OPETH: Falta um mês para o show em São Paulo

Crédito: Terhi Ylimäinen

A banda sueca, que também se apresentará em Curitiba no dia 5 de novembro, traz ao Brasil a turnê The Last Will & Testament

Falta apenas um mês para São Paulo ser palco de uma das apresentações mais aguardadas pelos fãs de música pesada em 2026. No dia 6 de novembro, a banda sueca apresenta no Espaço Unimed, em São Paulo, sua combinação singular de progressive metal, peso e experimentação com a turnê The Last Will & Testament. Os ingressos estão à venda exclusivamente pelo site eventim.com.br. Além do show em São Paulo, a banda também se apresentará no dia 5 de novembro, na Ópera de Arame, em Curitiba.

O show apresenta ao vivo um dos trabalhos mais ambiciosos da trajetória do Opeth. Considerado um dos discos mais sombrios e pesados da banda em décadas, The Last Will & Testament também reafirma a vocação do grupo para a experimentação e para o rock progressivo, combinando passagens de extrema intensidade com arranjos elaborados e atmosferas densas.

Concebido como um álbum conceitual, o disco acompanha a leitura do testamento de um homem recém-falecido diante de seus familiares. À medida que o documento é lido, segredos, conflitos e traições vêm à tona. Ambientada simbolicamente nos anos 1920, a narrativa assume contornos de um thriller, explorando temas como família, herança, relações de poder e comportamento humano.

O álbum marca ainda o retorno dos vocais guturais de death metal de Åkerfeldt, ausentes desde Watershed (2008), equilibrados com elementos progressivos e uma sonoridade que transita entre o metal extremo e referências do rock dos anos 1970.

Você sabia?

O primeiro baterista do Opeth nasceu no Brasil. Anders Nordin, integrante da formação original da banda, nasceu no país e foi adotado por pais suecos. Ele participou dos dois primeiros álbuns do Opeth, Orchid (1995) e Morningrise (1996).

Outra curiosidade: The Last Will & Testament é o primeiro álbum totalmente conceitual da história do Opeth e conta com participações especiais de dois grandes nomes do rock: Ian Anderson, do Jethro Tull, que interpreta o protagonista da história e participa com flauta, e Joey Tempest, do Europe.

Para conhecer mais histórias, informações e curiosidades sobre a banda, o público pode assistir ao episódio especial dedicado ao Opeth da websérie Por Dentro do Rock, no canal oficial da produtora no YouTube.

No palco do Espaço Unimed, o público poderá conferir a atual formação do Opeth: Mikael Åkerfeldt (vocais e guitarra), Fredrik Åkesson (guitarra), Martin Mendez (baixo), Joakim Svalberg (teclados) e Waltteri Väyrynen (bateria), que estreou em estúdio com a banda justamente em The Last Will & Testament.

Serviço
Data: 5 de novembro (quinta-feira)
Local: Ópera de Arame
Cidade: Curitiba – PR
Ingressos aqui

Data: 6 de novembro (sexta-feira)
Local: Espaço Unimed
Cidade: São Paulo – SP
Ingressos aqui

Em “1822”, Rota 54 percorre as marcas que a cidade deixa pelo caminho

O Rota 54 divulgou nesta quarta-feira (7) o single “1822”, produzido no estúdio Lhama Records por Guto Passos, do Lobão Power Trio, e Jairo Fajer, do Autoramas. O local, instalado em um casarão do início do século 20, na capital paulista, também serviu de cenário para o videoclipe de “1822”, produzido e dirigido por Fernando Hound.

Foto: Eduardo de Goes

A faixa lançada pelo selo Undershows discute a relação entre memória, passagem do tempo e as transformações vividas na metrópole. Segundo o vocalista e guitarrista Caio Uehbe, “1822” fala sobre as lembranças despertadas por lugares que fazem parte da rotina da cidade. “Lugares que não são mais os mesmos, que mudaram com o passar do tempo, assim como nós, mas que sempre nos levam de alguma maneira a rememorar momentos e vivências que não existem mais, mas que trazem sensações, sentimentos, nostalgia.” Essas memórias, de acordo com Caio, podem assumir diferentes sentidos. “As lembranças podem ser uma prisão para nos manter no passado ou uma porta de entrada para seguir adiante e buscarmos coisas novas. É uma encruzilhada com que nos deparamos em cada esquina das ruas da cidade.”

Já o título da música faz referência a uma rua do bairro do Ipiranga, na zona sul de São Paulo, que fez parte do caminho percorrido pelo músico em um período de sua vida. A escolha não está diretamente relacionada ao processo de Independência do Brasil, embora o vocalista identifique uma possível conexão entre a referência histórica e a ideia de autonomia presente na composição. “É interessante pensar na referência da independência que buscamos para nossas vidas e como ficamos dependentes de coisas passadas. É uma relação possível de ser feita.”

Assista ao videoclipe “1988” 

“1822” amplia a relação do Rota 54 com diferentes vertentes do rock. Embora o punk rock esteja entre as principais referências da banda, a faixa incorpora elementos de grupos como Ira!, Attaque 77, Beatles, The Who e Social Distortion. “Sempre fomos uma banda que transitou por diversos gêneros do rock, e nesse trabalho novo isso fica muito mais evidente”, explica Caio, que vê a identidade do Rota 54 relacionada à combinação entre letras e melodias. “A banda se destaca por suas letras fortes, que abordam tanto questões políticas quanto questões existenciais e cotidianas, e por seus refrões e melodias marcantes.”

Formado em São Paulo em 2008, o grupo chega aos 18 anos de trajetória com Caio Uehbe (voz e guitarra), Daniel Moura (guitarra e voz), Camarada Renan (baixo) e Tony Karpa (bateria), que passou a integrar a formação neste ano e já participou de diversos projetos da cena independente, incluindo a banda Garotos Podres.

A Rota 54 comemora o lançamento do single no PunktoberFest, que acontece em São Paulo no próximo dia 11, ao lado das bandas: Garotos Podres, Statues On Fire, Menstruação Anárquika, Flor ET e Los Rotten (AR).

Arte: Caio Uehbe

Ouça “1822” no seu tocador favorito:
https://onerpm.link/220019305038

Vá ao PunktoberFest:
https://www.sympla.com.br/evento/punktoberfest-2026-na-tarantino-cervejaria/3577795 

Black Jack se apresenta nos shows do Iron Maiden no Backstage Mirante do Nubank Parque

A Black Jack foi confirmada na programação do Backstage Mirante, camarote de alto padrão do Nubank Parque, em São Paulo, que receberá o público durante os dois shows do Iron Maiden na capital paulista, nos dias 25 e 27 de outubro. A banda brasileira fará apresentações em um palco exclusivo do espaço, antes e depois dos shows realizados no palco principal.

Formada em 2009, em Taubaté-SP, a Black Jack construiu uma trajetória marcada por centenas de apresentações e passagens por alguns dos principais palcos do Brasil, incluindo as duas edições mais recentes do Rock in Rio. Com dois álbuns de estúdio lançados, o grupo equilibra um repertório autoral com clássicos do Rock, combinando composições próprias com músicas que marcaram a história do gênero. Seu disco mais recente, “Chase the Light”, foi lançado em maio de 2026, com 11 faixas que apresentam um Hard Rock moderno e pronto para ampliar o alcance do grupo rumo ao mainstream e ao mercado global. A formação da banda conta com Rafael Zanco nos vocais, Johnny Marcelo no baixo e vocais, Caio Rossetti na bateria e vocais, além de Luís Garzón e Thiago Sambora nas guitarras e vocais.

As apresentações da Black Jack no Backstage Mirante acontecem nos dias 25 e 27 de outubro, acompanhando a programação dos shows do Iron Maiden no Nubank Parque. O Backstage Mirante é uma experiência VIP, com Open Bar e Open Food Premium, além de acesso exclusivo à Pista Premium do estádio. Os ingressos para o espaço estão disponíveis em www.backstagemirante.com e mais informações podem ser obtidas pelo WhatsApp (11) 97840-6960.

A passagem do Iron Maiden por São Paulo faz parte da Run For Your Lives World Tour, turnê que celebra os 50 anos de carreira da banda britânica. A apresentação inicialmente anunciada para 25 de outubro teve uma segunda data confirmada, em 27 de outubro, após grande procura por ingressos. Os dois shows acontecem no Nubank Parque e integram a etapa latino-americana da turnê, que percorre diversos países da América Central e da América do Sul.

O repertório celebra as primeiras décadas da trajetória do Iron Maiden, com músicas dos nove primeiros álbuns e uma produção especialmente desenvolvida para os grandes estádios. Entre os clássicos previstos estão “The Number of the Beast”, “Run to the Hills”, “The Trooper”, “Hallowed Be Thy Name”, “Powerslave” e “Wasted Years”, além de faixas épicas como “Rime of the Ancient Mariner” e “Seventh Son of a Seventh Son”. A banda também anunciou que fará uma pausa nas turnês em 2027, tornando essa passagem uma oportunidade especial para os fãs acompanharem a celebração de seu cinquentenário.

A abertura dos shows ficará por conta do Alter Bridge, banda norte-americana de Hard Rock e Metal Alternativo, formada em Orlando, na Flórida. Os ingressos para os shows principais estão disponíveis exclusivamente pela Livepass, com informações sobre as modalidades de entrada e setores.

Serviço – Iron Maiden em São Paulo:

Datas: 25 e 27 de outubro de 2026
Local: Nubank Parque
Endereço: Rua Palestra Itália, 200, Água Branca, São Paulo-SP
Abertura: Alter Bridge
Horário do Alter Bridge: 19h10
Horário do Iron Maiden: 20h50
Ingressos: Livepass

Serviço – Black Jack no Backstage Mirante:

Datas: 25 e 27 de outubro de 2026
Local: Backstage Mirante, Nubank Parque
Apresentações: Antes e depois das atrações do palco principal
Benefícios: Open Bar e Open Food Premium e acesso exclusivo à Pista Premium
Ingressos: www.backstagemirante.com
Informações: WhatsApp (11) 97840-6960

Lollapalooza Brasil celebra 15 anos no país e anuncia line-up de 2027

Edição comemorativa acontece nos dias 19, 20 e 21 de março de 2027, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, e reúne grandes nomes da música internacional, artistas que estreiam no país e diferentes gerações da música brasileira; ingressos para os três dias estão disponíveis na venda geral

Lollapalooza Brasil celebra 15 anos no país e anuncia line-up de 2027 com Travis Scott, The Killers, Charli xcx, Queens of the Stone Age, The Neighbourhood e Sombr como headliners

Edição comemorativa acontece nos dias 19, 20 e 21 de março de 2027, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, e reúne grandes nomes da música internacional, artistas que estreiam no país e diferentes gerações da música brasileira; ingressos para os três dias estão disponíveis na venda geral pelo site e bilheteria física oficial da Ticketmaster Brasil 

O Lollapalooza Brasil completa 15 anos no país com um line-up que reforça uma de suas marcas: colocar grandes nomes da música lado a lado com artistas que vêm movimentando novas cenas ao redor do mundo. Travis Scott, The Killers, Charli xcx, Queens of the Stone Age, The Neighbourhood e Sombr  são os headliners de uma edição que reúne diferentes gêneros e gerações no Autódromo de Interlagos, nos dias 19, 20 e 21 de março de 2027. RAYE, ADÉLA, Slayyyter, Cage the Elephant, Fontaines D.C., David Guetta, The Prodigy, Mochakk, Lola Young, Leon Bridges, Four Tet, Boy Harsher, The Avalanches, Boys Noize e Malcolm Todd estão entre os mais de 70 artistas do line-up. Os ingressos tipo pass, válidos para os três dias do festival já estão disponíveis na venda geral pelo site e na bilheteria física oficial da Ticketmaster Brasil. 

Parte desses nomes constava entre os desejos do público para a próxima edição. Em levantamento realizado nas redes sociais do festival, The Killers, Charli xcx, The Neighbourhood, ADÉLA, Sombr, Slayyyter, RAYE, Cage the Elephant, Lola Young, Fontaines D.C. e Leon Bridges estão entre os mais pedidos pelos fãs e agora integram o line-up de 2027. 

Lollapalooza Brasil 2027 reúne diferentes gerações e estilos entre seus headliners 

Entre os nomes que lideram a edição, Travis Scott se consolidou como uma das principais referências do rap mundial, com indicações ao Grammy e mais de 80 músicas nas paradas ao longo da carreira, o rapper assina hits como “SICKO MODE”, “goosebumps”, “FE!N”, “HIGHEST IN THE ROOM” e “Antidote”. The Killers chega com outro repertório de dimensão global: mais de 25 milhões de álbuns vendidos. Da estreia com o álbum Hot Fuss (2004), que trouxe “Mr. Brightside” e “Somebody Told Me”, vieram ainda lançamentos como “When You Were Young”, “Read My Mind” e “Human”, que ajudaram a consolidar o sucesso da banda entre diferentes gerações de fãs.

Charli xcx chega ao Lollapalooza Brasil como uma das artistas que ajudaram a redefinir os rumos do pop contemporâneo. Marcada pela reinvenção e pelo trânsito entre o experimental e o mainstream, sua trajetória ganhou uma nova dimensão com “BRAT” (2024), trabalho que lhe rendeu múltiplos BRIT Awards e Grammys. Em 2026, a artista iniciou um novo capítulo de sua produção musical com os álbuns “Wuthering Heights” e “Music, Fashion, Film”.  

As guitarras ganham espaço em diferentes gerações. O Queens of the Stone Age carrega uma história que passa por “Songs for the Deaf”, álbum que ampliou o alcance da banda com faixas como “No One Knows” e “Go with the Flow”, e por “…Like Clockwork”, primeiro trabalho do grupo a chegar ao topo da Billboard 200. The Neighbourhood, por sua vez, chega com (((ultraSOUND))), álbum que marca uma nova era para a banda californiana. Já Sombr faz sua estreia no Brasil em um momento de grande projeção internacional. Responsável pela composição de todas as suas músicas, o artista lançou seu primeiro álbum, “I Barely Know Her”, e começou 2026 com uma indicação ao Grammy de Artista Revelação. 

Estreias no Brasil ampliam a vocação do festival para descobertas 

O Lolla BR mantém uma tradição que atravessa sua história: receber atrações que sobem aos palcos brasileiros pela primeira vez. Nesta edição, 16 nomes fazem sua estreia no país. Entre eles está o Fontaines D.C., que apresenta uma nova fase da carreira com Dopamine Chamber, álbum com lançamento previsto para este mês. ADÉLA vive um momento de destaque com o álbum “PRIMA”, que traz faixas como “Ain’t In LA” e “Nicole Kidman”. Outro encontro inédito será o TOMORA, projeto que reúne a experiência de Tom Rowlands à voz de AURORA. Os venezuelanos do RAWAYANA levam ao festival sua mistura de ritmos caribenhos, funk, reggae, soul, house e rock, enquanto o The Avalanches desembarca com quase três décadas de experimentação entre samples e produção eletrônica. 

Entre os representantes de uma nova geração de compositores está Malcolm Todd, que soma mais de 39 milhões de ouvintes mensais no Spotify. Dominic Fike mistura hip hop, rock, pop, R&B e música alternativa e acumula sucessos como “Babydoll”, “3 Nights” e “White Keys”. Julia Wolf apresenta “PRESSURE” (2025), em que mistura emo-pop a influências de hardcore, metal e electropop. Em carreira solo, Violet Grohl aterrissa em São Paulo com “Be Sweet To Me”, seu primeiro álbum, que transita entre referências do trip hop, new wave, black metal, grunge, shoegaze e slowcore. Mike D 5D, por sua vez, faz sua estreia solo no país em uma apresentação marcada por influências do punk, hip hop e reggae. 

A banda americana Die Spitz traz “Something to Consume”, primeiro álbum do quarteto, marcado pela mistura de punk, hardcore, metal, grunge e rock alternativo. A experimentação continua com o duo canadense Angine de Poitrine, que constrói seu som a partir de grooves pulsantes e de uma guitarra microtonal de dois braços. Na música eletrônica, as estreias passam por diferentes vertentes da cena atual: a australiana Ninajirachi vem de três ARIA Awards conquistados com o álbum “I Love My Computer”; Snow Strippers cruza EDM, trance e witch house; e Marlon Hoffstadt leva a Interlagos a sonoridade que o projetou na cena eletrônica de Berlim.

Diferentes gêneros ganham espaço no line-up do Lollapalooza Brasil 2027

No pop, RAYE vive uma nova fase da carreira com THIS MUSIC MAY CONTAIN HOPE., trabalho que sucede hits como “PRADA” e “Escapism.” e traz faixas como “WHERE IS MY HUSBAND!”. Lola Young atravessa um momento de projeção internacional após “Messy” render à artista o Grammy de Melhor Performance Pop Solo, enquanto Slayyyter explora a mistura entre punk, pop e rap em seu terceiro álbum, WOR$T GIRL IN AMERICA. SANTOS BRAVOS leva ao festival uma nova geração do pop latino, reunindo integrantes do México, Brasil, Peru, Porto Rico e Estados Unidos. O grupo lançou em 2026 o EP de estreia, DUAL, e ultrapassou 1,5 milhão de streams diários nas plataformas digitais. O rock ganha espaço com Cage the Elephant, que soma mais de 10 bilhões de streams e dois Grammys de Melhor Álbum de Rock, conquistados por Tell Me I’m Pretty e Social Cues. Entre outras sonoridades, Leon Bridges transita pelo soul e R&B tradicional. Formado no Brooklyn, o rock do Geese se destaca por faixas como “Au Pays du Cocaine”, “Cobra” e “Taxes” e conta com apresentações ao vivo hipnotizantes.  

Na eletrônica, diferentes vertentes dividem espaço. Boy Harsher mistura darkwave, industrial e música eletrônica em uma sonoridade própria, lapidada ao longo de mais de uma década; Four Tet incorpora à eletrônica influências de jazz, folk e hip hop; Sammy Virji transita pelo UK garage, bassline, house e reggae; Mind Enterprises transformou vídeos lo-fi gravados em uma cozinha de Barcelona em uma audiência internacional; Carlita soma mais de 300 milhões de streams com Sentimental, seu álbum de estreia, e mistura instrumentos ao vivo e eletrônicos em produções que combinam referências da psicodelia turca ao rock;  Boys Noize cruza techno, house e electro em uma carreira que inclui produções para Lady Gaga, A$AP Rocky e Frank Ocean; Make U Sweat, conhecidos pelas suas versões em house music de clássicos brasileiros; e Midnight Generation que mistura disco, música eletrônica e pop.  

A programação também traz David Guetta, um dos nomes mais populares da música eletrônica mundial. São mais de 80 milhões de ouvintes mensais no Spotify, 50 bilhões de streams somados em diferentes plataformas, incontáveis prêmios, incluindo dois Grammys e 15 indicações à premiação. Ele é um dos DJs mais ouvidos do Spotify e foi eleito pela quinta vez o melhor DJ do mundo no ranking Top 100 da DJ Mag. Parte desse alcance vem de sucessos como “I’m Good (Blue)”, “Hey Mama” e “Titanium”, que ultrapassam, cada um, a marca de 3 bilhões de streams. Enquanto isso, a banda britânica The Prodigy apresenta Interlagos uma história de 35 anos construída a partir de uma mistura de música eletrônica, atitude punk e apresentações de alta intensidade. O show no país acontece em um ano simbólico para o grupo: três décadas depois do lançamento de “The Fat of the Land”, um dos maiores álbuns da banda. 

A música brasileira no centro da programação 

Desde a primeira edição no país, o Lollapalooza Brasil incorporou a música e a cultura brasileiras à sua identidade, reunindo em seus palcos diferentes gerações, cenas e movimentos que ajudam a contar a história da produção musical nacional. Na edição que celebra os 15 anos do festival no Brasil, essa presença ganha mais um capítulo com um recorte que evidencia a pluralidade da música brasileira. Criolo, Amaro Freitas e Dino d’Santiago se encontram em um projeto nascido da amizade e das trocas entre os três, misturando rap, MPB, jazz, morna e funaná. O line-up percorre outras cenas: ao longo de mais de duas décadas de carreira, o El Efecto explora diferentes sonoridades e formatos em suas composições; Rakta sobrepõe ritmos e sons em apresentações envolventes; e a catïça, banda de punk metal de Londrina, mistura punk, hardcore e metal em um trabalho marcado por letras ácidas e irônicas sobre o cotidiano urbano. 

O peso das guitarras aparece ainda com Nação Zumbi, que leva ao festival um rock construído a partir do encontro entre o pós-punk e o samba-reggae, combinação que marcou o surgimento da banda no Recife no início dos anos 1990; o hardcore brasileiro do Budang e com Zépelim e o Sopro do Cão, grupo paraibano que combina hardcore e punk a influências de ska e rap; Deafkids parte do punk para incorporar elementos da música eletrônica e experimental, dub, noise, psicodelia e ritmos brasileiros e latinos. A diversidade regional atravessa toda a programação. A maranhense Núbia parte do reggae de São Luís e amplia sua sonoridade com influências de blues, jazz, soul, ritmos afro-caribenhos e música brasileira. O Seu Pereira e Coletivo 401 nasceu em João Pessoa e desenvolveu uma sonoridade plural, acompanhada por letras que lançam um olhar atento sobre a vida cotidiana. BUHR nasceu na Bahia e cresceu em Recife, onde iniciou sua trajetória. Cantora, compositora e percussionista, construiu uma sonoridade que transita entre MPB, rock e manguebeat. Também a partir do Nordeste, Luana Flores une música eletrônica aos ritmos da cultura popular nordestina.  

Já Rodrigo Amarante integrou Los Hermanos, Orquestra Imperial e o Little Joy antes de seguir em carreira solo, na qual lançou Cavalo e Drama e assinou “Tuyo”, música-tema da série Narcos. A programação percorre ainda outras gerações da composição brasileira. Bebé, descoberta aos 11 anos por Jô Soares, lançou, em 2026, seu terceiro disco, Dissolução. Esse recorte ganha ainda novas vozes com o paulistano Joaquim, que estreou em 2025 com Varanda dos Palpites, e a paranaense Majis, que transita entre rap, R&B e soul. Clarissa parte do indie pop e ganhou projeção com “nada contra (ciúme)”, faixa que ultrapassa 50 milhões de plays no Spotify. Ciça Moreira leva ao festival um trabalho autoral ligado ao rock, e Grag Queen transita entre disco music, soul e pop contemporâneo. 

A cena eletrônica brasileira ganha força com Mochakk, DJ e produtor que construiu uma identidade própria ao transitar entre house clássico, tech-house e techno, incorporando ainda referências do rap brasileiro, do hip hop americano e de ritmos latinos; Cat Dealers, soma mais de 1 bilhão de streams e hits como “Your Body”, “Gravity” e “Gone Too Long”, além de remixes oficiais de faixas como “Boa Sorte”, de Vanessa da Mata, e “Oh! Chuva”, do Falamansa; FEZZO conta com influências que vão do Tech House ao Techno; Fernanda Martins explora do techno ao hard techno; Marina Diniz mistura house, disco, referências dos anos 80 e ritmos brasileiros; Mary Olivetti combina house, disco, boogie e grooves com influências brasileiras; e Kenya20Hz aproxima experimentação, tecnologia e ancestralidade. A lista inclui ainda Psilosamples, Acid Asian, Clementaum e Real No Ficcíon, três projetos com diferentes abordagens para a música de pista, enquanto o duo mineiro Paira mistura guitarras com drum & bass, breakcore e UK garage, e Carola & Curol dividem o palco em um encontro entre percussões ancestrais, grooves orgânicos e diferentes vertentes da produção eletrônica. 

A música urbana também marca presença com o BRIME!!, formado por CESRV, Febem e Fleezus, que une o grime britânico a referências das ruas brasileiras. O funk atravessa esse recorte com DJ RaMeMes, produtor conhecido por sets acelerados e por trabalhos com nomes como Pabllo Vittar; e com o Weird Baile, coletivo que distorce estruturas tradicionais do gênero com samples, graves saturados e percussões. DJ Tamy leva a black music carioca para esse encontro. 

Ingressos para viver os 15 anos do Lollapalooza Brasil já estão à venda 

Os ingressos para o Lollapalooza Brasil 2027 estão à venda. O Lolla Pass  garante acesso aos três dias de festival e está disponível nos setores Lolla Pista, Lolla Comfort by Bradesco e Lolla Lounge by Vivo. Os valores variam conforme o setor, o lote vigente e a modalidade escolhida: inteira, meia-entrada ou entrada social. Os ingressos estão disponíveis a partir de parcelas mensais nos cartões de crédito Bradesco, next, Bradescard e Digio, de todas as bandeiras, nos valores de R$ 99,96 para o Lolla Pista, R$ 204,94 para o Lolla Comfort by Bradesco e R$ 351,96 para o Lolla Lounge by Vivo. 

Os preços informados acima para os três setores consideram o desconto máximo oferecido pelo festival quando parcelado em 10x sem juros, considerando o valor de segundo lote, para pessoas com direito à meia-entrada que realizarem a compra na bilheteria física oficial com cartões de crédito e débito Bradesco, Bradescard, next e Digio elegíveis. Nas compras online, exclusivamente pelo site oficial, incide taxa de serviço. Os preços variam conforme o lote e a modalidade de ingresso (entrada social, meia-entrada ou inteira). Clientes Bradesco podem parcelar em até 10x sem juros, enquanto o público geral pode pagar em até 3x sem juros ou de 4x a 8x com juros. O parcelamento com juros está disponível apenas para compras online. 

A entrada social é destinada a todo o público e oferece 45% de desconto mediante doação automática de R$ 20 para instituições parceiras do festival. A meia-entrada é válida para os públicos previstos em lei, mediante comprovação do benefício.  

A classificação etária do evento é de 16 (dezesseis) anos. A entrada de menores de 16 (dezesseis) anos será permitida desde que estejam acompanhados pelos pais ou por pessoa maior de 18 (dezoito) anos, que deverá portar “Termo de responsabilidade do acompanhante” que estará disponível no link “Informações sobre menores”, no site de compras do Lollapalooza Brasil 2027, acompanhado de cópia do documento de identificação do pai, mãe ou representante legal. Esta determinação, assim como a classificação etária, está sujeita a alteração nos termos do Alvará. No Lolla Lounge não será permitida a entrada de menores de 18 (dezoito) anos desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. 

O line-up está sujeito a alterações, conforme Termos e Condições do evento. 

Clientes Bradesco têm vantagens exclusivas na venda de ingressos para o festival  

O patrocinador máster e meio de pagamento oficial do evento, também garante vantagens exclusivas para os clientes do banco: 15% de desconto no valor do ingresso e parcelamento em até 10x sem juros. Vale ressaltar que o desconto de 15% é cumulativo nas opções de Meia-Entrada e Entrada Social. Benefícios disponíveis para clientes pessoa física dos cartões de crédito Bradesco, next, Bradescard e Digio, de todas as bandeiras. O benefício também é válido para os cartões de débito Bradesco, next e Digio, apenas na modalidade à vista e nas compras realizadas na bilheteria oficial.   

Ticketmaster Brasil fará toda a operação de venda de ingressos  

A Ticketmaster Brasil, parceira oficial do festival, será responsável por toda a operação de venda de ingressos do Lollapalooza Brasil 2027. As vendas online acontecerão exclusivamente no site oficial da Ticketmaster com cobrança de taxa de serviço de 20%. Haverá também uma bilheteria física da Ticketmaster Brasil onde os interessados poderão adquirir seus ingressos isentos de cobrança de taxa de serviço. 

Endereço: Shopping Ibirapuera: Av. Ibirapuera, 3103 – Indianópolis, São Paulo – SP, 04029-902 

Bilheteria Ticketmaster – Piso: Jurupis (subsolo)   

Horários de funcionamento:   

Terça a sábado: das 10h às 22h | Domingos e feriados das 14h às 20h   

O festival reforça a informação de seu canal de vendas oficial e alerta o público para sites fraudulentos que tentam se aproveitar dos fãs. 

Para outras informações e atualizações, siga o Lollapalooza Brasil: Instagram e Twitter: @lollapaloozabr    

Wikimetal e Move Concerts anunciam ‘Iron Maiden Week’ em São Paulo

Site especializado e promotora da ‘Run For Your Lives Tour’ no Brasil oferecem experiência em bares com brindes e sorteio de ingressos

A promotora de eventos Move Concerts, responsável pela turnê Run For Your Lives Tour no Brasil, em parceria com o Wikimetal, maior portal de conteúdo próprio do segmento de heavy metal, irão realizar um grande encontro de fãs do Iron Maiden em São Paulo.

Entre os dias 7/10 e 12/10, bares selecionados de São Paulo serão palcos da ação que proporcionará uma experiência única com música, drinks especiais, brindes exclusivos e sorteio de ingressos. Os eventos acontecerão de acordo com o horário e regras de funcionamento dos bares participantes: Manifesto Bar, The Metal Bar, The Cave, Galeria do Rock e Rooftop Galeria do Rock. Mais informações estão ao final da newsletter.

Encontro com fãs, brindes, sorteio de ingressos e drinks temáticos do Iron Maiden

O momento marcará um encontro único, em que os fãs poderão assistir vídeos, trocar experiências, apresentar itens raros da coleção, fazer novas amizades e brindar o retorno de uma das maiores bandas de heavy metal da história com drinks temáticos elaborados por cada um dos bares participantes. Além de ganhar brindes exclusivos, o público irá concorrer ao sorteio de ingressos para o show do Iron Maiden no dia 27 de outubro, em São Paulo, no Nubank Parque.

A iniciativa promove o retorno do Iron Maiden ao Brasil com  a ‘Run For Your Lives Tour’. A banda britânica se apresenta no Nubank Parque, nos dias 25 e 27 de outubro, e na Arena da Baixada em Curitiba, no dia 28, e terá o Alter Bridge como banda convidada de abertura – últimos ingressos disponíveis à venda no site da Livepass

Essa é a última oportunidade de ver o Iron Maiden ao vivo durante um bom tempo, a banda entrará em uma pausa logo em seguida que deve durar até 2028. “Esses serão os shows finais de uma turnê de dois anos e a última chance para os fãs do mundo todo presenciarem a produção de última geração que acompanha o repertório único, com músicas dos nove primeiros álbuns da banda”, comunicou o grupo.

A ação acontecerá nos bares abaixo (consulte mais informações na rede social de cada estabelecimento):

Manifesto Bar
Endereço: R. Ramos Batista, 207 – Vila Olímpia
Mais informações: https://www.instagram.com/manifestobar

The Metal Bar
Endereço: R. Artur de Azevedo, 637 – Cerqueira César 
Mais informações: https://www.instagram.com/themetal.bar/

The Cave Galeria do Rock
Endereço: Av. São João, 439 – Subsolo – Lj 2 – República
Mais informações: https://www.instagram.com/thecavegaleriadorock/

Rooftop Galeria do Rock
Endereço: Av. São João, 439 – República 
Mais informações: https://www.instagram.com/rooftopgaleriadorock/

“Caóticas Palavras”: Novo álbum d’O Preço aborda conflitos do mundo contemporâneo

A banda paulista O Preço lançou nesta segunda-feira (5) o álbum “Caóticas Palavras”, com 14 faixas sobre questões sociais e políticas da atualidade. Formado em 2019, O Preço é liderado por Christian Targa (voz e guitarra), conhecido como Gordo, um dos fundadores do Blind Pigs. Atualmente o grupo é composto ainda por Paulo Polin (guitarra e voz), Adriano Parussulo (baixo e voz) e Glauco Fornãs (bateria).

Foto: Mazzei

Segundo Christian Targa, as músicas do novo disco giram em torno dos problemas do mundo moderno marcado por “um presente tecnológico cheio de armas, mentiras e revoltas, guerras, promessas de lucro fácil, IA etc.” A proposta também aparece na capa, assinada pelo artista indonésio Lowskill, que já trabalhou com nomes como Guns N’ Roses, Blink-182, Off! e NOFX. “Foi um privilégio contar com ele nesse trabalho”, diz.

“Caóticas Palavras”, segundo álbum d’O Preço, foi produzido pelo próprio Christian Targa em parceria com Átila Ardanuy no estúdio Bavini em São Paulo. Para o vocalista, o processo representou uma evolução em relação aos trabalhos anteriores, sem abandonar a identidade construída pelo grupo. “O novo álbum deu um salto em todos os sentidos sem perder o já conhecido estilo, desde a composição, os ensaios, os arranjos e dedicação de todos, tudo num geral evoluiu muito do primeiro disco pra cá e tudo reflete numa melhor produção/sonoridade.”

A masterização foi realizada nos Estados Unidos por Dan Randall, do Mammoth Sound. “Randall fez um trabalho maravilhoso com nossa mixagem. O disco soa gringo”, revela Paulo Polin, que diz estar vivendo um grande momento na carreira. “Tem sido uma experiência incrível tocar n’O Preço, ao lado dessa lenda do punk nacional, o Christian Targa. Estou aprendendo muito, principalmente nas sessões de gravação do novo álbum, um nível de produção altíssimo! O Christian e o Átila Ardanuy produziram o melhor trabalho que já gravei em toda minha vida”.

O disco também conta com a participação do rapper Bocão DRR (Ex-Dmenos Crime) na faixa “O Ska é a Munição”, e do Surf Aliens em “Cara Planilha”.

Arte: Lowskill

Na formação atual, O Preço reúne músicos com passagens por diferentes grupos da cena punk rock paulistana. Segundo Glauco Fornãs, a experiência dos integrantes contribui para a construção da identidade da banda. “O Gordo é uma fábrica de hits desde os tempos do Blind Pigs, as top 10 são dele ou são junto com ele, então acho que somado a um time experiente de músicos que vieram de outras bandas como Sandinistas, Bad Flip, Dance of Days / Faca Preta, as coisas ficam mais fluidas e mais fortes, mais bem executadas”, garante o baterista. O Preço se define como um quarteto de punk rock direto ligado à realidade paulistana. Para Christian, “O Preço é movido a fúria e revolta em punho e passou por algumas formações até chegarmos nesse grande time, com músicos experientes, com muito talento, disposição, interesse e dedicação”.

Além do lançamento nas principais plataformas digitais, “Caóticas Palavras” ganha edição física em LP branco e capa em formato gatefold por meio dos selos Neves Records, TGR Sounds e Detona Records. A festa de lançamento do disco acontece em 17/10 no Fenda 315 em São Paulo.

Ouça o single “Desumano Não” 

Ouça “Caóticas Palavras” no seu tocador favorito:
https://ditto.fm/caoticas-palavras

Vá ao show de lançamento (17/10):
https://www.sympla.com.br/evento/show-o-preco—lancamento-do-novo-album/3602715

Entre em contato com os selos para garantir a sua cópia do disco:
https://nevesrecords.com.br // https://www.tgrsounds.com // https://detonarecords.lojaintegrada.com.br

Fabiano Negri & Bebê Diabo mergulham nas trevas do heavy metal clássico em “The Lord’s Curse”

Novo álbum transforma destruição humana, desespero e morte em uma experiência sombria e cinematográfica, construída sobre as raízes de Iron Maiden, Judas Priest e Black Sabbath

​Após mais de três décadas dedicadas à música, Fabiano Negri apresenta The Lord’s Curse, novo álbum lançado ao lado de sua banda, a Bebê Diabo. Com oito faixas inéditas, o trabalho parte das raízes do heavy metal clássico e explora temas como guerra, decadência, manipulação, desesperança e a fragilidade da condição humana.

Ouça The Lord’s Curse em todas plataformas digitais​
​https://distrokid.com/hyperfollow/fabianonegri/the-lords-curse

O lançamento foi antecedido por três singles: “Highlands”, “Greetings From Sadness”, ambos com seus respectivos videoclipes, e “Flying Towards The End”. Assim, as músicas apresentaram diferentes aspectos da proposta do novo álbum antes de sua chegada completa ao público. Ao mesmo tempo, já demonstravam a atual fase mais pesada do músico.​

Natural de Campinas (SP), Fabiano construiu uma trajetória que atravessa diferentes vertentes da música pesada. Ao longo desse percurso, o músico passou por bandas como Rei Lagarto, Dusty Old Fingers e Unsuspected Soul Band. Paralelamente, desenvolveu uma extensa carreira solo como cantor, compositor, multi-instrumentista, produtor e professor.​

Ao longo de sua longeva carreira, essa trajetória foi marcada pela busca constante por novas possibilidades dentro do hard rock e, agora, do heavy metal. Nesse contexto, The Lord’s Curse sucede ZebathY (2022), Mysteries the Night Hides (2023) e The Outlaw’s Journey (2025). Os três trabalhos foram totalmente dedicados ao metal clássico e, juntos, representam diferentes etapas dessa desenvoltura musical.​

Para o novo álbum, Fabiano voltou sua atenção às referências fundamentais do heavy metal. Entre elas estão os três primeiros trabalhos do Iron Maiden, a fase setentista do Judas Priest e elementos do Black Sabbath. São influências que sempre o acompanharam e que, agora, ganham novas formas dentro das composições.​

“Esse novo álbum nasceu da ideia de revisitar o heavy metal oitentista sem reproduzir seus clichês. Quisemos criar músicas rápidas, pesadas e atmosféricas, sempre com uma sensação constante de tensão. É um disco profundamente pessimista, um reflexo do mundo em que vivemos”, explica o músico.​

A produção também acompanha essa proposta. Em vez de estabelecer uma única abordagem para todas as faixas, Fabiano trabalhou diferentes possibilidades de produção e mixagem. Dessa maneira, cada escolha foi pensada de acordo com as características de cada composição.​

“Eu tentei construir a sonoridade que cada música merecia, na minha visão. Então, existem coisas muito limpas e convencionais em termos de produção e mixagem, e outras propositalmente feitas para gerar uma sensação de incômodo no ouvinte”, comenta.​

Embora não seja um álbum conceitual, o álbum apresenta conexões entre suas músicas. Em especial, “The Lord’s Curse”, “You’ll See The Light of the Morning Star” e “The Fisherman”, quando ouvidas em sequência, formam uma história completa.​

“É um álbum, até certo ponto, conceitual, mas não em ordem de pensamentos ou cronologia. As músicas estão interligadas de alguma forma. E essas três, se ouvidas na ordem, contam uma história completa, que muita gente conhece, mas que eu abordo de uma maneira mais humana e real. Resumindo: é só trevas, desespero e morte (risos)”, finaliza Negri.​

O álbum também apresenta a nova configuração da banda como quarteto, com Fabiano Negri (vocais e guitarra), Igor Russo (guitarra), Ian Absurd (baixo) e Pedro Quintans (bateria).​

Além de The Lord’s Curse, 2026 marca outro momento importante na carreira de Fabiano. O músico também assumiu os vocais do Tracy G. Group, novo projeto do guitarrista norte-americano Tracy G., conhecido por sua passagem pela banda de Ronnie James Dio entre 1993 e 1999. O primeiro single da parceria, “Human Reptile”, foi lançado em setembro e, agora, antecede o álbum MAKKINAGEDOOM, previsto para o final de outubro.​

Com The Lord’s Curse, Fabiano Negri & Bebê Diabo ampliam uma trajetória construída ao longo de décadas. O álbum utiliza referências fundamentais do heavy metal como ponto de partida para novas composições e, ao mesmo tempo, desenvolve uma abordagem própria sobre os aspectos mais sombrios da condição humana.​

FABIANO NEGRIO NAS REDES:
Facebook/Instagram: @fabianonegrisolo
X: @fabianonegri
Bandcamp: https://fabianonegri.bandcamp.com

Melômano Discos apresenta Lucifer III em edição especial de vinil splatter

Edição limitada a 300 cópias de “Lucifer III”, terceiro álbum de um dos nomes de destaque da atual geração do rock pesado

A Melômano Discos apresenta uma edição especial de “Lucifer III”, terceiro álbum de estúdio do Lucifer, um dos nomes de destaque da atual geração do rock pesado que resgata com personalidade a atmosfera, a sonoridade e a estética do hard rock e do heavy rock dos anos 1970. Para esta edição, o álbum chega em vinil splatter, em uma prensagem limitada a apenas 300 cópias.
 
Lançado originalmente em 2020 pela Century Media, “Lucifer III” representa um momento fundamental na trajetória do Lucifer e consolida a identidade construída pela banda ao longo de seus primeiros trabalhos. O álbum reúne nove faixas, apresentando uma combinação de hard rock setentista, heavy rock, doom, psicodelia e uma forte atmosfera ligada ao horror, ao ocultismo e ao imaginário sombrio.
 
Formado originalmente em Berlim, em 2014, o Lucifer surgiu sob a liderança da vocalista Johanna Sadonis e rapidamente chamou atenção por sua combinação de doom, heavy rock e referências ao hard rock clássico. Depois de “Lucifer” (2015) e “Lucifer II” (2018), a banda chegou a “Lucifer III” em uma formação e direção musical mais consolidadas. A formação associada ao álbum conta com Johanna Sadonis nos vocais, Martin Nordin e Linus Björklund nas guitarras, Harald Göthblad no baixo e Nicke Andersson na bateria. Andersson, conhecido por seu trabalho com Entombed, The Hellacopters e Imperial State Electric, também participou diretamente da composição, produção, gravação e mixagem do álbum ao lado de Johanna. A parceria se tornou fundamental para a identidade do Lucifer a partir de “Lucifer II” e ganhou ainda mais força em “Lucifer III”, que foi produzido e gravado no Honk Palace, estúdio instalado na residência de Johanna e Nicke, nos arredores de Estocolmo.
 
O repertório começa com “Ghosts”, faixa escolhida como primeiro single e uma das primeiras compostas para “Lucifer III”, que já vinha sendo apresentada ao vivo antes do lançamento. “Midnight Phantom”, que explora uma atmosfera mais sombria e cadenciada, foi escolhida como segundo single e videoclipe, enquanto “Leather Demon” mergulha mais profundamente no universo sobrenatural associado ao Lucifer e também ganhou um videoclipe. A sequência do álbum apresenta “Lucifer”, “Pacific Blues”, “Coffin Fever”, “Flanked By Snakes”, “Stay Astray” e “Cemetery Eyes”, encerrando o trabalho com uma composição mais longa e atmosférica. Entre os principais temas presentes nas letras estão morte, luto, fantasmas, horror, solidão, desejo, anjos caídos e referências bíblicas, elementos que reforçam a personalidade sombria da banda.
 
A identidade visual de Lucifer III também ocupa papel importante no projeto. A capa foi criada pelo artista britânico Graham Humphreys, conhecido por seu trabalho relacionado ao cinema de horror. Curiosamente, “Lucifer III” chegou ao público em 20 de março de 2020, em um período conturbado para a indústria musical. O lançamento coincidiu com o início da pandemia de Covid-19, que provocou o cancelamento e o adiamento de shows e turnês em diversos países. A banda tinha planos para apresentações relacionadas ao lançamento, mas precisou adaptar sua divulgação diante das restrições impostas naquele período.


 
Para adquirir a sua cópia, acesse:
https://melomano.com.br/search/?q=Lucifer%2BIII&mpage=2
 
Instagram:
https://www.instagram.com/melomanodiscos
https://www.instagram.com/lucifertheband

Noturnall se apresenta no Sesc Belenzinho em 17 de outubro após shows no Rock in Rio e com Sonata Arctica

Banda realiza uma das últimas apresentações da Cosmic World Tour e se prepara para gravar seu próximo álbum em 2027

O Noturnall dá continuidade à sua bem-sucedida Cosmic World Tour com um show especial no Sesc Belenzinho, em São Paulo, no dia 17 de outubro, sábado, às 20h. A apresentação acontece na Comedoria da unidade, após os shows no Rock in Rio, ao lado de Russell Allen, vocalista do Symphony X, e com o Sonata Arctica, em 3 de outubro, na Audio. Aclamadas pelo público e pela crítica, essas apresentações seguem consolidando o Noturnall como um dos grandes expoentes do heavy metal brasileiro no cenário internacional.

O show no Sesc integra a etapa final da turnê dedicada ao álbum “Cosmic Redemption”, que já ultrapassou 150 apresentações em cinco continentes. Com mais datas previstas no Nordeste em novembro, o grupo se aproxima do encerramento desse ciclo e se prepara para entrar em estúdio em 2027 para gravar seu próximo disco.

A agenda recente também marcou o reencontro com Russell Allen, que dividiu o palco Global Village do Rock in Rio com a banda em 5 de setembro. Na véspera, os músicos se apresentaram na School of Rock Pinheiros, em um show comemorativo dos 13 anos do Noturnall, com participação de Fernando Quesada, um de seus fundadores. A colaboração com Allen remonta ao primeiro álbum do grupo, lançado em 2014, no qual o cantor participou da faixa “Nocturnal Human Side”.

Lançado em 2023, “Cosmic Redemption” é o quarto álbum de estúdio do Noturnall e reúne participações de Ney Matogrosso, Mike Portnoy, David Ellefson e Michael Romeo. Sua divulgação levou a banda a uma extensa agenda internacional, incluindo apresentações pela Europa, Ásia, Oceania e Brasil ao lado de Paul Di’Anno, ex-vocalista do Iron Maiden. Essa experiência também deu origem a “Cosmic Live Tour”, álbum quádruplo ao vivo lançado em 2024, acompanhado de registros em vídeo de shows na Rússia e no Brasil.

Formado por Thiago Bianchi no vocal, Guilherme Torres na guitarra, Saulo Xakol no baixo e Henrique Pucci na bateria, o Noturnall combina heavy metal, elementos progressivos e melodias vocais. No Sesc Belenzinho, o repertório reunirá músicas de “Cosmic Redemption” e destaques de sua trajetória, em uma apresentação com duração prevista de 90 minutos. Os ingressos são comercializados pelo portal do Sesc e nas bilheterias da rede, com venda presencial a partir de 7 de outubro, às 17h.

Serviço
Noturnall — Cosmic World Tour
Data: 17 de outubro de 2026, sábado
Horário: 20h
Local: Sesc Belenzinho — Comedoria
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000 — Belenzinho, São Paulo/SP
Duração: 90 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
Ingressos: site do Sesc e bilheterias da rede
Venda presencial: a partir de 7 de outubro, às 17h
Limite: dois ingressos por pessoa

Informações e ingressos:
https://www.sescsp.org.br/programacao/noturnall-4

Armadilha ultrapassa fronteiras do Heavy Metal em novo álbum, “Além do Limite Astral”

Produzido por Val Santos, novo trabalho celebra a história do metal brasileiro e fortalece a conexão da banda com a cena latino-americana

O Armadilha apresenta um novo capítulo de sua trajetória com “Além do Limite Astral”, álbum que já está disponível nas plataformas digitais e também ganhou edição especial em CD pela gravadora carioca Dies Irae Records. Com nove faixas em seu repertório principal, além de uma releitura e três bônus, o trabalho reafirma as raízes da banda no Heavy Metal tradicional enquanto amplia seu diálogo com a história e a cena metálica latino-americana.

Produzido, mixado e masterizado por Val Santos, nome de longa trajetória no Heavy Metal brasileiro, “Além do Limite Astral” foi construído para preservar uma sonoridade pesada e orgânica. O resultado marca um novo momento para o grupo formado por Pedro Zupo (vocais), Denys Garcia (guitarra), Gregório Bondezam (guitarra), Pedro Cavichiollo (baixo) e Marcelo S.O.S. (bateria).

Mais do que olhar apenas para o presente, o Armadilha utiliza o novo disco para reconhecer suas origens e aqueles que ajudaram a construir a cultura da qual faz parte. Um dos exemplos mais representativos dessa proposta está em “Velhos e Eternos”, homenagem aos pioneiros e personagens que ajudaram a escrever a história do Heavy Metal nacional.

A música ganhou um videoclipe que reúne nomes de diferentes gerações da cena brasileira, entre eles Andreas Kisser, Kim Kehl, Roosevelt Bala, Nelson Fonte, Cachorrão, Roger Vilaplana, Paulão Thomaz, Junior Muzzilli, Ivan Martins, China Lee, Paulo Rossi, Walcyr Chalas, Flavio Ferb, Renato Trevas, Mario Pastore, Zhema e Val Santos, além de prestar homenagem a Renato RT (in memoriam).

Assista “Velhos e Eternos”:
https://www.youtube.com/watch?v=zRC_O7h6DOY

“Velhos e Eternos” nasceu justamente da intenção de reconhecer aqueles que abriram caminhos e contribuíram para que novas gerações pudessem continuar fazendo e vivendo Heavy Metal no Brasil.

Se essa faixa volta os olhos para a história brasileira, “Hermandad de Acero” expande a proposta para além das fronteiras do país. A composição reúne músicos de diferentes lugares da América Latina em uma celebração da união construída pelo Heavy Metal no continente.

A ideia está diretamente ligada à participação do Armadilha no movimento N.L.H.M.L.A. (Nova Linha do Heavy Metal Latino-Americano), iniciativa que busca aproximar bandas e fortalecer a circulação e a valorização da produção metálica da região.

Esse diálogo entre passado, presente e identidade atravessa “Além do Limite Astral”. Faixas como “Sangue por Sangue”, “Ataque”, “Erga Seus Punhos ou Baixe Sua Voz” e “Xeque Mate” dividem espaço com a faixa-título e ajudam a construir um trabalho que parte das bases do Heavy Metal tradicional sem se limitar a uma simples reprodução de suas referências.

O álbum também traz “Headbanger (Avenger)” e encerra seu repertório principal com uma versão de “Born In The Streets”, do Hirax. A edição conta ainda com as faixas bônus “Devil On My Roof”, “Motin En Occidente” e “500 Años de Que?”.

A identidade do projeto vai além das músicas. Toda a concepção visual de “Além do Limite Astral”, incluindo a capa e o slipcase, foi desenvolvida pelo próprio vocalista Pedro Zupo, reforçando o caráter autoral do álbum e a participação direta dos integrantes em diferentes aspectos de sua criação.

Para os colecionadores, “Além do Limite Astral” também está disponível em edição especial em CD pela Dies Irae Records, com slipcase, pôster, adesivo e booklet de 16 páginas, trazendo letras e fotografias inéditas.

Com “Além do Limite Astral”, o Armadilha não apenas acrescenta um novo trabalho à sua discografia. A banda transforma suas próprias referências em uma declaração de pertencimento a uma cultura construída por diferentes gerações — e que, para o grupo, não termina nas fronteiras brasileiras – o vocalista Pedro Zupo está neste momento, na Europa, negociando shows e participações em festivais no velho continente.

Tracklist — “Além do Limite Astral”:
1.Além do Limite Astral
2.Sangue por Sangue
3.Velhos e Eternos
4.Ataque
5.Hermandad de Acero
6.Headbanger (Avenger)
7.Erga Seus Punhos ou Baixe Sua Voz
8.Xeque Mate
9.Born In The Streets (Hirax Cover)

Bonus tracks:
10. Devil On My Roof (Vulcano cover)
11. Motin En Occidente (Arkangel cover)
12. 500 Años de Que? (Tren Loco cover)

Ouça “Além do Limite Astral”:
https://open.spotify.com/intl-pt/album/3dvzRNXT8WTPjGySk1w4RN?si=b0NXjoxhS9We_LU8jTti9Q

Adquira o CD:
order@diesirae.com.br

O Armadilha é Pedro Zupo (vocais), Denys Garcia (guitarra), Gregório Bondezam (guitarra), Pedro Cavichiollo (baixo) e Marcelo S.O.S. (bateria).

Acompanhe o Armadilha:
https://www.instagram.com/armadilhaheavymetal   
https://www.facebook.com/armadilha.heavymetal

Critical Fear lança single e clipe ‘Age of Darkness’

Crédito: Letícia Luz

Banda paulista de thrash metal apresenta faixa que aborda os assírios e antecipa terceiro álbum, com lançamento pela Hammerheart Records

O Critical Fear apresenta o single e clipe “Age of Darkness”, faixa que integra o repertório do terceiro álbum da banda paulista de thrash metal, com lançamento mundial marcado para 11 de dezembro pela gravadora holandesa Hammerheart Records. O trabalho estará disponível em CD, vinil e plataformas digitais, com pré-venda já disponível nos sites da Hammerheart Records e da Napalm Records, da Áustria, em parceria com o selo holandês.

“Age of Darkness” aborda a história dos assírios, antigo povo da Mesopotâmia que dominou parte da região entre os séculos IX e VII antes de Cristo e ficou conhecido pelos métodos extremamente violentos empregados contra povos conquistados. Segundo a banda, a escolha do tema também estabelece uma relação com o mundo contemporâneo e os conflitos armados que continuam acontecendo em diferentes regiões. “Como sou professor de história, decidimos trazer um pouco da antiguidade. No fundo, estamos fazendo uma referência também ao mundo atual, repleto de guerras sem sentido”, explica o vocalista e guitarrista AxeButcher.

Musicalmente, “Age of Darkness” combina thrash metal e death metal old school, com referências a Kreator, Sepultura, Dark Angel e Slayer. A produção foi realizada entre Brasil e Alemanha, com baterias e vozes gravadas em Agudos e Limeira, respectivamente, e etapas de reamp, mixagem e masterização conduzidas por Tom Exa, em Berlim. O clipe de “Age of Darkness” foi produzido por Leo Soares e também conta com a participação do artista Maligno, de Rio Claro, headbanger e integrante ativo da cena regional.

Confira o videoclipe em https://youtu.be/fkhkPi2v8Bk

Formado em 2008, o Critical Fear mantém uma proposta voltada à essência do thrash metal dos anos 1980, combinando referências da música extrema com temas relacionados à sociedade. A formação atual reúne AxeButcher (vocal e guitarra), Hell’Lord (guitarra), EvilNightmare (baixo) e Tormentor (bateria). A banda já lançou os álbuns “Conflicts” (2011) e “A Real Danger” (2022), além de singles e demos. Em 2025, o Critical Fear realizou sua primeira turnê europeia, com apresentações na Alemanha, Holanda, Bélgica, França, Eslováquia, República Tcheca e Luxemburgo, além de diversos shows pelo Brasil. Em julho de 2026, a banda realizou uma nova turnê nacional e já tem uma extensa série de apresentações pela Europa programada para 2027.

Sites relacionados:
https://criticalfear.bandcamp.com/album/a-real-danger
https://hammerheart.com

Facebook: https://www.facebook.com/critical.fearthrash
Instagram: https://www.instagram.com/critical.fear/

E-mail: criticalfear.band@gmail.com

Tierramystica revisita suas origens em “A New Horizon (Revisited)”

Crédito Foto: Jéssica Kuhn

Disco de estreia retorna com produção renovada, celebrando sua trajetória e a identidade andina da banda.

O Tierramystica revisita seu álbum de estreia com A New Horizon (Revisited), nova edição do trabalho originalmente lançado em 2010. Com reedição, remixagem e remasterização assinadas por Leo Ghigiarelli e coprodução da banda, o disco já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Ouça o álbum e acompanhe o Tierramystica: linktr.ee/tierramysticaofficial.

Ao combinar power metal e sonoridades andinas, A New Horizon definiu a identidade musical do Tierramystica. Prensado apenas no Brasil, o álbum teve uma segunda tiragem produzida pouco depois do lançamento e alcançou ouvintes além das fronteiras nacionais, com resenhas em diferentes países e reconhecimento na América Latina. Hoje, a edição original se tornou um item de colecionador entre os admiradores da banda.

Essa repercussão também rendeu ao Tierramystica uma menção na Wikipédia como representante do Andean Folk Metal, vertente que aproxima o metal da cultura e das tradições musicais dos Andes.

Em A New Horizon (Revisited), a nova produção evidencia detalhes dos arranjos e dá maior definição ao encontro entre guitarras, vozes e instrumentos tradicionais. Embora os músicos tenham considerado regravar passagens que interpretariam de outra forma hoje, a decisão foi preservar as performances originais, em respeito à obra e aos ex-integrantes que participaram de sua criação.

Para os músicos daquela formação, revisitar o material foi uma oportunidade de realizar intenções que esbarraram nas limitações da produção original. “A falta de tempo e de recursos impediu que a produção original estivesse à altura de algumas composições. Agora, sob os cuidados de Leo Ghigiarelli, o álbum finalmente soa como deveria”, afirma o guitarrista Alexandre Tellini.

O vocalista Guy Antonioli resume o reencontro com suas interpretações: “Revitalizar o álbum trouxe uma sensação de dever cumprido”. Para Ricardo Andino Durán, o disco “retorna revigorado para reafirmar nossa identidade cultural e nosso compromisso com nossas raízes”. Já o tecladista Luciano Thumé destaca a satisfação de “revisitar as gravações e perceber os detalhes das músicas vindo à tona”.

O repertório também faz parte da história dos integrantes que chegaram posteriormente ao grupo. “Conheci a banda através desse álbum. Depois de tantas vezes ouvir minha faixa favorita, New Eldorado, poder tocá-la com eles ao vivo será muito gratificante”, comenta o baterista Diego Dalla Porta.

Eduardo “Doods” Junges lembra a repercussão da turnê original na região da Serra, onde cresceu: “Cresci ouvindo falar do show em que o Tierramystica levou o maior público ao bar local. A banda virou uma espécie de lenda por lá, e hoje tenho o prazer de tocar esse repertório com esses caras”.

Dezesseis anos após a estreia, “A New Horizon (Revisited)” conecta os músicos que gravaram o álbum aos integrantes que o conheceram como ouvintes. Com uma produção renovada e as interpretações originais preservadas, a edição apresenta o repertório a uma nova geração e está disponível nas plataformas digitais, sem previsão de lançamento físico.

Tracklist de “A New Horizon (Revisited)”:
1. Nueva Castilla (2:34)
2. Golden Courtyard  (6:58)
3. Celebration to the Sun (5:56)
4. New Eldorado (5:54)
5. Spiritual Song (7:25)
6. Winds of Hope (6:11)
7. Wide Open Wings (6:44)
8. Away from the Dream (5:06)
9. The Final Rest (4:43)

Tierramystica nas redes sociais:
Instagram – https://www.instagram.com/tierramysticaofficial/

Forget Everything transforma conflitos e excessos em “Disgrace In My Fate”, seu álbum de estreia

Créditos: Fotos por Leonardo Benaci

Trio aprofunda sua mistura pesada e eclética em trabalho marcado por riffs agressivos, atmosferas sombrias e letras sobre conflitos, vícios, escolhas e resistência​

Caos, excessos, conflitos e autodestruição atravessam Disgrace In My Fate, álbum de estreia do Forget Everything. O trabalho chega às plataformas em 30 de setembro de 2026.​

Formada em 2023, em Piracicaba (SP), o Forget Everything é composta por Murilo Ramos (vocais e guitarra), Mateus Lopes (baixo e backing vocals) e João “Lizzy” Lima (bateria). Desde o início, o trio transforma experiências pessoais e conflitos cotidianos em uma sonoridade pesada e agressiva.​

A trajetória começou a ganhar forma em 2024, com o lançamento do single homônimo “Forget Everything”. Depois disso, a banda apresentou “Dangers Of The Dawn” e lançou o EP de quatro faixas Intrusive Thoughts, em janeiro de 2025.

Desde então, o grupo ampliou sua presença no underground paulista e passou a circular por diferentes cidades do estado. Nesse período, também dividiu palcos com Cemitério, D.F.C., Eskröta, Bayside Kings e Chaos Synopsis, dentre outras.​

A força dos contrastes na sonoridade da banda​

Nas nove faixas de Disgrace In My Fate, o Forget Everything articula quatro referências centrais: Thrash Metal, Doom Metal, Speed Metal e Crossover. Juntas, elas criam uma dinâmica que alterna velocidade, peso e atmosferas densas.​

O contraste entre Doom e Speed ocupa um espaço importante nesse equilíbrio. Enquanto o Doom Metal conduz as passagens mais arrastadas e sombrias, o Speed Metal acelera os andamentos e aumenta a sensação de urgência. Como resultado, o álbum trabalha diferentes intensidades sem abandonar a agressividade característica do trio.​

Além dessas bases, a sonoridade incorpora ainda elementos de Punk Rock. Eles aparecem em arranjos, mudanças de ritmo e determinados momentos das composições. Entre as referências que ajudam a contextualizar esse universo vasto de influências estão Toxic Holocaust, Municipal Waste, Sepultura da era Cavalera, Pentagram e Candlemass.​

Para este trabalho, o trio adotou uma premissa simples: “todas as notas importam”. A partir dela, as músicas foram construídas com maior objetividade. Riffs, mudanças de andamento e vocais ocupam espaços definidos, enquanto os arranjos evitam elementos que não tenham uma função dentro das faixas.​

Por consequência, as músicas são mais enxutas e concentram sua força nos pontos essenciais de cada composição. Na parte vocal, Murilo Ramos mantém a voz rasgada que marca a identidade da banda. Ao mesmo tempo, sua interpretação ganhou linhas mais graves, guturais e dobradas.​

A produção, a mixagem e a masterização ficaram sob responsabilidade de Gabriel do Vale. Dessa forma, o trabalho preserva a agressividade das gravações e apresenta maior definição entre os instrumentos e suas diferentes camadas.​

Conflitos, excessos e resistência​

As letras de Disgrace In My Fate partem de experiências relacionadas à autodestruição, aos vícios e aos excessos. Além disso, conflitos, ressentimentos, escolhas e consequências aparecem em diferentes momentos do álbum.​

Ainda assim, o disco não se concentra apenas na queda. Pelo contrário, as composições também abordam a resistência diante de situações que levam seus personagens ao limite, explorando as consequências dessas experiências e a capacidade de reagir a elas.​

Nesse contexto, as letras apontam para a necessidade de continuar mesmo diante de períodos difíceis. A resistência aparece, portanto, não como um discurso abstrato, mas como resposta aos conflitos, escolhas e excessos que atravessam o álbum.​

As composições foram construídas a partir de experiências e reflexões acumuladas ao longo do tempo. Por isso, o álbum não segue uma única temática. Cada faixa aborda situações diferentes, mas todas mantêm uma perspectiva pessoal sobre conflitos internos, escolhas e acontecimentos do cotidiano.​

A identidade visual acompanha essa abordagem. Criada pelo artista piracicabano Dan Lemos, a capa de Disgrace In My Fate dialoga com o conceito do álbum e com a estética desenvolvida pelo Forget Everything.​

Além disso, a arte reforça a atmosfera sombria presente nas músicas. Desse modo, a identidade visual estabelece uma conexão direta com o conteúdo do disco.

Ouça em https://ditto.fm/disgrace-in-my-fate-forget-everything​

Assista ao videoclipe da faixa-título em https://www.youtube.com/watch?v=su0MCgaqMCI​

“Suffering In Silence” (Instrumental)
“Calling Peace”
“Rip”
“Excess Of Serotonin”
“Void Painted Green”
“Surfing While They Walk” (Instrumental)
​
“Disgrace In My Fate”​
“The Price”
“TDAH”

Depois de três anos de carreira, Disgrace In My Fate consolida o caminho construído pelo Forget Everything e mostra um trio mais seguro em suas escolhas. Ao mesmo tempo, a banda mantém a agressividade dos primeiros trabalhos enquanto amplia as possibilidades de sua sonoridade.​

Entre riffs acelerados, passagens densas e momentos de maior tensão, o álbum reúne as principais referências que acompanham o grupo desde o início. Por outro lado, as letras colocam experiências pessoais, conflitos, excessos e suas consequências no centro das nove faixas.​

Assim, Disgrace In My Fate fecha o primeiro ciclo do Forget Everything com um trabalho direto, pesado e pessoal. O álbum encara as próprias quedas sem transformar a derrota em ponto final.​

FORGET EVERYTHING NAS REDES:
Instagram: @forgeteverythingofficial
​Facebook/YouTube: @forgeteverything666

Dregen fala sobre show em São Paulo e promete repertório com diferentes fases de sua carreira

Em entrevista guitarrista comenta apresentação que acontece dia 11 de outubro, no Manifesto, com Corazones Muertos e Bastardz

Prestes a desembarcar no Brasil, Dregen falou sobre a expectativa para sua apresentação em São Paulo, marcada para o dia 11 de outubro, no Manifesto. Em entrevista concedida ao Brasil, o guitarrista abordou os planos para o show e revisitou diferentes momentos de uma trajetória que o transformou em um dos nomes mais conhecidos do rock escandinavo.

A apresentação acontece no domingo, véspera de feriado, e será uma oportunidade para o público brasileiro acompanhar um repertório que atravessa as diferentes fases da carreira do músico. Conhecido principalmente por seu trabalho com Backyard Babies e The Hellacopters, Dregen também levará ao palco músicas de sua carreira solo.

Ao longo da entrevista, o músico fala sobre o que prepara para essa passagem por São Paulo e também aborda diferentes pontos de sua carreira, marcada por mais de três décadas dedicadas ao rock’n’roll.

Assista à entrevista de Dregen ao canal Jessica V Music:

Batizado Andreas Tyrone Svensson, Dregen ganhou projeção internacional ainda nos anos 1990. Com o Backyard Babies, tornou-se um dos principais representantes da geração sueca que aproximou hard rock, punk e garage rock. Paralelamente, participou da formação do The Hellacopters, ampliando sua presença em uma cena que alcançaria público muito além da Suécia.

Essa história estará diretamente ligada ao show do Manifesto. O repertório preparado para São Paulo deve percorrer diferentes capítulos de sua trajetória, colocando lado a lado clássicos do Backyard Babies e The Hellacopters e músicas de seu trabalho solo.

Fora das duas bandas, Dregen lançou em 2013 seu primeiro álbum solo, trabalho que colocou sua própria personalidade ainda mais no centro das composições. O guitarrista também acumulou outras colaborações ao longo da carreira, incluindo sua passagem pela banda do finlandês Michael Monroe.

A apresentação paulistana ganha ainda um caráter especial pelo formato. Em vez de um grande festival ou arena, Dregen estará no palco do Manifesto, uma das casas tradicionais do circuito de rock de São Paulo, proporcionando uma experiência mais próxima entre músico e público.

A noite contará ainda com as bandas convidadas Corazones Muertos e Bastardz. A abertura da casa está marcada para as 20h.

SERVIÇO:
Dregen – Backyard Babies / The Hellacopters
Bandas convidadas: Corazones Muertos e Bastardz

Data: domingo, 11 de outubro de 2026 – véspera de feriado
Abertura: 20h

Local: Manifesto
Endereço: Rua Ramos Batista, 207 – Vila Olímpia – São Paulo/SP

Classificação: 16 anos

Ingressos:
https://www.clubedoingresso.com/evento/dregendobackyardbabies-thehellacopters

Informações:
https://linktr.ee/manifestoba

Cyberpunch lança ‘Drowned’ com crítica à destruição ambiental

Crédito: Nanda Arantes

“Drowned” combina thrash metal, elementos industriais e atmosfera distópica para retratar as consequências extremas da ganância humana

A banda paulistana Cyberpunch, formada por Netuno Balboa (vocal), Gabriel Henrique e Ruan Diego (guitarras), Eduardo Zedu Domingues (baixo) e Gabriel Gifoli (bateria), apresenta seu o single e videoclipe “Drowned”. O novo single sucede “Riding Worms” e “Immortan War” e antecipa a chegada do primeiro álbum full, “Chromefall”, previsto para 13 de novembro.
 
“Drowned”, gravado no Zomer Records Studio (SP), com produção, gravação, mixagem e masterização de Pedro Zomer e produção executiva da Caverox Records, parte de uma narrativa sombria para retratar as reflexões e o arrependimento de um capitalista selvagem que, movido pela ganância, destrói a natureza até transformar o planeta em um lugar inabitável. “Mais do que uma história distópica, ela estabelece um cenário de consequências, no qual a busca desenfreada por riqueza e poder se volta contra o próprio responsável por esse processo”, explica Netuno Balboa.
 
Musicalmente, a faixa apresenta um Cyberpunch mais pesado e incisivo, com um thrash metal direto, veloz e agressivo. A composição transita por passagens que remetem à intensidade de “Painkiller”, do Judas Priest, e momentos de maior fúria inspirados no Slayer. “Synths e timbres modernos ampliam a atmosfera da composição, enquanto o breakdown conduz a música para uma dimensão mais visceral, com groove e peso suficientes para levar a energia ao mosh pit”, completa o vocalista.
 
O clipe de “Drowned”, roteirizado por Netuno Baboa, e dirigido e editado por Daniel Mazza (Edu Falaschi e Inutilíssimo), incorpora uma estética inspirada no filme “Jogos Mortais”. Confira em https://youtu.be/SblPKNXb9ZQ
 
Fundado em agosto de 2024, o Cyberpunch vem consolidando sua presença no underground de São Paulo e região, combinando influências de NWOBHM, thrash metal e industrial. Com 17 shows e seis festivais realizados, incluindo duas edições do Cyberfest, no La Iglesia e no Burning House, a banda reúne agressividade, timbres modernos, refrãos melódicos e sintetizadores, tendo Metallica, Iron Maiden e Rammstein entre suas referências. As composições do Cyberpunch transitam por guerra, ficção científica, terror e distopia, incorporando críticas sociais e reflexões contemporâneas. Essa atmosfera também se traduz na identidade visual da banda, marcada por elementos futuristas e sombrios, enquanto Netuno Balboa interpreta Caverox com uma máscara biônica em performances de forte carga teatral.

Mídias sociais:
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E-mail: cyberpunch.metal@gmail.com

Superfuzzy resgata referências do grunge dos anos 90 no single “Sem Direção”

A Superfuzzy lançou nesta quarta-feira (30) “Sem Direção”, o segundo single da banda paulista formada em 2025. A faixa foi gravada no estúdio Toca do Lobo, com produção de Paulo Anhaia, que já trabalhou com nomes como Charlie Brown Jr., CPM 22 e NX Zero. Para o baixista Samir Natali, o processo de gravação foi marcado pela liberdade. “Foi ótimo, o Paulo nos deixou bastante confortáveis e trouxe ideias incríveis.”

Superfuzzy // Foto: Lucas Shtorach

Segundo o vocalista e guitarrista Betto Zanchi, “Sem Direção” fala sobre saúde mental. “É sobre lidar com a depressão, sobre como essa doença afeta as pessoas e como saber lidar com suas próprias emoções.”  O single conta ainda com um videoclipe dirigido por Lucas Shtorache e Dani Buarque, e chega pelo selo Alcateia STDK Records, criado pela própria banda em parceria com o empresário Júlio Stodiek.
 
Formada por Betto Zanchi (guitarra e voz), Nando Antonietti (guitarra), Samir Natali (baixo) e Gabê Almeida (bateria), a Superfuzzy reúne músicos que já tocavam juntos em outros projetos havia quase vinte anos. “No ano passado resolvemos escrever um novo capítulo dessa história, e esse capítulo se chama Superfuzzy, uma banda de verdade, com amigos de verdade, que fazem a música que gostam, sentem e acreditam. Sem firulas, eufemismos ou atenuações”, diz Nando.

Assista ao videoclipe “Sem Direção” 

A banda define sua sonoridade a partir do grunge, do post-grunge e do rock alternativo dos anos 1990 e início dos anos 2000. Entre suas influências estão Foo Fighters, Alice in Chains, Nirvana, Soundgarden e Pearl Jam. Para o guitarrista, essa relação com o período também está ligada à maneira como os integrantes se relacionam com a música. “Nós tocamos grunge dos anos 90 porque nós vivemos isso. Nós viemos pra enfiar um chute na bunda dessa galera, trazendo o rock como ele era e nunca deveria ter deixado de ser: direto, verdadeiro, cru e alto!”
 
Antes de “Sem Direção”, a Superfuzzy lançou “Só Você”, que, segundo Betto, fala sobre violência contra a mulher e foi um “acerto total, pois a banda já mostrou para o que veio”. Para Betto, um dos pontos centrais da proposta da banda está justamente na combinação entre intensidade instrumental e conteúdo: “Uma banda de rock energética com uma explosão de sentimentos, com riffs de guitarra e letras pensadas e bem elaboradas. Fazendo as pessoas pensarem. Não somos e não queremos fazer parte da moda.”

Arte de capa: Rafael Brazil

Ouça a faixa no seu tocador favorito:
https://music-stream.lnk.to/SemDireo

A Skylit Drive adia para fevereiro de 2027 sua turnê pela América Latina

Crédito: Vaux Records/A Skylit Drive

Atrasos no processamento de vistos provocam mudança no calendário; locais permanecem os mesmos e ingressos já adquiridos continuam válidos​

Uma das bandas norte-americanas mais influentes do post-hardcore e metalcore dos anos 2000, A Skylit Drive adiou para fevereiro de 2027 sua aguardada turnê pela América Latina. A excursão estava originalmente programada para outubro deste ano.​

A mudança ocorreu devido a atrasos no processamento de vistos em alguns consulados. Como resultado, o cronograma da banda precisou ser alterado. A situação, entretanto, está além do controle da produção.​

Com realização da Dark Dimensions, a passagem pelo Brasil contará com duas apresentações. A primeira acontece no dia 13 de fevereiro, no Santo Rock Bar, em Santo André (SP). No dia seguinte, 14 de fevereiro, a banda se apresenta no Blood Rock, em Curitiba (PR).​

Os locais permanecem os mesmos anunciados anteriormente. Portanto, houve alteração apenas no calendário das apresentações.​

Além disso, os ingressos adquiridos para as datas originais continuam válidos. Quem já realizou a compra online não precisa adquirir um novo ingresso. Basta aguardar o calendário atualizado da produção.​

A banda lamentou a mudança provocada pelos trâmites consulares. Ao mesmo tempo, reforçou o desejo de reencontrar os fãs sul-americanos. O reagendamento ocorre exclusivamente em função dos atrasos relacionados à emissão dos vistos.

A Skylit Drive mantém trajetória de destaque​

Com uma sonoridade marcada por guitarras pesadas, melodias marcantes e forte carga emocional, a A Skylit Drive conquistou projeção internacional ao longo dos anos.​

Entre os trabalhos de destaque estão Wires…and the Concept of Breathing (2008), Adelphia (2009), Identity on Fire (2011) e Rise (2013). Além dos álbuns, a banda construiu uma base fiel de fãs com músicas que se tornaram referências dentro da cena. Entre elas estão “Knights of the Round”, “Wires and the Concept of Breathing”, “Too Little Too Late”, “Rise” e “I’m Not a Thief, I’m a Treasure Hunter”.​

Atualmente, a formação conta com Michael “Jag” Jagmin (vocais), Jonathan Kintz e Louie Caycoya (guitarras), Joey Galligan (baixo) e Myles Clayborne (bateria).​

Desde a retomada das atividades em 2022, a A Skylit Drive vem consolidando uma nova fase em sua trajetória. Nesse período, a banda manteve uma agenda internacional com apresentações pelos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Ásia, além de participações em festivais.​

Essa nova etapa ganhou força com o lançamento do single “Se7en”, em 2023. Posteriormente, a banda apresentou “Golden”, divulgado em 2025. As duas faixas mantêm elementos característicos do DNA da banda. Ao mesmo tempo, demonstram sua disposição para explorar novos caminhos sem abandonar os aspectos que marcaram sua identidade.​

A Skylit Drive e o público brasileiro​

A relação da A Skylit Drive com o público brasileiro também possui uma história construída ao longo dos anos.​

A banda realizou sua primeira passagem pela América do Sul em 2010. Depois, retornou ao Brasil em 2014, com apresentações lotadas em cidades como São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro.​

Mais de uma década depois, o grupo retorna ao país para reencontrar uma geração de fãs que acompanhou sua trajetória desde os primeiros anos. Além disso, a banda terá a oportunidade de tocar para um novo público formado durante o período de ausência.​

Por fim, a turnê sul-americana marca o reencontro da A Skylit Drive com os fãs brasileiros. O repertório deve reunir clássicos da carreira e material mais recente.​

Assim, as apresentações de fevereiro de 2027 também dão continuidade à nova fase vivida pela banda.

SERVIÇOS:

A SKYLIT DRIVE EM SANTO ANDRÉ (SÃO PAULO)​
​Data: 13 de fevereiro de 2027 (sábado)
​Local: Santo Rock Bar​
Endereço:
Av. Firestone, 1340 – Casa Branca, Santo André – SP, 09115-390
​Realização: Dark Dimensions
​Assessoria: JZ Press
​Abertura das Portas: 17h
​Início do Evento: 18h30

Ingressos em:
​
​​https://ingressomaster.com/comprar/165/a-skylitdrive-south-america-tour​

Classificação: 18 anos
​É obrigatório apresentação do documento de identidade

A SKYLIT DRIVE EM CURITIBA​
​Data: 14 de fevereiro de 2027 (domingo)
​Local: Stage Garden
​Endereço: Av. Mal. Floriano Peixoto, 4142 – Prado Velho, Curitiba – PR, 82590-300
​Realização: Dark Dimensions
​Assessoria: JZ Press
​Abertura das Portas: 18h
​Início do Evento: 20h30

Ingressos em:
​
https://articket.com.br/e/6442/a-sky-lit-drive-em-curitiba​

Classificação: 18 anos
​É obrigatório apresentação do documento de identidade​

Links Relacionados:​
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HAMMERFALL anuncia turnê latino-americana 2027 e confirma três sideshows BOA no Brasil

A turnê GLORY TO THE BRAVE & HYMNS LATIN AMERICA 2027 marca mais um capítulo de grande celebração na trajetória do HammerFall, um dos nomes mais icônicos do heavy metal tradicional europeu. Formado em Gotemburgo no ano de 1993 pelo guitarrista Oscar Dronjak e impulsionado a partir de 1996 com a entrada do vocalista Joacim Cans, o grupo ostenta mais de três décadas de carreira dedicadas ao resgate e à exaltação do metal clássico em escala mundial.

O itinerário da nova turnê celebra o legado construído desde o histórico álbum de estreia Glory to the Brave (1997) — divisor de águas que recolocou o power e o heavy metal em evidência na cena global —, passando por clássicos como Legacy of Kings (1998), Renegade (2000) e Crimson Thunder (2002). A apresentação ao vivo traduz no palco a energia vigorosa de uma discografia extensa e influente, que se expandiu com trabalhos marcantes como Chapter V: Unbent, Unbowed, Unbroken (2005), Threshold (2006), No Sacrifice, No Victory (2009), Infected (2011), (r)Evolution (2014), Built to Last (2016), Dominion (2019) e Hammer of Dawn (2022).

A relação do HammerFall com o público brasileiro é sólida e construída ao longo de turnês históricas. O Brasil sempre se destacou como um dos territórios mais calorosos e receptivos ao som potente da banda, criando uma sintonia única entre o grupo e fãs de diferentes gerações. A resposta apaixonada dos headbangers locais consolidou o país como parada obrigatória nas passagens dos suecos pela América do Sul.

Como parte de sua passagem pelo país, o HammerFall confirma três side shows oficiais do festival Bangers Open Air em abril de 2027. O roteiro inclui apresentações em Belo Horizonte (25 de abril, no Mister Rock), Curitiba (27 de abril, no Tork n’ Roll) e São Paulo (29 de abril, no Carioca Club). Os shows prometem noites inesquecíveis repletas de hinos, riffs marcantes e toda a imponência do heavy metal tradicional.

Os ingressos estarão disponíveis a partir de amanhã, 30/09, às 10h, através do site do Clube do Ingresso.

SERVIÇO – HAMMERFALL – BELO HORIZONTE
Data: 25 de abril de 2027 (domingo)
Local: Mister Rock (Av. Teresa Cristina, 295 – Prado, Belo Horizonte/MG)
Abertura dos portões: 19h
Realização: Bangers Open Air
Produção: Honorsounds
Media Partner: Roadie Crew
Vendas: Clube do Ingresso 

SERVIÇO – HAMMERFALL – CURITIBA
Data: 27 de abril de 2027 (terça-feira)
Local: Tork n’ Roll (Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças, Curitiba/PR)
Abertura dos portões: 19h
Realização: Bangers Open Air
Produção: Honorsounds
Media Partner: Roadie Crew
Vendas: Clube do Ingresso 

SERVIÇO – HAMMERFALL – SÃO PAULO
Data: 29 de abril de 2027 (quinta-feira)
Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo/SP)
Abertura dos portões: 19h
Realização: Bangers Open Air
Produção: Honorsounds
Media Partner: Roadie Crew
Vendas: Clube do Ingresso 

São Paulo recebe imersão na história do Angra em 2 e 3 de outubro com celebração aos álbuns Holy Land e Rebirth

Crédito da Foto: Rafael Karelisky – Instagram: @rkarelisky

Shows no Tokio Marine Hall terão os discos executados na íntegra, com participações de Luis Mariutti e Edu Falaschi

O Angra se apresenta nos dias 2 e 3 de outubro, no Tokio Marine Hall, em São Paulo, com dois shows dedicados a fases distintas de sua carreira. A primeira noite celebra os 30 anos de Holy Land, com participação do baixista Luis Mariutti. A segunda marca os 25 anos de Rebirth e terá a presença do vocalista Edu Falaschi. Os dois álbuns serão tocados na íntegra.

Lançado em 1996, Holy Land combinou heavy metal, música brasileira, arranjos sinfônicos e elementos progressivos em uma obra inspirada na formação histórica e cultural do Brasil. Mariutti, que participou da gravação original, volta a tocar o repertório com o Angra no show de 2 de outubro. A programação da noite inclui ainda o Viper como convidado especial e o Throw Me To The Wolves na abertura.

No dia 3, o foco será Rebirth. Lançado em 2001 após uma mudança na formação da banda, o disco apresentou músicas como Nova Era, Acid Rain e Heroes of Sand. Edu Falaschi, vocalista do álbum, participará da apresentação. O Hibria será o convidado especial, e a Storia fará a abertura.

A formação atual do Angra reúne Alírio Netto nos vocais, Rafael Bittencourt e Marcelo Barbosa nas guitarras, Felipe Andreoli no baixo e Bruno Valverde na bateria. As duas noites em São Paulo aproximam essa formação de músicos que participaram das gravações celebradas, em shows com repertórios e programações diferentes.

Serviço

Angra – Imersão Especial “Holy Land” e “Rebirth”

Datas: 2 e 3 de outubro de 2026
Local: Tokio Marine Hall
Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281 – Vila Cruzeiro, São Paulo/SP
Abertura da casa: 19h
Classificação etária: 16 anos. Menores de 16 anos somente acompanhados dos responsáveis legais.

Programação especial:
2 de outubro: Angra apresenta “Holy Land” na íntegra, com participação de Luis Mariutti. Convidado especial: Viper. Abertura: Throw Me To The Wolves.
3 de outubro: Angra apresenta “Rebirth” na íntegra, com participação de Edu Falaschi. Convidado especial: Hibria. Abertura: Storia.

Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/angra-tokio-marine

Valores por show:
Camarote: R$ 330,00 inteira | R$ 165,00 meia-entrada
Frisa: R$ 210,00 inteira | R$ 105,00 meia-entrada
Cadeira alta: R$ 170,00 inteira | R$ 85,00 meia-entrada
Pista VIP: de R$ 260,00 a R$ 310,00 inteira | de R$ 130,00 a R$ 155,00 meia-entrada
Pista: de R$ 150,00 a R$ 210,00 inteira | de R$ 75,00 a R$ 105,00 meia-entrada

Parcelamento: Em até 3 vezes sem juros. De 4 a 6 vezes, com juros. Na bilheteria, parcelamento em até 3 vezes sem juros.

Apresentação: Top Link Music

Storia anuncia Gabriel Filgueiras como novo baterista antes de show com Angra em São Paulo

Crédito da Foto: Felipe Cavalieri

Músico carioca de 21 anos assume o posto de Thiago Caeiro em nova fase da banda, que se prepara para abrir o show de 25 anos de “Rebirth”, do Angra, e já trabalha em seu próximo álbum

A Storia anunciou Gabriel Filgueiras como seu novo baterista. Aos 21 anos, o músico, natural do Rio de Janeiro, assume o posto anteriormente ocupado por Thiago Caeiro e passa a integrar oficialmente a formação ao lado de Pedro Torchetti (vocal), Gabriel Veloso (guitarra) e Pablo Guillarducci (baixo).

Assista o novo baterista Gabriel Filgueiras em ação: https://www.instagram.com/reel/Dd1T-L2R2xY/?stkn=MTBndW4wbTd2aW9vNg==

Ouça Storia nas plataformas digitais: https://ffm.to/storia

A mudança acontece em um período importante para a banda. Depois do ciclo de lançamento do álbum conceitual “Revenant: A Righteous Revenge” e de uma extensa agenda de apresentações pelo Brasil, a Storia se prepara para um dos maiores compromissos de sua trajetória: a abertura para o Angra, no dia 3 de outubro, no Tokio Marine Hall, em São Paulo.

Além de baterista, Filgueiras atua como produtor na Revanche Produtora, no Rio de Janeiro. A experiência em estúdio também se conecta ao próximo passo da Storia, que já iniciou a composição de seu novo álbum e pretende concentrar seus esforços no trabalho após a apresentação em São Paulo.

“Estamos animados para essa próxima fase da Storia. Já estamos compondo o novo álbum e, depois desse show abrindo para o Angra, vamos focar 100% nisso. Temos certeza de que os fãs vão gostar muito do Filgueiras na banda”, afirma o vocalista Pedro Torchetti.

Para o baixista Pablo Guillarducci, a chegada do novo integrante está diretamente ligada aos próximos passos planejados pelo grupo. “Gabriel foi uma grande adição ao time! Não haveria um batera melhor para concretizar nossos planos futuros”, comenta.

Mudança encerra ciclo com Thiago Caeiro e abre nova etapa

A entrada de Gabriel Filgueiras marca também o encerramento do ciclo de Thiago Caeiro na formação. O baterista participou de um período importante na trajetória da Storia, integrando a banda durante a construção e divulgação do universo conceitual de “Revenant” e acompanhando o crescimento do grupo nos palcos.

Com Caeiro na bateria, a Storia lançou trabalhos como “The Kaer Slaughter”, com participação de Craig Cairns, vocalista do Tailgunner, além da versão acústica de “Rise of the Silver Knights” e do álbum “Revenant: A Righteous Revenge”.

O período também levou a banda a uma agenda mais extensa de shows. Em 2026, a Storia integrou a “Epic Tales Brasil Tour Part 2”, de Fabio Lione, não apenas como convidada especial, mas também acompanhando o vocalista italiano como banda de apoio durante a turnê.

A chegada de Gabriel Filgueiras, portanto, coincide com o início de um novo ciclo criativo para a Storia e com os primeiros passos rumo ao sucessor de “Revenant: A Righteous Revenge”.

Estreia da nova fase será ao lado do Angra em São Paulo

Um dos primeiros grandes compromissos desta nova etapa será justamente em São Paulo. No dia 3 de outubro, a Storia participa da noite especial dedicada aos 25 anos de “Rebirth”, álbum lançado pelo Angra em 2001 e que marcou o início de uma nova fase na história do grupo.

A apresentação no Tokio Marine Hall terá o Angra celebrando “Rebirth” e contará com a participação especial de Edu Falaschi, vocalista que gravou originalmente o disco. O Hibria também integra a programação, enquanto a Storia será responsável pela abertura da noite.

O encontro ganha um significado especial dentro da própria trajetória da Storia. Nos últimos anos, a banda vem ampliando sua presença nos palcos e dividindo turnês e apresentações com nomes de destaque do metal melódico brasileiro e internacional.

Em 2026, essa trajetória ganhou um novo capítulo com a participação na turnê de Fabio Lione, experiência que levou a Storia a diferentes regiões do país e antecede a atual mudança de formação.

Depois da apresentação com o Angra, a prioridade será o estúdio. A banda pretende direcionar suas atividades para a composição e produção de seu próximo trabalho de inéditas.

O sucessor de “Revenant: A Righteous Revenge” ainda não teve título ou previsão de lançamento divulgados, mas as primeiras composições já estão sendo desenvolvidas.

A formação atual da Storia é:
Pedro Torchetti — vocal
Gabriel Veloso — guitarra
Pablo Guillarducci — baixo
Gabriel Filgueiras — bateria

SERVIÇO
Angra — 25 anos de “Rebirth”
Data: 3 de outubro de 2026
Local: Tokio Marine Hall
Cidade: São Paulo/SP
Angra: apresentação especial de “Rebirth”, com participação de Edu Falaschi
Convidado especial: Hibria
Abertura: Storia
Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/angra-tokio-marine-hall