Armadilha ultrapassa fronteiras do Heavy Metal em novo álbum, “Além do Limite Astral”

Produzido por Val Santos, novo trabalho celebra a história do metal brasileiro e fortalece a conexão da banda com a cena latino-americana

O Armadilha apresenta um novo capítulo de sua trajetória com “Além do Limite Astral”, álbum que já está disponível nas plataformas digitais e também ganhou edição especial em CD pela gravadora carioca Dies Irae Records. Com nove faixas em seu repertório principal, além de uma releitura e três bônus, o trabalho reafirma as raízes da banda no Heavy Metal tradicional enquanto amplia seu diálogo com a história e a cena metálica latino-americana.

Produzido, mixado e masterizado por Val Santos, nome de longa trajetória no Heavy Metal brasileiro, “Além do Limite Astral” foi construído para preservar uma sonoridade pesada e orgânica. O resultado marca um novo momento para o grupo formado por Pedro Zupo (vocais), Denys Garcia (guitarra), Gregório Bondezam (guitarra), Pedro Cavichiollo (baixo) e Marcelo S.O.S. (bateria).

Mais do que olhar apenas para o presente, o Armadilha utiliza o novo disco para reconhecer suas origens e aqueles que ajudaram a construir a cultura da qual faz parte. Um dos exemplos mais representativos dessa proposta está em “Velhos e Eternos”, homenagem aos pioneiros e personagens que ajudaram a escrever a história do Heavy Metal nacional.

A música ganhou um videoclipe que reúne nomes de diferentes gerações da cena brasileira, entre eles Andreas Kisser, Kim Kehl, Roosevelt Bala, Nelson Fonte, Cachorrão, Roger Vilaplana, Paulão Thomaz, Junior Muzzilli, Ivan Martins, China Lee, Paulo Rossi, Walcyr Chalas, Flavio Ferb, Renato Trevas, Mario Pastore, Zhema e Val Santos, além de prestar homenagem a Renato RT (in memoriam).

Assista “Velhos e Eternos”:
https://www.youtube.com/watch?v=zRC_O7h6DOY

“Velhos e Eternos” nasceu justamente da intenção de reconhecer aqueles que abriram caminhos e contribuíram para que novas gerações pudessem continuar fazendo e vivendo Heavy Metal no Brasil.

Se essa faixa volta os olhos para a história brasileira, “Hermandad de Acero” expande a proposta para além das fronteiras do país. A composição reúne músicos de diferentes lugares da América Latina em uma celebração da união construída pelo Heavy Metal no continente.

A ideia está diretamente ligada à participação do Armadilha no movimento N.L.H.M.L.A. (Nova Linha do Heavy Metal Latino-Americano), iniciativa que busca aproximar bandas e fortalecer a circulação e a valorização da produção metálica da região.

Esse diálogo entre passado, presente e identidade atravessa “Além do Limite Astral”. Faixas como “Sangue por Sangue”, “Ataque”, “Erga Seus Punhos ou Baixe Sua Voz” e “Xeque Mate” dividem espaço com a faixa-título e ajudam a construir um trabalho que parte das bases do Heavy Metal tradicional sem se limitar a uma simples reprodução de suas referências.

O álbum também traz “Headbanger (Avenger)” e encerra seu repertório principal com uma versão de “Born In The Streets”, do Hirax. A edição conta ainda com as faixas bônus “Devil On My Roof”, “Motin En Occidente” e “500 Años de Que?”.

A identidade do projeto vai além das músicas. Toda a concepção visual de “Além do Limite Astral”, incluindo a capa e o slipcase, foi desenvolvida pelo próprio vocalista Pedro Zupo, reforçando o caráter autoral do álbum e a participação direta dos integrantes em diferentes aspectos de sua criação.

Para os colecionadores, “Além do Limite Astral” também está disponível em edição especial em CD pela Dies Irae Records, com slipcase, pôster, adesivo e booklet de 16 páginas, trazendo letras e fotografias inéditas.

Com “Além do Limite Astral”, o Armadilha não apenas acrescenta um novo trabalho à sua discografia. A banda transforma suas próprias referências em uma declaração de pertencimento a uma cultura construída por diferentes gerações — e que, para o grupo, não termina nas fronteiras brasileiras – o vocalista Pedro Zupo está neste momento, na Europa, negociando shows e participações em festivais no velho continente.

Tracklist — “Além do Limite Astral”:
1.Além do Limite Astral
2.Sangue por Sangue
3.Velhos e Eternos
4.Ataque
5.Hermandad de Acero
6.Headbanger (Avenger)
7.Erga Seus Punhos ou Baixe Sua Voz
8.Xeque Mate
9.Born In The Streets (Hirax Cover)

Bonus tracks:
10. Devil On My Roof (Vulcano cover)
11. Motin En Occidente (Arkangel cover)
12. 500 Años de Que? (Tren Loco cover)

Ouça “Além do Limite Astral”:
https://open.spotify.com/intl-pt/album/3dvzRNXT8WTPjGySk1w4RN?si=b0NXjoxhS9We_LU8jTti9Q

Adquira o CD:
order@diesirae.com.br

O Armadilha é Pedro Zupo (vocais), Denys Garcia (guitarra), Gregório Bondezam (guitarra), Pedro Cavichiollo (baixo) e Marcelo S.O.S. (bateria).

Acompanhe o Armadilha:
https://www.instagram.com/armadilhaheavymetal   
https://www.facebook.com/armadilha.heavymetal

Critical Fear lança single e clipe ‘Age of Darkness’

Crédito: Letícia Luz

Banda paulista de thrash metal apresenta faixa que aborda os assírios e antecipa terceiro álbum, com lançamento pela Hammerheart Records

O Critical Fear apresenta o single e clipe “Age of Darkness”, faixa que integra o repertório do terceiro álbum da banda paulista de thrash metal, com lançamento mundial marcado para 11 de dezembro pela gravadora holandesa Hammerheart Records. O trabalho estará disponível em CD, vinil e plataformas digitais, com pré-venda já disponível nos sites da Hammerheart Records e da Napalm Records, da Áustria, em parceria com o selo holandês.

“Age of Darkness” aborda a história dos assírios, antigo povo da Mesopotâmia que dominou parte da região entre os séculos IX e VII antes de Cristo e ficou conhecido pelos métodos extremamente violentos empregados contra povos conquistados. Segundo a banda, a escolha do tema também estabelece uma relação com o mundo contemporâneo e os conflitos armados que continuam acontecendo em diferentes regiões. “Como sou professor de história, decidimos trazer um pouco da antiguidade. No fundo, estamos fazendo uma referência também ao mundo atual, repleto de guerras sem sentido”, explica o vocalista e guitarrista AxeButcher.

Musicalmente, “Age of Darkness” combina thrash metal e death metal old school, com referências a Kreator, Sepultura, Dark Angel e Slayer. A produção foi realizada entre Brasil e Alemanha, com baterias e vozes gravadas em Agudos e Limeira, respectivamente, e etapas de reamp, mixagem e masterização conduzidas por Tom Exa, em Berlim. O clipe de “Age of Darkness” foi produzido por Leo Soares e também conta com a participação do artista Maligno, de Rio Claro, headbanger e integrante ativo da cena regional.

Confira o videoclipe em https://youtu.be/fkhkPi2v8Bk

Formado em 2008, o Critical Fear mantém uma proposta voltada à essência do thrash metal dos anos 1980, combinando referências da música extrema com temas relacionados à sociedade. A formação atual reúne AxeButcher (vocal e guitarra), Hell’Lord (guitarra), EvilNightmare (baixo) e Tormentor (bateria). A banda já lançou os álbuns “Conflicts” (2011) e “A Real Danger” (2022), além de singles e demos. Em 2025, o Critical Fear realizou sua primeira turnê europeia, com apresentações na Alemanha, Holanda, Bélgica, França, Eslováquia, República Tcheca e Luxemburgo, além de diversos shows pelo Brasil. Em julho de 2026, a banda realizou uma nova turnê nacional e já tem uma extensa série de apresentações pela Europa programada para 2027.

Sites relacionados:
https://criticalfear.bandcamp.com/album/a-real-danger
https://hammerheart.com

Facebook: https://www.facebook.com/critical.fearthrash
Instagram: https://www.instagram.com/critical.fear/

E-mail: criticalfear.band@gmail.com

Tierramystica revisita suas origens em “A New Horizon (Revisited)”

Crédito Foto: Jéssica Kuhn

Disco de estreia retorna com produção renovada, celebrando sua trajetória e a identidade andina da banda.

O Tierramystica revisita seu álbum de estreia com A New Horizon (Revisited), nova edição do trabalho originalmente lançado em 2010. Com reedição, remixagem e remasterização assinadas por Leo Ghigiarelli e coprodução da banda, o disco já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Ouça o álbum e acompanhe o Tierramystica: linktr.ee/tierramysticaofficial.

Ao combinar power metal e sonoridades andinas, A New Horizon definiu a identidade musical do Tierramystica. Prensado apenas no Brasil, o álbum teve uma segunda tiragem produzida pouco depois do lançamento e alcançou ouvintes além das fronteiras nacionais, com resenhas em diferentes países e reconhecimento na América Latina. Hoje, a edição original se tornou um item de colecionador entre os admiradores da banda.

Essa repercussão também rendeu ao Tierramystica uma menção na Wikipédia como representante do Andean Folk Metal, vertente que aproxima o metal da cultura e das tradições musicais dos Andes.

Em A New Horizon (Revisited), a nova produção evidencia detalhes dos arranjos e dá maior definição ao encontro entre guitarras, vozes e instrumentos tradicionais. Embora os músicos tenham considerado regravar passagens que interpretariam de outra forma hoje, a decisão foi preservar as performances originais, em respeito à obra e aos ex-integrantes que participaram de sua criação.

Para os músicos daquela formação, revisitar o material foi uma oportunidade de realizar intenções que esbarraram nas limitações da produção original. “A falta de tempo e de recursos impediu que a produção original estivesse à altura de algumas composições. Agora, sob os cuidados de Leo Ghigiarelli, o álbum finalmente soa como deveria”, afirma o guitarrista Alexandre Tellini.

O vocalista Guy Antonioli resume o reencontro com suas interpretações: “Revitalizar o álbum trouxe uma sensação de dever cumprido”. Para Ricardo Andino Durán, o disco “retorna revigorado para reafirmar nossa identidade cultural e nosso compromisso com nossas raízes”. Já o tecladista Luciano Thumé destaca a satisfação de “revisitar as gravações e perceber os detalhes das músicas vindo à tona”.

O repertório também faz parte da história dos integrantes que chegaram posteriormente ao grupo. “Conheci a banda através desse álbum. Depois de tantas vezes ouvir minha faixa favorita, New Eldorado, poder tocá-la com eles ao vivo será muito gratificante”, comenta o baterista Diego Dalla Porta.

Eduardo “Doods” Junges lembra a repercussão da turnê original na região da Serra, onde cresceu: “Cresci ouvindo falar do show em que o Tierramystica levou o maior público ao bar local. A banda virou uma espécie de lenda por lá, e hoje tenho o prazer de tocar esse repertório com esses caras”.

Dezesseis anos após a estreia, “A New Horizon (Revisited)” conecta os músicos que gravaram o álbum aos integrantes que o conheceram como ouvintes. Com uma produção renovada e as interpretações originais preservadas, a edição apresenta o repertório a uma nova geração e está disponível nas plataformas digitais, sem previsão de lançamento físico.

Tracklist de “A New Horizon (Revisited)”:
1. Nueva Castilla (2:34)
2. Golden Courtyard  (6:58)
3. Celebration to the Sun (5:56)
4. New Eldorado (5:54)
5. Spiritual Song (7:25)
6. Winds of Hope (6:11)
7. Wide Open Wings (6:44)
8. Away from the Dream (5:06)
9. The Final Rest (4:43)

Tierramystica nas redes sociais:
Instagram – https://www.instagram.com/tierramysticaofficial/

Forget Everything transforma conflitos e excessos em “Disgrace In My Fate”, seu álbum de estreia

Créditos: Fotos por Leonardo Benaci

Trio aprofunda sua mistura pesada e eclética em trabalho marcado por riffs agressivos, atmosferas sombrias e letras sobre conflitos, vícios, escolhas e resistência​

Caos, excessos, conflitos e autodestruição atravessam Disgrace In My Fate, álbum de estreia do Forget Everything. O trabalho chega às plataformas em 30 de setembro de 2026.​

Formada em 2023, em Piracicaba (SP), o Forget Everything é composta por Murilo Ramos (vocais e guitarra), Mateus Lopes (baixo e backing vocals) e João “Lizzy” Lima (bateria). Desde o início, o trio transforma experiências pessoais e conflitos cotidianos em uma sonoridade pesada e agressiva.​

A trajetória começou a ganhar forma em 2024, com o lançamento do single homônimo “Forget Everything”. Depois disso, a banda apresentou “Dangers Of The Dawn” e lançou o EP de quatro faixas Intrusive Thoughts, em janeiro de 2025.

Desde então, o grupo ampliou sua presença no underground paulista e passou a circular por diferentes cidades do estado. Nesse período, também dividiu palcos com Cemitério, D.F.C., Eskröta, Bayside Kings e Chaos Synopsis, dentre outras.​

A força dos contrastes na sonoridade da banda​

Nas nove faixas de Disgrace In My Fate, o Forget Everything articula quatro referências centrais: Thrash Metal, Doom Metal, Speed Metal e Crossover. Juntas, elas criam uma dinâmica que alterna velocidade, peso e atmosferas densas.​

O contraste entre Doom e Speed ocupa um espaço importante nesse equilíbrio. Enquanto o Doom Metal conduz as passagens mais arrastadas e sombrias, o Speed Metal acelera os andamentos e aumenta a sensação de urgência. Como resultado, o álbum trabalha diferentes intensidades sem abandonar a agressividade característica do trio.​

Além dessas bases, a sonoridade incorpora ainda elementos de Punk Rock. Eles aparecem em arranjos, mudanças de ritmo e determinados momentos das composições. Entre as referências que ajudam a contextualizar esse universo vasto de influências estão Toxic Holocaust, Municipal Waste, Sepultura da era Cavalera, Pentagram e Candlemass.​

Para este trabalho, o trio adotou uma premissa simples: “todas as notas importam”. A partir dela, as músicas foram construídas com maior objetividade. Riffs, mudanças de andamento e vocais ocupam espaços definidos, enquanto os arranjos evitam elementos que não tenham uma função dentro das faixas.​

Por consequência, as músicas são mais enxutas e concentram sua força nos pontos essenciais de cada composição. Na parte vocal, Murilo Ramos mantém a voz rasgada que marca a identidade da banda. Ao mesmo tempo, sua interpretação ganhou linhas mais graves, guturais e dobradas.​

A produção, a mixagem e a masterização ficaram sob responsabilidade de Gabriel do Vale. Dessa forma, o trabalho preserva a agressividade das gravações e apresenta maior definição entre os instrumentos e suas diferentes camadas.​

Conflitos, excessos e resistência​

As letras de Disgrace In My Fate partem de experiências relacionadas à autodestruição, aos vícios e aos excessos. Além disso, conflitos, ressentimentos, escolhas e consequências aparecem em diferentes momentos do álbum.​

Ainda assim, o disco não se concentra apenas na queda. Pelo contrário, as composições também abordam a resistência diante de situações que levam seus personagens ao limite, explorando as consequências dessas experiências e a capacidade de reagir a elas.​

Nesse contexto, as letras apontam para a necessidade de continuar mesmo diante de períodos difíceis. A resistência aparece, portanto, não como um discurso abstrato, mas como resposta aos conflitos, escolhas e excessos que atravessam o álbum.​

As composições foram construídas a partir de experiências e reflexões acumuladas ao longo do tempo. Por isso, o álbum não segue uma única temática. Cada faixa aborda situações diferentes, mas todas mantêm uma perspectiva pessoal sobre conflitos internos, escolhas e acontecimentos do cotidiano.​

A identidade visual acompanha essa abordagem. Criada pelo artista piracicabano Dan Lemos, a capa de Disgrace In My Fate dialoga com o conceito do álbum e com a estética desenvolvida pelo Forget Everything.​

Além disso, a arte reforça a atmosfera sombria presente nas músicas. Desse modo, a identidade visual estabelece uma conexão direta com o conteúdo do disco.

Ouça em https://ditto.fm/disgrace-in-my-fate-forget-everything​

Assista ao videoclipe da faixa-título em https://www.youtube.com/watch?v=su0MCgaqMCI​

“Suffering In Silence” (Instrumental)
“Calling Peace”
“Rip”
“Excess Of Serotonin”
“Void Painted Green”
“Surfing While They Walk” (Instrumental)
​
“Disgrace In My Fate”​
“The Price”
“TDAH”

Depois de três anos de carreira, Disgrace In My Fate consolida o caminho construído pelo Forget Everything e mostra um trio mais seguro em suas escolhas. Ao mesmo tempo, a banda mantém a agressividade dos primeiros trabalhos enquanto amplia as possibilidades de sua sonoridade.​

Entre riffs acelerados, passagens densas e momentos de maior tensão, o álbum reúne as principais referências que acompanham o grupo desde o início. Por outro lado, as letras colocam experiências pessoais, conflitos, excessos e suas consequências no centro das nove faixas.​

Assim, Disgrace In My Fate fecha o primeiro ciclo do Forget Everything com um trabalho direto, pesado e pessoal. O álbum encara as próprias quedas sem transformar a derrota em ponto final.​

FORGET EVERYTHING NAS REDES:
Instagram: @forgeteverythingofficial
​Facebook/YouTube: @forgeteverything666

Dregen fala sobre show em São Paulo e promete repertório com diferentes fases de sua carreira

Em entrevista guitarrista comenta apresentação que acontece dia 11 de outubro, no Manifesto, com Corazones Muertos e Bastardz

Prestes a desembarcar no Brasil, Dregen falou sobre a expectativa para sua apresentação em São Paulo, marcada para o dia 11 de outubro, no Manifesto. Em entrevista concedida ao Brasil, o guitarrista abordou os planos para o show e revisitou diferentes momentos de uma trajetória que o transformou em um dos nomes mais conhecidos do rock escandinavo.

A apresentação acontece no domingo, véspera de feriado, e será uma oportunidade para o público brasileiro acompanhar um repertório que atravessa as diferentes fases da carreira do músico. Conhecido principalmente por seu trabalho com Backyard Babies e The Hellacopters, Dregen também levará ao palco músicas de sua carreira solo.

Ao longo da entrevista, o músico fala sobre o que prepara para essa passagem por São Paulo e também aborda diferentes pontos de sua carreira, marcada por mais de três décadas dedicadas ao rock’n’roll.

Assista à entrevista de Dregen ao canal Jessica V Music:

Batizado Andreas Tyrone Svensson, Dregen ganhou projeção internacional ainda nos anos 1990. Com o Backyard Babies, tornou-se um dos principais representantes da geração sueca que aproximou hard rock, punk e garage rock. Paralelamente, participou da formação do The Hellacopters, ampliando sua presença em uma cena que alcançaria público muito além da Suécia.

Essa história estará diretamente ligada ao show do Manifesto. O repertório preparado para São Paulo deve percorrer diferentes capítulos de sua trajetória, colocando lado a lado clássicos do Backyard Babies e The Hellacopters e músicas de seu trabalho solo.

Fora das duas bandas, Dregen lançou em 2013 seu primeiro álbum solo, trabalho que colocou sua própria personalidade ainda mais no centro das composições. O guitarrista também acumulou outras colaborações ao longo da carreira, incluindo sua passagem pela banda do finlandês Michael Monroe.

A apresentação paulistana ganha ainda um caráter especial pelo formato. Em vez de um grande festival ou arena, Dregen estará no palco do Manifesto, uma das casas tradicionais do circuito de rock de São Paulo, proporcionando uma experiência mais próxima entre músico e público.

A noite contará ainda com as bandas convidadas Corazones Muertos e Bastardz. A abertura da casa está marcada para as 20h.

SERVIÇO:
Dregen – Backyard Babies / The Hellacopters
Bandas convidadas: Corazones Muertos e Bastardz

Data: domingo, 11 de outubro de 2026 – véspera de feriado
Abertura: 20h

Local: Manifesto
Endereço: Rua Ramos Batista, 207 – Vila Olímpia – São Paulo/SP

Classificação: 16 anos

Ingressos:
https://www.clubedoingresso.com/evento/dregendobackyardbabies-thehellacopters

Informações:
https://linktr.ee/manifestoba

Cyberpunch lança ‘Drowned’ com crítica à destruição ambiental

Crédito: Nanda Arantes

“Drowned” combina thrash metal, elementos industriais e atmosfera distópica para retratar as consequências extremas da ganância humana

A banda paulistana Cyberpunch, formada por Netuno Balboa (vocal), Gabriel Henrique e Ruan Diego (guitarras), Eduardo Zedu Domingues (baixo) e Gabriel Gifoli (bateria), apresenta seu o single e videoclipe “Drowned”. O novo single sucede “Riding Worms” e “Immortan War” e antecipa a chegada do primeiro álbum full, “Chromefall”, previsto para 13 de novembro.
 
“Drowned”, gravado no Zomer Records Studio (SP), com produção, gravação, mixagem e masterização de Pedro Zomer e produção executiva da Caverox Records, parte de uma narrativa sombria para retratar as reflexões e o arrependimento de um capitalista selvagem que, movido pela ganância, destrói a natureza até transformar o planeta em um lugar inabitável. “Mais do que uma história distópica, ela estabelece um cenário de consequências, no qual a busca desenfreada por riqueza e poder se volta contra o próprio responsável por esse processo”, explica Netuno Balboa.
 
Musicalmente, a faixa apresenta um Cyberpunch mais pesado e incisivo, com um thrash metal direto, veloz e agressivo. A composição transita por passagens que remetem à intensidade de “Painkiller”, do Judas Priest, e momentos de maior fúria inspirados no Slayer. “Synths e timbres modernos ampliam a atmosfera da composição, enquanto o breakdown conduz a música para uma dimensão mais visceral, com groove e peso suficientes para levar a energia ao mosh pit”, completa o vocalista.
 
O clipe de “Drowned”, roteirizado por Netuno Baboa, e dirigido e editado por Daniel Mazza (Edu Falaschi e Inutilíssimo), incorpora uma estética inspirada no filme “Jogos Mortais”. Confira em https://youtu.be/SblPKNXb9ZQ
 
Fundado em agosto de 2024, o Cyberpunch vem consolidando sua presença no underground de São Paulo e região, combinando influências de NWOBHM, thrash metal e industrial. Com 17 shows e seis festivais realizados, incluindo duas edições do Cyberfest, no La Iglesia e no Burning House, a banda reúne agressividade, timbres modernos, refrãos melódicos e sintetizadores, tendo Metallica, Iron Maiden e Rammstein entre suas referências. As composições do Cyberpunch transitam por guerra, ficção científica, terror e distopia, incorporando críticas sociais e reflexões contemporâneas. Essa atmosfera também se traduz na identidade visual da banda, marcada por elementos futuristas e sombrios, enquanto Netuno Balboa interpreta Caverox com uma máscara biônica em performances de forte carga teatral.

Mídias sociais:
https://www.instagram.com/cyberpunch.metal/
https://www.facebook.com/cyberpunch.metal
https://www.tiktok.com/@cyberpunch.metal
 
E-mail: cyberpunch.metal@gmail.com

Superfuzzy resgata referências do grunge dos anos 90 no single “Sem Direção”

A Superfuzzy lançou nesta quarta-feira (30) “Sem Direção”, o segundo single da banda paulista formada em 2025. A faixa foi gravada no estúdio Toca do Lobo, com produção de Paulo Anhaia, que já trabalhou com nomes como Charlie Brown Jr., CPM 22 e NX Zero. Para o baixista Samir Natali, o processo de gravação foi marcado pela liberdade. “Foi ótimo, o Paulo nos deixou bastante confortáveis e trouxe ideias incríveis.”

Superfuzzy // Foto: Lucas Shtorach

Segundo o vocalista e guitarrista Betto Zanchi, “Sem Direção” fala sobre saúde mental. “É sobre lidar com a depressão, sobre como essa doença afeta as pessoas e como saber lidar com suas próprias emoções.”  O single conta ainda com um videoclipe dirigido por Lucas Shtorache e Dani Buarque, e chega pelo selo Alcateia STDK Records, criado pela própria banda em parceria com o empresário Júlio Stodiek.
 
Formada por Betto Zanchi (guitarra e voz), Nando Antonietti (guitarra), Samir Natali (baixo) e Gabê Almeida (bateria), a Superfuzzy reúne músicos que já tocavam juntos em outros projetos havia quase vinte anos. “No ano passado resolvemos escrever um novo capítulo dessa história, e esse capítulo se chama Superfuzzy, uma banda de verdade, com amigos de verdade, que fazem a música que gostam, sentem e acreditam. Sem firulas, eufemismos ou atenuações”, diz Nando.

Assista ao videoclipe “Sem Direção” 

A banda define sua sonoridade a partir do grunge, do post-grunge e do rock alternativo dos anos 1990 e início dos anos 2000. Entre suas influências estão Foo Fighters, Alice in Chains, Nirvana, Soundgarden e Pearl Jam. Para o guitarrista, essa relação com o período também está ligada à maneira como os integrantes se relacionam com a música. “Nós tocamos grunge dos anos 90 porque nós vivemos isso. Nós viemos pra enfiar um chute na bunda dessa galera, trazendo o rock como ele era e nunca deveria ter deixado de ser: direto, verdadeiro, cru e alto!”
 
Antes de “Sem Direção”, a Superfuzzy lançou “Só Você”, que, segundo Betto, fala sobre violência contra a mulher e foi um “acerto total, pois a banda já mostrou para o que veio”. Para Betto, um dos pontos centrais da proposta da banda está justamente na combinação entre intensidade instrumental e conteúdo: “Uma banda de rock energética com uma explosão de sentimentos, com riffs de guitarra e letras pensadas e bem elaboradas. Fazendo as pessoas pensarem. Não somos e não queremos fazer parte da moda.”

Arte de capa: Rafael Brazil

Ouça a faixa no seu tocador favorito:
https://music-stream.lnk.to/SemDireo

A Skylit Drive adia para fevereiro de 2027 sua turnê pela América Latina

Crédito: Vaux Records/A Skylit Drive

Atrasos no processamento de vistos provocam mudança no calendário; locais permanecem os mesmos e ingressos já adquiridos continuam válidos​

Uma das bandas norte-americanas mais influentes do post-hardcore e metalcore dos anos 2000, A Skylit Drive adiou para fevereiro de 2027 sua aguardada turnê pela América Latina. A excursão estava originalmente programada para outubro deste ano.​

A mudança ocorreu devido a atrasos no processamento de vistos em alguns consulados. Como resultado, o cronograma da banda precisou ser alterado. A situação, entretanto, está além do controle da produção.​

Com realização da Dark Dimensions, a passagem pelo Brasil contará com duas apresentações. A primeira acontece no dia 13 de fevereiro, no Santo Rock Bar, em Santo André (SP). No dia seguinte, 14 de fevereiro, a banda se apresenta no Blood Rock, em Curitiba (PR).​

Os locais permanecem os mesmos anunciados anteriormente. Portanto, houve alteração apenas no calendário das apresentações.​

Além disso, os ingressos adquiridos para as datas originais continuam válidos. Quem já realizou a compra online não precisa adquirir um novo ingresso. Basta aguardar o calendário atualizado da produção.​

A banda lamentou a mudança provocada pelos trâmites consulares. Ao mesmo tempo, reforçou o desejo de reencontrar os fãs sul-americanos. O reagendamento ocorre exclusivamente em função dos atrasos relacionados à emissão dos vistos.

A Skylit Drive mantém trajetória de destaque​

Com uma sonoridade marcada por guitarras pesadas, melodias marcantes e forte carga emocional, a A Skylit Drive conquistou projeção internacional ao longo dos anos.​

Entre os trabalhos de destaque estão Wires…and the Concept of Breathing (2008), Adelphia (2009), Identity on Fire (2011) e Rise (2013). Além dos álbuns, a banda construiu uma base fiel de fãs com músicas que se tornaram referências dentro da cena. Entre elas estão “Knights of the Round”, “Wires and the Concept of Breathing”, “Too Little Too Late”, “Rise” e “I’m Not a Thief, I’m a Treasure Hunter”.​

Atualmente, a formação conta com Michael “Jag” Jagmin (vocais), Jonathan Kintz e Louie Caycoya (guitarras), Joey Galligan (baixo) e Myles Clayborne (bateria).​

Desde a retomada das atividades em 2022, a A Skylit Drive vem consolidando uma nova fase em sua trajetória. Nesse período, a banda manteve uma agenda internacional com apresentações pelos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Ásia, além de participações em festivais.​

Essa nova etapa ganhou força com o lançamento do single “Se7en”, em 2023. Posteriormente, a banda apresentou “Golden”, divulgado em 2025. As duas faixas mantêm elementos característicos do DNA da banda. Ao mesmo tempo, demonstram sua disposição para explorar novos caminhos sem abandonar os aspectos que marcaram sua identidade.​

A Skylit Drive e o público brasileiro​

A relação da A Skylit Drive com o público brasileiro também possui uma história construída ao longo dos anos.​

A banda realizou sua primeira passagem pela América do Sul em 2010. Depois, retornou ao Brasil em 2014, com apresentações lotadas em cidades como São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro.​

Mais de uma década depois, o grupo retorna ao país para reencontrar uma geração de fãs que acompanhou sua trajetória desde os primeiros anos. Além disso, a banda terá a oportunidade de tocar para um novo público formado durante o período de ausência.​

Por fim, a turnê sul-americana marca o reencontro da A Skylit Drive com os fãs brasileiros. O repertório deve reunir clássicos da carreira e material mais recente.​

Assim, as apresentações de fevereiro de 2027 também dão continuidade à nova fase vivida pela banda.

SERVIÇOS:

A SKYLIT DRIVE EM SANTO ANDRÉ (SÃO PAULO)​
​Data: 13 de fevereiro de 2027 (sábado)
​Local: Santo Rock Bar​
Endereço:
Av. Firestone, 1340 – Casa Branca, Santo André – SP, 09115-390
​Realização: Dark Dimensions
​Assessoria: JZ Press
​Abertura das Portas: 17h
​Início do Evento: 18h30

Ingressos em:
​
​​https://ingressomaster.com/comprar/165/a-skylitdrive-south-america-tour​

Classificação: 18 anos
​É obrigatório apresentação do documento de identidade

A SKYLIT DRIVE EM CURITIBA​
​Data: 14 de fevereiro de 2027 (domingo)
​Local: Stage Garden
​Endereço: Av. Mal. Floriano Peixoto, 4142 – Prado Velho, Curitiba – PR, 82590-300
​Realização: Dark Dimensions
​Assessoria: JZ Press
​Abertura das Portas: 18h
​Início do Evento: 20h30

Ingressos em:
​
https://articket.com.br/e/6442/a-sky-lit-drive-em-curitiba​

Classificação: 18 anos
​É obrigatório apresentação do documento de identidade​

Links Relacionados:​
​​​https://www.instagram.com/askylitdrive
​https://www.facebook.com/askylitdrive
https://www.facebook.com/darkdimensionsprodutora​​
​​https://www.instagram.com/darkdimensionsbrazil​
​​https://www.facebook.com/jzpressassessoria​​
​​https://www.instagram.com/jzpressassessoria​

HAMMERFALL anuncia turnê latino-americana 2027 e confirma três sideshows BOA no Brasil

A turnê GLORY TO THE BRAVE & HYMNS LATIN AMERICA 2027 marca mais um capítulo de grande celebração na trajetória do HammerFall, um dos nomes mais icônicos do heavy metal tradicional europeu. Formado em Gotemburgo no ano de 1993 pelo guitarrista Oscar Dronjak e impulsionado a partir de 1996 com a entrada do vocalista Joacim Cans, o grupo ostenta mais de três décadas de carreira dedicadas ao resgate e à exaltação do metal clássico em escala mundial.

O itinerário da nova turnê celebra o legado construído desde o histórico álbum de estreia Glory to the Brave (1997) — divisor de águas que recolocou o power e o heavy metal em evidência na cena global —, passando por clássicos como Legacy of Kings (1998), Renegade (2000) e Crimson Thunder (2002). A apresentação ao vivo traduz no palco a energia vigorosa de uma discografia extensa e influente, que se expandiu com trabalhos marcantes como Chapter V: Unbent, Unbowed, Unbroken (2005), Threshold (2006), No Sacrifice, No Victory (2009), Infected (2011), (r)Evolution (2014), Built to Last (2016), Dominion (2019) e Hammer of Dawn (2022).

A relação do HammerFall com o público brasileiro é sólida e construída ao longo de turnês históricas. O Brasil sempre se destacou como um dos territórios mais calorosos e receptivos ao som potente da banda, criando uma sintonia única entre o grupo e fãs de diferentes gerações. A resposta apaixonada dos headbangers locais consolidou o país como parada obrigatória nas passagens dos suecos pela América do Sul.

Como parte de sua passagem pelo país, o HammerFall confirma três side shows oficiais do festival Bangers Open Air em abril de 2027. O roteiro inclui apresentações em Belo Horizonte (25 de abril, no Mister Rock), Curitiba (27 de abril, no Tork n’ Roll) e São Paulo (29 de abril, no Carioca Club). Os shows prometem noites inesquecíveis repletas de hinos, riffs marcantes e toda a imponência do heavy metal tradicional.

Os ingressos estarão disponíveis a partir de amanhã, 30/09, às 10h, através do site do Clube do Ingresso.

SERVIÇO – HAMMERFALL – BELO HORIZONTE
Data: 25 de abril de 2027 (domingo)
Local: Mister Rock (Av. Teresa Cristina, 295 – Prado, Belo Horizonte/MG)
Abertura dos portões: 19h
Realização: Bangers Open Air
Produção: Honorsounds
Media Partner: Roadie Crew
Vendas: Clube do Ingresso 

SERVIÇO – HAMMERFALL – CURITIBA
Data: 27 de abril de 2027 (terça-feira)
Local: Tork n’ Roll (Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças, Curitiba/PR)
Abertura dos portões: 19h
Realização: Bangers Open Air
Produção: Honorsounds
Media Partner: Roadie Crew
Vendas: Clube do Ingresso 

SERVIÇO – HAMMERFALL – SÃO PAULO
Data: 29 de abril de 2027 (quinta-feira)
Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo/SP)
Abertura dos portões: 19h
Realização: Bangers Open Air
Produção: Honorsounds
Media Partner: Roadie Crew
Vendas: Clube do Ingresso 

São Paulo recebe imersão na história do Angra em 2 e 3 de outubro com celebração aos álbuns Holy Land e Rebirth

Crédito da Foto: Rafael Karelisky – Instagram: @rkarelisky

Shows no Tokio Marine Hall terão os discos executados na íntegra, com participações de Luis Mariutti e Edu Falaschi

O Angra se apresenta nos dias 2 e 3 de outubro, no Tokio Marine Hall, em São Paulo, com dois shows dedicados a fases distintas de sua carreira. A primeira noite celebra os 30 anos de Holy Land, com participação do baixista Luis Mariutti. A segunda marca os 25 anos de Rebirth e terá a presença do vocalista Edu Falaschi. Os dois álbuns serão tocados na íntegra.

Lançado em 1996, Holy Land combinou heavy metal, música brasileira, arranjos sinfônicos e elementos progressivos em uma obra inspirada na formação histórica e cultural do Brasil. Mariutti, que participou da gravação original, volta a tocar o repertório com o Angra no show de 2 de outubro. A programação da noite inclui ainda o Viper como convidado especial e o Throw Me To The Wolves na abertura.

No dia 3, o foco será Rebirth. Lançado em 2001 após uma mudança na formação da banda, o disco apresentou músicas como Nova Era, Acid Rain e Heroes of Sand. Edu Falaschi, vocalista do álbum, participará da apresentação. O Hibria será o convidado especial, e a Storia fará a abertura.

A formação atual do Angra reúne Alírio Netto nos vocais, Rafael Bittencourt e Marcelo Barbosa nas guitarras, Felipe Andreoli no baixo e Bruno Valverde na bateria. As duas noites em São Paulo aproximam essa formação de músicos que participaram das gravações celebradas, em shows com repertórios e programações diferentes.

Serviço

Angra – Imersão Especial “Holy Land” e “Rebirth”

Datas: 2 e 3 de outubro de 2026
Local: Tokio Marine Hall
Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281 – Vila Cruzeiro, São Paulo/SP
Abertura da casa: 19h
Classificação etária: 16 anos. Menores de 16 anos somente acompanhados dos responsáveis legais.

Programação especial:
2 de outubro: Angra apresenta “Holy Land” na íntegra, com participação de Luis Mariutti. Convidado especial: Viper. Abertura: Throw Me To The Wolves.
3 de outubro: Angra apresenta “Rebirth” na íntegra, com participação de Edu Falaschi. Convidado especial: Hibria. Abertura: Storia.

Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/angra-tokio-marine

Valores por show:
Camarote: R$ 330,00 inteira | R$ 165,00 meia-entrada
Frisa: R$ 210,00 inteira | R$ 105,00 meia-entrada
Cadeira alta: R$ 170,00 inteira | R$ 85,00 meia-entrada
Pista VIP: de R$ 260,00 a R$ 310,00 inteira | de R$ 130,00 a R$ 155,00 meia-entrada
Pista: de R$ 150,00 a R$ 210,00 inteira | de R$ 75,00 a R$ 105,00 meia-entrada

Parcelamento: Em até 3 vezes sem juros. De 4 a 6 vezes, com juros. Na bilheteria, parcelamento em até 3 vezes sem juros.

Apresentação: Top Link Music

Storia anuncia Gabriel Filgueiras como novo baterista antes de show com Angra em São Paulo

Crédito da Foto: Felipe Cavalieri

Músico carioca de 21 anos assume o posto de Thiago Caeiro em nova fase da banda, que se prepara para abrir o show de 25 anos de “Rebirth”, do Angra, e já trabalha em seu próximo álbum

A Storia anunciou Gabriel Filgueiras como seu novo baterista. Aos 21 anos, o músico, natural do Rio de Janeiro, assume o posto anteriormente ocupado por Thiago Caeiro e passa a integrar oficialmente a formação ao lado de Pedro Torchetti (vocal), Gabriel Veloso (guitarra) e Pablo Guillarducci (baixo).

Assista o novo baterista Gabriel Filgueiras em ação: https://www.instagram.com/reel/Dd1T-L2R2xY/?stkn=MTBndW4wbTd2aW9vNg==

Ouça Storia nas plataformas digitais: https://ffm.to/storia

A mudança acontece em um período importante para a banda. Depois do ciclo de lançamento do álbum conceitual “Revenant: A Righteous Revenge” e de uma extensa agenda de apresentações pelo Brasil, a Storia se prepara para um dos maiores compromissos de sua trajetória: a abertura para o Angra, no dia 3 de outubro, no Tokio Marine Hall, em São Paulo.

Além de baterista, Filgueiras atua como produtor na Revanche Produtora, no Rio de Janeiro. A experiência em estúdio também se conecta ao próximo passo da Storia, que já iniciou a composição de seu novo álbum e pretende concentrar seus esforços no trabalho após a apresentação em São Paulo.

“Estamos animados para essa próxima fase da Storia. Já estamos compondo o novo álbum e, depois desse show abrindo para o Angra, vamos focar 100% nisso. Temos certeza de que os fãs vão gostar muito do Filgueiras na banda”, afirma o vocalista Pedro Torchetti.

Para o baixista Pablo Guillarducci, a chegada do novo integrante está diretamente ligada aos próximos passos planejados pelo grupo. “Gabriel foi uma grande adição ao time! Não haveria um batera melhor para concretizar nossos planos futuros”, comenta.

Mudança encerra ciclo com Thiago Caeiro e abre nova etapa

A entrada de Gabriel Filgueiras marca também o encerramento do ciclo de Thiago Caeiro na formação. O baterista participou de um período importante na trajetória da Storia, integrando a banda durante a construção e divulgação do universo conceitual de “Revenant” e acompanhando o crescimento do grupo nos palcos.

Com Caeiro na bateria, a Storia lançou trabalhos como “The Kaer Slaughter”, com participação de Craig Cairns, vocalista do Tailgunner, além da versão acústica de “Rise of the Silver Knights” e do álbum “Revenant: A Righteous Revenge”.

O período também levou a banda a uma agenda mais extensa de shows. Em 2026, a Storia integrou a “Epic Tales Brasil Tour Part 2”, de Fabio Lione, não apenas como convidada especial, mas também acompanhando o vocalista italiano como banda de apoio durante a turnê.

A chegada de Gabriel Filgueiras, portanto, coincide com o início de um novo ciclo criativo para a Storia e com os primeiros passos rumo ao sucessor de “Revenant: A Righteous Revenge”.

Estreia da nova fase será ao lado do Angra em São Paulo

Um dos primeiros grandes compromissos desta nova etapa será justamente em São Paulo. No dia 3 de outubro, a Storia participa da noite especial dedicada aos 25 anos de “Rebirth”, álbum lançado pelo Angra em 2001 e que marcou o início de uma nova fase na história do grupo.

A apresentação no Tokio Marine Hall terá o Angra celebrando “Rebirth” e contará com a participação especial de Edu Falaschi, vocalista que gravou originalmente o disco. O Hibria também integra a programação, enquanto a Storia será responsável pela abertura da noite.

O encontro ganha um significado especial dentro da própria trajetória da Storia. Nos últimos anos, a banda vem ampliando sua presença nos palcos e dividindo turnês e apresentações com nomes de destaque do metal melódico brasileiro e internacional.

Em 2026, essa trajetória ganhou um novo capítulo com a participação na turnê de Fabio Lione, experiência que levou a Storia a diferentes regiões do país e antecede a atual mudança de formação.

Depois da apresentação com o Angra, a prioridade será o estúdio. A banda pretende direcionar suas atividades para a composição e produção de seu próximo trabalho de inéditas.

O sucessor de “Revenant: A Righteous Revenge” ainda não teve título ou previsão de lançamento divulgados, mas as primeiras composições já estão sendo desenvolvidas.

A formação atual da Storia é:
Pedro Torchetti — vocal
Gabriel Veloso — guitarra
Pablo Guillarducci — baixo
Gabriel Filgueiras — bateria

SERVIÇO
Angra — 25 anos de “Rebirth”
Data: 3 de outubro de 2026
Local: Tokio Marine Hall
Cidade: São Paulo/SP
Angra: apresentação especial de “Rebirth”, com participação de Edu Falaschi
Convidado especial: Hibria
Abertura: Storia
Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/angra-tokio-marine-hall

In Domine embarca em uma jornada cósmica entre Heavy, Doom Metal e atmosferas progressivas com “The Traveler”

Crédito: Foto por Oficina da Photo

Single em duas partes amplia a identidade da banda em uma jornada por mundos, dimensões e estados de consciência​

Formada em 2021, em Jundiaí, no interior de São Paulo, a In Domine apresenta “The Traveler”, seu novo lançamento e sucessor do EP de estreia “Vivens En Mortis”. Dividido em duas partes, o trabalho amplia a identidade autoral da banda ao combinar o peso do Heavy Metal com atmosferas sombrias, elementos de Doom e uma abordagem progressiva.​

Desde o início de sua trajetória, a In Domine constrói sua sonoridade a partir de riffs pesados, melodias, solos e vocais que transitam entre o melódico e o agressivo. Nas letras, a banda explora conflitos internos, dualidades entre o bem e o mal e questões existenciais, além de referências a livros, filmes e obras de ficção. Em “The Traveler”, esses elementos são reunidos em uma narrativa que atravessa diferentes mundos e dimensões.​

O conceito acompanha um espírito sem fronteiras que percorre o cosmos como uma presença invisível. Ao passar por diferentes planetas e realidades, alguns devastados e outros em transformação, ele observa sem interferir nos acontecimentos. Medo, dor, traição, harmonia e paz tornam-se experiências que permanecem em sua consciência.

Ouça “The Traveler” em https://tinyurl.com/indomine-thetraveler
Spotify: https://open.spotify.com/album/5p9b45XmgJ8bt4VKZxztfM

Em “The Traveler (Part 1)”, a In Domine explora o lado mais denso dessa jornada. A faixa se aproxima do Heavy/Doom Metal e cria uma atmosfera pesada, tensa e fantasmagórica, traduzindo a percepção do viajante enquanto percorre mundos desconhecidos. O peso das guitarras e a ambientação reforçam a sensação de uma existência que observa o universo sem pertencer completamente a nenhum de seus lugares.​

Já “The Traveler (Part 2)” representa o retorno à Terra. A composição começa de maneira mais leve e acompanha o renascimento do viajante através de um ser humano. Sem carregar lembranças conscientes de suas experiências anteriores, ele mantém, de forma inconsciente, tudo aquilo que viu e sentiu em outras dimensões. Essas experiências se manifestam em seus instintos, escolhas, compaixão e desconforto diante da crueldade.​

Musicalmente, a segunda parte preserva as raízes no Heavy Metal e incorpora uma abordagem progressiva por meio de camadas e de uma construção gradual. A música evolui de forma orgânica, passando por diferentes intensidades até alcançar um encerramento mais dramático. A produção também contribui para esse universo, aproximando a ficção científica de uma atmosfera espacial e fantasmagórica.​

“The Traveler” teve produção, mixagem e masterização realizadas por Windi Ribeiro, em um processo desenvolvido em conjunto com a banda. O resultado mantém o peso característico da In Domine, enquanto amplia o espaço para atmosferas e texturas que ajudam a desenvolver a narrativa.​

Atualmente, a In Domine é formada por Shahim (vocal), Dennis Romera (guitarra), Fernando Gebram (guitarra), Octavio Loverso (baixo) e Ricardo Mingote (bateria).​

Com “The Traveler”, a In Domine transforma uma narrativa sobre uma consciência que atravessa o cosmos em uma obra dividida em dois movimentos, unindo Heavy Metal, atmosfera e narrativa conceitual.​

“The Traveler” já está disponível nas plataformas digitais.​

IN DOMINE NAS REDES:
Site: www.indomineband.com​
Instagram/YouTube: @indomineband

Ricardo Confessori anuncia “Realm Breaker”, álbum conceitual com grandes vozes do metal brasileiro

Primeiro trabalho solo do baterista com passagem pelas bandas Korzus, Angra e Shaman chega em 31 de outubro e ganha edição física em box set limitado

O baterista Ricardo Confessori, conhecido por sua trajetória no Korzus, Angra e Shaman, lança em 31 de outubro de 2026 seu primeiro álbum solo, “Realm Breaker”. Com 12 faixas compostas e gravadas entre 2023 e 2026, o disco reúne nomes como Dan Vasc, Bruno Sutter, Mizuho Lin, Guilherme Hirose, Carlos Zema, Daniel Pinho e Fabio Caldeira, além do tecladista João Henrique “Rasta” (Mastodon).

O lançamento também terá uma edição física em box set premium, atualmente em pré-venda. A caixa reúne o CD de “Realm Breaker”, camiseta, copo térmico, card autografado, adesivo e embalagem personalizada. A edição será produzida de forma limitada, conforme a quantidade adquirida durante a pré-venda, sem previsão de reposição. Os envios estão programados para começar em 14 de outubro de 2026.

Mais informações sobre o box set: https://confessori.lojaintegrada.com.br/realm-breaker-box-set-premium-confessori

O trabalho é construído em torno de Realm Breaker, cientista que desenvolve uma arma para combater as ameaças de uma nova era dominada por inteligências artificiais. Concebido como uma espécie de “Oppenheimer da geração da IA”, o personagem acaba dominado pela própria tecnologia, que consome parte de seu corpo e o transforma em um ser parcialmente androide. A narrativa também orienta a capa e o videoclipe da faixa-título, interpretada por Fabio Caldeira.

Assista ao videoclipe de Realm Breaker: https://www.youtube.com/watch?v=P5Rpky23Q6c

Musicalmente, “Realm Breaker” aproxima o power e o metal progressivo de riffs contemporâneos, passagens inspiradas no djent, arranjos sinfônicos, sintetizadores e elementos eletrônicos. Além das canções com vocalistas convidados, o repertório apresenta quatro peças concebidas por Thiago Larenttes, que funcionam como conexões entre os diferentes momentos da narrativa: “Parmi Les Ruines Naissent L’Espoir et Le Trésor”, “Ösel Solis”, “Immortalis” e “Ausklang”.

Produzido por Ricardo Confessori, o álbum tem produção musical, mixagem e masterização de Thiago Larenttes, que também gravou guitarras, baixo, piano, teclados, sintetizadores, programação e orquestrações. Affonso Junior completa a formação nas guitarras, enquanto João Henrique “Rasta”, do Mastodon, participa com solos de teclado em “Magic Sprouts of Hope” e “The Dark Passenger”.

Tracklist de “Realm Breaker”:
1 – Parmi Les Ruines Naissent L’Espoir et Le Trésor
2 – Black Mirror (feat. Mizuho Lin)
3 – Into Dark Matter (feat. Guilherme Hirose)
4 – Magic Sprouts of Hope (feat. Daniel Pinho e João Henrique “Rasta”)
5 – Ösel Solis
6 – Immortalis
7 – Realm Breaker (feat. Fabio Caldeira)
8 – The Shredder (feat. Mizuho Lin)
9 – Where The Eagles Fly (feat. Dan Vasc)
10 – No Prize to Perfection (feat. Carlos Zema)
11 – The Dark Passenger (feat. Bruno Sutter e João Henrique “Rasta”)
12 – Ausklang

Formação
Ricardo Confessori: bateria e teclados
Thiago Larenttes: guitarra, baixo, piano, teclados, sintetizadores, programação e arranjos orquestrais
Affonso Junior: guitarra

Mais informações sobre Confessori:
Site Oficial – http://www.ricardoconfessori.com
Instagram – https://www.instagram.com/ricardoconfessori/
YouTube – https://www.youtube.com/user/RicardoConfessori

Izabella Rocha ganha destaque nas rádios e prepara novo álbum

Divulgação 

Ex-vocalista e fundadora do Natiruts, cantora e compositora lançou três singles em 2026 e lança novo álbum em novembro

Izabella Rocha vive um novo momento em sua carreira. Cantora, compositora, ex-vocalista e uma das fundadoras do Natiruts, a artista retoma sua trajetória musical com uma sequência de lançamentos que já conquistou espaço nas rádios de todo o Brasil. O mais recente single, “Quero Ser Feliz Também”, releitura de um dos grandes sucessos do Natiruts, vem se destacando na programação das rádios e já alcançou, mais de uma vez, o topo das paradas monitoradas pela Crowley.

A faixa é o terceiro single apresentado por Izabella em 2026. A nova versão revisita uma canção diretamente ligada à sua história, agora com uma roupagem renovada, sem perder a mensagem de esperança e de busca por dias melhores que fez da música a trilha sonora de uma geração.

Antes dela, a artista lançou “Solta Pelo Mundo”, em abril, e “Tempo de Colheita”, em julho. As três faixas antecipam a sonoridade de IZABELLA Vol. 1, álbum previsto para novembro, que combina reggae pop, MPB e elementos dançantes em um repertório leve, envolvente e marcado por mensagens positivas.

Primeiro single do projeto, “Solta Pelo Mundo” une MPB e reggae pop em uma atmosfera dançante, com uma mensagem sobre liberdade, descobertas e conexão com diferentes culturas. A faixa também ganhou uma versão em espanhol, reforçando o desejo da artista de ampliar sua aproximação com o público da América Latina.

Já “Tempo de Colheita” deu continuidade à apresentação do novo trabalho, enquanto “Quero Ser Feliz Também” estabeleceu uma conexão direta com a história de Izabella e com o período em que esteve à frente do Natiruts.

Izabella Rocha se tornou conhecida nacionalmente como uma das vozes do Natiruts, banda que ajudou a fundar e na qual permaneceu por dez anos, participando de cinco álbuns autorais. Após sua saída, seguiu carreira com novos trabalhos e, posteriormente, voltou a se reunir com os antigos companheiros para a turnê Good Vibration, encerrada em 2023.

O reencontro com os palcos abriu caminho para um novo capítulo musical. Em 2024, Izabella iniciou as composições e a pré-produção de IZABELLA Vol. 1, seu próximo álbum, com lançamento previsto para novembro de 2026.

O disco reúne canções que refletem a maturidade e a experiência da artista sem abrir mão da leveza que marca sua produção atual. Entre faixas dançantes, suaves e envolventes, o reggae pop e a MPB aparecem como fios condutores de um trabalho que aposta em boas vibrações, mensagens inspiradoras e novas conexões com o público.

Além da edição em português, o álbum terá uma versão em espanhol, ampliando o alcance do projeto e reforçando a proposta de uma artista que revisita sua trajetória ao mesmo tempo em que aponta para novos caminhos.

Com três singles lançados ao longo de 2026 e “Quero Ser Feliz Também” ganhando força nas rádios brasileiras, Izabella Rocha chega à reta final de preparação para IZABELLA Vol. 1, projeto que reúne experiência, identidade e frescor e inaugura uma nova fase em sua história na música.

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BOA27 revela mais três atrações internacionais para sua próxima edição

Do heavy metal épico ao horror punk obscuro, HammerFall, Enforcer e The Other desembarcam em São Paulo para o Bangers Open Air 2027

O BANGERS OPEN AIR 2027 acaba de dar mais um passo na construção de uma de suas edições mais icônicas e pesadas de todos os tempos. O festival, que acontece nos dias 24 e 25 de abril de 2027, no Memorial da América Latina (SP), anuncia um trio internacional de peso: os lendários suecos do HammerFall, a velocidade inconfundível do Enforcer e a teatralidade obscura dos alemães do The Other.

Com os novos nomes, o evento reforça seu compromisso em unir vertentes do metal e do rock pesado em dois dias de celebração ininterrupta.

CONHEÇA AS NOVAS ATRAÇÕES INTERNACIONAIS DO BANGERS 2027

HAMMERFALL

Diretamente de Gotemburgo, a Suécia envia uma de suas maiores instituições para o palco do BANGERS OPEN AIR. Com mais de três décadas de história e o lançamento do aclamado Avenge the Fallen (2024), o HammerFall liderado por Joacim Cans e Oscar Dronjak traz a São Paulo um arsenal lendário de hinos que redefiniram o power e heavy metal europeu desde o clássico Glory to the Brave.

ENFORCER

Se o assunto é riffs afiados, velocidade sem freios e a pura essência da New Wave of Traditional Heavy Metal (NWOTHM), o Enforcer é a resposta. Criado pelo frontman Olof Wikstrand, o quarteto sueco desembarca com a bagagem incendiária de discos como Death by Fire e o recente Nostalgia (2023). Prepare-se para uma performance eletrizante de ponta a ponta.

THE OTHER

Trazendo uma experiência visual e sonora totalmente diferenciada para o festival, os alemães do The Other representam a força do horror punk europeu. Após alcançarem o topo das paradas alemãs com o álbum Alienated (2025) e acumularem parcerias lendárias com nomes como Mille Petrozza (Kreator), o grupo combina gótico, punk e heavy metal com uma estética cinematográfica única.

OUTROS NOMES JÁ CONFIRMADOS: 

SÁBADO, 24 DE ABRIL DE 2027
LACUNA COIL
FLOOR JANSEN
SOEN
QUIET RIOT
KK’S PRIEST
W.E.T.

DOMINGO, 25 DE ABRIL DE 2027
ELUVEITIE
SOILWORK
KANONENFIEBER
BLAZE BAYLEY
METAL CHURCH
CLAUSTROFOBIA
TUATHA DE DANANN
TAURUS

GARANTA O SEU INGRESSO!

Os ingressos estão disponíveis através do Clube do Ingresso. Consulte valores, condições e setores disponíveis no site:

https://www.clubedoingresso.com/evento/bangersopenair2027

Não perca a chance de vivenciar o festival de metal mais amado do Brasil, evento que celebra a paixão e a união dos fãs da música pesada. Garanta já o seu ingresso e faça parte desta celebração! 

Mais informações:
https://bangersopenair.com/
https://www.instagram.com/bangersopenair
https://www.youtube.com/@bangersopenair

The Town anuncia o primeiro headliner de 2027: Slipknot, uma das maiores bandas de heavy metal do mundo, é a principal atração do Palco Skyline no dia 4 de setembro

Ainda na mesma data e espaço, Marilyn Manson também faz sua estreia na Cidade da Música em uma noite épica que será dedicada ao rock e ao metal

O primeiro headliner do The Town 2027 acaba de ser revelado! Uma das maiores bandas de heavy metal do mundo, o Slipknot será a atração principal do palco Skyline no dia 4 de setembro. Após surpreender os fãs com o anúncio de uma nova turnê mundial, a banda escolheu o The Town para sua única apresentação no Brasil, trazendo a São Paulo seu novo show e sua nova cenografia, além de toda a intensidade que tornou suas apresentações experiências inesquecíveis ao redor do mundo. O show promete eletrizar a Cidade da Música, com o público totalmente imerso do primeiro ao último acorde — pulando, cantando e transformando o local em uma enorme catarse coletiva, marca registrada das apresentações ao vivo da banda. Na mesma data, o público ainda viverá um momento histórico: Marilyn Manson, um dos artistas mais marcantes e influentes do rock, traz ao festival a estética e a energia únicas que marcam suas apresentações.

O encontro do Slipknot com o público dos festivais da Rock World já rendeu capítulos memoráveis. Em 2011 e 2015, a banda protagonizou apresentações no Rock in Rio que ficaram marcadas pela conexão com os fãs e seguem lembradas até hoje. Mais de uma década depois, essa história ganha um novo capítulo: pela primeira vez, o grupo sobe ao palco do The Town, levando para São Paulo uma relação construída ao longo dos anos com o público brasileiro e que agora passa também pela Cidade da Música. “Abrir os anúncios de atrações do The Town tendo o Slipknot como headliner é algo maravilhoso – ainda mais sendo o único show no Brasil durante a turnê mundial deles. The Town foi o único festival escolhido pela banda e isso reforça a potência do evento, que está apenas começando a divulgação de suas atrações. A banda sempre faz shows que trazem uma conexão enorme com a plateia, levando os fãs à loucura e, agora, chegou a vez da Cidade da Música viver um momento assim. Marilyn Manson traz ainda mais potência rock e do metal, em um dia que reúne artistas internacionais gigantes, cada um com uma identidade muito própria e uma história enorme dentro de suas vertentes. É exatamente isso que queremos celebrar no The Town: artistas gigantes, com uma conexão e identificação com o público. Este é só o primeiro dos muitos anúncios que teremos pela frente. E esta celebração não para por aí. Temos um dia com surpresas que marcam nossa presença nesta metrópole que é São Paulo. Já estamos ansiosos para setembro de 2027”, comemora Roberto Medina, presidente e criador da Rock World.

Terceira edição do The Town será nos dias 4, 5, 6, 11 e 12 de setembro de 2027

Em 2027, São Paulo volta a viver a magia do The Town. Depois de duas edições que transformaram a cidade em um grande ponto de encontro em torno da música, o festival retorna para fazer a Cidade da Música pulsar novamente, reunindo grandes artistas, fãs de diferentes lugares e experiências que começam muito antes de atravessar os portões de Interlagos. Em apenas duas edições, o The Town construiu uma relação especial com São Paulo e passou a fazer parte do ritmo da cidade, movimentando ruas, transporte, turismo, encontros e, principalmente, milhares de pessoas unidas pela música. Em 2025, essa energia se espalhou pela capital ao longo de cinco dias de festa e também se traduziu em um impacto de R$ 2,2 bilhões na economia e 26,3 mil postos de trabalho. Agora, a expectativa se volta para um novo capítulo dessa história: nos dias 4, 5, 6, 11 e 12 de setembro de 2027, a Cidade da Música abre suas portas mais uma vez para celebrar tudo aquilo que faz do The Town uma experiência que vai muito além dos shows.

Slipknot escolhe o The Town para sua única apresentação no Brasil e leva à Cidade da Música a potência de sua nova turnê global

Conhecido por sua sonoridade única e pesada, pelas máscaras, uniformes, visuais e performances ao vivo de impressionar, o Slipknot coleciona sucessos que se transformaram em hinos para seus fãs. “Duality”, “Psychosocial”, “Wait and Bleed”, “Before I Forget” e “The Devil in I” estão entre as faixas que ajudaram a levar a banda muito além do universo do metal e a consolidar seu nome entre os grandes do rock mundial. 

A força do Slipknot também pode ser medida pelo seu desempenho nas paradas, tendo colocado três álbuns no topo da Billboard 200. Atualmente, a banda conta com mais de 17 milhões de ouvintes mensais no Spotify, um número que cresce a cada mês. “Duality” ultrapassou a marca de 1,2 bilhão de reproduções na plataforma, enquanto “Psychosocial” já superou 927 milhões. Como prova de quão incrível é a experiência de ver a banda ao vivo, o Slipknot acumula quase 7 bilhões de visualizações de vídeos no YouTube até o momento, apenas em seu próprio canal. Ao longo de sua trajetória, o grupo também conquistou 11 indicações ao Grammy e venceu o prêmio de Melhor Performance de Metal em 2006.

Em 2025, o Slipknot celebrou os 25 anos de seu álbum de estreia homônimo com uma edição especial da obra, reunindo 59 faixas, sendo 40 delas inéditas. Agora, quase 30 anos depois de nove músicos mascarados de Iowa desafiarem o mundo a acompanhar seu ritmo, o Slipknot continua expandindo os limites de sua própria sonoridade. Em 2026, a banda lançou “Arsenal”, seu primeiro single inédito desde 2022. A faixa reúne a intensidade que se tornou assinatura do grupo, com riffs pesados, vocais agressivos, teclados marcantes e elementos de metal, punk e hip hop, mostrando a potência criativa de uma banda que segue se reinventando sem abrir mão de sua identidade. Em 2024, o músico brasileiro Eloy Casagrande juntou-se a Corey Taylor (vocais), Mick Thomson (guitarra), Jim Root (guitarra), Shawn “Clown” Crahan (percussão), Alessandro “V-Man” Venturella (baixo), Michael “Tortilla Man” Pfaff (percussão) e um membro ainda não identificado nos samples, inaugurando uma nova era para uma das bandas mais empolgantes do rock e do metal.

Credito: Gretchen Lanham

Marilyn Manson traz toda sua personalidade, influência e seu novo capítulo musical para a Cidade da Música

Figura de enorme personalidade e uma das presenças mais marcantes da história do rock, Marilyn Manson também fará sua estreia no The Town. Com uma estética própria, performances carregadas de teatralidade e uma trajetória que influenciou artistas dentro e fora do universo do metal, o artista se tornou uma das figuras mais reconhecíveis da música pesada a partir dos anos 1990.

O nome ganhou projeção mundial com álbuns como Antichrist Superstar (1996) e Mechanical Animals (1998), trabalhos que, acompanhados de videoclipes altamente estilizados e turnês pelo mundo, ajudaram a consolidar sua identidade artística. Ao longo da carreira, Marilyn Manson tornou-se referência não apenas pela música, mas também pela maneira como transformou imagem, performance e provocação em elementos fundamentais de sua obra.

Mais recentemente, em agosto de 2026, o artista lançou One Assassination Under God – Chapter 2, segundo capítulo do projeto iniciado no álbum anterior. O trabalho mantém a atmosfera sombria, densa e cinematográfica característica dessa nova fase e reforça a capacidade de Marilyn Manson de construir universos próprios dentro do rock.

Sobre o The Town   

A primeira edição do The Town, festival dos mesmos criadores do Rock in Rio, aconteceu em setembro de 2023 e entrou para a história e para a agenda oficial dos eventos paulistanos. Em 2025, o festival retornou ao Autódromo de Interlagos para sua segunda edição, consolidando sua presença na cidade de São Paulo. Agora, a terceira edição já tem data marcada e acontecerá nos dias 4, 5, 6, 11 e 12 de setembro de 2027, novamente no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. O The Town 2027 conta com patrocínio master da Eisenbahn. 

A cenografia da Cidade da Música foi cuidadosamente projetada para refletir a rica cultura e arquitetura de São Paulo. O palco Skyline, inspirado nos icônicos prédios da cidade, recebeu artistas do mundo inteiro. Já o The One, com um cenário inspirado nos museus de arte da capital, promoveu grandes encontros e reflexões artísticas. A São Paulo Square trouxe referências à região em que a cidade de São Paulo foi fundada e a prédios históricos da capital, enquanto o Factory, inspirado em antigos galpões, proporcionou um ambiente único para as apresentações. Em 2025, a Cidade da Música também ganhou o palco Quebrada, criado para celebrar a potência e a autenticidade das periferias brasileiras, e a The Tower Experience, espetáculo protagonizado pelo dragão Drahan e embalado por música e efeitos especiais. 

O compromisso com a construção de um mundo melhor também seguiu como parte da experiência do The Town. Em 2025, o festival deu continuidade à sua certificação na norma ISO 20121 – Eventos Sustentáveis e realizou mais uma edição do Prêmio The Town Atitude Sustentável, que reconhece parceiros por iniciativas voltadas à redução de impactos ambientais, à justiça social e ao desenvolvimento econômico. O festival também estabeleceu metas para 2027 concentradas em temas como educação, sistemas alimentares, alterações climáticas, economia circular, inclusão e pluralidade.  

Fora da Cidade da Música, o legado do festival também seguiu avançando. O projeto Favela 3D, realizado na Favela do Haiti, em São Paulo, completou dois anos de atuação em 2025, com conquistas como pleno emprego, 100% de abastecimento de água e coleta de esgoto, todas as crianças na escola e a instalação de placas solares na comunidade. 

A segunda edição também ampliou o impacto do The Town em São Paulo: em 2025, o festival gerou 26.3 mil postos de trabalho e R$ 2,2 bilhões em impacto econômico na capital. 

Edu Falaschi revela processo de gravação das guitarras de “Mi’raj” em novo making of

Vídeo acompanha o trabalho de Victor Franco no Fusão Estúdio e apresenta detalhes da construção do álbum que encerra a trilogia iniciada com “Vera Cruz”

Edu Falaschi lançou um novo episódio da série de bastidores de “Mi’raj”, terceiro e último capítulo da trilogia conceitual iniciada com “Vera Cruz”, em 2021, e ampliada por “Eldorado”, em 2023. Disponível no canal oficial do cantor no YouTube, o vídeo acompanha as gravações de guitarra de Victor Franco no Fusão Estúdio, em São Paulo.

Assista ao making of das gravações de guitarra: https://www.youtube.com/watch?v=eQuKGrJ1WLE

Ouça “Mi’raj” nas plataformas digitais: https://linktr.ee/edufalaschi

O registro apresenta diferentes etapas das sessões, passando pela execução de riffs, solos, melodias e camadas que compõem os arranjos do álbum. As imagens também revelam parte do trabalho desenvolvido para equilibrar o peso das guitarras com as orquestrações, as estruturas progressivas e as atmosferas cinematográficas presentes no disco.

“Mi’raj” marca a primeira colaboração oficial de Victor Franco com Edu Falaschi no processo de composição. Os dois assinam juntos partes instrumentais de “Watchers of the Light”, “Wrath Into the War”, “Circle of Dust” e da faixa-título. Além do aspecto técnico, o guitarrista contribuiu para a identidade do trabalho por meio de riffs pesados, linhas melódicas e solos construídos de acordo com as necessidades de cada composição.

Ambientada no Oriente Médio do século XVI, a narrativa dá continuidade à jornada de Jorge, protagonista apresentado em “Vera Cruz”. Depois dos acontecimentos de “Eldorado”, o personagem passa a enfrentar revelações espirituais, perseguições ligadas à Cruz de Nero e conflitos internos que o conduzem à compreensão de sua identidade. Transcendência, fé, perdas, intuição, superação e ascensão interior estão entre os temas abordados no repertório.

Musicalmente, “Mi’raj” reúne referências de heavy metal tradicional, power metal, rock progressivo das décadas de 1970 e 1980, música sinfônica e fusion contemporâneo. O disco também incorpora elementos étnicos do Oriente Médio, grandes orquestrações e mudanças de dinâmica que acompanham o desenvolvimento da história.

O álbum é formado por nove faixas: “Watchers of the Light”, “Here I Stand”, “Mi’raj”, “Echoes of Vows”, “Unchained”, “Intuição”, “Circle of Dust”, “On Your Own” e “Wrath Into the War”. Entre as participações especiais estão Veronica Bordacchini, vocalista do Fleshgod Apocalypse, na faixa-título; Roy Khan, conhecido por seus trabalhos com Conception e Kamelot, em “Circle of Dust”; e Rafael Bittencourt, guitarrista do Angra, responsável pelo solo de “Intuição”.

Produzido por Edu Falaschi e coproduzido por Thiago Bianchi, “Mi’raj” foi gravado no Fusão Estúdio. A mixagem e a masterização ficaram a cargo de Dennis Ward, no TrakShak Studios, na Alemanha, repetindo a parceria estabelecida nos dois discos anteriores. A capa foi criada por Carlos Fides, enquanto o conceito e a direção narrativa foram desenvolvidos por Edu Falaschi e Fábio Caldeira.

Próximos shows de Edu Falaschi

2 de outubro de 2026 — Porto Alegre/RS, Brasil
Local: Auditório Araújo Vianna
Evento: The Beast Experience — participação especial
Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/117808/d/372488

3 de outubro de 2026 — São Paulo/SP, Brasil
Local: Tokio Marine Hall
Evento: Angra — “Rebirth 25” — participação especial
Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/angra-tokio-marine-hall

25 de outubro de 2026 — Tóquio, Japão
Evento: Full Metal Japan — participação especial com o Angra

5 de novembro de 2026 — Chapecó/SC, Brasil
Local: Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes
Ingressos: https://ticketarena.com.br/event/edu-falaschi-hibria-janowitz-metal-opera/226

7 de novembro de 2026 — Florianópolis/SC, Brasil
Local: John Bull
Ingressos: https://ticketarena.com.br/event/edu-falaschi-mi-raj-the-legacy-tour-em-florianopolis/221

8 de novembro de 2026 — Porto Alegre/RS, Brasil
Local: Opinião
Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/121706

15 de novembro de 2026 — Santo André/SP, Brasil
Local: Santo Rock Bar
Ingressos: https://ingresso-master.com/65/edu-falaschi-lancamento-do-album-miraj-santo-andre/

28 de novembro de 2026 — Recife/PE, Brasil
Local: Armazém 14
Ingressos: https://articket.com.br/e/6185/edu-falaschi

6 de dezembro de 2026 — Campinas/SP, Brasil
Local: Santo Rock Bar
Ingressos: https://ingresso-master.com/66/edu-falaschi-lancamento-do-album-miraj-campinas/

19 de março de 2027 — Montevidéu, Uruguai
Local: Live Era
20 de março de 2027 — Buenos Aires, Argentina

Local: Teatro San Telmo
25 de março de 2027 — Santiago, Chile

Local: Sala RBX
26 de março de 2027 — Concepción, Chile

Local: Bodeguita
27 de março de 2027 — Puerto Montt, Chile

Local: Barra Bass
9 e 10 de abril de 2027 — Roskilde, Dinamarca
Evento: Epic Fest 2027 — Chapter 5

Agenda e informações oficiais:
https://www.edufalaschi.com.br

Connecting Pieces aborda conflito emocional em “Falling Down”, primeiro single de “Vitruvian”

Composta por Rafael “Vinnie” Kuhlmann, faixa transforma uma experiência pessoal em uma combinação de peso, melodia e intensidade e abre a divulgação do novo álbum da banda

O Connecting Pieces apresenta “Falling Down”, primeiro single de “Vitruvian”, novo álbum de estúdio da banda brasileira de hard rock e heavy metal, com lançamento previsto para novembro de 2026.

Assista o lyric vídeo de “Falling Down”: https://www.youtube.com/watch?v=M4Kbk3d_02w

Ouça no Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/0ypQlsDWegXwatCvTbyC3k

Com música e letra assinadas pelo baterista Rafael “Vinnie” Kuhlmann, a faixa nasceu de um período particularmente difícil de sua vida e transforma essa experiência pessoal em uma composição marcada por peso, tensão e intensidade emocional.

A letra acompanha um mergulho em sentimentos de perda, desorientação e isolamento. Imagens como um coração partido, espelhos quebrados, sonhos despedaçados, correntes que se apertam e a queda em direção a um abismo ajudam a construir a atmosfera sombria da canção.

Segundo Vinnie, essa carga emocional está diretamente relacionada ao momento em que “Falling Down” foi escrita:

“Escrevi ‘Falling Down’ em um momento muito difícil da minha vida, quando enfrentava uma crise depressiva e me sentia no fundo do poço. Isso acabou se refletindo diretamente na música, que é pesada tanto na letra quanto na sonoridade. Apesar de toda essa carga, a canção também traz uma mensagem de superação: mesmo nos momentos mais sombrios, ainda pode haver uma luz no fim do túnel”, afirma Rafael “Vinnie” Kuhlmann.

Essa dualidade entre queda e possibilidade de reação percorre a composição. Ao longo da letra, o personagem tenta encontrar uma saída enquanto confronta lembranças, frustrações e a sensação de estar preso a um ciclo do qual não consegue escapar. O contraste entre estar perdido e tentar se reencontrar torna-se um dos elementos centrais da narrativa.

Musicalmente, “Falling Down” leva esse clima para uma combinação de riffs de guitarra pesados, melodias marcantes e uma produção de abordagem contemporânea. A faixa reúne elementos do heavy metal, hard rock e melodic metal e funciona como a primeira apresentação da sonoridade desenvolvida pelo Connecting Pieces em “Vitruvian”.

O novo álbum terá 12 faixas inéditas e sucede “Your Soul Dies First”, lançado em 2024. “Falling Down” inaugura o ciclo de divulgação do trabalho e aponta para uma fase em que intensidade musical e conteúdo lírico ganham espaço lado a lado.

“Vitruvian” tem lançamento previsto para novembro de 2026.

Line-up
Leandro Caçoilo — vocal
Rafael “Vinnie” Kuhlmann — bateria
Carlos Alfano — guitarras
Victor Martins — guitarras
Vinicius Crespo — baixo
Rodrigo Lopes — teclados e sintetizadores

Sobre o Connecting Pieces

O Connecting Pieces é uma banda brasileira de hard rock e heavy metal formada em 2019 por Paulo Faroni, na guitarra, e Rafael “Vinnie” Kuhlmann, na bateria. A formação inicial contou ainda com Fernando Campos nos vocais e Vinicius Crespo no baixo.

Em 2022, o grupo lançou seu primeiro álbum, “A Tale of Steam and Light”, apresentando ao público sua proposta musical. O videoclipe de “Shine To Me Again”, faixa do disco, ultrapassou 23 mil visualizações no YouTube.

No ano seguinte, a banda passou por mudanças em sua formação, com a entrada de Carlos Alfano nas guitarras e Thiago Cicilini nos vocais. Em junho de 2023, lançou o EP “Reconnecting”, composto por duas faixas inéditas e quatro releituras. O período também resultou nos videoclipes de “Army of Viruses” e “Zombie Tsunami”.

Em 2024, o Connecting Pieces lançou “Your Soul Dies First”, dando continuidade ao desenvolvimento de sua identidade musical e de sua produção. Atualmente, a banda é formada por Leandro Caçoilo, também conhecido por seu trabalho com o Viper, nos vocais; Rafael “Vinnie” Kuhlmann na bateria; Carlos Alfano e Victor Martins nas guitarras; Vinicius Crespo no baixo; e Rodrigo Lopes nos teclados e sintetizadores.

Com essa formação, o Connecting Pieces concluiu “Vitruvian”, álbum com 12 faixas inéditas e lançamento previsto para novembro de 2026.

Saiba mais sobre o Connecting Pieces:
Instagram: @conpieces
Facebook: facebook.com/connectingpiecesband
YouTube: http://www.youtube.com/@cpieces

Após se apresentar no Rock in Rio com a Malvada, Indira Castillo retoma carreira solo com o EP “Pandora”

Depois de subir ao Palco Sunset do Rock in Rio com a Malvada, Indira Castillo volta os holofotes para sua carreira solo e apresenta “Pandora”, novo EP que reúne três canções inéditas e amplia o universo musical da cantora e compositora paulistana.

O lançamento chega em um momento especial da trajetória da artista. No último dia 5 de setembro, Indira esteve à frente da Malvada em sua apresentação no Rock in Rio, quando o grupo abriu a programação do Palco Sunset. Agora, ela retoma um trabalho autoral no qual tem liberdade para explorar outras nuances de sua identidade musical.

Em “Pandora”, Indira parte de uma bagagem construída entre diferentes universos. Jazz, soul, blues e rock fazem parte da formação de uma artista que nunca se limitou a uma única linguagem e que encontra justamente nesse trânsito entre estilos um dos principais elementos de sua personalidade.

“Pandora” reúne três faixas — “Voo Livre”, “Ouro em Meio às Cinzas” e a faixa-título — e segue o formato de três canções adotado por Indira Castillo em seu primeiro EP. Desta vez, a própria artista assina a produção do trabalho, com arranjos desenvolvidos em conjunto com Luiz Cardim (guitarra), Geovanni Leite (teclados), Roby Pontes (bateria) e Lucas Rogério (baixo). As gravações aconteceram no Orra Meu Estúdios, ao lado de Wagner Meirinho, e o lançamento dá continuidade à parceria da cantora com a Symphonic e a Canil Records. Mais do que um trabalho isolado, “Pandora” também pode representar o primeiro passo para um projeto maior, já que Indira considera desenvolver esse repertório futuramente em um álbum mais extenso e completo.

“Pandora” sai dia 09 de outubro e você pode fazer o Pre-Save em sua plataforma favorita:
https://sym.ffm.to/pandora_?fbclid=PAcGRvZgRleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZAwyNTYyODEwNDA1NTgAAadu2co53ZM8uHHsFZEFpSsxBYpN1cW1rx7X7DRvwNexDfs30EACGiaKEfxNCg_aem_ywCGalx47EwSyrr6blaxdg&utm_id=97760_v0_s00_e0_tv6_a1dennhbhl5rct

Em 2022, Indira lançou “Wiser”, faixa que evidenciou tanto a potência quanto a versatilidade de sua voz. No ano seguinte vieram “Tempo” e “Êxtase”, trabalhos que ajudaram a consolidar sua parceria com a Canil Records e deram origem ao EP “Êxtase”, lançado em 2023.

Se na Malvada Indira ocupa a linha de frente de uma banda essencialmente ligada ao hard rock, em seu trabalho solo ela abre espaço para revelar outras influências. É justamente essa liberdade que ajuda a definir “Pandora”: três novas músicas que apresentam diferentes faces de uma cantora que construiu sua identidade absorvendo referências que passam pelo peso do rock, pela liberdade do jazz e pela intensidade interpretativa do soul.

A versatilidade, aliás, acompanha Indira desde antes de sua chegada à Malvada. Cantora e compositora paulistana com mais de uma década dedicada à música, em 2018 ela iniciou uma parceria com a Universal Music em um projeto autoral ligado ao jazz rock. Em 2022, alcançou a semifinal do programa “Canta Comigo”, da Record, ampliando sua projeção nacional.

Do lado mais experimental de sua trajetória está ainda o The Improvisers, trio dedicado ao jazz e à improvisação. Já em 2023, Indira assumiu os vocais da Malvada, iniciando outro importante capítulo de sua carreira.

Com a banda, participou da gravação do álbum homônimo “Malvada”, lançado mundialmente em 2025. O disco, produzido por Giu Daga, trouxe 11 faixas, em português e inglês, e ajudou a ampliar a projeção internacional do grupo. A Malvada também passou por palcos no Brasil e no exterior antes de chegar, em setembro de 2026, ao Palco Sunset do Rock in Rio.

A apresentação na Cidade do Rock acabou simbolizando um momento de afirmação para Indira. Sob chuva, a vocalista comandou o público em músicas como “Dead Like You”, “Yesterday (My End, My Beginning)”, “Veneno” e “RNR GRL”.

Poucos dias depois dessa apresentação, “Pandora” mostra que Indira Castillo não pretende escolher apenas um caminho.

Entre a vocalista de uma banda de hard rock, a compositora, a intérprete influenciada pelo soul e pelo jazz e a artista interessada em experimentação existe uma mesma voz. “Pandora” abre mais uma dessas possibilidades e marca um novo momento de sua produção autoral.

Siga Indira Castillo em:

https://www.instagram.com/imindiracastillo

Siegrid Ingrid apresenta “Antihuman”, novo single sobre a desumanização da sociedade

Créditos: Foto por Luiz Berenguer

Banda transforma em peso e agressividade a reflexão sobre o distanciamento humano, a intolerância e a perda da empatia em tempos de conexão digital​

O Siegrid Ingrid apresenta “Antihuman”, novo single que aborda o enfraquecimento das relações humanas em uma sociedade cada vez mais conectada pela tecnologia. A faixa é o primeiro material oficial da banda com a formação atual, que reúne Mauro Punk (vocal), André “Gubber” (guitarra), Luiz Berenguer (baixo) e Edilson Alves (bateria).

Ouça “Antihuman” em:
​https://onerpm.link/333021234077​

Assista ao videoclipe de “Antihuman” em:
​https://www.youtube.com/watch?v=J13U1idtpz8

“Antihuman” parte de uma contradição presente na sociedade contemporânea. A tecnologia ampliou as possibilidades de conexão, mas também modificou a maneira como as pessoas se relacionam. Nesse contexto, isolamento, solidão e perda da empatia aparecem como elementos centrais da composição.​

Sua temática aborda egoísmo, indiferença, intolerância e violência, além das consequências desse distanciamento nas relações humanas. O refrão “We are the Anti Human” resume o conceito da faixa e questiona o paradoxo de uma sociedade com mais ferramentas para aproximar pessoas, mas que também enfrenta novas formas de isolamento.​

A música não se limita a uma crítica à tecnologia ou às redes sociais. Esses elementos servem como ponto de partida para discutir comportamentos e relações em um ambiente no qual a conexão digital nem sempre representa proximidade humana.​

Musicalmente, “Antihuman” combina Death e Thrash Metal com elementos de Hardcore e Grindcore, sonoridades que sempre fizeram parte da identidade do Siegrid Ingrid. Riffs pesados, mudanças de velocidade e passagens de maior intensidade acompanham a tensão presente na letra, enquanto a dinâmica da composição alterna momentos de agressividade e atmosferas mais densas.​

A produção ficou a cargo de Rogério Wecko, da Dual Noise Studios (SP), parceiro de longa data da banda. O trabalho preserva o peso da composição e destaca as diferentes camadas presentes no arranjo.​

“Antihuman” também marca a estreia de Edilson Alves em uma gravação oficial com o Siegrid Ingrid. Segundo a banda, o baterista trouxe precisão, técnica e peso ao processo de criação, além de contribuir para a identidade da atual formação:​

“O Edilson é um músico que trouxe muita técnica e ainda mais peso para a banda, além de ser um cara extremamente profissional. Sua entrada agregou demais para nós nessa nova fase que estamos trabalhando em quarteto e essa coesão também está presente nas apresentações da banda.”​

Para Edilson, a gravação teve um significado especial por representar seu primeiro trabalho de estúdio com o Siegrid Ingrid, grupo que acompanha desde os primeiros anos:​

“Gravar ‘Antihuman’ foi muito especial pra mim, porque foi a minha primeira gravação com o Siegrid Ingrid, banda que sempre fui fã. Recebi a música com uma ideia inicial e foi muito gratificante poder trabalhar em cima disso, tendo liberdade para criar e podendo impor a minha identidade musical, a minha forma de tocar e, com isso, poder contribuir para a atmosfera da música sem nenhum tipo de barreira”, comentou.​

O single também ganhou um videoclipe produzido por Luiz Berenguer (@ciahcfilmes) e inaugura uma sequência de lançamentos planejada pelo quarteto para os próximos meses. O material dá continuidade à atual fase da banda, que segue trabalhando em novas composições com a formação em quarteto.​

Desde o início dos anos 1990, o Siegrid Ingrid utiliza o Metal como meio para abordar questões humanas e sociais. Ao longo de mais de três décadas, o grupo construiu uma identidade marcada pelo peso, pela agressividade e por temas relacionados ao comportamento humano.​

Com “Antihuman”, a banda volta sua atenção para os efeitos do isolamento e da perda de empatia em uma sociedade hiperconectada. Como resume o vocalista Mauro Punk: “Sem massagem!”​

SIEGRID INGRID NAS REDES: @SiegridIngrid.Official