Edu Falaschi revela processo de gravação das guitarras de “Mi’raj” em novo making of

Vídeo acompanha o trabalho de Victor Franco no Fusão Estúdio e apresenta detalhes da construção do álbum que encerra a trilogia iniciada com “Vera Cruz”

Edu Falaschi lançou um novo episódio da série de bastidores de “Mi’raj”, terceiro e último capítulo da trilogia conceitual iniciada com “Vera Cruz”, em 2021, e ampliada por “Eldorado”, em 2023. Disponível no canal oficial do cantor no YouTube, o vídeo acompanha as gravações de guitarra de Victor Franco no Fusão Estúdio, em São Paulo.

Assista ao making of das gravações de guitarra: https://www.youtube.com/watch?v=eQuKGrJ1WLE

Ouça “Mi’raj” nas plataformas digitais: https://linktr.ee/edufalaschi

O registro apresenta diferentes etapas das sessões, passando pela execução de riffs, solos, melodias e camadas que compõem os arranjos do álbum. As imagens também revelam parte do trabalho desenvolvido para equilibrar o peso das guitarras com as orquestrações, as estruturas progressivas e as atmosferas cinematográficas presentes no disco.

“Mi’raj” marca a primeira colaboração oficial de Victor Franco com Edu Falaschi no processo de composição. Os dois assinam juntos partes instrumentais de “Watchers of the Light”, “Wrath Into the War”, “Circle of Dust” e da faixa-título. Além do aspecto técnico, o guitarrista contribuiu para a identidade do trabalho por meio de riffs pesados, linhas melódicas e solos construídos de acordo com as necessidades de cada composição.

Ambientada no Oriente Médio do século XVI, a narrativa dá continuidade à jornada de Jorge, protagonista apresentado em “Vera Cruz”. Depois dos acontecimentos de “Eldorado”, o personagem passa a enfrentar revelações espirituais, perseguições ligadas à Cruz de Nero e conflitos internos que o conduzem à compreensão de sua identidade. Transcendência, fé, perdas, intuição, superação e ascensão interior estão entre os temas abordados no repertório.

Musicalmente, “Mi’raj” reúne referências de heavy metal tradicional, power metal, rock progressivo das décadas de 1970 e 1980, música sinfônica e fusion contemporâneo. O disco também incorpora elementos étnicos do Oriente Médio, grandes orquestrações e mudanças de dinâmica que acompanham o desenvolvimento da história.

O álbum é formado por nove faixas: “Watchers of the Light”, “Here I Stand”, “Mi’raj”, “Echoes of Vows”, “Unchained”, “Intuição”, “Circle of Dust”, “On Your Own” e “Wrath Into the War”. Entre as participações especiais estão Veronica Bordacchini, vocalista do Fleshgod Apocalypse, na faixa-título; Roy Khan, conhecido por seus trabalhos com Conception e Kamelot, em “Circle of Dust”; e Rafael Bittencourt, guitarrista do Angra, responsável pelo solo de “Intuição”.

Produzido por Edu Falaschi e coproduzido por Thiago Bianchi, “Mi’raj” foi gravado no Fusão Estúdio. A mixagem e a masterização ficaram a cargo de Dennis Ward, no TrakShak Studios, na Alemanha, repetindo a parceria estabelecida nos dois discos anteriores. A capa foi criada por Carlos Fides, enquanto o conceito e a direção narrativa foram desenvolvidos por Edu Falaschi e Fábio Caldeira.

Próximos shows de Edu Falaschi

2 de outubro de 2026 — Porto Alegre/RS, Brasil
Local: Auditório Araújo Vianna
Evento: The Beast Experience — participação especial
Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/117808/d/372488

3 de outubro de 2026 — São Paulo/SP, Brasil
Local: Tokio Marine Hall
Evento: Angra — “Rebirth 25” — participação especial
Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/angra-tokio-marine-hall

25 de outubro de 2026 — Tóquio, Japão
Evento: Full Metal Japan — participação especial com o Angra

5 de novembro de 2026 — Chapecó/SC, Brasil
Local: Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes
Ingressos: https://ticketarena.com.br/event/edu-falaschi-hibria-janowitz-metal-opera/226

7 de novembro de 2026 — Florianópolis/SC, Brasil
Local: John Bull
Ingressos: https://ticketarena.com.br/event/edu-falaschi-mi-raj-the-legacy-tour-em-florianopolis/221

8 de novembro de 2026 — Porto Alegre/RS, Brasil
Local: Opinião
Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/121706

15 de novembro de 2026 — Santo André/SP, Brasil
Local: Santo Rock Bar
Ingressos: https://ingresso-master.com/65/edu-falaschi-lancamento-do-album-miraj-santo-andre/

28 de novembro de 2026 — Recife/PE, Brasil
Local: Armazém 14
Ingressos: https://articket.com.br/e/6185/edu-falaschi

6 de dezembro de 2026 — Campinas/SP, Brasil
Local: Santo Rock Bar
Ingressos: https://ingresso-master.com/66/edu-falaschi-lancamento-do-album-miraj-campinas/

19 de março de 2027 — Montevidéu, Uruguai
Local: Live Era
20 de março de 2027 — Buenos Aires, Argentina

Local: Teatro San Telmo
25 de março de 2027 — Santiago, Chile

Local: Sala RBX
26 de março de 2027 — Concepción, Chile

Local: Bodeguita
27 de março de 2027 — Puerto Montt, Chile

Local: Barra Bass
9 e 10 de abril de 2027 — Roskilde, Dinamarca
Evento: Epic Fest 2027 — Chapter 5

Agenda e informações oficiais:
https://www.edufalaschi.com.br

Connecting Pieces aborda conflito emocional em “Falling Down”, primeiro single de “Vitruvian”

Composta por Rafael “Vinnie” Kuhlmann, faixa transforma uma experiência pessoal em uma combinação de peso, melodia e intensidade e abre a divulgação do novo álbum da banda

O Connecting Pieces apresenta “Falling Down”, primeiro single de “Vitruvian”, novo álbum de estúdio da banda brasileira de hard rock e heavy metal, com lançamento previsto para novembro de 2026.

Assista o lyric vídeo de “Falling Down”: https://www.youtube.com/watch?v=M4Kbk3d_02w

Ouça no Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/0ypQlsDWegXwatCvTbyC3k

Com música e letra assinadas pelo baterista Rafael “Vinnie” Kuhlmann, a faixa nasceu de um período particularmente difícil de sua vida e transforma essa experiência pessoal em uma composição marcada por peso, tensão e intensidade emocional.

A letra acompanha um mergulho em sentimentos de perda, desorientação e isolamento. Imagens como um coração partido, espelhos quebrados, sonhos despedaçados, correntes que se apertam e a queda em direção a um abismo ajudam a construir a atmosfera sombria da canção.

Segundo Vinnie, essa carga emocional está diretamente relacionada ao momento em que “Falling Down” foi escrita:

“Escrevi ‘Falling Down’ em um momento muito difícil da minha vida, quando enfrentava uma crise depressiva e me sentia no fundo do poço. Isso acabou se refletindo diretamente na música, que é pesada tanto na letra quanto na sonoridade. Apesar de toda essa carga, a canção também traz uma mensagem de superação: mesmo nos momentos mais sombrios, ainda pode haver uma luz no fim do túnel”, afirma Rafael “Vinnie” Kuhlmann.

Essa dualidade entre queda e possibilidade de reação percorre a composição. Ao longo da letra, o personagem tenta encontrar uma saída enquanto confronta lembranças, frustrações e a sensação de estar preso a um ciclo do qual não consegue escapar. O contraste entre estar perdido e tentar se reencontrar torna-se um dos elementos centrais da narrativa.

Musicalmente, “Falling Down” leva esse clima para uma combinação de riffs de guitarra pesados, melodias marcantes e uma produção de abordagem contemporânea. A faixa reúne elementos do heavy metal, hard rock e melodic metal e funciona como a primeira apresentação da sonoridade desenvolvida pelo Connecting Pieces em “Vitruvian”.

O novo álbum terá 12 faixas inéditas e sucede “Your Soul Dies First”, lançado em 2024. “Falling Down” inaugura o ciclo de divulgação do trabalho e aponta para uma fase em que intensidade musical e conteúdo lírico ganham espaço lado a lado.

“Vitruvian” tem lançamento previsto para novembro de 2026.

Line-up
Leandro Caçoilo — vocal
Rafael “Vinnie” Kuhlmann — bateria
Carlos Alfano — guitarras
Victor Martins — guitarras
Vinicius Crespo — baixo
Rodrigo Lopes — teclados e sintetizadores

Sobre o Connecting Pieces

O Connecting Pieces é uma banda brasileira de hard rock e heavy metal formada em 2019 por Paulo Faroni, na guitarra, e Rafael “Vinnie” Kuhlmann, na bateria. A formação inicial contou ainda com Fernando Campos nos vocais e Vinicius Crespo no baixo.

Em 2022, o grupo lançou seu primeiro álbum, “A Tale of Steam and Light”, apresentando ao público sua proposta musical. O videoclipe de “Shine To Me Again”, faixa do disco, ultrapassou 23 mil visualizações no YouTube.

No ano seguinte, a banda passou por mudanças em sua formação, com a entrada de Carlos Alfano nas guitarras e Thiago Cicilini nos vocais. Em junho de 2023, lançou o EP “Reconnecting”, composto por duas faixas inéditas e quatro releituras. O período também resultou nos videoclipes de “Army of Viruses” e “Zombie Tsunami”.

Em 2024, o Connecting Pieces lançou “Your Soul Dies First”, dando continuidade ao desenvolvimento de sua identidade musical e de sua produção. Atualmente, a banda é formada por Leandro Caçoilo, também conhecido por seu trabalho com o Viper, nos vocais; Rafael “Vinnie” Kuhlmann na bateria; Carlos Alfano e Victor Martins nas guitarras; Vinicius Crespo no baixo; e Rodrigo Lopes nos teclados e sintetizadores.

Com essa formação, o Connecting Pieces concluiu “Vitruvian”, álbum com 12 faixas inéditas e lançamento previsto para novembro de 2026.

Saiba mais sobre o Connecting Pieces:
Instagram: @conpieces
Facebook: facebook.com/connectingpiecesband
YouTube: http://www.youtube.com/@cpieces

Após se apresentar no Rock in Rio com a Malvada, Indira Castillo retoma carreira solo com o EP “Pandora”

Depois de subir ao Palco Sunset do Rock in Rio com a Malvada, Indira Castillo volta os holofotes para sua carreira solo e apresenta “Pandora”, novo EP que reúne três canções inéditas e amplia o universo musical da cantora e compositora paulistana.

O lançamento chega em um momento especial da trajetória da artista. No último dia 5 de setembro, Indira esteve à frente da Malvada em sua apresentação no Rock in Rio, quando o grupo abriu a programação do Palco Sunset. Agora, ela retoma um trabalho autoral no qual tem liberdade para explorar outras nuances de sua identidade musical.

Em “Pandora”, Indira parte de uma bagagem construída entre diferentes universos. Jazz, soul, blues e rock fazem parte da formação de uma artista que nunca se limitou a uma única linguagem e que encontra justamente nesse trânsito entre estilos um dos principais elementos de sua personalidade.

“Pandora” reúne três faixas — “Voo Livre”, “Ouro em Meio às Cinzas” e a faixa-título — e segue o formato de três canções adotado por Indira Castillo em seu primeiro EP. Desta vez, a própria artista assina a produção do trabalho, com arranjos desenvolvidos em conjunto com Luiz Cardim (guitarra), Geovanni Leite (teclados), Roby Pontes (bateria) e Lucas Rogério (baixo). As gravações aconteceram no Orra Meu Estúdios, ao lado de Wagner Meirinho, e o lançamento dá continuidade à parceria da cantora com a Symphonic e a Canil Records. Mais do que um trabalho isolado, “Pandora” também pode representar o primeiro passo para um projeto maior, já que Indira considera desenvolver esse repertório futuramente em um álbum mais extenso e completo.

“Pandora” sai dia 09 de outubro e você pode fazer o Pre-Save em sua plataforma favorita:
https://sym.ffm.to/pandora_?fbclid=PAcGRvZgRleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZAwyNTYyODEwNDA1NTgAAadu2co53ZM8uHHsFZEFpSsxBYpN1cW1rx7X7DRvwNexDfs30EACGiaKEfxNCg_aem_ywCGalx47EwSyrr6blaxdg&utm_id=97760_v0_s00_e0_tv6_a1dennhbhl5rct

Em 2022, Indira lançou “Wiser”, faixa que evidenciou tanto a potência quanto a versatilidade de sua voz. No ano seguinte vieram “Tempo” e “Êxtase”, trabalhos que ajudaram a consolidar sua parceria com a Canil Records e deram origem ao EP “Êxtase”, lançado em 2023.

Se na Malvada Indira ocupa a linha de frente de uma banda essencialmente ligada ao hard rock, em seu trabalho solo ela abre espaço para revelar outras influências. É justamente essa liberdade que ajuda a definir “Pandora”: três novas músicas que apresentam diferentes faces de uma cantora que construiu sua identidade absorvendo referências que passam pelo peso do rock, pela liberdade do jazz e pela intensidade interpretativa do soul.

A versatilidade, aliás, acompanha Indira desde antes de sua chegada à Malvada. Cantora e compositora paulistana com mais de uma década dedicada à música, em 2018 ela iniciou uma parceria com a Universal Music em um projeto autoral ligado ao jazz rock. Em 2022, alcançou a semifinal do programa “Canta Comigo”, da Record, ampliando sua projeção nacional.

Do lado mais experimental de sua trajetória está ainda o The Improvisers, trio dedicado ao jazz e à improvisação. Já em 2023, Indira assumiu os vocais da Malvada, iniciando outro importante capítulo de sua carreira.

Com a banda, participou da gravação do álbum homônimo “Malvada”, lançado mundialmente em 2025. O disco, produzido por Giu Daga, trouxe 11 faixas, em português e inglês, e ajudou a ampliar a projeção internacional do grupo. A Malvada também passou por palcos no Brasil e no exterior antes de chegar, em setembro de 2026, ao Palco Sunset do Rock in Rio.

A apresentação na Cidade do Rock acabou simbolizando um momento de afirmação para Indira. Sob chuva, a vocalista comandou o público em músicas como “Dead Like You”, “Yesterday (My End, My Beginning)”, “Veneno” e “RNR GRL”.

Poucos dias depois dessa apresentação, “Pandora” mostra que Indira Castillo não pretende escolher apenas um caminho.

Entre a vocalista de uma banda de hard rock, a compositora, a intérprete influenciada pelo soul e pelo jazz e a artista interessada em experimentação existe uma mesma voz. “Pandora” abre mais uma dessas possibilidades e marca um novo momento de sua produção autoral.

Siga Indira Castillo em:

https://www.instagram.com/imindiracastillo

Siegrid Ingrid apresenta “Antihuman”, novo single sobre a desumanização da sociedade

Créditos: Foto por Luiz Berenguer

Banda transforma em peso e agressividade a reflexão sobre o distanciamento humano, a intolerância e a perda da empatia em tempos de conexão digital​

O Siegrid Ingrid apresenta “Antihuman”, novo single que aborda o enfraquecimento das relações humanas em uma sociedade cada vez mais conectada pela tecnologia. A faixa é o primeiro material oficial da banda com a formação atual, que reúne Mauro Punk (vocal), André “Gubber” (guitarra), Luiz Berenguer (baixo) e Edilson Alves (bateria).

Ouça “Antihuman” em:
​https://onerpm.link/333021234077​

Assista ao videoclipe de “Antihuman” em:
​https://www.youtube.com/watch?v=J13U1idtpz8

“Antihuman” parte de uma contradição presente na sociedade contemporânea. A tecnologia ampliou as possibilidades de conexão, mas também modificou a maneira como as pessoas se relacionam. Nesse contexto, isolamento, solidão e perda da empatia aparecem como elementos centrais da composição.​

Sua temática aborda egoísmo, indiferença, intolerância e violência, além das consequências desse distanciamento nas relações humanas. O refrão “We are the Anti Human” resume o conceito da faixa e questiona o paradoxo de uma sociedade com mais ferramentas para aproximar pessoas, mas que também enfrenta novas formas de isolamento.​

A música não se limita a uma crítica à tecnologia ou às redes sociais. Esses elementos servem como ponto de partida para discutir comportamentos e relações em um ambiente no qual a conexão digital nem sempre representa proximidade humana.​

Musicalmente, “Antihuman” combina Death e Thrash Metal com elementos de Hardcore e Grindcore, sonoridades que sempre fizeram parte da identidade do Siegrid Ingrid. Riffs pesados, mudanças de velocidade e passagens de maior intensidade acompanham a tensão presente na letra, enquanto a dinâmica da composição alterna momentos de agressividade e atmosferas mais densas.​

A produção ficou a cargo de Rogério Wecko, da Dual Noise Studios (SP), parceiro de longa data da banda. O trabalho preserva o peso da composição e destaca as diferentes camadas presentes no arranjo.​

“Antihuman” também marca a estreia de Edilson Alves em uma gravação oficial com o Siegrid Ingrid. Segundo a banda, o baterista trouxe precisão, técnica e peso ao processo de criação, além de contribuir para a identidade da atual formação:​

“O Edilson é um músico que trouxe muita técnica e ainda mais peso para a banda, além de ser um cara extremamente profissional. Sua entrada agregou demais para nós nessa nova fase que estamos trabalhando em quarteto e essa coesão também está presente nas apresentações da banda.”​

Para Edilson, a gravação teve um significado especial por representar seu primeiro trabalho de estúdio com o Siegrid Ingrid, grupo que acompanha desde os primeiros anos:​

“Gravar ‘Antihuman’ foi muito especial pra mim, porque foi a minha primeira gravação com o Siegrid Ingrid, banda que sempre fui fã. Recebi a música com uma ideia inicial e foi muito gratificante poder trabalhar em cima disso, tendo liberdade para criar e podendo impor a minha identidade musical, a minha forma de tocar e, com isso, poder contribuir para a atmosfera da música sem nenhum tipo de barreira”, comentou.​

O single também ganhou um videoclipe produzido por Luiz Berenguer (@ciahcfilmes) e inaugura uma sequência de lançamentos planejada pelo quarteto para os próximos meses. O material dá continuidade à atual fase da banda, que segue trabalhando em novas composições com a formação em quarteto.​

Desde o início dos anos 1990, o Siegrid Ingrid utiliza o Metal como meio para abordar questões humanas e sociais. Ao longo de mais de três décadas, o grupo construiu uma identidade marcada pelo peso, pela agressividade e por temas relacionados ao comportamento humano.​

Com “Antihuman”, a banda volta sua atenção para os efeitos do isolamento e da perda de empatia em uma sociedade hiperconectada. Como resume o vocalista Mauro Punk: “Sem massagem!”​

SIEGRID INGRID NAS REDES: @SiegridIngrid.Official

Hatefulmurder lança “I Give My Soul”, novo single sobre desejo, entrega e destino 

Foto:  Alessandra Tolc

Banda carioca de death metal melódico divulga faixa do próximo EP ‘Death Made Us Better’, com lançamento previsto para o final de 2026

HATEFULMURDER lança nesta sexta-feira, 18, o novo single “I Give My Soul”, que chega acompanhado de um videoclipe de grande produção. A música faz parte do novo EP intitulado ‘Death Made Us Better’, composto por quatro faixas e com lançamento previsto para o final de 2026.

A música mantém a essência do HATEFULMURDER, enquanto explora novas possibilidades sonoras, com forte presença de vocais limpos e drives, uma técnica que a banda não usava até a entrada de Giulia Roiz, atual vocalista, em contraste com momentos pesados de guturais. A dinâmica entre melodia e peso traduz a intensidade do conceito da faixa.

A troca de vocalista não foi apenas uma substituição; foi um verdadeiro terremoto sísmico na identidade da banda. Adeus à aura mais contida e acessível do passado; o grupo agora abraça uma agressividade brutal que nos faz lembrar em lampejos a fúria primitiva e a técnica afiada dos melhores dias de Alissa White-Gluz no The Agonist.

Segundo Giulia, a letra fala sobre a entrega absoluta a um propósito e a um desejo tão profundo que se torna impossível ignorá-lo.

“A música é sobre o Sehnsucht, uma palavra alemã que representa um anseio profundo, quase como uma saudade de algo que ainda não  conhecemos. Para mim, é sobre sentir que existe um lugar, uma paixão ou um propósito ao qual pertencemos, e estar disposto a entregar tudo para alcançá-lo. Quando encontramos algo que dá sentido à nossa existência, cada passo passa a ter um objetivo. ‘I Give My Soul’ é sobre essa entrega, sobre seguir esse chamado mesmo quando ninguém ao redor consegue entender a intensidade desse desejo”, comenta a vocalista.

Os riffs, antes mais lineares, ganham camadas de peso e uma pegada suja que faltava, soando como verdadeiros golpes certeiros. A nova presença de palco injeta uma energia visceral, transmitindo uma segurança que há muito não se via. 

Visualmente, o videoclipe funciona como uma declaração de guerra: sua estética sombria e performance intensa não apenas apresentam, mas consagram essa virada de chave. Mais do que uma nova fase, isso é um recomeço definitivo — mais pesado, mais imponente e provando que, às vezes, a melhor versão de uma banda ainda está por vir.

O guitarrista fundador Renan Campos escreveu “I Give My Soul” pensando justamente na ideia de construir uma canção, e não apenas uma faixa pesada. Ele comenta:

“Queria trazer um verso em valsa, um refrão mais explosivo e uma melodia forte, que conduzisse a música por caminhos diferentes. Estamos vivendo um processo de mudança, sabe? Eu não quero fazer o mesmo disco a vida inteira. Acho importante que a banda evolua, experimente e se permita buscar coisas novas. Mas, ao mesmo tempo, não sinto que perdemos a nossa essência. Se alguém me perguntar hoje qual é exatamente o subgênero dentro do Metal que o HATEFULMURDER faz, eu sinceramente não saberia responder. E, de certa forma, acho que isso é algo positivo. Talvez a nossa identidade esteja justamente em não precisar caber em uma única definição”.

Com Giulia Roiz nos vocais, Renan Campos na guitarra, Victor Magalhães no baixo e Thomás Martinoia na bateria, a banda investe em uma nova fase e se prepara para shows pela Europa em 2027.

Ouça o novo single “I Give My Soul” AQUI!

Assista ao videoclipe de “I Give My Soul” AQUI!

Formada na cidade do Rio de Janeiro, o HATEFULMURDER possui uma grande bagagem, onde são mais de 10 anos de estrada, que conta com o lançamento de quatro álbuns de estúdio e dois EP ‘s, além de duas turnês sul-americanas e quatro turnês brasileiras.

Marcando uma revolução, ‘I’m That Power’ (2024) entregou uma banda mais evoluída e com olhar para o mundo, alcançando destaque na mídia internacional e proporcionando grandes shows, incluindo uma apresentação na primeira edição do Bangers Open Air. Os singles, “Psywar”, “Eye For Na Eye”,  “Call Out Your Soul”, “Crime e Castigo”, “This Is The FInal Hour”, “Set Fire” e “The Root Of Fear” foram destaque nas mídias do mundo todo, com lançamentos na Decibel Magazine, ChaosZine, Brave Words e Metal Hammer.

Aclamado pela crítica, ‘Reborn’ (2019), foi lançado de forma completamente independente, financiado pelos próprios fãs por meio de uma campanha de crowdfunding. Um álbum coeso, forte e ousado, que marca mais um grande momento na carreira da banda. Feito de fãs para fãs.

A turnê do álbum ‘Red Eyes’ (2017) – lançado pela gravadora inglesa Secret Service Records -,  é uma das maiores turnês independentes da história do metal brasileiro. Percorreu mais de 13.000 km de ônibus com 24 shows em 30 dias passando por todas as regiões do Brasil. Este álbum também marca a entrada da vocalista Angélica Burns,  com sua voz que se tornou a mais nova arma da banda, mostrando toda potência nas canções e nas apresentações ao vivo. 

De volta à era ‘No Peace’ (2014), álbum de estreia lançado pelo renomado selo brasileiro Cogumelo Records, o HATEFULMURDER conquistou Brasil, Argentina, Peru, Bolívia, Colômbia, Equador e Chile fazendo sua primeira turnê fora do Brasil com “fúria no palco e sangue nos olhos”, como gostam de chamar.

Atualmente, a banda é composta por Giulia Roiz (vocal), Renan Campos (guitarra), João Victor (baixo) e Thomás Martin (bateria). Os ex-membros, Angélica Burns (vocal) e Felipe Modesto (baixo) deixaram a banda em maio de 2025 para seguir caminhos distintos. 

Gênero: Melodic Death Metal 
Masterização e Mixagem: Celo Oliveira
Gravação: Kolera Studio

Formação:
Giulia Roiz (Vocal)
Renan Campos (Guitarra)
Victor Magalhães (Baixo)
Thomás Martinoia (Bateria)

Foto:  Alessandra Tolc

HATEFULMURDER online:
Facebook: https://www.facebook.com/hatefulbook
Instagram: https://www.instagram.com/hatefulmurder/
Youtube: https://www.youtube.com/@Hatefulmurder
Spotify: https://open.spotify.com 

Daron explora a busca por lembranças em single ‘Memórias Perdidas’

Crédito: Dani Souza

Novo single do Daron aborda a dificuldade de recuperar lembranças e combina influências de Ozzy com elementos modernos

O vocalista gaúcho Daron transforma a dificuldade de recuperar lembranças em matéria-prima para seu novo single, “Memórias Perdidas”. A faixa apresenta uma narrativa sobre um personagem que não consegue se recordar do próprio passado. “A letra de ‘Memórias Perdidas’ explora a busca por lembranças e utiliza, no refrão, a ideia de que boas músicas passam como um raio: brilham intensamente, mas de maneira fugaz, assim como as memórias que o personagem tenta resgatar”, detalha Daron, que é acompanhado por Ricardo Macan (guitarra), Arthur Marques (baixo) e João Pedro Sullivan (bateria).

“Memórias Perdidas” foi gravada na cidade de Jundiaí, no estúdio Sensorial Labs, com Nicolas Gomes (Heaven Track) na mixagem e Cassio Zambotto na masterização. Entre as influências está Ozzy Osbourne, especialmente a sonoridade associada ao período com Jake E. Lee. Além disso, a música também incorpora elementos do Avenged Sevenfold, que aparecem de maneira mais evidente na introdução e nos teclados de Fer Gambini utilizados no refrão.

Confira o videoclipe produzido por Dani Souza em https://youtu.be/4xFLtO5x5no

Natural de Santa Rosa/RS, Daron iniciou sua trajetória em 2013 ao fundar a banda Peixes Voadores, acumulando apresentações ao lado de nomes como Sepultura, Misfits, Marky Ramone e Michael Graves. O músico também excursionou com o Matanza em turnês nacionais. Em 2025, mudou-se para São Paulo para investir na carreira solo e, em 2026, já passou por casas como La Iglesia, Manifesto, The Metal Bar, House Of Legends e Fenda 365, além de lançar o single “O Cemitério”, inspirado na obra “Pet Sematary”, de Stephen King. Neste ano, Daron segue em estúdio produzindo novas músicas e realizando shows pontuais para divulgar os singles lançados recentemente.

Ouça no Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/5QyogCBglk6CcEPlJveejB

Instagram: https://www.instagram.com/oficialdaron

E-mail: oficialdaron@outlook.com

Carceral lança ‘Disobedience’, quinto single de ‘Descending Reprisal’

Crédito: Divulgação

“Disobedience” tem como destaque o solo de Hard Alexandre Christiani

Carceral, grupo instrumental de metal extremo formado por Roberto Ortega e Hard Alexandre Christiani (guitarras), Victor Hormidas (baixo) e Daniel Moscardini (bateria), apresenta “Disobedience”, quinto single do álbum de estreia, “Descending Reprisal”. A faixa chega com destaque para a performance de Hard Alexandre Christiani, responsável por um longo solo que se estabelece como elemento central da composição.

Para Hard Alexandre Christiani, “Disobedience” proporcionou liberdade para experimentar diferentes possibilidades como guitarrista. O músico destaca a dinâmica dos riffs de Roberto Ortega como ponto de partida para a construção de seus solos. “Gravar este som me trouxe uma satisfação incrível. Foi uma experiência realmente fantástica, principalmente pela dinâmica dos riffs do Roberto, que constrói toda a atmosfera necessária para preparar o terreno de inspiração que busquei ao longo dos solos. As ideias foram fluindo a partir de trítonos, não necessariamente dentro de padrões perfeitamente ajustáveis, mas explorando uma fluência sonora baseada em conexões livres.”

A construção do solo também incorpora diferentes técnicas e referências, incluindo recursos associados a sonoridades orientais e ciganas. “Muitas técnicas de hammer-ons e two-hands surgem dentro desse cenário apocalíptico, enquanto bends cortantes soam como verdadeiros gritos de socorro. Também busquei algumas nuances exóticas, com sonoridades que remetem a culturas mais orientais ou ciganas. Recursos técnicos de expressão, aliados às palhetadas híbridas, dão contorno às frases e criam a sensação de estar correndo sobre uma linha imaginária, atravessando um terreno hostil, entre o inferno, a pressa e uma mensagem precisa e direta.”

A proposta ainda permitiu a Hard explorar timbres ligados a outras vertentes do rock, incluindo referências dos anos 70 e o uso de uma Stratocaster equipada com três single-coils. “Foi realmente incrível escrever essa composição. A proposta também me permitiu explorar timbres característicos de vertentes completamente diferentes, incluindo a sonoridade do velho e bom rock dos anos 70, utilizando uma Stratocaster equipada com três single-coils. O resultado foi uma experiência magnífica: técnica, liberdade e expressão se encontrando dentro da atmosfera extrema de ‘Disobedience'”.

Para Roberto Ortega, guitarrista e fundador do Carceral, a faixa também representa uma realização pessoal. “O Hard sempre foi um dos meus maiores guitar heroes. Ter a oportunidade de dividir com ele as guitarras do Carceral e construir juntos músicas como ‘Disobedience’ é, para mim, uma honra gigantesca e um imenso privilégio. Além disso, poder acompanhar de perto cada ideia, cada detalhe e cada contribuição dele para as músicas é algo que para mim funciona como uma verdadeira aula.”

A capa do single foi criada por Danilo Ferreira, enquanto o visualizer ficou a cargo de Arthur Hermit. Confira em https://youtu.be/1IKbBbSRpWc

Lançado originalmente em formato digital em 15 de julho, “Descending Reprisal” reúne 24 faixas em pouco menos de 30 minutos. A edição física em CD, em formato jewel case, acompanhada de booklet de 20 páginas, será lançada pela gravadora italiana I, Voidhanger Records em 9 de outubro. O material está disponível em pré-venda pelo Bandcamp, além das lojas destinadas aos mercados da Europa e Reino Unido e dos Estados Unidos.

Links para a pré-venda:
Bandcamp: https://i-voidhangerrecords.bandcamp.com/album/descending-reprisal
EU/UK: https://tornfromthegrave.com/collections/ivr-pre-order-now/products/carceral-descending-reprisal-cd-pre-order
US: https://tornfromthegrave.us/collections/ivr-pre-order-now/products/carceral-descending-reprisal-cd-pre-order

Ouça o álbum em https://youtu.be/c-rZTWELKD4

Sites relacionados:
https://carceralofficial.com/
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“Bater Cabeça e Rebolar” ganha videoclipe que apresenta a estética Anarkophunk da 808 Punks

808 Punks // Foto: Léo Castro

Segundo Xandee, guitarrista da banda, a proposta foi apresentar a 808 Punks de forma direta. “A ideia do vídeo foi fazer um raio x da banda, mostrar e dizer para que a gente veio e qual é o nosso recado! É como uma Polaroid da banda, nua e crua.” Para o diretor Rabu Gonzales, a aproximação entre as duas vertentes está justamente na maneira como punk e funk se constroem. “A ideia é mostrar que entre funk e punk, só se muda umas letras (rs), os dois são crus, e vêm do ‘faça você mesmo’. É um clipe cru e direto como o punk e o funk são.”

A faixa também sintetiza a proposta musical do grupo, que combina punk, funk, samba, rock’n’roll e música eletrônica. Para Prixxx, uma das vocalistas, o desafio foi retratar essa diversidade no vídeo sem perder o caráter dançante da música. “A ideia foi levar para o audiovisual a mesma mistura que existe na nossa música, sem medo de juntar referências diferentes.” Ela acrescenta: “A música tem peso e agressividade, mas também tem groove, dança e humor.”

Assista ao videoclipe “Bater Cabeça e Rebolar”

Formada atualmente por André Paumgartten (voz, programação e theremin), Glenda Maldita (voz), Prixxx (voz), Xandee Farias (guitarra), Formigão (baixo) e JotaErre (bateria), a 808 Punks também passou por uma mudança recente na formação. JotaErre, fundador do MC’s HC, entrou para a banda em maio de 2026. Sua estreia aconteceu no Circo Voador, após apenas um ensaio com os demais integrantes. “A química simplesmente apareceu. A sensação foi de que eu já tocava com aqueles caras há muito tempo”, conta.

Desde o lançamento do EP, a 808 Punks também ampliou sua circulação internacional. A banda se apresentou no Uruguai, onde a data teve ingressos esgotados, e já tem novo show marcado no país em novembro. Em outubro, o grupo segue para a Alemanha, onde se apresenta pela primeira vez. “Estamos muito empolgados com o show na terra do Kraftwerk e do Einstürzende Neubauten”, revela Formigão. Paralelamente, a banda já trabalha na pré-produção do próximo álbum, que chegará às plataformas musicais em 2027. Para o músico, que também é baixista do Planet Hemp, a experiência acumulada desde a estreia tem fortalecido a formação: “Estamos muito mais entrosados, a estrada nos fez bem. A entrada do JotaErre também fez super bem pra gente, deu um novo gás que precisávamos.”

O videoclipe de “Bater Cabeça e Rebolar” reforça a definição que a própria banda adotou para sua sonoridade: Anarkophunk. “A gente chama o que fazemos de Anarkophunk porque existe uma atitude punk na nossa música, mas não aceitamos ficar presos a uma única fórmula”, explica Glenda Maldita. “Misturamos punk, funk, samba, rock’n’roll e música eletrônica para criar uma identidade própria, pesada, dançante e irreverente.” Prixxx completa: “Falamos de temas atuais, conscientização, poder feminino, valorização da classe trabalhadora e questões sociais, mas fazemos isso sem abrir mão do humor ácido.”

André aponta MCs HC, Comunidade Ninjitsu, Bonde do Rolê e o DeFalla como influências claras da mistura entre o rock e o funk, mas ressalta que a banda “puxou o papo mais pro subúrbio carioca mesmo, juntando com samba de quadra e funk de baile que é a coisa mais punk do mundo.” Para o músico, essa combinação também está relacionada à própria origem do punk: “Punk é coisa criada por suburbano, operário, desempregado, estigmatizado e tanto o DIY quando o NO FUTURE tem muito a ver com o funk, o samba de quadra e o subúrbio carioca.” É a partir dessa perspectiva que a banda define sua sonoridade como Anarkophunk. “A gente é carioca e não dá pra negar nossa realidade, sons, cheiros e sabores.”

808 Punks // Foto: Léo Castro

Angra lota o Olympia de Paris em show de 30 anos de Holy Land com participação especial de Kiko Loureiro

FOTO: RAFAEL KARELISKY

Na histórica casa francesa, banda revisitou o álbum de 1996, tocou músicas de outras fases e retomou a percussão dos antigos shows

O Angra se apresentou nesta quarta-feira, 23 de setembro, no Olympia, em Paris, com a casa lotada. O show celebrou os 30 anos de Holy Land e contou com Kiko Loureiro como convidado especial. O guitarrista integrou a formação que gravou o álbum em 1996.

Assista: https://www.instagram.com/p/DdpEEAvBNjA/

A apresentação teve um significado especial na história do Angra na França. Em 1996, o grupo levou a turnê de Holy Land a Paris e gravou na cidade o concerto que deu origem ao EP Holy Live. Trinta anos depois, voltou à capital francesa para revisitar as músicas do disco ao lado de Kiko, agora no palco do Olympia.

Além das guitarras, o show recuperou uma cena dos primeiros anos da banda: os músicos se reuniram para uma passagem de percussão, como faziam antigamente. Rafael Bittencourt e Kiko Loureiro também tocaram juntos uma versão acústica de Lullaby for Lucifer.

A apresentação reuniu Alírio Netto no vocal, Rafael Bittencourt e Marcelo Barbosa nas guitarras, Felipe Andreoli no baixo e Bruno Valverde na bateria, além da participação especial de Kiko Loureiro.

Setlist — Angra no Olympia, Paris (23/09/2026)

Carry On
Lisbon
Tide of Changes
Angels and Demons
Wuthering Heights
Nothing to Say
Silence and Distance
Carolina IV
Holy Land
The Shaman
Make Believe
Z.I.T.O.
Deep Blue
Lullaby for Lucifer — versão acústica com Rafael Bittencourt e Kiko Loureiro
Waiting Silence
Rebirth
Nova Era

Serviço — próximos shows do Angra

25 de setembro — Curitiba, Brasil
Live Curitiba
Ingressos: https://www.bilheteriadigital.com/angra-holy-land-30th-anniversary-tour-25-de-setembro

26 de setembro — Caxias do Sul, Brasil
All Need Master Hall
Ingressos: https://minhaentrada.com.br/evento/angra-holy-land-30th-29911

27 de setembro — Porto Alegre, Brasil
Auditório Araújo Vianna
Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/120437

2 de outubro — São Paulo, Brasil
Tokio Marine Hall
Angra + Luis Mariutti
Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/angra-tokio-marine

3 de outubro — São Paulo, Brasil
Tokio Marine Hall
Angra + Edu Falaschi
Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/angra-tokio-marine

18 de outubro — Bangkok, Tailândia
Mr. Fox Live House
Ingressos: https://www.ticketmelon.com/slammanbookingasia/Angra1

20 de outubro — Taipei
The Wall Live House
Ingressos: https://badmoonrising.oen.tw/

22 de outubro — Xangai, China
Star Culture Center — Dream Hall
Ingressos: https://www.showstart.com/venue/6345

25 de outubro — Yokohama, Japão
Full Metal Japan 2026 — Pia Arena MM
Angra feat. Kiko Loureiro e Edu Falaschi
Ingressos: https://www.t-onkyo.co.jp/ticket/fullmetal_japan2026

Vídeos raros de Andreas Kisser chegam ao Acervo Trama

Registros remasterizados trazem duas músicas de seu primeiro álbum solo, Hubris I & II

Dois vídeos de Andreas Kisser com as músicas “Eu Humano” e “God’s Laugh” acabam de chegar ao canal da Trama no YouTube. Compostas pelo guitarrista, as duas faixas integram seu álbum solo, Hubris I & II, lançado em 2009.

A apresentação fez parte do extinto programa Radiola, da TV Cultura, naquele mesmo ano. Criada pelo diretor Fernando Faro (1927–2016) e pelo produtor João Marcello Bôscoli, a atração registrou esse momento importante da carreira de Andreas Kisser, dando destaque ao seu trabalho fora do Sepultura.

O material foi restaurado e remasterizado, com ajustes de áudio e aumento da resolução das imagens. O aprimoramento técnico oferece ao público uma experiência visual e sonora superior, preservando o valor artístico e documental das gravações.

Os dois vídeos integram a série de registros históricos do Acervo Trama, que recebe novos conteúdos exclusivos a cada semana.

Assista aos vídeos:
“Eu Humano”
“God’s Laugh” 

Gothminister, destaque do Industrial/Gothic Metal, estreia no Brasil com show único em agosto de 2027

Crédito: Foto por Tor Eigil Scheide)

A atmosfera sombria, os riffs pesados e a estética teatral da banda norueguesa finalmente desembarcam no país para uma apresentação inédita.​

O Gothminister, um dos nomes de destaque do Industrial/Gothic Metal europeu, desembarca pela primeira vez no Brasil em agosto de 2027, com realização da produtora Dark Dimensions. A banda norueguesa se apresenta no domingo, 22 de agosto, no Santo Rock Bar, em Santo André (SP), como parte da Gothminister – South America Tour 2027.​

Formado em Oslo, em 1999, e liderado pelo vocalista, compositor e fundador Bjørn Alexander Brem, o Gothminister desenvolveu uma identidade própria ao combinar Industrial Metal, Gothic Metal e elementos eletrônicos com uma forte estética teatral. Assim, a proposta da banda reúne riffs pesados, bases eletrônicas, atmosferas sombrias e performances visuais, características que se tornaram marcas de seus shows.​

A discografia do grupo inclui oito álbuns de estúdio, entre eles Gothic Electronic Anthems (2003), Empire of Dark Salvation (2005), Happiness in Darkness (2008), Anima Inferna (2011), Utopia (2013), The Other Side (2017), Pandemonium (2022) e Pandemonium II: The Battle of the Underworlds (2024). Em 2026, a banda lançou o EP The Dark e prepara o novo álbum We Are All Demons, previsto para 16 de outubro.​

Entre as faixas de destaque da carreira estão “Liar”, “Darkside”, “Angel”, “Ich will alles”, “The Sun”, “Monsters” e “We Come Alive”, entre outros destaques da trajetória do grupo.​

Além disso, em 2024, o Gothminister ganhou projeção além do circuito tradicional do metal ao participar do Melodi Grand Prix, tradicional competição musical anual organizada pela emissora pública norueguesa NRK para selecionar a música que representa a Noruega no Eurovision Song Contest. Com “We Come Alive”, composta por Bjørn Alexander Brem, a banda avançou à final e terminou a competição na quarta colocação.​

Agora, a apresentação em Santo André marca a estreia do Gothminister no Brasil. Dessa forma, o público brasileiro poderá conferir uma produção que combina música pesada, elementos eletrônicos e uma marcante experiência visual. Os ingressos estão disponíveis pelo Ingresso Master.​

Prepare-se. Quando as luzes se apagarem, a escuridão tomará conta do Santo Rock Bar.

SERVIÇO: GOTHMINISTER – SOUTH AMERICA TOUR 2027​
​Data: 22 de agosto de 2027 (domingo)
​Local: Santo Rock Bar
​Endereço: Av. Firestone, 1340 – Casa Branca – Santo André/SP
​Abertura da casa: 17h
​Show: 19h
​Realização: Dark Dimensions
​Assessoria de imprensa: JZ PRESS
​Ingressos: https://ingresso-master.com/88/gothminister-south-america-tour-2027

Links Relacionados:
​
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Crypta apresenta novo single e videoclipe, “A Portrait Of Decay”

Uma nova era da Crypta começa a tomar forma. Nesta quinta-feira (24), a banda lançou o single e videoclipe de “A Portrait Of Decay”, faixa escolhida justamente para apresentar ao público a atmosfera que irá conduzir esse novo capítulo de sua trajetória.

“A Portrait Of Decay” também marca a estreia em estúdio da guitarrista Victoria Villarreal com a Crypta, sendo a primeira música lançada pela atual formação. Mais do que apresentar uma nova integrante, porém, o single funciona como uma declaração de intenções para o que está por vir.

A composição concentra diferentes elementos e aponta para um death metal que mantém a agressividade característica da Crypta, mas amplia sua carga atmosférica e emocional.

Esta faixa aborda a dissociação como um mecanismo para suportar a dor e o sofrimento. Essa dualidade entre sofrimento, percepção e distanciamento da realidade também ganhou uma representação visual no videoclipe.

Em contraste com a brutalidade da música, o vídeo aposta inicialmente em uma estética etérea e quase onírica. A baterista Luana Dametto – que também assina o roteiro do clipe – explicou sobre o video: “A paisagem representa um estado interior de clareza, com pensamentos límpidos e emoções leves, mas essa sensação começa lentamente a desaparecer conforme o tempo passa e o ambiente ao redor se transforma. A chegada da noite modifica completamente esse cenário. O que antes transmitia serenidade passa a carregar uma atmosfera mais escura, acompanhada por sentimentos de estar à deriva e sem direção”.

Ela completou, dizendo: “O conceito traduz visualmente uma das ideias centrais da composição: as circunstâncias e a passagem do tempo podem alterar profundamente a maneira como uma pessoa enxerga a si mesma, sente e se relaciona com aquilo que está ao seu redor.”

Entre peso, melancolia, agressividade e uma abordagem cinematográfica, “A Portrait Of Decay” abre a porta para um novo universo da Crypta.

Assista “A Portrait Of Decay”:

A música de “A Portrait Of Decay” foi gravado na Bélgica, em junho de 2026. A faixa teve gravação, mixagem e masterização de Yarne Heylen, no Project Zero Studio, enquanto a arte ficou a cargo de Marcos Miller.

O vídeo foi gravado em agosto pela Noiseforge, com roteiro de Luana Dametto, direção de Felipe Hervoso e Noiseforge. Produção de Felipe Hervoso, Noiseforge e Luana Dametto. A atriz é Ayara Maria, com maquiagem de Stefany Grande/Metal Drag, e a assistente foi Débora Camargo.

 A Crypta embarca na próxima semana para a America do Norte, com 30 shows pelos E.U.A. e Canadá, onde fará parte da “Wrath Across North America Tour 2026”, ao lado das bandas Arch Enemy, The Black Dahlia Murder, Septicflesh e Thrown Into Exile.

Mais informações:
https://linktr.ee/cryptaofficial

PLACEBO traz ao Brasil a turnê RE:CREATED, que celebra 30 anos de seu álbum de estreia

O Placebo retorna ao Brasil em fevereiro de 2027 para quatro apresentações da turnê RE:CREATED que celebra os 30 anos de seu álbum de estreia, um dos mais marcantes da cena alternativa britânica.

Com produção da Mercury Concerts, os shows serão nos dias 20 de fevereiro (sábado), na Suhai Music Hall, em São Paulo; 23 de fevereiro (terça-feira), no Centro de Eventos Ulysses Guimarães, em Brasília; 26 de fevereiro (sexta-feira), no Live Curitiba; e 28 de fevereiro (domingo), no Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre.

Para todas as cidades, a pré-venda exclusiva para o fã-clube começa no dia 29 de setembro (terça-feira), às 10h, com duração de 24 horas. A venda geral começa no dia 2 de outubro (sexta-feira), às 10h, com pré-venda promocional nas 48 anteriores (de 30/9 às 10h até 2/10 às 10h). Para o show de São Paulo a venda será realizado pelo site www.eventim.com.br e para as demais cidades pelo site www.bilheteriadigital.com.br

Placebo RE:CREATED apresenta versões retrabalhadas e ampliadas das dez faixas do álbum de estreia, além de duas faixas bônus da edição original, refletindo a evolução da banda ao longo de três décadas.

Lançado no auge da era Britpop, o álbum impactou o cenário musical da época. A banda combinava uma sonoridade contundente com letras que abordavam temas como sexualidade, androginia, dependência e alienação, enquanto sua estética visual desafiava as convenções do rock britânico.

O projeto foi realizado por Brian Molko e Rob Kirwan, a partir das fitas master originais, e mixado por Adam Noble.

“Pensamos neste disco como um director’s cut. Não o recriamos do zero. Voltamos às fitas master originais e trouxemos para o álbum os 30 anos de experiência tocando essas músicas ao vivo”, explica o Placebo.

Segundo a banda, a proposta não é substituir o álbum original, mas completá-lo. Ao longo dos anos, as músicas ganharam novas dimensões nos palcos e foram se transformando junto com o grupo.

“É uma celebração de onde começamos e um ponto de encontro entre quem éramos naquela época e quem somos agora; uma forma de homenagear aquela inocência, ao mesmo tempo em que permitimos que as músicas existam dentro da dimensão, da confiança e da energia da banda que nos tornamos”, resume a banda.

No repertório, o Placebo também leva aos palcos músicas de Without You I’m Nothing, seu segundo álbum, lançado em 1998.

Com a RE:CREATED Tour, o Placebo celebra suas origens sem abrir mão da atitude que marca sua trajetória e reencontra o público brasileiro para revisitar músicas que continuam tão relevantes quanto quando foram lançadas.

São Paulo
Data: 20 de Fevereiro de 2027 (Sábado)
Local:  Suhai Music Hall. Shopping SP Market, Av. das Nações Unidas, 22540 – Jurubatuba, São Paulo – SP, 04795-000
Portas: 19h
PLACEBO: 21h

Classificação Etária: 16 (dezesseis) anos desacompanhados. Menores de 16 (dezesseis) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial.

Pré-Venda Fã Clube (Apenas pela Internet)
A partir do dia 29/09/2026 às 10h da manhã  

Early Bird com desconto nas primeiras 48 horas
A partir do dia 30/09/2026 às 10h da manhã até 02/10 às 10h da manhã  

Venda Geral
A partir do dia 2/10/2026 às 10h da manhã  
Na internet:  www.eventim.com.br/placebo

Ponto de venda sem taxa de conveniência:

BILHETERIAS OFICIAIS (sem taxa de conveniência)

ALLIANZ PARQUE – BILHETERIA A (30/09/2026 A 19/02/2027 – Mediante Disponibilidade)
Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SP
Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h
*Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.

SUHAI MUSIC HALL (Apenas no dia do evento, 20/02/2027 – Mediante Disponibilidade)
Endereço: Av. das Nações Unidas, 22540 – Jurubatuba, São Paulo – SP
Funcionamento: a partir das 17h horas.

Parcelamento
Em até 4x sem juros nas compras online e na bilheteria.
Em até 10x com juros.

MEIA-ENTRADA E INGRESSOS PROMOCIONAIS
Confira em https://www.eventim.com.br/meiaentrada as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios.

Para maiores informações sobre os horários de funcionamento e as formas de pagamento de cada ponto de venda, por favor consulte: 

* Sujeito a cobrança de taxa de serviço
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Os ingressos limitados a 06 ingressos por CPF sendo no máximo 02 meia entradas.

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PARA CONSULTAR OS ENDEREÇOS OFICIAIS VISITE:  

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Horror Expo 2026 confirma presença do percussionista Chris Fehn, o número #3 do Slipknot

Ex-percussionista do Slipknot será uma das atrações da Horror Expo 2026, feira internacional brasileira dedicada ao universo do horror

Chris Fehn, ex-percussionista do Slipknot, será uma das atrações da Horror Expo 2026, realizada nos dias 17 e 18 de outubro, no Expo Barra Funda, em São Paulo. O músico americano, conhecido mundialmente como o integrante de número #3 da banda de Iowa e por uma das máscaras mais reconhecíveis da história do grupo, marcada pelo enorme nariz, fará painéis nos dois dias do evento, com entrevista no palco principal, além de disponibilizar fotos, autógrafos e merch em seu estande na feira. Nascido em Des Moines, Iowa, em 24 de fevereiro de 1973, Fehn entrou para o Slipknot em 1998, pouco antes do lançamento do álbum de estreia. Antes da carreira musical, atuou no futebol americano universitário como kicker do Wayne State College e trabalhou como eletricista.

A chegada ao Slipknot aconteceu de maneira curiosa. Amigo de Shawn “Clown” Crahan, Fehn inicialmente teria procurado o percussionista com a intenção de trabalhar como técnico de bateria de Joey Jordison, mas acabou sendo convidado para fazer um teste como percussionista. Aprovado, passou a integrar uma formação que combinava música pesada com uma forte identidade visual baseada em máscaras, uniformes e personagens. Ao lado de Crahan, ajudou a construir a camada percussiva característica do grupo e também participou dos vocais de apoio. Sua performance era particularmente física, com um equipamento que o próprio músico já descreveu como uma espécie de “simulador de avião”, devido à movimentação necessária para tocar os diferentes instrumentos posicionados ao seu redor.

A máscara de Fehn acabou se tornando tão famosa quanto sua participação musical. Com o nariz extremamente alongado, o personagem frequentemente foi associado a Pinóquio e ganhou diferentes versões ao longo das fases do Slipknot. O acessório também ultrapassou os limites da música: a máscara aparece em Uma Viagem Muito Louca (Harold & Kumar Escape from Guantanamo Bay), de 2008. Apesar da aparência assustadora, Fehn era conhecido pelo senso de humor e já comentou sobre o contraste entre sua personalidade e o visual do personagem, além de relatar o desconforto provocado pelo uso da máscara, especialmente pelo calor e pelo ajuste apertado durante as apresentações.

A relação de Fehn com o Slipknot terminou em 2019, após uma disputa judicial envolvendo questões financeiras. Em março daquele ano, o músico entrou com uma ação contra Corey Taylor e Shawn Crahan, alegando problemas relacionados à distribuição de pagamentos e à estrutura empresarial associada à banda. Poucos dias depois, sua saída foi anunciada. Desde então, Fehn manteve uma atuação mais discreta, mas sua imagem continua diretamente associada a uma das formações mais marcantes do metal contemporâneo. Sua presença na Horror Expo reforça a ligação entre o universo do horror e a estética do Slipknot, que transformou máscaras, personagens e elementos visuais sombrios em parte fundamental de sua identidade.

A Horror Expo 2026 será realizada nos dias 17 e 18 de outubro, no Expo Barra Funda, em São Paulo, com uma programação que reúne convidados internacionais como Eileen Dietz, de O Exorcista, Mark Pellegrino, conhecido por seus papéis em Supernatural e Lost, e Douglas Tait, que interpretou Jason Voorhees em Freddy vs. Jason e trabalhou como Michael Myers em Halloween Kills. O evento também contará com painéis, experiências imersivas, labirinto, cenários temáticos, concurso e desfile de cosplay, games, apresentações e atrações relacionadas ao cinema, televisão, literatura, música e cultura pop.

Site relacionado: https://horrorexpo.com.br/

Ingressos à venda em https://www.clubedoingresso.com/horrorexpo2026

FÁBIO LIONE SE APRESENTA NO SESC BELENZINHO

Cantor italiano de Metal faz show da Epic Tales Tour 2026 na Comedoria do Sesc

Divulgação

Fábio Lione se apresenta no Sesc Belenzinho no dia 25 de setembro, às 20h, na Comedoria da unidade com a Epic Tales Tour 2026. Os ingressos estão disponíveis no portal sescsp.org.br e nas bilheterias físicas das unidades Sesc, a R$ 60,00 (inteira), R$ 30,00 (meia-entrada) e R$ 18,00 (Credencial Sesc).

Considerado uma das maiores vozes da história do metal melódico mundial, Fabio Lione apresenta uma viagem pelos momentos mais marcantes de sua carreira. O repertório passa por trabalhos ligados a grupos como Rhapsody, Vision Divine, Labÿrinth, Athena XIX, Kamelot e Angra.

A relação de Lione com o público brasileiro ganhou ainda mais força durante sua passagem pelo Angra. O vocalista integrou a banda entre 2013 e 2026 e participou dos álbuns Secret Garden, lançado em 2014, Ømni, de 2018, ampliando sua presença na cena do Metal brasileiro.

A Epic Tales Brasil Tour 2026 aposta justamente na diversidade dessa trajetória. Ao longo da apresentação, diferentes períodos da carreira do cantor se encontram em um espetáculo marcado por interpretações poderosas, virtuosismo instrumental e as narrativas épicas que se tornaram características do metal melódico.

Para os fãs de Rhapsody, Vision Divine, Labÿrinth, Athena XIX, Kamelot e Angra, o show representa uma oportunidade de revisitar músicas que marcaram diferentes gerações do metal. Ao mesmo tempo, a apresentação a dimensão de uma carreira construída ao longo de décadas e marcada por diferentes projetos e colaborações.

Serviço:

Fábio Lione
Dia 25 de setembro de 2026. Sexta, às 20h
Valores: R$ 60 (inteira), R$ 30 (meia-entrada), R$ 18 (Credencial Plena – Sesc).  
Ingressos à venda no portal sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades Sesc.  
Limite de 2 ingressos por pessoa.  
Local: Comedoria (1000 lugares)
Classificação: 14 anos
Duração: 90 minutos

SESC BELENZINHO
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000.
Belenzinho – São Paulo (SP)
Telefone: (11) 2076-9700
sescsp.org.br/Belenzinho

Estacionamento

De terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h.    

Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 10,00 a primeira hora e R$ 4,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 20,00 a primeira hora e R$ 5,00 por hora adicional.   

Transporte Público

Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

SONATA ARCTICA RETORNA AO BRASIL NO INÍCIO DE OUTUBRO EM CELEBRAÇÃO AOS 30 ANOS DE CARREIRA

O Sonata Arctica, um dos nomes mais respeitados do metal mundial, retorna ao Brasil no dia 03 de outubro de 2026 com a aguardada “30th Anniversary Tour”, que celebra seus 30 anos de carreira. A turnê passará por duas cidades brasileiras e percorrerá diversos países da América Latina, prometendo apresentações emocionantes e um repertório especial com os maiores clássicos de sua trajetória.

Formado em 1996 na cidade de Kemi, na Finlândia, inicialmente sob o nome Tricky Beans, o grupo rapidamente evoluiu seu som em direção ao power metal e adotou o nome Sonata Arctica em 1999. O álbum de estreia, Ecliptica, tornou-se um marco do gênero ao apresentar uma combinação única de metal melódico, teclados marcantes e vocais poderosos.

“Gravamos nossa primeira demo e, quando o Stratovarius se tornou grande na Finlândia, isso também atraiu atenção para nós. A partir de então, ficou mais fácil conseguir um contrato com uma gravadora, porque os selos passaram a procurar bandas do gênero”, relembra o vocalista Tony Kakko em entrevista à revista Roadie Crew.

Ao longo de sua carreira, o Sonata Arctica consolidou uma base de fãs global e conquistou aclamação internacional com álbuns fundamentais como Silence (2001) e Winterheart’s Guild (2003), que inclui o clássico “Victoria’s Secret”. Completam a formação atual Elias Viljanen (guitarra), Pasi Kauppinen (baixo), Tommy Portimo (bateria) e Henrik Klingenberg (teclado).

Reconhecida por suas performances intensas e emocionantes, a banda construiu uma reputação sólida nos palcos ao redor do mundo. No Brasil, onde se apresenta desde 2002, o grupo mantém uma relação especial com o público. “A experiência de tocar no Brasil é algo único, não existe nada igual no mundo. A recepção é fantástica, os fãs são extremamente calorosos”, afirma Kakko.

A nova turnê celebra três décadas de uma trajetória marcada por evolução musical, consistência artística e uma conexão única com os fãs, reafirmando o Sonata Arctica como um dos grandes nomes do power metal mundial.

SERVIÇO – SÃO PAULO

Data: Sábado, 03 de outubro de 2026
Local: Audio
Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca – São Paulo – SP
Abertura da casa: 19h00
Banda de abertura: NOTURNALL
Classificação etária: 16 anos

Ingressos:
Pista: a partir de R$ 180,00 + taxas
Pista Premium: a partir de R$ 340,00 + taxas
Mezanino: a partir de R$ 300,00 + taxas
Valores sujeitos a alteração conforme virada de lote

Vendas:
http://www.clubedoingresso.com/evento/sonataarctica

AMORPHIS TRAZ TURNÊ MUNDIAL ‘BORDERLAND’ AO BRASIL EM OUTUBRO

A turnê mundial de 2026 marca uma das fases mais ambiciosas e expansivas da carreira do Amorphis, impulsionada pelo impacto criativo de Borderland, lançado em 2025. O álbum, celebrado por sua fusão de metal melódico, paisagens progressivas e temas inspirados no folclore nórdico, consolidou uma nova etapa artística para a banda e abriu caminho para uma rota internacional que atravessa continentes, reforçando o momento de ascensão vivido pelo grupo.

O itinerário inclui presença destacada nos principais festivais europeus, uma série de apresentações no Japão durante o outono e a primeira turnê australiana em mais de uma década — um reencontro muito aguardado tanto pela banda quanto pelos fãs locais. Concebida para traduzir o universo de Borderland para o palco, a turnê aposta em uma experiência ao vivo imersiva, com ambientações visuais inspiradas em mitologia, natureza e melancolia nórdica, além de setlists que equilibram clássicos da carreira com as composições mais recentes e arranjos expandidos que reforçam a identidade sonora atual do Amorphis.

A relação do Amorphis com o Brasil é especialmente forte e construída ao longo de décadas. O país se tornou um dos mercados mais receptivos ao metal melódico e progressivo da banda, que aparece com frequência em festivais nacionais e mantém presença constante na imprensa especializada. A afinidade musical com o público brasileiro, somada às turnês regulares e à resposta calorosa dos fãs, consolidou o Brasil como um dos destinos mais importantes para o grupo na América do Sul. Essa conexão se reflete tanto na energia dos shows quanto na fidelidade do público, que acompanha a banda desde os primeiros anos de sua trajetória.

Dentro da rota sul-americana, o Amorphis fará três apresentações no Brasil em outubro de 2026, reforçando essa relação histórica com os fãs locais. As datas são: 15 de outubro em Curitiba (Tork n’ Roll), 17 de outubro em Belo Horizonte (Mister Rock) e 18 de outubro em São Paulo (Carioca Club). Esses shows integram um dos trechos mais aguardados da turnê e prometem entregar ao público brasileiro a atmosfera completa de Borderland, combinando peso, melodia e a estética nórdica que se tornou marca registrada da banda.

Com essa agenda global, o Amorphis reafirma sua relevância no cenário do metal contemporâneo e celebra uma fase criativa especialmente fértil. A turnê de 2026 não apenas amplia o alcance de Borderland, mas também fortalece o vínculo da banda com fãs de diferentes gerações e regiões do mundo, consolidando um capítulo importante em sua trajetória.

Confira o serviço completo para os shows do Amorphis:

SERVIÇO – AMORPHIS – CURITIBA
Data: 
15 de outubro de 2026 (quinta-feira)
Local: Tork n’ Roll (Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças, Curitiba/PR)
Abertura dos portões: 19h
Realização: Bangers Open Air
Produção: Honorsounds
Ingressos disponíveis em: https://www.clubedoingresso.com/evento/amorphis-curitiba

SERVIÇO – AMORPHIS – BELO HORIZONTE
Data: 
17 de outubro de 2026 (sábado)
Local: Mister Rock (Av. Teresa Cristina, 295 – Prado, Belo Horizonte/MG)
Abertura dos portões: 19h
Realização: Bangers Open Air
Produção: Honorsounds
Ingressos disponíveis em: https://www.clubedoingresso.com/evento/amorphis-belohorizonte

SERVIÇO – AMORPHIS – SÃO PAULO
Data: 
18 de outubro de 2026 (domingo)
Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo/SP)
Abertura dos portões: 19h
Realização: Bangers Open Air
Produção: Honorsounds
Ingressos disponíveis em: https://www.clubedoingresso.com/evento/amorphis-saopaulo

Chuengue Project registra transição entre dois momentos criativos em “Névoa-Nada Live Session”

Foto: Julia Bimi

O Chuengue Project lançou nesta quinta-feira (17) “Névoa-Nada Live Session”, EP ao vivo com quatro faixas que revisita o primeiro trabalho do grupo e, ao mesmo tempo, aponta para seu próximo capítulo. Gravado ao vivo na Urca, no Rio de Janeiro, o lançamento independente reúne três músicas do EP de estreia, “Névoa-Nada” (2025), e a inédita “Clara e Eu”, que fará parte do próximo álbum de estúdio da banda, “Carta Ambiente”, previsto para o início de 2027.

Para o vocalista e guitarrista Samuel Chuengue, o novo EP funciona como uma espécie de ponte entre esses dois momentos. “Mais do que registrar um show, a Live Session documenta a transição entre dois momentos criativos do Chuengue Project: revisita o universo de Névoa/Nada enquanto apresenta, pela primeira vez, os caminhos que serão explorados em Carta Ambiente.”

A faixa de destaque, “Clara e Eu”, é a terceira do EP e marca a primeira amostra do próximo disco. A canção é descrita por Samuel como “uma epifania do instante” e explora a expansão do tempo, da cidade e da memória antes do retorno à realidade. “Entre guitarras delicadamente texturizadas, baixo pulsante, bateria marcante e uma interpretação contida, a faixa combina a energia do rock clássico com a estética indie e lo-fi, criando uma atmosfera acolhedora e inquietante”, avalia o músico.

Assista “Névoa-Nada Live Session” na íntegra

Além de Samuel Chuengue, a formação atual da banda é composta por Dony Von (guitarra), Robson Riva (bateria) e Hugo Noguchi (baixo), responsável pela direção musical, mixagem e masterização do “Névoa-Nada Live Session”. 

Formado em 2024, o Chuengue Project reúne músicos que atuam ou atuaram em projetos de destaque da música brasileira, como Matanza, BNegão & Seletores de Frequência e Ventre.

“Névoa-Nada Live Session” já está disponível nas principais plataformas digitais, incluindo um registro audiovisual no YouTube, dirigido por Lucas Rangel e Pedro Knoll.

Ouça o EP no seu tocador favorito:
https://show.co/Cvm7PHs 

Mortom lança vinil 7″ e K7 em celebração aos 20 anos de estrada

Crédito: Igor Monteiro

Mortom celebra 20 anos com Vinil 7” e K7 limitados, reunindo músicas inéditas e releituras do thrash

A banda Mortom comemora 20 anos de trajetória em 2026 com o lançamento de um vinil 7″ e uma fita K7 comemorativa, ambos em edições limitadas para colecionadores e fãs do metal. Formada em 2006, em Betim (MG), a banda mantém suas raízes no thrash metal clássico dos anos 1980, incorporando também elementos de crossover e hardcore à sonoridade.

O vinil reúne “Fear Blood Tears”, uma das primeiras composições de Flávio Amaral, único integrante remanescente da formação original, em uma nova e mais brutal versão, e “Wretched World”, última composição da atual formação, que conta com Flávio Amaral (vocal e baixo), Dieno Barbosa (guitarra) e Guilherme Leopoldino (bateria). Já a K7 traz oito faixas, sendo quatro inéditas e quatro remasterizadas. O projeto foi contemplado pela Lei de Fomento à Cultura Municipal Noemi Gontijo, de Betim.

“Wretched World” apresenta uma reflexão crítica sobre falsas promessas de salvação, relações de poder, disseminação do medo, guerras e o impacto das notícias falsas e do consumo excessivo de conteúdo superficial nas redes. Musicalmente, combina referências do thrash oitentista com elementos de metal moderno e conta com Fernando Lima, do Drowned, nos backing vocals, e Willer Mardey, de Excoria e Sturzen, no baixo.

Confira o lyric video de “Wretched World” em https://youtu.be/CRAN8Ekc4Es

Além dos lançamentos físicos, a banda prepara para 26 de novembro o lançamento de um disco completo nos serviços de streaming, com nove faixas, sendo quatro inéditas e cinco remasterizadas. As gravações foram produzidas pela banda e Rodrigo Lourenço, responsável também pela gravação, mixagem, masterização e remasterização. As cópias do vinil e, principalmente, da K7 são limitadas e estão sendo distribuídas diretamente pela banda.

Streaming
https://open.spotify.com/artist/2w7WNO9BkSE5pQKY7VatTf?si=I5oJWC_zT3u3jEkA3zJZlQ

Mídias sociais:
Instagram: https://www.instagram.com/mortom_thrash_metal/
Facebook  https://www.facebook.com/bandamortom19/

Site relacionado: https://linktr.ee/mortom

Embrio celebra 20 anos com o novo EP “Collapse”, mergulhando no caos, na guerra e na sobrevivência humana

Crédito: Foto por Leonardo Benaci

Com formação renovada, banda paranaense transforma duas décadas de trajetória em um trabalho agressivo sobre colapso social, tecnologia, conflitos e resistência​

A banda paranaense Embrio celebra duas décadas de trajetória com o lançamento de Collapse, novo EP que chega hoje às plataformas digitais. Mais do que um registro comemorativo, o trabalho representa um novo capítulo para o grupo, que apresenta sua formação atual e reafirma uma das principais características de sua identidade: transformar questões humanas e sociais em música pesada, agressiva e carregada de tensão.​

Formado atualmente por Emerson Pereira (vocal), Bruno Heleno (guitarra/vocal), João Matzenbacher (baixo) e Lucas Nascimento (bateria), o Embrio utiliza Collapse para marcar uma nova fase sem recorrer à nostalgia. Ao contrário, as quatro faixas do EP — “Alive-26”, “Drones”, com participação especial de Ales Riedel (Crippled Fingers) nos vocais, “Why?” e “Ruínas” — foram concebidas como um retrato do presente, abordando conflitos que atravessam a sociedade contemporânea e, ao mesmo tempo, alcançam a dimensão individual.

Assista “Alive-26” (Lyric Video):
​https://www.youtube.com/watch?v=isZNd0sAzQQ

A chegada de João Matzenbacher ao baixo é outro elemento importante dessa nova etapa. Ao lado de Emerson, Bruno e Lucas, o músico passa a integrar a formação responsável por apresentar o Embrio em seu 20º aniversário. Entretanto, a mudança de integrantes não representa uma ruptura com o passado. Pelo contrário, Collapse preserva a essência temática da banda enquanto amplia sua perspectiva sobre o mundo atual.

Ouça em https://onerpm.link/829113103346

O conceito de Collapse se desenvolve ao longo das quatro faixas, partindo da destruição da humanidade em “Alive-26”, passando pela guerra moderna e pelo uso da tecnologia como arma em “Drones”, questionando a repetição dos erros humanos em “Why?” e chegando ao universo pessoal de “Ruínas”, cantada em português. Juntas, as músicas conectam questões como ódio, violência, guerra, poder e perda de valores aos conflitos internos do indivíduo, construindo uma narrativa sobre colapso, sobrevivência e a necessidade de permanecer de pé diante do caos.​

Collapse tem arte de capa desenvolvida por Fábio Meneses (@inkcreations_artwork), produção pela própria banda, e mixagem/masterização por Bruno Heleno.​

A escolha de lançar o trabalho durante as comemorações dos 20 anos do Embrio reforça essa perspectiva. Em vez de revisitar simplesmente sua história, a banda utiliza o aniversário como ponto de partida para olhar adiante. A formação renovada e a produção de Collapse simbolizam justamente essa disposição de continuar avançando, mantendo os temas que sempre fizeram parte da identidade do grupo, mas observando-os a partir das contradições do presente.​

Collapse é, portanto, um trabalho sobre destruição, sobrevivência e enfrentamento. O EP parte de questões coletivas para chegar ao indivíduo e transforma inquietações contemporâneas em quatro faixas que se complementam conceitualmente. Ao completar 20 anos, o Embrio não olha apenas para o caminho percorrido: coloca o presente sob análise e questiona até onde a humanidade pode avançar antes de destruir aquilo que ela própria criou.​

Com lançamento marcado para 18 de setembro de 2026 em todas plataformas digitais e algumas poucas em formato físico, Collapse consolida uma nova etapa para o Embrio e apresenta uma banda disposta a transformar sua experiência acumulada em um trabalho atual, direto e conceitualmente coeso.

EMBRIO NAS REDES:

Facebook:https://www.facebook.com/embriothrash​
​Instagram: https://www.instagram.com/embrio.thrash​
​YouTube:https://www.youtube.com/@embrio.youtube​
​Bandcamp:http://embrio.bandcamp.com