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Nuclear Warfare lança clipe de ‘United By Thrash’ e anuncia nova turnê europeia

Crédito: Maycon Avelino

Clipe foi gravado em shows na Polônia e antecipa turnê europeia divulgando “All Hail To The Liberator”

A banda alemã de thrash metal Nuclear Warfare, formada por Fritz (vocal e baixo), Listl (guitarra) e o baterista brasileiro Alexandre “Xandão” Brito (ex-Andralls), disponibilizou o videoclipe de “United By Thrash”, segundo single do novo álbum, “All Hail To The Liberator”, lançado pela MDD Records. O vídeo foi dirigido por Maycon Avelino, da Starship Videos, com imagens captadas por Uappa Terror durante apresentações realizadas na Polônia na turnê de “Lobotomy” (2020).

“Esta faixa celebra a união do grupo, a amizade e a força coletiva que nos mantém firmes na missão de fazer o que amamos: thrash metal”, destaca Xandão Brito. “É, sem dúvida, uma candidata natural a clássico da banda. O refrão, contagiante, convida o público a cantar, reforçando seu potencial ao vivo”, completa.

Gravado no Dual Noise Studio, em São Paulo, com produção de Rogério Wecko, “All Hail To The Liberator” reúne nove faixas inéditas que exploram diferentes nuances do estilo. O grupo mantém em seu novo trabalho a forte influência do thrash metal alemão dos anos 1980, somada a elementos da Bay Area, equilibrando agressividade, melodia e uma abordagem old school.

O Nuclear Warfare irá embarcar para uma extensa turnê europeia ao lado da banda indiana Chaos. Serão 20 datas, começando no dia 7 de maio, passando por países como Portugal, Espanha, França, Alemanha, Bélgica, Holanda e Suíça.

Confira o videoclipe de “United By Thrash” em https://youtu.be/u3bkRi4GsjM

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UNITED BY THRASH EUROPEAN TOUR 2026 – SPRING CAMPAIGN
07/05 – Loulé, Portugal
08/05 – Castelo Branco, Portugal
09/05 – Covilhã, Portugal
10/05 – Vigo, Espanha
12/05 – Ourense, Espanha
13/05 – Sarria, Espanha
14/05 – Unquera, Espanha
15/05 – Valladolid, Espanha
16/05 – Vic, Espanha
17/05 – Zaragoza, Espanha
19/05 – Bordeaux, França
20/05 – Lleida, Espanha
21/05 – Montpellier, França
22/05 – Heilbronn, Alemanha
23/05 – Amsterdã, Holanda
24/05 – Ieper, Bélgica
19/06 – Montreux, Suíça
20/06 – Biel, Suíça
21/06 – Nürnberg, Alemanha
22/06 – Bamberg, Alemanha

OverDose lança novo single e dá detalhes do show no Bangers Open Air

Crédito: Iana Domingos

“Cybernetic Algorithms” mescla thrash, groove e elementos experimentais

A banda mineira OverDose, formada atualmente por Victor Santos (vocal), Cláudio David e Diego Quites (guitarras), Filipe Duarte (baixo) e Tiago Vitek (bateria), apresenta seu novo single, “Cybernetic Algorithms”, que traz arte de capa criada por Fernando Lima. A faixa aborda a relação conflituosa entre o ser humano e a tecnologia em um cenário de crescente digitalização, retratando um indivíduo marcado por frustração, isolamento e sensação de insignificância diante de sistemas automatizados que influenciam comportamentos e emoções.

Segundo Cláudio David, responsável pela composição e letra, a música propõe uma reflexão sobre o impacto da tecnologia na identidade humana. “A letra de ‘Cybernetic Algorithms’ fala sobre como o ser humano vem perdendo valor e identidade diante de sistemas automatizados que moldam pensamentos e emoções, reduzindo tudo a algoritmos”, afirmou.

Musicalmente, a faixa combina diferentes influências dentro do metal. A composição traz elementos de bateria inspirados em escola de samba, referências à música erudita e influências de industrial, mantendo o peso característico do thrash e do groove presentes na trajetória do grupo. “A gente buscou misturar várias linguagens, incluindo elementos de música brasileira e erudita, mas sem perder a essência pesada do OverDose”, acrescentou Cláudio David.

Confira o single em https://youtu.be/bko2pdndWck

Além do lançamento, a banda será uma das atrações do festival Bangers Open Air 2026 e se apresenta no sábado, dia 25 de abril. O show marca o retorno do grupo mineiro aos grandes festivais e à capital paulista. “Estamos com uma expectativa muito grande para esse show, que marca nosso retorno aos grandes festivais e a São Paulo. Preparamos um repertório que contempla fãs antigos e novos, com clássicos e músicas recentes”, revelou Cláudio David.

O setlist deve incluir faixas como “Anjos do Apocalipse”, “Progress of Decadence” e “Zombie Factory”, além de singles recentes como “Século XXI” e “João Sem Terra”. A banda também prepara a execução de “Violence”, música que não é apresentada ao vivo há cerca de 20 anos. “Resgatamos ‘Violence’ especialmente para o festival, pois é uma música que não tocamos há duas décadas e que tem um peso histórico importante para nós”, concluiu.

Ouça o single no Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/00iUKlNyywCIBhMcfkFQ42

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5 to Rock: F1 e crossover com Hänz Hazard (Niki Lauda Firefighters)

Vocalista Hänz Hazard detalha influências da Fórmula 1 no nome e na estética de palco da banda Niki Lauda Firefighters

No 5 to Rock, quadro do canal do YouTube do jornalista Ricardo Batalha, o vocalista alemão Hänz Hazard, da banda de thrashcore Niki Lauda Firefighters, que recentemente fez uma turnê pelo Brasil, falou sobre o nome, a estética no palco e a influência da Fórmula 1. Ele, inclusive, abordou o contraste entre o filme Rush (2013), que opõe Niki Lauda e James Hunt como símbolos de controle e velocidade na construção de um som rápido, cru e direto.

Hänz também falou sobre sua trajetória em outras bandas, como M.V.D. (Mundus Vult Decipi), Tankobot, e Reactory. Já a faixa “Tiktoks from the Trenches” puxa o debate sobre redes sociais e a banalização de temas como guerra e sofrimento.

Confira este episódio sem freio, entre atitude, crítica e velocidade em https://youtu.be/GtFZ5v6o42Q

No More Death revela capa e repertório do novo álbum, ‘Last Caesar’

Crédito: Alan Luiz da Silva

“Last Caesar” traz atmosfera agressiva e sombria, conduzindo ouvinte a intensa viagem no tempo aos últimos anos da Era humana

O No More Death, projeto do vocalista e guitarrista Tiago Torres (ex-Mad Dragzter), apresenta a capa e o repertório do segundo álbum, “Last Caesar”, sucessor do debut “The Death Is Dead”, que foi bem recebido no cenário mundial e consolidou o nome do projeto entre os novos expoentes do thrash metal.

“Last Caesar” será uma continuação direta de “The Death Is Dead”, conduzindo o ouvinte a uma viagem no tempo até os últimos anos da Era humana. O debut representa o início das eras e da humanidade, enquanto o segundo trabalho explora seu período final, marcado por um cenário sombrio e de destruição. O novo disco apresenta uma sonoridade mais agressiva, sombria e técnica, com fortes influências de Slayer, Testament e Exodus, além da possibilidade de incluir elementos inesperados, como uma balada pesada.

Assim como “The Death Is Dead”, “Last Caesar” contará com coprodução de Demis Kohler, responsável pela engenharia de som, timbres, mixagem, masterização e gravação de todos os solos de guitarra. Já a arte de capa ficou a cargo de Jean Michel (DSNS Art), que já trabalhou para Metal Church, Queensrÿche, Michael Sweet e outros.

“Last Caesar” estará disponível nas plataformas digitais em julho, enquanto o CD físico será lançado em agosto simultaneamente no Brasil, de forma independente, e nos Estados Unidos e resto do mundo pela ROXX Records. Já o videoclipe pós-lançamento vai ser da faixa-título, “Last Caesar”.

Repertório:
I – Last Caesar
II – Apostasy
III – Fake Peace
IV – Merchants of Faith
V – 2077
VI – Coach from Hell
VII – Ear with an Awl
VIII – Pride, Destruction, Extinction

Conheça “The Death Is Dead” em https://open.spotify.com/intl-pt/artist/7EJ6pr0QLxA2mR0B8c8uFZ

Lyric video de “The Death is Dead” em https://youtu.be/zg0Fg8JOl0c

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Metalmorphose eterniza apresentação histórica no interior paulista

Foto: André Smirnoff

Registro de 2009 resgata show do Metalmorphose em Jundiaí, onde limitações técnicas deram lugar à energia, memória e conexão com fãs

Metalmorphose, banda pioneira do metal brasileiro, não está mais ativa, mas promove o lançamento de uma série de vídeos ao vivo em seu canal no YouTube. A proposta parte do conceito de arquivo documental, reunindo registros com valor histórico e sentimental. Em agosto de 2009, a banda carioca, então formada por Tavinho Godoy (vocal), Mario Sevciuc (guitarra), André Bighinzoli (baixo) e André Delacroix (bateria), vivia um momento de empolgação após retornar aos palcos em junho daquele ano, depois de 25 anos.

Em julho, André Bighinzoli foi a São Paulo e procurou o guitarrista Ricardo Micka Michaelis (Santuário, Naja, Extravaganza), idealizador do documentário Brasil Heavy Metal. Embora o material do filme já estivesse finalizado, surgiu a oportunidade de o Metalmorphose participar com a faixa “Luta” no CD. Micka também convidou a banda para um show de divulgação ao lado de Salário Mínimo e Volkana, no Heavy Rock Revival 4, produzido por Ricardo Batalha.

Para viabilizar a viagem, Bighinzoli conseguiu uma segunda apresentação no dia seguinte, em Jundiaí, no Metal Till Death. A chegada à cidade, após o show em São Paulo, foi marcada por baixa expectativa. No Bar do Bilé, a estrutura era limitada, com palco pequeno, som precário e sem iluminação adequada. Mesas de bilhar foram improvisadas para abrir espaço ao público e o baterista André Delacroix tocou sentado em um engradado de cerveja. “Quando perguntamos se o pessoal estava empolgado, a resposta de um cara na porta foi ‘o que sobrou tá aí'”, recorda Bighinzoli.

Apesar do cenário, a resposta foi surpreendente. O público presente demonstrou entusiasmo e cantou músicas antigas com intensidade, criando um ambiente de forte conexão. A banda, afiada, respondeu com uma apresentação energética. “O que me impressionou e me empolgou muito foi ver aquela galera cantando aquelas músicas que nunca tinham sido lançadas em CD. Tocamos material do Ultimatum (1985) e também da nossa demo de 86 que nunca tinha saído da gaveta. Você vê naquele vídeo que está todo mundo se divertindo muito, muitos sorrisos, muita energia boa. Até a Marielle Loyola (Volkana) estava lá curtindo”, conclui André Bighinzoli.

Confira o vídeo capturado por Rodrigo Poppe em https://youtu.be/3scL8OYWiHg

Alexandre de Orio integra turnê de 40 anos de ‘Cabeça Dinossauro’ com os Titãs

Ex-Claustrofobia assume guitarras dos Titãs em turnê histórica e reforça sonoridade pesada do álbum “Cabeça Dinossauro”

O músico Alexandre de Orio, ex-guitarrista do Claustrofobia, participa da turnê de 40 anos do álbum “Cabeça Dinossauro” ao lado dos Titãs, com Sérgio Britto, Tony Bellotto e Branco Mello. A estreia da turnê ocorreu no último sábado, 28 de março, no Espaço Unimed, em São Paulo.

O show apresenta o clássico “Cabeça Dinossauro” na íntegra e na ordem original. Em um segundo momento, o repertório reúne músicas mais pesadas e sucessos mais voltados ao rock, sem incluir baladas, resultando em uma apresentação com sonoridade mais intensa. Durante a execução do disco, Orio utilizou uma guitarra personalizada com a arte da capa do álbum, contribuindo para o visual do palco.

“Pra mim, é um privilégio e uma honra enormes estar fazendo parte dessa turnê de 40 anos do ‘Cabeça Dinossauro’. Nessas horas, a gente percebe como a vida é realmente muito louca! Lembro de, ainda criança, cantar músicas como ‘Bichos Escrotos’ – fazendo o backing vocal junto e gritando o palavrão –, ‘Homem Primata’ e ‘AAUU’… E agora estou no palco com os caras, celebrando esse álbum tão importante e emblemático”, declarou Alexandre de Orio. “A estreia em São Paulo foi sensacional! Aproveito para agradecer publicamente ao Britto, Tony, Branco, Beto, Mário, a toda a equipe do Titãs e a todos os fãs da banda, que me receberam de braços abertos”, completou.

Lançado em 1986, “Cabeça Dinossauro” é considerado um dos trabalhos mais importantes do rock brasileiro. Orio já vinha tocando com os Titãs ao longo de 2025, substituindo Tony Bellotto. Na atual turnê, a formação conta com três guitarras, com Bellotto, Beto Lee e Orio, além de Mario Fabre (bateria), Sérgio Britto e Branco Mello, reforçando a proposta sonora mais crua e pesada do disco, marcada por influências punk e arranjos com camadas de guitarras.

Alexandre de Orio assumiu a guitarra da banda durante o afastamento temporário de Tony Bellotto, após ter sido diagnosticado com um tumor no pâncreas. Em certo momento do show no Espaço Unimed, Bellotto até homenageou o médico Marcel Cerqueira Cesar Machado, que o operou.

Além da atuação com os Titãs, o guitarrista mantém uma trajetória diversificada. Ele integra o projeto solo de Sérgio Britto, participa do Quarteto de Guitarras Kroma e desenvolve trabalhos ligados ao gypsy jazz, além de colaborações com orquestras como a OSESP e o Theatro São Pedro. No campo acadêmico, Orio também atua como professor e coordenador na Play Music School, além de lecionar na pós-graduação da Faculdade Santa Marcelina, no curso de rock. O músico já foi convidado para ensinar na Swarnabhoomi Academy of Music, na Índia, e desenvolve projetos educacionais, incluindo um livro que combina ritmos brasileiros com rock e heavy metal e um jogo de tabuleiro voltado ao ensino de instrumentos de cordas, “The String Game”.

TURNÊ 40 ANOS CABEÇA DINOSSAURO – Datas confirmadas:
28/03 – São Paulo/SP – Espaço Unimed
25/04 – Belo Horizonte/MG – Befly Hall
09/05 – Rio De Janeiro/RJ – Qualistage
18/07 – Curitiba/PR – Igloo Super Hall
Ingressos em eventim.com.br

Instagram:
https://www.instagram.com/alexandredeorio/
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YouTube: youtube.com/alexandredeorio

Sarcasmo lança o single ‘Sombras da Tentação’

Inspirado em história trágica em um monastério, letra aborda desejo e culpa na relação proibida entre um jovem padre e uma noviça

Crédito: Felipe Cavalieri

A banda mineira Sarcasmo apresenta o novo single e clipe, “Sombras da Tentação”, que traz uma narrativa sombria ambientada em um monastério. A letra conta a história de um jovem padre que acaba sucumbindo às tentações e aos próprios desejos ao se envolver com uma noviça, considerada a mais bela do convento.

“Sombras da Tentação” reuniu Germano Rocha (guitarra e vocal), Tom Leandro (guitarra solo), Hanysz (teclados, sintetizadores, corais, orquestra e também guitarra solo), além de Felipe Andreoli (Angra, Matanza Ritual) no baixo e Maurício Weimar (Extreme Drums) na bateria. A produção do single, que teve a arte da capa criada por João Duarte, foi realizada por Alan Wallace (Eminence) no Audio One Studios, em Belo Horizonte.

Na trama retratada na letra, a jovem freira costumava se confessar com o padre, revelando conflitos internos e desejos carnais. A proximidade entre os dois acaba ultrapassando os limites da fé e evolui para um relacionamento amoroso proibido dentro do ambiente religioso. Consumido por seus tormentos mentais e pela culpa provocada pelo envolvimento, o padre entra em um processo de desequilíbrio psicológico que conduz a história a um desfecho trágico: ele acaba matando a jovem e, em seguida, tira a própria vida.

Confira o videoclipe de “Sombras da Tentação”, filmado e dirigido por Felipe Cavalieri, em https://youtu.be/4EfTXb5pUiU

Formado em 1993 por Germano Rocha, Oto Alvarenga e Glauco Mendes, o Sarcasmo se destacou no underground com thrash e death metal, lançando cinco demos nos anos 90 e os álbuns “Seed of End” (2002) e “Metal Morte” (2008). Após parar as atividades em 2011 para enfrentar problemas com álcool e drogas, Germano retomou o projeto anos depois e, em 2022, voltou a trabalhar no terceiro álbum, “Mundo In Mundo”, marcado pela superação e pela homenagem ao baixista Oto Alvarenga. A formação atual traz, além de Germano Rocha e Tom Leandro, o baixista Ronan Rocha e o baterista João Paulo.

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Melômano Discos relança ‘Journey to the Centre of the Eye’ do Nektar em vinil

Relançamento vem nas opções splatter e vinil preto e capa dupla com encarte em português com texto de Bruno Ascari

“Journey to the Centre of the Eye”, álbum de estreia lançado em 1971 pela banda inglesa de rock progressivo Nektar, ganha agora um relançamento em vinil pela Melômano Discos. A edição chega ao público nas versões splatter e vinil preto, ambas em capa dupla, acompanhadas de encarte em português com texto assinado por Bruno Ascari. Concebido como uma ópera espacial de 42 minutos, o álbum se apresenta como uma peça musical única e contínua. Trata-se de um trabalho conceitual em que todas as faixas se interligam para narrar a jornada cósmica de um astronauta rumo a Saturno, tendo como pano de fundo a iminência de uma guerra nuclear na Terra. O disco foi amplamente testado ao vivo antes da gravação e registrado praticamente de forma direta no Dierks Studios, preservando a fluidez e a intensidade da execução integral.

A narrativa acompanha o astronauta interceptado por alienígenas, que o convidam a viver em outra galáxia. Ao aceitar, ele passa por uma profunda expansão de consciência, abandona a visão física e entra em contato com o “Olho Que Tudo Vê”, tornando-se parte dele. Essa jornada espiritual e psicológica culmina em um retorno solitário ao espaço, onde ele observa a Terra se autodestruindo, reforçando o caráter filosófico e existencial da obra.

Musicalmente, o álbum transita com elegância entre atmosferas cósmicas, tensas, melancólicas e grandiosas, explorando sutis variações de clima, colagens sonoras e passagens instrumentais de forte impacto. Destacam-se os teclados, o órgão e o Mellotron, em diálogo expressivo com a guitarra e os efeitos vocais, recursos que ajudam a dar forma às personagens e às sensações que permeiam a narrativa.

Curiosamente, embora britânica, a banda Nektar foi formada em Hamburgo (ALE) em 1969, o mesmo ano em que o homem chegou à Lua. Assim, inserido em um contexto histórico em que o fascínio pelo espaço alcançava seu auge, impulsionado pelo sucesso da missão Apollo 11, o álbum absorve e traduz esse espírito de exploração e deslumbramento cósmico. Como foi pensado para ser ouvido do início ao fim, “Journey to the Centre of the Eye” entrega uma experiência imersiva, unindo rock progressivo, psicodelia e narrativa sci-fi. Trata-se de uma única viagem sonora criada por Roye Albrighton (guitarra e vocal principal), Derek “Mo” Moore (baixo, Mellotron e vocal), Ron Howden (bateria e percussão) e Allan “Taff” Freeman (teclados e vocal), além de Mich Brockett, responsável pela iluminação e peça fundamental na construção do impacto visual.

Para adquirir, acesse:
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D.R.I.: ‘Thrash Zone’ ganha relançamento em vinil pela Fuzz On Discos

Sucessor de “4 of a Kind” (1988) vem com tiragem de 300 cópias, remasterizado e com capa dupla exclusiva

Lançado originalmente em outubro de 1989 pela Metal Blade Records, “Thrash Zone” marcou o auge criativo e comercial do Dirty Rotten Imbeciles, consolidando a transição dos texanos do hardcore punk acelerado para um thrash metal mais técnico. O disco, quinto da discografia da banda, ganha agora um relançamento em vinil pela Fuzz On Discos, união dos selos AMM (All Music Matters), Melômano Discos e Neves Records, em tiragem de 300 cópias, remasterizado e com capa dupla exclusiva.

Se o terceiro trabalho, “Crossover” (1987), abriu as portas para a fusão do hardcore punk para o thrash e “4 of a Kind” (1988) já mostrava uma banda mais metal do que hardcore, “Thrash Zone” deixava as intenções explícitas no próprio título. Era thrash sem rodeios. E bastava a agulha tocar o vinil para que “Thrashard” funcionasse como manifesto sonoro, com riffs rápidos e firmes conduzidos por Spike Cassidy, baixo pulsante de John Menor e a bateria precisa de Felix Griffin, enquanto Kurt Brecht despejava seus vocais rasgados com mais clareza e controle do que nos primórdios da banda.

Produzido e mixado por Bill Metoyer, nome associado a Slayer, Hirax, Dark Angel e Cryptic Slaughter, entre outros, “Thrash Zone” evidencia a evolução técnica do grupo, com riffs mais elaborados, solos bem encaixados e mudanças de andamento que ampliam o impacto das composições. “Beneath the Wheel”, uma das mais conhecidas, combina velocidade e peso com uma ‘paradinha’ marcante, enquanto “Abduction” aposta em dinâmica e tensão crescente. O álbum ainda traz momentos de crítica social direta, como em “Gun Control” e “Labeled Uncurable”, reafirmando a postura contestadora que sempre esteve no DNA do grupo.

Impulsionado pelos videoclipes de “Beneath the Wheel” e “Abduction”, que conquistaram espaço na programação da MTV, especialmente no programa Headbangers Ball, “Thrash Zone” ampliou o alcance do D.R.I. para além do circuito underground e, a exemplo de “4 of a Kind”, marcou presença na Billboard 200, alcançando a posição 140. Lançado em um momento em que o crossover vivia seu auge, ao lado de nomes como Suicidal Tendencies, S.O.D., Corrosion of Conformity e Cryptic Slaughter, o álbum reafirmou o papel pioneiro do D.R.I. na consolidação do estilo e permanece como referência obrigatória quando o assunto é crossover thrash no fim dos anos 1980.

Para adquirir, acesse:
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5 to Rock: o OverDose já se chamou Sarcófago?

Cláudio David, guitarrista do OverDose, falou sobre seus 40 anos de história no metal brasileiro | Foto: Divulgação

No 5 to Rock, quadro do canal do YouTube do jornalista Ricardo Batalha, o guitarrista Cláudio David, um dos fundadores da banda mineira OverDose, falou sobre seus 40 anos de história no metal brasileiro. Nascido em 24 de janeiro de 1966, em Belo Horizonte, ele relembrou quando começou a ouvir metal e ressaltou o impacto decisivo do Kiss em sua formação musical e pessoal, influência que ajudou a despertar o fascínio pela guitarra.

O guitarrista ainda recordou um capítulo curioso da história do grupo: o fato de o OverDose ter utilizado o nome Sarcófago antes do registro oficial, posteriormente assumido por Wagner “Antichrist” Lamounier e transformado em símbolo do metal extremo global. Ao comentar a discografia, avaliou que a disposição para evoluir sempre foi parte da identidade da banda. Ele também falou sobre a retomada das atividades do OverDose em 2024.

Confira o 5 to Rock de Cláudio David em https://youtu.be/7YNpiS3xf88

No More Death: ‘The Death Is Dead’ lançado nos EUA

Crédito: Alan Luiz da Silva

Debut chega ao mercado norte-americano pela Roxx Records com distribuição global e amplia o alcance internacional do No More Death

O álbum de estreia do No More Death, “The Death Is Dead”, ganhou distribuição mundial a partir do lançamento nos Estados Unidos. O trabalho chegou ao mercado norte-americano no dia 30 de janeiro pela lendária Roxx Records, ampliando o alcance internacional do projeto idealizado pelo vocalista e guitarrista Tiago Torres (ex-Mad Dragzter).

Enquanto amplia sua presença internacional, o No More Death iniciou as gravações do segundo álbum, que será uma continuação direta de “The Death Is Dead”, propondo uma narrativa ambientada nos últimos anos da Era humana, descritos como um período sombrio e de destruição. Segundo Tiago Torres, o disco será mais agressivo, técnico e pesado, com influências de Slayer, Testament e Exodus, além da possibilidade de incluir uma balada pesada. A produção contará com coprodução de Demis Kohler, responsável pela engenharia de som, timbres, mixagem, masterização e gravação dos solos de guitarra.

Em meio à produção do novo álbum, o No More Death comemora os resultados de “The Death Is Dead”, que recebeu avaliações máximas em veículos especializados ao redor do mundo e figurou em listas de melhores do ano. “Entre os destaques está a presença nas listas da Roadie Crew, tanto na seleção da equipe da revista quanto na votação popular, com indicações nas categorias Melhor Álbum e Melhor Guitarrista”, comemora Tiago Torres.

Além disso, o projeto também expandiu sua atuação no mercado de produtos oficiais. Nos Estados Unidos, o merch foi lançado em parceria com a Anchor Merchandising, com distribuição mundial de camisetas, moletons, patches e pôsteres – confira em https://anchormerchandising.com/no-more-death/. No Brasil, a banda firmou parceria com a Heart Merch para disponibilizar CDs, camisetas e outros itens ao público nacional – veja em https://heartmerch.com.br/collections/no-more-death-1.

Assista ao lyric video de “The Death is Dead” em https://youtu.be/zg0Fg8JOl0c

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Sites relacionados:
Die Hard: https://www.diehard.com.br/
Roxx Records: Link: https://roxxrecords.com/collections/2019-releases/products/no-more-death-the-death-is-dead-cd-2026-ffo-bay-area-thrash-mrd-dragzter
 
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Nuclear Warfare lança clipe de ‘Nuclear War’

Crédito: Maycon Avelino/Startship

“Nuclear War” é o primeiro single de “All Hail To The Liberator”, que tem lançamento marcado para 19 de março pela MDD Records

A banda alemã de thrash metal Nuclear Warfare apresenta o videoclipe de “Nuclear War”, primeiro single e também música de abertura do novo álbum, “All Hail To The Liberator”, que chega ao mercado em 19 de março através da MDD Records.

Produzido por Maycon Avelino, da Starship Videos, o clipe aposta em cortes rápidos de câmera e uma estética com cores predominantes em vermelho, reforçando a atmosfera intensa da música. Segundo o baterista Alexandre “Xandão” Brito, o trabalho visual conseguiu traduzir com precisão a proposta estética da banda para esta nova fase. “Este primeiro single do álbum representa bem a vibe que o trabalho tem: um thrash metal visceral, com batidas rápidas, vocal gritado e um riff de guitarra que cola na mente logo na primeira escutada. Maycon Avelino conseguiu transmitir muito bem a estética que a banda queria mostrar, com cortes rápidos de câmera e um visual com cores puxadas para o vermelho”, detalhou.

Confira o videoclipe de “Nuclear War” em https://youtu.be/jRF2SZVvTyQ

“All Hail To The Liberator” sucede “Lobotomy”, lançado em 2020, e reforça o diálogo direto com o thrash metal alemão dos anos 1980, além de incorporar influências da Bay Area, sem abrir mão da identidade própria construída desde a fundação da banda em 2002, na cidade de Ludwigsburg. Com arte de capa assinada por Nestor Carrera, o novo trabalho traz nove faixas inéditas e apresenta uma sonoridade mais old school e pesada em relação aos discos anteriores, ao mesmo tempo em que amplia a presença de melodias. O álbum foi gravado, mixado e masterizado no Dual Noise Studio, em São Paulo, sob comando de Rogério Wecko, responsável por um resultado descrito como direto, orgânico e fiel à tradição do gênero.

O Nuclear Warfare consolidou seu nome no cenário com registros como a demo “First Strike” (2002), seguida pelo debut “War is Unleashed” (2004) e os álbuns “We Come in Peace” (2006), “God of Aggression” (2010), “Just Fucking Thrash” (2014), “Empowered by Hate” (2017) e “Lobotomy” (2020). Inspirado por nomes como Kreator, Sodom, Destruction, Slayer e Sepultura, o grupo mantém uma abordagem marcada por guitarras rápidas, baixo encorpado e bateria intensa, aliando tradição e atitude punk ao thrash metal clássico.

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Just Heroes lança novo single, ‘Forever’

Crédito: Jeff Marques

Grupo paulistano de heavy metal atualmente também prepara o primeiro full

O grupo paulistano de heavy metal Just Heroes, formado por Mr. Machine (vocal), Flavio Souza Jr. e Wander Cunha (guitarras), Fabio Gomes (baixo) e Marcus Castellani (bateria), apresenta seu novo single, “Forever”, mixado e masterizado por Rodrigo Oliveira, no Dharma Studios (SP). “O som é o puro heavy metal, que é a nossa base. Em contraste, a letra mais emotiva dialoga com sentimentos universais e mergulha profundamente nas emoções, falando sobre aquilo que permanece mesmo quando tudo ao redor parece mudar”, descreve Flavio Souza Jr.

Confira o single “Forever” em https://youtu.be/BTAJ5wgW1nM

Criada em 2023, a banda Just Heroes surgiu da paixão pela música pesada e da união de músicos talentosos de diferentes gerações, todos com o mesmo propósito de celebrar e manter vivo o verdadeiro heavy metal. Entre suas principais influências estão Judas Priest, Black Sabbath, Accept e outros grandes ícones do metal e rock clássico. Além do EP “Heroes” (2023), o grupo conta com outros singles nas plataformas digitais. “Entre os planos futuros estão mais um single e depois o álbum completo, que já estamos adiantados nas gravações”, conclui o guitarrista e mentor, Flavio Souza Jr.

Just Heroes no Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/3l6m9iuiIT4DuNKttFaCQZ

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Metalmorphose lança série de vídeos ao vivo e resgata show histórico no Roça’n’Roll

Foto: Cintia Ventania

Primeiro episódio traz apresentação no 15º Roça’n’Roll, em 2013, com repertório que mistura fase clássica e álbum Máquina dos Sentidos

Pioneira do metal brasileiro, a banda carioca Metalmorphose não está mais ativa, mas promove o lançamento de uma série de vídeos ao vivo em seu canal no YouTube. O primeiro da série é “Máquina ao Vivo”, registro completo da apresentação realizada no 15º Roça’n’Roll, em 1º de junho de 2013, em Varginha (MG).

Batizado comercialmente de “Máquina ao Vivo”, o vídeo traz a íntegra do show no festival mineiro Roça N’ Roll, quando o Metalmorphose promovia o álbum “Máquina dos Sentidos” (2012). A banda foi convidada para tocar no mesmo dia que o grupo alemão Grave Digger. Inicialmente escalado para se apresentar antes dos alemães, acabou fechando a noite após um atraso na programação. A mudança permitiu um set mais longo, fugindo do formato enxuto típico de festivais.

“Apesar de já termos realizado duas apresentações maio de 2013, uma no tradicional Calabouço, no Rio de Janeiro, e outra no Blackmore Bar, em São Paulo, aquele foi o primeiro grande show com Marcos Dantas, do Azul Limão, na formação oficial da banda”, recordou o baixista André Bighinzoli, um dos fundadores da banda.

Formado em 1983 e estreando no split “Ultimatum” (1985), o grupo retomou as atividades em 2008. Em 2010, lançou o DVD “Odisséia”, gravado no dia 21 de junho de 2009, quando o Metalmorphose se reuniu para uma apresentação antológica depois de 21 anos afastado dos palcos. O lançamentos seguintes foram a reedição em vinil de “Ultimatum” e “Maldição” (CD, 2009), com material da demo inédita 1986 e gravações ao vivo do período de 1984 e 1985. O primeiro de inéditas foi justamente “Máquina dos Sentidos”.

A formação do Metalmorphose na época do show trazia Tavinho Godoy nos vocais, PP Cavalcante e Marcos Dantas nas guitarras, André Bighinzoli no baixo e André Delacroix na bateria. O repertório equilibrou músicas do então novo álbum Máquina dos Sentidos com clássicos dos anos 80 – “Jamais Desista”, “Cavaleiro Negro”, “Máscara”, “Maldição”, “No Topo Do Mundo”, “Máquina Dos Sentidos”, “Pelas Sombras”, “Metrópole”, “Desejo Imortal” e “Minha Droga É O Metal”. A apresentação também incluiu duas composições do Azul Limão – “Satã Clama Metal” e “O Grito”.

A gravação só foi possível porque Bighinzoli identificou que o festival contava com uma equipe profissional de áudio e vídeo da Escadas Produções para registrar material promocional. Após negociação, o show foi captado na íntegra, com áudio e vídeo. O resultado levou a equipe a ser novamente acionada meses depois para registrar o projeto Super Peso Brasil.

Confira o vídeo na íntegra em https://youtu.be/_HiDt2aKln0?si=0qA0BfFcVJJ0nBUa

ZEBA estreia em carreira solo com álbum ‘New Old Ones’

Foto: Divulgação

“New Old Ones” reúne passado e presente em 11 faixas que refletem a maturidade artística, visão criativa e a assinatura sonora de ZEBA

Baterista, cantor, compositor e letrista, ZEBA apresenta em 2026 seu primeiro álbum solo, “New Old Ones”, um trabalho que sintetiza mais de duas décadas de vivência musical. O repertório traz 11 faixas que transitam entre rock, hard rock, new metal e pop, em inglês e português. A diversidade estética do álbum nasce de um processo muito pessoal de resgate e criação. “Eu tenho muitas músicas guardadas na gaveta. Como letrista contumaz, o estoque já é grande. Somando os riffs perdidos no tempo e composições de bandas antigas que nunca foram gravadas, foi uma viagem no tempo resgatar parte desse material e juntar a novas músicas para fazer meu primeiro álbum com 11 faixas”, revelou ZEBA.

O título “New Old Ones” traduz exatamente esse conceito: canções antigas ganhando nova vida ao lado de composições recentes, todas reinterpretadas sob a ótica artística madura de ZEBA. Para viabilizar este projeto as novas tecnologias, como as ferramentas de IA, foram fundamentais. O resultado é um disco coeso, marcado por forte pegada rítmica, grooves pulsantes e destaque para as linhas de bateria e para a produção vocal, elementos centrais na identidade do artista.

Confira o clipe de “Paradise” em https://youtu.be/dS4H7QEPZ9g

“Paradise”, hard rock energético e emocional, mistura intensidade sonora com melancolia. A música foi composta nos anos 90 por ZEBA e o guitarrista Marco Gameiro, que na época integravam a banda Transe. “A letra descreve um amor frágil e arrebatador, onde o sorriso da pessoa amada se torna um ‘paraíso’, símbolo de salvação e paz emocional. Musicalmente, traz guitarras abertas, bateria pulsante e um refrão grandioso, criando um clima de arena”, descreve ZEBA.

O álbum conta com o selo da DMH – Daga Music House, gravadora liderada por Adriano Daga, músico e produtor que aposta no projeto como um marco na carreira de ZEBA e em seu potencial artístico e de mercado. “ZEBA trouxe a tona suas obras atemporais e viscerais, dentro da atmosfera do rock e suas diversidades. Recomendo ouvir sem moderação”, enfatiza Daga.

Com uma trajetória sólida na cena rock brasileira, ZEBA construiu seu nome integrando projetos marcantes. Passou pela banda Anonimato, ao lado do guitarrista Marcio Okayama, e pela The No Stress Band, com o pianista e tecladista Adriano Grineberg, desenvolvendo uma identidade rítmica e performática reconhecida pela força e precisão. Na banda TREMA, seu papel foi decisivo: começou como baterista e, ao longo dos anos, assumiu também os vocais e a autoria das letras, ampliando sua presença artística e consolidando-se como um criador completo.

Ouça no Spotify em https://open.spotify.com/intl-pt/album/2NildeZVlkvAOV7KJgbtFo

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Matanza Inc lança EP ‘Obscurantista’ e inaugura nova fase

Foto: Daniel Agapito

“Obscurantista” é o primeiro registro completo do Matanza Inc com a formação atual e reafirma a continuidade criativa do projeto

O Matanza Inc lança, em parceria com o selo Monstro Discos, o EP “Obscurantista”, primeiro trabalho completo da banda com sua formação atual. O lançamento marca uma nova etapa do grupo, preservando a identidade construída ao longo dos anos, mas apontando para uma evolução natural de sua sonoridade, agora mais madura, densa e direta. Com cinco faixas, o EP reúne “Marcha para Asmodeus”, “Presença Nefasta”, “Sangue na Festa”, “A Única Certeza” e a faixa-título.

As composições seguem explorando temas centrais no universo do Matanza, como crítica social, ironia ácida, violência simbólica e o desconforto diante de um mundo em constante colapso. Musicalmente, “Obscurantista” reforça o peso característico da banda ao combinar riffs agressivos, grooves sólidos e a já conhecida aproximação com elementos do country, agora apresentados de forma ainda mais coesa entre composição e interpretação.

O EP foi gravado por Rodolfo Duarte no High Five Estúdio, mixado e masterizado por Gabriel Zander e produzido por Marco Donida, principal compositor do Matanza Inc e responsável por conduzir a essência criativa do projeto. A formação se completa com Daniel Pacheco no vocal, Marcelo Albuquerque no baixo e Marcos Willians na bateria, um lineup que imprime identidade própria sem romper com o legado que consagrou o nome Matanza. Trata-se da continuidade direta do trabalho do guitarrista, compositor e letrista Marco Donida após o encerramento do Matanza, em 2018.

Criado como um desdobramento natural de sua trajetória, o Matanza Inc nasceu para manter viva a identidade construída ao longo de anos, sem repetir fórmulas de maneira automática. O álbum de estreia, “Crônicas do Post Mortem” (2019), estabeleceu a base estética e conceitual da banda, aprofundada posteriormente em “Retórica Diabólica” (2022), com um discurso mais direto e um som ainda mais coeso.

A atual formação, consolidada a partir de 2023, marca um período de reconstrução, ajustes e amadurecimento criativo, refletido tanto na dinâmica interna quanto na proposta musical. Segundo Daniel Pacheco, o EP buscou preservar a essência do Matanza, ao mesmo tempo em que aponta para o futuro. “Trabalhamos muito para preservar a alma do Matanza em cada uma dessas músicas, mas também tentamos trazer um respiro de novidade, olhando para frente e fazendo desse trabalho um pontapé inicial para um novo capítulo na história dessa banda que marcou e marca a vida de tanta gente. Espero, de verdade, que ao ouvir esse disco vocês encontrem o que procuram quando bate aquela vontade de ouvir um bom e velho countrycore, como só o MTZ sabe fazer.”

Veja o lyric video de “Sangue na Festa” em https://youtu.be/NgzN5szbIIU

Confira o EP no Spotify:
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Contato para shows: https://www.instagram.com/bradorecords

Inventtor lança segundo single/clipe antecipando novo álbum

Crédito: Bruno Paraguay

“Epicentro da Morte” é o segundo single/clipe do novo álbum da banda mineira de death/doom

Após soltar o single/clipe da faixa-título do novo álbum, “Senhor da Obsessão”, a banda mineira de death/doom Inventtor apresenta o segundo single/clipe: “Epicentro da Morte”. O tema mergulha em uma analogia psicológica profunda, traçando um paralelo entre as camadas abismais do cérebro humano e as representações clássicas do inferno. A letra explora a densidade do pensamento e os tormentos internos em uma narrativa visceral.

“É uma das minhas faixas favoritas do novo álbum! ‘Epicentro da Morte’ possui uma pegada forte, sendo bastante pesada e densa. Nela, fazemos uma analogia entre as profundezas do cérebro humano e o inferno. Para mim, foi uma das canções mais desafiadoras ritmicamente em minha função de baterista e vocalista. André Damien realizou um excelente trabalho nas guitarras, apresentando um solo épico, enquanto o baixo de Tony Lessa sustenta toda a massa sonora”, detalha Alan Souza, vocalista, baterista e fundador do grupo.

Veja o clipe de “Epicentro da Morte”, produzido por Bruno Paraguay, em https://youtu.be/7StjZCoZJOY

“Senhor da Obsessão” foi gravado em Nova Lima (MG) e produzido por André Damien, “Senhor da Obsessão” traz arte de capa assinada por Fernando Lima e será lançado através de uma parceria com os selos Voice Music e Classic Metal.

Discografia:
Doom of the Living Dead (2021, Split c/ Old Audrey’s Funeral)
Em meio à Escuridão (2023)
Ao Vivo na Escuridão (2024)
Senhor da Obsessão (TBR, 2026)

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Nuclear Warfare: sétimo álbum chega em março com foco no thrash clássico

Crédito: Maycon Avelino/Startship

“All Hail To The Liberator” aposta em peso old school com mais espaço para melodias

A banda alemã de thrash metal Nuclear Warfare, que conta com Fritz (vocal e baixo), Listl (guitarra) e o baterista brasileiro Alexandre “Xandão” Brito (ex-Andralls), prepara o lançamento de seu sétimo álbum de estúdio, intitulado “All Hail To The Liberator”. O sucessor de “Lobotomy” (2020) reforça a identidade da banda ao dialogar diretamente com o thrash metal alemão dos anos 1980, incorporando também influências da Bay Area, sem abrir mão de uma linguagem própria construída ao longo dos anos.

De acordo com a própria banda, “All Hail To The Liberator”, que conta com arte de capa de Nestor Carrera, apresenta uma sonoridade um pouco mais old school e mais pesada em relação aos discos anteriores, ao mesmo tempo em que traz uma presença maior de melodias. O repertório conta com nove faixas inéditas, todas gravadas, mixadas e masterizadas no Dual Noise Studio (São Paulo), sob comando de Rogerio Wecko. O produtor foi responsável por imprimir um som direto, orgânico e fiel à tradição do thrash metal, alinhado à reputação da banda como um dos nomes de referência do estilo.

“Acredito que ‘All Hail To The Liberator’ será um marco na carreira do Nuclear Warfare. Ele foi feito de forma muito orgânica, com muitas ideias trocadas ao longo do ano passado, além de pré-produções e muitos ensaios durante o último e escaldante verão alemão. Conseguimos reunir todos os elementos que gostamos no metal, sem perder nossa identidade. Há diferentes vertentes do thrash metal, influências de punk e músicas mais sombrias. Estamos muito felizes em lançar esse petardo, com destaque para a produção do meu amigo de longa data Rogerio Wecko, que fez um trabalho impressionante. Sem dúvida, considero este um dos melhores trabalhos de toda a minha carreira”, declarou o baterista Alexandre “Xandão” Brito.

Fundado em 2002 na cidade de Ludwigsburg, o Nuclear Warfare pratica um thrash inspirado por ícones do metal dos anos 80, como os pioneiros Kreator, Sodom, Destruction, Slayer e Sepultura. Ao desenvolver sua própria abordagem com guitarras rápidas, baixo estrondoso e uma bateria martelante, a banda oferece um thrash metal tradicional e uma atitude que remete ao punk rock. Os registros incluem a demo “First Strike” (2002), seguida pelo debut “War is Unleashed” (2004) e os álbuns “We Come in Peace” (2006), “God of Aggression” (2010), “Just Fucking Thrash” (2014), “Empowered by Hate” (2017) e “Lobotomy” (2020).

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Skunk Oil lança single ‘Don’t Fall Back’ e antecipa álbum de estreia

Crédito: Mathias Fau

“Don’t Fall Back” inaugura o ciclo do primeiro full-length, gravado no histórico Sunset Sound Studios, em Los Angeles

A banda Skunk Oil apresenta “Don’t Fall Back”, single que antecipa o álbum de estreia, intitulado “Skunk Oil”, que reúne dez faixas inéditas e teve suas gravações realizadas no Sunset Sound Studios, estúdio histórico responsável por trabalhos de artistas clássicos do rock, como Led Zeppelin, Van Halen, Toto, Rolling Stones, Beach Boys, The Doors e outros. O single “Don’t Fall Back”, que traz arte de capa de Aaron Bonogofsky, foi produzido pela própria banda. As gravações foram realizadas por Farrokh Shroff e Dennis D’Angelo, com mixagem e masterização assinadas por Adair Daufembach.

Dennis D’Angelo assume os vocais e as guitarras base, além da percussão, as guitarras solo ficam a cargo de Luis Castro, o baixo é de Sebastian Rider e a bateria de Caio Moskalkoff. “Don’t Fall Back” aborda de forma direta temas como autossabotagem, estagnação e os ciclos que impedem o avanço pessoal. “A música conduz o ouvinte de um estado de reflexão incômoda para um impulso de urgência e ação, marcando o momento em que permanecer no mesmo lugar deixa de ser uma opção. A letra propõe a quebra consciente de padrões, ressaltando que o progresso nasce da honestidade, do movimento e da conexão, não da perfeição”, detalha Dennis D’Angelo.

Formada em 2017 por três estudantes do Berklee College of Music e radicada em Los Angeles, a banda de heavy alt-rock vem se consolidando como um nome relevante na cena alternativa contemporânea ao combinar influências de Queens of the Stone Age, Soundgarden e Muse com uma abordagem autoral que transita entre o grunge, metal, alternativo, punk e blues rock. Assim, vem ampliando sua presença desde o lançamento dos EPs independentes “Skeletons in the Closet” (2018) e “Under Skinned” (2022). Ao longo desse período, o grupo chamou a atenção da imprensa especializada com faixas como “Elephant’s Paw”, “Godlike” e “Heavy Feet, Thin Ice”.

Reconhecida também por sua força ao vivo, a Skunk Oil já se apresentou em palcos emblemáticos de Los Angeles, como Whisky a Go-Go e Viper Room, fortalecendo sua conexão com o público e seu posicionamento dentro da cena alternativa contemporânea.

Ouça “Don’t Fall Back” em https://youtu.be/iCvEB28nbrY

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Nite Stinger reforça sua identidade hard rock no segundo álbum

Crédito: Danny Poison

“What The Nite Is All About” foi lançado pela Pride & Joy Music, com distribuição digital pela Believe

“What The Nite Is All About”, segundo álbum da banda paulistana de hard rock Nite Stinger, formada por Jack Fahrer (vocal), Ivan Landgraf e Bruno Marx (guitarras), Bento Mello (baixo) e Leandro Araújo (bateria), está disponível em todas as plataformas de streaming. O novo trabalho conta com 11 faixas e chega para reforçar a identidade do grupo, apostando em riffs marcantes, harmonias de guitarra bem construídas e vocais carregados de energia.

Precedido pelo single “Only You”, o sucessor de “Nite Stinger” (2021), lançado pelo selo alemão Pride & Joy Music com distribuição digital pela Believe, foi produzido por Bento Mello e Henrique Canalle (Spektra), que também foi responsável pela mixagem e masterização. O álbum mantém a temática que celebra a vida noturna e a atmosfera do hard rock, trazendo participações especiais de Stevie Rachelle (vocal, Tuff e Tales From The Porn) na faixa-título, enquanto o ex-integrante e guitarrista Roger Benet participa do single e do clipe “Only You”.

Bento Mello, idealizador do projeto, após sua saída do Tales From The Porn e a união com o guitarrista Bruno Marx, explica que na faixa-título a intenção foi trazer a energia do repertório para o alto de novo. “Seria como o início do lado B de um LP. E, mais uma vez, enfatiza nossa paixão pela vida noturna”, enfatiza. “Já ‘Your own way to be’, que explora a individualidade de cada um como o segredo para se tornar um ser relevante e admirável, vem para manter a mesma vibe da faixa de abertura, ‘You Know Why’, mas focando mais em peso. Deixamos o trabalho mais melódico para o desenvolvimento das guitarras”, acrescenta.

“What The Nite Is All About” marca mais um capítulo na trajetória do Nite Stinger, banda criada em abril de 2019. O nome do grupo surgiu de forma inusitada: inicialmente pensado para um cardápio de drinques, foi sugerido pelo amigo e bartender João Piccolo como Midnight Stinger, posteriormente encurtado para Nite Stinger. Com influências de nomes como Mötley Crüe, Ratt, Def Leppard, Poison, Crazy Lixx, Crashdïet e Midnite City, a banda ganhou destaque com o álbum de estreia homônimo e com os singles “Beat It” e “Danger Zone – Live”. Nos últimos anos, o grupo consolidou sua presença ao dividir o palco com Europe, Hardcore Superstar, Ron Keel, Marco Mendoza, Eclipse e Johnny Gioeli, além de marcar presença no festival Summer Breeze Brasil 2024 (hoje, Bangers Open Air).

Confira o clipe do single “Only You”, dirigido e editado por Leonardo Xavier, com assistência de Danny Poison, em https://youtu.be/fxz5_bgk56k

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