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Fabiano Negri & Bebê Diabo mergulham nas trevas do heavy metal clássico em “The Lord’s Curse”

Novo álbum transforma destruição humana, desespero e morte em uma experiência sombria e cinematográfica, construída sobre as raízes de Iron Maiden, Judas Priest e Black Sabbath

​Após mais de três décadas dedicadas à música, Fabiano Negri apresenta The Lord’s Curse, novo álbum lançado ao lado de sua banda, a Bebê Diabo. Com oito faixas inéditas, o trabalho parte das raízes do heavy metal clássico e explora temas como guerra, decadência, manipulação, desesperança e a fragilidade da condição humana.

Ouça The Lord’s Curse em todas plataformas digitais​
​https://distrokid.com/hyperfollow/fabianonegri/the-lords-curse

O lançamento foi antecedido por três singles: “Highlands”, “Greetings From Sadness”, ambos com seus respectivos videoclipes, e “Flying Towards The End”. Assim, as músicas apresentaram diferentes aspectos da proposta do novo álbum antes de sua chegada completa ao público. Ao mesmo tempo, já demonstravam a atual fase mais pesada do músico.​

Natural de Campinas (SP), Fabiano construiu uma trajetória que atravessa diferentes vertentes da música pesada. Ao longo desse percurso, o músico passou por bandas como Rei Lagarto, Dusty Old Fingers e Unsuspected Soul Band. Paralelamente, desenvolveu uma extensa carreira solo como cantor, compositor, multi-instrumentista, produtor e professor.​

Ao longo de sua longeva carreira, essa trajetória foi marcada pela busca constante por novas possibilidades dentro do hard rock e, agora, do heavy metal. Nesse contexto, The Lord’s Curse sucede ZebathY (2022), Mysteries the Night Hides (2023) e The Outlaw’s Journey (2025). Os três trabalhos foram totalmente dedicados ao metal clássico e, juntos, representam diferentes etapas dessa desenvoltura musical.​

Para o novo álbum, Fabiano voltou sua atenção às referências fundamentais do heavy metal. Entre elas estão os três primeiros trabalhos do Iron Maiden, a fase setentista do Judas Priest e elementos do Black Sabbath. São influências que sempre o acompanharam e que, agora, ganham novas formas dentro das composições.​

“Esse novo álbum nasceu da ideia de revisitar o heavy metal oitentista sem reproduzir seus clichês. Quisemos criar músicas rápidas, pesadas e atmosféricas, sempre com uma sensação constante de tensão. É um disco profundamente pessimista, um reflexo do mundo em que vivemos”, explica o músico.​

A produção também acompanha essa proposta. Em vez de estabelecer uma única abordagem para todas as faixas, Fabiano trabalhou diferentes possibilidades de produção e mixagem. Dessa maneira, cada escolha foi pensada de acordo com as características de cada composição.​

“Eu tentei construir a sonoridade que cada música merecia, na minha visão. Então, existem coisas muito limpas e convencionais em termos de produção e mixagem, e outras propositalmente feitas para gerar uma sensação de incômodo no ouvinte”, comenta.​

Embora não seja um álbum conceitual, o álbum apresenta conexões entre suas músicas. Em especial, “The Lord’s Curse”, “You’ll See The Light of the Morning Star” e “The Fisherman”, quando ouvidas em sequência, formam uma história completa.​

“É um álbum, até certo ponto, conceitual, mas não em ordem de pensamentos ou cronologia. As músicas estão interligadas de alguma forma. E essas três, se ouvidas na ordem, contam uma história completa, que muita gente conhece, mas que eu abordo de uma maneira mais humana e real. Resumindo: é só trevas, desespero e morte (risos)”, finaliza Negri.​

O álbum também apresenta a nova configuração da banda como quarteto, com Fabiano Negri (vocais e guitarra), Igor Russo (guitarra), Ian Absurd (baixo) e Pedro Quintans (bateria).​

Além de The Lord’s Curse, 2026 marca outro momento importante na carreira de Fabiano. O músico também assumiu os vocais do Tracy G. Group, novo projeto do guitarrista norte-americano Tracy G., conhecido por sua passagem pela banda de Ronnie James Dio entre 1993 e 1999. O primeiro single da parceria, “Human Reptile”, foi lançado em setembro e, agora, antecede o álbum MAKKINAGEDOOM, previsto para o final de outubro.​

Com The Lord’s Curse, Fabiano Negri & Bebê Diabo ampliam uma trajetória construída ao longo de décadas. O álbum utiliza referências fundamentais do heavy metal como ponto de partida para novas composições e, ao mesmo tempo, desenvolve uma abordagem própria sobre os aspectos mais sombrios da condição humana.​

FABIANO NEGRIO NAS REDES:
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X: @fabianonegri
Bandcamp: https://fabianonegri.bandcamp.com

Forget Everything transforma conflitos e excessos em “Disgrace In My Fate”, seu álbum de estreia

Créditos: Fotos por Leonardo Benaci

Trio aprofunda sua mistura pesada e eclética em trabalho marcado por riffs agressivos, atmosferas sombrias e letras sobre conflitos, vícios, escolhas e resistência​

Caos, excessos, conflitos e autodestruição atravessam Disgrace In My Fate, álbum de estreia do Forget Everything. O trabalho chega às plataformas em 30 de setembro de 2026.​

Formada em 2023, em Piracicaba (SP), o Forget Everything é composta por Murilo Ramos (vocais e guitarra), Mateus Lopes (baixo e backing vocals) e João “Lizzy” Lima (bateria). Desde o início, o trio transforma experiências pessoais e conflitos cotidianos em uma sonoridade pesada e agressiva.​

A trajetória começou a ganhar forma em 2024, com o lançamento do single homônimo “Forget Everything”. Depois disso, a banda apresentou “Dangers Of The Dawn” e lançou o EP de quatro faixas Intrusive Thoughts, em janeiro de 2025.

Desde então, o grupo ampliou sua presença no underground paulista e passou a circular por diferentes cidades do estado. Nesse período, também dividiu palcos com Cemitério, D.F.C., Eskröta, Bayside Kings e Chaos Synopsis, dentre outras.​

A força dos contrastes na sonoridade da banda​

Nas nove faixas de Disgrace In My Fate, o Forget Everything articula quatro referências centrais: Thrash Metal, Doom Metal, Speed Metal e Crossover. Juntas, elas criam uma dinâmica que alterna velocidade, peso e atmosferas densas.​

O contraste entre Doom e Speed ocupa um espaço importante nesse equilíbrio. Enquanto o Doom Metal conduz as passagens mais arrastadas e sombrias, o Speed Metal acelera os andamentos e aumenta a sensação de urgência. Como resultado, o álbum trabalha diferentes intensidades sem abandonar a agressividade característica do trio.​

Além dessas bases, a sonoridade incorpora ainda elementos de Punk Rock. Eles aparecem em arranjos, mudanças de ritmo e determinados momentos das composições. Entre as referências que ajudam a contextualizar esse universo vasto de influências estão Toxic Holocaust, Municipal Waste, Sepultura da era Cavalera, Pentagram e Candlemass.​

Para este trabalho, o trio adotou uma premissa simples: “todas as notas importam”. A partir dela, as músicas foram construídas com maior objetividade. Riffs, mudanças de andamento e vocais ocupam espaços definidos, enquanto os arranjos evitam elementos que não tenham uma função dentro das faixas.​

Por consequência, as músicas são mais enxutas e concentram sua força nos pontos essenciais de cada composição. Na parte vocal, Murilo Ramos mantém a voz rasgada que marca a identidade da banda. Ao mesmo tempo, sua interpretação ganhou linhas mais graves, guturais e dobradas.​

A produção, a mixagem e a masterização ficaram sob responsabilidade de Gabriel do Vale. Dessa forma, o trabalho preserva a agressividade das gravações e apresenta maior definição entre os instrumentos e suas diferentes camadas.​

Conflitos, excessos e resistência​

As letras de Disgrace In My Fate partem de experiências relacionadas à autodestruição, aos vícios e aos excessos. Além disso, conflitos, ressentimentos, escolhas e consequências aparecem em diferentes momentos do álbum.​

Ainda assim, o disco não se concentra apenas na queda. Pelo contrário, as composições também abordam a resistência diante de situações que levam seus personagens ao limite, explorando as consequências dessas experiências e a capacidade de reagir a elas.​

Nesse contexto, as letras apontam para a necessidade de continuar mesmo diante de períodos difíceis. A resistência aparece, portanto, não como um discurso abstrato, mas como resposta aos conflitos, escolhas e excessos que atravessam o álbum.​

As composições foram construídas a partir de experiências e reflexões acumuladas ao longo do tempo. Por isso, o álbum não segue uma única temática. Cada faixa aborda situações diferentes, mas todas mantêm uma perspectiva pessoal sobre conflitos internos, escolhas e acontecimentos do cotidiano.​

A identidade visual acompanha essa abordagem. Criada pelo artista piracicabano Dan Lemos, a capa de Disgrace In My Fate dialoga com o conceito do álbum e com a estética desenvolvida pelo Forget Everything.​

Além disso, a arte reforça a atmosfera sombria presente nas músicas. Desse modo, a identidade visual estabelece uma conexão direta com o conteúdo do disco.

Ouça em https://ditto.fm/disgrace-in-my-fate-forget-everything​

Assista ao videoclipe da faixa-título em https://www.youtube.com/watch?v=su0MCgaqMCI​

“Suffering In Silence” (Instrumental)
“Calling Peace”
“Rip”
“Excess Of Serotonin”
“Void Painted Green”
“Surfing While They Walk” (Instrumental)
​
“Disgrace In My Fate”​
“The Price”
“TDAH”

Depois de três anos de carreira, Disgrace In My Fate consolida o caminho construído pelo Forget Everything e mostra um trio mais seguro em suas escolhas. Ao mesmo tempo, a banda mantém a agressividade dos primeiros trabalhos enquanto amplia as possibilidades de sua sonoridade.​

Entre riffs acelerados, passagens densas e momentos de maior tensão, o álbum reúne as principais referências que acompanham o grupo desde o início. Por outro lado, as letras colocam experiências pessoais, conflitos, excessos e suas consequências no centro das nove faixas.​

Assim, Disgrace In My Fate fecha o primeiro ciclo do Forget Everything com um trabalho direto, pesado e pessoal. O álbum encara as próprias quedas sem transformar a derrota em ponto final.​

FORGET EVERYTHING NAS REDES:
Instagram: @forgeteverythingofficial
​Facebook/YouTube: @forgeteverything666

In Domine embarca em uma jornada cósmica entre Heavy, Doom Metal e atmosferas progressivas com “The Traveler”

Crédito: Foto por Oficina da Photo

Single em duas partes amplia a identidade da banda em uma jornada por mundos, dimensões e estados de consciência​

Formada em 2021, em Jundiaí, no interior de São Paulo, a In Domine apresenta “The Traveler”, seu novo lançamento e sucessor do EP de estreia “Vivens En Mortis”. Dividido em duas partes, o trabalho amplia a identidade autoral da banda ao combinar o peso do Heavy Metal com atmosferas sombrias, elementos de Doom e uma abordagem progressiva.​

Desde o início de sua trajetória, a In Domine constrói sua sonoridade a partir de riffs pesados, melodias, solos e vocais que transitam entre o melódico e o agressivo. Nas letras, a banda explora conflitos internos, dualidades entre o bem e o mal e questões existenciais, além de referências a livros, filmes e obras de ficção. Em “The Traveler”, esses elementos são reunidos em uma narrativa que atravessa diferentes mundos e dimensões.​

O conceito acompanha um espírito sem fronteiras que percorre o cosmos como uma presença invisível. Ao passar por diferentes planetas e realidades, alguns devastados e outros em transformação, ele observa sem interferir nos acontecimentos. Medo, dor, traição, harmonia e paz tornam-se experiências que permanecem em sua consciência.

Ouça “The Traveler” em https://tinyurl.com/indomine-thetraveler
Spotify: https://open.spotify.com/album/5p9b45XmgJ8bt4VKZxztfM

Em “The Traveler (Part 1)”, a In Domine explora o lado mais denso dessa jornada. A faixa se aproxima do Heavy/Doom Metal e cria uma atmosfera pesada, tensa e fantasmagórica, traduzindo a percepção do viajante enquanto percorre mundos desconhecidos. O peso das guitarras e a ambientação reforçam a sensação de uma existência que observa o universo sem pertencer completamente a nenhum de seus lugares.​

Já “The Traveler (Part 2)” representa o retorno à Terra. A composição começa de maneira mais leve e acompanha o renascimento do viajante através de um ser humano. Sem carregar lembranças conscientes de suas experiências anteriores, ele mantém, de forma inconsciente, tudo aquilo que viu e sentiu em outras dimensões. Essas experiências se manifestam em seus instintos, escolhas, compaixão e desconforto diante da crueldade.​

Musicalmente, a segunda parte preserva as raízes no Heavy Metal e incorpora uma abordagem progressiva por meio de camadas e de uma construção gradual. A música evolui de forma orgânica, passando por diferentes intensidades até alcançar um encerramento mais dramático. A produção também contribui para esse universo, aproximando a ficção científica de uma atmosfera espacial e fantasmagórica.​

“The Traveler” teve produção, mixagem e masterização realizadas por Windi Ribeiro, em um processo desenvolvido em conjunto com a banda. O resultado mantém o peso característico da In Domine, enquanto amplia o espaço para atmosferas e texturas que ajudam a desenvolver a narrativa.​

Atualmente, a In Domine é formada por Shahim (vocal), Dennis Romera (guitarra), Fernando Gebram (guitarra), Octavio Loverso (baixo) e Ricardo Mingote (bateria).​

Com “The Traveler”, a In Domine transforma uma narrativa sobre uma consciência que atravessa o cosmos em uma obra dividida em dois movimentos, unindo Heavy Metal, atmosfera e narrativa conceitual.​

“The Traveler” já está disponível nas plataformas digitais.​

IN DOMINE NAS REDES:
Site: www.indomineband.com​
Instagram/YouTube: @indomineband

Siegrid Ingrid apresenta “Antihuman”, novo single sobre a desumanização da sociedade

Créditos: Foto por Luiz Berenguer

Banda transforma em peso e agressividade a reflexão sobre o distanciamento humano, a intolerância e a perda da empatia em tempos de conexão digital​

O Siegrid Ingrid apresenta “Antihuman”, novo single que aborda o enfraquecimento das relações humanas em uma sociedade cada vez mais conectada pela tecnologia. A faixa é o primeiro material oficial da banda com a formação atual, que reúne Mauro Punk (vocal), André “Gubber” (guitarra), Luiz Berenguer (baixo) e Edilson Alves (bateria).

Ouça “Antihuman” em:
​https://onerpm.link/333021234077​

Assista ao videoclipe de “Antihuman” em:
​https://www.youtube.com/watch?v=J13U1idtpz8

“Antihuman” parte de uma contradição presente na sociedade contemporânea. A tecnologia ampliou as possibilidades de conexão, mas também modificou a maneira como as pessoas se relacionam. Nesse contexto, isolamento, solidão e perda da empatia aparecem como elementos centrais da composição.​

Sua temática aborda egoísmo, indiferença, intolerância e violência, além das consequências desse distanciamento nas relações humanas. O refrão “We are the Anti Human” resume o conceito da faixa e questiona o paradoxo de uma sociedade com mais ferramentas para aproximar pessoas, mas que também enfrenta novas formas de isolamento.​

A música não se limita a uma crítica à tecnologia ou às redes sociais. Esses elementos servem como ponto de partida para discutir comportamentos e relações em um ambiente no qual a conexão digital nem sempre representa proximidade humana.​

Musicalmente, “Antihuman” combina Death e Thrash Metal com elementos de Hardcore e Grindcore, sonoridades que sempre fizeram parte da identidade do Siegrid Ingrid. Riffs pesados, mudanças de velocidade e passagens de maior intensidade acompanham a tensão presente na letra, enquanto a dinâmica da composição alterna momentos de agressividade e atmosferas mais densas.​

A produção ficou a cargo de Rogério Wecko, da Dual Noise Studios (SP), parceiro de longa data da banda. O trabalho preserva o peso da composição e destaca as diferentes camadas presentes no arranjo.​

“Antihuman” também marca a estreia de Edilson Alves em uma gravação oficial com o Siegrid Ingrid. Segundo a banda, o baterista trouxe precisão, técnica e peso ao processo de criação, além de contribuir para a identidade da atual formação:​

“O Edilson é um músico que trouxe muita técnica e ainda mais peso para a banda, além de ser um cara extremamente profissional. Sua entrada agregou demais para nós nessa nova fase que estamos trabalhando em quarteto e essa coesão também está presente nas apresentações da banda.”​

Para Edilson, a gravação teve um significado especial por representar seu primeiro trabalho de estúdio com o Siegrid Ingrid, grupo que acompanha desde os primeiros anos:​

“Gravar ‘Antihuman’ foi muito especial pra mim, porque foi a minha primeira gravação com o Siegrid Ingrid, banda que sempre fui fã. Recebi a música com uma ideia inicial e foi muito gratificante poder trabalhar em cima disso, tendo liberdade para criar e podendo impor a minha identidade musical, a minha forma de tocar e, com isso, poder contribuir para a atmosfera da música sem nenhum tipo de barreira”, comentou.​

O single também ganhou um videoclipe produzido por Luiz Berenguer (@ciahcfilmes) e inaugura uma sequência de lançamentos planejada pelo quarteto para os próximos meses. O material dá continuidade à atual fase da banda, que segue trabalhando em novas composições com a formação em quarteto.​

Desde o início dos anos 1990, o Siegrid Ingrid utiliza o Metal como meio para abordar questões humanas e sociais. Ao longo de mais de três décadas, o grupo construiu uma identidade marcada pelo peso, pela agressividade e por temas relacionados ao comportamento humano.​

Com “Antihuman”, a banda volta sua atenção para os efeitos do isolamento e da perda de empatia em uma sociedade hiperconectada. Como resume o vocalista Mauro Punk: “Sem massagem!”​

SIEGRID INGRID NAS REDES: @SiegridIngrid.Official

Embrio celebra 20 anos com o novo EP “Collapse”, mergulhando no caos, na guerra e na sobrevivência humana

Crédito: Foto por Leonardo Benaci

Com formação renovada, banda paranaense transforma duas décadas de trajetória em um trabalho agressivo sobre colapso social, tecnologia, conflitos e resistência​

A banda paranaense Embrio celebra duas décadas de trajetória com o lançamento de Collapse, novo EP que chega hoje às plataformas digitais. Mais do que um registro comemorativo, o trabalho representa um novo capítulo para o grupo, que apresenta sua formação atual e reafirma uma das principais características de sua identidade: transformar questões humanas e sociais em música pesada, agressiva e carregada de tensão.​

Formado atualmente por Emerson Pereira (vocal), Bruno Heleno (guitarra/vocal), João Matzenbacher (baixo) e Lucas Nascimento (bateria), o Embrio utiliza Collapse para marcar uma nova fase sem recorrer à nostalgia. Ao contrário, as quatro faixas do EP — “Alive-26”, “Drones”, com participação especial de Ales Riedel (Crippled Fingers) nos vocais, “Why?” e “Ruínas” — foram concebidas como um retrato do presente, abordando conflitos que atravessam a sociedade contemporânea e, ao mesmo tempo, alcançam a dimensão individual.

Assista “Alive-26” (Lyric Video):
​https://www.youtube.com/watch?v=isZNd0sAzQQ

A chegada de João Matzenbacher ao baixo é outro elemento importante dessa nova etapa. Ao lado de Emerson, Bruno e Lucas, o músico passa a integrar a formação responsável por apresentar o Embrio em seu 20º aniversário. Entretanto, a mudança de integrantes não representa uma ruptura com o passado. Pelo contrário, Collapse preserva a essência temática da banda enquanto amplia sua perspectiva sobre o mundo atual.

Ouça em https://onerpm.link/829113103346

O conceito de Collapse se desenvolve ao longo das quatro faixas, partindo da destruição da humanidade em “Alive-26”, passando pela guerra moderna e pelo uso da tecnologia como arma em “Drones”, questionando a repetição dos erros humanos em “Why?” e chegando ao universo pessoal de “Ruínas”, cantada em português. Juntas, as músicas conectam questões como ódio, violência, guerra, poder e perda de valores aos conflitos internos do indivíduo, construindo uma narrativa sobre colapso, sobrevivência e a necessidade de permanecer de pé diante do caos.​

Collapse tem arte de capa desenvolvida por Fábio Meneses (@inkcreations_artwork), produção pela própria banda, e mixagem/masterização por Bruno Heleno.​

A escolha de lançar o trabalho durante as comemorações dos 20 anos do Embrio reforça essa perspectiva. Em vez de revisitar simplesmente sua história, a banda utiliza o aniversário como ponto de partida para olhar adiante. A formação renovada e a produção de Collapse simbolizam justamente essa disposição de continuar avançando, mantendo os temas que sempre fizeram parte da identidade do grupo, mas observando-os a partir das contradições do presente.​

Collapse é, portanto, um trabalho sobre destruição, sobrevivência e enfrentamento. O EP parte de questões coletivas para chegar ao indivíduo e transforma inquietações contemporâneas em quatro faixas que se complementam conceitualmente. Ao completar 20 anos, o Embrio não olha apenas para o caminho percorrido: coloca o presente sob análise e questiona até onde a humanidade pode avançar antes de destruir aquilo que ela própria criou.​

Com lançamento marcado para 18 de setembro de 2026 em todas plataformas digitais e algumas poucas em formato físico, Collapse consolida uma nova etapa para o Embrio e apresenta uma banda disposta a transformar sua experiência acumulada em um trabalho atual, direto e conceitualmente coeso.

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Novo single do power trio de Blumenau explora amor, desejo e conflito em uma colisão simbólica entre Marte e Vênus e antecipa novo EP

Crédito: Fotos por Macanudo (@macanudofotografias)

Novo single do power trio de Blumenau explora amor, desejo e conflito em uma colisão simbólica entre Marte e Vênus e antecipa novo EP

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A Morning Storm lançou hoje, 1º de setembro de 2026, “Mars and Venus”, seu novo single e um lançamento que marca oficialmente uma nova etapa na trajetória do power trio de Blumenau (SC). Com uma sonoridade construída a partir do stoner e sludge metal, a banda utiliza a faixa para apresentar sua formação atual e abrir caminho para os próximos capítulos de sua carreira, incluindo um novo EP que já está em produção.​

Diferentemente de uma abordagem romântica convencional, “Mars and Venus” transforma o encontro entre duas pessoas em uma espécie de colisão cósmica. A letra de autoria de Paulo Priess – amigo próximo da banda – aborda um amor arrebatador, marcado por desejo, luxúria, atração e conflitos de poder. Ao longo da narrativa, referências aos astros, à alquimia e a culturas antigas ajudam a construir uma linguagem simbólica para representar união, confronto e domínio.​

“É uma de nossas primeiras músicas a falar de amor, com uma letra que aborda um amor arrebatador entre duas pessoas, em uma espécie de colisão entre dois planetas. Depois de uma noite de luxúria, elas acabam encontrando o amor perfeito. A grande sacada dessa música é que ela foi composta de uma forma um pouco mais melódica e grunge, para que pudéssemos encaixar essa temática sem transformá-la em uma balada”, comentou Rian.​

Essa escolha também amplia a paleta sonora da Morning Storm sem afastar o grupo de suas raízes. A banda transita pelo stoner e sludge metal, incorporando elementos de grunge e alternative metal. Thrash e hardcore também fazem parte dessa combinação, enquanto passagens introspectivas contrastam com momentos de maior peso e intensidade.

Ouça “Mars and Venus” em:
​https://sptfy.com/morningstorm_mars_and_venus​

Assista “Mars and Venus” (Official Video) em:
​https://www.youtube.com/watch?v=GlJelKcHB4Y

Produzida pela própria banda, a faixa foi gravada, mixada e masterizada no Digi Studio, em Blumenau.

Formada em 2015, a Morning Storm conta atualmente com Rian Rau, na guitarra e nos vocais, músico que atua ao vivo desde o final dos anos 1980; Je Claver, no baixo, que também trabalha como professor de música; e o baterista Brian de Freitas, que acumula passagens por diferentes bandas e se consolidou como um dos músicos mais requisitados da cena regional.​

A atual formação é responsável por conduzir a banda para uma fase mais técnica e de expansão. Depois do EP Dark Side, lançado em 2021, e de uma sequência de singles e shows, 2026 representa o maior ano da história da Morning Storm até aqui. “Mars and Venus” chega como single avulso justamente para apresentar essa nova configuração antes do próximo EP.​

O lançamento será acompanhado por uma série de apresentações entre setembro e novembro. A agenda passa por São Paulo, Curitiba, Blumenau, Caxias do Sul, Santa Maria e Porto Alegre. Entre os compromissos confirmados está o show de 29 de outubro, em Blumenau, quando a Morning Storm fará a abertura para o RODOX, banda de Rodolfo Abrantes, ex-Raimundos.

12/09 – Rock Together, São Paulo, SP
19/09 – Lado B, Curitiba, PR
15/10 – Baader, Blumenau, SC 
(a confirmar)​
29/10 – Rivage Espaço Gless, Blumenau, SC 
(abertura para o Rodox)​
06/11 – Radioativo Studio, Caxias do Sul, RS
07/11 – Gargula Bar, Santa Maria, RS
08/11 – Caos Bar, Porto Alegre, RS

Na sequência, a banda mira ainda mais longe. A Morning Storm prepara sua primeira turnê europeia para o início de 2027. O roteiro internacional ainda está em construção e conta com datas em aberto.​

Com “Mars and Venus”, a Morning Storm apresenta mais do que um novo single. A faixa funciona como uma declaração de intenções para uma banda que entra em uma nova fase sem abandonar o peso que construiu sua identidade. Entre riffs densos, atmosferas grunge e uma narrativa marcada pelo choque entre desejo e poder, o trio prepara o terreno para um novo capítulo de sua história.

MORNING STORM nas redes:
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N.L.H.M.L.A. Metal Fest reúne pioneiros do Heavy Metal latino-americano

Feedback, do Chile, Ácido, do Uruguai, e os brasileiros Armadilha e Hellish War se apresentam no dia 4 de setembro, no Tetriz Club, em Campinas (SP)​

Campinas (SP) será palco de um encontro entre diferentes gerações e vertentes do Metal latino-americano. No dia 4 de setembro, o Tetriz Club recebe a primeira edição do N.L.H.M.L.A. Metal Fest, realizado pela Tragic Magic em parceria com a Womanöise Produções e apoio da Som do Darma, com Feedback, do Chile, Ácido, do Uruguai, e os brasileiros Armadilha e Hellish War. Ingressos via 101Tickets.​

O festival nasce com a proposta de aproximar artistas e públicos de diferentes países da América Latina, valorizando uma cena que compartilha influências e raízes, mas ainda possui circuitos independentes. O conceito N.L.H.M.L.A. — Nova Linha do Heavy Metal Latino-Americano — surge justamente como uma iniciativa de intercâmbio e fortalecimento dessa conexão.​

Representando o Chile, o Feedback carrega um importante peso histórico. Apontado como pioneiro do Heavy Metal chileno, o grupo integra a primeira geração do gênero no país e ajudou a abrir espaço para as bandas que surgiram posteriormente na cena local.​

O Uruguai será representado pelo Ácido, formado no início dos anos 1980 e reconhecido como um dos pioneiros do Heavy Metal uruguaio. A presença da banda coloca lado a lado dois nomes fundamentais para a história do gênero na América do Sul, vindos de países que ajudaram a construir a identidade do Metal no continente.​

Do Brasil, o Armadilha chega representando a força da cena nacional. Formada em São Paulo, a banda mantém sua identidade ligada ao Heavy Metal tradicional e também se destaca pela aproximação com outros artistas latino-americanos. Entre seus trabalhos recentes está Além do Limite Astral, que inclui “Hermandad de Acero”, faixa construída com a participação de músicos de diferentes países da região. A banda também integra o movimento N.L.H.M.L.A., reforçando sua sintonia com a proposta do festival.​

Representando a cidade anfitriã, o Hellish War completa a programação em um momento especial: a banda celebra 30 anos de carreira em 2026. Um dos nomes tradicionais do Heavy Metal brasileiro, o grupo construiu uma trajetória marcada pelo Metal clássico e levou seu trabalho para além das fronteiras nacionais, incluindo apresentações e turnês pela Europa. Sua participação ganha um significado adicional por acontecer em Campinas, cidade diretamente ligada à história da banda.​

A reunião de Feedback, Ácido, Armadilha e Hellish War estabelece um encontro entre diferentes gerações e experiências, conectando nomes históricos do Chile e do Uruguai a representantes da cena brasileira. Mais do que reunir atrações de três países, o festival coloca em evidência a diversidade e o potencial de intercâmbio do Metal produzido na América Latina.​

Nesse contexto, Campinas se torna o ponto de partida para uma iniciativa que pretende ampliar o diálogo entre a cena brasileira e outros territórios do continente, criando novas possibilidades de circulação, encontros e colaboração entre artistas.​

Mais do que uma noite dedicada ao Heavy Metal, o N.L.H.M.L.A. Metal Fest representa um encontro entre histórias, territórios e gerações que ajudaram a construir a identidade do gênero na América Latina. Com nomes históricos do Chile e do Uruguai ao lado de representantes de peso do Brasil, a primeira edição transforma Campinas em ponto de conexão de uma cena que atravessa fronteiras — e mostra que, quando o assunto é Metal, a América Latina fala a mesma língua.​

SERVIÇO: N.L.H.M.L.A METAL FEST​
​Bandas: Feedback (Chile), Armadilha (Brasil), Ácido (Uruguai) e Hellish War (Brasil)
​Data: 4 de setembro de 2026
​Horário: 20h30
​Local: Tetriz Club
​Endereço: R. Oriente, 422 – Campinas, SP, 13090-740
​Produção: Tragic Magic e Womanöise Produções
​Ingressos: R$ 35,00 (preço único)
​Vendas:https://101tickets.com.br/events/details/Nova-Linha-de-Heavy-Metal-Latino-Americano​
​Classificação etária: 18 anos

Tracy G., ex-Dio, resgata clássico com vocalista brasileiro e apresenta nova formação de sua banda

Guitarrista que integrou a banda de Dio apresenta a primeira gravação oficial de sua nova encarnação do The Tracy G. Group e prepara o lançamento de MAKKINAGEDOOM

O legado de Ronnie James Dio ganha um novo capítulo pelas mãos de um músico que fez parte dessa história. Tracy G., guitarrista que integrou a banda do lendário vocalista entre 1993 e 1999, apresenta oficialmente a nova formação do The Tracy G. Group com uma releitura de “Jesus, Mary and the Holy Ghost”, clássico originalmente lançado no álbum Strange Highways (1993).

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A nova gravação marca a primeira apresentação oficial da atual formação do projeto e presta homenagem a Ronnie James Dio ao revisitar uma composição diretamente ligada a um dos períodos mais importantes da carreira de Tracy G. Ao mesmo tempo, a faixa estabelece a conexão entre o passado do guitarrista e a nova fase do The Tracy G. Group.​

A formação reúne Tracy G. nas guitarras, o vocalista brasileiro Fabiano Negri, o veterano baixista Randy Oviedo e o baterista brasileiro Guto Aielo, integrante da banda All Is Allowed. Oviedo mantém com Tracy G. uma parceria construída ao longo dos anos, enquanto Negri assume os vocais do próximo álbum. Aielo, por sua vez, participou da gravação de “Jesus, Mary and the Holy Ghost” e também estará na bateria durante a próxima turnê de divulgação de MAKKINAGEDOOM.​

O encontro entre músicos de diferentes gerações e trajetórias amplia a identidade do projeto e conecta a experiência internacional de Tracy G. à força da cena brasileira.

Ouça “Jesus, Mary and the Holy Ghost”:
​https://www.youtube.com/watch?v=GCeT4n35Zgk

A escolha da faixa estabelece uma ligação direta com a passagem de Tracy G. pela banda de Dio. Durante esse período, o guitarrista ajudou a consolidar uma abordagem mais pesada e agressiva para o grupo, contribuindo para a identidade sonora de uma fase que permanece entre as mais marcantes da carreira do vocalista.​

Agora, a composição ganha uma nova interpretação sem perder sua conexão com o passado. A releitura também serve como porta de entrada para o próximo capítulo do The Tracy G. Group, que passa a concentrar suas atenções em um repertório autoral.​

Com Fabiano Negri nos vocais, o The Tracy G. Group prepara o lançamento de MAKKINAGEDOOM, álbum composto por 12 faixas inéditas. O trabalho mergulha nas raízes do heavy metal e apresenta fortes referências ao legado do Black Sabbath e à sonoridade desenvolvida por Dio em trabalhos como Dehumanizer (1992), Strange Highways (1993) e Angry Machines (1996).​

Para Tracy G., a escolha de Fabiano Negri foi determinante para a direção do novo material. “Fabiano tem uma grande voz e é um vocalista extremamente versátil. Além disso, é muito criativo, compondo suas próprias melodias e letras. Quando lhe enviei a primeira música e ouvi o resultado, soube imediatamente que havia encontrado a combinação perfeita. Ele entrega interpretações cheias de emoção, escreve melodias e letras incríveis e acrescenta uma identidade única às composições. Gravamos um álbum fantástico”, afirmou.​

A participação de Negri acrescenta uma identidade vocal própria ao repertório e estabelece um novo ponto de equilíbrio para as composições de Tracy G. O resultado combina a experiência acumulada pelo guitarrista ao longo de décadas com uma formação renovada e uma abordagem musical diretamente conectada às raízes do heavy metal.​

O primeiro lançamento autoral dessa nova fase será “Human Reptile”, primeiro single de MAKKINAGEDOOM, programado para 11 de setembro. A faixa apresentará ao público a primeira amostra oficial do repertório inédito e revelará a direção musical adotada pelo The Tracy G. Group.

Faça o pre-save de “Human Reptile” em:
​https://distrokid.com/hyperfollow/thetracyggroup1/human-reptile-feat-fabiano-negri-randy-oviedo–tracy-g-grijalva

Na sequência, MAKKINAGEDOOM será lançado integralmente em 30 de outubro. O álbum representa uma nova etapa na trajetória de Tracy G., expandindo seu trabalho para além de sua associação histórica com Ronnie James Dio e colocando em primeiro plano um repertório autoral construído com sua atual formação.

Faça o pre-save em:
​https://distrokid.com/hyperfollow/thetracyggroup1/makkinagedoom

Dentro desse novo ciclo, “Jesus, Mary and the Holy Ghost” assume um significado especial. A faixa revisita uma composição ligada diretamente à trajetória de Tracy G. ao lado de Ronnie James Dio, mas também apresenta ao público os músicos que participam da construção dessa nova fase. A releitura, portanto, funciona como uma ponte entre diferentes momentos da carreira do guitarrista. Ao revisitar uma música associada a um período fundamental de sua trajetória, Tracy G. preserva essa conexão histórica enquanto direciona o The Tracy G. Group para um repertório próprio e uma nova identidade artística.

​

Com “Human Reptile” previsto para setembro, MAKKINAGEDOOM chegando em outubro e uma turnê de divulgação no horizonte, o The Tracy G. Group inicia oficialmente um novo capítulo. A combinação entre a experiência de Tracy G., a identidade vocal de Fabiano Negri e a participação de Randy Oviedo e Guto Aielo estabelece as bases para uma fase que une tradição, peso e renovação dentro do heavy metal.​

TRACY G. NAS REDES: @spookygmusic
FABIANO NEGRI NAS REDES: @fabianonegrisolo

Hammathaz é o mais novo nome do casting da lendária Combat Records

Crédito: Foto por Marco Vaz

Banda brasileira de metal/hardcore inicia nova fase internacional e prepara sequência de singles, EP e álbum inédito para 2027​

O Hammathaz é o mais novo nome do casting da Combat Records, histórica gravadora ligada a alguns dos capítulos mais importantes do metal mundial. A parceria inaugura uma nova fase na trajetória da banda brasileira, que agora se prepara para ampliar sua atuação internacional e apresentar material completamente inédito nos próximos anos.​

O acordo nasceu de uma conexão construída dentro da própria cena brasileira. Shucky Miranda, do Skin Culture, acompanha a trajetória do Hammathaz há anos e foi responsável por apresentar a banda a Robert Dujmusic, um dos responsáveis pela atual Combat Records ao lado de Alex Stojak. A partir desse primeiro contato, as conversas evoluíram para uma parceria de longo prazo.​

“O contato com a Combat Records aconteceu por meio do Shucky. Ele sempre acompanhou a trajetória do Hammathaz, acreditou muito no nosso trabalho e foi quem nos apresentou ao Robert, da Combat Records. A partir dessa conexão, iniciamos uma parceria que deve se estender pelos próximos anos, algo que nos deixa muito animados com o futuro da banda”, afirma Thales Statkevičius.​

Formado em 2003, o Hammathaz construiu uma trajetória sólida no underground brasileiro, com apresentações em diferentes regiões do país e participações em eventos como Virada Cultural e Grito Rock. Ao longo dessa caminhada, a banda dividiu palcos com nomes como Angra, Mike Portnoy, Shaman e Ratos de Porão, entre outros. O grupo também foi convidado para a primeira turnê brasileira de Neil Turbin, vocalista original do Anthrax, realizando três apresentações em Vila Velha (ES) e São Paulo (SP).​

No estúdio, o Hammathaz possui um álbum completo, dois EPs e uma série de singles. O primeiro full-length, The One, foi lançado em 2020 pela Voice Music no Brasil e pela Defense Records na Europa. O trabalho também foi indicado ao Dynamite Award na categoria de Melhor Álbum de Heavy Metal.​

Nos últimos anos, a banda ampliou essa trajetória com uma sequência de singles que ajudou a apresentar sua atual identidade musical a um público maior. Entre os lançamentos estão “False Gods” (2023), “Dear Death” (2024), “Erased”, “The Mirror” e “Kissing Dead Lips” (2025), além de “Valley of Greed”, lançado em janeiro de 2026. Os videoclipes de “False Gods” e “Dear Death” ultrapassaram 30 mil visualizações no YouTube, reforçando o crescimento de seu alcance nos últimos anos.​

O capítulo mais recente dessa evolução é “Valley of Greed”. Produzida, mixada e masterizada por Thales Statkevičius, a faixa ganhou videoclipe dirigido por Caike Scheffer. A música aborda a crescente desconexão da humanidade com valores essenciais em uma sociedade dominada pela ganância, pelo artificialismo e pela dependência tecnológica.​

Assista a “Valley of Greed”: https://www.youtube.com/watch?v=G7AlyvNs6_c​

A chegada à Combat Records também acontece em um momento estratégico para a própria gravadora. Fundada em 1982, a gravadora tornou-se uma referência do metal norte-americano por seu envolvimento com nomes como Megadeth, Exodus, Nuclear Assault, Helstar, dentre muitos outros. Em janeiro de 2026, o selo retomou suas atividades sob a nova propriedade de Robert Dujmusic e Alex Stojak, estabelecendo sua nova operação em Göttingen, na Alemanha, e anunciando planos de expansão de sua atuação no mercado da música pesada.​

Para o Hammathaz, a parceria chega acompanhada de um planejamento definido. Ainda em 2026, a banda pretende entrar em estúdio para desenvolver e finalizar o novo material. A primeira etapa será uma sequência de singles a partir do início de 2027, que posteriormente será reunida em um EP.​

Na sequência, o grupo pretende lançar seu próximo álbum completo e totalmente inédito, resultado de um projeto que vem sendo desenvolvido e amadurecido há bastante tempo.​

“É um projeto que estamos desenvolvendo e amadurecendo há bastante tempo e que, agora, com essa parceria, acreditamos ter a estrutura ideal para ganhar vida da forma que sempre imaginamos”, explica Thales.​

Com mais de duas décadas de história, o Hammathaz transforma a experiência acumulada no cenário brasileiro em um novo ponto de partida. A parceria com a Combat Records estabelece as bases para uma fase mais ambiciosa, com material inédito em preparação e os olhos voltados para o mercado internacional.​

A atual formação do Hammathaz conta com Fernando Xavier (vocais), Thales Statkevičius e Rodrigo Marietto (guitarras), Matheus Abreu (baixo) e Lucas Santos (bateria).​

HAMMATHAZ NAS REDES:
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Perpetual Requiem estreia com “Eternal Rains” e revela sonoridade melancólica e atmosférica

Crédito: Fotos por Ivo M.

Single apresenta o novo projeto formado por músicos com passagens por ChaosFear, Genocídio, Critical Mass e Sacrifix e antecipa o EP de estreia ‘An Ocean of Sorrow’​

O Perpetual Requiem apresenta “Eternal Rains”, seu single de estreia e primeiro capítulo de uma proposta musical que combina o peso do Metal com atmosferas melancólicas, elementos progressivos e uma abordagem profundamente emocional. A faixa integra ‘An Ocean of Sorrow’, EP de estreia do trio, que reúne músicos experientes da cena brasileira em uma formação dedicada à exploração de novas possibilidades sonoras e será lançado no dia 3 de setembro.​

Formado por Fernando Boccomino (vocais e guitarra), Marco Nunes (guitarra, baixo e vocais) e Fábio Moysés (bateria), o Perpetual Requiem reúne integrantes com passagens por nomes como ChaosFear, Genocídio, Critical Mass e Sacrifix, dentre outros. No novo projeto, porém, os músicos deixam de lado expectativas associadas aos trabalhos anteriores para construir uma identidade própria, mais livre e experimental.

Ouça “Eternal Rains” nas plataformas digitais:
​https://distrokid.com/hyperfollow/perpetualrequiem/eternal-rains

“Eternal Rains” apresenta essa direção por meio de guitarras de sete cordas, vocais limpos e sombrios, melodias marcantes e uma atmosfera que transita entre o peso e a contemplação. Ao lado da base de Metal, a composição incorpora elementos menos convencionais ao gênero, ampliando consideravelmente a paleta sonora da banda.​

Entre eles está o trombone de vara de Carlos Cassius, músico convidado do Conservatório de Tatuí, cuja participação agrega uma dimensão incomum ao arranjo. No EP, essa expansão instrumental também aparece no cello de Lais Paes, na faixa-título “An Ocean of Sorrow”, e nos teclados de André Bortolai, em “Bitter Past”.​

A proposta do Perpetual Requiem nasce de uma ampla combinação de referências. Anathema, Paradise Lost, Katatonia, Opeth, Ihsahn, Porcupine Tree e Pink Floyd, estão entre as influências ligadas ao universo mais progressivo, melancólico e atmosférico do grupo, enquanto Sisters of Mercy e Depeche Mode acrescentam elementos de sua vertente gótica.​

“A sonoridade do Perpetual Requiem nasceu da necessidade de expressarmos musicalmente mais elementos do que fazíamos em nossas bandas anteriores. Aqui existe uma liberdade maior, e isso abriu um espaço enorme para experimentação”, explicou Marco Nunes.​

Essa liberdade também aparece na abordagem da produção. A banda optou por preservar o caráter orgânico da bateria, sem utilização de triggers ou substituição por samples, enquanto violões, slide guitar, teclados, cello e instrumentos de sopro foram incorporados aos arranjos de maneira estrutural, e não apenas como elementos decorativos.​

As letras de Fernando Boccomino exploram temas como desespero, medo, angústia e sofrimento. Entretanto, a escuridão não é absoluta. Pequenos sinais de esperança atravessam as composições e criam um contraste que se torna parte importante da identidade do projeto.​

Produzido pelo próprio Perpetual Requiem, ‘An Ocean of Sorrow’ teve mixagem e masterização de Marco Nunes, no Tori Studios (SP). O trabalho busca preservar a dinâmica e a riqueza de camadas das composições, permitindo que novos detalhes sejam descobertos a cada audição.​

“Eternal Rains” funciona, assim, como uma representação precisa do universo que o Perpetual Requiem pretende construir: pesado, melancólico e detalhista, mas sem se limitar às convenções do Metal.

Tracklist de ‘An Ocean of Sorrow’:​

1-“Eternal Rains”
2- “Bitter Past”
3- “An Ocean of Sorrow”
4- “The Pleasure of Freedom”
​

Músicas e arranjos: Perpetual Requiem
​Capa: Fernando Boccomino e Jean Santiago (Santart)​

PERPETUAL REQUIEM nas redes: @perpetualrequiemband

HEADSPAWN lança “Samsara”, EP conceitual que transforma dor, violência e existência em Metal visceral

Créditos: Foto por Renata Luna (@renata_luna_)

Novo trabalho percorre abandono infantil, desumanização, feminicídio e vazio existencial em cinco faixas conectadas por uma narrativa sombria

​A HEADSPAWN lança Samsara, seu novo EP conceitual e um dos trabalhos mais ambiciosos de sua trajetória. Em cinco faixas conectadas, o trio paraibano transforma diferentes manifestações da dor humana em uma narrativa marcada por abandono, desumanização, violência, exclusão e vazio existencial. Ao mesmo tempo, a banda amplia sua linguagem musical e apresenta uma fase mais densa, sombria e introspectiva.​

Formada em 2019, em João Pessoa (PB), por Alf Cantalice (vocal e guitarra), J.P. Cordeiro (baixo) e Marconi Jr. (bateria), a HEADSPAWN construiu sua identidade a partir do encontro entre peso, groove, melodia e diferentes texturas. Depois dos EPs Pretty Ugly People (2021) e Pretty Ugly People Live (2022), registro ao vivo, além do álbum Parasites (2023), o trio utiliza Samsara para avançar tanto conceitualmente quanto musicalmente.​

O novo trabalho foi concebido como uma narrativa contínua. As cinco faixas acompanham diferentes momentos da trajetória de um personagem, partindo da concepção da vida e chegando ao confronto com o vazio existencial. “Dura Mater” representa o início dessa jornada, enquanto “Creature” aborda o abandono infantil e a exclusão. Na sequência, “Hive Of Ghouls” mergulha na desumanização e na perda da individualidade. “Martyrdom” trata do feminicídio e, por fim, “Sleep” encerra a narrativa diante do vazio existencial. Assim, cada composição acrescenta uma nova camada à história, enquanto a dor permanece como elemento constante.

Ouça o álbum Samsara na sua plataforma de streaming preferida:
​https://onerpm.link/304197430171

“Creature” (Official Lyric Video): https://www.youtube.com/watch?v=NNB2uQ_U43c
“Hive of Ghouls” (Official Lyric Video): https://www.youtube.com/watch?v=jn1wEmvB6Og​

​Outro elemento conecta as diferentes etapas da narrativa: a recorrência da palavra “vida” em quatro das cinco faixas. Em cada composição, o termo assume um significado distinto. Dessa maneira, a vida funciona como eixo narrativo, enquanto a dor estabelece a ligação entre os diferentes capítulos da obra.​

Musicalmente, Samsara evidencia uma evolução clara em relação aos trabalhos anteriores. A HEADSPAWN aposta em andamentos mais cadenciados, atmosferas densas e uma abordagem mais soturna e intimista. Ainda assim, o trio preserva a fusão de texturas que caracteriza sua identidade, transitando entre Heavy, Groove, Sludge e Doom Metal.​

A banda também incorpora elementos associados à sonoridade alternativa e noventista, mas os transporta para uma abordagem contemporânea. Em vez de apostar em nostalgia ou revival, Samsara utiliza essas referências como matéria-prima para uma linguagem própria. Ao longo do EP, influências de Alice In Chains, Black Sabbath e Pantera convivem com elementos de Sepultura, Machine Head e Slipknot. O resultado amplia o espectro sonoro da HEADSPAWN sem comprometer o peso ou a personalidade construída pelo trio.​

Essa transformação aparece especialmente no equilíbrio entre agressividade e melancolia. As guitarras podem assumir contornos mais atmosféricos, enquanto baixo e bateria sustentam grooves marcantes e mudanças de dinâmica. Os vocais de Alf Cantalice também percorrem diferentes registros, reforçando a tensão entre fragilidade, melodia e violência que atravessa a narrativa.​

A produção, mixagem e masterização de Samsara ficaram sob responsabilidade de Victor Hugo Targino, profissional conhecido por trabalhos com Cangaço, Forahneo e Omago e que também trabalhou com a HEADSPAWN em lançamentos anteriores. A parceria acompanha a evolução do trio e ajuda a traduzir em áudio a abordagem mais densa e experimental apresentada no novo material.​

O lançamento acontece em um momento de expansão para a HEADSPAWN. Paralelamente à chegada de Samsara, o trio confirma sua primeira turnê europeia, com datas em setembro a serem anunciadas em breve. A nova etapa levará a música da banda para além das fronteiras brasileiras, apresentando ao público internacional uma perspectiva própria sobre o Metal produzido no Nordeste.​

Com Samsara, a HEADSPAWN transforma conceito, peso e atmosfera em uma obra que aborda algumas das experiências mais dolorosas da existência humana. O EP traduz o amadurecimento artístico do trio e amplia os limites daquilo que a banda vinha construindo desde seus primeiros lançamentos.​

Mais do que criar um novo ciclo, Samsara aponta para os próximos passos. A HEADSPAWN chega a este momento com uma identidade mais definida, uma sonoridade ampliada e novos horizontes internacionais no radar. A primeira turnê europeia representa justamente a próxima etapa dessa trajetória.​

A repercussão inicial de Samsara também evidencia o impacto causado pela nova fase da HEADSPAWN. Confira alguns dos depoimentos sobre o trabalho:

“Me surpreendeu pela ousadia e pela guinada da HEADSPAWN rumo a uma sonoridade mais alternativa e noventista, sem perder o peso. Um trabalho corajoso, experimental e capaz de conquistar novos fãs.”​
— Fábio Reis (Mundo Metal)

“Acompanho a trajetória do HEADSPAWN desde o início e posso afirmar, com toda convicção, que em Samsara a banda encontrou o equilíbrio entre peso, groove, brasilidade e uma surpreendente veia alternativa. Conseguiram criar um híbrido da sonoridade noventista com a cena Metal atual com enorme propriedade, sem soar datado ou forçado, fazendo isso com muita competência e construindo um universo único e totalmente deles. Ousado, visceral e imprevisível, é daqueles trabalhos que, mesmo conhecendo seus lançamentos anteriores, deixam você de queixo caído!”​
— Johnny Z. (Metal Na Lata)

“É a prova de que o HEADSPAWN evoluiu sem perder sua identidade — visceral, surpreendente e pronto para dar o próximo passo.”​
— Pedro Delgado (Rato de Show)

“Samsara coloca o HEADSPAWN entre os grandes nomes da música extrema brasileira. Pesado, versátil e impactante, o EP dificilmente ficará fora das listas de melhores do ano.”​
— Marcelo Moreira (Combate Rock)

“Consolida o HEADSPAWN como uma das grandes forças do Metal nordestino e, principalmente, brasileiro. Maduro, visceral e surpreendentemente diverso, o EP mostra uma banda pronta para ocupar seu espaço entre os grandes nomes do Metal brasileiro.”​
— Vinny Vanoni (Road to Metal)

“Samsara entrega peso, melodias marcantes e uma sonoridade que nunca se torna previsível. Um prato cheio para quem busca New/Groove Metal com personalidade, intensidade e muita qualidade.”​
— Hanna Paulino (Shamangra)

“Samsara mostra um HEADSPAWN ainda mais versátil e ousado, fugindo de convenções sem jamais perder sua identidade. Uma banda de personalidade gigante, que merece muito mais atenção no metal brasileiro.”​
— Augusto Hunter (Headbangers BR)

“Sem abandonar seu DNA, o HEADSPAWN inova em Samsara e entrega um EP cheio de personalidade, identidade e significado. Intenso, coeso e de audição fluida, o trabalho reafirma a força do Metal nordestino e tem qualidade para bater de frente com grandes nomes do cenário internacional.”
​
— Rodrigo “Argoth” Rodrigues (Cultura em Peso)

“Samsara revela um HEADSPAWN maduro, moderno e cheio de identidade, explorando novas possibilidades sem abrir mão do peso. Um trabalho intenso e criativo que mostra uma banda em plena evolução.”​
— Cláudio Tiberius (Ethnos Rock)

“Temos aqui uma evolução impressionante do HEADSPAWN em relação aos antigos lançamentos, unindo peso, diversidade e nuances que recompensam cada nova audição. Um EP que passa voando e deixa aquela vontade inevitável de ouvir mais.”​
— Carlos Ferracin (Headbangers News)

“Samsara tem um único problema: acaba rápido demais! Peso, maturidade, versatilidade e uma identidade única fazem do HEADSPAWN uma banda pronta para conquistar o mundo.”​
— Gus Monsanto (Adagio, Revolution Renaissance, Symbolica, Human Fortress, Supremacy)

“É pesado, moderno e surpreendentemente variado, transitando entre o clima sombrio do Black Sabbath, o grunge dos anos 90 e o groove/thrash, sempre com muita personalidade. Um EP curto demais, que pede o play novamente.”​
— Marcelo Pompeu (Korzus)

A banda é atualmente gerenciada pela Soundtracks (@soundtracksrio), uma Produtora Multiplataforma que atua com o conceito 360º de Gestão e Produção Cultural, situada no Rio de Janeiro.​

HEADSPAWN nas redes:
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​YouTube: @headspawnchannel

Soulwitch transforma o metal sinfônico em ritual ao unir teatralidade, ocultismo e identidade visual marcante

Crédito: Fotos por Lucas de Melo

Liderada por Maria Sliviany, banda curitibana faz da estética inspirada na bruxaria, do simbolismo hermético e da performance cênica elementos fundamentais de uma das propostas mais conceituais do Symphonic Metal brasileiro!

​Em um cenário em que o metal sinfônico costuma impressionar pela grandiosidade de suas orquestrações, a curitibana Soulwitch decidiu expandir essa experiência para além da música. O quinteto desenvolveu uma identidade artística em que sonoridade, figurinos, simbolismo, narrativa e performance caminham em perfeita sintonia, transformando cada apresentação em um espetáculo imersivo que conduz o público a um universo permeado pelo ocultismo, pela filosofia hermética e pela estética ritualística.​

Inspirada por referências como Nightwish, Epica e Evanescence, mas comprometida em desenvolver uma linguagem própria, a Soulwitch encontrou na teatralidade um dos pilares de sua personalidade artística. O resultado é uma proposta que combina o peso do metal, a grandiosidade das orquestrações e uma narrativa visual cuidadosamente elaborada, aproximando a banda das grandes produções do Symphonic Metal contemporâneo.​

A formação reúne Maria Sliviany (vocal), Jack Vanderbrook (teclados), responsável pelas composições e arranjos sinfônicos, Luan Lopes (guitarra), Sérgio Santos (baixo) e Roberto Wagner (bateria), músicos que contribuem para uma identidade sonora marcada por atmosferas cinematográficas, melodias épicas e vocais expressivos.​

Grande parte dessa identidade passa por Maria Sliviany, vocalista, letrista e diretora artística da Soulwitch. Além de interpretar as canções, ela assina todas as letras e conduz a construção estética e conceitual da banda, desenvolvendo figurinos, maquiagem, direção visual e a narrativa simbólica que conecta apresentações, videoclipes e o álbum Principium (2024).

Ouça o álbum Principium em sptfy.bio/soulwitch

Faixas como “Beltane” e “Teufelsbuhlschaft” sintetizam essa proposta ao abordar temas como amor espiritual, ancestralidade, Inquisição, transmutação, expansão da consciência e fortalecimento feminino, sempre sob uma abordagem intensa, cinematográfica e repleta de simbolismo.​

Em entrevista concedida ao portal Road To Metal (confira a entrevista completa aqui), Maria revelou que toda a identidade visual da Soulwitch nasce da mesma essência que inspira suas composições: a liberdade artística. “A arte precisa nascer dessa sensibilidade do artista. Existe a técnica, mas a alma precisa falar através desse sentimento. A Soulwitch se torna bruxa justamente por representar essa liberdade de expressão”, comentou a vocalista.​

Essa filosofia faz com que cada elemento visual da banda funcione como uma extensão natural da música. Figurinos, maquiagem, arte gráfica e direção de cena estabelecem conexões diretas com os conceitos presentes em Principium, explorando temas como transformação, renascimento, espiritualidade, dualidade e integração das sombras.​

Essa construção torna-se especialmente evidente em “Teufelsbuhlschaft”, primeiro single da Soulwitch e uma das composições que melhor sintetizam sua identidade artística. Inspirada na perseguição às mulheres acusadas de bruxaria durante a Inquisição, a faixa utiliza esse contexto histórico como metáfora para discutir liberdade, autoconhecimento, resiliência e transformação interior.​

No palco, a figura da bruxa deixa de representar um estereótipo para assumir o papel de arquétipo ligado ao conhecimento, à liberdade e ao poder feminino. Essa estética conversa diretamente com a sonoridade da banda, na qual arranjos orquestrais grandiosos, guitarras pesadas e vocais marcantes criam uma atmosfera capaz de transportar o ouvinte para diferentes épocas e cenários, aproximando a experiência musical de uma trilha sonora cinematográfica.​

Mais do que utilizar elementos ligados ao ocultismo, a Soulwitch desenvolve uma narrativa conceitual baseada no hermetismo, na alquimia e na espiritualidade como ferramentas de reflexão sobre o ser humano. Em vez do sensacionalismo, a banda propõe uma leitura artística desses símbolos, transformando cada música em um convite ao autoconhecimento.​

O protagonismo de Maria Sliviany também reforça essa proposta. Sua presença cênica tornou-se um símbolo de força, liberdade criativa e empoderamento feminino dentro da cena nacional, refletindo o conceito central da Soulwitch: transformar experiências humanas em arte capaz de provocar reflexão, emoção e identificação.​

Com Principium consolidado como um dos trabalhos conceituais mais expressivos do metal sinfônico brasileiro contemporâneo e novos projetos já em desenvolvimento, a Soulwitch segue expandindo seu universo criativo e reafirmando uma identidade que vai muito além das influências europeias que moldaram o gênero. Ao unir teatralidade, ocultismo, excelência musical e uma narrativa visual cuidadosamente construída, a banda consolida uma assinatura artística própria e demonstra que o Symphonic Metal brasileiro possui personalidade, profundidade e potencial para conquistar cada vez mais espaço dentro e fora do país.

“Teufelsbuhlschaft” (Official Video): https://www.youtube.com/watch?v=-nI_EFgDllM
“Beltane” (Official Video): https://www.youtube.com/watch?v=ecikYS2pA6c​

​SOULWITCH NAS REDES: @SoulwitchOfficial​

Rhapsody Of Fire e Masterplan anunciam turnê conjunta pela América do Sul e América Central em 2027

Os fãs de power metal têm um encontro marcado com a história em 2027. Com realização da Dark Dimensions, Rhapsody Of Fire e Masterplan, dois dos maiores nomes do cenário europeu, unem forças para uma aguardada turnê pela América do Sul e América Central entre os meses de abril e maio.​

A excursão percorrerá oito cidades em sete países, reunindo duas bandas que ajudaram a moldar o power metal moderno em uma celebração repleta de clássicos, virtuosismo e performances memoráveis. No Brasil, a turnê passará por Curitiba (PR), no Stage Garden, em 30 de abril, e por São Paulo (SP), na Vip Station, em 1º de maio. Os ingressos já estão à venda pela Articket e Ingresso Master, respectivamente.​

Liderado pelo fundador e tecladista Alex Staropoli, o Rhapsody Of Fire permanece como um dos maiores expoentes do metal sinfônico. Desde a segunda metade da década de 1990, a banda italiana redefiniu os limites do power metal ao incorporar orquestrações cinematográficas, trilhas épicas e narrativas fantásticas, tornando-se influência para artistas em todo o mundo.​

A turnê promove o mais recente álbum de estúdio, “Challenge The Wind”, lançado em 2024 pela AFM Records e no Brasil pela Valhall Music. Muito bem recebido pela crítica especializada e pelos fãs, o trabalho reafirma a criatividade da banda e a força de sua atual formação, composta por Giacomo Voli (vocal), Roberto De Micheli (guitarra), Alex Staropoli (teclados), Alessandro Sala (baixo) e Paolo Marchesich (bateria). Nos palcos, o público poderá acompanhar uma verdadeira celebração da carreira do grupo, com clássicos como “Emerald Sword”, “Dawn Of Victory”, “Holy Thunderforce”, “Wisdom Of The Kings”, “Rain Of A Thousand Flames” e outras músicas que ajudaram a consolidar o Rhapsody Of Fire entre os maiores nomes do heavy metal mundial.​

Ao lado dos italianos estará o Masterplan, um dos mais respeitados representantes do power metal alemão. Formada em 2002 pelo guitarrista Roland Grapow e pelo baterista Uli Kusch, ambos ex-integrantes do Helloween, a banda rapidamente conquistou reconhecimento internacional graças à combinação entre técnica refinada, peso, melodias marcantes e grandes refrões.​

Em 2026, o grupo iniciou um novo capítulo de sua trajetória com o lançamento de “Metalmorphosis”, seu mais recente álbum de estúdio e o primeiro trabalho de inéditas em 13 anos, lançado pela Frontiers Music e no Brasil pela Shinigami Records. O disco marca o retorno criativo da banda com dez faixas inéditas, mantendo a identidade melódica que a consagrou enquanto incorpora uma sonoridade ainda mais pesada e contemporânea. O trabalho reafirma o excelente momento vivido pelo Masterplan e destaca a sólida formação atual, composta por Rick Altzi (vocal), Roland Grapow (guitarra), Axel Mackenrott (teclados), Jari Kainulainen (baixo) e Kevin Kott (bateria).​

Com uma discografia que inclui álbuns marcantes como “Masterplan” (2003), “Aeronautics” (2005), “MK II” (2007), “Time To Be King” (2010), “Novum Initium” (2013), o tributo à fase de Roland Grapow no Helloween em “PumpKings” (2017) e o recém-lançado “Metalmorphosis” (2026), o Masterplan retorna à América Latina vivendo uma de suas fases mais inspiradas, apresentando um repertório que une as novas composições aos clássicos que marcaram sua trajetória.​

A união entre Rhapsody Of Fire e Masterplan representa um encontro histórico entre duas escolas fundamentais do power metal europeu. De um lado, a grandiosidade sinfônica, os arranjos cinematográficos e a fantasia épica que fizeram do Rhapsody Of Fire uma referência mundial. Do outro, a tradição alemã, os riffs marcantes e as melodias inesquecíveis que consolidaram o Masterplan como um dos principais nomes do gênero.

Datas da turnê:​

30 de abril – Curitiba (Brasil) – Stage Garden
Ingressos: https://articket.com.br/e/6643/rhapsody-of-fire-masterplan​

1 de maio – São Paulo (Brasil) – Vip Station
Ingressos: https://ingressomaster.com/comprar/181/rhapsody-of-fire-and-masterplan​

2 de maio – Buenos Aires (Argentina) – Uniclub

4 de maio – Montevidéu (Uruguai) – Live Era

5 de maio – Santiago (Chile) – Blondie

7 de maio – Lima (Peru) – Teatro Leguía

8 de maio – San Salvador (El Salvador) – Plaza Presidente Park

9 de maio – Manágua (Nicarágua) – Estacionamiento Mirador Tiscapa

Realizada pela Dark Dimensions, a turnê reafirma o compromisso da produtora em proporcionar ao público latino-americano atrações de relevância internacional e experiências memoráveis. Reunindo duas das formações mais influentes da história do power metal em uma única noite, a excursão de Rhapsody Of Fire e Masterplan desponta como um dos grandes acontecimentos do calendário do heavy metal em 2027, prometendo uma celebração épica para fãs de toda a América Latina

SERVIÇOS (BRASIL):

Rhapsody Of Fire & Masterplan em Curitiba (PR)
Data: 30 de abril (sexta-feira)
Local: Stage Garden
Endereço: Av. Mal. Floriano Peixoto, 4142 – Prado Velho, Curitiba/PR
Abertura da casa: 18h
Realização: Dark Dimensions
Assessoria: JZ Press

Ingressos: https://articket.com.br/e/6643/rhapsody-of-fire-masterplan​

Classificação 18 anos​
​É obrigatório apresentação do documento de identidade

Rhapsody Of Fire & Masterplan em São Paulo (SP)
Data: 1 de maio (sábado)
Local: Vip Station
Endereço: R. Gibraltar, 346 – Santo Amaro – São Paulo/SP
Abertura da casa: 16h
Realização: Dark Dimensions
Assessoria: JZ Press

Ingressos: https://ingressomaster.com/comprar/181/rhapsody-of-fire-and-masterplan​

Classificação 18 anos​
​É obrigatório apresentação do documento de identidade

Links Relacionados:
​https://www.instagram.com/rhapsodyoffireofficial​
https://www.instagram.com/masterplan.official​
https://www.instagram.com/darkdimensionsbrasil​
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Burning Extreme Fest 2026 reúne pesos pesados do metal nacional em São Paulo no dia 30 de maio

O underground paulista segue pulsando forte — e, no próximo dia 30 de maio, isso ficará ainda mais evidente com a chegada de um dos eventos mais intensos do mês. O Burning Extreme Fest 2026 apresenta um lineup de peso reunindo The Damnnation, Siegrid Ingrid, Faces Of Death, Sacrifix e Chaoslace, na Burning House, a partir das 16h.​

O festival promete uma verdadeira imersão no metal extremo nacional, destacando diversidade, atitude e alto nível técnico. Além disso, o evento transformará a Burning House, em São Paulo, em um verdadeiro epicentro do metal pesado, reunindo nomes que representam diferentes vertentes e forças do cenário atual.​

Nesse sentido, o evento aposta em um lineup sólido, reunindo bandas que vêm se destacando tanto pela qualidade musical quanto pela presença de palco e consistência de carreira. A programação tem início às 16h e os ingressos já estão disponíveis antecipadamente via 101Tickets.​

Desde sua inauguração, a Burning House, localizada na Av. Santa Marina, 247 – Água Branca, a poucos metros da estação Água Branca da CPTM — o que facilita o acesso do público —, vem se consolidando como um dos principais palcos da música pesada na capital paulista. O espaço já recebeu bandas nacionais e internacionais de grande relevância, reforçando seu papel como um dos principais polos do gênero em São Paulo.​

SERVIÇO: Burning Extreme Fest
Data: 30 de maio de 2026
​Local: Burning House – São Paulo/SP
​Endereço: Av. Santa Marina, 247 – Água Branca, São Paulo/SP
​Horário: A partir das 16h
​Ingressos: https://101tickets.com.br/events/details/Burning-Extreme-Fest

Sobre as bandas:​

Para dar início aos trabalhos, o Chaoslace apresenta uma proposta moderna e agressiva, mesclando thrash metal e brutal death metal, com uma abordagem lírica voltada a temas como religiões, guerras, catástrofes e conflitos humanos. Além disso, o trio, formado por Leandro Nunes (vocal e guitarra), Rafael Montana (baixo) e “Diogro” Rodrigues (bateria), é conhecido por suas performances intensas. A banda vem consolidando seu nome no cenário underground com composições diretas e impactantes, especialmente após o lançamento de seu álbum de estreia, Inhumane Terror Cult (2018).​

Na sequência, a Sacrifix assume o palco representando a nova safra do thrash metal brasileiro, com forte inspiração na velha escola e uma abordagem visceral e brutal, expandindo o legado do estilo com respeito. Atualmente consolidada como um trio, a banda divulga o EP Let’s Thrash (2025), que marca essa nova fase com Frank Gasparotto (vocal e guitarra), Filippe Tonini (baixo) e Fábio Moysés (bateria). Além disso, a discografia inclui os álbuns World Decay 19 (2020) e Killing Machine (2023), além dos EPs The Limits Of Thrash (2021) e Let’s Thrash (2025). O grupo segue em evolução e já trabalha na finalização de seu terceiro álbum de estúdio. Musicalmente, a Sacrifix aposta em velocidade, riffs cortantes e crítica social, ampliando seu alcance no Brasil e também no exterior.​

Continuando o lineup, a Faces Of Death representa o death/thrash metal brasileiro com uma trajetória iniciada nos anos 1990. Conhecida por sua sonoridade extrema e letras contestadoras, a banda mantém viva a essência do underground. Sua discografia inclui Consummatum Est (EP, 2017), From Hell (2018), Usurper of Souls (2020), A Drink with the Death (Rehearsal Live) (2021), Evil (2023) e Thrash disConcert (EP, 2024). Atualmente, a formação conta com Laurence Miranda (vocal e guitarra), Maurício Filho (guitarra), Sylvio Miranda (baixo) e Igor Nogueira (bateria). Neste momento, a banda se prepara para sua primeira turnê europeia, além de trabalhar em um novo álbum de estúdio.​

Um dos destaques do evento, a Siegrid Ingrid chega embalada por apresentações recentes de grande repercussão no cenário nacional. Com um crossover entre death/thrash metal e hardcore, o grupo se destaca pela agressividade, precisão técnica e presença de palco dominante. A banda possui uma trajetória sólida, com lançamentos clássicos como The Choice (EP, 1992), Pissed Off (1995), The Corpse Falls (1999), e os mais recentes Back from Hell (2023) e Massacre in Lorena (Live) (2024). Atualmente, a formação reúne Mauro Punk (vocal), Gubber (guitarra), Luiz Berenguer (baixo) e Edilson Alves (bateria). Em fase produtiva, o grupo segue trabalhando em novos materiais e fortalecendo sua presença no cenário nacional.​

Por fim, encerrando o lineup, a The Damnnation se consolida como um dos nomes em ascensão do heavy metal nacional contemporâneo, combinando peso, melodia e atitude. A banda conta com os lançamentos Parasite (EP, 2020), Way of Perdition (2022) e Eyes of Despair (2025), este último amplamente elogiado pela crítica e pelos fãs. A formação atual traz Renata Petrelli (guitarra e vocal), Fernanda Lessa (baixo) e Camila Almeida (bateria), consolidando um power trio de forte presença ao vivo. Além disso, a The Damnnation segue em fase produtiva, preparando novos lançamentos e ampliando sua atuação nos palcos.

Links Relacionados:
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Soulwitch: imersão no metal sinfônico e magia com “Beltane” e anúncio de show especial!

Crédito: Alceste Ribas (@black_flame_pictures – Black Flame Pictures)

A banda curitibana Soulwitch segue ampliando sua presença no cenário nacional com a exibição do videoclipe de “Beltane” no Roadie Crew Online Fest, um dos principais eventos digitais dedicados ao metal no Brasil. O destaque reforça a repercussão do álbum de estreia Principium (2024), trabalho que consolidou a identidade do grupo dentro do metal sinfônico.

Assista em https://www.youtube.com//watch?v=ecikYS2pA6c

Formada em Curitiba (PR), a Soulwitch vem se destacando por sua proposta que une peso, elementos orquestrais e uma forte identidade conceitual baseada em espiritualidade, ocultismo, magia e simbolismo. A sonoridade do grupo dialoga com nomes como Nightwish, Epica e Evanescence, combinando atmosferas cinematográficas com melodias marcantes e vocais expressivos.​

A formação atual conta com Maria Sliviany (vocais), Jack Vanderbrook (teclados), Luan Lopes (guitarra), Sérgio Santos (baixo) e Roberto Wagner (bateria). O grupo aposta em uma sonoridade que combina metal sinfônico e música clássica, com forte apelo atmosférico e abordagem conceitual.​

À frente do projeto, Maria Sliviany também assina todas as letras e a direção artística. Ela conta que “Beltane”, destaque no festival online, traz referências ao tradicional festival pagão Beltane e aborda o amor sob uma perspectiva atemporal e espiritual, alinhada ao conceito de Principium. O álbum reúne temas como espiritualidade, ocultismo, amor, morte, renascimento e transformação da consciência, inspirados em princípios herméticos, com uma construção musical marcada por arranjos épicos, refrões fortes e produção sofisticada.

Ouça o álbum Principium em sptfy.bio/soulwitch

O disco foi lançado em todas as plataformas digitais e também em formato físico pelo selo Voice Music.​

Confira também o videoclipe de “Teufelsbuhlschaft”:
​https://www.youtube/watch?v=-nI_EFgDllM​

Paralelamente, a banda se apresenta no próximo dia 27 de junho, no Teatro Paiol, em Curitiba, em comemoração aos dois anos de lançamento do álbum. Os ingressos estão disponíveis pela plataforma Diskingressos.

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Revengin mostra sua força sinfônica ao vivo no programa Kiss Club da Rádio Kiss FM em São Paulo

A banda carioca Revengin foi uma das atrações do tradicional Kiss Club, da Rádio Kiss FM (SP), marcando mais um passo importante em sua trajetória no cenário do metal nacional e internacional. A apresentação, gravada ao vivo em formato audiovisual, evidencia a potência sonora e a maturidade artística da atual fase do grupo.​

Reconhecido como uma vitrine relevante para bandas emergentes e nomes consolidados do rock e do metal, o Kiss Club retornou à grade da emissora com um formato mais intimista e moderno, focado em performances ao vivo e distribuição multiplataforma. A participação da Revengin reforça o compromisso do programa em destacar artistas relevantes na cena nacional e internacional.

Assista a apresentação completa em:
​https://www.youtube.com/watch?v=73PUsewDYcY

A vocalista Bruna Rocha comentou sobre a experiência: “Foi uma experiência muito especial pra gente. É um programa que tem uma história enorme dentro do rock e do metal no Brasil, então estar ali levando nosso som e nossa identidade foi realmente uma honra. A gente encara cada oportunidade como essa com muita entrega e verdade, e acho que isso ficou bem evidente na nossa performance. Só temos a agradecer à equipe do programa e a todos os envolvidos nesse convite, pela recepção incrível e pelo espaço dado à música pesada nacional. Momentos assim reforçam que estamos no caminho certo e nos motivam ainda mais a seguir evoluindo e levando nossa música cada vez mais longe.”​

Formada em 2008 no Rio de Janeiro, a Revengin construiu uma identidade sólida dentro do metal sinfônico, combinando peso, melodias densas e arranjos orquestrais. Com mais de uma década de estrada, o grupo já se apresentou em diversos países da Europa e participou de eventos de grande porte, ampliando sua projeção internacional.​

Atualmente, a banda segue divulgando seu mais recente álbum, Dark Dogma Embrace (2025), trabalho que evidencia uma sonoridade mais madura e intensa. Esse momento também foi impulsionado por uma recente turnê europeia, que levou o nome da Revengin a novos públicos. Devido à forte recepção, o grupo já confirmou uma segunda etapa da tour para o final do ano, reforçando sua presença no cenário internacional.​

Disponível em todas as plataformas digitais, o álbum pode ser ouvido em:
​https://orcd.co/darkdogmaembrace

A formação atual conta com Bruna Rocha (vocais), Thiago Contrera (guitarra e vocais guturais), Themys Barros (guitarra), Diego Pirozzi (baixo) e Naciffe Jr. (bateria), músicos que contribuem para uma proposta sonora que transita entre o heavy metal tradicional, o metal extremo e elementos sinfônicos contemporâneos.​

No Kiss Club, a Revengin apresentou uma performance marcante, evidenciando sua capacidade de traduzir ao vivo a complexidade e a intensidade de seu repertório. O registro audiovisual reforça a qualidade técnica do grupo, bem como sua presença de palco e conexão com o público — fatores que têm contribuído para sua crescente projeção.​

A participação no programa amplia o alcance da banda em um momento estratégico e maduro de sua carreira, consolidando seu nome como um dos principais representantes do metal sinfônico brasileiro na atualidade.​

A trajetória da Revengin também vem sendo destacada por veículos de alcance nacional como Revista IstoÉ, UOL e Portal Vírgula, entre outros, evidenciando a relevância do grupo dentro e fora do cenário do metal.​

Paralelamente, o quinteto já se encontra em processo de gravação de material inédito, indicando o início de uma nova fase criativa e a continuidade de sua evolução artística.

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Myrath anuncia turnê latino-americana com três shows no Brasil em dezembro de 2026

Crédito: Divulgação/Myrath

A força do metal oriental moderno voltará a ecoar pela América Latina no fim de 2026. A consagrada banda tunisiana Myrath anunciou oficialmente a turnê “Wilderness Of Mirrors: Third Strike 2026”, que passará por Brasil, Argentina, Chile e México no mês de dezembro, em uma realização da produtora Dark Dimensions em parceria com a K2 Agency.​

Reconhecido internacionalmente como um dos nomes mais criativos e respeitados do metal contemporâneo, o Myrath consolidou sua identidade artística ao unir heavy metal, power metal, folk, rock progressivo e fortes influências da música árabe tradicional. Definindo seu som como “blazing desert metal”, o grupo transformou sua combinação de peso, melodias orientais e performances grandiosas em uma marca registrada dentro do oriental metal.​

A nova excursão promove o sétimo e mais recente álbum da banda, Wilderness Of Mirrors, lançado em março de 2026. Amplamente elogiado pela crítica especializada e pelos fãs, o trabalho reforça justamente os elementos atmosféricos e orientais que ajudaram a consolidar a personalidade musical do grupo ao longo dos anos. O disco sucede o bem recebido Karma (2022) e apresenta uma sonoridade ainda mais madura, equilibrando peso, melodias épicas e arranjos sofisticados.​

Formado em 2001, na cidade de Ez-zahra, na Tunísia, inicialmente sob o nome X-Tazy, o grupo adotou oficialmente o nome Myrath em 2006 — palavra que significa “legado” em árabe. Desde então, a banda expandiu sua relevância no cenário internacional e passou a ser considerada um dos maiores expoentes do metal oriental moderno. Em sua discografia, destacam-se trabalhos como Shehili (2019), além do próprio e já citado Karma.​

Em 2022, o Myrath ampliou ainda mais sua projeção mundial ao participar do tradicional FIFA Fan Festival, realizado durante a última Copa do Mundo, no Catar. A apresentação aconteceu no Al Bidda Park, em Doha, diante de milhares de pessoas, consolidando a representatividade do metal em um dos maiores eventos do planeta.​

Atualmente, o Myrath é formado por Zaher Zorgati (vocais), Malek Ben Arbia (guitarra), Anis Jouini (baixo), Kevin Codfert (teclados) e Morgan Berthet (bateria). Ao longo da carreira, o grupo dividiu palco com importantes nomes do cenário mundial e participou de grandes festivais internacionais, fortalecendo continuamente sua presença dentro do metal global.​

No Brasil, esta será a segunda passagem da banda em parceria com a produtora Dark Dimensions, que também foi responsável pela realização da estreia da banda no país em 2023, quando o grupo realizou um show único em São Paulo completamente lotado, reforçando desde então sua forte conexão com o público brasileiro. A nova turnê contará com três apresentações exclusivas, passando por Belo Horizonte, São Paulo e Curitiba. Os ingressos para os shows brasileiros já estão disponíveis através da plataforma Ingresso Master (São Paulo e Belo Horizonte) e Articket (Curitiba).​

A expectativa é de que a “Wilderness Of Mirrors: Third Strike 2026” proporcione ao público latino-americano uma experiência intensa, imersiva e cinematográfica, reunindo músicas do novo álbum e clássicos marcantes da trajetória do grupo tunisiano.

“Wilderness Of Mirrors: Third Strike 2026” – Datas da turnê

​

04/12 — Mister Rock — Belo Horizonte/MG
05/12 — Vip Station — São Paulo/SP
06/12 — Stage Garden — Curitiba/PR
08/12 — Arena Sur — Buenos Aires/Argentina
09/12 — Blondie — Santiago/Chile
11/12 — Foro HDX — México City/México
12/12 — Vertigo — Torreon/México
13/12 — Foro 907 — Guadalajara/México

Links Relacionados:
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Erudica confirma novos shows na Europa, amplia turnê 2026 e projeta retorno ao Brasil em 2027

Crédito: Erudica

A banda brasileira de melodic death metal Erudica segue consolidando sua expansão internacional e acaba de anunciar dois novos compromissos de peso em sua agenda europeia. As cidades de Madrid e Galiza entram oficialmente na rota da turnê 2026, ao lado de uma aguardada apresentação em Helsinki, reforçando o avanço estratégico da banda no competitivo circuito europeu.​

As novas datas se somam a uma série já robusta de apresentações que inclui países como Romênia, Hungria e Portugal. Com isso, a turnê se consolida como um dos movimentos mais importantes da carreira da Erudica até o momento, ampliando sua visibilidade e fortalecendo conexões com público, produtores e festivais do continente.​

A crescente repercussão internacional acompanha uma fase artística madura e bem definida. Apostando em uma sonoridade intensa, aliada a uma identidade visual e conceitual marcante, a banda tem se destacado como um dos nomes emergentes mais promissores do metal brasileiro no exterior.

Datas confirmadas – Turnê Europeia 2026​

14/08/2026 – Timișoara, Romênia
15/08/2026 – Bucareste, Romênia
21/08/2026 – Helsinque, Finlândia
22/08/2026 – Budapeste, Hungria
28/08/2026 – Galícia, Espanha
29/08/2026 – Madri, Espanha​

O anúncio chega em meio à forte repercussão do single e videoclipe “Resistance Unchained”, que inaugura uma nova fase da banda e antecipa o aguardado álbum Burnt Imperium. A faixa evidencia a evolução sonora e o direcionamento estratégico mais sólido do grupo.

Ouça agora:
​https://onerpm.link/302092244065​

Assista ao videoclipe oficial:
​https://www.youtube.com/watch?v=Yn6cI5d_7q0

A música foi escrita e produzida por Patrik Corrêa e Caroline Ferreira, com mixagem, masterização e co-gravação assinadas por Niko Teixeira, do Audiolab Extreme Studio.​

“Essa fase representa um avanço enorme para a Erudica. A nova formação está muito coesa, e isso impactou diretamente o processo de composição. Esse novo material é um dos trabalhos mais fortes, pesados e bem estruturados que já fizemos”, destaca Patrik Corrêa.​

Já Caroline Ferreira ressalta o impacto da nova formação, que conta com Dragos Iulian (baixo) e Micael Sousa (bateria): “A Europa sempre foi um território que queríamos alcançar. Chegar lá agora, com uma formação renovada e cheia de energia, torna tudo ainda mais especial. Os shows vão refletir exatamente esse momento.”​

Paralelamente ao avanço internacional, a Erudica também prepara seu retorno ao Brasil. A banda estará disponível entre junho e julho de 2027 para uma série de apresentações, com agenda aberta para festivais, turnês e shows exclusivos. Produtores e contratantes interessados já podem entrar em contato para negociações de datas.​

Carregando identidade própria e forte compromisso artístico, a Erudica segue representando o metal brasileiro com autenticidade e força no cenário internacional. Suas composições abordam temas urgentes — da devastação ambiental à resistência contra sistemas opressores — criando uma conexão direta e relevante com o público contemporâneo.​

Mais do que expandir fronteiras, a banda reafirma seu posicionamento como uma das apostas mais sólidas da nova geração do metal extremo nacional.

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As I Lay Dying chega ao Brasil após shows lotados pela América do Sul e celebra 20 anos de “Shadows Are Security”

Crédito: Tom Flynn

O As I Lay Dying, banda liderada pelo vocalista Tim Lambesis, já está no Brasil após uma sequência de apresentações com ingressos esgotados pela América do Sul, passando por Peru, Chile e Argentina. A turnê “An Evening With As I Lay Dying” consolida-se como mais um êxito na trajetória recente do grupo, que também vem de uma série de shows bem-sucedida pela Rússia.​

Para dar continuidade ao projeto, Tim Lambesis recrutou uma nova formação com nomes experientes da cena internacional, entre eles o guitarrista brasileiro Bill Hudson (I Am Morbid, Doro, Northtale), além do vocalista (vocais limpos) e baixista Chris Clancy (Mutiny Within), do baterista Tim Yeung (Morbid Angel, Divine Heresy) e do guitarrista Don Vedda. A proposta é manter o nome e o legado da As I Lay Dying ativo enquanto constrói uma nova base artística para o futuro da banda.​

O giro sul-americano marca ainda a celebração dos 20 anos de “Shadows Are Security”, trabalho fundamental para a consolidação do metalcore moderno e responsável por projetar a banda internacionalmente. O repertório vem destacando faixas emblemáticas dessa fase, ao lado de material recente já com a nova formação, reforçando a conexão com o público.​

No Brasil, a banda realiza duas apresentações aguardadas. A primeira acontece amanhã em São Paulo, no Vip Station, no dia 3 de maio, e a segunda no dia seguinte em Curitiba, no Tork N’ Roll. Os ingressos estão disponíveis por meio da plataforma Ingresso Master.​

As apresentações fazem parte de um giro que vem registrando forte adesão do público e devem reunir clássicos como “94 Hours”, “Through Struggle” e “Nothing Left”, além de material mais recente, equilibrando nostalgia e renovação.​

Com alta expectativa e grande procura, os shows no Brasil reforçam o momento de retomada do As I Lay Dying e devem marcar mais um capítulo importante na história da banda no país.

SERVIÇOS:

AS I LAY DYING EM SÃO PAULO
Data: 3 de maio (domingo)
Local: Vip Station
Endereço: Rua Gibraltar, 346 – Santo Amaro – São Paulo/SP
Realização: Dark Dimensions
Assessoria: JZ Press
Bandas de abertura: Throw Me To The Wolves e Self Insight
Abertura das Portas: 17h
Início do Evento: 20h
Ingressos: https://ingressomaster.com/comprar/29/as-i-lay-dying-sao-paulo​
Classificação: 18 anos
É obrigatória a apresentação de documento de identidade

AS I LAY DYING EM CURITIBA
Data: 4 de maio (segunda-feira)
Local: Tork N’ Roll
Endereço: Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças – Curitiba/PR
Realização: Dark Dimensions
Assessoria: JZ Press
Banda de abertura: Self Insight
Abertura das Portas: 19h
Início do Evento: 21h
Ingressos: https://ingressomaster.com/setores/30/as-i-lay-dying-curitiba​
Classificação: 18 anos
É obrigatória a apresentação de documento de identidade

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As I Lay Dying no Brasil 2026: banda vive nova fase após turnê esgotada e se prepara para shows em São Paulo e Curitiba

Crédito: Tom Flynn

Reconstrução, legado e novos caminhos: As I Lay Dying reforça sua força no metalcore e mantém relevância global às vésperas do retorno ao Brasil

​A um mês dos dois shows confirmados no Brasil — em São Paulo (03/05, Vip Station) e Curitiba (04/05, Tork N’ Roll), com realização da produtora Dark Dimensions e ingressos disponíveis pela plataforma Ingresso Master (https://ingressomaster.com) —, a As I Lay Dying inicia um novo capítulo de sua trajetória, marcado por reconstrução, reposicionamento e tentativa de reafirmação dentro do cenário global. A passagem pelo país integra a turnê sul-americana “An Evening With As I Lay Dying”, que também contempla datas em Lima, Peru (27/04), Santiago, Chile (29/04) e Buenos Aires, Argentina (01/05), consolidando o giro como um dos mais aguardados do metalcore em 2026.​

Após um dos períodos mais turbulentos de sua história, a banda liderada pelo vocalista Tim Lambesis passou por um colapso interno em 2024, que resultou na saída de praticamente todos os integrantes, levando a uma reformulação completa de sua estrutura.

Formada em 2000, na Califórnia, a As I Lay Dying teve papel fundamental na consolidação do metalcore moderno ao unir riffs agressivos, melodias marcantes e letras intensas. A banda ganhou destaque com Frail Words Collapse (2003), mas foi com Shadows Are Security (2005) que alcançou projeção internacional — álbum que se tornou um marco do gênero e agora é celebrado nesta turnê especial.​

O auge comercial veio com An Ocean Between Us (2007), disco que estreou no Top 10 da Billboard 200 e ampliou o alcance global da banda. Desde então, o grupo manteve relevância dentro do cenário do heavy metal com trabalhos como The Powerless Rise (2010), Awakened (2012) e Shaped by Fire (2019).​

Entre os maiores clássicos da carreira estão “94 Hours”, “Forever”, “Through Struggle”, “Confined”, “Nothing Left”, “An Ocean Between Us” e “My Own Grave”, músicas que se tornaram hinos do metalcore e presença constante nos shows da banda ao redor do mundo.​

Mais do que uma simples troca de músicos, o momento atual representa uma redefinição profunda da identidade do grupo. Para dar continuidade ao projeto, Lambesis recrutou uma nova formação com nomes experientes da cena internacional, entre eles o guitarrista brasileiro Bill Hudson (I Am Morbid, Doro, Northtale), além do vocalista (vocais limpos) e baixista Chris Clancy (Mutiny Within), do baterista Tim Yeung (Morbid Angel, Divine Heresy) e do guitarrista Don Vedda (Marilyn Manson, DevilDriver). A proposta é manter o nome e o legado da As I Lay Dying ativo enquanto constrói uma nova base artística para o futuro da banda.​

Bill Hudson comentou:
“Conheci Tim Lambesis pela primeira vez há quase 20 anos e já estive em várias bandas com Tim Yeung. É uma honra fazer parte do novo capítulo do As I Lay Dying. A turnê está sendo uma oportunidade incrível de reunir e tocar com tantos amigos de longa data, e os fãs estão realmente curtindo essa nova fase, com shows insanos e lotados! No Brasil não será diferente! Não vejo a hora de encontrar a minha galera aí de novo, agora com o As I Lay Dying”.

​O primeiro reflexo dessa nova fase veio com o lançamento dos singles “Echoes” e “If I Fall”, acompanhados de videoclipes oficiais. As faixas farão parte do próximo álbum de estúdio, previsto para ser lançado pela Napalm Records, e apresentam uma sonoridade moderna, técnica e alinhada às tendências atuais do metal, sem abrir mão das características que consagraram o grupo.​

Paralelamente à reconstrução musical, a banda também atravessa um processo de reposicionamento dentro do cenário atual. A nova formação marca uma etapa importante na trajetória do As I Lay Dying, tornando este retorno especialmente relevante para fãs e para o mercado do metal.​

Apesar disso, a resposta do público em determinados mercados segue expressiva. Nos últimos meses, a banda realizou uma série de shows na Rússia com ingressos esgotados, evidenciando a força do nome As I Lay Dying ao vivo e sua capacidade de mobilização global, mesmo em meio a mudanças significativas em sua estrutura.​

É justamente apoiada nesse equilíbrio entre legado, turnês internacionais e novas composições que a banda projeta seus próximos passos. A estabilidade da nova formação e o lançamento de material inédito serão determinantes para consolidar essa fase.​

Os shows no Brasil, em maio de 2026, reforçam esse momento de retomada e devem atrair tanto fãs antigos quanto uma nova geração, interessados em acompanhar de perto essa nova etapa da banda. Essas apresentações prometem reunir clássicos do metalcore com músicas recentes, combinando nostalgia e renovação em um dos retornos mais aguardados do gênero no país.

SERVIÇOS:

AS I LAY DYING EM SÃO PAULO
Data: 3 de maio (domingo)
Local: Vip Station
Endereço: Rua Gibraltar, 346 – Santo Amaro – São Paulo/SP
Realização: Dark Dimensions
Assessoria: JZ Press
Bandas de abertura: Throw Me To The Wolves e Self Insight
Abertura das Portas: 17h
Início do Evento: 20h
Ingressos: https://ingressomaster.com/comprar/29/as-i-lay-dying-sao-paulo​
Classificação: 18 anos
É obrigatória a apresentação de documento de identidade

AS I LAY DYING EM CURITIBA
Data: 4 de maio (segunda-feira)
Local: Tork N’ Roll
Endereço: Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças – Curitiba/PR
Realização: Dark Dimensions
Assessoria: JZ Press
Banda de abertura: Self Insight
Abertura das Portas: 19h
Início do Evento: 21h
Ingressos: https://ingressomaster.com/setores/30/as-i-lay-dying-curitiba​
Classificação: 18 anos
É obrigatória a apresentação de documento de identidade

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