Banda de rock progressivo fundada por brasileiros residentes em Los Angeles, nos Estados Unidos, antecipa single de álbum previsto para 29 de maio e apresenta faixa que combina complexidade rítmica, peso e forte apelo melódico com participação de Ginny Luke.
A banda LUFEH inicia um novo capítulo de sua trajetória com o lançamento de “He Commands The Sun and The Stars”, primeiro single do álbum Overwhelmed, que chega em 29 de maio de 2026 em lançamento independente com distribuição pela DistroKid. Sediada em Los Angeles, nos Estados Unidos, e dedicada a uma fusão de rock progressivo, metal e influências de jazz, a banda é formada por Ginny Luke (vocal), Lufeh (bateria) Duca Tambasco (baixo e backing vocals), Deio Tambasco (guitarra e backing vocals) e Gera Penna (teclados e backing vocals).
Faixa de abertura de Overwhelmed, “He Commands The Sun and The Stars” é destacada pela própria banda como uma das composições mais fortes do repertório. A letra aborda a figura de um homem poderoso, capaz de comandar o sol e as estrelas, mas que passa a ser questionado justamente pela multidão que o idolatra.
Lufeh explica sobre o single a nova fase da banda:
“Essa nova fase da LUFEH nasce de uma evolução natural da banda, agora mais madura, mais entrosada e compondo já com as vozes em mente, algo diferente do que aconteceu no primeiro álbum. A entrada do guitarrista Deio Tambasco também foi fundamental para direcionar o grupo a um novo caminho.”
O single funciona como cartão de visitas de um álbum que busca consolidar a evolução sonora da LUFEH. Gravado no histórico Sunset Sound, em Los Angeles, Overwhelmed foi produzido por Gera Penna e conta com mixagem e masterização de Adair Daufembach. O trabalho reúne canções impactantes, baladas pesadas, passagens com pedal duplo e solos de guitarra, baixo e teclado, sempre em equilíbrio com a interpretação de Ginny Luke.
A participação de Ginny Luke é um dos elementos centrais desta nova fase. Após testar quatro cantores diferentes, o grupo definiu Ginny como nova vocalista convidada. Além da voz, ela também contribui com violino em faixas do disco, ampliando o alcance estético do trabalho e adicionando novas texturas ao som da LUFEH.
Overwhelmed será o segundo álbum de estúdio da banda e sucede Luggage Falling Down, lançado em 2020. Desde então, a LUFEH vem sendo reconhecida por unir refinamento técnico, intensidade e senso melódico em uma linguagem própria. Agora, com “He Commands The Sun and The Stars”, o grupo apresenta a primeira amostra de um disco de oito faixas que pretende aprofundar essa identidade e reafirmar a força criativa de uma formação construída a partir de décadas de convivência musical.
Tracklist de “Overwhelmed”: He Commands The Sun and The Stars Breathe Double Dip Overwhelmed Feels Like I’m A Ghost Live The New Today War of Emotions End of the Tunnel
Pela primeira vez, uma banda brasileira de heavy metal é destaque na conceituada revista Bilboard Brasil. No dia 26 de abril, em São Paulo, no Bangers Open Air, o Angra sobe ao palco com três formações, três eras e décadas de história em um dos momentos mais simbólicos de sua trajetória.
O Angra vive um capítulo histórico em sua carreira. Em matéria assinada pelo respeitado jornalista Sergio Martins para a Billboard Brasil, a banda se prepara para encerrar o Bangers Open Air, em São Paulo, no próximo dia 26 de abril, tornando-se a primeira banda brasileira a fechar o festival. O feito marca não apenas um reconhecimento à importância do grupo para o metal nacional, mas também celebra um dos momentos mais emblemáticos de sua trajetória.
No palco, o público verá uma apresentação inédita, reunindo três formações, três eras e três décadas de um legado construído com intensidade, talento e reinvenção. Ao longo dos anos, o Angra atravessou rupturas, reconciliações e renascimentos, consolidando-se como uma das bandas mais importantes da história do metal brasileiro e latino-americano.
A nova capa da Billboard Brasil mergulha nos bastidores desse encontro histórico, revelando detalhes da reaproximação entre antigos e novos integrantes. Entre os momentos que ajudaram a construir essa reunião estão o churrasco que aproximou diferentes gerações da banda, as conversas que selaram a paz após anos de distanciamento, além dos movimentos recentes que redesenharam o presente do grupo, como a saída de Fabio Lione e a chegada de Alírio Netto.
Mais do que um show especial, a apresentação no Bangers Open Air simboliza a força de uma banda que soube transformar desafios em permanência. Ao costurar passado, presente e futuro diante de um público que acompanhou cada fase de sua jornada, o Angra reafirma sua posição como uma verdadeira fênix do metal.
O encontro no festival também aponta para novos caminhos. Em um momento de celebração, reencontros e renovação, o Angra mostra que sua história continua em movimento e que o legado construído ao longo de décadas ainda tem muitos capítulos a escrever.
Texto: @smartinz15 Design da capa: @eduardopignata Fotos: @marcoshermes
No último episódio, recebemos Marcello Pompeu (Korzus) e Vini Castellari (Project46), que se apresentarão no festival ao lado de suas respectivas bandas
O episódio, que estreia hoje (09/04), às 19h, apresenta um bate-papo intenso e inspirador com um dos bateristas mais respeitados do cenário mundial: Aquiles Priester. Aquiles revisita momentos marcantes de sua carreira e compartilha reflexões sobre disciplina, consistência e o nível de entrega exigido para uma performance de alto padrão.
Ao longo da conversa, o músico fala sobre o aguardado retorno do Hangar após quase oito anos de hiato, revelando os bastidores do convite para o Bangers Open Air e destacando a importância das conexões construídas ao longo de sua trajetória. O episódio também explora sua relação com o Angra, incluindo o projeto Angra Reunion, além de experiências internacionais que consolidaram seu nome como referência global na bateria.
Mais do que uma retrospectiva, o episódio mergulha no mindset de Aquiles Priester, abordando sua rotina rigorosa de treinos, o alto nível de exigência pessoal e a mentalidade necessária para se manter relevante por décadas dentro de um cenário altamente competitivo.
Aquiles se apresentará no Bangers Open Air 2026 em duas ocasiões especiais: com o Hangar e com o Angra Reunion, reforçando sua forte ligação com o festival.
Consolidado como o principal evento de metal da América do Sul, o Bangers Open Air celebra a força e a paixão da comunidade do som pesado. Com uma curadoria que equilibra nomes consagrados e novas promessas, o festival proporciona uma experiência intensa e memorável para fãs de todas as gerações.
Evento em São Paulo marcará a primeira audição da versão final do disco que encerra a trilogia do artista, com pocket show acústico e acesso restrito exclusivamente a quem adquirir o box Mi’raj.
Edu Falaschi vai realizar uma audição exclusiva do álbum Mi’raj, trabalho que encerra a trilogia apontada pelo artista como uma das mais importantes de sua carreira. O encontro foi concebido como uma ação especial de lançamento para apresentar, em primeira mão, a versão final do disco aos fãs que adquirirem o box do álbum.
A iniciativa reforça o caráter simbólico de Mi’raj, projeto que representa o fechamento de um ciclo artístico e pessoal para Edu Falaschi. Segundo o artista, a conclusão da trilogia não poderia acontecer sem uma entrega à altura do significado que esse trabalho carrega. “Como muitos já sabem, a trilogia que mudou minha vida está prestes a ser concluída. E eu não fecharia esse ciclo sem criar algo novo e especial”, afirma.
Edu também destaca o longo processo de construção do álbum, da composição à finalização. “Do dia em que eu começo a primeira composição até a finalização de um álbum, é um processo que leva mais de um ano. Por isso, eu quero ter a certeza de que cada segundo tenha valido a pena”, diz o músico. Ainda de acordo com ele, a participação dos fãs mais próximos é parte essencial desse momento: “É aí que entram meus fãs mais próximos”.
Além da audição da versão final de Mi’raj, o evento contará com um pocket show acústico com versões especiais da carreira de Edu Falaschi. Para o artista, o encontro também é uma forma de reconhecer o apoio recebido ao longo de toda a trajetória do projeto. “Essa constante energia de criação não seria possível sem o apoio de vocês. Jamais esquecerei o carinho de cada um”, declara.
O acesso ao evento será restrito exclusivamente a quem comprou o box Mi’raj. Não se trata, portanto, de uma ação aberta ao público geral. A proposta, segundo Edu, é preservar a proximidade e a exclusividade desse primeiro contato com o disco para fãs que o apoiam incondicionalmente. “Quero escutar a versão finalizada do Mi’raj com vocês, pessoalmente, de preferência”, afirma. Ele complementa: “Seria impossível fazer um evento desses aberto ao público, por questões de logística. E também porque quero manter a proximidade e exclusividade com meus amigos, familiares e fãs mais próximos nesse primeiro contato com o disco”.
A audição será realizada em São Paulo e reunirá os compradores do box em uma experiência presencial e intimista. “Assim que a master final desse disco ficar pronta, as primeiras pessoas a escutar serão meus fãs mais assíduos”, diz Edu. “Quem estiver comigo nesse momento histórico vai ter a oportunidade de celebrar, se emocionar e me dizer, olhando nos meus olhos, se fechamos ou não essa trilogia com chave de ouro.”
Os compradores do box que não puderem comparecer presencialmente terão acesso a um link para acompanhar on-line o evento e a audição do álbum em alta definição. Quem já havia adquirido o box antes do anúncio também estará contemplado.
Serviço Evento: Audição Exclusiva Mi’raj Artista: Edu Falaschi Data: 2 de maio Horário: 18h Local: Casa Medieval, São Paulo (SP) Acesso: exclusivo para quem comprar o box Mi’raj Condições de entrada: mediante identificação, ingresso pessoal e intransferível, sem acompanhante Formato para ausentes: compradores do box que não puderem comparecer receberão link para acompanhar o evento e a audição on-line em alta definição Observação: compradores que já haviam adquirido o box antes do anúncio também têm direito ao acesso ao evento presencial ou ao link Pré-venda do box Mi’raj: https://www.lojaedufalaschi.com.br/boxmiraj
Como atração principal de 25 de outubro, em Yokohama, banda brasileira lidera a noite mais aguardada do festival em uma celebração especial da era Rebirth no Japão.
O Angra será a atração principal do segundo dia do Full Metal Japan 2026, festival marcado para os dias 24 e 25 de outubro, na Pia Arena MM, em Yokohama, no Japão. Escalado como headliner da noite de 25 de outubro, o grupo brasileiro sobe ao palco em um formato especial, com Kiko Loureiro e Edu Falaschi, em uma apresentação de forte apelo histórico e emocional para os fãs.
A presença do Angra no topo da programação do segundo dia reforça o peso da banda no cenário internacional e, especialmente, sua conexão com o público japonês, peça importante na consolidação de sua carreira fora do Brasil. O show terá caráter de celebração de uma das fases mais emblemáticas da trajetória do grupo, com referências diretas ao álbum Rebirth e ao encontro de músicos que marcaram esse período.
Kiko Loureiro destacou a emoção de retornar ao Japão e participar de um momento tão simbólico ao lado do Angra.
“É sensacional voltar ao Japão no mesmo ano. Eu acabei de fazer uma turnê super bem-sucedida no começo do ano e agora tenho a chance de voltar com os amigos do Angra. Tenho certeza de que vai ser especial demais. Voltar ao Japão é sempre uma experiência incrível. Toda vez que vou para lá, relembro grandes memórias e reencontro grandes amigos, desde os primeiros tempos da história do Angra no Japão. Então vai ser muito legal celebrar essa trajetória com essa participação especial.”
Rafael Bittencourt afirmou que o retorno ao Japão em um evento desse porte tem significado especial para a banda.
“Estou verdadeiramente honrado por voltar ao Japão para um evento tão importante. Nossos fãs japoneses sempre foram extremamente calorosos e fiéis, e sou grato pela oportunidade de celebrar esse momento tão especial com eles.
Edu e Kiko são parte da nossa família, e homenagear esse capítulo da história da banda no Japão é algo que jamais esqueceremos.”
Edu Falaschi ressaltou o simbolismo de revisitar no Japão uma fase decisiva de sua história com o Angra.
Participar desse show no Japão ao lado do Angra e do Kiko Loureiro, reunindo a quase formação total do Rebirth, tem um significado muito profundo pra mim. Foi justamente no Japão que tudo realmente começou na minha história internacional com o Angra. Foi ali que eu vivi alguns dos momentos mais importantes da minha carreira, onde o público me acolheu, acreditou em mim e naquela nova fase da banda. Voltar agora, tantos anos depois, para celebrar o Rebirth exatamente no Japão, é algo muito importante pra mim. Eu fico muito feliz por essa reunião. O Rebirth foi um disco que mudou a minha vida, que marcou uma virada na história do Angra e que marcou a vida de muitos fãs também. Poder celebrar esse álbum com nós 4 da formação original, é algo muito especial e muito simbólico.
Tenho certeza de que esse show vai ser um momento muito importante principalmente para os fãs japoneses, que sempre tiveram uma relação muito forte com a gente e sempre fizeram parte dessa história desde o começo. Muitos fãs viveram aquela época junto com a gente e agora vão poder reviver tudo isso novamente.
E ao mesmo tempo, eu acho que esse show também vai ser muito especial para os fãs mais novos, que acompanham a minha carreira solo, que conhecem o Rebirth, conhecem essa fase, mas que muitas vezes não tiveram a oportunidade de ver essa formação ao vivo. Agora essas pessoas vão ter essa oportunidade, e isso me deixa muito feliz.
Eu estou muito contente por poder viver esse momento e por poder voltar ao Japão dessa forma, celebrando um disco tão importante e uma fase tão marcante da minha vida. Tenho certeza de que vai ser um momento inesquecível para todos nós.
O Angra aparece como o grande destaque do segundo dia, liderando a programação da data em uma noite que também contará com Hibria featuring Iuri Sanson & Renato Osorio e outras atrações. Já o primeiro dia terá nomes como Michael Schenker, Stratovarius, Rage e Gus G. com Ronnie Romero.
Serviço — Full Metal Japan 2026 Datas: 24 e 25 de outubro de 2026 Dia do Angra: 25 de outubro Status no festival: atração principal do segundo dia Local: Pia Arena MM, Yokohama, Japão Abertura dos portões: 12h Início dos shows: 13h
Torture Squad adiciona mais datas à ‘Devilish European Tour’, que também conta com shows com Venom Inc.
Torture Squad participará da turnê de despedida da maior banda de metal do Brasil, o Sepultura. A “Celebrating Life Through Death” chegará à Europa em junho e também contará com apresentação do Cro-Mags, Lionheart, Evil Invaders e Gatecreeper.
Os shows do Torture Squad fazem parte da ‘Devilish European Tour’ e terão início no dia 09 de junho, em Milão, na Itália, passando por Roma, nas cidades Wurzburg, Heidelberg, Oberhausen e Postdam na Alemanha e encerram dia 26 de junho em Huskvarna, na Suécia.
Sobre os shows com Sepultura, a vocalista Mayara Puertas comenta:
“Essa com certeza é uma das melhores notícias que trazemos a vocês este ano. É uma honra imensa para nós sempre poder dividir palco com o Sepultura, sem dúvidas será uma turnê marcante na história da banda. Não temos palavras para expressar nossa gratidão, o Sepultura inspirou a todos nós a começar nossa trajetória no metal e nunca desistir. Obrigada, família Sepultura!”
Torture Squad segue anunciando as datas da sua turnê pela Europa, que também conta com shows de abertura para os britânicos do Venom Inc. “Nós estamos MUITO felizes e animados em ter o incrível Torture Squad como nossos convidados especiais! A banda leva orgulhosamente a bandeira brasileira ao redor do mundo, trazendo seu estilo único e sua marca de extremos mais pesados para os fãs”, disse Tony Dolan, líder do Venom Inc., em nota à imprensa.
A banda segue com a etapa final de divulgação do disco ‘Devilish’, disponível nas plataformas digitais e na versão física, com distribuição nacional pela Sound City Records e Valhall Music.
Em paralelo, a banda se prepara para o lançamento do novo álbum, com previsão de lançamento para 2026 pela gravadora italiana Time to Kill Records.
Torture Squad é visto pelos fãs de música extrema como uma das bandas de metal mais viscerais e poderosas em ação atualmente. Com quase três décadas de atuação, com excelentes apresentações ao vivo inclusive nos mais importantes festivais de metal do mundo, o grupo brasileiro reuniu legiões de fãs tocando por todo o país, América Latina e Europa – batendo o recorde após se apresentar no Wacken Open Air 2025, tornando-se uma das únicas bandas brasileiras a tocar quatro vezes no festival.
Em seu segundo álbum com a nova formação, Mayara Puertas (Voz), Rene Simionato (Guitarra), Castor (Baixo) e Amilcar Christófaro (Bateria) transcendem com maturidade a sonoridade do metal extremo, incorporando o metal progressivo, influências da música brasileira e sinfônica elementos.
O álbum também homenageia os heróis brasileiros com a participação de Andreas Kisser (Sepultura) na faixa “Buried Alive”, e uma homenagem a Rickson Gracie o resiliente lutador de Jiu Jitsu considerado uma das maiores lendas do esporte, tema da faixa “Warrior”, que também se tornou single contando a participação da cantora Leather Leone, do Chastain. além de Alex Nasser na percussão árabe em “Hell is Coming”.
A banda também mobilizou diversos músicos ligados às causas indígenas para colaborar na música “Uatumã” – Suzane Hecate (Miasthenia), Victor Rodrigues (Tribal Scream) e João Luiz (Golpe de Estado) -, fazendo um apelo pela preservação da Amazônia em uma canção que flui de forma potente com as falas do líder indígena Raoni Metuktire e ritmos tribais. A banda lançou sete videoclipes de grande produção para promover o disco: “Hell is Coming”, “Flukeman”, “Warrior”, “Sanctuary”, “Thoth”, “Mabus”, “Find My Way”, “Magnum Chaos”e “Buried Alive”
Como primeiro aperitivo, a banda lançou o primeiro single, intitulado “Mabus”, acompanhado de um lyric video feito pelo Wanderley Perna. ‘Devilish’ foi gravado e mixado pelo Diego Rocha na Bay Area Estudios e a masterização ficou por conta de Martin Furia, guitarrista do Destruction e famoso por trabalhar com as bandas The Damnnation, Invisible Control e Eskrota.
Band Photo by: @estudio.velvet @fbartmann e @fabiorrabelo
Primeiro lançamento do próximo álbum, “On the Shortness of Life”, marca nova etapa da banda gaúcha, que também subirá ao palco do festival japonês em 25 de outubro com formação especial ligada a fases marcantes de sua trajetória.
O HIBRIA tem o prazer de apresentar o novo single “Undying”, primeira amostra do próximo álbum de estúdio, “On the Shortness of Life”, que será lançado em 8 de agosto de 2026. Além do novo material, a banda confirmou presença no festival Full Metal Japan em 2026, no dia 25 de outubro, em Yokohama, no Japão, no Pia Arena MM, com presença de Iuri Sanson (vocal) e Renato Osorio (guitarra), integrantes de uma das formações mais clássicas da banda. Atualmente, o HIBRIA é formado por Abel Camargo (guitarra), Velles (guitarra), Angelo Parisotto (vocal), William Schuck (bateria) e Benhur Lima (baixo).
Abel Camargo comenta sobre este momento para o HIBRIA:
É com imensa alegria que nós do HIBRIA anunciamos que estamos indo tocar no Japão pela oitava vez, na primeira versão do Full Metal Japan, “Powered” pelo Wacken Open Air. Esse momento tão especial ficará marcado na história com o lançamento do nosso oitavo álbum de estúdio ‘On the Shortness of Life”, justamente no ano em que a banda completa 30 anos de carreira. Para deixar tudo ainda mais espetacular, teremos dois irmãos Hibrianos tocando com a gente na Terra do Sol Nascente: Iuri Sanson e Renato Osório. Estamos preparando um show de perder o fôlego, em um espetáculo que ficará eternizado nas nossas mentes e corações.
Iuri Sanson comenta sobre o show especial do Japão:
“Orgulho muito grande de ter essa oportunidade de subir ao palco com o HIBRIA, especialmente no Japão, e no ano que a banda celebra 30 anos. Será uma grande festa que ficará para sempre na memória dos fãs.”
Sobre o novo single, o atual vocalista Angelo Parisotto explica:
Undying abre o álbum como um gesto de nascimento, não ingênuo, mas deliberado. Há aqui uma recusa silenciosa daquilo que Sêneca critica: a vida vivida por inércia, herdada, não escolhida. O eu-lírico surge como quem desperta para si, rompendo com o peso do passado e com a ideia de destino imposto. É menos sobre ser eterno, e mais sobre não desperdiçar o instante que se tem. A noção de “indestrutível” ou até “imortal” não aparece como negação da morte, mas como afirmação de uma vontade que se reescreve continuamente. Um espírito que se recusa a ser moldado pelo tempo e, por isso mesmo no seu átimo, passa a moldá-lo. Há algo inaugural em cada verso, como se viver, aqui, fosse um ato consciente pela primeira vez. Como faixa de abertura, ela busca estabelecer o eixo do álbum: não a duração da vida, mas a intensidade com que se decide habitá-la.
“Undying” funciona como um ponto de partida sólido para essa nova fase do HIBRIA. O single resgata elementos marcantes da identidade da banda, com peso, melodia e uma abordagem que dialoga com a essência do grupo, mas já introduz nuances que indicam um novo momento criativo. Mais do que antecipar integralmente a sonoridade de “On the Shortness of Life”, a faixa apresenta uma das faces do álbum, que deve ampliar esse universo com outras possibilidades estéticas e diferentes direções musicais, sem romper com o DNA que consolidou a trajetória do HIBRIA.
A música tem composição assinada por Abel Camargo e letra de Angelo Parisotto, sendo interpretada por Abel Camargo, Velles, Angelo Parisotto, William Schuck e Benhur Lima. A produção ficou a cargo de Renato Osorio, no Dry House Studio, enquanto a mixagem e a masterização foram feitas por Benhur Lima, no Angry Pick Studio. O lyric video foi desenvolvido por Gaby Vessoni, com arte de Carlos Fides.
Confira tracklist de “On the Shortness of Life”: 1 – Undying 2 – Fire Away 3 – Pulse 4 – Persist 5 – Melting Alive 6 – Against the Wall 7 – Animus 8 – On the Shortness of Life I – “Adiaphora” II – “Prohairesis” III – “Apatheia” IV – “Ataraxia” v – “Eudaimonia”
HIBRIA e o Japão
A relação do HIBRIA com o Japão é um dos capítulos mais consistentes de sua carreira internacional. A banda já realizou diversas passagens pelo país ao longo dos anos, consolidando uma base fiel de público e mantendo presença frequente no circuito local. Em 2024, por exemplo, o grupo realizou sua sétima turnê japonesa, evidenciando a continuidade desse vínculo.
Com “Undying”, o HIBRIA apresenta o primeiro passo de seu próximo álbum e, ao mesmo tempo, conecta esse novo momento a uma apresentação de forte apelo simbólico no exterior. Entre material inédito e reencontro com nomes importantes de sua história, a banda transforma 2026 em um ano de renovação e revisita de sua própria trajetória.
Reconstrução, legado e novos caminhos: As I Lay Dying reforça sua força no metalcore e mantém relevância global às vésperas do retorno ao Brasil
A um mês dos dois shows confirmados no Brasil — em São Paulo (03/05, Vip Station) e Curitiba (04/05, Tork N’ Roll), com realização da produtora Dark Dimensions e ingressos disponíveis pela plataforma Ingresso Master (https://ingressomaster.com) —, a As I Lay Dying inicia um novo capítulo de sua trajetória, marcado por reconstrução, reposicionamento e tentativa de reafirmação dentro do cenário global. A passagem pelo país integra a turnê sul-americana “An Evening With As I Lay Dying”, que também contempla datas em Lima, Peru (27/04), Santiago, Chile (29/04) e Buenos Aires, Argentina (01/05), consolidando o giro como um dos mais aguardados do metalcore em 2026.
Após um dos períodos mais turbulentos de sua história, a banda liderada pelo vocalista Tim Lambesis passou por um colapso interno em 2024, que resultou na saída de praticamente todos os integrantes, levando a uma reformulação completa de sua estrutura.
Formada em 2000, na Califórnia, a As I Lay Dying teve papel fundamental na consolidação do metalcore moderno ao unir riffs agressivos, melodias marcantes e letras intensas. A banda ganhou destaque com Frail Words Collapse (2003), mas foi com Shadows Are Security (2005) que alcançou projeção internacional — álbum que se tornou um marco do gênero e agora é celebrado nesta turnê especial.
O auge comercial veio com An Ocean Between Us (2007), disco que estreou no Top 10 da Billboard 200 e ampliou o alcance global da banda. Desde então, o grupo manteve relevância dentro do cenário do heavy metal com trabalhos como The Powerless Rise (2010), Awakened (2012) e Shaped by Fire (2019).
Entre os maiores clássicos da carreira estão “94 Hours”, “Forever”, “Through Struggle”, “Confined”, “Nothing Left”, “An Ocean Between Us” e “My Own Grave”, músicas que se tornaram hinos do metalcore e presença constante nos shows da banda ao redor do mundo.
Mais do que uma simples troca de músicos, o momento atual representa uma redefinição profunda da identidade do grupo. Para dar continuidade ao projeto, Lambesis recrutou uma nova formação com nomes experientes da cena internacional, entre eles o guitarrista brasileiro Bill Hudson (I Am Morbid, Doro, Northtale), além do vocalista (vocais limpos) e baixista Chris Clancy (Mutiny Within), do baterista Tim Yeung (Morbid Angel, Divine Heresy) e do guitarrista Don Vedda (Marilyn Manson, DevilDriver). A proposta é manter o nome e o legado da As I Lay Dying ativo enquanto constrói uma nova base artística para o futuro da banda.
Bill Hudson comentou:
“Conheci Tim Lambesis pela primeira vez há quase 20 anos e já estive em várias bandas com Tim Yeung. É uma honra fazer parte do novo capítulo do As I Lay Dying. A turnê está sendo uma oportunidade incrível de reunir e tocar com tantos amigos de longa data, e os fãs estão realmente curtindo essa nova fase, com shows insanos e lotados! No Brasil não será diferente! Não vejo a hora de encontrar a minha galera aí de novo, agora com o As I Lay Dying”.
O primeiro reflexo dessa nova fase veio com o lançamento dos singles “Echoes” e “If I Fall”, acompanhados de videoclipes oficiais. As faixas farão parte do próximo álbum de estúdio, previsto para ser lançado pela Napalm Records, e apresentam uma sonoridade moderna, técnica e alinhada às tendências atuais do metal, sem abrir mão das características que consagraram o grupo.
Paralelamente à reconstrução musical, a banda também atravessa um processo de reposicionamento dentro do cenário atual. A nova formação marca uma etapa importante na trajetória do As I Lay Dying, tornando este retorno especialmente relevante para fãs e para o mercado do metal.
Apesar disso, a resposta do público em determinados mercados segue expressiva. Nos últimos meses, a banda realizou uma série de shows na Rússia com ingressos esgotados, evidenciando a força do nome As I Lay Dying ao vivo e sua capacidade de mobilização global, mesmo em meio a mudanças significativas em sua estrutura.
É justamente apoiada nesse equilíbrio entre legado, turnês internacionais e novas composições que a banda projeta seus próximos passos. A estabilidade da nova formação e o lançamento de material inédito serão determinantes para consolidar essa fase.
Os shows no Brasil, em maio de 2026, reforçam esse momento de retomada e devem atrair tanto fãs antigos quanto uma nova geração, interessados em acompanhar de perto essa nova etapa da banda. Essas apresentações prometem reunir clássicos do metalcore com músicas recentes, combinando nostalgia e renovação em um dos retornos mais aguardados do gênero no país.
SERVIÇOS:
AS I LAY DYING EM SÃO PAULO Data: 3 de maio (domingo) Local: Vip Station Endereço: Rua Gibraltar, 346 – Santo Amaro – São Paulo/SP Realização: Dark Dimensions Assessoria: JZ Press Bandas de abertura: Throw Me To The Wolves e Self Insight Abertura das Portas: 17h Início do Evento: 20h Ingressos: https://ingressomaster.com/comprar/29/as-i-lay-dying-sao-paulo Classificação: 18 anos É obrigatória a apresentação de documento de identidade
AS I LAY DYING EM CURITIBA Data: 4 de maio (segunda-feira) Local: Tork N’ Roll Endereço: Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças – Curitiba/PR Realização: Dark Dimensions Assessoria: JZ Press Banda de abertura: Self Insight Abertura das Portas: 19h Início do Evento: 21h Ingressos: https://ingressomaster.com/setores/30/as-i-lay-dying-curitiba Classificação: 18 anos É obrigatória a apresentação de documento de identidade
Dois dos pilares criativos de uma das bandas mais influentes do país voltam à estrada com um projeto que transcende o caráter nostálgico e reafirma a força de um repertório que segue vivo na memória coletiva e atravessa gerações. Thiago Castanho e Marcão Britto, membros fundadores do Charlie Brown Jr., anunciam a turnê “Thiago Castanho & Marcão Britto Charlie Brown Jr. Acústico”, uma celebração a obra que marcou profundamente o rock nacional.
A estreia acontece no dia 30 de maio, na Audio, em São Paulo, dando início a uma série de apresentações pelo país que prometem revisitar, com novos contornos, um dos catálogos mais emblemáticos da música brasileira contemporânea.
Os ingressos custam a partir de R$60,00 e já estão à venda em ticket360.com.br. Mais informações no serviço abaixo.
O show, no formato acústico, coloca as composições em primeiro plano, revela detalhes pouco percebidos e cria uma relação imediata com o público. O setlist percorre diferentes fases da banda, reunindo músicas que atravessaram o tempo como “Proibida pra Mim”, “Zóio de Lula”, “Dias de Luta, Dias de Glória”, “Só os Loucos Sabem” e “Céu Azul”, além de faixas menos exploradas ao vivo, ampliando a experiência para quem acompanha essa história há anos.
No palco, Thiago Castanho e Marcão Britto conduzem o espetáculo ao lado de Mascote no baixo, Rafael Carleto nos vocais e Filipe Costa na bateria. O grupo sustenta o peso e a identidade construída ao longo dos anos, ao mesmo tempo em que apresentam uma abordagem atual.
A turnê chega em um momento em que o impacto do Charlie Brown Jr. se mostra cada vez mais atual. As letras seguem ecoando temas como crítica social, inquietação urbana e identidade, mantendo diálogo direto com diferentes gerações. Ao trazer esse repertório para um novo formato, o projeto homenageia a história da banda e reafirma sua relevância no presente. Os artistas prometem revelar grandes novidades nos próximos dias.
“Formado em Santos (SP), no início dos anos 1990, o Charlie Brown Jr. construiu um caminho próprio ao unir rock, rap, reggae e hardcore em uma linguagem direta, ligada às ruas e à juventude brasileira. Desde o álbum de estreia, “Transpiração Contínua Prolongada” colocou a banda nas rádios de todo o país, o grupo criou uma conexão imediata com o público.
Ao longo da carreira, consolidou um repertório amplo e popular, com músicas que falam de cotidiano, relações, identidade e liberdade, transformando canções em hinos que seguem presentes no imaginário coletivo. Essa combinação de sonoridade diversificada e eclética com letras próximas da realidade abriu espaço próprio dentro da música brasileira e influenciou diferentes gerações.
Thiago Castanho e Marcão Britto foram peças centrais nessa construção. As guitarras com riffs marcantes ajudaram a definir uma sonoridade reconhecida desde os primeiros discos, base de um estilo que permanece vivo.
A turnê acústica apresenta esse legado com outra abordagem. As músicas ganham nova forma, destacam melodias e reforçam a força de um repertório que atravessa o tempo, mantendo a mesma conexão com o público em um formato mais próximo e direto.
“Thiago Castanho & Marcão Britto Charlie Brown Jr. Acústico” leva ao palco uma história que segue em movimento, conduzida por canções que continuam fazendo parte da vida de muita gente.
ERVIÇO SÃO PAULO Thiago Castanho & Marcão Britto Charlie Brown Jr. Acústico Data: sábado, 30 de maio de 2026 Local: Audio Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694 – Barra Funda – São Paulo – SP Abertura: 21:00 Ingressos a partir de R$ 60,00
Classificação: 18 anos. Menores de idade a entrada é acompanhada por um terceiro maior de idade (Exceto pai, mãe e /ou responsável legal). Será permitida somente mediante termo preenchido, assinado e reconhecido em cartório.Segue link do termo: https://audiosp.com.br/download/TERMO_DE_RESPONSABILIDADE_PARA_MENORES.pdf
Setores: Pista: a partir de R$ 60,00 + Taxas Pista Solidária: a partir de R$ 70,00 + Taxas Mezanino: a partir de R$ 90,00 + Taxas
Bilheteria Virtual com tecnologia de geolocalização disponível 24h:
Para ativar a compra através do aplicativo, esteja no máximo a 500 metros de raio do local para ser isento da taxa.Formas de Pagamento: Crédito (em até 12x) – PIXDescontos:
É garantido por Lei vários benefícios de meia-entrada para diferentes grupos de pessoas:
1. Idoso: De acordo com a Lei Federal nº 10.741/2003 (Estatuto do Idoso), os idosos têm direito ao benefício da meia-entrada. É necessário apresentar um documento de identidade oficial com foto que comprove a condição de idoso.
2. Estudante / Cadúnico: É necessário apresentar a Carteira de Identificação Estudantil – CIE deve conter informações como nome completo, data de nascimento do estudante, foto recente, nome da instituição de ensino, grau de escolaridade e data de validade. Ela pode ser emitida pelo Ministério da Educação, ANPG, UNE, entre outras entidades de ensino e associações representativas dos estudantes.
É importante lembrar que esse benefício faz parte da cota dos 40% estipulados por lei federal.
3. Professor: É necessário apresentar um documento de identidade, comprovante de vínculo como professor da rede pública, carteira de identificação funcional emitida por alguma das entidades da categoria. Além disso, é importante que você esteja atuando efetivamente, com vínculo em exercício na data da aquisição do ingresso.
É importante lembrar que esse benefício faz parte da cota dos 40% estipulados por lei federal.
4. PCD: Mediante apresentação de um documento que comprove a condição de deficiência, de acordo com a Lei Federal 12.933 de 2013. Apenas um acompanhante, por pessoa com deficiência, terá direito ao benefício da meia-entrada, desde que conste do documento a necessidade de acompanhante.
É importante lembrar que esse benefício faz parte da cota dos 40% estipulados por lei federal.
Novo álbum “Slave Machine” será lançado nesta sexta-feira, 3 de abril de 2026
A Nervosa acaba de lançar o videoclipe da faixa de abertura de seu próximo álbum, “Slave Machine”, como o terceiro single. “Impending Doom” cresce ameaçadoramente, usando riffs estrondosos e bateria veloz para compartilhar observações sociais sinistras e estabelecer o domínio feminino na cena.
Produzida por Martin Furia, da lendária banda alemã de thrash metal Destruction, “Impending Doom” mistura o poder da velha guarda com um toque moderno, mostrando a visão de futuro da Nervosa. O álbum que acompanha o single, “Slave
Machine”, será lançado nesta sexta-feira, 3 de abril de 2026, pela Napalm Records.
A banda falou sobre “Impending Doom”: “São vibrações sombrias com uma sensação épica, uma música muito poderosa para apresentar nosso novo álbum, que marca um grande passo em nossa carreira.”
Assista ao videoclipe oficial de “Impending Doom”:
A Nervosa libera mais uma dose de fúria em seu novo álbum, “Slave Machine”, que sai nesta sexta (03/04) pela Napalm Records. Seu sexto álbum mostra a banda brasileira liberando suas feras interiores em uma velocidade impressionante. Tendo se apresentado nos maiores festivais de metal do mundo, de Wacken a Hellfest, e causando uma impressão duradoura em fãs e críticos, a Nervosa busca consolidar sua posição como uma das principais bandas do gênero. Com a guitarrista fundadora Prika Amaral estabelecida como sua nova vocalista desde o álbum anterior, Jailbreak (2023), elas votam com a pegada ainda mais brutal.
Sobre o álbum, a Nervosa disse: “Slave Machine é o álbum mais brutal e melódico do Nervosa, e temos orgulho de dar esse passo adiante, mas mantendo nossas raízes.”
A formação da Nervosa traz Prika Amaral (vocal e guitarras), Helena Kotina (guitarras), Hel Pyre (baixo), Emmelie Herwegh (baixo) e Michaela Naydenova (bateria).
Episódio especial com responsáveis pela produção do Bangers Open Air revela a complexidade dos bastidores
O sexto episódio do Podcast Oficial do Bangers Open Air vai ao ar hoje, 02 de abril, às 19h, trazendo uma imersão exclusiva nos bastidores de um dos maiores festivais de música pesada do Brasil.
Nesta edição especial, os produtores Aline Duda e Walter Martins revelam a complexidade por trás da realização do evento e mostram como a operação funciona em um ciclo contínuo de 12 meses, onde o planejamento da próxima edição começa antes mesmo da atual terminar.
Durante a conversa, os convidados destacam que o festival é desenvolvido sob medida para o público do heavy metal: “Tudo é pensado para que os fãs se sintam acolhidos e bem atendidos.” Essa filosofia orienta cada decisão, desde a estrutura até os detalhes operacionais, garantindo uma experiência completa e segura para o público.
A montagem no Memorial da América Latina, realizada em apenas 10 dias, evidencia o alto nível de organização exigido. Já a fase de desmontagem, conhecida como “desprodução”, segue o mesmo rigor técnico, reforçando o padrão profissional do evento.
O festival também reafirma seu compromisso com o futuro do entretenimento ao investir em iniciativas educacionais, como a parceria com a Onstage Lab, que proporciona a novos talentos a oportunidade de vivenciar, na prática, o universo do show business.
Consolidado como o epicentro do metal na América do Sul, o Bangers Open Air celebra a força e a paixão da comunidade do som pesado. Com uma curadoria de alto nível, reunindo grandes nomes e novas promessas do gênero, o festival promete dois dias de apresentações intensas e memoráveis.
Banda divulga primeiras datas da extensa turnê europeia que contará com mais shows de abertura para grandes bandas do metal mundial
Torture Squad anunciou nesta quinta-feira, 26 de março, as primeiras datas da sua extensa turnê pela Europa. Nesta etapa da ‘Devilish European Tour’, a banda brasileira é a convidada especial para a abertura dos shows do Venom Inc.
A‘Devilish European Tour’ com Venom Inc. tem início no dia 13 de junho em Erfurt, na Alemanha, passando pela Áustria, Países Baixos e encerra dia 29 de junho em Vechta, também na Alemanha. Outras datas serão anunciadas em breve, incluindo participações especiais em shows de grandes nomes do metal mundial.
Sobre os shows com Venom Inc., a vocalista Mayara Puertas comenta:
“É um trabalho feito em conjunto com o Venom Inc e a We Live Agency, que é uma banda de um amigo nosso de longa data. Gravei um projeto com o Tony Dolan anteriormente no SABBATONERO, então a gente já vinha conversando há muito tempo querendo realizar essa turnê e, felizmente, em 2026 as agendas das bandas se cruzaram e a gente conseguiu realizar esse trabalho”.
Tony Dolan, líder do Venom Inc. comenta:
“Nós estamos MUITO felizes e animados em ter o incrível Torture Squad como nossos convidados especiais em algumas datas selecionadas na Europa! A banda orgulhosamente leva a bandeira brasileira ao redor do mundo, trazendo seu estilo único e sua marca de extremos mais pesados para os fãs e, finalmente (em uma nota pessoal), podemos ajudar a trazê-los diretamente para vocês… IMPERDÍVEL… Uma noite de música arrasadora e explosiva está chegando em breve!!!! Nós e eles mal podemos esperar!!! Nos vemos por aí, em algum lugar!!! AVE OUR UNION BLACK!!”
Torture Squad segue com a etapa final do disco ‘Devilish’, disponível nas plataformas digitais e na versão física, com distribuição nacional pela Sound City Records e Valhall Music.
Em paralelo, a banda se prepara para o lançamento do novo álbum, com previsão de lançamento para 2026 pela gravadora italiana Time to Kill Records.
Torture Squad é visto pelos fãs de música extrema como uma das bandas de metal mais viscerais e poderosas em ação atualmente. Com quase três décadas de atuação, com excelentes apresentações ao vivo inclusive nos mais importantes festivais de metal do mundo, o grupo brasileiro reuniu legiões de fãs tocando por todo o país, América Latina e Europa – batendo o recorde após se apresentar no Wacken Open Air 2025, tornando-se uma das únicas bandas brasileiras a tocar quatro vezes no festival.
Em seu segundo álbum com a nova formação, Mayara Puertas (Voz), Rene Simionato (Guitarra), Castor (Baixo) e Amilcar Christófaro (Bateria) transcendem com maturidade a sonoridade do metal extremo, incorporando o metal progressivo, influências da música brasileira e sinfônica elementos.
O álbum também homenageia os heróis brasileiros com a participação de Andreas Kisser (Sepultura) na faixa “Buried Alive”, e uma homenagem a Rickson Gracie o resiliente lutador de Jiu Jitsu considerado uma das maiores lendas do esporte, tema da faixa “Warrior”, que também se tornou single contando a participação da cantora Leather Leone, do Chastain. além de Alex Nasser na percussão árabe em “Hell is Coming”.
A banda também mobilizou diversos músicos ligados às causas indígenas para colaborar na música “Uatumã” – Suzane Hecate (Miasthenia), Victor Rodrigues (Tribal Scream) e João Luiz (Golpe de Estado) -, fazendo um apelo pela preservação da Amazônia em uma canção que flui de forma potente com as falas do líder indígena Raoni Metuktire e ritmos tribais. A banda lançou sete videoclipes de grande produção para promover o disco: “Hell is Coming”, “Flukeman”, “Warrior”, “Sanctuary”, “Thoth”, “Mabus”, “Find My Way” e “Magnum Chaos”.
Como primeiro aperitivo, a banda lançou o primeiro single, intitulado “Mabus”, acompanhado de um lyric video feito pelo Wanderley Perna. ‘Devilish’ foi gravado e mixado pelo Diego Rocha na Bay Area Estudios e a masterização ficou por conta de Martin Furia, guitarrista do Destruction e famoso por trabalhar com as bandas The Damnnation, Invisible Control e Eskrota.
Vídeo dirigido por André Moraes transforma a atmosfera da faixa em uma história curta ambientada em um universo fantástico, enquanto a letra carrega uma dedicatória afetiva e pessoal
O Tierramystica apresenta o clipe de “Bedtime Stories”, produção que busca traduzir em imagens o lado mais delicado, imaginativo e sensorial da faixa. Com direção e roteiro de André Moraes, o vídeo foi concebido a partir de uma proposta narrativa que expande a experiência da música e aposta em elementos visuais ligados ao fantástico, ao circo e à fantasia, criando um complemento estético para a nova fase da banda.
A proposta do clipe foi desenvolver personagens que reforçassem o aspecto mais lúdico e delicado da canção. “A ideia do clipe era criar personagens colocando o lado mais tenro da música. Então a gente colocou uma fada, a criança entrando no circo, a bruxa, o ilusionista com a bola de cristal, além da banda tocando no cenário. São personagens que desenvolvemos dentro do possível, no tempo que um clipe permite”, conta Alexandre Tellini.
A proposta visual também nasceu da intenção de ir além de um formato baseado apenas em cenas de performance, construindo uma pequena narrativa com começo, meio e fim. “Para tornar interessante a audição da música e não ficar cansativo só com a coisa de ir a banda tocando, entendeu? Então a gente tentou criar uma pequena história com início, meio e fim. Essa é a ideia. A concepção do clipe foi feita pelo André Moraes, que é o diretor, e pela própria banda, a gente foi construindo junto também.” Gravado em Porto Alegre, o vídeo também recebeu contribuições criativas do elenco envolvido. “O Carlo, que aparece ali com a bola de cristal, ele deu várias ideias também, que a gente colocou no clipe”, explica o guitarrista Alexandre Tellini.
Além da construção visual, “Bedtime Stories” carrega um significado afetivo para a banda. Segundo o vocalista Guy Antonioli, a composição nasceu como uma homenagem às mães e conecta essa intenção à própria ideia do clipe. “Essa foi uma música que a gente fez… tanto o instrumental como a letra, elas foram focadas para as mães. Na época, eu tinha feito em homenagem à minha mãe. Ela tinha um câncer. Depois, ela veio a falecer. O Alexandre homenageou a mãe dele, que continua viva. O Luciano homenageou a mãe dele, que não está mais entre nós também. Enfim, é uma música feita para mães. Mas a ideia do clipe… o próprio nome da música é Histórias para Ninar, Histórias para Dormir. Então é aquela relação da mamãe com seu filho, botando ele para dormir. E aí ele sonha todas aquelas coisas que aparecem no clipe.”
O lançamento chega em um momento importante da trajetória do grupo. O Tierramystica está de volta após 12 anos com “Trinity”, terceiro álbum de estúdio e sucessor de “A New Horizon” (2010) e “Heirs Of The Sun” (2013). O novo trabalho reafirma a identidade construída pela banda ao longo de sua discografia, marcada pela fusão entre Power Metal e elementos do folk latino-americano, traço central de sua proposta artística. Em “Trinity”, o grupo mergulha no simbolismo da trilogia e explora ideias de unidade e espiritualidade presentes em diferentes culturas pré-colombianas.
Atualmente, o Tierramystica é formado por Guy Antonioli (vocal), Ricardo “Chileno” Durán (backing vocals, ocarina, charango e violões), Alexandre Tellini (guitarra), Luciano Thumé (teclados) e Diego Machado (bateria). A equipe técnica do clipe tem produção executiva de Cláudio Silberberg. André Moraes assina direção, roteiro e CGI, além da cinematografia ao lado de Cello. Vicente Gomes atuou como técnico de cabo, enquanto Evan James Kwonchi foi responsável pela edição e pelo color grading. O elenco conta com Francisco Ramos Wildner, Carlo Goidanich, Fernanda Paganin e Valéria Terres.
Cantor, produtor musical e um dos nomes mais versáteis da cena brasileira vive brilhante fase com o All Metal Stars após consolidar carreira nos palcos, nos estúdios e no mercado internacional
Thiago Bianchi vive um momento de forte repercussão no Heavy Metal brasileiro. À frente do All Metal Stars, projeto idealizado em parceria com a Arena Produtora, o cantor vem causando grande impacto por suas interpretações, presença de palco e consistência vocal ao longo da turnê. Em 16 shows realizados pelo país, a excursão teve forte resposta do público, casas cheias e ampla repercussão entre fãs e imprensa especializada. Concebido inicialmente como homenagem ao legado de Andre Matos, o projeto também aponta para o futuro ao caminhar em direção a uma identidade própria, com a proposta de se tornar uma banda definitiva com repertório autoral.
Esse momento ganha ainda mais peso pelo reconhecimento conquistado recentemente. Eleito o melhor vocalista de 2025 na tradicional votação da revista Roadie Crew, Thiago consolida uma carreira de 32 anos marcada por evolução técnica, reinvenção e permanência em alto nível. Sua história na música começou aos 14 anos, quando surgiu com sua primeira banda, Stonehenge. Logo no início da caminhada, já teve uma estreia incomum ao se apresentar em um grande evento no Maksoud Plaza, em São Paulo, experiência que ajudou a moldar sua relação com os palcos e com a dimensão do espetáculo.
Ao longo de mais de três décadas, Bianchi construiu uma trajetória sólida como cantor, compositor e também como produtor musical. Com mais de 500 discos produzidos, seu nome também se tornou referência nos bastidores da música pesada, tendo trabalhado com artistas e projetos ligados a nomes como Angra, Shaman, Kiko Loureiro, Edu Ardanuy e Edu Falaschi. Nos palcos, ganhou projeção especialmente com o Noturnall, banda com a qual ajudou a consolidar uma carreira de alcance internacional, com repercussão junto ao público da Europa, Japão e Estados Unidos. Sua passagem pelo Shaman, que em um primeiro momento foi recebida com desconfiança por parte de alguns fãs, hoje é amplamente reconhecida e celebrada, a ponto de muitos o apontarem como uma das possibilidades mais lembradas pelo público quando se discute quem poderia ter representado uma alternativa forte para o Angra em diferentes momentos de sua trajetória recente.
A força de sua carreira também está ligada à maneira como transformou episódios extremos em combustível artístico. Thiago Bianchi sobreviveu a dois dos momentos mais delicados de sua vida ao enfrentar um câncer, quando chegou a receber a previsão de apenas seis meses de vida, e mais tarde uma pancreatite severa, quadro em que ouviu dos médicos uma expectativa de apenas uma semana. Ao superar essas duas situações, passou a carregar também a imagem de artista associado à resistência, à superação e à capacidade de se reinventar, características que se refletem diretamente em sua presença de palco e em sua entrega vocal.
Ao mesmo tempo, o All Metal Stars fortalece a renovação do Metal nacional ao abrir espaço para novos nomes da cena, enquanto a Arena Produtora reforça um modelo profissional de gestão e produção. Nesse contexto, a união entre a experiência de Bianchi, sua relevância como intérprete e produtor e a estrutura empresarial do projeto ajuda a simbolizar uma nova fase para a música pesada no Brasil.
Evento “Nascente do Rock” acontece no sábado-santo, dia 4 de abril, e conta com quatro bandas na programação; a entrada é gratuita
A banda paulistana de thrash metal progressivo Neural Wreck se apresenta neste sábado (4) no festival Nascente do Rock, organizado pela Associação Consciência Cultural. O evento acontece na Casa de Cultura Butantã, em São Paulo, a partir das 13h, e a entrada é gratuita.
Além da Neural Wreck, ainda estão na programação as bandas Nevare, Cyberpunch e Daron. Em pleno sábado-santo, o festival é uma chance de fortalecer as cenas de rock e metal e descobrir novas bandas, ocupando a Casa de Cultura do Butantã com música pesada e autoral.
Serviço
Data: 4 de abril Local: Casa de Cultura Butantã Endereço: Avenida Junta Mizumoto, 13, Jardim Peri Peri – São Paulo/SP
Horário: a partir das 13h Entrada: gratuita
Neural Wreck
Fundado em 2015, o quarteto de thrash metal progressivo busca conciliar o grotesco e o belo na sua música, mesclando tanto metal extremo quanto melódico. Suas músicas tratam tanto de temas sociais como de questões psicológicas, retomando as raízes suburbanas do heavy metal oitentista.
Foi finalista do concurso New Blood Bangers Open Air 2025, promovido pela KissFM. O primeiro lançamento foi o EP Mortal Obsession, de 2022, e o primeiro álbum de estúdio está sendo preparado para lançamento em 2026.
Para mais informações sobre as atividades da banda, siga @neuralwreck no Instagram.
Festival gratuito acontece nos dias 1, 2 e 3 de maio em Juíz de Fora – MG
O Dia de Rock, festival que acontece em Juiz de Fora (MG), chega a 5ª edição e reúne artistas locais e nomes consolidados da música brasileira. Com programação gratuita, o evento acontece entre os dias 1º e 3 de maio, das 12h às 22h na Praça Tarcísio Delgado, no Centro da cidade.
Garotos Podres // Foto: @mazzei.br
O line-up reforça a proposta do festival de integrar diferentes vertentes do rock e promover o encontro entre gerações. Sobem ao palco nesta edição, as bandas Black Pantera, Nação Zumbi, Garotos Podres, Pense, Cigarras, Luma Schiavon, Purple Lips, Big Dog Daddy, Tarantina e Battery. O festival promove ainda uma mostra voltada a artistas que buscam ampliar sua visibilidade. Dois nomes serão selecionados para integrar a programação oficial de cada um dos dias do festival, reforçando o compromisso do evento com o fortalecimento da cena independente.
Black Pantera // Foto:Divulgação
Criado em 2022 pelos produtores culturais Daniel Moura e Guilherme Sânzio, o Dia de Rock cresce a cada ano. “Desde a primeira edição, o festival tem ampliando sua estrutura, seu alcance de público e sua presença na cena musical de Juiz de Fora”, afirma Moura. Em 2025, o festival reuniu cerca de 12 mil pessoas ao longo de quatro dias. Para este ano, a expectativa é que o público chegue a 15 mil, mesmo com a programação concentrada em três dias.
Com entrada gratuita e realizado em espaço público, o Dia de Rock mantém como princípio a democratização do acesso à cultura. “Essa característica faz parte da essência do evento: ocupar a cidade com música e aproximar o público da produção artística”, destaca Moura. O festival conta com patrocínio da Claro, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e se consolida como um importante ponto de encontro da cena musical, contribuindo para fortalecer a cidade como um dos polos da música autoral no estado.
Banda clássica do heavy metal oitentista solta dia 10 de abril o single “Not of the Living” e e vem ao Brasil pela primeira vez em agosto de 2026
A icônica banda de heavy metal Sanctuary tem uma agenda movimentada em 2026, ano que marca os 40 anos de atividade. No dia 10 de abril, o grupo lança “Not of the Living”, primeira música desde o álbum The Year the Sun Died (2014) , e prepara uma turnê especial em celebração à sua trajetória, que inclui a primeira passagem da banda pelo Brasil.
Com álbuns clássicos como Refuge Denied e Into the Mirror Black na bagagem, a banda contou com o saudoso Warrel Dane (Nevermore) nos vocais de meados dos anos 1980 até sua morte, em dezembro de 2017. Conhecida por sua sonoridade pesada e direta característica do metal oitentista, o Sanctuary formou uma base de fãs sólida e se tornou uma das mais cultuadas da cena underground do heavy metal.
O show em São Paulo está marcado para o dia 30 de agosto de 2026, na Burning House. Os ingressos estão disponíveis pela plataforma Ingresso Master (https://ingressomaster.com/comprar/62/sanctuary/117), a partir de R$ 130. Será uma ocasião histórica e imperdível para os fãs de heavy metal, em uma celebração ao legado de uma das bandas que melhor encapsula a sonoridade dos anos 1980.
Além dos membros originais, o guitarrista Lenny Rutledge e o baterista Dave Budbill, a banda conta com o renomado vocalista Joseph Michael (também do Witherfall), o baixista George Hernandez e o guitarrista de apoio William Wallner.
Ex-Claustrofobia assume guitarras dos Titãs em turnê histórica e reforça sonoridade pesada do álbum “Cabeça Dinossauro”
O músico Alexandre de Orio, ex-guitarrista do Claustrofobia, participa da turnê de 40 anos do álbum “Cabeça Dinossauro” ao lado dos Titãs, com Sérgio Britto, Tony Bellotto e Branco Mello. A estreia da turnê ocorreu no último sábado, 28 de março, no Espaço Unimed, em São Paulo.
O show apresenta o clássico “Cabeça Dinossauro” na íntegra e na ordem original. Em um segundo momento, o repertório reúne músicas mais pesadas e sucessos mais voltados ao rock, sem incluir baladas, resultando em uma apresentação com sonoridade mais intensa. Durante a execução do disco, Orio utilizou uma guitarra personalizada com a arte da capa do álbum, contribuindo para o visual do palco.
“Pra mim, é um privilégio e uma honra enormes estar fazendo parte dessa turnê de 40 anos do ‘Cabeça Dinossauro’. Nessas horas, a gente percebe como a vida é realmente muito louca! Lembro de, ainda criança, cantar músicas como ‘Bichos Escrotos’ – fazendo o backing vocal junto e gritando o palavrão –, ‘Homem Primata’ e ‘AAUU’… E agora estou no palco com os caras, celebrando esse álbum tão importante e emblemático”, declarou Alexandre de Orio. “A estreia em São Paulo foi sensacional! Aproveito para agradecer publicamente ao Britto, Tony, Branco, Beto, Mário, a toda a equipe do Titãs e a todos os fãs da banda, que me receberam de braços abertos”, completou.
Lançado em 1986, “Cabeça Dinossauro” é considerado um dos trabalhos mais importantes do rock brasileiro. Orio já vinha tocando com os Titãs ao longo de 2025, substituindo Tony Bellotto. Na atual turnê, a formação conta com três guitarras, com Bellotto, Beto Lee e Orio, além de Mario Fabre (bateria), Sérgio Britto e Branco Mello, reforçando a proposta sonora mais crua e pesada do disco, marcada por influências punk e arranjos com camadas de guitarras.
Alexandre de Orio assumiu a guitarra da banda durante o afastamento temporário de Tony Bellotto, após ter sido diagnosticado com um tumor no pâncreas. Em certo momento do show no Espaço Unimed, Bellotto até homenageou o médico Marcel Cerqueira Cesar Machado, que o operou.
Além da atuação com os Titãs, o guitarrista mantém uma trajetória diversificada. Ele integra o projeto solo de Sérgio Britto, participa do Quarteto de Guitarras Kroma e desenvolve trabalhos ligados ao gypsy jazz, além de colaborações com orquestras como a OSESP e o Theatro São Pedro. No campo acadêmico, Orio também atua como professor e coordenador na Play Music School, além de lecionar na pós-graduação da Faculdade Santa Marcelina, no curso de rock. O músico já foi convidado para ensinar na Swarnabhoomi Academy of Music, na Índia, e desenvolve projetos educacionais, incluindo um livro que combina ritmos brasileiros com rock e heavy metal e um jogo de tabuleiro voltado ao ensino de instrumentos de cordas, “The String Game”.
TURNÊ 40 ANOS CABEÇA DINOSSAURO – Datas confirmadas: 28/03 – São Paulo/SP – Espaço Unimed 25/04 – Belo Horizonte/MG – Befly Hall 09/05 – Rio De Janeiro/RJ – Qualistage 18/07 – Curitiba/PR – Igloo Super Hall Ingressos em eventim.com.br
No episódio anterior, o podcast recebeu o ícone Gastão Moreira, que destacou o Bangers Open Air como um dos principais pilares de resistência e valorização da música pesada no país
O Podcast Oficial do Bangers Open Air chega ao seu quinto episódio com a participação de Nando Fernandes, um dos principais nomes do metal nacional. A entrevista, conduzida por Bruno Sutter, vai ao ar nesta terça-feira, 31 de março, às 19h.
Conhecido por sua potência vocal e trajetória sólida na música pesada, Nando relembra sua transição do futebol para a carreira artística, além de compartilhar reflexões sobre o desenvolvimento técnico como cantor e os desafios de viver de música no Brasil. Ao longo da conversa, o artista destaca a importância da disciplina, da resiliência e da dedicação contínua para a construção de uma carreira consistente.
O episódio também aborda sua relação com festivais e, em especial, com o Bangers Open Air. Nando comenta apresentações marcantes no evento com a banda Sinistra, incluindo um tributo especial a Ronnie James Dio, além de ressaltar a estrutura e organização do festival, frequentemente comparadas a grandes produções internacionais. Para o artista, eventos como o Bangers desempenham papel fundamental no fortalecimento da cena do rock e metal no país.
O Bangers Open Air consolidou-se como um dos principais festivais de rock e metal da América do Sul, reunindo artistas consagrados e novos talentos em uma programação que valoriza a diversidade e a força do gênero. Com estrutura de padrão internacional, o evento proporciona experiências imersivas tanto para o público quanto para os artistas.
A edição de 2026 promete dois dias de apresentações intensas e memoráveis, reforçando o compromisso do festival com a qualidade e a valorização da música pesada.
Não precisa de tempo pra processar, nem de replay mental, nem de comparação com outros shows. A gente sente no corpo. E quando sente assim, já era. Aquilo não vai embora tão cedo. O All Metal Stars, naquele 15 de março de 2026, foi exatamente isso.
Não foi um evento.
Foi um atravessamento. Eu cheguei cedo. E ainda bem.
Não por obrigação, mas por intuição. Algo dizia que aquela noite precisava ser vivida desde o começo.
Porque gosto e estou acostumado. Faz parte do ritual de ir a shows, principalmente os especiais. E este era especial!
O Krakenspit entrou sem rodeios, sem aquele ar de “vamos aquecer enquanto o público chega”. Não. Eles já chegaram com o palco ocupado. Peso firme, vocal seguro, guitarra de sete cordas preenchendo tudo com inteligência, e uma bateria que escapava do trivial, trazendo nuances progressivas que seguravam o ouvido.
Não era sobre impressionar.
Era sobre sustentar.
E sustentaram.
O público, que ainda estava se acomodando, foi sendo puxado. Não à força. Mas pela consistência.
Depois veio o Phornax.
E aqui a noite mudou de temperatura de vez.
Duas guitarras abrindo o som, deixando tudo mais largo, mais encorpado. E no fundo — ou melhor, no centro de tudo — a bateria com pedal duplo correndo solta, quase agressiva, quase urgente.
Edu Martinez é um nome que naturalmente chama atenção, mas o que ficou foi o coletivo. O impacto vinha do conjunto, da soma, do peso bem distribuído.
Quando eles saíram do palco, já não existia mais essa coisa de “show principal ainda vai começar”.
A noite já estava acontecendo.
22h01.
Eu lembro de olhar o relógio.
E lembro de não precisar mais dele depois.
Porque dali em diante, o tempo deixou de importar.
O All Metal Stars entra.
E antes de qualquer discurso, qualquer construção emocional, qualquer tentativa de criar clima:
Aquiles quebra um prato logo na primeira música!
Logo de cara. A pressão, a entrega, a porrada!
E aquilo não foi acidente.
Foi aviso. Até porque o Tripa Seca, roadie e técnico de som do Aquiles, trabalhou MUITO nesta noite!
O show não ia pedir licença.
A primeira sequência já veio como um golpe direto. Não só pelo peso das músicas, mas pela forma como elas se encadeavam. Não havia espaço vazio. Não havia respiro desnecessário. Era como se cada faixa puxasse a próxima, mantendo a chama acesa o tempo inteiro.
E isso fez toda a diferença.
Porque Andre Matos não cabe em pausas frias.
A música dele precisa de fluxo.
Precisa de entrega.
Precisa de continuidade emocional.
E ali, no meio de tudo isso, uma coisa ficou muito clara: ninguém estava tentando recriar o passado.
Edu Ardanuy talvez seja o melhor exemplo disso.
Vê-lo atravessando repertórios ligados a diferentes momentos da história do Andre já seria, por si só, algo marcante. Mas o que realmente impressionou foi o jeito.
Ele não tocou como quem copia.
Tocou como quem entende.
Os solos estavam lá. As músicas estavam lá. A essência estava preservada.
Mas havia vida.
Havia interpretação.
Havia identidade.
E isso é raro.
Porque é muito mais fácil se esconder atrás da fidelidade do que assumir o risco de tocar com personalidade.
Fábio Laguna, por sua vez, foi daqueles que sustentam tudo sem precisar chamar atenção o tempo inteiro.
Mas basta ouvir com cuidado.
O que ele faz não é acompanhamento.
É arquitetura.
E quando o show encontra aquele momento mais íntimo, mais reduzido, em piano e voz…
A casa muda.
Não fica mais silenciosa.
Fica mais profunda.
Saulo Xakol trouxe precisão. Linhas limpas, seguras, e um backing vocal que ajudava a dar corpo ao conjunto. E aí, de repente, o baixo ganha mais espaço. Um momento mais solto, mais groovado, com slap, que traz uma outra textura.
É detalhe.
Mas é aquele tipo de detalhe que transforma.
Guilherme Torres aparece como sinal de continuidade.
E isso, numa noite dessas, tem peso.
Quando Aquiles aponta para ele como nova geração, e isso vem respaldado por quem ajudou a construir a história lá atrás, não é só apresentação.
É reconhecimento.
É passagem.
Mas existe um ponto em que tudo isso deixa de ser análise.
E vira outra coisa.
Dani Matos entra.
E o ambiente muda.
Eu anotei durante o show uma frase que escutei Thiago Bianchi falar sobre Daniel Matos: “argamassa do projeto”.
E não consigo pensar em definição melhor.
Ele não está ali só como participação.
Ele está ali segurando tudo.
Dando liga.
Dando sentido.
Em alguns momentos, parece que o show se reorganiza ao redor dele.
E aí a música deixa de ser execução.
Vira vínculo.
E então vem o detalhe que, pra mim, muda tudo.
Thiago Bianchi anuncia alguém muito especial ali em cima, nos camarotes: a Senhora Sônia Coelho.
Mãe do Andre.
Assistindo.
Acenando.
Emocionada.
E emocionando.
Não precisa de anúncio.
Não precisa de luz direcionada.
Não precisa de discurso.
Só de saber que ela está ali já muda o peso da noite inteira.
Porque ali não é mais só público.
É família.
É origem.
É história olhando de volta para aquilo que foi construído.
E nesse momento você entende: isso não é só homenagem.
É devolução.
Aquiles, em vários momentos, demonstra entender exatamente isso.
Quando fala.
Quando apresenta.
Quando relembra.
Quando chama Dani.
Quando reverencia Sônia.
Ele não está conduzindo um show.
Está costurando memória.
As participações entram com naturalidade. Nada parece encaixado à força. Tudo flui dentro da proposta. As guitarras conversam. Não competem. Não disputam espaço.
Constroem juntas.
E isso é fundamental.
Porque esse repertório não sobrevive à vaidade.
Ele exige entrega coletiva.
Claro, nem tudo precisa ser perfeito.
E ainda bem.
Fica a sensação de que caberia mais. Outras fases. Outras músicas. Outros recortes. Avantasia. Virgo. Até o próprio Reason, que ficou de fora.
Mas isso não pesa como ausência. Pesa como possibilidade.
E o projeto claramente não termina ali.
A banda já entrosada, no meio da tour. Estrutura robusta. Gravação acontecendo. Anderson Bellini presente, possivelmente envolvido na parte audiovisual. E um detalhe curioso que não passa batido: datas no Japão aparecendo no merch do Thiago Bianchi.
Isso tem continuidade. Isso tem caminho.
Se existe uma provocação possível, ela passa por um detalhe técnico: algumas linhas de bateria do Shaman poderiam ter sido mais fiéis. São muito características, quase assinatura.
Mas talvez essa não seja a intenção. Talvez a proposta nunca tenha sido reproduzir. E sim reacender.
E aí, no fim, tudo se encaixa. Porque o All Metal Stars não tenta fazer o impossível. Não tenta ocupar o lugar do Andre.
Ele entende que esse lugar não se ocupa. Se respeita. E respeitar, naquela noite, foi tocar com verdade. Foi não fugir da saudade. Foi permitir que ela estivesse ali, em cada música, em cada silêncio, em cada olhar.
O show acabou. Mas não terminou.
Setlist All Metal Stars
Unfinished Allegro (Angra) Carry On (Angra) Here I Am (Shaman) Carolina IV (Angra) Time (Angra) Wuthering Heights (Angra) Living for the Night (Viper) Stand Away (Angra) Make Believe (Angra) Fairy Tale (Shaman) Letting Go (Andre Matos Solo) – Piano & Voz Lisbon (Angra) For Tomorrow (Shaman)
Bis:
Nothing to Say (Angra) Angels Cry (Angra)
Agradecimentos
Um evento dessa magnitude não acontece sozinho.
Registro aqui o reconhecimento à Arena Produtora, responsável por viabilizar essa noite, e à TRM Press, pela assessoria de imprensa que ajudou a dar visibilidade ao projeto.
Ao projeto All Metal Stars, pela coragem de transformar homenagem em algo vivo, pulsante e digno.
À família de Andre Matos, pela generosidade em permitir que esse tributo aconteça — e, em especial, à Sônia Coelho, cuja presença silenciosa deu a essa noite um significado impossível de mensurar.
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