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Distraught aposta na força da performance ao vivo em estúdio no novo videoclipe “Aether and Truth Denied”

Créditos: Foto por Ricardo Silveira (@ric_silveira)

Banda investe em abordagem direta para destacar faixa do EP conceitual “inVolution”

A veterana banda gaúcha de thrash metal Distraught acaba de lançar o videoclipe de “Aether and Truth Denied”, registrado em formato de live rehearsal session no Black Stork Studio, em Porto Alegre (RS).

Após o lançamento de “Extermination of Mother Nature”, o grupo aposta agora em uma proposta mais direta e sem artifícios de grande produção. O vídeo captura a banda tocando ao vivo em estúdio, valorizando a execução e a intensidade que marcam sua identidade sonora.

A produção segue uma abordagem minimalista, utilizando apenas dois iPhones, o que reforça o caráter orgânico e cru da gravação. As filmagens ficaram a cargo de Marcos “Lagarto” Neuberger, com edição assinada pelo guitarrista Ricardo Silveira e mixagem de áudio realizada pelo baterista Thiago Caurio.

A faixa é introduzida por “Aether”, uma ambientação que, segundo Caurio, foi pensada para conduzir o ouvinte a um estado de imersão antes do impacto direto de “Truth Denied”.

No aspecto lírico, a música aborda a negação da realidade em um cenário marcado por desinformação e conflitos de narrativa, trazendo uma crítica direta à fragilidade da percepção humana diante do colapso social contemporâneo.

Assista “Aether and Truth Denied” em:
https://www.youtube/watch?v=ph0R0japs3k

O videoclipe integra o EP “inVolution”, lançado em julho de 2025. Com cinco faixas — cada uma representando um elemento da natureza (Terra, Água, Ar, Fogo e Éter) — o trabalho se apresenta como um manifesto sonoro contra a degradação ambiental e a involução humana. “Vivemos um processo de involução. A humanidade está retrocedendo em consciência, valores e respeito pela própria natureza”, afirma o vocalista André Meyer.

Ouça “inVolution” em https://show.co/i4QffjU

Gravado em Porto Alegre (RS), o EP teve guitarras, baixo e vocais registrados por Renato Osorio no Dry House Studio, com mixagem de Benhur Lima e arte assinada por Marcelo Vasco (Slayer, Kreator, Machine Head).

Com mais de 35 anos de carreira, a Distraught mantém sua relevância como um dos nomes mais consistentes do metal brasileiro, somando seis álbuns de estúdio, dois registros ao vivo e uma trajetória marcada por peso e identidade.

Siga a Distraught: @distraughtofficial
Sitehttps://www.distraught.com.br

HIBRIA lança “Undying”, primeiro single de novo álbum, e confirma show de reunião com Iuri Sanson e Renato Osorio no festival Full Metal Japan em 2026

Band Photo by:  @estudio.velvet @fbartmann e @fabiorrabelo

Primeiro lançamento do próximo álbum, “On the Shortness of Life”, marca nova etapa da banda gaúcha, que também subirá ao palco do festival japonês em 25 de outubro com formação especial ligada a fases marcantes de sua trajetória.

O HIBRIA tem o prazer de apresentar o novo single “Undying”, primeira amostra do próximo álbum de estúdio, “On the Shortness of Life”, que será lançado em 8 de agosto de 2026. Além do novo material, a banda confirmou presença no festival Full Metal Japan em 2026, no dia 25 de outubro, em Yokohama, no Japão, no Pia Arena MM, com presença de Iuri Sanson (vocal) e Renato Osorio (guitarra), integrantes de uma das formações mais clássicas da banda. Atualmente, o HIBRIA é formado por Abel Camargo (guitarra), Velles (guitarra), Angelo Parisotto (vocal), William Schuck (bateria) e Benhur Lima (baixo).

Assista lyric video do novo single “Undying”https://youtu.be/cV8llwk6JJs

Abel Camargo comenta sobre este momento para o HIBRIA:

É com imensa alegria que nós do HIBRIA anunciamos que estamos indo tocar no Japão pela oitava vez, na primeira versão do Full Metal Japan, “Powered” pelo Wacken Open Air.
Esse momento tão especial ficará marcado na história com o lançamento do nosso oitavo álbum de estúdio ‘On the Shortness of Life”, justamente no ano em que a banda completa 30 anos de carreira. Para deixar tudo ainda mais espetacular, teremos dois irmãos Hibrianos tocando com a gente na Terra do Sol Nascente: Iuri Sanson e Renato Osório.
Estamos preparando um show de perder o fôlego, em um espetáculo que ficará eternizado nas nossas mentes e corações.

Iuri Sanson comenta sobre o show especial do Japão:

“Orgulho muito grande de ter essa oportunidade de subir ao palco com o HIBRIA, especialmente no Japão, e no ano que a banda celebra 30 anos. Será uma grande festa que ficará para sempre na memória dos fãs.”

Sobre o novo single, o atual vocalista Angelo Parisotto explica:

Undying abre o álbum como um gesto de nascimento, não ingênuo, mas deliberado. Há aqui uma recusa silenciosa daquilo que Sêneca critica: a vida vivida por inércia, herdada, não escolhida. O eu-lírico surge como quem desperta para si, rompendo com o peso do passado e com a ideia de destino imposto. É menos sobre ser eterno, e mais sobre não desperdiçar o instante que se tem.
A noção de “indestrutível” ou até “imortal” não aparece como negação da morte, mas como afirmação de uma vontade que se reescreve continuamente. Um espírito que se recusa a ser moldado pelo tempo e, por isso mesmo no seu átimo, passa a moldá-lo. Há algo inaugural em cada verso, como se viver, aqui, fosse um ato consciente pela primeira vez.
Como faixa de abertura, ela busca estabelecer o eixo do álbum: não a duração da vida, mas a intensidade com que se decide habitá-la.

“Undying” funciona como um ponto de partida sólido para essa nova fase do HIBRIA. O single resgata elementos marcantes da identidade da banda, com peso, melodia e uma abordagem que dialoga com a essência do grupo, mas já introduz nuances que indicam um novo momento criativo. Mais do que antecipar integralmente a sonoridade de “On the Shortness of Life”, a faixa apresenta uma das faces do álbum, que deve ampliar esse universo com outras possibilidades estéticas e diferentes direções musicais, sem romper com o DNA que consolidou a trajetória do HIBRIA.

A música tem composição assinada por Abel Camargo e letra de Angelo Parisotto, sendo interpretada por Abel Camargo, Velles, Angelo Parisotto, William Schuck e Benhur Lima. A produção ficou a cargo de Renato Osorio, no Dry House Studio, enquanto a mixagem e a masterização foram feitas por Benhur Lima, no Angry Pick Studio. O lyric video foi desenvolvido por Gaby Vessoni, com arte de Carlos Fides.

Confira tracklist de “On the Shortness of Life”:
1 – Undying
2 – Fire Away
3 – Pulse
4 – Persist
5 – Melting Alive
6 – Against the Wall
7 – Animus
8 – On the Shortness of Life
I – “Adiaphora”
II – “Prohairesis”
III – “Apatheia”
IV – “Ataraxia”
v – “Eudaimonia”

HIBRIA e o Japão

A relação do HIBRIA com o Japão é um dos capítulos mais consistentes de sua carreira internacional. A banda já realizou diversas passagens pelo país ao longo dos anos, consolidando uma base fiel de público e mantendo presença frequente no circuito local. Em 2024, por exemplo, o grupo realizou sua sétima turnê japonesa, evidenciando a continuidade desse vínculo.

Com “Undying”, o HIBRIA apresenta o primeiro passo de seu próximo álbum e, ao mesmo tempo, conecta esse novo momento a uma apresentação de forte apelo simbólico no exterior. Entre material inédito e reencontro com nomes importantes de sua história, a banda transforma 2026 em um ano de renovação e revisita de sua própria trajetória.

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DEADLY SHADOWS lança vídeo clipe da música “Blood, Sweat and Thorns”

Créditos da foto:  Gabriel Frezza

A banda gaúcha de Heavy Metal DEADLY SHADOWS lançou no dia 12 um vídeo clipe para “Blood, Sweat and Thorns”, música presente em seu recém-lançado debut, “Running Back in Time”. Com produção de Johny Brando, o vídeo mostra um pouco do tema da temática da letra, criada pelo vocalista Tony Devil, que fala sobre o naufrágio de um navio que estava transportando escravos. Com o naufrágio, tripulação e escravos ficam presos juntos em uma ilha no Oceano Índico, iniciando assim uma história carregada de sofrimento e luta pela sobrevivência.

A letra busca contar esta experiência, onde as pessoas estão perdidas e abandonadas em um lugar desolado, enfrentando fome, desastres naturais e opressão. Os náufragos estão presos em uma ilha inacessível, sem esperança de resgate. De certo ponto, é sugerida uma crítica à indiferença e à crueldade da humanidade, bem como à ausência de intervenção divina para libertá-los de sua angústia. Ainda assim, segundo o vocalista, “a música é bastante subjetiva, pois não falo diretamente na letra o tema no qual me inspirei para criar a composição. Mas de modo geral, tentei transportar todo o sentimento dos náufragos para a música”.

Assista ao vídeo clipe de “Blood, Sweat and Thorns”:

Formada em 1988, a banda se destacou nos anos 90 com demos e participações em coletâneas. Após uma pausa, retornaram com quatro singles entre 2022 e 2023. O álbum, lançado em março, oferece uma mistura de faixas inéditas e reinterpretações de clássicos da banda, mostrando uma sonoridade focada no Heavy Metal tradicional, com toques “bluesy”. Disponível em todas as plataformas de streaming, o álbum promete uma jornada nostálgica para os fãs antigos e uma experiência envolvente para os novos ouvintes. Tony Devil (vocal), Maurício Grezzana e Júlio Machado (guitarras), Davi Frezza (baixo) e Daniel Balconi (bateria) trabalharam com Thiago Caurio, do Black Stork Studio, para a produção do álbum, enquanto a masterização ficou a cargo de Benhur Lima. A capa é uma obra assinada por Maurício Grezzana.

Ouça “Running Back in Time” no Spotify:

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