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Inventtor lança novo álbum, ‘Senhor da Obsessão’, e clipe de ‘Broken’

Crédito: Bruno Paraguay

“Senhor da Obsessão” tem lançamento através de uma parceria com os selos Voice Music e Classic Metal

A banda mineira de death/doom Inventtor, que conta com Alan Souza (vocal e bateria) e Tony Lessa (baixo), apresenta o novo álbum, “Senhor da Obsessão”, acompanhado do single/clipe de “Broken”, que traz a participação da vocalista Nienna (Paradise in Flames). Gravado em Nova Lima (MG), produzido e mixado por André Damien, que também registrou as guitarras e teclados, “Senhor da Obsessão” traz arte de capa assinada por Fernando Lima e tem lançamento através de uma parceria com os selos Voice Music e Classic Metal.
 
Ao longo das oito faixas, das quais quatro contam com singles/vídeos, a obra conduz o ouvinte por uma reflexão sobre responsabilidade individual, defendendo que cada pessoa é a única responsável por seus próprios atos. As composições abordam as marcas deixadas pela doutrinação religiosa e fazem uma crítica contundente ao que a banda define como o “terrorista psicológico” da religião, sendo a figura que manipula a fé por meio da culpa e do medo como instrumento de controle.
 
“Broken”, lançada em videoclipe e que conta com a participação de Nienna (Paradise in Flames), representa o momento em que a psique finalmente sucumbe ao peso constante da opressão. Estar “quebrado” significa perder completamente a individualidade, tornando-se apenas um reflexo dócil e facilmente manipulável. “A música evidencia o objetivo final dos tiranos e falsos profetas: destruir o pensamento crítico até que a própria escravidão seja confundida com proteção ou liberdade”, explica Alan Souza. “A voz e a entrega de Nienna trouxeram uma camada absurda de peso e atmosfera para ‘Broken’. A parceria deu uma liga perfeita com o som e elevou a faixa a outro patamar, trazendo uma energia única para o álbum”, acrescenta.
 
Segundo o baixista Tony Lessa, lançar “Senhor da Obsessão” é um marco para a Inventtor. “Se em nosso debut nós pavimentamos o caminho na escuridão, neste novo álbum mergulhamos sem medo nas camadas mais profundas da mente humana”, avalia. “Conseguimos traduzir em música o peso espiritual, a crítica contra as amarras da manipulação religiosa e os tormentos da psique. É o trabalho mais maduro, denso e desafiador da nossa carreira até aqui e esperamos que todos possam sentir isso”, conclui o baixista.


Repertório:
1) In Absentia Dei
2) Senhor da Obsessão (clipe: https://youtu.be/fXTEhofvIls)
3) Além da Carne
4) Epicentro da Morte (clipe: https://youtu.be/7StjZCoZJOY)
5) Tortura
6) For Your Demons (clipe: https://youtu.be/CGM3nThHBUM)
7) Submerso
8) Broken (clipe: https://youtu.be/HHdwiQoAcEI)
 
Veja o clipe de “Broken”, produzido por Bruno Paraguay, em https://youtu.be/HHdwiQoAcEI
 
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Ouça o álbum no Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/5VXTkYLWpvs5Y8fEXwzto5
 
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Daron presta homenagem ao saudoso Ozzy Osbourne

Crédito: Thiago Drumond

Depois do single “Restos de Sol”, vocalista gaúcho apresenta sua versão de “I Just Want You”

Após lançar o single “Restos de Sol”, que evidenciou influências da atmosfera obscura e emocional de Ozzy Osbourne, o vocalista gaúcho Daron decidiu prestar uma homenagem ao eterno Madman gravando uma versão de “I Just Want You”. A música foi originalmente lançada no álbum “Ozzmosis” (1995), o sétimo trabalho da carreira solo do Príncipe das Trevas, falecido em 22 de julho de 2025.

“É o meu disco preferido do Ozzy, que sempre considerei o maior frontman de todos os tempos, tanto pela autenticidade quanto pela verdade que transmitia no palco. Quando assisti ao vídeo do Black Sabbath gravado em Paris, no início dos anos 1970, foi uma explosão na minha mente. Naquele momento pensei: ‘Quero ser igual a esse cara!'”, comentou Daron.

Ouça a versão de “I Just Want You” em https://youtu.be/byTv2vlJ9Cw

Daron segue em estúdio produzindo novas músicas ao lado de Gabriel Oliveira “Galo Cinza” (guitarra), Arthur Marques (baixo) e Tony Carpa (bateria). “Estou trabalhando intensamente em estúdio e preparando o terreno para o lançamento do próximo disco e uma turnê em 2027”, revela.

Natural de Santa Rosa/RS, Daron iniciou sua trajetória em 2013 ao fundar a banda Peixes Voadores, acumulando apresentações ao lado de nomes como Sepultura, Misfits, Marky Ramone e Michael Graves. O músico também excursionou com o Matanza em turnês nacionais. Em 2025, mudou-se para São Paulo para investir na carreira solo e, em 2026, já passou por casas como La Iglesia, Manifesto, The Metal Bar, House Of Legends e Fenda 365, além de lançar o single “O Cemitério”, inspirado na obra “Pet Sematary”, de Stephen King.

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Mãe Serpente explora peso e simbolismo em seu segundo álbum

Crédito: Ana Clara Barbosa

“Volume II – Fúria Sem Olhos” transita entre o stoner metal, doom metal, metal tradicional e hard rock setentista

Após dez anos construindo sua trajetória na cena underground de Minas Gerais, a Mãe Serpente apresenta seu segundo álbum, intitulado “Volume II – Fúria Sem Olhos”, marcando uma nova etapa na carreira do trio formado por Fernando Dias (vocal e guitarra), Mário Rodrigues (baixo) e Victor Espeschit (bateria). Com lançamento nas plataformas digitais, o álbum reúne oito composições que transitam entre o stoner metal, doom metal, heavy metal tradicional e hard rock dos anos 70. A gravação, mixagem e masterização do álbum foram realizadas no Audio One Studios por Alan Wallace, enquanto as vozes foram registradas no 415 Home Studio.

“Fúria Sem Olhos”, escolhida para abrir o repertório e também lançada como primeiro single, utiliza a fúria como impulso para romper a inércia. “Queríamos criar uma música que carregasse a força das grandes faixas de abertura do heavy metal. ‘Fúria Sem Olhos’ não perde tempo para mostrar sua identidade: ela transforma a fúria em uma força primordial, capaz de romper a inércia e impulsionar a mudança antes mesmo que exista qualquer julgamento”, explica Fernando Dias.

Confira o videoclipe de “Fúria Sem Olhos” em https://youtu.be/ckmVzc-vctY

Já a faixa “Rei Caçador” amplia o universo simbólico ao buscar inspiração em Oxóssi, orixá associado à caça, ao conhecimento e à prosperidade. “Apostamos em riffs cadenciados, estruturas mais extensas e uma atmosfera épica, inspirada no heavy metal e no black metal, para criar uma música que envolve o ouvinte”, destaca  Dias.

“O Distraído” volta o olhar para o cotidiano contemporâneo, acompanhando um personagem preso à repetição das tarefas diárias, vivendo uma rotina que remete ao mito de Sísifo reinterpretado pelo filósofo Albert Camus. “Mergulhamos no hard rock setentista, com riffs diretos e cheios de groove, inspirados por Tony Iommi, do Black Sabbath, e Leslie West, do Mountain”, descreve o vocalista e guitarrista.

“Rockceta” traz o lado mais descontraído da banda, enquanto “Somelier de Carniça” utiliza ironia e metáforas para criticar a submissão e a naturalização das desigualdades sociais. Já a faixa “Ferro e Sangue” explora o conflito entre dor emocional e física, com sutis influências do blues. “Vozes do Universo” traz uma atmosfera lenta, pesada e ritualística inspirada na Cabalá, enquanto a faixa-título “Mãe Serpente” encerra o álbum sintetizando todo o conceito da obra.

Ouça “Volume II – Fúria Sem Olhos” nas plataformas de streaming em https://offstep.link/261192051033

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Carceral: grupo instrumental de metal extremo apresenta álbum de estreia

Crédito: Divulgação

“Descending Reprisal”, que combina death/thrash metal e grindcore, está disponível nas plataformas de streaming

Carceral, grupo instrumental de metal extremo formado por Roberto Ortega e Hard Alexandre Christiani (guitarras), Victor Hormidas (baixo) e Daniel Moscardini (bateria), disponibilizou nas plataformas de streaming o álbum de estreia, “Descending Reprisal”. O trabalho, que combina death/thrash metal e grindcore, foi precedido pelos singles “Archaic Law” e “Hypnomachia”, além de playthroughs.

Formado em dezembro de 2024, o Carceral, que teve seu nome inspirado por leituras do poeta Augusto dos Anjos, passou mais de um ano dedicado exclusivamente à construção de sua estreia. “Descending Reprisal”, produzido por Roberto Ortega e Victor Hormidas, com mixagem e masterização de Samuel Bassani, conta com 24 faixas instrumentais. Musicalmente, o debut dialoga com a brutalidade e a técnica de bandas como Death, Kreator, Slayer, Morbid Angel, Dark Angel e Krisiun, mas desenvolve uma identidade própria ao colocar as guitarras e o baixo no centro da narrativa.

“Embora as composições sejam inspiradas em bandas como Death, Morbid Angel e Dark Angel, eu também quis capturar a atmosfera sinistra e dissonante de Voivod e Immolation. O objetivo nunca foi recriar esses sons, mas combinar a liberdade expressiva da música instrumental com a escuridão e a intensidade do metal extremo. Esperamos que ‘Descending Reprisal’ proporcione aos ouvintes uma experiência que seja, ao mesmo tempo, familiar e completamente nova”, declarou o fundador e guitarrista Roberto Ortega.

Além da introdução, criada por Pablo Greg, conhecido por seus trabalhos orquestrais para Edu Falaschi e Crypta, o projeto traz Vithor Moraes (Armiferum), que assina o design de som de duas faixas e uma futura versão orquestrada de “Of Searing and Perilous Abidance”. Já a arte da capa foi criada pelo russo Artem Demura, artista conceitual conhecido por seu trabalho nos games Lords Of The Fallen e Mortal Shell. A direção de arte e a criação de todo o encarte digital, também disponível para download em https://linktr.ee/carceralband, ficaram a cargo do designer gráfico Danilo Ferreira.

Ouça o álbum em https://youtu.be/c-rZTWELKD4

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OS MÚSICOS
Roberto Ortega é guitarrista, compositor e atuante na cena underground desde o início dos anos 2000. Integrou o Attack Force, idealizou o festival Abrigo Atômico e, desde 2024, dedica-se integralmente ao Carceral, sendo coprodutor de “Descending Reprisal”.

Hard Alexandre Christiani atua profissionalmente desde os anos 1990 e construiu uma carreira marcada por trabalhos ao lado de nomes como Tim “Ripper” Owens, Mark Boals, Nando Fernandes e Fábio Nestares. Além de guitarrista, é produtor musical, professor e consultor artístico, acumulando experiências em turnês internacionais, gravações e produções para artistas independentes e grandes marcas.

Victor Hormidas é multi-instrumentista e produtor musical de Brasília, com passagens por bandas como Coral de Espíritos, Degola, Fleshpyre e Tarrasque. Também é responsável pela produção de diversos álbuns da cena do Distrito Federal e foi homenageado pela Câmara Legislativa do DF por sua relevante contribuição ao desenvolvimento do rock e do metal na região.

Daniel Moscardini é baterista, produtor, professor e diretor do Instituto Daniel Moscardini (IDM), referência no ensino de bateria voltado ao rock e heavy metal. Com mais de 20 anos de carreira, lançou métodos e cursos especializados, realizou workshops em todo o Brasil, gravou com diversos artistas e, em 2026, ultrapassou a marca de 15 milhões de visualizações e 40 mil inscritos em seu canal no YouTube.

Ember Brick: segundo álbum ganha edição em vinil

Gravado em estúdio analógico Forest Lab, álbum “Ember Brick” ganha edição limitada em vinil com 150 cópias

O segundo álbum da banda Ember Brick, autointitulado, reúne 13 faixas e chega ao público em uma edição especial em vinil. O lançamento é independente e limitado a 150 cópias, realizado em parceria com os selos Melômano Discos, Undershows Records e Brado Discos. O trabalho foi gravado integralmente em formato analógico no estúdio Forest Lab e tem mixagem assinada por Lisciel Franco, reforçando a proposta sonora orgânica e fiel às gravações de época.

A banda paranaense, atualmente formada por Guilherme Marin, responsável pelo vocal, baixo e letras, André Borela na guitarra e Jean Gardinalli (Edu Falaschi) na bateria, foi criada em 2017 por um grupo de amigos e iniciou sua trajetória com uma gravação caseira em 2019, que originou a demo “Flying Money Machine”. Mesmo registrado no quintal da casa de um amigo em Maringá, o material serviu como impulso para a banda aprofundar as composições e buscar uma produção profissional. Em 2022, já com mudanças na formação, o grupo passou a contar com o guitarrista André Borela. Nesse período, foi ao Rio de Janeiro para gravar no estúdio de Lisciel Franco, conhecido pelo trabalho com gravações analógicas. O resultado foi o primeiro álbum de estúdio, “Smoke Some Bricks”, com nove faixas registradas em formato analógico.

O disco ampliou a visibilidade do grupo e abriu novas oportunidades no mercado. Este reconhecimento levou a um convite da Virgin Music do Brasil para um novo projeto no mesmo estúdio e com a mesma proposta de gravação. Dessa parceria nasceu o segundo álbum, “Ember Brick”, com 13 faixas e previsão de lançamento em vinil.

Musicalmente, o som do Ember Brick costuma ser classificado como stoner e doom metal, com influências de grunge e rock progressivo. A banda define sua sonoridade como uma mescla de referências que atravessam estilos distintos, com forte presença de elementos dos anos 1970, como Black Sabbath, Motörhead e Rush, combinados a influências mais modernas como Alice in Chains e Tool.

Para adquirir o material, acesse: https://melomano.com.br/produtos/ember-brick-ember-brick-2025-vinil-1yi7m/

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Downearth: projeto do baixista do Eminence lança novo single/clipe

Crédito: Divulgação

Formada por músicos experientes da cena de Belo Horizonte, banda combina elementos de metal alternativo, grunge, post rock e post metal

Criada em 2022, a banda Downearth, formada por Julimar Fernandes (vocal, Raising Conviction), Matheus Araujo (guitarra, Balla), Davidson Mainart (baixo, Eminence) e Samuel Bernardo (bateria, Paradise in Flames), tem como proposta desenvolver uma identidade sonora distinta dos projetos principais de cada músico.

Até o momento, o grupo lançou os singles “Legions”, “Absense” e “Tired”, combinando elementos de metal alternativo, grunge, post rock e post metal. O repertório traz composições densas, atmosféricas e pesadas, alternando melodias e momentos agressivos para abordar temas introspectivos, como existencialismo, questões sociais e as incertezas da humanidade.

“Tired” mergulha na exaustão moldada pelo tempo, pelas expectativas e pela entrega absoluta. A letra retrata a experiência de oferecer tudo o que se tem, doar até as últimas forças e, ainda assim, seguir contando os dias. É um relato honesto sobre o peso de despejar a própria alma na música e na arte, convivendo com a constante sensação de que nenhum esforço parece suficiente. “A letra traduz o desgaste da mente criativa, presa em um ciclo implacável no qual o artista, mesmo completamente esgotado, simplesmente não consegue parar”, comenta Julimar Fernandes.

A narrativa ganha ainda mais força ao ser costurada por uma metáfora sobre a devoção a uma fé cega. “A entrega à arte passa a se confundir com a submissão a uma força que exige sacrifícios contínuos, sempre cobrando mais, mas raramente se mostrando concreta o bastante para justificar tamanha dedicação”, detalha o vocalista.

Com uma sonoridade significativamente mais agressiva do que a apresentada nos lançamentos anteriores, “Tired” revela a faceta mais pesada da banda. Riffs dissonantes, guitarras sujas e vocais carregados de desespero transformam a música em um verdadeiro prato cheio para quem aprecia um som intenso, caótico e visceral.

Confira o videoclipe “Tired”, dirigido e editado por Davidson Mainart em https://youtu.be/m9UhJqyxYac

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Redstain lança ‘Let The Blood Prevail’ e amplia discurso crítico

Crédito: Divulgação

A banda paulistana Redstain apresenta o novo álbum, “Let The Blood Prevail”, que conta com sete faixas e reforça a sua identidade no thrash metal. O título surgiu a partir de “War on Putin”, uma das inéditas do repertório, e funciona como um manifesto crítico sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia. A proposta do grupo formado por Eduardo Campos (vocal), Adriano Gattaz (guitarra), Guilherme Cerqueira (guitarra), Caio Brasil (baixo) e Sebastian Velásquez (bateria) amplia o tema para uma reflexão sobre a atuação de líderes mundiais que colocam interesses pessoais acima da vida da população. “É este conceito que conduz ‘Let The Blood Prevail’, um trabalho que aborda abusos de poder, conflitos cotidianos e a resistência do indivíduo diante de estruturas maiores”, explica Eduardo Campos.

O material foi gravado no estúdio Dual Noise (SP), com mixagem e masterização a cargo de Rogerio Wecko. Além de “War on Putin”, o sucessor de “Under Control” (2024) traz mais três composições inéditas: “Titan Slayer”, “Scream of Agenor” e “Blindspots”. O repertório também traz novas versões de “Futebol and Violence”, “Hunt You Down” e “No More Chance to Break”, originalmente lançadas no EP de estreia, “Hunt You Down” (2022), refletindo a evolução musical e a maturidade alcançada pela formação atual.

A faixa “Scream of Agenor”, lançada como single e lyric video, é baseada em uma história real. “Agenor era um morador de rua que vivia em frente ao colégio de um dos integrantes da banda. Uma figura aparentemente simpática, adorada pelas crianças, dava biscoito aos alunos na saída da aula. No fundo, escondia uma história sombria: havia matado a esposa a facadas. “A faixa ‘Scream of Agenor’ mergulha nessa dualidade humana: o invisível para a sociedade que carrega uma sombra; o gentil e o monstruoso convivendo no mesmo corpo”, detalha o vocalista. “Ela traz, inclusive, trechos em português que ancoram a narrativa na realidade urbana paulistana e amplificam o desconforto: o personagem está nas ruas que todo mundo cruza, todos os dias, sem ver”, completa.

Confira o lyric video de “Scream of Agenor” em https://youtu.be/c2fBSVC6UH4

Tracklist:
01. Blindspot
02. Scream of Agenor
03. Futebol & Violence (regravação)
04. Titan Slayer
05. Hunt You Down (regravação)
06. War on Putin
07. No More Chance (regravação)

Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/7GEVtnkL8OMWrlpPWSqrwd

Mídias sociais e plataformas de streaming: https://linktr.ee/redstainoficial

E-mail: redstain.banda@gmail.com

Cyberpunch lança ‘Immortan War’ e aprofunda crítica sobre poder e desigualdade

Crédito: Nanda Arantes

Single mescla thrash, heavy e metal industrial para discutir obsessão humana por imortalidade, poder, riqueza e controle social

A banda paulistana Cyberpunch formada por Netuno Balboa (vocal), Gabriel Henrique e Ruan Diego (guitarras), Eduardo Zedu Domingues (baixo) e Gabriel Gifoli (bateria), apresenta o novo single e videoclipe, “Immortan War”, que usa o universo de Mad Max como metáfora para discutir temas como poder, legado, desigualdade social e a busca humana por imortalidade. Inspirada na figura de Immortan Joe, personagem marcado pela obsessão por sucessão e domínio, a música propõe uma reflexão sobre estruturas de poder e subjugação que atravessam diferentes contextos históricos e sociais. “Ela nasceu da figura de Immortan Joe, mas fala muito sobre a obsessão humana por deixar legado, conquistar poder e perpetuar influência, muitas vezes às custas da desigualdade e da opressão social”, destaca o vocalista Netuno Balboa.

Musicalmente, “Immortan War” combina velocidade e peso do thrash metal, com influências diretas de Megadeth e Sepultura, além da tradicional cavalgada do heavy metal inspirada em Iron Maiden. O single ainda incorpora synths eletrônicos, timbres densos e vocais graves, criando uma atmosfera mais obscura próxima ao metal industrial. “A ideia foi unir agressividade, velocidade e peso com um refrão que tivesse força de hino e um breakdown pensado para incendiar o mosh pit”, afirma Netuno Balboa.

O single foi gravado no Zomer Records Studio (SP), com produção, gravação, mixagem e masterização de Pedro Zomer. A produção executiva ficou a cargo da Caverox Records.

Confira o videoclipe de “Immortan War”, dirigido e editado por Melissa Manighetti e que traz cenas de bastidores, shows e dos fãs, em https://youtu.be/-TophvXVMTM

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Metalmorphose resgata show na ‘Stressor Night 2012’

Foto: Cíntia Ventania

“Stressor Night 2012” traz registro raro de Leon Manssur (Apokalyptic Raids) nos vocais de “Complexo Urbano”

A veterana Metalmorphose, pioneira do metal brasileiro, segue preservando sua história através de uma série de vídeos ao vivo disponibilizados em seu canal no YouTube. Mesmo sem estar mais em atividade, a banda aposta em registros raros e carregados de valor documental para revisitar momentos importantes de sua trajetória.

Um dos novos lançamentos recupera a apresentação realizada na “Stressor Night 2012”, evento tradicional promovido pelo baterista André Delacroix, conhecido também como Stressor Ixtremuh ou Sargentão. A celebração aconteceu em 5 de janeiro de 2012, no Underground Cultural, reunindo shows do Metalmorphose e da banda de grindcore DAD, liderada pelo próprio baterista aniversariante.

Na ocasião, Tavinho Godoy (vocal), PP Cavalcante e Leon Manssur (guitarras), André Bighinzoli (baixo) e André Delacroix (bateria) executaram apenas quatro músicas: “Nosso Futuro”, “Complexo Urbano”, “Minha Droga é o Metal” e “Cavaleiro Negro”. “Apesar do repertório enxuto, a apresentação ficou marcada pela intensidade e pela atmosfera visceral do show”, resume o baixista André Bighinzoli.

A curiosidade histórica do registro é a participação do guitarrista Leon Manssur (Apokalyptic Raids) dividindo os vocais com Tavinho Godoy em “Complexo Urbano”. “Leon integrou a banda na fase do álbum ‘Máquina dos Sentidos’ e este é o único registro gravado conhecido dele interpretando a música ‘Complexo Urbano’, do ‘Ultimatum’ (1985)”, detalha Bighinzoli.

A gravação foi captada de forma simples, utilizando um minigravador da Boss, mas preserva com fidelidade a energia da apresentação e o espírito underground da época.

Confira o vídeo em https://youtu.be/rzItLxNwBog

Daron lança single introspectivo inspirado na atmosfera clássica de Ozzy Osbourne

Crédito: Maycon Avelino

“Restos de Sol” mergulha em autodescobrimento, consciência e libertação interior, inspirado pela estética emocional

O vocalista gaúcho Daron apresenta o novo single, “Restos de Sol”, acompanhado de um videoclipe gravado no Sensorial Lab, em Jundiaí/SP. A música traz influências da atmosfera obscura e emocional de Ozzy Osbourne, unindo peso, reflexão e elementos teatrais em uma composição cantada em português. “O single ‘Restos de Sol’ fala sobre enxergar além das ilusões e despertar uma nova consciência. É uma música muito pessoal, intensa e cheia de significado”, afirma Daron.

A faixa aborda temas como identidade, percepção e libertação interior, conduzindo o ouvinte por uma jornada introspectiva marcada por imagens poéticas e reflexões sobre antigas prisões mentais. Segundo o artista, a proposta é provocar uma travessia emocional e espiritual, mostrando que “mesmo após o desgaste, ainda existe uma chama capaz de iluminar o caminho”.

As gravações aconteceram no Sensorial Lab, em Jundiaí/SP, com instrumentos e vozes registrados pela atual formação da banda: Daron nos vocais, Gabriel Oliveira “Galo Cinza” na guitarra, Tony Carpa na bateria e Arthur Marques no baixo. A mixagem e masterização ficaram por conta de Nicolas Lira Gomes, enquanto a captação foi realizada por Rafael Rosa. A arte é assinada por Márcio Aranha e as fotos por Maycon Avelino.

Confira o videoclipe de “Restos de Sol”, com gravação, direção e edição de Maycon Avelino (Starship Vídeos), em https://youtu.be/AIh4Y5PaIj8

Natural de Santa Rosa/RS, Daron iniciou sua trajetória em 2013 ao fundar a banda Peixes Voadores, acumulando apresentações ao lado de nomes como Sepultura, Misfits, Marky Ramone e Michael Graves. O músico também excursionou com o Matanza em turnês nacionais. Em 2025, mudou-se para São Paulo para investir na carreira solo e, em 2026, já passou por casas como La Iglesia, Manifesto, The Metal Bar, House Of Legends e Fenda 365, além de lançar o single “O Cemitério”, inspirado na obra “Pet Sematary”, de Stephen King.

Neste ano, Daron segue em estúdio produzindo novas músicas e realizando shows pontuais para divulgar os singles lançados recentemente. “Este é apenas o começo de uma nova fase. Estou trabalhando intensamente em estúdio e preparando o terreno para o lançamento do próximo disco e uma turnê em 2027”, conclui.

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Cromathia retoma atividades e lança single ‘Cycles of the Fall’

Crédito: Lyrian Oliveira

Novo single da banda curitibana traça um paralelo entre sociedades que atingem o auge, entram em decadência e renascem constantemente

Após alguns anos de hiato, a banda paranaense Cromathia anuncia sua volta às atividades e prepara uma nova fase marcada pelo lançamento do single “Cycles of the Fall”. Tendo Guga Rovel, do Sad Theory, como convidado no vocal, Osmar Ferreira e Marco Bueno (guitarras), Felipe Mata (baixo) e Thiago Mussi (bateria) registraram o novo material no Estúdio 2, em Curitiba, com produção de Vitor Meirelles, mixagem e masterização de Samuel Bassani.

O conceito de “Cycles of the Fall”, que ganhou um lyric video produzido por Jean Michel (DSNS ART), mergulha em uma reflexão sobre os ciclos históricos da humanidade, traçando um paralelo entre civilizações que evoluem, atingem o ápice, entram em decadência e inevitavelmente renascem. A letra aborda a repetição constante desses processos de ascensão e colapso, conectando o peso musical da banda a uma temática densa e existencial.

“O novo single, ‘Cycles of the Fall’, representa exatamente o momento da banda. Passamos por um período de silêncio, mas retornamos mais fortes, mais maduros e com ainda mais vontade de criar algo brutal e verdadeiro”, afirma o guitarrista Osmar Ferreira. “A música fala sobre destruição e reconstrução, algo que também vivemos dentro do próprio Cromathia”, acrescenta.

Confira o lyric video de “Cycles of the Fall” em https://youtu.be/isfgFsxBbXw

Fundada em 2003 por Osmar Ferreira (guitarra) e Thiago Mussi (bateria), a banda iniciou sua trajetória fortemente influenciada pelo heavy metal tradicional. Com o passar do tempo, no entanto, o grupo encontrou sua verdadeira identidade ao mergulhar na agressividade do thrash e do death metal, consolidando um estilo técnico, pesado e obscuro.

Os primeiros registros vieram com a demo “Age of Shades” (2004) e o EP “Souls of Purgatory” (2009), trabalhos que ajudaram o nome do Cromathia a ganhar reconhecimento no underground. Já em 2016, o grupo lançou o álbum “Another Day of Torment”, considerado um marco em sua discografia por apresentar uma sonoridade moderna, extrema e conceitualmente profunda.

“A ideia é manter toda a agressividade que sempre caracterizou o Cromathia, mas com uma abordagem ainda mais madura e intensa”, comenta Thiago Mussi. “Estamos preparando algo extremamente pesado para os fãs e esse é apenas o começo.”

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Sacred Reich: Fuzz On Discos relança ‘The American Way’ em vinil

A reedição de “The American Way” (1990) pela Fuzz On vem em 300 cópias, remasterizado e com capa dupla

O clássico “The American Way”, segundo álbum full da banda americana de thrash metal Sacred Reich, acaba de ganhar uma nova edição em vinil pela Fuzz On Discos, união dos selos AMM (All Music Matters), Melômano Discos e Neves Records, em uma tiragem limitada de 300 cópias, com áudio remasterizado e capa dupla.

Lançado originalmente em maio de 1990 pela Metal Blade Records, “The American Way” marcou uma fase de evolução sonora do grupo de Phoenix/Arizona, então com Phil Rind (vocal e baixo), Wiley Arnett e Jason Rainey (guitarras) e Greg Hall (bateria). Após a agressividade mais crua do debut “Ignorance” (1987), a banda passou a explorar dinâmicas mais variadas, com faixas mais cadenciadas e uma abordagem menos focada em velocidade extrema, sem abandonar as raízes do thrash metal.

Na época do lançamento, o álbum alcançou a posição 153 na Billboard 200, permanecendo por nove semanas nas paradas. Produzido por Bill Metoyer (Slayer, Fates Warning, Flotsam and Jetsam e outros), o disco também evidenciou o amadurecimento técnico dos músicos. Além disso, as letras mantêm forte teor político e social. A faixa-título critica aspectos da sociedade norte-americana, enquanto “Crimes Against Humanity”, que seria inicialmente a que daria nome do álbum, aborda questões ambientais e “State of Emergency” traz um posicionamento contra o apartheid. Já “Who’s To Blame” discute a polêmica em torno da associação entre música e comportamento juvenil, e “31 Flavors”, que encerra o álbum, surpreende ao incorporar elementos de funk rock e incentivar maior abertura musical dentro do universo do metal.

Criado em meados de 1985, o Sacred Reich adotou seu nome a partir da sigla SR-13 de um grupo de grafiteiros ligado ao vocalista Dan Kelly e ao artista Paul Stottler. A formação inicial contava com Jeff Martinek, Jason Rainey, Greg Hall e Kelly, mas logo Phil Rind assumiu baixo e vocais, participando da demo “Draining You Of Life”. Com a entrada de Wiley Arnett, a banda ganhou destaque na coletânea “Metal Massacre 8”, de Brian Slagel. Assim, assinou com a Metal Blade Records e lançou “Ignorance” (1987). O sucesso abriu caminho para “Surf Nicaragua” (EP, 1988), turnês com Motörhead e o festival Dynamo Open Air, além do ao vivo “Alive At The Dynamo” (EP, 1989) e “The American Way” (1990), seguido por turnês com Pantera e Venom.

Para adquirir, acesse:
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Ouça “The American Way” em https://youtu.be/hgnToJ0A1Fg

Mãe Serpente antecipa novo álbum com single ‘Fúria Sem Olhos’

Crédito: Ana Clara Barbosa

“Fúria Sem Olhos” antecipa o disco previsto para o primeiro semestre, inaugurando fase marcada por intensidade, peso e urgência sonora

Com uma das composições mais rápidas de sua trajetória, a Mãe Serpente lança “Fúria Sem Olhos”, faixa que abre o álbum homônimo e funciona como um cartão de visitas do novo momento do trio de stoner metal. Fortemente influenciada pelo heavy metal, a música aposta em uma abordagem direta e incisiva, evidenciando uma sonoridade mais agressiva sem abrir mão da densidade característica do grupo.

“Fúria Sem Olhos” explora a raiva como força motriz, destacando sua capacidade de impulsionar ação e determinação mesmo diante de cenários adversos. O resultado é uma composição que equilibra urgência, peso e carga emocional, refletindo uma leitura intensa das tensões contemporâneas e das experiências subjetivas.

A produção do single contou com gravação, mixagem e masterização realizadas no Audio One Studios por Alan Wallace, enquanto as vozes foram registradas no 415 Home Studio. A preparação vocal ficou a cargo de Nívea Paula. Já o videoclipe que acompanha o lançamento teve direção, captação e edição assinadas por Felipe Cavalieri.

Confira o videoclipe de “Fúria Sem Olhos” em https://youtu.be/ckmVzc-vctY

“Fúria Sem Olhos” antecipa o disco previsto para o primeiro semestre de 2026. Fernando Dias, fundador da banda, assina todas as faixas do novo trabalho e traz influências do rock clássico e do hard rock dos anos 1970, refletidas em riffs pesados e em letras que dialogam com filosofia existencial, ocultismo e psicologia. Mário Rodrigues, integrante há quatro anos, contribuiu ativamente na pré-produção, incorporando referências que vão do blues ao metal extremo. Já Victor Espeschit, também guitarrista e vocalista da banda de death metal Deathspit, imprime ainda mais peso e dinâmica ao trio, ampliando o alcance sonoro da banda.

Formada no Vale do Aço, em Minas Gerais, a Mãe Serpente é composta por Fernando Dias, responsável por guitarra, vocais e composição, Mário Rodrigues no baixo e Victor Espeschit na bateria. Desde 2015, o trio constrói uma trajetória sólida na cena underground mineira. Após o lançamento do debut, em 2019, e uma pausa durante a pandemia, o trio retorna com uma proposta mais coesa e madura.

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5 to Rock: Prika Amaral abre o jogo sobre carreira e os bastidores da Nervosa

Prika Amaral relembra início de carreira, discute desafios, mudanças na Nervosa e critica padrões que moldam comportamento coletivo atual

O 5 to Rock, quadro do canal do YouTube do jornalista Ricardo Batalha, recebeu a guitarrista e vocalista Prika Amaral, da banda de thrash metal Nervosa. O episódio revisita desde a mudança de Bragança Paulista para São Paulo em busca do sonho artístico até a consolidação de uma carreira internacional.

O quadro também mergulha em temas mais profundos, como o conceito de “Slave Machine” e a crítica a padrões de controle e repetição, além da reflexão sobre medo coletivo em tempos atuais, presente em “The Call”. Prika ainda aborda o impacto emocional das constantes mudanças de formação na Nervosa, revelando resiliência e adaptação ao longo dos anos.

Crédito: Akis Zaralis

Confira este episódio em https://youtu.be/LM9ljY2YT3U

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Taurus: vídeo do skatista profissional Jonny Gasparotto resgata clássico do thrash

Crédito: Renato Moreth

Vídeo filmado entre Brasil e Argentina une “Nothing to Say” ao skate profissional e reforça a conexão histórica entre metal e cultura urbana

Um novo vídeo estrelado por Jonny Gasparotto coloca em evidência a música “Nothing to Say”, faixa do álbum “Trapped in Lies”, lançado em 1988 pela banda carioca de thrash metal Taurus, unindo música pesada e skate em uma produção filmada entre Brasil e Argentina. A relação entre o universo do metal e esportes como skate e surfe acompanha o Taurus desde os anos 1980. A banda já havia explorado essa conexão em parcerias anteriores, como Dadá Figueiredo, lenda do surf brasileiro dos anos 80/90, reforçando um diálogo natural entre culturas que compartilham atitude, energia e expressão.

Jonny Gasparotto, skatista profissional de projeção internacional e natural de Porto Alegre, já acompanhava a banda e idealizou a parceria. A escolha de “Nothing to Say” como trilha partiu dele, combinando a intensidade do som com seu estilo técnico e agressivo. “Jonny Gasparotto é um skatista profissional excelente, que faz manobras radicais e perfeitas. Ele nos procurou porque curte a gente e já acompanha o Taurus há algum tempo. Ele mesmo teve a ideia de unir o trabalho dele com o som da banda”, explica o baterista Sérgio Bezz.

Confira o vídeo de Jonny Gasparotto (Converse “Tricromado”), filmado por Felipe Humphreys e Guilherme Guimarães, em https://youtu.be/0KSSmwO9UnY

“Trapped in Lies” marcou uma fase decisiva na história da banda, com músicas mais pesadas, estruturas mais complexas e letras em inglês. “O ano era 1987 e estávamos a todo vapor com a turnê do ‘Signo de Taurus’. Com a chegada do vocalista Jeziel de Oliveira, ganhamos ainda mais peso e qualidade nas letras. Ficamos um mês inteiro em um sítio no interior do Rio criando as músicas do novo disco, vivendo algo como uma comunidade metal. Esse período foi mágico e deu ainda mais força para a banda seguir para os shows de lançamento pelo Brasil, inclusive abrindo shows de bandas gringas como Nasty Savage, Dark Angel, e ‘quase’ o Metallica, mas essa é outra história”, relembra o guitarrista Cláudio Bezz.

“Nothing to Say” nasceu em um período em que a banda refletia sobre o peso das mensagens nas letras. “É uma crítica às bandas e artistas que não dizem nada, só palavras vazias. Estávamos preocupados com o que a gente dizia e com as mensagens que passávamos. Muitas pessoas se importam com isso, e pra gente também é importante”, explica Sérgio Bezz.

Atualmente, Rudi Sgarbi (vocal), Cláudio Bezz (guitarra), Felipe Melo (baixo) e Sérgio Bezz (bateria) estão na reta final de produção de um novo single, “Dark Ages”, que contará com a participação especial de Prika Amaral (Nervosa). Além disso, o grupo adianta que já possui outras nove músicas em estágio avançado de produção para o novo álbum.

Site oficial: http://www.taurusthrashmetal.com.br

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Nuclear Warfare lança clipe de ‘United By Thrash’ e anuncia nova turnê europeia

Crédito: Maycon Avelino

Clipe foi gravado em shows na Polônia e antecipa turnê europeia divulgando “All Hail To The Liberator”

A banda alemã de thrash metal Nuclear Warfare, formada por Fritz (vocal e baixo), Listl (guitarra) e o baterista brasileiro Alexandre “Xandão” Brito (ex-Andralls), disponibilizou o videoclipe de “United By Thrash”, segundo single do novo álbum, “All Hail To The Liberator”, lançado pela MDD Records. O vídeo foi dirigido por Maycon Avelino, da Starship Videos, com imagens captadas por Uappa Terror durante apresentações realizadas na Polônia na turnê de “Lobotomy” (2020).

“Esta faixa celebra a união do grupo, a amizade e a força coletiva que nos mantém firmes na missão de fazer o que amamos: thrash metal”, destaca Xandão Brito. “É, sem dúvida, uma candidata natural a clássico da banda. O refrão, contagiante, convida o público a cantar, reforçando seu potencial ao vivo”, completa.

Gravado no Dual Noise Studio, em São Paulo, com produção de Rogério Wecko, “All Hail To The Liberator” reúne nove faixas inéditas que exploram diferentes nuances do estilo. O grupo mantém em seu novo trabalho a forte influência do thrash metal alemão dos anos 1980, somada a elementos da Bay Area, equilibrando agressividade, melodia e uma abordagem old school.

O Nuclear Warfare irá embarcar para uma extensa turnê europeia ao lado da banda indiana Chaos. Serão 20 datas, começando no dia 7 de maio, passando por países como Portugal, Espanha, França, Alemanha, Bélgica, Holanda e Suíça.

Confira o videoclipe de “United By Thrash” em https://youtu.be/u3bkRi4GsjM

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UNITED BY THRASH EUROPEAN TOUR 2026 – SPRING CAMPAIGN
07/05 – Loulé, Portugal
08/05 – Castelo Branco, Portugal
09/05 – Covilhã, Portugal
10/05 – Vigo, Espanha
12/05 – Ourense, Espanha
13/05 – Sarria, Espanha
14/05 – Unquera, Espanha
15/05 – Valladolid, Espanha
16/05 – Vic, Espanha
17/05 – Zaragoza, Espanha
19/05 – Bordeaux, França
20/05 – Lleida, Espanha
21/05 – Montpellier, França
22/05 – Heilbronn, Alemanha
23/05 – Amsterdã, Holanda
24/05 – Ieper, Bélgica
19/06 – Montreux, Suíça
20/06 – Biel, Suíça
21/06 – Nürnberg, Alemanha
22/06 – Bamberg, Alemanha

OverDose lança novo single e dá detalhes do show no Bangers Open Air

Crédito: Iana Domingos

“Cybernetic Algorithms” mescla thrash, groove e elementos experimentais

A banda mineira OverDose, formada atualmente por Victor Santos (vocal), Cláudio David e Diego Quites (guitarras), Filipe Duarte (baixo) e Tiago Vitek (bateria), apresenta seu novo single, “Cybernetic Algorithms”, que traz arte de capa criada por Fernando Lima. A faixa aborda a relação conflituosa entre o ser humano e a tecnologia em um cenário de crescente digitalização, retratando um indivíduo marcado por frustração, isolamento e sensação de insignificância diante de sistemas automatizados que influenciam comportamentos e emoções.

Segundo Cláudio David, responsável pela composição e letra, a música propõe uma reflexão sobre o impacto da tecnologia na identidade humana. “A letra de ‘Cybernetic Algorithms’ fala sobre como o ser humano vem perdendo valor e identidade diante de sistemas automatizados que moldam pensamentos e emoções, reduzindo tudo a algoritmos”, afirmou.

Musicalmente, a faixa combina diferentes influências dentro do metal. A composição traz elementos de bateria inspirados em escola de samba, referências à música erudita e influências de industrial, mantendo o peso característico do thrash e do groove presentes na trajetória do grupo. “A gente buscou misturar várias linguagens, incluindo elementos de música brasileira e erudita, mas sem perder a essência pesada do OverDose”, acrescentou Cláudio David.

Confira o single em https://youtu.be/bko2pdndWck

Além do lançamento, a banda será uma das atrações do festival Bangers Open Air 2026 e se apresenta no sábado, dia 25 de abril. O show marca o retorno do grupo mineiro aos grandes festivais e à capital paulista. “Estamos com uma expectativa muito grande para esse show, que marca nosso retorno aos grandes festivais e a São Paulo. Preparamos um repertório que contempla fãs antigos e novos, com clássicos e músicas recentes”, revelou Cláudio David.

O setlist deve incluir faixas como “Anjos do Apocalipse”, “Progress of Decadence” e “Zombie Factory”, além de singles recentes como “Século XXI” e “João Sem Terra”. A banda também prepara a execução de “Violence”, música que não é apresentada ao vivo há cerca de 20 anos. “Resgatamos ‘Violence’ especialmente para o festival, pois é uma música que não tocamos há duas décadas e que tem um peso histórico importante para nós”, concluiu.

Ouça o single no Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/00iUKlNyywCIBhMcfkFQ42

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Site relacionado: https://bangersopenair.com
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5 to Rock: F1 e crossover com Hänz Hazard (Niki Lauda Firefighters)

Vocalista Hänz Hazard detalha influências da Fórmula 1 no nome e na estética de palco da banda Niki Lauda Firefighters

No 5 to Rock, quadro do canal do YouTube do jornalista Ricardo Batalha, o vocalista alemão Hänz Hazard, da banda de thrashcore Niki Lauda Firefighters, que recentemente fez uma turnê pelo Brasil, falou sobre o nome, a estética no palco e a influência da Fórmula 1. Ele, inclusive, abordou o contraste entre o filme Rush (2013), que opõe Niki Lauda e James Hunt como símbolos de controle e velocidade na construção de um som rápido, cru e direto.

Hänz também falou sobre sua trajetória em outras bandas, como M.V.D. (Mundus Vult Decipi), Tankobot, e Reactory. Já a faixa “Tiktoks from the Trenches” puxa o debate sobre redes sociais e a banalização de temas como guerra e sofrimento.

Confira este episódio sem freio, entre atitude, crítica e velocidade em https://youtu.be/GtFZ5v6o42Q

No More Death revela capa e repertório do novo álbum, ‘Last Caesar’

Crédito: Alan Luiz da Silva

“Last Caesar” traz atmosfera agressiva e sombria, conduzindo ouvinte a intensa viagem no tempo aos últimos anos da Era humana

O No More Death, projeto do vocalista e guitarrista Tiago Torres (ex-Mad Dragzter), apresenta a capa e o repertório do segundo álbum, “Last Caesar”, sucessor do debut “The Death Is Dead”, que foi bem recebido no cenário mundial e consolidou o nome do projeto entre os novos expoentes do thrash metal.

“Last Caesar” será uma continuação direta de “The Death Is Dead”, conduzindo o ouvinte a uma viagem no tempo até os últimos anos da Era humana. O debut representa o início das eras e da humanidade, enquanto o segundo trabalho explora seu período final, marcado por um cenário sombrio e de destruição. O novo disco apresenta uma sonoridade mais agressiva, sombria e técnica, com fortes influências de Slayer, Testament e Exodus, além da possibilidade de incluir elementos inesperados, como uma balada pesada.

Assim como “The Death Is Dead”, “Last Caesar” contará com coprodução de Demis Kohler, responsável pela engenharia de som, timbres, mixagem, masterização e gravação de todos os solos de guitarra. Já a arte de capa ficou a cargo de Jean Michel (DSNS Art), que já trabalhou para Metal Church, Queensrÿche, Michael Sweet e outros.

“Last Caesar” estará disponível nas plataformas digitais em julho, enquanto o CD físico será lançado em agosto simultaneamente no Brasil, de forma independente, e nos Estados Unidos e resto do mundo pela ROXX Records. Já o videoclipe pós-lançamento vai ser da faixa-título, “Last Caesar”.

Repertório:
I – Last Caesar
II – Apostasy
III – Fake Peace
IV – Merchants of Faith
V – 2077
VI – Coach from Hell
VII – Ear with an Awl
VIII – Pride, Destruction, Extinction

Conheça “The Death Is Dead” em https://open.spotify.com/intl-pt/artist/7EJ6pr0QLxA2mR0B8c8uFZ

Lyric video de “The Death is Dead” em https://youtu.be/zg0Fg8JOl0c

Site: http://www.nomoredeath.com.br
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E-mail: nmd@nomoredeath.com.br

Metalmorphose eterniza apresentação histórica no interior paulista

Foto: André Smirnoff

Registro de 2009 resgata show do Metalmorphose em Jundiaí, onde limitações técnicas deram lugar à energia, memória e conexão com fãs

Metalmorphose, banda pioneira do metal brasileiro, não está mais ativa, mas promove o lançamento de uma série de vídeos ao vivo em seu canal no YouTube. A proposta parte do conceito de arquivo documental, reunindo registros com valor histórico e sentimental. Em agosto de 2009, a banda carioca, então formada por Tavinho Godoy (vocal), Mario Sevciuc (guitarra), André Bighinzoli (baixo) e André Delacroix (bateria), vivia um momento de empolgação após retornar aos palcos em junho daquele ano, depois de 25 anos.

Em julho, André Bighinzoli foi a São Paulo e procurou o guitarrista Ricardo Micka Michaelis (Santuário, Naja, Extravaganza), idealizador do documentário Brasil Heavy Metal. Embora o material do filme já estivesse finalizado, surgiu a oportunidade de o Metalmorphose participar com a faixa “Luta” no CD. Micka também convidou a banda para um show de divulgação ao lado de Salário Mínimo e Volkana, no Heavy Rock Revival 4, produzido por Ricardo Batalha.

Para viabilizar a viagem, Bighinzoli conseguiu uma segunda apresentação no dia seguinte, em Jundiaí, no Metal Till Death. A chegada à cidade, após o show em São Paulo, foi marcada por baixa expectativa. No Bar do Bilé, a estrutura era limitada, com palco pequeno, som precário e sem iluminação adequada. Mesas de bilhar foram improvisadas para abrir espaço ao público e o baterista André Delacroix tocou sentado em um engradado de cerveja. “Quando perguntamos se o pessoal estava empolgado, a resposta de um cara na porta foi ‘o que sobrou tá aí'”, recorda Bighinzoli.

Apesar do cenário, a resposta foi surpreendente. O público presente demonstrou entusiasmo e cantou músicas antigas com intensidade, criando um ambiente de forte conexão. A banda, afiada, respondeu com uma apresentação energética. “O que me impressionou e me empolgou muito foi ver aquela galera cantando aquelas músicas que nunca tinham sido lançadas em CD. Tocamos material do Ultimatum (1985) e também da nossa demo de 86 que nunca tinha saído da gaveta. Você vê naquele vídeo que está todo mundo se divertindo muito, muitos sorrisos, muita energia boa. Até a Marielle Loyola (Volkana) estava lá curtindo”, conclui André Bighinzoli.

Confira o vídeo capturado por Rodrigo Poppe em https://youtu.be/3scL8OYWiHg