Show terá set list exclusivo, baseado em seis álbuns emblemáticos da banda
O rock pesado do Sepultura fará a festa em comemoração ao Dia Mundial do Rock, 13 de julho. Um dia antes (12), Andreas Kisser (guitarra), Derrick Green (vocal), Paulo Jr. (baixo) e Eloy Casagrande (bateria) levarão os grandes sucessos da banda ao Tom Brasil, no show Duas Trincas Concert.
Como o próprio nome diz, o repertório será baseado em seis discos emblemáticos do Sepultura – considerado referência do metal brasileiro no mundo – divididos em duas trincas.
“A primeira terá Beneath The Remains (1989), Arise (1991) e Chaos A. D. (1993), e a outra com Kairos (2011), The Mediator Between Head na Hands Must Be the Heart (2014) e Machine Messiah (2017). Vamos tocar três músicas de cada álbum para representar as melhores épocas da carreira do Sepultura. São os álbuns mais conceituados das duas fases. O set list será exclusivo para este show”, explica o guitarrista Andreas Kisser.
Bio
Formado em Belo Horizonte, em 1984, o Sepultura passou a ser uma das principais figuras no cenário underground que florescia para o thrash metal. Com sonoridade inventiva e exuberante e ao mesmo tempo crua e primitiva, a banda rompeu preconceitos ao fixar a América do Sul no mapa do metal assim como ajudou a dar forma para algo novo e brutal no heavy metal desde seus primeiros álbuns, Morbid Visions, Schizophrenia e Beneath The Remains. Obstinados a viajar para qualquer parte, o Sepultura construiu com firmeza uma das bases de fãs mais dedicada do planeta e, enquanto na década de 1990 muitas bandas tentavam se firmar criativa e comercialmente, os brasileiros conseguiram isso de ponta a ponta: em 1993, com Chaos AD, e em 1996, com Roots, clássicos instantâneos que provaram desde o lançamento serem extremamente influentes sobre várias gerações de músicos do metal.
A saída de Max Cavalera, frontman e membro fundador da banda em 1997. poderia ter descarrilado um grupo menos focado, mas mais tarde, naquele mesmo ano, a convocação do vocalista Derrick Green se provou um golpe de mestre.
As duas últimas décadas assistiram o Sepultura evoluir, diversificar e prosperar com o lançamento de uma sucessão de registros devastadores que adicionaram muita profundidade à ilustre biografia da banda. Da indiscriminada euforia causada pelo primeiro registro de Green no grupo, Against (1998), à Roorback (2003), para o brilhante e com riffs que guiam ao futurismo, Kairos (2011) e o extremamente aclamado The Mediator Between Head And Hands Must Be The Heart (2013), produzido por Ross Robinson, o progresso do Sepultura tem sido perpetuado com sua integridade artística impecável.
O álbum Machine Messiah é um disco com músicas cuidadosamente elaboradas, desafiadoras e impactantes. Lançado em 2017, traz o casamento perfeito entre os melhores solos de Andreas Kisser e a voz potente de Derrick Green, dois gigantes do heavy metal mundial.
Sonoridade e riffs bem encorpados são a essência do álbum. As faixas têm características únicas e não deixam de marcar a inovação musical do Sepultura.
Iceberg Dances, por exemplo,faz a guitarra de Kisser praticamente falar. “Há muitos elementos novos nesse disco e isso é algo que sempre fazemos. “Sempre colocamos 100% de energia e paixão. Falamos muito sobre tudo, especialmente quando chega a parte das letras e encontrar o melhor caminho para expressar o que queremos dizer”, afirma Kisser.
Andreas Kisser (guitarra), Derrick Green (vocal), Paulo Jr. (baixo) e Eloy Casagrande (bateria) celebraram recentemente os 33 anos de existência do Sepultura. Derrick tem um motivo a mais para comemorar: está há 20 anos à frente dos vocais da banda.
Serviço: SEPULTURA Banda de abertura KISSER CLAN
Data: 12 (sexta-feira) de Julho de 2019 Local: Sala de espetáculos Horário de início do show: 22h Horário de abertura da casa: 20h Perfil do público: Adulto Gênero: Rock Censura: 14 anos
Rio de Janeiro é a primeira cidade de uma série de 11 festivais do Garage Sounds em 2019; capital carioca recebe 16 atrações, que se apresentam em diversos palcos no dia 12 de julho, no Hub Rio
Como os tradicionais e requisitados festivais de música pelos Estados Unidos e Europa, o Garage Sounds é daqueles eventos que dá palco para bandas de diversos segmentos do rock e hoje é considerado o principal fest itinerante do país. Vai do rock alternativo ao death metal, passando pelo hardcore, punk, emo, thrash e até psicodélico. Em 2019, serão 11 edições e a primeira é dia 12 de julho no Rio de Janeiro, que acontece no amplo e moderno Hub Rio (avenida Prof. Pereira Reis, 54) com 16 atrações. São diversos palcos para acomodar desde bandas consagradas, com fama internacional, até nomes da cena carioca que estão em evidência e conquistando cada dia mais espaço e público. Os ingressos estão à venda no site oficial do evento: www.garagesounds.com.br.
A estreia do Garage Sounds no Rio de Janeiro vem com bandas do alto escalão da música nacional. Entre os headliners estão Krisiun, a banda brasileira de metal mais bem-sucedida da atualidade, com uma sólida carreira no exterior e álbuns que levam o peso e velocidade ao limite. Também em destaque no evento está o Glória, que canta em português em cima de uma sonoridade densa, entre o metal e o hardcore, mas sempre com muita melodia. Os paulistas do Surra, então, mandam aquele famigerado e sempre empolgante crossover e não à toa é banda requisitada em festivais pelo Brasil.
Menos raivoso é o Hateen, nome bastante conhecido da cena hardcore melódico/emo, com quase 25 anos de estrada, assim como o Zander, que apesar de apenas uma década de atividades, já tem status de banda cult do rock alternativo e foi no Rio que, em 2010, fez uma show histórico, abrindo para o Green Day. Outra banda da nova safra no Garage Sounds Rio é o Molho Negro e seu rock visceral, direto do Pará, no melhor momento da carreira. Já tocam no Lollapalooza Brasil e foram a banda de abertura da turnê do The Oh Sees pelo país, em 2017. Esteban, que ficou famoso pelos seis anos como baixista do Fresno (2006-2012), dá ainda mais peso ao line up.
O Garage Sounds, como festival de fomento da cena autoral local, terá no palco diversas bandas cariocas. Tem o rock psicodélico e alucinado do Psilocibina, o rock contemporâneo e pontual do Malvina, que vem de uma mesma cena inspirada e que ressalta a verve de protesto como o Nove Zero Nove, Pavio, Ladrão e New Day Rising. O peso do metal volta com o thrash cheio de brasilidades do Tamuya Thrash Tribe e com o death/black ímpar do Enterro. A revolução também está presente na música do Join the Dance, a única que conta com uma mulher nos vocais, e seu hardcore, ora alternativo, ora metal e até com espaço pro emo.
Plural que é, o Garage Sounds também terá espaço gastronômico com os foodtrucks Orange Burger, Carango Foodtruck e Pub Vegano. Em um outro canto, as tradicionais banquinhas de discos dão as caras com a Abraxas Records, Electric Funeral Records e Obscur Records, selos locais que trabalham com bandas de todo o Brasil e de diversos segmentos do rock. Ainda tem lugar para o Mega Wartz Tattoo montar um estúdio adaptado para seu Flash Tattoo. A cervejaria artesanal carioca Hocus Pocus também marcará presenta no Garage Sounds Rio. Uma das marcas brasileiras mais conceituadas deste universo, a cervejaria leva ao evento, por exemplo, a Orange Sunshine, uma American Blonde Ale com adição de laranja em que a refrescância cítrica dos lúpulos e da fruta se equilibram para que cada gota só transmita sentimentos bons.
Garage Sounds – O festival Garage Sounds acontece desde 2017 e vem expandindo gradativamente desde então. O evento itinerante, que tem a intensão de reforçar a cena rock brasileira, é encabeçado por grandes nomes do rock e além de oferecer oportunidade para bandas locais de cada cidade por onde passa. Os palcos do Garage Sounds já receberam mais de 100 bandas e, em 2019, o festival passará por 11 cidades: Curitiba, Santos, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Aracaju, Maceió, Recife, Natal, Fortaleza, Manaus e Belém, além de uma edição especial em Amsterdã, na Holanda.
SERVIÇOGarage Sounds Rio de Janeiro Evento: https://www.facebook.com/events/616967735485837/ Data: 12 de julho de 2019 Horário: a partir das 19 horas Local: Hub Rio Endereço: Avenida Professor Pereira Reis, 50, Santo Cristo (RJ/RJ) Ingresso: https://www.garagesounds.com.br/ingressos (pague em até 12 vezes) Meia (Lote Promocional) : R$ 52,50 (+ R$ 5,25 taxa) Meia Social (Lote Promocional) : R$ 52,50 (+ R$ 5,25 taxa) Inteira (Lote Promocional) : R$ 105,00 (+ R$ 10,50 taxa) Realização: Garage Sounds Produção: Electric Funeral Records e Collapse Agency
Nesta quinta-feira (27/06), Fundo de Quintal e Jorge Aragão Na sexta-feira (28/06), Encontro Marcado e Nós do Rock Rural No sábado (29/06), Orquestra Petrobras Sinfônica apresenta “Bohemian Rhapsody” No domingo (30/06), Orquestra Petrobras Sinfônica apresenta “Black Album”
Após reunir Ivete Sangalo e Gilberto Gil, Jorge Ben Jor, o projeto O Grande Encontro com Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Alceu Valença, e a Orquestra Petrobras Sinfônica apresentando “Darkside of the Moon”, oAllianz Parque Hall, nova configuração para apresentações da arena multiuso de São Paulo, recebe quatro grandes eventos nesta semana. Confira os detalhes abaixo:
Com mais de quatro décadas de carreira, Fundo de Quintal e Jorge Aragão se reúnem em uma mesma data no Allianz Parque Hall, em São Paulo, para dois shows mais que especiais. Os ídolos do samba apresentam seus repertórios repletos de clássicos para o público.
Compositor, letrista, músico e intérprete, Jorge Aragão sobe ao palco às 20h e promete não deixar ninguém parado! O artista, que faz parte da turma que fundou o Fundo de Quintal, acumula 20 álbuns de sucesso absoluto com canções que marcaram história, entre elas, “Eu e você sempre”, “Lucidez”, “Moleque Atrevido”, “Deus Manda”, “Vou Festejar”, “Enredo do meu Samba”, “Coisa de Pele”, “Amigos… Amantes” e “Do Fundo do Nosso Quintal”.
A partir das 22h, o Fundo de Quintal encerra a noite com chave de ouro. O grupo apresenta clássicos dos 48 anos de trajetória. Na primeira batida do tantã, do repique de mão e do pandeiro, todo mundo já sabe que vai ouvir samba da mais alta qualidade, e o público do Allianz Parque Hall vai conferir de perto os sucessos do grupo.
SERVIÇO: Data: Quinta-feira, 27 de junho, de 2019 Local: Allianz Parque Hall – Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo Horários: 18h (abertura dos portões) | Jorge Aragão: 20h às 21h30 | Fundo de Quintal: 22h às 23h30 Ingressos: de R$ 47,50 a R$ 190 Classificação etária: 14 anos Capacidade: 6.353 pessoas Informações: http://www.allianzparque.com.br/agenda/evento/386
O público terá a oportunidade de conferir dois grandes projetos da música brasileira: Encontro Marcado e Nós do Rock Rural, em shows com repertórios embalados de sucessos e que vem emocionando diferentes gerações.
Às 20h30, Zé Geraldo, Ricardo Vignini, Tuia e Guarabyra abrem a noite especial com a performance do Nós do Rock Rural, que traz novas versões para canções clássicas, apresentadas em formato mais intimista, como Casa no Campo (Zé Rodrix e Tavito), Rua Ramalhete (Tavito), Senhorita e Galho Seco (Zé Geraldo), Sobradinho (Sá & Guarabyra), Espanhola (Guarabyra e Flávio Venturini), Dona (Sá & Guarabyra), Começo, Meio e Fim (Tavito, Ney Azambuja e Paulo Sérgio Valle), além de inéditas como Flor (Tuia).
Na sequência, para comemorar quatro décadas de carreira, sete amigos se reúnem no palco às 21h25 para um show histórico repleto de grandes sucessos. Essa é a força do Encontro Marcado, projeto que costura a trajetória de grandes talentos que fazem parte da história da música brasileira: Flávio Venturini, Sá & Guarabyra e 14 Bis.
SERVIÇO: Data: Sexta-feira, 28 de junho, de 2019 Local: Allianz Parque Hall – Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo Horários: 18h30 (abertura dos portões) | Nós do Rock Rural: 20h30 às 21h10 | Encontro Marcado: 21h25 às 23h15 Ingressos: de R$ 40 a R$ 150 Classificação etária: 14 anos Capacidade: 5.757 pessoas Informações: http://www.allianzparque.com.br/agenda/evento/388
Após o sucesso do filme “Bohemian Rhapsody” (2018), que mostra a trajetória de Freddie Mercury e seus companheiros da banda Queen, a Orquestra Petrobras Sinfônica leva para o palco do Allianz Parque Hall uma versão inédita da trilha sonora do longa-metragem. Com regência de Felipe Prazeres e arranjos assinados por Alexandre Caldi, o concerto contará com um conjunto de 31 músicos.
O concerto integra uma série de iniciativas da Petrobras Sinfônica para popularizar a música clássica e renovar o público do gênero.
SERVIÇO: Data: sábado, 29 de junho de 2019 Local: Allianz Parque Hall (Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo) Horário: 19h (abertura dos portões) | 21h (início do show) Ingressos: de R$ 40 a R$ 150 Capacidade: 5.757 pessoas Classificação etária: 14 anos Informações: http://www.allianzparque.com.br/agenda/evento/382
O disco de maior sucesso na trajetória da banda norte-americana Metallica, “Black Album”, lançado em 1991, será a próxima aposta da Orquestra Petrobras Sinfônica para o projeto Álbuns, que vem lotando concertos em casas de espetáculo no Rio de Janeiro e em São Paulo. Com regência de Isaac Karabtchevsky, Diretor Artístico e Maestro Titular do grupo, e arranjos inéditos de Ricardo Candido, a apresentação acontecerá no Allianz Parque Hall, dia 30 de junho.
A série Álbuns, que foi lançada pela OPES em 2016, já homenageou os discos “Dark Side of The Moon”, do Pink Floyd, “Thriller”, de Michael Jackson, e “Ventura”, do Los Hermanos. Ao todo as apresentações, que integram um grande conjunto de iniciativas da Petrobras Sinfônica para popularizar a música clássica e renovar o público do gênero, já reuniram mais de 20 mil pessoas.
A Temporada 2019 da orquestra se divide em três mundos: Clássico, Pop e Urbano. As séries Djanira, Portinari, Armando Prazeres e Na Sala, além do Festival de Câmara, compõem a programação clássica, enquanto projetos como Em Família, que apresenta versões de clássicos infantis, “Álbuns” e “Convidados” fazem parte das ações que buscam reforçar o perfil agregador, democrático e desbravador do grupo de 80 músicos.
SERVIÇO: Data: domingo, 30 de junho de 2019 Local: Allianz Parque Hall Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo – SP, 05001-200 Horário: 17h30 (abertura dos portões) | 19h30 (início do show) Capacidade: 5.757 pessoas Ingressos: de R$ 50 a R$ 210 (ver tabela completa) Classificação etária: 14 anos. Menores entre 5 e 15 anos de idade, acompanhados do responsável legal. *Sujeito à alteração Judicial. Informações: http://www.allianzparque.com.br/agenda/evento/379
INGRESSOS Os ingressos continuam à venda pelo site www.eventim.com.br/allianzparquehall e na bilheteria do Allianz Parque (Rua Palestra Itália, 214). O show acontece dentro da recém-lançada configuração Allianz Parque Hall.
CANAIS DE VENDAS OFICIAIS: BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA BILHETERIA A – Allianz Parque Endereço: Rua Palestra Itália 214 – Água Branca (Bilheteria A) Dias e horários de funcionamento: De terça a domingo, das 12h às 20h.
Formas de Pagamento: Dinheiro, Cartões de Crédito e Débito, Visa, Visa Electron, MasterCard, Diners Club, Rede Shop. Cheques não são aceitos.
MEIA-ENTRADA – Confira no link www.eventim.com.br/meiaentrada as leis de meia-entrada do seu Estado, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios solicitados.
MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O ALLIANZ PARQUE HALL Inovador e dinâmico espaço para apresentações na capital paulista, o Allianz Parque Hall comporta até 11.185 espectadores. O palco dos eventos é montado fora do gramado do estádio de forma rápida, sem comprometer a agenda dos jogos de futebol.
Um dos principais diferenciais do Allianz Parque Hall é sua flexibilidade de formatos. Nele é possível montar e desmontar as estruturas dos shows com muita rapidez, já que o grid de luzes e painéis de LED são instalados no teto da arena, como em uma casa de shows tradicional. Dessa forma, o novo espaço pode receber um show à noite e uma partida de futebol no dia seguinte. Além disso, toda a área de público e palco é coberta e não invade o gramado.
O acesso ao público também é um diferencial da arena, e isso é mantido no Allianz Parque Hall. Por estar localizado em uma região central da cidade, há diversas linhas de ônibus que passam próximas e a estação Barra Funda do metrô está a apenas 800 metros de distância. O local também conta com estacionamento próprio, com operação realizada pela Estapar.
A disposição do público em semicírculo dentro da arena também proporciona aos fãs ficarem mais próximos de seus ídolos durante as apresentações, além de gerar uma acústica única.
SOBRE O ALLIANZ PARQUE Mais que um estádio, uma revolução. A inauguração do Allianz Parque, em novembro de 2014, transformou o mercado de entretenimento no Brasil ao criar um espaço único no país, em que a maior paixão nacional, o futebol, convive de forma harmônica com os shows das maiores bandas do mundo. Com propósito de mudar a vida das pessoas para melhor, por meio do esporte e da cultura, a arena se tornou um ícone da cidade de São Paulo e já atraiu cerca de 4 milhões de visitantes nesses três primeiros anos de operação. Até o momento, foram realizados no local mais de 300 eventos, movimentando apenas em 2017, direta e indiretamente, aproximadamente R$ 1 bilhão para a economia do município.
O Allianz Parque é um projeto gerido pela WTorre Entretenimento, com naming rights negociado com a Allianz Seguros, que foi eleito em votação popular pelo site europeu Stadium DB como a arena mais espetacular do mundo. Sua fachada imponente, reveste um estádio com 42.000 lugares cobertos, que conta com anfiteatro para até 18.000 pessoas, centro de convenções, 160 camarotes e 6 lounges. Para o conforto de seus frequentadores, a arena conta com mais de 500 antenas Wi-Fi, serviço de catering de padrão internacional e estacionamento para mais de 2.000 veículos.
A gestão inovadora do Allianz Parque torna a arena a única, de fato, multiuso do país. Isso se deve a sua operação diversificada, que busca permanentemente formas de surpreender seus visitantes. Hoje o local, além de ser palco dos jogos do Palmeiras e dos grandes shows, recebe também lançamento de produtos, palestras, festas infantis, casamentos, ensaios fotográficos e colações de grau. Ou seja, a arena tem sempre um cenário lúdico e emocionante para qualquer tipo de evento.
Recentemente, investindo no conceito “Aqui Tem Emoção”, a arena lançou o Allianz Parque Experience, que convida o público a viver novas experiências dentro de um estádio de futebol, entre elas estão a visita guiada pelo local e uma descida radical de rapel do topo do Allianz Parque.
#AquiTemEmoção Explore o mundo por trás do gramado: https://youtu.be/P_yQEwzE1ts
Show contará com repertório de Guns N’ Roses até Cazuza
A Horário Nobre Retrô Band se apresenta no próximo dia 13 de julho (sábado), a partir das 23h, no especial “Holiday Party – Dia mundial do Rock”, no Ton Ton Jazz & Music Bar, em São Paulo. No repertório, uma celebração ao Rock e seus grandes nomes, com temas que embalaram as novelas e músicas que marcaram épocas.
Músicas de artistas como Guns N’ Roses, Queen, Paul McCartney, Whithesnake, Oingo Boingo, The Rolling Stones, Jim Diamond, Barão Vermelho, Simply Red, Lulu Santos, Cidade Negra, Cazuza, Roxette e Def Leppard, prometem agitar a noite. A banda garante que o público presente irá voltar no tempo com estes grandes clássicos do Rock.
A apresentação contará com participações especiais a serem confirmadas em breve. Durante o show, cada música será embalada por uma imagem da novela remetente a música apresentada. No intervalo, nos telões serão exibidas imagens de videoclipes de artistas clássicos do rock, assim como eram apresentados na antiga MTV e Clip Trip.
“O set de músicas é criado de acordo com cada temática. Neste show, em especial, estamos homenageando os clássicos do Rock que foram trilhas sonoras das novelas do Brasil ao longo dos anos. Será uma noite especial”, disse o vocalista Henrique Krispim.
Serviço: Data: 13/07/2019 Local: Ton Ton Jazz Horário: 23hs Valor: R$35,00 Endereço: Alameda Dos Pamaris, 55, Moema – São Paulo, SP Informações e reservas: 11 94722- 0417
Banda é uma das atrações do Rock in Rio e está celebrando 35 anos de carreira. Ingressos já à venda pelo site Uhuu.com. – Crédito da foto: M. Miki
Festejando os 35 anos de carreira e o lançamento do novo álbum “Aventuras 2” (Deck), a Blitz subiu no palco do histórico Circo Voador – onde a banda nasceu – para gravar seu quarto DVD “Blitz – Blitz no Circo Voador” (Blitz/Deck Disc/Canal Brasil – 2017).
Agora, Evandro Mesquita (vocal, guitarra e violão), Billy Forghieri (teclados), Juba (bateria), Rogério Meanda (guitarra), Cláudia Niemeyer (baixo), Andréa Coutinho (backing vocal) e Nicole Cyrne (backing vocal) estão na estrada e apresentam o resultado deste trabalho no próximo dia 27 de junho, no Teatro Bradesco, em São Paulo.
Os ingressos custam a partir de R$ 30 e já estão à venda pelo site Uhuu.com. Mais informações no serviço abaixo.
A atmosfera de festa característica da banda, captada durante a gravação, foi reforçada com a participação do Afroreggae e de músicos como Alice Caymmi, George Israel e Milton Guedes. O palco ferve com a mistura de rock, pop, funk, reggae, samba e blues da Blitz e a participação dos convidados ilustres.
Aventuras 2
Já o CD “Aventuras 2”, que teve dois anos de produção, foi lançado no momento em que o grupo comemora uma formação estável há cerca de dez anos, com estúdio próprio (Toca da Onça), entre viagens inspiradoras pelo Brasil, EUA, Portugal, Japão e vários outros países. O CD teve a produção gráfica de Gringo Cardia, que também, foi o responsável pela arte de “Aventuras da Blitz”, primeiro álbum da banda, lançado em 1982.
Estão em “Aventuras 2” parceiros da mesma geração do BRock como Paralamas do Sucesso, Frejat, Arnaldo Brandão, George Israel e Dadi, assim como amigos de outras paragens como Seu Jorge, Sandra de Sá, Zeca Pagodinho, Alice Caymmi, Andreas Kisser, Pretinho da Serrinha e MC Cert.
O Rock in Rio também vai receber no seu palco a energia da banda. No dia 16 de setembro, o grupo se apresenta, no Palco Sunset, ao lado de Alice Caymmi e Davi Moraes.
Um pouco de história
Em 1982, a lona foi esticada sobre o Arpoador. Surgiu um espaço multicultural e democrático conhecido como Circo Voador. Naquele palco praiano nasce a BLITZ.
Em julho daquele ano, a banda gravou o compacto “Você não soube me amar”. Em três meses, o compacto vende 100 mil cópias e atinge a marca de um milhão de cópias vendidas em plena crise da indústria fonográfica. Na sequência, lança o primeiro LP “As Aventuras da Blitz”, com venda mais impressionante que a do compacto.
A BLITZ era inclassificável. Com sua origem no grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone, o grupo ganha capas de revistas importantes como Veja, Manchete e Isto É. Evandro & Cia arrombaram as portas do Rock Brasil, a MPB nunca mais seria a mesma. O sucesso da banda mudou o panorama das rádios e das gravadoras do Brasil.
A banda fez grandes shows em ginásios e estádios, e invade espaços como o extinto Canecão, onde batia recordes com a juventude do Rio se vendo no palco, representada pela Blitz.
Duas apresentações merecem destaque: no primeiro Rock In Rio, em 1985 e na Praça da Apoteose, em 1984, quando foi o primeiro grupo a se apresentar naquela palco para mais de 50 mil pessoas.
Duração: 90 min. Classificação: 14 anos
SERVIÇO SÃO PAULO
BLITZ Quinta-feira, 27 de junho de 2019 21h30 Teatro Bradesco (Rua Palestra Itália, 500 – Bourbon Shopping São Paulo – Perdizes) www.teatrobradesco.com.br
INGRESSOS
Setor
Valor
Meia-Entrada
Balcão Nobre
R$140,00
R$70,00
Plateia de A a N
R$200,00
R$100,00
Plateia de O a W
R$180,00
R$90,00
Camarote
R$180,00
R$90,00
Frisas 3° andar Frisas 2º andar Frisas 1° andar
R$60,00 R$130,00 R$170,00
R$30,00 R$65,00 R$85,00
– 50% de desconto para Clientes Bradesco e guichê exclusivo na bilheteria do Teatro. Desconto limitado a quatro ingressos por sessão para titulares dos cartões de crédito, débito e múltiplo (exceto cartão pessoa jurídica Bradescard). Limitado a quatro ingressos por sessão para o titular e cota de 240 ingressos por sessão;
– 40% de desconto para usuário dos Cartões Zaffari Card e Bourbon Card, na compra de até 2 ingressos por titular do cartão, limitado a 100 ingressos por sessão. Válido para compras online através do número do cartão ou pela bilheteria.
** Política de venda de ingressos com desconto: as compras poderão ser realizadas nos canais de vendas oficiais físicos, mediante apresentação de documentos que comprovem a condição de beneficiário. Nas compras realizadas pelo site e/ou call center, a comprovação deverá ser feita no ato da retirada do ingresso na bilheteria e no acesso à casa de espetáculo.
*** A lei da meia-entrada mudou: agora o benefício é destinado a 40% dos ingressos disponíveis para venda por apresentação. Veja abaixo quem têm direito a meia-entrada e os tipos de comprovações oficiais em São Paulo:
– IDOSOS (com idade igual ou superior a 60 anos) mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto. – ESTUDANTES mediante apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) nacionalmente padronizada, em modelo único, emitida pela ANPG, UNE, UBES, entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos. Mais informações: www.documentodoestudante.com.br – PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E ACOMPANHANTES mediante apresentação do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013. No momento de apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto. – JOVENS PERTENCENTES A FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA (com idades entre 15 e 29 anos) mediante apresentação da Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto. – JOVENS COM ATÉ 15 ANOS mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto. -DIRETORES, COORDENADORES PEDAGÓGICOS, SUPERVISORES E TITULARES DE CARGOS DO QUADRO DE APOIO DAS ESCOLAS DAS REDES ESTADUAL E MUNICIPAIS mediante apresentação de carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de São Paulo ou holerite acompanhado de documento oficial com foto. -PROFESSORES DA REDE PÚBLICA ESTADUAL E DAS REDES MUNICIPAIS DE ENSINO mediante apresentação de carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de São Paulo ou holerite acompanhado de documento oficial com foto.
**** Caso os documentos necessários não sejam apresentados ou não comprovem a condição do beneficiário no momento da compra e retirada dos ingressos ou acesso ao teatro, será exigido o pagamento do complemento do valor do ingresso.
ATENÇÃO: Não será permitida a entrada após o início do espetáculo.
Capacidade: 1.439 lugares Acesso para deficientes
Estacionamento:
Self
Período
Valor
Até 2h
R$13,00
2h a 3h
R$16,00
3h a 4h
R$19,00
4h a 5h
R$22,00
5h a 6h
R$28,00
6h a 7h
R$34,00
Demais horas
R$3,00
Valet
Período
Valor
Até 1h
R$18,00
Demais horas
R$12,00
Horário de funcionamento: Segunda a sexta: 10h às 22h (ou até o final do espetáculo) Domingos e feriados: 10h às 22h (ou até o final do espetáculo)
Formas de pagamento: dinheiro e cartões de crédito e débito informadas no local de pagamento. Taxa de perda do cartão de estacionamento, será cobrado valor de estadia/ pernoite, conforme horas descritas nas tabelas. Tempo de tolerância de 15 minutos somente para self
CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:
BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE SERVIÇO Local: Teatro Bradesco Rua Palestra Itália, 500 / 3º piso – Bourbon Shopping São Paulo – Perdizes
Horário de funcionamento da bilheteria do Teatro: domingo a quinta-feira (12h às 20h) e sexta e sábado (12h às 2h). OUTROS PONTOS DE VENDA – COM TAXA DE SERVIÇO Site:www.uhuu.com Formas de pagamento: Amex, Aura, Diners, dinheiro, Hipercard, Mastercard, Visa e Visa Electron.
Depois de antecipar o lançamento do álbum “Kill Your Ghosts” com o singles “Frozen” e “Ghost’s Revolution”, que trouxe a participação de Ralf Scheepers (Primal Fear, ex-Gamma Ray e Tyran’ Pace), o Trend Kill Ghosts apresenta o novo single e lyric video, “Deceivers”. “A música fala a respeito de pessoas que pensam serem boas por causa das rezas e obediências àqueles que comandam suas religiões, mas que, no fim das contas, só querem tirar proveito de outras pessoas através da fé. Estes manipulam os fiéis com interpretações que vem a ser convenientes, embasadas num livro escrito, pensado e elaborado pelos homens, que é a bíblia”, explicou o vocalista Diogo Nunes, autor da letra em parceria com o guitarrista Rogério Oliveira. “A música tem grande influência do álbum ‘The Time of the Oath’, do Helloween, com uma levada mais obscura e mais cadenciada”, completou Oliveira.
Veja o lyric video de “Deceivers”, desenvolvido por Daniel Della Satina (Santinnas Produções), em https://youtu.be/m3lwNOJEA3s
Formada em 2018 por Diogo Nunes (vocal), Rogério Oliveira (guitarra), Danilo Perez (baixo) e Leandro Tristani (bateria), a banda aposta no power metal/metal melódico, com referências a nomes como Gamma Ray, Helloween, Avantasia, Edguy, Savatage e Stratovarius. O álbum de estreia, “Kill your Ghosts”, será lançado no dia 5 de julho em todas as plataformas digitais e, além de Ralf Scheepers, traz Raphael Dantas (SoulSpell, Ego Abscence) e Lúcia Ricardo (EvenDusk) como convidados especiais na faixa “Promise”.
O repertório de “Kill your Ghosts”, com a arte de capa criada por Lucas Pereira, que trabalha para a Marvel HQ, é o seguinte:
Like Animals Fight Living a Lie Deceivers Ghost’s Revolution Promise Frozen Believe
A mística feminina é o principal tema do clipe “Deixa Ela Entrar”, da banda Venuz. Como bruxas do subúrbio carioca, em uma das principais cenas do clipe, ao redor de uma mesa, elas consagram imagens de mulheres poderosas que vieram antes delas, entre elas Isabel Bathory, conhecida como Condessa de Sangue. O vídeo é dirigido pela dupla Bruna Santiago e Felippe Ferreira. A música faz parte do EP, “Rebela” (2018).
“Foi um clipe totalmente diferente do que estamos acostumadas a fazer, devido ao fato de não ter cenas nossas tocando, o foco é no roteiro. Trata-se de uma estória que aborda a questão do poder feminino, da sororidade e espiritualidade da mulher. Com esse novo projeto pretendemos impactar o público através da qualidade da apresentação. Até os aspectos mais minuciosos foram elaborados com zelo total para que tivéssemos um resultado exatamente como esperávamos”, comemora Carol Vianna, baixista da Venuz.
Uma sociedade secreta composta apenas por mulheres. Liderada por uma matriarca, responsável por nomear novas integrantes do clã, batizá-las e repassar os ensinamentos. É em uma missão convocada pela matriarca que tudo acontece: chegou a hora de passar adiante o bastão de líder do coven e recrutar novas integrantes. Após uma reunião entre as cinco e o batizado de fogo, elas decidem no fim do ritual quem será designada para ser a nova matriarca.
A já mencionada Isabel Bathory, é uma entre tantas mulheres vistas de relance no clipe. Encontramos referências a Marielle, Olga Benário, Clarice Lispector, Lucrézia Bórgia, Joana D’arc e Marilyn Monroe: “Várias facetas de mulheres incompreendidas e desmerecidas pela história por serem mulheres, mas donas de poder, beleza, inteligência. Foi um homenagem pra quem sofreu por ser mulher, pra quem não teve tanto direito de voz. Acho que essa é a principal ideia de deixa ela entrar, mostrar que juntas somos mais fortes”, define Aila Dap.
Em “Deixa Ela Entrar”, todas as integrantes da Venuz participam como atrizes: Aila Dap (voz), Jack Foster (guitarra), Juliana Valente (bateria), Renata Guterres (guitarra), além de Carol. A quantidade de mulheres na frente da câmera não poderia ser mais correta. A letra da música foi inspirada em duas divindades femininas, Iansã e Kali. Enquanto o clipe teve como referência os rituais Wicca, com adaptações para o cenário urbano do rock underground carioca.
“O clipe nos mostra como se fôssemos verdadeiras bruxas urbanas, para esse resultado, nos inspiramos nos seriados estadunidenses ‘American Horror Story – Coven’ e ‘As Aventuras de Sabrina’. Dessa forma, o clã no clipe cultua o poder feminino exaltando a sensualidade e a força da mulher. O fogo representa esses valores e também remete a destruição, que se faz necessária para o nascimento de algo próspero”, explica Aila.
A ficha técnica de “Deixa Ela Entrar” conta com roteiro assinado pela banda Venuz, Bruna Santiago e Felippe Ferreira, que também foram responsáveis pela direção de arte. Já a direção fotográfica, é de Felippe Ferreira; A produção foi feita por Úrsula Silva, que também operou como gaffer; A montagem do vídeo, foi de Bruna Santiago, e por fim, a colorização é de Felippe Ferreira. Como matriarca da estória, a atriz convidada, Teresinha Andrade.
Violent Femme divulgou recentemente o lançamento do aguardado novo álbum, HOTEL LAST RESORT, que chega via [PIAS] na sexta-feira, 26 de julho. “Another Chorus” já está disponível e o lyric video que o acompanha pode ser visto no YouTube.
“Another Chorus é uma das duas músicas do novo álbum que foi escrita uma ou duas semanas antes de entrarmos no estúdio”, diz o co-fundador/compositor/guitarrista do Violent Femmes, Gordon Gano. “Ninguém na banda ouviu a música, e nós não a tocamos antes de gravá-la. Quando estávamos gravando, o sentimento geral era de que havia algo aqui, e depois de gravar o que achávamos que era a ideia, nosso produtor Ted Hutt implorou para que o revisássemos porque algo estava faltando, e estou feliz que o fizemos. ”
Hotel Last Resort está disponível para pré-venda agora; o vinil colorido em edição limitada também está disponível. O Hotel Last Resort foi anunciado no início deste ano com o lançamento da faixa título do álbum, apresentando o icônico som de guitarra do co-fundador da TV Tom Verlaine – a faixa está disponível agora em todos os DSPs e serviços de streaming.
Gravado em Denver, no Mighty Fine Productions, com o produtor premiado com o GRAMMY®, Ted Hutt (The Gaslight Anthem, Old Crow Medicine Show), Hotel Last Resort reside entre os melhores trabalhos da Violent Femmes, refinando e redefinindo simultaneamente a sua mistura de pós-punk, jazz espiritual, country blues, improvisação vanguardista e rock’n’roll.. Fundada e liderada por Gano e Ritchie, o grupo continua sábio e estranho quanto antes, continuando a explorar a vasta gama de idéias, complexidade melódica e habilidade orgânica sonora que caracterizou o trabalho da banda desde sua estréia em 1983.
Sempre ansioso para levar sua música adiante, Violent Femmes expandiu sua criação trazendo o percussionista John Sparrow e o multi-instrumentista Blaise Garza para o grupo. Ambos membros de longa data do The Horns of Dilemma – a banda em constante evolução de músicos multi-instrumentistas – a dupla se juntou às Femmes em turnê e no estúdio nos últimos 14 e 15 anos, respectivamente.
Another Chorus I Get What I Want I’m Nothing (Feat. Stefan Janoski) Adam Was A Man Not Ok Hotel Last Resort (Feat. Tom Verlaine) Everlasting You It’s All Or Nothing I’m Not Gonna Cry This Free Ride Paris To Sleep Sleepin’ At The Meetin’ God Bless America
O THE RODS apresenta o terceiro álbum após sua volta em 2011 (e nono da carreira): “Brotherhood Of Metal”que mostra uma banda madura e consciente de que seu navio já navegou por muito tempo mas que ainda tem muito para arrasar e para ensinar às novas bandas.
O baterista Carl Canedy promete: “Se você gosta da primeira música, então a chance de você gostar de todo o álbum é grande. É Heavy Metal música após música. Sem baladas nem nada que a sua mãe vai cantarolar”.
“Brotherhood Of Metal” é a prova viva que não é verdade que “cachorros velhos não aprendem truques novos”. E que o THE RODS o diga.
Em 2010, três anos após Jon Oliva anunciar a separação definitiva do SAVATAGE, a banda decidiu relançar o seu catálogo completo com faixas bônus e com comentários no encarte do próprio Jon. “Estou muito animado por entregar aos fãs uma representação apropriada de todos esses álbuns. Para eles serem ouvidos e vistos como deveriam ser, isso me deixa muito feliz”, comentou Jon na época.
Originalmente lançado em 1987, “Hall Of The Mountain King” é o quarto álbum de estúdio do SAVATAGE e, para muitos fãs, é o clássico supremo da banda. Considerado como um ponto crucial na identidade musical da banda, o álbum mostra o começo das suas tendências mais progressivas e orquestradas que exploram as novas formas de expressão na sua música, separando assim o antigo do novo SAVATAGE.
Este relançamento, disponível no Brasil pela parceriaShinigami Records/eAR MUSIC em versões acrílico e digipack, traz como faixas bônus a versão acústica de‘Somewhere In Time / Alone You Breathe’ e a versão, também acústica, de ‘Castles Burning’ gravada por Jon Oliva em 2010.
Em 2010, três anos após Jon Oliva anunciar a separação definitiva do SAVATAGE, a banda decidiu relançar o seu catálogo completo com faixas bônus e com comentários no encarte do próprio Jon. “Estou muito animado por entregar aos fãs uma representação apropriada de todos esses álbuns. Para eles serem ouvidos e vistos como deveriam ser, isso me deixa muito feliz”, comentou Jon na época.
Lançado originalmente em 1993, “Edge of Thorns” é o sétimo álbum de estúdio do SAVATAGE e o último a contar com os talentos do guitarrista Criss Oliva. Também é o primeiro álbum da banda com Zachary Stevens (Circle II Circle) nos vocais substituindo Jon Oliva. “Muitas das músicas foram compostas para o jeito de tocar de Criss. Todos nós já sabemos o que aconteceu depois” diz Jon referindo-se à morte inesperada do seu irmão e guitarrista da banda Criss Oliva que foi atingido e morto por um motorista bêbado em 1993. E acrescenta:“A perda de Criss foi devastadora para todos nós. Até hoje ainda é difícil para mim lidar com isso. Lembro que as últimas músicas que Criss, Paul e eu escrevemos juntos foram: ‘All That I Bleed’ e ‘Miles Away’. E elas continuam sendo as minhas duas músicas favoritas do álbum”.
Este relançamento, disponível no Brasil pela parceriaShinigami Records/eAR MUSIC em versões acrílico e digipack, traz as versões acústicas de ‘All That I Bleed’ e‘If I Go Away’ como faixas bônus.
O show está confirmado para o dia 2 de outubro, no Espaço das Américas, e promete fazer um retrospecto de uma das principais bandas do thrash metal mundial
Uma das maiores bandas de metal do mundo está anunciando a aposentadoria dos palcos e colocou o Brasil na rota de sua turnê de despedida. Pela última vez, uma das performances mais intensas da história, poderá ser vista pelos fãs brasileiros em São Paulo, no Espaço das Américas.
Após protagonizar mais de 3.000 shows ao redor do mundo em 37 anos de carreira, a banda norte-americana Slayer anunciou recentemente que cairá na estrada com a Final World Tour, entre 2019 e 2020, para agradecer aos fãs por todo apoio e experiências inesquecíveis durante estes anos.
Antes de se apresentar no Rock in Rio, o grupo formado por Tom Araya (vocal/baixo), Kerry King (guitarra), Paul Bostaph (bateria) e Gary Holt (guitarra) resgatará todo o seu legado, no dia 2 de outubro, no palco da Espaço das Américas, em São Paulo.
A apresentação em São Paulo é uma realização da Move Concerts Brasil e faz parte da plataforma Live Music Rocks, apresentada pelo Banco do Brasil. Ourocard é o meio de pagamento oficial e Cielo é a plataforma de pagamento digital.
Ingressos para o show já estarão disponíveis a partir de 13 de junho em pré-venda para portadores de cartões Ourocard e a partir de 17 de junho para venda público em geral, em livepass.com.br. Confira todas as informações em “SERVIÇO” abaixo. Além da pré-venda, clientes com cartões Ourocard possuem outros benefícios como 50% de desconto na compra de ingressos via cartão de crédito (estoque limitado), condições de parcelamento e a possibilidade de troca de pontos Livelo por ingressos com valores reduzidos, sujeito à disponibilidade.
Formada em 1981, o Slayer é uma verdadeira instituição e um dos nomes mais importantes da história da música. O grupo ganhou notoriedade já no lançamento do debut “Show no Mercy” (1983). No entanto, se tornou um fenômeno mundial com o excelente feedback dos clássicos álbuns “Hell Awaits” (1985) e “Reign in Blood” (1986).
Protagonizando impressionantes performances, a banda se mantém na vanguarda do thrash metal como um dos grandes responsáveis pela revolução musical que modificou e influenciou todo um cenário nas últimas décadas.
Com uma sonoridade pesada, a banda ainda abusa de criatividade, originalidade e autoconfiança. Sem medo de correr riscos e enfrentar novas experiências, criaram álbuns que se tornam aventuras fascinantes como os recentes “Christ Illusion” (2006), “World Painted Blood” (2009) e “Repentless” (2015).
Com uma infindável lista de hits como “Raining Blood”, “Angel of Death”, “South of Heaven”, “War Ensemble”, “Mandatory Suicide”, “Dead Skin Mask”, entre outros, Slayer segue lotando as principais casas de shows da Europa, América do Norte e Oceania, figurando na capa das principais revistas e sempre é headliner de grandes festivais como Wacken Open Air, Ozzfest, Hellfest, Download, Rock am Ring, Rock in Park, entre tantos outros.
Classificação etária: 16 anos desacompanhados. Menores de 16 anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial.
Pré-venda Banco do Brasil para portadores de cartões Ourocard Black, Infinite, Nanquim, Platinum Estilo e Grafite Estilo: início em 13 de junho, às 10h00 (quinta-feira).
Pré-venda Banco do Brasil para todos os portadores de cartões Ourocard: 14 de junho, às 10h00, até 17 de junho, às 09h59.
*os ingressos disponíveis para a pré-venda são limitados. Essa quantidade vai garantir aos fãs acesso a todos os tipos de ingresso na venda ao público geral.
Venda para o público geral: a partir de segunda-feira, 17 de junho, às 10h00.
Originalmente formada em 2012 em Campinas/SP como Threesome, a agora chamada Freesome é um quarteto de música autoral formado por Juh Leidl (vocal), Fred Leidl (guitarra/vocal), Bob Rocha (baixo) e Henrique Matos (bateria).
O álbum de estreia, intitulado “Get Naked”, foi lançado em 2014 e reuniu 11 faixas de uma sonoridade esteticamente influenciada pelo rock dos anos 60 e 70 e com referências de outros segmentos como o blues, jazz e o indie. Inerentemente maliciosas, as letras das músicas do Freesome discorrem geralmente sobre as relações humanas pela perspectiva de experiências sexuais, monogâmicas ou não.
Três anos após o lançamento do debute, o grupo decidiu colocar o álbum sob nova perspectiva. O resultado foi o EP “Keep On Naked” que traz regravações de duas músicas do disco de estreia, “Every Real Woman” – agora “ERW” – e “Why Are You So Angry?” – rebatizada como “Sweet Anger” -, além de uma faixa inédita chamada “My Eyes”. “Keep On Naked” foi produzido por ninguém menos que Maurício Cajueiro, renomado produtor brasileiro que já trabalhou com alguns dos nomes mais relevantes do mundo como Linkin Park, Steve Vai, Glenn Hughes, Gene Simmons, Stephen Stills, entre outros.
Aproveitando as sessões de gravação de “Keep On Naked”, o Freesome ainda registrou uma versão bem peculiar para “Badlands”, clássico do AC/DC de 1983, que fez parte do tracklist de “For Those About To Brazil… The Brazilian Tribute To AC/DC” lançado pela gravadora Secret Service da Inglaterra.
Essa foi a última gravação da banda divulgada como Threesome. A partir desse momento a Threesome passa, oficialmente, a se chamar Freesome. A vocalista Juh Leidl explica os motivos da mudança:
“A Threesome começou com três integrantes, que evoluíram para seis, mas mantinham à frente dos vocais um tipo de intercâmbio entre três vozes. Por vezes músicas individuais, ás vezes duetos ou coros. Num primeiro momento o nome e o sentido de Threesome acolhia as expectativas do que buscávamos. Um som que passeava em vários estilos entre o blues, rock, hard, indie, o jazz, acid… Uma verdadeira “zona” sem a preocupação do rótulo, também sem a necessidade de encontrar apenas uma voz que representasse a sonoridade da banda, e sim um conjunto. Os temas, não sempre, mas em parte, traziam essa áurea da liberdade, e claro que sexo entraria nessa lista de conteúdos uma vez que era um ponto de observação comum. Em pleno 2012/2013 percebíamos o preconceito, o questionamento sobre liberdades dos indivíduos, principalmente quanto a sexualidade, modelos de relacionamento… Então o campo era mais que fértil para as ideias e o nome perfeito.
Os anos se passaram, a formação mudou, ficamos em dois vocalistas, ainda que num intercâmbio, e ao todo quatro músicos. A banda foi criando cada vez mais personalidade e mais elementos de cada integrante foram sendo colocados nas composições. O núcleo criativo não eram mais os três que fundaram a banda, mas a banda em si. Nesse processo todo, as características e sonoridade mudaram, ficamos mais pesados, ficamos mais dinâmicos, e ficamos ainda mais LIVRES (FREE). Se de início existia alguma resistência a soar pesado demais, ou ter elementos demais ou ainda limitar a criação pensando exclusivamente na execução em palco, hoje nos LIBERTAMOS! É fato que existe a preocupação com a qualidade do show mas temos uma liberdade total em termos criativos dentro do núcleo banda, estamos mais conscientes do que somos em termos musicais, e desde o primeiro EP para um novo que lançaremos, a busca por registrar ao máximo essa percepção tem sido incessante.
A mistura de estilos que muitas vezes a mídia musical chamava de hard rock com grunge, blues e toda a salada que ainda fazemos, agora com elementos psicodélicos, aparece mais clara e alguns podem dizer que a banda está mais Stoner, mas podemos garantir que estamos mais Free do que nunca, sem a preocupação com o rótulo, mas com a certeza de uma personalidade que nasceu e se formou pela mistura de tudo que ouvimos ao longo de nossas vidas e hoje aparecem claramente em nossa sonoridade.
Continuamos LIVRES para compor letras sobre qualquer assunto, incluindo, por que não, sexo! Mas sem ter a obrigação de ser apenas a banda com “conteúdos sacanas”. E dentro desse entendimento como banda desta nova fase, decidimos que o passo que faltava era mudar o nome. Ele seria a consagração da visão atual. A palavra FREE estava ali, na cara! FREESOME também não deixa de ter sua conotação ao sexo livre e casual, aos relacionamentos livres, e ficou óbvio para todos que nosso novo nome e que ilustra esse novo momento só poderia ser FREESOME.
Entendemos que mais do que tudo queremos fazer arte, e que somos FREE para pensar e nos expressar sem medo de rótulos, e sem limites.”
O próximo passo da banda, o primeiro sob o novo nome Freesome, será a gravação de um novo EP, cujo título e data de lançamento serão divulgados em breve.
Por enquanto o grupo convida todas e todos para visitarem os novos endereços do grupo na internet:
Neste sábado os suecos do Graveyard se apresentam em São Paulo. O show acontece no Fabrique Club (R. Barra Funda, 1071 – Barra Funda – São Paulo – ao lado do terminal Barra Funda). A abertura ficará a cargo da banda Grindhouse de São Paulo.
Veja os horários de sábado: 18h – Portas 19h – Grindhouse 20h30 – Graveyard
O Graveyard foi formado em 2006, em Gothemburg, na Suécia. Eles definem seu som como uma mistura de classic heavy rock, blues e psychodelia.
Eles possuem 5 álbuns, sendo “Peace”, o mais recente, lançado em 2018. No Brasil eles são bastante conhecidos pelos álbuns “Hisingen Blues” (2011) e “Innocence & Decandence” (2015).
Devido à forte cena que a Europa vive, de bandas com essa sonoridade calcada nos anos 70, o Graveyard se tornou uma das maiores sensações da atualidade.
A formação do Graveyard traz Joakim Nilsson (guitarra e vocal), Jonathan Ramm (guitarra), Truls Mörck (baixo) e Oskar Bergenheim (bateria).
Na próxima quinta-feira, 16 de maio, sob realização da produtora de eventos Circle Of Infinity Produções as bandas Delain e Vuur estarão se apresentando em Limeira no Studio Mirage a partir das 19:00.
Para este ocasião em especial a vocalista Charlotte gravou um vídeo convidando os fãs em geral para esta apresentação em Limeira, confira o vídeo na integra:https://www.youtube.com/watch?v=xFkkVzQ-gQs
Formada no ano de 2002, a banda Delain lançou cinco álbuns em estúdio, uma demo e possuí três EP’s, sendo o mais recente intitulado “Hunter’s Moon” foi lançado em 2019. A formação da banda conta com Charlotte Wessels como vocalista, Timo Somers e Merel Bechtold nas guitarras, Otto Schimmelpenninck van der Oije no baixo, Martijn Westerholt nos teclados e Joey Marin de Boer na bateria.
Outra grande atração que estará se apresentando é a banda Vuur, o grupo foi formado em 2016 por Anneke van Giersbergen e sua respectiva discografia conta até o momento com o único registro oficial intitulado “In This Moment We Are Free – Cities”, cujo lançamento ocorreu no ano de 2017. Anneke Van Giersbergen tornou-se mundialmente conhecida por seus trabalhos junto com a banda The Gathering e projeto denominado Agua de Annique.
Serviço: DELAIN, VUUR: 16/05/2019 – STUDIO MIRAGE – LIMEIRA/SP Atrações: Delain, Vuur Quando: 16 de maio de 2019Horário: 19:00 Onde: Studio Mirage Endereço: Avenida Professor Joaquim de Michieli, nº 755 – Jardim Esmeralda – Limeira/SP Censura: 18 anos
Sexta (17/05) a banda Javali fará o show de lançamento de seu novo álbum, “Life Is A Song”, que foi disponibilizado inicialmente em todas as plataformas digitais. A versão física (CD) foi lançada via Voice Music. A abertura do show ficará por conta da banda Régio Primata.
O show será no Aurora Club (antigo Café Aurora), em São Paulo, capital, a partir das 21h. Os ingressos podem ser adquiridos no local a R$ 20,00.
O Aurora Club é uma das casas mais tradicionais de show de São Paulo. Foi inaugurado em 1988 no bairro do Bixiga, centro de São Paulo explorando um ambiente rústico das antigas construções. O Aurora Club fica na Rua Treze de Maio, 112, no Bixiga.
O Javali apresentará músicas de seus 27 anos de carreira – quatro CD’s de estúdio e um ao vivo.
O CD de “Life Is A Song” traz como novidade a faixa bônus “Read My Mind”, música que foi lançada como um ‘single’ em 2018, e que também podia ser ouvida apenas nas plataformas digitais. Além da faia bônus, o disco ainda traz 6 (seis) composições inéditas, que foram gravadas em São Paulo no segundo semestre de 2018, no “Studio Atmosphera”, ficando a captação e registro a cargo do produtor Edinho Junior enquanto que a mixagem e masterização contaram com o talento de Thiago Bianchi (Noturnall), e foram feitas no estúdio “Fusão”.
A arte da capa foi desenvolvida pelo artista renomado João Duarte (JDuarteDesign), que já é parceiro da banda, tendo criado os elogiados trabalhos anteriores, incluindo o site oficial.
Trabalho conceitual, que se forma em uma história de vida, vem embalado com um som entre o death metal melódico e o metalcore
Praticando um som versátil, entre o death metal melódico e o metalcore, Gustavo Iandoli (vocal e guitarra), Wesley Peira (guitarra), Gustavo Muniz (baixo) e Matheus Carrilho (bateria) apresentam “Where Treasures Are Nothing”, trabalho conceitual que narra fatos do nascimento até a morte e aborda os valores humanos. “O repertório do álbum se forma em uma história de vida e retrata valores humanos sob a ótica da ansiedade e da depressão”, observou Gustavo Iandoli. “Acredito que entrega e paixão o define, pois esperamos muito por esse momento e demos tudo na produção. As gravações foram bem detalhadas e deixamos com que as algumas ideias aparecessem dentro do estúdio. Assim, tudo foi fluindo da melhor maneira”, acrescentou.
Sobre a concepção musical, o vocalista e guitarrista explica que o estilo foi sendo moldado de forma natural. “Nós fomos criando sem muito compromisso a atender certos subgêneros do metal. Existem algumas influências individuais dos integrantes, mas seguimos com o que queríamos fazer. Uma grande referência que tivemos foi o Gojira, admiramos muito o trabalho deles e tivemos influência na parte da produção.”
“Where Treasures Are Nothing” contou com produção a cargo de Diego Castro (The Ocean Revives, Purge, Abstracted, Summeria) e teve arte de capa de Carlos Fides (Almah, FlowerLeaf, Evergrey, Semblant, Noturnall, Trezzy, Silver Mammoth).
O material foi antecipado com o single e videoclipe “Restless Silence”, que retrata a visão de uma pessoa cuja mente é acelerada e pensativa. “Por tamanha inquietação interna, ela não consegue se expressar direito e, então, vem a angústia. A falta de controle de seus pensamentos ocasiona impactos em sua vida e em seu comportamento, pois a ansiedade passa a pressionar respostas precipitadas sobre os objetivos e os planos de vida”, explicou Iandoli.
O repertório de é “Where Treasures Are Nothing” o seguinte: Beginning of Innocence Anxiety Chaos of My Dream Restless Silence Theater of Destiny Rainy Falling In Oblivion My Conjugué The Leaving When We Got To Go
“Existem algumas músicas instrumentais que dão uma dinâmica melhor para o repertório. Sempre terá uma música que pode atender quem quiser ouvir algo mais leve ou mais pesado. ‘Anxiety’ e ‘My Conjugué’ têm uma intensidade um pouco maior do que as outras, enquanto ‘Theater of Destiny’ tem um peso maior por conta da afinação mais baixa que usamos na gravação. Porém, sinto que ‘The Leaving’ carrega algo muito especial, uma motivação que talvez não consiga explicar. Tudo tem uma perspectiva mais humana, além do acúmulo de aprendizados e progressos pessoais“, concluiu Gustavo Iandoli.
Estou em choque. Estou deprimido. E antes de mais nada, como foi que eles deixaram tudo isso acontecer? Essa é mais uma das razões (e existem muitas) do porque eu não querer mais tocar com esses caras, independente de quantos milhões de dólares sejam oferecidos. A banda acabou em 1986.
Eu adorei a arte do poster e achei a ideia SENSACIONAL. Me sinto honrado sempre que posso usar algo tão maravilhoso (feito com seriedade!) para algum dos meus projetos. Se algum dia eu conseguir uma cópia desse poster, eu quero enquadrá-lo e pendurar na minha sala ou no escritório da Alternative Tentacles.
Mas qual é o grande problema? De todas as grandes artes políticas e anti-fascistas usadas para promover o Dead Kennedys ao longo dos anos, esta é a primeira vez que eu tomo conhecimento desses caras serem contra um poster político. Por que este? E por que agora?
Valentões fascistas realmente ameaçaram a banda e disseram que haveria violência caso os shows acontecessem? Eles ameaçaram o promotor e as casas de show? Ou alguém ficou preocupado com o fato dos apoiadores do Bolsonaro não comprarem camisetas suficiente da banda nos shows?
Em um post de Facebook recém apagado, foi dito que eles não devolveriam o dinheiro dos ingressos aos fãs. Ao invés disso, comunicaram que iriam doar os valores recebidos como adiantamento para a “caridade” ($42.000 DÓLARES AMERICANOS!) O promotor acaba de me dizer que ele recebeu o dinheiro de volta e agora os fãs que compraram os ingressos serão reembolsados! IHAAAA!
Se as ameaças de violência contra fãs inocentes foram realmente verídicas, bem, isso muda as coisas.
Eu tenho certeza que meus antigos companheiros de banda se lembram do terrível episódio de violência que ocorreu quando o verdadeiro Dead Kennedys tocou em Leicester, Inglaterra, em 1982. Os verdadeiros fascistas da Inglaterra [algo como uma Ku Klux Klan do país na época] se juntaram a alguns roadies do The Exploited e atacaram o show. Eu tive de me esquivar deles, no melhor estilo Muhammad Ali, por quase toda nossa apresentação enquanto eles subiam no palco e tentavam me acertar. O Dave do MDC acabou indo para o hospital com a cabeça rachada.
Nós também nunca conseguimos esquecer dos ataques pré-planejados pela polícia em diversos outros shows, onde policiais completamente descontrolados giravam seus cassetetes acertando a todos [incluindo o Peligro] DENTRO das casas de shows. E eu não estou falando somente da Polícia de Los Angeles.
Mas, “…A banda sente que não tem conhecimento suficiente para falar sobre assuntos políticos de outros países.”?? Vocês estão tirando com a minha cara?!?!? Essa banda já esteve no Brasil 2 ou 3 vezes! O que eles tem a dizer então sobre “Holiday in Cambodia”? E sobre “Bleed For Me”, cuja letra eu escrevi para as vítimas das guerras sujas da América Latina? Eles tem ciência sobre as capas dos discos da banda? Alguma vez na vida eles leram minhas letras nos encartes dos discos?
Como é possível que eles não tenham noção do que acontece no resto do mundo? Todos nós estamos conectados atualmente. O East Bay Ray não é uma pessoa burra. Eu imagino, pela forma como o texto foi escrito, que ele mesmo escreveu a declaração anti-poster do Brasil. E eu não sei se ele mostrou o texto para os outros caras da banda antes de postar.
Ray é uma pessoa muito bem educada, sempre se interessou por leitura e é o único membro original do Dead Kennedys que possui formação acadêmica. Me lembro dele como uma pessoa culta, sempre lendo artigos interessantes e aprofundados da revista The New Yorker. A recente edição do dia 1 de Abril trouxe um artigo bastante assustador expondo Bolsonaro e seu movimento. Mas mesmo antes disso, eu tenho 99% de certeza que o Ray sabia muito bem quem é o Bolsonaro – e o que ele representa.
Por que eu sei disso? Porque a maioria dos americanos sabem, até mesmo aqueles que têm metade do cérebro funcionando. Eu não posso falar pelos apoiadores idiotas do Trump.
Sim nós estamos preocupados com o Brasil. Porque nós nos importamos com o Brasil. E porque nós nos preocupamos com o mundo.
Nós tememos pela situação dos brasileiros. Tememos pela Amazônia. Tememos pelas tribos indígenas que poderão ser massacradas. Nós não queremos que mais nenhum inocente morra como aconteceu com a Marielle Franco. Sim, a notícia de seu assassinato chegou até os noticiários americanos.
E, meus caros amigos, nós admiramos e respeitamos muito cada um que tenha a coragem de se posicionar contra o Bolsonaro e seus apoiadores fascistas metidos a valentões.
Minha banda, The Guantanamo School of Medicine, não poderá ir ao Brasil por algum tempo. Estamos gravando no momento e existem assuntos internos que precisam de nossa atenção agora.
O IRON MAIDEN irá se apresentar no Estádio do Morumbi, em São Paulo, no dia 6 de outubro e também fará retornará a Porto Alegre, onde esteve pela última vez em 2008, na Arena do Grêmio, em 9 de outubro, com sua turnê mundial “Legacy Of The Beast Tour“. Essas datas se seguem a seu show no Rock In Rio em 4 de outubro, quando 90.000 ingressos se esgotaram em menos de duas horas. Esses shows marcam o final da turnê do Maiden em 2019 com o Legacy Of The Beast Tour 2019, cobrindo 44 shows em seis países nas Américas do Norte, do Sul e Central.
A longa e mutuamente apaixonada relação de Maiden com seus fãs brasileiros remonta a décadas, desde a sua primeira apresentação no Rock In Rio em 1985 até sua primeira turnê no país em 1992 com ‘Fear Of The Dark’, que também marcou a primeira apresentação da banda em São Paulo. O Brave New World Show de 2001, novamente no Rock in Rio, marcou o retorno de Bruce Dickinson e Adrian Smith à banda, foi gravado ao vivo e lançado como “Rock in Rio” no ano seguinte.
As apresentações em São Paulo e Porto Alegre são uma realização da Move Concerts e fazem parte da plataforma Live Music Rocks, apresentada pelo Banco do Brasil. Os shows também são patrocinados pela Itaipava e TNT Energy Drink. O Hospital Sancta Maggiore é o fornecedor oficial de serviços médicos em São Paulo.
Ingressos para os shows já estarão disponíveis a partir de 25 de maio em pré-venda para portadores de cartões Ourocard e a partir de 29 de maio para venda público em geral, em livepass.com.br. Confira todas as informações em “SERVIÇO” abaixo.
A primeira parte da turnê triunfante da banda na Europa, no início deste ano, teve uma grande aclamação da crítica e dos mais dos mais de 750.000 fãs que foram ver os shows. Entre as muitas críticas entusiasmadas, o jornal The Times A primeira parte da turnê triunfante da banda na Europa, no início deste ano, teve uma grande aclamação da crítica e dos mais dos mais de 750.000 fãs que foram ver os shows. Entre as muitas críticas entusiasmadas, o jornal The Times (UK) escreveu: “Um espetáculo extraordinário, cheio de teatralidade da mais alta qualidade… uma aula magistral de performance e encenação.
O vocalista Bruce Dickinson comenta:
“Estamos felizes em voltar ao Brasil e compartilhar a “Legacy of the Beast Tour” com todos os nossos amigos! Estamos imensamente orgulhosos desse show e tivemos ótimas reações dos muitos fãs que vieram nos ver na Europa no ano passado. A produção é baseada em nosso jogo móvel The Legacy of the Beast, que basicamente apresenta várias encarnações de Eddie nos diferentes mundos do Maiden. Isso nos inspirou a montar um show para levar nossos fãs através desses mundos e experiências definidas pelas músicas. Não é tão fácil projetar mundos diferentes no palco e tivemos um enorme trabalho para fazer tudo funcionar. O resultado final que sentimos é que este é nosso show mais espetacular e, certamente, o mais complexo até hoje. Temos todos os tipos de coisas loucas acontecendo, incluindo uma réplica de avião Spitfire dominando o palco durante Aces High, toneladas de fogos, um gigante Icarus, mosquetes, espadas e alguns lança-chamas verdadeiramente maravilhosos com os quais eu me divirto muito, vocês vão ver! E é claro que temos Eddie, como você nunca viu antes, além de outras grandes surpresas. Eu estou vivendo um dos melhores momentos da vida, brincando com todos esses acessórios magníficos no palco, tem sido fantástico, mal podemos esperar para mostrar este show para vocês! ”
Steve Harris, baixista e fundador da banda, acrescenta:
“Nós pensamos muito sobre a lista de músicas para essa turnê, já que elas precisavam seguir a narrativa dos mundos em mudança do show no palco. E acabamos com um conjunto muito forte e equilibrado que misturava canções que não tocamos em muitos anos, como Flight Of Icarus, Sign Of The Cross e The Clansman, com canções que sabemos que os fãs querem ouvir como The Trooper, 2 Minutes To Midnight, The Number Of The Beast, Fear Of The Dark, Run To The Hills, Hallowed Be Thy Namee outras, refletindo a jornada através dos diferentes temas do show. A banda toda está realmente curtindo muito essa turnê e estamos ansiosos para ver todo mundo no Brasil de novo! ”
A banda de abertura na turnê 2019 é o The Raven Age – www.theravenage.com
A produção e a lista de músicas da Legacy Of The Beast Tour foram inspiradas no jogo móvel gratuito do Maiden, com o mesmo nome, disponível nas plataformas iOS e Android, disponível em www.ironmaiden.com/play
Tanto o IRON MAIDEN quanto seu promotor Move Concerts pedem ao público que compre apenas os ingressos da agência autorizada listados acima. Para mais informações, visite www.livepass.com.br
Mais informações sobre a turnê Legacy of the Beast em www.ironmaiden.com
SERVIÇO
SÃO PAULO | 06 de Outubro | Estádio do Morumbi
Classificação etária: 14 (quatorze) anos desacompanhados. Menores de 14 (quatorze) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial.
Pré-venda Banco do Brasil para portadores de cartões Ourocard Black, Infinite, Nanquim, Platinum Estilo e Grafite Estilo: início em 25 de maio, às 00h01 (de sexta-feira para sábado). Pré-venda Banco do Brasil para todos os portadores de cartões Ourocard: 26 de maio, às 00h01, até 28 de maio, às 23h59.
Pré-venda fã clube:24 de maio (sexta-feira) das 10h00 até 25 de maio (sábado) às 09h59.
*os ingressos disponíveis para a pré-venda são limitados. Essa quantidade vai garantir aos fãs acesso a todos os tipos de ingresso na venda ao público geral.
Venda para o público geral: a partir de quarta-feira, 29 de maio, às 00h01 (terça para quarta-feira).
Ingressos em: livepass.com.br
PORTO ALEGRE | 09 de Outubro | Arena do Grêmio
Classificação etária: 14 (quatorze) anos desacompanhados. Menores entre 05 (cinco) e 13 (treze) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados de pelo menos um dos pais e/ou responsável legal. Menores de 05 (cinco) não estão autorizados a ingressar no evento.
Pré-venda Banco do Brasil para portadores de cartões Ourocard Black, Infinite, Nanquim, Platinum Estilo e Grafite Estilo: início em 25 de maio, às 10h00 (sábado). Pré-venda Banco do Brasil para todos os portadores de cartões Ourocard: 26 de maio, às 10h00, até 29 de maio, às 09h59.
Pré-venda fã clube:24 de maio (sexta-feira) das 10h00 até 25 de maio (sábado) às 09h59.
*os ingressos disponíveis para a pré-venda são limitados. Essa quantidade vai garantir aos fãs acesso a todos os tipos de ingresso na venda ao público geral.
Venda para o público geral: a partir de quarta-feira, 29 de maio, às 10h00.
O Final Disaster abriu seleção para a entrada de uma nova vocalista. Eles gravaram um vídeo onde convidam as garotas para enviarem material – com vídeos, fotos, links onde possam avaliar o talento da candidata, e então possam convidar para um ensaio/teste com a banda.
Basta enviar material para o email finaldisasterofficial@gmail.com, ou envie mensagem no inbox do Facebook, ou direct message do Instagram.
A formação do Final Disaster traz Kito Vallim (vocal), Daniel Crivello (guitarra), Rodrigo Alves (guitarra), Felipe KBÇA (baixo) e Bruno Garcia (bateria).
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