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HARD POWER lança vídeo clipe do single “All These Years”, uma poderosa balada

Créditos da foto:  José Florêncio

Após o grande sucesso de seu single de estreia, intitulado “Crawling in The Dust”, a banda HARD POWER lança “All These Years”, uma balada poderosa de tirar o fôlego. A letra fala sobre a importância da música na vida dos integrantes e sobre as difíceis escolhas que os músicos têm que lidar, e como os acontecimentos passam de maneira muito rápida. Cristiano Wortmann (vocal e guitarra), Michael “Mike” Polchowicz (vocal), Rafael Yadek (baixo) e Jean Montelli (bateria) contaram com a participação mais que especial do renomado tecladista Juninho Carelli (Noturnall, Shaman e Angra).  Assim como o primeiro single, a canção foi gravada, mixada e masterizada por Mateus Borges, com produção de Cristiano Wortmann e Mateus Borges. O vídeo clipe foi gravado e editado por José Florêncio.

Segundo o guitarrista Cristiano Wortmann, que compôs a música, a opção de lançar uma balada como segundo single surgiu de maneira natural: “Quando criei a música e fomos trabalhando em seus arranjos, o resultado ficou muito bom, e temos certeza de que ela é uma das músicas mais fortes do álbum que será lançado em julho de 2024. As frases de baixo do Rafael casaram perfeitamente com as viradas do Jean na bateria. O Mike jogou toda sua emoção em sua execução e não poderíamos ter ficado mais contentes. A música fala basicamente sobre nosso amor à música e possui um significado muito especial, que somente é sentido quando a ouvimos”. Sobre a participação de Juninho Carelli, o vocalista Mike comenta: “Já acompanhamos o trabalho do Juninho há um bom tempo e sua presença na música elevou ainda mais a qualidade da música. O cara é um dos melhores tecladistas do Brasil e esperamos trabalhar com ele novamente em um futuro próximo”.

Com uma bagagem significativa, incluindo experiência em estúdio, participações em renomados festivais como Rock in Rio e Monsters of Rock, além de apresentações em diversos estados do Brasil e América Latina, a HARD POWER utiliza todo esse histórico para entregar ao público músicas de alta qualidade e repletas de emoção. Além de sua impressionante formação, a HARD POWER traz consigo uma proposta musical arrojada, buscando criar uma sonoridade única que mescla elementos do Hard rock e Power metal. Ao unir a intensidade e vigor característicos do Hard com a complexidade melódica e a energia potente do Power, a banda se propõe a explorar novos horizontes sonoros.

Assista ao vídeo de ” All These Years”:

Ouça o single ” All These Years” no Spotify:

Ouça o single ” All These Years” no Deezer:

https://www.deezer.com/pt/album/553253912

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TREZE BLACK lança nova linha de merchandising e divulga agenda de shows

A banda TREZE BLACK, de Caçapava do Sul/RS, está lançando uma nova linha de merchandising, composta por camisetas, bolsas e bonés estilizados, cuja aquisição pode ser realizada direto com a banda, através de seu Instagram. O modelo de camiseta está disponível na cor preta, em diversos tamanhos, trazendo o logotipo da banda. O boné segue o mesmo padrão, um modelo trucker preto com o logotipo na cor branca, enquanto a bolsa de brim na cor preta evidencia a marca da banda, medindo 30 cm de altura e largura. Todos os itens estão disponíveis para envio pelo correio, bem como a entrega presencial na cidade natal do grupo. No Instagram da banda é possível visualizar melhor todos os produtos.

Valores:

🏴Camiseta – R$ 50,00

🏴Bag – R$ 75,00

🏴Boné Trucker – R$ 30,00

* Produtos a pronta entrega limitados

* Envio para todo o Brasil via Correios

* Descrição de tamanhos nas fotos publicadas no Instagram

* Encomendas podem ser feitas em caso de falta de estoque

Sendo vencedora da categoria melhor banda da cidade em votação popular dos Melhores do Ano de 2023, dentre todos os estilos, o TREZE BLACK, formado por Diandro Soares (vocal) Gabriel Leão (guitarra), Bruno Chaves (baixo) e Felipe Krauser (bateria), também tem focado suas atenções em shows, enquanto trabalham no sucesso do EP “Quimera”, de 2020. A agenda inclui as seguintes apresentações nos próximos meses, com outras datas ainda por vir:

30/03 – Lajeado/RS – Galera’s Rock bar

06/04 – Caçapava do Sul/RS – Amnésia Festival

27/04 – Porto Alegre/RS – Caos

18/05 – Caxias do Sul/RS – Radioativo Studio Music Hall

Assista ao vídeo clipe de “Antivírus”:

Ouça o EP “Quimera” no Spotify:

https://open.spotify.com/intl-pt/album/7zPmLB1mTygb5LY5J3s5hX

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Pioneiros do Milonga Metal do RAGE IN MY EYES representarão o Metal gaúcho no festival Summer Breeze Brasil

Créditos da foto: Laura Barros

No mês de abril a banda gaúcha RAGE IN MY EYES participará da segunda edição do festival Summer Breeze Brasil, que será realizado nos dias 26, 27 e 28 no Memorial da América Latina, em São Paulo. A versão brasileira do festival alemão trará em seu cast bandas como OVERKILL, AVATAR, KILLSWITCH ENGAGE, AMORPHIS, ANTHRAX, GENE SIMMONS BAND, DR. SIN e o esperado MERCYFUL FATE. Caberá ao RAGE IN MY EYES representar o Heavy Metal gaúcho no evento, sendo a única banda do estado escalada para esta grande celebração metálica. A apresentação está marcada para o dia 27 de abril, sábado, às 12:05, mesmo dia em que as bandas FORBIDDENANGRALACUNA COILEPICAHAMMERFALLGAMMA RAY NERVOSA subirão ao palco. No repertório, músicas do álbum “Ice Cell” (2019) e do EP “Spiral” (2021).

Considerados os pioneiros do Milonga Metal, estilo que une duas grandes paixões dos gaúchos, a Milonga e o Heavy Metal, o RAGE IN MY EYES entregará ao público uma experiência completa, seja sonora quanto visual, com os músicos vestindo trajes tipicamente gaúchos, adicionados ao figurino com o lançamento do álbum “Ice Cell” (2019). No line-up para este show estará o músico convidado Eduardo Nichele, responsável pelo acordeom. A milonga é um gênero musical e uma dança que tem suas raízes na cultura do Rio da Prata, que inclui Argentina e Uruguai. Embora muitas vezes seja associada ao tango, a Milonga é uma forma distinta por si só, embora compartilhe algumas semelhanças com o tango argentino. Em termos sonoros, a Milonga é caracterizada por um ritmo marcado e animado, geralmente mais rápido do que o tango, o que combina perfeitamente com o Heavy Metal da banda. Um dos instrumentos tradicionais usados na Milonga é o bandoneón (tipo de acordeão), e sua melodia é muitas vezes alegre e enérgica, com um toque de melancolia em algumas composições.

Seu mais recente lançamento é o DVD “And Then Came the Theater” disponibilizado recentemente no YouTube, trazendo uma apresentação registrada ao vivo no dia 24 de janeiro de 2022, no Teatro Bruno Kiefer, na Casa de Cultura Mário Quintana, localizada no coração da capital gaúcha. Esta será a primeira apresentação com o guitarrista Daniel Cardozo fora do estado, a além disso, fortalece a parceria com a produtora gaúcha BRAVO METAL, que não tem poupado esforços para trabalhar pelo crescimento do RAGE IN MY EYES e o fortalecimento da cena local, organizando diversos shows e festivais de qualidade. Os ingressos para o festival estão disponíveis de forma online, através do Clube do Ingresso. Mais informações em: www.clubedoingresso.com/evento/summerbreeze2024 ou no site do evento, em www.summerbreezebrasil.com.

Assista ao DVD “And Then Came the Theater”:

Assista ao vídeo de “I Don’t Want to Say Goodbye”:

Ouça o EP “Spiral”:

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Bandcamp: https://rageinmyeyes.bandcamp.com
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DARKSHIP divulga show da turnê de divulgação do álbum “Between the Shadows” em Carlos Barbosa

Está agendado para o dia 10 de fevereiro o show de divulgação do novo álbum do DARKSHIP em sua cidade natal, Carlos Barbosa/RS. “Between the Shadows”, disponibilizado nas plataformas digitais em junho passado, traz Joel Pagliarini (bateria), Sílvia Cristina Schneider Knob (vocal), Doods Junges (baixo), Ander Santos (violino e teclado) e Misael Dutra (guitarra/vocal) mostrando dez faixas baseadas em um estilo próprio, o Dark Electro Symphonic Modern Metal. Para mostrar estas faixas ao vivo, o grupo convidou as bandas locais Hervíbora Inside Out Scars para uma noite de muito Rock/Metal no Showbar, localizado na BR-470, 227, centro de Carlos Barbosa.

RESUMO:

📅 Data: 10 de fevereiro

📍 Local: Showbar, Carlos Barbosa/RS

⏰ Abertura da Casa: 22:30h

⏰ Início dos Shows:

INSIDE OUT SCARS: 22:30h

HERVÍBORA: 23:00h

DARKSHIP: 00:00h

Ingressos:

🎟 Primeiro Lote: R$ 20,00

🎟 Segundo Lote: R$ 25,00

🎟 Na Hora: R$ 35,00

🚨ingressos antecipados através do WhatsApp: (51) 99526-8776.

Além da gravação, produção, mixagem e masterização realizadas por Thiago Bianchi entre o outono de 2019 e a primavera de 2020, em “Between the Shadows” houve a edição de vozes de Wagner Cappia, edição de Flávio Zanella e capa criada pelo artista gráfico Carlos Fides.

Ouça “Between the Shadows” no Spotify:

Assista ao vídeo ao vivo de “You Raise Me Up!”:
https://www.youtube.com/watch?v=ZuznJLr09qE

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WHITE DRAGON PROJECT concorre aos melhores do ano em votação pela revista ROADIE CREW

Lançado em setembro, o debut do WHITE DRAGON PROJECT, intitulado “The Story of Gaia”, está concorrendo na tradicional votação de melhores do ano organizada pela revista ROADIE CREW, representando assim o interior de Minas Gerais. Além da categoria de melhor álbum do ano, o grupo também está concorrendo nas categorias individuais de cada integrante, sendo possível votar em Leo Rodrigues (vocal), Ramon (guitarra), Alex (guitarra), Jhony (baixo) e Rafael (teclados).

Calcado no Heavy Metal tradicional, com toques de progressivo, este segundo álbum do WHITE DRAGON PROJECT mostra a evolução da banda em relação do debut “Prepare for the Changes”, de 2018, trazendo composições versáteis, uma temática lírica instigante e produção sonora e visual caprichada. Para o vocalista Leo Rodrigues, participar da votação de melhores do ano da ROADIE CREW é uma tarefa importante: “Para a banda é uma grande honra estar concorrendo ao lado de bandas consagradas, como o Angra, o que nos deixa mais motivados para trabalhar ainda mais em nome do crescimento do White Dragon. Modéstia à parte, “The Story of Gaia” é um trabalho que merece estar na playlist de todos os apaixonados por Heavy Metal, e nossa tarefa é entregar o melhor resultado possível”. 

Disponibilizado nas plataformas digitais em 11 de setembro, “The Story of Gaia” já havia ganhado uma versão física exclusiva no mês de agosto, através da Nômade Records. Contando com dez faixas, o álbum aborda temas baseados na história e lendas de civilizações antigas, onde várias teorias se fundem com a realidade da nossa existência. A própria capa do álbum retrata muito bem esta temática, cuja arte foi assinada pelo designer gráfico Rômulo Dias.

Para votar nos melhores do ano, acesse:

https://roadiecrew.com/esta-aberta-a-votacao-melhores-de-2023-da-roadie-crew-vote-agora-mesmo/

Ouça “The Story of Gaia” no Spotify:

Assista ao lyric vídeo de “Anunnaks”:

Foto: Divulgação

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“The Game Has Begun” do THUNDER FORCE é eleito um dos melhores álbuns do ano pelo site REVISTA FREAK ao lado de ANGRA e CRYPTA

Créditos da foto: Márcio Baltazar

Lançado em dezembro, o debut da banda gaúcha THUNDER FORCE, intitulado “The Game Has Begun”, ficou entre os cinco melhores álbuns do ano em lista escolhida pelo redator Geraldo Andrade, do site Revista Freak. Figurando ao lado de lançamentos das bandas Angra, Nervosa, Edu Falaschi Crypta, o THUNDER FORCE alcança novos territórios e se destaca no cenário Heavy Metal nacional. Na publicação do site, o redator comentou: “Não posso deixar de citar uma banda que vem do Rio Grande do Sul, Thunder Force, que nos presenteou com seu álbum de estreia. Um heavy metal pesado, técnico e de alta qualidade. Letras muito interessantes, que falam de um personagem da segunda guerra mundial. É muito bom ver que todo o trabalho e dedicação da banda, resultou nesse ótimo trabalho de estreia. Só nos resta torcer, para que a banda não pare por aí, que esse seja apenas o início de uma longa história no heavy metal brasileiro”.

Confira a lista de melhores do ano:

https://revistafreak.com/top-5-melhores-lancamentos-nacionais-de-2023/

Este poderoso álbum de estreia do THUNDER FORCE, já está disponível em todas as plataformas digitais. A banda, formada em 2005 em Passo Fundo, Rio Grande do Sul, traz em seu álbum um Heavy Metal pesado, técnico e poderoso, com influências do Progressivo ao Thrash Metal. “The Game Has Begun”, gravado por Cristian Dal Solio no Fabrica Sonora Studio e mixado e masterizado pelo renomado produtor Adair Daufembach, traz uma temática variada, com letras que abordam conceitos de estratégia e um personagem da Segunda Guerra Mundial.

Márcio Oliveira (vocal), Leonardo Fernandes (guitarra), Marlon Martins (guitarra) Raul Giacomin (baixo) e Gabriel Brunelli (bateria) também participam da tradicional votação de melhores do ano pelos leitores da revista ROADIE CREW, concorrendo na categoria de melhor álbum nacional e nas categorias individuais dos músicos.

Para votar no THUNDER FORCE, acesse:

https://roadiecrew.com/esta-aberta-a-votacao-melhores-de-2023-da-roadie-crew-vote-agora-mesmo

Assista ao vídeo clipe de “Soulbreaker”:

Assista ao lyric vídeo de “Five Hundred Days”:

Ouça “The Game Has Begun” no Spotify:

APOTEOM lança vídeo clipe de “Outlaw”

Crédito da foto: Peterson Sanches

Após ter lançado o vídeo clipe de “Outlaw” de forma exclusiva na 45º edição do “Roadie Crew – Online Festival”, realizado em parceria da revista Roadie Crew com a produtora Som do Darma, os gaúchos da banda APOTEOM disponibilizam o vídeo em seu canal no YouTube, encerrando o ano com mais uma ação de divulgação de seu terceiro álbum, “Beautiful Lies”. Pedro Ferreira (guitarra/vocal), Gabriel Leão (guitarra), Maurício Tôrres (baixo) e Pablo Castro (bateria) agradecem à Roadie Crew e ao Som do Darma pelo convite em participara o evento e aos espectadores que elogiaram o som da banda, e agora convidam o público a conferir o material no canal da banda: “Ficamos muito contentes em poder participar do festival ao lado de tantas bandas excelentes, e agora contamos com todos para assistirem o vídeo e compartilharem, pois “Outlaw” é uma das nossas músicas preferidas do álbum e gostaríamos de fazê-la chegar ao maior número de headbangers”.

O vídeo clipe de “Outlaw” contou com a direção e roteiro de Peterson Sanches, tendo a participação do ator Bruno Chaves. A produção ficou a cargo do Fantom Group, com as filmagens com a banda sendo realizadas em um hangar no Aeroporto de Caçapava do Sul. As filmagens com o ator foram realizadas no estúdio do Fantom Group. Assim como a sonoridade da banda não segue apenas um determinado subgênero do Metal, as músicas do álbum abrangem uma série de assuntos. “Outlaw”, por exemplo, fala sobre “o momento em que vivemos na “cultura do cancelamento” sobre o medo de se expor, por ser marcado como “gado”, e questiona se vale a pena estar “fora da caixa” e ser um “Outlaw”, um fora da lei da internet…”.

“Beautiful Lies” foi gravado no Fantom Group e foi produzido por Maurício Tôrres e Pedro Ferreira, com capa criada pelo artista gráfico Rômulo Dias. No repertório de sete faixas do trabalho, há as participações especiais do músico nativista Leônidas Dutra Gomes (gaita e violão) na faixa “After The Apocalypse”Matheus Oliveira, vocalista da banda Vakan em “Brave To The Grave” e Luana Palma, vocalista das bandas Finita e Churril, em “While The World Is Burning”. Para 2024 o quarteto promete mais shows e outros projetos, que serão divulgados no decorrer dos próximos meses.

Assista ao vídeo clipe de “Outlaw”:

Ouça o álbum “Beautiful Lies” no Spotify:

“Bloody Blasphemy” do GOD DETHRONED ganha versão em formato slipcase no Brasil pela CIANETO DISCOS

O selo brasileiro CIANETO DISCOS lançou no mercado brasileiro uma versão especial do clássico “Bloody Blasphemy”, terceiro álbum de estúdio da banda holandesa de Death Metal GOD DETHRONED, lançado em 1999 pela gravadora Metal Blade Records. Disponível em CD com caixa acrílica + slipcase, este álbum é considerado como um dos trabalhos mais significativos e influentes da banda, consolidando sua posição no cenário do Metal extremo. “Bloody Blasphemy” mantém o estilo característico da banda, que é conhecido por suas composições agressivas e atmosfera sombria. A produção do álbum é robusta e contribui para a entrega impactante das músicas. Os elementos técnicos e a mixagem são bem executados, capturando a ferocidade e a intensidade da música do GOD DETHRONED.

“Bloody Blasphemy” foi gravado no estúdio Unholy Ground entre o outono e inverno de 1998 e lançado em 6 de abril do ano seguinte, ratificando a evolução do grupo, que trazia em suas fileiras Henri (vocal/guitarra), Jens (guitarra), Beef (baixo) e Roel (bateria). Como o título sugere, “Bloody Blasphemy” lida com temas blasfemos e obscuros. As letras exploram conceitos ligados à blasfêmia, anti-religião e outras temáticas. A abordagem lírica agressiva é complementada pela música intensa, criando uma atmosfera coesa ao longo do álbum. Algumas faixas marcantes do álbum são “The Execution Protocol”, “Firebreath” e a enigmática “Soul Capture 1562”, com seus longos 8 minutos de duração.

“Soul Capture 1562”, um dos destaques do álbum,descreve uma narrativa envolvendo um navio em meio a mares turbulentos, enfrentando desafios sobrenaturais. O capitão desafia Deus e um espírito maligno, resultando em uma maldição que condena o navio a vagar eternamente pelos mares. A referência ao ano “1562” sugere uma ambientação histórica, relacionada a eventos como o transporte de escravos, citados na letra. O narrador expressa desafio e desespero diante das forças sobrenaturais que amaldiçoaram sua jornada, buscando compreender o preço a ser pago por suas ações. O tema aborda elementos como desafio a poderes divinos, maldições, e a inevitabilidade de um destino amaldiçoado.

Para os aficionados em história e sua ligação com o cenário Heavy Metal, sabe-se que em outubro de 1562 o corsário John Hawkins realiza o primeiro de vários trajetos de comércio de escravos, atacando navios negreiros portugueses ao largo da costa oeste africana e transportando à força os africanos escravizados a bordo para colônias espanholas nas Américas, com o objetivo de vendê-los. Hawkins chega à ilha de Hispaniola, nas Índias Ocidentais Espanholas, onde vende ilegalmente os africanos escravizados para colonos locais, visto que sua presença viola as leis espanholas.

Confira o track list do álbum:

1. Serpent King

2. Nocturnal

3. The Execution Protocol

4. Boiling Blood

5. A View of Ages

6. Soul Capture 1562

7. Under the Golden Wings of Death

8. Firebreath

9. Bloody Blasphemy

Para adquirir o álbum, acesse:

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Ouça o álbum via Spotify:

Assista ao vídeo clipe de “Under the Golden Wings of Death”:

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Bandcamp: www.cianeto.bandcamp.com

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RITUALIST lança vídeo com surpreendente versão para “Caught Somewhere in Time” do IRON MAIDEN

Créditos da foto: Leonardo Gomes (@leogomesfotografia)

Ao mesmo tempo em que divulga seu primeiro álbum, intitulado Tales of Life and Death”, a banda gaúcha RITUALIST lança um vídeo com uma surpreendente versão para a clássica “Caught Somewhere in Time”, do IRON MAIDEN. O cover foi gravado ao vivo no estúdio LST Records, do produtor Lucas Santorum, que ficou responsável pela mixagem do áudio e edição do vídeo. A formação contou com a participação especial do baterista Guilherme Oliva, dos baluartes do Metal gaúcho SPARTACUS. Além de Oliva, participou o guitarrista Jonathan Motta, um amigo próximo da banda e que colaborou na composição da música “Darkness”, contida no debut. Além disso, o guitarrista está colaborando ainda mais ativamente com a banda nas composições do próximo trabalho. No baixo, participou Dermival Estlin Jr. (ex-Stomia), que a partir de agora assume oficialmente o posto de novo baixista do RITUALIST. O line-up é fechado com Rogério Reis na guitarra e Ricardo Janke no vocal.

Assista ao vídeo:

Segundo o vocalista, o intuito deste vídeo foi de manter a banda na ativa enquanto selecionam um novo baterista: “Escolhemos este clássico do Maiden tanto pela paixão que temos pelo “Somewhere in Time”, quanto pela sua técnica absurda, onde todos os músicos se destacam. Através do vídeo queremos seguir nossa busca por um novo baterista, que esteja disposto a tocar Metal tradicional e composições próprias. Quem tiver interesse na vaga, basta entrar em contato!”.

Sobre “Caught Somewhere in Time”, trata-se da faixa de abertura do sexto álbum de estúdio do IRON MAIDEN, intitulado “Somewhere in Time”, lançado em 1986. A música foi escrita pelo baixista e principal compositor da banda, Steve Harris. O álbum “Somewhere in Time” foi o primeiro do Maiden a apresentar elementos de sintetizadores e teclados, adicionando uma dimensão diferente ao som tradicional da banda. A letra da música aborda temas de viagem no tempo e explora a ideia de estar preso em algum lugar entre o passado e o presente. A música começa com uma introdução de teclado sintetizado antes de se transformar em riffs de guitarra intensos, características marcantes da banda. A habilidade vocal de Bruce Dickinson é evidente ao longo da faixa, enquanto a instrumentação complexa destaca a técnica excepcional dos membros da banda.

Assista ao lyric vídeo de “Temple of Madness”:

Ouça o álbum “Tales of Life and Death” no Spotify:

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TOXIC CARNAGE lança single e lyric vídeo de “Pyramid of Death”, que aborda o ódio e a cegueira da humanidade

Créditos da foto: Chris Justtino

Os thrashers do TOXIC CARNAGE chegam ao final de 2023 com o aguardado single e lyric vídeo de “Pyramid of Death”, que antecipa o lançamento de seu novo álbum, previsto para o primeiro semestre do ano que vem. Formada em 2008 em Mairinque, São Paulo, a banda tem uma trajetória marcada por destruição musical e uma presença consolidada na cena do Thrash Metal brasileiro. Em 2010, lançaram o EP “Storm of Hate”, contendo nove faixas, incluindo um cover do Kreator. Colaboraram com outras bandas, lançando splits como “Cursed Carnage” em 2013 e “Beer Drinkers and Hellraisers” em 2015.

Em 2016, lançaram a coletânea “Total Carnage”, reunindo o melhor de sua obra até então. Em 2017, deram passos significativos com o single “Violence and Beer” e o split “Preachers of the Fallen Fate” em parceria com a banda grega Rapture. Discutiram mudanças, incluindo logotipo e transição para o Black/Thrash, retornando às raízes de bandas como Toxic Holocaust. Em 2019, lançaram seu primeiro álbum completo, “Doomed From The Beginning”. Durante a pandemia de 2020, divulgaram o single “Nuclear Addiction”, indicando uma evolução sonora. Atualmente, a banda está trabalhando no lançamento de seu segundo álbum, consolidando sua presença na cena thrasher.

Lançado em novembro, “Pyramid of Death” traz Robson Dionisio (baixo/vocal), Roberlei Cristiano (guitarra) e Bruno Campos (bateria) usando e abusando de sua experiência no Thrash Metal, com destaque para a letra da música, que aborda a temática da ganância e do ódio que têm cegado a humanidade ao longo dos tempos. A música fala da manipulação mental ao longo de muitos anos, resultando em uma sociedade segregada. Apresenta a ideia de harmonia como uma utopia simples, permitindo que a humanidade tolere suas próprias correntes, sem perceber que está cega para sobreviver, apenas para terminar a vida em dor. De acordo com Robson Dionisio“A metáfora de uma pirâmide interminável de morte é usada para descrever a sociedade, onde o lixo daqueles no topo alimenta os que estão abaixo, transformando o mundo em um monte de resíduos. O progresso é comparado a ventos envenenados, pintando o mundo em tons de cinza”.

A arte da capa, condizente com o trabalho, traduz perfeitamente a mensagem da letra, que alerta para a falsa noção de recursos infinitos, enquanto uma minoria (1%) constrói barricadas para se proteger. A visão, sob o ponto de vista da banda, é descrita como trágica, um retrato do fracasso humano, mostrando a imagem da desigualdade e da decadência. A letra destaca a exploração, venda e mentiras que permeiam a vida, resultando em uma existência frustrada e a sensação de ser explorado até o fim, enquanto as engrenagens giram e matam a cada respiração.

Assista ao lyric vídeo:

Ouça a música no Bandcamp:

https://toxiccarnage.bandcamp.com/track/pyramid-of-death

Ouça a música no Deezer:

https://www.deezer.com/en/album/507225961

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“O Agios Pethane”, clássico do ícone do Death/Grind alemão BLOOD, é lançado no Brasil pela CIANETO DISCOS em formato especial

O terceiro álbum dos alemães do BLOOD, intitulado “O Agios Pethane”, já está disponível em território brasileiro através do selo CIANETO DISCOS, especializado em Metal extremo. Lançado originalmente em 1993, o petardo contém 20 faixas divididas em cerca de meia hora de duração, apresentando doses ríspidas de Death Metal/Grindcore. Licenciado diretamente com a banda, o álbum está disponível no Brasil em formato CD com caixa acrílica + slipcase envernizado com uma arte especial, mantendo a capa original no acrílico.

Segundo o site Power Metal (https://powermetal.de/review/review-Blood/O_Agios_Pethane__Re-Release_,28370.html), “O Agios Pethane” é “um verdadeiro clássico que continua sendo um dos melhores lançamentos internacionais de Grindcore de todos os tempos”. O site ainda destaca onde a banda buscou inspiração para seu trabalho: “Na época, o Blood já estava claramente inspirado pelo Grindcore americano, incorporando influências de gigantes da cena da Flórida. Bandas como Death e Incantation estão tão presentes quanto o material mais técnico de Immolation e Suffocation. No entanto, em “O Agios Pethane”, a banda dispara em modo automático, acelerando rapidamente pelas músicas e não perdendo muito tempo alongando arranjos em proporções épicas. Surpreendentemente, mesmo com a quantidade de músicas, a banda distribui diversas características, evitando uniformidade”.

BLOOD é um dos grandes representantes do cenário extremo alemão, especialmente no nico Death Metal/Grindcore. Fundada em 1986, a banda ganhou reconhecimento por sua abordagem única que mescla elementos de Death Metal, Grindcore, Thrash Metal e Punk. Esse híbrido sonoro distinto estabeleceu um padrão próprio. Com a trinca inicial “Impulse to Destroy” (1989), “Christbait” (1992) e “O Agios Pethane”, a banda se firmou com destaque da cena alemã, majoritariamente conhecida pelas suas bandas de Heavy/Power e Speed Metal.

Para comprar o álbum e conferir todos os outros itens do selo, acesse:

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ODE INSONE lança o EP “Dracula”, baseado na obra de Bram Stoker

Nome em ascensão no Doom Metal nacional, o ODE INSONE está lançando o EP “Dracula”, inspirado no mundialmente conhecido conto “Drácula”, escrito pelo autor irlandês Bram Stoker e publicado pela primeira vez em 1897. Composto de quatro faixas inéditas, o EP teve a arte da capa criada por Aurélio Lara (@designlara_artwork) e o processo de gravação realizado no Bestial God Creations com produção da própria banda, que é composta por Tiago Monteiro (vocal), Venore (vocal), Mad Ferreira (guitarra), Diego Nóbrega (baixo), George Alexandria (bateria) e Priscila Hawana (teclados). Com três álbuns na bagagem e uma participação no “My Dying Bride – Brazilian Tribute”, com a faixa “Meu Vinho em Silêncio”, o ODE INSONE colhe os frutos de seu intenso trabalho em prol do Doom Metal.

A primeira faixa do EP, que leva justamente o nome “Drácula”, aborda temas de amor, sacrifício e solidão, explorando a narrativa de Drácula como um ser imortal. Os versos falam sobre a importância do sangue como vida e preço do amor, destacando a alma como sacrifício e Drácula como mártir da dor. A história revela fracassos, traições e a consumação da solidão, simbolizada pelo mergulho nas águas. Drácula, o Príncipe Dragão, expressa entrega e desejos românticos. A presença do amor é apresentada como uma força que transcende a morte, conduzindo Drácula através das trevas. O tema central é a dualidade entre a imortalidade de Drácula e sua busca por conexão e significado por meio do amor.

“Soturna Tragédia” vem na sequência e evoca uma atmosfera sombria e melancólica. Descreve um estado de fragilidade e busca por paz no silêncio, destacando o cenário desolador de um horizonte vermelho ao pôr do sol. Há um sentimento de desespero, expresso na incapacidade de suportar o abismo iminente. A transformação em cinzas sob um rio assombrado simboliza uma condição de perda e condenação, sugerindo que nem mesmo os amantes serão salvos. A letra pinta um quadro de desesperança e fatalismo, onde a luz se apaga, o paraíso se torna um estado de sono e uma tragédia sombria se desenrola, levando à morte da estação primaveril.

A terceira música, “Vampíria”, embora mais curta, não deixa de ser menos densa e poética.  A narrativa se concentra em uma viagem a bordo do navio Démeter, que está condenado. A noite é caracterizada como “noite de Vampíria”. Durante a jornada, o vento ecoa como um trovão, prenunciando a morte iminente. Os tripulantes do navio são apresentados como sacrifícios e peças em um jogo conduzido pelo caçador, sugerindo que estão destinados a serem presas da figura vampírica. A letra descreve basicamente uma viagem sombria e sinistra, onde a presença de uma entidade vampírica transforma a noite em um período de perigo e morte, com a tripulação do navio sendo os potenciais vítimas.

Por fim, a longa “Persephóne”, que explora temas de perda, sofrimento, busca por redenção e o ciclo contínuo de amor e dor. Ao longo da música, o personagem principal enfrenta lutas contra as sombras do passado, clamando pela liberdade do coração e confrontando a dor que permanece. A ideia de caminhos fechados pela dor sugere um sentimento de prisão emocional. O refúgio é encontrado no silêncio, que é percebido como salvação. No entanto, mesmo nesse refúgio, o eu lírico reconhece que a cura é incompleta, e há um retorno ao sofrimento. O coração sangrando sempre que se ama e a busca por redenção indicam um ciclo constante de dor e amor. A música explora a autodescoberta, a compreensão da dor, a purificação do coração e a aceitação dos próprios sentimentos. No final, há um apelo para que alguém volte antes que seja tarde, sugerindo um desejo de reconciliação ou resolução antes que as oportunidades se esgotem. A referência a Persephóne sugere uma conexão com a mitologia grega, especificamente com Perséfone, filha de Deméter, a deusa da agricultura, e Zeus, o rei dos deuses olímpicos. Perséfone é muitas vezes associada à primavera e ao ciclo das estações.

Créditos da foto: Rizemberg (@rizemberg)

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OVERDOSE NUCLEAR encerra o ano com o festival “Verão Nuclear” em Ubatuba/SP

Encerrando mais um ano de muitas atividades, dentre elas, o lançamento de seu segundo álbum, intitulado “Metal do Mangue”, o OVERDOSE NUCLEAR anuncia o festival “Verão Nuclear”, que será realizado no dia 23 de dezembro em sua cidade natal, Ubatuba, litoral norte de São Paulo. Com início programado para as 23h, o evento contará ainda com as bandas Chaos Sypnosis, Manger Cadavre?, Ancestral Malediction Cavernose Morfética, que dividirão o palco do Firma 012 (Rua Condessa de Vimieiro, 32) com os anfitriões do OVERDOSE NUCLEAR em uma noite imperdível. Ingressos poderão ser adquiridos via site do Sympla nos valores de R$ 30,00 a R$ 50,00, em https://www.sympla.com.br/evento/verao-nuclear-2023/2252898.

Além disso, o OVERDOSE NUCLEAR participou do “5º Caraguá Extreme Fest Rock” em Caraguatatuba/SP, evento que reuniu mais de 1 mil pessoas na Praça da Cultura, no dia 25 de novembro. O festival foi destaque no site da prefeitura (https://www.caraguatatuba.sp.gov.br/pmc/2023/11/5o-caragua-extreme-fest-rock-reune-mais-de-1-mil-fas-na-praca-da-cultura), onde o secretário adjunto de Turismo, Rodrigo Tavano, comentou que “o festival é mais uma proposta de valorizar a diversidade musical e a promoção da cultura na cidade, sendo atualmente considerado um dos principais festivais de rock do Litoral Norte”. Julio Candinho (vocal), Marcus Goulart (guitarra), Gustavo Albado (baixo) e Rodrigo Kusayama (bateria) dividiram o palco com as bandas Infector CellSadistic MessiahAncestral Malediction e Chaos Synopsis, tornando o evento um grande encontro de parceiros metálicos, como destacou Julio Candinho“Agradecemos imensamente a organização do festival e a administração local, que demonstraram grande profissionalismo e mostraram o quanto o Heavy Metal é forte em nossa região. Agora no dia 23 vamos reencontrar nossos parceiros do Ancestral e do Chaos para mais uma demonstração de apoio e união entre as bandas, fechando o ano com muitos decibéis nucleares!”.

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THUNDER FORCE, nome emergente do Metal nacional, lança o álbum “The Game Has Begun”

Já está disponível em todas as plataformas digitais o álbum de estreia da banda gaúcha THUNDER FORCE, intitulado “The Game Has Begun”. Composto de oito faixas, o trabalho ratifica a qualidade que o grupo vinha apresentado em seus mais recentes singles e lançamentos em formato de vídeo clipe e lyric vídeo. Gravado por Cristian Dal Solio no Fabrica Sonora Studio e mixado e masterizado pelo renomado produtor Adair Daufembach, o álbum traz um Heavy Metal pesado, técnico e poderoso, englobando as mais diversas influências da banda, do Progressivo ao Thrash Metal, mas calçado no Heavy Metal com nuances de Power Metal. Com capa criada por Carlos Fides, “The Game Has Begun” traz uma temática variada, com letras que abordam conceitos de estratégia, um personagem da Segunda Guerra Mundial e até mesmo a força destrutiva do amor. Tudo isso embalado no mais portentoso e inspirado Heavy Metal.

Márcio Oliveira (vocal), Leonardo Fernandes (guitarra), Marlon Martins (guitarra) Raul Giacomin (baixo) e Gabriel Brunelli (bateria) declaram: “Lançar “The Game Has Begun” é concretizar um sonho iniciado há muito tempo, onde tínhamos em mente todo um conceito de como o álbum deveria soar e o que traríamos de mensagens em nossas letras. Cada uma destas faixas foi trabalhada à exaustão e nos mínimos detalhes, trazendo uma soma de nossas influências que na equação final resulta nesta sonoridade tão única que é o som do Thunder Force! Esperamos que todos apreciem o álbum assim como nós ficamos contentes em apresentá-lo. Boa audição a todos!”.

O álbum tem início com a faixa-título, cuja letra descreve um conceito que se assemelha a um jogo estratégico ou a uma metáfora da vida, onde o protagonista se preparou ao longo dos anos para enfrentar desafios. A letra destaca a importância da estratégia, da adaptação e da capacidade de reconhecer oportunidades na vida. “Soulbreaker”, lançada anteriormente no formato de single e vídeo clipe, aborda um tema sombrio, sugerindo a presença de uma força destrutiva chamada “Quebrador de Almas”. Essa entidade é descrita como rápida e precisa, capaz de penetrar profundamente na alma, causando decisões erradas e cegueira espiritual. Na sequência, “No Scape” fala sobre a efemeridade da vida, a inevitabilidade das escolhas e o peso das consequências. Destaca que mesmo escolhendo corretamente, ainda é necessário enfrentar as consequências dos erros do passado. A quarta faixa, “Stranger Calling My Name”, é uma das músicas mais antigas presentes no álbum, lançada originalmente como single em 2010, abordaa sensação de conexão profunda com alguém que não é totalmente compreendida. Há uma busca por algo invisível, uma comunicação entre duas mentes que estão ligadas por um destino comum. A ideia de dois caminhos, dois irmãos, duas vidas com uma esperança compartilhada, sugere uma ligação significativa entre as pessoas.

“Five Hundred Days”, lançada anteriormente como single e em formato de lyric vídeo, traz um tema mais agressivo, baseado na minissérie “The Liberator”, ambientada durante a Segunda Guerra Mundial e segue a história verídica do oficial do Exército dos Estados Unidos, Felix L. Sparks, e sua unidade, a 157º Regimento de Infantaria da 45ª Divisão de Infantaria. A sexta faixa, “Wolf Under The Sea” aborda a ideia de uma ameaça oculta ou perigo que reside nas profundezas do mar. O “Lobo Sob o Mar” é descrito como invisível e silencioso, caçando nas profundezas. A metáfora do lobo perseguindo ovelhas sugere um predador oculto que as vítimas, neste caso, o mundo, não percebem. “Stealth Supressor”, penúltima faixa, fala sobre a sedução por algo obscuro, personificado pelas “palavras doces” e pela promessa de paraíso. A letra explora temas como pecado, julgamento e justiça divina, enquanto o narrador proclama a liberdade de seus medos e a conquista da paz e fé. Por fim, “Fallen Memories” descreve as memórias de alguém que testemunhou cenas traumáticas em campos de batalha. O narrador lembra-se vividamente dos horrores da guerra, das pessoas sofrendo e do sangue derramado. A ênfase nas “memórias caídas” destaca a persistência dos impactos emocionais dessas experiências, mesmo quando o tempo passa.

O vídeo clipe de épica “Soulbreaker” recebeu reacts do canal de “cortes” do Heavy Talk e nas redes sociais do OCARADOMETAL, recebendo efusivos elogios.

Track list do álbum:

01 – The Game Has Begun

02 – Soulbreaker

03 – No Scape

04 – Stranger Calling My Name

05 – Five Hundred Days

06 – Wolf Under the Sea

07 – Stealth Supressor

08 – Fallen Memories

Assista ao react de “Soulbreaker” do canal Heavy Talk:

Assista ao vídeo clipe de “Soulbreaker”:

Assista ao lyric vídeo de “Five Hundred Days”:

Ouça “The Game Has Begun” no Spotify:

Créditos da foto: Márcio Baltazar

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Confira a segunda parte do RENATOCAST com Zhema Rodero do VULCANO

Créditos da foto: Necroshorns (https://www.instagram.com/necroshorns)

Está no ar a segunda parte de uma trilogia especial sobre o VULCANO com o guitarrista Zhema Rodero no podcast RENATOCAST, apresentado por Renato Sanson. Na primeira parte do bate-papo, disponibilizado no mês de outubro, Zhema compartilhou insights sobre a formação da banda e a transição do Rock and Roll para um som mais extremo. O ex-baixista, agora guitarrista, também detalhou a experiência de gravação do álbum “Live!” e explicou as dificuldades de comunicação com outras bandas nos anos 1980 e sublinhou a importância dos fanzines no desenvolvimento da cena metálica da época.

Nesta segunda parte do especial, Zhema foi indagado sobre a parte temática do VULCANO e a importância na composição das letras e de que forma isto é trabalhado na banda. O guitarrista citou o ex-membro Carli Cooper, chamando-o de “mestre da minha classe”, referente à sua influência no início da década de 1980, relembrando momentos de descobertas líricas e que vieram a influenciar seu estilo de compor nas décadas seguintes. Segundo Zhema, seu estilo de composição segue uma regra, onde um percentual da letra conta exatamente o que ele tem em mente, e o percentual restante aplica-se uma fórmula que prende mais o ouvinte, através de um refrão marcante, por exemplo. De acordo com Zhema, tanto um riff ou um refrão poderão conquistar o ouvinte de imediato, mas afirmou que não há uma fórmula exata de composição que prenderá o ouvinte.

Além disso, o bate-papo seguiu para a área da tecnologia, tanto das mídias físicas quanto da internet, onde foram abordados os prós e contras de tantas mudanças, que de uma forma ou de outra afetam o mundo da música e nosso dia a dia. Zhema lembrou inclusive quando surgiu o CD de forma massiva, onde era dito que seria a “morte do vinil”. No campo da internet, destacou-se a facilidade com que os contatos podem ser feitos, mas ao mesmo tempo acabam fazendo com que percamos muito tempo conectados, não sobrando tempo nem para ler um livro. Zhema citou ainda uma fala de Carli Cooper, que chama a atual geração de “geração polegar”, devido a utilização dos polegares para escrever no celular. Confira mais acessando o podcast!

Ouça o podcast no Spotify:

RAGE IN MY EYES anuncia participação no megafestival Summer Breeze Brasil

Créditos da foto: Laura Barros

Com o DVD “And Then Came the Theater” lançado recentemente no YouTube e o anúncio da entrada do novo guitarrista, Daniel Cardoso, a banda gaúcha RAGE IN MY EYES divulga sua entrada no cast do megafestival Summer Breeze Brasil, que será realizado no mês de abril de 2024 na cidade de São Paulo. A segunda edição do Summer Breeze Open Air no Brasil está marcada para os dias 26, 27 e 28 de abril de 2024, no Memorial da América Latina, em São Paulo. O RAGE IN MY EYES participará do festival ao lado de bandas como BIOHAZARD, CARCASS, EXODUS, DEATH ANGEL, WITHIN TEMPTATION, HAMMERFALL, ANTHRAX, KILLSWITCH ENGAGE, SEBASTIAN BACH, MR.BIG, EPICA e do aguardado MERCYFUL FATE, consolidando-se como um dos principais eventos do Heavy Metal brasileiro. Os ingressos estão disponíveis de forma online, através do Clube do Ingresso. Mais informações em: www.clubedoingresso.com/evento/summerbreeze2024 ou no site do evento, em www.summerbreezebrasil.com.

Em comunicado, a banda anunciou: “Estamos encerrando o ano com muitos projetos em andamento e para 2024 já temos esta grande oportunidade em poder dividir o palco com tantas bandas que admiramos e para um público seleto num festival que chega a sua segunda edição no Brasil com força total. Agradecemos à produção do Summer Breeze Brasil pelo convite e aos nossos parceiros da Bravo Metal Mgmt pela grande parceria! Contamos com a presença de todos no festival e nas demais ações que estamos planejando para breve!”.  No repertório do grupo, os fãs podem esperar músicas do álbum “Ice Cell” (2019) e do EP “Spiral” (2021), além de outras surpresas.

O lançamento do DVD ao vivo “And Then Came the Theater” encerra uma fase da carreira da banda e com a entrada do guitarrista Daniel Cardoso RAGE IN MY EYES planeja também o lançamento de material inédito para o próximo ano, já em fase de composição. De acordo com o baixista Pedro Fauth, as novas composições devem seguir a sonoridade típica da banda, mantendo as inserções de acordeom e mantendo suas conexões com a milonga, ratificando assim que posição de vanguarda. Fauth comenta: “O DNA da milonga já está inserido em nossa sonoridade de forma natural, bem como nossas vestimentas inspiradas nas tradições gauchescas. Levaremos um pouco destas tradições para o público do Summer Breeze, mostrando um pouco da nossa cultura tão peculiar que se alinha perfeitamente com Heavy Metal”.

Assista ao DVD “And Then Came the Theater” no YouTube:

Ouça a música “Spark of Hope” no Spotify:

RITUALIST lança lyric vídeo de “Temple of Madness”, música que conta com a participação de Magnus Wichmann (ex-Rage In My Eyes)

Lançado recentemente, o álbum Tales of Life and Death”, da banda gaúcha RITUALIST, tem chamado a atenção pela sua técnica e agressividade, cuja sonoridade engloba o que há de melhor entre o Heavy e Power Metal. E para dar seguimento à divulgação do álbum, a banda disponibilizou um lyric vídeo para “Temple of Madness”, produzido pelo próprio vocalista da banda, Ricardo Janke. A faixa conta com a participação do guitarrista Magnus Wichmann, que faz o solo de abertura e intercala solos no meio da música com o guitarrista Rogério Reis. Magnus toca ainda em “Vampire Brother”, fechando uma parceria muito produtiva, como declarou a banda: “Ter o Magnus tocando duas músicas com a gente foi a cereja do bolo. Acompanhamos seu trabalho desde os tempos do Scelerata até o Rage In My Eyes e não poupamos esforços em ter seus solos engradecendo nossas músicas. O Magnus é certamente uma de nossas grandes influências do Metal gaúcho”.

Assista ao lyric vídeo de “Temple of Madness”:

Segundo Ricardo Janke, a música nasceu entre os anos de 2004 e 2006, quando ele e o guitarrista Rogério Reis tocaram juntos na banda INNERSIGHT, ainda nos tempos da escola. De acordo com Rogério Reis“na época Janke apresentou as linhas gerais do que seria a música para a banda, mas na ocasião a música não chegou a ser finalizada. Os anos se passaram e quando voltamos a compor juntos, “Temple of Madness” foi finalizada, ganhando uma pegada mais atual, e lançada em nosso debut”. Janke completa; “Foi como voltar no tempo, quando dávamos nossos primeiros passos mais profissionais no mundo da música. Lembro que quando a compomos, tínhamos algumas ideias, e ao retrabalhar ela tanto tempo depois, acabamos mantendo a maioria das ideias, mas, pensando numa pegada mais próxima do que estamos trabalhando no momento. Ainda assim, nos traz memórias muito boas, de uma época memorável”.

Na época, o INNERSIGHT foi o embrião do que posteriormente viria a ser o RITUALIST, e contava ainda com o baterista Rafael Reis (ex-Eridanus/ex-Ritualist) e o baixista Marcos Vieira. Após o término da banda, a dupla seguiu por caminhos distintos. Em 2012, Rogério Reis montou o RITUALIST, inicialmente como uma banda de covers, e em 2018 Janke juntou-se ao grupo que retomou então o foco em composições autorais, com o lançamento do EP “Praeludium” em 2021, que conta com três faixas, o qual, acabou abrindo o caminho para o que viria a ser o álbum ‘Tales of Life and Death”, composto de 10 faixas trazendo diversas participações especiais. Além de Magnus Wichmann, o álbum traz Lucas Grzesczak (Asator, Dressed in Blood) que participou nas músicas “Fallen Angels” e “Vampire Brother” e a cantora lírica Vivian Capobianco (Tomahawk), responsável pelas partes líricas na faixa “Child of the Sun”.

Ouça o álbum Tales of Life and Death” no Spotify:

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Confira “Epic Synthesizer Music Vol. 2”, 17º álbum solo do conceituado músico gaúcho ELOY FRITSCH

Créditos da foto: Ricardo Fritsch

Em atividade por quatro décadas, o músico gaúcho ELOY FRITSCH chega ao seu 17º álbum solo, “Epic Synthesizer Music Vol. 2”, trazendo uma seleção com 11 músicas apresentando novas versões para composições lançadas ao longo de sua carreira solo. Nome consagrado da música Progressiva brasileira, o tecladista iniciou sua trajetória com a banda de Rock Progressivo Apocalypse, formada na cidade de Caxias do Sul em 1983, há exatos quarenta anos atrás. Neste período, a banda construiu um legado que possui um vasto catálogo de composições originais, incluindo versões em inglês, além de realizar turnês pelos Estados Unidos e Brasil, deixando sua marca com a gravação de diversos álbuns de estúdio e DVDs, além de participar de compilações internacionais na Espanha, França e Estados Unidos.

Com “Epic Synthesizer Music Vol. 2”, o tecladista reinterpreta estas 11 composições, que são caracterizadas por melodias majestosas e texturas eletrônicas geradas por sintetizadores e sequenciadores. Destaques incluem uma nova versão de “Spacetime” do álbum “Cosmic Light” (2021), seguida por uma versão compacta de “Mayan Temple”, mantendo o espírito virtuoso do Rock Progressivo. O álbum também apresenta a emotiva “Eternal”, uma homenagem ao influente compositor grego Vangelis, e outras faixas como “Warp Drive”“Artificial Intelligence”, que explora a música eletrônica com vocais de vocoder.

“Aurora Borealis” encanta com sua melodia sinfônica e vozes femininas acompanhadas por sintetizadores, enquanto “Atlantis” é uma faixa épica com elementos percussivos e alternância entre sons sintetizados e instrumentos étnicos. Duas músicas do álbum “Exogenesis” recebem novas versões, “Exogenesis Part I” e “Neutron Star”. Para encerrar, ELOY FRITSCH preparou também uma nova interpretação de “Beyond the Mountain”, destacando as partes corais em harmonia com os sintetizadores.

Confira o track list:

1 – Spacetime

2 – Mayan Temple

3 – Eternal

4 – Spacelab

5 – Warp Drive

6 – Artificial Intelligence

7 – Aurora Borealis

8 – Atlantis

9 – Exogenesis, Pt.1

10 – Neutron Star

11 – Beyond the Mountains

Ouça a música “Spacelab” no Youtube:

Ouça o álbum “Epic Synthesizer Music Vol. 2” no Spotify:

SYMMETRYA anuncia retorno de ex-integrantes e trabalha na pré-produção do quarto álbum

A banda catarinense de Heavy Metal SYMMETRYA anuncia o retorno de ex-integrantes e completa a formação para seu quarto álbum. Novamente composto por Jurandir Jr, (vocal), Alexandre Lamim (guitarra), Bruno Roberto (guitarra), Filipe Moreira (baixo) e Marcos Vinicius (bateria), o grupo agora trabalha na fase final de pré-produção do sucessor de “Beyond the Darkness” (2018), seu último registro completo de estúdio. Segundo Jurandir Jr., “as composições ganharam uma dose extra de peso em relação aos outros três álbuns e será o primeiro trabalho com duas guitarras e sem um tecladista como integrante”. Sobre o retorno da formação de 2019/2020, o vocalista explicou: “Com a pandemia, a banda entrou num processo de reestruturação, e neste meio tempo conversamos com o Filipe e o Bruno para um retorno à banda, já pensando no processo de composição de novas músicas. Tão logo retornamos aos ensaios, foi como se o período 2020/2023 não tivesse passado, pois a química rolou rapidamente. Agora é focar na finalização desta pré-produção e pensar no primeiro single”.

SYMMETRYA é conhecido pela sua paixão em inserir literatura ao seu Heavy Metal, algo destacado no último álbum, “Beyond the Darkness”, onde a banda presta homenagem à arte e literatura brasileira, destacando escritores e obras menos conhecidos, além de abordar referências à obra de Stephen King. A faixa “Crime of the Century” é baseada no clássico infanto-juvenil “O Escaravelho do Diabo” de Lúcia Machado De Almeida, enquanto “Lights Go Down” é uma homenagem à obra “I Encontro” do artista Juarez Machado. “Fragments of Life” se inspira no livro de Antônio Borges “Recipe for Desaster” tem como base partes do livro “Arte ou Desastre” de Ângelo Monteiro. A banda também incorpora elementos da obra de Stephen King em “Rose the Hat”, baseada em personagens de “Doutor Sono”, uma sequela de “O Iluminado”.

Formada em 2002, a banda lançou neste período os elogiados álbuns “Eternal Search” (2007), “Last Dawn” (2014) e “Beyond the Darkness” (2018) – todos bem recebidos pela crítica e que abriram portas para a participação do grupo em diversos festivais e shows ao vivo. Durante a pandemia participaram dos principais eventos virtuais, e agora se preparam também para relançar o vídeo clipe de “Armageddon” no YouTube e nas plataformas digitais, música composta pelo SYMMETRYA com a participação de Lucas Scaravelli (Dr. Stinky) da banda Zombie Cookbook em homenagem ao festival catarinense Armageddon Metal Fest, produzido pela ACME – Armageddon Concerts Management & Entertainment.

Ouça “Beyond the Darkness” no Spotify:

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Confira capa e informações sobre “Dracula”, novo EP do ODE INSONE

Créditos da foto: Rizemberg (@rizemberg)

A banda de Doom Metal ODE INSONE divulga capa e informações sobre o EP conceitual chamado “Dracula”, cujo lançamento está programado para novembro. Ao todo serão quatro músicas, onde as letras contam com uma releitura do próprio grupo para o conto “Drácula”, um romance gótico clássico escrito pelo autor irlandês Bram Stoker, publicado pela primeira vez em 1897. A história de “Drácula” é uma das mais famosas no cânone do horror e é amplamente considerada uma das obras mais influentes do gênero. O romance é ambientado na Transilvânia e na Inglaterra vitoriana e conta a história do Conde Drácula, um vampiro imortal que busca espalhar a maldição dos mortos-vivos. Já ambientado no cinema e inclusive em outras obras de Heavy Metal, o tema casa—se perfeitamente com a sonoridade do ODE INSONE.

Neste EP, a banda está equilibrando músicas mais rápidas e outras mais lentas, contendo elementos de Doom, Gothic e passagens mais melódicas, com ambientações atmosféricas. Com arte da capa criada por Aurélio Lara (@designlara_artwork), gravação por Bestial God Creations e produção da própria banda, “Dracula” tem tudo para ser um dos destaques de sua discografia, que já conta com três álbuns completos, diversos singles e uma participação no “My Dying Bride – Brazilian Tribute”, com a faixa “Meu Vinho em Silêncio”.

“Dracula” marca a primeira participação em estúdio da tecladista Priscila Hawana, que ingressou ao ODE INSONE após o lançamento do álbum “Isolamento: Do Silêncio à Poesia”, de 2020. O restante da formação permanece intacto, com Tiago Monteiro (vocal), Venore (vocal), Mad Ferreira (guitarra), Diego Nóbrega (baixo) e George Alexandria (bateria). Mais informações sobre o lançamento do EP serão divulgadas em breve.

Assista ao vídeo clipe de “Sem Despedida”:

Ouça o álbum “Isolamento: Do Silêncio à Poesia” no Spotify:

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