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Izabella Rocha transforma clássico de Nina Simone em ska dançante no novo single “Fica Comigo”

Crédito: Renata Ferraz

Izabella Rocha lança nesta sexta-feira (9) o novo single “Fica Comigo”. Na faixa, a cantora, compositora, ex-vocalista e uma das fundadoras do Natiruts, apresenta uma versão de “Love or Leave Me”, clássico do jazz eternizado por Nina Simone.

Izabella adaptou a canção para o português e, ao lado de sete músicos, transformou a atmosfera originalmente mais melancólica da canção em um ska fusion solar com arranjos de jazz, pulsante, dançante e envolvente. Uma exaltação ao amor. Além da versão em português, Izabella assina a produção musical.

A música também ganhará uma versão em espanhol, “Quédate Conmigo”. Ambas chegam acompanhadas por videoclipes gravados em diferentes cenários: “Fica Comigo” em Santa Catarina e “Quédate Conmigo” no México, ambos com a direção de Rodrigo Gianetto.

“Fica Comigo” dá sequência ao novo trabalho de Izabella Rocha, iniciado em 2026 com uma série de lançamentos que antecipam IZABELLA Vol. 1, novo álbum previsto para novembro.

O projeto começou com “Solta Pelo Mundo”, lançado em abril. Primeiro single do álbum, a faixa combina MPB e reggae pop em uma atmosfera dançante e traz uma mensagem sobre liberdade, descobertas e conexão com diferentes culturas. A música também ganhou uma versão em espanhol, antecipando a proposta de ampliar a aproximação com o público da América Latina.

Em julho, o Reggaeton “Tempo de Colheita” deu continuidade à apresentação da sonoridade do novo trabalho. Na sequência, Izabella lançou “Quero Ser Feliz Também”, releitura de um dos grandes sucessos do Natiruts e uma reconexão direta com uma importante fase de sua trajetória. A nova versão ganhou destaque na programação das rádios e alcançou, mais de uma vez, o topo das paradas monitoradas pela Crowley.

Agora, com “Fica Comigo”, a cantora incorpora novas referências musicais ao projeto. A faixa reforça a diversidade sonora de IZABELLA Vol. 1, que combina pop, reggae e MPB, além de influências do ska e do jazz em um repertório leve, envolvente e marcado por mensagens positivas.

Previsto para novembro de 2026, o álbum  IZABELLA Vol. 1 reúne canções que refletem a maturidade e a experiência da artista sem abrir mão da leveza que marca sua produção atual. Entre faixas dançantes, suaves e envolventes, o pop e a MPB são os fios condutores de um trabalho que aposta em boas vibrações, mensagens inspiradoras e novas conexões com o público.

Além da edição em português, o álbum terá uma versão em espanhol, ampliando o alcance do projeto e reforçando a proposta de uma artista que revisita sua trajetória ao mesmo tempo em que aponta para novos caminhos.

Sobre Izabella Rocha

Cantora, compositora e uma das fundadoras do Natiruts, Izabella Rocha se tornou conhecida nacionalmente como uma das vozes da banda, na qual permaneceu por dez anos e participou de cinco álbuns autorais.

Após sua saída do grupo, seguiu carreira com novos trabalhos e, posteriormente, voltou a se reunir com os antigos companheiros para a turnê Good Vibration, encerrada em 2023. O reencontro com os palcos abriu caminho para um novo capítulo de sua trajetória.

Ao lado de Bruno Dourado (percussão) e Kiko Péres (guitarrista) formou, em 2007, o grupo InNatura  com o qual gravou três álbuns. Para celebrar 20 anos de carreira, lançou, em 2016, Gaia, primeiro álbum solo autoral e trilha sonora do documentário de mesmo nome. O segundo álbum solo intitulado “Bella” levou a cantora para o universo do Jazz e foi lançado em 2021.

Em 2024, Izabella iniciou as composições e a pré-produção de IZABELLA Vol. 1, projeto que agora chega à reta final de preparação e tem lançamento previsto para novembro. O álbum representa um novo momento artístico para a cantora, que reúne experiência, identidade e frescor em um repertório que aposta na leveza, na diversidade musical e em mensagens positivas.

Contato para shows:
Mario Soria – (11)98152 8160

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Frequency Junction lança segundo álbum da Twilight Aura em vinil

Crédito: Renata Monteiro/Juh Leidl

“Believe” chega em vinil verde reciclado, em edição limitada pela Frequency Junction, em parceria com a WikiMetal

A banda Twilight Aura, liderada pelo guitarrista e compositor Andre Bastos, ganha uma nova edição para seu segundo álbum, “Believe”, lançado originalmente em 2025 e que agora recebe uma edição limitada em vinil verde reciclado pela Frequency Junction, em parceria com a WikiMetal.

A chegada de “Believe” ao vinil nasceu da amizade entre Fernando Jorge, CEO da Frequency Junction, e Andre Bastos. Em 2026, durante um festival, os dois retomaram a ideia de prensar um LP da Twilight Aura, desejo antigo de Bastos. “Fico muito feliz de conseguir tirar esse projeto do CD e trazê-lo para o vinil. É uma realização não só para mim, mas para toda a banda”, afirma o guitarrista. A iniciativa acabou dando origem à Frequency Junction Records, criada para viabilizar projetos semelhantes de outros artistas.

A formação principal traz Daisa Munhoz nos vocais, Andre Bastos e Rodolfo Elsas nas guitarras, Filipe Guerra no baixo, Leo Loebenberg nos teclados e Claudio Reis na bateria. Musicalmente, “Believe” combina baladas etéreas, faixas enérgicas e aceleradas e letras voltadas a aspectos positivos da vida, preservando a identidade da Twilight Aura e ampliando sua paleta sonora. Entre os convidados estão Jeff Scott Soto, em um dueto com Daisa Munhoz, Felipe Andreoli, Fabio Caldeira, BJ e Daniel Matos. O disco também resgata uma gravação do saudoso Andre Matos, cuja voz foi recuperada digitalmente a partir de uma fita demo registrada na década de 1990 e preservada por André Bastos.

Entre as faixas, “Coming Home” ocupa posição especial e conta com a participação de Fabio Caldeira (Maestrick). Ela aborda questões relacionadas à existência, às escolhas, ao propósito e ao que permanece depois da passagem pela vida. A composição chamou a atenção de Fernando Jorge e ajudou a estabelecer a conexão emocional entre o álbum e a filosofia da Frequency Junction. Para o fundador do selo, a mensagem está ligada à ideia de que o que importa na vida é aquilo que fazemos, e não aquilo que temos, conceito que também se tornou parte da motivação para criar uma iniciativa voltada à colaboração e ao apoio a artistas. “A Frequency Junction nasceu do desejo de contribuir. Não existe vaidade, não existe disputa e não queremos competir por protagonismo. Existe amor pela música, respeito pelos artistas e colaboração”, afirma Fernando Jorge.

Além da Twilight Aura, os primeiros projetos da Frequency Junction incluem Night Stinger, Phantom Star e Luna’s Tangram, representando diferentes vertentes do rock, metal e AOR.

Confira o clipe de “Coming Home” em https://youtu.be/nxbxRVKS7ws

Ouça no Spotify em https://open.spotify.com/artist/1xo1rupmkgRiqborQShT30

Sites relacionados:
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Instagram:
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E-mail: fj@frequencyjunction.com

Marcio Sanches destaca aprendizado de ouvido e anuncia agenda de shows para outubro

Ao recordar músicos que contribuíram para sua formação, artista aborda a importância da escuta e leva diferentes projetos a palcos de São Paulo e Minas Gerais

A formação de um músico também acontece na escuta, na convivência e na troca de experiências. Esse é o tema abordado por Marcio Sanches ao recordar o aprendizado de ouvido e a influência de músicos que, mesmo sem conhecimento formal de teoria, tinham sensibilidade para identificar notas e soluções para uma execução. Em outubro de 2026, essa trajetória encontra espaço em uma agenda que reúne apresentações com Classical Queen, Rockflix, Queen for Kids, Four The Rock e Banda do Metrô.

Marcio Sanches explica o tema em programa no canal Guitar Pool Brasil. Confira: https://www.instagram.com/reel/Dcte5_bOyHn/?obrf=enl3b3U3czEyZXN4

Ao falar sobre suas referências, Marcio lembra músicos experientes com quem conviveu e que o ajudaram a perceber detalhes que nem sempre estavam registrados em uma tablatura. Entre eles está Nelson, baixista que morava em frente à sua casa e compartilhava observações sobre a maneira de tocar determinadas passagens. As lembranças ressaltam o papel da escuta atenta e do contato com outros instrumentistas no desenvolvimento musical.

“Eu tive sorte dessas pessoas na minha vida”, afirma Marcio Sanches. Ao se definir como autodidata, o músico faz uma ressalva: “Autodidata, entre aspas, né, que depois eu estudei”. Sua experiência reúne, assim, o aprendizado intuitivo e o estudo que passou a integrar sua formação.

Essa variedade de experiências também aparece nos projetos que compõem sua agenda de outubro. No dia 10, Marcio participa da Prost Oktoberfest, em Poços de Caldas (MG), com Classical Queen e Rockflix. No dia 17, volta a se apresentar com o Rockflix, desta vez no Teatro Lorena, em Lorena (SP). A programação prevê ainda um Guitarshow no Retrô Pub, no dia 9, com realização a confirmar.

O Queen for Kids terá duas apresentações ao longo do mês: no Sesc Campo Limpo, em São Paulo, no Dia das Crianças, 12 de outubro, e no SuperShopping Osasco, no dia 18. Os compromissos ampliam o encontro do músico com diferentes gerações, em uma programação que inclui espetáculos para crianças e suas famílias.

Na segunda metade de outubro, Marcio participa de uma entrevista ao Volpi, no dia 21, e se apresenta com o Four The Rock no The Black Horse Gastropub, no dia 23. No dia 29, estará com a Banda do Metrô na Estação Morumbi da Linha 17. A agenda termina no dia 31, no Misplaced, em São Caetano do Sul, com Classical Queen e Rockflix.

Serviço — Marcio Sanches | Agenda de outubro de 2026

9 de outubro — Guitarshow
Local: Retrô Pub
Apresentação a confirmar
Informações: https://www.instagram.com/retrosbc/

10 de outubro — Classical Queen + Marcio Sanches e Rockflix + Marcio Sanches
Evento: Prost Oktoberfest
Cidade: Poços de Caldas (MG)
Informações: https://www.instagram.com/prost_oktoberfest/

12 de outubro — Queen for Kids
Local: Sesc Campo Limpo
Cidade: São Paulo (SP)
Programação: https://www.sescsp.org.br/programacao/queen-for-kids/

17 de outubro — Rockflix + Marcio Sanches
Local: Teatro Lorena
Cidade: Lorena (SP)
Informações: https://www.instagram.com/teatrounifatea/

18 de outubro — Queen for Kids
Local: SuperShopping Osasco
Cidade: Osasco (SP)
Informações: https://www.instagram.com/supershoppingosasco/

21 de outubro — Entrevista ao Volpi
Participação: Marcio Sanches

23 de outubro — Four The Rock
Local: The Black Horse Gastropub
Informações: https://www.instagram.com/theblackhorsegastropub/

29 de outubro — Banda do Metrô + Marcio Sanches
Local: Estação Morumbi da Linha 17
Cidade: São Paulo (SP)
Informações: https://www.instagram.com/bandadometro/

31 de outubro — Classical Queen + Marcio Sanches e Rockflix + Marcio Sanches
Local: Misplaced
Cidade: São Caetano do Sul (SP)
Informações: https://www.instagram.com/pubmisplaced/

Sobre Marcio Sanches

Marcio Sanches é um músico com atuação em diferentes projetos ligados ao rock. Sua formação inclui o aprendizado de ouvido, a convivência com outros instrumentistas e o estudo musical realizado posteriormente. Participa de apresentações com Classical Queen, Rockflix, Queen for Kids, Four The Rock e Banda do Metrô, além do formato Guitarshow, passando por pubs, teatros, festivais e espaços com programação para famílias.

Violett apresenta versão de “Highway Tune”, do Greta Van Fleet, e anuncia maratona de shows até dezembro

Quarteto paulista tem dez apresentações confirmadas nos próximos meses e será uma das atrações da Tattoo Week São Paulo, ao lado de nomes como Fresno, Dead Fish e Bad Luv

A Violett acaba de divulgar em suas redes sociais uma versão de “Highway Tune”, um dos grandes sucessos do Greta Van Fleet, enquanto se prepara para uma sequência de dez apresentações que levará a banda a diferentes cidades de São Paulo até dezembro.

A releitura foi compartilhada no Instagram oficial da banda e reforça algumas das referências que fazem parte do universo musical da Violett. O vídeo chega enquanto o grupo mantém uma intensa rotina de palco, característica que se tornou fundamental para sua formação desde o início da trajetória.

Assista à versão de “Highway Tune” no Instagram:
https://www.instagram.com/p/DeIVgLuhS6l

Formada em 2022, em Itu (SP), por Camila Doná (vocais), Andressa Marques (guitarra), Ana Julia Nihil (baixo) e Júlia Baats (bateria), a Violett já ultrapassou a marca de 250 apresentações. Em pouco mais de três anos, as integrantes construíram boa parte de sua experiência diretamente nos palcos e vêm ampliando gradativamente a presença no circuito brasileiro.

Nesse período, a banda já compartilhou eventos e palcos com nomes como Blitz, Black Pantera, Crypta e Dead Fish, além de conquistar espaço em festivais e eventos da cena independente.

Entre os compromissos anunciados para os próximos meses, um dos principais acontece em 21 de novembro, quando a Violett se apresenta na Tattoo Week São Paulo 2026, no Expo Center Norte.

Realizada entre os dias 20 e 22 de novembro, a Tattoo Week reúne profissionais e público ligado às culturas da tatuagem e do body piercing e promove intercâmbio entre artistas, novas tendências e diferentes manifestações culturais.

No sábado (21), a programação musical terá, além da Violett, nomes como Fresno, Dead Fish e Bad Luv, colocando o quarteto diante de um público ainda maior em São Paulo.

A participação chega em meio a uma agenda que praticamente não dá descanso à banda. Antes e depois da Tattoo Week, a Violett passa por Campinas, São Roque, Jundiaí, Indaiatuba, Americana e São Paulo, encerrando a programação anunciada em dezembro.

Paralelamente aos shows, o grupo continua divulgando seu trabalho autoral. Entre os lançamentos está o videoclipe de “It’s You”, que apresenta outra frente da identidade musical que a Violett vem desenvolvendo.

Assista ao videoclipe de “It’s You”:

Com novos lançamentos e uma agenda constante de apresentações, a Violett chega aos últimos meses de 2026 reforçando uma característica que acompanha a banda desde sua formação: uma trajetória construída essencialmente na estrada e no contato direto com o público.

Agenda de shows — Violett:
11/10 – Campinas/SP – Grainnes Pub
17/10 – Campinas/SP – Alma Campinas
23/10 – São Roque/SP – Clube Come Together
31/10 – Jundiaí/SP – Ahtrio Caxambú
13/11 – Indaiatuba/SP – The Hops Tap House
21/11 – São Paulo/SP – Tattoo Week
27/11 – Americana/SP – Vibes Americana
05/12 – São Roque/SP – Clube Come Together
11/12 – São Paulo/SP – Evento corporativo
17/12 – Campinas/SP – Grainnes Pub

Acompanhe a Violett em seus canais oficiais:
www.bandaviolett.com
www.instagram.com/bandaviolett
www.youtube.com/@bandaviolett

Carceral lança edição física de ‘Descending Reprisal’ e apresenta novo single

Crédito: Divulgação

I, Voidhanger Records lança edição física de “Descending Reprisal”, enquanto Carceral encerra ciclo de singles com faixa orquestrada

O Carceral, grupo instrumental de metal extremo, apresenta a edição física do álbum de estreia, “Descending Reprisal”, pela gravadora italiana I, Voidhanger Records. O lançamento em CD chega logo após a estreia de “Of Searing And Perilous Abidance”, último single do trabalho, disponibilizado em duas versões: a original do álbum e uma versão especial com orquestração de Vithor Moraes.

Arranjador e orquestrador, Moraes também atua como tecladista da banda paulista Armiferum e da banda da cantora sueca Anette Olzon. Na versão especial, ele amplia a atmosfera da composição com elementos orquestrais que reforçam a tensão e o caráter cinematográfico da faixa. “O melhor de trabalhar com metal extremo nas orquestrações é ter carta branca para testar esquisitices e sonoridades mais trilha-sonorescas”, comenta Moraes. Segundo o músico, a introdução foi concebida com a atmosfera de um filme de terror, utilizando clarone, metais e cordas para criar tensão antes da entrada da música.

“Of Searing And Perilous Abidance” encerra o ciclo de singles de “Descending Reprisal” e mantém a abordagem característica do Carceral, combinando elementos de death e thrash metal à estrutura concisa do grindcore. A faixa também aprofunda o universo apocalíptico desenvolvido ao longo do álbum.

Formado por Roberto Ortega e Hard Alexandre Christiani (guitarras), Victor Hormidas (baixo) e Daniel Moscardini (bateria), o Carceral aposta em composições curtas, intensas e agressivas. Originalmente lançado nas plataformas digitais em julho, “Descending Reprisal” reúne 24 faixas em pouco menos de 30 minutos e transita por death metal, thrash metal, grindcore e outras vertentes extremas. A edição física chega em CD no formato jewel case, acompanhada de booklet de 20 páginas, e está disponível pela I, Voidhanger Records.

As duas versões do single contam com capa de Danilo Ferreira e visualizer de Arthur Hermit.

Confira o single na versão regular do álbum em https://youtu.be/PF0HHHpUoZE

Veja o da versão com orquestração de Vithor Moraes em https://youtu.be/yEof-voMR9A

Adquira a edição física de “Descending Reprisal”:

Bandcamp: https://i-voidhangerrecords.bandcamp.com/album/descending-reprisal
Europa/Reino Unido: https://tornfromthegrave.com/collections/ivr-pre-order-now/products/carceral-descending-reprisal-cd-pre-order
Estados Unidos: https://tornfromthegrave.us/collections/ivr-pre-order-now/products/carceral-descending-reprisal-cd-pre-order

Ouça o álbum completo, com visualizer por Arthur Hermit: https://youtu.be/c-rZTWELKD4

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Em “1822”, Rota 54 percorre as marcas que a cidade deixa pelo caminho

O Rota 54 divulgou nesta quarta-feira (7) o single “1822”, produzido no estúdio Lhama Records por Guto Passos, do Lobão Power Trio, e Jairo Fajer, do Autoramas. O local, instalado em um casarão do início do século 20, na capital paulista, também serviu de cenário para o videoclipe de “1822”, produzido e dirigido por Fernando Hound.

Foto: Eduardo de Goes

A faixa lançada pelo selo Undershows discute a relação entre memória, passagem do tempo e as transformações vividas na metrópole. Segundo o vocalista e guitarrista Caio Uehbe, “1822” fala sobre as lembranças despertadas por lugares que fazem parte da rotina da cidade. “Lugares que não são mais os mesmos, que mudaram com o passar do tempo, assim como nós, mas que sempre nos levam de alguma maneira a rememorar momentos e vivências que não existem mais, mas que trazem sensações, sentimentos, nostalgia.” Essas memórias, de acordo com Caio, podem assumir diferentes sentidos. “As lembranças podem ser uma prisão para nos manter no passado ou uma porta de entrada para seguir adiante e buscarmos coisas novas. É uma encruzilhada com que nos deparamos em cada esquina das ruas da cidade.”

Já o título da música faz referência a uma rua do bairro do Ipiranga, na zona sul de São Paulo, que fez parte do caminho percorrido pelo músico em um período de sua vida. A escolha não está diretamente relacionada ao processo de Independência do Brasil, embora o vocalista identifique uma possível conexão entre a referência histórica e a ideia de autonomia presente na composição. “É interessante pensar na referência da independência que buscamos para nossas vidas e como ficamos dependentes de coisas passadas. É uma relação possível de ser feita.”

Assista ao videoclipe “1988” 

“1822” amplia a relação do Rota 54 com diferentes vertentes do rock. Embora o punk rock esteja entre as principais referências da banda, a faixa incorpora elementos de grupos como Ira!, Attaque 77, Beatles, The Who e Social Distortion. “Sempre fomos uma banda que transitou por diversos gêneros do rock, e nesse trabalho novo isso fica muito mais evidente”, explica Caio, que vê a identidade do Rota 54 relacionada à combinação entre letras e melodias. “A banda se destaca por suas letras fortes, que abordam tanto questões políticas quanto questões existenciais e cotidianas, e por seus refrões e melodias marcantes.”

Formado em São Paulo em 2008, o grupo chega aos 18 anos de trajetória com Caio Uehbe (voz e guitarra), Daniel Moura (guitarra e voz), Camarada Renan (baixo) e Tony Karpa (bateria), que passou a integrar a formação neste ano e já participou de diversos projetos da cena independente, incluindo a banda Garotos Podres.

A Rota 54 comemora o lançamento do single no PunktoberFest, que acontece em São Paulo no próximo dia 11, ao lado das bandas: Garotos Podres, Statues On Fire, Menstruação Anárquika, Flor ET e Los Rotten (AR).

Arte: Caio Uehbe

Ouça “1822” no seu tocador favorito:
https://onerpm.link/220019305038

Vá ao PunktoberFest:
https://www.sympla.com.br/evento/punktoberfest-2026-na-tarantino-cervejaria/3577795 

Wikimetal e Move Concerts anunciam ‘Iron Maiden Week’ em São Paulo

Site especializado e promotora da ‘Run For Your Lives Tour’ no Brasil oferecem experiência em bares com brindes e sorteio de ingressos

A promotora de eventos Move Concerts, responsável pela turnê Run For Your Lives Tour no Brasil, em parceria com o Wikimetal, maior portal de conteúdo próprio do segmento de heavy metal, irão realizar um grande encontro de fãs do Iron Maiden em São Paulo.

Entre os dias 7/10 e 12/10, bares selecionados de São Paulo serão palcos da ação que proporcionará uma experiência única com música, drinks especiais, brindes exclusivos e sorteio de ingressos. Os eventos acontecerão de acordo com o horário e regras de funcionamento dos bares participantes: Manifesto Bar, The Metal Bar, The Cave, Galeria do Rock e Rooftop Galeria do Rock. Mais informações estão ao final da newsletter.

Encontro com fãs, brindes, sorteio de ingressos e drinks temáticos do Iron Maiden

O momento marcará um encontro único, em que os fãs poderão assistir vídeos, trocar experiências, apresentar itens raros da coleção, fazer novas amizades e brindar o retorno de uma das maiores bandas de heavy metal da história com drinks temáticos elaborados por cada um dos bares participantes. Além de ganhar brindes exclusivos, o público irá concorrer ao sorteio de ingressos para o show do Iron Maiden no dia 27 de outubro, em São Paulo, no Nubank Parque.

A iniciativa promove o retorno do Iron Maiden ao Brasil com  a ‘Run For Your Lives Tour’. A banda britânica se apresenta no Nubank Parque, nos dias 25 e 27 de outubro, e na Arena da Baixada em Curitiba, no dia 28, e terá o Alter Bridge como banda convidada de abertura – últimos ingressos disponíveis à venda no site da Livepass

Essa é a última oportunidade de ver o Iron Maiden ao vivo durante um bom tempo, a banda entrará em uma pausa logo em seguida que deve durar até 2028. “Esses serão os shows finais de uma turnê de dois anos e a última chance para os fãs do mundo todo presenciarem a produção de última geração que acompanha o repertório único, com músicas dos nove primeiros álbuns da banda”, comunicou o grupo.

A ação acontecerá nos bares abaixo (consulte mais informações na rede social de cada estabelecimento):

Manifesto Bar
Endereço: R. Ramos Batista, 207 – Vila Olímpia
Mais informações: https://www.instagram.com/manifestobar

The Metal Bar
Endereço: R. Artur de Azevedo, 637 – Cerqueira César 
Mais informações: https://www.instagram.com/themetal.bar/

The Cave Galeria do Rock
Endereço: Av. São João, 439 – Subsolo – Lj 2 – República
Mais informações: https://www.instagram.com/thecavegaleriadorock/

Rooftop Galeria do Rock
Endereço: Av. São João, 439 – República 
Mais informações: https://www.instagram.com/rooftopgaleriadorock/

“Caóticas Palavras”: Novo álbum d’O Preço aborda conflitos do mundo contemporâneo

A banda paulista O Preço lançou nesta segunda-feira (5) o álbum “Caóticas Palavras”, com 14 faixas sobre questões sociais e políticas da atualidade. Formado em 2019, O Preço é liderado por Christian Targa (voz e guitarra), conhecido como Gordo, um dos fundadores do Blind Pigs. Atualmente o grupo é composto ainda por Paulo Polin (guitarra e voz), Adriano Parussulo (baixo e voz) e Glauco Fornãs (bateria).

Foto: Mazzei

Segundo Christian Targa, as músicas do novo disco giram em torno dos problemas do mundo moderno marcado por “um presente tecnológico cheio de armas, mentiras e revoltas, guerras, promessas de lucro fácil, IA etc.” A proposta também aparece na capa, assinada pelo artista indonésio Lowskill, que já trabalhou com nomes como Guns N’ Roses, Blink-182, Off! e NOFX. “Foi um privilégio contar com ele nesse trabalho”, diz.

“Caóticas Palavras”, segundo álbum d’O Preço, foi produzido pelo próprio Christian Targa em parceria com Átila Ardanuy no estúdio Bavini em São Paulo. Para o vocalista, o processo representou uma evolução em relação aos trabalhos anteriores, sem abandonar a identidade construída pelo grupo. “O novo álbum deu um salto em todos os sentidos sem perder o já conhecido estilo, desde a composição, os ensaios, os arranjos e dedicação de todos, tudo num geral evoluiu muito do primeiro disco pra cá e tudo reflete numa melhor produção/sonoridade.”

A masterização foi realizada nos Estados Unidos por Dan Randall, do Mammoth Sound. “Randall fez um trabalho maravilhoso com nossa mixagem. O disco soa gringo”, revela Paulo Polin, que diz estar vivendo um grande momento na carreira. “Tem sido uma experiência incrível tocar n’O Preço, ao lado dessa lenda do punk nacional, o Christian Targa. Estou aprendendo muito, principalmente nas sessões de gravação do novo álbum, um nível de produção altíssimo! O Christian e o Átila Ardanuy produziram o melhor trabalho que já gravei em toda minha vida”.

O disco também conta com a participação do rapper Bocão DRR (Ex-Dmenos Crime) na faixa “O Ska é a Munição”, e do Surf Aliens em “Cara Planilha”.

Arte: Lowskill

Na formação atual, O Preço reúne músicos com passagens por diferentes grupos da cena punk rock paulistana. Segundo Glauco Fornãs, a experiência dos integrantes contribui para a construção da identidade da banda. “O Gordo é uma fábrica de hits desde os tempos do Blind Pigs, as top 10 são dele ou são junto com ele, então acho que somado a um time experiente de músicos que vieram de outras bandas como Sandinistas, Bad Flip, Dance of Days / Faca Preta, as coisas ficam mais fluidas e mais fortes, mais bem executadas”, garante o baterista. O Preço se define como um quarteto de punk rock direto ligado à realidade paulistana. Para Christian, “O Preço é movido a fúria e revolta em punho e passou por algumas formações até chegarmos nesse grande time, com músicos experientes, com muito talento, disposição, interesse e dedicação”.

Além do lançamento nas principais plataformas digitais, “Caóticas Palavras” ganha edição física em LP branco e capa em formato gatefold por meio dos selos Neves Records, TGR Sounds e Detona Records. A festa de lançamento do disco acontece em 17/10 no Fenda 315 em São Paulo.

Ouça o single “Desumano Não” 

Ouça “Caóticas Palavras” no seu tocador favorito:
https://ditto.fm/caoticas-palavras

Vá ao show de lançamento (17/10):
https://www.sympla.com.br/evento/show-o-preco—lancamento-do-novo-album/3602715

Entre em contato com os selos para garantir a sua cópia do disco:
https://nevesrecords.com.br // https://www.tgrsounds.com // https://detonarecords.lojaintegrada.com.br

Fabiano Negri & Bebê Diabo mergulham nas trevas do heavy metal clássico em “The Lord’s Curse”

Novo álbum transforma destruição humana, desespero e morte em uma experiência sombria e cinematográfica, construída sobre as raízes de Iron Maiden, Judas Priest e Black Sabbath

​Após mais de três décadas dedicadas à música, Fabiano Negri apresenta The Lord’s Curse, novo álbum lançado ao lado de sua banda, a Bebê Diabo. Com oito faixas inéditas, o trabalho parte das raízes do heavy metal clássico e explora temas como guerra, decadência, manipulação, desesperança e a fragilidade da condição humana.

Ouça The Lord’s Curse em todas plataformas digitais​
​https://distrokid.com/hyperfollow/fabianonegri/the-lords-curse

O lançamento foi antecedido por três singles: “Highlands”, “Greetings From Sadness”, ambos com seus respectivos videoclipes, e “Flying Towards The End”. Assim, as músicas apresentaram diferentes aspectos da proposta do novo álbum antes de sua chegada completa ao público. Ao mesmo tempo, já demonstravam a atual fase mais pesada do músico.​

Natural de Campinas (SP), Fabiano construiu uma trajetória que atravessa diferentes vertentes da música pesada. Ao longo desse percurso, o músico passou por bandas como Rei Lagarto, Dusty Old Fingers e Unsuspected Soul Band. Paralelamente, desenvolveu uma extensa carreira solo como cantor, compositor, multi-instrumentista, produtor e professor.​

Ao longo de sua longeva carreira, essa trajetória foi marcada pela busca constante por novas possibilidades dentro do hard rock e, agora, do heavy metal. Nesse contexto, The Lord’s Curse sucede ZebathY (2022), Mysteries the Night Hides (2023) e The Outlaw’s Journey (2025). Os três trabalhos foram totalmente dedicados ao metal clássico e, juntos, representam diferentes etapas dessa desenvoltura musical.​

Para o novo álbum, Fabiano voltou sua atenção às referências fundamentais do heavy metal. Entre elas estão os três primeiros trabalhos do Iron Maiden, a fase setentista do Judas Priest e elementos do Black Sabbath. São influências que sempre o acompanharam e que, agora, ganham novas formas dentro das composições.​

“Esse novo álbum nasceu da ideia de revisitar o heavy metal oitentista sem reproduzir seus clichês. Quisemos criar músicas rápidas, pesadas e atmosféricas, sempre com uma sensação constante de tensão. É um disco profundamente pessimista, um reflexo do mundo em que vivemos”, explica o músico.​

A produção também acompanha essa proposta. Em vez de estabelecer uma única abordagem para todas as faixas, Fabiano trabalhou diferentes possibilidades de produção e mixagem. Dessa maneira, cada escolha foi pensada de acordo com as características de cada composição.​

“Eu tentei construir a sonoridade que cada música merecia, na minha visão. Então, existem coisas muito limpas e convencionais em termos de produção e mixagem, e outras propositalmente feitas para gerar uma sensação de incômodo no ouvinte”, comenta.​

Embora não seja um álbum conceitual, o álbum apresenta conexões entre suas músicas. Em especial, “The Lord’s Curse”, “You’ll See The Light of the Morning Star” e “The Fisherman”, quando ouvidas em sequência, formam uma história completa.​

“É um álbum, até certo ponto, conceitual, mas não em ordem de pensamentos ou cronologia. As músicas estão interligadas de alguma forma. E essas três, se ouvidas na ordem, contam uma história completa, que muita gente conhece, mas que eu abordo de uma maneira mais humana e real. Resumindo: é só trevas, desespero e morte (risos)”, finaliza Negri.​

O álbum também apresenta a nova configuração da banda como quarteto, com Fabiano Negri (vocais e guitarra), Igor Russo (guitarra), Ian Absurd (baixo) e Pedro Quintans (bateria).​

Além de The Lord’s Curse, 2026 marca outro momento importante na carreira de Fabiano. O músico também assumiu os vocais do Tracy G. Group, novo projeto do guitarrista norte-americano Tracy G., conhecido por sua passagem pela banda de Ronnie James Dio entre 1993 e 1999. O primeiro single da parceria, “Human Reptile”, foi lançado em setembro e, agora, antecede o álbum MAKKINAGEDOOM, previsto para o final de outubro.​

Com The Lord’s Curse, Fabiano Negri & Bebê Diabo ampliam uma trajetória construída ao longo de décadas. O álbum utiliza referências fundamentais do heavy metal como ponto de partida para novas composições e, ao mesmo tempo, desenvolve uma abordagem própria sobre os aspectos mais sombrios da condição humana.​

FABIANO NEGRIO NAS REDES:
Facebook/Instagram: @fabianonegrisolo
X: @fabianonegri
Bandcamp: https://fabianonegri.bandcamp.com

Melômano Discos apresenta Lucifer III em edição especial de vinil splatter

Edição limitada a 300 cópias de “Lucifer III”, terceiro álbum de um dos nomes de destaque da atual geração do rock pesado

A Melômano Discos apresenta uma edição especial de “Lucifer III”, terceiro álbum de estúdio do Lucifer, um dos nomes de destaque da atual geração do rock pesado que resgata com personalidade a atmosfera, a sonoridade e a estética do hard rock e do heavy rock dos anos 1970. Para esta edição, o álbum chega em vinil splatter, em uma prensagem limitada a apenas 300 cópias.
 
Lançado originalmente em 2020 pela Century Media, “Lucifer III” representa um momento fundamental na trajetória do Lucifer e consolida a identidade construída pela banda ao longo de seus primeiros trabalhos. O álbum reúne nove faixas, apresentando uma combinação de hard rock setentista, heavy rock, doom, psicodelia e uma forte atmosfera ligada ao horror, ao ocultismo e ao imaginário sombrio.
 
Formado originalmente em Berlim, em 2014, o Lucifer surgiu sob a liderança da vocalista Johanna Sadonis e rapidamente chamou atenção por sua combinação de doom, heavy rock e referências ao hard rock clássico. Depois de “Lucifer” (2015) e “Lucifer II” (2018), a banda chegou a “Lucifer III” em uma formação e direção musical mais consolidadas. A formação associada ao álbum conta com Johanna Sadonis nos vocais, Martin Nordin e Linus Björklund nas guitarras, Harald Göthblad no baixo e Nicke Andersson na bateria. Andersson, conhecido por seu trabalho com Entombed, The Hellacopters e Imperial State Electric, também participou diretamente da composição, produção, gravação e mixagem do álbum ao lado de Johanna. A parceria se tornou fundamental para a identidade do Lucifer a partir de “Lucifer II” e ganhou ainda mais força em “Lucifer III”, que foi produzido e gravado no Honk Palace, estúdio instalado na residência de Johanna e Nicke, nos arredores de Estocolmo.
 
O repertório começa com “Ghosts”, faixa escolhida como primeiro single e uma das primeiras compostas para “Lucifer III”, que já vinha sendo apresentada ao vivo antes do lançamento. “Midnight Phantom”, que explora uma atmosfera mais sombria e cadenciada, foi escolhida como segundo single e videoclipe, enquanto “Leather Demon” mergulha mais profundamente no universo sobrenatural associado ao Lucifer e também ganhou um videoclipe. A sequência do álbum apresenta “Lucifer”, “Pacific Blues”, “Coffin Fever”, “Flanked By Snakes”, “Stay Astray” e “Cemetery Eyes”, encerrando o trabalho com uma composição mais longa e atmosférica. Entre os principais temas presentes nas letras estão morte, luto, fantasmas, horror, solidão, desejo, anjos caídos e referências bíblicas, elementos que reforçam a personalidade sombria da banda.
 
A identidade visual de Lucifer III também ocupa papel importante no projeto. A capa foi criada pelo artista britânico Graham Humphreys, conhecido por seu trabalho relacionado ao cinema de horror. Curiosamente, “Lucifer III” chegou ao público em 20 de março de 2020, em um período conturbado para a indústria musical. O lançamento coincidiu com o início da pandemia de Covid-19, que provocou o cancelamento e o adiamento de shows e turnês em diversos países. A banda tinha planos para apresentações relacionadas ao lançamento, mas precisou adaptar sua divulgação diante das restrições impostas naquele período.


 
Para adquirir a sua cópia, acesse:
https://melomano.com.br/search/?q=Lucifer%2BIII&mpage=2
 
Instagram:
https://www.instagram.com/melomanodiscos
https://www.instagram.com/lucifertheband

Armadilha ultrapassa fronteiras do Heavy Metal em novo álbum, “Além do Limite Astral”

Produzido por Val Santos, novo trabalho celebra a história do metal brasileiro e fortalece a conexão da banda com a cena latino-americana

O Armadilha apresenta um novo capítulo de sua trajetória com “Além do Limite Astral”, álbum que já está disponível nas plataformas digitais e também ganhou edição especial em CD pela gravadora carioca Dies Irae Records. Com nove faixas em seu repertório principal, além de uma releitura e três bônus, o trabalho reafirma as raízes da banda no Heavy Metal tradicional enquanto amplia seu diálogo com a história e a cena metálica latino-americana.

Produzido, mixado e masterizado por Val Santos, nome de longa trajetória no Heavy Metal brasileiro, “Além do Limite Astral” foi construído para preservar uma sonoridade pesada e orgânica. O resultado marca um novo momento para o grupo formado por Pedro Zupo (vocais), Denys Garcia (guitarra), Gregório Bondezam (guitarra), Pedro Cavichiollo (baixo) e Marcelo S.O.S. (bateria).

Mais do que olhar apenas para o presente, o Armadilha utiliza o novo disco para reconhecer suas origens e aqueles que ajudaram a construir a cultura da qual faz parte. Um dos exemplos mais representativos dessa proposta está em “Velhos e Eternos”, homenagem aos pioneiros e personagens que ajudaram a escrever a história do Heavy Metal nacional.

A música ganhou um videoclipe que reúne nomes de diferentes gerações da cena brasileira, entre eles Andreas Kisser, Kim Kehl, Roosevelt Bala, Nelson Fonte, Cachorrão, Roger Vilaplana, Paulão Thomaz, Junior Muzzilli, Ivan Martins, China Lee, Paulo Rossi, Walcyr Chalas, Flavio Ferb, Renato Trevas, Mario Pastore, Zhema e Val Santos, além de prestar homenagem a Renato RT (in memoriam).

Assista “Velhos e Eternos”:
https://www.youtube.com/watch?v=zRC_O7h6DOY

“Velhos e Eternos” nasceu justamente da intenção de reconhecer aqueles que abriram caminhos e contribuíram para que novas gerações pudessem continuar fazendo e vivendo Heavy Metal no Brasil.

Se essa faixa volta os olhos para a história brasileira, “Hermandad de Acero” expande a proposta para além das fronteiras do país. A composição reúne músicos de diferentes lugares da América Latina em uma celebração da união construída pelo Heavy Metal no continente.

A ideia está diretamente ligada à participação do Armadilha no movimento N.L.H.M.L.A. (Nova Linha do Heavy Metal Latino-Americano), iniciativa que busca aproximar bandas e fortalecer a circulação e a valorização da produção metálica da região.

Esse diálogo entre passado, presente e identidade atravessa “Além do Limite Astral”. Faixas como “Sangue por Sangue”, “Ataque”, “Erga Seus Punhos ou Baixe Sua Voz” e “Xeque Mate” dividem espaço com a faixa-título e ajudam a construir um trabalho que parte das bases do Heavy Metal tradicional sem se limitar a uma simples reprodução de suas referências.

O álbum também traz “Headbanger (Avenger)” e encerra seu repertório principal com uma versão de “Born In The Streets”, do Hirax. A edição conta ainda com as faixas bônus “Devil On My Roof”, “Motin En Occidente” e “500 Años de Que?”.

A identidade do projeto vai além das músicas. Toda a concepção visual de “Além do Limite Astral”, incluindo a capa e o slipcase, foi desenvolvida pelo próprio vocalista Pedro Zupo, reforçando o caráter autoral do álbum e a participação direta dos integrantes em diferentes aspectos de sua criação.

Para os colecionadores, “Além do Limite Astral” também está disponível em edição especial em CD pela Dies Irae Records, com slipcase, pôster, adesivo e booklet de 16 páginas, trazendo letras e fotografias inéditas.

Com “Além do Limite Astral”, o Armadilha não apenas acrescenta um novo trabalho à sua discografia. A banda transforma suas próprias referências em uma declaração de pertencimento a uma cultura construída por diferentes gerações — e que, para o grupo, não termina nas fronteiras brasileiras – o vocalista Pedro Zupo está neste momento, na Europa, negociando shows e participações em festivais no velho continente.

Tracklist — “Além do Limite Astral”:
1.Além do Limite Astral
2.Sangue por Sangue
3.Velhos e Eternos
4.Ataque
5.Hermandad de Acero
6.Headbanger (Avenger)
7.Erga Seus Punhos ou Baixe Sua Voz
8.Xeque Mate
9.Born In The Streets (Hirax Cover)

Bonus tracks:
10. Devil On My Roof (Vulcano cover)
11. Motin En Occidente (Arkangel cover)
12. 500 Años de Que? (Tren Loco cover)

Ouça “Além do Limite Astral”:
https://open.spotify.com/intl-pt/album/3dvzRNXT8WTPjGySk1w4RN?si=b0NXjoxhS9We_LU8jTti9Q

Adquira o CD:
order@diesirae.com.br

O Armadilha é Pedro Zupo (vocais), Denys Garcia (guitarra), Gregório Bondezam (guitarra), Pedro Cavichiollo (baixo) e Marcelo S.O.S. (bateria).

Acompanhe o Armadilha:
https://www.instagram.com/armadilhaheavymetal   
https://www.facebook.com/armadilha.heavymetal

Critical Fear lança single e clipe ‘Age of Darkness’

Crédito: Letícia Luz

Banda paulista de thrash metal apresenta faixa que aborda os assírios e antecipa terceiro álbum, com lançamento pela Hammerheart Records

O Critical Fear apresenta o single e clipe “Age of Darkness”, faixa que integra o repertório do terceiro álbum da banda paulista de thrash metal, com lançamento mundial marcado para 11 de dezembro pela gravadora holandesa Hammerheart Records. O trabalho estará disponível em CD, vinil e plataformas digitais, com pré-venda já disponível nos sites da Hammerheart Records e da Napalm Records, da Áustria, em parceria com o selo holandês.

“Age of Darkness” aborda a história dos assírios, antigo povo da Mesopotâmia que dominou parte da região entre os séculos IX e VII antes de Cristo e ficou conhecido pelos métodos extremamente violentos empregados contra povos conquistados. Segundo a banda, a escolha do tema também estabelece uma relação com o mundo contemporâneo e os conflitos armados que continuam acontecendo em diferentes regiões. “Como sou professor de história, decidimos trazer um pouco da antiguidade. No fundo, estamos fazendo uma referência também ao mundo atual, repleto de guerras sem sentido”, explica o vocalista e guitarrista AxeButcher.

Musicalmente, “Age of Darkness” combina thrash metal e death metal old school, com referências a Kreator, Sepultura, Dark Angel e Slayer. A produção foi realizada entre Brasil e Alemanha, com baterias e vozes gravadas em Agudos e Limeira, respectivamente, e etapas de reamp, mixagem e masterização conduzidas por Tom Exa, em Berlim. O clipe de “Age of Darkness” foi produzido por Leo Soares e também conta com a participação do artista Maligno, de Rio Claro, headbanger e integrante ativo da cena regional.

Confira o videoclipe em https://youtu.be/fkhkPi2v8Bk

Formado em 2008, o Critical Fear mantém uma proposta voltada à essência do thrash metal dos anos 1980, combinando referências da música extrema com temas relacionados à sociedade. A formação atual reúne AxeButcher (vocal e guitarra), Hell’Lord (guitarra), EvilNightmare (baixo) e Tormentor (bateria). A banda já lançou os álbuns “Conflicts” (2011) e “A Real Danger” (2022), além de singles e demos. Em 2025, o Critical Fear realizou sua primeira turnê europeia, com apresentações na Alemanha, Holanda, Bélgica, França, Eslováquia, República Tcheca e Luxemburgo, além de diversos shows pelo Brasil. Em julho de 2026, a banda realizou uma nova turnê nacional e já tem uma extensa série de apresentações pela Europa programada para 2027.

Sites relacionados:
https://criticalfear.bandcamp.com/album/a-real-danger
https://hammerheart.com

Facebook: https://www.facebook.com/critical.fearthrash
Instagram: https://www.instagram.com/critical.fear/

E-mail: criticalfear.band@gmail.com

Tierramystica revisita suas origens em “A New Horizon (Revisited)”

Crédito Foto: Jéssica Kuhn

Disco de estreia retorna com produção renovada, celebrando sua trajetória e a identidade andina da banda.

O Tierramystica revisita seu álbum de estreia com A New Horizon (Revisited), nova edição do trabalho originalmente lançado em 2010. Com reedição, remixagem e remasterização assinadas por Leo Ghigiarelli e coprodução da banda, o disco já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Ouça o álbum e acompanhe o Tierramystica: linktr.ee/tierramysticaofficial.

Ao combinar power metal e sonoridades andinas, A New Horizon definiu a identidade musical do Tierramystica. Prensado apenas no Brasil, o álbum teve uma segunda tiragem produzida pouco depois do lançamento e alcançou ouvintes além das fronteiras nacionais, com resenhas em diferentes países e reconhecimento na América Latina. Hoje, a edição original se tornou um item de colecionador entre os admiradores da banda.

Essa repercussão também rendeu ao Tierramystica uma menção na Wikipédia como representante do Andean Folk Metal, vertente que aproxima o metal da cultura e das tradições musicais dos Andes.

Em A New Horizon (Revisited), a nova produção evidencia detalhes dos arranjos e dá maior definição ao encontro entre guitarras, vozes e instrumentos tradicionais. Embora os músicos tenham considerado regravar passagens que interpretariam de outra forma hoje, a decisão foi preservar as performances originais, em respeito à obra e aos ex-integrantes que participaram de sua criação.

Para os músicos daquela formação, revisitar o material foi uma oportunidade de realizar intenções que esbarraram nas limitações da produção original. “A falta de tempo e de recursos impediu que a produção original estivesse à altura de algumas composições. Agora, sob os cuidados de Leo Ghigiarelli, o álbum finalmente soa como deveria”, afirma o guitarrista Alexandre Tellini.

O vocalista Guy Antonioli resume o reencontro com suas interpretações: “Revitalizar o álbum trouxe uma sensação de dever cumprido”. Para Ricardo Andino Durán, o disco “retorna revigorado para reafirmar nossa identidade cultural e nosso compromisso com nossas raízes”. Já o tecladista Luciano Thumé destaca a satisfação de “revisitar as gravações e perceber os detalhes das músicas vindo à tona”.

O repertório também faz parte da história dos integrantes que chegaram posteriormente ao grupo. “Conheci a banda através desse álbum. Depois de tantas vezes ouvir minha faixa favorita, New Eldorado, poder tocá-la com eles ao vivo será muito gratificante”, comenta o baterista Diego Dalla Porta.

Eduardo “Doods” Junges lembra a repercussão da turnê original na região da Serra, onde cresceu: “Cresci ouvindo falar do show em que o Tierramystica levou o maior público ao bar local. A banda virou uma espécie de lenda por lá, e hoje tenho o prazer de tocar esse repertório com esses caras”.

Dezesseis anos após a estreia, “A New Horizon (Revisited)” conecta os músicos que gravaram o álbum aos integrantes que o conheceram como ouvintes. Com uma produção renovada e as interpretações originais preservadas, a edição apresenta o repertório a uma nova geração e está disponível nas plataformas digitais, sem previsão de lançamento físico.

Tracklist de “A New Horizon (Revisited)”:
1. Nueva Castilla (2:34)
2. Golden Courtyard  (6:58)
3. Celebration to the Sun (5:56)
4. New Eldorado (5:54)
5. Spiritual Song (7:25)
6. Winds of Hope (6:11)
7. Wide Open Wings (6:44)
8. Away from the Dream (5:06)
9. The Final Rest (4:43)

Tierramystica nas redes sociais:
Instagram – https://www.instagram.com/tierramysticaofficial/

Forget Everything transforma conflitos e excessos em “Disgrace In My Fate”, seu álbum de estreia

Créditos: Fotos por Leonardo Benaci

Trio aprofunda sua mistura pesada e eclética em trabalho marcado por riffs agressivos, atmosferas sombrias e letras sobre conflitos, vícios, escolhas e resistência​

Caos, excessos, conflitos e autodestruição atravessam Disgrace In My Fate, álbum de estreia do Forget Everything. O trabalho chega às plataformas em 30 de setembro de 2026.​

Formada em 2023, em Piracicaba (SP), o Forget Everything é composta por Murilo Ramos (vocais e guitarra), Mateus Lopes (baixo e backing vocals) e João “Lizzy” Lima (bateria). Desde o início, o trio transforma experiências pessoais e conflitos cotidianos em uma sonoridade pesada e agressiva.​

A trajetória começou a ganhar forma em 2024, com o lançamento do single homônimo “Forget Everything”. Depois disso, a banda apresentou “Dangers Of The Dawn” e lançou o EP de quatro faixas Intrusive Thoughts, em janeiro de 2025.

Desde então, o grupo ampliou sua presença no underground paulista e passou a circular por diferentes cidades do estado. Nesse período, também dividiu palcos com Cemitério, D.F.C., Eskröta, Bayside Kings e Chaos Synopsis, dentre outras.​

A força dos contrastes na sonoridade da banda​

Nas nove faixas de Disgrace In My Fate, o Forget Everything articula quatro referências centrais: Thrash Metal, Doom Metal, Speed Metal e Crossover. Juntas, elas criam uma dinâmica que alterna velocidade, peso e atmosferas densas.​

O contraste entre Doom e Speed ocupa um espaço importante nesse equilíbrio. Enquanto o Doom Metal conduz as passagens mais arrastadas e sombrias, o Speed Metal acelera os andamentos e aumenta a sensação de urgência. Como resultado, o álbum trabalha diferentes intensidades sem abandonar a agressividade característica do trio.​

Além dessas bases, a sonoridade incorpora ainda elementos de Punk Rock. Eles aparecem em arranjos, mudanças de ritmo e determinados momentos das composições. Entre as referências que ajudam a contextualizar esse universo vasto de influências estão Toxic Holocaust, Municipal Waste, Sepultura da era Cavalera, Pentagram e Candlemass.​

Para este trabalho, o trio adotou uma premissa simples: “todas as notas importam”. A partir dela, as músicas foram construídas com maior objetividade. Riffs, mudanças de andamento e vocais ocupam espaços definidos, enquanto os arranjos evitam elementos que não tenham uma função dentro das faixas.​

Por consequência, as músicas são mais enxutas e concentram sua força nos pontos essenciais de cada composição. Na parte vocal, Murilo Ramos mantém a voz rasgada que marca a identidade da banda. Ao mesmo tempo, sua interpretação ganhou linhas mais graves, guturais e dobradas.​

A produção, a mixagem e a masterização ficaram sob responsabilidade de Gabriel do Vale. Dessa forma, o trabalho preserva a agressividade das gravações e apresenta maior definição entre os instrumentos e suas diferentes camadas.​

Conflitos, excessos e resistência​

As letras de Disgrace In My Fate partem de experiências relacionadas à autodestruição, aos vícios e aos excessos. Além disso, conflitos, ressentimentos, escolhas e consequências aparecem em diferentes momentos do álbum.​

Ainda assim, o disco não se concentra apenas na queda. Pelo contrário, as composições também abordam a resistência diante de situações que levam seus personagens ao limite, explorando as consequências dessas experiências e a capacidade de reagir a elas.​

Nesse contexto, as letras apontam para a necessidade de continuar mesmo diante de períodos difíceis. A resistência aparece, portanto, não como um discurso abstrato, mas como resposta aos conflitos, escolhas e excessos que atravessam o álbum.​

As composições foram construídas a partir de experiências e reflexões acumuladas ao longo do tempo. Por isso, o álbum não segue uma única temática. Cada faixa aborda situações diferentes, mas todas mantêm uma perspectiva pessoal sobre conflitos internos, escolhas e acontecimentos do cotidiano.​

A identidade visual acompanha essa abordagem. Criada pelo artista piracicabano Dan Lemos, a capa de Disgrace In My Fate dialoga com o conceito do álbum e com a estética desenvolvida pelo Forget Everything.​

Além disso, a arte reforça a atmosfera sombria presente nas músicas. Desse modo, a identidade visual estabelece uma conexão direta com o conteúdo do disco.

Ouça em https://ditto.fm/disgrace-in-my-fate-forget-everything​

Assista ao videoclipe da faixa-título em https://www.youtube.com/watch?v=su0MCgaqMCI​

“Suffering In Silence” (Instrumental)
“Calling Peace”
“Rip”
“Excess Of Serotonin”
“Void Painted Green”
“Surfing While They Walk” (Instrumental)
​
“Disgrace In My Fate”​
“The Price”
“TDAH”

Depois de três anos de carreira, Disgrace In My Fate consolida o caminho construído pelo Forget Everything e mostra um trio mais seguro em suas escolhas. Ao mesmo tempo, a banda mantém a agressividade dos primeiros trabalhos enquanto amplia as possibilidades de sua sonoridade.​

Entre riffs acelerados, passagens densas e momentos de maior tensão, o álbum reúne as principais referências que acompanham o grupo desde o início. Por outro lado, as letras colocam experiências pessoais, conflitos, excessos e suas consequências no centro das nove faixas.​

Assim, Disgrace In My Fate fecha o primeiro ciclo do Forget Everything com um trabalho direto, pesado e pessoal. O álbum encara as próprias quedas sem transformar a derrota em ponto final.​

FORGET EVERYTHING NAS REDES:
Instagram: @forgeteverythingofficial
​Facebook/YouTube: @forgeteverything666

Cyberpunch lança ‘Drowned’ com crítica à destruição ambiental

Crédito: Nanda Arantes

“Drowned” combina thrash metal, elementos industriais e atmosfera distópica para retratar as consequências extremas da ganância humana

A banda paulistana Cyberpunch, formada por Netuno Balboa (vocal), Gabriel Henrique e Ruan Diego (guitarras), Eduardo Zedu Domingues (baixo) e Gabriel Gifoli (bateria), apresenta seu o single e videoclipe “Drowned”. O novo single sucede “Riding Worms” e “Immortan War” e antecipa a chegada do primeiro álbum full, “Chromefall”, previsto para 13 de novembro.
 
“Drowned”, gravado no Zomer Records Studio (SP), com produção, gravação, mixagem e masterização de Pedro Zomer e produção executiva da Caverox Records, parte de uma narrativa sombria para retratar as reflexões e o arrependimento de um capitalista selvagem que, movido pela ganância, destrói a natureza até transformar o planeta em um lugar inabitável. “Mais do que uma história distópica, ela estabelece um cenário de consequências, no qual a busca desenfreada por riqueza e poder se volta contra o próprio responsável por esse processo”, explica Netuno Balboa.
 
Musicalmente, a faixa apresenta um Cyberpunch mais pesado e incisivo, com um thrash metal direto, veloz e agressivo. A composição transita por passagens que remetem à intensidade de “Painkiller”, do Judas Priest, e momentos de maior fúria inspirados no Slayer. “Synths e timbres modernos ampliam a atmosfera da composição, enquanto o breakdown conduz a música para uma dimensão mais visceral, com groove e peso suficientes para levar a energia ao mosh pit”, completa o vocalista.
 
O clipe de “Drowned”, roteirizado por Netuno Baboa, e dirigido e editado por Daniel Mazza (Edu Falaschi e Inutilíssimo), incorpora uma estética inspirada no filme “Jogos Mortais”. Confira em https://youtu.be/SblPKNXb9ZQ
 
Fundado em agosto de 2024, o Cyberpunch vem consolidando sua presença no underground de São Paulo e região, combinando influências de NWOBHM, thrash metal e industrial. Com 17 shows e seis festivais realizados, incluindo duas edições do Cyberfest, no La Iglesia e no Burning House, a banda reúne agressividade, timbres modernos, refrãos melódicos e sintetizadores, tendo Metallica, Iron Maiden e Rammstein entre suas referências. As composições do Cyberpunch transitam por guerra, ficção científica, terror e distopia, incorporando críticas sociais e reflexões contemporâneas. Essa atmosfera também se traduz na identidade visual da banda, marcada por elementos futuristas e sombrios, enquanto Netuno Balboa interpreta Caverox com uma máscara biônica em performances de forte carga teatral.

Mídias sociais:
https://www.instagram.com/cyberpunch.metal/
https://www.facebook.com/cyberpunch.metal
https://www.tiktok.com/@cyberpunch.metal
 
E-mail: cyberpunch.metal@gmail.com

Superfuzzy resgata referências do grunge dos anos 90 no single “Sem Direção”

A Superfuzzy lançou nesta quarta-feira (30) “Sem Direção”, o segundo single da banda paulista formada em 2025. A faixa foi gravada no estúdio Toca do Lobo, com produção de Paulo Anhaia, que já trabalhou com nomes como Charlie Brown Jr., CPM 22 e NX Zero. Para o baixista Samir Natali, o processo de gravação foi marcado pela liberdade. “Foi ótimo, o Paulo nos deixou bastante confortáveis e trouxe ideias incríveis.”

Superfuzzy // Foto: Lucas Shtorach

Segundo o vocalista e guitarrista Betto Zanchi, “Sem Direção” fala sobre saúde mental. “É sobre lidar com a depressão, sobre como essa doença afeta as pessoas e como saber lidar com suas próprias emoções.”  O single conta ainda com um videoclipe dirigido por Lucas Shtorache e Dani Buarque, e chega pelo selo Alcateia STDK Records, criado pela própria banda em parceria com o empresário Júlio Stodiek.
 
Formada por Betto Zanchi (guitarra e voz), Nando Antonietti (guitarra), Samir Natali (baixo) e Gabê Almeida (bateria), a Superfuzzy reúne músicos que já tocavam juntos em outros projetos havia quase vinte anos. “No ano passado resolvemos escrever um novo capítulo dessa história, e esse capítulo se chama Superfuzzy, uma banda de verdade, com amigos de verdade, que fazem a música que gostam, sentem e acreditam. Sem firulas, eufemismos ou atenuações”, diz Nando.

Assista ao videoclipe “Sem Direção” 

A banda define sua sonoridade a partir do grunge, do post-grunge e do rock alternativo dos anos 1990 e início dos anos 2000. Entre suas influências estão Foo Fighters, Alice in Chains, Nirvana, Soundgarden e Pearl Jam. Para o guitarrista, essa relação com o período também está ligada à maneira como os integrantes se relacionam com a música. “Nós tocamos grunge dos anos 90 porque nós vivemos isso. Nós viemos pra enfiar um chute na bunda dessa galera, trazendo o rock como ele era e nunca deveria ter deixado de ser: direto, verdadeiro, cru e alto!”
 
Antes de “Sem Direção”, a Superfuzzy lançou “Só Você”, que, segundo Betto, fala sobre violência contra a mulher e foi um “acerto total, pois a banda já mostrou para o que veio”. Para Betto, um dos pontos centrais da proposta da banda está justamente na combinação entre intensidade instrumental e conteúdo: “Uma banda de rock energética com uma explosão de sentimentos, com riffs de guitarra e letras pensadas e bem elaboradas. Fazendo as pessoas pensarem. Não somos e não queremos fazer parte da moda.”

Arte de capa: Rafael Brazil

Ouça a faixa no seu tocador favorito:
https://music-stream.lnk.to/SemDireo

Storia anuncia Gabriel Filgueiras como novo baterista antes de show com Angra em São Paulo

Crédito da Foto: Felipe Cavalieri

Músico carioca de 21 anos assume o posto de Thiago Caeiro em nova fase da banda, que se prepara para abrir o show de 25 anos de “Rebirth”, do Angra, e já trabalha em seu próximo álbum

A Storia anunciou Gabriel Filgueiras como seu novo baterista. Aos 21 anos, o músico, natural do Rio de Janeiro, assume o posto anteriormente ocupado por Thiago Caeiro e passa a integrar oficialmente a formação ao lado de Pedro Torchetti (vocal), Gabriel Veloso (guitarra) e Pablo Guillarducci (baixo).

Assista o novo baterista Gabriel Filgueiras em ação: https://www.instagram.com/reel/Dd1T-L2R2xY/?stkn=MTBndW4wbTd2aW9vNg==

Ouça Storia nas plataformas digitais: https://ffm.to/storia

A mudança acontece em um período importante para a banda. Depois do ciclo de lançamento do álbum conceitual “Revenant: A Righteous Revenge” e de uma extensa agenda de apresentações pelo Brasil, a Storia se prepara para um dos maiores compromissos de sua trajetória: a abertura para o Angra, no dia 3 de outubro, no Tokio Marine Hall, em São Paulo.

Além de baterista, Filgueiras atua como produtor na Revanche Produtora, no Rio de Janeiro. A experiência em estúdio também se conecta ao próximo passo da Storia, que já iniciou a composição de seu novo álbum e pretende concentrar seus esforços no trabalho após a apresentação em São Paulo.

“Estamos animados para essa próxima fase da Storia. Já estamos compondo o novo álbum e, depois desse show abrindo para o Angra, vamos focar 100% nisso. Temos certeza de que os fãs vão gostar muito do Filgueiras na banda”, afirma o vocalista Pedro Torchetti.

Para o baixista Pablo Guillarducci, a chegada do novo integrante está diretamente ligada aos próximos passos planejados pelo grupo. “Gabriel foi uma grande adição ao time! Não haveria um batera melhor para concretizar nossos planos futuros”, comenta.

Mudança encerra ciclo com Thiago Caeiro e abre nova etapa

A entrada de Gabriel Filgueiras marca também o encerramento do ciclo de Thiago Caeiro na formação. O baterista participou de um período importante na trajetória da Storia, integrando a banda durante a construção e divulgação do universo conceitual de “Revenant” e acompanhando o crescimento do grupo nos palcos.

Com Caeiro na bateria, a Storia lançou trabalhos como “The Kaer Slaughter”, com participação de Craig Cairns, vocalista do Tailgunner, além da versão acústica de “Rise of the Silver Knights” e do álbum “Revenant: A Righteous Revenge”.

O período também levou a banda a uma agenda mais extensa de shows. Em 2026, a Storia integrou a “Epic Tales Brasil Tour Part 2”, de Fabio Lione, não apenas como convidada especial, mas também acompanhando o vocalista italiano como banda de apoio durante a turnê.

A chegada de Gabriel Filgueiras, portanto, coincide com o início de um novo ciclo criativo para a Storia e com os primeiros passos rumo ao sucessor de “Revenant: A Righteous Revenge”.

Estreia da nova fase será ao lado do Angra em São Paulo

Um dos primeiros grandes compromissos desta nova etapa será justamente em São Paulo. No dia 3 de outubro, a Storia participa da noite especial dedicada aos 25 anos de “Rebirth”, álbum lançado pelo Angra em 2001 e que marcou o início de uma nova fase na história do grupo.

A apresentação no Tokio Marine Hall terá o Angra celebrando “Rebirth” e contará com a participação especial de Edu Falaschi, vocalista que gravou originalmente o disco. O Hibria também integra a programação, enquanto a Storia será responsável pela abertura da noite.

O encontro ganha um significado especial dentro da própria trajetória da Storia. Nos últimos anos, a banda vem ampliando sua presença nos palcos e dividindo turnês e apresentações com nomes de destaque do metal melódico brasileiro e internacional.

Em 2026, essa trajetória ganhou um novo capítulo com a participação na turnê de Fabio Lione, experiência que levou a Storia a diferentes regiões do país e antecede a atual mudança de formação.

Depois da apresentação com o Angra, a prioridade será o estúdio. A banda pretende direcionar suas atividades para a composição e produção de seu próximo trabalho de inéditas.

O sucessor de “Revenant: A Righteous Revenge” ainda não teve título ou previsão de lançamento divulgados, mas as primeiras composições já estão sendo desenvolvidas.

A formação atual da Storia é:
Pedro Torchetti — vocal
Gabriel Veloso — guitarra
Pablo Guillarducci — baixo
Gabriel Filgueiras — bateria

SERVIÇO
Angra — 25 anos de “Rebirth”
Data: 3 de outubro de 2026
Local: Tokio Marine Hall
Cidade: São Paulo/SP
Angra: apresentação especial de “Rebirth”, com participação de Edu Falaschi
Convidado especial: Hibria
Abertura: Storia
Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/angra-tokio-marine-hall

In Domine embarca em uma jornada cósmica entre Heavy, Doom Metal e atmosferas progressivas com “The Traveler”

Crédito: Foto por Oficina da Photo

Single em duas partes amplia a identidade da banda em uma jornada por mundos, dimensões e estados de consciência​

Formada em 2021, em Jundiaí, no interior de São Paulo, a In Domine apresenta “The Traveler”, seu novo lançamento e sucessor do EP de estreia “Vivens En Mortis”. Dividido em duas partes, o trabalho amplia a identidade autoral da banda ao combinar o peso do Heavy Metal com atmosferas sombrias, elementos de Doom e uma abordagem progressiva.​

Desde o início de sua trajetória, a In Domine constrói sua sonoridade a partir de riffs pesados, melodias, solos e vocais que transitam entre o melódico e o agressivo. Nas letras, a banda explora conflitos internos, dualidades entre o bem e o mal e questões existenciais, além de referências a livros, filmes e obras de ficção. Em “The Traveler”, esses elementos são reunidos em uma narrativa que atravessa diferentes mundos e dimensões.​

O conceito acompanha um espírito sem fronteiras que percorre o cosmos como uma presença invisível. Ao passar por diferentes planetas e realidades, alguns devastados e outros em transformação, ele observa sem interferir nos acontecimentos. Medo, dor, traição, harmonia e paz tornam-se experiências que permanecem em sua consciência.

Ouça “The Traveler” em https://tinyurl.com/indomine-thetraveler
Spotify: https://open.spotify.com/album/5p9b45XmgJ8bt4VKZxztfM

Em “The Traveler (Part 1)”, a In Domine explora o lado mais denso dessa jornada. A faixa se aproxima do Heavy/Doom Metal e cria uma atmosfera pesada, tensa e fantasmagórica, traduzindo a percepção do viajante enquanto percorre mundos desconhecidos. O peso das guitarras e a ambientação reforçam a sensação de uma existência que observa o universo sem pertencer completamente a nenhum de seus lugares.​

Já “The Traveler (Part 2)” representa o retorno à Terra. A composição começa de maneira mais leve e acompanha o renascimento do viajante através de um ser humano. Sem carregar lembranças conscientes de suas experiências anteriores, ele mantém, de forma inconsciente, tudo aquilo que viu e sentiu em outras dimensões. Essas experiências se manifestam em seus instintos, escolhas, compaixão e desconforto diante da crueldade.​

Musicalmente, a segunda parte preserva as raízes no Heavy Metal e incorpora uma abordagem progressiva por meio de camadas e de uma construção gradual. A música evolui de forma orgânica, passando por diferentes intensidades até alcançar um encerramento mais dramático. A produção também contribui para esse universo, aproximando a ficção científica de uma atmosfera espacial e fantasmagórica.​

“The Traveler” teve produção, mixagem e masterização realizadas por Windi Ribeiro, em um processo desenvolvido em conjunto com a banda. O resultado mantém o peso característico da In Domine, enquanto amplia o espaço para atmosferas e texturas que ajudam a desenvolver a narrativa.​

Atualmente, a In Domine é formada por Shahim (vocal), Dennis Romera (guitarra), Fernando Gebram (guitarra), Octavio Loverso (baixo) e Ricardo Mingote (bateria).​

Com “The Traveler”, a In Domine transforma uma narrativa sobre uma consciência que atravessa o cosmos em uma obra dividida em dois movimentos, unindo Heavy Metal, atmosfera e narrativa conceitual.​

“The Traveler” já está disponível nas plataformas digitais.​

IN DOMINE NAS REDES:
Site: www.indomineband.com​
Instagram/YouTube: @indomineband

Ricardo Confessori anuncia “Realm Breaker”, álbum conceitual com grandes vozes do metal brasileiro

Primeiro trabalho solo do baterista com passagem pelas bandas Korzus, Angra e Shaman chega em 31 de outubro e ganha edição física em box set limitado

O baterista Ricardo Confessori, conhecido por sua trajetória no Korzus, Angra e Shaman, lança em 31 de outubro de 2026 seu primeiro álbum solo, “Realm Breaker”. Com 12 faixas compostas e gravadas entre 2023 e 2026, o disco reúne nomes como Dan Vasc, Bruno Sutter, Mizuho Lin, Guilherme Hirose, Carlos Zema, Daniel Pinho e Fabio Caldeira, além do tecladista João Henrique “Rasta” (Mastodon).

O lançamento também terá uma edição física em box set premium, atualmente em pré-venda. A caixa reúne o CD de “Realm Breaker”, camiseta, copo térmico, card autografado, adesivo e embalagem personalizada. A edição será produzida de forma limitada, conforme a quantidade adquirida durante a pré-venda, sem previsão de reposição. Os envios estão programados para começar em 14 de outubro de 2026.

Mais informações sobre o box set: https://confessori.lojaintegrada.com.br/realm-breaker-box-set-premium-confessori

O trabalho é construído em torno de Realm Breaker, cientista que desenvolve uma arma para combater as ameaças de uma nova era dominada por inteligências artificiais. Concebido como uma espécie de “Oppenheimer da geração da IA”, o personagem acaba dominado pela própria tecnologia, que consome parte de seu corpo e o transforma em um ser parcialmente androide. A narrativa também orienta a capa e o videoclipe da faixa-título, interpretada por Fabio Caldeira.

Assista ao videoclipe de Realm Breaker: https://www.youtube.com/watch?v=P5Rpky23Q6c

Musicalmente, “Realm Breaker” aproxima o power e o metal progressivo de riffs contemporâneos, passagens inspiradas no djent, arranjos sinfônicos, sintetizadores e elementos eletrônicos. Além das canções com vocalistas convidados, o repertório apresenta quatro peças concebidas por Thiago Larenttes, que funcionam como conexões entre os diferentes momentos da narrativa: “Parmi Les Ruines Naissent L’Espoir et Le Trésor”, “Ösel Solis”, “Immortalis” e “Ausklang”.

Produzido por Ricardo Confessori, o álbum tem produção musical, mixagem e masterização de Thiago Larenttes, que também gravou guitarras, baixo, piano, teclados, sintetizadores, programação e orquestrações. Affonso Junior completa a formação nas guitarras, enquanto João Henrique “Rasta”, do Mastodon, participa com solos de teclado em “Magic Sprouts of Hope” e “The Dark Passenger”.

Tracklist de “Realm Breaker”:
1 – Parmi Les Ruines Naissent L’Espoir et Le Trésor
2 – Black Mirror (feat. Mizuho Lin)
3 – Into Dark Matter (feat. Guilherme Hirose)
4 – Magic Sprouts of Hope (feat. Daniel Pinho e João Henrique “Rasta”)
5 – Ösel Solis
6 – Immortalis
7 – Realm Breaker (feat. Fabio Caldeira)
8 – The Shredder (feat. Mizuho Lin)
9 – Where The Eagles Fly (feat. Dan Vasc)
10 – No Prize to Perfection (feat. Carlos Zema)
11 – The Dark Passenger (feat. Bruno Sutter e João Henrique “Rasta”)
12 – Ausklang

Formação
Ricardo Confessori: bateria e teclados
Thiago Larenttes: guitarra, baixo, piano, teclados, sintetizadores, programação e arranjos orquestrais
Affonso Junior: guitarra

Mais informações sobre Confessori:
Site Oficial – http://www.ricardoconfessori.com
Instagram – https://www.instagram.com/ricardoconfessori/
YouTube – https://www.youtube.com/user/RicardoConfessori

Izabella Rocha ganha destaque nas rádios e prepara novo álbum

Divulgação 

Ex-vocalista e fundadora do Natiruts, cantora e compositora lançou três singles em 2026 e lança novo álbum em novembro

Izabella Rocha vive um novo momento em sua carreira. Cantora, compositora, ex-vocalista e uma das fundadoras do Natiruts, a artista retoma sua trajetória musical com uma sequência de lançamentos que já conquistou espaço nas rádios de todo o Brasil. O mais recente single, “Quero Ser Feliz Também”, releitura de um dos grandes sucessos do Natiruts, vem se destacando na programação das rádios e já alcançou, mais de uma vez, o topo das paradas monitoradas pela Crowley.

A faixa é o terceiro single apresentado por Izabella em 2026. A nova versão revisita uma canção diretamente ligada à sua história, agora com uma roupagem renovada, sem perder a mensagem de esperança e de busca por dias melhores que fez da música a trilha sonora de uma geração.

Antes dela, a artista lançou “Solta Pelo Mundo”, em abril, e “Tempo de Colheita”, em julho. As três faixas antecipam a sonoridade de IZABELLA Vol. 1, álbum previsto para novembro, que combina reggae pop, MPB e elementos dançantes em um repertório leve, envolvente e marcado por mensagens positivas.

Primeiro single do projeto, “Solta Pelo Mundo” une MPB e reggae pop em uma atmosfera dançante, com uma mensagem sobre liberdade, descobertas e conexão com diferentes culturas. A faixa também ganhou uma versão em espanhol, reforçando o desejo da artista de ampliar sua aproximação com o público da América Latina.

Já “Tempo de Colheita” deu continuidade à apresentação do novo trabalho, enquanto “Quero Ser Feliz Também” estabeleceu uma conexão direta com a história de Izabella e com o período em que esteve à frente do Natiruts.

Izabella Rocha se tornou conhecida nacionalmente como uma das vozes do Natiruts, banda que ajudou a fundar e na qual permaneceu por dez anos, participando de cinco álbuns autorais. Após sua saída, seguiu carreira com novos trabalhos e, posteriormente, voltou a se reunir com os antigos companheiros para a turnê Good Vibration, encerrada em 2023.

O reencontro com os palcos abriu caminho para um novo capítulo musical. Em 2024, Izabella iniciou as composições e a pré-produção de IZABELLA Vol. 1, seu próximo álbum, com lançamento previsto para novembro de 2026.

O disco reúne canções que refletem a maturidade e a experiência da artista sem abrir mão da leveza que marca sua produção atual. Entre faixas dançantes, suaves e envolventes, o reggae pop e a MPB aparecem como fios condutores de um trabalho que aposta em boas vibrações, mensagens inspiradoras e novas conexões com o público.

Além da edição em português, o álbum terá uma versão em espanhol, ampliando o alcance do projeto e reforçando a proposta de uma artista que revisita sua trajetória ao mesmo tempo em que aponta para novos caminhos.

Com três singles lançados ao longo de 2026 e “Quero Ser Feliz Também” ganhando força nas rádios brasileiras, Izabella Rocha chega à reta final de preparação para IZABELLA Vol. 1, projeto que reúne experiência, identidade e frescor e inaugura uma nova fase em sua história na música.

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