Roy Khan resgata música que não canta ao vivo há 20 anos para a turnê brasileira “The Black Halo And Beyond”

Vocalista do Conception e ex-Kamelot fará cinco shows no Brasil entre 17 e 25 de outubro; repertório terá faixa que não é interpretada por Khan há duas décadas, além de clássicos de diferentes fases de sua carreira

A passagem de Roy Khan pelo Brasil em outubro ganhará um momento especialmente raro para os fãs. Durante os cinco shows da turnê “The Black Halo And Beyond” no país, o vocalista norueguês apresentará uma música que não interpreta ao vivo há 20 anos, incorporada ao repertório preparado para esta etapa da turnê.

Assista vídeo de Roy Khan explicando sobre a música: https://www.instagram.com/p/DePTCnahzbr/

A inclusão da faixa amplia a proposta da turnê, que não se limita à celebração de The Black Halo. O espetáculo foi concebido para revisitar diferentes momentos da trajetória de Khan e recuperar músicas associadas ao período em que esteve à frente do Kamelot, incluindo composições que permaneceram durante anos fora de seu repertório ao vivo.

No Brasil, “The Black Halo And Beyond” passa por São Paulo, Recife, Limeira, Curitiba e Porto Alegre, entre os dias 17 e 25 de outubro. O Maestrick participa das apresentações como convidado especial, dando continuidade à parceria construída com Khan nos últimos anos. A etapa sul-americana conta ainda com a participação da cantora Zoë Marie Federoff, vocalista do Catalyst Crime e ex-integrante do Cradle of Filth.

A série latino-americana começa nesta sexta-feira, 9 de outubro, em Quito, no Equador, e segue por Bogotá, Lima, Santiago e Buenos Aires antes de chegar ao Brasil. A sequência brasileira começa em 17 de outubro, no Carioca Club, em São Paulo, e termina no dia 25, no Opinião, em Porto Alegre.

Uma raridade depois de duas décadas

A inclusão de uma música ausente dos shows de Roy Khan há duas décadas acrescenta um novo elemento ao conceito de “The Black Halo And Beyond”. A turnê já vinha recuperando músicas que marcaram a fase clássica do cantor com o Kamelot, mas o repertório brasileiro irá ainda mais fundo em sua discografia ao trazer de volta uma composição que não era apresentada por ele desde meados dos anos 2000.

O momento ganha peso especial justamente pelo período revisitado. Khan esteve à frente do Kamelot em uma sequência de discos que ajudou a consolidar a banda internacionalmente, entre eles The Fourth Legacy, Karma, Epica, The Black Halo, Ghost Opera e Poetry for the Poisoned.

The Black Halo, lançado em 2005, ocupa lugar central nesse legado. O álbum reuniu faixas como “When the Lights Are Down”, “Soul Society”, “The Haunting (Somewhere in Time)”, “Abandoned”, “Memento Mori” e “March of Mephisto”, várias delas novamente presentes nos shows de Khan nos últimos anos. Em julho de 2025, o vocalista já havia celebrado os 20 anos do disco em uma apresentação especial em São Paulo.

Agora, “The Black Halo And Beyond” amplia essa retrospectiva. O próprio conceito “And Beyond” permite que o cantor atravesse diferentes períodos de sua carreira e recupere músicas que ficaram longe dos palcos por muitos anos — caso da faixa que retornará ao repertório nos shows brasileiros.

Maestrick acompanha Roy Khan no Brasil

A ligação com o Brasil também passa pelo Maestrick, que participa da atual turnê como convidado especial. Integrantes da banda acompanharam Khan na apresentação realizada em São Paulo em 2025 e estiveram com o cantor no registro de “Soul Society (Live in São Paulo)”, lançado posteriormente como um dos marcos de sua retomada de atividades sob o próprio nome.

A parceria continua agora em uma sequência de cinco cidades, levando o encontro a diferentes regiões do país. Em Recife, a apresentação será a única da turnê no Nordeste e marca a primeira passagem solo de Khan pela região. Em Limeira, será a única parada no interior paulista, enquanto Curitiba e Porto Alegre recebem a reta final da excursão brasileira.

A norte-americana Zoë Marie Federoff também integra a etapa sul-americana como convidada especial. Vocalista do Catalyst Crime e ex-Cradle of Filth, Federoff já citou Roy Khan e, em particular, The Black Halo como influências importantes em sua formação musical.

Novo capítulo da carreira

A recuperação de músicas históricas acontece ao mesmo tempo em que Roy Khan prepara material inédito. O cantor trabalha em seu primeiro álbum solo, produzido por Sascha Paeth, profissional diretamente ligado a álbuns clássicos do Kamelot.

O projeto também envolve Caio Kehyayan, do FireWing, e Adrienne Cowan, do Seven Spires, na composição e coprodução, além de contribuições de Bill Hudson. O disco permanece sem título e data de lançamento anunciados.

Após a passagem pela América do Sul, Khan terá outro encontro importante com o próprio passado. Em 27 de novembro, no Rockefeller Music Hall, em Oslo, o vocalista apresentará o repertório de One Cold Winter’s Night em comemoração aos 20 anos do registro ao vivo gravado no mesmo local em 2006.

Antes disso, porém, o foco está no público brasileiro. Com cinco apresentações, a participação do Maestrick e de Zoë Marie Federoff e o retorno ao palco de uma música que Khan não canta há duas décadas, a passagem de “The Black Halo And Beyond” pelo país adiciona um novo capítulo à relação do vocalista com os fãs brasileiros.

SERVIÇO — TURNÊ BRASILEIRA

SÃO PAULO
Roy Khan — “The Black Halo And Beyond”
Data: 17 de outubro de 2026, sábado
Local: Carioca Club
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 — Pinheiros — São Paulo/SP
Abertura da casa: 17h
Maestrick: 18h
Roy Khan: 19h15
Convidado especial: Maestrick
Ingressos: Clube do Ingresso
Link de venda: http://www.clubedoingresso.com/evento/roykhan-theblackhaloandbeyond

RECIFE
Roy Khan — “The Black Halo And Beyond”
Data: 18 de outubro de 2026, domingo
Local: Armazém 14
Endereço: Av. Alfredo Lisboa, s/n — Recife/PE
Horário: 17h
Destaque: único show da turnê no Nordeste
Convidado especial: Maestrick
Participação especial na turnê: Zoë Marie Federoff — Catalyst Crime, ex-Cradle of Filth
Ingressos: Articket
Link de venda: articket.com.br/e/6217/roy-khan
Ingressos físicos: Blackout Discos

LIMEIRA
Roy Khan — “The Black Halo And Beyond”
Data: 23 de outubro de 2026, sexta-feira
Local: Mirage Eventos
Endereço: Av. Professor Joaquim de Michieli, 755 — Jardim Esmeralda — Limeira/SP
Abertura da casa: 19h
Convidado especial: Maestrick
Participação especial na turnê: Zoë Marie Federoff — Catalyst Crime, ex-Cradle of Filth
Ingressos: Circle of Infinity Produções
Link de venda: http://www.circleofinfinityproducoes.com/roy-khan-23-10-2026-mirage-limeira-sp/
Classificação: 18 anos

CURITIBA
Roy Khan — “The Black Halo And Beyond”
Data: 24 de outubro de 2026, sábado
Local: Tork N’ Roll
Endereço: Av. Marechal Floriano Peixoto, 1695 — Rebouças — Curitiba/PR
Horário: 16h
Convidado especial: Maestrick
Participação especial na turnê: Zoë Marie Federoff — Catalyst Crime, ex-Cradle of Filth
Ingressos: Ticketbolt

PORTO ALEGRE
Roy Khan — “The Black Halo And Beyond”
Data: 25 de outubro de 2026, domingo
Local: Opinião
Endereço: Rua José do Patrocínio, 834 — Cidade Baixa — Porto Alegre/RS
Abertura das portas: 18h
Drahktar: 18h30
Maestrick: 19h30
Roy Khan: 21h
Convidado especial: Maestrick
Abertura: Drahktar
Participação especial na turnê: Zoë Marie Federoff — Catalyst Crime, ex-Cradle of Filth
Ingressos: Sympla
Link de venda: bileto.sympla.com.br/event/119926

Izabella Rocha transforma clássico de Nina Simone em ska dançante no novo single “Fica Comigo”

Crédito: Renata Ferraz

Izabella Rocha lança nesta sexta-feira (9) o novo single “Fica Comigo”. Na faixa, a cantora, compositora, ex-vocalista e uma das fundadoras do Natiruts, apresenta uma versão de “Love or Leave Me”, clássico do jazz eternizado por Nina Simone.

Izabella adaptou a canção para o português e, ao lado de sete músicos, transformou a atmosfera originalmente mais melancólica da canção em um ska fusion solar com arranjos de jazz, pulsante, dançante e envolvente. Uma exaltação ao amor. Além da versão em português, Izabella assina a produção musical.

A música também ganhará uma versão em espanhol, “Quédate Conmigo”. Ambas chegam acompanhadas por videoclipes gravados em diferentes cenários: “Fica Comigo” em Santa Catarina e “Quédate Conmigo” no México, ambos com a direção de Rodrigo Gianetto.

“Fica Comigo” dá sequência ao novo trabalho de Izabella Rocha, iniciado em 2026 com uma série de lançamentos que antecipam IZABELLA Vol. 1, novo álbum previsto para novembro.

O projeto começou com “Solta Pelo Mundo”, lançado em abril. Primeiro single do álbum, a faixa combina MPB e reggae pop em uma atmosfera dançante e traz uma mensagem sobre liberdade, descobertas e conexão com diferentes culturas. A música também ganhou uma versão em espanhol, antecipando a proposta de ampliar a aproximação com o público da América Latina.

Em julho, o Reggaeton “Tempo de Colheita” deu continuidade à apresentação da sonoridade do novo trabalho. Na sequência, Izabella lançou “Quero Ser Feliz Também”, releitura de um dos grandes sucessos do Natiruts e uma reconexão direta com uma importante fase de sua trajetória. A nova versão ganhou destaque na programação das rádios e alcançou, mais de uma vez, o topo das paradas monitoradas pela Crowley.

Agora, com “Fica Comigo”, a cantora incorpora novas referências musicais ao projeto. A faixa reforça a diversidade sonora de IZABELLA Vol. 1, que combina pop, reggae e MPB, além de influências do ska e do jazz em um repertório leve, envolvente e marcado por mensagens positivas.

Previsto para novembro de 2026, o álbum  IZABELLA Vol. 1 reúne canções que refletem a maturidade e a experiência da artista sem abrir mão da leveza que marca sua produção atual. Entre faixas dançantes, suaves e envolventes, o pop e a MPB são os fios condutores de um trabalho que aposta em boas vibrações, mensagens inspiradoras e novas conexões com o público.

Além da edição em português, o álbum terá uma versão em espanhol, ampliando o alcance do projeto e reforçando a proposta de uma artista que revisita sua trajetória ao mesmo tempo em que aponta para novos caminhos.

Sobre Izabella Rocha

Cantora, compositora e uma das fundadoras do Natiruts, Izabella Rocha se tornou conhecida nacionalmente como uma das vozes da banda, na qual permaneceu por dez anos e participou de cinco álbuns autorais.

Após sua saída do grupo, seguiu carreira com novos trabalhos e, posteriormente, voltou a se reunir com os antigos companheiros para a turnê Good Vibration, encerrada em 2023. O reencontro com os palcos abriu caminho para um novo capítulo de sua trajetória.

Ao lado de Bruno Dourado (percussão) e Kiko Péres (guitarrista) formou, em 2007, o grupo InNatura  com o qual gravou três álbuns. Para celebrar 20 anos de carreira, lançou, em 2016, Gaia, primeiro álbum solo autoral e trilha sonora do documentário de mesmo nome. O segundo álbum solo intitulado “Bella” levou a cantora para o universo do Jazz e foi lançado em 2021.

Em 2024, Izabella iniciou as composições e a pré-produção de IZABELLA Vol. 1, projeto que agora chega à reta final de preparação e tem lançamento previsto para novembro. O álbum representa um novo momento artístico para a cantora, que reúne experiência, identidade e frescor em um repertório que aposta na leveza, na diversidade musical e em mensagens positivas.

Contato para shows:
Mario Soria – (11)98152 8160

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Frequency Junction lança segundo álbum da Twilight Aura em vinil

Crédito: Renata Monteiro/Juh Leidl

“Believe” chega em vinil verde reciclado, em edição limitada pela Frequency Junction, em parceria com a WikiMetal

A banda Twilight Aura, liderada pelo guitarrista e compositor Andre Bastos, ganha uma nova edição para seu segundo álbum, “Believe”, lançado originalmente em 2025 e que agora recebe uma edição limitada em vinil verde reciclado pela Frequency Junction, em parceria com a WikiMetal.

A chegada de “Believe” ao vinil nasceu da amizade entre Fernando Jorge, CEO da Frequency Junction, e Andre Bastos. Em 2026, durante um festival, os dois retomaram a ideia de prensar um LP da Twilight Aura, desejo antigo de Bastos. “Fico muito feliz de conseguir tirar esse projeto do CD e trazê-lo para o vinil. É uma realização não só para mim, mas para toda a banda”, afirma o guitarrista. A iniciativa acabou dando origem à Frequency Junction Records, criada para viabilizar projetos semelhantes de outros artistas.

A formação principal traz Daisa Munhoz nos vocais, Andre Bastos e Rodolfo Elsas nas guitarras, Filipe Guerra no baixo, Leo Loebenberg nos teclados e Claudio Reis na bateria. Musicalmente, “Believe” combina baladas etéreas, faixas enérgicas e aceleradas e letras voltadas a aspectos positivos da vida, preservando a identidade da Twilight Aura e ampliando sua paleta sonora. Entre os convidados estão Jeff Scott Soto, em um dueto com Daisa Munhoz, Felipe Andreoli, Fabio Caldeira, BJ e Daniel Matos. O disco também resgata uma gravação do saudoso Andre Matos, cuja voz foi recuperada digitalmente a partir de uma fita demo registrada na década de 1990 e preservada por André Bastos.

Entre as faixas, “Coming Home” ocupa posição especial e conta com a participação de Fabio Caldeira (Maestrick). Ela aborda questões relacionadas à existência, às escolhas, ao propósito e ao que permanece depois da passagem pela vida. A composição chamou a atenção de Fernando Jorge e ajudou a estabelecer a conexão emocional entre o álbum e a filosofia da Frequency Junction. Para o fundador do selo, a mensagem está ligada à ideia de que o que importa na vida é aquilo que fazemos, e não aquilo que temos, conceito que também se tornou parte da motivação para criar uma iniciativa voltada à colaboração e ao apoio a artistas. “A Frequency Junction nasceu do desejo de contribuir. Não existe vaidade, não existe disputa e não queremos competir por protagonismo. Existe amor pela música, respeito pelos artistas e colaboração”, afirma Fernando Jorge.

Além da Twilight Aura, os primeiros projetos da Frequency Junction incluem Night Stinger, Phantom Star e Luna’s Tangram, representando diferentes vertentes do rock, metal e AOR.

Confira o clipe de “Coming Home” em https://youtu.be/nxbxRVKS7ws

Ouça no Spotify em https://open.spotify.com/artist/1xo1rupmkgRiqborQShT30

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Marcio Sanches destaca aprendizado de ouvido e anuncia agenda de shows para outubro

Ao recordar músicos que contribuíram para sua formação, artista aborda a importância da escuta e leva diferentes projetos a palcos de São Paulo e Minas Gerais

A formação de um músico também acontece na escuta, na convivência e na troca de experiências. Esse é o tema abordado por Marcio Sanches ao recordar o aprendizado de ouvido e a influência de músicos que, mesmo sem conhecimento formal de teoria, tinham sensibilidade para identificar notas e soluções para uma execução. Em outubro de 2026, essa trajetória encontra espaço em uma agenda que reúne apresentações com Classical Queen, Rockflix, Queen for Kids, Four The Rock e Banda do Metrô.

Marcio Sanches explica o tema em programa no canal Guitar Pool Brasil. Confira: https://www.instagram.com/reel/Dcte5_bOyHn/?obrf=enl3b3U3czEyZXN4

Ao falar sobre suas referências, Marcio lembra músicos experientes com quem conviveu e que o ajudaram a perceber detalhes que nem sempre estavam registrados em uma tablatura. Entre eles está Nelson, baixista que morava em frente à sua casa e compartilhava observações sobre a maneira de tocar determinadas passagens. As lembranças ressaltam o papel da escuta atenta e do contato com outros instrumentistas no desenvolvimento musical.

“Eu tive sorte dessas pessoas na minha vida”, afirma Marcio Sanches. Ao se definir como autodidata, o músico faz uma ressalva: “Autodidata, entre aspas, né, que depois eu estudei”. Sua experiência reúne, assim, o aprendizado intuitivo e o estudo que passou a integrar sua formação.

Essa variedade de experiências também aparece nos projetos que compõem sua agenda de outubro. No dia 10, Marcio participa da Prost Oktoberfest, em Poços de Caldas (MG), com Classical Queen e Rockflix. No dia 17, volta a se apresentar com o Rockflix, desta vez no Teatro Lorena, em Lorena (SP). A programação prevê ainda um Guitarshow no Retrô Pub, no dia 9, com realização a confirmar.

O Queen for Kids terá duas apresentações ao longo do mês: no Sesc Campo Limpo, em São Paulo, no Dia das Crianças, 12 de outubro, e no SuperShopping Osasco, no dia 18. Os compromissos ampliam o encontro do músico com diferentes gerações, em uma programação que inclui espetáculos para crianças e suas famílias.

Na segunda metade de outubro, Marcio participa de uma entrevista ao Volpi, no dia 21, e se apresenta com o Four The Rock no The Black Horse Gastropub, no dia 23. No dia 29, estará com a Banda do Metrô na Estação Morumbi da Linha 17. A agenda termina no dia 31, no Misplaced, em São Caetano do Sul, com Classical Queen e Rockflix.

Serviço — Marcio Sanches | Agenda de outubro de 2026

9 de outubro — Guitarshow
Local: Retrô Pub
Apresentação a confirmar
Informações: https://www.instagram.com/retrosbc/

10 de outubro — Classical Queen + Marcio Sanches e Rockflix + Marcio Sanches
Evento: Prost Oktoberfest
Cidade: Poços de Caldas (MG)
Informações: https://www.instagram.com/prost_oktoberfest/

12 de outubro — Queen for Kids
Local: Sesc Campo Limpo
Cidade: São Paulo (SP)
Programação: https://www.sescsp.org.br/programacao/queen-for-kids/

17 de outubro — Rockflix + Marcio Sanches
Local: Teatro Lorena
Cidade: Lorena (SP)
Informações: https://www.instagram.com/teatrounifatea/

18 de outubro — Queen for Kids
Local: SuperShopping Osasco
Cidade: Osasco (SP)
Informações: https://www.instagram.com/supershoppingosasco/

21 de outubro — Entrevista ao Volpi
Participação: Marcio Sanches

23 de outubro — Four The Rock
Local: The Black Horse Gastropub
Informações: https://www.instagram.com/theblackhorsegastropub/

29 de outubro — Banda do Metrô + Marcio Sanches
Local: Estação Morumbi da Linha 17
Cidade: São Paulo (SP)
Informações: https://www.instagram.com/bandadometro/

31 de outubro — Classical Queen + Marcio Sanches e Rockflix + Marcio Sanches
Local: Misplaced
Cidade: São Caetano do Sul (SP)
Informações: https://www.instagram.com/pubmisplaced/

Sobre Marcio Sanches

Marcio Sanches é um músico com atuação em diferentes projetos ligados ao rock. Sua formação inclui o aprendizado de ouvido, a convivência com outros instrumentistas e o estudo musical realizado posteriormente. Participa de apresentações com Classical Queen, Rockflix, Queen for Kids, Four The Rock e Banda do Metrô, além do formato Guitarshow, passando por pubs, teatros, festivais e espaços com programação para famílias.

Violett apresenta versão de “Highway Tune”, do Greta Van Fleet, e anuncia maratona de shows até dezembro

Quarteto paulista tem dez apresentações confirmadas nos próximos meses e será uma das atrações da Tattoo Week São Paulo, ao lado de nomes como Fresno, Dead Fish e Bad Luv

A Violett acaba de divulgar em suas redes sociais uma versão de “Highway Tune”, um dos grandes sucessos do Greta Van Fleet, enquanto se prepara para uma sequência de dez apresentações que levará a banda a diferentes cidades de São Paulo até dezembro.

A releitura foi compartilhada no Instagram oficial da banda e reforça algumas das referências que fazem parte do universo musical da Violett. O vídeo chega enquanto o grupo mantém uma intensa rotina de palco, característica que se tornou fundamental para sua formação desde o início da trajetória.

Assista à versão de “Highway Tune” no Instagram:
https://www.instagram.com/p/DeIVgLuhS6l

Formada em 2022, em Itu (SP), por Camila Doná (vocais), Andressa Marques (guitarra), Ana Julia Nihil (baixo) e Júlia Baats (bateria), a Violett já ultrapassou a marca de 250 apresentações. Em pouco mais de três anos, as integrantes construíram boa parte de sua experiência diretamente nos palcos e vêm ampliando gradativamente a presença no circuito brasileiro.

Nesse período, a banda já compartilhou eventos e palcos com nomes como Blitz, Black Pantera, Crypta e Dead Fish, além de conquistar espaço em festivais e eventos da cena independente.

Entre os compromissos anunciados para os próximos meses, um dos principais acontece em 21 de novembro, quando a Violett se apresenta na Tattoo Week São Paulo 2026, no Expo Center Norte.

Realizada entre os dias 20 e 22 de novembro, a Tattoo Week reúne profissionais e público ligado às culturas da tatuagem e do body piercing e promove intercâmbio entre artistas, novas tendências e diferentes manifestações culturais.

No sábado (21), a programação musical terá, além da Violett, nomes como Fresno, Dead Fish e Bad Luv, colocando o quarteto diante de um público ainda maior em São Paulo.

A participação chega em meio a uma agenda que praticamente não dá descanso à banda. Antes e depois da Tattoo Week, a Violett passa por Campinas, São Roque, Jundiaí, Indaiatuba, Americana e São Paulo, encerrando a programação anunciada em dezembro.

Paralelamente aos shows, o grupo continua divulgando seu trabalho autoral. Entre os lançamentos está o videoclipe de “It’s You”, que apresenta outra frente da identidade musical que a Violett vem desenvolvendo.

Assista ao videoclipe de “It’s You”:

Com novos lançamentos e uma agenda constante de apresentações, a Violett chega aos últimos meses de 2026 reforçando uma característica que acompanha a banda desde sua formação: uma trajetória construída essencialmente na estrada e no contato direto com o público.

Agenda de shows — Violett:
11/10 – Campinas/SP – Grainnes Pub
17/10 – Campinas/SP – Alma Campinas
23/10 – São Roque/SP – Clube Come Together
31/10 – Jundiaí/SP – Ahtrio Caxambú
13/11 – Indaiatuba/SP – The Hops Tap House
21/11 – São Paulo/SP – Tattoo Week
27/11 – Americana/SP – Vibes Americana
05/12 – São Roque/SP – Clube Come Together
11/12 – São Paulo/SP – Evento corporativo
17/12 – Campinas/SP – Grainnes Pub

Acompanhe a Violett em seus canais oficiais:
www.bandaviolett.com
www.instagram.com/bandaviolett
www.youtube.com/@bandaviolett

ELVIS IN CONCERT LIVE ON SCREEN: a partir de outubro, Elvis Presley vai ocupar os palcos de seis capitais brasileiras

ELVIS IN CONCERT LIVE ON SCREEN:

A partir de outubro, Elvis Presley vai ocupar os palcos de seis capitais brasileiras

Espetáculo será visto em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Curitiba

Aos 85 anos, Jerry Scheff, baixista original de Elvis, integra a banda que virá ao país para abrilhantar as apresentações

Fotos crédito obrigatório: cortesia de Elvis Presley Enterprises, Inc. / Authentic Brands Group

A partir de outubro deste ano, o celebrado espetáculo Elvis in Concert Live On Screen chega ao país para uma turnê por seis capitais brasileiras: São Paulo (23/10, Espaço Unimed), Belo Horizonte (30/10, Arena Hall), Brasília (01/11, Teatro Ulysses Guimarães), Rio de Janeiro (05/11, QualiStage), Porto Alegre (07/11, Auditório Araújo Vianna) e Curitiba (09/11, Teatro Guaíra).

A passagem da turnê pelo país faz parte de um grande projeto comemorativo dos 50 anos da morte do “Rei do Rock”, que será lembrada em 2027. “Elvis In Concert” é uma superprodução e foi recriado exatamente no mesmo formato musical desenhado pelo próprio artista quando vivo.

Elvis estará presente nos telões com imagem e som renovados, em apresentações memoráveis. O Rei do Rock & Roll será acompanhado ao vivo por uma orquestra de 30 músicos com a mesma configuração de seus shows, com a presença ilustre de Jerry Scheff, baixista da TCB Band entre 1969 e 1977, representando seus companheiros de época no palco.

Dividido em dois atos, o concerto desfila mais de 35 temas que passam pelas diversas fases da carreira do cantor e que incluem clássicos como “Burning Love”, “Don’t Be Cruel”, “Blue Suede Shoes”, “Love Me Tender”, “Bridge Over Troubled Water”, “Suspicions Mind”, “My Way”, “Can’t Help Falling In Love”. entre outros.

O espetáculo traz a voz do próprio artista em imagens históricas carregadas de carisma e emoção, retiradas dos especiais de TV “The 68 Comeback Special”, “Elvis: Aloha from Hawaii” de 1973 e dos filmes da MGM, “Elvis: That’s The Way It Is”, de 1970, e “Elvis On Tour”, de 1972.

Ingressos já estão disponíveis em Bilheteria Digital para os shows de São Paulo, Brasília, Porto Alegre e Curitiba, em Sympla para Belo Horizonte e Ticketmaster para o Rio de Janeiro.

Carceral lança edição física de ‘Descending Reprisal’ e apresenta novo single

Crédito: Divulgação

I, Voidhanger Records lança edição física de “Descending Reprisal”, enquanto Carceral encerra ciclo de singles com faixa orquestrada

O Carceral, grupo instrumental de metal extremo, apresenta a edição física do álbum de estreia, “Descending Reprisal”, pela gravadora italiana I, Voidhanger Records. O lançamento em CD chega logo após a estreia de “Of Searing And Perilous Abidance”, último single do trabalho, disponibilizado em duas versões: a original do álbum e uma versão especial com orquestração de Vithor Moraes.

Arranjador e orquestrador, Moraes também atua como tecladista da banda paulista Armiferum e da banda da cantora sueca Anette Olzon. Na versão especial, ele amplia a atmosfera da composição com elementos orquestrais que reforçam a tensão e o caráter cinematográfico da faixa. “O melhor de trabalhar com metal extremo nas orquestrações é ter carta branca para testar esquisitices e sonoridades mais trilha-sonorescas”, comenta Moraes. Segundo o músico, a introdução foi concebida com a atmosfera de um filme de terror, utilizando clarone, metais e cordas para criar tensão antes da entrada da música.

“Of Searing And Perilous Abidance” encerra o ciclo de singles de “Descending Reprisal” e mantém a abordagem característica do Carceral, combinando elementos de death e thrash metal à estrutura concisa do grindcore. A faixa também aprofunda o universo apocalíptico desenvolvido ao longo do álbum.

Formado por Roberto Ortega e Hard Alexandre Christiani (guitarras), Victor Hormidas (baixo) e Daniel Moscardini (bateria), o Carceral aposta em composições curtas, intensas e agressivas. Originalmente lançado nas plataformas digitais em julho, “Descending Reprisal” reúne 24 faixas em pouco menos de 30 minutos e transita por death metal, thrash metal, grindcore e outras vertentes extremas. A edição física chega em CD no formato jewel case, acompanhada de booklet de 20 páginas, e está disponível pela I, Voidhanger Records.

As duas versões do single contam com capa de Danilo Ferreira e visualizer de Arthur Hermit.

Confira o single na versão regular do álbum em https://youtu.be/PF0HHHpUoZE

Veja o da versão com orquestração de Vithor Moraes em https://youtu.be/yEof-voMR9A

Adquira a edição física de “Descending Reprisal”:

Bandcamp: https://i-voidhangerrecords.bandcamp.com/album/descending-reprisal
Europa/Reino Unido: https://tornfromthegrave.com/collections/ivr-pre-order-now/products/carceral-descending-reprisal-cd-pre-order
Estados Unidos: https://tornfromthegrave.us/collections/ivr-pre-order-now/products/carceral-descending-reprisal-cd-pre-order

Ouça o álbum completo, com visualizer por Arthur Hermit: https://youtu.be/c-rZTWELKD4

Sites relacionados:
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TikTok: https://www.tiktok.com/@carceral.official

E-mail: carceralband@gmail.com

OPETH: Falta um mês para o show em São Paulo

Crédito: Terhi Ylimäinen

A banda sueca, que também se apresentará em Curitiba no dia 5 de novembro, traz ao Brasil a turnê The Last Will & Testament

Falta apenas um mês para São Paulo ser palco de uma das apresentações mais aguardadas pelos fãs de música pesada em 2026. No dia 6 de novembro, a banda sueca apresenta no Espaço Unimed, em São Paulo, sua combinação singular de progressive metal, peso e experimentação com a turnê The Last Will & Testament. Os ingressos estão à venda exclusivamente pelo site eventim.com.br. Além do show em São Paulo, a banda também se apresentará no dia 5 de novembro, na Ópera de Arame, em Curitiba.

O show apresenta ao vivo um dos trabalhos mais ambiciosos da trajetória do Opeth. Considerado um dos discos mais sombrios e pesados da banda em décadas, The Last Will & Testament também reafirma a vocação do grupo para a experimentação e para o rock progressivo, combinando passagens de extrema intensidade com arranjos elaborados e atmosferas densas.

Concebido como um álbum conceitual, o disco acompanha a leitura do testamento de um homem recém-falecido diante de seus familiares. À medida que o documento é lido, segredos, conflitos e traições vêm à tona. Ambientada simbolicamente nos anos 1920, a narrativa assume contornos de um thriller, explorando temas como família, herança, relações de poder e comportamento humano.

O álbum marca ainda o retorno dos vocais guturais de death metal de Åkerfeldt, ausentes desde Watershed (2008), equilibrados com elementos progressivos e uma sonoridade que transita entre o metal extremo e referências do rock dos anos 1970.

Você sabia?

O primeiro baterista do Opeth nasceu no Brasil. Anders Nordin, integrante da formação original da banda, nasceu no país e foi adotado por pais suecos. Ele participou dos dois primeiros álbuns do Opeth, Orchid (1995) e Morningrise (1996).

Outra curiosidade: The Last Will & Testament é o primeiro álbum totalmente conceitual da história do Opeth e conta com participações especiais de dois grandes nomes do rock: Ian Anderson, do Jethro Tull, que interpreta o protagonista da história e participa com flauta, e Joey Tempest, do Europe.

Para conhecer mais histórias, informações e curiosidades sobre a banda, o público pode assistir ao episódio especial dedicado ao Opeth da websérie Por Dentro do Rock, no canal oficial da produtora no YouTube.

No palco do Espaço Unimed, o público poderá conferir a atual formação do Opeth: Mikael Åkerfeldt (vocais e guitarra), Fredrik Åkesson (guitarra), Martin Mendez (baixo), Joakim Svalberg (teclados) e Waltteri Väyrynen (bateria), que estreou em estúdio com a banda justamente em The Last Will & Testament.

Serviço
Data: 5 de novembro (quinta-feira)
Local: Ópera de Arame
Cidade: Curitiba – PR
Ingressos aqui

Data: 6 de novembro (sexta-feira)
Local: Espaço Unimed
Cidade: São Paulo – SP
Ingressos aqui

Em “1822”, Rota 54 percorre as marcas que a cidade deixa pelo caminho

O Rota 54 divulgou nesta quarta-feira (7) o single “1822”, produzido no estúdio Lhama Records por Guto Passos, do Lobão Power Trio, e Jairo Fajer, do Autoramas. O local, instalado em um casarão do início do século 20, na capital paulista, também serviu de cenário para o videoclipe de “1822”, produzido e dirigido por Fernando Hound.

Foto: Eduardo de Goes

A faixa lançada pelo selo Undershows discute a relação entre memória, passagem do tempo e as transformações vividas na metrópole. Segundo o vocalista e guitarrista Caio Uehbe, “1822” fala sobre as lembranças despertadas por lugares que fazem parte da rotina da cidade. “Lugares que não são mais os mesmos, que mudaram com o passar do tempo, assim como nós, mas que sempre nos levam de alguma maneira a rememorar momentos e vivências que não existem mais, mas que trazem sensações, sentimentos, nostalgia.” Essas memórias, de acordo com Caio, podem assumir diferentes sentidos. “As lembranças podem ser uma prisão para nos manter no passado ou uma porta de entrada para seguir adiante e buscarmos coisas novas. É uma encruzilhada com que nos deparamos em cada esquina das ruas da cidade.”

Já o título da música faz referência a uma rua do bairro do Ipiranga, na zona sul de São Paulo, que fez parte do caminho percorrido pelo músico em um período de sua vida. A escolha não está diretamente relacionada ao processo de Independência do Brasil, embora o vocalista identifique uma possível conexão entre a referência histórica e a ideia de autonomia presente na composição. “É interessante pensar na referência da independência que buscamos para nossas vidas e como ficamos dependentes de coisas passadas. É uma relação possível de ser feita.”

Assista ao videoclipe “1988” 

“1822” amplia a relação do Rota 54 com diferentes vertentes do rock. Embora o punk rock esteja entre as principais referências da banda, a faixa incorpora elementos de grupos como Ira!, Attaque 77, Beatles, The Who e Social Distortion. “Sempre fomos uma banda que transitou por diversos gêneros do rock, e nesse trabalho novo isso fica muito mais evidente”, explica Caio, que vê a identidade do Rota 54 relacionada à combinação entre letras e melodias. “A banda se destaca por suas letras fortes, que abordam tanto questões políticas quanto questões existenciais e cotidianas, e por seus refrões e melodias marcantes.”

Formado em São Paulo em 2008, o grupo chega aos 18 anos de trajetória com Caio Uehbe (voz e guitarra), Daniel Moura (guitarra e voz), Camarada Renan (baixo) e Tony Karpa (bateria), que passou a integrar a formação neste ano e já participou de diversos projetos da cena independente, incluindo a banda Garotos Podres.

A Rota 54 comemora o lançamento do single no PunktoberFest, que acontece em São Paulo no próximo dia 11, ao lado das bandas: Garotos Podres, Statues On Fire, Menstruação Anárquika, Flor ET e Los Rotten (AR).

Arte: Caio Uehbe

Ouça “1822” no seu tocador favorito:
https://onerpm.link/220019305038

Vá ao PunktoberFest:
https://www.sympla.com.br/evento/punktoberfest-2026-na-tarantino-cervejaria/3577795 

Black Jack se apresenta nos shows do Iron Maiden no Backstage Mirante do Nubank Parque

A Black Jack foi confirmada na programação do Backstage Mirante, camarote de alto padrão do Nubank Parque, em São Paulo, que receberá o público durante os dois shows do Iron Maiden na capital paulista, nos dias 25 e 27 de outubro. A banda brasileira fará apresentações em um palco exclusivo do espaço, antes e depois dos shows realizados no palco principal.

Formada em 2009, em Taubaté-SP, a Black Jack construiu uma trajetória marcada por centenas de apresentações e passagens por alguns dos principais palcos do Brasil, incluindo as duas edições mais recentes do Rock in Rio. Com dois álbuns de estúdio lançados, o grupo equilibra um repertório autoral com clássicos do Rock, combinando composições próprias com músicas que marcaram a história do gênero. Seu disco mais recente, “Chase the Light”, foi lançado em maio de 2026, com 11 faixas que apresentam um Hard Rock moderno e pronto para ampliar o alcance do grupo rumo ao mainstream e ao mercado global. A formação da banda conta com Rafael Zanco nos vocais, Johnny Marcelo no baixo e vocais, Caio Rossetti na bateria e vocais, além de Luís Garzón e Thiago Sambora nas guitarras e vocais.

As apresentações da Black Jack no Backstage Mirante acontecem nos dias 25 e 27 de outubro, acompanhando a programação dos shows do Iron Maiden no Nubank Parque. O Backstage Mirante é uma experiência VIP, com Open Bar e Open Food Premium, além de acesso exclusivo à Pista Premium do estádio. Os ingressos para o espaço estão disponíveis em www.backstagemirante.com e mais informações podem ser obtidas pelo WhatsApp (11) 97840-6960.

A passagem do Iron Maiden por São Paulo faz parte da Run For Your Lives World Tour, turnê que celebra os 50 anos de carreira da banda britânica. A apresentação inicialmente anunciada para 25 de outubro teve uma segunda data confirmada, em 27 de outubro, após grande procura por ingressos. Os dois shows acontecem no Nubank Parque e integram a etapa latino-americana da turnê, que percorre diversos países da América Central e da América do Sul.

O repertório celebra as primeiras décadas da trajetória do Iron Maiden, com músicas dos nove primeiros álbuns e uma produção especialmente desenvolvida para os grandes estádios. Entre os clássicos previstos estão “The Number of the Beast”, “Run to the Hills”, “The Trooper”, “Hallowed Be Thy Name”, “Powerslave” e “Wasted Years”, além de faixas épicas como “Rime of the Ancient Mariner” e “Seventh Son of a Seventh Son”. A banda também anunciou que fará uma pausa nas turnês em 2027, tornando essa passagem uma oportunidade especial para os fãs acompanharem a celebração de seu cinquentenário.

A abertura dos shows ficará por conta do Alter Bridge, banda norte-americana de Hard Rock e Metal Alternativo, formada em Orlando, na Flórida. Os ingressos para os shows principais estão disponíveis exclusivamente pela Livepass, com informações sobre as modalidades de entrada e setores.

Serviço – Iron Maiden em São Paulo:

Datas: 25 e 27 de outubro de 2026
Local: Nubank Parque
Endereço: Rua Palestra Itália, 200, Água Branca, São Paulo-SP
Abertura: Alter Bridge
Horário do Alter Bridge: 19h10
Horário do Iron Maiden: 20h50
Ingressos: Livepass

Serviço – Black Jack no Backstage Mirante:

Datas: 25 e 27 de outubro de 2026
Local: Backstage Mirante, Nubank Parque
Apresentações: Antes e depois das atrações do palco principal
Benefícios: Open Bar e Open Food Premium e acesso exclusivo à Pista Premium
Ingressos: www.backstagemirante.com
Informações: WhatsApp (11) 97840-6960

Lollapalooza Brasil celebra 15 anos no país e anuncia line-up de 2027

Edição comemorativa acontece nos dias 19, 20 e 21 de março de 2027, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, e reúne grandes nomes da música internacional, artistas que estreiam no país e diferentes gerações da música brasileira; ingressos para os três dias estão disponíveis na venda geral

Lollapalooza Brasil celebra 15 anos no país e anuncia line-up de 2027 com Travis Scott, The Killers, Charli xcx, Queens of the Stone Age, The Neighbourhood e Sombr como headliners

Edição comemorativa acontece nos dias 19, 20 e 21 de março de 2027, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, e reúne grandes nomes da música internacional, artistas que estreiam no país e diferentes gerações da música brasileira; ingressos para os três dias estão disponíveis na venda geral pelo site e bilheteria física oficial da Ticketmaster Brasil 

O Lollapalooza Brasil completa 15 anos no país com um line-up que reforça uma de suas marcas: colocar grandes nomes da música lado a lado com artistas que vêm movimentando novas cenas ao redor do mundo. Travis Scott, The Killers, Charli xcx, Queens of the Stone Age, The Neighbourhood e Sombr  são os headliners de uma edição que reúne diferentes gêneros e gerações no Autódromo de Interlagos, nos dias 19, 20 e 21 de março de 2027. RAYE, ADÉLA, Slayyyter, Cage the Elephant, Fontaines D.C., David Guetta, The Prodigy, Mochakk, Lola Young, Leon Bridges, Four Tet, Boy Harsher, The Avalanches, Boys Noize e Malcolm Todd estão entre os mais de 70 artistas do line-up. Os ingressos tipo pass, válidos para os três dias do festival já estão disponíveis na venda geral pelo site e na bilheteria física oficial da Ticketmaster Brasil. 

Parte desses nomes constava entre os desejos do público para a próxima edição. Em levantamento realizado nas redes sociais do festival, The Killers, Charli xcx, The Neighbourhood, ADÉLA, Sombr, Slayyyter, RAYE, Cage the Elephant, Lola Young, Fontaines D.C. e Leon Bridges estão entre os mais pedidos pelos fãs e agora integram o line-up de 2027. 

Lollapalooza Brasil 2027 reúne diferentes gerações e estilos entre seus headliners 

Entre os nomes que lideram a edição, Travis Scott se consolidou como uma das principais referências do rap mundial, com indicações ao Grammy e mais de 80 músicas nas paradas ao longo da carreira, o rapper assina hits como “SICKO MODE”, “goosebumps”, “FE!N”, “HIGHEST IN THE ROOM” e “Antidote”. The Killers chega com outro repertório de dimensão global: mais de 25 milhões de álbuns vendidos. Da estreia com o álbum Hot Fuss (2004), que trouxe “Mr. Brightside” e “Somebody Told Me”, vieram ainda lançamentos como “When You Were Young”, “Read My Mind” e “Human”, que ajudaram a consolidar o sucesso da banda entre diferentes gerações de fãs.

Charli xcx chega ao Lollapalooza Brasil como uma das artistas que ajudaram a redefinir os rumos do pop contemporâneo. Marcada pela reinvenção e pelo trânsito entre o experimental e o mainstream, sua trajetória ganhou uma nova dimensão com “BRAT” (2024), trabalho que lhe rendeu múltiplos BRIT Awards e Grammys. Em 2026, a artista iniciou um novo capítulo de sua produção musical com os álbuns “Wuthering Heights” e “Music, Fashion, Film”.  

As guitarras ganham espaço em diferentes gerações. O Queens of the Stone Age carrega uma história que passa por “Songs for the Deaf”, álbum que ampliou o alcance da banda com faixas como “No One Knows” e “Go with the Flow”, e por “…Like Clockwork”, primeiro trabalho do grupo a chegar ao topo da Billboard 200. The Neighbourhood, por sua vez, chega com (((ultraSOUND))), álbum que marca uma nova era para a banda californiana. Já Sombr faz sua estreia no Brasil em um momento de grande projeção internacional. Responsável pela composição de todas as suas músicas, o artista lançou seu primeiro álbum, “I Barely Know Her”, e começou 2026 com uma indicação ao Grammy de Artista Revelação. 

Estreias no Brasil ampliam a vocação do festival para descobertas 

O Lolla BR mantém uma tradição que atravessa sua história: receber atrações que sobem aos palcos brasileiros pela primeira vez. Nesta edição, 16 nomes fazem sua estreia no país. Entre eles está o Fontaines D.C., que apresenta uma nova fase da carreira com Dopamine Chamber, álbum com lançamento previsto para este mês. ADÉLA vive um momento de destaque com o álbum “PRIMA”, que traz faixas como “Ain’t In LA” e “Nicole Kidman”. Outro encontro inédito será o TOMORA, projeto que reúne a experiência de Tom Rowlands à voz de AURORA. Os venezuelanos do RAWAYANA levam ao festival sua mistura de ritmos caribenhos, funk, reggae, soul, house e rock, enquanto o The Avalanches desembarca com quase três décadas de experimentação entre samples e produção eletrônica. 

Entre os representantes de uma nova geração de compositores está Malcolm Todd, que soma mais de 39 milhões de ouvintes mensais no Spotify. Dominic Fike mistura hip hop, rock, pop, R&B e música alternativa e acumula sucessos como “Babydoll”, “3 Nights” e “White Keys”. Julia Wolf apresenta “PRESSURE” (2025), em que mistura emo-pop a influências de hardcore, metal e electropop. Em carreira solo, Violet Grohl aterrissa em São Paulo com “Be Sweet To Me”, seu primeiro álbum, que transita entre referências do trip hop, new wave, black metal, grunge, shoegaze e slowcore. Mike D 5D, por sua vez, faz sua estreia solo no país em uma apresentação marcada por influências do punk, hip hop e reggae. 

A banda americana Die Spitz traz “Something to Consume”, primeiro álbum do quarteto, marcado pela mistura de punk, hardcore, metal, grunge e rock alternativo. A experimentação continua com o duo canadense Angine de Poitrine, que constrói seu som a partir de grooves pulsantes e de uma guitarra microtonal de dois braços. Na música eletrônica, as estreias passam por diferentes vertentes da cena atual: a australiana Ninajirachi vem de três ARIA Awards conquistados com o álbum “I Love My Computer”; Snow Strippers cruza EDM, trance e witch house; e Marlon Hoffstadt leva a Interlagos a sonoridade que o projetou na cena eletrônica de Berlim.

Diferentes gêneros ganham espaço no line-up do Lollapalooza Brasil 2027

No pop, RAYE vive uma nova fase da carreira com THIS MUSIC MAY CONTAIN HOPE., trabalho que sucede hits como “PRADA” e “Escapism.” e traz faixas como “WHERE IS MY HUSBAND!”. Lola Young atravessa um momento de projeção internacional após “Messy” render à artista o Grammy de Melhor Performance Pop Solo, enquanto Slayyyter explora a mistura entre punk, pop e rap em seu terceiro álbum, WOR$T GIRL IN AMERICA. SANTOS BRAVOS leva ao festival uma nova geração do pop latino, reunindo integrantes do México, Brasil, Peru, Porto Rico e Estados Unidos. O grupo lançou em 2026 o EP de estreia, DUAL, e ultrapassou 1,5 milhão de streams diários nas plataformas digitais. O rock ganha espaço com Cage the Elephant, que soma mais de 10 bilhões de streams e dois Grammys de Melhor Álbum de Rock, conquistados por Tell Me I’m Pretty e Social Cues. Entre outras sonoridades, Leon Bridges transita pelo soul e R&B tradicional. Formado no Brooklyn, o rock do Geese se destaca por faixas como “Au Pays du Cocaine”, “Cobra” e “Taxes” e conta com apresentações ao vivo hipnotizantes.  

Na eletrônica, diferentes vertentes dividem espaço. Boy Harsher mistura darkwave, industrial e música eletrônica em uma sonoridade própria, lapidada ao longo de mais de uma década; Four Tet incorpora à eletrônica influências de jazz, folk e hip hop; Sammy Virji transita pelo UK garage, bassline, house e reggae; Mind Enterprises transformou vídeos lo-fi gravados em uma cozinha de Barcelona em uma audiência internacional; Carlita soma mais de 300 milhões de streams com Sentimental, seu álbum de estreia, e mistura instrumentos ao vivo e eletrônicos em produções que combinam referências da psicodelia turca ao rock;  Boys Noize cruza techno, house e electro em uma carreira que inclui produções para Lady Gaga, A$AP Rocky e Frank Ocean; Make U Sweat, conhecidos pelas suas versões em house music de clássicos brasileiros; e Midnight Generation que mistura disco, música eletrônica e pop.  

A programação também traz David Guetta, um dos nomes mais populares da música eletrônica mundial. São mais de 80 milhões de ouvintes mensais no Spotify, 50 bilhões de streams somados em diferentes plataformas, incontáveis prêmios, incluindo dois Grammys e 15 indicações à premiação. Ele é um dos DJs mais ouvidos do Spotify e foi eleito pela quinta vez o melhor DJ do mundo no ranking Top 100 da DJ Mag. Parte desse alcance vem de sucessos como “I’m Good (Blue)”, “Hey Mama” e “Titanium”, que ultrapassam, cada um, a marca de 3 bilhões de streams. Enquanto isso, a banda britânica The Prodigy apresenta Interlagos uma história de 35 anos construída a partir de uma mistura de música eletrônica, atitude punk e apresentações de alta intensidade. O show no país acontece em um ano simbólico para o grupo: três décadas depois do lançamento de “The Fat of the Land”, um dos maiores álbuns da banda. 

A música brasileira no centro da programação 

Desde a primeira edição no país, o Lollapalooza Brasil incorporou a música e a cultura brasileiras à sua identidade, reunindo em seus palcos diferentes gerações, cenas e movimentos que ajudam a contar a história da produção musical nacional. Na edição que celebra os 15 anos do festival no Brasil, essa presença ganha mais um capítulo com um recorte que evidencia a pluralidade da música brasileira. Criolo, Amaro Freitas e Dino d’Santiago se encontram em um projeto nascido da amizade e das trocas entre os três, misturando rap, MPB, jazz, morna e funaná. O line-up percorre outras cenas: ao longo de mais de duas décadas de carreira, o El Efecto explora diferentes sonoridades e formatos em suas composições; Rakta sobrepõe ritmos e sons em apresentações envolventes; e a catïça, banda de punk metal de Londrina, mistura punk, hardcore e metal em um trabalho marcado por letras ácidas e irônicas sobre o cotidiano urbano. 

O peso das guitarras aparece ainda com Nação Zumbi, que leva ao festival um rock construído a partir do encontro entre o pós-punk e o samba-reggae, combinação que marcou o surgimento da banda no Recife no início dos anos 1990; o hardcore brasileiro do Budang e com Zépelim e o Sopro do Cão, grupo paraibano que combina hardcore e punk a influências de ska e rap; Deafkids parte do punk para incorporar elementos da música eletrônica e experimental, dub, noise, psicodelia e ritmos brasileiros e latinos. A diversidade regional atravessa toda a programação. A maranhense Núbia parte do reggae de São Luís e amplia sua sonoridade com influências de blues, jazz, soul, ritmos afro-caribenhos e música brasileira. O Seu Pereira e Coletivo 401 nasceu em João Pessoa e desenvolveu uma sonoridade plural, acompanhada por letras que lançam um olhar atento sobre a vida cotidiana. BUHR nasceu na Bahia e cresceu em Recife, onde iniciou sua trajetória. Cantora, compositora e percussionista, construiu uma sonoridade que transita entre MPB, rock e manguebeat. Também a partir do Nordeste, Luana Flores une música eletrônica aos ritmos da cultura popular nordestina.  

Já Rodrigo Amarante integrou Los Hermanos, Orquestra Imperial e o Little Joy antes de seguir em carreira solo, na qual lançou Cavalo e Drama e assinou “Tuyo”, música-tema da série Narcos. A programação percorre ainda outras gerações da composição brasileira. Bebé, descoberta aos 11 anos por Jô Soares, lançou, em 2026, seu terceiro disco, Dissolução. Esse recorte ganha ainda novas vozes com o paulistano Joaquim, que estreou em 2025 com Varanda dos Palpites, e a paranaense Majis, que transita entre rap, R&B e soul. Clarissa parte do indie pop e ganhou projeção com “nada contra (ciúme)”, faixa que ultrapassa 50 milhões de plays no Spotify. Ciça Moreira leva ao festival um trabalho autoral ligado ao rock, e Grag Queen transita entre disco music, soul e pop contemporâneo. 

A cena eletrônica brasileira ganha força com Mochakk, DJ e produtor que construiu uma identidade própria ao transitar entre house clássico, tech-house e techno, incorporando ainda referências do rap brasileiro, do hip hop americano e de ritmos latinos; Cat Dealers, soma mais de 1 bilhão de streams e hits como “Your Body”, “Gravity” e “Gone Too Long”, além de remixes oficiais de faixas como “Boa Sorte”, de Vanessa da Mata, e “Oh! Chuva”, do Falamansa; FEZZO conta com influências que vão do Tech House ao Techno; Fernanda Martins explora do techno ao hard techno; Marina Diniz mistura house, disco, referências dos anos 80 e ritmos brasileiros; Mary Olivetti combina house, disco, boogie e grooves com influências brasileiras; e Kenya20Hz aproxima experimentação, tecnologia e ancestralidade. A lista inclui ainda Psilosamples, Acid Asian, Clementaum e Real No Ficcíon, três projetos com diferentes abordagens para a música de pista, enquanto o duo mineiro Paira mistura guitarras com drum & bass, breakcore e UK garage, e Carola & Curol dividem o palco em um encontro entre percussões ancestrais, grooves orgânicos e diferentes vertentes da produção eletrônica. 

A música urbana também marca presença com o BRIME!!, formado por CESRV, Febem e Fleezus, que une o grime britânico a referências das ruas brasileiras. O funk atravessa esse recorte com DJ RaMeMes, produtor conhecido por sets acelerados e por trabalhos com nomes como Pabllo Vittar; e com o Weird Baile, coletivo que distorce estruturas tradicionais do gênero com samples, graves saturados e percussões. DJ Tamy leva a black music carioca para esse encontro. 

Ingressos para viver os 15 anos do Lollapalooza Brasil já estão à venda 

Os ingressos para o Lollapalooza Brasil 2027 estão à venda. O Lolla Pass  garante acesso aos três dias de festival e está disponível nos setores Lolla Pista, Lolla Comfort by Bradesco e Lolla Lounge by Vivo. Os valores variam conforme o setor, o lote vigente e a modalidade escolhida: inteira, meia-entrada ou entrada social. Os ingressos estão disponíveis a partir de parcelas mensais nos cartões de crédito Bradesco, next, Bradescard e Digio, de todas as bandeiras, nos valores de R$ 99,96 para o Lolla Pista, R$ 204,94 para o Lolla Comfort by Bradesco e R$ 351,96 para o Lolla Lounge by Vivo. 

Os preços informados acima para os três setores consideram o desconto máximo oferecido pelo festival quando parcelado em 10x sem juros, considerando o valor de segundo lote, para pessoas com direito à meia-entrada que realizarem a compra na bilheteria física oficial com cartões de crédito e débito Bradesco, Bradescard, next e Digio elegíveis. Nas compras online, exclusivamente pelo site oficial, incide taxa de serviço. Os preços variam conforme o lote e a modalidade de ingresso (entrada social, meia-entrada ou inteira). Clientes Bradesco podem parcelar em até 10x sem juros, enquanto o público geral pode pagar em até 3x sem juros ou de 4x a 8x com juros. O parcelamento com juros está disponível apenas para compras online. 

A entrada social é destinada a todo o público e oferece 45% de desconto mediante doação automática de R$ 20 para instituições parceiras do festival. A meia-entrada é válida para os públicos previstos em lei, mediante comprovação do benefício.  

A classificação etária do evento é de 16 (dezesseis) anos. A entrada de menores de 16 (dezesseis) anos será permitida desde que estejam acompanhados pelos pais ou por pessoa maior de 18 (dezoito) anos, que deverá portar “Termo de responsabilidade do acompanhante” que estará disponível no link “Informações sobre menores”, no site de compras do Lollapalooza Brasil 2027, acompanhado de cópia do documento de identificação do pai, mãe ou representante legal. Esta determinação, assim como a classificação etária, está sujeita a alteração nos termos do Alvará. No Lolla Lounge não será permitida a entrada de menores de 18 (dezoito) anos desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. 

O line-up está sujeito a alterações, conforme Termos e Condições do evento. 

Clientes Bradesco têm vantagens exclusivas na venda de ingressos para o festival  

O patrocinador máster e meio de pagamento oficial do evento, também garante vantagens exclusivas para os clientes do banco: 15% de desconto no valor do ingresso e parcelamento em até 10x sem juros. Vale ressaltar que o desconto de 15% é cumulativo nas opções de Meia-Entrada e Entrada Social. Benefícios disponíveis para clientes pessoa física dos cartões de crédito Bradesco, next, Bradescard e Digio, de todas as bandeiras. O benefício também é válido para os cartões de débito Bradesco, next e Digio, apenas na modalidade à vista e nas compras realizadas na bilheteria oficial.   

Ticketmaster Brasil fará toda a operação de venda de ingressos  

A Ticketmaster Brasil, parceira oficial do festival, será responsável por toda a operação de venda de ingressos do Lollapalooza Brasil 2027. As vendas online acontecerão exclusivamente no site oficial da Ticketmaster com cobrança de taxa de serviço de 20%. Haverá também uma bilheteria física da Ticketmaster Brasil onde os interessados poderão adquirir seus ingressos isentos de cobrança de taxa de serviço. 

Endereço: Shopping Ibirapuera: Av. Ibirapuera, 3103 – Indianópolis, São Paulo – SP, 04029-902 

Bilheteria Ticketmaster – Piso: Jurupis (subsolo)   

Horários de funcionamento:   

Terça a sábado: das 10h às 22h | Domingos e feriados das 14h às 20h   

O festival reforça a informação de seu canal de vendas oficial e alerta o público para sites fraudulentos que tentam se aproveitar dos fãs. 

Para outras informações e atualizações, siga o Lollapalooza Brasil: Instagram e Twitter: @lollapaloozabr    

Wikimetal e Move Concerts anunciam ‘Iron Maiden Week’ em São Paulo

Site especializado e promotora da ‘Run For Your Lives Tour’ no Brasil oferecem experiência em bares com brindes e sorteio de ingressos

A promotora de eventos Move Concerts, responsável pela turnê Run For Your Lives Tour no Brasil, em parceria com o Wikimetal, maior portal de conteúdo próprio do segmento de heavy metal, irão realizar um grande encontro de fãs do Iron Maiden em São Paulo.

Entre os dias 7/10 e 12/10, bares selecionados de São Paulo serão palcos da ação que proporcionará uma experiência única com música, drinks especiais, brindes exclusivos e sorteio de ingressos. Os eventos acontecerão de acordo com o horário e regras de funcionamento dos bares participantes: Manifesto Bar, The Metal Bar, The Cave, Galeria do Rock e Rooftop Galeria do Rock. Mais informações estão ao final da newsletter.

Encontro com fãs, brindes, sorteio de ingressos e drinks temáticos do Iron Maiden

O momento marcará um encontro único, em que os fãs poderão assistir vídeos, trocar experiências, apresentar itens raros da coleção, fazer novas amizades e brindar o retorno de uma das maiores bandas de heavy metal da história com drinks temáticos elaborados por cada um dos bares participantes. Além de ganhar brindes exclusivos, o público irá concorrer ao sorteio de ingressos para o show do Iron Maiden no dia 27 de outubro, em São Paulo, no Nubank Parque.

A iniciativa promove o retorno do Iron Maiden ao Brasil com  a ‘Run For Your Lives Tour’. A banda britânica se apresenta no Nubank Parque, nos dias 25 e 27 de outubro, e na Arena da Baixada em Curitiba, no dia 28, e terá o Alter Bridge como banda convidada de abertura – últimos ingressos disponíveis à venda no site da Livepass

Essa é a última oportunidade de ver o Iron Maiden ao vivo durante um bom tempo, a banda entrará em uma pausa logo em seguida que deve durar até 2028. “Esses serão os shows finais de uma turnê de dois anos e a última chance para os fãs do mundo todo presenciarem a produção de última geração que acompanha o repertório único, com músicas dos nove primeiros álbuns da banda”, comunicou o grupo.

A ação acontecerá nos bares abaixo (consulte mais informações na rede social de cada estabelecimento):

Manifesto Bar
Endereço: R. Ramos Batista, 207 – Vila Olímpia
Mais informações: https://www.instagram.com/manifestobar

The Metal Bar
Endereço: R. Artur de Azevedo, 637 – Cerqueira César 
Mais informações: https://www.instagram.com/themetal.bar/

The Cave Galeria do Rock
Endereço: Av. São João, 439 – Subsolo – Lj 2 – República
Mais informações: https://www.instagram.com/thecavegaleriadorock/

Rooftop Galeria do Rock
Endereço: Av. São João, 439 – República 
Mais informações: https://www.instagram.com/rooftopgaleriadorock/

“Caóticas Palavras”: Novo álbum d’O Preço aborda conflitos do mundo contemporâneo

A banda paulista O Preço lançou nesta segunda-feira (5) o álbum “Caóticas Palavras”, com 14 faixas sobre questões sociais e políticas da atualidade. Formado em 2019, O Preço é liderado por Christian Targa (voz e guitarra), conhecido como Gordo, um dos fundadores do Blind Pigs. Atualmente o grupo é composto ainda por Paulo Polin (guitarra e voz), Adriano Parussulo (baixo e voz) e Glauco Fornãs (bateria).

Foto: Mazzei

Segundo Christian Targa, as músicas do novo disco giram em torno dos problemas do mundo moderno marcado por “um presente tecnológico cheio de armas, mentiras e revoltas, guerras, promessas de lucro fácil, IA etc.” A proposta também aparece na capa, assinada pelo artista indonésio Lowskill, que já trabalhou com nomes como Guns N’ Roses, Blink-182, Off! e NOFX. “Foi um privilégio contar com ele nesse trabalho”, diz.

“Caóticas Palavras”, segundo álbum d’O Preço, foi produzido pelo próprio Christian Targa em parceria com Átila Ardanuy no estúdio Bavini em São Paulo. Para o vocalista, o processo representou uma evolução em relação aos trabalhos anteriores, sem abandonar a identidade construída pelo grupo. “O novo álbum deu um salto em todos os sentidos sem perder o já conhecido estilo, desde a composição, os ensaios, os arranjos e dedicação de todos, tudo num geral evoluiu muito do primeiro disco pra cá e tudo reflete numa melhor produção/sonoridade.”

A masterização foi realizada nos Estados Unidos por Dan Randall, do Mammoth Sound. “Randall fez um trabalho maravilhoso com nossa mixagem. O disco soa gringo”, revela Paulo Polin, que diz estar vivendo um grande momento na carreira. “Tem sido uma experiência incrível tocar n’O Preço, ao lado dessa lenda do punk nacional, o Christian Targa. Estou aprendendo muito, principalmente nas sessões de gravação do novo álbum, um nível de produção altíssimo! O Christian e o Átila Ardanuy produziram o melhor trabalho que já gravei em toda minha vida”.

O disco também conta com a participação do rapper Bocão DRR (Ex-Dmenos Crime) na faixa “O Ska é a Munição”, e do Surf Aliens em “Cara Planilha”.

Arte: Lowskill

Na formação atual, O Preço reúne músicos com passagens por diferentes grupos da cena punk rock paulistana. Segundo Glauco Fornãs, a experiência dos integrantes contribui para a construção da identidade da banda. “O Gordo é uma fábrica de hits desde os tempos do Blind Pigs, as top 10 são dele ou são junto com ele, então acho que somado a um time experiente de músicos que vieram de outras bandas como Sandinistas, Bad Flip, Dance of Days / Faca Preta, as coisas ficam mais fluidas e mais fortes, mais bem executadas”, garante o baterista. O Preço se define como um quarteto de punk rock direto ligado à realidade paulistana. Para Christian, “O Preço é movido a fúria e revolta em punho e passou por algumas formações até chegarmos nesse grande time, com músicos experientes, com muito talento, disposição, interesse e dedicação”.

Além do lançamento nas principais plataformas digitais, “Caóticas Palavras” ganha edição física em LP branco e capa em formato gatefold por meio dos selos Neves Records, TGR Sounds e Detona Records. A festa de lançamento do disco acontece em 17/10 no Fenda 315 em São Paulo.

Ouça o single “Desumano Não” 

Ouça “Caóticas Palavras” no seu tocador favorito:
https://ditto.fm/caoticas-palavras

Vá ao show de lançamento (17/10):
https://www.sympla.com.br/evento/show-o-preco—lancamento-do-novo-album/3602715

Entre em contato com os selos para garantir a sua cópia do disco:
https://nevesrecords.com.br // https://www.tgrsounds.com // https://detonarecords.lojaintegrada.com.br

Fabiano Negri & Bebê Diabo mergulham nas trevas do heavy metal clássico em “The Lord’s Curse”

Novo álbum transforma destruição humana, desespero e morte em uma experiência sombria e cinematográfica, construída sobre as raízes de Iron Maiden, Judas Priest e Black Sabbath

​Após mais de três décadas dedicadas à música, Fabiano Negri apresenta The Lord’s Curse, novo álbum lançado ao lado de sua banda, a Bebê Diabo. Com oito faixas inéditas, o trabalho parte das raízes do heavy metal clássico e explora temas como guerra, decadência, manipulação, desesperança e a fragilidade da condição humana.

Ouça The Lord’s Curse em todas plataformas digitais​
​https://distrokid.com/hyperfollow/fabianonegri/the-lords-curse

O lançamento foi antecedido por três singles: “Highlands”, “Greetings From Sadness”, ambos com seus respectivos videoclipes, e “Flying Towards The End”. Assim, as músicas apresentaram diferentes aspectos da proposta do novo álbum antes de sua chegada completa ao público. Ao mesmo tempo, já demonstravam a atual fase mais pesada do músico.​

Natural de Campinas (SP), Fabiano construiu uma trajetória que atravessa diferentes vertentes da música pesada. Ao longo desse percurso, o músico passou por bandas como Rei Lagarto, Dusty Old Fingers e Unsuspected Soul Band. Paralelamente, desenvolveu uma extensa carreira solo como cantor, compositor, multi-instrumentista, produtor e professor.​

Ao longo de sua longeva carreira, essa trajetória foi marcada pela busca constante por novas possibilidades dentro do hard rock e, agora, do heavy metal. Nesse contexto, The Lord’s Curse sucede ZebathY (2022), Mysteries the Night Hides (2023) e The Outlaw’s Journey (2025). Os três trabalhos foram totalmente dedicados ao metal clássico e, juntos, representam diferentes etapas dessa desenvoltura musical.​

Para o novo álbum, Fabiano voltou sua atenção às referências fundamentais do heavy metal. Entre elas estão os três primeiros trabalhos do Iron Maiden, a fase setentista do Judas Priest e elementos do Black Sabbath. São influências que sempre o acompanharam e que, agora, ganham novas formas dentro das composições.​

“Esse novo álbum nasceu da ideia de revisitar o heavy metal oitentista sem reproduzir seus clichês. Quisemos criar músicas rápidas, pesadas e atmosféricas, sempre com uma sensação constante de tensão. É um disco profundamente pessimista, um reflexo do mundo em que vivemos”, explica o músico.​

A produção também acompanha essa proposta. Em vez de estabelecer uma única abordagem para todas as faixas, Fabiano trabalhou diferentes possibilidades de produção e mixagem. Dessa maneira, cada escolha foi pensada de acordo com as características de cada composição.​

“Eu tentei construir a sonoridade que cada música merecia, na minha visão. Então, existem coisas muito limpas e convencionais em termos de produção e mixagem, e outras propositalmente feitas para gerar uma sensação de incômodo no ouvinte”, comenta.​

Embora não seja um álbum conceitual, o álbum apresenta conexões entre suas músicas. Em especial, “The Lord’s Curse”, “You’ll See The Light of the Morning Star” e “The Fisherman”, quando ouvidas em sequência, formam uma história completa.​

“É um álbum, até certo ponto, conceitual, mas não em ordem de pensamentos ou cronologia. As músicas estão interligadas de alguma forma. E essas três, se ouvidas na ordem, contam uma história completa, que muita gente conhece, mas que eu abordo de uma maneira mais humana e real. Resumindo: é só trevas, desespero e morte (risos)”, finaliza Negri.​

O álbum também apresenta a nova configuração da banda como quarteto, com Fabiano Negri (vocais e guitarra), Igor Russo (guitarra), Ian Absurd (baixo) e Pedro Quintans (bateria).​

Além de The Lord’s Curse, 2026 marca outro momento importante na carreira de Fabiano. O músico também assumiu os vocais do Tracy G. Group, novo projeto do guitarrista norte-americano Tracy G., conhecido por sua passagem pela banda de Ronnie James Dio entre 1993 e 1999. O primeiro single da parceria, “Human Reptile”, foi lançado em setembro e, agora, antecede o álbum MAKKINAGEDOOM, previsto para o final de outubro.​

Com The Lord’s Curse, Fabiano Negri & Bebê Diabo ampliam uma trajetória construída ao longo de décadas. O álbum utiliza referências fundamentais do heavy metal como ponto de partida para novas composições e, ao mesmo tempo, desenvolve uma abordagem própria sobre os aspectos mais sombrios da condição humana.​

FABIANO NEGRIO NAS REDES:
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Bandcamp: https://fabianonegri.bandcamp.com

Melômano Discos apresenta Lucifer III em edição especial de vinil splatter

Edição limitada a 300 cópias de “Lucifer III”, terceiro álbum de um dos nomes de destaque da atual geração do rock pesado

A Melômano Discos apresenta uma edição especial de “Lucifer III”, terceiro álbum de estúdio do Lucifer, um dos nomes de destaque da atual geração do rock pesado que resgata com personalidade a atmosfera, a sonoridade e a estética do hard rock e do heavy rock dos anos 1970. Para esta edição, o álbum chega em vinil splatter, em uma prensagem limitada a apenas 300 cópias.
 
Lançado originalmente em 2020 pela Century Media, “Lucifer III” representa um momento fundamental na trajetória do Lucifer e consolida a identidade construída pela banda ao longo de seus primeiros trabalhos. O álbum reúne nove faixas, apresentando uma combinação de hard rock setentista, heavy rock, doom, psicodelia e uma forte atmosfera ligada ao horror, ao ocultismo e ao imaginário sombrio.
 
Formado originalmente em Berlim, em 2014, o Lucifer surgiu sob a liderança da vocalista Johanna Sadonis e rapidamente chamou atenção por sua combinação de doom, heavy rock e referências ao hard rock clássico. Depois de “Lucifer” (2015) e “Lucifer II” (2018), a banda chegou a “Lucifer III” em uma formação e direção musical mais consolidadas. A formação associada ao álbum conta com Johanna Sadonis nos vocais, Martin Nordin e Linus Björklund nas guitarras, Harald Göthblad no baixo e Nicke Andersson na bateria. Andersson, conhecido por seu trabalho com Entombed, The Hellacopters e Imperial State Electric, também participou diretamente da composição, produção, gravação e mixagem do álbum ao lado de Johanna. A parceria se tornou fundamental para a identidade do Lucifer a partir de “Lucifer II” e ganhou ainda mais força em “Lucifer III”, que foi produzido e gravado no Honk Palace, estúdio instalado na residência de Johanna e Nicke, nos arredores de Estocolmo.
 
O repertório começa com “Ghosts”, faixa escolhida como primeiro single e uma das primeiras compostas para “Lucifer III”, que já vinha sendo apresentada ao vivo antes do lançamento. “Midnight Phantom”, que explora uma atmosfera mais sombria e cadenciada, foi escolhida como segundo single e videoclipe, enquanto “Leather Demon” mergulha mais profundamente no universo sobrenatural associado ao Lucifer e também ganhou um videoclipe. A sequência do álbum apresenta “Lucifer”, “Pacific Blues”, “Coffin Fever”, “Flanked By Snakes”, “Stay Astray” e “Cemetery Eyes”, encerrando o trabalho com uma composição mais longa e atmosférica. Entre os principais temas presentes nas letras estão morte, luto, fantasmas, horror, solidão, desejo, anjos caídos e referências bíblicas, elementos que reforçam a personalidade sombria da banda.
 
A identidade visual de Lucifer III também ocupa papel importante no projeto. A capa foi criada pelo artista britânico Graham Humphreys, conhecido por seu trabalho relacionado ao cinema de horror. Curiosamente, “Lucifer III” chegou ao público em 20 de março de 2020, em um período conturbado para a indústria musical. O lançamento coincidiu com o início da pandemia de Covid-19, que provocou o cancelamento e o adiamento de shows e turnês em diversos países. A banda tinha planos para apresentações relacionadas ao lançamento, mas precisou adaptar sua divulgação diante das restrições impostas naquele período.


 
Para adquirir a sua cópia, acesse:
https://melomano.com.br/search/?q=Lucifer%2BIII&mpage=2
 
Instagram:
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https://www.instagram.com/lucifertheband

Noturnall se apresenta no Sesc Belenzinho em 17 de outubro após shows no Rock in Rio e com Sonata Arctica

Banda realiza uma das últimas apresentações da Cosmic World Tour e se prepara para gravar seu próximo álbum em 2027

O Noturnall dá continuidade à sua bem-sucedida Cosmic World Tour com um show especial no Sesc Belenzinho, em São Paulo, no dia 17 de outubro, sábado, às 20h. A apresentação acontece na Comedoria da unidade, após os shows no Rock in Rio, ao lado de Russell Allen, vocalista do Symphony X, e com o Sonata Arctica, em 3 de outubro, na Audio. Aclamadas pelo público e pela crítica, essas apresentações seguem consolidando o Noturnall como um dos grandes expoentes do heavy metal brasileiro no cenário internacional.

O show no Sesc integra a etapa final da turnê dedicada ao álbum “Cosmic Redemption”, que já ultrapassou 150 apresentações em cinco continentes. Com mais datas previstas no Nordeste em novembro, o grupo se aproxima do encerramento desse ciclo e se prepara para entrar em estúdio em 2027 para gravar seu próximo disco.

A agenda recente também marcou o reencontro com Russell Allen, que dividiu o palco Global Village do Rock in Rio com a banda em 5 de setembro. Na véspera, os músicos se apresentaram na School of Rock Pinheiros, em um show comemorativo dos 13 anos do Noturnall, com participação de Fernando Quesada, um de seus fundadores. A colaboração com Allen remonta ao primeiro álbum do grupo, lançado em 2014, no qual o cantor participou da faixa “Nocturnal Human Side”.

Lançado em 2023, “Cosmic Redemption” é o quarto álbum de estúdio do Noturnall e reúne participações de Ney Matogrosso, Mike Portnoy, David Ellefson e Michael Romeo. Sua divulgação levou a banda a uma extensa agenda internacional, incluindo apresentações pela Europa, Ásia, Oceania e Brasil ao lado de Paul Di’Anno, ex-vocalista do Iron Maiden. Essa experiência também deu origem a “Cosmic Live Tour”, álbum quádruplo ao vivo lançado em 2024, acompanhado de registros em vídeo de shows na Rússia e no Brasil.

Formado por Thiago Bianchi no vocal, Guilherme Torres na guitarra, Saulo Xakol no baixo e Henrique Pucci na bateria, o Noturnall combina heavy metal, elementos progressivos e melodias vocais. No Sesc Belenzinho, o repertório reunirá músicas de “Cosmic Redemption” e destaques de sua trajetória, em uma apresentação com duração prevista de 90 minutos. Os ingressos são comercializados pelo portal do Sesc e nas bilheterias da rede, com venda presencial a partir de 7 de outubro, às 17h.

Serviço
Noturnall — Cosmic World Tour
Data: 17 de outubro de 2026, sábado
Horário: 20h
Local: Sesc Belenzinho — Comedoria
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000 — Belenzinho, São Paulo/SP
Duração: 90 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
Ingressos: site do Sesc e bilheterias da rede
Venda presencial: a partir de 7 de outubro, às 17h
Limite: dois ingressos por pessoa

Informações e ingressos:
https://www.sescsp.org.br/programacao/noturnall-4

Armadilha ultrapassa fronteiras do Heavy Metal em novo álbum, “Além do Limite Astral”

Produzido por Val Santos, novo trabalho celebra a história do metal brasileiro e fortalece a conexão da banda com a cena latino-americana

O Armadilha apresenta um novo capítulo de sua trajetória com “Além do Limite Astral”, álbum que já está disponível nas plataformas digitais e também ganhou edição especial em CD pela gravadora carioca Dies Irae Records. Com nove faixas em seu repertório principal, além de uma releitura e três bônus, o trabalho reafirma as raízes da banda no Heavy Metal tradicional enquanto amplia seu diálogo com a história e a cena metálica latino-americana.

Produzido, mixado e masterizado por Val Santos, nome de longa trajetória no Heavy Metal brasileiro, “Além do Limite Astral” foi construído para preservar uma sonoridade pesada e orgânica. O resultado marca um novo momento para o grupo formado por Pedro Zupo (vocais), Denys Garcia (guitarra), Gregório Bondezam (guitarra), Pedro Cavichiollo (baixo) e Marcelo S.O.S. (bateria).

Mais do que olhar apenas para o presente, o Armadilha utiliza o novo disco para reconhecer suas origens e aqueles que ajudaram a construir a cultura da qual faz parte. Um dos exemplos mais representativos dessa proposta está em “Velhos e Eternos”, homenagem aos pioneiros e personagens que ajudaram a escrever a história do Heavy Metal nacional.

A música ganhou um videoclipe que reúne nomes de diferentes gerações da cena brasileira, entre eles Andreas Kisser, Kim Kehl, Roosevelt Bala, Nelson Fonte, Cachorrão, Roger Vilaplana, Paulão Thomaz, Junior Muzzilli, Ivan Martins, China Lee, Paulo Rossi, Walcyr Chalas, Flavio Ferb, Renato Trevas, Mario Pastore, Zhema e Val Santos, além de prestar homenagem a Renato RT (in memoriam).

Assista “Velhos e Eternos”:
https://www.youtube.com/watch?v=zRC_O7h6DOY

“Velhos e Eternos” nasceu justamente da intenção de reconhecer aqueles que abriram caminhos e contribuíram para que novas gerações pudessem continuar fazendo e vivendo Heavy Metal no Brasil.

Se essa faixa volta os olhos para a história brasileira, “Hermandad de Acero” expande a proposta para além das fronteiras do país. A composição reúne músicos de diferentes lugares da América Latina em uma celebração da união construída pelo Heavy Metal no continente.

A ideia está diretamente ligada à participação do Armadilha no movimento N.L.H.M.L.A. (Nova Linha do Heavy Metal Latino-Americano), iniciativa que busca aproximar bandas e fortalecer a circulação e a valorização da produção metálica da região.

Esse diálogo entre passado, presente e identidade atravessa “Além do Limite Astral”. Faixas como “Sangue por Sangue”, “Ataque”, “Erga Seus Punhos ou Baixe Sua Voz” e “Xeque Mate” dividem espaço com a faixa-título e ajudam a construir um trabalho que parte das bases do Heavy Metal tradicional sem se limitar a uma simples reprodução de suas referências.

O álbum também traz “Headbanger (Avenger)” e encerra seu repertório principal com uma versão de “Born In The Streets”, do Hirax. A edição conta ainda com as faixas bônus “Devil On My Roof”, “Motin En Occidente” e “500 Años de Que?”.

A identidade do projeto vai além das músicas. Toda a concepção visual de “Além do Limite Astral”, incluindo a capa e o slipcase, foi desenvolvida pelo próprio vocalista Pedro Zupo, reforçando o caráter autoral do álbum e a participação direta dos integrantes em diferentes aspectos de sua criação.

Para os colecionadores, “Além do Limite Astral” também está disponível em edição especial em CD pela Dies Irae Records, com slipcase, pôster, adesivo e booklet de 16 páginas, trazendo letras e fotografias inéditas.

Com “Além do Limite Astral”, o Armadilha não apenas acrescenta um novo trabalho à sua discografia. A banda transforma suas próprias referências em uma declaração de pertencimento a uma cultura construída por diferentes gerações — e que, para o grupo, não termina nas fronteiras brasileiras – o vocalista Pedro Zupo está neste momento, na Europa, negociando shows e participações em festivais no velho continente.

Tracklist — “Além do Limite Astral”:
1.Além do Limite Astral
2.Sangue por Sangue
3.Velhos e Eternos
4.Ataque
5.Hermandad de Acero
6.Headbanger (Avenger)
7.Erga Seus Punhos ou Baixe Sua Voz
8.Xeque Mate
9.Born In The Streets (Hirax Cover)

Bonus tracks:
10. Devil On My Roof (Vulcano cover)
11. Motin En Occidente (Arkangel cover)
12. 500 Años de Que? (Tren Loco cover)

Ouça “Além do Limite Astral”:
https://open.spotify.com/intl-pt/album/3dvzRNXT8WTPjGySk1w4RN?si=b0NXjoxhS9We_LU8jTti9Q

Adquira o CD:
order@diesirae.com.br

O Armadilha é Pedro Zupo (vocais), Denys Garcia (guitarra), Gregório Bondezam (guitarra), Pedro Cavichiollo (baixo) e Marcelo S.O.S. (bateria).

Acompanhe o Armadilha:
https://www.instagram.com/armadilhaheavymetal   
https://www.facebook.com/armadilha.heavymetal

Critical Fear lança single e clipe ‘Age of Darkness’

Crédito: Letícia Luz

Banda paulista de thrash metal apresenta faixa que aborda os assírios e antecipa terceiro álbum, com lançamento pela Hammerheart Records

O Critical Fear apresenta o single e clipe “Age of Darkness”, faixa que integra o repertório do terceiro álbum da banda paulista de thrash metal, com lançamento mundial marcado para 11 de dezembro pela gravadora holandesa Hammerheart Records. O trabalho estará disponível em CD, vinil e plataformas digitais, com pré-venda já disponível nos sites da Hammerheart Records e da Napalm Records, da Áustria, em parceria com o selo holandês.

“Age of Darkness” aborda a história dos assírios, antigo povo da Mesopotâmia que dominou parte da região entre os séculos IX e VII antes de Cristo e ficou conhecido pelos métodos extremamente violentos empregados contra povos conquistados. Segundo a banda, a escolha do tema também estabelece uma relação com o mundo contemporâneo e os conflitos armados que continuam acontecendo em diferentes regiões. “Como sou professor de história, decidimos trazer um pouco da antiguidade. No fundo, estamos fazendo uma referência também ao mundo atual, repleto de guerras sem sentido”, explica o vocalista e guitarrista AxeButcher.

Musicalmente, “Age of Darkness” combina thrash metal e death metal old school, com referências a Kreator, Sepultura, Dark Angel e Slayer. A produção foi realizada entre Brasil e Alemanha, com baterias e vozes gravadas em Agudos e Limeira, respectivamente, e etapas de reamp, mixagem e masterização conduzidas por Tom Exa, em Berlim. O clipe de “Age of Darkness” foi produzido por Leo Soares e também conta com a participação do artista Maligno, de Rio Claro, headbanger e integrante ativo da cena regional.

Confira o videoclipe em https://youtu.be/fkhkPi2v8Bk

Formado em 2008, o Critical Fear mantém uma proposta voltada à essência do thrash metal dos anos 1980, combinando referências da música extrema com temas relacionados à sociedade. A formação atual reúne AxeButcher (vocal e guitarra), Hell’Lord (guitarra), EvilNightmare (baixo) e Tormentor (bateria). A banda já lançou os álbuns “Conflicts” (2011) e “A Real Danger” (2022), além de singles e demos. Em 2025, o Critical Fear realizou sua primeira turnê europeia, com apresentações na Alemanha, Holanda, Bélgica, França, Eslováquia, República Tcheca e Luxemburgo, além de diversos shows pelo Brasil. Em julho de 2026, a banda realizou uma nova turnê nacional e já tem uma extensa série de apresentações pela Europa programada para 2027.

Sites relacionados:
https://criticalfear.bandcamp.com/album/a-real-danger
https://hammerheart.com

Facebook: https://www.facebook.com/critical.fearthrash
Instagram: https://www.instagram.com/critical.fear/

E-mail: criticalfear.band@gmail.com

Tierramystica revisita suas origens em “A New Horizon (Revisited)”

Crédito Foto: Jéssica Kuhn

Disco de estreia retorna com produção renovada, celebrando sua trajetória e a identidade andina da banda.

O Tierramystica revisita seu álbum de estreia com A New Horizon (Revisited), nova edição do trabalho originalmente lançado em 2010. Com reedição, remixagem e remasterização assinadas por Leo Ghigiarelli e coprodução da banda, o disco já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Ouça o álbum e acompanhe o Tierramystica: linktr.ee/tierramysticaofficial.

Ao combinar power metal e sonoridades andinas, A New Horizon definiu a identidade musical do Tierramystica. Prensado apenas no Brasil, o álbum teve uma segunda tiragem produzida pouco depois do lançamento e alcançou ouvintes além das fronteiras nacionais, com resenhas em diferentes países e reconhecimento na América Latina. Hoje, a edição original se tornou um item de colecionador entre os admiradores da banda.

Essa repercussão também rendeu ao Tierramystica uma menção na Wikipédia como representante do Andean Folk Metal, vertente que aproxima o metal da cultura e das tradições musicais dos Andes.

Em A New Horizon (Revisited), a nova produção evidencia detalhes dos arranjos e dá maior definição ao encontro entre guitarras, vozes e instrumentos tradicionais. Embora os músicos tenham considerado regravar passagens que interpretariam de outra forma hoje, a decisão foi preservar as performances originais, em respeito à obra e aos ex-integrantes que participaram de sua criação.

Para os músicos daquela formação, revisitar o material foi uma oportunidade de realizar intenções que esbarraram nas limitações da produção original. “A falta de tempo e de recursos impediu que a produção original estivesse à altura de algumas composições. Agora, sob os cuidados de Leo Ghigiarelli, o álbum finalmente soa como deveria”, afirma o guitarrista Alexandre Tellini.

O vocalista Guy Antonioli resume o reencontro com suas interpretações: “Revitalizar o álbum trouxe uma sensação de dever cumprido”. Para Ricardo Andino Durán, o disco “retorna revigorado para reafirmar nossa identidade cultural e nosso compromisso com nossas raízes”. Já o tecladista Luciano Thumé destaca a satisfação de “revisitar as gravações e perceber os detalhes das músicas vindo à tona”.

O repertório também faz parte da história dos integrantes que chegaram posteriormente ao grupo. “Conheci a banda através desse álbum. Depois de tantas vezes ouvir minha faixa favorita, New Eldorado, poder tocá-la com eles ao vivo será muito gratificante”, comenta o baterista Diego Dalla Porta.

Eduardo “Doods” Junges lembra a repercussão da turnê original na região da Serra, onde cresceu: “Cresci ouvindo falar do show em que o Tierramystica levou o maior público ao bar local. A banda virou uma espécie de lenda por lá, e hoje tenho o prazer de tocar esse repertório com esses caras”.

Dezesseis anos após a estreia, “A New Horizon (Revisited)” conecta os músicos que gravaram o álbum aos integrantes que o conheceram como ouvintes. Com uma produção renovada e as interpretações originais preservadas, a edição apresenta o repertório a uma nova geração e está disponível nas plataformas digitais, sem previsão de lançamento físico.

Tracklist de “A New Horizon (Revisited)”:
1. Nueva Castilla (2:34)
2. Golden Courtyard  (6:58)
3. Celebration to the Sun (5:56)
4. New Eldorado (5:54)
5. Spiritual Song (7:25)
6. Winds of Hope (6:11)
7. Wide Open Wings (6:44)
8. Away from the Dream (5:06)
9. The Final Rest (4:43)

Tierramystica nas redes sociais:
Instagram – https://www.instagram.com/tierramysticaofficial/

Forget Everything transforma conflitos e excessos em “Disgrace In My Fate”, seu álbum de estreia

Créditos: Fotos por Leonardo Benaci

Trio aprofunda sua mistura pesada e eclética em trabalho marcado por riffs agressivos, atmosferas sombrias e letras sobre conflitos, vícios, escolhas e resistência​

Caos, excessos, conflitos e autodestruição atravessam Disgrace In My Fate, álbum de estreia do Forget Everything. O trabalho chega às plataformas em 30 de setembro de 2026.​

Formada em 2023, em Piracicaba (SP), o Forget Everything é composta por Murilo Ramos (vocais e guitarra), Mateus Lopes (baixo e backing vocals) e João “Lizzy” Lima (bateria). Desde o início, o trio transforma experiências pessoais e conflitos cotidianos em uma sonoridade pesada e agressiva.​

A trajetória começou a ganhar forma em 2024, com o lançamento do single homônimo “Forget Everything”. Depois disso, a banda apresentou “Dangers Of The Dawn” e lançou o EP de quatro faixas Intrusive Thoughts, em janeiro de 2025.

Desde então, o grupo ampliou sua presença no underground paulista e passou a circular por diferentes cidades do estado. Nesse período, também dividiu palcos com Cemitério, D.F.C., Eskröta, Bayside Kings e Chaos Synopsis, dentre outras.​

A força dos contrastes na sonoridade da banda​

Nas nove faixas de Disgrace In My Fate, o Forget Everything articula quatro referências centrais: Thrash Metal, Doom Metal, Speed Metal e Crossover. Juntas, elas criam uma dinâmica que alterna velocidade, peso e atmosferas densas.​

O contraste entre Doom e Speed ocupa um espaço importante nesse equilíbrio. Enquanto o Doom Metal conduz as passagens mais arrastadas e sombrias, o Speed Metal acelera os andamentos e aumenta a sensação de urgência. Como resultado, o álbum trabalha diferentes intensidades sem abandonar a agressividade característica do trio.​

Além dessas bases, a sonoridade incorpora ainda elementos de Punk Rock. Eles aparecem em arranjos, mudanças de ritmo e determinados momentos das composições. Entre as referências que ajudam a contextualizar esse universo vasto de influências estão Toxic Holocaust, Municipal Waste, Sepultura da era Cavalera, Pentagram e Candlemass.​

Para este trabalho, o trio adotou uma premissa simples: “todas as notas importam”. A partir dela, as músicas foram construídas com maior objetividade. Riffs, mudanças de andamento e vocais ocupam espaços definidos, enquanto os arranjos evitam elementos que não tenham uma função dentro das faixas.​

Por consequência, as músicas são mais enxutas e concentram sua força nos pontos essenciais de cada composição. Na parte vocal, Murilo Ramos mantém a voz rasgada que marca a identidade da banda. Ao mesmo tempo, sua interpretação ganhou linhas mais graves, guturais e dobradas.​

A produção, a mixagem e a masterização ficaram sob responsabilidade de Gabriel do Vale. Dessa forma, o trabalho preserva a agressividade das gravações e apresenta maior definição entre os instrumentos e suas diferentes camadas.​

Conflitos, excessos e resistência​

As letras de Disgrace In My Fate partem de experiências relacionadas à autodestruição, aos vícios e aos excessos. Além disso, conflitos, ressentimentos, escolhas e consequências aparecem em diferentes momentos do álbum.​

Ainda assim, o disco não se concentra apenas na queda. Pelo contrário, as composições também abordam a resistência diante de situações que levam seus personagens ao limite, explorando as consequências dessas experiências e a capacidade de reagir a elas.​

Nesse contexto, as letras apontam para a necessidade de continuar mesmo diante de períodos difíceis. A resistência aparece, portanto, não como um discurso abstrato, mas como resposta aos conflitos, escolhas e excessos que atravessam o álbum.​

As composições foram construídas a partir de experiências e reflexões acumuladas ao longo do tempo. Por isso, o álbum não segue uma única temática. Cada faixa aborda situações diferentes, mas todas mantêm uma perspectiva pessoal sobre conflitos internos, escolhas e acontecimentos do cotidiano.​

A identidade visual acompanha essa abordagem. Criada pelo artista piracicabano Dan Lemos, a capa de Disgrace In My Fate dialoga com o conceito do álbum e com a estética desenvolvida pelo Forget Everything.​

Além disso, a arte reforça a atmosfera sombria presente nas músicas. Desse modo, a identidade visual estabelece uma conexão direta com o conteúdo do disco.

Ouça em https://ditto.fm/disgrace-in-my-fate-forget-everything​

Assista ao videoclipe da faixa-título em https://www.youtube.com/watch?v=su0MCgaqMCI​

“Suffering In Silence” (Instrumental)
“Calling Peace”
“Rip”
“Excess Of Serotonin”
“Void Painted Green”
“Surfing While They Walk” (Instrumental)
​
“Disgrace In My Fate”​
“The Price”
“TDAH”

Depois de três anos de carreira, Disgrace In My Fate consolida o caminho construído pelo Forget Everything e mostra um trio mais seguro em suas escolhas. Ao mesmo tempo, a banda mantém a agressividade dos primeiros trabalhos enquanto amplia as possibilidades de sua sonoridade.​

Entre riffs acelerados, passagens densas e momentos de maior tensão, o álbum reúne as principais referências que acompanham o grupo desde o início. Por outro lado, as letras colocam experiências pessoais, conflitos, excessos e suas consequências no centro das nove faixas.​

Assim, Disgrace In My Fate fecha o primeiro ciclo do Forget Everything com um trabalho direto, pesado e pessoal. O álbum encara as próprias quedas sem transformar a derrota em ponto final.​

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