Você baterista que está em busca de tocar em uma banda profissional e de altíssima qualidade, sua hora pode ser agora. O Velho Buffalo Ruffus está na procura de um novo baterista e as audições já começaram.
Atualmente o Velho Buffalo Ruffus possuí um EP lançado, “Terror”, e vem realizando inúmeros shows pela capital paulista. O estilo do grupo é um Stoner Metal pesado e alcoólico, com temática crítica e divertida.
Confira o trabalho da banda:
Interessados em enviar o material para audição, a banda informa que alguns requisitos básicos têm que ser atendidos para o postulante ao cargo de batera do grupo. São eles:
· Ter total empenho e disposição para gravar e fazer shows e ser criativo para as novas músicas.
· Procuramos um baterista sério e que queira deixar a sua marca no rock, não aceitaremos pessoas desorganizadas, desleixadas, desmotivas e que não interajam, pois é fundamental ter uma boa troca de informações e convívio.
· Não estamos buscando um profissional, e sim um novo integrante que vista a camisa e já comece com toda disposição, e veja que a banda é um investimento que dá certo com os 4 alinhados.
· Morar em São Paulo.
O que enviar para sua audição?
· Vídeos seus tocando batera com boa qualidade de imagem e som ou algum material que tenha gravado nos últimos 5 anos com alguma banda ou artista.
Onde enviar ou entrar em contato?
Pelas redes sociais da banda, Facebook ou Instagram:
Passados alguns dias das festividades do “Dia Mundial do Rock”, o site “Cwb Live”, liberou uma resenha sobre a apresentação do Macumbazilla no festival que rolou na cidade de Curitiba no último dia 13 de julho.
Logo no título, escrito por “Marcos Anubis”, é explicitamente informado que a bandaMacumbazilla: “fez um dos shows mais pesados do “Festival Crossroads Dia Mundial do Rock”. Além de sentir na pele a pegada agressiva e energia da banda, o redator em questão ressaltou alguns pontos fundamentais na apresentação da banda: “O peso é uma característica constante nas músicas do Trio”.
Confira a resenha na íntegra, acessando o link abaixo:
Uma verdadeira celebração do Metal; é assim como podemos chamar a 8ª edição do Guaru Metal Fest. O evento acontece no dia 12 de outubro (sábado), no Clube Recreativo de Guarulhos (Rua Dr Nilo Peçanha, 111, Centro, Guarulhos – SP), e contará com 10 bandas, sendo 9 nacionais (Azul Limão, Mutilator, NervoChaos, Anarkhon, Otlaw, Necrohunter, Hell On Wheels, Living Metal e Facing Fear) e a lenda do Thrash Metal, norte-americana, Whiplash. O festival começa às 14h.
O Whiplash foi formado em 1984, em New Jersey, EUA – na verdade surgiram como Jackhammer em 1983, mudando para Whiplash no ano seguinte – fazendo o que se chamava de Speed Metal, e que mais tarde mudou para Thrash Metal.
No início desse ano, eles estiveram por aqui para participar do “Otacílio Rock Fest”, em Santa Catarina. E agora retornam para este show no estado de São Paulo, no Guaru Metal Fest.
A discografia do Whiplash traz uma trinca avassaladora de estreia; “Power And Pain” (86), “Ticket To Mayhem” (87) e “Insult To Injury” (89), álbuns considerados verdadeiras perolas do Metal mundial. Os demais, são; “Cult Of One” (96), “Sit Stand Kneel Prey” (97), “Thrashback” (98) e “Unborn Again” (09), álbuns não menos empolgantes.
A formação do Whiplash traz o membro fundador, Tony Portaro (guitarra e vocal), além de Dank DeLong (baixo) e Ron Lipnicki (bateria, ex-Overkill). O Whiplash sempre foi uma banda de músicos excelentes, como Tony Scaglione (bateria), Joe Cangelosi (bateria) e Tony Bono (baixista, falecido em 2002, por um ataque do coração).
Com três versões e uma música autoral, material está disponível gratuitamente no bandcamp do Lo Fi
Certas coisas na vida ficam para sempre na memória e funcionam como norte pra tudo. Indefectíveis, no sentido de atemporais e, não importe a ocasião, são sempre mecanismos afetivos capazes de ordenar o caos, abrir novas portas e dar sentido à expressão “seguir em frente”. Para as bandas Lo Fi e Grogue, punk rock e amizade definem as respectivas trajetórias na música e marcam uma memória compartilhada de anos atrás. A junção de tudo isso é o EP Surfin’ on other people waves plus an original, disponível de forma gratuita – streaming ou download – em https://lofipunkrock.bandcamp.com.
São quatro músicas, sendo três versões e uma autoral, esta última composta pelas bandas exclusivamente para este EP: Mass Hysteria (Social Distortion), Alienize (The Splits), Inside Out (999) e As pessoas são estranhas (Lo-Fi e Grogue). Todas as faixas são inveteradamente punk e a essência do gênero é mesmo o que se propõe aqui, uma espécie de tributo à sonoridade rápida, ríspida, de batidas frenéticas e contestadora.
Mass Hysteria, um clássico do seminal e cultuada da banda norte-americana Social Distortion, estreou em meados de julho no programa Semper Adversus, que vai ar ao quinzenalmente na Rádio Layback e é comandado pelo finíssimo Henrike Baliú, ex-Blind Pigs e atual Armada.
O Lo Fi é de São José dos Campos e o Grogue, que é um duo, é de Caxias do Sul. Tudo foi gravado na cidade natal do Lo Fi, no home estúdio da banda, o Colinão. “Conhecemos o Greg, do Grogue, quando ele nos levou pra fazer uma turnê pelo Sul do Brasil, passamos por diversas cidades. Aqueles dias foram bem legais. Somos amigos até hoje e esse EP foi a forma de celebrarmos nossa amizade e o apreço pelo punk rock”, conta o vocalista/guitarrista do Lo Fi, Thiago Roxo.
A banda Okill lançou seu primeiro disco, chamado “Reloaded”, composto por uma música inédita, chamada “The Pain Remains Insane”, e oito releituras de sons antigos, de quando se chamavam Macchina, e vem para mostrar a nova pegada do Okill, que desde que se tornou um quarteto com duas guitarras, vem apostando em mais peso, mais versatilidade e guitarras dobradas, algo que os fez crescer musicalmente, e que pode ser percebido nos novos arranjos dos seus sons antigos presentes em seu novo lançamento.
A bateria foi gravada no Rising Power Estudios por Regis Ferri, sendo o restante dos instrumentos, mixagem, edição e masterização feitos no estúdio da banda, Okill Home Studio, sob a batuta do vocalista e guitarrista Anderson Mattiello.
O play está disponível em formatos físicos e digitais, e pode ser comprado diretamente com a banda, em suas redes sociais, em seu site ou no Mercado Livre.
O EP completo da banda estará disponível nas plataformas digitais a partir do dia 13 de Julho, Dia Mundial do Rock, e reúne diversas participações especiais.
“O rock morreu.” A frase de três palavras chega a soar clichê de tanto que foi repetida nos últimos anos por fãs, jornalistas e até pelos próprios músicos. Em sua história de mais de seis décadas, o estilo foi dado como morto inúmeras vezes. Para contrariar o diagnóstico e cumprir a missão de fortalecer o gênero no país, o Lambretta, banda formada no Rio de Janeiro, reuniu um verdadeiro exército do rock brasileiro e algumas surpresas em seu EP de estreia. Batizado de “Prisioneiro”, o álbum estará disponível a partir do dia 13 de julho, Dia Mundial do Rock, em todas as plataformas digitais.
Daniel Massa (vocal e guitarra), Pedro Garcia (baixo), Elir Filho (guitarra) e Marcelo Teteu (bateria) também apresentam o clipe de “Valentina”, canção cheia de energia que abre o EP e teve a participação especial do cantor e compositor Zeca Baleiro. O clipe feito em animação foi idealizado pelo desenhista Tiago Fernandes. Em 2018, a banda já havia lançado um aperitivo do primeiro álbum no vídeo de “Tudo em seu lugar”, uma emocionante homenagem ao compositor carioca Liô Mariz, morto em acidente de automóvel em 2005. Filmado no histórico Largo do Boticário, o clipe contou com Bruno Gouveia, vocalista do Biquini Cavadão, e atingiu mais de 50 mil visualizações no canal do grupo no Youtube.
Já na intensa balada “Prisioneiro”, faixa com ares de rock britânico que dá nome ao EP, quem soma ao Lambretta na empreitada é o ator e cantor Emílio Dantas. A música é uma das seis canções radiofônicas lançadas pela banda, resultado de um leque muito abrangente de influências. Desde Beatles, The Cult e Sex Pistols até Renato Russo, Cazuza e Lô Borges. Está tudo no DNA do grupo. Gravado no lendário estúdio da Toca do Bandido, as faixas ainda contam com a participação dos músicos Maurício Barros e Fernando Magalhães (Barão Vermelho), Fabiano Carelli e Robledo Silva (Capital Inicial), Luana Camarah (Malta), Jimmy London (ex-vocalista do Matanza, agora no Jimmy & Rats) e Egypcio (Urbana Legion/Cali). Acelera Lambretta!
Prisioneiro
Produzido por Lucas Macedo e Diogo Macedo
Valentina (Daniel Massa / Vitor Carvalho) feat. Zeca Baleiro + Fabiano CarelliA mil por hora (Daniel Massa / Paulinho Barros) feat. Luana Camarah + Robledo Silva Tudo em seu lugar (Liô Mariz) feat. Bruno Gouveia Prisioneiro (Artur Nabeth / Manfredo Junior) feat. Emílio Dantas É Proibido (Daniel Massa) feat. Jimmy London + Fernando Magalhães Medo (Daniel Massa / Lula Washington) feat. Egypcio + Maurício Barros
Hoje (26/07), às 21 horas tem a volta do Kiss Club programa da Rádio Kiss FM, e com o Golpe de Estado tocando ao vivo no Manifesto Bar (Rua Iguatemi, 36 – Itaim Bibi, São Paulo). A entrada será de 30 reais e vale para ficar a noite inteira e curtir as bandas seguintes. Quem não puder ir, acompanhe ao vivo no 92.5 neste horário.
Em novo formato, o Kiss Club será transmitido ao vivo direto do palco do Manifesto, com duas horas de duração. De um jeito mais intimista, o Kiss Club dá espaço para o público assistir ao show dos seus ídolos de perto, tirar fotos e interagir com perguntas. Comandado pelos apresentadores da Kiss FM, Paul Martins (Autoral Brasil) no palco do Manifesto e Edu Parez (Kiss.Com/Rock Reclame) no estúdio da rádio, o projeto se molda para dar ainda mais espaço às bandas autorais, mas sem perder a essência das edições anteriores do programa. Por isso, o Kiss Club seguirá também levando bandas covers de respeito na cena nacional. Em todas as edições, sempre uma banda de abertura, fomentando a nova safra do rock nacional.
Amanhã (27/07) sábado, às 16 horas, o Golpe se apresenta no Espaço Verde Chico Mendes em (Av. Fernando Simonsen, 566, São José, São Caetano do Sul), no Encontro Anual de Carros Antigos juntamente com Marcelo Nova, Titãs e outras bandas. A entrada é gratuita!
Confira algumas das datas do Golpe de Estado para esse segundo semestre: 26/07 – São Paulo @Manifesto Bar (Programa Kiss Club) 27/07 – São Caetano @Parque Chico Mendes 02/08 – Guarulhos @ Território Rock Burguer 30/08 – Sorocaba @Villa Plaza (c/ Ira!) 31/08 – Limeira @Bar da Montanha (c/ Ira!) 14/09 – Osasco @Osasco Tattoo Fest 28/09 – Caieiras @Hoower (c/ Ira!) 26/10 – Francisco Morato @Woodstock Bar 08/12 – São Paulo @Carioca Club (c/ Ira!)
Mais datas serão divulgadas em breve!
Para agendar shows do Golpe de Estado, entre em contato com a TC7 Produções; Tiago Claro- tc7producoes@gmail.com
O Golpe de Estado está divulgando o DVD “30 Anos Ao Vivo” e a nova música “A Fila Vai Andar”. A formação do Golpe de Estado traz João Luiz (vocal), Marcelo Schevano (guitarra), Nelson Britto (baixo) e Robby Pontes (bateria).
A interação da banda curitibana Legacy Of Kain com a América Latina é algo que vem crescendo ano após ano e depois do retorno de mais uma bem sucedida tour pela região, novos frutos estão nascendo deste contato.
O mais recente é o anúncio que o selo peruano Gate Of Horror irá lançar uma edição limitada do álbum ‘Paralelo XI’, que não terá alterações em seu track list, apenas um layout diferenciado e atualizado.
O lançamento esta previsto para a segunda quinzena de Agosto. A banda informa que irá receber um número limitado de cópias para venda no mercado nacional, informando a disponibilidade através de suas redes sociais.
A banda ALCHIMIST, de São Luís/MA, está divulgando a “Tour of Mysteries pt.1″, turnê que percorrerá várias cidades da região sul do Brasil neste mês de agosto, além de duas datas no Pará, promovendo assim o lançamento dos singles “Demonized” e “Never Forget”. Cássio Marcos (vocal), Daniel Azevedo e Ruan Cruz (guitarras), João Lobo (baixo) e Dã Carneiro (bateria) estão preparando também o material que fará parte de seu debut, com previsão de lançamento para o segundo semestre deste ano.
Ouça “Demonized”:
Esta será a primeira turnê da banda fora da região do Maranhão, e a empolgação para este giro inédito é sentida nas palavras do guitarrista Daniel Azevedo: “Estamos nos preparando para estas datas há alguns meses, e quando finalmente fechamos as datas sentimos um grande alívio e a empolgação foi imediata, afinal, quantas bandas conseguem percorrer o Brasil desta forma? É um país enorme, e apesar das dificuldades que os brasileiros conhecem tão bem, sabemos o quanto os headbangers são receptivos e sedentos por Metal. Trata-se de um importante passo em nossa carreira! Buscamos com estas datas levar um pouco do Metal feito em São Luís para o pessoal do sul e logo depois subiremos para o Pará e encerraremos as datas em nossa cidade natal!”.
Os singles “Demonized” e “Never Forget” abordam os tradicionais temas obscuros que caracterizam a banda, que a partir deste ano passou a adotar uma identidade visual baseada nesse conceito. No vídeo clipe para a música “Beyond Darkness”, lançado em janeiro, os músicos estrearam pinturas faciais, e na época, explicaram o conceito: “O visual foi todo pensado como forma de introduzir também uma “persona” aos integrantes, pra você ter uma ideia, até nós, os integrantes, somos como o “Alquimista”, ou seja, personagens de uma história e conceito, que vai permear todo o material da Alchimist a ser lançado.”.
Assista ao vídeo clipe de “Beyond Darkness”:
Confira as datas:
02/08 – Hangar – Curitiba (PR)
03/08 – Festival Agosto Negro – Laguna (SC)
08/08 – Moto Garage – Santa Maria (RS)
09/08 – Signos Pub – Porto Alegre (RS)
10/08 – Galera’s Rock Bar – Lajeado (RS)
11/08 – TBA – Cachoeira do Sul (RS) 14/08 – TBA – Venâncio Aires (RS)
A faixa fará parte do álbum de estreia do grupo que está sendo gravado no Estúdio Fusão
O Hammathaz já é um nome bastante conhecido no underground nacional. Afinal, são mais de 15 anos de carreira! Banda estradeira, conseguiu formar seu público muito mais através de apresentações ao vivo do que lançando material de estúdio. Já fizeram shows em várias regiões do Brasil, participaram de importantes festivais como Virada Cultural e Grito Rock e abriram para bandas renomadas como Angra, Shaman, Ratos de Porão, entre outras. Mas em termos de estúdio o Hammathaz também acumula experiência. Sua discografia é formada por duas demo-tapes (“Antahkarana” de 2006 e “Downfall” de 2009), dois EPs (“Crawling” de 2011 e “Inner Walls” de 2013) e três singles (“Cursing” de 2010, “Enslaved” de 2012 e “So it Comes” de 2018).
“So It Comes”, o trabalho mais recente do Hammathaz em estúdio, é na verdade uma prévia do álbum de estreia da banda que é previsto para 2020 e está sendo gravado no Estúdio Fusão em Cotia/SP com produção de Thiago Bianchi (Noturnal/Shaman). “So It Comes” é a síntese do desenvolvimento musical e identitário pelo qual o grupo passou durante essa uma década e meia de estrada: um diálogo contemporâneo entre o thrash e o death metal que claramente idealiza o novo!
De acordo com Anderson Andrade, baixista e membro fundador do Hammathaz, a proposta musical de “So It Comes” é uma consolidação, mas não um fim. “Quando começamos a banda não tínhamos um caminho definido a ser seguido”, comenta o músico que é o único remanescente da formação original do Hammathaz. “As primeiras músicas foram nascendo de forma natural e elas espelhavam o que a maioria de nós ouvia na época, muito classic rock, metal e progressivo. A primeira demo tape do Hammathaz acabou soando como um metal progressivo, com músicas longas de até sete minutos. Com o passar do tempo passamos a estudar mais e ampliar nossas possibilidades musicais. Na verdade desde o início eu tinha um desejo de que a banda soasse mais pesada, e foi então que partimos por essa direção. O primeiro passo foi adotar os vocais guturais, e com a mudança de integrantes e entrada de novos músicos, priorizamos àqueles que tinham esse perfil. A partir de 2006 o Hammathaz já era uma banda que seguia pelo caminho que estamos hoje: afinação baixa, peso e agressividade. Mas apesar de ‘So It Comes’ representar o que eu sempre desejei para o Hammathaz em termos de sonoridade, ainda há muitas possibilidades em aberto para os próximos trabalhos”
Ainda de acordo com Anderson Andrade, a experiência nos palcos foi referencial para a evolução sonora da banda. “A resposta do público nos shows durante esses anos todos e a troca de experiência com outras bandas que dividimos palco, nos ajudou muito nesse processo. Acredito que ainda há um pouco da nossa sonoridade inicial no que nos propomos fazer hoje e daqui em diante. O aspecto progressivo do som, por exemplo, pode ser mensurado pelas passagens mais técnicas que temos. Mas tirar um som pesado é o que fazemos melhor e a favor disso sempre tivemos a resposta do público nos shows”. Para ouvir “So It Comes”, acesse: https://youtu.be/TySjled3OHI
Enquanto o disco de estreia não fica pronto, o Hammathaz continua fazendo o que mais gosta: tocar ao vivo! A banda, que além de Anderson Andrade também é formado por Thiago Pasqualini (vocal), Thales Stat (guitarra), Rodrigo Marietto (guitarra) e Lucas Santos (bateria), tem uma agenda de shows bastante movimentada para os próximos meses. Confira as datas:
03/08 – Casa Rock – Campinas/SP
04/08 – Casa de Cultura do Butantã – São Paulo/SP
17/08 – Rock Bar Quartel – Boituva/SP
21/09 – Rock Nation – Sorocaba/SP
27/09 – Plebe Bar – Indaiatuba/SP
08/11 – Rio de Janeiro/RJ
08/12 – Brutal Fest – Sorocaba/SP
Mais informações sobre os shows e o disco de estreia do Hammathaz serão divulgadas em breve.
Os roqueiros cearenses da banda Mad Monkees, Felipe Cazaux (guitarra/voz), Renan Maia (baixo), Capoo Polacco (guitarra) e PH Barcellos (bateria), estão no line up do Festival Garage Sounds que acontece no próximo 03 de agosto em Fortaleza.
Recentemente a banda lançou o primeiro clipe do single My God, primeiro da carreira e que faz parte do EP Guerra, lançado em março deste ano.
O clipe foi dirigido, editado e finalizado pelo Roger Capone com assistência de Esaú Pereira. A fotografia foi de Hygor Linhares e produção da plataforma Zero Filmes.
“O cenário distópico, pós-apocalíptico. A banda está refugiada num bunker, onde assiste a tudo que acontece do lado externo através de telas – algo que tem um pouco a ver com o Fahrenheit 451, de Ray Bradbury. A letra retrata o consumismo desenfreado que hoje faz tudo ser muito instantâneo e necessário: celulares e automóveis; até comida hoje é grife. Daqui a algum tempo, com o mundo caminhando a passos largos na subtração dos recursos, o colapso é quase certo, daí o mote entre o clipe e a letra”, explica o baterista PH Barcellos.
Banda de Rock formada em março de 2015 por músicos experientes da cena do Rock de Fortaleza (CE). Com diversas influências musicais, a Mad Monkees mistura vários subgêneros do rock, letras em inglês, guitarras e riffs pesados.
Em 2017, veio o primeiro álbum completo, produzido pela lenda da música brasileira Carlos Eduardo Miranda em parceria com Rodrigo Sanches, ganhador do Grammy Latino pelo seu trabalho no álbum “Tropix”, da cantora Céu.
O primeiro EP, ainda de 2015, foi elogiado pela imprensa especializada em música pesada, o grupo apresenta um som elaborado, instigante e pesado; um conceito artístico bem definido, com uma arte gráfica que complementa o som.
Em menos de seis meses após o seu lançamento, tocou em três estados participando dos Festivais Do Sol e Suado (RN), Dragão do Metal, Feira da Música e Rock-Cordel (CE), e lançou seu EP também no SESC Belenzinho (São Paulo).
Os roqueiros ainda tocaram no Festival Ponto CE, Maloca Dragão, Abril pro Rock, Feira Noise, Bananada e vários outros menores e também abriram shows de bandas como Soulfly, Autoramas e Richie Ramone.
O Mad Monkees traz a empolgação de uma banda nova, mas com seus músicos reconhecidos em sua cidade natal por suas excelentes performances, tanto na execução quanto no contato com o público. Os artistas agregam cada vez mais fãs por onde passa.
Em março de 2019, a banda lançou o EP Guerra. O disco, que foi produzido por Klaus Sena, leva o selo Abraxas.
Local: Praça Verde do Centro Cultural Dragão do Mar
Horário: a partir das 16h
Com a bandas: Dead Fish, Francisco, El Hombre, Esteban, Surra, Molho Negro, Jack the Jocker, Mar Morto, Damn Youth, Mad Monkees, Jangada Pirata, Diagnose, Higgs Boson, Mesfray, Ouse, Darkside, Quarto Graau, Head Night, Nedsm Piscadela Verde, California Dreams, Garotos da Capital, Void Tripper, Hostile Inc, Os Bardos, Viollen, George Belasco, Mahogany, Remate, Neurônica, Roadsider, Singular, Santos de uma Esquina, Land of Lemuria.
A banda Doctor Pheabes lançou recentemente o videoclipe da música “Rebel Riders”, do novo o álbum “Army of the Sun”. O vídeo foi gravado em Los Angeles, Estados Unidos, com cenas no deserto e no icônico Whisky a Go Go durante a primeira turnê da banda no país. Este é mais um grande feito na carreira da pheabes que vem trabalhando para crescer no rock mundial. O novo trabalho tem uma sonoridade diferenciada dos antigos trabalhos lançados pelo grupo e mostra um amadurecimento musical muito significativo.
A produção deste terceiro álbum foi especial para a Doctor Pheabes porque cresceu da amizade com o produtor Kato, norte-americano, com um currículo invejável, trabalhou com nomes de ponta da cena norte-americana: foi engenheiro de áudio de Papa Roach, Breaking Benjamin, Paramorer e My Chemical Romance, por exemplo, e produziu discos como “Panic of Girls”, do Blondie, “Going To Hell” e “Who You Selling For”, da sensação The Pretty Reckless e o disco autointitulado do Pop Evil.
Além do álbum e participação no Estúdio Showlivre, 2019 promete ser um ano cheio para a banda, com a expectativa de turnê pelo Brasil, transmissões especiais pela internet e a gravação de um DVD.
O empresário Paulo Baron Paulo Baron está comemorando 30 anos de show business em 2019 e segue divulgando seu livro. Desta vez ele concedeu uma entrevista para o programa 89 Lifestyle da Rádio Rock (89,1 mHz) apresentando por Luka e Dan. Paulo foi empresário de bandas como Scorpions, Shaman, Andre Matos, Angra, Dee Snider do Twisted Sister e muitos outros artistas gigantes do mercado da música. Na entrevista, o empresário conta quem são os artistas legais e os mais difíceis de trabalhar, curiosidades de pedidos de camarim, e também como montou o Shaman e fala sobre o saudoso Andre Matos.
Paulo Baron sempre comentava com seus amigos que contaria tudo o que sabia sobre shows com detalhes em um livro de memórias. Ao lado do escritor Emerson Anversa, dedicou boa parte de seu tempo nos últimos anos à criação de “Rocking All My Dreams”, que reúne em suas páginas uma lição de foco, força, esperança e muito empenho, e irá proporcionar ao leitor uma viagem em seus próprios sonhos e sentimentos.
Passado e futuro se encontram na celebração de 20 anos de carreira da banda
E lá se foram 20 anos… Qualitativamente, o Psychotic Eyes fez muito nesse período! Foram algumas demos, dois discos de estúdio, e um EP que mudou a história do metal para sempre! Afinal, “Olhos Vermelhos”, lançado em dezembro de 2018, foi o primeiro registro acústico de death metal da história!
Em 20 anos pôde-se esperar mesmo de tudo do Psychotic Eyes, menos o óbvio. E uma reunião da formação original da banda, duas décadas depois, não parece algo comum. Pois foi o que aconteceu.
Dimitri Brandi (vocal/guitarra), Reinaldo Rodriguez (guitarra), Aldo Assada (baixo) e Alexandre Tamarossi (bateria) estão tocando juntos novamente. Essa mesma formação que deu origem ao Psychotic Eyes em 1999, promete lançar um EP com três faixas: “Uma nova, uma velha e um cover do Arch Enemy, banda que surgiu na mesma época que nós e era uma das referências sonoras naquele tempo”, revelou Dimitri Brandi que ainda comentou sobre os bastidores dessa reunião: “A conversa foi tranquila, nem tocamos nos problemas que levaram à separação da banda. Página virada totalmente.”
Reinaldo Rodrigues foi quem plantou as sementes desse retorno da formação original do Psychotic Eyes. “Vinte anos após o término da formação original, me pego juntando umas fotos antigas e editando um vídeo, com a música “Sold to Soul”. Postei o vídeo, marquei todos e o Alexandre comentou sobre fazermos uma nova versão da música. Curti demais a ideia e já fui agitando as reuniões. Tive a oportunidade de me encontrar primeiro com o Aldo. Falamos sobre os novos tempos, já que muitas coisas haviam mudado. Mesmo com todos os pontos, a reunião com a formação original foi muito tranquila, transparente e vimos que nossas ideias bateram mais do que imaginávamos. Foi sensacional rever todos juntos. Se preparem, porque vem muita sonzera por aí! O Psychotic Eyes voltou!”
No ano em que o Psychotic Eyes celebra seus 20 anos de carreira, passado e futuro se encontram. Não trata-se apenas de uma tendência saudosista, mas de uma vontade de se possibilitar ao novo a partir de uma tradição, como demonstram as palavras de Aldo Assada. “Esse interim foi importante para mim, embora não fosse o ideal que desejei para a banda 20 anos atrás. Este intervalo de 18 anos de ausência na banda me ajudou a crescer espiritualmente e musicalmente. Foi bastante enriquecedor trabalhar com música e tocar outros estilos, aprendendo a linguagem de cada uma delas. Creio que vai agregar nesse material e outros que estão por vir. Tenho uma expectativa bem alta para a nossa volta”.
Mais detalhes sobre o novo EP do Psychotic Eyes e planos dessa reunião da formação original serão divulgados em breve.
A banda Rest In Chaos que, a mais de um ano, trabalha incansavelmente entre shows e lançamentos comemora 1 ano de lançamento do clipe “Look At Me”. Essa marca é importante e a banda expressa sua análise do que foi trabalhar pelo lançamento deste clipe e os resultados obtidos até aqui:
“A produção e lançamento do clipe de Look at Me foi um momento muito especial para a banda por diversos motivos. Look at Me foi o primeiro lançamento depois do nosso EP de estreia, foi bem na fase que sentimos que a banda deixava de ser um projeto para se tornar a banda mais importante na carreira de todos nós.
Para a gravação do videoclipe escolhemos trabalhar com o Iandro Antonio, tanto na edição quanto na atuação do vídeo. Queríamos fazer o vídeo totalmente de forma DIY e por isso escolhemos o nosso estúdio, o Undercave Studio, como locação. A ideia do clipe era mostrar o Iandro como a parte mais carente de nossas personalidades, a parte obscura que se orgulha de se alimentar pela aprovação dos outros, que urge por atenção e que dentro de nossas mentes nunca para de gritar LOOK AT ME, LOOK AT ME! Os resultados foram bem interessantes e de tempos em tempos até recebemos mensagens de pessoas que estão confusas tentando achar esse equilíbrio entre a aprovação dos outros e sua própria aprovação.
Um outro fator importante é que meses antes da gravação estávamos em um momento de transição, a entrada de Dree (baixo) na banda. A entrada dele foi muito importante e estávamos com uma grande energia pro registro de Look At Me, e no final tudo saiu como deveria!
Hoje em dia, é uma das músicas que mais sentimos a energia do público. Ela tem sido sempre a música final do set e até acabamos adicionando novos elementos para a versão ao vivo. Essa música é com certeza uma das mais importantes para a banda e uma das que mais curtimos tocar. LOOOOOOOOOOOOK AT ME!”
Formada no início de 2005 a banda gaúcha THUNDER FORCE tem em seu DNA diversas influências dos mais variados estilos do Heavy Metal e Rock Clássico, porém sempre focando no Progressivo. Em seu currículo constam inúmeros shows pelo Rio Grande do Sul e trabalhos como o single “Sonhos e Pesadelos” (2006) e o EP “Silence In Darkness” (2008), que conta com quatro composições. Também neste período a banda foi destaque de uma revista nacional especializada em Heavy Metal, em uma sessão de bandas emergentes no país, tendo seu corrente trabalho muito bem aceito pela crítica especializada, e finalmente em 2010, com “Stranger Calling My Name”, o último trabalho realizado. Na primeira fase do grupo a movimentação era intensa, como explica o guitarrista Leonardo Fernandes: “A banda sempre foi muito ativa, principalmente de 2006 à 2008, mesmo com a rotatividade de integrantes, porém os períodos de ano se mantinham com formação praticamente consolidada, a intensidade de ensaios, composições e apresentações, eram muito altas para uma banda de Heavy Metal.“.
Munidos de influências de Iron Maiden, Helloween, Blind Guardian, Megadeth e Metallica, aos poucos novas sonoridades iriam sendo adicionados ao gosto dos músicos: “Estas foram as primeiras influências, como praticamente todo amante do estilo, porém com o passar dos anos, a banda foi evoluindo para outras vertentes, o que acabou moldando o estilo atual das músicas e letras. As influências muito fortes de Dream Theater, Death, Symphony X, entre outras, acabaram acrescentando para essa pegada atual, sem esquecer é claro das vertentes iniciais.”.
Em meados de 2014 a banda se desfaz por caminhos profissionais que cada integrante naquela época trilhou, porém em abril de 2018 após mais de três anos e meio parada, a banda retorna com Leonardo Fernandes (guitarra) e Marlon Martins (guitarra) da formação clássica, os quais compuseram e gravaram os dos últimos singles da banda, juntamente a Gabriel Brunelli (bateria), Raul Giacomin (baixo e baking vocal) e Márcio Oliveira (vocal). O retorno do THUNDER FORCE ficou nas mãos dos guitarristas, conforme explica Leonardo: “Eu e o Marlon sempre mantivemos contato apesar das distâncias impostas por conta de compromissos profissionais, mas em uma conversa entre nós e o Júlio Chagas (ex-vocal) aparentemente sem pretensões alguma, surgiu a ideia de nos reunirmos novamente, e então a busca pelos integrantes restantes começou, logo no início da banda o Marlon nos apresentou o Gabriel (baterista) que pra nós foi uma alegria, poder contar com um cara da capacidade, competência e dedicação dele, então assim mesmo sem contar com um baixista, voltamos aos ensaios.”.
Conforme as coisas foram se ajeitando, aos poucos a banda iria revivendo as músicas antigas e ao mesmo tempo buscavam um novo baixista. “Voltamos aos poucos, tocando principalmente nossas músicas próprias (o que não foi fácil!) e vimos a necessidade de procurar um baixista e definir o set list. Antes, porém, Júlio deixa o posto de vocalista. A entrada de Márcio em seu lugar foi bem acertada, pois de início era apenas um quebra galho e está conosco até hoje! Após alguns testes com diversos baixistas chegamos ao Raul. A banda agora está 100% consolidada, e com muita vontade e empenho em fazer algo novo, compor, gravar e tocar por ai, eu e o Marlon temos certeza que isso vai durar por muitos anos, pois é incrível a parceria que temos dentro e fora do estúdio.”.
E é com esta formação que o grupo trabalha na criação do primeiro álbum, que será lançado no primeiro semestre do próximo ano. Leonardo conta como está o planejamento: “Não só planejamos como estamos trabalhando intensamente para que isso aconteça, nosso planejamento é para o primeiro semestre do ano que vem, porém como por vezes alguns compromissos profissionais nos impedem de ensaiar e nos reunirmos para compor, pode ser que esta meta se prolongue um pouco, mas estamos trabalhando, já temos alguns materiais novos até certo ponto definidos que estamos finalizando, mas vem coisa boa por ai!”. Indagado sobre o que move a banda a continuar, o guitarrista é enfático: “O mundo, sonoridade e atitude que envolve o Heavy Metal, em todas suas fluentes é o que sempre nos apaixonou e motivou a seguir por este caminho, mesmo que seja difícil e muitas vezes penoso, o que acaba ceifando muitas pessoas para outros estilos, até por questões de necessidade financeira isso é muito comum, porém a Thunder Force sempre foi uma militante do estilo, é simplesmente nossa vida voltada ao heavy metal, é o que amamos e reverenciamos a cada dia mais e mais, jamais desistiremos!”.
A banda brasiliense de blues-rock Cães de Aluguel acaba de divulgar a capa e track list do seu segundo EP intitulado “Wolf In Wolf Skin”. Além disso, o grupo está em turnê de divulgação de seu novo trabalho com 12 datas confirmadas em pubs, casas de show e festivais no Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais.
“As composições do novo EP foram criadas de uma forma muito mais colaborativa que o lançamento anterior. Lançar um EP por ano está nos permitindo amadurecer tanto no processo de composição quanto gravação e mixagem do trabalho. O feedback que temos recebido dos fãs nas redes sociais após o lançamento do primeiro single “Wolf In Wolf Skin” tem sido muito positivo, acreditamos que também será assim com as demais canções do EP”, disse o guitarrista Adônis Reis.
Track-list: 1-Ab Initio 2-The Judge 3-Wolf In Wolf Skin 4-Never Talk To Strangers 5-The Ballad Of The Barbarians
Lançamento dia 29 de Julho em todas as plataformas de Streaming.
Seguem as datas da turnê: Salute Lounge Bar – Gama DF 13/07 Torre Sobre Rodas – Brasília DF 16/07 Una British Pub – Águas Claras DF 19/07 MC L.A.M.A (BCMW) – Brasília DF 20/07 Trend’s Bar – Gama DF 21/07 Bar do Batata – Planaltina DF 26/07 MC Old Skull (BCMW) – Brasília DF 27/07 Florida Mall – Guará DF 07/08 Vikings Pub – Goiânia GO 09/08 Macanudos Moto Rock – Unaí MG 17/08 O’Rilley Irish Pub – Brasília DF 28/08 Gama Camp Rock – Gama DF 12/10
Contato para shows: (61) 9 8353-4180
Recentemente, a banda Cães de Aluguel lançou videoclipe de “Wolf In Wolf Skin”, faixa inédita do novo EP que será lançado nas próximas semanas.
Formada por Nathal de Oliveira (vocal), Bia Portis (sax e flauta), Adônis Reis (guitarras), Osmar Oliveira (baixo) e Lucas Carmo (bateria), a banda Cães de Aluguel promete grandes lançamentos para o mês do Rock. Criada em Brasília no ano de 2013 a Cães de Aluguel é um grupo de Blues-Rock inspirada nas lendárias bandas do final dos anos 60 e início dos anos 70.
Suas influências vão desde Led Zeppelin, Cream, Experience, Deep Purple, Free, Creedence Clearwater Revival, passando pelo funk e soul music de artistas como Stevie Wonder e James Brown, o blues de B.B. King, Albert King, Elmore James, Muddy Waters, além de bandas contemporâneas como Gov’t Mule, Black Country Communion, Tedeschi Trucks Band, Rival Sons e muitas outras.
Transcendência sensorial é a palavra de ordem neste single do duo carioca
Rodrigo Patrício Carvalho
O duo carioca de baixo/bateria Lagarto Rei estreia na Abraxas Records com o single ‘Ion’, um estardalhaço noise com peso e lisergia. São experimentações livres, improvisos e os barulhos estranhos quase abstratos (às vezes abstrato). A música já está nas principais plataformas de streaming e pode ser conferida aqui: https://sl.onerpm.com/8165468659.
Em ‘Ion’, Robert (baixo) e Lívio (bateria) levam a sério a proposta da transcendência sensorial por meio da música instrumental e experimental. “Somos bastante apegado com som pesado mas também nosso seguimento vai pra outras vertentes, acabamos escutando um pouco de tudo, dentro do rock e fora. Mas ainda dentro do rock, quisemos explorar com ‘Ion’ uma área bastante psicodélica que foi o movimento kraut alemão que se difundiu na europa, nos anos 60 e 70”, comenta Lívio.
Com uma formação incomum de apenas baixo e bateria, configurada desde 2018, a dupla acredita que para manter a liberdade de seguir direções musicais mais audaciosas, o som que fazem não pode se prender a classificações. Um dos projetos da banda é a conquista do espaço urbano pela cultura, sendo assim, Lagarto Rei está sempre em busca de apresentações também pelas ruas.
Com letra em português, ‘Feiticeiros do Riff’ aposta no peso e traz elementos da cultura stoner
O quarteto de Jundiaí (São Paulo) Riffcoven antecipa o que virá no EP Cursed com o lançamento do single ‘Feiticeiros do Riff’, um petardo heavy/doom com letras em português. A música sai pela Abraxas Records e está disponível nas plataformas de streaming: https://sl.onerpm.com/1054237917.
‘Feiticeiros do Riff’ e seus riffs gordos e pesados é recomendada para fãs de Crowbar, Down, Belzebong e Black Sabbath. O transe é inevitável: as guitarras envolvem o ouvinte à letra repleta de elementos da cultura stoner: rituais, ocultismo, cannabis e a metalinguagem no que diz respeito à sonoridade praticada.
Há de se destacar os gang vocals, típicos no hardcore e que o Riffcoven utilizou cirurgicamente nesta faixa. O resultado é nada menos que genial.
O single é, sem dúvida, um grande tributo ao heavy/doom e aos clássicos do estilo. ‘Feiticeiros do Riff’ e outras quatro músicas estarão no EP Cursed, que a Abraxas lanças no dia 26 de julho, também no streaming.
A banda Age of Artemis acaba de lançar uma homenagem especial para os fãs de Andre Matos com uma versão da música “No Need To Have An Answer”, do projeto Virgo. A música foi gravada nos estúdios Universo X, em Brasília, e no LM Studio, em Volta Redonda, além de mixada e masterizada por Eduardo Belchior do Intense Music Productions, em Örebro, na Suécia.
“Posso afirmar que Andre Matos foi um ídolo não só como vocalista, mas como compositor. Tive a honra de trabalhar com ele em alguns trabalhos com o Soulspell e ele sempre foi minha inspiração”, disse o vocalista Pedro Campos. “Andre Matos sempre foi um músico de qualidade ímpar e era um dever nosso realizar essa homenagem para ele”, completou Giovanni Sena.
Agradecimentos Eduardo Belchior – Intense Music Production (Ödebro, Sweden) Arthur D. – Universo X (Brasília, Brasil) Marcelo Azevedo – LM Studio (Volta Redonda, Brasil) João Duarte – JDDesing (São Paulo – Brasil)
Andre Matos – R.I.P
Age of Artemis line-up: Gabriel Soto – Guitarras Giovanni Sena – Baixo Jeff Castro – Guitarras Pedro Campos – Vocals Riccardo Linassi – Bateria
“Monomyth” teve os violões, bateria, percussão e vocal gravados no “G2D Producoes Musicais” em Brasília, DF – Brasil, entre os meses de Maio e Julho de 2018 com os engenheiros de som Deniel Moraes e Gregoree Jr. Todos os baixos, guitarras elétricas e teclados foram gravados no “GT&L Studio” em Brasília, DF com a supervisão de Giovanni Sena. A mixagem e masterização foi realizada por Damien Rainaud no “Mix Unlimited” em Los Angeles, CA – USA, entre os meses de Agosto e Setembro de 2018.
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