Veteranos do movimento punk no Brasil, a banda Inocentes anunciou nesta quinta-feira (9) a primeira turnê fora do país. Segundo o vocalista Clemente Nascimento, desde o início da carreira o grupo já se fazia presente na Europa e Estados Unidos através de fanzines e selos “gringos”, além de terem participado de duas coletâneas na Alemanha em 1984. “Na época uma série de problemas pessoais fizeram com que a gente adiasse uma turnê para fora. Depois, eu confesso que nem pensamos mais nisso e também não vinham propostas bacanas, desencanamos total. Mas aí pintou o convite para um dos maiores festivais punks do mundo, com um tratamento muito bacana e respeitoso com a história banda, não tínhamos mais como recusar. Estamos indo em condições de mostrar nosso trabalho com qualidade, num bom momento e acho que da maneira certa”, conta.
Os shows passam por dois grandes festivais, Rebellion na Inglaterra e Puntala Rock na Finlândia. Ao todo são seis apresentações em cinco cidades diferentes. Clemente diz que a expectativa para a turnê é a melhor possível. “Vai ser muito bom dividir o palco com bandas que gostamos e poder participar da cena que sempre curtimos”.
A banda lançou recentemente, pela Hearts Bleed Blue (HBB), o EP “Cidade Solidão” em vinil 7 polegadas, para comemorar o Record Store Day de 2019. O EP conta com as faixas “Donos das Ruas”, “Fortalece” e “Cidade Solidão”, além da regravação do clássico “Escombros”, lançado originalmente no álbum “Ruas”. “Até agora foram só elogios, está chegando a hora de mostrarmos as músicas no palco e não vemos a hora de fazer isso. O vinil ficou muito bonito, todo mundo está gostando e está vendendo bem”, revela o vocalista.
“Cidade Solidão” está disponível também nas principais plataformas digitais, e neste formato ele ganha ainda a faixa bônus “Terceira Guerra”, um cover da banda paulista Fogo Cruzado.
Confira as datas da turnê do Inocentes: 27.07 – Lempäälä @ Puntala Rock Festival 28.07 – Tampere @ Vastavirta Club 30.07 – London @ Unicorn 01.08 – Blackpool @ Rebellion Festival 06.08 – Nuneaton @ The Crew 07.08 – London @ Made In Brasil https://www.facebook.com/tours/2212208528893059/
“Nothing to Say” traz participações de Fernanda Lira (Nervosa), May Puertas (Torture Squad) e Guilherme Mateus (Bruno Sutter)
Antes de soltar o novo single, “Black Embrace”, agendado para o dia 16 de maio, o Venomous apresenta uma versão de “Nothing to Say”, faixa de abertura do clássico “Holy Land”, lançado em 1996 pelo Angra. Além de a versão trazer a personalidade do death metal melódico da banda paulistana, ela contou com a participação das vocalistas May Puertas (Torture Squad) e Fernanda Lira (Nervosa) e do guitarrista Guilherme Mateus (Bruno Sutter). “Tive um momento muito especial com o Angra quando cantei com eles em São Paulo. Assim, fiquei muito feliz com a ideia do Venomous em poder registrar uma homenagem unindo forças com minha amiga guerreira Fernanda Lira. Trabalhamos melodias e harmonias de vozes desafiadoras e essa versão vai surpreender tanto os fãs de metal extremo quanto de heavy metal. Uma união de dois mundos em uma música tão emblemática”, comentou May Puertas, do Torture Squad.
Veja o vídeo produzido por Caike Scheffer, que traz cenas das gravações ocorridas no estúdio Dual Noise (SP) ao lado do produtor Rogério Wecko, em https://youtu.be/filA-OWMJ1c
Em seu álbum de estreia, “Defiant”, o Venomous trouxe a faixa “Green Hell”, que tem inspiração em ritmos brasileiros e ganhou um vídeo ao vivo recentemente (veja em https://youtu.be/5b8CbUQPOHo). “Ela fala sobre a colonização portuguesa no Brasil e de como nos foi deixada uma herança de sangue, onde a velha oligarquia ainda impera e na qual os governos caem, mas ainda somos dominados pelo ouro”, explicou o vocalista Tigas Pereira.
O guitarrista Ivan Landrgraf revela que os trabalhos sempre terão uma faixa com passagens de música regional brasileira, que, em sentido amplo, os aproxima do trabalho desenvolvido pelo Angra, Sepultura e Overdose. “Sendo um fã do Angra desde a infância, para mim é uma emoção muito grande gravar uma versão de uma música tão icônica, mas com a nossa cara e com participações de peso. As vozes destruidoras da Fernanda e da May, e o trabalho com meu grande amigo e super guitarrista Guilherme Mateus, fizeram esta gravação totalmente diferente de tudo o que já havia experimentado.”
Já o guitarrista Gui Calegari aponta para as conexões e relembra a criação original da música. “Essa música que, segundo o guitarrista Kiko Loureiro, hoje no Megadeth, era baseada num samba com dois bumbos, em uma ideia trazida pelo baterista Ricardo Confessori, também teve uma versão da banda pernambucana Cangaço”, observou. “A ideia desse projeto surgiu quando decidimos lançar um single antecipando o álbum novo, e queríamos que viesse acompanhado de alguma versão. Quando Calegari sugeriu esta música não tivemos dúvidas. Era um grande desafio que estávamos dispostos a encarar, e ficamos extremamente felizes com o resultado”, concluiu Landgraf.
Após o vitorioso retorno no mês passado, Rumbora faz nova apresentação na capital paulista para tocar mais hits do final dos anos 90 e início dos 2000
Crédito: Luciana Tolentino
Parece que o Rumbora nunca deixou os palcos. Em abril passado, no mês de retorno após mais de uma década separados, a banda brasiliense fez dois shows completamente lotados no Sesc 24 de Maio, em São Paulo, e mostrou sinergia com a plateia que cantou todas as músicas e ainda pedia por outras que não tiveram espaço no setlist daquele dia. Estas encontrarão seu lugar no show deste sábado (11/5) no The House, o antigo Hangar 110, em que o Rumbora fará uma extensa apresentação, com a mesma vontade e atitude que os motivaram a voltar de vez.
O evento, que terá como convidadas especiais as bandas expoentes do cenário alternativo Deb and the Mentals e The Mönic e participação de Leandro Barbosa, baterista do terceiro disco do Rumbora, Trio Elétrico, começa às 19 horas. E com meia solidária! Doando 1 quilo de alimento, paga-se metade do valor do ingresso.
O vocalista/guitarrista Alf, que fundou a banda na segunda metade da década de 1990 ao lado de Beto, conta ainda estar impactado pelos shows de abril passado no Sesc. “Foi incrível. Em vários momentos, simplesmente deixei de cantar para dar voz ao público que cantava todas as músicas. Era alto e emocionante. Naquela hora, o Rumbora virou todo mundo que estava ali”. E garante: tocarão músicas que não estavam na apresentação do retorno. “Músicas que pediram durante o show. Vamos dar continuidade à esta energia que está super boa”.
O retorno do Rumbora comemora os 20 anos do disco de estreia, 71, que cravou no rock nacional uma sonoridade única, fundindo rock com ska, hardcore, hip-hop e música brasileira. O impacto foi imediato e logo diversas músicas deste registros e dos demais – E.P.O (2001), e Trio Elétrico (2003) – chegaram às rádios e TVs do país.
SERVIÇO Rumbora dia 11/5 no The House (ex-Hangar 110) em São Paulo Evento: https://www.facebook.com/events/396011554574239/ Data: 11 de maio (sábado) Horário: das 19 às 23 horas Local: The House (ex-Hangar 110) Endereço: rua Rodolfo Miranda, 110 – São Paulo/SP Ingresso: R$ 30 (meia/promocional) Ponto físico: Locomotiva Discos: R. Barão de Itapetininga, 37 – Centro Online: https://pixelticket.com.br/eventos/3586/rumbora-the-house
O guitarrista Fernando Parras, da banda Doctor Pheabes, divulgou um vídeo durante uma jam com grandes nomes do Metal nacional apresentando uma versão da música “Rock You Like A Hurricane” do Scorpions. A jam ocorreu na festa de 30 anos da Top Link Music, no Tropical Butantã, em São Paulo.
A banda Doctor Pheabes está em fase de divulgação do novo álbum “Army of the Sun”. O trabalho não traz apenas novas composições, mas também uma roupagem nova para o som de Eduardo Parras (vocal), Fernando Parras (guitarra), Fabio Ressio (baixo) e Paulo Ressio (bateria).
O quarteto vem mostrando nos singles lançados um amadurecimento sonoro que recebeu grande influência do finado produtor Kato Khandwala.
Primeiro lote começa a ser vendido no dia 9 de abril, a partir das 20h. Ingressos para quinta e sexta permanecem com os mesmos valores de 2018
Foi dada a largada para o maior festival de cultura pop do mundo. O primeiro lote de ingressos para a CCXP, que acontece entre 5 e 8 de dezembro, no São Paulo Expo, começará a ser vendido a partir das 20h, do dia 9 de abril. Os fãs que adquirirem logo garantirão valores menores, com os dias mais baratos a partir do mesmo valor de 2018: R$ 90,00 (meia-entrada) e 180,00 (inteira).
Uma mudança de 2019 é o preço da entrada social – para quem levar um livro em bom estado para doação – que terá o valor diferente da meia-entrada e custará a partir de R$ 110,00. Os ingressos estarão disponíveis pelo site do evento (www.ccxp.com.br) e assinantes do Omelete Box (https://store.omelete.com.br/omelete-box) terão pré-venda exclusiva a partir das 20h, no dia 8 de abril.
Além dos ingressos convencionais, também começam as vendas do pacote Epic Experience que custará 1.300,00, sem opção de meia-entrada. A credencial dá direito a participar do Spoiler Night, no dia 04 de dezembro, a entrar uma hora mais cedo em todos os dias do evento, a um voucher para ser trocado por uma foto ou autógrafo com um dos artistas convidados. Além disso, está incluso um kit especial com camiseta, pin, cordão e pôster oficial do evento, assim como descontos em algumas lojas- Omelete Store, Harry Potter, Oficial CCXP e Chiaroscuro Studios.
Haverá ainda a venda do pacote Full Experience, que garante os mesmos benefícios do Epic, além de entrada VIP, acesso ao VIP Lounge com alimentação e serviço de concierge, entrada exclusiva no Auditório Cinemark XD com lugar reservado, quatro colecionáveis exclusivos da Iron Studios e fotos e autógrafos com quatro artistas convidados. As entradas custam R$ 8.000,00, sem meia-entrada.
“Em 2018, os ingressos FULL Experience esgotaram logo nos primeiros dias. Além disso, tivemos sold out no sábado e no domingo. Temos certeza de que quem viveu a experiência mágica da CCXP com a gente no ano passado vai querer voltar este ano. E estamos preparando um festival repleto de atrações e que promete surpreender e encantar ainda mais nosso púbico”, conta Pierre Mantovani, CEO da Omelete Company.
Os profissionais do mercado do entretenimento também poderão adquirir suas entradas para o CCXP Unlock, que teve seus ingressos esgotados em 2018. O evento acontece nos dias 3 e 4 de dezembro e reúne os maiores nomes do mercado para dois dias de palestras, painéis e trocas de experiências. As entradas também estarão disponíveis no site da CCXP, por R$ 1.800,00 no primeiro lote.
Em sua última edição, a CCXP recebeu 262 mil visitantes – mantendo o posto de maior festival de cultura pop do planeta – e teve seus ingressos esgotados para sábado e domingo. O primeiro lote será vendido até o dia 30 de abril. A venda do segundo lote acontece entre 1º de maio e 31 de julho, enquanto o terceiro e último lote será vendido entre 1º de agosto e 4 de dezembro. Não haverá nenhum lote extra sendo coloca à venda após o fim dos ingressos.
Serviço CCXP
1º lote – a partir das 20h, do dia 9 de abril até 30 de abril
Pré-venda exclusiva para assinantes do Omelete Box a partir das 20h, do dia 8 de abril
2º lote – de 1º de maio até 31 de julho Quinta-feira: R$ 200,00 (inteira), R$ 100,00 (meia) e R$ 120,00 (meia social). Sexta-feira: R$ 260,00 (inteira), R$ 130,00 (meia) e R$ 150,00 (meia social). Sábado: R$ 400,00 (inteira), R$ 200,00 (meia) e R$ 220,00 (meia social). Domingo: R$ 400,00 (inteira), R$ 200,00 (meia) e R$ 220,00 (meia social). 4 dias: R$ 1.060,00 (inteira), R$ 530,00 (meia) e R$ 590,00 (meia social) Epic: R$ 1.400,00 Full: R$ 8.000,00 Unlock: R$ 1.900,00
3º lote – de 1º de agosto até 4 de dezembro Quinta-feira: R$ 240,00 (inteira), R$ 120,00 (meia) e R$ 140,00 (meia social). Sexta-feira: R$ 300,00 (inteira), R$ 150,00 (meia) e R$ 170,00 (meia social). Sábado: R$ 440,00 (inteira), R$ 220,00 (meia) e R$ 240,00 (meia social). Domingo: R$ 440,00 (inteira), R$ 220,00 (meia) e R$ 240,00 (meia social). 4 dias: R$ 1.180,00 (inteira), R$ 590,00 (meia) e R$ 650,00 (meia social) Epic: R$ 1.500,00 Full: R$ 8.000,00 Unlock: R$ 2.000,00
CCXP19 Datas: de 5 a 8 de dezembro de 2019 Local: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, Água Funda, São Paulo – SP)
Sobre a Omelete Company
Maior conglomerado dedicado aos fãs de cultura pop do Brasil, a Omelete Company utiliza seu site, redes sociais e parceiros para atingir mensalmente mais de 15 milhões de pessoas ávidas por novidades dos mundos do cinema, séries de TV, games, música e histórias e quadrinhos com textos, vídeos e posts nas redes sociais. Fazem parte da Omelete Company:
Sobre a CCXP – Em 2018, o evento recebeu de 262 mil visitantes, batendo recorde de público e se posicionando mais uma vez com o maior festival de cultura pop do mundo. A CCXP já faz parte do calendário cultural do país e este ano acontecerá entre 5 e 8 de dezembro, no São Paulo Expo. Saiba mais em www.ccxp.com.br.
Sobre a Game XP – Maior evento gamer da América Latina e, a partir de 2018, o primeiro Game Park do mundo. Sua estreia aconteceu no Rock in Rio 2017, quando recebeu 361 mil pessoas durante o festival. Este ano, será realizado de forma independente e ocupará, por quatro dias, as três arenas olímpicas da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, que se tornarão a Oi Game Arena, a Expo Play e a Inova Arena, além de uma área externa de 100 mil metros quadrados com ativações para os visitantes. Saiba mais em www.gamexp.com.br.
Sobre o Omelete – No ar desde 2000, é o maior e mais relevante site voltado ao entretenimento. Com o Omeleteve, é o maior canal dedicado a notícias Geek do Youtube no país, tendo 12 milhões de views mensais. São mais de dois milhões de fãs no Facebook e milhares de seguidores no Instagram, Twitter e Snapchat. Acesse www.omelete.com.br.
Sobre o The Enemy – Plataforma mais completa dedicada a games, eSports e tecnologia com notícias, artigos, reviews, entrevistas, coberturas de eventos, vídeos e gameplays. Acesse www.theenemy.com.br.
O Café Aurora, que recentemente abriu as portas como Aurora Club, inova mais uma vez em sua programação e mostra porque vem reconsolidando sua tradição e trazendo o bom e velho Rock n Roll de volta a casa.
Dessa vez, pensando no seu público e na falta de opção para curtir o período de carnaval, o bar organiza a maratona Carna Rock, que será uma programação com quatro datas voltada para o publicou do rock e suas vertentes. Como maneira de atualizar os fãs das bandas e dos frequentadores do bar, o Aurora Club divulga os horários de todos os dias do Carnarock.
Programação completa do Carnarock:
Carna metal – Cronograma Abertura da casa: 17h 19:00 às 20:00 – Maledettos 20:30 as 21:30 – Brado 22:00 as 23:00 – comando nuclear 23:30 as 00:30 – Hell Road 01:00 as 02:00 – Anthares 02:30 as 03:30 – No Race
Carna blues – Cronograma: Abertura da casa: 17h 18:00 as 19:20 – Full el Cuervo 19:50 as 21:10 – Santo Veneno 21:40 as 23:00 – Entidade Blues 23:30 as 00:50 – Amargo malte 01:20 as 02:40 – Javali
Carnaceltic – Cronograma: Abertura da casa: 16h 17:00 às 18:20 – Tunas Celtic 18:40 às 20:00 – Eldrhimnir 20:10 às 20:50 – Lutas vikings e dança medieval 21:00 às 22:20 – O Bardo e o Banjo 22:40 às 00:00 – Hillbilly Rawhide
O Café Aurora é uma das casas mais tradicionais de show de São Paulo. Foi inaugurado em 1988 no bairro do Bixiga, centro de São Paulo, e seguiu firme e forte por muitos e muitos anos. Explorando um ambiente rústico das antigas construções, o Café Aurora, se destaca por ser uma das mais antigas e tradicionais casas de São Paulo.
Serviço: O Aurora club orgulhosamente apresenta o Carna Rock Dias 2, 3, 5 e 6 de Março Aurora Club, antigo Café Aurora Endereço: Rua Treze de Maio, 112 – Bixiga, São Paulo – SP Formas de Pagamento: Dinheiro, Cartões de Débito e Crédito
Maturidade e peso se refletem nas 10 faixas de “Saving You From Reality”, o disco de estreia da Melyra. O álbum conceitual traz como temática central a fuga da realidade como forma de escapar dos problemas, ou mesmo de não enlouquecer. Atual e pulsante, o disco mostra que o metal nacional continua firme, forte e necessário.
“É um grande passo e uma grande conquista. Estamos felizes por conseguirmos expressar esses sentimentos em música! Esse álbum contém muitas das nossas questões e muitas das nossas respostas, que andam lado a lado. Sentimos que com ele estamos prontas para alçar voos mais longos e crescer como banda”, explica Fe Schenker, guitarrista e backing vocal.
Além de Fe, a Melyra é formada por Nena Accioly (baixo e guturais), Roberta Tesch (guitarra e backing vocal) e Verônica Vox (voz). O grupo carioca ficou conhecido no cenário do metal nacional após abrir o show do Arch Enemy, no Circo Voador (RJ) e participar do disco em tributo aos 25 anos de carreira de Edu Falaschi, ex-vocalista do Angra. No currículo elas também trazem o EP “Catch Me If You Can” (2014) e os singles “Run and Burn” e “Dead Light”.
A fuga da realidade abordada no disco não foi premeditada. Após o processo de composição, durante a fase de seleção das músicas é que a temática surgiu.
“Em estúdio, nós costumamos sentar juntas pra ‘montar’ a música como achamos que ela deve soar, sempre com a colaboração de todas. Depois partimos pros arranjos com todos os instrumentos e linha vocal. Normalmente começamos pelos riffs de guitarra, mas não é uma regra. A ‘Poison of Myself’ começou da letra”, exemplifica Fe.
Gestado durante dois anos, o álbum de estreia reflete as emoções e pensamentos das integrantes da banda.
“Assim como todo mundo, travamos nossas lutas diárias em busca da melhor resposta que poderíamos dar para nós mesmas e para o mundo. Porém, alguns dias precisamos fugir da realidade. São uns dias que a gente precisa se desligar de tudo pra poder sobreviver até a noite seguinte”, define Fe.
O álbum “Saving You From Reality” foi produzido, gravado, mixado e masterizado por Celo Oliveira, do estúdio Kolera. As composições para bateria são de Ana de Ferreira. A capa foi criada por Carlos Fides (Evergrey, Noturnal, Almah, Edu Falaschi), enquanto o encarte é de Daniel Accioly e as fotos de Gabriel Peres.
No
dia 22 de fevereiro, em uma noite de chove e não chove na terra da garoa, o
SESC Belenzinho recebeu na Comedoria, mais uma noite de hardcore brazuca e de
qualidade para todos os gostos. O local recebeu a clássica banda John Wayne de
São Paulo e a Bayside Kings, de Santos.
Para
mim, era a primeira vez que iria ver o show deles ao vivo e já tinha ouvido o
som de ambos pelas plataformas digitais, entretanto nada é substituído pelo
show, onde a vibe é outra história, tem o público e suas empolgações e ânimos
totalmente exaltados e ao chegar ao SESC era bem perceptível que a galera
estava bastante empolgada em ver as bandas e tocar o terror naquele lugar. Mas
estava pronto para ouvir aquela porradaria de qualidade.
Britanicamente
as 21:30, sobe ao palco a banda paulistana, da Zona Oeste de São Paulo, mais
precisamente de Perus, John Wayne. Fundada em 2009, os caras já tem tem uma
vasta estrada com participação de festivais e com três CD’s gravados, eles
apareceram com todo o gás para mostrar o hardcore clássico, aquele que faz a
galera fazer mosh do início ao fim de sua participação.
Os
caras iniciaram sua participação com Quatro
Velas do álbum Dois Lados – Parte I de
2011. Pergunte aos integrantes da banda de alguém que esteve presente ficou
parado?
O
set foi um compilado de dos principais sucessos da banda em relação aos três
CD’s que possuem e que está em nova fase com a entrada do novo vocalista.
Guilherme Chaves substitui Fábio Figueiredo e na apresentação no SESC o cara
pode mostar um pouco de sua técnica vocal bem diferenciada e potente que
agradou os presentes.
Além
de Guilherme Chaves compõem a banda Rogerio Torres (Guitarra
e Vocal), Júnior Dias (Guitarra), Denis Dallago (Baixo) e Edu Garcia (Bateria).
As músicas do John Wayne questionam cenários comuns do dia a dia do brasileiro
como a miséria fome e crueldade humana.
Logo
em seguida, adentrou ao palco a banda santista Bayside Kings, outra banda da
vertente do hardcore, grupo esse bastante conhecido do público presente também,
que cantou praticamente todas as músicas, do início ao fim de sua apresentação.
Com
três discos gravados e dois EPs no currículo, os caras de Santos deram a devida
continuidade ao hardcore, com muita porradaria e mosh da primeira a última
música.
Formado
por Milton
(Vocal), Leo (Guitarra e voz), Teteu (guitarra/voz), Manolo (baixo) e Kid
(Batera), a banda já possui mais de 10 anos de carreira e sua participação na
Comedoria do SESC Belenzinho foi impecável, onde a galera sempre estava
exaltada, querendo ao máximo subir ao palco para querer se atirar e mergulhar
perante o palco.
E
o público estava tão entretido com o show que Milton chegou a dividir o seu
microfone com a galera, e eles não deixaram o vocal na mão acerca de cantarem
as músicas da banda ou até mesmo quando uma garota subiu ao palco e cantou uma
das músicas e até que saiu bem, onde também dividiu o microfone com os
presentes. Algo inusitado, entretanto, expõe a força do estilo musical no
Brasil, onde aqueles que apreciam, apoiam ouvindo e adquirindo o merchandising
das respectivas bandas.
Saí
do SESC bastante satisfeito do que vi. Espero que esse projeto de união das
duas bandas continue no qual pode render futuramente em uma turnê pelo país.
Bastam os produtores se esforçarem um pouco para concretizarem isso pois
potencial de ambas foi demonstrado com louvor na última sexta.
O Ponto ZerØ agradece a Poliana Queiroz, da assessoria de imprensa do Sesc Belenzinho pelo fornecimento da credencial ao evento.
SETLIST JOHN WAYNE Passagem Quatro Velas Pesadelo Real Caim Recomeço Tempestade Retrato da Nossa Miséria Aliança Lágrimas Aliança – Parte II
SETLIST BAYSIDE KINGS Miles And Miles Away Triumph Refuse 2 Sink Get Up And Try Again My Freedom Against The Tide Share To Multiply The Underdog Power Of Change Sober Another Point Of View Sad But True, Your Fucking Scum Resistance Takedown Still Strong
No dia 09/02/2019 estivemos presente no Carioca Club Pinheiros para acompanhar o lançamento do mais recente DVD que foi gravado na cidade de Porto Alegre em 2018.
Vamos falar um pouco sobre as banda de abertura.
Baranga Rock: A banda com seu hard rock e heayy metal agitou o pequeno público que se encontrava na casa (o show começou as 15 horas e devido a isso, não tinha muita gente no show de abertura). A galera curtiu bastante o show onde eles cantaram os grandes sucesso da banda em toda sua carreira. Na minha opinião, foi um grande show.
Ronaldo e os Impedidos Nunca tinha assistido o show da banda do ex goleiro do Corinthians e comentarista de TV Ronaldo Giovanelli ao vivo mas foi uma grata surpresa onde foi apresentado os sucessos dos 2 álbuns lançados e covers de grandes bandas como Elvys Presley, Credeence Clewaters e até Megadeth.
Ronaldo enfatizava que ele teve uma grande influência da banda Golpe de Estado que seria a próxima a entrar no palco e que o Rock jamais acabará. Nesse meio tempo a casa já estava enchendo e podíamos ver a galera cantando junto com o Ronaldo todas as músicas da banda. O ponto alto foi a música “O nome dela” cantada por todo público presente.
Golpe de Estado: Em sua nova formação a banda Golpe de Estado levou ao público presente em grande número no Carioca seus grandes sucessos gravados em 30 anos de banda que será comemorado esse ano. Em primeira mão foi mostrado ao público seu novo single que a platéia gostou muito. Foi apresentado grandes sucessos como Noite de Balada e Nem polícia nem bandido, levando a galera ao delírio.
Camisa de Vênus: Já com o Carioca cheio, o Camisa de Vênus veio mostrar e lançar seu mais novo CD e DVD intitulado Dançando na Lua gravado em Porto Alegre em 2018. Entre as músicas do DVD, Marcelo Nova e banda cantou os clássicos da banda como Deus me de grana, Eu não Matei Joana D’Arc, Bete Morreu , A raça mansa entre outras bandas.
Uma grande surpresa foi ver Drake Nova (filho do Marcelo Nova) na guitarra.
Enfim, foi um evento onde o Rock Nacional foi elevado ao ponto onde ele merece, grandes bandas, um público fiel e contagiado pelas músicas apresentadas do começo ao fim.
Todas as gerações reunidas no Carioca desde aos mais velhos até os mais novos que conheceram as bandas através cantaram todas as músicas.
Em celebração aos 15 anos do clássico “Temple of Shadows”, o vocalista Edu Falaschi (Almah, ex-Angra) realizará uma longa turnê por todo o país apresentando este grande álbum na íntegra. Em São Paulo, o show será com a Orquestra Bachiana Filarmônica, regida pelo aclamado maestro João Carlos Martins. Em algumas cidades a apresentação contará com quarteto de cordas ou partes da orquestra, dependendo da demanda do público. Para dar chance aos novos talentos espalhados por todo o Brasil, o vocalista decidiu criar um concurso cultural onde você pode cantar em algum show da turnê a música “Winds of Destination” ou “No Pain For The Dead”.
“Galera, decidi criar uma oportunidade para novos talentos usando a TEMPLE OF SHADOWS IN CONCERT TOUR! Escolheremos 1 CANTOR para interpretar a WINDS OF DESTINATION e 1 CANTORA para interpretar a NO PAIN FOR THE DEAD. 1- Grave um vídeo simples cantando com a música de fundo 2- Mande seu vídeo no INBOX (Facebook ou Instagram) Dia 10 de MARÇO divulgaremos os respectivos cantores e as cidades que participarão! Obrigado e BOA SORTE a todos!!!”
A “Temple of Shadows In Concert” glorificará a união entre o Heavy Metal e o Erudito de forma épica e magistral e irá contar na íntegra um dos álbuns mais importantes da discografia do Angra com Edu Falaschi e Aquiles Priester. Além das músicas do “Temple of Shadows”, também serão executadas algumas composições icônicas da carreira de Edu junto ao Angra, obras de compositores importantes da música erudita, entre outras surpresas num formato jamais visto no Brasil.
O line-up atual formado por Edu Falaschi é composto por Aquiles Priester (bateria), Fabio Laguna (teclados), Roberto Barros (guitarra), Diogo Mafra (guitarra) e Raphael Dafras (baixo).
A banda Age of Artemis acaba de divulgar o “teaser” do web-clipe “The Calling”, faixa do novo álbum “Monomyth”. O web-clipe será lançado na íntegra no dia 01 de Março no canal do YouTube da banda. O novo álbum da Age of Artemis que teve o apoio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura, está no processo de pré-venda no site: www.ageofartemis.loja2.com.br.
O web-clipe ”The Calling” é um dos primeiros a utilizar um tradutor de libras (Língua Brasileira de Sinais), demonstrando assim a preocupação que a banda tem em garantir a acessibilidade aos fãs com tal deficiência.
A banda Age of Artemis é formada por Pedro Campos (vocal), Giovanni Sena (baixo), Jeff Castro (guitarra), Gabriel Soto (guitarra) e Riccardo Linassi (bateria). A capa foi desenhada pelo artista João Duarte. “Monomyth é o trabalho que melhor nos representa. Estamos muito felizes com o resultado e acredito que iremos surpreender muita gente com as novas músicas”, disse Giovanni Sena.
O álbum “Monomyth” teve os violões, bateria, percussão e vocal gravados no “G2D Producoes Musicais” em Brasília, DF – Brasil, entre os meses de Maio e Julho de 2018 com os engenheiros de som Deniel Moraes e Gregoree Jr. Todos os baixos, guitarras elétricas e teclados foram gravados no “GT&L Studio” em Brasília, DF com a supervisão de Giovanni Sena. A mixagem e masterização foi realizada por Damien Rainaud no “Mix Unlimited” em Los Angeles, CA – USA, entre os meses de Agosto e Setembro de 2018.
Age of Artemis – “Monomyth”
Tracklist 01 – Status Quo 02 – The Calling 03 – Helping Hand 04 – Unknown Strength 05 – Lightning Strikes 06 – The Call of The Fear 07 – Reborn 08 – Endless Fight 09 – What Really Matters 10 – Where Love Grows 11 – A Great Day to Live 12 – Prelude to a New World
No final de março, a Dire Straits Legacy volta ao Brasil com seu novo show, Tour 2019. As apresentações acontecerão no dia 29 de março, no Teatro Sesc Palladium, em Belo Horizonte, no dia 30 de março, no P12, em Florianópolis, no dia 06 de abril, na Concha Acústica, em Salvador, no dia 07 de abril, no Vivo Rio, no Rio de Janeiro, no dia 09 de abril, no Tom Brasil, em São Paulo, no dia 10 de abril, no Coupolican, em Santiago, Chile, no dia 11 de abril, no Luna Park, em Buenos Aires, Argentina, no dia 13 de abril, na Goiânia Arena, em Goiânia, e no dia 14 de abril, no Teatro Ulisses Guimarães, e Brasília.
DIRE STRAITS LEGACY traz um show único e emocional que revive a inesquecível e mágica atmosfera da banda britânica formada na década de 1970.. “Money for Nothing”, “So Far Away”,”Sultans of Swing”, “Walk of Life” e muitas outras canções memoráveis interpretadas ao vivo por Alan Clark (teclados), Phil Palmer (guitarra), Mel Collins (sax), Trevor Horn (baixo), Steve Ferrone (bateria), Marco Caviglia (voz e guitarra) e Primiano Dibiase (teclados). Além de Jack Sonni, guitarrista que integrou o Dire Straits a época do lançamento do álbum Brothers in Arms.
Sobre Dire Straits Legacy DIRE STRAITS LEGACY é um projeto em permanente evolução e, afastando-se do clichê de reunião ou banda tributo, mantêm viva a memória de canções atemporais, como “Romeo and Juliet”, “Sultans of Swing”,”Money for Nothing”,”Tunnel of Love”,”Walk of Life”,“When It Comes to You”, “You and Your Friend”, “On Every Street”, do primeiro álbum Wild West End, e muitos outros hits.
Muitos membros do Dire Straits se juntaram ao projeto durante esses anos mas, em 2016, Alan Clark passa a fazer parte da banda. Clark é o histórico tecladista do Dire Straits de 1980 a 1985. Ao lado de Alan Clark estão Phil Palmer (direção musical/guitarra/voz) que trabalhou com Dire Straits de 1990 a 1992 e Jack Sonni (guitarra), que integrou a banda de 1985 a 1988, época do lançamento e turnê do álbum Brothers in Arms. O renomado saxofonista Mel Collins, membro do Dire Straits de 1983 a 1985, tocou no famoso Alchemy Live Album e no EP Twisting By The Pool.
Trevor Horn é uma verdadeira lenda na indústria da música. Depois de formar a banda The Buggles e gravar o hit “Video Killed the Radio Star”, produziu alguns dos hits que definiram os Anos 80, como “Lexicon of Love” de ABC, “Owner of a Lonely Heart” do Yes e “Relax”, “Two Tribes” and “The Power of Love”, sucessos deFrankie Goes to Hollywood. Trevor também produziu sucessos para Tina Turner, Tom Jones, Barry Manilow, Cher, Boyzone, 10cc, Bryan Ferry, John Legend, Lisa Stansfield, Robbie Williams, Grace Jones, Simple Minds e Seal, trabalho pelo qual recebeu um Grammy como produtor, e muitos outros.
O baterista Steve Ferrone é outra lenda da música e, além de gravar e tocar com George Harrison, Duran Duran, Stevie Nicks, Chaka Khan, Eric Clapton, Bee Gees, Al Jarreau e Johnny Cash, integrou a Tom Petty and the Heartbreakers de 1994 a 2017. Os dois italianos que se juntam à banda são o guitarrista e vocalista Marco Caviglia e o tecladista Primiano Dibiase.
Sobre os integrantes Alan Clark (teclados) Alan ingressou no Dire Straits em 1980, tornando-se seu primeiro e principal tecladista, e é conhecido como seu diretor musical não oficial. Além de trabalhar com a banda até sua dissolução, em 1995, ao lado de Mark Knopfler, co-produziu o último álbum da banda, On Every Street. O músico tocou e gravou com uma longa lista de outros artistas, foi membro da banda de Eric Clapton e diretor musical de Tina Turner por vários anos. Mais recentemente, produziu, com Phil Palmer, o impressionante álbum de 3 Chord Trick do LEGACY. Ele e Phil estão atualmente escrevendo músicas para um grande artista italiano cujo álbum será produzido em 2019.
Phil Palmer (guitarra) Phil ingressou no Dire Straits em 1990 e tocou no álbum On Every Street e na turnê mundial do mesmo álbum. Ele é um dos principais guitarristas do mundo, tendo tocado em mais de 450 álbuns e realizado turnês com alguns dos maiores artistas do mundo; pense em um nome e Phil provavelmente já tocou com esse artista. Ele também foi membro da banda de Eric Clapton, onde ele conheceu seus colegas de DS Legacy, Alan Clark e Steve Ferrone, e é um membro fundador da DSLegacy.
Jack Sonni (guitarra) O músico, escritor e ex-executivo de marketing Jack Sonni foi convidado por Mark Knopfler para se juntar à banda para as sessões de gravações do álbum Brothers in Arms, lançado em 1985. Sonni também participou da turnê do mesmo álbum e permaneceu na banda até 1988. Mel Collins (sax) Mel se juntou ao Dire Straits em 1982 e tocou no álbum e turnê Love Over Gold e no álbum Twisting by the Pool. Ele também tocou com uma diversos artistas e bandas, incluindo Stones, Camel, Eric Clapton, Joe Cocker, Tears for Fears e muitos mais, e como membro original do King Crimson está fazendo uma turnê mundial com a banda.
Trevor Horn (baixo) O músico, compositor e produtor musical é uma lenda na indústria da música. Depois de formar The Buggles e gravar a música #1 de 1979, “Video Killed the Radio Star”, Trevor produziu alguns dos hits que definiram os anos 1980, incluindo o “Lexicon of Love” de ABC,“Owner of a Lonely Heart” do Yes e os hits #1 de Frankie Goes to Hollywood “Relax”, “Two Tribes” e “The Power of Love”. Horn se consolidou como um dos produtores e arranjadores mais requisitados e produziu sucessos para Tina Turner, Tom Jones, Marc Almond, Barry Manilow, Cher, Boyzone, 10cc, Bryan Ferry, John Legend, Lisa Stansfield, Robbie Williams, Grace Jones, Simple Minds, entre outros. Em 1996 recebeu um Grammy pela produção do segundo álbum do cantor Seal. Em 1980, Trevor foi vocalista da banda Yes e gravou o álbum Drama.
Steve Ferrone (bateria) Steve é considerado por muitos o maior baterista de rock vivo do mundo, e já trabalhou com nomes como Eric Clapton, Duran Duran, Paul Simon, Bee Gees, Slash, David Bowie, George Benson, Chaka Khan, além integrar a Tom Petty and the Heartbreakers de 1994 a 2017.
Marco Caviglia (voz / guitarra) Apaixonado pela música de Dire Straits e seu mentor musical Mark Knopfler, Marco, nascido em Roma, formou a banda Solid Rock em 1988 e, em 1990, fez uma turnê com o lendário bluesman do Notting Hillbillies, Steve Phillips. Mas seu sonho era tocar com seus “heróis” do Dire Straits, e esse sonho se tornou realidade em 2010 a DS Legends, e agora novamente com a DSLegacy.
Primiano Dibiase (teclados) O também romano Primiano é um talentoso tecladista que já trabalhou em muitos discos e com muitos artistas, incluindo Richard Bennett, Steve Phillips, Gigi Proietti e Neri Marcorè.
Serviço Data: 29 de março (sexta-feira) Local: Teatro Sesc Palladium Cidade: Belo Horizonte – MG
Data: 30 de março (sábado) Local: P12 Cidade: Florianópolis – SC
Data: 06 de abril (sábado) Local: Concha Acústica Cidade: Salvador – BA
Data: 07 de abril (domingo) Local: Vivo Rio Cidade: Rio de Janeiro – RJ
Data: 09 de abril (terça-feira) Local: Tom Brasil Cidade: São Paulo – SP
Data: 10 de abril (quarta-feira) Local: Coupolican Cidade: Santiago – Chile
Data: 11 de abril (quinta-feira) Local: Luna Park Cidade: Buenos Aires – Argentina
Data: 13 de abril (sábado) Local: Goiânia Arena Cidade: Goiânia – GO
Data: 14 de abril (domingo) Local: Teatro Ulisses Guimarães Cidade: Brasília – DF
Mais informações: www.dslegacy.com www.facebook.com/direstraitslegacy
Guitarras e marchinhas: bloco das Velhas Virgens estreia no Carnaval de São Paulo
Carnavelhas, projeto carnavalesco da banda de rock Velhas Virgens, desfila nos dias 23/02 e 09/03 no centro da capital paulista
Há 18 anos, as Velhas Virgens, banda de rock criada nos anos 1980, decidiu levar as tradicionais marchinhas de Carnaval para os roqueiros com uma trilha sonora mais agradável aos ouvidos acostumados aos decibéis do bom e velho rock’n’roll – nascia o Carnavelhas. E para comemorar a maioridade do projeto, a banda faz sua estreia no Carnaval de São Paulo com seu bloco de rua. Os desfiles acontecem no centro da capital antes e depois do Carnaval, nos dias 23/02, na Praça da República, e 09/03, na Praça do Ouvidor, no Largo São Francisco.
Outra novidade da banda para esse Carnaval é o lançamento da música “A Tromba do Elefante”, uma versão da marchinha originalmente lançada por Mazzaropi na trilha sonora do filme “Sai da Frente”, de 1952. A letra, inocente como todos os filmes destes cineasta e ator brasileiro, ganha ares de duplo sentido na versão das Velhas Virgens.
Carnavelhas
A proposta do Carnavelhas, tocada e cantada pela banda de rock Velhas Virgens, é tocar marchinhas e músicas carnavalescas com uma pegada rock and roll. Em meados de 1997, um dos integrantes da banda apresentou para os demais uma marchinha carnavalesca chamada “Marcha do Tora a Roupa”. A partir daí o conjunto passou a gravar suas marchinhas e lançou seu primeiro disco do gênero em 2001. O conteúdo desses discos passa pelo samba e outros ritmos que não cabiam nos álbuns normais das Velhas Virgens.
E em 2019, o projeto cresceu e se tornou um bloco de rua que desfilará pelo centro de São Paulo. A ideia é ser uma opção para os roqueiros que querem curtir o Carnaval sem deixar de escutar os riffs de guitarra enquanto se divertem na festa brasileira mais popular no mundo.
Serviço: Dia 23/02 – Estreia do Bloco Local: Praça da República
Agenda: 11h às 12h – Concentração do Bloco Carnavelhas na Praça da República – esquina com Ipiranga sentido do ônibus;
12h às 16h – Início da saída do bloco no Percurso: Sobe a Av. Ipiranga, esquerda na Av. São Luis, esquerda na Rua Xavier de Toleto, contorna Teatro Municipal, esquerda Av. São João, esquerda na Av. Ipiranga termina na Praça da República;
15h – Praça da República para fazer dispersão;
16h – Fim do Desfile na Praça da República.
Dia 09/03 – Pós Carnaval Local: Praça do Ouvidor – Largo São Francisco
Agenda: 17h – Concentração do Bloco Carnavelhas;
18h – Início da apresentação do Bloco Carnavelhas;
20h – Fim da apresentação.
Sobre as Velhas Virgens:
As Velhas Virgens têm muita história para contar e para cantar. São 32 anos de uma longa e tortuosa estrada que rendeu 16 CDs, cinco DVDs, dois livros, uma gravadora, um bar e algumas cervejas artesanais. Os números são surpreendentes para uma banda independente: Mais de 600 mil seguidores nas mídias sociais, música no Youtube com 2,5 milhões de acessos, mais de três mil shows e quatro rótulos de cerveja com a marca da banda e receita própria com venda em todo país.
Sobre o Carnavelhas:
A proposta do Carnavelhas, tocada e cantada pela banda de rock Velhas Virgens, é tocar marchinhas e músicas carnavalescas com uma pegada rock and roll. Em meados de 1997, um dos integrantes da banda apresentou para os demais uma marchinha carnavalesca chamada “Marcha do Tora a Roupa”. A partir daí o conjunto passou a gravar suas marchinhas e lançou seu primeiro disco do gênero em 2001. O conteúdo desses discos passa pelo samba e outros ritmos que não cabiam nos álbuns normais das Velhas Virgens. E em 2019, o projeto cresceu e se tornou um bloco de rua que desfilará pelo centro de São Paulo.
A Free Pass Entretenimento confirma a terceira edição do seu já tradicional festival de Heavy Metal para o dia 2 de Junho de 2019 no Espaço das Americas, em São Paulo.
Desta vez o evento contará com a participação do aclamado grupo alemão de metal opera Tobias Sammet’s Avantasia, este que virá com a “Moonglow World Tour 2019”. Com um set de mais de 3 horas de apresentação e executando faixas do novo album Moonglow, que será lançado mundialmente dia 15 de Fevereiro deste ano, o Avantasia também reviverá seus grandes sucessos desde a sua formação.
Outra grande atração será o Shaman, uma das maiores bandas de metal nacional e que retornou aos palcos no ano passado não podia ficar de fora desta festa. Esta reunião vem com sua formação original (Andre Matos, Luis Mariutti, Hugo Mariutti e Ricardo Confessori) e promete um show completo reproduzindo os maiores clássicos dos albuns Ritual e Reason, num show virtuoso e emocionante.
A grande novidade da noite será a banda Rec/All, liderada pelo talentoso Rod Rossi, artista conhecido por gravar diversos temas de desenhos de Anime como Dragon Ball e Cavaleiros do Zodiaco. Além do próprio Rod, a banda tem em sua formação Marcelo Barbosa (Angra), Felipe Andreoli (Angra) e Pedro Tinello (Almah).
E pra fechar esta festa com chave de ouro, e somente no show do Brasil, o Avantasia contará com a participação especial de Andre Matos para reviver os tempos em que estrelou com a banda mundo afora.
Free Pass Metal Festival III Avantasia – Shaman – Rec/All Data: 2 de Junho de 2019, Domingo Horário: Portas 16h – Rec/All 17h30 – Shaman 18h40 – Avantasia 20h20 Local: Espaço das Americas Endereço: Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda Classificação etária: 16 anos / Menores de idade entre 12 e 15 anos entram somente acompanhados de um dos pais ou responsável legal, mediante assinatura de termo de responsabilidade no dia do show. Capacidade: 8.500 pessoas.
*MEZANINO Open Bar & Food (+18 anos): Preço único de um pacote de serviços que inclui 1 ingresso para entrada no evento, acesso à todas as áreas publicas do evento (Mezanino, Premium e Pista), e serviços de open bar e open food. Os serviços de open bar e open food serão servidos somente dentro da área do Mezanino, que contará com livre consumo de cervejas, águas e refrigerantes, além de um exclusivo buffet de finger foods com mini cheeseburgers, mini hot-dogs, pasteizinhos variados, pipocas e mix de nuts. Não será permitido sair da área do Mezanino portando alimentos e/ou bebidas. Pacote exclusivo somente para maiores de 18 anos de idade.
A venda de ingressos terá inicio no dia 1º de Fevereiro de 2019 a partir das 14hs, tanto on-line como nos pontos de venda oficiais.
*Não nos responsabilizamos por ingressos comprados fora dos pontos de venda oficiais. *Será expressamente proibida a entrada com câmeras fotográficas profissionais, câmeras semi-profissionais e filmadoras de qualquer tipo.
O
ano de 2019 começou com tudo. Com muitas expectativas acerca de muitos shows
pela frente e sermos testemunhas de grandes espetáculos. 2019 mal começou e no
último dia 12 de janeiro voltamos ao batente, in loco para prestigiar e cobrir
mais um show no SESC Belenzinho, palco de shows de qualidade – que diga-se de
passagem – e que em maioria das vezes, está lotado e que também é um ótimo
programa ver um show de rock, abrindo os trabalhos do fim de semana da galera.
E no dia em questão não foi diferente.
O
SESC Belenzinho neste dia, abriu as portas, um dos ícones mais emblemáticos do
rock nacional, reconhecido por seu carisma e simpatia que leva em suas
apresentações, o cantou paulistano Supla subiu ao palco da Comedoria em um show
que lotou o local.
O
show do Charada Brasileiro teve como base, a divulgação do seu mais recente
trabalho intitulado Illegal, disco
esse que é o 15° da carreira, no qual lançou nas versões em português e inglês,
composto por 16 faixas, no qual apresentou ao público e também foram inclusas
no set os grandes sucessos da carreira.
E
o show do Papito teve um plus bastante especial e que agitou bastante o show. A
presença mais do que especial do ex-baixista da formação original do Sex
Pistols. Sem sombra de dúvidas, quando Glen Matlock subiu ao palco para dividir
os vocais com o anfitrião da festa, a galera foi ao delírio, e era promessa de
um ótimo espetáculo.
Supla
iniciou o show com a primeira faixa do novo disco Ilegall, música essa bem agitada que animou os presentes. Em
seguida, escuta-se das caixas de som, a voz de Silvio Santos, mencionando: “O Charada Brasileiro, O Charada Brasileiro,
aonde você está Supla?”, onde remete-se a época que ele participou do reality
show Casa do Artistas em 2001 (Sim! Lembro disso!), logo era o gancho para o
clássico lançado em 2001. Em seguida, foram executadas Fuck Politics do novo álbum, Diga
O Que Você Pensa de 2016 e Anarquia
Lifestyle com um refrão bastante pegajoso e fácil de decorar.
Mais
a frente, Supla cantou uma música no qual ele dedicou as pessoas que “são
famosas sem talento”. Efetivamente, Cresça
e Aconteça é uma música que define essas pessoas que simplesmente se
vangloriam de luxo e ostentação e adoram se exibir. E é claro que o Papito teve
que fazer uma encenação hilária, onde pegou o celular de um espectador do show
e simulou fazendo uma selfie. Em seguida, veio uma balada básica: If You Accept Me e na sequência, a
clássica Garota de Berlin.
Logo
em seguida, chegou o momento esperado. Supla anuncia Glen Matlock para subir ao
palco com seu violão e o público ovacionando, onde Matlock retribui com um boa
noite, e já se posiciona para assumir o vocal, trocando de lugar com o Charada,
que vai assumir a bateria. A partir desse momento, Glen inicia o clássico do
Sex Pistols Pretty Vacant de 1977 do
primeiro e único trabalho da banda em estúdio intitulado Never Mind the Bollocks, Here’s the Sex Pistols. Ainda com Supla na
bateria, Glen emenda com Hook in You,
música já de seu primeiro álbum solo, lançado ano passado com uma roupagem bem
blues.
Adiante,
Matlock executou outra faixa de seu trabalho solo: Won’t Put the Breaks On Me, onde Alexandre volta a assumir a
bateria e Supla ficou de backing vocal. E no show teve dois covers de clássicos
do rock que fizeram o público do SESC Belenzinho agitar o esqueleto: Dancing with Myself do Billy Idol, e Blitzkrieg Bop do Ramones.
Em
resumo, pode-se dizer que o show do Papito foi excelente. Uma apresentação que
foi contagiante, agitou a galera do início ao fim e ainda mais com a
participação de Glen Matlock, abrilhantou mais o espetáculo. Cabe também
elogiar a banda que participou do show, competência na execução das músicas e
que demonstrou uma energia que respectivamente refletiu para a galera que não
parou um só minuto.
Se o início de 2019 foi assim, não podemos reclamar das próximas aventuras do Ponto ZerØ. Estamos só começando.
O Ponto ZerØ agradece a Adriana Garcia, da assessoria de imprensa do Sesc Belenzinho pelo fornecimento da credencial ao evento e pela parceria, que possa manter por muito mais tempo.
Setlist: Illegal O Charada Brasileiro Fuck Politics Anarquia Lifestyle Humanos Waiting in Tokyo Is This Love (Bob Marley Cover) / Parça da Erva Green Hair (Japa Girl) Cresça e Aconteça If You Accept Me Garota de Berlim Pretty Vacant (Sex Pistols Song) Hook in You (Glen Matlock Song) Won’t Put the Breaks On Me (Glen Matlock Song) God Save the Queen (Sex Pistols Song) Blank Generation (Richard Hell and the Voidoids Cover) Anarchy in the U.K. (Sex Pistols Song) Dancing with Myself (Billy Idol Cover) Blitzkrieg Bop (Ramones Cover) Ao Som Que Eu Vivi Should I Stay Or Should I Go (The Clash Cover)
Bis: This Ain’t the Ballad of Johnny Stiff (I’m Not Your) Steppin’ Stone (Paul Revere and The Raiders Cover) Imagine (John Lennon Cover)
Line-up: Supla – Vocais e Bateria Glen Matlock – Vocais e Violão Alexandre Lafelice – Bateria Bruno Luiz – Guitarra Henrique Baboom – Baixo Mateus Schanoski – Teclados
No último domingo (20/01), o guitarrista Dallton Santos lançou seu novo single, “Elevate”, música que conta com a participação de Felipe Andreoli (Angra) no baixo e Rodolfo Ferreira (Anjos de Resgate) na bateria.
“Elevate” foi lançada em diversas plataformas digitais, como Deezer, Spotify, iTunes, entre outras.
Esse material foi gravado no Estúdio AS pelo técnico Felipe Rinke, e no estúdio Area 51. A mixagem e masterização foi feita por João Milliet (Estúdio Cada Instante). A arte gráfica é de autoria de Fernando Kao.
Dallton Santos é guitarrista profissional e produtor. Também atua com aulas, cursos e livros para guitarristas. Desenvolve um trabalho solo instrumental tendo tocado em todo Brasil e também EUA. Confira mais sobre seu trabalho solo acessando os links abaixo.
O vocalista Leandro Caçoilo (Viper, Seventh Seal, Caravellus, Hardshine) acaba de divulgar um vídeo com tributo para a música “The Inquisitor’s Rage” do projeto Nikolo Kotzev’s Nostradamus. O tributo foi autorizado pelo compositor da música que elogiou muito o talento de Caçoilo. Leandro conta com o apoio de Heil Sound, Kildare, Grupo Studio Brazil, Futerock e TRM Press.
“Neste vídeo eu gravei todas as vozes da música “The Inquisition Rage”, que foi gravada pelo grande mestre Jorn Lande e também os corais feitos pelo grande monstro Göran Edman. Está é a melhor rock opera de todos os tempos, chamada Nostradamus, na minha humilde opinião”, disse o vocalista Leandro Caçoilo.
Para quem quiser entrar em contato com Leandro para ter aulas ou workshops basta enviar um e-mail para leandrocacoilo@hotmail.com. As aulas do vocalista abordam técnicas como respiração, impostação, repertório, belting, apoio, aquecimento, resistência, drive e ressonância. Para ter aulas de canto com Leandro Caçoilo entre em contato por e-mail ou pelo site oficial do cantor. As aulas são totalmente voltadas para o aluno com gravações em pro-tools, com especialização em Rock ‘n’ roll, Metal, AOR, Thrash, Blues, Soul, etc.
Show único no país acontece em São Paulo, dia 28 de abril, no Fabrique Club
O ex-guitarrista do fenômeno My Chemical Romance, Frank Iero se manteve na ativa mesmo após o hiato da banda, anunciado em 2013. Esteve, inclusive, ao lado de James Dewees (The Get Up Kids) com o projeto Death Spells e em um tributo ao The Cure, mas é com o novíssimo projeto Frank Iero and the Future Violents que ele desembarca na América do Sul, em abril, para apenas três shows. No Brasil, a apresentação única acontece em São Paulo, no dia 28/4 (Fabrique Club), com realização da Powerline. Ingressos já à venda: https://pixelticket.com.br/eventos/3155/frank-iero.
Frank Iero and the Future Violents nasceu no final de 2018. Iero engajou os fãs pelas redes sociais com um suspense em torno do nome da banda e finalmente revelou do que se trata em um vídeo postado no Instagram, que atingiu mais de 150 mil visualizações em questão de dias. E os fãs brasileiros serão um dos primeiros do mundo a ver o projeto em ação!
Este é a terceira empreitada de Frank Iero após a separação do My Chemical Romance. Anteriormente, o guitarrista – que na sua carreira solo também assume os vocais – se apresentava como Frnkiero and the cellabration e, depois, como Frank Iero and the Patience.
Mais pesados e experimentais do que o My Chemical Romance, os dois últimos álbuns de estúdio de Iero – com o the Pacience – são Stomachaches (2014) e Parachutes (2016) e vão rechear o set listo do show único em São Paulo. Na fase solo, Iero se distancia da sonoridade do emo pop e assume a veia punk, abusando de distorções e vocalizações que rementem ao lendário Misfits.
A estreia do Frank Iero and the Future Violents acontece no final de março pelos Estados Unidos, como banda de abertura da turnê especial de 20 anos do Taking Back Sunday. Antes, no dia 17/3, é o próprio Taking Back Sunday que vem ao Brasil, também pela Powerline, para um único show no Fabrique Club, em São Paulo.
SERVIÇO
FRANK IERO AND THE FUTURE VIOLENTS EM SÃO PAULO Evento: https://www.facebook.com/events/629133737538123/ Data: 28 de abril de 2019 Horário: 18 horas Local: Fabrique Club Endereço: Rua Barra Funda, 1071 (Barra Funda – SP) Censura: 16 anos Ingresso: R$ 110,00 (1º lote – Pista promocional/meia entrada/estudante) Online: https://pixelticket.com.br/eventos/3155/frank-iero Físico: na Loja 255 (Galeria do Rock), a partir de 23 de janeiro.
A banda SURR começa 2019 com novidades. No dia 2 de fevereiro, os roqueiros Yuri Cruz Costa (letras e voz), Lucas Costa (guitarra), Avanir Neto (baixo) e Gui Miranda (bateria) lançarão, em todas as plataformas digitais, a música “Carne e Osso” (confiraaqui).
O lyric vídeo do single, que é o 13o do grupo, será apresentado na mesma data. “Carne e Osso” entrelaça o swing latino a riffs secos e americanizados, com referência à funk music americana no seu refrão, em contraponto à letra que faz menção à latinidade.
“A música trata do nosso conflito interno e externo de quem somos. Uma geração confusa com sua própria identidade que cresceu com ícones americanos, mas sente o sangue latino pulsando na veia. Iconoclasta, provocativo, sem pátria e resistente. Ninguém acima do povo e nenhuma pátria acima de nós”, explicam os músicos da SURR. “Carne e Osso é Sangue Cartola, pose James Dean. Sem heróis, só carne e osso. Sangue latino de Ney Matogrosso“.
Em dezembro do ano passado a SURR havia lançado “Réquiem”. O single, que entrou na Playstist oficial do Spotify “Metal BR”, foi inspirado em tudo o que a banda mais gosta no trash metal, riffs firmes e pontuais misturados com o peso que cria um forte refrão.
Antes, mas no mesmo ano, veio “Fogo Amigo”, que trouxe um rock pesado e uma letra impactante cheia de protestos e questionamentos.
O primeiro CD da Banda SURR sairá no primeiro trimestre de 2019.
Bio
SURRé uma banda de rock formada em 2015, na cidade de Santos, litoral de São Paulo. Yuri Cruz Costa (letras e voz), Lucas Costa (guitarra), Avanir Neto (baixo) e Gui Miranda (bateria) utilizam teor político e social para refletirem sobre as relações humanas no mundo moderno. Os instrumentos e sons são uma forma de protesto, questionamento e luta.
A linha do tempo da banda SURR se consolida na arte, cujas influênciasestão presentes na música, no cinema, teatro e na literatura. O somé composto por letras e instrumental, que atuam juntos para criar um conteúdo contundente e impactante, que dialogue com o que acontece no mundo atual.
No Spotify, com 12 músicas lançadas entre 2016 e 2018, a SURRalcançou a marca demais de 292,5 mil streams.
A SURRjá dividiu o palco com as bandas Dead Fish, CPM 22, Glória, Dance Of Days, Questions HC, Escombro, Bayside Kings, entre outras. Além disso, fez shows nas principais casas de Santos, da região do ABC, Guarulhos, e São Paulo (capital). Em 2017, excursionou por Santa Catarina.
No dia 09/02, acontece uma grande festa do Rock’n’Roll nacional em São Paulo; as bandas Camisa de Vênus, Golpe de Estado, Ronaldo e os Impedidos e Baranga, se apresentam no Carioca Clube, a partir das 15h.
O lendário vocalista do Camisa de Vênus, Marcelo Nova, gravou um vídeo onde convida a todos para esse show. Assista: https://youtu.be/KIxh6IkxZow
Na ocasião o Camisa de Vênus estará lançando seu novo DVD e CD ‘ao vivo’, , e o nome do show será “Dançando em São Paulo” (gravado em 2016).
É possível afirmar que em pleno ano de 2018, o Camisa vive um segundo auge, com shows lotados, e fãs de várias gerações. Marcelo Nova, Robério Santana, Drake Nova, Leandro Dalle e Célio Glouster parecem estar se divertindo genuinamente, enquanto entregam um trabalho de altíssimo nível. A banda é uma das maiores instituições do Rock nacional, e fez sucesso estrondoso nos anos 80, com clássicos como “Camisa de Vênus” (1983), “Batalhões de Estranhos” (1984), “Viva” (1986), “Correndo o Risco” (1986) e “Duplo Sentido” (1987).
O Golpe de Estado é outra banda da mesma geração, que fez bastante sucesso no final da década de 80. Eles comemoraram 30 anos em 2017, com o álbum ‘ao vivo’, “30 Anos Ao Vivo”. Neste show de São Paulo eles estarão lançando um novo single, música que estará em seu novo álbum, que deverá ser lançado ainda em 2019.
Ronaldo e os Impedidos é a banda do ex-goleiro do Corinthians, Ronaldo Giovaneli – atual comentarista da Band e da rádio Transamérica. Há pouco tempo, eles lançaram um EP com material novo. O grupo possui dois álbuns e um EP. Nos anos 90, fez bastante sucesso com o single “O Nome Dela”.
Já o Baranga, é outro que está lançando material novo; o disco “Motör Vermelho”, sexto álbum de estúdio de sua carreira. O grupo foi formado em 2003, e em sua formação traz músicos conhecidos na cena, como Xande (vocal e guitarra), Deca (guitarra), Soneca (baixo) e Paulão (bateria).
SERVIÇO: TC7 Produções e Carioca Clube apresentam: Camisa de Vênus – Lançando novo DVD e CD ‘ao vivo’ – “Dançando em São Paulo”
Bandas Convidadas: Golpe de Estado Ronaldo e os Impedidos Baranga
Dia 09/02 (Sábado) Horário: 15h (Abertura da casa)
Local: Carioca Clube (R. Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros, São Paulo)
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