“DEATH MASK MESSIAH”, NOVO ÁLBUM DE ESTÚDIO DO EXUMER, JÁ DISPONÍVEL PELA PARCERIA SHINIGAMI RECORDS/METAL BLADE RECORDS

Crédito Foto: Morgenrot Visions

Exumer – Já à venda “Death Mask Messiah”, novo álbum dos ícones do thrash metal alemão

Durante sua fase inicial nos anos 1980, o EXUMER foi uma das bandas mais importantes do nascente thrash metal underground alemão, mas sua presença contínua nos anos 2020 não tem nada a ver com tentar reviver as glórias da juventude. Em “Death Mask Messiah”, o sexto álbum do EXUMER, eles soam tão ferozes, famintos e criativamente vitais como nunca. E isso é totalmente intencional. Quando a banda se reformou em 2008, após quase duas décadas de silêncio (exceto por uma apresentação no Wacken Open Air em 2001), o acordo era que eles não recorreriam à nostalgia barata. Se o EXUMER fosse voltar a ser uma banda, seria uma banda ativa, dedicada ao ofício do thrash metal, com os olhos fixos apenas no futuro.
 
A chama do EXUMER foi acesa pela primeira vez em Frankfurt, em 1985, no caldeirão de um movimento nascente de thrash teutônico. Mem V. Stein e o guitarrista Ray Mensh haviam se encontrado brevemente em 1983, no trem para o festival Monsters of Rock em Kaiserslautern, mas só quando se reencontraram na parada de Frankfurt da turnê Hell Awaits, do Slayer, dois verões europeus depois, surgiu a ideia de formar uma banda juntos.
 
O mundo que recebeu a primeira demo do EXUMERA Mortal in Black (1985), e seu agora clássico álbum de estreia, Possessed by Fire (1986), era um mundo firmemente dominado pela explosão do thrash.
 
EXUMER voltou à vida em 2008, 17 anos depois do fim de sua primeira fase. Isso nos leva a “Death Mask Messiah”, o primeiro álbum do EXUMER desde 2019, e um do qual a banda está extremamente orgulhosa de ter sob seus (não municiados) cintos. “É o mais verdadeiro que conseguimos ser”, comemora Stein, e ele não está brincando. “Death Mask Messiah” é um disco contundente e dinâmico, feito por uma banda que só poderia tê-lo criado seguindo seu próprio código. O intervalo mais longo entre lançamentos é atípico, e a pandemia de COVID-19 certamente teve algo a ver com isso, mas Stein diz que nunca quer que o EXUMER seja uma banda que lança um álbum a cada dois anos por obrigação.
 
“Death Mask Messiah” vale qualquer espera. O EXUMER está quase assustadoramente afiado, tocando 42 minutos de thrash moderno e musculoso com uma precisão fria e uma intensidade impossível de falsificar. Os riffs são afiados como navalhas, os solos são incandescentes, a bateria é avassaladora, e a performance vocal de Stein é um caldeirão fervente de fúria deliberadamente controlada, liberada em uma barragem de sílabas cortadas e gritos estrangulados que ainda conseguem ser cativantes. Na verdade, “Death Mask Messiah” está repleto de ganchos, sem perder um grama da brutalidade que serve de alicerce ao álbum. O disco também soa notavelmente orgânico, algo que Stein credita ao processo de composição híbrido, mas fundamentalmente old school, do EXUMER.
 
As gravações correram bem, mesmo com dois novos membros para integrar. O baixista Alex Voss e o baterista Jerome Reil fazem suas estreias registradas no EXUMER em “Death Mask Messiah”, e juntos formam uma seção rítmica formidável que sustenta os riffs e solos de Mensh e do co-guitarrista Marc Bräutigam“Death Mask Messiah” também marcou uma grande estreia para Bräutigam, que escreveu duas músicas (‘Frozen Ground’‘Ravishing Waste’) para o álbum. Bräutigam entrou na banda em 2013 e há muito tempo faz contribuições significativas e críticas ao material, mas estas são suas primeiras composições completas para o EXUMER. As sessões foram concluídas em janeiro de 2026, e Arthur Rizk finalizou a mixagem e masterização no mês seguinte. Assim que Rizk enviou os arquivos, a banda teve certeza de que tinha algo especial. “Quando tudo fica pronto e você ouve o resultado final, sente orgulho, porque isso é música de verdade, feita por pessoas de verdade”, diz Stein“Nada de porcaria de IA, nada de troca de arquivos. Ainda é coisa real.”
 
“Death Mask Messiah” deve impactar ainda mais quem prestar atenção às palavras de Stein. Em um conjunto de esboços líricos vagamente conectados, Stein traça paralelos precisos entre o inferno da política americana contemporânea e o cerco de 1993 ao complexo Branch Davidian em Waco, Texas, que levou à morte de 76 pessoas, incluindo 28 crianças. “David Koresh era um falso profeta e usava uma máscara da morte, manipulando e conduzindo seus seguidores à morte certa”, diz Stein“No entanto, a desinformação que o governo federal usou nos anos 1990 é o mesmo manual que está sendo usado hoje, e é o denominador comum entre a liderança do passado e do presente.”
 
Os políticos sanguessugas e falsos salvadores que povoam “Death Mask Messiah” não são os únicos culpados. O espelho também é virado para nós. Stein está preocupado com as intermináveis guerras culturais que dividem as pessoas inutilmente e faz um apelo por solidariedade real e pela rejeição do niilismo que pode parecer tão tentador nestes tempos inglórios. Isso pode parecer ingênuo, mas talvez “Death Mask Messiah” consiga devolver parte do significado que este mundo sombrio parece determinado a arrancar das pessoas. A arte importa. A música importa. Stein chama este novo álbum de uma “segunda primavera para o Exumer, onde “tudo floresce, e é um novo começo”, e essa sensação de renascimento se estende ao ouvinte. Ao levar seu ofício tão a sério, o EXUMER representa um dedo médio erguido contra o cinismo. Se eles conseguem, você também consegue.
 
Um lançamento da parceria Shinigami Records/Metal Blade Records. Adquira sua cópia aqui: https://bit.ly/4cljPNp.


 
TRACKLIST
1. Death Mask Messiah
2. Blinding Skies
3. Sin Bleeder
4. Eradication
5. Ravishing Waste
6. Allocated Savagery
7. Serpent
8. Fratricide
9. Scorcher
10. Frozen Ground
11. Unchained Angel
 
FORMAÇÃO
Mem V. Stein – Vocal
Ray Mensh – Guitarra
Marc B. – Guitarra
Alex Voss – Baixo
Jerome Reil – Bateria
 
FONTE: SHINIGAMI RECORDS/METAL BLADE RECORDS

Violeta de Outono relança clássico de 1987 em edição especial de luxo em vinil

Melômano Discos e Voice Music apresentam edição splatter com capa dupla, encarte com fotos inéditas e texto de André Barcinski

A Melômano Discos em parceria com a Voice Music lançam uma edição especial de luxo em vinil do álbum homônimo do Violeta de Outono, originalmente lançado em 1987 pelo selo Plug. Considerado um dos trabalhos mais importantes do rock brasileiro dos anos 1980, o disco ganha uma edição limitada em vinil splatter, com capa dupla em acabamento soft touch e aplicação de hot stamping. O lançamento também traz encarte especial com fotografias inéditas do arquivo do Violeta de Outono e texto assinado pelo jornalista e crítico musical André Barcinski.

Gravado nos estúdios da RCA, em São Paulo, entre fevereiro e maio de 1987, o álbum apresenta uma sonoridade marcada pela psicodelia, pelo rock dos anos 1960, pelo experimentalismo e por elementos do rock progressivo. O repertório reúne nove faixas, incluindo “Outono”, “Declínio de Maio”, “Faces”, “Luz”, “Retorno”, “Dia Eterno”, “Noturno Deserto”, “Sombras Flutuantes” e a releitura de “Tomorrow Never Knows”, dos Beatles.

O relançamento em vinil do primeiro álbum do Violeta de Outono resgata o ritual de ouvir um disco e virar o lado depois de 18 minutos. “Isso vem num momento em que este álbum está sendo bastante relembrado, estamos vendo uma grande movimentação nas redes sociais, onde as pessoas estão se referindo a ele como um dos grandes álbuns do rock brasileiro!”, afirma Fabio Golfetti, vocalista, guitarrista e um dos fundadores do Violeta de Outono, que remasterizou o relançamento no estúdio Seven Keys (SP).

Formado em São Paulo em meio à efervescência do rock nacional dos anos 1980, o Violeta de Outono construiu uma trajetória singular ao combinar referências psicodélicas dos anos 1960 com a estética do pós-punk e o experimentalismo do rock progressivo. O grupo também se destacou pela sonoridade marcada por guitarras repletas de efeitos eletrônicos e samplers em gravações e apresentações ao vivo.

Quase quatro décadas depois, o álbum de estreia permanece como um registro fundamental do rock brasileiro. “Esperamos que, ao ouvir esse álbum, você se transporte para um universo que desperte sentimentos e memórias preciosas”, conclui Golfetti.

Crédito: Dráusio/Divulgação

Para adquirir, acesse:
https://melomano.com.br/search/?q=violeta+de+outono+vinil

Instagram:
https://www.instagram.com/melomanodiscos
https://www.instagram.com/violetadeoutono

Site relacionado: https://violetadeoutono.com.br

NOVO ÁLBUM DO FLOTSAM AND JETSAM, JÁ DISPONÍVEL NO BRASIL PELA PARCERIA SHINIGAMI RECORDS/NAPALM RECORDS

Crédito Foto: Shane Eckert

Flotsam And Jetsam – Já disponível “Rats In The Temple”, novo álbum dos ícones estadunidenses do thrash metal

Os ícones do Thrash Metal FLOTSAM AND JETSAM apresentam um realismo voraz em “Rats In The Temple”!
 
Você consegue ouvi-los roendo? Eles quase estão atravessando a parede.
 
Conhecidos pela sua combinação pioneira de um thrash devastador com um power metal melódico, estabelecida em clássicos como “Doomsday for the Deceiver” (1986), “No Place for Disgrace” (1988) e “Cuatro” (1992) e refinada em sua atual fase com “The End of Chaos” (2019), “Blood in the Water” (2021) e “I Am the Weapon” (2024), o FLOTSAM AND JETSAM está de volta com seu novo diamante: “Rats In The Temple”.
 
Com quatro décadas de estrada, incontáveis turnês mundiais e passagens por festivais prestigiosos como Wacken, Graspop, Bloodstock, Alcatraz e Rockhard, a banda lapidou seu som até um ponto cirúrgico, perfurando os ouvintes com blast beats sísmicos, guitarras incendiárias, arranjos épicos de cordas e o lamento inconfundível do seu frontman A.K. Knutson.
 
Enquanto o templo é totalmente tomado por vermes, o FLOTSAM AND JETSAM reveste as paredes com histórias sombrias de morte, abuso, traição e guerra, convidando o ouvinte a um mundo escuro e inquietantemente familiar. “Rats In The Temple” abre com força total, trazendo os ganchos dignos de shows em estádio e a precisão vertiginosa de ‘Harvesting The Hate’ e ‘Damnation’, antes de mergulhar na virtuosidade thrash de ‘Absolution’.
A icônica dupla de guitarristas Michael Gilbert e Steve Conley pinta imagens grotescas em faixas como ‘Blame The Knife’ e ‘Rats In the Temple’, e continua exibindo sua força metálica em ‘The Ghost Behind My Door’ e ‘First on the Spike’, evocando a excelência da primeira onda do thrash com uma ameaça moderna e esmagadora.
 
‘The Edge of Nowhere’ constrói uma tensão inevitável antes de lançar o ouvinte a toda velocidade em ‘Last Rites’, outro destaque do álbum. A lendária dupla rítmica formada pelo baterista Ken Mary e pelo baixista Bill Bodily assume o protagonismo no hino anti‑guerra ‘A Taste For War’, cuja sincopação meticulosa evoca imagens de tanques e botas marchando.
 
‘Her Blood Your Pain’ traz harmonias de guitarra medievais ornamentadas antes de ‘Anthem For The Broken’ explodir sem freios, e ‘Going Down That Way’ atingir o ouvinte com riffs pesados e verdades ainda mais pesadas. “Rats In The Temple” permanece envolvente do início ao fim, abrindo diversas câmaras sonoras da banda e oferecendo um cardápio refinado e eclético de influências.
 
Como magma fervendo sob a crosta terrestre, o FLOTSAM AND JETSAM só tem ficado mais incendiário com o tempo e “Rats In The Temple” mostra a banda irrompendo à superfície em uma explosão magnífica e impressionante. Para fãs novos ou veteranos, não há como escapar: eles já atravessaram as paredes.
 
Um lançamento da parceria Shinigami Records/Napalm Records. Adquira sua cópia, em formato digifile com envelope e contracapa sobressalente, aqui: https://bit.ly/3STTBeb.


 
TRACKLIST
1. Harvesting The Hate
2. Damnation
3. Absolution
4. Blame The Knife
5. Rats In The Temple
6. The Ghost Behind My Door
7. First On The Spike
8. The Edge Of Nowhere
9. Last Rites
10. A Taste For War
11. Her Blood Your Pain
12. Anthem For The Broken
13. Not Going Down That Way
 
FORMAÇÃO
Eric “A.K.” Knutson – Vocal
Michael Gilbert – Guitarra
Steve Conley – Guitarra
William Bodily – Baixo
Ken Mary – Bateria
 
FONTE: SHINIGAMI RECORDS/NAPALM RECORDS

Dregen traz clássicos do Backyard Babies e The Hellacopters ao Manifesto Bar em outubro

Guitarrista do The Hellacopters e Backyard Babies faz apresentação exclusiva em São Paulo na véspera de feriado

Um dos nomes mais influentes do rock escandinavo desembarca no Brasil em outubro. O guitarrista Dregen, conhecido mundialmente por seu trabalho à frente de The Hellacopters e Backyard Babies, sobe ao palco do Manifesto Bar, em São Paulo, no dia 11 de outubro de 2026 (domingo, véspera de feriado), para uma apresentação que promete reunir clássicos de sua trajetória e momentos marcantes de sua carreira solo.

Dono de um estilo inconfundível, que mistura hard rock, punk, garage rock e rock’n’roll, Dregen (Andreas Tyrone Svensson) tornou-se uma das figuras mais respeitadas da cena europeia desde os anos 1990. Seja com a energia explosiva do Backyard Babies ou com o rock visceral do The Hellacopters, o músico ajudou a colocar a Suécia no mapa mundial do rock contemporâneo, influenciando uma geração inteira de bandas.

Além das duas bandas que o consagraram, Dregen também construiu uma sólida carreira solo, lançando seu álbum de estreia em 2013 e mostrando uma faceta ainda mais pessoal como compositor e intérprete. Ao longo da trajetória, também colaborou com artistas como Michael Monroe, consolidando seu nome entre os grandes guitarristas do rock internacional.

No repertório da apresentação em São Paulo, o público pode esperar uma viagem por diferentes momentos de sua carreira, incluindo músicas do trabalho solo, sucessos do Backyard Babies e faixas que marcaram a história do The Hellacopters, em um show carregado de riffs marcantes, atitude e a energia que transformou Dregen em uma referência do rock’n’roll moderno.

A apresentação acontece em uma das casas mais tradicionais da cena rock paulistana, oferecendo aos fãs a oportunidade de acompanhar de perto um dos músicos mais carismáticos da Suécia em um ambiente intimista.

Serviço:
Dregen do Backyard Babies e The Hellacopters

Bandas convidadas:
Corazones Muertos
Bastardz

Domingo, 11 de Outubro de 2026
Abertura: 20:00

Local: Manifesto
Rua Ramos Batista, 207 – Vila Olímpia – São Paulo, SP
Classificação: +16

Ingressos:
https://www.clubedoingresso.com/evento/dregendobackyardbabies-thehellacopters

All Music Matters relança ‘Wages of Sin’ do Arch Enemy em vinil

Álbum que apresentou Angela Gossow e consolidou o grupo sueco entre os gigantes do metal conta com capa dupla e tiragem limitada

A All Music Matters anunciou o lançamento em vinil de “Wages of Sin”, quinto álbum de estúdio do Arch Enemy e um dos trabalhos mais importantes da história do melodic death metal, que celebra 25 anos de seu lançamento em 2026. A edição especial conta com capa dupla, tiragem limitada de apenas 300 cópias e já está disponível para pronta entrega.

Lançado originalmente em 2001 pela Century Media Records, o trabalho marcou a estreia de Angela Gossow nos vocais e inaugurou uma nova fase para a banda sueca, que passou a alcançar um público ainda maior sem abrir mão da agressividade característica de sua sonoridade. Considerado um marco na discografia do grupo, “Wages of Sin”, gravado em dezembro de 2000 no Studio Fredman, com produção de Michael Amott e Fredrik Nordström, além de mixagem e masterização de Andy Sneap, reúne elementos desenvolvidos nos álbuns anteriores e amplia a presença de influências do heavy metal tradicional e do thrash metal. O resultado pode ser ouvido em faixas que se tornaram clássicos da banda, como “Burning Angel”, “Ravenous”, “Heart of Darkness”, “Dead Bury Their Dead” e “Enemy Within”. O álbum também destacou o trabalho de guitarras dos irmãos Michael e Christopher Amott, além de reforçar a identidade melódica que se tornaria uma das principais marcas do Arch Enemy nos anos seguintes.

A chegada de Angela Gossow aconteceu após a saída do vocalista Johan Liiva. Segundo Michael Amott, a banda buscava alguém capaz de elevar o nível artístico do grupo, independentemente do gênero. O primeiro contato ocorreu durante uma entrevista realizada por Angela para uma publicação alemã. Na ocasião, ela comentou que também cantava em uma banda de thrash/death metal e, posteriormente, enviou gravações que impressionaram os músicos. Convidada para uma audição na Suécia, conquistou a vaga graças à potência de sua voz e à forte personalidade demonstrada desde o primeiro encontro.

A nova formação, com Gossow, os irmãos Amott, Sharlee D’Angelo (baixo) e Daniel Erlandsson (bateria), teve impacto direto na direção musical do Arch Enemy. Angela revelou que suas influências, especialmente bandas como Morbid Angel e Carcass, contribuíram para tornar as composições mais agressivas e intensas. Michael Amott destaca que músicas como “Burning Angel” simbolizam perfeitamente essa transformação. Por outro lado, “Ravenous” se tornou uma das músicas mais populares da carreira do Arch Enemy. Amott revelou que o riff principal foi inspirado pelo guitarrista Paul Gilbert, então no Racer X, enquanto a levada dos versos buscou referências em “Leather Rebel”, do Judas Priest.

Limitada a apenas 300 cópias, esta edição especial em vinil já está disponível para pronta entrega e é um item indispensável para colecionadores e admiradores do metal extremo.

Para adquirir a sua cópia, acesse https://anomaliadistro.com.br/produtos/arch-enemy-wages-of-sin-vinil-lacrado-11kjh/

Novo single do power trio de Blumenau explora amor, desejo e conflito em uma colisão simbólica entre Marte e Vênus e antecipa novo EP

Crédito: Fotos por Macanudo (@macanudofotografias)

Novo single do power trio de Blumenau explora amor, desejo e conflito em uma colisão simbólica entre Marte e Vênus e antecipa novo EP

Morning Storm lançou hoje, 1º de setembro de 2026, “Mars and Venus”, seu novo single e um lançamento que marca oficialmente uma nova etapa na trajetória do power trio de Blumenau (SC). Com uma sonoridade construída a partir do stoner e sludge metal, a banda utiliza a faixa para apresentar sua formação atual e abrir caminho para os próximos capítulos de sua carreira, incluindo um novo EP que já está em produção.​

Diferentemente de uma abordagem romântica convencional, “Mars and Venus” transforma o encontro entre duas pessoas em uma espécie de colisão cósmica. A letra de autoria de Paulo Priess – amigo próximo da banda – aborda um amor arrebatador, marcado por desejo, luxúria, atração e conflitos de poder. Ao longo da narrativa, referências aos astros, à alquimia e a culturas antigas ajudam a construir uma linguagem simbólica para representar união, confronto e domínio.​

“É uma de nossas primeiras músicas a falar de amor, com uma letra que aborda um amor arrebatador entre duas pessoas, em uma espécie de colisão entre dois planetas. Depois de uma noite de luxúria, elas acabam encontrando o amor perfeito. A grande sacada dessa música é que ela foi composta de uma forma um pouco mais melódica e grunge, para que pudéssemos encaixar essa temática sem transformá-la em uma balada”, comentou Rian.​

Essa escolha também amplia a paleta sonora da Morning Storm sem afastar o grupo de suas raízes. A banda transita pelo stoner e sludge metal, incorporando elementos de grunge e alternative metal. Thrash e hardcore também fazem parte dessa combinação, enquanto passagens introspectivas contrastam com momentos de maior peso e intensidade.

Ouça “Mars and Venus” em:
https://sptfy.com/morningstorm_mars_and_venus

Assista “Mars and Venus” (Official Video) em:
https://www.youtube.com/watch?v=GlJelKcHB4Y

Produzida pela própria banda, a faixa foi gravada, mixada e masterizada no Digi Studio, em Blumenau.

Formada em 2015, a Morning Storm conta atualmente com Rian Rau, na guitarra e nos vocais, músico que atua ao vivo desde o final dos anos 1980; Je Claver, no baixo, que também trabalha como professor de música; e o baterista Brian de Freitas, que acumula passagens por diferentes bandas e se consolidou como um dos músicos mais requisitados da cena regional.​

A atual formação é responsável por conduzir a banda para uma fase mais técnica e de expansão. Depois do EP Dark Side, lançado em 2021, e de uma sequência de singles e shows, 2026 representa o maior ano da história da Morning Storm até aqui. “Mars and Venus” chega como single avulso justamente para apresentar essa nova configuração antes do próximo EP.​

O lançamento será acompanhado por uma série de apresentações entre setembro e novembro. A agenda passa por São Paulo, Curitiba, Blumenau, Caxias do Sul, Santa Maria e Porto Alegre. Entre os compromissos confirmados está o show de 29 de outubro, em Blumenau, quando a Morning Storm fará a abertura para o RODOX, banda de Rodolfo Abrantes, ex-Raimundos.

12/09 – Rock Together, São Paulo, SP
19/09 – Lado B, Curitiba, PR
15/10 – Baader, Blumenau, SC 
(a confirmar)
29/10 – Rivage Espaço Gless, Blumenau, SC 
(abertura para o Rodox)
06/11 – Radioativo Studio, Caxias do Sul, RS
07/11 – Gargula Bar, Santa Maria, RS
08/11 – Caos Bar, Porto Alegre, RS

Na sequência, a banda mira ainda mais longe. A Morning Storm prepara sua primeira turnê europeia para o início de 2027. O roteiro internacional ainda está em construção e conta com datas em aberto.​

Com “Mars and Venus”, a Morning Storm apresenta mais do que um novo single. A faixa funciona como uma declaração de intenções para uma banda que entra em uma nova fase sem abandonar o peso que construiu sua identidade. Entre riffs densos, atmosferas grunge e uma narrativa marcada pelo choque entre desejo e poder, o trio prepara o terreno para um novo capítulo de sua história.

MORNING STORM nas redes:
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Russell Allen, Fernando Quesada e Noturnall anunciam show extra gratuito no The Cavern Club em 7 de setembro

“Estou muito animado por fazer parte da história desse festival lendário”, afirma Russell Allen, que também celebra o reencontro com o Noturnall, a parceria com Fernando Quesada e sua estreia no Rock in Rio 2026

Russell Allen, vocalista do Symphony X, vive uma sequência especial de apresentações no Brasil ao lado do Noturnall e de Fernando Quesada. A agenda, que celebra os 13 anos do grupo brasileiro e a longa parceria entre os músicos, passa por Curitiba, São Paulo e pelo Rock in Rio 2026 e agora ganha uma nova data: no dia 7 de setembro, Russell Allen, Fernando Quesada e o Noturnall fazem um show acústico gratuito no The Cavern Club, durante o almoço. As portas serão abertas às 12h e sujeita à capacidade do local.

A programação começa no dia 3 de setembro, no Hard Rock Cafe Curitiba, com uma noite acústica exclusiva. O Noturnall abre o evento em formato acústico e, na sequência, Russell Allen e Fernando Quesada apresentam o projeto Acoustic Sessions. O repertório reúne clássicos da história do rock, incluindo músicas de Beatles, Queen e muitos outros artistas que atravessaram diferentes gerações.

No dia 4 de setembro, a agenda segue para a School of Rock Pinheiros, em São Paulo, com um show elétrico do Noturnall ao lado de Russell Allen e participação especial de Fernando Quesada durante o Churras of Rock. A apresentação, que teve inscrições gratuitas disponibilizadas antecipadamente, já está esgotada, reforçando a expectativa em torno do reencontro dos músicos.

A relação entre Russell Allen e o Noturnall remonta aos primeiros anos do grupo. O cantor participou de “Nocturnal Human Side”, faixa do álbum de estreia da banda, e a colaboração também ficou registrada no projeto ao vivo “First Night Live”. Mais do que uma participação pontual, a parceria se tornou um dos vínculos importantes na história do Noturnall e volta a ganhar destaque nesta série de apresentações no Brasil.

Russell Allen também reservou um momento especialmente pessoal para esta passagem pelo país. Ao lado de Fernando Quesada, o vocalista fará pela primeira vez ao vivo “Love Her Like I Do” [Ava’s Song], composição que possui um significado particular para o músico.

“Estou muito feliz por voltar a tocar com meus amigos do Noturnall e sou muito grato por tê-los ao meu lado nesses compromissos tão especiais. Também me sinto honrado por ter Fernando Quesada tocando comigo na primeira apresentação ao vivo de ‘Love Her Like I Do’ [Ava’s Song]. Essa música é muito pessoal para mim, e me sinto abençoado por ter a oportunidade de apresentá-la ao grande público brasileiro. Também será a primeira vez que vou tocar no Rock in Rio, então estou muito animado por fazer parte da história desse festival lendário”, afirma Russell Allen.

No dia 5 de setembro, Russell Allen e o Noturnall chegam ao Rock in Rio 2026, no palco Global Village. A apresentação representa um marco especial para o vocalista norte-americano, que sobe ao palco do festival pela primeira vez em sua carreira. Para o Noturnall, o show também acrescenta mais um capítulo à relação construída com o evento ao longo de sua trajetória.

O retorno de Fernando Quesada, um dos fundadores do Noturnall, amplia o caráter comemorativo desses encontros. Sua participação aproxima diferentes períodos da história do grupo e coloca novamente no mesmo palco músicos que tiveram papel importante na construção da identidade da banda.

À frente do Noturnall, Thiago Bianchi construiu uma trajetória que extrapolou as fronteiras brasileiras. O vocalista excursionou ao lado de Paul Di’Anno, recebeu elogios de Bruce Dickinson e, com o Noturnall, levou sua música a cinco continentes. A formação atual conta ainda com Guilherme Torres na guitarra, Saulo Xakol no baixo e Henrique Pucci na bateria.

A passagem termina em clima diferente no dia 7 de setembro, com um encontro acústico no The Cavern Club. Russell Allen, Fernando Quesada e Noturnall se apresentam durante o almoço, em mais uma oportunidade para o público acompanhar os músicos em um formato intimista. A entrada é gratuita, sem necessidade de compra antecipada, e o acesso será feito por ordem de chegada.

Serviço
3 de setembro de 2026 — Curitiba
Noturnall acústico + Russell Allen & Fernando Quesada Acoustic Sessions
Local: Hard Rock Cafe Curitiba
Horário: 20h
Show acústico exclusivo em Curitiba
Informações: http://www.noturnallshows.com.br

4 de setembro de 2026 — São Paulo
Noturnall feat. Russell Allen
Participação especial: Fernando Quesada
Evento: Churras of Rock
Local: School of Rock Pinheiros
Endereço: Av. Pedroso de Morais, 1950 — Pinheiros
Horário: a partir das 19h
Show elétrico e gratuito
ESGOTADO

5 de setembro de 2026 — Rio de Janeiro
Noturnall + Russell Allen
Evento: Rock in Rio 2026
Palco: Global Village

7 de setembro de 2026 — Show extra
Russell Allen & Fernando Quesada + Noturnall — Show Acústico
Local: The Cavern Club
Formato: almoço + show acústico
Abertura das portas: 12h
Entrada gratuita
Informações: https://www.noturnallshows.com.br/the-cavern-club

Mais informações:
http://www.noturnallshows.com.br

Cavernose Morfética lança videoclipe colaborativo de “Necroexpectador” e anuncia planos para o primeiro EP

Clipe montado a várias mãos acompanha a fúria anti-conservadora da faixa de estreia, marcando o encerramento do primeiro ciclo do projeto rumo ao próximo lançamento.

A banda CAVERNOSE MORFÉTICA acaba de disponibilizar um videoclipe oficial para o seu single de estreia, “Necroexpectador”. A faixa, que já havia sido liberada nas plataformas de áudio em 10 de julho, agora ganha sua versão visual para mostrar a identidade violenta e direta do grupo. Refletindo o autêntico espírito do “faça você mesmo”, o clipe foi concebido de forma colaborativa, utilizando imagens cedidas por diversas pessoas, e teve a sua edição inteiramente finalizada pela própria banda. 

Assista ao vídeo clipe:

Formado em Ubatuba, litoral norte de São Paulo, durante as eras pandêmicas, o projeto traz uma proposta não convencional: a banda é composta apenas por Rosalem Oliveira (contrabaixo e vocal) e Carlos Neres (bateria), dispensando totalmente o uso de guitarras. O resultado é uma sonoridade veloz e agressiva, assentada em linhas de baixo distorcidas, mesclando a crueza do Punk com a velocidade do Thrash Metal. As influências bebem diretamente da fonte de gigantes como Ratos de Porão, Napalm Death, Sepultura e Sodom.

Com letras cantadas inteiramente em português, o CAVERNOSE MORFÉTICA traduz a realidade caótica em pura revolta anti-conservadora. Na letra de “Necroexpectador”, que agora se une à imagens do clipe, o alvo é a espetacularização da morte e a hipocrisia de uma parcela da sociedade que se distrai com execuções na rua. A composição ataca diretamente o indivíduo que assiste a alguém passando por situações terríveis, “louvando assassinato e elegendo militar”, mas que logo em seguida busca a isenção ao se ajoelhar na “celebração dominical”

Com o lançamento audiovisual concretizado, a banda não pretende desacelerar. O duo confirmou que o material inédito já está no forno, conforme declaração dos músicos: “Lançar o videoclipe de “Necroexpectador” é o fechamento do primeiro ciclo de apresentação da banda. A recepção do público nos shows tem sido insana, e é por isso que já estamos compondo e trabalhando em músicas novas. Nossos planos são gravar e lançar um EP completo ainda para este ano”.

Mesmo com a formação reduzida, o impacto do CAVERNOSE MORFÉTICA ao vivo é descrito como brutal, com mosh pit garantido em todas as apresentações. O grupo vem conquistando espaço no circuito independente, tendo passado por festivais como o Inverno de Aço e o Ubatuba Underwaves. Nestas oportunidades, a dupla dividiu o palco com grandes nomes do Metal extremo nacional, como Chaos Synopsis, Desalmado, Manger Cadavre, Overdose Nuclear, Válvera, Coyote Bad Trip e Ancestral Malediction

Ouça o single:

Ouça o single via YouTube:

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Instagram: https://www.instagram.com/cavernosemorfetica
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Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

Angra celebra 30 anos de “Holy Land” com primeira edição do álbum em vinil

Clássico de 1996 ganha edição especial dupla, remasterizada e limitada nas cores azul e vermelha

Trinta anos após o lançamento original, “Holy Land”, um dos álbuns mais importantes da história do Angra e um marco do metal brasileiro, será lançado pela primeira vez em vinil. A edição especial chega pelo selo Voice Music no dia 30 de outubro de 2026, em tiragem limitada e com versões nas cores azul e vermelha.

O lançamento atende a um pedido antigo dos fãs e celebra as três décadas de um trabalho que ocupa lugar central na trajetória do Angra. Lançado originalmente em 1996, “Holy Land” ampliou a identidade musical da banda ao combinar heavy metal, elementos progressivos, música brasileira, arranjos orquestrais e referências à formação histórica e cultural do Brasil.

A nova edição foi preparada especialmente para o aniversário de 30 anos e traz o álbum em vinil duplo, com áudio remasterizado, capa gatefold, fotografias inéditas e encarte de 30 x 60 cm. O público poderá escolher entre duas versões limitadas, prensadas em vinil azul ou vermelho.

A pré-venda já está disponível pela Black Rock Store, com unidades limitadas.

Vinil vermelho:
https://blackrockstore.com.br/produto/vinil-angra-holy-land-edicao-especial-de-30-anos-gatefold-duplo-vermelho-poster-pre-venda-envios-a-partir-de-29-10-26/

Vinil azul:
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Detalhes da edição

  • Vinil duplo
  • Áudio remasterizado
  • Edições nas cores azul e vermelha
  • Capa gatefold
  • Fotografias inéditas
  • Encarte de 30 x 60 cm
  • Tiragem limitada

Os envios começam em 29 de outubro de 2026.

Para compras e envios internacionais, o atendimento é realizado diretamente pelo SAC da Black Rock Store:

WhatsApp: +55 11 95177-9539
E-mail: contato@blackrockstore.com.br

“Holy Land” – edição especial de 30 anos em vinil
Lançamento: 30 de outubro de 2026
Selo: Voice Music
Pré-venda: Black Rock Store

Armadilha homenageia lendas do heavy metal brasileiro no clipe de “Velhos e Eternos”

Primeiro single de “Além do Limite Astral” reúne grandes nomes da cena e antecipa o lançamento do novo álbum da banda, marcado para 5 de setembro

A banda Armadilha acaba de lançar o videoclipe de “Velhos e Eternos”, primeiro single do aguardado álbum “Além do Limite Astral”, que chega às plataformas digitais, e em CD (via Dies Irae Records) no próximo 5 de setembro.

Muito mais do que um videoclipe, “Velhos e Eternos” é uma homenagem à história do heavy metal brasileiro. A produção reúne alguns dos nomes mais importantes da cena nacional em uma celebração daqueles que ajudaram a construir e manter viva a cultura headbanger ao longo das últimas décadas.

Participam do vídeo Kim Kehl, Roosevelt Bala, Nelson Fonte, Cachorrão, Roger Vilaplana, Paulão Thomaz, Junior Muzzilli, Ivan Martins, China Lee, Paulo Rossi, Luís, Walcyr Chalas, Renato RT (in memoriam), Flavio Ferb, Renato Trevas, Mario Pastore, CM Scarpellini, Guillas, Pardal, Maurício, Zhema, Val Santos e Andreas Kisser, entre outros nomes que ajudaram a escrever a história do metal nacional.

Segundo a banda, “Velhos e Eternos” nasceu como uma forma de reconhecer quem abriu caminhos para as novas gerações e mantém viva a essência do heavy metal brasileiro.

Assista ao videoclipe de “Velhos e Eternos”:

“Velhos e Eternos” é a primeira amostra de “Além do Limite Astral”, trabalho que reafirma a identidade do Armadilha dentro do heavy metal tradicional, ao mesmo tempo em que amplia sua conexão com a cultura e a história do metal latino-americano.

Produzido, mixado e masterizado por Val Santos, um dos principais produtores do heavy metal brasileiro, o álbum reúne nove faixas inéditas — além de uma releitura especial — e apresenta uma banda mais madura, sem abrir mão do peso e da essência que marcaram sua trajetória.

Outro destaque do disco é “Hermandad de Acero”, composição que reúne músicos de diferentes países da América Latina em uma celebração da união construída pelo heavy metal além das fronteiras.

A proposta artística também se estende ao aspecto visual do projeto. Toda a arte de “Além do Limite Astral”, incluindo capa e slipcase, foi criada pelo vocalista Pedro Zupo, reforçando o caráter autoral do trabalho.

Integrante do movimento N.L.H.M.L.A. (Nova Linha do Heavy Metal Latino-Americano), o Armadilha segue fortalecendo a integração entre bandas do continente e reafirmando seu compromisso com a valorização da cultura do heavy metal latino.

No mesmo dia em que o álbum será lançado, 5 de setembro, a banda sobe ao palco do festival SP Under Attack, em São Paulo, para apresentar as novas músicas ao vivo.

O evento reunirá nomes históricos do metal sul-americano, como os chilenos do Feedback, os uruguaios do Acido e os paulistanos do Vingança Suprema, em uma noite dedicada à união do heavy metal latino-americano.

Serviço:

SP UNDER ATTACK
Data: 5 de setembro de 2026 (sábado)
Horário: 17h
Local: Red Star Studios
Endereço: Rua Teodoro Sampaio, 512 – Pinheiros – São Paulo/SP (próximo ao Metrô Clínicas)

Bandas:
Armadilha (Brasil)
Feedback (Chile)
Acido (Uruguai)
Vingança Suprema (Brasil)

Ingressos:
https://share.google/sxHDmENmMFVuErjtj

O Armadilha é Pedro Zupo (vocais), Denys Garcia (guitarra), Gregório Bondezam (guitarra), Pedro Cavichiollo (baixo) e Marcelo S.O.S. (bateria).

Acompanhe o Armadilha:

https://www.instagram.com/armadilhaheavymetal  https://www.facebook.com/armadilha.heavymetal

N.L.H.M.L.A. Metal Fest reúne pioneiros do Heavy Metal latino-americano

Feedback, do Chile, Ácido, do Uruguai, e os brasileiros Armadilha e Hellish War se apresentam no dia 4 de setembro, no Tetriz Club, em Campinas (SP)

Campinas (SP) será palco de um encontro entre diferentes gerações e vertentes do Metal latino-americano. No dia 4 de setembro, o Tetriz Club recebe a primeira edição do N.L.H.M.L.A. Metal Fest, realizado pela Tragic Magic em parceria com a Womanöise Produções e apoio da Som do Darma, com Feedback, do Chile, Ácido, do Uruguai, e os brasileiros Armadilha e Hellish War. Ingressos via 101Tickets.​

O festival nasce com a proposta de aproximar artistas e públicos de diferentes países da América Latina, valorizando uma cena que compartilha influências e raízes, mas ainda possui circuitos independentes. O conceito N.L.H.M.L.A. — Nova Linha do Heavy Metal Latino-Americano — surge justamente como uma iniciativa de intercâmbio e fortalecimento dessa conexão.​

Representando o Chile, o Feedback carrega um importante peso histórico. Apontado como pioneiro do Heavy Metal chileno, o grupo integra a primeira geração do gênero no país e ajudou a abrir espaço para as bandas que surgiram posteriormente na cena local.​

O Uruguai será representado pelo Ácido, formado no início dos anos 1980 e reconhecido como um dos pioneiros do Heavy Metal uruguaio. A presença da banda coloca lado a lado dois nomes fundamentais para a história do gênero na América do Sul, vindos de países que ajudaram a construir a identidade do Metal no continente.​

Do Brasil, o Armadilha chega representando a força da cena nacional. Formada em São Paulo, a banda mantém sua identidade ligada ao Heavy Metal tradicional e também se destaca pela aproximação com outros artistas latino-americanos. Entre seus trabalhos recentes está Além do Limite Astral, que inclui “Hermandad de Acero”, faixa construída com a participação de músicos de diferentes países da região. A banda também integra o movimento N.L.H.M.L.A., reforçando sua sintonia com a proposta do festival.​

Representando a cidade anfitriã, o Hellish War completa a programação em um momento especial: a banda celebra 30 anos de carreira em 2026. Um dos nomes tradicionais do Heavy Metal brasileiro, o grupo construiu uma trajetória marcada pelo Metal clássico e levou seu trabalho para além das fronteiras nacionais, incluindo apresentações e turnês pela Europa. Sua participação ganha um significado adicional por acontecer em Campinas, cidade diretamente ligada à história da banda.​

A reunião de Feedback, Ácido, Armadilha e Hellish War estabelece um encontro entre diferentes gerações e experiências, conectando nomes históricos do Chile e do Uruguai a representantes da cena brasileira. Mais do que reunir atrações de três países, o festival coloca em evidência a diversidade e o potencial de intercâmbio do Metal produzido na América Latina.​

Nesse contexto, Campinas se torna o ponto de partida para uma iniciativa que pretende ampliar o diálogo entre a cena brasileira e outros territórios do continente, criando novas possibilidades de circulação, encontros e colaboração entre artistas.​

Mais do que uma noite dedicada ao Heavy Metal, o N.L.H.M.L.A. Metal Fest representa um encontro entre histórias, territórios e gerações que ajudaram a construir a identidade do gênero na América Latina. Com nomes históricos do Chile e do Uruguai ao lado de representantes de peso do Brasil, a primeira edição transforma Campinas em ponto de conexão de uma cena que atravessa fronteiras — e mostra que, quando o assunto é Metal, a América Latina fala a mesma língua.​

SERVIÇO: N.L.H.M.L.A METAL FEST
Bandas: Feedback (Chile), Armadilha (Brasil), Ácido (Uruguai) e Hellish War (Brasil)
Data: 4 de setembro de 2026
Horário: 20h30
Local: Tetriz Club
Endereço: R. Oriente, 422 – Campinas, SP, 13090-740
Produção: Tragic Magic e Womanöise Produções
Ingressos: R$ 35,00 (preço único)
Vendas:https://101tickets.com.br/events/details/Nova-Linha-de-Heavy-Metal-Latino-Americano
Classificação etária: 18 anos

Carceral anuncia edição física de ‘Descending Reprisal’ pela I, Voidhanger Records

Crédito: Divulgação

Edição em CD do álbum de estreia chega em outubro, enquanto Carceral apresenta visualizer de “Lockup Synarchy”

Carceral, grupo instrumental de metal extremo formado por Roberto Ortega e Hard Alexandre Christiani (guitarras), Victor Hormidas (baixo) e Daniel Moscardini (bateria), anuncia uma nova etapa de seu álbum de estreia, “Descending Reprisal”, que ganhará uma edição física limitada em CD pela gravadora italiana I, Voidhanger Records, com lançamento marcado para 9 de outubro. “Acompanho o catálogo da I, Voidhanger há anos e, desde o início da produção de ‘Descending Reprisal’, sonhava com a possibilidade de um dia lançar o álbum pela gravadora. Ver isso acontecer agora é algo realmente especial para mim e para toda a banda”, comenta Roberto Ortega.

Originalmente lançado digitalmente em julho, “Descending Reprisal” reúne 24 faixas em pouco menos de 30 minutos e apresenta a abordagem característica da banda, que transita por death metal, thrash metal, grindcore e outras vertentes extremas em composições curtas, intensas e agressivas. A edição física será lançada em formato jewel case, com booklet de 20 páginas, e já está disponível em pré-venda.

Além disso, está disponível o visualizer de “Lockup Synarchy”, produzido por Wanderley Perna. “‘Lockup Synarchy’ representa muito bem o que buscamos fazer em ‘Descending Reprisal’. É uma música construída com atenção às escolhas harmônicas e à dissonância, com forte influência de Voivod e Immolation. Ao mesmo tempo, mantivemos a tradição do metal de colocar os guitarristas em diálogo, dividindo os solos entre os dois músicos, retomando uma longa tradição do metal presente em trabalhos de nomes como Death, Slayer, Judas Priest e Mercyful Fate, entre tantos outros”, detalha Ortega.

Assista ao visualizer de “Lockup Synarchy” em https://youtu.be/h7N6_DUCcbI

Links para a pré-venda:
Bandcamp: https://i-voidhangerrecords.bandcamp.com/album/descending-reprisal
EU/UK: https://tornfromthegrave.com/collections/ivr-pre-order-now/products/carceral-descending-reprisal-cd-pre-order
US: https://tornfromthegrave.us/collections/ivr-pre-order-now/products/carceral-descending-reprisal-cd-pre-order

Ouça o álbum em https://youtu.be/c-rZTWELKD4

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Tracy G., ex-Dio, resgata clássico com vocalista brasileiro e apresenta nova formação de sua banda

Guitarrista que integrou a banda de Dio apresenta a primeira gravação oficial de sua nova encarnação do The Tracy G. Group e prepara o lançamento de MAKKINAGEDOOM

O legado de Ronnie James Dio ganha um novo capítulo pelas mãos de um músico que fez parte dessa história. Tracy G., guitarrista que integrou a banda do lendário vocalista entre 1993 e 1999, apresenta oficialmente a nova formação do The Tracy G. Group com uma releitura de “Jesus, Mary and the Holy Ghost”, clássico originalmente lançado no álbum Strange Highways (1993).

A nova gravação marca a primeira apresentação oficial da atual formação do projeto e presta homenagem a Ronnie James Dio ao revisitar uma composição diretamente ligada a um dos períodos mais importantes da carreira de Tracy G. Ao mesmo tempo, a faixa estabelece a conexão entre o passado do guitarrista e a nova fase do The Tracy G. Group.​

A formação reúne Tracy G. nas guitarras, o vocalista brasileiro Fabiano Negri, o veterano baixista Randy Oviedo e o baterista brasileiro Guto Aielo, integrante da banda All Is Allowed. Oviedo mantém com Tracy G. uma parceria construída ao longo dos anos, enquanto Negri assume os vocais do próximo álbum. Aielo, por sua vez, participou da gravação de “Jesus, Mary and the Holy Ghost” e também estará na bateria durante a próxima turnê de divulgação de MAKKINAGEDOOM.​

O encontro entre músicos de diferentes gerações e trajetórias amplia a identidade do projeto e conecta a experiência internacional de Tracy G. à força da cena brasileira.

Ouça “Jesus, Mary and the Holy Ghost”:
https://www.youtube.com/watch?v=GCeT4n35Zgk

A escolha da faixa estabelece uma ligação direta com a passagem de Tracy G. pela banda de Dio. Durante esse período, o guitarrista ajudou a consolidar uma abordagem mais pesada e agressiva para o grupo, contribuindo para a identidade sonora de uma fase que permanece entre as mais marcantes da carreira do vocalista.​

Agora, a composição ganha uma nova interpretação sem perder sua conexão com o passado. A releitura também serve como porta de entrada para o próximo capítulo do The Tracy G. Group, que passa a concentrar suas atenções em um repertório autoral.​

Com Fabiano Negri nos vocais, o The Tracy G. Group prepara o lançamento de MAKKINAGEDOOM, álbum composto por 12 faixas inéditas. O trabalho mergulha nas raízes do heavy metal e apresenta fortes referências ao legado do Black Sabbath e à sonoridade desenvolvida por Dio em trabalhos como Dehumanizer (1992), Strange Highways (1993) e Angry Machines (1996).​

Para Tracy G., a escolha de Fabiano Negri foi determinante para a direção do novo material. “Fabiano tem uma grande voz e é um vocalista extremamente versátil. Além disso, é muito criativo, compondo suas próprias melodias e letras. Quando lhe enviei a primeira música e ouvi o resultado, soube imediatamente que havia encontrado a combinação perfeita. Ele entrega interpretações cheias de emoção, escreve melodias e letras incríveis e acrescenta uma identidade única às composições. Gravamos um álbum fantástico”, afirmou.​

A participação de Negri acrescenta uma identidade vocal própria ao repertório e estabelece um novo ponto de equilíbrio para as composições de Tracy G. O resultado combina a experiência acumulada pelo guitarrista ao longo de décadas com uma formação renovada e uma abordagem musical diretamente conectada às raízes do heavy metal.​

O primeiro lançamento autoral dessa nova fase será “Human Reptile”, primeiro single de MAKKINAGEDOOM, programado para 11 de setembro. A faixa apresentará ao público a primeira amostra oficial do repertório inédito e revelará a direção musical adotada pelo The Tracy G. Group.

Faça o pre-save de “Human Reptile” em:
https://distrokid.com/hyperfollow/thetracyggroup1/human-reptile-feat-fabiano-negri-randy-oviedo–tracy-g-grijalva

Na sequência, MAKKINAGEDOOM será lançado integralmente em 30 de outubro. O álbum representa uma nova etapa na trajetória de Tracy G., expandindo seu trabalho para além de sua associação histórica com Ronnie James Dio e colocando em primeiro plano um repertório autoral construído com sua atual formação.

Faça o pre-save em:
https://distrokid.com/hyperfollow/thetracyggroup1/makkinagedoom

Dentro desse novo ciclo, “Jesus, Mary and the Holy Ghost” assume um significado especial. A faixa revisita uma composição ligada diretamente à trajetória de Tracy G. ao lado de Ronnie James Dio, mas também apresenta ao público os músicos que participam da construção dessa nova fase. A releitura, portanto, funciona como uma ponte entre diferentes momentos da carreira do guitarrista. Ao revisitar uma música associada a um período fundamental de sua trajetória, Tracy G. preserva essa conexão histórica enquanto direciona o The Tracy G. Group para um repertório próprio e uma nova identidade artística.

Com “Human Reptile” previsto para setembro, MAKKINAGEDOOM chegando em outubro e uma turnê de divulgação no horizonte, o The Tracy G. Group inicia oficialmente um novo capítulo. A combinação entre a experiência de Tracy G., a identidade vocal de Fabiano Negri e a participação de Randy Oviedo e Guto Aielo estabelece as bases para uma fase que une tradição, peso e renovação dentro do heavy metal.​

TRACY G. NAS REDES: @spookygmusic
FABIANO NEGRI NAS REDES: @fabianonegrisolo

Comunicado oficial: Cancelamento da apresentação do The Orchestra em São Paulo

Crédito: Teresa Pyskaty

A Mercury Concerts informa que o show da banda The Orchestra, originalmente agendado para o dia 25 de outubro de 2026, na Audio, em São Paulo, foi cancelado por conta de uma reestruturação do itinerário da turnê.

Os outros dois shows da turnê na América do Sul — 28 de outubro na Argentina e 30 de outubro no Chile — seguem confirmados.

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BANGERS OPEN AIR DIVULGA NOVAS ATRAÇÕES PARA A EDIÇÃO 2027

Com o anúncio, já são 11 os nomes de atrações confirmadas – e muitas outras confirmações ainda estão por vir. Confira abaixo os nomes anunciados hoje

Após anunciar os primeiros 8 nomes para sua edição de 2027, o Bangers Open Air confirma mais três atrações. O evento será realizado no Memorial da América Latina (São Paulo/SP), nos dias 24 e 25 de abril. Além dos já confirmados Floor Jansen, Lacuna Coil, Quiet Riot, Metal Church, Soen, KK’s Priest, W.E.T. e Blaze Bayley, o festival tem o orgulho de revelar mais três nomes consagrados que prometem shows inesquecíveis nesta edição histórica: Eluveitie, Soilwork e Kanonenfieber..

Sobre as novas atrações confirmadas:

ELUVEITIE: Formado em 2002 pelo multi-instrumentista suíço Chrigel Glanzmann, o Eluveitie nasceu com a proposta de unir a força do death metal melódico à herança espiritual e cultural da música celta. Com instrumentos tradicionais como gaita de foles, flautas, violino e hurdy-gurdy, o grupo apresentou um estilo único desde o EP “Vên” (2004) e o debut “Spirit” (2006).

O sucesso internacional veio com “Slania” (2008) e o hino “Inis Mona”, seguido por álbuns como “Everything Remains (As It Never Was)” (2010), “Helvetios” (2012) e “Origins” (2014), que consolidaram sua identidade. Os acústicos “Evocation I – The Arcane Dominion” (2009) e “Evocation II – Pantheon” (2017) mostraram a face mais tradicional e introspectiva da banda.

Com o amadurecimento sonoro em “Ategnatos” (2019), o Eluveitie reforçou sua ligação com as tradições druídicas e a mitologia celta, dando início a um novo ciclo conceitual com os singles “Aidus” e “Exile of the Gods” (2022). Em 2024, a entrada da violinista Lea-Sophie Fischer trouxe nova energia à formação atual, ao lado de GlanzmannKay Brem, Rafael Salzmann, Jonas Wolf, Alain Ackermann e Fabienne Erni. O lançamento de “ÀNV” (2025) marcou duas décadas de imersão cultural e espiritual, reafirmando o Eluveitie como uma das bandas mais importantes do folk metal contemporâneo e que levará toda essa força ao palco do Bangers Open Air 2027.

SOILWORK: Em 2027, o Soilwork desembarcará no Brasil como uma das atrações do Bangers Open Air, trazendo mais de três décadas de carreira e um repertório que percorre diferentes fases de sua trajetória. Formado em 1995, em Helsingborg, na Suécia, o grupo se tornou uma das principais referências internacionais do melodic death metal, combinando peso, agressividade, técnica e melodias marcantes.

Originalmente chamado Inferior Breed, o grupo adotou o nome Soilwork em 1996 e lançou seu primeiro álbum, Steelbath Suicide, em 1998. A projeção internacional cresceu no início dos anos 2000 com A Predator’s Portrait (2001) e Natural Born Chaos (2002), seguida por turnês ao redor do mundo e apresentações ao lado de nomes como In Flames, Dark Tranquillity, Children of Bodom, Killswitch Engage, Anthrax e Cannibal Corpse. Em 2005, Stabbing the Drama consolidou definitivamente a presença da banda no cenário internacional.

Ao longo dos anos, o Soilwork ampliou sua sonoridade sem abandonar a essência que marcou sua trajetória, como demonstram trabalhos como The Living Infinite (2013), The Ride Majestic (2015), Verkligheten (2019), o EP A Whisp of the Atlantic (2020) e Övergivenheten (2022). Atualmente formado por Björn “Speed” Strid, Sylvain Coudret, Simon Johansson, Rasmus Ehrnborn, Bastian Thusgaard e Sven Karlsson, o grupo atualmente trabalha no sucessor de Övergivenheten, lançado em 2022, enquanto se prepara para reencontrar o público brasileiro no Bangers Open Air.

KANONENFIEBER: Kanonenfieber será uma das atrações do Bangers Open Air 2027, levando ao festival uma das propostas mais singulares do metal extremo contemporâneo. Formada em 2020, em Bamberg (ALE), a banda combina blackened death metal, passagens melódicas e atmosfera cinematográfica com uma identidade visual inspirada na Primeira Guerra Mundial. Liderado pelo enigmático Noise, o projeto utiliza cartas, documentos e relatos reais para transformar histórias de soldados em narrativas intensas sobre o horror dos campos de batalha.

A sonoridade do Kanonenfieber transita entre black metal, death metal melódico e elementos épicos, explorando peso, tensão e dramaticidade. A trajetória começou com “Menschenmühle” (2021), seguido por “Die Urkatastrophe” (2024) e “Soldatenschicksale” (2026), trabalho que reúne versões retrabalhadas e novas composições inspiradas em episódios da Primeira Guerra Mundial. Entre as referências associadas ao som da banda estão 1914, Bolt Thrower, Minenwerfer e Heaven Shall Burn.

Mantendo em segredo a identidade de seus integrantes, o Kanonenfieber transforma os shows em uma experiência imersiva, com uniformes históricos, máscaras negras e forte carga teatral. No Bangers Open Air 2027, a banda levará ao palco uma visão visceral da Primeira Guerra Mundial, dando voz aos soldados anônimos e às histórias humanas escondidas por trás dos grandes conflitos, em uma combinação de metal extremo, narrativa histórica e impacto visual.

Com a confirmação de Eluveitie, Soilwork e Kanonenfieber, o Bangers Open Air 2027 será, mais uma vez, uma experiência inesquecível para os fãs de metal.

Excepcionalmente hoje, está disponível uma pequena quantidade de ingressos na modalidade Early Bird para quem deseja garantir presença antecipada no festival.

A abertura das vendas gerais, que trará também a opção de ingressos Single Day (ingresso para um único dia de festival), acontecerá no dia 04 de setembro, às 10h.

Os ingressos estarão disponíveis pela plataforma Clube do Ingresso. Acesse para conferir valores, condições e setores disponíveis:

https://www.clubedoingresso.com/evento/bangersopenair2027

Não perca a oportunidade de garantir o seu lugar em mais uma edição memorável do Bangers Open Air!

Mais informações:
https://bangersopenair.com/
https://www.instagram.com/bangersopenair/
https://www.youtube.com/@bangersopenair

Faces of Death assina com a Combat Records e anuncia turnê europeia

Crédito: Maycon Avelino

Banda de thrash/death metal fortalece carreira internacional ao assinar com a lendária Combat e anunciar datas da nova turnê europeia

O Faces of Death, formado por Laurence Miranda (vocal e guitarra), Maurício Filho (guitarra), Sylvio Miranda (baixo) e Igor Nogueira (bateria), inicia uma nova fase de sua trajetória com a assinatura de contrato com a lendária Combat Records. O acordo prevê o lançamento de dois novos álbuns de estúdio e também a disponibilização de todo o material produzido pela banda ao longo de sua carreira, ampliando o alcance internacional do grupo.

A parceria representa um importante passo para a banda paulista, que busca levar seu thrash e death metal para novos públicos. Segundo Laurence Miranda, a oportunidade de trabalhar com a gravadora e contar com sua distribuição internacional é motivo de grande orgulho. “É com muito orgulho que anunciamos nossa parceria com a lendária Combat Records. Poder contar com um selo que irá distribuir nossa arte na Europa, EUA e, é claro, América do Sul é surreal. Estamos ansiosos e é uma honra fazer parte da família da Combat Records”, afirma.

O músico também destaca a sintonia estabelecida com Robert Dujmusic, sócio da gravadora, durante as conversas que antecederam o acordo. “Conversei bastante com Dujmusic, sócio da gravadora, e foi um bate-papo muito honesto e verdadeiro. Eles estão com a faca nos dentes”, completa.

Formado no início dos anos 1990, em Pindamonhangaba (SP), o Faces of Death surgiu a partir da iniciativa de três adolescentes que encontraram no thrash metal uma forma de expressar indignação contra imposições religiosas, controle e opressão. Após lançar duas demos entre 1994 e 1996, a banda encerrou suas atividades. Duas décadas depois, em 2016, o grupo voltou à ativa e lançou “Consummatum Est” (EP, 2017), “From Hell” (CD, 2018), “Usurper of Souls” (CD, 2020), “A Drink With The Death – Rehearsal Live” (CD, 2021), “When Calls The Death” (Single, 2022) e “Evil” (CD, 2023). O trabalho mais recente é o single acompanhado do videoclipe “Terror em Barbacena”.

A assinatura com a Combat Records chega em um momento de expansão internacional para o Faces of Death. A banda realizará uma nova turnê pela Europa entre 15 e 31 de outubro, passando por Holanda, Bélgica, Alemanha, Luxemburgo, França, Espanha e Portugal.

Datas da “Hellropean Tour 2026”:
15/10 – The Cave – Amsterdã (HOL)
16/10 – Asgaard – Gent (BEL)
17/10 – Kuckucksei Club – Nürtingen (ALE)
18/10 – Vort N Vis – Ieper (BEL)
20/10 – MK Bar – Belval (LUX)
22/10 – Salem Bar – Bordeaux (FRA)
23/10 – El Paseo – Perpignan (FRA)
24/10 – El Foyer del Cirvianum – Torelló (ESP)
25/10 – Sala Creedence – Zaragoza (ESP)
28/10 – Los Bancos de Atrás – Unguera (ESP)
29/10 – Buril – Sarria (ESP)
30/10 – Patrimonios de Peso – V.N. Foz Côa (POR)
31/10 – Bar Cine Teatro Corroios – Corroios (POR)

Confira o videoclipe de “Terror em Barbacena” em https://youtu.be/RGPa_orhlB4

Site relacionado: http://facesofdeath.com.br/

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Instagram: https://www.instagram.com/facesofdeathofficial

E-mail: facesofdeath@hotmail.com

Angra celebra 30 anos de “Holy Land” e 25 anos de “Rebirth” em São Paulo nos dias 2 e 3 de outubro

Shows no Tokio Marine Hall propõem uma imersão em duas fases fundamentais da história da banda, com participações de Luis Mariutti e Edu Falaschi, além de apresentações das bandas Viper, Throw Me To The Wolves, Hibria e Storia

O Angra realiza nos dias 2 e 3 de outubro de 2026, no Tokio Marine Hall, em São Paulo, duas apresentações que propõem uma verdadeira imersão em períodos fundamentais de sua história. Na primeira noite, a banda celebra os 30 anos de Holy Land, com participação especial de Luis Mariutti, além do Viper e da Throw Me To The Wolves. No dia seguinte, o foco será o aniversário de 25 anos de Rebirth, com participação especial de Edu Falaschi, além de Hibria e Storia.

Lançado em 1996, Holy Land consolidou a identidade musical do Angra ao combinar heavy metal, música brasileira, elementos progressivos, arranjos sinfônicos e referências à formação histórica e cultural do Brasil. O álbum ampliou a projeção internacional do grupo e tornou-se um dos trabalhos mais representativos de sua discografia. No dia 2 de outubro, Holy Land será executado na íntegra, com a participação de Luis Mariutti, baixista da formação responsável pela gravação original.

A segunda noite será dedicada a Rebirth, lançado em 2001 e responsável por inaugurar uma nova etapa na carreira do Angra. No dia 3 de outubro, o álbum será apresentado na íntegra, com a participação especial de Edu Falaschi, vocalista que gravou originalmente o trabalho.

As duas apresentações foram pensadas como uma imersão em fases distintas e complementares da trajetória do grupo. Enquanto Holy Land representa a consolidação de uma identidade própria e da presença internacional do Angra, Rebirth marcou um processo de renovação que abriu um novo capítulo na história da banda.

A atual formação do Angra reúne Alírio Netto no vocal, Rafael Bittencourt e Marcelo Barbosa nas guitarras, Felipe Andreoli no baixo e Bruno Valverde na bateria. Os shows em São Paulo conectam essa nova fase a dois períodos históricos da banda, com a presença de músicos diretamente ligados às gravações celebradas.

Como parte das atividades relacionadas aos 30 anos de Holy Land, o Angra lançou o vídeo “Make Believe – Live at Porão do Rock”, com a atual formação interpretando uma das músicas mais conhecidas do álbum.

Assista a “Make Believe – Live at Porão do Rock”: https://www.youtube.com/watch?v=IkHUpT8K-SY

Bandas convidadas — 2 de outubro

Viper

Um dos nomes fundamentais da história do heavy metal brasileiro, o Viper iniciou sua trajetória em São Paulo na década de 1980. A formação atual reúne Leandro Caçoilo no vocal, Felipe Machado e Kiko Shred nas guitarras, Daniel Matos no baixo e Guilherme Martin na bateria. Com discos como Soldiers of SunriseTheatre of Fate e Evolution, o grupo construiu uma carreira de forte repercussão dentro e fora do Brasil. A banda vive uma nova fase após Timeless, seu primeiro álbum de inéditas em 15 anos.

Throw Me To The Wolves

A paulistana Throw Me To The Wolves trabalha uma sonoridade baseada no death metal melódico e na escola conhecida como “Gothenburg Sound”. A formação atual conta com Diogo Nunes no vocal, Gui Calegari e Fabrício Sato nas guitarras, Fabio Fulini no baixo e Maycon Avelino na bateria. Em 2025, o grupo lançou o álbum de estreia Days of Retribution, após chamar atenção com singles como “Gaia”, “Tartarus” e “Chaos”. A banda vem ampliando sua presença nos palcos e já participou de apresentações ao lado de importantes nomes do metal internacional.

Bandas convidadas — 3 de outubro

Hibria

Fundado em Porto Alegre em 1996, o Hibria completa 30 anos de carreira como um dos nomes brasileiros de heavy metal de maior projeção internacional, com turnês pelo Japão, Canadá, Europa e Ásia. A formação atual reúne Angelo Parisotto no vocal, Abel Camargo e Velles nas guitarras, Benhur Lima no baixo e William Schuck na bateria. Em agosto de 2026, o grupo lançou seu oitavo álbum de estúdio, On the Shortness of Life, produzido por Renato Osorio e inspirado na obra Sobre a Brevidade da Vida, do filósofo Sêneca. O disco apresenta oito faixas e marca uma nova fase do Hibria, combinando o peso e a técnica característicos da banda com reflexões sobre tempo, finitude, liberdade e a forma como cada indivíduo escolhe viver.

Storia

A Storia surgiu em 2023 com uma proposta que une power metal, elementos progressivos e narrativas conceituais desenvolvidas ao longo de suas músicas. A banda é formada por Pedro Torchetti no vocal, Gabriel Veloso na guitarra, Pablo Guillarducci no baixo e Thiago Caeiro na bateria. Em 2026, o grupo ampliou sua presença nacional ao participar da “Epic Tales Brasil Tour Part 2”, ao lado do vocalista Fabio Lione. A atual fase é marcada pelo trabalho conceitual Revenant: A Righteous Revenge, que dá continuidade ao universo narrativo criado pela banda.

Serviço

Angra — “Holy Land” 30th Anniversary e “Rebirth” 25th Anniversary

Datas: 2 e 3 de outubro de 2026
Local: Tokio Marine Hall
Cidade: São Paulo/SP
Horário: 21h
Classificação etária: 16 anos
Ingressos: Ticketmaster
Venda online: https://www.ticketmaster.com.br/event/angra-tokio-marine

2 de outubro

Angra — “Holy Land” 30th Anniversary
Holy Land na íntegra
Participação especial: Luis Mariutti
Convidado especial: Viper
Abertura: Throw Me To The Wolves

3 de outubro

Angra — “Rebirth” 25th Anniversary
Rebirth na íntegra
Participação especial: Edu Falaschi
Convidado especial: Hibria
Abertura: Storia

Apresentação: Top Link Music

Taurus adiciona novas datas na turnê e prepara novo álbum inspirado na crise ambiental

Crédito: Renato Moreth

Grupo carioca de thrash metal amplia turnê de 40 anos enquanto prepara álbum conceitual sobre crise ambiental e comportamento humano

Quatro décadas depois de iniciar sua trajetória, o Taurus segue olhando para o futuro sem abandonar as características que construíram sua identidade no thrash metal brasileiro. A banda carioca celebra mais de 40 anos de história com a turnê “Taurus 1985”, enquanto prepara um novo álbum de inéditas que deverá ampliar a discussão sobre os problemas do mundo contemporâneo. Rudi Sgarbi (vocal), Cláudio Bezz (guitarra), Felipe Melo (baixo) e Sérgio Bezz (bateria) apresentam músicas de todas as fases da carreira na turnê, que agora conta com mais datas foram confirmadas em outubro: 10/10 em Vila Velha/ES, e 17/10 em Brasília/DF.

Ao mesmo tempo em que revisita seu passado, o Taurus trabalha em um novo capítulo de sua história. O próximo álbum terá 11 faixas e será o sucessor de “V” (2020). A primeira amostra desse material veio com “Dark Ages”, single que conta com a participação especial de Prika Amaral (Nervosa). A escolha de “Dark Ages” como primeiro single não é casual. A música aborda guerras, intolerância e conflitos políticos e sociais, mas procura ir além de um retrato sombrio do presente. Segundo Cláudio Bezz, também aponta para a necessidade de seguir adiante e preservar uma perspectiva positiva sobre o futuro.

A mesma preocupação se amplia no conceito do novo álbum. Embora as 11 faixas ainda não tenham sido apresentadas integralmente, o guitarrista revela que o trabalho aborda questões relacionadas à degradação ambiental e ao comportamento humano diante de um cenário que se aproxima  cada vez mais do colapso. “É um álbum quase conceitual que trata de temas importantes que lidam com a degradação do meio ambiente e como estamos caminhando rapidamente para o colapso a partir do conformismo e autodestruição”, explica.

Para o músico, o processo de criação também teve uma dimensão pessoal. As composições serviram como uma forma de transformar inquietações em música e encontrar uma maneira de seguir adiante diante das questões abordadas pelo álbum. “Quase como uma terapia, durante o processo de composição encontramos força e paz ao expressarmos nas músicas o que sentimos enquanto seguimos em frente”, afirma.

Além da temática, Bezz destaca o cuidado com a sonoridade do novo trabalho. A intenção foi preservar a identidade construída pelo Taurus ao longo das décadas, mas sem abrir mão da força e da intensidade esperadas de uma produção contemporânea. “Estamos muito felizes com o resultado do álbum, e eu especialmente pela produção, seja em sua sonoridade, timbres, peso e velocidade que conseguimos imprimir nas novas músicas”, conclui.

Confira o videoclipe de “Dark Ages” em https://youtu.be/XowrKjYvS9s

Shows – Serviço:
10/10 – Metal Devastation Fest 21
Atrações: Taurus + 6 bandas
Local: Área 22 – Av. Carlos Lindenberg, 5126, Planalto, Vila Velha/ES
Lote ingresso R$80 já disponível pelo Pix/telefone 27999214423

17/10 – QZO Festival / Quaresmada
Atrações: Oito bandas + DJ
Local: Núcleo Bandeirante (DF)
Entrada: doação de 1kg de alimento não perecível
Realização: Sefix | Apoio: Fundo de Apoio a Cultura (FAC) e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF

Site oficial: http://www.taurusthrashmetal.com.br

Mídias sociais:
Instagram: https://www.instagram.com/taurus.oficial/
Facebook: https://www.facebook.com/TaurusThrashMetal

Spotify: https://open.spotify.com/album/6xCreSW5jfeJe6d2mssebI

E-mail: taurusofficial@gmail.com

Atomic Rooster: álbum inédito após 42 anos agora disponível pela Melômano Discos

“Circle The Sun” resgata a essência do rock progressivo britânico com novas composições, atmosfera clássica e produção contemporânea

“Circle The Sun”, um trabalho que reafirmou a relevância do Atomic Rooster, agora está disponível pela Melômano Discos em 300 cópias (100 splatter e 200 vinil preto). O álbum marcou o retorno ao estúdio de um dos nomes mais importantes da história do rock progressivo britânico após 42 anos sem lançar um disco de inéditas, sucedendo “Headline News”, de 1983.

Com dez faixas inéditas, “Circle The Sun” preserva o espírito que transformou o Atomic Rooster em uma referência, ao mesmo tempo em que incorpora uma abordagem atual em sua sonoridade. A recepção internacional foi positiva. Críticos destacaram a capacidade da banda de recriar a essência de sua fase clássica sem soar presa ao passado. Publicações especializadas elogiaram a interpretação de Adrian Gautrey nos teclados, frequentemente comparada ao estilo de Vincent Crane.

Entre os destaques estão “Fly Or Die”, “Circle The Sun”, “Follow Me”, “Rebel Devil”, “No More” e “Pillow”, que exploram diferentes nuances do rock progressivo setentista, alternando momentos mais diretos e pesados com passagens atmosféricas e reflexivas. A forte presença do Hammond, os grooves marcantes e as guitarras carregadas de blues ajudam a reforçar a identidade sonora que tornou o Atomic Rooster uma banda singular dentro do cenário britânico.  

A formação traz o guitarrista e vocalista Steve “Boltz” Bolton, um dos nomes ligados ao período clássico do Atomic Rooster, ao lado de Adrian Gautrey nos teclados e vocais, Shug Millidge no baixo e Paul Everett na bateria. “Circle The Sun” nasceu da continuidade do trabalho iniciado com a reformulação do Atomic Rooster em 2016. Desde então, a banda voltou aos palcos da Europa, participando de festivais e realizando apresentações que reafirmaram o interesse do público por seu repertório e sua trajetória. A experiência acumulada ao longo desses anos de estrada contribuiu diretamente para a criação de “Circle The Sun”.

Para adquirir, acesse: https://melomano.com.br/search/?q=Atomic+Rooster+-+Circle+The+Sun

Instagram: https://www.instagram.com/melomanodiscos

Bury My Demons inicia nova fase com o lyric video de “Earthshaker”

Após excursionar ao lado do Hatebreed na ‘The Summer Slaughter Tour’, banda apresenta single mais pesado e agressivo de sua carreira

Foto: Trent Jacobs

Depois de dividir os palcos da ‘The Summer Slaughter Tour’ como banda de apoio ao Hatebreed, a norte-americana Bury My Demons inicia um novo capítulo de sua trajetória com o lançamento do lyric video de “Earthshaker”, single que antecipa uma fase ainda mais brutal e intensa da banda.

A nova música amplia a identidade sonora do grupo, apostando em riffs mais pesados, atmosferas sombrias e uma abordagem lírica inspirada por mitologia, textos religiosos e reflexões sobre o comportamento da humanidade contemporânea.

Segundo o vocalista Justin Schomig, a ideia da letra surgiu a partir da imagem de um mundo à deriva, sem rumo e incapaz de aprender com os próprios erros: “Eu senti que precisava conectar essa história à mitologia. Pensei em tempestades, na desesperança de estar perdido no mar sem qualquer controle sobre o próprio destino. Comecei a imaginar o que antigos deuses pensariam da humanidade atual.”

A partir dessa premissa, Justin desenvolveu uma narrativa inspirada em passagens do Antigo Testamento e em diferentes mitologias que tratam da punição das ações humanas: “Todas as culturas possuem histórias sobre vingança divina. Gosto muito da forma como o Antigo Testamento retrata a natureza humana e as consequências do mau comportamento. É um material muito rico para escrever letras de metal.”

O vocalista explica que a música faz uma analogia entre esses antigos relatos e problemas atuais como guerras, polarização, individualismo, ganância e a perda da empatia: “Talvez esses deuses estivessem cansados de ver a humanidade repetir os mesmos erros e resolvessem provocar um novo dilúvio ou algum outro tipo de punição.”

Foto: Trent Jacobs

Em “Earthshaker”, a narrativa é conduzida pela perspectiva de uma entidade destruidora — ou de um ser humano completamente esgotado pelas transgressões da sociedade — que enxerga a destruição como um processo necessário de purificação espiritual e cultural.

Justin ainda revela uma das principais inspirações da composição: “Eu diria que a música foi vagamente inspirada em ‘Ænema’, do Tool, ou pelo menos aborda temas muito semelhantes.”

O guitarrista brasileiro Gustavo “Gustroyer” Kölndorfer acredita que “Earthshaker” representa um divisor de águas para a Bury My Demons: “‘Earthshaker’ marca o começo de uma fase muito mais brutal e visceral para a banda. Daqui para frente, o público pode esperar músicas ainda mais agressivas, pesadas e diretas, deixando de lado qualquer abordagem mais melódica.”

Assista ao lyric vídeo:

Radicado em Denver (EUA), Gustavo Kölndorfer também vive um momento de intensa atividade fora da Bury My Demons. Filho de uma família de músicos e ex-jogador da Liga Brasileira de Futebol Americano, o guitarrista integra atualmente as bandas Bury My Demons e Saved By Ruin, além de manter uma carreira solo instrumental.

Gustroyer / Divulgação

Paralelamente, vem expandindo sua atuação no audiovisual. Um de seus trabalhos mais recentes é a trilha sonora do filme Never Return, projeto que marcou sua estreia como compositor para o cinema: “Nunca havia pensado em compor trilhas para filmes, mas enxerguei uma oportunidade perfeita para criar músicas mais fora da caixa.”

O músico também destaca a parceria com o diretor Chris Hackett, responsável pelo videoclipe ao vivo de “Earthshaker”, gravado durante a turnê de 2025 da banda: “Apesar de sermos amigos há alguns anos, foi durante aquela turnê que realmente trabalhamos juntos pela primeira vez.”

Bem-humorado, completa: “Sempre fui fã de filmes de terror… agora estou adorando compor músicas para deixar as pessoas com medo.” (risos)

Além disso, Gustroyer lançou “Lemuriah”, novo single instrumental composto a partir de ideias que não encontravam espaço em seus trabalhos com bandas.

Sua estreia no cinema como ator também já aconteceu. Ele participa do filme Sugarloaf, produção inspirada na história da clássica banda norte-americana homônima, na qual interpreta um integrante da lendária banda WAR.

Páginas relacionadas:
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