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Edu Falaschi em São Paulo: celebrando muitas vidas em uma única noite

Texto e Fotos por Eduardo Carvalho
Assessoria de imprensa: Thiago Rahal Mauro (TRM Press)

Como fazer 35 anos de carreira caberem em apenas três horas? Praticamente impossível. Talvez esse tenha sido, desde o princípio, o delicioso problema da noite de 15 de agosto de 2026. Quando a trajetória atravessa Mitrium, Venus, Symbols, Angra, Almah e uma carreira solo já extensa, qualquer setlist será também uma coleção de escolhas e renúncias. Para cada música tocada, outra ficará pedindo passagem. Foi nesse território, entre aquilo que coube e tudo que inevitavelmente ficou de fora, que Edu Falaschi colocou sua história diante do público reunido
no Tokio Marine Hall, em São Paulo.

Fotos por Eduardo Carvalho

A melhor maneira de olhar para esse show talvez não seja buscar uma retrospectiva perfeita. Foi mais interessante enxergá-lo como um álbum de fotografias aberto em movimento: algumas páginas amareladas, outras ainda recém-impressas. O mérito maior da noite foi justamente provar que Edu não vive apenas do que já construiu. Há passado em abundância, mas o presente também quer espaço.

Antes do primeiro Edu, outro Falaschi

Às 19h45, o sobrenome já estava no palco, mas era Tito. A semelhança timbrística entre os irmãos aparece imediatamente. Tito também impressiona pelo alcance vocal, mas permanecer somente na comparação seria injusto. Multi-instrumentista, produtor e engenheiro de áudio, ele se apresentou com baixo nas mãos, palhetas e dedos trabalhando forte e muita personalidade, divulgando o recém-lançado segundo álbum, Time to Move On, além de antecipar novas datas para a turnê.

O repertório passeou pelo heavy metal e hard rock com forte atenção à melodia. A influência de Tears for Fears e Pink Floyd (bandas que já teve bandas tributo, inclusive) ajuda a explicar essa amplitude, enquanto The Evil That Men Do, do Iron Maiden, serviu de ponte imediata com o público. Tito saiu do palco deixando algo mais interessante do que uma simples boa impressão: curiosidade para descobrir onde termina a semelhança entre os irmãos e começa sua assinatura pessoal.

Setlist de Tito Falaschi

  1. Fight for Freedom
  2. Mirror
  3. The World Is Falling
  4. War
  5. Leave It All Behind
  6. Time to Move On
  7. The Evil That Men Do (Iron Maiden)

O disparo que demorou a acontecer

Por volta das 21h10, a silhueta de Marcus Cézar surgiu na percussão e a produção visual revelou sua escala. Luzes, efeitos e pirotecnia preparavam terreno para Watchers of the Light. O curioso é que, para uma celebração de 35 anos, eu esperava que a primeira música funcionasse como um disparo. Não funcionou. A pirotecnia explodia mais do que o público. A banda estava precisa, mas a reação diante do palco parecia contida. Não é uma música ruim; apenas não me pareceu a melhor escolha para ser a porta de entrada da noite.

Ego Painted Grey começou a mudar a temperatura. Raphael Dafras abriu a passagem com um baixo que faz parte da identidade da música, trazendo de volta o injustamente esquecido Aurora Consurgens. É também uma composição muito adequada à voz atual de Edu: menos dependente de extremos agudos, permite peso, interpretação e corpo. Esse ponto se repetiria mais tarde em A Monster in Her Eyes e Arising Thunder, músicas que hoje parecem envelhecer junto com quem as canta, em vez de exigir que ele dispute constantemente com a própria
juventude.

Escavando a própria história

A celebração ganhou verdadeiro sentido quando o palco começou a abrir gavetas menos óbvias. Em Eyes in Flames, o período do Symbols retornou com Demian Tiguez e Tito Falaschi. As vozes dos irmãos têm parentesco, mas não são duplicatas; justamente essa pequena distância entre elas produz o efeito mais bonito. Tito sobe com segurança, Edu ocupa outra região, e os dois se encontram no meio. Por alguns minutos, os 35 anos deixaram de ser conceito e viraram presença.

Echoes of Vows trouxe uma balada que inicia delicada, com Edu ao violão e bolhas de sabão (!!!) atravessando a luz, mas cresce até alcançar aquela escala grandiosa típica de sua escrita. Victor Franco sustenta um tema de guitarra memorável. No final, Edu deixa escapar os primeiros acordes de Tears of the Dragon, de Bruce Dickinson. Pequena piscadela, grande recompensa para quem reconheceu.

Fotos por Eduardo Carvalho

Foi em Running Alone que público e palco pareceram finalmente ocupar o mesmo lugar. A reação veio quase em uníssono. Também foi um dos momentos em que Edu caminhou mais antes de começar a cantar, antes de retornar ao centro e ao teleprompter. É impossível ignorar esse recurso na performance atual: depois de tudo que enfrentou com a voz, utilizar o apoio do monitor parece funcionar como porto seguro. As letras estão ali, o olhar volta constantemente para a tela e o corpo se desloca menos. Talvez seja o preço de uma administração vocal mais
segura. É compreensível, embora reduza a liberdade cênica que marcou outras fases de sua carreira.

Eyes of Time, do Mitrium, justificou por si só a existência de uma turnê comemorativa. Edu contou que não a executava desde 1994, quando o grupo abriu para o Angra na época de Angels Cry. A composição mostra um Falaschi ainda em formação: mais bruto, quase punk em alguns momentos, misturado a um hard rock que lembra Skid Row. Não há ainda a grandiloquência que viria depois, e justamente por isso ela merece ser ouvida. Biografia também é feita do tempo em que um artista ainda procurava sua própria linguagem.

Fotos por Eduardo Carvalho

As escolhas que funcionaram e as que pediam outra ordem

Lease of Life trouxe duas impressões simultaneamente verdadeiras: é uma excelente música e estava mal posicionada. Depois de o show finalmente construir uma crescente, a balada reduziu novamente a temperatura. Fábio Laguna, ao piano, quase nos faz esquecer a crítica pela delicadeza com que sustenta a canção. Mas houve um vazio perceptível: o solo de Diogo Mafra simplesmente não aconteceu. Quem conhece a música prepara o ouvido para aquela passagem, e ela não vem. Show ao vivo também é isso. No estúdio, grava-se novamente; no
palco, o segundo já passou.

Fotos por Eduardo Carvalho

Então surgiu The Ancestry e a primeira impressão foi imediata: era essa, Edu. Era essa a música para abrir o show! Tem imponência, identidade, movimento e tamanho. Mesmo recente, mobilizou o público mais do que Watchers of the Light. Victor Franco executou com precisão as linhas complexas concebidas por Roberto Barros, enquanto Thiago Bianchi acrescentou brilho à região mais aguda da composição sem soar como simples apoio.

Se Mi’raj precisava provar que possuía uma música capaz de sobreviver ao tempo, Unchained fez isso. Pessoalmente, é a melhor faixa do disco. Quiçá a melhor da carreira solo do Edu! Wagner Barbosa entrou com o saxofone, precedido por uma divertida brincadeira com Careless Whisper. Depois, o instrumento deixou de ser curiosidade e passou a conversar de verdade com o arranjo. Victor Franco entregou um solo belíssimo, Marcus Cézar fez a percussão crescer como se a música precisasse de mais um coração, e o disco novo deixou de disputar espaço com o legado para começar a construir o seu próprio. Que clássico ousado e magnífico já se tornou
Unchained!

Uma banda obrigada a falar muitas línguas

A banda-base merece ser lida como conjunto, porque a dificuldade daquela noite não estava apenas em tocar bem. Mitrium não é Symbols; Symbols não é Angra; Angra não é Almah; Vera Cruz, Eldorado e Mi’raj também pertencem a mundos diferentes. Diogo Mafra e Victor Franco precisaram alternar entre temas, bases e solos de épocas distintas; Raphael Dafras sustentou linhas de baixo que vão do peso de Ego Painted Grey ao ataque de Birds of Prey; Fábio Laguna foi essencial nas texturas das teclas e nos backing vocals; Jean Gardinalli enfrentou o desafio
ingrato de tocar repertórios marcados por lendas como Ricardo Confessori e Aquiles Priester; Marcus Cézar deu nova dimensão às composições mais cinematográficas. Técnica, aqui, era requisito básico. O que realmente importava era repertório musical, feeling e adaptação.

Fotos por Eduardo Carvalho

Jean merece ainda uma observação específica: os pratos que utiliza hoje têm personalidade sonora distinta daqueles associados às gravações clássicas. Em algumas passagens, essa diferença reduz um pouco daquela assinatura metálica gravada na memória de quem conhece profundamente os discos. Não pior, diferente. E memória musical também mora no timbre. Já Victor Franco, o “Kikinho” da brincadeira de Edu, confirmou porque se tornou peça tão
importante da fase atual: virtuoso, criativo e tecnicamente muito preciso.

Da trilogia ao Teatro Mágico

Leaving the Light recuperou o breve capítulo do Venus com Kao como convidado, enquanto a medley Land Ahoy / Eldorado trouxe Fábio Caldeira e condensou dois capítulos da trilogia solo em faixas muito características desta fase da carreira de Edu. A participação de Caldeira faz sentido para além do encontro de palco: ele ajudou a construir esse universo narrativo. A carreira solo de Edu já tem passado suficiente para ser revisitada dentro dela mesma, e isso diz muito.

Em The Voice Commanding You, Diogo e Victor construíram muito bem o diálogo de duas guitarras. Houve um pequeno desencontro no meio da execução, provocado por uma passagem antecipada ou suprimida por Edu, mas a recuperação foi rápida. É nesses segundos que profissionalismo deixa de ser palavra de release: músico bom não é quem nunca erra, mas quem encontra novamente a música antes que ela desmorone.

Fotos por Eduardo Carvalho

A entrada de Fernando Anitelli mudou completamente a linguagem da noite. Sintaxe à Vontade e Da Luta abriram uma janela para fora do heavy metal, antes que Intuição reunisse Anitelli, Edu, Tiago Mineiro e Rafael Bittencourt. Foi um dos grandes momentos do concerto. Ninguém tentou transformar Fernando em cantor de metal; ele trouxe seu próprio universo, e a canção em português ganhou uma naturalidade teatral que, ao vivo, cresceu muito além da gravação. Foi também um lembrete essencial: por trás de toda discussão sobre voz, existe um grande
compositor. Edu sabe construir temas, refrões e melodias que permanecem.

Faltou Almah. Sobrou história.

Felipe Andreoli entrou para Birds of Prey e trouxe imediatamente o peso de quem conhece a música por dentro, afinal gravou Fragile Equality. Foi excelente, mas uma única música do Almah é pouco para uma parceria tão importante. O projeto ocupa espaço grande demais na trajetória de Edu para aparecer como nota de rodapé. Se essa celebração continuar, há um território inteiro esperando para voltar ao palco.

Bleeding Heart trouxe uma das histórias mais brasileiras da noite. A composição ficou fora de Rebirth, reapareceu em Hunters and Prey e ganhou uma segunda vida fora do metal através do Calcinha Preta, transformada em Agora Estou Sofrendo. Edu juntou as duas existências. O público respondeu de imediato. Uma balada de power metal encontrando o forró romântico e, décadas depois, as duas versões dividindo o mesmo palco: talvez música boa seja exatamente aquilo que sobrevive quando deixa de pertencer a um único gênero.

Quando a noite finalmente pega fogo

Deus Le Volt! começou no PA e o corpo reconheceu antes da cabeça: Spread Your Fire. Aqui estava outra candidata óbvia a abertura. A reação foi imediata e o público finalmente se entregou sem reservas. Veronica Bordacchini apareceu nos vocais femininos, depois permaneceu sozinha em Ode to Art (de’ Sepolcri), exibindo alcance, projeção e controle impressionantes. Em seguida, voltou para Mi’raj, cuja execução foi prejudicada pelo volume excessivamente alto da casa. A ponto de bombeiros distribuírem protetores auriculares. Há momentos em que aumentar o som deixa de aumentar o impacto e começa a retirar definição.

Fotos por Eduardo Carvalho

Ainda assim, Edu e Veronica funcionaram muito bem juntos. E havia algo simbólico em ouvir a faixa-título de um disco que havia recebido 92 pontos da BURRN! japonesa, um ponto acima dos 91 atribuídos a Temple of Shadows. Nota não transforma automaticamente um álbum em obra maior, mas revela algo importante: 35 anos depois, o presente ainda consegue disputar atenção com o passado.

Dino Jelusick, memória afetiva e a família Angra

Dino Jelusick entrou para Heroes of Sand e ampliou uma música que já não precisa provar nada. Sua voz, mais áspera e dramática, contrastou muito bem com Edu. Depois, os dois atravessaram Stand Up and Shout, de Dio, e Here I Go Again, do Whitesnake, terreno especialmente natural para o croata. Fiquei com a sensação de que Stand Up and Shout poderia ter encerrado a noite com todos os convidados novamente no palco. Seria uma fotografia perfeita desses 35 anos.

Pegasus Fantasy convocou outra parte do público: a criança interior. Algumas músicas chegam pelo ouvido; essa chega pela memória. Para uma geração inteira, Cavaleiros do Zodíaco é infância, televisão, amizade e fantasia. Edu tornou-se parte dessa memória, e o Tokio Marine Hall cantou em uníssono como se ninguém ali tivesse a idade registrada no documento.

Fotos por Eduardo Carvalho

Então veio Rebirth. Rafael Bittencourt e Felipe Andreoli retornaram ao palco, que já contava com Fábio Laguna e Edu. Não era 2001 novamente, e nem precisava fingir que fosse. Havia gente suficiente daquela história para que a memória completasse as fotografias. O reencontro ganhava ainda mais peso poucos meses depois do Bangers Open Air, quando antigas pontes voltaram a ser atravessadas. Alírio Netto também estava na plateia. A família Angra parecia espalhada pela casa, não como uma banda reunida, mas como uma história que continua encontrando seus personagens.

In Excelsis surgiu sem necessidade de anúncio e preparou Nova Era. Não houve bis, nem o ritual previsível de sair e voltar alguns minutos depois. Rafael e Felipe permaneceram no palco, a banda estava inteira e o público sabia que aquele era o ponto final. Às 00h10, três horas depois do início, o show parou. Porque terminar, propriamente, demorou um pouco mais.

Então, 35 anos cabem em três horas?

Não. E ainda bem. A ordem do repertório poderia ter sido melhor: a primeira metade teve momentos em que a temperatura subia e logo era reduzida, enquanto muitas das grandes catarses ficaram concentradas na reta final. Isso se torna ainda mais curioso porque a turnê nasceu com participação do público na escolha das músicas. Um repertório pode conter as músicas certas e ainda assim não ter necessariamente a ordem certa.

Também havia uma proposta de dividir o espetáculo em blocos conceituais, mas essas fronteiras não chegaram ao palco com a mesma nitidez. Uma dramaturgia mais evidente talvez ajudasse a organizar melhor a curva emocional. Faltou Almah, faltou mais Angra, faltaram músicas que alguém certamente considerava indispensáveis. Mas pense no problema inverso: quantos artistas brasileiros do heavy metal conseguem tocar por três horas, atravessar tantas
versões de si mesmos e ainda provocar reclamações porque faltou repertório importante? Isso não é escassez. É abundância.

Fotos por Eduardo Carvalho

E existe algo ainda mais relevante. Esta poderia ter sido uma noite inteiramente dominada pela nostalgia, mas não foi. Unchained foi um dos grandes momentos. The Ancestry poderia ter aberto o concerto. Echoes of Vows mostrou ambição composicional. Mi’raj está sendo reconhecido internacionalmente. A banda atual tem identidade. Há diferença enorme entre possuir legado e viver exclusivamente dele.

Talvez essa seja a imagem que levo do show: um homem olhando para várias versões de si mesmo. O garoto do Mitrium, o músico do Symbols, o vocalista que enfrentou comparações impossíveis no Angra, o compositor de Rebirth e Temple of Shadows, o fundador do Almah, o artista solo, o músico que precisou reaprender limites depois dos problemas vocais e o profissional que hoje permanece mais concentrado no centro do palco, mas ainda aceita
enfrentar três horas da própria história.

Sobretudo, permanece o compositor que continua escrevendo. Aos 35 anos de carreira, esse talvez seja o detalhe mais importante. Mi’raj prova que a frase ainda não terminou. Quando Glory of Love, de Peter Cetera, começou a tocar no som da casa e o público espontaneamente continuou cantando, o Tokio Marine Hall foi devolvendo todo mundo à realidade aos poucos. Como quem sai de uma lembrança sem querer sair.

Portanto, volte, Edu. Muitas outras vezes. Celebre. E celebraremos contigo.

Setlist de Edu Falaschi

  1. Watchers of the Light
  2. Ego Painted Grey
  3. Eyes in Flames (Symbols, com Tito Falaschi e Demian Tiguez)
  4. Echoes of Vows
  5. Running Alone
  6. Eyes of Time (Mitrium)
  7. Lease of Life
  8. Burden
  9. The Ancestry (com Thiago Bianchi)
  10. Unchained (com Wagner Barbosa no saxofone; introdução com trecho de Careless Whisper)
  11. A Monster in Her Eyes
  12. Leaving the Light (Venus, com Kao)
  13. Viderunt te Aquae
  14. Arising Thunder
  15. Land Ahoy / Eldorado (com Fábio Caldeira)
  16. The Voice Commanding You
  17. Sintaxe à Vontade / Da Luta (Fernando Anitelli)
  18. Blue Forever / Eternamente Azul (trecho à cappella)
  19. Intuição (com Fernando Anitelli, Rafael Bittencourt e Tiago Mineiro)
  20. Birds of Prey (Almah, com Felipe Andreoli)
  21. Bleeding Heart / Agora Estou Sofrendo
  22. Deus Le Volt!
  23. Spread Your Fire (com Veronica Bordacchini)
  24. Ode to Art (de’ Sepolcri) (Veronica Bordacchini)
  25. Mi’raj (com Veronica Bordacchini)
  26. Heroes of Sand (com Dino Jelusick)
  27. Stand Up and Shout (Dio, com Dino Jelusick)
  28. Here I Go Again (Whitesnake, com Dino Jelusick)
  29. Pegasus Fantasy
  30. Rebirth (com Rafael Bittencourt e Felipe Andreoli)
  31. In Excelsis
  32. Nova Era (com Rafael Bittencourt e Felipe Andreoli)

“DEATH MASK MESSIAH”, NOVO ÁLBUM DE ESTÚDIO DO EXUMER, JÁ DISPONÍVEL PELA PARCERIA SHINIGAMI RECORDS/METAL BLADE RECORDS

Crédito Foto: Morgenrot Visions

Exumer – Já à venda “Death Mask Messiah”, novo álbum dos ícones do thrash metal alemão

Durante sua fase inicial nos anos 1980, o EXUMER foi uma das bandas mais importantes do nascente thrash metal underground alemão, mas sua presença contínua nos anos 2020 não tem nada a ver com tentar reviver as glórias da juventude. Em “Death Mask Messiah”, o sexto álbum do EXUMER, eles soam tão ferozes, famintos e criativamente vitais como nunca. E isso é totalmente intencional. Quando a banda se reformou em 2008, após quase duas décadas de silêncio (exceto por uma apresentação no Wacken Open Air em 2001), o acordo era que eles não recorreriam à nostalgia barata. Se o EXUMER fosse voltar a ser uma banda, seria uma banda ativa, dedicada ao ofício do thrash metal, com os olhos fixos apenas no futuro.
 
A chama do EXUMER foi acesa pela primeira vez em Frankfurt, em 1985, no caldeirão de um movimento nascente de thrash teutônico. Mem V. Stein e o guitarrista Ray Mensh haviam se encontrado brevemente em 1983, no trem para o festival Monsters of Rock em Kaiserslautern, mas só quando se reencontraram na parada de Frankfurt da turnê Hell Awaits, do Slayer, dois verões europeus depois, surgiu a ideia de formar uma banda juntos.
 
O mundo que recebeu a primeira demo do EXUMERA Mortal in Black (1985), e seu agora clássico álbum de estreia, Possessed by Fire (1986), era um mundo firmemente dominado pela explosão do thrash.
 
EXUMER voltou à vida em 2008, 17 anos depois do fim de sua primeira fase. Isso nos leva a “Death Mask Messiah”, o primeiro álbum do EXUMER desde 2019, e um do qual a banda está extremamente orgulhosa de ter sob seus (não municiados) cintos. “É o mais verdadeiro que conseguimos ser”, comemora Stein, e ele não está brincando. “Death Mask Messiah” é um disco contundente e dinâmico, feito por uma banda que só poderia tê-lo criado seguindo seu próprio código. O intervalo mais longo entre lançamentos é atípico, e a pandemia de COVID-19 certamente teve algo a ver com isso, mas Stein diz que nunca quer que o EXUMER seja uma banda que lança um álbum a cada dois anos por obrigação.
 
“Death Mask Messiah” vale qualquer espera. O EXUMER está quase assustadoramente afiado, tocando 42 minutos de thrash moderno e musculoso com uma precisão fria e uma intensidade impossível de falsificar. Os riffs são afiados como navalhas, os solos são incandescentes, a bateria é avassaladora, e a performance vocal de Stein é um caldeirão fervente de fúria deliberadamente controlada, liberada em uma barragem de sílabas cortadas e gritos estrangulados que ainda conseguem ser cativantes. Na verdade, “Death Mask Messiah” está repleto de ganchos, sem perder um grama da brutalidade que serve de alicerce ao álbum. O disco também soa notavelmente orgânico, algo que Stein credita ao processo de composição híbrido, mas fundamentalmente old school, do EXUMER.
 
As gravações correram bem, mesmo com dois novos membros para integrar. O baixista Alex Voss e o baterista Jerome Reil fazem suas estreias registradas no EXUMER em “Death Mask Messiah”, e juntos formam uma seção rítmica formidável que sustenta os riffs e solos de Mensh e do co-guitarrista Marc Bräutigam“Death Mask Messiah” também marcou uma grande estreia para Bräutigam, que escreveu duas músicas (‘Frozen Ground’‘Ravishing Waste’) para o álbum. Bräutigam entrou na banda em 2013 e há muito tempo faz contribuições significativas e críticas ao material, mas estas são suas primeiras composições completas para o EXUMER. As sessões foram concluídas em janeiro de 2026, e Arthur Rizk finalizou a mixagem e masterização no mês seguinte. Assim que Rizk enviou os arquivos, a banda teve certeza de que tinha algo especial. “Quando tudo fica pronto e você ouve o resultado final, sente orgulho, porque isso é música de verdade, feita por pessoas de verdade”, diz Stein“Nada de porcaria de IA, nada de troca de arquivos. Ainda é coisa real.”
 
“Death Mask Messiah” deve impactar ainda mais quem prestar atenção às palavras de Stein. Em um conjunto de esboços líricos vagamente conectados, Stein traça paralelos precisos entre o inferno da política americana contemporânea e o cerco de 1993 ao complexo Branch Davidian em Waco, Texas, que levou à morte de 76 pessoas, incluindo 28 crianças. “David Koresh era um falso profeta e usava uma máscara da morte, manipulando e conduzindo seus seguidores à morte certa”, diz Stein“No entanto, a desinformação que o governo federal usou nos anos 1990 é o mesmo manual que está sendo usado hoje, e é o denominador comum entre a liderança do passado e do presente.”
 
Os políticos sanguessugas e falsos salvadores que povoam “Death Mask Messiah” não são os únicos culpados. O espelho também é virado para nós. Stein está preocupado com as intermináveis guerras culturais que dividem as pessoas inutilmente e faz um apelo por solidariedade real e pela rejeição do niilismo que pode parecer tão tentador nestes tempos inglórios. Isso pode parecer ingênuo, mas talvez “Death Mask Messiah” consiga devolver parte do significado que este mundo sombrio parece determinado a arrancar das pessoas. A arte importa. A música importa. Stein chama este novo álbum de uma “segunda primavera para o Exumer, onde “tudo floresce, e é um novo começo”, e essa sensação de renascimento se estende ao ouvinte. Ao levar seu ofício tão a sério, o EXUMER representa um dedo médio erguido contra o cinismo. Se eles conseguem, você também consegue.
 
Um lançamento da parceria Shinigami Records/Metal Blade Records. Adquira sua cópia aqui: https://bit.ly/4cljPNp.


 
TRACKLIST
1. Death Mask Messiah
2. Blinding Skies
3. Sin Bleeder
4. Eradication
5. Ravishing Waste
6. Allocated Savagery
7. Serpent
8. Fratricide
9. Scorcher
10. Frozen Ground
11. Unchained Angel
 
FORMAÇÃO
Mem V. Stein – Vocal
Ray Mensh – Guitarra
Marc B. – Guitarra
Alex Voss – Baixo
Jerome Reil – Bateria
 
FONTE: SHINIGAMI RECORDS/METAL BLADE RECORDS

Violeta de Outono relança clássico de 1987 em edição especial de luxo em vinil

Melômano Discos e Voice Music apresentam edição splatter com capa dupla, encarte com fotos inéditas e texto de André Barcinski

A Melômano Discos em parceria com a Voice Music lançam uma edição especial de luxo em vinil do álbum homônimo do Violeta de Outono, originalmente lançado em 1987 pelo selo Plug. Considerado um dos trabalhos mais importantes do rock brasileiro dos anos 1980, o disco ganha uma edição limitada em vinil splatter, com capa dupla em acabamento soft touch e aplicação de hot stamping. O lançamento também traz encarte especial com fotografias inéditas do arquivo do Violeta de Outono e texto assinado pelo jornalista e crítico musical André Barcinski.

Gravado nos estúdios da RCA, em São Paulo, entre fevereiro e maio de 1987, o álbum apresenta uma sonoridade marcada pela psicodelia, pelo rock dos anos 1960, pelo experimentalismo e por elementos do rock progressivo. O repertório reúne nove faixas, incluindo “Outono”, “Declínio de Maio”, “Faces”, “Luz”, “Retorno”, “Dia Eterno”, “Noturno Deserto”, “Sombras Flutuantes” e a releitura de “Tomorrow Never Knows”, dos Beatles.

O relançamento em vinil do primeiro álbum do Violeta de Outono resgata o ritual de ouvir um disco e virar o lado depois de 18 minutos. “Isso vem num momento em que este álbum está sendo bastante relembrado, estamos vendo uma grande movimentação nas redes sociais, onde as pessoas estão se referindo a ele como um dos grandes álbuns do rock brasileiro!”, afirma Fabio Golfetti, vocalista, guitarrista e um dos fundadores do Violeta de Outono, que remasterizou o relançamento no estúdio Seven Keys (SP).

Formado em São Paulo em meio à efervescência do rock nacional dos anos 1980, o Violeta de Outono construiu uma trajetória singular ao combinar referências psicodélicas dos anos 1960 com a estética do pós-punk e o experimentalismo do rock progressivo. O grupo também se destacou pela sonoridade marcada por guitarras repletas de efeitos eletrônicos e samplers em gravações e apresentações ao vivo.

Quase quatro décadas depois, o álbum de estreia permanece como um registro fundamental do rock brasileiro. “Esperamos que, ao ouvir esse álbum, você se transporte para um universo que desperte sentimentos e memórias preciosas”, conclui Golfetti.

Crédito: Dráusio/Divulgação

Para adquirir, acesse:
https://melomano.com.br/search/?q=violeta+de+outono+vinil

Instagram:
https://www.instagram.com/melomanodiscos
https://www.instagram.com/violetadeoutono

Site relacionado: https://violetadeoutono.com.br

NOVO ÁLBUM DO FLOTSAM AND JETSAM, JÁ DISPONÍVEL NO BRASIL PELA PARCERIA SHINIGAMI RECORDS/NAPALM RECORDS

Crédito Foto: Shane Eckert

Flotsam And Jetsam – Já disponível “Rats In The Temple”, novo álbum dos ícones estadunidenses do thrash metal

Os ícones do Thrash Metal FLOTSAM AND JETSAM apresentam um realismo voraz em “Rats In The Temple”!
 
Você consegue ouvi-los roendo? Eles quase estão atravessando a parede.
 
Conhecidos pela sua combinação pioneira de um thrash devastador com um power metal melódico, estabelecida em clássicos como “Doomsday for the Deceiver” (1986), “No Place for Disgrace” (1988) e “Cuatro” (1992) e refinada em sua atual fase com “The End of Chaos” (2019), “Blood in the Water” (2021) e “I Am the Weapon” (2024), o FLOTSAM AND JETSAM está de volta com seu novo diamante: “Rats In The Temple”.
 
Com quatro décadas de estrada, incontáveis turnês mundiais e passagens por festivais prestigiosos como Wacken, Graspop, Bloodstock, Alcatraz e Rockhard, a banda lapidou seu som até um ponto cirúrgico, perfurando os ouvintes com blast beats sísmicos, guitarras incendiárias, arranjos épicos de cordas e o lamento inconfundível do seu frontman A.K. Knutson.
 
Enquanto o templo é totalmente tomado por vermes, o FLOTSAM AND JETSAM reveste as paredes com histórias sombrias de morte, abuso, traição e guerra, convidando o ouvinte a um mundo escuro e inquietantemente familiar. “Rats In The Temple” abre com força total, trazendo os ganchos dignos de shows em estádio e a precisão vertiginosa de ‘Harvesting The Hate’ e ‘Damnation’, antes de mergulhar na virtuosidade thrash de ‘Absolution’.
A icônica dupla de guitarristas Michael Gilbert e Steve Conley pinta imagens grotescas em faixas como ‘Blame The Knife’ e ‘Rats In the Temple’, e continua exibindo sua força metálica em ‘The Ghost Behind My Door’ e ‘First on the Spike’, evocando a excelência da primeira onda do thrash com uma ameaça moderna e esmagadora.
 
‘The Edge of Nowhere’ constrói uma tensão inevitável antes de lançar o ouvinte a toda velocidade em ‘Last Rites’, outro destaque do álbum. A lendária dupla rítmica formada pelo baterista Ken Mary e pelo baixista Bill Bodily assume o protagonismo no hino anti‑guerra ‘A Taste For War’, cuja sincopação meticulosa evoca imagens de tanques e botas marchando.
 
‘Her Blood Your Pain’ traz harmonias de guitarra medievais ornamentadas antes de ‘Anthem For The Broken’ explodir sem freios, e ‘Going Down That Way’ atingir o ouvinte com riffs pesados e verdades ainda mais pesadas. “Rats In The Temple” permanece envolvente do início ao fim, abrindo diversas câmaras sonoras da banda e oferecendo um cardápio refinado e eclético de influências.
 
Como magma fervendo sob a crosta terrestre, o FLOTSAM AND JETSAM só tem ficado mais incendiário com o tempo e “Rats In The Temple” mostra a banda irrompendo à superfície em uma explosão magnífica e impressionante. Para fãs novos ou veteranos, não há como escapar: eles já atravessaram as paredes.
 
Um lançamento da parceria Shinigami Records/Napalm Records. Adquira sua cópia, em formato digifile com envelope e contracapa sobressalente, aqui: https://bit.ly/3STTBeb.


 
TRACKLIST
1. Harvesting The Hate
2. Damnation
3. Absolution
4. Blame The Knife
5. Rats In The Temple
6. The Ghost Behind My Door
7. First On The Spike
8. The Edge Of Nowhere
9. Last Rites
10. A Taste For War
11. Her Blood Your Pain
12. Anthem For The Broken
13. Not Going Down That Way
 
FORMAÇÃO
Eric “A.K.” Knutson – Vocal
Michael Gilbert – Guitarra
Steve Conley – Guitarra
William Bodily – Baixo
Ken Mary – Bateria
 
FONTE: SHINIGAMI RECORDS/NAPALM RECORDS

All Music Matters relança ‘Wages of Sin’ do Arch Enemy em vinil

Álbum que apresentou Angela Gossow e consolidou o grupo sueco entre os gigantes do metal conta com capa dupla e tiragem limitada

A All Music Matters anunciou o lançamento em vinil de “Wages of Sin”, quinto álbum de estúdio do Arch Enemy e um dos trabalhos mais importantes da história do melodic death metal, que celebra 25 anos de seu lançamento em 2026. A edição especial conta com capa dupla, tiragem limitada de apenas 300 cópias e já está disponível para pronta entrega.

Lançado originalmente em 2001 pela Century Media Records, o trabalho marcou a estreia de Angela Gossow nos vocais e inaugurou uma nova fase para a banda sueca, que passou a alcançar um público ainda maior sem abrir mão da agressividade característica de sua sonoridade. Considerado um marco na discografia do grupo, “Wages of Sin”, gravado em dezembro de 2000 no Studio Fredman, com produção de Michael Amott e Fredrik Nordström, além de mixagem e masterização de Andy Sneap, reúne elementos desenvolvidos nos álbuns anteriores e amplia a presença de influências do heavy metal tradicional e do thrash metal. O resultado pode ser ouvido em faixas que se tornaram clássicos da banda, como “Burning Angel”, “Ravenous”, “Heart of Darkness”, “Dead Bury Their Dead” e “Enemy Within”. O álbum também destacou o trabalho de guitarras dos irmãos Michael e Christopher Amott, além de reforçar a identidade melódica que se tornaria uma das principais marcas do Arch Enemy nos anos seguintes.

A chegada de Angela Gossow aconteceu após a saída do vocalista Johan Liiva. Segundo Michael Amott, a banda buscava alguém capaz de elevar o nível artístico do grupo, independentemente do gênero. O primeiro contato ocorreu durante uma entrevista realizada por Angela para uma publicação alemã. Na ocasião, ela comentou que também cantava em uma banda de thrash/death metal e, posteriormente, enviou gravações que impressionaram os músicos. Convidada para uma audição na Suécia, conquistou a vaga graças à potência de sua voz e à forte personalidade demonstrada desde o primeiro encontro.

A nova formação, com Gossow, os irmãos Amott, Sharlee D’Angelo (baixo) e Daniel Erlandsson (bateria), teve impacto direto na direção musical do Arch Enemy. Angela revelou que suas influências, especialmente bandas como Morbid Angel e Carcass, contribuíram para tornar as composições mais agressivas e intensas. Michael Amott destaca que músicas como “Burning Angel” simbolizam perfeitamente essa transformação. Por outro lado, “Ravenous” se tornou uma das músicas mais populares da carreira do Arch Enemy. Amott revelou que o riff principal foi inspirado pelo guitarrista Paul Gilbert, então no Racer X, enquanto a levada dos versos buscou referências em “Leather Rebel”, do Judas Priest.

Limitada a apenas 300 cópias, esta edição especial em vinil já está disponível para pronta entrega e é um item indispensável para colecionadores e admiradores do metal extremo.

Para adquirir a sua cópia, acesse https://anomaliadistro.com.br/produtos/arch-enemy-wages-of-sin-vinil-lacrado-11kjh/

Novo single do power trio de Blumenau explora amor, desejo e conflito em uma colisão simbólica entre Marte e Vênus e antecipa novo EP

Crédito: Fotos por Macanudo (@macanudofotografias)

Novo single do power trio de Blumenau explora amor, desejo e conflito em uma colisão simbólica entre Marte e Vênus e antecipa novo EP

Morning Storm lançou hoje, 1º de setembro de 2026, “Mars and Venus”, seu novo single e um lançamento que marca oficialmente uma nova etapa na trajetória do power trio de Blumenau (SC). Com uma sonoridade construída a partir do stoner e sludge metal, a banda utiliza a faixa para apresentar sua formação atual e abrir caminho para os próximos capítulos de sua carreira, incluindo um novo EP que já está em produção.​

Diferentemente de uma abordagem romântica convencional, “Mars and Venus” transforma o encontro entre duas pessoas em uma espécie de colisão cósmica. A letra de autoria de Paulo Priess – amigo próximo da banda – aborda um amor arrebatador, marcado por desejo, luxúria, atração e conflitos de poder. Ao longo da narrativa, referências aos astros, à alquimia e a culturas antigas ajudam a construir uma linguagem simbólica para representar união, confronto e domínio.​

“É uma de nossas primeiras músicas a falar de amor, com uma letra que aborda um amor arrebatador entre duas pessoas, em uma espécie de colisão entre dois planetas. Depois de uma noite de luxúria, elas acabam encontrando o amor perfeito. A grande sacada dessa música é que ela foi composta de uma forma um pouco mais melódica e grunge, para que pudéssemos encaixar essa temática sem transformá-la em uma balada”, comentou Rian.​

Essa escolha também amplia a paleta sonora da Morning Storm sem afastar o grupo de suas raízes. A banda transita pelo stoner e sludge metal, incorporando elementos de grunge e alternative metal. Thrash e hardcore também fazem parte dessa combinação, enquanto passagens introspectivas contrastam com momentos de maior peso e intensidade.

Ouça “Mars and Venus” em:
https://sptfy.com/morningstorm_mars_and_venus

Assista “Mars and Venus” (Official Video) em:
https://www.youtube.com/watch?v=GlJelKcHB4Y

Produzida pela própria banda, a faixa foi gravada, mixada e masterizada no Digi Studio, em Blumenau.

Formada em 2015, a Morning Storm conta atualmente com Rian Rau, na guitarra e nos vocais, músico que atua ao vivo desde o final dos anos 1980; Je Claver, no baixo, que também trabalha como professor de música; e o baterista Brian de Freitas, que acumula passagens por diferentes bandas e se consolidou como um dos músicos mais requisitados da cena regional.​

A atual formação é responsável por conduzir a banda para uma fase mais técnica e de expansão. Depois do EP Dark Side, lançado em 2021, e de uma sequência de singles e shows, 2026 representa o maior ano da história da Morning Storm até aqui. “Mars and Venus” chega como single avulso justamente para apresentar essa nova configuração antes do próximo EP.​

O lançamento será acompanhado por uma série de apresentações entre setembro e novembro. A agenda passa por São Paulo, Curitiba, Blumenau, Caxias do Sul, Santa Maria e Porto Alegre. Entre os compromissos confirmados está o show de 29 de outubro, em Blumenau, quando a Morning Storm fará a abertura para o RODOX, banda de Rodolfo Abrantes, ex-Raimundos.

12/09 – Rock Together, São Paulo, SP
19/09 – Lado B, Curitiba, PR
15/10 – Baader, Blumenau, SC 
(a confirmar)
29/10 – Rivage Espaço Gless, Blumenau, SC 
(abertura para o Rodox)
06/11 – Radioativo Studio, Caxias do Sul, RS
07/11 – Gargula Bar, Santa Maria, RS
08/11 – Caos Bar, Porto Alegre, RS

Na sequência, a banda mira ainda mais longe. A Morning Storm prepara sua primeira turnê europeia para o início de 2027. O roteiro internacional ainda está em construção e conta com datas em aberto.​

Com “Mars and Venus”, a Morning Storm apresenta mais do que um novo single. A faixa funciona como uma declaração de intenções para uma banda que entra em uma nova fase sem abandonar o peso que construiu sua identidade. Entre riffs densos, atmosferas grunge e uma narrativa marcada pelo choque entre desejo e poder, o trio prepara o terreno para um novo capítulo de sua história.

MORNING STORM nas redes:
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YouTube: https://www.youtube.com/@morningstormband

Cavernose Morfética lança videoclipe colaborativo de “Necroexpectador” e anuncia planos para o primeiro EP

Clipe montado a várias mãos acompanha a fúria anti-conservadora da faixa de estreia, marcando o encerramento do primeiro ciclo do projeto rumo ao próximo lançamento.

A banda CAVERNOSE MORFÉTICA acaba de disponibilizar um videoclipe oficial para o seu single de estreia, “Necroexpectador”. A faixa, que já havia sido liberada nas plataformas de áudio em 10 de julho, agora ganha sua versão visual para mostrar a identidade violenta e direta do grupo. Refletindo o autêntico espírito do “faça você mesmo”, o clipe foi concebido de forma colaborativa, utilizando imagens cedidas por diversas pessoas, e teve a sua edição inteiramente finalizada pela própria banda. 

Assista ao vídeo clipe:

Formado em Ubatuba, litoral norte de São Paulo, durante as eras pandêmicas, o projeto traz uma proposta não convencional: a banda é composta apenas por Rosalem Oliveira (contrabaixo e vocal) e Carlos Neres (bateria), dispensando totalmente o uso de guitarras. O resultado é uma sonoridade veloz e agressiva, assentada em linhas de baixo distorcidas, mesclando a crueza do Punk com a velocidade do Thrash Metal. As influências bebem diretamente da fonte de gigantes como Ratos de Porão, Napalm Death, Sepultura e Sodom.

Com letras cantadas inteiramente em português, o CAVERNOSE MORFÉTICA traduz a realidade caótica em pura revolta anti-conservadora. Na letra de “Necroexpectador”, que agora se une à imagens do clipe, o alvo é a espetacularização da morte e a hipocrisia de uma parcela da sociedade que se distrai com execuções na rua. A composição ataca diretamente o indivíduo que assiste a alguém passando por situações terríveis, “louvando assassinato e elegendo militar”, mas que logo em seguida busca a isenção ao se ajoelhar na “celebração dominical”

Com o lançamento audiovisual concretizado, a banda não pretende desacelerar. O duo confirmou que o material inédito já está no forno, conforme declaração dos músicos: “Lançar o videoclipe de “Necroexpectador” é o fechamento do primeiro ciclo de apresentação da banda. A recepção do público nos shows tem sido insana, e é por isso que já estamos compondo e trabalhando em músicas novas. Nossos planos são gravar e lançar um EP completo ainda para este ano”.

Mesmo com a formação reduzida, o impacto do CAVERNOSE MORFÉTICA ao vivo é descrito como brutal, com mosh pit garantido em todas as apresentações. O grupo vem conquistando espaço no circuito independente, tendo passado por festivais como o Inverno de Aço e o Ubatuba Underwaves. Nestas oportunidades, a dupla dividiu o palco com grandes nomes do Metal extremo nacional, como Chaos Synopsis, Desalmado, Manger Cadavre, Overdose Nuclear, Válvera, Coyote Bad Trip e Ancestral Malediction

Ouça o single:

Ouça o single via YouTube:

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Angra celebra 30 anos de “Holy Land” com primeira edição do álbum em vinil

Clássico de 1996 ganha edição especial dupla, remasterizada e limitada nas cores azul e vermelha

Trinta anos após o lançamento original, “Holy Land”, um dos álbuns mais importantes da história do Angra e um marco do metal brasileiro, será lançado pela primeira vez em vinil. A edição especial chega pelo selo Voice Music no dia 30 de outubro de 2026, em tiragem limitada e com versões nas cores azul e vermelha.

O lançamento atende a um pedido antigo dos fãs e celebra as três décadas de um trabalho que ocupa lugar central na trajetória do Angra. Lançado originalmente em 1996, “Holy Land” ampliou a identidade musical da banda ao combinar heavy metal, elementos progressivos, música brasileira, arranjos orquestrais e referências à formação histórica e cultural do Brasil.

A nova edição foi preparada especialmente para o aniversário de 30 anos e traz o álbum em vinil duplo, com áudio remasterizado, capa gatefold, fotografias inéditas e encarte de 30 x 60 cm. O público poderá escolher entre duas versões limitadas, prensadas em vinil azul ou vermelho.

A pré-venda já está disponível pela Black Rock Store, com unidades limitadas.

Vinil vermelho:
https://blackrockstore.com.br/produto/vinil-angra-holy-land-edicao-especial-de-30-anos-gatefold-duplo-vermelho-poster-pre-venda-envios-a-partir-de-29-10-26/

Vinil azul:
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Detalhes da edição

  • Vinil duplo
  • Áudio remasterizado
  • Edições nas cores azul e vermelha
  • Capa gatefold
  • Fotografias inéditas
  • Encarte de 30 x 60 cm
  • Tiragem limitada

Os envios começam em 29 de outubro de 2026.

Para compras e envios internacionais, o atendimento é realizado diretamente pelo SAC da Black Rock Store:

WhatsApp: +55 11 95177-9539
E-mail: contato@blackrockstore.com.br

“Holy Land” – edição especial de 30 anos em vinil
Lançamento: 30 de outubro de 2026
Selo: Voice Music
Pré-venda: Black Rock Store

Carceral anuncia edição física de ‘Descending Reprisal’ pela I, Voidhanger Records

Crédito: Divulgação

Edição em CD do álbum de estreia chega em outubro, enquanto Carceral apresenta visualizer de “Lockup Synarchy”

Carceral, grupo instrumental de metal extremo formado por Roberto Ortega e Hard Alexandre Christiani (guitarras), Victor Hormidas (baixo) e Daniel Moscardini (bateria), anuncia uma nova etapa de seu álbum de estreia, “Descending Reprisal”, que ganhará uma edição física limitada em CD pela gravadora italiana I, Voidhanger Records, com lançamento marcado para 9 de outubro. “Acompanho o catálogo da I, Voidhanger há anos e, desde o início da produção de ‘Descending Reprisal’, sonhava com a possibilidade de um dia lançar o álbum pela gravadora. Ver isso acontecer agora é algo realmente especial para mim e para toda a banda”, comenta Roberto Ortega.

Originalmente lançado digitalmente em julho, “Descending Reprisal” reúne 24 faixas em pouco menos de 30 minutos e apresenta a abordagem característica da banda, que transita por death metal, thrash metal, grindcore e outras vertentes extremas em composições curtas, intensas e agressivas. A edição física será lançada em formato jewel case, com booklet de 20 páginas, e já está disponível em pré-venda.

Além disso, está disponível o visualizer de “Lockup Synarchy”, produzido por Wanderley Perna. “‘Lockup Synarchy’ representa muito bem o que buscamos fazer em ‘Descending Reprisal’. É uma música construída com atenção às escolhas harmônicas e à dissonância, com forte influência de Voivod e Immolation. Ao mesmo tempo, mantivemos a tradição do metal de colocar os guitarristas em diálogo, dividindo os solos entre os dois músicos, retomando uma longa tradição do metal presente em trabalhos de nomes como Death, Slayer, Judas Priest e Mercyful Fate, entre tantos outros”, detalha Ortega.

Assista ao visualizer de “Lockup Synarchy” em https://youtu.be/h7N6_DUCcbI

Links para a pré-venda:
Bandcamp: https://i-voidhangerrecords.bandcamp.com/album/descending-reprisal
EU/UK: https://tornfromthegrave.com/collections/ivr-pre-order-now/products/carceral-descending-reprisal-cd-pre-order
US: https://tornfromthegrave.us/collections/ivr-pre-order-now/products/carceral-descending-reprisal-cd-pre-order

Ouça o álbum em https://youtu.be/c-rZTWELKD4

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Tracy G., ex-Dio, resgata clássico com vocalista brasileiro e apresenta nova formação de sua banda

Guitarrista que integrou a banda de Dio apresenta a primeira gravação oficial de sua nova encarnação do The Tracy G. Group e prepara o lançamento de MAKKINAGEDOOM

O legado de Ronnie James Dio ganha um novo capítulo pelas mãos de um músico que fez parte dessa história. Tracy G., guitarrista que integrou a banda do lendário vocalista entre 1993 e 1999, apresenta oficialmente a nova formação do The Tracy G. Group com uma releitura de “Jesus, Mary and the Holy Ghost”, clássico originalmente lançado no álbum Strange Highways (1993).

A nova gravação marca a primeira apresentação oficial da atual formação do projeto e presta homenagem a Ronnie James Dio ao revisitar uma composição diretamente ligada a um dos períodos mais importantes da carreira de Tracy G. Ao mesmo tempo, a faixa estabelece a conexão entre o passado do guitarrista e a nova fase do The Tracy G. Group.​

A formação reúne Tracy G. nas guitarras, o vocalista brasileiro Fabiano Negri, o veterano baixista Randy Oviedo e o baterista brasileiro Guto Aielo, integrante da banda All Is Allowed. Oviedo mantém com Tracy G. uma parceria construída ao longo dos anos, enquanto Negri assume os vocais do próximo álbum. Aielo, por sua vez, participou da gravação de “Jesus, Mary and the Holy Ghost” e também estará na bateria durante a próxima turnê de divulgação de MAKKINAGEDOOM.​

O encontro entre músicos de diferentes gerações e trajetórias amplia a identidade do projeto e conecta a experiência internacional de Tracy G. à força da cena brasileira.

Ouça “Jesus, Mary and the Holy Ghost”:
https://www.youtube.com/watch?v=GCeT4n35Zgk

A escolha da faixa estabelece uma ligação direta com a passagem de Tracy G. pela banda de Dio. Durante esse período, o guitarrista ajudou a consolidar uma abordagem mais pesada e agressiva para o grupo, contribuindo para a identidade sonora de uma fase que permanece entre as mais marcantes da carreira do vocalista.​

Agora, a composição ganha uma nova interpretação sem perder sua conexão com o passado. A releitura também serve como porta de entrada para o próximo capítulo do The Tracy G. Group, que passa a concentrar suas atenções em um repertório autoral.​

Com Fabiano Negri nos vocais, o The Tracy G. Group prepara o lançamento de MAKKINAGEDOOM, álbum composto por 12 faixas inéditas. O trabalho mergulha nas raízes do heavy metal e apresenta fortes referências ao legado do Black Sabbath e à sonoridade desenvolvida por Dio em trabalhos como Dehumanizer (1992), Strange Highways (1993) e Angry Machines (1996).​

Para Tracy G., a escolha de Fabiano Negri foi determinante para a direção do novo material. “Fabiano tem uma grande voz e é um vocalista extremamente versátil. Além disso, é muito criativo, compondo suas próprias melodias e letras. Quando lhe enviei a primeira música e ouvi o resultado, soube imediatamente que havia encontrado a combinação perfeita. Ele entrega interpretações cheias de emoção, escreve melodias e letras incríveis e acrescenta uma identidade única às composições. Gravamos um álbum fantástico”, afirmou.​

A participação de Negri acrescenta uma identidade vocal própria ao repertório e estabelece um novo ponto de equilíbrio para as composições de Tracy G. O resultado combina a experiência acumulada pelo guitarrista ao longo de décadas com uma formação renovada e uma abordagem musical diretamente conectada às raízes do heavy metal.​

O primeiro lançamento autoral dessa nova fase será “Human Reptile”, primeiro single de MAKKINAGEDOOM, programado para 11 de setembro. A faixa apresentará ao público a primeira amostra oficial do repertório inédito e revelará a direção musical adotada pelo The Tracy G. Group.

Faça o pre-save de “Human Reptile” em:
https://distrokid.com/hyperfollow/thetracyggroup1/human-reptile-feat-fabiano-negri-randy-oviedo–tracy-g-grijalva

Na sequência, MAKKINAGEDOOM será lançado integralmente em 30 de outubro. O álbum representa uma nova etapa na trajetória de Tracy G., expandindo seu trabalho para além de sua associação histórica com Ronnie James Dio e colocando em primeiro plano um repertório autoral construído com sua atual formação.

Faça o pre-save em:
https://distrokid.com/hyperfollow/thetracyggroup1/makkinagedoom

Dentro desse novo ciclo, “Jesus, Mary and the Holy Ghost” assume um significado especial. A faixa revisita uma composição ligada diretamente à trajetória de Tracy G. ao lado de Ronnie James Dio, mas também apresenta ao público os músicos que participam da construção dessa nova fase. A releitura, portanto, funciona como uma ponte entre diferentes momentos da carreira do guitarrista. Ao revisitar uma música associada a um período fundamental de sua trajetória, Tracy G. preserva essa conexão histórica enquanto direciona o The Tracy G. Group para um repertório próprio e uma nova identidade artística.

Com “Human Reptile” previsto para setembro, MAKKINAGEDOOM chegando em outubro e uma turnê de divulgação no horizonte, o The Tracy G. Group inicia oficialmente um novo capítulo. A combinação entre a experiência de Tracy G., a identidade vocal de Fabiano Negri e a participação de Randy Oviedo e Guto Aielo estabelece as bases para uma fase que une tradição, peso e renovação dentro do heavy metal.​

TRACY G. NAS REDES: @spookygmusic
FABIANO NEGRI NAS REDES: @fabianonegrisolo

Comunicado oficial: Cancelamento da apresentação do The Orchestra em São Paulo

Crédito: Teresa Pyskaty

A Mercury Concerts informa que o show da banda The Orchestra, originalmente agendado para o dia 25 de outubro de 2026, na Audio, em São Paulo, foi cancelado por conta de uma reestruturação do itinerário da turnê.

Os outros dois shows da turnê na América do Sul — 28 de outubro na Argentina e 30 de outubro no Chile — seguem confirmados.

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Faces of Death assina com a Combat Records e anuncia turnê europeia

Crédito: Maycon Avelino

Banda de thrash/death metal fortalece carreira internacional ao assinar com a lendária Combat e anunciar datas da nova turnê europeia

O Faces of Death, formado por Laurence Miranda (vocal e guitarra), Maurício Filho (guitarra), Sylvio Miranda (baixo) e Igor Nogueira (bateria), inicia uma nova fase de sua trajetória com a assinatura de contrato com a lendária Combat Records. O acordo prevê o lançamento de dois novos álbuns de estúdio e também a disponibilização de todo o material produzido pela banda ao longo de sua carreira, ampliando o alcance internacional do grupo.

A parceria representa um importante passo para a banda paulista, que busca levar seu thrash e death metal para novos públicos. Segundo Laurence Miranda, a oportunidade de trabalhar com a gravadora e contar com sua distribuição internacional é motivo de grande orgulho. “É com muito orgulho que anunciamos nossa parceria com a lendária Combat Records. Poder contar com um selo que irá distribuir nossa arte na Europa, EUA e, é claro, América do Sul é surreal. Estamos ansiosos e é uma honra fazer parte da família da Combat Records”, afirma.

O músico também destaca a sintonia estabelecida com Robert Dujmusic, sócio da gravadora, durante as conversas que antecederam o acordo. “Conversei bastante com Dujmusic, sócio da gravadora, e foi um bate-papo muito honesto e verdadeiro. Eles estão com a faca nos dentes”, completa.

Formado no início dos anos 1990, em Pindamonhangaba (SP), o Faces of Death surgiu a partir da iniciativa de três adolescentes que encontraram no thrash metal uma forma de expressar indignação contra imposições religiosas, controle e opressão. Após lançar duas demos entre 1994 e 1996, a banda encerrou suas atividades. Duas décadas depois, em 2016, o grupo voltou à ativa e lançou “Consummatum Est” (EP, 2017), “From Hell” (CD, 2018), “Usurper of Souls” (CD, 2020), “A Drink With The Death – Rehearsal Live” (CD, 2021), “When Calls The Death” (Single, 2022) e “Evil” (CD, 2023). O trabalho mais recente é o single acompanhado do videoclipe “Terror em Barbacena”.

A assinatura com a Combat Records chega em um momento de expansão internacional para o Faces of Death. A banda realizará uma nova turnê pela Europa entre 15 e 31 de outubro, passando por Holanda, Bélgica, Alemanha, Luxemburgo, França, Espanha e Portugal.

Datas da “Hellropean Tour 2026”:
15/10 – The Cave – Amsterdã (HOL)
16/10 – Asgaard – Gent (BEL)
17/10 – Kuckucksei Club – Nürtingen (ALE)
18/10 – Vort N Vis – Ieper (BEL)
20/10 – MK Bar – Belval (LUX)
22/10 – Salem Bar – Bordeaux (FRA)
23/10 – El Paseo – Perpignan (FRA)
24/10 – El Foyer del Cirvianum – Torelló (ESP)
25/10 – Sala Creedence – Zaragoza (ESP)
28/10 – Los Bancos de Atrás – Unguera (ESP)
29/10 – Buril – Sarria (ESP)
30/10 – Patrimonios de Peso – V.N. Foz Côa (POR)
31/10 – Bar Cine Teatro Corroios – Corroios (POR)

Confira o videoclipe de “Terror em Barbacena” em https://youtu.be/RGPa_orhlB4

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Taurus adiciona novas datas na turnê e prepara novo álbum inspirado na crise ambiental

Crédito: Renato Moreth

Grupo carioca de thrash metal amplia turnê de 40 anos enquanto prepara álbum conceitual sobre crise ambiental e comportamento humano

Quatro décadas depois de iniciar sua trajetória, o Taurus segue olhando para o futuro sem abandonar as características que construíram sua identidade no thrash metal brasileiro. A banda carioca celebra mais de 40 anos de história com a turnê “Taurus 1985”, enquanto prepara um novo álbum de inéditas que deverá ampliar a discussão sobre os problemas do mundo contemporâneo. Rudi Sgarbi (vocal), Cláudio Bezz (guitarra), Felipe Melo (baixo) e Sérgio Bezz (bateria) apresentam músicas de todas as fases da carreira na turnê, que agora conta com mais datas foram confirmadas em outubro: 10/10 em Vila Velha/ES, e 17/10 em Brasília/DF.

Ao mesmo tempo em que revisita seu passado, o Taurus trabalha em um novo capítulo de sua história. O próximo álbum terá 11 faixas e será o sucessor de “V” (2020). A primeira amostra desse material veio com “Dark Ages”, single que conta com a participação especial de Prika Amaral (Nervosa). A escolha de “Dark Ages” como primeiro single não é casual. A música aborda guerras, intolerância e conflitos políticos e sociais, mas procura ir além de um retrato sombrio do presente. Segundo Cláudio Bezz, também aponta para a necessidade de seguir adiante e preservar uma perspectiva positiva sobre o futuro.

A mesma preocupação se amplia no conceito do novo álbum. Embora as 11 faixas ainda não tenham sido apresentadas integralmente, o guitarrista revela que o trabalho aborda questões relacionadas à degradação ambiental e ao comportamento humano diante de um cenário que se aproxima  cada vez mais do colapso. “É um álbum quase conceitual que trata de temas importantes que lidam com a degradação do meio ambiente e como estamos caminhando rapidamente para o colapso a partir do conformismo e autodestruição”, explica.

Para o músico, o processo de criação também teve uma dimensão pessoal. As composições serviram como uma forma de transformar inquietações em música e encontrar uma maneira de seguir adiante diante das questões abordadas pelo álbum. “Quase como uma terapia, durante o processo de composição encontramos força e paz ao expressarmos nas músicas o que sentimos enquanto seguimos em frente”, afirma.

Além da temática, Bezz destaca o cuidado com a sonoridade do novo trabalho. A intenção foi preservar a identidade construída pelo Taurus ao longo das décadas, mas sem abrir mão da força e da intensidade esperadas de uma produção contemporânea. “Estamos muito felizes com o resultado do álbum, e eu especialmente pela produção, seja em sua sonoridade, timbres, peso e velocidade que conseguimos imprimir nas novas músicas”, conclui.

Confira o videoclipe de “Dark Ages” em https://youtu.be/XowrKjYvS9s

Shows – Serviço:
10/10 – Metal Devastation Fest 21
Atrações: Taurus + 6 bandas
Local: Área 22 – Av. Carlos Lindenberg, 5126, Planalto, Vila Velha/ES
Lote ingresso R$80 já disponível pelo Pix/telefone 27999214423

17/10 – QZO Festival / Quaresmada
Atrações: Oito bandas + DJ
Local: Núcleo Bandeirante (DF)
Entrada: doação de 1kg de alimento não perecível
Realização: Sefix | Apoio: Fundo de Apoio a Cultura (FAC) e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF

Site oficial: http://www.taurusthrashmetal.com.br

Mídias sociais:
Instagram: https://www.instagram.com/taurus.oficial/
Facebook: https://www.facebook.com/TaurusThrashMetal

Spotify: https://open.spotify.com/album/6xCreSW5jfeJe6d2mssebI

E-mail: taurusofficial@gmail.com

Atomic Rooster: álbum inédito após 42 anos agora disponível pela Melômano Discos

“Circle The Sun” resgata a essência do rock progressivo britânico com novas composições, atmosfera clássica e produção contemporânea

“Circle The Sun”, um trabalho que reafirmou a relevância do Atomic Rooster, agora está disponível pela Melômano Discos em 300 cópias (100 splatter e 200 vinil preto). O álbum marcou o retorno ao estúdio de um dos nomes mais importantes da história do rock progressivo britânico após 42 anos sem lançar um disco de inéditas, sucedendo “Headline News”, de 1983.

Com dez faixas inéditas, “Circle The Sun” preserva o espírito que transformou o Atomic Rooster em uma referência, ao mesmo tempo em que incorpora uma abordagem atual em sua sonoridade. A recepção internacional foi positiva. Críticos destacaram a capacidade da banda de recriar a essência de sua fase clássica sem soar presa ao passado. Publicações especializadas elogiaram a interpretação de Adrian Gautrey nos teclados, frequentemente comparada ao estilo de Vincent Crane.

Entre os destaques estão “Fly Or Die”, “Circle The Sun”, “Follow Me”, “Rebel Devil”, “No More” e “Pillow”, que exploram diferentes nuances do rock progressivo setentista, alternando momentos mais diretos e pesados com passagens atmosféricas e reflexivas. A forte presença do Hammond, os grooves marcantes e as guitarras carregadas de blues ajudam a reforçar a identidade sonora que tornou o Atomic Rooster uma banda singular dentro do cenário britânico.  

A formação traz o guitarrista e vocalista Steve “Boltz” Bolton, um dos nomes ligados ao período clássico do Atomic Rooster, ao lado de Adrian Gautrey nos teclados e vocais, Shug Millidge no baixo e Paul Everett na bateria. “Circle The Sun” nasceu da continuidade do trabalho iniciado com a reformulação do Atomic Rooster em 2016. Desde então, a banda voltou aos palcos da Europa, participando de festivais e realizando apresentações que reafirmaram o interesse do público por seu repertório e sua trajetória. A experiência acumulada ao longo desses anos de estrada contribuiu diretamente para a criação de “Circle The Sun”.

Para adquirir, acesse: https://melomano.com.br/search/?q=Atomic+Rooster+-+Circle+The+Sun

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Bury My Demons inicia nova fase com o lyric video de “Earthshaker”

Após excursionar ao lado do Hatebreed na ‘The Summer Slaughter Tour’, banda apresenta single mais pesado e agressivo de sua carreira

Foto: Trent Jacobs

Depois de dividir os palcos da ‘The Summer Slaughter Tour’ como banda de apoio ao Hatebreed, a norte-americana Bury My Demons inicia um novo capítulo de sua trajetória com o lançamento do lyric video de “Earthshaker”, single que antecipa uma fase ainda mais brutal e intensa da banda.

A nova música amplia a identidade sonora do grupo, apostando em riffs mais pesados, atmosferas sombrias e uma abordagem lírica inspirada por mitologia, textos religiosos e reflexões sobre o comportamento da humanidade contemporânea.

Segundo o vocalista Justin Schomig, a ideia da letra surgiu a partir da imagem de um mundo à deriva, sem rumo e incapaz de aprender com os próprios erros: “Eu senti que precisava conectar essa história à mitologia. Pensei em tempestades, na desesperança de estar perdido no mar sem qualquer controle sobre o próprio destino. Comecei a imaginar o que antigos deuses pensariam da humanidade atual.”

A partir dessa premissa, Justin desenvolveu uma narrativa inspirada em passagens do Antigo Testamento e em diferentes mitologias que tratam da punição das ações humanas: “Todas as culturas possuem histórias sobre vingança divina. Gosto muito da forma como o Antigo Testamento retrata a natureza humana e as consequências do mau comportamento. É um material muito rico para escrever letras de metal.”

O vocalista explica que a música faz uma analogia entre esses antigos relatos e problemas atuais como guerras, polarização, individualismo, ganância e a perda da empatia: “Talvez esses deuses estivessem cansados de ver a humanidade repetir os mesmos erros e resolvessem provocar um novo dilúvio ou algum outro tipo de punição.”

Foto: Trent Jacobs

Em “Earthshaker”, a narrativa é conduzida pela perspectiva de uma entidade destruidora — ou de um ser humano completamente esgotado pelas transgressões da sociedade — que enxerga a destruição como um processo necessário de purificação espiritual e cultural.

Justin ainda revela uma das principais inspirações da composição: “Eu diria que a música foi vagamente inspirada em ‘Ænema’, do Tool, ou pelo menos aborda temas muito semelhantes.”

O guitarrista brasileiro Gustavo “Gustroyer” Kölndorfer acredita que “Earthshaker” representa um divisor de águas para a Bury My Demons: “‘Earthshaker’ marca o começo de uma fase muito mais brutal e visceral para a banda. Daqui para frente, o público pode esperar músicas ainda mais agressivas, pesadas e diretas, deixando de lado qualquer abordagem mais melódica.”

Assista ao lyric vídeo:

Radicado em Denver (EUA), Gustavo Kölndorfer também vive um momento de intensa atividade fora da Bury My Demons. Filho de uma família de músicos e ex-jogador da Liga Brasileira de Futebol Americano, o guitarrista integra atualmente as bandas Bury My Demons e Saved By Ruin, além de manter uma carreira solo instrumental.

Gustroyer / Divulgação

Paralelamente, vem expandindo sua atuação no audiovisual. Um de seus trabalhos mais recentes é a trilha sonora do filme Never Return, projeto que marcou sua estreia como compositor para o cinema: “Nunca havia pensado em compor trilhas para filmes, mas enxerguei uma oportunidade perfeita para criar músicas mais fora da caixa.”

O músico também destaca a parceria com o diretor Chris Hackett, responsável pelo videoclipe ao vivo de “Earthshaker”, gravado durante a turnê de 2025 da banda: “Apesar de sermos amigos há alguns anos, foi durante aquela turnê que realmente trabalhamos juntos pela primeira vez.”

Bem-humorado, completa: “Sempre fui fã de filmes de terror… agora estou adorando compor músicas para deixar as pessoas com medo.” (risos)

Além disso, Gustroyer lançou “Lemuriah”, novo single instrumental composto a partir de ideias que não encontravam espaço em seus trabalhos com bandas.

Sua estreia no cinema como ator também já aconteceu. Ele participa do filme Sugarloaf, produção inspirada na história da clássica banda norte-americana homônima, na qual interpreta um integrante da lendária banda WAR.

Páginas relacionadas:
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Seeker Becomes Seer: um abismo de memória, presente e devir do rock/metal

A banda foi formada em 2025, nos estúdios do Sonastério, em Nova Lima, e seu disco de estreia, autointitulado, já está disponível nas plataformas de streaming

Seja na apreciação do mundo natural, seja na investigação da psique humana, há sempre uma dimensão temporal de deslocamento e, portanto, de tensão.
Elaborar passado e futuro na aspiração a um subsequente presente homeostático pode sugerir, talvez, uma definição de “vida boa”.  
Mas na temporalidade da música a lógica prega suas peças. Mesmo quando tudo se harmoniza, parece haver na música um desejo constante de movimento, uma vontade própria dos sons de completar alguma coisa que sempre falta. Viradas, contrapontos, dobras. A música é o próprio tempo, um encontro constante entre o que precede, o que falta e o que está por vir. Mesmo quando uma canção chega ao seu fim.

No rock/metal contemporâneo esse movimento, porém, parece espelhar o mito de Sísifo. Como se houvesse uma desconexão temporal entre o clássico e o contemporâneo na busca por um sentido expressivo. Um abismo de possibilidades criativas separando o que poderia estar num mesmo compasso. O Seeker Becomes Seer emerge desse abismo, reorganizando memórias e expectativas num enunciado próprio, fazendo-se valer do desconhecido para a produção de diferença. O Seeker Becomes Seer nos disponibiliza, literalmente, um presente: o devir do rock/metal.

O Seeker Becomes Seer foi formado em 2025 nos estúdios do Sonastério, em Nova Lima/MG, por onde já passaram artistas de enorme relevância como Milton Nascimento, Gal Costa, Ney Matogrosso, Lô Borges, Angra, entre muitos outros. Parece haver, de fato, uma relação entre a formação da banda dentro de um dos estúdios mais importantes do país e a sua expressão musical tão genuína. É como se as paredes dos estúdios tivessem reverberado a genialidade desses artistas para o rock/metal do Seeker Becomes Seer.

Atualmente formado por Lucas Donnard (vocal), Bruno Barros (guitarra e backing vocals), Rodrigo Peixoto (guitarra), Filipe Marks (baixo) e Thiago Caeiro (bateria), o autointitulado álbum de estreia do Seeker Becomes Seer foi lançado neste ano de 2026 e reúne nove faixas: “C137”, “Be Not Afraid”, “Blood, Fire, Doom & Death”, “500 Years”, “It Follows”, “Skeleton Key”, “Black Sun Rising”, “Quaestio Mihi Factus Sum” e “Seeker Becomes Seer”.

Nomear a musicalidade de “Seeker Becomes Seer”, enquanto álbum, é uma indução ao erro. Não há uma só referência, não há uma só estética. Em “Seeker Becomes Seer” há apenas – e, portanto, tudo – potência para o que foi e o que ainda não o é.

As faixas “C137”, “Blood, Fire, Doom & Death”, “500 Years” e “It Follows” ganharam videoclipes que foram disponibilizados antes do lançamento do álbum e estão disponíveis no canal da banda no YouTube. Já “Skeleton Key” é a mais recente a ser lançada também como vídeo. Para assistir, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=a_7VdG_Wlgg

O álbum de estreia do Seeker Becomes Seer foi lançado nas plataformas de streaming mas também será disponibilizado nos próximos meses em CD.

Ouça “Seeker Becomes Seer” nas plataformas digitais:
Spotify: https://bit.ly/4wqaDyb
Deezer: https://bit.ly/4g81EM1
Apple Music: https://bit.ly/4wro5lC
Youtube: https://bit.ly/4y1vQA3

O Seeker Becomes Seer também já se prepara para estrear nos palcos com shows em Belo Horizonte e São Paulo entre o final de 2026 e início de 2027.

Mais Informações:  
www.instagram.com/seekerbecomesseer
www.youtube.com/@SeekerBecomesSeer

Hammathaz é o mais novo nome do casting da lendária Combat Records

Crédito: Foto por Marco Vaz

Banda brasileira de metal/hardcore inicia nova fase internacional e prepara sequência de singles, EP e álbum inédito para 2027

Hammathaz é o mais novo nome do casting da Combat Records, histórica gravadora ligada a alguns dos capítulos mais importantes do metal mundial. A parceria inaugura uma nova fase na trajetória da banda brasileira, que agora se prepara para ampliar sua atuação internacional e apresentar material completamente inédito nos próximos anos.​

O acordo nasceu de uma conexão construída dentro da própria cena brasileira. Shucky Miranda, do Skin Culture, acompanha a trajetória do Hammathaz há anos e foi responsável por apresentar a banda a Robert Dujmusic, um dos responsáveis pela atual Combat Records ao lado de Alex Stojak. A partir desse primeiro contato, as conversas evoluíram para uma parceria de longo prazo.​

“O contato com a Combat Records aconteceu por meio do Shucky. Ele sempre acompanhou a trajetória do Hammathaz, acreditou muito no nosso trabalho e foi quem nos apresentou ao Robert, da Combat Records. A partir dessa conexão, iniciamos uma parceria que deve se estender pelos próximos anos, algo que nos deixa muito animados com o futuro da banda”, afirma Thales Statkevičius.​

Formado em 2003, o Hammathaz construiu uma trajetória sólida no underground brasileiro, com apresentações em diferentes regiões do país e participações em eventos como Virada Cultural e Grito Rock. Ao longo dessa caminhada, a banda dividiu palcos com nomes como Angra, Mike Portnoy, Shaman e Ratos de Porão, entre outros. O grupo também foi convidado para a primeira turnê brasileira de Neil Turbin, vocalista original do Anthrax, realizando três apresentações em Vila Velha (ES) e São Paulo (SP).​

No estúdio, o Hammathaz possui um álbum completo, dois EPs e uma série de singles. O primeiro full-length, The One, foi lançado em 2020 pela Voice Music no Brasil e pela Defense Records na Europa. O trabalho também foi indicado ao Dynamite Award na categoria de Melhor Álbum de Heavy Metal.​

Nos últimos anos, a banda ampliou essa trajetória com uma sequência de singles que ajudou a apresentar sua atual identidade musical a um público maior. Entre os lançamentos estão “False Gods” (2023), “Dear Death” (2024), “Erased”, “The Mirror” e “Kissing Dead Lips” (2025), além de “Valley of Greed”, lançado em janeiro de 2026. Os videoclipes de “False Gods” e “Dear Death” ultrapassaram 30 mil visualizações no YouTube, reforçando o crescimento de seu alcance nos últimos anos.​

O capítulo mais recente dessa evolução é “Valley of Greed”. Produzida, mixada e masterizada por Thales Statkevičius, a faixa ganhou videoclipe dirigido por Caike Scheffer. A música aborda a crescente desconexão da humanidade com valores essenciais em uma sociedade dominada pela ganância, pelo artificialismo e pela dependência tecnológica.​

Assista a “Valley of Greed”: https://www.youtube.com/watch?v=G7AlyvNs6_c

A chegada à Combat Records também acontece em um momento estratégico para a própria gravadora. Fundada em 1982, a gravadora tornou-se uma referência do metal norte-americano por seu envolvimento com nomes como MegadethExodusNuclear AssaultHelstar, dentre muitos outros. Em janeiro de 2026, o selo retomou suas atividades sob a nova propriedade de Robert Dujmusic e Alex Stojak, estabelecendo sua nova operação em Göttingen, na Alemanha, e anunciando planos de expansão de sua atuação no mercado da música pesada.​

Para o Hammathaz, a parceria chega acompanhada de um planejamento definido. Ainda em 2026, a banda pretende entrar em estúdio para desenvolver e finalizar o novo material. A primeira etapa será uma sequência de singles a partir do início de 2027, que posteriormente será reunida em um EP.​

Na sequência, o grupo pretende lançar seu próximo álbum completo e totalmente inédito, resultado de um projeto que vem sendo desenvolvido e amadurecido há bastante tempo.​

“É um projeto que estamos desenvolvendo e amadurecendo há bastante tempo e que, agora, com essa parceria, acreditamos ter a estrutura ideal para ganhar vida da forma que sempre imaginamos”, explica Thales.​

Com mais de duas décadas de história, o Hammathaz transforma a experiência acumulada no cenário brasileiro em um novo ponto de partida. A parceria com a Combat Records estabelece as bases para uma fase mais ambiciosa, com material inédito em preparação e os olhos voltados para o mercado internacional.​

A atual formação do Hammathaz conta com Fernando Xavier (vocais), Thales Statkevičius e Rodrigo Marietto (guitarras), Matheus Abreu (baixo) e Lucas Santos (bateria).​

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Nine Red Moons reúne músicos de Sepultura e Viper em ‘Archetypes’

Single que antecipa o EP “Sumerian Songs for the Dead” une metal clássico, prog metal e uma temática inspirada nos arquétipos de Carl Jung

Sepultura e Viper se encontram em uma mesma gravação em “Archetypes”, novo single do Nine Red Moons que antecipa “Sumerian Songs for the Dead”, EP de estreia previsto para setembro. A música reúne o baixista Paulo Xisto (Sepultura) e o guitarrista Felipe Machado (Viper), ao lado do mentor do projeto, Eduardo Simões (guitarra), e de uma formação internacional com Tasos Lazaris (vocal), Victor Simões (teclado), Polina Kermesh Faustova (violoncelo) e Angelo Spilotros (bateria). “Esta é a primeira vez que músicos ligados ao Sepultura e ao Viper participam juntos de uma mesma gravação”, destaca o guitarrista Eduardo “Paulista” Simões, mentor do Nine Red Moons, ex-integrante do Chakal e Pit Passarell e responsável pela composição de todas as músicas e letras do projeto.

Musicalmente, “Archetypes” tem o Iron Maiden como principal referência, especialmente pela interpretação vocal de Lazaris, associado ao estilo de Bruce Dickinson. A faixa também incorpora influências de Metallica e Black Sabbath, especialmente da fase com Ronnie James Dio nos vocais. A bateria de Angelo Spilotros acrescenta elementos de prog metal, incluindo uma passagem em compasso 7/8 antes do solo, conforme explica Simões. O peso da faixa ganha ainda mais força com Paulo Xisto no baixo, que ocupa papel central na sonoridade, contribuindo para a densidade e a profundidade da composição. Os solos de guitarra são executados por Eduardo Simões e Felipe Machado, enquanto Victor Simões assume os teclados. A formação é completada pela violoncelista ucraniana Polina Kermesh Faustova, integrante da orquestra de Hans Zimmer, e por Spilotros na bateria.

Considerada a mais enigmática de “Sumerian Songs for the Dead”, “Archetypes” também estabelece o tom conceitual do projeto ao abordar temas como morte, luto e transcendência a partir dos arquétipos de Carl Jung. A letra explora padrões psicológicos universais e modelos de comportamento diante dos mistérios da existência, conduzindo a narrativa por uma perspectiva que questiona a própria natureza da morte e a possibilidade de algo existir além dela. A inspiração surgiu de uma experiência pessoal de Eduardo após o falecimento de seu pai. “Comecei a ler vários livros sobre luto e o que a morte significa para cada religião. Essa música traz o desejo de que, um dia, possamos conversar novamente”, explica. A reflexão encontra síntese no refrão: “A morte é apenas uma passagem, a alma é imortal.”

A dimensão visual acompanha a proposta conceitual do single, com capa criada por Jean Michel, da DSNS Art. Eduardo Simões assina a produção, com coprodução de Val Santos e Alan Wallace. Val Santos também é responsável pela mixagem e masterização, enquanto o lyric video foi produzido por Wanderley Perna.

“Archetypes” está disponível nas principais plataformas de streaming. Confira o lyric video em https://youtu.be/p9qim49K5h0

Streaming: https://distrokid.com/hyperfollow/nineredmoons/archetypes
Spotify: https://open.spotify.com/track/5jZdgl8NFdqXXCsW4NkypF

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E-mail: bandnineredmoons@gmail.com

Deb and The Mentals abre shows do Foo Fighters no Brasil e apresenta novo EP “STUCK” 

Crédito: Murilo Amâncio

Com sonoridade mais pesada e urgente, banda se prepara para dividir os palcos com a banda norte-americana em Belo Horizonte e São Paulo em fevereiro de 2027

A Deb and The Mentals foi confirmada como uma das atrações de abertura dos shows do Foo Fighters no Brasil. A banda, uma das apostas da Algohits a primeira musitech do Brasil -, acompanha a lendária formação norte-americana nas apresentações da “Take Cover Tour 2027”. O primeiro encontro acontece em 18 de fevereiro, na Arena MRV, em Belo Horizonte. Dois dias depois, em 20 de fevereiro, os grupos se apresentam no Estádio MorumBIS, em São Paulo.

A participação coloca a banda em um dos principais palcos do rock internacional no país. Com uma trajetória marcada por Punk, Grunge, Garage Rock e Rock Alternativo, o grupo amplia agora sua sonoridade. A nova fase encontra no Hardcore o caminho para tornar as composições ainda mais diretas, pesadas e urgentes.

À frente do projeto, Deborah Babilônia conduz as músicas com interpretações carregadas de força e tensão. A apresentação também acontece em um momento de renovação artística, marcado pela chegada do EP “STUCK”. Para Deb, a intensidade do novo trabalho nasce da necessidade de transformar inquietação em expressão artística. “Queremos transformar em música a sensação de viver diante de um mundo em colapso e, ao mesmo tempo, provocar uma reação”, afirma a vocalista. 

A banda leva ao palco uma combinação de energia, peso e atitude que dialoga diretamente com a proposta de seu lançamento mais recente. Assim, as apresentações ao lado do Foo Fighters representam tanto um encontro de gerações quanto uma vitrine para a nova fase do grupo. Em fevereiro, Belo Horizonte e São Paulo recebem essa combinação de força brasileira e um dos maiores nomes do rock mundial.

ASSISTA AO VIDEOCLIPE DE “WATCH OUT/NOT THE HERO”

STUCK” é o novo EP da Deb and The Mentals, reunindo seis músicas inéditas em uma fase mais veloz e contundente da banda. O trabalho aprofunda as referências de Punk e Hardcore para converter ansiedade, frustração e desgaste em uma experiência sonora intensa. Guitarras, baixo e bateria constroem uma atmosfera turbulenta, enquanto os vocais de Deb aparecem ainda mais potentes. O resultado é um retrato visceral de quem se sente imobilizado em meio à pressão cotidiana e à instabilidade emocional.

O conceito do EP parte justamente da sensação de permanecer preso aos próprios pensamentos, medos e angústias. As canções traduzem a dificuldade de desacelerar diante de uma realidade marcada por excesso de estímulos, tensão e incerteza. Nesse cenário, a música funciona como uma válvula de escape para sentimentos que permanecem acumulados até o limite. “STUCK” transforma esse sufocamento em distorção, peso e intensidade, sem buscar respostas fáceis ou conforto.

Antecipado pelos singles “WATCH OUT” e “NOT THE HERO”, o lançamento ganhou também um videoclipe duplo que conecta as duas faixas. O EP marca ainda a estreia de Guilherme Toledo na bateria, ao lado de Deborah Babilônia, Filipe Fi nas guitarras e Bi Free no baixo. A produção dá continuidade à parceria da banda com a Algohits, iniciada em 2025 com o EP “Old News”. “A banda é uma aposta clara e poderosa da Algohits como Record Label e Distribuidora hoje por representar o Brasil com visibilidade internacional“, comenta Ivan Staicov, head da Algohits.

Com “STUCK”, Deb and The Mentals consolida uma sonoridade mais agressiva e reafirma sua disposição para transformar desconforto em música.

Sobre Deb And The Mentals

Formado por Deb Babilônia (vocal), Filipe Fi (guitarra), Bi (baixo) e Gui Toledo (baterista), a Deb and The Mentals é uma banda brasileira de rock alternativo conhecida por sua energia vibrante e sonoridade que transita entre o punk, o grunge e o garage rock. Eles ganharam reconhecimento na cena independente nacional por suas apresentações intensas e músicas que misturam letras introspectivas com uma abordagem musical crua e autêntica. Com uma base sólida na cena underground e participam de eventos, festivais e turnês que conectam o público a novos artistas do cenário alternativo brasileiro.

Ouça aqui: STUCK – EP de Deb And The Mentals | Spotify
Deb And The Mentals: Instagram | Spotify | YouTube

Com participação de Andreas Kisser, Rodrigo Cerveira aborda a violência contra a mulher no single “Animals”

Crédito: Rodrigo Cerveira

Faixa do álbum The Searcher terá seus direitos autorais e de streaming doados a ONGs que apoiam mulheres em situação de vulnerabilidade

Após o lançamento do single “The Searcher”faixa-título de seu segundo álbum solo, o cantor e compositor Rodrigo Cerveira apresenta nesta sexta-feira (14) “Animals”, novo single do álbum The Searcher. Com participação especial de Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura, a faixa aborda a violência contra a mulher e transforma uma inquietação pessoal em uma iniciativa de conscientização e apoio à causa.

A música nasceu da indignação de Rodrigo diante das notícias e dos números relacionados à violência contra a mulher no Brasil.

“Como filho, irmão, marido e pai de mulheres, as notícias e os números mexem muito comigo. Estamos falando de 3,7 milhões de vítimas em 2025 e de dez estupros acontecendo por hora no Brasil. Resolvi fazer alguma coisa a respeito, convocando o Val Santos, produtor do disco, para compor a música comigo e doar os direitos autorais para ONGs que apoiam as mulheres. A ideia nasceu assim”, conta Rodrigo.

Além de dividir a composição com Rodrigo, Val Santos, produtor do álbum, participa da construção da faixa. O resultado ganha ainda mais força com a presença de Andreas Kisser com um solo de guitarra avassalador e amplia a dimensão artística e emocional de “Animals”.

Os direitos autorais e de streaming da música serão doados a organizações que atuam diretamente no apoio a mulheres em situação de vulnerabilidade: ONG Nova Mulher, ONG Fala Mulher e ONG Recomeçar.

“Acredito que a arte tem o potencial de criar consciência porque vai direto à emoção das pessoas. E, neste caso, é fácil participar: basta ouvir a música”, afirma Rodrigo.

Para Cerveira, “Animals” é o ponto de partida de uma iniciativa maior. A proposta é utilizar a arte como agente de conscientização sobre a violência contra a mulher e colaborar para gerar recursos para instituições que desenvolvem um trabalho de apoio a vítimas.

“Para aumentar a abrangência desta iniciativa, tive a ideia de criar um evento maior junto com o Löu, da Maria Carolina Grecco e do Andreas, que é um coletivo que reúne diferentes expressões artísticas para criar novas experiências. Além de contribuir com a música, com um solo sensacional, ele ajuda a conectar o projeto a outros artistas”, explica Rodrigo.

A ideia é reunir artistas plásticos para a criação de obras inspiradas no tema. Os trabalhos originais poderão ser leiloados e, posteriormente, suas respectivas réplicas numeradas poderão ser comercializadas, ampliando a geração de recursos e multiplicando as manifestações artísticas sobre o tema.

The Searcher, o álbum, tem lançamento previsto para este semestre e marca uma nova fase na carreira de Rodrigo Cerveira.

Após a estréia com o álbum Life e expandir seu universo sonoro em Turn Around, do duo Silver, projeto ao lado de Felipe Machado (Viper), Rodrigo Cerveira chega ao segundo disco solo, The Searcher, um trabalho que consolida sua linguagem artística e aprofunda sua busca criativa e pessoal.

Mais direto, intenso e guiado por guitarras mais intensas, o novo álbum traz participações especiais de referências no instrumento – Andreas Kisser (Sepultura) e Hugo Mariutti (Shaman, Angra) – ampliando ainda mais a força do trabalho.

Sem abrir mão do cuidado com as melodias, os arranjos e a construção das letras, The Searcher incorpora de forma mais evidente influências do punk, do pós-punk, do grunge e do rock clássico, equilibrando peso e emoção de maneira natural.

“O disco tem uma pegada mais pesada do que o primeiro. As guitarras estão mais nervosas, mas sem perder o cuidado com o songwriting, com melodias e letras bem cuidadas e trabalhadas”, destaca Cerveira.

OUÇA AQUI
ASSISTA O LYRIC VIDEO

Crédito: Eduardo Rodrigues

Sobre Rodrigo Cerveira

Rodrigo Cerveira é cantor e compositor e traz para sua música e letras reflexões pessoais e profundas. Suas composições são inspiradas em sua própria vida e no mundo ao seu redor. O rock é sua principal linguagem musical, mas sem se prender a um estilo específico. Baladas, power ballads e canções acústicas convivem harmoniosamente com o hard rock, o punk/hardcore e o metal, sempre valorizando melodias marcantes aliadas a vocais intensos e poderosos. Além da carreira solo, também participa de projetos de diferentes gêneros musicais.

Em 2023, lançou seu primeiro álbum, Life. Em 2025, ampliou seu universo sonoro com Turn Around, álbum do duo Silver, projeto ao lado de Felipe Machado (Viper).

The Searcher, seu segundo álbum solo, tem lançamento previsto para o segundo semestre de 2026.

Crédito capa: Vic Garcioli

Tracklist The Searcher

  1. The Searcher
  2. Sad Girl
  3. Animals
  4. My Addiction
  5. Rolling Dice
  6. Say Hello to Heaven
  7. That Day
  8. Heal Me
  9. Brown Eyed Star

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