Tag Archives: Forget Everything

Forget Everything transforma conflitos e excessos em “Disgrace In My Fate”, seu álbum de estreia

Créditos: Fotos por Leonardo Benaci

Trio aprofunda sua mistura pesada e eclética em trabalho marcado por riffs agressivos, atmosferas sombrias e letras sobre conflitos, vícios, escolhas e resistência​

Caos, excessos, conflitos e autodestruição atravessam Disgrace In My Fate, álbum de estreia do Forget Everything. O trabalho chega às plataformas em 30 de setembro de 2026.​

Formada em 2023, em Piracicaba (SP), o Forget Everything é composta por Murilo Ramos (vocais e guitarra), Mateus Lopes (baixo e backing vocals) e João “Lizzy” Lima (bateria). Desde o início, o trio transforma experiências pessoais e conflitos cotidianos em uma sonoridade pesada e agressiva.​

A trajetória começou a ganhar forma em 2024, com o lançamento do single homônimo “Forget Everything”. Depois disso, a banda apresentou “Dangers Of The Dawn” e lançou o EP de quatro faixas Intrusive Thoughts, em janeiro de 2025.

Desde então, o grupo ampliou sua presença no underground paulista e passou a circular por diferentes cidades do estado. Nesse período, também dividiu palcos com Cemitério, D.F.C., Eskröta, Bayside Kings e Chaos Synopsis, dentre outras.​

A força dos contrastes na sonoridade da banda​

Nas nove faixas de Disgrace In My Fate, o Forget Everything articula quatro referências centrais: Thrash Metal, Doom Metal, Speed Metal e Crossover. Juntas, elas criam uma dinâmica que alterna velocidade, peso e atmosferas densas.​

O contraste entre Doom e Speed ocupa um espaço importante nesse equilíbrio. Enquanto o Doom Metal conduz as passagens mais arrastadas e sombrias, o Speed Metal acelera os andamentos e aumenta a sensação de urgência. Como resultado, o álbum trabalha diferentes intensidades sem abandonar a agressividade característica do trio.​

Além dessas bases, a sonoridade incorpora ainda elementos de Punk Rock. Eles aparecem em arranjos, mudanças de ritmo e determinados momentos das composições. Entre as referências que ajudam a contextualizar esse universo vasto de influências estão Toxic Holocaust, Municipal Waste, Sepultura da era Cavalera, Pentagram e Candlemass.​

Para este trabalho, o trio adotou uma premissa simples: “todas as notas importam”. A partir dela, as músicas foram construídas com maior objetividade. Riffs, mudanças de andamento e vocais ocupam espaços definidos, enquanto os arranjos evitam elementos que não tenham uma função dentro das faixas.​

Por consequência, as músicas são mais enxutas e concentram sua força nos pontos essenciais de cada composição. Na parte vocal, Murilo Ramos mantém a voz rasgada que marca a identidade da banda. Ao mesmo tempo, sua interpretação ganhou linhas mais graves, guturais e dobradas.​

A produção, a mixagem e a masterização ficaram sob responsabilidade de Gabriel do Vale. Dessa forma, o trabalho preserva a agressividade das gravações e apresenta maior definição entre os instrumentos e suas diferentes camadas.​

Conflitos, excessos e resistência​

As letras de Disgrace In My Fate partem de experiências relacionadas à autodestruição, aos vícios e aos excessos. Além disso, conflitos, ressentimentos, escolhas e consequências aparecem em diferentes momentos do álbum.​

Ainda assim, o disco não se concentra apenas na queda. Pelo contrário, as composições também abordam a resistência diante de situações que levam seus personagens ao limite, explorando as consequências dessas experiências e a capacidade de reagir a elas.​

Nesse contexto, as letras apontam para a necessidade de continuar mesmo diante de períodos difíceis. A resistência aparece, portanto, não como um discurso abstrato, mas como resposta aos conflitos, escolhas e excessos que atravessam o álbum.​

As composições foram construídas a partir de experiências e reflexões acumuladas ao longo do tempo. Por isso, o álbum não segue uma única temática. Cada faixa aborda situações diferentes, mas todas mantêm uma perspectiva pessoal sobre conflitos internos, escolhas e acontecimentos do cotidiano.​

A identidade visual acompanha essa abordagem. Criada pelo artista piracicabano Dan Lemos, a capa de Disgrace In My Fate dialoga com o conceito do álbum e com a estética desenvolvida pelo Forget Everything.​

Além disso, a arte reforça a atmosfera sombria presente nas músicas. Desse modo, a identidade visual estabelece uma conexão direta com o conteúdo do disco.

Ouça em https://ditto.fm/disgrace-in-my-fate-forget-everything​

Assista ao videoclipe da faixa-título em https://www.youtube.com/watch?v=su0MCgaqMCI​

“Suffering In Silence” (Instrumental)
“Calling Peace”
“Rip”
“Excess Of Serotonin”
“Void Painted Green”
“Surfing While They Walk” (Instrumental)
​
“Disgrace In My Fate”​
“The Price”
“TDAH”

Depois de três anos de carreira, Disgrace In My Fate consolida o caminho construído pelo Forget Everything e mostra um trio mais seguro em suas escolhas. Ao mesmo tempo, a banda mantém a agressividade dos primeiros trabalhos enquanto amplia as possibilidades de sua sonoridade.​

Entre riffs acelerados, passagens densas e momentos de maior tensão, o álbum reúne as principais referências que acompanham o grupo desde o início. Por outro lado, as letras colocam experiências pessoais, conflitos, excessos e suas consequências no centro das nove faixas.​

Assim, Disgrace In My Fate fecha o primeiro ciclo do Forget Everything com um trabalho direto, pesado e pessoal. O álbum encara as próprias quedas sem transformar a derrota em ponto final.​

FORGET EVERYTHING NAS REDES:
Instagram: @forgeteverythingofficial
​Facebook/YouTube: @forgeteverything666

Forget Everything: Nova fúria do interior paulista lança single de estreia!

O power trio de Piracicaba lança seu single homônimo e promete agitar a cena musical com uma mistura intensa de influências

Créditos: Fotos por Leonardo Benaci (@leonardobenacifotografia)

Diretamente das entranhas da cidade de Piracicaba, interior de São Paulo, a banda de Thrash Metal Forget Everything faz sua estreia no cenário metal brasileiro, trazendo uma fusão intensa, agressiva e envolvente de elementos sombrios do Doom Metal e a vitalidade do Crossover. 

Com influências marcantes que variam de Toxic Holocaust, Sepultura, Municipal Waste, Testament, Venom, Black Sabbath, Carnivore, Candlemass, entre outras, o power trio formado por Murilo Ramos (vocal/guitarra, ex-Stab), Mateus Lopes (baixo/backing vocal) e João “Lizzy” Lima (bateria) lançou no dia 6 de fevereiro em todas plataformas digitais seu aguardado primeiro e homônimo single “Forget Everything”.

Gravado no Estúdio Bonfogo, localizado em Leme/SP, teve sua produção, mixagem e masterização aos cuidados de Daniel Bonfogo (ex-Claustrofobia), proprietário do estúdio.

Em breve, uma versão em videoclipe será disponibilizado no canal oficial da banda.

Ouça “Forget Everything” em:
https://distrokid.com/hyperfollow/forgeteverything/forget-everything-2

Formada em junho de 2023, o trio tem se dedicado intensamente à gravação de seu material de estreia, enquanto simultaneamente se apresenta em shows já agendados ao lado de importantes bandas do cenário Metal/Hardcore brasileiro, como Cemitério, D.F.C., Eskröta, Bayside Kings e Chaos Synopsis.

“Essa música trata de um novo começo após uma traição”, comentou Murillo Ramos, que explorou nas letras uma mensagem de rebeldia e rejeição aos padrões sociais e expectativas. “Essencialmente, é uma afirmação de si mesmo e resistência, expressando desprezo pelos traidores e por aqueles que exercem influência negativa na mentalidade dos menos privilegiados, sugerindo uma atitude de desapego em relação ao convencional e ao esperado”, concluiu.

Após o lançamento de “Forget Everything”, também em videoclipe, a banda já tem outro single pronto – bem mais Thrash Metal old school – e pretende, além dos shows já marcados, lançar um EP contendo 4 faixas ainda este ano.

Forget Everything nas redes:

Instagram: @forgeteverythingofficial
Facebook:
 @forgeteverything666
Youtube:
 @forgeteverything666

Assessoria de Imprensa: JZ Press (@jzpressassessoria)