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Frequency Junction lança segundo álbum da Twilight Aura em vinil

Crédito: Renata Monteiro/Juh Leidl

“Believe” chega em vinil verde reciclado, em edição limitada pela Frequency Junction, em parceria com a WikiMetal

A banda Twilight Aura, liderada pelo guitarrista e compositor Andre Bastos, ganha uma nova edição para seu segundo álbum, “Believe”, lançado originalmente em 2025 e que agora recebe uma edição limitada em vinil verde reciclado pela Frequency Junction, em parceria com a WikiMetal.

A chegada de “Believe” ao vinil nasceu da amizade entre Fernando Jorge, CEO da Frequency Junction, e Andre Bastos. Em 2026, durante um festival, os dois retomaram a ideia de prensar um LP da Twilight Aura, desejo antigo de Bastos. “Fico muito feliz de conseguir tirar esse projeto do CD e trazê-lo para o vinil. É uma realização não só para mim, mas para toda a banda”, afirma o guitarrista. A iniciativa acabou dando origem à Frequency Junction Records, criada para viabilizar projetos semelhantes de outros artistas.

A formação principal traz Daisa Munhoz nos vocais, Andre Bastos e Rodolfo Elsas nas guitarras, Filipe Guerra no baixo, Leo Loebenberg nos teclados e Claudio Reis na bateria. Musicalmente, “Believe” combina baladas etéreas, faixas enérgicas e aceleradas e letras voltadas a aspectos positivos da vida, preservando a identidade da Twilight Aura e ampliando sua paleta sonora. Entre os convidados estão Jeff Scott Soto, em um dueto com Daisa Munhoz, Felipe Andreoli, Fabio Caldeira, BJ e Daniel Matos. O disco também resgata uma gravação do saudoso Andre Matos, cuja voz foi recuperada digitalmente a partir de uma fita demo registrada na década de 1990 e preservada por André Bastos.

Entre as faixas, “Coming Home” ocupa posição especial e conta com a participação de Fabio Caldeira (Maestrick). Ela aborda questões relacionadas à existência, às escolhas, ao propósito e ao que permanece depois da passagem pela vida. A composição chamou a atenção de Fernando Jorge e ajudou a estabelecer a conexão emocional entre o álbum e a filosofia da Frequency Junction. Para o fundador do selo, a mensagem está ligada à ideia de que o que importa na vida é aquilo que fazemos, e não aquilo que temos, conceito que também se tornou parte da motivação para criar uma iniciativa voltada à colaboração e ao apoio a artistas. “A Frequency Junction nasceu do desejo de contribuir. Não existe vaidade, não existe disputa e não queremos competir por protagonismo. Existe amor pela música, respeito pelos artistas e colaboração”, afirma Fernando Jorge.

Além da Twilight Aura, os primeiros projetos da Frequency Junction incluem Night Stinger, Phantom Star e Luna’s Tangram, representando diferentes vertentes do rock, metal e AOR.

Confira o clipe de “Coming Home” em https://youtu.be/nxbxRVKS7ws

Ouça no Spotify em https://open.spotify.com/artist/1xo1rupmkgRiqborQShT30

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Carceral lança edição física de ‘Descending Reprisal’ e apresenta novo single

Crédito: Divulgação

I, Voidhanger Records lança edição física de “Descending Reprisal”, enquanto Carceral encerra ciclo de singles com faixa orquestrada

O Carceral, grupo instrumental de metal extremo, apresenta a edição física do álbum de estreia, “Descending Reprisal”, pela gravadora italiana I, Voidhanger Records. O lançamento em CD chega logo após a estreia de “Of Searing And Perilous Abidance”, último single do trabalho, disponibilizado em duas versões: a original do álbum e uma versão especial com orquestração de Vithor Moraes.

Arranjador e orquestrador, Moraes também atua como tecladista da banda paulista Armiferum e da banda da cantora sueca Anette Olzon. Na versão especial, ele amplia a atmosfera da composição com elementos orquestrais que reforçam a tensão e o caráter cinematográfico da faixa. “O melhor de trabalhar com metal extremo nas orquestrações é ter carta branca para testar esquisitices e sonoridades mais trilha-sonorescas”, comenta Moraes. Segundo o músico, a introdução foi concebida com a atmosfera de um filme de terror, utilizando clarone, metais e cordas para criar tensão antes da entrada da música.

“Of Searing And Perilous Abidance” encerra o ciclo de singles de “Descending Reprisal” e mantém a abordagem característica do Carceral, combinando elementos de death e thrash metal à estrutura concisa do grindcore. A faixa também aprofunda o universo apocalíptico desenvolvido ao longo do álbum.

Formado por Roberto Ortega e Hard Alexandre Christiani (guitarras), Victor Hormidas (baixo) e Daniel Moscardini (bateria), o Carceral aposta em composições curtas, intensas e agressivas. Originalmente lançado nas plataformas digitais em julho, “Descending Reprisal” reúne 24 faixas em pouco menos de 30 minutos e transita por death metal, thrash metal, grindcore e outras vertentes extremas. A edição física chega em CD no formato jewel case, acompanhada de booklet de 20 páginas, e está disponível pela I, Voidhanger Records.

As duas versões do single contam com capa de Danilo Ferreira e visualizer de Arthur Hermit.

Confira o single na versão regular do álbum em https://youtu.be/PF0HHHpUoZE

Veja o da versão com orquestração de Vithor Moraes em https://youtu.be/yEof-voMR9A

Adquira a edição física de “Descending Reprisal”:

Bandcamp: https://i-voidhangerrecords.bandcamp.com/album/descending-reprisal
Europa/Reino Unido: https://tornfromthegrave.com/collections/ivr-pre-order-now/products/carceral-descending-reprisal-cd-pre-order
Estados Unidos: https://tornfromthegrave.us/collections/ivr-pre-order-now/products/carceral-descending-reprisal-cd-pre-order

Ouça o álbum completo, com visualizer por Arthur Hermit: https://youtu.be/c-rZTWELKD4

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Melômano Discos apresenta Lucifer III em edição especial de vinil splatter

Edição limitada a 300 cópias de “Lucifer III”, terceiro álbum de um dos nomes de destaque da atual geração do rock pesado

A Melômano Discos apresenta uma edição especial de “Lucifer III”, terceiro álbum de estúdio do Lucifer, um dos nomes de destaque da atual geração do rock pesado que resgata com personalidade a atmosfera, a sonoridade e a estética do hard rock e do heavy rock dos anos 1970. Para esta edição, o álbum chega em vinil splatter, em uma prensagem limitada a apenas 300 cópias.
 
Lançado originalmente em 2020 pela Century Media, “Lucifer III” representa um momento fundamental na trajetória do Lucifer e consolida a identidade construída pela banda ao longo de seus primeiros trabalhos. O álbum reúne nove faixas, apresentando uma combinação de hard rock setentista, heavy rock, doom, psicodelia e uma forte atmosfera ligada ao horror, ao ocultismo e ao imaginário sombrio.
 
Formado originalmente em Berlim, em 2014, o Lucifer surgiu sob a liderança da vocalista Johanna Sadonis e rapidamente chamou atenção por sua combinação de doom, heavy rock e referências ao hard rock clássico. Depois de “Lucifer” (2015) e “Lucifer II” (2018), a banda chegou a “Lucifer III” em uma formação e direção musical mais consolidadas. A formação associada ao álbum conta com Johanna Sadonis nos vocais, Martin Nordin e Linus Björklund nas guitarras, Harald Göthblad no baixo e Nicke Andersson na bateria. Andersson, conhecido por seu trabalho com Entombed, The Hellacopters e Imperial State Electric, também participou diretamente da composição, produção, gravação e mixagem do álbum ao lado de Johanna. A parceria se tornou fundamental para a identidade do Lucifer a partir de “Lucifer II” e ganhou ainda mais força em “Lucifer III”, que foi produzido e gravado no Honk Palace, estúdio instalado na residência de Johanna e Nicke, nos arredores de Estocolmo.
 
O repertório começa com “Ghosts”, faixa escolhida como primeiro single e uma das primeiras compostas para “Lucifer III”, que já vinha sendo apresentada ao vivo antes do lançamento. “Midnight Phantom”, que explora uma atmosfera mais sombria e cadenciada, foi escolhida como segundo single e videoclipe, enquanto “Leather Demon” mergulha mais profundamente no universo sobrenatural associado ao Lucifer e também ganhou um videoclipe. A sequência do álbum apresenta “Lucifer”, “Pacific Blues”, “Coffin Fever”, “Flanked By Snakes”, “Stay Astray” e “Cemetery Eyes”, encerrando o trabalho com uma composição mais longa e atmosférica. Entre os principais temas presentes nas letras estão morte, luto, fantasmas, horror, solidão, desejo, anjos caídos e referências bíblicas, elementos que reforçam a personalidade sombria da banda.
 
A identidade visual de Lucifer III também ocupa papel importante no projeto. A capa foi criada pelo artista britânico Graham Humphreys, conhecido por seu trabalho relacionado ao cinema de horror. Curiosamente, “Lucifer III” chegou ao público em 20 de março de 2020, em um período conturbado para a indústria musical. O lançamento coincidiu com o início da pandemia de Covid-19, que provocou o cancelamento e o adiamento de shows e turnês em diversos países. A banda tinha planos para apresentações relacionadas ao lançamento, mas precisou adaptar sua divulgação diante das restrições impostas naquele período.


 
Para adquirir a sua cópia, acesse:
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Critical Fear lança single e clipe ‘Age of Darkness’

Crédito: Letícia Luz

Banda paulista de thrash metal apresenta faixa que aborda os assírios e antecipa terceiro álbum, com lançamento pela Hammerheart Records

O Critical Fear apresenta o single e clipe “Age of Darkness”, faixa que integra o repertório do terceiro álbum da banda paulista de thrash metal, com lançamento mundial marcado para 11 de dezembro pela gravadora holandesa Hammerheart Records. O trabalho estará disponível em CD, vinil e plataformas digitais, com pré-venda já disponível nos sites da Hammerheart Records e da Napalm Records, da Áustria, em parceria com o selo holandês.

“Age of Darkness” aborda a história dos assírios, antigo povo da Mesopotâmia que dominou parte da região entre os séculos IX e VII antes de Cristo e ficou conhecido pelos métodos extremamente violentos empregados contra povos conquistados. Segundo a banda, a escolha do tema também estabelece uma relação com o mundo contemporâneo e os conflitos armados que continuam acontecendo em diferentes regiões. “Como sou professor de história, decidimos trazer um pouco da antiguidade. No fundo, estamos fazendo uma referência também ao mundo atual, repleto de guerras sem sentido”, explica o vocalista e guitarrista AxeButcher.

Musicalmente, “Age of Darkness” combina thrash metal e death metal old school, com referências a Kreator, Sepultura, Dark Angel e Slayer. A produção foi realizada entre Brasil e Alemanha, com baterias e vozes gravadas em Agudos e Limeira, respectivamente, e etapas de reamp, mixagem e masterização conduzidas por Tom Exa, em Berlim. O clipe de “Age of Darkness” foi produzido por Leo Soares e também conta com a participação do artista Maligno, de Rio Claro, headbanger e integrante ativo da cena regional.

Confira o videoclipe em https://youtu.be/fkhkPi2v8Bk

Formado em 2008, o Critical Fear mantém uma proposta voltada à essência do thrash metal dos anos 1980, combinando referências da música extrema com temas relacionados à sociedade. A formação atual reúne AxeButcher (vocal e guitarra), Hell’Lord (guitarra), EvilNightmare (baixo) e Tormentor (bateria). A banda já lançou os álbuns “Conflicts” (2011) e “A Real Danger” (2022), além de singles e demos. Em 2025, o Critical Fear realizou sua primeira turnê europeia, com apresentações na Alemanha, Holanda, Bélgica, França, Eslováquia, República Tcheca e Luxemburgo, além de diversos shows pelo Brasil. Em julho de 2026, a banda realizou uma nova turnê nacional e já tem uma extensa série de apresentações pela Europa programada para 2027.

Sites relacionados:
https://criticalfear.bandcamp.com/album/a-real-danger
https://hammerheart.com

Facebook: https://www.facebook.com/critical.fearthrash
Instagram: https://www.instagram.com/critical.fear/

E-mail: criticalfear.band@gmail.com

Cyberpunch lança ‘Drowned’ com crítica à destruição ambiental

Crédito: Nanda Arantes

“Drowned” combina thrash metal, elementos industriais e atmosfera distópica para retratar as consequências extremas da ganância humana

A banda paulistana Cyberpunch, formada por Netuno Balboa (vocal), Gabriel Henrique e Ruan Diego (guitarras), Eduardo Zedu Domingues (baixo) e Gabriel Gifoli (bateria), apresenta seu o single e videoclipe “Drowned”. O novo single sucede “Riding Worms” e “Immortan War” e antecipa a chegada do primeiro álbum full, “Chromefall”, previsto para 13 de novembro.
 
“Drowned”, gravado no Zomer Records Studio (SP), com produção, gravação, mixagem e masterização de Pedro Zomer e produção executiva da Caverox Records, parte de uma narrativa sombria para retratar as reflexões e o arrependimento de um capitalista selvagem que, movido pela ganância, destrói a natureza até transformar o planeta em um lugar inabitável. “Mais do que uma história distópica, ela estabelece um cenário de consequências, no qual a busca desenfreada por riqueza e poder se volta contra o próprio responsável por esse processo”, explica Netuno Balboa.
 
Musicalmente, a faixa apresenta um Cyberpunch mais pesado e incisivo, com um thrash metal direto, veloz e agressivo. A composição transita por passagens que remetem à intensidade de “Painkiller”, do Judas Priest, e momentos de maior fúria inspirados no Slayer. “Synths e timbres modernos ampliam a atmosfera da composição, enquanto o breakdown conduz a música para uma dimensão mais visceral, com groove e peso suficientes para levar a energia ao mosh pit”, completa o vocalista.
 
O clipe de “Drowned”, roteirizado por Netuno Baboa, e dirigido e editado por Daniel Mazza (Edu Falaschi e Inutilíssimo), incorpora uma estética inspirada no filme “Jogos Mortais”. Confira em https://youtu.be/SblPKNXb9ZQ
 
Fundado em agosto de 2024, o Cyberpunch vem consolidando sua presença no underground de São Paulo e região, combinando influências de NWOBHM, thrash metal e industrial. Com 17 shows e seis festivais realizados, incluindo duas edições do Cyberfest, no La Iglesia e no Burning House, a banda reúne agressividade, timbres modernos, refrãos melódicos e sintetizadores, tendo Metallica, Iron Maiden e Rammstein entre suas referências. As composições do Cyberpunch transitam por guerra, ficção científica, terror e distopia, incorporando críticas sociais e reflexões contemporâneas. Essa atmosfera também se traduz na identidade visual da banda, marcada por elementos futuristas e sombrios, enquanto Netuno Balboa interpreta Caverox com uma máscara biônica em performances de forte carga teatral.

Mídias sociais:
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Daron explora a busca por lembranças em single ‘Memórias Perdidas’

Crédito: Dani Souza

Novo single do Daron aborda a dificuldade de recuperar lembranças e combina influências de Ozzy com elementos modernos

O vocalista gaúcho Daron transforma a dificuldade de recuperar lembranças em matéria-prima para seu novo single, “Memórias Perdidas”. A faixa apresenta uma narrativa sobre um personagem que não consegue se recordar do próprio passado. “A letra de ‘Memórias Perdidas’ explora a busca por lembranças e utiliza, no refrão, a ideia de que boas músicas passam como um raio: brilham intensamente, mas de maneira fugaz, assim como as memórias que o personagem tenta resgatar”, detalha Daron, que é acompanhado por Ricardo Macan (guitarra), Arthur Marques (baixo) e João Pedro Sullivan (bateria).

“Memórias Perdidas” foi gravada na cidade de Jundiaí, no estúdio Sensorial Labs, com Nicolas Gomes (Heaven Track) na mixagem e Cassio Zambotto na masterização. Entre as influências está Ozzy Osbourne, especialmente a sonoridade associada ao período com Jake E. Lee. Além disso, a música também incorpora elementos do Avenged Sevenfold, que aparecem de maneira mais evidente na introdução e nos teclados de Fer Gambini utilizados no refrão.

Confira o videoclipe produzido por Dani Souza em https://youtu.be/4xFLtO5x5no

Natural de Santa Rosa/RS, Daron iniciou sua trajetória em 2013 ao fundar a banda Peixes Voadores, acumulando apresentações ao lado de nomes como Sepultura, Misfits, Marky Ramone e Michael Graves. O músico também excursionou com o Matanza em turnês nacionais. Em 2025, mudou-se para São Paulo para investir na carreira solo e, em 2026, já passou por casas como La Iglesia, Manifesto, The Metal Bar, House Of Legends e Fenda 365, além de lançar o single “O Cemitério”, inspirado na obra “Pet Sematary”, de Stephen King. Neste ano, Daron segue em estúdio produzindo novas músicas e realizando shows pontuais para divulgar os singles lançados recentemente.

Ouça no Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/5QyogCBglk6CcEPlJveejB

Instagram: https://www.instagram.com/oficialdaron

E-mail: oficialdaron@outlook.com

Carceral lança ‘Disobedience’, quinto single de ‘Descending Reprisal’

Crédito: Divulgação

“Disobedience” tem como destaque o solo de Hard Alexandre Christiani

Carceral, grupo instrumental de metal extremo formado por Roberto Ortega e Hard Alexandre Christiani (guitarras), Victor Hormidas (baixo) e Daniel Moscardini (bateria), apresenta “Disobedience”, quinto single do álbum de estreia, “Descending Reprisal”. A faixa chega com destaque para a performance de Hard Alexandre Christiani, responsável por um longo solo que se estabelece como elemento central da composição.

Para Hard Alexandre Christiani, “Disobedience” proporcionou liberdade para experimentar diferentes possibilidades como guitarrista. O músico destaca a dinâmica dos riffs de Roberto Ortega como ponto de partida para a construção de seus solos. “Gravar este som me trouxe uma satisfação incrível. Foi uma experiência realmente fantástica, principalmente pela dinâmica dos riffs do Roberto, que constrói toda a atmosfera necessária para preparar o terreno de inspiração que busquei ao longo dos solos. As ideias foram fluindo a partir de trítonos, não necessariamente dentro de padrões perfeitamente ajustáveis, mas explorando uma fluência sonora baseada em conexões livres.”

A construção do solo também incorpora diferentes técnicas e referências, incluindo recursos associados a sonoridades orientais e ciganas. “Muitas técnicas de hammer-ons e two-hands surgem dentro desse cenário apocalíptico, enquanto bends cortantes soam como verdadeiros gritos de socorro. Também busquei algumas nuances exóticas, com sonoridades que remetem a culturas mais orientais ou ciganas. Recursos técnicos de expressão, aliados às palhetadas híbridas, dão contorno às frases e criam a sensação de estar correndo sobre uma linha imaginária, atravessando um terreno hostil, entre o inferno, a pressa e uma mensagem precisa e direta.”

A proposta ainda permitiu a Hard explorar timbres ligados a outras vertentes do rock, incluindo referências dos anos 70 e o uso de uma Stratocaster equipada com três single-coils. “Foi realmente incrível escrever essa composição. A proposta também me permitiu explorar timbres característicos de vertentes completamente diferentes, incluindo a sonoridade do velho e bom rock dos anos 70, utilizando uma Stratocaster equipada com três single-coils. O resultado foi uma experiência magnífica: técnica, liberdade e expressão se encontrando dentro da atmosfera extrema de ‘Disobedience'”.

Para Roberto Ortega, guitarrista e fundador do Carceral, a faixa também representa uma realização pessoal. “O Hard sempre foi um dos meus maiores guitar heroes. Ter a oportunidade de dividir com ele as guitarras do Carceral e construir juntos músicas como ‘Disobedience’ é, para mim, uma honra gigantesca e um imenso privilégio. Além disso, poder acompanhar de perto cada ideia, cada detalhe e cada contribuição dele para as músicas é algo que para mim funciona como uma verdadeira aula.”

A capa do single foi criada por Danilo Ferreira, enquanto o visualizer ficou a cargo de Arthur Hermit. Confira em https://youtu.be/1IKbBbSRpWc

Lançado originalmente em formato digital em 15 de julho, “Descending Reprisal” reúne 24 faixas em pouco menos de 30 minutos. A edição física em CD, em formato jewel case, acompanhada de booklet de 20 páginas, será lançada pela gravadora italiana I, Voidhanger Records em 9 de outubro. O material está disponível em pré-venda pelo Bandcamp, além das lojas destinadas aos mercados da Europa e Reino Unido e dos Estados Unidos.

Links para a pré-venda:
Bandcamp: https://i-voidhangerrecords.bandcamp.com/album/descending-reprisal
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US: https://tornfromthegrave.us/collections/ivr-pre-order-now/products/carceral-descending-reprisal-cd-pre-order

Ouça o álbum em https://youtu.be/c-rZTWELKD4

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Horror Expo 2026 confirma presença do percussionista Chris Fehn, o número #3 do Slipknot

Ex-percussionista do Slipknot será uma das atrações da Horror Expo 2026, feira internacional brasileira dedicada ao universo do horror

Chris Fehn, ex-percussionista do Slipknot, será uma das atrações da Horror Expo 2026, realizada nos dias 17 e 18 de outubro, no Expo Barra Funda, em São Paulo. O músico americano, conhecido mundialmente como o integrante de número #3 da banda de Iowa e por uma das máscaras mais reconhecíveis da história do grupo, marcada pelo enorme nariz, fará painéis nos dois dias do evento, com entrevista no palco principal, além de disponibilizar fotos, autógrafos e merch em seu estande na feira. Nascido em Des Moines, Iowa, em 24 de fevereiro de 1973, Fehn entrou para o Slipknot em 1998, pouco antes do lançamento do álbum de estreia. Antes da carreira musical, atuou no futebol americano universitário como kicker do Wayne State College e trabalhou como eletricista.

A chegada ao Slipknot aconteceu de maneira curiosa. Amigo de Shawn “Clown” Crahan, Fehn inicialmente teria procurado o percussionista com a intenção de trabalhar como técnico de bateria de Joey Jordison, mas acabou sendo convidado para fazer um teste como percussionista. Aprovado, passou a integrar uma formação que combinava música pesada com uma forte identidade visual baseada em máscaras, uniformes e personagens. Ao lado de Crahan, ajudou a construir a camada percussiva característica do grupo e também participou dos vocais de apoio. Sua performance era particularmente física, com um equipamento que o próprio músico já descreveu como uma espécie de “simulador de avião”, devido à movimentação necessária para tocar os diferentes instrumentos posicionados ao seu redor.

A máscara de Fehn acabou se tornando tão famosa quanto sua participação musical. Com o nariz extremamente alongado, o personagem frequentemente foi associado a Pinóquio e ganhou diferentes versões ao longo das fases do Slipknot. O acessório também ultrapassou os limites da música: a máscara aparece em Uma Viagem Muito Louca (Harold & Kumar Escape from Guantanamo Bay), de 2008. Apesar da aparência assustadora, Fehn era conhecido pelo senso de humor e já comentou sobre o contraste entre sua personalidade e o visual do personagem, além de relatar o desconforto provocado pelo uso da máscara, especialmente pelo calor e pelo ajuste apertado durante as apresentações.

A relação de Fehn com o Slipknot terminou em 2019, após uma disputa judicial envolvendo questões financeiras. Em março daquele ano, o músico entrou com uma ação contra Corey Taylor e Shawn Crahan, alegando problemas relacionados à distribuição de pagamentos e à estrutura empresarial associada à banda. Poucos dias depois, sua saída foi anunciada. Desde então, Fehn manteve uma atuação mais discreta, mas sua imagem continua diretamente associada a uma das formações mais marcantes do metal contemporâneo. Sua presença na Horror Expo reforça a ligação entre o universo do horror e a estética do Slipknot, que transformou máscaras, personagens e elementos visuais sombrios em parte fundamental de sua identidade.

A Horror Expo 2026 será realizada nos dias 17 e 18 de outubro, no Expo Barra Funda, em São Paulo, com uma programação que reúne convidados internacionais como Eileen Dietz, de O Exorcista, Mark Pellegrino, conhecido por seus papéis em Supernatural e Lost, e Douglas Tait, que interpretou Jason Voorhees em Freddy vs. Jason e trabalhou como Michael Myers em Halloween Kills. O evento também contará com painéis, experiências imersivas, labirinto, cenários temáticos, concurso e desfile de cosplay, games, apresentações e atrações relacionadas ao cinema, televisão, literatura, música e cultura pop.

Site relacionado: https://horrorexpo.com.br/

Ingressos à venda em https://www.clubedoingresso.com/horrorexpo2026

Mortom lança vinil 7″ e K7 em celebração aos 20 anos de estrada

Crédito: Igor Monteiro

Mortom celebra 20 anos com Vinil 7” e K7 limitados, reunindo músicas inéditas e releituras do thrash

A banda Mortom comemora 20 anos de trajetória em 2026 com o lançamento de um vinil 7″ e uma fita K7 comemorativa, ambos em edições limitadas para colecionadores e fãs do metal. Formada em 2006, em Betim (MG), a banda mantém suas raízes no thrash metal clássico dos anos 1980, incorporando também elementos de crossover e hardcore à sonoridade.

O vinil reúne “Fear Blood Tears”, uma das primeiras composições de Flávio Amaral, único integrante remanescente da formação original, em uma nova e mais brutal versão, e “Wretched World”, última composição da atual formação, que conta com Flávio Amaral (vocal e baixo), Dieno Barbosa (guitarra) e Guilherme Leopoldino (bateria). Já a K7 traz oito faixas, sendo quatro inéditas e quatro remasterizadas. O projeto foi contemplado pela Lei de Fomento à Cultura Municipal Noemi Gontijo, de Betim.

“Wretched World” apresenta uma reflexão crítica sobre falsas promessas de salvação, relações de poder, disseminação do medo, guerras e o impacto das notícias falsas e do consumo excessivo de conteúdo superficial nas redes. Musicalmente, combina referências do thrash oitentista com elementos de metal moderno e conta com Fernando Lima, do Drowned, nos backing vocals, e Willer Mardey, de Excoria e Sturzen, no baixo.

Confira o lyric video de “Wretched World” em https://youtu.be/CRAN8Ekc4Es

Além dos lançamentos físicos, a banda prepara para 26 de novembro o lançamento de um disco completo nos serviços de streaming, com nove faixas, sendo quatro inéditas e cinco remasterizadas. As gravações foram produzidas pela banda e Rodrigo Lourenço, responsável também pela gravação, mixagem, masterização e remasterização. As cópias do vinil e, principalmente, da K7 são limitadas e estão sendo distribuídas diretamente pela banda.

Streaming
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Violeta de Outono relança clássico de 1987 em edição especial de luxo em vinil

Melômano Discos e Voice Music apresentam edição splatter com capa dupla, encarte com fotos inéditas e texto de André Barcinski

A Melômano Discos em parceria com a Voice Music lançam uma edição especial de luxo em vinil do álbum homônimo do Violeta de Outono, originalmente lançado em 1987 pelo selo Plug. Considerado um dos trabalhos mais importantes do rock brasileiro dos anos 1980, o disco ganha uma edição limitada em vinil splatter, com capa dupla em acabamento soft touch e aplicação de hot stamping. O lançamento também traz encarte especial com fotografias inéditas do arquivo do Violeta de Outono e texto assinado pelo jornalista e crítico musical André Barcinski.

Gravado nos estúdios da RCA, em São Paulo, entre fevereiro e maio de 1987, o álbum apresenta uma sonoridade marcada pela psicodelia, pelo rock dos anos 1960, pelo experimentalismo e por elementos do rock progressivo. O repertório reúne nove faixas, incluindo “Outono”, “Declínio de Maio”, “Faces”, “Luz”, “Retorno”, “Dia Eterno”, “Noturno Deserto”, “Sombras Flutuantes” e a releitura de “Tomorrow Never Knows”, dos Beatles.

O relançamento em vinil do primeiro álbum do Violeta de Outono resgata o ritual de ouvir um disco e virar o lado depois de 18 minutos. “Isso vem num momento em que este álbum está sendo bastante relembrado, estamos vendo uma grande movimentação nas redes sociais, onde as pessoas estão se referindo a ele como um dos grandes álbuns do rock brasileiro!”, afirma Fabio Golfetti, vocalista, guitarrista e um dos fundadores do Violeta de Outono, que remasterizou o relançamento no estúdio Seven Keys (SP).

Formado em São Paulo em meio à efervescência do rock nacional dos anos 1980, o Violeta de Outono construiu uma trajetória singular ao combinar referências psicodélicas dos anos 1960 com a estética do pós-punk e o experimentalismo do rock progressivo. O grupo também se destacou pela sonoridade marcada por guitarras repletas de efeitos eletrônicos e samplers em gravações e apresentações ao vivo.

Quase quatro décadas depois, o álbum de estreia permanece como um registro fundamental do rock brasileiro. “Esperamos que, ao ouvir esse álbum, você se transporte para um universo que desperte sentimentos e memórias preciosas”, conclui Golfetti.

Crédito: Dráusio/Divulgação

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All Music Matters relança ‘Wages of Sin’ do Arch Enemy em vinil

Álbum que apresentou Angela Gossow e consolidou o grupo sueco entre os gigantes do metal conta com capa dupla e tiragem limitada

A All Music Matters anunciou o lançamento em vinil de “Wages of Sin”, quinto álbum de estúdio do Arch Enemy e um dos trabalhos mais importantes da história do melodic death metal, que celebra 25 anos de seu lançamento em 2026. A edição especial conta com capa dupla, tiragem limitada de apenas 300 cópias e já está disponível para pronta entrega.

Lançado originalmente em 2001 pela Century Media Records, o trabalho marcou a estreia de Angela Gossow nos vocais e inaugurou uma nova fase para a banda sueca, que passou a alcançar um público ainda maior sem abrir mão da agressividade característica de sua sonoridade. Considerado um marco na discografia do grupo, “Wages of Sin”, gravado em dezembro de 2000 no Studio Fredman, com produção de Michael Amott e Fredrik Nordström, além de mixagem e masterização de Andy Sneap, reúne elementos desenvolvidos nos álbuns anteriores e amplia a presença de influências do heavy metal tradicional e do thrash metal. O resultado pode ser ouvido em faixas que se tornaram clássicos da banda, como “Burning Angel”, “Ravenous”, “Heart of Darkness”, “Dead Bury Their Dead” e “Enemy Within”. O álbum também destacou o trabalho de guitarras dos irmãos Michael e Christopher Amott, além de reforçar a identidade melódica que se tornaria uma das principais marcas do Arch Enemy nos anos seguintes.

A chegada de Angela Gossow aconteceu após a saída do vocalista Johan Liiva. Segundo Michael Amott, a banda buscava alguém capaz de elevar o nível artístico do grupo, independentemente do gênero. O primeiro contato ocorreu durante uma entrevista realizada por Angela para uma publicação alemã. Na ocasião, ela comentou que também cantava em uma banda de thrash/death metal e, posteriormente, enviou gravações que impressionaram os músicos. Convidada para uma audição na Suécia, conquistou a vaga graças à potência de sua voz e à forte personalidade demonstrada desde o primeiro encontro.

A nova formação, com Gossow, os irmãos Amott, Sharlee D’Angelo (baixo) e Daniel Erlandsson (bateria), teve impacto direto na direção musical do Arch Enemy. Angela revelou que suas influências, especialmente bandas como Morbid Angel e Carcass, contribuíram para tornar as composições mais agressivas e intensas. Michael Amott destaca que músicas como “Burning Angel” simbolizam perfeitamente essa transformação. Por outro lado, “Ravenous” se tornou uma das músicas mais populares da carreira do Arch Enemy. Amott revelou que o riff principal foi inspirado pelo guitarrista Paul Gilbert, então no Racer X, enquanto a levada dos versos buscou referências em “Leather Rebel”, do Judas Priest.

Limitada a apenas 300 cópias, esta edição especial em vinil já está disponível para pronta entrega e é um item indispensável para colecionadores e admiradores do metal extremo.

Para adquirir a sua cópia, acesse https://anomaliadistro.com.br/produtos/arch-enemy-wages-of-sin-vinil-lacrado-11kjh/

Carceral anuncia edição física de ‘Descending Reprisal’ pela I, Voidhanger Records

Crédito: Divulgação

Edição em CD do álbum de estreia chega em outubro, enquanto Carceral apresenta visualizer de “Lockup Synarchy”

Carceral, grupo instrumental de metal extremo formado por Roberto Ortega e Hard Alexandre Christiani (guitarras), Victor Hormidas (baixo) e Daniel Moscardini (bateria), anuncia uma nova etapa de seu álbum de estreia, “Descending Reprisal”, que ganhará uma edição física limitada em CD pela gravadora italiana I, Voidhanger Records, com lançamento marcado para 9 de outubro. “Acompanho o catálogo da I, Voidhanger há anos e, desde o início da produção de ‘Descending Reprisal’, sonhava com a possibilidade de um dia lançar o álbum pela gravadora. Ver isso acontecer agora é algo realmente especial para mim e para toda a banda”, comenta Roberto Ortega.

Originalmente lançado digitalmente em julho, “Descending Reprisal” reúne 24 faixas em pouco menos de 30 minutos e apresenta a abordagem característica da banda, que transita por death metal, thrash metal, grindcore e outras vertentes extremas em composições curtas, intensas e agressivas. A edição física será lançada em formato jewel case, com booklet de 20 páginas, e já está disponível em pré-venda.

Além disso, está disponível o visualizer de “Lockup Synarchy”, produzido por Wanderley Perna. “‘Lockup Synarchy’ representa muito bem o que buscamos fazer em ‘Descending Reprisal’. É uma música construída com atenção às escolhas harmônicas e à dissonância, com forte influência de Voivod e Immolation. Ao mesmo tempo, mantivemos a tradição do metal de colocar os guitarristas em diálogo, dividindo os solos entre os dois músicos, retomando uma longa tradição do metal presente em trabalhos de nomes como Death, Slayer, Judas Priest e Mercyful Fate, entre tantos outros”, detalha Ortega.

Assista ao visualizer de “Lockup Synarchy” em https://youtu.be/h7N6_DUCcbI

Links para a pré-venda:
Bandcamp: https://i-voidhangerrecords.bandcamp.com/album/descending-reprisal
EU/UK: https://tornfromthegrave.com/collections/ivr-pre-order-now/products/carceral-descending-reprisal-cd-pre-order
US: https://tornfromthegrave.us/collections/ivr-pre-order-now/products/carceral-descending-reprisal-cd-pre-order

Ouça o álbum em https://youtu.be/c-rZTWELKD4

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Faces of Death assina com a Combat Records e anuncia turnê europeia

Crédito: Maycon Avelino

Banda de thrash/death metal fortalece carreira internacional ao assinar com a lendária Combat e anunciar datas da nova turnê europeia

O Faces of Death, formado por Laurence Miranda (vocal e guitarra), Maurício Filho (guitarra), Sylvio Miranda (baixo) e Igor Nogueira (bateria), inicia uma nova fase de sua trajetória com a assinatura de contrato com a lendária Combat Records. O acordo prevê o lançamento de dois novos álbuns de estúdio e também a disponibilização de todo o material produzido pela banda ao longo de sua carreira, ampliando o alcance internacional do grupo.

A parceria representa um importante passo para a banda paulista, que busca levar seu thrash e death metal para novos públicos. Segundo Laurence Miranda, a oportunidade de trabalhar com a gravadora e contar com sua distribuição internacional é motivo de grande orgulho. “É com muito orgulho que anunciamos nossa parceria com a lendária Combat Records. Poder contar com um selo que irá distribuir nossa arte na Europa, EUA e, é claro, América do Sul é surreal. Estamos ansiosos e é uma honra fazer parte da família da Combat Records”, afirma.

O músico também destaca a sintonia estabelecida com Robert Dujmusic, sócio da gravadora, durante as conversas que antecederam o acordo. “Conversei bastante com Dujmusic, sócio da gravadora, e foi um bate-papo muito honesto e verdadeiro. Eles estão com a faca nos dentes”, completa.

Formado no início dos anos 1990, em Pindamonhangaba (SP), o Faces of Death surgiu a partir da iniciativa de três adolescentes que encontraram no thrash metal uma forma de expressar indignação contra imposições religiosas, controle e opressão. Após lançar duas demos entre 1994 e 1996, a banda encerrou suas atividades. Duas décadas depois, em 2016, o grupo voltou à ativa e lançou “Consummatum Est” (EP, 2017), “From Hell” (CD, 2018), “Usurper of Souls” (CD, 2020), “A Drink With The Death – Rehearsal Live” (CD, 2021), “When Calls The Death” (Single, 2022) e “Evil” (CD, 2023). O trabalho mais recente é o single acompanhado do videoclipe “Terror em Barbacena”.

A assinatura com a Combat Records chega em um momento de expansão internacional para o Faces of Death. A banda realizará uma nova turnê pela Europa entre 15 e 31 de outubro, passando por Holanda, Bélgica, Alemanha, Luxemburgo, França, Espanha e Portugal.

Datas da “Hellropean Tour 2026”:
15/10 – The Cave – Amsterdã (HOL)
16/10 – Asgaard – Gent (BEL)
17/10 – Kuckucksei Club – Nürtingen (ALE)
18/10 – Vort N Vis – Ieper (BEL)
20/10 – MK Bar – Belval (LUX)
22/10 – Salem Bar – Bordeaux (FRA)
23/10 – El Paseo – Perpignan (FRA)
24/10 – El Foyer del Cirvianum – Torelló (ESP)
25/10 – Sala Creedence – Zaragoza (ESP)
28/10 – Los Bancos de Atrás – Unguera (ESP)
29/10 – Buril – Sarria (ESP)
30/10 – Patrimonios de Peso – V.N. Foz Côa (POR)
31/10 – Bar Cine Teatro Corroios – Corroios (POR)

Confira o videoclipe de “Terror em Barbacena” em https://youtu.be/RGPa_orhlB4

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Taurus adiciona novas datas na turnê e prepara novo álbum inspirado na crise ambiental

Crédito: Renato Moreth

Grupo carioca de thrash metal amplia turnê de 40 anos enquanto prepara álbum conceitual sobre crise ambiental e comportamento humano

Quatro décadas depois de iniciar sua trajetória, o Taurus segue olhando para o futuro sem abandonar as características que construíram sua identidade no thrash metal brasileiro. A banda carioca celebra mais de 40 anos de história com a turnê “Taurus 1985”, enquanto prepara um novo álbum de inéditas que deverá ampliar a discussão sobre os problemas do mundo contemporâneo. Rudi Sgarbi (vocal), Cláudio Bezz (guitarra), Felipe Melo (baixo) e Sérgio Bezz (bateria) apresentam músicas de todas as fases da carreira na turnê, que agora conta com mais datas foram confirmadas em outubro: 10/10 em Vila Velha/ES, e 17/10 em Brasília/DF.

Ao mesmo tempo em que revisita seu passado, o Taurus trabalha em um novo capítulo de sua história. O próximo álbum terá 11 faixas e será o sucessor de “V” (2020). A primeira amostra desse material veio com “Dark Ages”, single que conta com a participação especial de Prika Amaral (Nervosa). A escolha de “Dark Ages” como primeiro single não é casual. A música aborda guerras, intolerância e conflitos políticos e sociais, mas procura ir além de um retrato sombrio do presente. Segundo Cláudio Bezz, também aponta para a necessidade de seguir adiante e preservar uma perspectiva positiva sobre o futuro.

A mesma preocupação se amplia no conceito do novo álbum. Embora as 11 faixas ainda não tenham sido apresentadas integralmente, o guitarrista revela que o trabalho aborda questões relacionadas à degradação ambiental e ao comportamento humano diante de um cenário que se aproxima  cada vez mais do colapso. “É um álbum quase conceitual que trata de temas importantes que lidam com a degradação do meio ambiente e como estamos caminhando rapidamente para o colapso a partir do conformismo e autodestruição”, explica.

Para o músico, o processo de criação também teve uma dimensão pessoal. As composições serviram como uma forma de transformar inquietações em música e encontrar uma maneira de seguir adiante diante das questões abordadas pelo álbum. “Quase como uma terapia, durante o processo de composição encontramos força e paz ao expressarmos nas músicas o que sentimos enquanto seguimos em frente”, afirma.

Além da temática, Bezz destaca o cuidado com a sonoridade do novo trabalho. A intenção foi preservar a identidade construída pelo Taurus ao longo das décadas, mas sem abrir mão da força e da intensidade esperadas de uma produção contemporânea. “Estamos muito felizes com o resultado do álbum, e eu especialmente pela produção, seja em sua sonoridade, timbres, peso e velocidade que conseguimos imprimir nas novas músicas”, conclui.

Confira o videoclipe de “Dark Ages” em https://youtu.be/XowrKjYvS9s

Shows – Serviço:
10/10 – Metal Devastation Fest 21
Atrações: Taurus + 6 bandas
Local: Área 22 – Av. Carlos Lindenberg, 5126, Planalto, Vila Velha/ES
Lote ingresso R$80 já disponível pelo Pix/telefone 27999214423

17/10 – QZO Festival / Quaresmada
Atrações: Oito bandas + DJ
Local: Núcleo Bandeirante (DF)
Entrada: doação de 1kg de alimento não perecível
Realização: Sefix | Apoio: Fundo de Apoio a Cultura (FAC) e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF

Site oficial: http://www.taurusthrashmetal.com.br

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Atomic Rooster: álbum inédito após 42 anos agora disponível pela Melômano Discos

“Circle The Sun” resgata a essência do rock progressivo britânico com novas composições, atmosfera clássica e produção contemporânea

“Circle The Sun”, um trabalho que reafirmou a relevância do Atomic Rooster, agora está disponível pela Melômano Discos em 300 cópias (100 splatter e 200 vinil preto). O álbum marcou o retorno ao estúdio de um dos nomes mais importantes da história do rock progressivo britânico após 42 anos sem lançar um disco de inéditas, sucedendo “Headline News”, de 1983.

Com dez faixas inéditas, “Circle The Sun” preserva o espírito que transformou o Atomic Rooster em uma referência, ao mesmo tempo em que incorpora uma abordagem atual em sua sonoridade. A recepção internacional foi positiva. Críticos destacaram a capacidade da banda de recriar a essência de sua fase clássica sem soar presa ao passado. Publicações especializadas elogiaram a interpretação de Adrian Gautrey nos teclados, frequentemente comparada ao estilo de Vincent Crane.

Entre os destaques estão “Fly Or Die”, “Circle The Sun”, “Follow Me”, “Rebel Devil”, “No More” e “Pillow”, que exploram diferentes nuances do rock progressivo setentista, alternando momentos mais diretos e pesados com passagens atmosféricas e reflexivas. A forte presença do Hammond, os grooves marcantes e as guitarras carregadas de blues ajudam a reforçar a identidade sonora que tornou o Atomic Rooster uma banda singular dentro do cenário britânico.  

A formação traz o guitarrista e vocalista Steve “Boltz” Bolton, um dos nomes ligados ao período clássico do Atomic Rooster, ao lado de Adrian Gautrey nos teclados e vocais, Shug Millidge no baixo e Paul Everett na bateria. “Circle The Sun” nasceu da continuidade do trabalho iniciado com a reformulação do Atomic Rooster em 2016. Desde então, a banda voltou aos palcos da Europa, participando de festivais e realizando apresentações que reafirmaram o interesse do público por seu repertório e sua trajetória. A experiência acumulada ao longo desses anos de estrada contribuiu diretamente para a criação de “Circle The Sun”.

Para adquirir, acesse: https://melomano.com.br/search/?q=Atomic+Rooster+-+Circle+The+Sun

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Nine Red Moons reúne músicos de Sepultura e Viper em ‘Archetypes’

Single que antecipa o EP “Sumerian Songs for the Dead” une metal clássico, prog metal e uma temática inspirada nos arquétipos de Carl Jung

Sepultura e Viper se encontram em uma mesma gravação em “Archetypes”, novo single do Nine Red Moons que antecipa “Sumerian Songs for the Dead”, EP de estreia previsto para setembro. A música reúne o baixista Paulo Xisto (Sepultura) e o guitarrista Felipe Machado (Viper), ao lado do mentor do projeto, Eduardo Simões (guitarra), e de uma formação internacional com Tasos Lazaris (vocal), Victor Simões (teclado), Polina Kermesh Faustova (violoncelo) e Angelo Spilotros (bateria). “Esta é a primeira vez que músicos ligados ao Sepultura e ao Viper participam juntos de uma mesma gravação”, destaca o guitarrista Eduardo “Paulista” Simões, mentor do Nine Red Moons, ex-integrante do Chakal e Pit Passarell e responsável pela composição de todas as músicas e letras do projeto.

Musicalmente, “Archetypes” tem o Iron Maiden como principal referência, especialmente pela interpretação vocal de Lazaris, associado ao estilo de Bruce Dickinson. A faixa também incorpora influências de Metallica e Black Sabbath, especialmente da fase com Ronnie James Dio nos vocais. A bateria de Angelo Spilotros acrescenta elementos de prog metal, incluindo uma passagem em compasso 7/8 antes do solo, conforme explica Simões. O peso da faixa ganha ainda mais força com Paulo Xisto no baixo, que ocupa papel central na sonoridade, contribuindo para a densidade e a profundidade da composição. Os solos de guitarra são executados por Eduardo Simões e Felipe Machado, enquanto Victor Simões assume os teclados. A formação é completada pela violoncelista ucraniana Polina Kermesh Faustova, integrante da orquestra de Hans Zimmer, e por Spilotros na bateria.

Considerada a mais enigmática de “Sumerian Songs for the Dead”, “Archetypes” também estabelece o tom conceitual do projeto ao abordar temas como morte, luto e transcendência a partir dos arquétipos de Carl Jung. A letra explora padrões psicológicos universais e modelos de comportamento diante dos mistérios da existência, conduzindo a narrativa por uma perspectiva que questiona a própria natureza da morte e a possibilidade de algo existir além dela. A inspiração surgiu de uma experiência pessoal de Eduardo após o falecimento de seu pai. “Comecei a ler vários livros sobre luto e o que a morte significa para cada religião. Essa música traz o desejo de que, um dia, possamos conversar novamente”, explica. A reflexão encontra síntese no refrão: “A morte é apenas uma passagem, a alma é imortal.”

A dimensão visual acompanha a proposta conceitual do single, com capa criada por Jean Michel, da DSNS Art. Eduardo Simões assina a produção, com coprodução de Val Santos e Alan Wallace. Val Santos também é responsável pela mixagem e masterização, enquanto o lyric video foi produzido por Wanderley Perna.

“Archetypes” está disponível nas principais plataformas de streaming. Confira o lyric video em https://youtu.be/p9qim49K5h0

Streaming: https://distrokid.com/hyperfollow/nineredmoons/archetypes
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Atakhama apresenta versão de ‘Beyond the Realms of Death’, do Judas Priest

Crédito: Telma Alcanto Gallardo

Segundo o vocalista Eric Galdyanz, a escolha da faixa também dialoga com a proposta lírica apresentada no álbum de estreia, “Time” (2025)

A banda internacional de heavy/power metal Atakhama apresenta seu novo single, uma releitura de “Beyond the Realms of Death”, clássico do Judas Priest lançado no álbum “Stained Class” (1978). “É uma das músicas mais emocionantes da carreira do Priest! A letra retrata alguém que, após enfrentar rejeição, solidão e dor emocional, acaba se refugiando em um estado mental do qual não consegue mais sair”, explica Eric Galdyanz.
 
Segundo o vocalista, a escolha da faixa também dialoga com a proposta lírica apresentada no álbum de estreia, “Time”. “Algumas músicas do disco exploram conflitos humanos semelhantes. ‘Ashes’ mergulha na dor do exílio e no difícil caminho do perdão; ‘Chains’ aborda a prisão emocional ao passado e a vulnerabilidade diante de falsas promessas; e ‘No Longer a Blind’ fala sobre o rompimento de vínculos com pessoas que se revelam diferentes daquilo que aparentavam. Sempre buscamos escrever sobre experiências humanas e suas consequências emocionais”, completa.
 
“Time”, lançado no final de 2025, reuniu Eric Galdyanz (vocal), Raphael Mattos (guitarra e baixo), Fabio Buitvidas (bateria), além da participação especial do baixista sueco Magnus Rosén. Atualmente, a banda conta com Eric Galdyanz, Raphael Mattos, Fabio Buitvidas e Vladi Melander no baixo. O álbum reúne onze faixas que exploram temas profundamente humanos, tendo o tempo como eixo central da narrativa. As letras, assinadas por Eric Galdyanz, abordam questões como superação, exílio, desigualdade, manipulação, relações pessoais, consciência ambiental e a necessidade de abandonar o rancor diante da brevidade da vida. A faixa-título sintetiza essa proposta ao destacar a importância de aproveitar o tempo em vez de alimentar mágoas e desânimo.

Confira a versão de “Beyond the Realms of Death”, do Judas Priest em https://youtu.be/vFgD52uOdBs
 
“Time” está disponível nas principais plataformas de streaming. Ouça no Spotify: https://open.spotify.com/intl-es/artist/1haXBnlEVPTkOWGHF5eR6o
 
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OS MÚSICOS
Raphael Mattos é guitarrista, compositor e um dos idealizadores da Atakhama. Tornou-se conhecido internacionalmente com a Shadowside, realizando turnês pelo Brasil, Europa e Estados Unidos ao lado de Helloween, Gamma Ray, W.A.S.P. e Anvil, além de dividir palco com Iron Maiden, Sepultura e Angra. Em “Time”, assina todas as composições, participa dos arranjos e imprime influências de Steve Vai, Steve Morse e Zakk Wylde à identidade musical do álbum.
 
Fabio Buitvidas atua profissionalmente na música desde os 14 anos como baterista, produtor musical e engenheiro de gravação. Ao longo da carreira integrou bandas como Shadowside, Engrave, Pastore, Magnus Rosén Trio e Vanglória, além de acompanhar Fafá de Belém por mais de três décadas. Em Time, responde pela bateria, pelos arranjos e por toda a produção, gravação, mixagem e masterização realizadas no Estúdio 82, em São Paulo.
 
Eric Galdyanz desenvolveu sua trajetória entre Brasil e Chile, participando de bandas como Acid Storm, Skyscrapper, Croskill, Mig 25, Engrave, Edel Weiss e Track. No início dos anos 2000 retornou ao Chile, onde participou da banda oficial de covers do Dream Theater, gravou o álbum “Fight in the Sky” com a Cathalepsy, lançou um DVD ao vivo e um EP em espanhol com a Alquimia, além de colaborar com diversos artistas da América Latina.
 
Vladi Melander iniciou sua trajetória musical aos 12 anos estudando violão clássico e, posteriormente, passou a dominar baixo, guitarra e outros instrumentos de cordas. Formado em Música pela Universidade de São Paulo, construiu sólida carreira como instrumentista e foi premiado no Projeto Nascente e no Concurso Souza Lima. Atualmente integra a Atakhama, contribuindo com sua formação erudita e versatilidade para fortalecer a identidade musical da banda.

Inferno Nuclear confirma lançamento de ‘Amazônia em Chamas’ na Europa

Crédito: Marcos Scaglione

Gravadora alemã Witches Brew leva “Amazônia em Chamas” ao mercado europeu preservando conceito original em português integralmente

A gravadora alemã Witches Brew anunciou o lançamento de “Amazônia em Chamas”, mais recente álbum da banda brasileira de thrash metal Inferno Nuclear. A edição europeia preserva integralmente o conceito original lançado no Brasil. A Witches Brew optou por manter a arte, a ficha técnica e todas as letras em português no encarte, valorizando a identidade da banda e reforçando a autenticidade do trabalho apresentado ao público internacional.

“É muito satisfatório ver nosso álbum chegar às terras germânicas com toda a autenticidade do formato lançado no Brasil. Dessa forma, quebramos esse paradigma de que fazer metal cantado em português não agrega valor para os gringos ou que somente as bandas que cantam em inglês conseguem fazer parcerias com gravadoras de fora do Brasil”, afirma o vocalista Wellington Freitas.

Em “Amazônia em Chamas”, o Inferno Nuclear reafirma sua proposta de executar um thrash metal pesado, rápido, agressivo e atemporal, inspirado na velha escola dos anos 1980. A sonoridade remete a bandas como Vio-Lence, Exodus, Testament, Metallica e Sepultura, sem abrir mão de uma identidade própria. As composições abordam temas como destruição ambiental, condição humana, racismo, fanatismo religioso, violência, guerra e injustiça social.

Fundado em Belém (PA), em 2006, durante o ressurgimento mundial do thrash metal, o Inferno Nuclear é atualmente radicado em São Paulo e formado por Wellington Freitas (vocal), Leonardo Garcia (guitarra), Leandro Kronnos (baixo) e Marcos Luz (bateria).

O CD físico já está disponível para compra antecipada nos sites da gravadora e em sua página no Bandcamp.

Sites relacionados:
https://witchesbrew.eu/en/products/inferno-nuclear-amazonia-em-chamas-cd?_pos=1&_sid=03aafef07&_ss=r
https://witchesbrewthrashes.bandcamp.com

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Contato para shows: (11) 985443143
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Veja o videoclipe de “Antirracista”, dirigido por Marcos Scaglione, em https://youtu.be/z62VLxK1LE0

Inventtor lança novo álbum, ‘Senhor da Obsessão’, e clipe de ‘Broken’

Crédito: Bruno Paraguay

“Senhor da Obsessão” tem lançamento através de uma parceria com os selos Voice Music e Classic Metal

A banda mineira de death/doom Inventtor, que conta com Alan Souza (vocal e bateria) e Tony Lessa (baixo), apresenta o novo álbum, “Senhor da Obsessão”, acompanhado do single/clipe de “Broken”, que traz a participação da vocalista Nienna (Paradise in Flames). Gravado em Nova Lima (MG), produzido e mixado por André Damien, que também registrou as guitarras e teclados, “Senhor da Obsessão” traz arte de capa assinada por Fernando Lima e tem lançamento através de uma parceria com os selos Voice Music e Classic Metal.
 
Ao longo das oito faixas, das quais quatro contam com singles/vídeos, a obra conduz o ouvinte por uma reflexão sobre responsabilidade individual, defendendo que cada pessoa é a única responsável por seus próprios atos. As composições abordam as marcas deixadas pela doutrinação religiosa e fazem uma crítica contundente ao que a banda define como o “terrorista psicológico” da religião, sendo a figura que manipula a fé por meio da culpa e do medo como instrumento de controle.
 
“Broken”, lançada em videoclipe e que conta com a participação de Nienna (Paradise in Flames), representa o momento em que a psique finalmente sucumbe ao peso constante da opressão. Estar “quebrado” significa perder completamente a individualidade, tornando-se apenas um reflexo dócil e facilmente manipulável. “A música evidencia o objetivo final dos tiranos e falsos profetas: destruir o pensamento crítico até que a própria escravidão seja confundida com proteção ou liberdade”, explica Alan Souza. “A voz e a entrega de Nienna trouxeram uma camada absurda de peso e atmosfera para ‘Broken’. A parceria deu uma liga perfeita com o som e elevou a faixa a outro patamar, trazendo uma energia única para o álbum”, acrescenta.
 
Segundo o baixista Tony Lessa, lançar “Senhor da Obsessão” é um marco para a Inventtor. “Se em nosso debut nós pavimentamos o caminho na escuridão, neste novo álbum mergulhamos sem medo nas camadas mais profundas da mente humana”, avalia. “Conseguimos traduzir em música o peso espiritual, a crítica contra as amarras da manipulação religiosa e os tormentos da psique. É o trabalho mais maduro, denso e desafiador da nossa carreira até aqui e esperamos que todos possam sentir isso”, conclui o baixista.


Repertório:
1) In Absentia Dei
2) Senhor da Obsessão (clipe: https://youtu.be/fXTEhofvIls)
3) Além da Carne
4) Epicentro da Morte (clipe: https://youtu.be/7StjZCoZJOY)
5) Tortura
6) For Your Demons (clipe: https://youtu.be/CGM3nThHBUM)
7) Submerso
8) Broken (clipe: https://youtu.be/HHdwiQoAcEI)
 
Veja o clipe de “Broken”, produzido por Bruno Paraguay, em https://youtu.be/HHdwiQoAcEI
 
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Plataformas de streaming: https://onerpm.link/235132119249
 
Ouça o álbum no Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/5VXTkYLWpvs5Y8fEXwzto5
 
E-mail: inventtorband@gmail.com

Daron presta homenagem ao saudoso Ozzy Osbourne

Crédito: Thiago Drumond

Depois do single “Restos de Sol”, vocalista gaúcho apresenta sua versão de “I Just Want You”

Após lançar o single “Restos de Sol”, que evidenciou influências da atmosfera obscura e emocional de Ozzy Osbourne, o vocalista gaúcho Daron decidiu prestar uma homenagem ao eterno Madman gravando uma versão de “I Just Want You”. A música foi originalmente lançada no álbum “Ozzmosis” (1995), o sétimo trabalho da carreira solo do Príncipe das Trevas, falecido em 22 de julho de 2025.

“É o meu disco preferido do Ozzy, que sempre considerei o maior frontman de todos os tempos, tanto pela autenticidade quanto pela verdade que transmitia no palco. Quando assisti ao vídeo do Black Sabbath gravado em Paris, no início dos anos 1970, foi uma explosão na minha mente. Naquele momento pensei: ‘Quero ser igual a esse cara!'”, comentou Daron.

Ouça a versão de “I Just Want You” em https://youtu.be/byTv2vlJ9Cw

Daron segue em estúdio produzindo novas músicas ao lado de Gabriel Oliveira “Galo Cinza” (guitarra), Arthur Marques (baixo) e Tony Carpa (bateria). “Estou trabalhando intensamente em estúdio e preparando o terreno para o lançamento do próximo disco e uma turnê em 2027”, revela.

Natural de Santa Rosa/RS, Daron iniciou sua trajetória em 2013 ao fundar a banda Peixes Voadores, acumulando apresentações ao lado de nomes como Sepultura, Misfits, Marky Ramone e Michael Graves. O músico também excursionou com o Matanza em turnês nacionais. Em 2025, mudou-se para São Paulo para investir na carreira solo e, em 2026, já passou por casas como La Iglesia, Manifesto, The Metal Bar, House Of Legends e Fenda 365, além de lançar o single “O Cemitério”, inspirado na obra “Pet Sematary”, de Stephen King.

Instagram: https://www.instagram.com/oficialdaron/

Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/26UJyS5kkyXeBHYmHy8aR0

E-mail: oficialdaron@outlook.com