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Neural Wreck se apresenta em festival na Casa de Cultura Butantã, em São Paulo

Foto: Jonas WBS Silva

Evento “Nascente do Rock” acontece no sábado-santo, dia 4 de abril, e conta com quatro bandas na programação; a entrada é gratuita

A banda paulistana de thrash metal progressivo Neural Wreck se apresenta neste sábado (4) no festival Nascente do Rock, organizado pela Associação Consciência Cultural. O evento acontece na Casa de Cultura Butantã, em São Paulo, a partir das 13h, e a entrada é gratuita.

Além da Neural Wreck, ainda estão na programação as bandas Nevare, Cyberpunch e Daron. Em pleno sábado-santo, o festival é uma chance de fortalecer as cenas de rock e metal e descobrir novas bandas, ocupando a Casa de Cultura do Butantã com música pesada e autoral.

Serviço

Data: 4 de abril
Local: Casa de Cultura Butantã
Endereço: Avenida Junta Mizumoto, 13, Jardim Peri Peri – São Paulo/SP

Horário: a partir das 13h
Entrada: gratuita

Neural Wreck

Fundado em 2015, o quarteto de thrash metal progressivo busca conciliar o grotesco e o belo na sua música, mesclando tanto metal extremo quanto melódico. Suas músicas tratam tanto de temas sociais como de questões psicológicas, retomando as raízes suburbanas do heavy metal oitentista.

Foi finalista do concurso New Blood Bangers Open Air 2025, promovido pela KissFM. O primeiro lançamento foi o EP Mortal Obsession, de 2022, e o primeiro álbum de estúdio está sendo preparado para lançamento em 2026.

Para mais informações sobre as atividades da banda, siga @neuralwreck no Instagram.

Cyberpunch lança single de estreia, ‘Riding Worms’

Crédito: Nanda Arantes

Banda paulistana que explora o metal tradicional e contemporâneo com thrash e gothic antecipa o universo pós-apocalíptico de “Chromefall”

O Cyberpunch apresenta o single de estreia, “Riding Worms”, marcando oficialmente o início da trajetória autoral da banda paulistana formada em agosto de 2024 por Netuno Balboa (vocal), Gabriel Henrique e Ruan Diego (guitarras), Eduardo Zedu Domingues (baixo) e Gabriel Gifoli (bateria). Com a proposta de explorar o heavy metal sob influências de thrash e gótico, o grupo reúne músicos de diferentes gerações e experiências, que se conheceram por meio de anúncios em redes sociais. “O primeiro ensaio ocorreu antes mesmo de qualquer encontro presencial! No entanto, a química foi imediata e transformou o Cyberpunch em uma banda de composição intensa e postura profissional”, analisa o vocalista Netuno Balboa.

O universo lírico do Cyberpunch aborda ficção científica e temas inspirados em obras como Duna e Mad Max, sem se limitar a essas referências. As letras utilizam metáforas para discutir conflitos contemporâneos, refletindo questões como luta de classes, colonialismo, ecologia e tensões geopolíticas. O grupo possui oito composições finalizadas para o álbum de estreia, “Chromefall”, previsto para maio de 2026. Entre elas está a chamada ‘Trilogia Mad Max’, formada por três faixas ambientadas nesse cenário.

“Riding Worms”, gravado no The Bunker Studio (SP) com produção de Alex Marras e Gabriel Guedes Gois, que também assina a engenharia de som, simboliza o início oficial desta narrativa. A música, mixada no Alex Marras Studios, em Nottingham (ING), usa o imaginário dos vermes gigantes de areia de Duna como metáfora para ciclos de marginalização que aprisionam pessoas vulneráveis e consomem oportunidades e identidade. “O verme assume a forma do Ouroboros, símbolo de ciclos infinitos e autodestruição, conectando fantasia e crítica social”, explica Netuno, que explora melodias vocais inspiradas em tradições árabes do Sul da Espanha e do Norte da África.

Confira o lyric video de “Riding Worms”, criado por W. Perna (W Designer), em https://youtu.be/7lOc5nAihj0

As influências passam por nomes como Metallica e Iron Maiden, além de referências contemporâneas, como Ghost, Powerwolf, Rammstein e Avenged Sevenfold, e por elementos vindos da música gótica. “No caso de ‘Riding Worms’, o instrumental traz influências de Judas Priest e Avenged Sevenfold, enquanto os synths são baseados nos trabalhos do Powerwolf”, detalha Netuno.

As apresentações contam com elementos teatrais, adereços steampunk e performances que ampliam o clima pós-apocalíptico das letras. Netuno interpreta o personagem Caverox, the Wasteland Skull, cuja máscara é retirada no meio do show em uma cena de impacto planejada para reforçar a teatralidade.

Os músicos
Netuno Balboa é barítono, compositor e letrista, com influências que vão do pós-punk a diversas vertentes do metal, tendo iniciado sua trajetória em Santos em 2002 e retornado à atividade em 2023 após um hiato de 14 anos.

Gabriel Henrique, guitarrista canhoto e filho do músico Cássio Henrique (Virus – SP Metal), cresceu imerso no heavy metal, formou sua primeira banda em 2023 e traz influências que vão de James Hetfield a Zakk Wylde. Além do Cyberpunch, integra o Ratlock e Kolapso.

Ruan Diego começou a tocar guitarra em 2018, tem o Cyberpunch como primeira banda autoral e leva para o som influências que transitam de Synyster Gates a Tommy Iommi, além de formação em piano e estudos em Design e Audiovisual.

Eduardo Zedu Domingues é baixista há cerca de uma década, influenciado por nomes como Steve Harris e Cliff Burton, e atualmente divide sua rotina musical entre o Cyberpunch e Drop D.

Gabriel Gifoli, baterista criado em família de músicos, estuda o instrumento desde os 8 anos, acumula experiência em diversas bandas desde 2007, como Hawker Hart e Sangre, e traz referências de Neil Peart, Nicko McBrain e Ian Paice, além de contribuir com backing vocals. Além do Cyberpunch, também se dedica às bandas Aryuz e Darchitect.

Mídias sociais:
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