O vocalista da banda Korzus, Marcello Pompeu, que também é conhecido como “Pomps” estreia no dia 03 de outubro o PompsCast, mais um desafio em sua resilente carreira artística.
Premiado por suas produções musicais (tendo recebido um Grammy Latino em 2009) nesta nova empreitada ele entrevistará personalidades como artistas e formadores de opinião, e músicos de vários estilos musicais num modelo único de diversão para todos os gostos.
O projeto tem a finalidade de trazer conteúdos variados aos fãs de rock e do entretenimento como um todo, mostrando não somente a imagem roqueira do frontman do Korzus, mas o Pompeu que muitos não conhecem- um entrevistador nato, divertido e irreverente.
Com publicações semanais o programa terá o formato de um talk show, inclusive com um quadro inédito: “SE LIGA NISSO!”, onde Pomps abordará os diversos assuntos da atualidade (polêmicos ou não) de forma espontânea e não combinada, os convidados e o próprio apresentador ficarão sabendo somente na hora da entrevista, o que ocasionará um “react” das situações pré-elaboradas pela produção do programa.
Saiba mais: O programa será semanal com duração de 1 hora e meia, com cortes de entrevistas diários.
Projeto com versões de clássicos da música brega será lançado no dia 06 de outubro – Crédito: Raul Machado
O cantor e ícone punk João Gordo, vocalista do Ratos de Porão, lança hoje sua versão da música “Tô Doidão”, de Reginaldo Rossi. A faixa é mais um single do disco Brutal Brega, projeto em que ele interpreta clássicos da música brega em versões punk rock. O álbum completo será lançado pelo selo Wikimetal Music no dia 06 de outubro, digitalmente e em CD físico.
A canção, que originalmente foi composta em francês como “Les Dalton” de Joe Dassin, se tornou um clássico ao ser adaptado para português na voz de Reginaldo Rossi. A versão de João Gordo acompanha também um clipe dirigido por Raul Machado (Chico Science & Nação Zumbi, Planet Hemp, Sepultura, Ratos de Porão, Raimundos, Marcelo D2, O Rappa, Pitty, CPM 22), que também dirigiu os clipes dos singles anteriores, “Fuscão Preto”, “Tenho” e “Ciganinha”.
O projeto Brutal Brega surgiu durante a pandemia, idealizado pelo produtor Val Santos (VIPER, Toyshop). Com a pausa nos shows e outras atividades presenciais, Val decidiu gravar, por diversão, versões punk de clássicos da música brasileira, e enviou as faixas para João gravar os vocais. Em pouco tempo, a dupla já tinha dezenas de músicas gravadas a distância e um disco formado. A capa do álbum, assim como as artes de cada single, foi criada pelo ilustrador e designer Wagner Loud.
Brutal Brega será lançado no dia 6 de outubro, e a venda online do CD acontecerá via Wikimetal Store. Mais detalhes serão compartilhados em breve.
Crédito: Wagner Loud
Confira as canções que estarão no álbum Brutal Brega:
TRACKLIST
Fuscão Preto
Tenho
Ciganinha
Domingo Feliz
A Namorada Que Sonhei
Pepino
Não Se Vá (com Marisa Orth)
Amante Latino
Verdes Campos da Minha Terra
Eu Vou Rifar Meu Coração
Feiticeira
Tô Doidão
BONUS TRACKS (exclusivas na versão física)
Primeiro single Peru Pará estreia nas plataformas digitais
MULTI-HOMEM é o projeto solo do guitarrista e vocalista do Autoramas Gabriel Thomaz. O single “Peru Pará” é um grande destaque nos shows do projeto e estreia em todas as plataformas digitais nesta quinta, (15), pelo selo Maxilar.
Com muita influência da música carnavalesca, do tecnobrega, da guitarrada paraense e da chicha peruana, mas sempre com o jeitinho de tocar habitual de Gabriel. O álbum do Multi-Homem está no forno e enquanto não é lançado, vão saindo os singles um por um nas plataformas digitais. Ao vivo Gabriel canta e toca guitarra com sons de vários instrumentos acompanhado apenas pelo baterista Fernando Fonseca. Já rolaram shows pelos Estados de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul e nas próximas semanas eles acontecerão em Santa Catarina e Minas Gerais.
MULTI-HOMEM is Gabriel Thomaz of Autoramas` solo project. Amazonian music-influenced, “Peru Pará”, the new single, is a highlight in the concerts. The project is touring all over Brazil and there are plans of concerts of concerts in oyher parts of the Planet.
O diretor Anderson Bellini fechou uma parceria com a o2 Filmes para a distribuição do primeiro episódio do Documentário “Andre Matos – Maestro do Rock” nas principais plataformas de streaming do país. Com isso, o filme que estreou em 14 de setembro de 2021, poderá ser visto também na Apple/ITunes, Vivo Play, Google/Youtube e Claro TV +. O episódio estará disponível para locação e compra, com valores que variam de R$ 14,90 a R$ 29,90.
“É com muito orgulho que depois de muita luta, conseguimos disponibilizar o primeiro episódio do documentário nas principais plataformas de aluguel e compras digitais. Acredito que seja um grande passo para o projeto, pois a partir de agora o filme poderá chegar à muitas outras pessoas, pois essas plataformas são de mais fácil acesso e de conhecimento do grande público. Estamos muito felizes de estrearmos isso justamente no dia 14 de setembro, dia que o Andre completaria 51 anos”, ressaltou Anderson Bellini.
O FILME
Com cenas nunca antes vistas – incluindo a última entrevista do artista meses antes de morrer –, “Andre Matos – Maestro do Rock” traça a trajetória do maior vocalista brasileiro de Heavy Metal de todos os tempos, que ficou famoso mundialmente mesmo sendo avesso à fama. O documentário é dividido em quatro episódios e vai retratar em detalhes toda a trajetória do vocalista e abordar todos os momentos de sua carreira – até os mais polêmicos, como a separação do Angra e do Shaman, – dando voz a todos os envolvidos.
Esse primeiro episódio, que agora está disponível nas plataformas digitais, tem 100 minutos de duração e legendas em Espanhol e Inglês e mostra o interesse de Andre pela música desde a infância e fala da formação da sua primeira banda, Viper, em 1985. Na época, os integrantes eram todos adolescentes e Andre, o mais novo, tinha apenas 14 anos – e o primeiro álbum deles “Soldiers of Sunrise” foi um divisor de águas na história do Heavy Metal nacional, que estava apenas engatinhando. Só que logo após o lançamento do segundo álbum “Theatre of Fate” – quando a banda estava no auge, fazendo sucesso internacionalmente –, Andre saiu do Viper para se dedicar com exclusividade aos estudos de música clássica – o que mudou completamente o rumo da sua vida.
A PRODUTORA
A o2 Filmes é uma produtora independente brasileira reconhecida e premiada internacionalmente com filmes, séries e publicidade, sendo responsável por títulos como: “O Jardineiro Fiel”, “Cidade de Deus”, “Entre Nós”, “Trash – A Esperança Vem do Lixo”, “Manhãs de Setembro” e “Marighela”, entre outros. A produtora também conta com grandes nomes de diretores em seu elenco e essa parceria só reforça a força que tem o nome Andre Matos.
“Concerto For Group And Orchestra” e sucessos do Deep Purple chegam ao Brasil com vocais de Bruce Dickinson, Orquestra Sinfônica e Músicos Convidados Apresentações acontecem em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre em abril de 2023
Compositor, pianista e organista, o inglês Jon Lord é aclamado como um dos mais importantes nomes da história do rock. Além de ter passado por bandas como o Whitesnake, ele fundou e integrou durante mais de duas décadas o Deep Purple, e deixou uma carreira extensa: foram 12 álbuns solos, 19 álbuns com o Deep Purple e seis álbuns com o Whitesnake.
Seu canto de cisne, o “Concerto For Group And Orchestra”, transformou-se em uma das mais aplaudidas turnês do Purple, e continuou a ser apresentado por ele, ao lado das mais renomadas orquestras, depois de sua saída da banda em 2002. Após a morte de Lord, em 2012, o “concerto” esperaria sete anos para voltar aos palcos, em 2019, no Canadá, e depois em 2021, na Hungria.
Em 2023, 54 anos após sua estreia nos palcos, o “Concerto” e os maiores sucessos de Lord com o Deep Purple estão de volta para uma turnê por quatro cidades brasileiras. Em sua passagem pelo país, será apresentado por Bruce Dickinson (Iron Maiden) nos vocais, que volta ao país especialmente para o show e que comanda uma banda formada por John O’Hara (Jethro Tull) nos teclados, Tanya O’Callaghan (Whitesnake) no baixo, Kaitner Z Doka (Jon Lord, Ian Paice) na guitarra, Bernard Welz (Jon Lord, Don Airey) na bateria e Mario Argandonia (Scorpions…) na percussão.
Além deles, o show terá no palco uma orquestra sinfônica de mais de 80 instrumentistas, montada especialmente para a ocasião com integrantes da OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) e de algumas das principais sinfônicas do país. Ela será conduzida por Paul Mann, que já participou de dezenas de apresentações do concerto, incluindo a histórica performance de 1999 no Royal Albert Hall.
No Brasil os shows acontecerão em São Paulo, no dia 15 de abril, na Vibra São Paulo; em Curitiba, no dia 19 de abril, no Teatro Positivo; no Rio de Janeiro, dia 21 de abril, no Vivo Rio; e em Porto Alegre, no dia 25 de abril, no Auditório Araújo Vianna. Os ingressos estarão à venda a partir do dia 06 de setembro (ver serviço completo abaixo).
Além do concerto o show apresentará ainda alguns dos principais sucessos do Deep Purple. A turnê brasileira do “Concerto for Group and Orchestra” é uma realização da MCA Concerts.
O Concerto
“Concerto For Group And Orchestra” surgiu como um álbum ao vivo do Deep Purple, com a participação da Royal Philharmonic Orchestra, dirigido por Malcolm Arnold e gravado no Royal Albert Hall de Londres, em setembro de 1969. Composto por Jon Lord, com algumas poucas letras escritas por Ian Gillan, é o primeiro álbum completo a apresentar Ian Gillan nos vocais e Roger Glover no baixo. Foi lançado em vinil em dezembro de 1969. A apresentação foi uma das primeiras combinações de rock com uma orquestra completa.
Dividida em três movimentos, a partitura original do concerto foi perdida em 1970, e foi recriada em 1999. Em 25 e 26 de setembro deste ano, trinta anos após sua apresentação inicial, o “Concerto” foi novamente apresentado ao vivo no Royal Albert Hall. Para tornar essa performance possível, uma nova partitura foi criada por Lord com a ajuda de Paul Mann e Marco de Goeij, ouvindo a gravação e assistindo ao vídeo da performance de 1969. Encorajado pelo sucesso das apresentações de 1999, o Deep Purple levou o “Concerto” em turnê, primeiro apresentando-o na América do Sul com orquestras locais, depois na Europa com a George Enescu Philharmonic Orchestra, e no Japão com a New Japan Philharmonic Orchestra, todas conduzidas por Paul Mann.
Em 24 de setembro de 2009, Jon Lord juntou-se à RTE Concert Orchestra no National Concert Hall, em Dublin, na Irlanda para comemorar o 40º aniversário da primeira apresentação do Concerto. Também foram apresentadas peças da carreira solo de Jon Lord e várias músicas do Deep Purple.
Em outubro de 2012, foi lançada uma versão de estúdio do “Concerto”. A gravação apresenta a Royal Liverpool Philharmonic Orchestra conduzida por Paul Mann. Os solistas são Jon Lord no orgão, Darin Vasilev, Joe Bonamassa, Steve Morse na guitarra, Steve Balsamo, Kasia Łaska e Bruce Dickinson no vocal, Brett Morgan na bateria e Guy Pratt no baixo. O disco foi mixado no Abbey Road Studios no final de maio de 2012 e de acordo com Paul Mann, Jon Lord ouviu a master final da gravação alguns dias antes de sua morte em 16 de julho de 2012.
Sobre a gravação Lord afirmou: “Ao longo destes últimos anos, desde que deixei o Deep Purple, eu toquei mais de 30 vezes com orquestras e maestros diferentes em todo o mundo, e, claro, eu fiz isso bem mais de 30 vezes com o Purple na turnê Concerto, de modo que fui aprimorando a peça ao vivo no palco e tive a oportunidade de mudar as coisas na pontuação que não estavam soando muito bem. É, portanto, uma perspectiva maravilhosa e emocionante ter a gravação definitiva da versão definitiva da partitura”.
Jon Lord
Conhecido por ter integrado as bandas Deep Purple, Whitesnake, Paice, Ashton & Lord, The Artwoods e Flower Pot Men, Jon Lord foi um compositor, pianista e organista, considerado o pioneiro na fusão do rock com música clássica.
Em 1968, Lord fundou a banda de rock inglesa Deep Purple. Ele e o baterista Ian Paice foram os únicos integrantes constantes da banda durante a fase inicial da sua existência (1968-1976) e, a partir do momento em que eles refundaram a banda, em 1984, até a saída de Lord em 2002.
O Deep Purple teve início em 1968, com o nome Roundabout. A primeira formação lançou três discos de pouca repercussão – Shades of Deep Purple, The Book of Taliesyn e o álbum homônimo Deep Purple. O nome definitivo foi sugerido por Ritchie Blackmore, e retirado de uma música que a sua avó gostava.
Em 1969, resolveram arriscar uma mudança no direcionamento musical da banda, convidando o vocalista Ian Gillan e o baixista Roger Glover, passando a buscar um estilo que misturasse música clássica europeia ao hard rock, que surgia na Inglaterra, com bandas como Yardbirds e Led Zeppelin. O primeiro álbum com esta formação, foi exatamente Concerto for Group and Orchestra, que foi recebido com respeito, mas um pouco de estranheza pela crítica. Não foi, todavia, um grande sucesso de público.
Dariam uma virada de 180 graus em 1970, com o álbum Deep Purple in Rock, que com seu hard rock direto e bem feito, rapidamente chegou ao topo das paradas, transformando imediatamente o Deep Purple em uma banda muito conhecida e influente. São deste disco alguns dos primeiros grandes clássicos da banda, Speed King e Child in Time.
O álbum Fireball, de 1971, confirmou o sucesso da banda, e com Machine Head (um dos clássicos do rock de todos os tempos, lançado em 1972) o Purple atingiu o auge de sua fama. Constam deste álbum dois de seus maiores hits, o hino “Smoke On The Water” (com o riff mais marcante da história do hard rock) e “Highway Star”. A turnê que se seguiu rendeu outro álbum clássico, o ao vivo Made In Japan.
Quando decidiu sair da banda Lord afirmou: “Foi terrível sair. Era a minha banda, eu era um membro fundador e os caras eram grandes amigos meus. Eu passei noites e noites sem dormir, mas percebi que estava começando a gostar menos da situação e ficando apenas acostumado com a mesma. De repente me descobri pensando que não gostaria de tocar noite após noite, e quando percebi aquilo, eu sabia que tinha de tomar uma decisão. Eu verifiquei se seria possível tirar um ano de férias, mas eles disseram que não achavam isso viável. Então eu disse que, naquele caso, teria de sair.”
Em 1984 Lord voltaria a recriar a banda, onde ficaria até 2002, quando deixou o Deep Purple e foi substituído pelo tecladista Don Airey (ex-Rainbow, ex-Ozzy Osbourne). Em 2004, gravou um single chamado “The Sun Will Shine Again” com Anni-Frid Frida Lyngstad, ex-integrante do grupo sueco ABBA. Jon Lord faleceu em Londres, aos 71 anos de idade, em 2012.
SERVIÇO
SÃO PAULO
Data: Sábado, 15/04/2023 Local: VIBRA SÃO PAULO – Avenida das Nações Unidas, 17.955 – Vila Almeida Horário de abertura das portas: 19h00 Horário de início do show: 21h00 Classificação indicativa: 18 anos, menores de 18 anos a entrada é permitida apenas com autorização do responsável legal. Acessibilidade para PCD.
Informações sobre meia entrada: A meia entrada é destinada para estudantes, jovens de baixa renda até 29 anos, professores, pessoas acima de 60 anos e PCD. Bilheteria física: Bilheteria da Vibra São Paulo
CURITIBA
Data: Quarta-feira, 19/04/2023 Local: TEATRO POSITIVO – Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido Horário de abertura das portas: 20h00 Horário de início do show: 21h00 Classificação indicativa: 14 anos, menores de 14 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal. Acessibilidade para cadeirantes, elevador e assentos para obesos.
Plateia Premium – R$1.100 / Meia R$550 Plateia Inferior – R$900 / Meia R$450 Plateia Superior Central – R$800 / Meia R$400 Plateia Superior Lateral – R$700 / Meia R$350
Informações sobre meia entrada: A meia entrada é destinada para estudantes, jovens de baixa renda até 29 anos, pessoas acima de 60 anos, professores, doadores de sangue, portadores de câncer e PCD. Descontos Especiais: Clube Disk Ingressos – Desconto de 50% sobre o valor de Inteira. Clube Gazeta do Povo – Desconto de 50% sobre o valor de Inteira. Bilheteria física: Bilheteria do Teatro Positivo
RIO DE JANEIRO
Data: Sexta-feira, 21/04/2023 Local: VIVO RIO – Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo Horário de abertura das portas: 20h00 Horário de início do show: 21h00 Classificação indicativa: 18 anos, menores de 18 anos a entrada é permitida apenas com autorização do responsável legal. Acessibilidade para cadeirantes, rampas e assentos para obesos.
Informações sobre meia entrada: A meia entrada é destinada para estudantes, jovens até 21 anos, jovens de baixa renda até 29 anos, professores, pessoas acima de 60 anos e PCD.
Bilheteria física: Bilheteria do Vivo Rio
PORTO ALEGRE
Data: Terça-feira, 25/04/2023 Local: AUDITÓRIO ARAÚJO VIANNA – Avenida Osvaldo Aranha, 685 – Bairro Bom Fim Horário de abertura das portas: 19h30 Horário de início do show: 21h00 Classificação indicativa: 16 anos, menores de 16 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal. Acessibilidade para cadeirantes, rampas e assentos para obesos. Vendas de ingressos: www.sympla.com.br/araujovianna
Informações sobre meia entrada: A meia entrada é destinada para estudantes, jovens de baixa renda até 29 anos, doadores de sangue, pessoas acima de 60 anos e PCD. Descontos Especiais: Ingresso Solidário – Desconto especial mediante doação de 1Kg de alimento não perecível. Clube Assinante Zero Hora: Desconto de 50% sobre o valor de Inteira Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência – somente em dinheiro): Loja Planeta Surf Bourbon Wallig (Av. Assis Brasil, 2611 – Loja 249 – Jardim Lindóia – Porto Alegre)
Composição do guitarrista Felipe Machado remete ao som que tornou a banda uma das pioneiras desse estilo de metal no mundo
O VIPER lança hoje, 13/09, o novo single “Timeless”. A faixa, que foi composta pelo guitarrista e co-fundador Felipe Machado, dará nome também ao novo disco da banda, que será lançado ainda esse ano pelo selo Wikimetal Music. O baixista Nando Machado (Toyshop) participa em “Timeless” mostrando toda a força da família VIPER. O lançamento segue o sucesso dos singles “Under the Sun” e “Freedom of Speech”, e vem na sequência da apresentação histórica da banda no dia de abertura do Rock In Rio 2022.
O novo álbum, ainda sem data de lançamento confirmada, será o primeiro inédito da banda desde “All My Life” (2007), e conta com a produção de Maurício Cersosimo (Paul McCartney, Avril Lavigne). Os primeiros singles do disco ganharam clipes dirigidos por Caio Cobra, diretor de “Intervenção” e “Virando a Mesa” (Netflix).
O disco novo será o primeiro com a formação atual da banda, que conta com Leandro Caçoilo (vocais), Felipe Machado e Kiko Shred (guitarras), Pit Passarell (baixo e vocais) e Guilherme Martin (bateria). A banda atualmente está em turnê pelo Brasil – além do material novo, os shows também contam com o repertório de músicas clássicas da banda que incluem “Living for the Night”, “Rebel Maniac” e “To Live Again”, entre outras.
“Os títulos dos nossos álbuns sempre vêm de alguma música. Foi assim com “Soldiers of Sunrise”, “Theatre of Fate”, “Evolution”… para manter a tradição, será assim com “Timeless” também. Essa canção é um bom resumo do som do álbum: rápida, melódica, com um vocal matador. Acho que ela tem o que os fãs esperam de uma música do VIPER”, afirma o guitarrista e autor da música, Felipe Machado. “O próximo disco tem um nome muito especial: “Timeless”. O tempo pode te devorar, te abraçar ou simplesmente passar… mas o VIPER passou por tudo que o tempo nos deu. E aqui estamos, sempre em frente, sempre fortes. O disco novo está incrível”, afirma o baixista Pit Passarell.
“Timeless foi a primeira música composta para o disco e ela mostra muito o poder de fogo desta nova formação da banda. É um lindo som do Felipe Machado”, afirma o vocalista Leandro Caçoilo.
“Timeless é o tema que batiza o sétimo álbum de estúdio do VIPER. Com a energia característica da banda, este single surpreende, pois mesmo mantendo o contexto original das composições do VIPER, mostra uma sonoridade atualizada a cara da nossa fase atual. “Timeless” será bem-vinda tanto pelos fãs novos quanto por aqueles que nos acompanham há anos. Enjoy!”, afirma o baterista Guilherme Martin.
“A faixa título do novo álbum do VIPER possui alguns elementos de Rock/Metal progressivos. A música está totalmente conectada à ideia de algo atemporal e tem essa atmosfera que casa com o conceito geral de “Timeless”, afirma Kiko Shred.
VIPER
Formado em 1985, o VIPER é um dos pioneiros do rock pesado no Brasil. Foi a primeira banda brasileira de heavy metal a fazer um grande sucesso no Japão. No início dos anos 1990, chegaram a liderar as paradas de sucesso à frente de grandes nomes mundiais como Nirvana e Van Halen. Com álbuns como “Soldiers of Sunrise”, “Theatre of Fate” e “Evolution”, o VIPER gravou e fez turnês pela Europa, EUA e América do Sul. Durante a turnê no Japão, gravou o álbum ao vivo “Maniacs in Japan – VIPER Live”. Lançou ainda “Coma Rage”, gravado em Los Angeles, e “All My Life”. Foram destaque em grandes festivais mundiais, como Rock in Rio 2022 e Monsters of Rock, além de terem dividido o palco em shows de abertura para bandas como Metallica, Kiss, Black Sabbath e Motorhead, entre outras.
Já está disponível no YouTube o videoclipe do novo single da Malvada, “Perfeito Imperfeito”.
O clipe foi gravado pela Cabret Films e dirigido por Nic Darwin e Marcelo Takeshi. O lançamento “Perfeito Imperfeito” é uma produção da TC7 Produções, enquanto a direção artística e musical, ficou por conta de Giu Daga, vencedor de 3 Grammys latinos.
A música também pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.
A Malvada se apresentou no Rock in Rio, no dia 03 de setembro, e fez um show empolgante e bastante comentado, no Palco District.
Para assistir “Perfeito Imperfeito”, acesse:
A formação da Malvada traz Angel Sberse (vocais), Bruna Tsuruda (guitarra), Marina Langer (baixo) e Juliana Salgado (bateria).
Para agendar shows da Malvada, entre em contato com a TC7 Produções: tc7producoes@gmail.com
Os paulistanos do Chaosfear estão na cena há mais de 20 anos, sempre transitando entre Thrash e o Death Metal, principalmente no início da carreira. De 1999 até 2003, a banda se chamava Sick Mind, mas mudou de nome após uma marca de roupas e acessórios de skate com o mesmo nome e, também, não confundir as pessoas que achavam ser uma banda de Hardcore.
Após lançarem os primeiros trabalhos e realizarem muitos shows junto a grandes bandas do Metal internacional, como, por exemplo, Caliban, Cannibal Corpse, Lamb Of God e Testament, no ano de 2012 a banda sofreu uma pausa nas atividades, retornando em 2018 com uma nova formação e proposta sonora mais moderna dentro do Thrash Metal. Nitidamente mais evoluído, trazendo vocais mais limpos, graves, melancólicos e agressivos, com letras abordando uma temática emocional ligada a provações na vida, períodos conturbados, perdas, desafios e vontade de se livrar dos tempos de escuridão, o Chaosfear renovou-se por completo, deixando seu som mais denso, complexo, técnico e sombrio, seguindo a premissa principal – após seu retorno as atividades -: de não se manter presa a nenhuma zona de conforto, quebrando todas as regras, padrões e paradigmas em prol de sua arte.
Sua discografia de respeito conta com três álbuns de estúdio, quatro EPs, várias participações em tributos e muitos singles, sendo um deles muito especial para a faixa “The Toxic Waltz”, cover da banda americana de Thrash Metal Exodus, contando com a participação de ninguém menos que Steve ‘Zetro’ Souza, vocalista da banda.
A formação atual conta com Fernando Boccomino (vocal/guitarra), Eduardo Boccomino (guitarra), Marco Nunes (baixo/produção) e Fábio Moysés (bateria).
Atualmente, a banda encontra-se compondo e gravando material novo para um lançamento inédito autoral muito em breve, mas todos aqueles que conhecem sua trajetória sabem que quando esses quatro caras se unem, a gama de possibilidades, influências e desafios dentro de sua arte no Rock/Metal são infinitas!
“Que honra poder fazer a abertura do show dessa lenda do Death Metal americano… Obituary!! Somos muito gratos a Liberation MC por ter-nos dado essa oportunidade. Tocar com bandas que foram (e são) importantes para o Chaosfear sempre é (e será) um enorme privilégio. Teremos a chance de divulgar nosso trabalho para um público maior e começar com o pé direito o aquecimento para as comemorações dos 20 anos do Chaosfear em 2023!”, comentou Fernando Boccomino (vocal/guitarra)
“Teve uma época da minha vida que eu só ouvia o álbum “Cause Of Death”, todo santo dia! Vai ser sensacional. Obrigado Liberation MC!”, comentou Fábio Moysés (baterista).
Discografia:
“Inside The Extreme World” (EP/2003) “One Step Behind Anger” (Álbum/2006) “Image Of Disorder” (Álbum/2008) “Legacy Of Chaos” (EP/2012) “Global Atrocity” (Single/2018) “Path 21” (Single/2019) “The Alliance” (Single/2020) “Whose Fist Is This Anyway” (Single/2020) “Be The Light In Dark Days” (Álbum/2020) “From No Past” (Single/2020) “Be The Light In Dark Days” (Single/2020) “Cold” (Single/2020) “The Toxic Waltz (Feat. Steve Zetro Souza of Exodus)” (Single/2020) “The Hand That Wrecks The World” (EP/2021) “Roça N’ Roll Sessions” (Álbum/2021) “Brazilian Painted Blood… The Brazilian Tribute to Slayer” (Compilação/2021) “Aeternum” (EP/2021) “The Song Remains Insane” (Compilação/2021) “The Best Noise Ever… The Brazilian Metal Tribute To 80s” (Compilação/2022)
SERVIÇO: OBITUARY EM SÃO PAULO Headliner: OBITUARY Banda de abertura: CHAOSFEAR Local: Fabrique Club Endereço: Rua Barra Funda 1071, São Paulo/SP Data: 24 de setembro Classificação: +16. Menores entre 14-16 anos deverão estar acompanhados de pai ou mãe (pagante). Abertura da casa: 18h Venda de ingressos em: https://www.clubedoingresso.com/evento/obituary-sp
Sorry For All e Berro Mote escancaram peso, sujeira e humor no split Sorry pelo Berro, com oito faixas, quatro de cada banda. O álbum já está no streaming pelo selo Abbey Roça.
O nome do split é um trocadilho, descarado. “É rock e humor desgraçado com energia suficiente para incomodar os incomodados”, destacam as bandas.
O split abre com as músicas da Sorry For All, power trio punk/hardcore de Socorro, que completará 10 anos em 2023. São quatro canções com piadas sobre o cotidiano embalado por uma sonoridade peculiar: um meio termo de Motörhead revisado, com nuances setentistas, com influências da crut canadense Inespy.
“Essa pegada tudo é rock´n’ roll. Viramos o tiozão que só fala rock n’ roll”, eles ironizam. A música Heavy Metal Role tem essa pegada. A Toni Transtornado já é uma pegada funk BR/hardcore, com sutis – bem sutis – referências a Gerson King Combo, Toni Tornado, Cassiano.
Ramonão Mil Grau, que saiu também em videoclipe, é mais uma homenagem, “cópia do Ramones”, desta a Sorry For All. E a última é Outlaw´s Love, definida pelo trio como “uma música de amor falido”.
Em seguida entra a Berro Mote, de São José dos Campos, uma banda que auto se define como “uma grande confusão sonora sem alguma referência específica”, um desabafo em forma de barulho e berros.
Neste split, a banda mostra referências da clássica Possessed e uma pitada de Impetigo, isto é, com base no death metal, thrash metal, punk old school e ainda tem espaço para o grind.
Como ressalta a Berro Mote, o split Sorry Pelo Berro é “literalmente um pedido de desculpas pela desgraça sonora praticada nesse trabalho”.
“Greatest Hits on Piano” reúne 18 músicas que marcaram gerações com releituras especiais
O renomado músico brasileiro Junior Carelli lançou durante este ano três singles com releituras bastante particulares de grandes músicas da história, em um formato de piano e voz, que obtiveram grande retorno do público.
Este novo e versátil trabalho de Junior Carelli é uma oportunidade de entregar aos fãs uma nova abordagem para músicas que marcaram época. Com ampla bagagem de turnês por diversos continentes, o artista agora apresenta versões pianísticas de grandes sucessos internacionais no álbum “Greatest Hits on Piano”, que chegou recentemente às plataformas digitais em parceria com Outono Music, selo especializado em rock e metal, com distribuição da Universal Music.
Todas as 18 músicas presentes em “Greatest Hits on Piano” terão seus respectivos videoclipes, que serão disponibilizados aos fãs por meio do canal oficial do artista no YouTube.
Os singles lançados anteriormente, como uma prévia deste álbum, foram “Wasted Years” (Iron Maiden), “You’ll Be in my Heart” (Phil Collins) e “Bridge Over Troubled Water” (Simon & Garfunkel). Confira abaixo a lista de todas as canções presentes neste novo trabalho de Junior Carelli:
1 – Sunrise (Norah Jones) 2 – What a Difference a Day Made (Aretha Franklin) 3 – Alone (Anie) 4 – Fly Me to the Moon (Frank Sinatra) 5 – Night Tale (Anie) 6 – Wasted Years (Iron Maiden) 7 – Hold On (Anie) 8 – When You Wish Upon a Star (Cliff Edwards) 9 – Against all Odds (Phil Collins) 10 – She (Charles Aznavour) 11 – Choices (Anie) 12 – I’m All Over It (Jamie Cullum) 13 – Angels (Robbie Williams) 14 – Bridge Over Troubled Water (Simon & Garfunkel) 15 – You’ll Be in my Heart (Phil Collins) 16 – It’s Begging to Look a Lot Like Christmas (Bing Crosby) 17 – Let it Snow! Let it Snow! Let it Snow! (Frank Sinatra) 18 – Have Yourself a Merry Little Christmas (Judy Garland)
Dedicando sua vida à música há 25 anos, Junior Carelli tem vasta experiência no mercado musical, tocando ao lado de grandes nomes do Metal nacional, como Shaman, Noturnall, Angra, Edu Falaschi e ANIE. Como produtor, trabalhou com artistas das mais diversas áreas, indo de comediantes a importantes bandas do cenário mundial. Trabalhou por sete anos com a banda Viva Noite, do Pânico na TV e é sócio-diretor da empresa Foggy Filmes, que atua em diversas áreas no entretenimento.
Este novo e versátil trabalho musical de Junior Carelli é uma oportunidade de ouvir e absorver uma nova abordagem para músicas que marcaram gerações.
Bravelord, projeto de power metal do chileno Rodrigo Bravo, acaba de lançar um cover tributo à banda mais representativa do estilo, Helloween, e com nada menos que a música ‘Eagle Fly Free‘, que explora um lado mais épico com a inclusão de alguns dos melhores expoentes do power metal chileno.
“Embora seja verdade que ‘Eagle Fly Free‘ tenha muitos covers, escolhi esta música porque é a que -na minha opinião- deu definitinte as bases do power metal. Além disso, é uma homenagem a Helloween, a banda que mais amo e que homenagei graças à ajuda de grandes amigos que admiro muito na cena metal do meu país”, declara Rodrigo Bravo.
Na parte instrumental o cover conta com diversos convidados: o guitarrista Gabriel Hidalgo (Six Magics, Sadism, Violent Passion Surrogate), o tecladista Pascal Coulon (Steel Rage) e o baixista Mauricio Nader (Alejandro Silva Power Quartet, Six Magics), em além dos músicos estáveis do Bravelord: Benjamín Cisterna na bateria, Rodrigo “Pudú” Neira no teclado e Nicolás Arce na guitarra e no baixo, que também é o produtor do projeto.
Bravelord também reuniu algumas das melhores vozes do power metal chileno: Ives Gullé (Húsar), Paulo Domic (Inquisición, Witchblade, Catalán), Felipe del Valle (Drake, Dolezall, Delta) e Jaime Salva (Rising Angel, Valkiria, Concerto), com quem se completa este cover, que consiste em uma capa feita pelo artista Sebastián Jorquera.
“Este cover foi um desejo que eu quis fazer realidade antes do lançamento do álbum de estreia do Bravelord. Então fiquem atentos, pois em breve vocês poderão ouvir “The Power From The End Of The World“, um álbum que espero que todos que curtem power metal do final dos anos 90 gostem”, confirma Rodrigo Bravo sobre o álbum que será lançado ainda este ano.
Esse é o primeiro álbum cheio da banda potiguar que ficou conhecida pelos dois EPs lançados e por ter sido atração de grandes festivais como o DoSol e a Virada Cultural de Natal
Originalmente formada em Natal/RN em 2010, e hoje radicada em Mossoró/RN, a Godhound é concisa em sua exploração artístico-musical: viabilizar o clássico por uma perspectiva contemporânea.
Até agora, o quarteto que é atualmente formado por Kael Freire (v/b), Vitor Assmann (g), Lázaro Fabrício (d) e Victor Freire (g), havia lançado dois EPs, o autointitulado “Godhound” de 2012 e “God Above… Hound On The Road” de 2013, que definiram a base criativa do grupo: rock clássico com referências do stoner rock e heavy metal que anseiam pelo desconhecido.
Depois de mais de 10 anos tocando por vários estados do Nordeste, incluindo uma mini-turnê e participações em grandes eventos como o renomado Festival DoSol e a Virada Cultural de Natal, a Godhound está madura o suficiente para disponibilizar seu primeiro álbum cheio: “Refueled”.
Gravado e produzido pelo próprio baixista e vocalista Kael Freire e masterizado por Fernando Delgado, “Refueled” reúne oito faixas inéditas: “Jack The Lumber”, “Deathmask Trucker”, “Diesel Burner”, “Open Letter”, “Takeover”, “Rockin Spirit”, “Warriors” e “Gravestone”. A faixa “Deathmask Trucker”, que foi o primeiro single extraído de “Refueled”, conta com a participação especial de Jimmy London, vocalista do Matanza Ritual.
“As composições de Refueled são mais maduras em relação aos trabalhos anteriores”, conta o baterista Lázaro Fabrício. “Nesse disco exploramos outros elementos e estruturas musicais, resultando em um álbum com músicas distintas entre si. Da mesma forma que temos sons com uma pegada mais clássica como ‘Gravestone’ e ‘Rockin Spirit’, temos composições que seguiram uma linha mais pesada, como ‘Diesel Burner’ e ‘Takeover’. Por outro lado, ‘Jack the Lumber’, ‘Warriors’ e ‘Deathmask Trucker’ trazem uma sonoridade mais semelhante aos primeiros trabalhos da Godhound”.
A arte da capa de “Refueled” foi desenhada pelo grande artista Wildner Lima (Kiss, Mötley Crüe, Ministry, Clutch, etc) e representa o desejo da banda em retratar a relação de pertencimento com a região nordeste, assim como ao semiárido, ao sertão e o clima seco da cidade de Mossoró.
Referência do Gothic Metal alemão disponibiliza música inédita que estará no próximo disco de estúdio, Ravenblack
A renomada banda alemã de gothic metal MONO INC. que vem crescendo muito no mercado europeu nos últimos anos, lançou o primeiro single do seu próximo álbum, Ravenblack. A faixa escolhida foi “Princess of the Night”, que impressiona com riffs de guitarra marcantes e melodias memoráveis, como os fãs sempre esperam da banda.
A música fala sobre o amor sem fim por uma mulher, pela qual até mesmo se andaria através do fogo. A canção é uma ode épica à sua sabedoria, graça e beleza, e com ela, o MONO INC. mais uma vez se supera com uma obra obscura e cativante.
Com guitarras mais pesadas do que nunca, e com a produção do prestigiado Martin Engler o MONO INC. chega ao mercado latinoamericano e apresenta uma prévia especial do próximo disco de estúdio, Ravenblack. Um novo single está sendo preparado para lançamento em um futuro próximo. O grupo alemão é formado pelos músicos Martin Engler (vocal), Katha Mia (bateria), Carl Fornia (guitarra) e a recém integrada Val Perun (baixo).
O álbum Ravenblack, o décimo segundo da carreira do grupo, será o sucessor do aclamado The Book of Fire, que gerou uma imensa turnê mundial e chegou ao primeiro lugar nas paradas alemãs. O novo disco chega às lojas em 20 de janeiro de 2023, e pode ser adquirido na pré-venda – nos formatos CD, vinil e box especial – no seguinte endereço:
O nome da banda é uma junção de dois termos abreviados. Mono deriva de Monomania (em alemão, “Monomanie”), um termo da teoria da doença psiquiátrica do século 19, uma forma de insanidade parcial concebida como uma preocupação patológica única em uma mente sã.
O termo “Monomania Incorporated” significa “Empresa dos parcialmente insanos” e a abreviação deles resultou no nome da banda alemão: Mono Inc.
Turnê
O Ravenblack também anunciou as primeiras datas da Ravenblack Tour 2023, que acontecem na Europa. Participam dos shows as bandas convidadas Storm Seeker e SANZ. O MONO INC. já está trabalhando para realizar uma turnê sulamericana no próximo ano.
28.04.2023 – Köln / Carlswerk Victoria 29.04.2023 – Oberhausen / Turbinenhalle 30.04.2023 – Hamburgo / Sporthalle 05.05.2023 – Berlin / Columbiahalle 06.05.2023 – Leipzig / Haus Auensee 12.05.2023 – München / Zenith 13.05.2023 – Dresden / Alter Schlachthof 19.05.2023 – Frankfurt / Jahrhunderthalle 20.05.2023 – Hannover / Swiss Life Hall 26.05.2023 – Fürth / Stadthalle 27.05.2023 – Stuttgart / Porsche Arena 28.05.2023 – Bielefeld / Ringlokschuppen
Comemorando o 20º aniversário do álbum de maior sucesso, “Camino Palmero” a banda passa pelo Brasil em dezembro na Latin American Tour 2022 tocando ele na íntegra para os seus fãs.
O grupo se apresenta no Rio de Janeiro em 04 de dezembro (domingo), no Vivo Rio; já no dia 09 de dezembro (sexta) o show acontece em Brasília, no palco do Toinha Brasil Show. Fechando a turnê brasileira, no dia seguinte, 10/12, eles tocam em Belo Horizonte, no Mister Rock
Co-fundado em 1999 pelo vocalista Alex Band e o guitarrista Aaron Kamin, o The Calling encontrou um lugar ao lado bandas donas dos hits de rock radiofónicos do início do século 21 como Matchbox Twenty, Train e Fastball.
Kamin e Band, ambos nativos de Los Angeles, co-fundaram o grupo quando adolescentes (Kamin estava namorando a irmã de Band), e um contrato com a gravadora RCA seguiu pouco depois.
Com músicos de apoio contratados, gravaram um álbum, e o resultando foi o lançamento de “Camino Palmero” em julho de 2001. Embora amplamente influenciado com o rock pós-grunge, o disco se tornou um lançamento popular com a força de “Wherever You Will Go”, balada que se tornou um Hit Top Five em vários países.
“Camino Palmero” vendeu mais de cinco milhões de cópias em todo o mundo preparando assim o palco para o retorno do The Calling em junho de 2004 com o álbum Two.
Serviço:
The Calling no Rio de Janeiro Data: 04/12/2022 (domingo) Local: Vivo Rio Abertura da casa: 16h The Calling: 21h Vendas: www.vivorio.com.br Classificação 18 anos Obs. Menores, somente acompanhado do responsável legal.
The Calling em Brasília Data: 9 de dezembro de 2022 (sexta) Local: Toinha Brasil Show (SOF Q 8 Quadra 09 conj / Brasilia – DF)
Giro, de outubro a dezembro, é coordenado pela produtora Powerline Music & Books
O Hateen embarca uma turnê de 19 datas pelo Brasil afora, entre outubro, novembro e dezembro deste ano, para comemorar 11 anos do icônico Obrigado Tempestade, um álbum especial tanto para a banda como para muitos fãs e pessoas ligadas no universo rock alternativo/emo.
O giro, que passa pelo Sudeste, Sul, Centro-Oeste, Norte e Nordeste, terá diversas bandas locais nos shows e é uma realização da Powerline Music & Books.
28/10 – Florianópolis 29/10 – Blumenau 30/10 – Curitiba 01/11 – Diadema 04/11 – Santa Maria 05/11 – Passo Fundo 06/11 – Porto Alegre 11/11 – São Paulo 12/11 – Santos 13/11 – Americana 18/11 – Belo Horizonte 19/11 – Juiz de Fora 20/11 – Rio de Janeiro 25/11 – Uberlândia 26/11 – Goiânia 27/11 – Brasília 02/12 – Natal 03/12 – Recife 04/12 – Maceió
Rodrigo Koala, guitarrista e vocalista, fundador da banda em 1994, lembra do planejamento na época para o grande dia do lançamento de Obrigado Tempestade, que deveria estar oficialmente disponível no dia 11 do mês 11 (novembro) de 2011, às 11h11. “Uma brincadeira, sem nenhuma simbologia. Apenas nos aproveitamos da data, já que era quase fim de ano”. Aliás, é um disco com 11 faixas + 1 bônus!
Quando completou 10 anos, em 2021, o Brasil e o mundo ainda viviam um período nebuloso da pandemia, o que inviabilizou uma turnê comemorativa. “Acabou que, com a vacinação, só agora conseguimos pensar num giro, e coincidentemente, de 11 anos!”, se diverte Koala.
A princípio seria uma turnê com apenas 11 datas, mas esta seria uma marca impossível do Hateen manter, afinal, se trata de uma aguardada turnê, alusiva a um álbum que marcou histórias de muitas pessoas.
“O Obrigado Tempestade, percebemos, voltou a ter muito peso nestes últimos anos de pandemia. É um disco que fala de vencer adversidades, superar desafios e sair do lado de lá destes entraves, de cabeça erguida para seguir adiante. Tem muito sobre esperança de vencermos batalhas da vida. Casa muito bem com tudo que passamos recentemente”.
E Koala garante que o caráter passional do disco será ainda mais latente nos palcos desta tour especial. As conquistas do disco foi continuar em português para chegar melhor nas pessoas.
“Escrever era mais difícil e fazer um segundo disco em português foi um desafio. Tivemos sorte de ter grandes amigos que ajudaram muito no processo e tiramos uma sonoridade excepcional. Os fãs hoje tem tatuagem do Hateen tem a capa do disco riscado no corpo, a primeira vez que aconteceu isso com a banda, de ter a marca da banda na pele”, destaca Koala.
A banda Malvada, que vem sendo considerada a revelação do rock nacional, irá lançar o novo single chamado “Perfeito Imperfeito”, no próximo dia 02 de setembro (sexta). A música teve a produção musical e artística por Giu Daga, que já trabalhou com grandes nomes do rock brasileiro como Charlie Brown Jr, Nx Zero, Cpm 22 e foi vencedor de 3 Gramys latinos.
No mesmo dia será lançado no YouTube um vídeo clipe que foi dirigido pela Cabret Filmes.
A Malvada tocará no Rock in Rio dia 03 de setembro (sábado) no Palco Rock District e promete um show energético e empolgante.
Para fazer o ‘Pre-Save’ do nosso novo single “Perfeito Imperfeito” acesse o link: https://sndo.ffm.to/d6pnzjb
A formação da Malvada traz Angel Sberse (vocais), Bruna Tsuruda (guitarra), Marina Langer (baixo) e Juliana Salgado (bateria).
Para agendar shows da Malvada, entre em contato com a TC7 Produções: tc7producoes@gmail.com
Um dos maiores nomes do heavy metal brasileiro no mundo, VIPER vai tocar clássicos e músicas novas na Arena Itaú by TikTok no mesmo dia do Iron Maiden, Dream Theater e Sepultura
O VIPER vai ser apresentar no Rock in Rio 2022, o maior festival da história da música. O show será em 2 de setembro, dia de abertura do evento, às 15h55, na Arena Itaú by TikTok, um dos espaços mais incríveis da Cidade do Rock. O show será transmitido no perfil do @itau no TikTok.
“Será muito emocionante tocar mais uma vez no Rock in Rio, um festival que foi essencial para a formação musical do VIPER. Em 1985, na primeira edição, éramos adolescentes quando assistimos maravilhados à apresentação do Iron Maiden, e é uma enorme honra saber que tocaremos no mesmo dia que nossos ídolos. Será um daqueles shows que ficarão marcados para sempre na memória, até porque também representará o renascimento da banda: o novo álbum, “Timeless”, é o primeiro de músicas inéditas em quinze anos”, afirma Felipe Machado, guitarrista do VIPER.
“Cantar no Rock in Rio será a realização de um sonho de garoto que há alguns anos nem sequer imaginava estar em um evento desta magnitude. Agradeço a oportunidade de subir ao palco em mais um show que será histórico para a minha carreira e para a trajetória da banda”, afirma o vocalista Leandro Caçoilo.
A formação do VIPER conta com Leandro Caçoilo (vocal), Felipe Machado e Kiko Shred (guitarras) e Pit Passarell (baixo). O baterista Guilherme Martin, que se recupera de um acidente nos EUA, será substituído por Marcelo Campos. É a segunda vez que o VIPER toca no Rock in Rio. Em 2013, o grupo se apresentou no festival com o vocalista Andre Matos e fez um show lendário no Palco Sunset, onde mais de 50 mil pessoas cantaram junto com a banda clássicos como “Living for the Night” e “Rebel Maniac”.
A produção do VIPER no Rock in Rio é uma parceria entre Wikimetal e TC7 Produções.
O VIPER foi a primeira banda brasileira de heavy metal a fazer um grande sucesso no Japão. No início dos anos 1990, chegaram a liderar as paradas de sucesso à frente de grandes nomes mundiais como Nirvana e Van Halen. Com álbuns como “Soldiers of Sunrise”, “Theatre of Fate” e “Evolution”, o VIPER gravou e fez turnês pela Europa, EUA e América do Sul. Durante a turnê no Japão, gravou o álbum ao vivo “Maniacs in Japan – VIPER Live”. A primeira formação da banda contava com o vocalista Andre Matos, que depois deixou o grupo para formar o Angra e Shaman. O vocalista faleceu em 2019, sendo homenageado pelo VIPER com a música/clipe “The Spreading Soul Forever”. O novo álbum do VIPER, “Timeless” está em fase de mixagem, em Nova York, pelo produtor Maurício Cersosimo. É o primeiro disco de inéditas e m 15 anos e será lançado no segundo semestre de 2022.
Jogo completa 10 anos no Brasil e ganha homenagem dos músicos
Um dos jogos mais populares entre os brasileiros, o League of Legends, acaba de completar 10 anos no Brasil. Em comemoração ao aniversário, dois jogadores resolveram lançar uma música que sinalizasse a importância que o ‘lolzinho’ ganhou nesta década. Assim, Tuuh e Nanasai criaram “Maravilhoso Mundo do Futuro”, novo single que traz trechos em japonês e conta com influência do math rock. Repleta de referências a momentos da partida, a canção é também uma homenagem aos jogadores assíduos do game.
“A música foi composta em home studio, inspirada em bandas de Math Rock Japonês como LOQTO, Stereo Type, Co Shu Nie e etc. Refrão bem chiclete e na pegada das aberturas de anime, mas o restante da música possui vários tempos malucos e guitarras doces. A introdução é nossa marca registrada, por ser feita aqui no Brasil (risos)”, conta Tuuh, um dos compositores da faixa ao lado de Nanasai, produtor na Himawari Records e artista solo.
Conheça os artistas
Tuuh é um dos projetos de Artur Wilson, cantor, compositor e multi-instrumentista que se divide entre o duo Nordex, e as iniciativas multi persona Tutz e Tuuh. Desde 2009 na estrada, já passou pelas bandas Sugoi, Velvet Moonlight e Miura Jam. Figura conhecida no meio da música geek, o cantor une o j-rock com o metal melódico e já chegou a ser atração de abertura para o Sonata Arctica, em São Paulo. Com um álbum autoral lançado, o DOPPEL1, esta é uma persona voltada para o rock, indo do metal ao Lo-Fi rock, com a estética no palco inspirada no visual kei.
Já Nanasai é um cantor, compositor e guitarrista carioca que hoje está radicado em São Paulo. O músico ficou conhecido na cena após o lançamento do single “Cansei de Menina Indie”, embora tenha começado a sua carreira em 2018, já conta com quatro discos: “Mood” (2018), “Polaroid” (2019), “Desculpa Mãe, Eu Sou Indie” (2021) e “Um Disco Inteiro Sobre Você” (2022).
O single “Maravilhoso Mundo do Futuro” é uma collab entre Tuuh e Nanasai, com mixagem e masterização do Tuuh, que também tocou guitarra, baixo e realizou as programações. A produção foi uma parceria entre Tuuh e Nanasai, enquanto a capa é uma criação do designer Matt Groggia, conhecido por ser o responsável pelos visualizers da Nordex. Este é um lançamento da Himawari Records.
No Knotfest, em dezembro, banda com o chef Henrique Fogaça tocará no mesmo palco de outras novas super atrações: Judas Priest e Pantera
A banda de metal hardcore punk Oitão, ao lado de Judas Priest e Pantera, são as novas atrações anunciadas para completar o line up poderoso do Knotfest Brasil 2022, o festival do Slipknot que chega pela primeira vez ao país e acontece no dia 18 de dezembro em São Paulo, no Sambódromo do Anhembi.
O quinteto também se apresentará no Rock in Rio, no dia 2 de Setembro, o “Dia do Metal”, na mesma data em que se apresentam Iron Maiden, Dream Theater, Sepultura e outras.
O Knotfest é o evento de música pesada mais esperado do ano no em São Paulo, com ingressos concorridíssimos.
O festival, além das bandas já mencionadas, ainda terá outros medalhões do rock nacional e internacional: Bring me the Horizon, Mr. Bungle (projeto de Mike Patton, do Faith no More), Trivium, Motionless in White, Sepultura, Vended e Project 46.
O Oitão, que atualmente é Henrique Fogaça (vocal), Ciero e Ricardo Quatrucci (guitarras), Tchelo (baixo) e Rodrigo Oliveira (bateria), em ambas as oportunidades tocará novas músicas que estarão no disco “Sem Fronteiras”.
O novo álbum chegará em breve nas plataformas de streaming pela Canil Records e, posteriormente, em formato físico pela Xaninho Discos.
Nova música do Oitão
Como prévia do novo disco “Sem Fonteiras”, o Oitão lança na segunda-feira (29) o single Um Grito de Paz, que escancara a potência e solidez do atual momento da banda.
Mestres indiscutíveis de matadores riffs, belicosos grooves e ferozes ganchos desde 1991, o MACHINE HEAD é considerado até hoje como uma das bandas mais influentes e incendiárias do mundo do metal.
Desde o seu álbum de estreia de 1994, “Burn My Eyes”, a banda estadunidense vem construindo um singular caminho sem fim que atravessa todas partes do mundo por mais de três décadas. Já seja uma maratona de apresentações ao vivo de 3 horas cada ou milhões de álbuns vendidos em todo o mundo ou pequenos/grandes elogios, não há muitas coisas que distraiam a visão do guitarrista/vocalista/fundador Robb Flynn nos dias de hoje.
Em 2022, o MACHINE HEAD está de volta com seu álbum mais esmagador até agora. “Øf Kingdøm And Crøwn” é um monólito conceitual de uma hora de duração, rico em cores e dinamismo, mas determinado a conseguir a destruição total. Ambientado em uma futurista planície solitária permanentemente sob um céu vermelho carmesim, “Øf Kingdøm And Crøwn” conta a história de dois personagens, ambos enfrentando traumas de tamanho incalculável, cujas histórias se entrelaçam de forma sangrenta à medida que este profundo e sombrio registro avança.
“O conceito do álbum foi vagamente inspirado no anime japonês Attack On Titan”, diz Robb, “no sentido de que, nessa série, não há um mocinho e um vilão. Ambos os lados acreditam que estão fazendo a coisa certa, mas ambos estão cometendo atrocidades e maldades”.
A faixa que abre o álbum, ‘Slaughter The Martyr’, dá o tom não apenas para o álbum, mas para a exploração auditiva e psicológica na qual o ouvinte está prestes a embarcar. Desde a primeira nota dissonante, a música não é apenas uma nova tela pintada com as crescentes harmonias vocais entre Flynn e o baixista Jared MacEachern, mas também é tão furiosa quanto qualquer coisa que a banda já tenha feito anteriormente. Esta faixa também inicia a jornada de nossos protagonistas.
A exploração adicional da psique danificada explode em ‘Chøke Øn The Ashes Øf Yøur Hate’ com uma forte dose de Thrash Metal que só poderia vir das raízes da Bay Area. Implacável em seu ataque, seu ritmo alucinante solidifica a música como um dos muitos destaques de “Øf Kingdøm And Crøwn”.
Da adrenalina de exorcizar seus demônios internos e aquele sentimento inato de solidão e arrependimento vem ‘Unhalløwed’. Uma dramática introspectiva de questionar os motivos de alguém e as consequências quando as nossas desgastadas emoções vêm cobrar as dívidas. Desesperado, perdido e isolado, o protagonista nº 2 começa a transformação de vítima em opressor por cima do caos melódico, cortesia do guitarrista Vogg Kiełtyka. Radical, paranoico e sem futuro, o ataque mental se inflama com a música ‘Kill Thy Enemies’. As chicotadas induzindo aqueles pensamentos combinam muito bem com alguns dos grooves mais pesados presentes no álbum.
O álbum termina com, indiscutivelmente, a melhor música que o MACHINE HEAD já escreveu: ‘Arrøws In Wørds Frøm The Sky’, que é nem mais nem menos o grandioso, mas emocionalmente visceral, clímax do melhor e mais feroz álbum dos 30 anos de carreira da banda.
Sendo uma força vital perene na cena Heavy Metal, o MACHINE HEAD continua sua emocionante evolução, sem nunca perder o espírito furioso Old School nem suas raízes underground.
Um lançamento da parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records. Adquira sua cópia, em DIGIPACK com CONTRACAPA EXTRA, aqui: https://bit.ly/3PvejcL.
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