows e grandes arenas. São um dos principais arquitetos da New Wave of American Heavy Metal e ganharam uma importância semelhante aos de seus antepassados musicais, e agora companheiros de estrada, Metallica, Slayer e Megadeth.
“Para milhões de headbangers, o LAMB OF GOD é simplesmente a banda de Metal contemporâneo mais importante do mundo”, observou a revista americana Guitar World. Músicas atemporais como ‘Laid to Rest’, ‘Redneck’, ‘Walk with Me in Hell’ e ‘Now You’ve Got Something to Die For’ tornaram-se hinos no cancioneiro do Heavy Metal, com vocais colossais nascidos tanto da raiva quanto da devoção e com incomparáveis riffs que, com certeza, sobreviverão ao passar dos anos.
Agora, o Golias várias vezes nominado ao Grammy lança o sucessor de seu álbum autointitulado de 2020 sob o título de “Omens”. O álbum foi produzido pelo lendário Josh Wilbur, que já trabalhou com bandas como Megadeth, Korn, Avenged Sevenfold.
E mesmo quando D. Randall Blythe (vocal), Mark Morton (guitarra), Willie Adler (guitarra), John Campbell (baixo) e Art Cruz (bateria) curtam muito da companhia um do outro e tenham uma química impressionante, “Omens” é possivelmente o álbum mais raivoso do LAMB OF GOD até agora. “É um álbum furioso”, diz Blythe com malandrice. “É um álbum muito furioso”. Ele faz uma pausa para dar ênfase. “É extremamente furioso”.
Densamente potente, com um rancor enervante e um olhar pessimista para as lutas internas e os assuntos globais, “Omens” pode ser considerado um ato de fúria dentro da discografia do LAMB OF GOD. “O mundo é louco e continua mudando. Omens é uma reação ao estado do mundo ao meu redor”, argumenta Blythe. “O último álbum foi dirigido tematicamente e este, na verdade, é apenas uma resposta ao mundo ferrado em que vivemos”.
“Omens” também é o trabalho mais diversificado do LAMB OF GOD. “É um disco feito para ser ouvido do início ao fim”, diz Morton. “Não há uma música no álbum que soe como outra. É muito autêntico para onde estamos agora. Soa um pouco solto e livre, o que descreve como nos sentimos internamente”.
Os riffs de Morton e Adler ameaçam, desafiam e devastam. Os ritmos imparáveis de Cruz e Campbell oscilam e seduzem. Tendo brilhado no álbum homônimo de 2020, Cruz injeta ainda mais nuances e personalidade em sua performance nas músicas de “Omens”.
“Sinto-me particularmente energizado tanto criativa quanto artisticamente, na minha vida pessoal e no LAMB OF GOD”, explica Morton. “O funcionamento interno da banda nunca foi melhor. Você pode ouvi-lo em Omens. Você pode vê-lo em nossas apresentações, e se você estiver perto de todos nós por cinco minutos, você poderá senti-lo”.
O grupo se reuniu em sua base em Richmond, na Virgínia, para uma série de sessões para compor e pré-produzir, construídas em torno dos riffs de Morton e Adler e envolvendo cada um dos membros. “Era importante que nós não fizéssemos apenas uma segunda parte do Lamb Of God [o álbum]”, explica Morton. “Para garantir que isso não acontecesse, decidimos mudar o processo. Ainda foi um trabalho árduo, mas todos nos divertimos muito. O processo de composição foi mais colaborativo do que nunca. Fizemos muito mais trabalho de pré-produção. Todas as músicas foram tocadas ao vivo, todos juntos em uma sala e houve várias encarnações até chegar ao que você ouve no álbum”.
A gravação foi feita no histórico Henson Recording Studios de Hollywood, Califórnia (anteriormente A&M) e, ao contrário da maioria dos álbuns modernos, a maioria das músicas foram gravadas ao vivo no estúdio.
“Foi uma experiência incrível fazer um disco dessa maneira. Fiquei bem surpreso”, diz Campbell.
“Viver tudo isso juntos, do início ao fim, foi muito bonito”, acrescenta Cruz. “Isso nos balança mais. Há muito mais emoção por trás disso. Nós soamos muito mais como uma banda”.
Adler concorda, atribuindo muito da emoção de “Omens” a esse tipo de processo. “Queríamos capturar aqueles momentos ao vivo que você só consegue se for a um show do LAMB OF GOD. O álbum definitivamente respira isso”.
Blythe cantou ao vivo todas as músicas do álbum, exceto uma. “Eu podia ver a banda completa. Há uma energia inegável nisso”, diz o vocalista. “Eu posso sentir essa energia mais do que quando ninguém está presente”.
O fogo do Hardcore ainda queima no coração do LAMB OF GOD e mesmo que o mundo esteja em um estado de egoísmo, o estado de união do LAMB OF GOD ainda permanece forte.
“As bandas que fazem isto por tanto tempo geralmente ficam brigando, mas nós estamos realmente abraçando essa nova era da banda”, diz Adler. “O amor que tenho por esses caras e o que fazemos como LAMB OF GOD… Nunca diga nunca, mas não me vejo escrevendo metal sem Mark ou tocando Metal em qualquer outra banda”.
Já Morton confessa: “Eu não sei se há algo na vida que poderia ocupar o mesmo espaço que ocupa tocar riffs com estes caras e deixar o Randy absolutamente louco, se tem algo assim para mim”.
Blythe concorda: “A razão pela qual eu continuo fazendo isso é a mesma razão pela qual eu comecei em primeiro lugar lá no começo: eu gosto de fazer música com esses caras. É um relacionamento muito estranho que temos, mas também bonito e estamos muito bem agora. Rimos muito juntos. Já vi o mundo várias vezes. Já tocamos na frente de, até agora, milhões de pessoas. E nos conectamos através da energia que é um show ao vivo. Recebi tantas bênçãos da banda e isso é algo que eu não subestimo”.
Com certeza, temos aqui um álbum que se tornará mais um clássico dos caras e um dos melhores de 2022!
Comentários