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Entre o peso e a reflexão, Abel Capella lança o single “Até Quando?” e amplia o universo de “Fora do Tempo”

Foto: Glauber Matos

Depois de apresentar “1996”, primeiro recorte do álbum “Fora do Tempo”, Abel Capella lançou nesta terça-feira (21) “Até Quando?”, segundo single do projeto. A faixa aprofunda o universo do disco e evidencia uma proposta musical mais ampla, que transita entre o rock pesado, ritmos brasileiros e elementos eletrônicos.

“É uma parada meio de tropicalismo brasileiro: pega elementos da música mundial, traz para o nosso universo e transforma”, revela Abel. O resultado, segundo ele, passa por “um metal à la Sepultura misturado com congado do Triângulo Mineiro e, em alguns momentos, um beat eletrônico tipo trap”.
 
A letra de “Até Quando?”, segundo o artista, abre espaço para a reflexão e representa um avanço na narrativa construída para o disco. “Estamos entrando, camada por camada, a cada single, numa preparação para a densidade do disco”, afirma. “Neste segundo single, começamos a revelar, de maneira mais confrontadora, aquilo que realmente está por trás do universo de Fora do Tempo: a percepção de que existe algo profundamente errado no mundo e a pergunta inevitável de quanto tempo as pessoas continuarão aceitando isso.” Abel diz esperar que as pessoas encarem o que está sendo dito na canção com seriedade e que reflitam sobre a pergunta que fica no ar. “Eu não quero convencer ninguém com minhas letras, mas talvez eu esteja tentando ampliar a percepção de alguém por atrito.”

Assista ao lyric video de “Até Quando” 

Se “1996” apresentou uma faceta mais crua da nova fase do artista, “Até Quando?”, que também conta com a produção de Rodrigo Nepomuceno, expande essa proposta. Segundo ele, a intenção nunca foi seguir tendências ou atender expectativas de mercado: “Em momento algum a ideia foi agradar músicos ou se encaixar em alguma estética comercial.”
 
Ouça “Até Quando” no seu tocador favorito: 
https://on.soundcloud.com/PFIb3uUtsG1OQjYr53

João Gordo: muito além do punk — artista multifacetado leva sua inquietação para a música, comunicação e ação social

Crédito da foto: Marcos Hermes

Por mais de quatro décadas, o nome João Gordo esteve diretamente ligado ao peso, à atitude e à irreverência do Ratos de Porão, uma das bandas mais importantes da história do punk e do crossover mundial. Mas reduzir sua trajetória apenas à figura do vocalista explosivo dos palcos é ignorar uma carreira marcada pela experimentação, criatividade e constante reinvenção.

Aos 62 anos, João Gordo segue provando que continua sendo um dos artistas mais inquietos da música brasileira. Entre shows, gravações, programas de entrevista, podcasts e iniciativas sociais, ele transita por universos completamente diferentes sem perder sua identidade.

Um dos exemplos mais curiosos dessa versatilidade é o Brutal Brega, projeto que conquistou público justamente por transformar clássicos da música popular brasileira em versões pesadas, irreverentes e surpreendentemente fiéis ao espírito original. O repertório dos álbuns passeia por nomes como Reginaldo Rossi, Odair José, Waldick Soriano, Sidney Magal, Reginaldo Rossi, Ângelo Máximo, Jane e Herondy, e muitos outros, mostrando que, para João Gordo, boa música nunca teve preconceitos – um novo álbum está sendo produzido, com sambas clássicos.

A vontade de explorar novos caminhos também aparece em projetos como João Gordo & Asteroides Trio, grupo que mergulha no universo do psychobilly, misturando rockabilly, punk e horror com a energia característica do vocalista. A banda vive um momento especial, depois do lançamento do segundo álbum da parceria, “Hallucinogenum Infernala”,  e integra a programação do Rock in Rio deste ano, levando ao festival um lado pouco conhecido do artista.

Outro capítulo dessa inquietação musical é Babylons P. e João Gordo, projeto que rompe qualquer expectativa ao unir o peso do doom metal com elementos de dubstep e música eletrônica, criando uma experiência sonora intensa e experimental que reforça a disposição do cantor em desafiar rótulos.

Seu mais novo projeto é o João Gordo e Poplars, voltado para o gênero da ska music.

Fora da música, João Gordo também consolidou seu espaço como comunicador. Seu estilo direto, bem-humorado e sem filtros transformou seus programas e podcasts em referências para quem acompanha cultura, comportamento e música pesada. Conversando com artistas de diferentes gerações e estilos, ele demonstra a mesma autenticidade que o tornou um dos personagens mais respeitados do rock brasileiro.

Mas talvez sua faceta menos conhecida seja justamente a mais importante.

Há anos (ao lado de sua esposa Viviana Torrico), João dedica parte significativa de sua rotina ao trabalho voluntário na Solidariedade Vegan, projeto social responsável pela produção e distribuição de refeições para pessoas em situação de vulnerabilidade. Muito longe dos holofotes, participa ativamente das ações solidárias, reforçando que o espírito contestador do punk também pode se traduzir em empatia, acolhimento e compromisso social.

Essa combinação de músico, apresentador, produtor, ativista e artista experimental faz de João Gordo um personagem único na cultura brasileira. Enquanto muitos artistas permanecem presos ao sucesso que os consagrou, ele segue expandindo horizontes, colaborando com diferentes cenas e mostrando que a criatividade não conhece limites.

Mais de 40 anos depois de iniciar sua trajetória com o Ratos de Porão, João Gordo continua fazendo exatamente aquilo que sempre o definiu: surpreender. Seja diante de plateias ao redor do mundo, reinterpretando clássicos da música popular, comandando entrevistas, explorando novas sonoridades ou servindo refeições para quem mais precisa, ele prova que sua maior marca nunca foi apenas o punk — foi a capacidade de permanecer relevante, inquieto e absolutamente autêntico.

www.instagram.com/jgordo
www.instagram.com/jotagerdp

Tito Falaschi lança o segundo álbum solo, “Time to Move On”, e revela os conceitos por trás das 11 faixas

Novo trabalho transita pelo heavy metal, incorpora elementos progressivos e aborda questões sociais, espirituais e existenciais; disco já está nas plataformas digitais

Tito Falaschi acaba de lançar “Time to Move On”, seu segundo álbum solo. Com 11 faixas, o disco equilibra riffs marcantes, peso, melodia e passagens progressivas, enquanto apresenta letras sobre recomeços, conflitos sociais, espiritualidade, relações humanas e os desafios do mundo contemporâneo.

Ouça “Time to Move On” no Spotifyhttps://open.spotify.com/intl-pt/album/1IZxuTk5m3AU7iCSfsejQJ

Assista ao lyric video de “Time to Move On”https://www.youtube.com/watch?v=-XjpdErTveM

Conheça as faixas de “Time to Move On”

1. Time to Move On
Tema: recomeço e libertação emocional
A faixa-título apresenta uma mensagem sobre deixar para trás situações que já não fazem bem. A letra reconhece as cicatrizes do passado, mas propõe transformar a dor em força para reescrever a própria história e seguir um novo caminho.

2. The World Is Falling
Tema: alienação, ganância e manipulação
A música retrata uma sociedade dominada pelo medo, pelas aparências e pelos interesses dos poderosos. Em meio ao caos, a letra incentiva o ouvinte a questionar antigas mentiras e procurar a verdade por trás das estruturas de controle.

3. Mirror
Tema: autoconhecimento, carma e espiritualidade
“Mirror” apresenta a vida como um reflexo das atitudes e energias que cada pessoa oferece ao mundo. A composição relaciona empatia, bondade e conexão espiritual, mostrando o autoconhecimento como um caminho para a cura interior.

4. My Last Pain
Tema: despedida e passagem espiritual
A faixa acompanha os momentos finais de uma pessoa marcada pelo sofrimento físico. Apesar da melancolia, a narrativa encontra conforto na chegada de uma presença espiritual, que conduz o personagem a um lugar livre de dores e cicatrizes.

5. The Chosen One
Tema: coragem e enfrentamento da escuridão
Com uma narrativa de caráter épico, a música acompanha um guerreiro destinado a enfrentar um mundo corrompido. Durante sua jornada, ele descobre que o amor e a compaixão podem ser forças mais poderosas do que qualquer arma.

6. Through the Fire
Tema: perseverança, liberdade e reencontro
Estradas, motores, tempestades e desertos formam o cenário da composição. O personagem segue em frente apesar dos obstáculos, impulsionado pelo desejo de reencontrar a pessoa amada, apresentada como seu porto seguro.

7. Last Time
Tema: guerra, despedida e sacrifício
“Last Time” transporta o ouvinte para um ambiente devastado por bombas, fumaça e cinzas. Diante de uma despedida inevitável, o protagonista aceita o próprio sacrifício para proteger e garantir a sobrevivência de quem ama.

8. Perfect Illusion
Tema: redes sociais e saúde mental
A faixa critica uma realidade em que o valor das pessoas parece ser medido por visualizações, curtidas e engajamento. Enquanto imagens perfeitas são construídas nas redes sociais, problemas como ansiedade, depressão e solidão permanecem escondidos.

9. War
Tema: opressão e resistência coletiva
A composição alerta para as consequências da violência, da intolerância e da incapacidade humana de mudar suas atitudes. A letra aposta na união, na fé e na resistência coletiva como formas de enfrentar estruturas autoritárias e impedir um colapso ainda maior.

10. You and I
Tema: finitude e sentido da existência
A música parte da pequenez da humanidade diante do universo para refletir sobre o propósito da vida, a morte e o que pode existir além dela. A letra apresenta a busca por uma eternidade sem medo, sofrimento ou lágrimas.

11. Our Life Is Beyond Here
Tema: crise ambiental, empatia e esperança
A última faixa questiona a indiferença diante da destruição do planeta, das florestas em chamas e da perda de conexão entre as pessoas. Mesmo com o tom de urgência, a composição encerra o disco com esperança e defende que a verdadeira essência da vida vai além do mundo material.

Tito Falaschi se apresenta em São Paulo

Tito Falaschi tocará músicas de seu primeiro álbum solo e de “Time to Move On” no show de abertura para Edu Falaschi, no dia 15 de agosto de 2026, no Tokio Marine Hall, em São Paulo. A apresentação fará parte da “Mi’raj & The Legacy Tour”.

Serviço — São Paulo
Edu Falaschi — “Mi’raj & The Legacy Tour”
Abertura: Tito Falaschi
Data: 15 de agosto de 2026
Abertura dos portões: 18h
Horário do show: 21h
Local: Tokio Marine Hall
Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281 — Várzea de Baixo — São Paulo/SP
Classificação etária: 16 anos; menores de 16 anos somente acompanhados pelos responsáveis legais
Venda online: Ticketmaster
Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/edu-falaschi-tokio-marine-hall

Mais informações: @titofalaschi

Carceral: grupo instrumental de metal extremo apresenta álbum de estreia

Crédito: Divulgação

“Descending Reprisal”, que combina death/thrash metal e grindcore, está disponível nas plataformas de streaming

Carceral, grupo instrumental de metal extremo formado por Roberto Ortega e Hard Alexandre Christiani (guitarras), Victor Hormidas (baixo) e Daniel Moscardini (bateria), disponibilizou nas plataformas de streaming o álbum de estreia, “Descending Reprisal”. O trabalho, que combina death/thrash metal e grindcore, foi precedido pelos singles “Archaic Law” e “Hypnomachia”, além de playthroughs.

Formado em dezembro de 2024, o Carceral, que teve seu nome inspirado por leituras do poeta Augusto dos Anjos, passou mais de um ano dedicado exclusivamente à construção de sua estreia. “Descending Reprisal”, produzido por Roberto Ortega e Victor Hormidas, com mixagem e masterização de Samuel Bassani, conta com 24 faixas instrumentais. Musicalmente, o debut dialoga com a brutalidade e a técnica de bandas como Death, Kreator, Slayer, Morbid Angel, Dark Angel e Krisiun, mas desenvolve uma identidade própria ao colocar as guitarras e o baixo no centro da narrativa.

“Embora as composições sejam inspiradas em bandas como Death, Morbid Angel e Dark Angel, eu também quis capturar a atmosfera sinistra e dissonante de Voivod e Immolation. O objetivo nunca foi recriar esses sons, mas combinar a liberdade expressiva da música instrumental com a escuridão e a intensidade do metal extremo. Esperamos que ‘Descending Reprisal’ proporcione aos ouvintes uma experiência que seja, ao mesmo tempo, familiar e completamente nova”, declarou o fundador e guitarrista Roberto Ortega.

Além da introdução, criada por Pablo Greg, conhecido por seus trabalhos orquestrais para Edu Falaschi e Crypta, o projeto traz Vithor Moraes (Armiferum), que assina o design de som de duas faixas e uma futura versão orquestrada de “Of Searing and Perilous Abidance”. Já a arte da capa foi criada pelo russo Artem Demura, artista conceitual conhecido por seu trabalho nos games Lords Of The Fallen e Mortal Shell. A direção de arte e a criação de todo o encarte digital, também disponível para download em https://linktr.ee/carceralband, ficaram a cargo do designer gráfico Danilo Ferreira.

Ouça o álbum em https://youtu.be/c-rZTWELKD4

Sites relacionados:
https://carceralofficial.com/
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Mídias sociais:
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E-mail: carceralband@gmail.com

OS MÚSICOS
Roberto Ortega é guitarrista, compositor e atuante na cena underground desde o início dos anos 2000. Integrou o Attack Force, idealizou o festival Abrigo Atômico e, desde 2024, dedica-se integralmente ao Carceral, sendo coprodutor de “Descending Reprisal”.

Hard Alexandre Christiani atua profissionalmente desde os anos 1990 e construiu uma carreira marcada por trabalhos ao lado de nomes como Tim “Ripper” Owens, Mark Boals, Nando Fernandes e Fábio Nestares. Além de guitarrista, é produtor musical, professor e consultor artístico, acumulando experiências em turnês internacionais, gravações e produções para artistas independentes e grandes marcas.

Victor Hormidas é multi-instrumentista e produtor musical de Brasília, com passagens por bandas como Coral de Espíritos, Degola, Fleshpyre e Tarrasque. Também é responsável pela produção de diversos álbuns da cena do Distrito Federal e foi homenageado pela Câmara Legislativa do DF por sua relevante contribuição ao desenvolvimento do rock e do metal na região.

Daniel Moscardini é baterista, produtor, professor e diretor do Instituto Daniel Moscardini (IDM), referência no ensino de bateria voltado ao rock e heavy metal. Com mais de 20 anos de carreira, lançou métodos e cursos especializados, realizou workshops em todo o Brasil, gravou com diversos artistas e, em 2026, ultrapassou a marca de 15 milhões de visualizações e 40 mil inscritos em seu canal no YouTube.

Ember Brick: segundo álbum ganha edição em vinil

Gravado em estúdio analógico Forest Lab, álbum “Ember Brick” ganha edição limitada em vinil com 150 cópias

O segundo álbum da banda Ember Brick, autointitulado, reúne 13 faixas e chega ao público em uma edição especial em vinil. O lançamento é independente e limitado a 150 cópias, realizado em parceria com os selos Melômano Discos, Undershows Records e Brado Discos. O trabalho foi gravado integralmente em formato analógico no estúdio Forest Lab e tem mixagem assinada por Lisciel Franco, reforçando a proposta sonora orgânica e fiel às gravações de época.

A banda paranaense, atualmente formada por Guilherme Marin, responsável pelo vocal, baixo e letras, André Borela na guitarra e Jean Gardinalli (Edu Falaschi) na bateria, foi criada em 2017 por um grupo de amigos e iniciou sua trajetória com uma gravação caseira em 2019, que originou a demo “Flying Money Machine”. Mesmo registrado no quintal da casa de um amigo em Maringá, o material serviu como impulso para a banda aprofundar as composições e buscar uma produção profissional. Em 2022, já com mudanças na formação, o grupo passou a contar com o guitarrista André Borela. Nesse período, foi ao Rio de Janeiro para gravar no estúdio de Lisciel Franco, conhecido pelo trabalho com gravações analógicas. O resultado foi o primeiro álbum de estúdio, “Smoke Some Bricks”, com nove faixas registradas em formato analógico.

O disco ampliou a visibilidade do grupo e abriu novas oportunidades no mercado. Este reconhecimento levou a um convite da Virgin Music do Brasil para um novo projeto no mesmo estúdio e com a mesma proposta de gravação. Dessa parceria nasceu o segundo álbum, “Ember Brick”, com 13 faixas e previsão de lançamento em vinil.

Musicalmente, o som do Ember Brick costuma ser classificado como stoner e doom metal, com influências de grunge e rock progressivo. A banda define sua sonoridade como uma mescla de referências que atravessam estilos distintos, com forte presença de elementos dos anos 1970, como Black Sabbath, Motörhead e Rush, combinados a influências mais modernas como Alice in Chains e Tool.

Para adquirir o material, acesse: https://melomano.com.br/produtos/ember-brick-ember-brick-2025-vinil-1yi7m/

Instagram: https://www.instagram.com/emberbrick/

Tito Falaschi anuncia “Time to Move On”, novo álbum sobre superação e libertação interior, e revela capa e tracklist

Com lançamento previsto para julho de 2026, trabalho reúne 11 faixas e reflete sobre o caos do mundo moderno, as ilusões digitais e a busca por cura espiritual.

Tito Falaschi anuncia seu novo álbum, “Time to Move On”, com lançamento previsto para julho de 2026. O trabalho reúne 11 faixas e apresenta uma jornada marcada por reflexões sobre o mundo contemporâneo, os conflitos internos do ser humano e a necessidade de seguir em frente diante da dor, das perdas e das ilusões da vida moderna.

Em “Time to Move On”, Tito aborda temas como caos moderno, ilusões digitais, ansiedade, guerras internas, fé, cura interior e a necessidade de seguir em frente diante das dores e dos ciclos que impedem a evolução. O álbum constrói uma jornada que parte de um mundo em colapso — marcado por falsas aparências, medo, ganância e perda de identidade — até alcançar uma visão mais espiritual, ligada ao autoconhecimento, à esperança e à libertação.

“Time to Move On é um álbum sobre despertar. Ele fala sobre deixar para trás tudo aquilo que nos aprisiona, encarar as próprias cicatrizes e encontrar força para seguir em direção à luz”, afirma Tito Falaschi.

Musicalmente, o disco apresenta uma sonoridade variada, que vai do heavy metal tradicional a momentos com uma abordagem mais moderna e progressiva, além de músicas mais lentas, cadenciadas e introspectivas. Ao longo do trabalho, Tito busca priorizar a emoção, a mensagem e o sentimento das composições, colocando o feeling acima do virtuosismo.

A crítica ao mundo contemporâneo aparece em faixas como “Perfect Illusions”, que trata das falsas realidades criadas pelas redes sociais, pela busca por validação e pela perda da própria identidade em meio a aparências filtradas. Já músicas como “The World Is Falling”, “War” e “Chosen One” ampliam essa visão para um cenário de decadência, conflitos e resistência diante de um mundo cada vez mais frio e instável.

A faixa-título, “Time to Move On”, sintetiza o espírito do álbum. A música funciona como um chamado para abandonar dores antigas, romper padrões destrutivos e encontrar coragem para reescrever a própria história. Em canções como “Mirror”, “My Last Pain”, “You and I” e “Life Is Beyond Here”, o disco aprofunda sua dimensão emocional e espiritual, refletindo sobre escolhas, perdas, mortalidade e a possibilidade de encontrar paz além do sofrimento.

Entre o peso do metal, a melodia e uma mensagem de esperança, “Time to Move On” apresenta Tito Falaschi em uma fase madura e reflexiva, transformando inquietações pessoais e críticas ao presente em um álbum sobre renascimento, consciência e liberdade.

Tracklist de “Time to Move On”:

Time to Move On
The World Is Falling
Mirror
My Last Pain
Chosen One
Through the Fire
Last Time
Perfect Illusions
War
You and I
Life Is Beyond Here

Saiba mais sobre o projeto: https://www.instagram.com/titofalaschi/

ANGELS CRY – 30th Anniversary: documentário que resgata os bastidores do álbum que mudou a história do metal brasileiro ganha sessões gratuitas no Mês do Rock

Produção reúne imagens inéditas, entrevistas exclusivas e histórias nunca reveladas sobre a criação do disco de estreia do Angra

A equipe responsável pelo documentário Andre Matos – Maestro do Rock apresenta ANGELS CRY – 30th Anniversary: O Documentário, produção especial que celebra os 30 anos de Angels Cry, álbum de estreia do Angra e um dos trabalhos mais importantes da história do heavy metal brasileiro.

Dirigido por Anderson Bellini, o filme foi concebido a partir de um extenso acervo de imagens e entrevistas produzidas originalmente para o segundo episódio de Andre Matos – Maestro do Rock. Durante o processo de edição, uma grande quantidade de material inédito permaneceu fora da versão final do documentário, dando origem a uma nova produção inteiramente dedicada à criação, gravação e impacto de Angels Cry.

O documentário reúne depoimentos de Andre Matos, Rafael Bittencourt, Kiko Loureiro, Marco Antunes, André Bastos, além dos consagrados produtores Sascha Paeth e Charlie Bauerfeind, entre outros profissionais que participaram diretamente da produção do álbum. Pela primeira vez, músicos e equipe técnica compartilham curiosidades, desafios, conflitos e histórias inéditas dos bastidores das gravações, revelando detalhes que ajudaram a construir um dos discos mais influentes do metal mundial. Lançado originalmente em 1993, Angels Cry marcou a estreia fonográfica do Angra e apresentou ao mundo uma proposta musical inovadora, combinando heavy metal, música clássica, elementos da música brasileira e arranjos sofisticados. O álbum tornou-se um divisor de águas para o gênero, abriu portas para o reconhecimento internacional da banda e consolidou o talento de Andre Matos como um dos maiores vocalistas da história do rock brasileiro.

Segundo o diretor Anderson Bellini, a quantidade de material exclusivo disponível permitiu contar uma história que merecia um espaço próprio. “Devido à enorme quantidade de material inédito que ficou de fora do Episódio II do documentário Andre Matos – Maestro do Rock, percebemos que tínhamos em mãos um filme inteiro sobre a criação de um dos discos mais importantes da carreira do Maestro. Angels Cry é considerado por muitos o melhor álbum do Angra, e este documentário revela histórias e curiosidades que nunca foram contadas. É um verdadeiro presente para os fãs.”

Mais do que uma homenagem ao aniversário de três décadas de Angels Cry, o documentário preserva a memória de um período decisivo para o heavy metal nacional e registra, por meio de relatos de seus protagonistas, a construção de um álbum que permanece como referência para músicos e fãs em todo o mundo.

A exibição especial de ANGELS CRY – 30th Anniversary: O Documentário acontece no dia 12 de julho, em sessão especial ao ar livre no Jardim Suspenso do Centro Cultural São Paulo. A programação é realizada com a Spcine, empresa de fomento audiovisual da Prefeitura de São Paulo, vinculada à Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa, e reúne o público durante as celebrações do Mês do Rock para prestigiar um dos capítulos mais marcantes da discografia nacional.

Além da sessão no Jardim Suspenso, haverá uma sessão extra na Sala Paulo Emílio, também localizada no próprio Centro Cultural São Paulo, no mesmo horário, às 19h30. As duas exibições terão entrada gratuita, com retirada de ingressos 1 hora antes da sessão, na bilheteria.

Serviço

Evento: ANGELS CRY – 30th Anniversary: O Documentário
Data: 12 de julho, domingo
Local: Jardim Suspenso — Centro Cultural São Paulo (CCSP)
Sessão extra: Sala Spcine Paulo Emílio — Centro Cultural São Paulo (CCSP)
Duração: 81 minutos
Endereço: Rua Vergueiro, 1000, Paraíso — São Paulo/SP — CEP: 01504-000
Horário: 19h30
Entrada: gratuita, com retirada de ingressos 1 hora antes da sessão, na bilheteria
Direção: Anderson Bellini 

Novo álbum do Cólera chega à coleção “Red Star Sessions”, que celebra a história da música independente brasileira em 10 LPs

Cólera // Foto: Alexandre Mazzei

A Red Star Recordings em parceria com a Vinil Brasil, anunciou uma coleção exclusiva de registros ao vivo, que nasce com a missão de preservar e celebrar alguns dos nomes mais importantes da música independente brasileira. Intitulado “Red Star Sessions”, o projeto reunirá 10 lançamentos em LP de artistas que ajudaram a construir a cena underground nacional, reconhecidos por suas trajetórias consistentes e relevância histórica.

Os primeiros volumes da coleção são dedicados às bandas Devotos e Cólera. O álbum do grupo paulista acaba de chegar ao mercado em uma edição dupla com 29 faixas. Entre os títulos já confirmados para os próximos lançamentos estão Zabomba, Raíces de América, Torture Squad, Garotos Podres, Inocentes e Agrotóxico.

Fiel ao espírito do formato físico, o “Red Star Sessions” não será disponibilizado nas plataformas de streaming. O projeto sairá exclusivamente em LP 12″, com vinil transparente de 180 gramas, capa gatefold (dupla) e acabamento premium. De acordo com Jeferson Bem, idealizador da série, a ideia é transformar cada álbum em uma peça de coleção e valorizar a experiência de escutar um disco como um objeto cultural, criando uma conexão ainda mais forte entre artistas e colecionadores.

Produzido por Henrique Khoury, a “Red Star Sessions” se propõe a ser um documento histórico da música independente brasileira. “As performances foram registradas com qualidade contemporânea e apresentadas em edições definitivas, destinadas a preservar em vinil, o legado de artistas que continuam influenciando gerações”, diz Jeferson.

Garanta o combo com os volumes 1 e 2 da coleção:
https://www.redstar77.com/prod/429/combo-red-star-sessions-lp-#s798

‘Red Star Sessions’ Cólera // Foto: Divulgação

Sobre o volume #2 – Cólera
Formada em 1979, a banda Cólera foi uma das pioneiras do punk rock paulista, e conhecida por combinar agressividade musical com uma mensagem fortemente pacifista e antimilitarista. Atualmente composto por Pierre, Val, Wendel e Fábio, o Cólera fez uma apresentação mais que memorável no estúdio da Red Star com muitos clássicos de sua longeva carreira: “EAEO”, “Caos Mental Geral”, “Palpebrite” etc.
Lado A: Subúrbio Geral, Bloqueio Mental, Vira-latas, Amanhã, Medo, TV, EAEO, MDM
Lado B: Caos Mental Geral, Deixe a terra, ESSM, Somos Cromossomos, Repetição Constante, Consciência e Rebeldia
Lado C: CDMP, Don’t Waste it, ENQ, Minha Mente, Amnésia, Quanto Vale a Liberdade?, Histeria, Dia e Noite, Noite e Dia
Lado D: Palpebrite, Duas Ogivas, Em Você, Dê o fora, São Paulo, Águia Filhote, Pela Paz

Garanta a sua cópia do ‘Red Star Sessions’ Cólera: 
https://www.redstar77.com/prod/427/colera-red-star-sessions-2-lp-#s796

‘Red Star Sessions’ Devotos // Foto: Divulgação

Sobre o volume #1 – Devotos
Composto por Cannibal (baixo e voz), Neilton (guitarra) e Celo Brown (bateria), o trio pernambucano Devotos – antigo Devotos do Ódio, desde 1988 faz apresentações arrebatadoras pelo país, e não deixou por menos nessa Red Star Sessions, uma gravação ao vivo no Red Star Studios, com músicas como “De Andada”, “Luta Pacifista”, “Vladimir Herzog”, “Fé Demais”, “Vida de Ferreiro”, “Roda Punk”, entre outras.
Lado A: Futuro Inseguro, Céu VS Inferno, Caso de Amor e Ódio, Nós Faremos, Nosso Ninho, Vida de Ferreiro, Asa Preta e Luz, A Vida Que Você Me Deu, De Andada, Dia Morto
Lado B: Luta Pacifista, Vladimir Herzog, Alien, Mas Será o Benedito, Eu Tenho Pressa, Fé Demais, Tem de Tudo, Brincando do Jeito, Roda Punk, Punk Rock AJP

Garanta a sua cópia do ‘Red Star Sessions’ Devotos: 
https://www.redstar77.com/prod/425/devotos-red-star-sessions-1-lp-#s788

Downearth: projeto do baixista do Eminence lança novo single/clipe

Crédito: Divulgação

Formada por músicos experientes da cena de Belo Horizonte, banda combina elementos de metal alternativo, grunge, post rock e post metal

Criada em 2022, a banda Downearth, formada por Julimar Fernandes (vocal, Raising Conviction), Matheus Araujo (guitarra, Balla), Davidson Mainart (baixo, Eminence) e Samuel Bernardo (bateria, Paradise in Flames), tem como proposta desenvolver uma identidade sonora distinta dos projetos principais de cada músico.

Até o momento, o grupo lançou os singles “Legions”, “Absense” e “Tired”, combinando elementos de metal alternativo, grunge, post rock e post metal. O repertório traz composições densas, atmosféricas e pesadas, alternando melodias e momentos agressivos para abordar temas introspectivos, como existencialismo, questões sociais e as incertezas da humanidade.

“Tired” mergulha na exaustão moldada pelo tempo, pelas expectativas e pela entrega absoluta. A letra retrata a experiência de oferecer tudo o que se tem, doar até as últimas forças e, ainda assim, seguir contando os dias. É um relato honesto sobre o peso de despejar a própria alma na música e na arte, convivendo com a constante sensação de que nenhum esforço parece suficiente. “A letra traduz o desgaste da mente criativa, presa em um ciclo implacável no qual o artista, mesmo completamente esgotado, simplesmente não consegue parar”, comenta Julimar Fernandes.

A narrativa ganha ainda mais força ao ser costurada por uma metáfora sobre a devoção a uma fé cega. “A entrega à arte passa a se confundir com a submissão a uma força que exige sacrifícios contínuos, sempre cobrando mais, mas raramente se mostrando concreta o bastante para justificar tamanha dedicação”, detalha o vocalista.

Com uma sonoridade significativamente mais agressiva do que a apresentada nos lançamentos anteriores, “Tired” revela a faceta mais pesada da banda. Riffs dissonantes, guitarras sujas e vocais carregados de desespero transformam a música em um verdadeiro prato cheio para quem aprecia um som intenso, caótico e visceral.

Confira o videoclipe “Tired”, dirigido e editado por Davidson Mainart em https://youtu.be/m9UhJqyxYac

Facebook: https://www.facebook.com/downearthband
Instagram: https://www.instagram.com/downearthband
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Contato: davidson.f.mainart@gmail.com / julimarfbdesign@gmail.com

Angra anuncia relançamento de “Holy Land” em edição especial remasterizada em CD físico pela Voice Music

Álbum clássico do heavy metal brasileiro ganha versão comemorativa com slipcase, obi, fotos e pôster exclusivo, com lançamento previsto para 13 de julho.

A Voice Music anuncia o lançamento da edição especial de 30 anos de “Holy Land”, segundo álbum de estúdio do Angra e um dos trabalhos mais importantes da história do heavy metal brasileiro. A nova versão chega com áudio remasterizado, obi, slipcase, material gráfico recheado de fotos e um pôster exclusivo de 48 x 36 cm, celebrando o legado de um disco que marcou gerações de fãs no Brasil e no mundo.

Compre o CD: https://blackrockstore.com.br/produto/cd-angra-holy-land-edicao-especial-de-30-anos-slipcase-poster-edicao-2026-lancamento-13-07-2026/

Originalmente lançado em 1996, “Holy Land” é um álbum conceitual inspirado na chegada dos portugueses à América do Sul no século XVI. A obra representou um salto criativo na trajetória do Angra ao unir heavy metal, música erudita, ritmos afro-brasileiros e instrumentos tradicionais brasileiros, consolidando uma identidade sonora única que se tornaria uma das grandes marcas da banda.

Produzido por Charlie Bauerfeind e Sascha Paeth, o álbum foi gravado entre o Brasil e a Alemanha, combinando elementos culturais brasileiros a uma produção de padrão internacional. Três décadas depois, “Holy Land” permanece como referência para músicos, fãs e admiradores do metal melódico e progressivo.

O disco repetiu o sucesso comercial de “Angels Cry” e conquistou Disco de Ouro no Japão, com mais de 100 mil cópias vendidas. Além disso, recebeu ampla aclamação da crítica especializada e segue frequentemente citado entre os maiores álbuns do metal brasileiro.

A edição comemorativa de 30 anos chega pela Voice Music para celebrar a força artística, histórica e cultural de um álbum que continua influenciando o heavy metal mundial.

Mais informações no instagram do Angra: https://www.instagram.com/angraofficial/

Faixas:

Crossing
Nothing To Say
Silence and Distance
Carolina IV
Holy Land
The Shaman
Make Believe
Z.I.T.O.
Deep Blue
Lullaby For Lucifer

Formação:
Andre Matos — vocal
Kiko Loureiro — guitarra
Rafael Bittencourt — guitarra
Luis Mariutti — baixo
Ricardo Confessori — bateria

Serviço:
Artista: Angra
Álbum: Holy Land — Edição Especial de 30 Anos
Lançamento: Voice Music
Data de lançamento: 13 de julho de 2026
Formato: caixa acrílica com luva slipcase, obi e pôster 36 x 48 cm
Link para venda: https://blackrockstore.com.br/produto/cd-angra-holy-land-edicao-especial-de-30-anos-slipcase-poster-edicao-2026-lancamento-13-07-2026/

Raimundos lança clipe de “Dia Bonito”

Crédito: Divulgação Raimundos

Vídeo reúne cenas de shows, bastidores e da recente turnê com Guns N’Roses

Na última sexta-feira (26), os Raimundos lançam o clipe de “Dia Bonito”, faixa do mais recente álbum XXX. Disponível no canal oficial do YouTube, o vídeo traz um registro intenso e emocional dos bastidores da vida na estrada, da conexão da banda com o público e de momentos marcantes da turnê.

Dirigido por Miguel Rivero, o clipe reúne imagens exclusivas de shows, cenas do cotidiano durante as viagens e registros que capturam tanto a energia dos palcos quanto a atmosfera dos bastidores.

A produção também revisita um dos capítulos mais marcantes da trajetória recente dos Raimundos: a turnê com o Guns N’ Roses. Os shows mostraram a força da banda diante de grandes plateias e reforçaram a conexão com uma nova geração de fãs.

Inspirada na letra da música — que fala sobre encontrar felicidade nas coisas simples, viver o presente e valorizar quem caminha ao nosso lado —, o vídeo combina adrenalina, cumplicidade e memórias. Com estética crua e dinâmica, retrata não apenas os shows, mas o que acontece entre um palco e outro, revelando a essência da vida na estrada e celebrando a resistência e paixão pela música.

“O clipe de ‘Dia Bonito’ foi feito despretensiosamente com imagens de estrada, shows e backstage! Ilustra bem o ótimo momento atual que a banda vive! Uma agenda repleta de shows, grandes festivais, show em Portugal e as aberturas para o Guns N’ Roses! É nítido o clima descontraído, cheio de paz e cumplicidade nas apresentações. A evolução do som tanto em estúdio quanto ao vivo salta aos ouvidos! Vale ressaltar também a presença do Jean (baixista) que reforçou bastante a linha de frente da banda, assumindo o posto que eu fazia na formação original e reforçando a interação com a plateia! O novo show do Raimundos tem gosto de banda nova com uma entrega singular e sem mesura de esforços de seus membros! Tudo isso alinhado a um profissionalismo de equipe, luz e som! É, ninguém tá querendo muito tocar depois do Raimundos… KKK”, comenta Digão.

Com shows intensos e cheios de energia, os Raimundos seguem percorrendo o país com a turnê comemorativa de 30 anos. O repertório reúne faixas do álbum XXX e clássicos que atravessaram gerações e se tornaram verdadeiros hinos do rock brasileiro, como “Mulher de Fases”, “A Mais Pedida”, “Eu Quero Ver o Oco”, “Me Lambe” e “Puteiro em João Pessoa”.

ASSISTA AQUI

Confira aqui a agenda.

Sobre os Raimundos

Formada em Brasília no final da década de 1980, a banda Raimundos se destacou pela mistura única de hardcore, forró e rock pesado, conquistando uma legião de fãs em todo o Brasil. O álbum de estreia, lançado em 1994, trouxe hits instantâneos como “Puteiro em João Pessoa” e “Selim”, que ajudaram a moldar o cenário do rock nacional nos anos 1990. Ao longo da carreira, lançaram discos icônicos como Lavô Tá Novo (1995) e Só no Forévis (1999), firmando-se como referência no gênero.

Com mais de três décadas de estrada, os Raimundos seguem em plena atividade. Lançado em maio de 2025, o mais recente lançamento é o álbum de estúdio XXX.

A formação atual conta com Digão (vocal e guitarra), Marquim (guitarra e backing vocals), Caio (bateria) e Jean Moura (baixo e backing vocals).

Contato para shows:
(12)98860 4447
shows@raimundos.com.br

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Em clima de Copa do Mundo, Angra lança videoclipe da releitura de “Pra Frente Brasil”

foto: @marcoshermes-9_-scaled

Clássico popularizado na Copa de 1970 ganha releitura da formação atual da banda com mixagem de Dennis Ward.

O Angra lançou o videoclipe de sua nova versão de “Pra Frente Brasil”, canção eternizada na memória do país desde a Copa do Mundo de 1970. Regravada pela formação atual — Alírio Netto, Rafael Bittencourt, Felipe Andreoli, Marcelo Barbosa e Bruno Valverde —, a faixa chega ao público pelo canal da banda no YouTube e também pelas redes sociais. 

Assista ao videoclipe de “Pra Frente Brasil”: https://www.youtube.com/watch?v=A36yYOU9k7w  

Com mixagem por Dennis Ward e edição de Maycon Avelino, a releitura atualiza a relação do Angra com uma música que já havia passado pela trajetória da banda em 2002. Na época, o grupo transformou o tema em uma versão heavy metal e levou a composição ao universo de peso, técnica e identidade brasileira que sempre marcou sua obra.

Originalmente composta por Miguel Gustavo para embalar a Seleção Brasileira na Copa do México, “Pra Frente Brasil” atravessou gerações como uma das músicas mais conhecidas do imaginário futebolístico nacional. A canção se tornou símbolo popular do tricampeonato mundial, mas também carrega as marcas históricas de seu período, por ter surgido em pleno regime militar e ter sido apropriada pelo discurso ufanista daquele momento.

Na nova gravação, o Angra revisita esse material a partir de outro tempo e de outra formação. Alírio Netto, Rafael Bittencourt, Felipe Andreoli, Marcelo Barbosa e Bruno Valverde e retomam a música com a leitura atual da banda, preservando a força melódica do tema e incorporando a sonoridade que consolidou o grupo como um dos nomes mais importantes do metal brasileiro no exterior.

A nova versão também reforça uma característica recorrente na história do Angra: a capacidade de aproximar o heavy metal de elementos da cultura brasileira. Ao longo de sua discografia, a banda construiu uma linguagem própria ao unir peso, virtuosismo, arranjos elaborados e referências nacionais, algo que torna a escolha de “Pra Frente Brasil” especialmente simbólica dentro de sua trajetória.

A chegada de “Pra Frente Brasil” acontece em um momento de retomada intensa do Angra aos palcos. A banda tem uma agenda especial marcada para 2026, com apresentações no Brasil, América do Sul, Europa e Ásia, incluindo shows dedicados aos 30 anos de “Holy Land” e datas que celebram diferentes fases de sua trajetória.

Datas confirmadas — Angra 2026:

21/08 — Santa Bárbara D’Oeste, Brasil — Santa Bárbara Rock Fest
Ingressos/informações: https://www.rockfestsbo.com/

22/08 — Buenos Aires, Argentina — Arena Sur
Ingressos: https://www.passline.com/eventos/angra-en-argentina-30-anos-de-holy-land

23/08 — Santiago, Chile — Teatro Teletón
Ingressos: https://www.eventrid.cl/eventos/atenea/angra-holy-land

05/09 — Belo Horizonte, Brasil — BeFly Minascentro
Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/121100

12/09 — Atenas, Grécia — Rock Hard Festival
Ingressos: https://www.rockhardfestival.gr/

18/09 — Rio de Janeiro, Brasil — Vivo Rio
Ingressos: https://www.ticket360.com.br/evento/33402/ingressos-para-angra

23/09 — Paris, França — L’Olympia
Ingressos: https://www.olympiahall.com/en/upcoming-events/angra/

25/09 — Curitiba, Brasil — Live Curitiba
Ingressos: https://www.bilheteriadigital.com/angra-holy-land-30th-anniversary-tour-25-de-setembro

27/09 — Porto Alegre, Brasil — Auditório Araújo Vianna
Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/120437

02/10 — São Paulo, Brasil — Tokio Marine Hall
Angra toca “Holy Land” na íntegra, com participação de Luis Mariutti
Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/angra-tokio-marine

03/10 — São Paulo, Brasil — Tokio Marine Hall
Angra celebra “Rebirth”, com participação de Edu Falaschi
Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/angra-tokio-marine

22/10 — Xangai, China — Star Culture Center Dream Hall
Link de ingressos: a confirmar

25/10 — Yokohama, Japão — Full Metal Japan
Ingressos: https://fullmetaljapan.com/

Evanescence lança o aguardado álbum Sanctuary

Sexto álbum de estúdio do grupo liderado por Amy Lee foi antecipado pelos singles “Who Will You Follow” e “Afterlife”

Uma das maiores e mais influentes forças do rock mundial no século 21, o Evanescence lança oficialmente seu aguardado sexto álbum de estúdio, intitulado Sanctuary. O projeto, que já está disponível globalmente, chega para coroar um processo de produção minucioso e apresenta a banda em seu estado mais potente e visceral.

Ouça Sanctuary: https://evanescence.lnk.to/Sanctuary

Assista ao clipe “Who Will You Follow”: https://youtu.be/ak4Ti54Y6rY 

Assista ao clipe “Afterlife”: https://youtu.be/mTduyC2zPXg

Composto por 12 faixas, Sanctuary foi lapidado cuidadosamente. O processo de gravação reuniu um time de produtores de elite do rock moderno, incluindo Zakk Cervini  (Bring Me The Horizon, Spiritbox, Bad Omens, YUNGBLUD), Nick Raskulinecz (Korn, Foo Fighters) e  Jordan Fish (Bring Me The Horizon, Poppy, House of Protection, Architects). O resultado é um equilíbrio primoroso entre os arranjos orquestrais e os vocais confessionais de Amy Lee com guitarras densas e beats eletrônicos.

Uma das grandes surpresas para os fãs está na versão física deluxe em CD: o projeto traz um Blu-ray contendo o registro histórico Live in São Paulo, show gravado no Brasil em 2023, que consagrou a maior apresentação solo de toda a história do Evanescence; além de um documentário sobre a turnê na América Latina e bastidores do clipe de “Who Will You Follow”. As edições regulares em CD e vinil estão disponíveis para pré-venda no Brasil através da Universal Music Store.

Garanta Sanctuary em CD:
https://www.umusicstore.com/cd-evanescence-sanctuary-importado-8610/p 

Garanta Sanctuary em vinil:
https://www.umusicstore.com/vinil-evanescence-sanctuary-2lp-importado-8611/p

“Este álbum levou mais de três anos para ser feito e estou orgulhosa demais de cada segundo dele. É avassalador. Trabalhar nele foi a minha válvula de escape para tanta coisa que parece errada e fora de controle, e um lugar para acender a esperança através do poder da música e da conexão”, conta Amy Lee.

Celebrando mais de duas décadas de estrada desde o estrondoso impacto de Fallen (que segue como o sexto disco mais vendido do século, com mais de 17 milhões de cópias), o Evanescence prova sua relevância e capacidade de se reinventar no mercado fonográfico – seja pelos hits recentes ou por colaborações de peso. Parcerias com K.Flay (“Fight Like a Girl”) e Halsey (“Hand That Feeds”) foram incluídas na trilha sonora de Bailarina, o quinto filme da franquia John Wick, enquanto Amy Lee garantiu outro topo das paradas com “End of You”, sua parceria com Poppy e Courtney LaPlante da banda Spiritbox. Essa última foi a primeira vez que uma colaboração entre mulheres chegou ao topo das paradas de rock nas rádios dos EUA.

Essa jornada é coroada neste novo álbum. O repertório amarra faixas inéditas a sucessos recentes que já vinham dominando as paradas internacionais de rock, a exemplo de “Who Will You Follow” e o hit “Afterlife” – parte da trilha da série Devil May Cry (Netflix), esse é o maior sucesso comercial da banda desde o primeiro álbum, acumulou mais de 150 milhões de streams globalmente e alcançou o #1 nas paradas de rock das rádios dos EUA, em uma conquista inédita para o Evanescence nesse formato.

Já “Who Will You Follow” recentemente rendeu à banda o seu primeiro #1 na história na parada Hard Rock Song da Billboard. O videoclipe, dirigido por Jensen Noen, enfatiza a importância de buscar a autenticidade em uma era onde a verdade parece cada vez mais corrompida.

Sanctuary está disponível em todas as plataformas digitais.

Tracklist:
Beautiful Lie
Tell Me When You’ve Had Enough
Who Will You Follow
Rapture
Afterlife
Sanctuary
How Do I Heal
About Us
Calm Down
Self Destruct
Forever Without You
Wide Open Heart

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Um ano após seu lançamento, “Another Time”, do Cova Rasa, reafirma sua relevância no metal nacional

Crédito Foto: Thyago Millan

Longe da velocidade descartável das redes e dos algoritmos, o terceiro álbum da banda é uma obra de heavy metal tradicional feita para durar

A história do Cova Rasa passa diretamente pela trajetória singular de seu fundador, o guitarrista Jayme Danko. Antes de consolidar sua atuação no metal, Danko construiu experiência no boxe. O “Tiger Shark”, como Jayme Danko era conhecido nos ringues, atuou por anos em três categorias – cruzador, meio pesado e pesado – e essa experiência como boxeador profissional encontrou no confronto físico uma disciplina e uma intensidade que mais tarde seriam traduzidas em riffs, atmosferas densas e composições marcadas por resistência e profundidade emocional.

O Cova Rasa teve origem em 2016 em São Paulo/SP através de Jayme Danko e de seu parceiro e co-fundador da banda, o tecladista Collins Freitas. Dois anos após a formação da banda, saiu o primeiro álbum, “Deadline”, um disco moldado sob a estética do heavy metal tradicional com letras em português que exploram temas ligados a morte, especialmente lendas urbanas, serial killers, assombrações e contos de horror. Tanto a estética lírica, quanto musical, seguem sendo exploradas pelo grupo até hoje.

O segundo disco, “Cruzando Infernos”, de 2020, manteve as letras em português e reuniu referencias regionais como em “Batalha dos Guararapes”, por exemplo, que narra os dois confrontos decisivos (ocorridos em abril de 1648 e fevereiro de 1649) travados nos Montes Guararapes, em Jaboatão dos Guararapes/PE, quando tropas luso-brasileiras derrotaram o exército holandês, garantindo a expulsão dos invasores do nordeste brasileiro e marcando o surgimento da identidade militar brasileira.

Depois de alguns singles e a decisão por compor letras em inglês, surgiu em abril de 2025, ou seja, há exatamente um ano, “Another Time”, o disco definitivo do Cova Rasa até então e que projeta a banda a níveis nacionais e internacionais. Reunindo 10 faixas, “Another Time” foi gravado no Dual Noise Studio em São Paulo e produzido pelo próprio guitarrista Jayme Danko. O trabalho de engenharia de áudio e gravação ficou a cargo de Rogerio Wecko (Andralls, Valvera).
Duas faixas do álbum reúnem participações especiais: os guitarristas Antonio Araujo (Matanza Inc., ex-Korzus) em “Heartbreaker’s Hunter” e Gui Calegari (Throw Me To the Wolves, ex-Venomous) em “The Flying Dutchman”.

Não obstante, “Another Time” marcou a estreia do vocalista Ivan Martins, também conhecido por ser o frontman da lendária banda Salário Mínimo, e do baixista Caio Caruso. Completa a formação atual do Cova Rasa o baterista Theo Machado.

Longe da velocidade descartável das redes e dos algoritmos, “Another Time” é uma obra de heavy metal tradicional feita para durar. Mesmo após um ano de seu lançamento, o disco ainda carrega a sensação de obra recém-aberta e merece ser revisitado ou mesmo descoberto pela primeira vez.



Ouça “Another Time” nas plataformas de streaming:
Spotify: https://bit.ly/3Nfu7VK
Deezer: https://bit.ly/4s2jVz7
Youtube: https://bit.ly/3Pa5fPR

Assista também o vídeo oficial de “Borley Rectory”: https://youtu.be/JBfwbHtyrCY?si=DlrB_rqrhAiSlow9

Também não deixe de assistir a versão ao vivo em estúdio de “Dr. Death”: https://youtu.be/7O36gG5p1YM?si=r5Nr7Q1Cp22nPgLB

Entre outras novidades, o Cova Rasa está em estúdio trabalhando na regravação de seu primeiro álbum, “Deadline”, que encontra-se fora de catálogo.
A nova versão do álbum, além de contar com a formação atual da banda na regravação, vai trazer todas as faixas transcritas para o inglês.

Em termos de palco, depois de fazer os shows de abertura para o Hammerfall e Rhapsody of Fire no final de 2025, o Cova Rasa tem dois shows importantes agendados: no dia 27 de Junho o grupo faz seu primeiro show em Santo André, no ABC paulista, no A Gruta Bar. Na mesma noite apresentam-se Guardian Of Lightning e Prodigal Sons. Os shows estão programados para acontecerem a partir das 19h e os ingressos estão à venda pela 101Tickets: https://101tickets.com.br/events/details/Prodigal-Sons-Cova-Rasa-Guardian-Of-Lightining

Já no sábado, dia 25 de Julho, o Cova Rasa será uma das atrações do “Viva O Metal” no Red Star, em São Paulo. O evento reunirá apresentações de algumas das bandas do cast da produtora Som do Darma e, além do Cova Rosa, também tocam as bandas Marenna, Armadilha, Guardian Of Lightning e Jaeder Menossi Interstellar Experience. Os shows estão programados para acontecerem a partir das 19h e os ingressos estão à venda pela 101Tickets: https://101tickets.com.br/events/details/Som-do-Darma-apresenta-Viva-o-Metal-Sessions-a

Mais Informações:
  
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www.youtube.com/@covarasa1274    

Edu Falaschi lança “UNCHAINED”, segundo single do álbum “MI’RAJ”

Após apresentar ao público os primeiros detalhes do universo conceitual de “MI’RAJ”, o cantor, compositor e produtor Edu Falaschi lança agora “UNCHAINED”, segundo single de seu aguardado novo álbum de estúdio. A faixa chega acompanhada de um lyric video desenvolvido por Gabriela Vessoni, baseado na identidade visual criada por Carlos Fides para o álbum.

Assista lyric vídeohttps://www.youtube.com/watch?v=x4vnyF0pE-Y

Ouça nas plataformas digitaishttps://linktr.ee/edufalaschi

“Unchained” surge como uma das composições mais ousadas e inesperadas da carreira de Edu Falaschi, explorando uma sonoridade profundamente influenciada pelo rock progressivo dos anos 70 e 80, além de incorporar elementos marcantes do rock fusion dos anos 90. A música se destaca pelas constantes mudanças de atmosfera, passagens instrumentais sofisticadas, dinâmicas complexas, grooves orgânicos e uma construção musical pouco convencional dentro do universo do heavy e power metal.

A faixa também marca um momento inédito na trajetória do artista: a utilização de um solo de saxofone em uma gravação oficial. O instrumento é executado por Wagner Barbosa, músico que acompanha Edu há anos no projeto Moonlight, trazendo uma nova textura sonora e ampliando ainda mais a identidade experimental da composição.

Outro grande destaque está na performance do baterista Jean Gardinalli, que imprime uma abordagem extremamente fluida, técnica e dinâmica, misturando elementos do progressive rock com o peso do heavy metal através de grooves elaborados, ghost notes e forte sensação de movimento rítmico. O baixista Raphael Dafras também assume protagonismo na faixa, explorando linhas muito mais rítmicas, orgânicas e groovadas do que o habitual dentro do power metal tradicional.

Instrumentalmente, “Unchained” evidencia ainda um dos trabalhos mais inspirados do guitarrista Victor Franco, que entrega um solo construído com extremo refinamento melódico, emocionalidade e musicalidade, desenvolvido em colaboração direta com Edu Falaschi durante o processo criativo da faixa.

Toda essa construção musical é sustentada por refrões épicos, melodias vocais intensas e grandes contrapontos orquestrais, ampliando o caráter cinematográfico e emocional da composição.

A produção de “Unchained” reúne novamente alguns dos principais nomes envolvidos no álbum “MI’RAJ”. A gravação foi realizada no Fusão Studio sob co-produção de Thiago Bianchi, enquanto a mixagem e masterização ficaram a cargo do renomado produtor Dennis Ward, conhecido por trabalhos com Helloween, Angra, Unisonic, entre outros grandes nomes do rock e metal mundial.

Dentro da narrativa conceitual de “MI’RAJ”, “Unchained” representa um dos momentos centrais da jornada espiritual de Jorge, protagonista da trilogia iniciada em “Vera Cruz” e continuada em “Eldorado”. Na faixa, o personagem atravessa o ritual dos 12 Véus ao lado da vidente Mi’raj, iniciando um processo de transcendência e libertação em direção ao seu verdadeiro destino.

Créditos de “Unchained”:

Lyrics: Edu Falaschi
Music: Edu Falaschi

Músicos participantes:
* Edu Falaschi – Vocais
* Victor Franco – Guitarras
* Raphael Dafras – Baixo
* Jean Gardinalli – Bateria
* Marcus César – Percussão
* Pablo Greg – Orquestrações
* Wagner Barbosa – Saxofone

Solos:
* Solo 1 (Sax) – Wagner Barbosa
* Solo 2 (Guitarra) – Victor Franco

Mais informaçõeshttps://www.instagram.com/edu_falaschi/

Gods & Punks mergulha em sua obra mais ambiciosa com o lançamento de “A Shrine By The Sea”

A jornada sonora da Gods & Punks ganha um novo capítulo em 3 de julho de 2026. Nesta data, a banda carioca lança seu sexto álbum de estúdio, “A Shrine By The Sea”, pela Electric Valley Records, consolidando uma trajetória marcada pela constante expansão de limites dentro do stoner, doom e rock progressivo.

Concebido como uma homenagem ao mar, o novo trabalho representa um passo ousado na discografia do grupo. Em vez de seguir estruturas convencionais, o álbum foi construído a partir de duas composições monumentais: “The Lighthouse” e “Poseidon”, ambas com exatos 21 minutos e 12 segundos de duração. No formato físico em vinil, cada faixa ocupa um lado do disco, criando uma experiência contínua e imersiva.

Já nas plataformas digitais, a banda optou por dividir as duas suítes em oito movimentos independentes — as chamadas “waves” — preservando a fluidez da obra sem comprometer sua descoberta e circulação nos serviços de streaming.

Musicalmente, “A Shrine By The Sea” apresenta duas faces distintas da identidade da Gods & Punks. Enquanto “The Lighthouse” alterna momentos contemplativos com explosões de peso, riffs carregados de influência sabbathiana e passagens de doom metal, “Poseidon” aposta em uma construção mais psicodélica e atmosférica, conduzindo o ouvinte por uma experiência progressiva marcada por camadas de órgão, longos desenvolvimentos instrumentais e dinâmicas em constante transformação.

Entre os destaques do álbum está a participação especial de Andrea Ruocco, ex-vocalista da Spiral Guru, que empresta sua voz a “The Lighthouse”, ampliando ainda mais a riqueza de texturas presentes na composição.

A banda também apresenta dois recortes da obra como cartões de visita do lançamento. “The Lighthouse [second wave]” mergulha em uma atmosfera sombria e dramática, retratando o momento em que um náufrago encontra esperança ao avistar uma luz distante em meio à escuridão do oceano. Já “Poseidon [third wave]” evidencia o lado mais experimental do grupo, com linhas de baixo distorcidas executadas em tapping, solos expansivos e uma construção instrumental hipnótica.

No dia 18 de junho, será lançado o segundo single, “Poseidon [third wave]”.  O primeiro single lançado foi “The Lighthouse [second wave]”, que pode ser conferido nas plataformas digitais, como por exemplo, no Spotify:

O processo de criação acompanhou a própria natureza dispersa da banda. As composições foram desenvolvidas remotamente, combinando ideias inéditas com conceitos amadurecidos ao longo dos anos. As guitarras e baterias foram registradas no Rio de Janeiro por Rodrigo e Gabriel, o baixo gravado por Pedro em Santos, enquanto os vocais foram captados por Alexandre diretamente de Paris, na França.

A produção ficou novamente sob responsabilidade de André Leal e Kleber Mariano, do Studio Jukebox, parceria iniciada no álbum “Death” (2024), trabalho que marcou o retorno da banda após um período de hiato.

Segundo os integrantes, o novo disco representa a realização de uma ambição antiga:

“Sempre quisemos fazer um disco como este e, depois de lançar cinco álbuns, sentimos que era o momento certo. ‘A Shrine By The Sea’ reúne duas composições nas quais trabalhamos intensamente e que refletem abordagens diferentes da nossa sonoridade. Talvez seja o álbum do qual mais nos orgulhamos depois de concluído.”

Desde sua formação em 2013, a Gods & Punks vem construindo uma trajetória singular dentro da cena underground internacional. Misturando o peso de Black Sabbath, a complexidade progressiva de Rush e a atmosfera expansiva do stoner rock, a banda conquistou espaço em plataformas especializadas como a Doom Charts e figurou entre os destaques de vendas do Bandcamp em diferentes momentos da carreira.

Após a saga conceitual da “Voyage Series”, o retorno com “Mountains of Garbage”, “Death” e “Holograms” mostrou uma banda renovada e criativamente inquieta. Agora, com “A Shrine By The Sea”, a Gods & Punks entrega sua obra mais audaciosa até o momento: um álbum que convida o ouvinte a abandonar a superfície e mergulhar profundamente em suas correntes sonoras.

“A Shrine By The Sea” já está disponível em pré-venda nas versões digital e vinil.

Faixas da versão “Streaming”:
1-The Lighthouse [first wave]
2-The Lighthouse [second wave]
3-The Lighthouse [third wave]
4-The Lighthouse [fourth wave]
5-Poseidon [first wave]
6-Poseidon [second wave]
7-Poseidon [third wave]
8-Poseidon [fourth wave]

Faixas na versão em “vinil” (pela Electric Valley Records):

Lado A – The Lighthouse
Lado B – Poseidon

Siga a Gods & Punks em seus canais oficiais:
https://linktr.ee/gods_and_punks

LUFEH lança Overwhelmed, segundo álbum de estúdio, e transforma pressão emocional em rock progressivo de alta intensidade

Gravado no lendário Sunset Sound, em Los Angeles, o novo álbum da banda chega nesta sexta-feira, 29 de maio, com oito faixas, participação de Ginny Luke nos vocais e violino, e uma sonoridade que une técnica, peso e melodia.

A banda LUFEH lança “Overwhelmed”, seu segundo álbum de estúdio, com distribuição pela DistroKid. O disco chega às plataformas digitais nesta sexta-feira, 29 de maio, consolidando uma nova etapa para a banda baseada em Los Angeles, que aprofunda sua fusão de rock progressivo, metal, fusion e influências de jazz.

Ouça o álbum “Overwhelmed”: https://open.spotify.com/intl-pt/album/17TBW46gFIisvVekW4yyOW

Assista aos videoclipes:

Feels Like I’m A Ghost: https://www.youtube.com/watch?v=K9JThxH_HtY

War of Emotions: https://www.youtube.com/watch?v=SLpdNpBKaqM

Double Dip: https://www.youtube.com/watch?v=_vbw_09koSo

Overwhelmed: https://www.youtube.com/watch?v=h2ZN21fSq0c

He Commands The Sun And The Stars: https://www.youtube.com/watch?v=l0WG8j9ovlU

Com oito faixas, Overwhelmed apresenta uma banda mais madura, coesa e atenta ao equilíbrio entre virtuosismo e canção. O álbum foi gravado no histórico Sunset Sound, em Los Angeles, estúdio associado a grandes registros da música mundial, e tem produção musical de Gera Penna, tecladista e backing vocals do grupo. A mixagem e a masterização são assinadas por Adair Daufembach.

“Este álbum é resultado de muita dedicação, maturidade e da realização de um sonho. Gravar no histórico estúdio Sunset Sound, em Los Angeles, onde grandes nomes da música mundial registraram seus sucessos, foi uma experiência inesquecível”, afirma Lufeh. “Temos músicas impactantes, baladas pesadas, uma boa dose de pedal duplo na bateria, solos de guitarra, baixo e teclado, tudo isso misturado com a voz incrível de Ginny Luke.”

O lançamento marca uma transformação importante no processo criativo da LUFEH. Ao contrário do álbum anterior, Luggage Falling Down (2020), em que as composições nasceram majoritariamente como instrumentais antes de receberem voz, Overwhelmed foi concebido desde o início com as melodias vocais no centro dos arranjos. O resultado é um repertório mais direto, mas ainda marcado por compassos complexos, mudanças de atmosfera e passagens instrumentais elaboradas.

A formação da banda reúne Duca Tambasco no baixo e backing vocals, Deio Tambasco na guitarra e backing vocals, Gera Penna nos teclados e backing vocals, Lufeh na bateria e Ginny Luke nos vocais. Convidada especial do álbum, Ginny também toca violino em três faixas: “Overwhelmed”, “Feels Like I’m A Ghost” e “Live The New Today”, adicionando novas texturas ao som da banda.

Na faixa-título, o violino de Ginny Luke ganha papel de destaque logo na introdução. Segundo Lufeh, a presença da instrumentista levou a música “para um lugar único”. A canção aborda o limite emocional de quem já não consegue seguir em ritmo automático, atravessado por distrações, cansaço e urgência de desacelerar. Esse conceito se conecta diretamente à capa do álbum, criada por Lufeh Batera, que mostra uma figura submersa sob a água.

“A capa de Overwhelmed foi pensada como uma representação literal da sensação sugerida pelo título. Queríamos capturar essa ideia de estar completamente submerso debaixo d’água”, explica Lufeh. “Mas também fizemos questão de incluir a luz vindo da superfície. Para mim, isso representa esperança e a busca por ar.”

O repertório percorre diferentes climas sem se prender a uma única fórmula. “He Commands The Sun and The Stars” abre o disco com complexidade rítmica e refrão marcante; “Breathe” traz uma mensagem de pausa e respiro; “Double Dip” alterna compassos e incorpora o Bulbul Tarang, instrumento de cordas incomum usado na introdução; “War of Emotions” se aproxima de uma estética mais metálica; e “End of the Tunnel” encerra o álbum com atmosfera de renovação e uma sensação cíclica construída pelo solo de guitarra.

Entre os momentos mais expansivos, “Feels Like I’m A Ghost” foi pensada como uma espécie de rock opera da banda, alternando melancolia, intensidade e passagens progressivas. Já “Live The New Today” aparece como uma das faixas mais ricas do disco, reunindo trechos serenos, peso próximo ao power metal, pedal duplo e solos de baixo, guitarra e violino.

A chegada de Overwhelmed também reforça laços antigos dentro da LUFEH. Deio Tambasco, anunciado como guitarrista em outubro de 2025, retoma uma parceria musical que remonta aos anos 1990, quando tocava com Lufeh e Duca Tambasco na banda Anno Domini. Essa conexão de longa data aparece no novo álbum como parte da identidade coletiva do grupo, que valoriza colaboração e construção conjunta.

“Nosso processo criativo é como um desenho que passa de mão em mão — cada um acrescenta seu traço até que tudo tenha as cores e a profundidade certas”, diz Lufeh. “Ninguém aqui está preocupado em ‘ser dono’ de uma música; queremos apenas chegar a um resultado que nos faça felizes.”

Para fãs de Rush, Dream Theater, Haken, Sleep Token e Tool, Overwhelmed chega como um disco de rock progressivo moderno, técnico e emocional, no qual peso e melodia convivem com naturalidade. Depois de Luggage Falling Down e da passagem pelo Brasil em turnê com Sons of Apollo, a LUFEH abre um novo capítulo de sua discografia com um álbum que busca transformar excesso, conflito e exaustão em movimento, catarse e luz.

Tracklist de Overwhelmed:
01 – He Commands The Sun And The Stars
02 – Breathe
03 – Double Dip
04 – Overwhelmed
05 – Feels Like I’m A Ghost
06 – Live The New Today
07 – War Of Emotions
08 – End Of The Tunnel

Sobre LUFEH:
Site Oficial – https://lufehband.com/
Instagram – https://www.instagram.com/lufehband
YouTube – https://youtube.com/lufehband

Redstain lança ‘Let The Blood Prevail’ e amplia discurso crítico

Crédito: Divulgação

A banda paulistana Redstain apresenta o novo álbum, “Let The Blood Prevail”, que conta com sete faixas e reforça a sua identidade no thrash metal. O título surgiu a partir de “War on Putin”, uma das inéditas do repertório, e funciona como um manifesto crítico sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia. A proposta do grupo formado por Eduardo Campos (vocal), Adriano Gattaz (guitarra), Guilherme Cerqueira (guitarra), Caio Brasil (baixo) e Sebastian Velásquez (bateria) amplia o tema para uma reflexão sobre a atuação de líderes mundiais que colocam interesses pessoais acima da vida da população. “É este conceito que conduz ‘Let The Blood Prevail’, um trabalho que aborda abusos de poder, conflitos cotidianos e a resistência do indivíduo diante de estruturas maiores”, explica Eduardo Campos.

O material foi gravado no estúdio Dual Noise (SP), com mixagem e masterização a cargo de Rogerio Wecko. Além de “War on Putin”, o sucessor de “Under Control” (2024) traz mais três composições inéditas: “Titan Slayer”, “Scream of Agenor” e “Blindspots”. O repertório também traz novas versões de “Futebol and Violence”, “Hunt You Down” e “No More Chance to Break”, originalmente lançadas no EP de estreia, “Hunt You Down” (2022), refletindo a evolução musical e a maturidade alcançada pela formação atual.

A faixa “Scream of Agenor”, lançada como single e lyric video, é baseada em uma história real. “Agenor era um morador de rua que vivia em frente ao colégio de um dos integrantes da banda. Uma figura aparentemente simpática, adorada pelas crianças, dava biscoito aos alunos na saída da aula. No fundo, escondia uma história sombria: havia matado a esposa a facadas. “A faixa ‘Scream of Agenor’ mergulha nessa dualidade humana: o invisível para a sociedade que carrega uma sombra; o gentil e o monstruoso convivendo no mesmo corpo”, detalha o vocalista. “Ela traz, inclusive, trechos em português que ancoram a narrativa na realidade urbana paulistana e amplificam o desconforto: o personagem está nas ruas que todo mundo cruza, todos os dias, sem ver”, completa.

Confira o lyric video de “Scream of Agenor” em https://youtu.be/c2fBSVC6UH4

Tracklist:
01. Blindspot
02. Scream of Agenor
03. Futebol & Violence (regravação)
04. Titan Slayer
05. Hunt You Down (regravação)
06. War on Putin
07. No More Chance (regravação)

Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/7GEVtnkL8OMWrlpPWSqrwd

Mídias sociais e plataformas de streaming: https://linktr.ee/redstainoficial

E-mail: redstain.banda@gmail.com

Capsula estreia com o single “Dopamina”

Crédito: @DiegoRuahn

Nesta sexta-feira (29), a Capsula disponibiliza em todas as plataformas de streaming, via OneRPM, “Dopamina”. O single é uma primeira amostra do equilíbrio entre os grooves de Haroldo Ferretti (bateria – Skank) e Lelo Zaneti (baixo – Skank), as texturas sensoriais das guitarras de Fernando Americano (guitarra – thesurfmotherfuckers, Penélope) e a interpretação densa e magnética de Érika Martins (voz – Penélope). 

“Dopamina” transita pelo pop, o rock e o reggae e é uma crônica moderna sobre a exaustão digital e a ansiedade das notificações.

Capsula nasce de algo raro nos dias de hoje: tempo, convivência, afinidade criativa e o desejo de fazer música sem pressa.

A história começou como uma coincidência típica de Belo Horizonte (a cidade onde todos se encontram!). Um almoço de família, conexões improváveis entre vizinhos, parentes e músicos que frequentavam os mesmos círculos havia décadas, mas raramente haviam dividido o mesmo espaço criativo. Em algum momento desse emaranhado mineiro de relações, surgiu o convite simples: “vamos fazer um som”.

Durante um ano inteiro, Érika, Fernando, Haroldo e Lelo trabalharam silenciosamente nesse repertório. Um tempo quase impensável em uma indústria pautada pela urgência de lançamentos instantâneos.

O quarteto se encontrava no Estúdio Bamboo — estúdio montado na casa de Haroldo Ferretti, cercado pelas montanhas de Nova Lima — experimentando ideias, trocando arquivos madrugada adentro, testando timbres, desmontando e reconstruindo canções. Em vez da lógica acelerada da “música de algoritmo”, feita para durar segundos em uma rolagem infinita, o Capsula surgiu da insistência no oposto: canções lapidadas lentamente, gravadas por mãos humanas e carregadas das imperfeições que tornam a música viva.

O resultado é uma música que sangra, transpira e abraça a beleza da imperfeição humana. 

Musicalmente, o grupo transita entre o pop, pós-punk, dub, indie rock e o chamado “rock adulto”. As letras abordam ansiedade digital, relações líquidas, exaustão emocional e a sensação permanente de hiperconexão. São crônicas urbanas sobre uma geração sobrecarregada por notificações e validações instantâneas.

Em um tempo em que boa parte da música é criada para alimentar métricas, tendências e algoritmos, o Capsula surge como um antídoto ao som descartável. Uma espécie de “inteligência artesanal” em forma de banda. Música feita por pessoas reais, para pessoas reais.

Não é nostalgia. Não é revival. É música viva.

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Korzus, confirmado no Rock in Rio, banda toca neste final de semana em Campinas

O lendário Korzus acaba de ser confirmado no Rock in Rio 2026.  A banda se apresentará no novo palco ‘Global Village’, no dia 05 de setembro. Neste dia o festival terá entre as atrações, nomes como Bring Me The Horizon, Avenged Sevenfold,  Bad Omens, Nervosa, Malvada e muitos outros.

A banda, que irá estrear a nova formação com Jéssica Falchi e Jean Paton na capital carioca, está lançando o single “No Light Within” que está em todas as plataformas digitais.

Neste domingo (31/05) a banda se apresentará em Campinas/SP no Santo Rock Bar, e os ingressos estão à venda neste link:
https://ingressomaster.com/comprar/78/korzus-campinas

No dia 07 de junho (domingo) eles tocam no Santo Rock Bar de Santo André, no ABC Paulista. A abertura será da banda Carro Bomba. Os ingressos para essa apresentação estão disponíveis aqui:
https://ingressomaster.com/comprar/79/korzus-santo-andre

Confira as datas do Korzus:
-31/05 KZS – Campinas/SP @Santo Rock
-07/06 KZS – Santo André/SP @Santo Rock
-26/06 KZS – Curitiba/PR @Hard rock Café (c/ Viper)
-27/06 KZS – Florianópolis/SC @John Bull (c/ Viperá
-28/06 KZS – Porto Alegre/RS @Bar Opinião (c/ Viper)
-25/07 KZS – Catanduva/SP TBA
-26/07 KZS – Araraquara/SP (nova data! – TBA)
-05/09 KZS – Rio de Janeiro/RJ @Rock In Rio
-18/09 KZS – Brasília/DF @Toinha (nova data!)
-19/09 KZS – Goiânia/GO @De Leon (nova data!)

Assista o vídeo de “No Light Within”:

O Korzus é Marcello Pompeu (vocais), Dick Siebert (baixo), Jean Patton (guitarra), Jessica Falchi (guitarra) e Rodrigo Oliveira (bateria).

Para mais informações, acesse:
www.korzus.com.br
www.tc7producoes.com