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Violeta de Outono relança clássico de 1987 em edição especial de luxo em vinil

Melômano Discos e Voice Music apresentam edição splatter com capa dupla, encarte com fotos inéditas e texto de André Barcinski

A Melômano Discos em parceria com a Voice Music lançam uma edição especial de luxo em vinil do álbum homônimo do Violeta de Outono, originalmente lançado em 1987 pelo selo Plug. Considerado um dos trabalhos mais importantes do rock brasileiro dos anos 1980, o disco ganha uma edição limitada em vinil splatter, com capa dupla em acabamento soft touch e aplicação de hot stamping. O lançamento também traz encarte especial com fotografias inéditas do arquivo do Violeta de Outono e texto assinado pelo jornalista e crítico musical André Barcinski.

Gravado nos estúdios da RCA, em São Paulo, entre fevereiro e maio de 1987, o álbum apresenta uma sonoridade marcada pela psicodelia, pelo rock dos anos 1960, pelo experimentalismo e por elementos do rock progressivo. O repertório reúne nove faixas, incluindo “Outono”, “Declínio de Maio”, “Faces”, “Luz”, “Retorno”, “Dia Eterno”, “Noturno Deserto”, “Sombras Flutuantes” e a releitura de “Tomorrow Never Knows”, dos Beatles.

O relançamento em vinil do primeiro álbum do Violeta de Outono resgata o ritual de ouvir um disco e virar o lado depois de 18 minutos. “Isso vem num momento em que este álbum está sendo bastante relembrado, estamos vendo uma grande movimentação nas redes sociais, onde as pessoas estão se referindo a ele como um dos grandes álbuns do rock brasileiro!”, afirma Fabio Golfetti, vocalista, guitarrista e um dos fundadores do Violeta de Outono, que remasterizou o relançamento no estúdio Seven Keys (SP).

Formado em São Paulo em meio à efervescência do rock nacional dos anos 1980, o Violeta de Outono construiu uma trajetória singular ao combinar referências psicodélicas dos anos 1960 com a estética do pós-punk e o experimentalismo do rock progressivo. O grupo também se destacou pela sonoridade marcada por guitarras repletas de efeitos eletrônicos e samplers em gravações e apresentações ao vivo.

Quase quatro décadas depois, o álbum de estreia permanece como um registro fundamental do rock brasileiro. “Esperamos que, ao ouvir esse álbum, você se transporte para um universo que desperte sentimentos e memórias preciosas”, conclui Golfetti.

Crédito: Dráusio/Divulgação

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All Music Matters relança ‘Wages of Sin’ do Arch Enemy em vinil

Álbum que apresentou Angela Gossow e consolidou o grupo sueco entre os gigantes do metal conta com capa dupla e tiragem limitada

A All Music Matters anunciou o lançamento em vinil de “Wages of Sin”, quinto álbum de estúdio do Arch Enemy e um dos trabalhos mais importantes da história do melodic death metal, que celebra 25 anos de seu lançamento em 2026. A edição especial conta com capa dupla, tiragem limitada de apenas 300 cópias e já está disponível para pronta entrega.

Lançado originalmente em 2001 pela Century Media Records, o trabalho marcou a estreia de Angela Gossow nos vocais e inaugurou uma nova fase para a banda sueca, que passou a alcançar um público ainda maior sem abrir mão da agressividade característica de sua sonoridade. Considerado um marco na discografia do grupo, “Wages of Sin”, gravado em dezembro de 2000 no Studio Fredman, com produção de Michael Amott e Fredrik Nordström, além de mixagem e masterização de Andy Sneap, reúne elementos desenvolvidos nos álbuns anteriores e amplia a presença de influências do heavy metal tradicional e do thrash metal. O resultado pode ser ouvido em faixas que se tornaram clássicos da banda, como “Burning Angel”, “Ravenous”, “Heart of Darkness”, “Dead Bury Their Dead” e “Enemy Within”. O álbum também destacou o trabalho de guitarras dos irmãos Michael e Christopher Amott, além de reforçar a identidade melódica que se tornaria uma das principais marcas do Arch Enemy nos anos seguintes.

A chegada de Angela Gossow aconteceu após a saída do vocalista Johan Liiva. Segundo Michael Amott, a banda buscava alguém capaz de elevar o nível artístico do grupo, independentemente do gênero. O primeiro contato ocorreu durante uma entrevista realizada por Angela para uma publicação alemã. Na ocasião, ela comentou que também cantava em uma banda de thrash/death metal e, posteriormente, enviou gravações que impressionaram os músicos. Convidada para uma audição na Suécia, conquistou a vaga graças à potência de sua voz e à forte personalidade demonstrada desde o primeiro encontro.

A nova formação, com Gossow, os irmãos Amott, Sharlee D’Angelo (baixo) e Daniel Erlandsson (bateria), teve impacto direto na direção musical do Arch Enemy. Angela revelou que suas influências, especialmente bandas como Morbid Angel e Carcass, contribuíram para tornar as composições mais agressivas e intensas. Michael Amott destaca que músicas como “Burning Angel” simbolizam perfeitamente essa transformação. Por outro lado, “Ravenous” se tornou uma das músicas mais populares da carreira do Arch Enemy. Amott revelou que o riff principal foi inspirado pelo guitarrista Paul Gilbert, então no Racer X, enquanto a levada dos versos buscou referências em “Leather Rebel”, do Judas Priest.

Limitada a apenas 300 cópias, esta edição especial em vinil já está disponível para pronta entrega e é um item indispensável para colecionadores e admiradores do metal extremo.

Para adquirir a sua cópia, acesse https://anomaliadistro.com.br/produtos/arch-enemy-wages-of-sin-vinil-lacrado-11kjh/

Carceral anuncia edição física de ‘Descending Reprisal’ pela I, Voidhanger Records

Crédito: Divulgação

Edição em CD do álbum de estreia chega em outubro, enquanto Carceral apresenta visualizer de “Lockup Synarchy”

Carceral, grupo instrumental de metal extremo formado por Roberto Ortega e Hard Alexandre Christiani (guitarras), Victor Hormidas (baixo) e Daniel Moscardini (bateria), anuncia uma nova etapa de seu álbum de estreia, “Descending Reprisal”, que ganhará uma edição física limitada em CD pela gravadora italiana I, Voidhanger Records, com lançamento marcado para 9 de outubro. “Acompanho o catálogo da I, Voidhanger há anos e, desde o início da produção de ‘Descending Reprisal’, sonhava com a possibilidade de um dia lançar o álbum pela gravadora. Ver isso acontecer agora é algo realmente especial para mim e para toda a banda”, comenta Roberto Ortega.

Originalmente lançado digitalmente em julho, “Descending Reprisal” reúne 24 faixas em pouco menos de 30 minutos e apresenta a abordagem característica da banda, que transita por death metal, thrash metal, grindcore e outras vertentes extremas em composições curtas, intensas e agressivas. A edição física será lançada em formato jewel case, com booklet de 20 páginas, e já está disponível em pré-venda.

Além disso, está disponível o visualizer de “Lockup Synarchy”, produzido por Wanderley Perna. “‘Lockup Synarchy’ representa muito bem o que buscamos fazer em ‘Descending Reprisal’. É uma música construída com atenção às escolhas harmônicas e à dissonância, com forte influência de Voivod e Immolation. Ao mesmo tempo, mantivemos a tradição do metal de colocar os guitarristas em diálogo, dividindo os solos entre os dois músicos, retomando uma longa tradição do metal presente em trabalhos de nomes como Death, Slayer, Judas Priest e Mercyful Fate, entre tantos outros”, detalha Ortega.

Assista ao visualizer de “Lockup Synarchy” em https://youtu.be/h7N6_DUCcbI

Links para a pré-venda:
Bandcamp: https://i-voidhangerrecords.bandcamp.com/album/descending-reprisal
EU/UK: https://tornfromthegrave.com/collections/ivr-pre-order-now/products/carceral-descending-reprisal-cd-pre-order
US: https://tornfromthegrave.us/collections/ivr-pre-order-now/products/carceral-descending-reprisal-cd-pre-order

Ouça o álbum em https://youtu.be/c-rZTWELKD4

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Faces of Death assina com a Combat Records e anuncia turnê europeia

Crédito: Maycon Avelino

Banda de thrash/death metal fortalece carreira internacional ao assinar com a lendária Combat e anunciar datas da nova turnê europeia

O Faces of Death, formado por Laurence Miranda (vocal e guitarra), Maurício Filho (guitarra), Sylvio Miranda (baixo) e Igor Nogueira (bateria), inicia uma nova fase de sua trajetória com a assinatura de contrato com a lendária Combat Records. O acordo prevê o lançamento de dois novos álbuns de estúdio e também a disponibilização de todo o material produzido pela banda ao longo de sua carreira, ampliando o alcance internacional do grupo.

A parceria representa um importante passo para a banda paulista, que busca levar seu thrash e death metal para novos públicos. Segundo Laurence Miranda, a oportunidade de trabalhar com a gravadora e contar com sua distribuição internacional é motivo de grande orgulho. “É com muito orgulho que anunciamos nossa parceria com a lendária Combat Records. Poder contar com um selo que irá distribuir nossa arte na Europa, EUA e, é claro, América do Sul é surreal. Estamos ansiosos e é uma honra fazer parte da família da Combat Records”, afirma.

O músico também destaca a sintonia estabelecida com Robert Dujmusic, sócio da gravadora, durante as conversas que antecederam o acordo. “Conversei bastante com Dujmusic, sócio da gravadora, e foi um bate-papo muito honesto e verdadeiro. Eles estão com a faca nos dentes”, completa.

Formado no início dos anos 1990, em Pindamonhangaba (SP), o Faces of Death surgiu a partir da iniciativa de três adolescentes que encontraram no thrash metal uma forma de expressar indignação contra imposições religiosas, controle e opressão. Após lançar duas demos entre 1994 e 1996, a banda encerrou suas atividades. Duas décadas depois, em 2016, o grupo voltou à ativa e lançou “Consummatum Est” (EP, 2017), “From Hell” (CD, 2018), “Usurper of Souls” (CD, 2020), “A Drink With The Death – Rehearsal Live” (CD, 2021), “When Calls The Death” (Single, 2022) e “Evil” (CD, 2023). O trabalho mais recente é o single acompanhado do videoclipe “Terror em Barbacena”.

A assinatura com a Combat Records chega em um momento de expansão internacional para o Faces of Death. A banda realizará uma nova turnê pela Europa entre 15 e 31 de outubro, passando por Holanda, Bélgica, Alemanha, Luxemburgo, França, Espanha e Portugal.

Datas da “Hellropean Tour 2026”:
15/10 – The Cave – Amsterdã (HOL)
16/10 – Asgaard – Gent (BEL)
17/10 – Kuckucksei Club – Nürtingen (ALE)
18/10 – Vort N Vis – Ieper (BEL)
20/10 – MK Bar – Belval (LUX)
22/10 – Salem Bar – Bordeaux (FRA)
23/10 – El Paseo – Perpignan (FRA)
24/10 – El Foyer del Cirvianum – Torelló (ESP)
25/10 – Sala Creedence – Zaragoza (ESP)
28/10 – Los Bancos de Atrás – Unguera (ESP)
29/10 – Buril – Sarria (ESP)
30/10 – Patrimonios de Peso – V.N. Foz Côa (POR)
31/10 – Bar Cine Teatro Corroios – Corroios (POR)

Confira o videoclipe de “Terror em Barbacena” em https://youtu.be/RGPa_orhlB4

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Taurus adiciona novas datas na turnê e prepara novo álbum inspirado na crise ambiental

Crédito: Renato Moreth

Grupo carioca de thrash metal amplia turnê de 40 anos enquanto prepara álbum conceitual sobre crise ambiental e comportamento humano

Quatro décadas depois de iniciar sua trajetória, o Taurus segue olhando para o futuro sem abandonar as características que construíram sua identidade no thrash metal brasileiro. A banda carioca celebra mais de 40 anos de história com a turnê “Taurus 1985”, enquanto prepara um novo álbum de inéditas que deverá ampliar a discussão sobre os problemas do mundo contemporâneo. Rudi Sgarbi (vocal), Cláudio Bezz (guitarra), Felipe Melo (baixo) e Sérgio Bezz (bateria) apresentam músicas de todas as fases da carreira na turnê, que agora conta com mais datas foram confirmadas em outubro: 10/10 em Vila Velha/ES, e 17/10 em Brasília/DF.

Ao mesmo tempo em que revisita seu passado, o Taurus trabalha em um novo capítulo de sua história. O próximo álbum terá 11 faixas e será o sucessor de “V” (2020). A primeira amostra desse material veio com “Dark Ages”, single que conta com a participação especial de Prika Amaral (Nervosa). A escolha de “Dark Ages” como primeiro single não é casual. A música aborda guerras, intolerância e conflitos políticos e sociais, mas procura ir além de um retrato sombrio do presente. Segundo Cláudio Bezz, também aponta para a necessidade de seguir adiante e preservar uma perspectiva positiva sobre o futuro.

A mesma preocupação se amplia no conceito do novo álbum. Embora as 11 faixas ainda não tenham sido apresentadas integralmente, o guitarrista revela que o trabalho aborda questões relacionadas à degradação ambiental e ao comportamento humano diante de um cenário que se aproxima  cada vez mais do colapso. “É um álbum quase conceitual que trata de temas importantes que lidam com a degradação do meio ambiente e como estamos caminhando rapidamente para o colapso a partir do conformismo e autodestruição”, explica.

Para o músico, o processo de criação também teve uma dimensão pessoal. As composições serviram como uma forma de transformar inquietações em música e encontrar uma maneira de seguir adiante diante das questões abordadas pelo álbum. “Quase como uma terapia, durante o processo de composição encontramos força e paz ao expressarmos nas músicas o que sentimos enquanto seguimos em frente”, afirma.

Além da temática, Bezz destaca o cuidado com a sonoridade do novo trabalho. A intenção foi preservar a identidade construída pelo Taurus ao longo das décadas, mas sem abrir mão da força e da intensidade esperadas de uma produção contemporânea. “Estamos muito felizes com o resultado do álbum, e eu especialmente pela produção, seja em sua sonoridade, timbres, peso e velocidade que conseguimos imprimir nas novas músicas”, conclui.

Confira o videoclipe de “Dark Ages” em https://youtu.be/XowrKjYvS9s

Shows – Serviço:
10/10 – Metal Devastation Fest 21
Atrações: Taurus + 6 bandas
Local: Área 22 – Av. Carlos Lindenberg, 5126, Planalto, Vila Velha/ES
Lote ingresso R$80 já disponível pelo Pix/telefone 27999214423

17/10 – QZO Festival / Quaresmada
Atrações: Oito bandas + DJ
Local: Núcleo Bandeirante (DF)
Entrada: doação de 1kg de alimento não perecível
Realização: Sefix | Apoio: Fundo de Apoio a Cultura (FAC) e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF

Site oficial: http://www.taurusthrashmetal.com.br

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Atomic Rooster: álbum inédito após 42 anos agora disponível pela Melômano Discos

“Circle The Sun” resgata a essência do rock progressivo britânico com novas composições, atmosfera clássica e produção contemporânea

“Circle The Sun”, um trabalho que reafirmou a relevância do Atomic Rooster, agora está disponível pela Melômano Discos em 300 cópias (100 splatter e 200 vinil preto). O álbum marcou o retorno ao estúdio de um dos nomes mais importantes da história do rock progressivo britânico após 42 anos sem lançar um disco de inéditas, sucedendo “Headline News”, de 1983.

Com dez faixas inéditas, “Circle The Sun” preserva o espírito que transformou o Atomic Rooster em uma referência, ao mesmo tempo em que incorpora uma abordagem atual em sua sonoridade. A recepção internacional foi positiva. Críticos destacaram a capacidade da banda de recriar a essência de sua fase clássica sem soar presa ao passado. Publicações especializadas elogiaram a interpretação de Adrian Gautrey nos teclados, frequentemente comparada ao estilo de Vincent Crane.

Entre os destaques estão “Fly Or Die”, “Circle The Sun”, “Follow Me”, “Rebel Devil”, “No More” e “Pillow”, que exploram diferentes nuances do rock progressivo setentista, alternando momentos mais diretos e pesados com passagens atmosféricas e reflexivas. A forte presença do Hammond, os grooves marcantes e as guitarras carregadas de blues ajudam a reforçar a identidade sonora que tornou o Atomic Rooster uma banda singular dentro do cenário britânico.  

A formação traz o guitarrista e vocalista Steve “Boltz” Bolton, um dos nomes ligados ao período clássico do Atomic Rooster, ao lado de Adrian Gautrey nos teclados e vocais, Shug Millidge no baixo e Paul Everett na bateria. “Circle The Sun” nasceu da continuidade do trabalho iniciado com a reformulação do Atomic Rooster em 2016. Desde então, a banda voltou aos palcos da Europa, participando de festivais e realizando apresentações que reafirmaram o interesse do público por seu repertório e sua trajetória. A experiência acumulada ao longo desses anos de estrada contribuiu diretamente para a criação de “Circle The Sun”.

Para adquirir, acesse: https://melomano.com.br/search/?q=Atomic+Rooster+-+Circle+The+Sun

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Nine Red Moons reúne músicos de Sepultura e Viper em ‘Archetypes’

Single que antecipa o EP “Sumerian Songs for the Dead” une metal clássico, prog metal e uma temática inspirada nos arquétipos de Carl Jung

Sepultura e Viper se encontram em uma mesma gravação em “Archetypes”, novo single do Nine Red Moons que antecipa “Sumerian Songs for the Dead”, EP de estreia previsto para setembro. A música reúne o baixista Paulo Xisto (Sepultura) e o guitarrista Felipe Machado (Viper), ao lado do mentor do projeto, Eduardo Simões (guitarra), e de uma formação internacional com Tasos Lazaris (vocal), Victor Simões (teclado), Polina Kermesh Faustova (violoncelo) e Angelo Spilotros (bateria). “Esta é a primeira vez que músicos ligados ao Sepultura e ao Viper participam juntos de uma mesma gravação”, destaca o guitarrista Eduardo “Paulista” Simões, mentor do Nine Red Moons, ex-integrante do Chakal e Pit Passarell e responsável pela composição de todas as músicas e letras do projeto.

Musicalmente, “Archetypes” tem o Iron Maiden como principal referência, especialmente pela interpretação vocal de Lazaris, associado ao estilo de Bruce Dickinson. A faixa também incorpora influências de Metallica e Black Sabbath, especialmente da fase com Ronnie James Dio nos vocais. A bateria de Angelo Spilotros acrescenta elementos de prog metal, incluindo uma passagem em compasso 7/8 antes do solo, conforme explica Simões. O peso da faixa ganha ainda mais força com Paulo Xisto no baixo, que ocupa papel central na sonoridade, contribuindo para a densidade e a profundidade da composição. Os solos de guitarra são executados por Eduardo Simões e Felipe Machado, enquanto Victor Simões assume os teclados. A formação é completada pela violoncelista ucraniana Polina Kermesh Faustova, integrante da orquestra de Hans Zimmer, e por Spilotros na bateria.

Considerada a mais enigmática de “Sumerian Songs for the Dead”, “Archetypes” também estabelece o tom conceitual do projeto ao abordar temas como morte, luto e transcendência a partir dos arquétipos de Carl Jung. A letra explora padrões psicológicos universais e modelos de comportamento diante dos mistérios da existência, conduzindo a narrativa por uma perspectiva que questiona a própria natureza da morte e a possibilidade de algo existir além dela. A inspiração surgiu de uma experiência pessoal de Eduardo após o falecimento de seu pai. “Comecei a ler vários livros sobre luto e o que a morte significa para cada religião. Essa música traz o desejo de que, um dia, possamos conversar novamente”, explica. A reflexão encontra síntese no refrão: “A morte é apenas uma passagem, a alma é imortal.”

A dimensão visual acompanha a proposta conceitual do single, com capa criada por Jean Michel, da DSNS Art. Eduardo Simões assina a produção, com coprodução de Val Santos e Alan Wallace. Val Santos também é responsável pela mixagem e masterização, enquanto o lyric video foi produzido por Wanderley Perna.

“Archetypes” está disponível nas principais plataformas de streaming. Confira o lyric video em https://youtu.be/p9qim49K5h0

Streaming: https://distrokid.com/hyperfollow/nineredmoons/archetypes
Spotify: https://open.spotify.com/track/5jZdgl8NFdqXXCsW4NkypF

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Atakhama apresenta versão de ‘Beyond the Realms of Death’, do Judas Priest

Crédito: Telma Alcanto Gallardo

Segundo o vocalista Eric Galdyanz, a escolha da faixa também dialoga com a proposta lírica apresentada no álbum de estreia, “Time” (2025)

A banda internacional de heavy/power metal Atakhama apresenta seu novo single, uma releitura de “Beyond the Realms of Death”, clássico do Judas Priest lançado no álbum “Stained Class” (1978). “É uma das músicas mais emocionantes da carreira do Priest! A letra retrata alguém que, após enfrentar rejeição, solidão e dor emocional, acaba se refugiando em um estado mental do qual não consegue mais sair”, explica Eric Galdyanz.
 
Segundo o vocalista, a escolha da faixa também dialoga com a proposta lírica apresentada no álbum de estreia, “Time”. “Algumas músicas do disco exploram conflitos humanos semelhantes. ‘Ashes’ mergulha na dor do exílio e no difícil caminho do perdão; ‘Chains’ aborda a prisão emocional ao passado e a vulnerabilidade diante de falsas promessas; e ‘No Longer a Blind’ fala sobre o rompimento de vínculos com pessoas que se revelam diferentes daquilo que aparentavam. Sempre buscamos escrever sobre experiências humanas e suas consequências emocionais”, completa.
 
“Time”, lançado no final de 2025, reuniu Eric Galdyanz (vocal), Raphael Mattos (guitarra e baixo), Fabio Buitvidas (bateria), além da participação especial do baixista sueco Magnus Rosén. Atualmente, a banda conta com Eric Galdyanz, Raphael Mattos, Fabio Buitvidas e Vladi Melander no baixo. O álbum reúne onze faixas que exploram temas profundamente humanos, tendo o tempo como eixo central da narrativa. As letras, assinadas por Eric Galdyanz, abordam questões como superação, exílio, desigualdade, manipulação, relações pessoais, consciência ambiental e a necessidade de abandonar o rancor diante da brevidade da vida. A faixa-título sintetiza essa proposta ao destacar a importância de aproveitar o tempo em vez de alimentar mágoas e desânimo.

Confira a versão de “Beyond the Realms of Death”, do Judas Priest em https://youtu.be/vFgD52uOdBs
 
“Time” está disponível nas principais plataformas de streaming. Ouça no Spotify: https://open.spotify.com/intl-es/artist/1haXBnlEVPTkOWGHF5eR6o
 
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OS MÚSICOS
Raphael Mattos é guitarrista, compositor e um dos idealizadores da Atakhama. Tornou-se conhecido internacionalmente com a Shadowside, realizando turnês pelo Brasil, Europa e Estados Unidos ao lado de Helloween, Gamma Ray, W.A.S.P. e Anvil, além de dividir palco com Iron Maiden, Sepultura e Angra. Em “Time”, assina todas as composições, participa dos arranjos e imprime influências de Steve Vai, Steve Morse e Zakk Wylde à identidade musical do álbum.
 
Fabio Buitvidas atua profissionalmente na música desde os 14 anos como baterista, produtor musical e engenheiro de gravação. Ao longo da carreira integrou bandas como Shadowside, Engrave, Pastore, Magnus Rosén Trio e Vanglória, além de acompanhar Fafá de Belém por mais de três décadas. Em Time, responde pela bateria, pelos arranjos e por toda a produção, gravação, mixagem e masterização realizadas no Estúdio 82, em São Paulo.
 
Eric Galdyanz desenvolveu sua trajetória entre Brasil e Chile, participando de bandas como Acid Storm, Skyscrapper, Croskill, Mig 25, Engrave, Edel Weiss e Track. No início dos anos 2000 retornou ao Chile, onde participou da banda oficial de covers do Dream Theater, gravou o álbum “Fight in the Sky” com a Cathalepsy, lançou um DVD ao vivo e um EP em espanhol com a Alquimia, além de colaborar com diversos artistas da América Latina.
 
Vladi Melander iniciou sua trajetória musical aos 12 anos estudando violão clássico e, posteriormente, passou a dominar baixo, guitarra e outros instrumentos de cordas. Formado em Música pela Universidade de São Paulo, construiu sólida carreira como instrumentista e foi premiado no Projeto Nascente e no Concurso Souza Lima. Atualmente integra a Atakhama, contribuindo com sua formação erudita e versatilidade para fortalecer a identidade musical da banda.

Inferno Nuclear confirma lançamento de ‘Amazônia em Chamas’ na Europa

Crédito: Marcos Scaglione

Gravadora alemã Witches Brew leva “Amazônia em Chamas” ao mercado europeu preservando conceito original em português integralmente

A gravadora alemã Witches Brew anunciou o lançamento de “Amazônia em Chamas”, mais recente álbum da banda brasileira de thrash metal Inferno Nuclear. A edição europeia preserva integralmente o conceito original lançado no Brasil. A Witches Brew optou por manter a arte, a ficha técnica e todas as letras em português no encarte, valorizando a identidade da banda e reforçando a autenticidade do trabalho apresentado ao público internacional.

“É muito satisfatório ver nosso álbum chegar às terras germânicas com toda a autenticidade do formato lançado no Brasil. Dessa forma, quebramos esse paradigma de que fazer metal cantado em português não agrega valor para os gringos ou que somente as bandas que cantam em inglês conseguem fazer parcerias com gravadoras de fora do Brasil”, afirma o vocalista Wellington Freitas.

Em “Amazônia em Chamas”, o Inferno Nuclear reafirma sua proposta de executar um thrash metal pesado, rápido, agressivo e atemporal, inspirado na velha escola dos anos 1980. A sonoridade remete a bandas como Vio-Lence, Exodus, Testament, Metallica e Sepultura, sem abrir mão de uma identidade própria. As composições abordam temas como destruição ambiental, condição humana, racismo, fanatismo religioso, violência, guerra e injustiça social.

Fundado em Belém (PA), em 2006, durante o ressurgimento mundial do thrash metal, o Inferno Nuclear é atualmente radicado em São Paulo e formado por Wellington Freitas (vocal), Leonardo Garcia (guitarra), Leandro Kronnos (baixo) e Marcos Luz (bateria).

O CD físico já está disponível para compra antecipada nos sites da gravadora e em sua página no Bandcamp.

Sites relacionados:
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https://witchesbrewthrashes.bandcamp.com

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Contato para shows: (11) 985443143
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Veja o videoclipe de “Antirracista”, dirigido por Marcos Scaglione, em https://youtu.be/z62VLxK1LE0

Inventtor lança novo álbum, ‘Senhor da Obsessão’, e clipe de ‘Broken’

Crédito: Bruno Paraguay

“Senhor da Obsessão” tem lançamento através de uma parceria com os selos Voice Music e Classic Metal

A banda mineira de death/doom Inventtor, que conta com Alan Souza (vocal e bateria) e Tony Lessa (baixo), apresenta o novo álbum, “Senhor da Obsessão”, acompanhado do single/clipe de “Broken”, que traz a participação da vocalista Nienna (Paradise in Flames). Gravado em Nova Lima (MG), produzido e mixado por André Damien, que também registrou as guitarras e teclados, “Senhor da Obsessão” traz arte de capa assinada por Fernando Lima e tem lançamento através de uma parceria com os selos Voice Music e Classic Metal.
 
Ao longo das oito faixas, das quais quatro contam com singles/vídeos, a obra conduz o ouvinte por uma reflexão sobre responsabilidade individual, defendendo que cada pessoa é a única responsável por seus próprios atos. As composições abordam as marcas deixadas pela doutrinação religiosa e fazem uma crítica contundente ao que a banda define como o “terrorista psicológico” da religião, sendo a figura que manipula a fé por meio da culpa e do medo como instrumento de controle.
 
“Broken”, lançada em videoclipe e que conta com a participação de Nienna (Paradise in Flames), representa o momento em que a psique finalmente sucumbe ao peso constante da opressão. Estar “quebrado” significa perder completamente a individualidade, tornando-se apenas um reflexo dócil e facilmente manipulável. “A música evidencia o objetivo final dos tiranos e falsos profetas: destruir o pensamento crítico até que a própria escravidão seja confundida com proteção ou liberdade”, explica Alan Souza. “A voz e a entrega de Nienna trouxeram uma camada absurda de peso e atmosfera para ‘Broken’. A parceria deu uma liga perfeita com o som e elevou a faixa a outro patamar, trazendo uma energia única para o álbum”, acrescenta.
 
Segundo o baixista Tony Lessa, lançar “Senhor da Obsessão” é um marco para a Inventtor. “Se em nosso debut nós pavimentamos o caminho na escuridão, neste novo álbum mergulhamos sem medo nas camadas mais profundas da mente humana”, avalia. “Conseguimos traduzir em música o peso espiritual, a crítica contra as amarras da manipulação religiosa e os tormentos da psique. É o trabalho mais maduro, denso e desafiador da nossa carreira até aqui e esperamos que todos possam sentir isso”, conclui o baixista.


Repertório:
1) In Absentia Dei
2) Senhor da Obsessão (clipe: https://youtu.be/fXTEhofvIls)
3) Além da Carne
4) Epicentro da Morte (clipe: https://youtu.be/7StjZCoZJOY)
5) Tortura
6) For Your Demons (clipe: https://youtu.be/CGM3nThHBUM)
7) Submerso
8) Broken (clipe: https://youtu.be/HHdwiQoAcEI)
 
Veja o clipe de “Broken”, produzido por Bruno Paraguay, em https://youtu.be/HHdwiQoAcEI
 
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Ouça o álbum no Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/5VXTkYLWpvs5Y8fEXwzto5
 
E-mail: inventtorband@gmail.com

Daron presta homenagem ao saudoso Ozzy Osbourne

Crédito: Thiago Drumond

Depois do single “Restos de Sol”, vocalista gaúcho apresenta sua versão de “I Just Want You”

Após lançar o single “Restos de Sol”, que evidenciou influências da atmosfera obscura e emocional de Ozzy Osbourne, o vocalista gaúcho Daron decidiu prestar uma homenagem ao eterno Madman gravando uma versão de “I Just Want You”. A música foi originalmente lançada no álbum “Ozzmosis” (1995), o sétimo trabalho da carreira solo do Príncipe das Trevas, falecido em 22 de julho de 2025.

“É o meu disco preferido do Ozzy, que sempre considerei o maior frontman de todos os tempos, tanto pela autenticidade quanto pela verdade que transmitia no palco. Quando assisti ao vídeo do Black Sabbath gravado em Paris, no início dos anos 1970, foi uma explosão na minha mente. Naquele momento pensei: ‘Quero ser igual a esse cara!'”, comentou Daron.

Ouça a versão de “I Just Want You” em https://youtu.be/byTv2vlJ9Cw

Daron segue em estúdio produzindo novas músicas ao lado de Gabriel Oliveira “Galo Cinza” (guitarra), Arthur Marques (baixo) e Tony Carpa (bateria). “Estou trabalhando intensamente em estúdio e preparando o terreno para o lançamento do próximo disco e uma turnê em 2027”, revela.

Natural de Santa Rosa/RS, Daron iniciou sua trajetória em 2013 ao fundar a banda Peixes Voadores, acumulando apresentações ao lado de nomes como Sepultura, Misfits, Marky Ramone e Michael Graves. O músico também excursionou com o Matanza em turnês nacionais. Em 2025, mudou-se para São Paulo para investir na carreira solo e, em 2026, já passou por casas como La Iglesia, Manifesto, The Metal Bar, House Of Legends e Fenda 365, além de lançar o single “O Cemitério”, inspirado na obra “Pet Sematary”, de Stephen King.

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Mãe Serpente explora peso e simbolismo em seu segundo álbum

Crédito: Ana Clara Barbosa

“Volume II – Fúria Sem Olhos” transita entre o stoner metal, doom metal, metal tradicional e hard rock setentista

Após dez anos construindo sua trajetória na cena underground de Minas Gerais, a Mãe Serpente apresenta seu segundo álbum, intitulado “Volume II – Fúria Sem Olhos”, marcando uma nova etapa na carreira do trio formado por Fernando Dias (vocal e guitarra), Mário Rodrigues (baixo) e Victor Espeschit (bateria). Com lançamento nas plataformas digitais, o álbum reúne oito composições que transitam entre o stoner metal, doom metal, heavy metal tradicional e hard rock dos anos 70. A gravação, mixagem e masterização do álbum foram realizadas no Audio One Studios por Alan Wallace, enquanto as vozes foram registradas no 415 Home Studio.

“Fúria Sem Olhos”, escolhida para abrir o repertório e também lançada como primeiro single, utiliza a fúria como impulso para romper a inércia. “Queríamos criar uma música que carregasse a força das grandes faixas de abertura do heavy metal. ‘Fúria Sem Olhos’ não perde tempo para mostrar sua identidade: ela transforma a fúria em uma força primordial, capaz de romper a inércia e impulsionar a mudança antes mesmo que exista qualquer julgamento”, explica Fernando Dias.

Confira o videoclipe de “Fúria Sem Olhos” em https://youtu.be/ckmVzc-vctY

Já a faixa “Rei Caçador” amplia o universo simbólico ao buscar inspiração em Oxóssi, orixá associado à caça, ao conhecimento e à prosperidade. “Apostamos em riffs cadenciados, estruturas mais extensas e uma atmosfera épica, inspirada no heavy metal e no black metal, para criar uma música que envolve o ouvinte”, destaca  Dias.

“O Distraído” volta o olhar para o cotidiano contemporâneo, acompanhando um personagem preso à repetição das tarefas diárias, vivendo uma rotina que remete ao mito de Sísifo reinterpretado pelo filósofo Albert Camus. “Mergulhamos no hard rock setentista, com riffs diretos e cheios de groove, inspirados por Tony Iommi, do Black Sabbath, e Leslie West, do Mountain”, descreve o vocalista e guitarrista.

“Rockceta” traz o lado mais descontraído da banda, enquanto “Somelier de Carniça” utiliza ironia e metáforas para criticar a submissão e a naturalização das desigualdades sociais. Já a faixa “Ferro e Sangue” explora o conflito entre dor emocional e física, com sutis influências do blues. “Vozes do Universo” traz uma atmosfera lenta, pesada e ritualística inspirada na Cabalá, enquanto a faixa-título “Mãe Serpente” encerra o álbum sintetizando todo o conceito da obra.

Ouça “Volume II – Fúria Sem Olhos” nas plataformas de streaming em https://offstep.link/261192051033

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Carceral: grupo instrumental de metal extremo apresenta álbum de estreia

Crédito: Divulgação

“Descending Reprisal”, que combina death/thrash metal e grindcore, está disponível nas plataformas de streaming

Carceral, grupo instrumental de metal extremo formado por Roberto Ortega e Hard Alexandre Christiani (guitarras), Victor Hormidas (baixo) e Daniel Moscardini (bateria), disponibilizou nas plataformas de streaming o álbum de estreia, “Descending Reprisal”. O trabalho, que combina death/thrash metal e grindcore, foi precedido pelos singles “Archaic Law” e “Hypnomachia”, além de playthroughs.

Formado em dezembro de 2024, o Carceral, que teve seu nome inspirado por leituras do poeta Augusto dos Anjos, passou mais de um ano dedicado exclusivamente à construção de sua estreia. “Descending Reprisal”, produzido por Roberto Ortega e Victor Hormidas, com mixagem e masterização de Samuel Bassani, conta com 24 faixas instrumentais. Musicalmente, o debut dialoga com a brutalidade e a técnica de bandas como Death, Kreator, Slayer, Morbid Angel, Dark Angel e Krisiun, mas desenvolve uma identidade própria ao colocar as guitarras e o baixo no centro da narrativa.

“Embora as composições sejam inspiradas em bandas como Death, Morbid Angel e Dark Angel, eu também quis capturar a atmosfera sinistra e dissonante de Voivod e Immolation. O objetivo nunca foi recriar esses sons, mas combinar a liberdade expressiva da música instrumental com a escuridão e a intensidade do metal extremo. Esperamos que ‘Descending Reprisal’ proporcione aos ouvintes uma experiência que seja, ao mesmo tempo, familiar e completamente nova”, declarou o fundador e guitarrista Roberto Ortega.

Além da introdução, criada por Pablo Greg, conhecido por seus trabalhos orquestrais para Edu Falaschi e Crypta, o projeto traz Vithor Moraes (Armiferum), que assina o design de som de duas faixas e uma futura versão orquestrada de “Of Searing and Perilous Abidance”. Já a arte da capa foi criada pelo russo Artem Demura, artista conceitual conhecido por seu trabalho nos games Lords Of The Fallen e Mortal Shell. A direção de arte e a criação de todo o encarte digital, também disponível para download em https://linktr.ee/carceralband, ficaram a cargo do designer gráfico Danilo Ferreira.

Ouça o álbum em https://youtu.be/c-rZTWELKD4

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OS MÚSICOS
Roberto Ortega é guitarrista, compositor e atuante na cena underground desde o início dos anos 2000. Integrou o Attack Force, idealizou o festival Abrigo Atômico e, desde 2024, dedica-se integralmente ao Carceral, sendo coprodutor de “Descending Reprisal”.

Hard Alexandre Christiani atua profissionalmente desde os anos 1990 e construiu uma carreira marcada por trabalhos ao lado de nomes como Tim “Ripper” Owens, Mark Boals, Nando Fernandes e Fábio Nestares. Além de guitarrista, é produtor musical, professor e consultor artístico, acumulando experiências em turnês internacionais, gravações e produções para artistas independentes e grandes marcas.

Victor Hormidas é multi-instrumentista e produtor musical de Brasília, com passagens por bandas como Coral de Espíritos, Degola, Fleshpyre e Tarrasque. Também é responsável pela produção de diversos álbuns da cena do Distrito Federal e foi homenageado pela Câmara Legislativa do DF por sua relevante contribuição ao desenvolvimento do rock e do metal na região.

Daniel Moscardini é baterista, produtor, professor e diretor do Instituto Daniel Moscardini (IDM), referência no ensino de bateria voltado ao rock e heavy metal. Com mais de 20 anos de carreira, lançou métodos e cursos especializados, realizou workshops em todo o Brasil, gravou com diversos artistas e, em 2026, ultrapassou a marca de 15 milhões de visualizações e 40 mil inscritos em seu canal no YouTube.

Ember Brick: segundo álbum ganha edição em vinil

Gravado em estúdio analógico Forest Lab, álbum “Ember Brick” ganha edição limitada em vinil com 150 cópias

O segundo álbum da banda Ember Brick, autointitulado, reúne 13 faixas e chega ao público em uma edição especial em vinil. O lançamento é independente e limitado a 150 cópias, realizado em parceria com os selos Melômano Discos, Undershows Records e Brado Discos. O trabalho foi gravado integralmente em formato analógico no estúdio Forest Lab e tem mixagem assinada por Lisciel Franco, reforçando a proposta sonora orgânica e fiel às gravações de época.

A banda paranaense, atualmente formada por Guilherme Marin, responsável pelo vocal, baixo e letras, André Borela na guitarra e Jean Gardinalli (Edu Falaschi) na bateria, foi criada em 2017 por um grupo de amigos e iniciou sua trajetória com uma gravação caseira em 2019, que originou a demo “Flying Money Machine”. Mesmo registrado no quintal da casa de um amigo em Maringá, o material serviu como impulso para a banda aprofundar as composições e buscar uma produção profissional. Em 2022, já com mudanças na formação, o grupo passou a contar com o guitarrista André Borela. Nesse período, foi ao Rio de Janeiro para gravar no estúdio de Lisciel Franco, conhecido pelo trabalho com gravações analógicas. O resultado foi o primeiro álbum de estúdio, “Smoke Some Bricks”, com nove faixas registradas em formato analógico.

O disco ampliou a visibilidade do grupo e abriu novas oportunidades no mercado. Este reconhecimento levou a um convite da Virgin Music do Brasil para um novo projeto no mesmo estúdio e com a mesma proposta de gravação. Dessa parceria nasceu o segundo álbum, “Ember Brick”, com 13 faixas e previsão de lançamento em vinil.

Musicalmente, o som do Ember Brick costuma ser classificado como stoner e doom metal, com influências de grunge e rock progressivo. A banda define sua sonoridade como uma mescla de referências que atravessam estilos distintos, com forte presença de elementos dos anos 1970, como Black Sabbath, Motörhead e Rush, combinados a influências mais modernas como Alice in Chains e Tool.

Para adquirir o material, acesse: https://melomano.com.br/produtos/ember-brick-ember-brick-2025-vinil-1yi7m/

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Downearth: projeto do baixista do Eminence lança novo single/clipe

Crédito: Divulgação

Formada por músicos experientes da cena de Belo Horizonte, banda combina elementos de metal alternativo, grunge, post rock e post metal

Criada em 2022, a banda Downearth, formada por Julimar Fernandes (vocal, Raising Conviction), Matheus Araujo (guitarra, Balla), Davidson Mainart (baixo, Eminence) e Samuel Bernardo (bateria, Paradise in Flames), tem como proposta desenvolver uma identidade sonora distinta dos projetos principais de cada músico.

Até o momento, o grupo lançou os singles “Legions”, “Absense” e “Tired”, combinando elementos de metal alternativo, grunge, post rock e post metal. O repertório traz composições densas, atmosféricas e pesadas, alternando melodias e momentos agressivos para abordar temas introspectivos, como existencialismo, questões sociais e as incertezas da humanidade.

“Tired” mergulha na exaustão moldada pelo tempo, pelas expectativas e pela entrega absoluta. A letra retrata a experiência de oferecer tudo o que se tem, doar até as últimas forças e, ainda assim, seguir contando os dias. É um relato honesto sobre o peso de despejar a própria alma na música e na arte, convivendo com a constante sensação de que nenhum esforço parece suficiente. “A letra traduz o desgaste da mente criativa, presa em um ciclo implacável no qual o artista, mesmo completamente esgotado, simplesmente não consegue parar”, comenta Julimar Fernandes.

A narrativa ganha ainda mais força ao ser costurada por uma metáfora sobre a devoção a uma fé cega. “A entrega à arte passa a se confundir com a submissão a uma força que exige sacrifícios contínuos, sempre cobrando mais, mas raramente se mostrando concreta o bastante para justificar tamanha dedicação”, detalha o vocalista.

Com uma sonoridade significativamente mais agressiva do que a apresentada nos lançamentos anteriores, “Tired” revela a faceta mais pesada da banda. Riffs dissonantes, guitarras sujas e vocais carregados de desespero transformam a música em um verdadeiro prato cheio para quem aprecia um som intenso, caótico e visceral.

Confira o videoclipe “Tired”, dirigido e editado por Davidson Mainart em https://youtu.be/m9UhJqyxYac

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Redstain lança ‘Let The Blood Prevail’ e amplia discurso crítico

Crédito: Divulgação

A banda paulistana Redstain apresenta o novo álbum, “Let The Blood Prevail”, que conta com sete faixas e reforça a sua identidade no thrash metal. O título surgiu a partir de “War on Putin”, uma das inéditas do repertório, e funciona como um manifesto crítico sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia. A proposta do grupo formado por Eduardo Campos (vocal), Adriano Gattaz (guitarra), Guilherme Cerqueira (guitarra), Caio Brasil (baixo) e Sebastian Velásquez (bateria) amplia o tema para uma reflexão sobre a atuação de líderes mundiais que colocam interesses pessoais acima da vida da população. “É este conceito que conduz ‘Let The Blood Prevail’, um trabalho que aborda abusos de poder, conflitos cotidianos e a resistência do indivíduo diante de estruturas maiores”, explica Eduardo Campos.

O material foi gravado no estúdio Dual Noise (SP), com mixagem e masterização a cargo de Rogerio Wecko. Além de “War on Putin”, o sucessor de “Under Control” (2024) traz mais três composições inéditas: “Titan Slayer”, “Scream of Agenor” e “Blindspots”. O repertório também traz novas versões de “Futebol and Violence”, “Hunt You Down” e “No More Chance to Break”, originalmente lançadas no EP de estreia, “Hunt You Down” (2022), refletindo a evolução musical e a maturidade alcançada pela formação atual.

A faixa “Scream of Agenor”, lançada como single e lyric video, é baseada em uma história real. “Agenor era um morador de rua que vivia em frente ao colégio de um dos integrantes da banda. Uma figura aparentemente simpática, adorada pelas crianças, dava biscoito aos alunos na saída da aula. No fundo, escondia uma história sombria: havia matado a esposa a facadas. “A faixa ‘Scream of Agenor’ mergulha nessa dualidade humana: o invisível para a sociedade que carrega uma sombra; o gentil e o monstruoso convivendo no mesmo corpo”, detalha o vocalista. “Ela traz, inclusive, trechos em português que ancoram a narrativa na realidade urbana paulistana e amplificam o desconforto: o personagem está nas ruas que todo mundo cruza, todos os dias, sem ver”, completa.

Confira o lyric video de “Scream of Agenor” em https://youtu.be/c2fBSVC6UH4

Tracklist:
01. Blindspot
02. Scream of Agenor
03. Futebol & Violence (regravação)
04. Titan Slayer
05. Hunt You Down (regravação)
06. War on Putin
07. No More Chance (regravação)

Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/7GEVtnkL8OMWrlpPWSqrwd

Mídias sociais e plataformas de streaming: https://linktr.ee/redstainoficial

E-mail: redstain.banda@gmail.com

Cyberpunch lança ‘Immortan War’ e aprofunda crítica sobre poder e desigualdade

Crédito: Nanda Arantes

Single mescla thrash, heavy e metal industrial para discutir obsessão humana por imortalidade, poder, riqueza e controle social

A banda paulistana Cyberpunch formada por Netuno Balboa (vocal), Gabriel Henrique e Ruan Diego (guitarras), Eduardo Zedu Domingues (baixo) e Gabriel Gifoli (bateria), apresenta o novo single e videoclipe, “Immortan War”, que usa o universo de Mad Max como metáfora para discutir temas como poder, legado, desigualdade social e a busca humana por imortalidade. Inspirada na figura de Immortan Joe, personagem marcado pela obsessão por sucessão e domínio, a música propõe uma reflexão sobre estruturas de poder e subjugação que atravessam diferentes contextos históricos e sociais. “Ela nasceu da figura de Immortan Joe, mas fala muito sobre a obsessão humana por deixar legado, conquistar poder e perpetuar influência, muitas vezes às custas da desigualdade e da opressão social”, destaca o vocalista Netuno Balboa.

Musicalmente, “Immortan War” combina velocidade e peso do thrash metal, com influências diretas de Megadeth e Sepultura, além da tradicional cavalgada do heavy metal inspirada em Iron Maiden. O single ainda incorpora synths eletrônicos, timbres densos e vocais graves, criando uma atmosfera mais obscura próxima ao metal industrial. “A ideia foi unir agressividade, velocidade e peso com um refrão que tivesse força de hino e um breakdown pensado para incendiar o mosh pit”, afirma Netuno Balboa.

O single foi gravado no Zomer Records Studio (SP), com produção, gravação, mixagem e masterização de Pedro Zomer. A produção executiva ficou a cargo da Caverox Records.

Confira o videoclipe de “Immortan War”, dirigido e editado por Melissa Manighetti e que traz cenas de bastidores, shows e dos fãs, em https://youtu.be/-TophvXVMTM

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Metalmorphose resgata show na ‘Stressor Night 2012’

Foto: Cíntia Ventania

“Stressor Night 2012” traz registro raro de Leon Manssur (Apokalyptic Raids) nos vocais de “Complexo Urbano”

A veterana Metalmorphose, pioneira do metal brasileiro, segue preservando sua história através de uma série de vídeos ao vivo disponibilizados em seu canal no YouTube. Mesmo sem estar mais em atividade, a banda aposta em registros raros e carregados de valor documental para revisitar momentos importantes de sua trajetória.

Um dos novos lançamentos recupera a apresentação realizada na “Stressor Night 2012”, evento tradicional promovido pelo baterista André Delacroix, conhecido também como Stressor Ixtremuh ou Sargentão. A celebração aconteceu em 5 de janeiro de 2012, no Underground Cultural, reunindo shows do Metalmorphose e da banda de grindcore DAD, liderada pelo próprio baterista aniversariante.

Na ocasião, Tavinho Godoy (vocal), PP Cavalcante e Leon Manssur (guitarras), André Bighinzoli (baixo) e André Delacroix (bateria) executaram apenas quatro músicas: “Nosso Futuro”, “Complexo Urbano”, “Minha Droga é o Metal” e “Cavaleiro Negro”. “Apesar do repertório enxuto, a apresentação ficou marcada pela intensidade e pela atmosfera visceral do show”, resume o baixista André Bighinzoli.

A curiosidade histórica do registro é a participação do guitarrista Leon Manssur (Apokalyptic Raids) dividindo os vocais com Tavinho Godoy em “Complexo Urbano”. “Leon integrou a banda na fase do álbum ‘Máquina dos Sentidos’ e este é o único registro gravado conhecido dele interpretando a música ‘Complexo Urbano’, do ‘Ultimatum’ (1985)”, detalha Bighinzoli.

A gravação foi captada de forma simples, utilizando um minigravador da Boss, mas preserva com fidelidade a energia da apresentação e o espírito underground da época.

Confira o vídeo em https://youtu.be/rzItLxNwBog

Daron lança single introspectivo inspirado na atmosfera clássica de Ozzy Osbourne

Crédito: Maycon Avelino

“Restos de Sol” mergulha em autodescobrimento, consciência e libertação interior, inspirado pela estética emocional

O vocalista gaúcho Daron apresenta o novo single, “Restos de Sol”, acompanhado de um videoclipe gravado no Sensorial Lab, em Jundiaí/SP. A música traz influências da atmosfera obscura e emocional de Ozzy Osbourne, unindo peso, reflexão e elementos teatrais em uma composição cantada em português. “O single ‘Restos de Sol’ fala sobre enxergar além das ilusões e despertar uma nova consciência. É uma música muito pessoal, intensa e cheia de significado”, afirma Daron.

A faixa aborda temas como identidade, percepção e libertação interior, conduzindo o ouvinte por uma jornada introspectiva marcada por imagens poéticas e reflexões sobre antigas prisões mentais. Segundo o artista, a proposta é provocar uma travessia emocional e espiritual, mostrando que “mesmo após o desgaste, ainda existe uma chama capaz de iluminar o caminho”.

As gravações aconteceram no Sensorial Lab, em Jundiaí/SP, com instrumentos e vozes registrados pela atual formação da banda: Daron nos vocais, Gabriel Oliveira “Galo Cinza” na guitarra, Tony Carpa na bateria e Arthur Marques no baixo. A mixagem e masterização ficaram por conta de Nicolas Lira Gomes, enquanto a captação foi realizada por Rafael Rosa. A arte é assinada por Márcio Aranha e as fotos por Maycon Avelino.

Confira o videoclipe de “Restos de Sol”, com gravação, direção e edição de Maycon Avelino (Starship Vídeos), em https://youtu.be/AIh4Y5PaIj8

Natural de Santa Rosa/RS, Daron iniciou sua trajetória em 2013 ao fundar a banda Peixes Voadores, acumulando apresentações ao lado de nomes como Sepultura, Misfits, Marky Ramone e Michael Graves. O músico também excursionou com o Matanza em turnês nacionais. Em 2025, mudou-se para São Paulo para investir na carreira solo e, em 2026, já passou por casas como La Iglesia, Manifesto, The Metal Bar, House Of Legends e Fenda 365, além de lançar o single “O Cemitério”, inspirado na obra “Pet Sematary”, de Stephen King.

Neste ano, Daron segue em estúdio produzindo novas músicas e realizando shows pontuais para divulgar os singles lançados recentemente. “Este é apenas o começo de uma nova fase. Estou trabalhando intensamente em estúdio e preparando o terreno para o lançamento do próximo disco e uma turnê em 2027”, conclui.

Instagram: https://www.instagram.com/oficialdaron/

Spotify: https://open.spotify.com/album/7wjmpQPYxUzujfH3Uw4bZ1

Cromathia retoma atividades e lança single ‘Cycles of the Fall’

Crédito: Lyrian Oliveira

Novo single da banda curitibana traça um paralelo entre sociedades que atingem o auge, entram em decadência e renascem constantemente

Após alguns anos de hiato, a banda paranaense Cromathia anuncia sua volta às atividades e prepara uma nova fase marcada pelo lançamento do single “Cycles of the Fall”. Tendo Guga Rovel, do Sad Theory, como convidado no vocal, Osmar Ferreira e Marco Bueno (guitarras), Felipe Mata (baixo) e Thiago Mussi (bateria) registraram o novo material no Estúdio 2, em Curitiba, com produção de Vitor Meirelles, mixagem e masterização de Samuel Bassani.

O conceito de “Cycles of the Fall”, que ganhou um lyric video produzido por Jean Michel (DSNS ART), mergulha em uma reflexão sobre os ciclos históricos da humanidade, traçando um paralelo entre civilizações que evoluem, atingem o ápice, entram em decadência e inevitavelmente renascem. A letra aborda a repetição constante desses processos de ascensão e colapso, conectando o peso musical da banda a uma temática densa e existencial.

“O novo single, ‘Cycles of the Fall’, representa exatamente o momento da banda. Passamos por um período de silêncio, mas retornamos mais fortes, mais maduros e com ainda mais vontade de criar algo brutal e verdadeiro”, afirma o guitarrista Osmar Ferreira. “A música fala sobre destruição e reconstrução, algo que também vivemos dentro do próprio Cromathia”, acrescenta.

Confira o lyric video de “Cycles of the Fall” em https://youtu.be/isfgFsxBbXw

Fundada em 2003 por Osmar Ferreira (guitarra) e Thiago Mussi (bateria), a banda iniciou sua trajetória fortemente influenciada pelo heavy metal tradicional. Com o passar do tempo, no entanto, o grupo encontrou sua verdadeira identidade ao mergulhar na agressividade do thrash e do death metal, consolidando um estilo técnico, pesado e obscuro.

Os primeiros registros vieram com a demo “Age of Shades” (2004) e o EP “Souls of Purgatory” (2009), trabalhos que ajudaram o nome do Cromathia a ganhar reconhecimento no underground. Já em 2016, o grupo lançou o álbum “Another Day of Torment”, considerado um marco em sua discografia por apresentar uma sonoridade moderna, extrema e conceitualmente profunda.

“A ideia é manter toda a agressividade que sempre caracterizou o Cromathia, mas com uma abordagem ainda mais madura e intensa”, comenta Thiago Mussi. “Estamos preparando algo extremamente pesado para os fãs e esse é apenas o começo.”

Site relacionado: www.cromathia.com
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