Após o sucesso absoluto da edição de 2026 do Bangers Open Air,a organização já anunciou o próximo capítulo dessa história: a edição de 2027 está oficialmente confirmada e já tem data marcada. O festival acontece nos dias 24 e 25 de abril de 2027, prometendo elevar ainda mais o padrão da música pesada no país.
Os fãs já podem adquirir seus ingressos antecipadamente por meio da modalidade Blind Ticket, com condições especiais. As vendas foram iniciadas hoje, 30 de abril, às 10h, pelo site oficial da ticketeira Clube do Ingresso.
Conheça os tipos de Blind Tickets disponíveis:
Blind Ticket – Pass 2027 – sem taxa de conveniência; – 1 Bangers Pass válido para os dois dias de festival; – Early Entrance – 10h00 (1 hora antes do público geral) – 1 Kit Bangers com 1 postcard para autógrafos, 1 broche colecionável e 1 cordão para copo; – 1 voucher – Welcome Drink para uso no festival.
Blind Ticket – Partner 2027 – sem taxa de conveniência; – 2 Bangers Pass válido para os dois dias de festival; – Early Entrance – 10h00 (1 hora antes do público geral); – 2 Kits Bangers, cada um contendo 1 postcard para autógrafos, 1 broche colecionável e 1 cordão para copo; – 2 vouchers – Welcome Drink para uso no festival; – 2 ingressos para o Warm-up oficial do festival (data, local e atrações serão definidos e anunciados pela produção até dezembro de 2026).
Blind Ticket – Combo True 2027 – sem taxa de conveniência; – 1 Bangers Pass válido para os dois dias de festival; – 1 Lounge Pass válido para os dois dias de festival; – Early Entrance – 10h00 (1 hora antes do público geral); – 1 Kit Bangers com 1 postcard para autógrafos, 1 broche colecionável e 1 cordão para copo; – 1 ingresso para o Warm-up oficial do festival (data e local serão definidos e anunciados pela produção até dezembro de 2026).
Com alternância entre compassos, uso do exótico Bulbul Tarang e letra sobre dualidade, faixa reforça a nova fase criativa da banda, que prepara o lançamento de seu segundo álbum para 29 de maio.
A banda LUFEH apresenta o single “Double Dip”, uma das faixas mais particulares de “Overwhelmed”, segundo álbum de estúdio da banda, previsto para 29 de maio de 2026. Com uma construção marcada pela combinação entre rock progressivo, metal, fusion e elementos melódicos, a música evidencia a proposta do grupo de ampliar sua identidade sonora sem abrir mão da técnica, da emoção e de uma linguagem acessível ao público. A formação do grupo reúne participação da vocalista Ginny Luke (violinos), com os integrantes Lufeh (bateria), Duca Tambasco (baixo e backing vocals), Deio Tambasco (guitarra e backing vocals) e Gera Penna (teclados e backing vocals).
Gravado no lendário Sunset Sound, em Los Angeles, estúdio que recebeu alguns dos maiores nomes da história da música, “Overwhelmed” representa um passo importante na trajetória da LUFEH. O álbum reúne oito composições e consolida uma formação experiente, formada por Lufeh Batera na bateria, Duca Tambasco no baixo e backing vocals, Deio Tambasco na guitarra e backing vocals, Gera Penna nos teclados e backing vocals, além de Ginny Luke nos vocais. A produção ficou a cargo de Gera Penna, com mixagem e masterização assinadas por Adair Daufembach.
Em “Double Dip”, a banda aposta em uma arquitetura rítmica que alterna compassos 6/8 e 4/4, criando uma sensação de movimento constante e imprevisibilidade. A faixa também chama atenção logo na introdução pelo uso do Bulbul Tarang, instrumento de cordas pouco comum no rock progressivo, que acrescenta uma textura singular ao arranjo e reforça a busca da LUFEH por novas possibilidades sonoras.
“Essa faixa tem uma complexidade rítmica muito particular. Alternamos entre compassos 6/8 e 4/4, o que pode deixar as pessoas curiosas no começo, mas o resultado final é incrível”, destaca a banda. “Um dos destaques é o Bulbul Tarang, um instrumento de cordas incomum que usamos na introdução. Na letra, a música fala sobre a impossibilidade de servir a dois senhores e sobre a luta de viver com esse tipo de dualidade.”
A temática de “Double Dip” aprofunda um dos eixos conceituais de “Overwhelmed”: o conflito interno diante das pressões, escolhas e contradições da vida contemporânea. Ao tratar da impossibilidade de sustentar duas direções opostas ao mesmo tempo, a faixa transforma uma reflexão existencial em música de alta intensidade, equilibrando técnica instrumental, refrões marcantes e camadas de interpretação.
A nova fase da LUFEH também marca uma mudança importante no processo criativo do grupo. Diferentemente do álbum anterior, em que muitas composições nasceram primeiro como peças instrumentais para depois receberem voz, “Overwhelmed” foi concebido desde o início com maior atenção às melodias vocais e à fluidez das canções. Esse direcionamento aparece de forma clara em “Double Dip”, que une sofisticação rítmica e identidade progressiva a uma estrutura capaz de dialogar com diferentes públicos.
Com influências que passam por Rush, Dream Theater, Haken, Sleep Token e Tool, a LUFEH segue construindo uma sonoridade própria, baseada na combinação entre experiência, amizade musical e liberdade criativa. O núcleo da banda reúne músicos que se conhecem há décadas e que trazem para o novo álbum uma conexão artística amadurecida, sem perder o impulso de experimentação.
“Double Dip” chega, portanto, como uma das principais portas de entrada para “Overwhelmed”. A faixa resume a ambição do disco: ser técnico sem soar frio, progressivo sem perder impacto, pesado quando necessário e melódico o suficiente para permanecer na memória do ouvinte.
Tracklist de “Overwhelmed”: He Commands The Sun And The Stars Breathe Double Dip Overwhelmed Feels Like I’m A Ghost Live The New Today War Of Emotions End Of The Tunnel
O Deep Purple volta ao Brasil para uma única e histórica apresentação. A banda se apresenta no dia 5 de dezembro (sábado), no Suhai Music Hall, em um espetáculo que promete ser o último grande show do ano. A venda de ingressos começa no dia 7 de maio (quinta-feira), a partir das 10h, exclusivamente pelo site Eventim.
Com produção da Mercury Concerts, o anúncio acontece em meio à turnê mundial, que reforça a força e a relevância de uma das bandas mais influentes de todos os tempos.
Com mais de 100 milhões de álbuns vendidos e uma trajetória que marcou gerações, o Deep Purple integra o Rock and Roll Hall of Fame e mundialmente reconhecido como um dos pilares do hard rock. Ao longo de décadas, a banda construiu um legado sólido, sendo responsável por moldar o gênero e inspirar inúmeros artistas.
Ian Gillan (vocal), Roger Glover (baixo), Ian Paice (bateria), Don Airey (teclados) e Simon McBride (guitarra) prometem uma experiência poderosa e emocionante, com um setlist repleto de clássicos e performances inesquecíveis. No repertório, não devem faltar hinos como “Smoke on the Water”, “Highway Star” e “Perfect Strangers”, além de faixas do mais recente álbum, =1, que reafirmam a vitalidade e constante evolução da banda.
Uma oportunidade única para fãs de todas as gerações verem de perto a realeza do rock, celebrando a história do gênero.
SERVIÇO Cidade: São Paulo Data: 5 de dezembro de 2026 (sábado) Local: Suhai Music Hall. Shopping SP Market, Av. das Nações Unidas, 22540 – Jurubatuba, São Paulo – SP, 04795-000 Portas: 19h DEEP PURPLE: 21h Classificação Etária:16 (dezesseis) anos desacompanhados. Menores de 16 (dezesseis) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial.
Venda Geral A partir do dia 7/5/2026 às 10h da manhã na internet e às 11h na bilheteria. Na internet: www.eventim.com.br/deep-purple
Ponto de venda sem taxa de conveniência: BILHETERIAS OFICIAIS (sem taxa de conveniência)
ALLIANZ PARQUE – BILHETERIA A (7/5 a 4/12/2026 – Mediante Disponibilidade) Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SP Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.
SUHAI MUSIC HALL (Apenas no dia do evento, 5/12 – Mediante Disponibilidade) Endereço: Av. das Nações Unidas, 22540 – Jurubatuba, São Paulo – SP Funcionamento: a partir das 11h da manhã.
Parcelamento Em até 4x sem juros nas compras online e na bilheteria. Em até 10x com juros.
MEIA-ENTRADA E INGRESSOS PROMOCIONAIS Confira em https://www.eventim.com.br/meiaentrada as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios.
ATENÇÃO Os ingressos limitados a 06 ingressos por CPF sendo no máximo 02 meia entradas. NÃO NOS RESPONSABILIZAMOS POR INGRESSOS COMPRADOS FORA DOS PONTOS DE VENDAS OFICIAIS DA EVENTIM. PARA CONSULTAR OS ENDEREÇOS OFICIAIS VISITE: * Sujeito a cobrança de taxa de serviço https://help.eventim.com.br/hc/pt-br/articles/4413851605015
Clipe foi gravado em shows na Polônia e antecipa turnê europeia divulgando “All Hail To The Liberator”
A banda alemã de thrash metal Nuclear Warfare, formada por Fritz (vocal e baixo), Listl (guitarra) e o baterista brasileiro Alexandre “Xandão” Brito (ex-Andralls), disponibilizou o videoclipe de “United By Thrash”, segundo single do novo álbum, “All Hail To The Liberator”, lançado pela MDD Records. O vídeo foi dirigido por Maycon Avelino, da Starship Videos, com imagens captadas por Uappa Terror durante apresentações realizadas na Polônia na turnê de “Lobotomy” (2020).
“Esta faixa celebra a união do grupo, a amizade e a força coletiva que nos mantém firmes na missão de fazer o que amamos: thrash metal”, destaca Xandão Brito. “É, sem dúvida, uma candidata natural a clássico da banda. O refrão, contagiante, convida o público a cantar, reforçando seu potencial ao vivo”, completa.
Gravado no Dual Noise Studio, em São Paulo, com produção de Rogério Wecko, “All Hail To The Liberator” reúne nove faixas inéditas que exploram diferentes nuances do estilo. O grupo mantém em seu novo trabalho a forte influência do thrash metal alemão dos anos 1980, somada a elementos da Bay Area, equilibrando agressividade, melodia e uma abordagem old school.
O Nuclear Warfare irá embarcar para uma extensa turnê europeia ao lado da banda indiana Chaos. Serão 20 datas, começando no dia 7 de maio, passando por países como Portugal, Espanha, França, Alemanha, Bélgica, Holanda e Suíça.
Ingressos à venda exclusivamente pelo site Articket
Prepare-se para uma experiência musical e visual sem precedentes! A Numb Brasil Produções, em parceria com a Cultmix Live, apresenta o aclamado e multifacetado artista OLIVER TREE, que desembarca em São Paulo com a aguardada World’s First World Tour. O show, que promete ser um marco na cena de entretenimento da cidade, acontece no dia 6 de junho (sábado), no Studio Stage, na Lapa de Baixo.
A apresentação chega em um momento especial da carreira do artista, que acaba de lançar seu quarto álbum de estúdio, Love You Madly, Hate You Badly, já disponível em todas as plataformas de streaming. Com 17 faixas escritas e produzidas pelo próprio Tree, o projeto é considerado seu trabalho mais ambicioso até hoje, expandindo ainda mais sua sonoridade única e sua abordagem criativa sem limites.
Percorrendo um amplo espectro sonoro e emocional, Love You Madly, Hate You Badly inclui os singles “Superhero”, “Joyride”, “Flowers”, “Deep End” e “All You Ever Wanted”, cada um destacando uma faceta diferente da estética híbrida de Tree. O álbum chega como uma obra coesa, porém imprevisível, reforçando sua reputação de romper barreiras entre o pop alternativo, a música eletrônica e o hip-hop.
O single “Fuck The Whole World” ganha destaque após a recente performance viral de Tree de um remix no Coachella, durante o comentado set de Subtronics.
Acompanhando o lançamento do álbum, Tree também lançou um impactante vídeo de uma performance da faixa, ampliando sua energia crua e tom irreverente — marcas registradas de sua identidade criativa.
Love You Madly, Hate You Badly é fruto de uma jornada global sem precedentes. Nos últimos dois anos, Tree gravou o álbum em sete continentes e 82 países, passando por regiões da África, China e Afeganistão. Essas experiências estão incorporadas ao disco, com instrumentos diversos, texturas sonoras e influências culturais que moldam um som ao mesmo tempo aventureiro e profundamente pessoal. O álbum se consolida como um testemunho de exploração artística sem limites.
Além do álbum, Tree também prepara o lançamento de um documentário de longa-metragem que acompanha a criação do projeto na Antártida, oferecendo aos fãs um olhar exclusivo sobre um dos processos de gravação mais inusitados dos últimos tempos.
Com uma identidade globalmente reconhecida e fama por misturar humor, performance artística e música, Oliver Tree continua a desafiar expectativas a cada passo. Seu trabalho dialoga com um humor absurdista ao estilo Andy Kaufman, enquanto analisa a obsessão contemporânea por fama e identidade digital — criando uma experiência multimídia que vai muito além da música.
No único show no Brasil, Oliver Tree promete entregar um espetáculo inesquecível para o público brasileiro. Esta apresentação representa uma oportunidade rara de ver ao vivo um dos artistas mais criativos e imprevisíveis da atualidade, em uma noite que certamente ficará para a história da música ao vivo no Brasil.
Mais do que um show, o evento é um convite para os fãs mergulharem no universo excêntrico e provocador de Oliver Tree — onde visuais marcantes, narrativa artística e uma forte crítica à cultura contemporânea se encontram em uma experiência multimídia única.
SERVIÇO Evento: Oliver Tree – World’s First World Tour em São Paulo Data: 6 de junho de (Sábado) Local: Studio Stage – Espaço para show e eventos Endereço: Av. José Maria de Faria, – Lapa de Baixo, São Paulo Abertura das Portas: 18h Início do Show: 20h
Classificação Etária: 16 anos. (Jovens de 16 e 17 anos têm entrada permitida com a apresentação de documento de identidade oficial com foto. Menores de 16 anos terão acesso permitido somente se acompanhados pelos pais ou responsável legal, mediante comprovação).
Após um lançamento especial no YouTube, a música agora está em todas as plataformas digitais
A banda paulista de thrash metal progressivo Neural Wreck lançou no dia 17 de abril o single “Asylum Break”. A música é a primeira prévia do álbum de estreia do grupo, Amidst the Ruins, que será lançado no dia 12 de junho.
Com uma sonoridade agressiva, a música trata da patologização dos sentimentos e da revolta contra a pressão imposta sobre cada um de nós para domesticar nossas subjetividades à serviço de uma ordem social cruel e ultrapassada. A temática socialmente carregada deve ser seguida no álbum, que trata de temas como autoritarismo, repressão social e a degradação do meio ambiente.
O trabalho situa o ouvinte em um contexto onde estruturas sociais arcaicas e projetos de poder destrutivos impedem que transformações necessárias para a libertação e sobrevivência da humanidade tomem forma. Com sete músicas inéditas e quatro regravações de faixas já lançadas, é um grito pela desobediência consciente, que se torna o único meio possível diante de uma realidade desconcertante muito maior do que qualquer ação individual.
História
Fundado em 2015, o quarteto de thrash metal progressivo é formado pelo guitarrista e vocalista JC Martins, pelo guitarrista Leandro Fração, pelo baixista Paulo Pedraza e pelo baterista Rick Borges. O primeiro lançamento foi o EP Mortal Obsession, de 2022, e o primeiro álbum de estúdio, Amidst the Ruins, está sendo preparado para lançamento no dia 12 de junho de 2026.
Uma das finalistas da seletiva New Blood Bangers Open Air 2025, promovida pela KissFM, a banda segue com a agenda movimentada em 2026, com shows em festivais como o Metalcore Fest e o Nascente do Rock, além de outras apresentações. Com músicas que tratam tanto de temas sociais como de questões psicológicas, o grupo retoma as raízes suburbanas do heavy metal, onde o som agressivo e letras críticas ao sistema moral, político e econômico são capazes de expressar toda a angústia e revolta com a vivência cotidiana em um mundo incerto e desumano.
Em meio a uma cena separada em nichos específicos e segregada em subgêneros, o Neural Wreck busca reconciliar o grotesco e o belo na música, mesclando em sua sonoridade elementos tanto do metal extremo quanto do metal melódico para construir à sua própria interpretação de thrash metal, sem se limitar a criar músicas somente dentro desse subgênero.
Drenna se apresentará no Teatro do SESC de Barra Mansa – RJ, apresentando o Show: Drenna e o Altamente Improvável – Show Cisne Negro.
Esse show é uma experiência musical imersiva que transforma ideias sobre imprevisibilidade, resiliência e transformação em um espetáculo poderoso e acessível. Por meio de músicas intensas e envolventes, o projeto convida o público a sentir e refletir sobre a incerteza e as reviravoltas da vida de maneira instintiva e emocionante.
Mais do que um show, Cisne Negro é um espaço de conexão e diálogo, onde a performance ao vivo se torna uma experiência interativa e sensorial. Cada canção carrega uma mensagem profunda, tornando conceitos abstratos tangíveis e próximos da realidade de cada espectador.
Ao unir arte e pensamento crítico, o show amplia o acesso a reflexões essenciais sobre adaptação e mudança. Cisne Negro não é apenas um espetáculo musical—é uma jornada intensa e transformadora, capaz de inspirar e impactar diferentes públicos de forma autêntica e vibrante.
SERVIÇO Dia: 08/05 – Sexta-feira – ás 19h30 Música no Teatro Livre | grátis (PCG) R$ 5 (Credencial Plena) R$7,5 (meia-entrada) R$ 15 inteira. Endereço: Av. Tenente José Eduardo, 560 – Vila Nova, Barra Mansa – RJ, 27320-430 Telefone: (24) 3324-2630 Show Drenna e o altamente improvável Show de lançamento do Disco Cisne Negro
Sucesso absoluto, o Bangers Open Air 2026 reuniu mais de 40 grandes nomes do metal e hard rock, entre atrações nacionais e internacionais, e levou milhares de headbangers ao Memorial da América Latina ao longo de dois dias históricos.
Agora, é hora de anunciar o próximo capítulo: a edição de 2027 está oficialmente confirmada e já tem data marcada. O festival acontece nos dias 24 e 25 de abril de 2027, prometendo elevar ainda mais o padrão da música pesada no país.
Os fãs poderão garantir seus ingressos antecipadamente por meio da modalidade Blind Ticket, com condições especiais, a partir de 30 de abril, às 10h, pelo site oficial da ticketeira Clube do Ingresso.
O Bangers Open Air é um dos principais festivais de rock e metal do Brasil. Com estrutura de alto nível e curadoria focada na música pesada, o evento se consolidou como uma das experiências mais relevantes do gênero na América Latina.
Além do seu impacto cultural e turístico, o festival integra o calendário oficial de eventos da São Paulo, reforçando sua importância para a cena musical e para a economia criativa da cidade.
Novas informações, incluindo line-up e novidades da próxima edição, serão divulgadas ao longo do ano nos canais oficiais do festival.
Crédito: Wellington Penilha / MHermesArts
Serviço Local: Memorial da América Latina Datas: 24 e 25 de abril de 2027 Início das vendas (Blind Ticket): 30 de abril, às 10h Venda oficial: www.clubedoingresso.com
O relançamento em vinil do álbum “Aperte o Gatilho”, da banda Ulster, simboliza a chegada de um registro histórico do hardcore punk nacional. Com 20 faixas, o disco que foi originalmente lançado em CD nos anos 2000, ganhou versão em LP 12” pela Burning London Records.
“Aperte o Gatilho” é o único álbum completo da discografia do Ulster, que ao longo dos anos também lançou EPs, splits e participou de compilações. O disco conta com participações especiais de nomes ligados à cena hardcore / punk, como Fabio Sampaio (Olho Seco), que contribui nas faixas “Bandeiras Vermelha” e “Viva Nós”, Juninho (Foda-C) em “Noite Gelada”, Claudia (Negative Control) em “Heresia”, Gepeto (Ação Direta) em “State Oppression”, além de Randi em “Ignorante”. Também participam Ricardo Bauer (bateria) e Jeferson Bem (Agrotóxico) no baixo em algumas faixas.
A origem do material remonta ao início dos anos 1980, quando a banda, atualmente formada Vladi (baixo e voz), Galo (guitarra e voz) e João (bateria e voz), dava seus primeiros passos. Em relato, Vladi descreve o contexto inicial: “Quatro jovens encostaram um amplificador e uma bateria e iniciaram os experimentos com sons pouco ortodoxos. A busca obsessiva era por velocidade, volume e distorção”. Segundo ele, “quem ouvia dizia que não dava para entender nada, e com isso veio a percepção de que estava ficando bom”.
Arte de Capa: Umberto Daros
Ainda de acordo com o músico, parte das composições presentes no álbum já havia sido registrada anteriormente. “Este CD continha várias das músicas registradas num K7 de 81, bem como músicas compostas nos anos seguintes”. A ideia de lançar o trabalho em vinil foi adiada à época. “Apesar da preferência irrefutável por um registro em vinil, o momento não permitia viabilidade do formato”, afirmou.
O projeto de lançamento em LP só se concretizou anos depois, quando surgiu a iniciativa da Burning London Records. “Quando o selo ventilou a possibilidade do resgate deste registro em vinil, o entusiasmo foi geral”, relata João, acrescentando que o resultado trouxe um som “mais visceral e muito mais próximo da identidade seminal do Ulster”.
“Aperte o Gatilho” em vinil representa a consolidação de um registro que atravessou décadas até chegar ao formato desejado, e para comemorar o lançamento a banda realizará um show no dia 22 de maio, em São Paulo, no estúdio Rock Together, a partir das 19h.
Para adquirir o LP basta entrar em contato diretamente com a gravadora por mensagem através do Instagram @burninglondonrecords (www.instagram.com/burninglondonrecords)
Catalau e o Último Golpe é a nova banda, que reúne Catalau (vocais – ex-Golpe de Estado), Marcelo Schevano (guitarra – Golpe de Estado/Carro Bomba/Patrulha do Espaço), Ricardo Schevano (baixo – Carro Bomba/Baranga) e Roby Pontes (bateria – Golpe de Estado/Carro Bomba). E eles acabam de lançar seu novo single, “Só (Tô Mal Acompanhado)”.
“Só (Tô Mal Acompanhado)” segue a linha do hard rock que marcou a trajetória desses músicos, agora com uma roupagem atual e cheia de energia.
Assista o vídeo de “Só (Tô Mal Acompanhado)”:
Nos shows, além das novidades, o público também poderá reviver grandes clássicos do Golpe de Estado, Casa das Maquinas, entre outras canções que fizeram parte da história de seus integrantes.
Reconstrução, legado e novos caminhos: As I Lay Dying reforça sua força no metalcore e mantém relevância global às vésperas do retorno ao Brasil
A um mês dos dois shows confirmados no Brasil — em São Paulo (03/05, Vip Station) e Curitiba (04/05, Tork N’ Roll), com realização da produtora Dark Dimensions e ingressos disponíveis pela plataforma Ingresso Master (https://ingressomaster.com) —, a As I Lay Dying inicia um novo capítulo de sua trajetória, marcado por reconstrução, reposicionamento e tentativa de reafirmação dentro do cenário global. A passagem pelo país integra a turnê sul-americana “An Evening With As I Lay Dying”, que também contempla datas em Lima, Peru (27/04), Santiago, Chile (29/04) e Buenos Aires, Argentina (01/05), consolidando o giro como um dos mais aguardados do metalcore em 2026.
Após um dos períodos mais turbulentos de sua história, a banda liderada pelo vocalista Tim Lambesis passou por um colapso interno em 2024, que resultou na saída de praticamente todos os integrantes, levando a uma reformulação completa de sua estrutura.
Formada em 2000, na Califórnia, a As I Lay Dying teve papel fundamental na consolidação do metalcore moderno ao unir riffs agressivos, melodias marcantes e letras intensas. A banda ganhou destaque com Frail Words Collapse (2003), mas foi com Shadows Are Security (2005) que alcançou projeção internacional — álbum que se tornou um marco do gênero e agora é celebrado nesta turnê especial.
O auge comercial veio com An Ocean Between Us (2007), disco que estreou no Top 10 da Billboard 200 e ampliou o alcance global da banda. Desde então, o grupo manteve relevância dentro do cenário do heavy metal com trabalhos como The Powerless Rise (2010), Awakened (2012) e Shaped by Fire (2019).
Entre os maiores clássicos da carreira estão “94 Hours”, “Forever”, “Through Struggle”, “Confined”, “Nothing Left”, “An Ocean Between Us” e “My Own Grave”, músicas que se tornaram hinos do metalcore e presença constante nos shows da banda ao redor do mundo.
Mais do que uma simples troca de músicos, o momento atual representa uma redefinição profunda da identidade do grupo. Para dar continuidade ao projeto, Lambesis recrutou uma nova formação com nomes experientes da cena internacional, entre eles o guitarrista brasileiro Bill Hudson (I Am Morbid, Doro, Northtale), além do vocalista (vocais limpos) e baixista Chris Clancy (Mutiny Within), do baterista Tim Yeung (Morbid Angel, Divine Heresy) e do guitarrista Don Vedda (Marilyn Manson, DevilDriver). A proposta é manter o nome e o legado da As I Lay Dying ativo enquanto constrói uma nova base artística para o futuro da banda.
Bill Hudson comentou: “Conheci Tim Lambesis pela primeira vez há quase 20 anos e já estive em várias bandas com Tim Yeung. É uma honra fazer parte do novo capítulo do As I Lay Dying. A turnê está sendo uma oportunidade incrível de reunir e tocar com tantos amigos de longa data, e os fãs estão realmente curtindo essa nova fase, com shows insanos e lotados! No Brasil não será diferente! Não vejo a hora de encontrar a minha galera aí de novo, agora com o As I Lay Dying”.
O primeiro reflexo dessa nova fase veio com o lançamento dos singles “Echoes” e “If I Fall”, acompanhados de videoclipes oficiais. As faixas farão parte do próximo álbum de estúdio, previsto para ser lançado pela Napalm Records, e apresentam uma sonoridade moderna, técnica e alinhada às tendências atuais do metal, sem abrir mão das características que consagraram o grupo.
Paralelamente à reconstrução musical, a banda também atravessa um processo de reposicionamento dentro do cenário atual. A nova formação marca uma etapa importante na trajetória do As I Lay Dying, tornando este retorno especialmente relevante para fãs e para o mercado do metal.
Apesar disso, a resposta do público em determinados mercados segue expressiva. Nos últimos meses, a banda realizou uma série de shows na Rússia com ingressos esgotados, evidenciando a força do nome As I Lay Dying ao vivo e sua capacidade de mobilização global, mesmo em meio a mudanças significativas em sua estrutura.
É justamente apoiada nesse equilíbrio entre legado, turnês internacionais e novas composições que a banda projeta seus próximos passos. A estabilidade da nova formação e o lançamento de material inédito serão determinantes para consolidar essa fase.
Os shows no Brasil, em maio de 2026, reforçam esse momento de retomada e devem atrair tanto fãs antigos quanto uma nova geração, interessados em acompanhar de perto essa nova etapa da banda. Essas apresentações prometem reunir clássicos do metalcore com músicas recentes, combinando nostalgia e renovação em um dos retornos mais aguardados do gênero no país.
SERVIÇOS:
AS I LAY DYING EM SÃO PAULO Data: 3 de maio (domingo) Local: Vip Station Endereço: Rua Gibraltar, 346 – Santo Amaro – São Paulo/SP Realização: Dark Dimensions Assessoria: JZ Press Bandas de abertura: Throw Me To The Wolves e Self Insight Abertura das Portas: 17h Início do Evento: 20h Ingressos: https://ingressomaster.com/comprar/29/as-i-lay-dying-sao-paulo Classificação: 18 anos É obrigatória a apresentação de documento de identidade
AS I LAY DYING EM CURITIBA Data: 4 de maio (segunda-feira) Local: Tork N’ Roll Endereço: Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças – Curitiba/PR Realização: Dark Dimensions Assessoria: JZ Press Banda de abertura: Self Insight Abertura das Portas: 19h Início do Evento: 21h Ingressos: https://ingressomaster.com/setores/30/as-i-lay-dying-curitiba Classificação: 18 anos É obrigatória a apresentação de documento de identidade
Pelo segundo ano consecutivo, a Eisenbahn marca presença como parceira do festival — reforçando a plataforma Eisen Rock Station e a conexão com os fãs de rock
Após o sucesso da última edição, o Bangers Open Air retorna com uma proposta ainda mais robusta para o público apaixonado por metal. Reconhecido como a principal referência do gênero na América do Sul, o evento reúne grandes nomes, shows históricos e novos talentos em uma experiência de padrão internacional voltada especialmente para um público exigente e fiel ao universo do rock.
Para acompanhar essa atmosfera intensa, pelo segundo ano consecutivo a Eisenbahn será patrocinadora oficial do festival. A escolha reforça o posicionamento premium da marca e do próprio evento, que busca oferecer uma experiência completa para um público que valoriza qualidade, autenticidade e tradição.
A parceria surge como uma extensão natural da identidade do festival. Em meio a riffs pesados, encontros entre amigos e horas de celebração, a cerveja se consolida como parte importante da jornada do público — seja no brinde após um show marcante, na pausa entre apresentações ou na companhia do último acorde da noite.
Com tradição, inovação e um portfólio premiado, a Eisenbahn reforça seu compromisso com qualidade e autenticidade ao integrar a experiência do festival. Sua presença fortalece a proposta de elevar ainda mais o padrão do evento, em que cada detalhe é pensado para tornar a vivência do fã mais intensa e memorável.
Agora é contagem regressiva. O Bangers Open Air acontece nos dias 25 e 26 de abril de 2026, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Prepare-se para viver o festival com tudo o que faz um festival ser inesquecível: música, amizade, atitude — e, claro, uma cerveja à altura do evento.
A Eisenbahn é uma marca de cerveja brasileira fundada em Blumenau (SC) por Juliano Mendes em 2002. A Eisenbahn possui seis rótulos em seu portfólio: Pilsen, Pilsen Unfiltered, American IPA, Session IPA, Pale Ale e Weizenbier. Desde 2017, a marca faz parte do portfólio de cervejas premium do Grupo HEINEKEN.
Atualmente, a Eisenbahn é uma das cervejas nacionais mais premiadas nacional e internacionalmente, somando 155 medalhas em premiações ao redor do mundo, tornando-se referência de qualidade e atenção com os detalhes. A primeira conquista veio em 2007 no European Beer Star, direto da Alemanha, e já conquistou competições como World Beer Awards e Australian Beer Awards, duas das mais importantes do mundo cervejeiro.
Semana que vem acontece a primeira edição do festival “SP From Hell, no dia 30 de abril (quinta-feira, véspera de feriado), com as bandas Artillery (Dinamarca), Master (EUA), e as bandas brasileiras Anthares, Vulture e Sadistic Messiah (confira serviço abaixo!).
Sobre as bandas do “SP From Hell”:
Artillery Formada em 1982, na Dinamarca, o Artillery é um dos nomes clássicos do thrash metal europeu. A banda conta com 10 álbuns de estúdio, incluindo os clássicos “Fear Of Tomorrow” (1985), “Terror Squad” (1987) e “By Inheritance” (1990). O lançamento mais recente é o EP “Made In Hell”, divulgado neste ano.
A formação atual traz Martin Steene (vocal), Michael Stützer (guitarra), René Loua (guitarra), Peter Thorslund (baixo) e Frederik Kjelstrup Hansen (bateria).
Assista “Turn Up The Rage”:
Master O Master foi formado em 1983, nos Estados Unidos, e atualmente está baseado na Chéquia. A banda soma 15 álbuns de estúdio, além de EPs e registros ao vivo. Entre os destaques estão os clássicos “Master” (1990) e “On the Seventh Day God Created… Master” (1991), considerados marcos do death metal.
A formação atual conta com Paul Speckmann (baixo e vocal), Alex “93” Nejezchleba (guitarra) e Peter Bajci (bateria).
Assista ao Master no “Obscene Extreme”:
Anthares Formado em 1984, em São Paulo, o Anthares é um dos nomes tradicionais do thrash/speed metal nacional. A banda divulga atualmente seu terceiro álbum, “Espetáculo Sangrento”, lançado no ano passado.
A formação traz Diego Nogueira (vocais), Mauricio Amaral (guitarra), Eduardo Toperman (guitarra), Pardal Chimello (baixo) e Edu Nicolini (bateria).
Assista “Ataque Legítimo”:
Vulture O Vulture foi formado em 1996, em Itapetininga/SP, e segue firme na cena do death metal nacional. A banda possui cinco álbuns e dois EPs, sendo “The End Of Agony” (2020) o trabalho mais recente.
A formação conta com Adauto M. Xavier (guitarra e vocal), Yuri Schumann (guitarra), Mateus Barros (baixo) e Fábio Amaro (bateria).
Assista “Flames Of Atheism”:
Sadistic Messiah Formada em 2018, em São Paulo, a Sadistic Messiah vem ganhando destaque no thrash metal nacional. A banda possui dois álbuns, sendo o mais recente “Dehumanizing Process” (2022). A formação inclui Hellish Angelcorpse (vocais), Rhodz Costa (guitarra), Ítalo Dourado (guitarra), Guilherme Majzoub (baixo) e Marcos William (bateria).
Assista “Engineering The Macabre”:
O SP From Hell é produzido pela TC7 Produções, responsável por trazer ao Brasil nomes como Pain of Salvation, Rotting Christ, Grave, Exciter, Orphaned Land, Warrel Dane, Roland Grapow, Destruction, Obituary, Evergrey, Vision Divine e Circle II Circle, entre outros.
SERVIÇO: “SP FROM HELL” Com as bandas Artillery (Dinamarca), Master (EUA), Anthares (BR), Vulture (BR) e Sadistic Messiah (BR) Dia: 30/04, quinta-feira (véspera de feriado) Horário: Portas a partir das 19:30 Local: Burning House- Av. Santa Marina 247- São Paulo- SP (colado na Estação Água Branca da CPTM)
A Crypta acaba de anunciar a entrada da guitarrista Victoria Villarreal, marcando um novo capítulo na trajetória da banda. Mais do que integrar a formação nas próximas datas pelo Brasil e turnês internacionais, Victoria já está profundamente envolvida no processo criativo do novo álbum, contribuindo com composições e ideias próprias.
Nascida em Los Angeles (EUA), Victoria construiu sua trajetória na cena autoral como guitarrista e vocalista, com destaque para sua atuação à frente da banda de death metal progressivo Syrebris e também por participações no projeto colaborativo Chaos Rising Project.
Sua identidade musical transita entre o death metal old school e abordagens mais técnicas — uma combinação que já vinha sendo apresentada ao público, já que a guitarrista participou como convidada em turnês anteriores da própria Crypta.
A baixista e vocalista Fernanda Lira celebrou a chegada da nova integrante:
“Estamos muito felizes em dar as boas-vindas para a Vicky na Crypta. Nossa química é excelente dentro e fora do palco, e sua contribuição até aqui tem sido incrível. Temos certeza de que este será um capítulo muito especial para a banda.”
Com a nova formação consolidada — Fernanda Lira (baixo e vocal), Tainá Bergamaschi (guitarra), Victoria Villarreal (guitarra) e Luana Dametto (bateria) —, o público brasileiro já poderá ver essa nova fase ao vivo.
A Crypta se apresenta nos próximos dias em Curitiba (23/04, Stage Garden), São Paulo (25/04, Bangers Open Air) e novamente em São Paulo (28/04, Hangar 110), onde os ingressos já estão quase esgotados.
O Torture Squad anuncia participação especial no Bangers Open Air de 2026. A banda traz nesta edição do festival o show “Best Of”, em comemoração aos 33 anos de carreira, neste sábado, dia 25, no palco Sun Stage, às 15:40h.
Revisitando músicas que vão desde “Abduction Was The Case”, do álbum ‘The Unholy Spell’ (2001), que deu origem ao primeiro videoclipe da banda, passando pelo icônico álbum ‘Hellbound’ (2008), época em que a banda ganhou o Metal Battle no Brasil e estreou no Wacken Open Air na Alemanha, chegando à fase de Mayara Puertas e Rene Simionato com “Blood Sacrifice” do disco ‘Far Beyond Existence’ (2017).
Torture Squad é convidada para substituir o Fear Factory, que teve de cancelar sua participação devido a problemas de saúde. “É uma honra ser convidado pelo festival para entrar no lugar do Fear Factory, que infelizmente não poderá tocar. Nós estamos ensaiados para a turnê europeia, então estamos prontos para apresentar um show especial que agrade os headbangers”, comenta o baterista Amilcar Christófaro.
O show antecederá a ‘Devilish European Tour’, que terá início em junho, onde o Torture Squad se apresentará com Sepultura, Venom Inc e Crypta.
A banda segue com a etapa final de divulgação do disco ‘Devilish’, disponível nas plataformas digitais e na versão física, com distribuição nacional pela Sound City Records e Valhall Music.
Em paralelo, Torture Squad se prepara para o lançamento do novo álbum, com previsão de lançamento para 2026 pela gravadora italiana Time to Kill Records.
Novo álbum encerra a trilogia conceitual iniciada em Vera Cruz e continuada em Eldorado, com participações de Roy Khan em “CIRCLE OF DUST” e Veronica Bordacchini na faixa-título.
O cantor, compositor e produtor Edu Falaschi anuncia oficialmente o lançamento de MI’RAJ, novo álbum de estúdio que encerra a trilogia fictícia e conceitual desenvolvida ao lado do artista e escritor Fábio Caldeira, iniciada com Vera Cruz (2021) e continuada com Eldorado (2023). Com lançamento previsto para junho, o trabalho representa o desfecho definitivo da saga e consolida uma das fases mais ambiciosas da carreira solo do artista.
Como destaque, Edu confirma as participações especiais de Roy Khan, na faixa “Circle of Dust”, e de Veronica Bordacchini, vocalista do Fleshgod Apocalypse, na faixa-título “MI’RAJ”. Ambientado em 1519, em territórios otomanos, o álbum apresenta o capítulo final da jornada de Jorge, protagonista da trilogia, em meio a conflitos espirituais e à busca por revelação, identidade e propósito.
Musicalmente, MI’RAJ é o disco mais diverso da trilogia, reunindo elementos da musicalidade étnica da região, escalas modais, texturas atmosféricas e influências que dialogam com o power metal, o rock progressivo, o fusion e arranjos contemporâneos. A mixagem e a masterização ficam a cargo de Dennis Ward, que também trabalhou em Vera Cruz e Eldorado, enquanto a capa foi criada por Carlos Fides, com conceito centrado na figura de uma Vidente, guardiã do Portal dos Doze Véus.
Outro momento marcante do disco é “Intuição”, primeira música inédita em português lançada por Edu Falaschi em 24 anos, reforçando o peso simbólico e artístico de MI’RAJ dentro de sua trajetória.
Edu Falaschi comenta participações do álbum:
Ter convidados especiais nesse disco foi algo muito significativo pra mim, tanto no aspecto artístico quanto pessoal. Poder dividir essas músicas com artistas que eu admiro profundamente elevou o resultado a um outro nível.
Com o Roy Khan, foi a realização de um sonho antigo. Ele sempre foi um dos meus cantores preferidos dentro do heavy metal, dono de uma das vozes mais bonitas e expressivas que eu já ouvi. Sou fã desde a época em que escutei o álbum Flow da banda Conception, e aquilo me marcou profundamente. Ter a oportunidade de cantar ao lado dele agora é algo que realmente carrega um peso emocional muito grande pra mim. Na música “Circle of Dust”, ele entregou exatamente aquilo que eu imaginava, colocou toda a identidade dele, aquela interpretação única, e conseguiu deixar a música ainda mais bonita e intensa.
Já com a Verônica Bordacchini, também foi uma grande honra. Além de ser uma cantora incrível, com uma voz lindíssima, ela é uma pessoa maravilhosa. Sempre achei muito interessante essa mistura de estilos, porque ela vem de uma banda de metal sinfônico com influências de death metal, a FLASHGOD APOCALYPSE, e mesmo assim tem uma formação e uma versatilidade que permitem que ela transite por diferentes abordagens vocais com muita naturalidade.
Na música “Mi’raj”, ela trouxe exatamente isso: uma interpretação limpa, suave em alguns momentos, mas também agressiva quando necessário, sempre com muita personalidade. O resultado ficou sensacional. E teve um aspecto ainda mais especial, quando eu a convidei, ela demonstrou um entusiasmo muito genuíno, porque é fã da fase do Angra em que eu participei, especialmente dos álbuns Rebirth e Temple of Shadows. Ela me falou coisas muito bonitas, de fã mesmo, coisas que vêm do coração.
E isso faz diferença. Ter pessoas com essa energia positiva, com essa conexão verdadeira com a música, participando do projeto, não só agrega artisticamente, mas também cria um ambiente muito mais forte e autêntico. E o resultado final reflete exatamente isso, músicas mais vivas, mais intensas e com muito mais identidade.
Crédito: Divulgação
Sobre sua participação no álbum, Veronica Bordacchini declarou:
“Estou extremamente emocionada e profundamente honrada por finalmente anunciar que fui convidada pelo lendário Edu Falaschi para fazer uma participação especial em seu próximo álbum! Dizer que isso é um sonho realizado seria pouco. Edu é um verdadeiro ícone, que ajudou a moldar a história do power metal melódico, e trabalhar ao lado dele tem sido uma jornada incrível. A música é intensa, cinematográfica e cheia da energia pela qual Edu é conhecido. Desde o momento em que ouvi a demo, soube que ela era para mim. Ela acerta em cheio em todos os pontos e combina perfeitamente com o meu estilo vocal, permitindo que eu ultrapasse meus próprios limites. Como sempre, a composição é magistral, tecendo uma história que mal posso esperar para que todos vocês ouçam. Obrigada, Edu, pela sua confiança e por me receber no seu universo musical. Coloquei meu coração inteiro nesta performance e mal posso esperar para que os fãs vivenciem a magia que criamos juntos.”
Crédito: João Zitti
Roy Khan comenta sobre sua participação:
Como muitos de vocês já devem saber, o Edu me convidou para fazer uma participação especial no show dele no Tokio Marine, em janeiro de 2024. Tivemos algumas conversas sobre a carreira solo dele que me despertaram para começar a planejar algo semelhante. Também falamos sobre fazermos mais coisas juntos, e ele me convidou primeiro para tocar um set de músicas do Kamelot em julho de 2025, com uma orquestra sinfônica completa no palco. Foi uma experiência incrível! Nessa mesma viagem, pude ouvir parte do material novo dele, e já dava para perceber que este seria um grande álbum. Fiquei empolgadíssimo quando ele me ligou, há alguns meses, e perguntou se eu gostaria de participar de uma música com ele; “Circle of Dust” é um verdadeiro petardo, com versos sombrios e um refrão matador, totalmente dentro daquilo que combina comigo, além de ter uma letra que se encaixa perfeitamente na minha forma de interpretar. Edu tem sido uma verdadeira bênção para mim na estruturação dos meus projetos solo, e sou muito grato por continuarmos amigos. O Brasil agora ocupa um lugar muito especial no meu coração.
Tracklist oficial de Mi’raj: Watchers Of The Light Here I Stand Mi’raj Echoes Of Vows Unchained Intuição Circle Of Dust On Your Own Wrath Into The War
“Cybernetic Algorithms” mescla thrash, groove e elementos experimentais
A banda mineira OverDose, formada atualmente por Victor Santos (vocal), Cláudio David e Diego Quites (guitarras), Filipe Duarte (baixo) e Tiago Vitek (bateria), apresenta seu novo single, “Cybernetic Algorithms”, que traz arte de capa criada por Fernando Lima. A faixa aborda a relação conflituosa entre o ser humano e a tecnologia em um cenário de crescente digitalização, retratando um indivíduo marcado por frustração, isolamento e sensação de insignificância diante de sistemas automatizados que influenciam comportamentos e emoções.
Segundo Cláudio David, responsável pela composição e letra, a música propõe uma reflexão sobre o impacto da tecnologia na identidade humana. “A letra de ‘Cybernetic Algorithms’ fala sobre como o ser humano vem perdendo valor e identidade diante de sistemas automatizados que moldam pensamentos e emoções, reduzindo tudo a algoritmos”, afirmou.
Musicalmente, a faixa combina diferentes influências dentro do metal. A composição traz elementos de bateria inspirados em escola de samba, referências à música erudita e influências de industrial, mantendo o peso característico do thrash e do groove presentes na trajetória do grupo. “A gente buscou misturar várias linguagens, incluindo elementos de música brasileira e erudita, mas sem perder a essência pesada do OverDose”, acrescentou Cláudio David.
Além do lançamento, a banda será uma das atrações do festival Bangers Open Air 2026 e se apresenta no sábado, dia 25 de abril. O show marca o retorno do grupo mineiro aos grandes festivais e à capital paulista. “Estamos com uma expectativa muito grande para esse show, que marca nosso retorno aos grandes festivais e a São Paulo. Preparamos um repertório que contempla fãs antigos e novos, com clássicos e músicas recentes”, revelou Cláudio David.
O setlist deve incluir faixas como “Anjos do Apocalipse”, “Progress of Decadence” e “Zombie Factory”, além de singles recentes como “Século XXI” e “João Sem Terra”. A banda também prepara a execução de “Violence”, música que não é apresentada ao vivo há cerca de 20 anos. “Resgatamos ‘Violence’ especialmente para o festival, pois é uma música que não tocamos há duas décadas e que tem um peso histórico importante para nós”, concluiu.
Disco do vocalista e baixista reúne participações especiais e marca a realização de um sonho antigo do músico, com lançamento físico já pronto para o público.
Andria Busic realiza um antigo sonho com o lançamento de seu primeiro CD solo, “Life As It Is”, idealizado em meados de junho de 2025 e agora pronto para chegar ao público em formato físico pela Dynamo Records. Com produção assinada pelo próprio artista, o álbum traz composições inspiradas em experiências pessoais e temas que sempre acompanharam sua trajetória, além de ter sido gravado entre o home studio de Andria, onde registrou bases de guitarra, baixo e voz, e os estúdios Dharma Studios e Daga Studio, em São Paulo, onde foram gravadas as baterias. A produção do álbum é assinada por Andria Busic, com mixagem e masterização de Adriano Daga. O trabalho também estará disponível em todas as plataformas digitais pela Daga Music em algumas semanas.
“Life As It Is” reúne participações especiais de nomes como Ivan Busic, Rodrigo Oliveira, Thiago Mello, Yohan Kisser, Ton Cremon, Tiago Mineiro, Roger Moreira, Marcos Kleine e Yuzo Akahori, consolidando o projeto como um trabalho profundamente pessoal e ao mesmo tempo cercado de grandes colaboradores.
O processo de criação de “Life As It Is” aconteceu de forma intensa e natural. Segundo Andria, as inspirações surgiram “a jato”, como se tudo já estivesse encaminhado. As letras nasceram como reflexo direto de vivências reais, traduzindo assuntos que sempre fizeram parte de sua vida e de sua identidade artística.
Entre os destaques do repertório está “Another Day”, faixa em que Andria divide os vocais com seu irmão, Ivan Busic, reforçando a conexão musical e afetiva entre os dois. Já em “Through Her Eyes (A Song to Stephanie)”, o álbum ganha um tom ainda mais íntimo: a música foi composta em homenagem à filha de Andria, Stephanie, fotógrafa responsável por todas as imagens do encarte do CD, e conta com um solo especial de Yohan Kisser.
A construção visual de “Life As It Is” também carrega forte participação familiar. A capa e o encarte foram idealizados por Victor Silva, genro de Andria, fotógrafo e videomaker que também finalizou o primeiro clipe do disco, “The Templars”. O vídeo foi filmado em dois cenários marcantes: na cidade de Soave, no norte da Itália, no histórico Castelo Scaligero, e também nos estúdios Mosh, na Granja Viana. A arte final do encarte ficou a cargo do ilustrador Alex Almeida.
O disco ainda reúne outras colaborações de peso. Ton Cremon participa com os vocais em “Pedal to the Metal”. O tecladista Tiago Mineiro acrescenta sua musicalidade às faixas “Different Ways”, “Hunter’s Heart”, “Spirit of the Wind” e “You Can Count on Me”. Roger Moreira, do Ultraje a Rigor, canta ao lado de Andria em “Sails of the North”, enquanto Marcos Kleine, também do Ultraje a Rigor, assina um solo em “Hey, Hey!”. Já Yuzo Akahori leva a sonoridade do shamisen para “Blades of the Rising Sun”.
Em “You’re All Still With Me”, Andria presta uma homenagem especial aos amigos de infância Jack Fahrer, Ivan Busic e Marco Bavini, que também participam da faixa nos backing vocals. O resultado é um álbum que equilibra peso, emoção, memória afetiva e identidade artística, traduzindo em música a essência de seu criador.
Pouco tempo atrás, Andria conversou com seu amigo Eric de Haas, e juntos acertaram o lançamento do CD físico, agora concretizado pela Dynamo Records. Mais do que um novo trabalho, “Life As It Is” representa a realização de um projeto sonhado há anos e finalmente transformado em realidade com personalidade, autenticidade e emoção.
Confira o tracklist de Andria Busic – “Life As It Is”:
01 – A.I. Control 02 – Another Day 03 – Blades of the Rising Sun 04 – Different Ways 05 – Hey! Hey! 06 – Hunter’s Heart 07 – Pedal to the Metal 08 – Portals of Light 09 – Sails of the North 10 – Shake That Booty 11 – Spirit of the Wind 12 – The Templars 13 – Through Her Eyes (A Song to Stephanie) 14 – You Can Count on Me 15 – You’re All Still With Me
São Paulo tem uma relação particular com o rock pesado. Não é uma relação de admiração distante, do tipo que se observa de camarote com uma taça na mão. É uma relação visceral, suada, de quem acorda cedo no dia do show, enfrenta fila, atravessa a cidade inteira, compra uma água por dez reais sem reclamar muito e abre um sorriso largo quando as primeiras notas explodem no ar. É uma cidade que não vai ao show — ela vive o show.
E foi exatamente esse espírito que tomou conta do Allianz Parque no último dia 4 de abril de 2026. Antes mesmo de o relógio marcar 11h30, já havia gente de camiseta preta aglomerada nos arredores do estádio do Palmeiras, balançando a cabeça para o som que vazava dos testes de som, trocando histórias de shows passados, exibindo com orgulho as camisetas de edições anteriores do próprio Monsters. Havia veteranos que estiveram na estreia do festival no Brasil, em 1994, no Pacaembu — naquela que foi uma das noites fundadoras do rock pesado no país, com Kiss, Black Sabbath e Slayer num mesmo palco. E havia jovens de vinte e poucos anos que sequer tinham nascido naquele dia, mas carregavam nas costas a mesma fome de rock que move esse público há décadas.
Esse é o Monsters of Rock: um festival que não pertence a uma geração. Pertence a uma atitude.
Criado em 1980 na Inglaterra, o evento sempre se recusou a ser apenas mais um festival de verão. Desde o início, sua proposta era clara: reunir o melhor do hard rock e do heavy metal num único dia, sem concessões ao modismo, sem vergonha de ser grande e barulhento. Ao longo dos anos, o festival atravessou o Atlântico, chegou ao Brasil em 1994 e se tornou um dos eventos mais aguardados da cena nacional. Edições marcantes foram protagonizadas por Ozzy Osbourne, Iron Maiden, Motörhead, Judas Priest, Megadeth, Scorpions e Deep Purple, entre tantos outros titãs que pisaram nessas terras sob a bandeira do Monsters.
A nona edição brasileira do festival chegou carregando o peso dessa história e, ao mesmo tempo, a responsabilidade de mostrar que o gênero não está preso ao passado. O lineup foi construído com essa dualidade em mente: de um lado, bandas que ajudaram a escrever os capítulos mais importantes do rock nas últimas cinco décadas; do outro, nomes que estão escrevendo os próximos. E o resultado, ao fim de quase doze horas de música, foi uma festa que justificou cada centavo gasto, cada hora de deslocamento, cada grito entalado na garganta desde a manhã.
O Allianz Parque não é um local fácil de dominar. Com capacidade para dezenas de milhares de pessoas, o estádio tem o tamanho certo para intimidar quem não está preparado. Neste sábado, nenhuma das sete atrações se intimidou.
Jayler: Quando o Futuro Chega Cedo A primeira banda a pisar no palco foi o Jayler, quarteto inglês oriundo de West Midlands que a crítica especializada tem apontado como uma das apostas mais sólidas do rock contemporâneo. Com apenas um EP e um álbum de estreia às vésperas do lançamento, os rapazes tinham muito a provar — e provaram.
O vocalista James Bartholomew foi a revelação imediata do dia. Com uma voz que carrega a densidade e a urgência dos grandes cantores do rock clássico, o jovem conduziu o set com uma maturidade que não combina com a pouca idade. O grupo mesclou faixas do EP A Piece In Our Time com canções inéditas do disco Voices Unheard, previsto para maio, e conquistou gradualmente uma plateia ainda em processo de chegada ao estádio. Quem estava lá desde o início saiu satisfeito — e com o nome do Jayler anotado na memória.
Crédito: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts
Dirty Honey: Hard Rock com Sangue nas Veias O segundo slot do dia coube ao Dirty Honey, banda americana que se tornou um dos porta-estandartes da nova geração do hard rock ao misturar o peso dos anos 80 com a urgência do presente. Com foco no disco Can’t Find The Brakes, o grupo entrou em cena com energia total e não desacelerou por 45 minutos.
O vocalista Marc LaBelle foi o coração pulsante do show. Além de uma performance vocal segura e potente, LaBelle demonstrou um carisma raro, descendo à plateia em determinado momento e transformando o estádio num espaço menor, mais íntimo, mais humano. Singles como “When I’m Gone” e “California Dreamin'” animaram quem já conhecia o trabalho da banda; para quem era estreante, o show funcionou como um convite irrecusável ao universo do grupo.
Yngwie Malmsteen: O Gênio e Seus Limites de Palco A chegada de Yngwie J. Malmsteen ao palco foi recebida com entusiasmo pelos conhecedores do metal neoclássico — subgênero que o sueco ajudou a definir nos anos 80, ao unir a velocidade do heavy metal à estrutura harmônica da música erudita. Tecnicamente, o guitarrista continua sendo um fenômeno: seu domínio do instrumento não tem paralelo fácil no rock mundial.
No entanto, a apresentação encontrou algumas barreiras difíceis de ignorar. A ausência de um vocalista dedicado — com o tecladista Nick Marino dividindo o microfone — e a predominância de números instrumentais ao longo do set criaram um distanciamento entre o músico e boa parte do público, ainda em fase de chegada ao estádio. O ponto mais alto da apresentação foi a execução de “Far Beyond The Sun”, composição que resume tudo o que torna Malmsteen único. Para os iniciados, foi um presente. Para os demais, uma aula que faltou contexto para ser plenamente compreendida.
Se havia uma banda capaz de surpreender até os mais céticos no Monsters of Rock 2026, essa banda era o Halestorm. Com a última passagem pelo Brasil datando de 2016, o quarteto liderado pelos irmãos Lzzy Hale e Arejay Hale voltou transformado — mais experiente, mais afiado e com um novo álbum, Everest, para apresentar ao público brasileiro.
A abertura com “Fallen Star” deu o tom: o show seria intenso, técnico e emocionalmente arrebatador. “Love Bites (So Do I)” — faixa premiada com um Grammy de Melhor Performance de Hard Rock/Metal em 2013 — transformou o Allianz numa arena de cantos coletivos. Em “Like A Woman Can”, Lzzy Hale assumiu também o teclado, reforçando uma versatilidade que vai muito além da voz poderosa que a tornou conhecida.
E que voz. Com drives e rasgados que pouquíssimos vocalistas no mundo conseguem executar ao vivo, Lzzy dominou o palco com uma presença que não pede espaço — ela simplesmente toma. “I Miss The Misery”, “Freak Like Me” e “I Get Off” encerraram o set numa crescente de adrenalina. O consenso entre a plateia foi unânime: Lzzy Hale foi a melhor vocalista da noite — e o Halestorm, possivelmente, a apresentação mais completa do festival.
A chuva que decidiu aparecer no fim da tarde não intimidou nem os músicos do Extreme nem o público que os aguardava. Gary Cherone e Nuno Bettencourt subiram ao palco molhado e entregaram uma hora de show que equilibrou virtuosismo técnico, repertório clássico e momentos de pura emoção coletiva.
Bettencourt segue sendo um dos guitarristas mais completos de sua geração — preciso nos riffs, brilhante nos solos, sempre a serviço da música sem jamais perder o senso de espetáculo. Cherone correspondeu com uma performance vocal vigorosa e uma energia de palco que desmentiu qualquer marca do tempo. O percurso pelos clássicos — “Decadence Dance”, “Get The Funk Out”, “Play With Me” — foi pontuado por faixas do recente álbum (Six), demonstrando que a banda não vive apenas da nostalgia.
Mas foi “More Than Words” que parou o tempo. Com dezenas de milhares de vozes cantando juntas no silêncio entre os versos, aquele momento sintetizou o que torna os grandes festivais de rock algo além de um simples show: são rituais coletivos, e o Extreme conduziu esse ritual com maestria.
Com 90 minutos de palco — generosidade raramente vista para uma banda de abertura do headliner —, o Lynyrd Skynyrd entregou aquela que muitos presentes classificaram como a melhor apresentação do dia. Sob o comando de Johnny Van Zant, a lendária banda de Jacksonville demonstrou que sua relevância não é apenas histórica: é presente, pulsante e genuína.
O set foi uma imersão no melhor do southern rock — “Workin’ For MCA”, “What’s Your Name”, “Call Me The Breeze”, “Gimme Back My Bullets”, “Simple Man” — executados com uma qualidade sonora impecável e uma intensidade emocional que não se ensaia. As tradicionais homenagens aos fundadores falecidos Ronnie Van Zant e Gary Rossington tocaram fundo até em quem não era fã de longa data. Continuar existindo, tocar ao vivo e honrar os mortos enquanto se celebra a vida: o Lynyrd Skynyrd faz isso melhor do que qualquer outra banda do planeta.
Guns N’ Roses: A Banda Mais Perigosa do Mundo Fecha o Dia em Grande Estilo
Quando as luzes do Allianz Parque se apagaram para o headliner, o ar mudou. Aquela tensão que antecede os grandes momentos — familiar a qualquer um que já esperou por um show que importa de verdade — tomou conta do estádio. E então veio “Welcome To The Jungle”, e setenta mil pessoas explodiram num grito só.
O Guns N’ Roses não precisa mais provar nada a ninguém. Mas provou mesmo assim, por mais de duas horas e meia, que continua sendo uma das forças mais irresistíveis do rock mundial. A surpresa logo na segunda música — “Slither”, do Velvet Revolver — indicou que a banda não viria apenas para cumprir protocolo. E não veio.
O repertório da noite trouxe de volta “Bad Apples”, ausente dos palcos desde a turnê do Use Your Illusion nos anos 90, e “Dead Horses”, igualmente rara nas setlists recentes. Uma versão de “Junior’s Eyes”, do Black Sabbath, homenageou a trajetória de Ozzy Osbourne de forma discreta e poderosa. Os clássicos incontornáveis — “It’s So Easy”, “Mr. Brownstone”, “You Could Be Mine”, “Civil War”, “November Rain”, “Sweet Child O’ Mine” — foram executados com a precisão e a grandiosidade que se espera, enquanto “Estranged” ganhou os tradicionais balões de golfinhos flutuando sobre a plateia em delírio.
Axl Rose, aos 64 anos, entregou uma performance fisicamente impressionante: correu pelo palco, dançou, gesticulou, reviveu trejeitos de décadas atrás com uma energia que contradiz qualquer prognóstico sobre seu suposto declínio. Vocalmente, os graves e médios seguem preservados com qualidade; os agudos históricos de sua juventude recorrem ao falsete, o que ao vivo, no contexto da emoção e do volume, passa com naturalidade para a grande maioria da plateia. E quando setenta mil pessoas cantam cada verso junto, a questão técnica torna-se, honestamente, irrelevante.
Slash foi o grande protagonista instrumental: compenetrado, inspirado, com solos que cruzam a fronteira entre técnica e poesia. Momentos como o riff de “Voodoo Child” de Jimi Hendrix entrelaçado ao final de “Civil War” lembraram o porquê de ele ser considerado um dos maiores guitarristas da história do rock. Duff McKagan segurou a base com a firmeza e a presença de sempre, e o baterista Isaac Carpenter confirmou, mais uma vez, ser a escolha perfeita para a posição que ocupa.
Às 23h05, “Paradise City” fechou a noite. Confetes no ar, gritos de satisfação, o cansaço bom de quem viveu algo que vale a pena lembrar.
Um festival da envergadura do Monsters of Rock merece, além dos elogios, uma análise honesta dos pontos que ainda têm espaço para evolução. O primeiro deles é o mais sentido no bolso: um copo d’água por R$ 10, uma latinha de refrigerante por R$ 14 e uma pequena porção de salgado por R$ 28 são valores que extrapolam qualquer justificativa razoável — sobretudo num evento de quase doze horas em que o consumo mínimo é inevitável. O público que já desembolsou quantias consideráveis nos ingressos não deveria ser submetido a uma segunda sangria dentro do estádio; uma política de preços mais justa, ou ao menos a liberação de entrada com garrafas d’água lacradas, seria um gesto elementar de respeito ao fã.
A dupla de apresentadores — o experiente Walcir, da Woodstock Discos, e o americano Eddie Trunk — também ficou aquém do potencial que a combinação sugeria: as transições entre as atrações foram breves e frias, sem interação real entre os dois, sem curiosidades sobre as bandas, sem dinâmicas com o público. Figuras com a trajetória que ambos carregam tinham material de sobra para enriquecer as pausas entre os shows e criar uma experiência mais envolvente.
Outra ausência que vale registrar é a de representação nacional no lineup: com raras exceções ao longo de sua história no Brasil, o Monsters of Rock tem privilegiado quase exclusivamente atrações internacionais, e o rock brasileiro tem nomes capazes de ocupar esse espaço com dignidade.
Por fim, relatos de longas filas nas catracas e pontos de checagem no início da tarde indicam que a logística de acesso ao estádio ainda carece de aprimoramento — numa programação que começa cedo, cada minuto perdido na fila é um minuto de show que alguém deixa de ver.
Feitas as ressalvas, o saldo do Monsters of Rock 2026 é amplamente positivo. O festival provou, mais uma vez, que o rock — com toda a sua história, suas contradições, seus excessos e sua beleza — ainda importa, ainda emociona, ainda arrasta multidões de madrugada para casa com a voz rouca e o coração cheio. Sete bandas, quase doze horas, um estádio que não parou de vibrar: é difícil pedir mais do que isso. Que venha a décima edição.
O Ponto Zero agradece a Catto Comunicação e a Mercury Concerts pela oportunidade de fazer a cobertura deste festival. Muito obrigado mesmo!
Guitarrista revela detalhes do EP The Cloud of Unknowing, gravado de forma espontânea em Miami, e afirma que a conexão atual da banda abriu espaço para uma nova e inesperada criação.
O guitarrista Andreas Kisser revelou um dos fatos mais surpreendentes da fase final do Sepultura: a gravação de um trabalho inédito em meio à turnê de despedida. Durante entrevista ao programa Assino Embaixo, Kisser contou que a banda registrou quatro faixas novas, reunidas no EP The Cloud of Unknowing, em um processo livre, espontâneo e sem as amarras tradicionais da indústria fonográfica. Segundo ele, o projeto nasceu de uma combinação rara entre liberdade criativa, sintonia interna e vontade de experimentar.
Andreas explicou que o novo trabalho surgiu após a participação do grupo no cruzeiro 70,000 Tons of Metal. Aproveitando a passagem por Miami, os músicos entraram em estúdio e desenvolveram o material praticamente a partir de jams, sem um conceito fechado, cronograma rígido ou interferência externa. “Nós entramos no estúdio e foi 100% uma jam entre os músicos”, afirmou. Ele também ressaltou que a banda não tinha nem título definitivo para o material quando começou a gravação: “Não tinha nome do disco, não tinha nome pras músicas, não tinha data de lançamento”.
Ao comentar esse processo, Andreas reforçou que a liberdade foi essencial para o resultado. “Nós mesmos financiamos alguma coisa e isso foi uma liberdade geral”, disse. Segundo o guitarrista, o ambiente no estúdio favoreceu uma criação orgânica, marcada pelo encontro entre os músicos e por uma dinâmica aberta a diferentes influências. “O encontro musical já é muito legal, muito interessante. Tem vários ritmos, o clima da conversa está maravilhoso”, resumiu, ao destacar o caráter espontâneo da gravação.
O guitarrista destacou ainda que a chegada do baterista Greyson Nekrutman teve papel decisivo nessa retomada criativa. De acordo com Andreas, o músico trouxe uma abordagem diferente, com forte influência do jazz e grande interesse pela música brasileira, o que acabou renovando a dinâmica interna do Sepultura. “A gente teve uma química tão foda com o Grayson que fez todo sentido”, declarou. Para Kisser, a presença do novo integrante ajudou a abrir caminhos inéditos para os arranjos e para a própria identidade sonora da banda nesse encerramento de trajetória.
Andreas também indicou que essa nova química não ficou restrita à execução técnica, mas influenciou diretamente a concepção musical do EP. Ao descrever Greyson como “um músico fenomenal, uma expressão fenomenal”, o guitarrista apontou que o entrosamento atual da banda criou uma ideia diferente para o Sepultura, ampliando possibilidades justamente em um momento que poderia ser apenas de retrospectiva. Em vez disso, a turnê de despedida acabou abrindo espaço para criação, risco e renovação.
Além do aspecto musical, Andreas associou o título The Cloud of Unknowing a uma reflexão contemporânea sobre tecnologia, espiritualidade e experiência real. Segundo ele, o nome faz referência a um movimento cristão medieval e dialoga com o momento atual, em que as pessoas muitas vezes confundem representação com vivência. Na visão do guitarrista, o novo trabalho propõe justamente um olhar mais direto e humano sobre a realidade, sem mediações artificiais.
Mesmo em clima de despedida, Andreas mostrou entusiasmo ao falar sobre o lançamento. Para ele, o EP representa não apenas mais um registro da história do Sepultura, mas também uma prova de que a banda permanece inquieta, relevante e artisticamente viva até seus últimos passos. “Pra mim, como músico, é o que eu mais amo, é um desafio”, afirmou. Kisser ainda resumiu o espírito do projeto com uma frase que sintetiza essa fase final: “Quando você consegue ter esse privilégio de exercer a arte por si própria, nós pegamos essa chance e fizemos”.
Mais informações no Instagram da Top Link Music: @toplinkmusic
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