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Neural Wreck lança novo álbum com show especial em São Paulo, dia 14 de junho

Foto: Camila Ormond

Show no La Iglesia marca o lançamento do disco de estreia, Amidst the Ruins, e contará com a presença das bandas Anang, Our Last Creation e Magistry, de Curitiba

No dia 14 de junho (domingo), a banda paulista de thrash metal progressivo Neural Wreck fará o show de lançamento de seu álbum de estreia, Amidst the Ruins, no palco do La Iglesia, em São Paulo, a partir das 16h. Os ingressos estão à venda pela plataforma 101 Tickets.

A apresentação da Neural Wreck contará com diversas músicas de Amidst the Ruins, álbum que será lançado no dia 12 de junho e une técnica e agressividade de forma única em composições que buscam dar vazão à angústia, à revolta e ao incômodo com um mundo cada vez mais hostil e desumano. 

As letras assumem uma temática política e social ao abordar autoritarismo, repressão, degradação ambiental e estruturas de poder arcaicas que bloqueiam transformações urgentes para a sobrevivência e libertação da humanidade. 

Também participa do evento a banda curitibana de metal sinfônico Magistry, que está em turnê pelo país e lançou trabalhos aclamados como The New Aeon e Venus Mellifera. Recentemente, disponibilizou a remasterização do EP acústico The Delightful Companion. Completam o lineup as paulistas Anang, de death metal melódico, e Our Last Creation, de metal progressivo.

Serviço
Data: 14 de junho (domingo)
Local: La Iglesia
Endereço: Rua João Moura, 515, Pinheiros – São Paulo/SP
Horário: 16h (abertura da casa)
Ingressos: a partir de R$30
Venda online: https://101tickets.com.br/events/details/Amidst-the-ruins

História

Fundado em 2015, o quarteto de thrash metal progressivo é formado pelo guitarrista e vocalista JC Martins, pelo guitarrista Leandro Fração, pelo baixista Paulo Pedraza e pelo baterista Rick Borges. O primeiro lançamento foi o EP Mortal Obsession, de 2022, e o primeiro álbum de estúdio, Amidst the Ruins, está sendo preparado para lançamento no dia 12 de junho de 2026. 

Uma das finalistas da seletiva New Blood Bangers Open Air 2025, promovida pela KissFM, a banda segue com a agenda movimentada em 2026, com shows em festivais como o Metalcore Fest e o Nascente do Rock, além de outras apresentações. Com músicas que tratam tanto de temas sociais como de questões psicológicas, o grupo retoma as raízes suburbanas do heavy metal, onde o som agressivo e letras críticas ao sistema moral, político e econômico são capazes de expressar toda a angústia e revolta com a vivência cotidiana em um mundo incerto e desumano. 

Em meio a uma cena separada em nichos específicos e segregada em subgêneros, o Neural Wreck busca reconciliar o grotesco e o belo na música, mesclando em sua sonoridade elementos tanto do metal extremo quanto do metal melódico para construir à sua própria interpretação de thrash metal, sem se limitar a criar músicas somente dentro desse subgênero.

Siga a Neural Wreck nas redes sociais:
Instagram: https://www.instagram.com/neuralwreck/
Spotify: https://open.spotify.com/artist/2XyZzNqpoDG9f9bIIXIHf2
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Site oficial: https://www.neuralwreck.com/

Magistry lança o EP Venus Mellifera na próxima sexta-feira (19)

Trabalho, que conta com seis faixas e pouco mais de quarenta minutos, chega menos de seis meses após The New Aeon, álbum de estreia da banda

Crédito: Emerson de Matos

Na próxima sexta-feira (19), a banda curitibana Magistry lançará o EP Venus Mellifera, que sucede o álbum The New Aeon, lançado em março deste ano. Trata-se de um trabalho conceitual que apresenta um conteúdo lírico inspirado nos epítetos de Afrodite, exibindo um lado mais poético do grupo, e uma sonoridade que evolui o som da banda ao combinar elementos de gothic e doom metal com uma roupagem mais acessível.

Segundo Thiago Parpineli, tecladista da banda e designer responsável pela capa do EP, o conceito da arte faz alusão à letra da faixa-título: “é como se fosse uma imersão dentro da letra da música, como se o EP todo fosse um passeio nesse campo florido, conhecendo e experimentando vários tipos de amor no decorrer dele”, conta.

A lista de faixas conta com seis músicas que percorrem pouco mais de quarenta minutos. “Divine, “Frozen Heart Fades” e “Marry Me at the Sea”, compostas por João Borth, exploram temáticas ligadas à busca por prazer; “Venus Mellifera”, de Thiago Parpineli, reverencia a deusa do amor, fertilidade e beleza; “Me, the Moon and Venus”, assinada por Johan Wodzynski, explora aspectos niilistas; enquanto a música de encerramento é um remix da faixa-título que foi feito em parceria com o artista Babalon, que tocou todas as percussões da canção, e busca trazer aspectos da antiga música mediterrânea, aproveitando que o álbum é uma homenagem às deusas da cultura em questão.

Em termos sonoros, o trabalho dá continuidade à excelência instrumental presente em todos os lançamentos da banda até o momento, mas de forma diferente. Mesmo que seja possível observar marcas registradas do peso do metal, como backing vocals guturais, riffs pesadíssimos e até blast-beats, o trabalho tem uma sonoridade mais palatável e altamente atmosférica.

As canções carregam um tom épico e cadenciado, dando espaço para que as melodias brilhem e transportem o ouvinte para um outro mundo. Outro elemento que diferencia o álbum de um lançamento de metal convencional é a utilização de instrumentos como saxofones, trombones e trompetes, que auxiliam na criação de texturas sonoras únicas e solidificam a banda como um dos nomes mais promissores, criativos e autorais da nova geração do metal brasileiro.

Lista de faixas

1 – Divine
2 – Frozen Heart Fades
3 – Venus Mellifera
4 – Marry Me at the Sea
5 – Me, the Moon and Venus
6 – Venus Mellifera (Babalon remix)

Magistry

Formada em junho de 2023, a banda vem se destacando na cena do metal curitibano a partir de seus lançamentos até o momento: um EP acústico, The Delightful Companion: A Prelude for The New Aeon, o álbum The New Aeon e o vindouro EP Venus Mellifera.

A formação conta com a vocalista Lya Seffrin, o vocalista e guitarrista Leonardo Arentz, o guitarrista João Borth, o tecladista Thiago Parpinelli, o baixista Leonardo Rivabem e o baterista Johan Wodzynski.

A sonoridade da Magistry é marcada pela excelência instrumental e combina elementos de diversos subgêneros do metal – como o death, o gothic e o doom -, sempre com uma orquestração digna dos grandes nomes do metal sinfônico, trazendo instrumentos como violinos, cellos, oboés, alaúdes e cítaras, além de corais marcantes e poderosos que evocam estilos da música erudita como o barroco e o romântico.

Em 2024, a banda conquistou o primeiro lugar no Festival de Bandas Autorais de Curitiba e, em dezembro, a Mariutti Team Zine, de alcance nacional, destacou que The New Aeon “explora o dualismo entre o bem e o mal, criando uma sonoridade dinâmica” e que as canções “destacam-se pela profundidade lírica e pela riqueza musical”.

Siga em @magistryband