A banda Caravellus acaba de anunciar o baterista John Macaluso como um dos integrantes do próximo álbum de estúdio da banda. Reconhecido mundialmente como um dos maiores bateristas do Metal Progressivo, Macaluso tem uma lista enorme de gravações e concertos ao lado de grandes nomes do heavy metal mundial como ARK, Yngwie Malmsteen, Michael Romeo, James LaBrie, Jennifer Batten, TNT, Symphony X, Union Radio, entre outros.
“Estamos contentes de ter o Mac a bordo neste álbum e estamos ansiosos para tocar com ele após o lançamento”, disse Glauber Oliveira. “Desejamos ao nosso amigo baterista Pedro Nunes sucesso nos seus projetos pessoais, assim como nos novos planos profissionais. Obrigado por tudo, Negão!”, completou Glauber.
O primeiro single do novo álbum do Caravellus será lançado no dia 10 de agosto, no “Terreiro Fest – O primeiro Despacho a gente nunca esquece”, em São Paulo, no Aurora Club. Glauber Oliveira e Leandro Caçoilo são presenças confirmadas.
O novo álbum do Caravellus está previsto para o início de 2020, registro que encerrará um hiato de oito anos desde o lançamento do último álbum. A banda anunciou também seu novo lineup: Leandro Caçoilo (Vocal), que junta-se aos remanescentes Glauber Oliveira (Dark Avenger), guitarrista e membro fundador, Daniel Felix (Nando Fernandes) pianista e tecladista, e John Macaluso, na bateria.
O guitarrista alagoano Laion Roberto, radicado em São Paulo, lança através de áudio em todas as plataformas digitais e em vídeo seu segundo single parte integrante do EP “A Taste for Mojo”. O trabalho é focado em Jazz/Rock e Rock Instrumental.
O single foi lançado em todas as plataformas digitais (Spotify, Deezer, Itunes etc.) e é intitulado de “Ego is a Too Much Thing”. “Penso no título como ‘O ego é algo além da conta’ para questionar toda essa busca pelo prazer de admirar exageradamente a si mesmo. Afinal, estamos na era do ‘parecer’ e do ‘tudo ao mesmo tempo agora’. Mas você está preparado para lidar consigo mesmo? Sério? (risos)”, disse Laion Roberto.
A capa do single é sobre o livro “O estranho caso de Dr. Jekyll and Mr. Hyde (O Médico e o Monstro)”, de Robert Louis Stevenson. Nele existe o importante confronto interno entre o bem e o mal que reside em cada ser humano.
A produção, arranjos e teclas do trabalho contou com Junior Carelli (Banda Anie). Outros grandes músicos que também participaram do projeto foram Lucas Macedo (Sax alto/tenor), Marcus Dotta (Bateria) e Fábio Carito (Baixo). A ilustração foi feita pelo grande ilustrador alagoano Cristiano Suarez. A autoria da música é de Laion Roberto.
A produção audiovisual ficou por conta da Foggy Filmes – do pianista e tecladista da banda Anie, Junior Carelli – produtora responsável pela gravação de vários artistas como Mike Orlando, Edu Falaschie, Noturnall e muitos outros.
Laion Roberto – Line-up: Laion Roberto (guitarras) Fábio Carito (baixo) Junior Carelli (teclados) Marcus Dotta (bateria) Lucas Macedo (tenor e alto sax) Ailton Rios (harmonica)
A cantora/musicista FÖXX SALEMA, que no momento está divulgando o recém-lançado álbum “Rebel Hearts”, participou de um festival em homenagem ao vocalista André Matos (Viper, Angra, Shaman) na cidade e Belo Horizonte/MG, onde, ao lado de diversos músicos, interpretou vários clássicos da carreira do músico em formato acústico. Enquanto o álbum recebe diversos elogios e ao mesmo tempo lida com o preconceito contra a causa LGBTQ+ e engajamento de esquerda, o trabalho continua. Em relação ao tributo a Andre Matos, a vocalista comentou sobre a excelente receptividade: “Foi ótima, mesmo eu cantando doente e sem ensaio, a reação das pessoas foi excelente! A maioria ali nunca tinha me ouvido cantar e mesmo as que me conheciam, devido à distância de onde eu morava, nunca tinham ido a algum show meu. O público gritou pelo meu nome, cantou junto, assoviou, aplaudiu e vibrou durante toda apresentação. Tudo isso está registrado em vídeo, foi um momento de energia muito positiva, porém realizado infelizmente devido a essa grande perda.”.
Assista ao tributo:
Já se passou mais de um mês que André Matos faleceu e parece que a ficha ainda não caiu para a maioria dos fãs e dos músicos que trabalharam com ele. Músico completo, ele sempre será uma importante influência para diversos músicos, dos mais variados estilos. FÖXX conta como conheceu seu trabalho: “Eu ouvi o André a primeira vez no álbum “Theatre of Fate”, mas já era o ano de 1991. Eu, que já cantava, comecei a atender ao pedido de pessoas que gostavam de me ouvir interpretando a música “Living for the Night” e a partir dali, tendo ciência de que minha tessitura vocal era similar à dele, comecei a ser influenciada pelo seu trabalho. Isso se reforçou após o lançamento do álbum “Angels Cry”, o qual eu o vi e ouvi pela primeira vez ao vivo no Monsters of Rock de 1994 e depois se consolidou totalmente com o álbum “Holy Land”, o meu favorito do Angra. Em 1997 eu entrei numa banda autoral mineira de Metal Melódico chamada 7th Key, e dentre os poucos covers que a gente tocava, estava a música “Make Believe”.”.
FÖXX conta, que apesar de não ter uma formação erudita como ele, já foi solista em um coral de sua cidade natal, Bragança Paulista (SP), e devido às composições de Andre, sempre gostou dessa fusão entre o Heavy Metal e a música clássica. As influências podem ser sentidas em “Rebel Hearts”: “Muitas pessoas estão elogiando o meu primeiro álbum autoral e comparando com o Viper, o que pra mim é gratificante, ainda mais se levarmos em conta que as músicas são minhas e foram feitas sem uma formação fixa de banda. Eu tenho bastante orgulho, por exemplo, de ter composto e principalmente cantado sozinha todas as linhas de voz: principal, backing vocals e coral. A influência do André Matos sobre a minha arte é nítida e eu acredito que isso nunca me deixará, mesmo com o falecimento dele. Inclusive a minha admiração por ele em termos pessoais cresceu ainda mais após saber que o mesmo era também, ateu e de esquerda.”.
Como já foi noticiado, logo que o CD foi lançado, páginas e pessoas ligadas a rádios e sites brasileiros mostraram que há muito preconceito em relação não só às pessoas transgêneras, mas também mostraram que a polarização política tem afetado também a cena musical. Lidar com isso tem sido uma tarefa complicada. A vocalista desabafa: “Tem sido deveras estressante, E o ponto nem é tanto o fato de não me divulgarem mais ou o boicote “grupal” a mim, como eu sempre frisei quando questionada: ninguém tem a obrigação de tocar o meu álbum. O grande problema é a hipocrisia e prepotência direcionadas a mim, em comentários e mensagens hostis com ameaças e ofensas de cunho transfóbico. Estão rolando publicações caluniosas e difamatórias, montagens pífias com fotos minhas e ataques a minha página e até mesmo ao meu perfil pessoal (que foi derrubado, mas está novamente no ar) e também o do meu estimado marido. Tudo isso cometido por extremistas cristãos e apoiadores do Bolsonaro e do Governo atual, que vivem unicamente de destilarem ódio, fake news e separatismo, sob a falsa e covarde bandeira “do patriotismo e da moral e dos bons costumes”. O que a meu ver é lamentável, pra se dizer o mínimo e só mostra toda falta de ética e profissionalismo por parte desses indivíduos.”.
Paralelo a isso, a banda está sem guitarrista. A busca por um integrante está em andamento, mas FÖXX teme que a tarefa demore mais do que o esperado, justamente por toda esta onda de ataques virtuais: “Eu sinto que as pessoas estão com receio de integrarem a minha banda, por medo de tudo isso que está me acontecendo, e olha que não há custo com ensaios para integrantes. Eu até entendo um pouco o lado delas, afinal, não basta apenas tocar bem para recriar o que existe, também tem de ser alguém que no mínimo seja de esquerda e que tenha principalmente coragem pra enfrentar de cabeça erguida as adversidades que nos estão sendo impostas. Atualmente existem pessoas que se dispuseram a realizarem um teste para vaga, seja como for, a procura no momento ainda continua.”.
Para se candidatar ao posto de guitarrista, basta entrar em contato pela página da banda ou pelo e-mail da assessoria:wargodspress@gmail.com. Dentre os pré-requisitos, é necessário que os interessados cantem os backing vocals, deem ênfase na fidelidade dos arranjos e solos, sejam maiores de idade e emancipados judicialmente. O repertório é focado principalmente nas músicas autorais, com a adição de eventuais covers. Os testes e posteriores ensaios ocorrerão em um estúdio na cidade de Belo Horizonte/MG e não terão custos para os integrantes.
‘Flying High’ vem sendo composto e sairá no mercado europeu pela Lions Pride Music
Crédito: Pati Patah
O King Bird alterou os planos iniciais de soltar singles individuais e revela que o sucessor de “Got Newz”, quarto ‘full-length’ da carreira, está em fase de composição e será lançado no segundo semestre de 2020. “Estamos muito felizes em anunciar o mais alto voo do pássaro. Fechamos uma parceria com o selo dinamarquês Lions Pride Music e já estamos trabalhando forte na composição do novo álbum, que levará o título de ‘Flying High'”, revelou o baterista Marcelo Ladwig. “Nesse período, além de seguir compondo, continuamos fazendo shows e a próxima parada é o festival ‘River Rock’, que será realizado em Indaial (SC) em setembro”, acrescentou o guitarrista Silvio Lopes.
A formação atual, com Ton Cremon (vocal), Silvio Lopes (guitarra), Fábio Cesar (baixo) e Marcelo Ladwig (bateria), lançou “Got Newz” em maio de 2016. “Na época, a ideia era mostrar que a banda se renovou novamente. Novo vocalista e aquela mesma sonoridade setentista com uma roupagem do Século 21. Agora, porém, estamos muito mais entrosados e o nosso quarto álbum, ‘Flying High’, irá mostrar não só que a nossa personalidade musical foi mantida, mas que teremos algumas surpresas”, adiantou Lopes. “Estamos seguindo na mesma linha de composições do ‘Got Newz’, mantendo a veia hard e também trazendo um pouco mais de peso”, concluiu o vocalista Ton Cremon.
Discografia: “The Gods’ Train” (EP, 2003) “Jaywalker” (2005) “Sunshine” (2008) “Beyond The Rainbow” (EP, 2012) “Got Newz” (2016) “Supernaut” (Sabbath Brazil Sabbath – Black Sabbath Tribute, 2018) “Money Talks” (For Those About to Brazil – AC/DC Tribute, 2018)
Formação: Ton Cremon (vocal e guitarra) Silvio Lopes (guitarra) Fábio Cesar (baixo) Marcelo Ladwig (bateria)
Devidamente apresentado o nome e tracklist, o novo disco do SuperSonic Brewer é aguardado com ansiedade por fãs e seguidores da banda. Em processo final de produção “In Blackness” está cada dia mais próximo de seu lançamento.
Após informar esses detalhes importantes, é chegada hora e apresentar o primeiro single que estará presente entre as 10 composições de “In Blackness”.
Lançada oficialmente em 2016 como um single isolado na carreira da banda, a faixa “Trapped In Na Hourglass”, será a música número oito do novo disco. E para alimentar um pouco a ânsia dos mais desesperados por novidades acerca do novo disco, você confere agora a faixa, em vídeo, pelo canal da banda. Aumenta o som que a pancada é forte!
O Sem Futuro é uma das principais bandas de Punk Rock da atualidade no Brasil, além de possuir uma obra incrível e totalmente disponibilizada nas plataformas digitais, onde facilmente é encontrado os dois fulls da banda. O grupo possuí em seu curriculum apresentações no maior festival de Punk do mundo, o Rebellion Festival que é realizado na Inglaterra.
Uma das músicas mais pedidas pelos fãs, é a faixa “Violência Na Cidade” do mais recente álbum, “Sempre Prontos Pro Que Der e Vier” (2018). E é justamente sobre essa música que iremos falar nessa matéria.
Recentemente o Sem Futuro disponibilizou o clipe oficial de “Violência Na Cidade” e as imagens presentes no vídeo, são de extrema importância para a banda curitibana. Com uma produção caseira, foi reunido imagens de várias apresentações da banda pela país, em sua cidade natal Curitiba e principalmente no festival “Rebellion Festival”.
Para que você entenda essa compilação de imagens que está presente no videoclipe, o músico e vocalista da Sem Futuro, “Minhoca”, revelou todas as captações que foram reunidas para “Violência Na Cidade”.
“Nesse videoclipe contrastamos a intensidade que a própria música possuí, com imagens de shows importantes de nossa carreira. O primeiro são imagens do Rebellion, onde estou vestido de freira, na sequencia vem nossa despedida de Curitiba antes de nosso embarque para a Inglaterra, incluímos vídeos de um dos shows mais fodas que fizemos que foi no Gol Skate Day que foi feito no centro cívico de Curitiba e cantando e xingando os políticos que estão no poder de nosso estado e as imagens mais frenéticas desse vídeo, com certeza, são dos shows que fizemos em Bolton, através de convite da banda “The Papas Hangos” e literalmente quebramos tudo com esses caras. Enfim foi isso, um videoclipe que reúne momentos marcantes de apresentações que estão marcadas em cada um de nós”.
O Velho Buffalo Ruffus é uma das mais proeminentes bandas de Stoner Metal, ou se preferir, Power Drunk Metal, afinal sua sonoridade é carregada de peso, fúria e muita bebedeira.
Analisando o consumo da música nos dias atuais, a banda vem planejando lançar seus novo singles em formatos individuais, estilo “track by track”. E pensando nisso, antes de oficializar as novas músicas, o primeiro EP que foi lançado pelo Velho Buffalo Ruffus, “Terror”, será dissecado e todas as músicas terão seus conceitos revelados.
Para começar, a faixa de abertura do EP “Terror” intitulada de “Você Não Sabe Onde Estou”, foi composta pelo guitarrista e vocalista Saulo Jorge que, revelou onde se inspirou para compor essa pancada que é considerada um soco no queixo perante os fãs da banda.
“Essa música é uma crítica perante as falhas humanas que criam elos de comunicação, enviando mensagens e criando um diálogo com outras, porém quando é respondido, acaba por ouvir até onde lhe convém e não termina de escutar a opinião alheia. Essa música é uma experiência pessoal que vivi com uma ex-namorada e acabei escrevendo ela como uma forma de expressar um fato real, atualmente as pessoas só querem enviar informações, mas não receber, e isso se característica como uma falha gravíssima de comunicação. No final, “Você Não Sabe Onde Estou”, é uma forma de ligar o foda-se para esse tipo de gente e colocar a música acima disso tudo. Sobre os arranjos, minha inspiração vem diretamente do Slayer e Tom Araya, busquei trazer aquele ódio característico deles nos riffs e principalmente nos meus vocais, espero que as pessoas gostem e escutem essa faixa no volume máximo”.
Comprove você mesmo, o quanto essa música é poderosa e irá mexer com seu esqueleto. “Você Não Sabe Onde Estou” em seus dois minutos e poucos de porrada, pode ser conferida em todas as plataformas digitais e também, em track isolada no canal da banda no YouTube. Abaixo deixamos para sua escolha o link do Spotify ou do YouTube. Se preferir, procure em sua plataforma favorita.
Faixa abre o álbum de estreia, “Stronger”, lançado em novembro de 2018
Foto: Tamira Ferreira
“Paralysis”, faixa de abertura de “Stronger”, álbum de estreia da banda de symphonic metal FlowerLeaf, acaba de ganhar um lyric video. “A música fala sobre a paralisia do sono, um distúrbio recorrente que, às vezes, enfrento no período do amanhecer. Durante esse momento parece que uma força nos puxa para baixo. Não dá para se mover ou falar. Porém, ao dominar o medo e obter controle da situação, é possível tranquilamente cair em um sonho lúcido”, explicou a vocalista Vivs Takahashi.
“Stronger”, que teve a arte de capa criada por Carlos Fides (Kryour, Almah, Evergrey, Semblant, Noturnall, Trezzy, Silver Mammoth), contou com produção do guitarrista Raphael Gazal (ex-Pastore, Bullet Back). O álbum ainda traz participações especiais de Mylena Monaco (Sinaya) e Marina La Torraca (Exit Eden, Phantom Elite).
Composta em meados de 2007, quando Vivs Takahashi e Marcelo Kaczorowsky (baixo) ainda nem se conheciam, “Paralysis” foi rearranjada especialmente para o debut. “Ao ouvirmos alguns arquivos antigos, achamos que daria para aproveitar essa música. Reescrevi parte da letra e ajustamos algumas coisas na melodia para a versão que constou em ‘Stronger'”, concluiu a vocalista.
“Black Magic” é faixa de “Show no Mercy” (1983), álbum de estreia do Slayer
Foto: Davi Oliveira
Após o lyric video para “King of Darkness” e o clipe de “Fucking Human Gods”, que integram o repertório do álbum “From Hell” (2018), a banda paulista de thrash metal Faces of Death apresenta o videoclipe para a versão de “Black Magic”, clássico do Slayer. “O Slayer sempre nos inspirou a tocar. Como já tocamos ‘Black Magic’ em nossos shows, decidimos fazer esta homenagem para agradecer o que a banda representa para nós e para todos que tocam thrash metal”, declarou o vocalista e guitarrista Laurence Miranda.
A versão de “Black Magic” foi gravada no Estúdio Acrobata, em São José dos Campos (SP), com produção de Friggi Mad Beats, e masterização no Absolute Master.
Criado na cidade de Pindamonhangaba (SP) em 1990, o Faces of Death logo chamou a atenção com seu thrash metal. Na época, o grupo soltou duas demos, mas não chegou a gravar um registro oficial. Após quase duas décadas inativo, retomou as atividades em 2016 e passou a tirar o atraso, lançando o EP “Consummatum Est” (2017) e o debut, “From Hell”, em 2018. Laurence Miranda (vocal e guitarra), Felipe Rodrigues (guitarra), Sylvio Miranda (baixo) e Sidney Ramos (bateria) seguem promovendo “From Hell” nos palcos e, além da versão do Slayer, seguem compondo músicas novas para lançar o segundo álbum, sucessor de “From Hell”, em 2020. “As músicas para o segundo estão ficando pesadas, com a essência do thrash metal dos anos 80/90 intacta. Porém, nossa principal meta é mostrar isso com identidade própria”, concluiu Laurence Miranda.
A banda porto-alegrense MORTTICIA está prestes a lançar seu novo trabalho, o EP “A Light in the Black”. O grupo tem se destacado pela sua sonoridade voltada ao Heavy Metal tradicional, e pode ser considerada um dos expoentes da N.W.O.T.H.M. (New Wave of Traditional Heavy Metal) no Rio Grande do Sul. Trabalhar com esta sonoridade mais clássica do Heavy Metal pode parecer fácil, mas corre o risco de soar datada se não for trabalhada da maneira correta. O produtor do EP, Eric Nunes, do estúdio Mezzo, de Canoas/RS, dá sua opinião sobre a sonoridade da banda e como tem sido produzir este material: “O som da Mortticia inicialmente me soou muito anos 80, mas com o passar do tempo acabamos trazendo alguns elementos modernos, mas nunca perdendo a “raiz oitentista”. Trabalhar essa sonoridade hoje é um pouco mais delicado, ainda mais no país em que vivemos onde esse estilo e sonoridade estão um pouco esquecidos. Mas com esse pequeno “toque moderno” que estou trazendo para a banda eu acredito atingir públicos diferentes dentro do meio.”.
Sobre a constante luta entre uma produção mais orgânica x digital, Eric declara: “Você prefere um celular dos anos 90, ou prefere um atual? A tecnologia veio para agregar e não para estragar a sonoridade. Eu vejo alguns amadores com uma placa de som de R$ 500,00, um microfone de R$ 200,00 e uma guitarra de R$ 500,00 tirando quase a sonoridade de um estúdio que custa milhões. Eu seria hipócrita de dizer que não vamos usar e abusar do digital, mas vai ter muita coisa orgânica nesse álbum, isso eu posso garantir!”.
O baixista Guilherme Hoppen Wiersbicki mostra seu entusiasmo em querer apresentar o material novo ao vivo: “Estamos quase terminando a produção do EP e queremos muito mostrar para o público e testar sua força ao vivo. As músicas estão ficando como planejamos e a parceria com o Eric tem sido muito produtiva. O processo de gravação e produção tem sido longo, mas o resultado final será compensador! Já estamos planejando alguns shows e buscando parcerias”. Além de Guilherme, a MORTTICIA é formada por Lucas Fialho Zawacki (vocal), João Paulo Aires e Guilherme Quadros (guitarras) e Axel Martins da Silveira (bateria).
No total serão seis músicas, três delas regravações da primeira demo, uma instrumental e duas inéditas. Eric explicou como tem funcionado o trabalho em estúdio: “Quando eles me apresentaram as músicas eu trouxe a opção de nós fazermos uma pré-produção, onde produziríamos tudo antecipadamente (como se fosse uma demo) para podermos discutir durante esse processo, então eles aceitaram e passamos quase um ano produzindo, foram várias faixas gravadas e apagadas, várias ideias que vieram durante esse processo que foram mudadas nesse tempo. Porém, acredito que com esse formato de trabalho todos estão concordando com o resultado final, e na minha opinião, estamos fazendo um trabalho muito bom!”.
O guitarrista VALÉRIO EXTERMINATOR está em busca de uma parceria com gravadoras e selos para lançar o primeiro álbum de sua nova banda, o BHELL. O debut da banda se chama “Rest in Hell”, e segundo o músico, o trabalho “será mais um excelente resgate dos anos 80, pois sonoridade, letras e arranjos, se conectam as composições, que são carregadas de influências oitentistas, na linha de Celtic Frost, Slaughter, Holocausto e Sarcófago.”.
Valério está comprometido não somente com seus projetos, mas também com todo o movimento Metal de Belo Horizonte, considerado um dos berços do Metal Extremo mundial. “Recentemente tenho vivenciado uma nova experiência, que tem servido para valorizar ainda mais as bandas nacionais, que é a procura por uma gravadora/selo.”
Enquanto segue na busca por uma parceria, Valério segue com teu projeto de uma coletânea com bandas do Metal Mineiro: “você que é banger e valoriza nosso Metal, apoia as bandas nacionais, e principalmente as bandas de BH dos anos 80, entre em contato! Sua colaboração lhe permitirá ter foto e nome no encarte, e ainda receberá seu exemplar, sem nenhum custo, para quem mora em BH. Para os demais basta acrescentar a taxa do correio.”.
A coletânea será no formato CD, acrílico, com encarte de 16 páginas, letras das 12 músicas e fotos das bandas. Todas as músicas serão inéditas, com pegada old school. Toda a arte final será de responsabilidade de Fernando Lima (Drowned). A ideia é celebrar, inclusive, os mais de trinta anos de lançamento da coletânea “Warfare Noise”, que contou, em 1986, com as bandas Holocausto, Chakal, Mutilator e Sarcófago. A nova coletânea, organizada por Valério, trará Chakal, Mutilator, Sextrash, Sepulchral Voice, BHell e Holocausto Inc.
Depois do grande sucesso de sua passagem pela Ásia e Oceania, o NERVOCHAOS segue sua turnê mundial agora pela Europa, onde já está se apresentando.
Para ter uma ideia de como foi a incrível passagem do grupo brasileiro pelo Oriente, a banda liberou um mini-documentário ‘To Set The East Ablaze Tour’:
A Oceania não ficou de fora e também ganhou um minidoc:
Já no Velho Continente o NERVOCHAOS está se apresentando desde o dia 29 do mês passado em mais uma gigantesca passagem pelo continente que durará dois meses! Serão aproximadamente 18 países com estaque para a Rússia onde o grupo faz 12 shows.
Mas o Tanque de Guerra não para! A banda acaba de anunciar turnês pelo México e Canadá:
10.09 – Monterrey (Mexico) @ Salon Morelos 11.09 – San Luis Potosi (Mexico) @ Bunker 12.09 – Guadalajara (Mexico) @ Anexo Independencia 13.09 – Queretaro (Mexico) @ Noisy Bar 14.09 – Ciudad do Mexico (Mexico) @ OFF Limits Festival 15.09 – Leon (Mexico) @ Top Music 17.09 – Quebec City/QC 18.09 – Shawinigan/QC 19.09 – Sherbrooke/QC 20.09 – Montreal/QC 21.09 – Ottawa/ON 22.09 – Toronto/ON
‘Ablaze’, oitavo álbum do NERVOCHAOS, marca sua entrada na Hammerheart Records, que cuida do lançamento mundo afora.
O material foi gravado no Alpha Omega Studio (Blevio, Itália), ao lado do produtor Alex Azzali que também o mixou e masterizou. A arte do álbum foi criada por Nornagest da Ibex Designs (Enthroned, Morbid Angel, etc).
‘Feast of Cain’ é o quarto videoclipe retirado de ‘Ablaze’ e novamente contou com a produção da Video Dayz, assista:
A banda gaúcha SLOW retorna às atividades com o lançamento do álbum “Lágrimas de Ícaro”, lançado em junho de 2019 e apresentando regravações dos clássicos da banda e músicas inéditas. A formação que deu vida ao CD contou com os integrantes originais Lauro Levandowski (guitarra/baixo e vocal) e Marcelo Wolff (vocal) acompanhados de Daniel Fontoura (bateria e vocal). Sobre o retorno, Lauro comenta que “durante esses trinta anos que se passaram, muitas pessoas comentaram sobre a banda e desde 2010 existe material raro daquela época no Soundcloud. Após o lançamento do livro Tá no Sangue – A História do Rock Pesado Gaúcho, a vontade de trazer à vida aquela sonoridade pesada e clássica surgiu, e cá estamos nós, com “Lágrimas de Ícaro”!”.
Inicialmente o plano era gravar 14 músicas da banda, originais da década de 80, porém o vocalista original Marcelo entregou cinco músicas e sugeriu um EP, enquanto Lauro incluiu e cantou músicas novas e algumas antigas. Daniel cantou outras novas e o resultado final se tornou um registro que mescla o passado e o presente da banda, onde todos os músicos se revezam nos vocais.
A banda SLOW surgiu na efervescente cena Rock/Metal de Porto Alegre do início da década de 1980, dividindo o palco com bandas como Astaroth, Pesadelo, Taranatiriça, Asgard e inúmeras outras da cena gaúcha. Os primeiros shows foram em colégios nos bairros Santana e Cidade Baixa. O som pesado cantado em português mencionava o lado podre da humanidade nas letras. Após formar um razoável público a banda decidiu produzir uma temporada no Teatro do IPE. A batalha com a censura foi árdua e a burocracia envolvida também foi complicada. Na ocasião a banda fez contato com diversos músicos locais e tornou-se cada vez mais influente e incluída no cenário do Rock e Metal local. Alguns de seus grandes feitos foi uma abertura para o Taranatiriça e participação no primeiro festival de Heavy Metal gaúcho, realizado no Auditório Araújo Vianna em dezembro de 1984. O Araújo Vianna era o palco do movimento Rock na cidade, recebendo ao longo da década de 1980 inúmeros shows de bandas gaúchas, brasileiras e internacionais. A banda ainda tocou em bares populares na época como o Rocket 88 do Mutuca e nos primeiros festivais organizados pelos grêmios estudantis de colégios como Anchieta, Instituto Porto Alegre (IPA), Santo Antônio, entre outros.
No final de 1985 a banda mudou de estilo, buscando conquistar espaço nas rádios. Na época, a banda era composta por Lauro Levandowski (guitarra), Marcelo Wolff (vocal), Leandro Grando (baixo), Odir Goulart (bateria) e Alencar Heidrich (teclados em ’84 e ’85). Em meados de 1986, Lauro muda-se para São Paulo, enquanto Alencar forma sua própria banda e os demais integrantes seguiram em atividade principalmente em encontros mensais no estúdio Nazari no bairro Praia de Belas juntamente com Lauro, que retornava mensalmente para os ensaios. Em 1988 Leandro saía da banda e Marko assumia o baixo, adotando assim um novo nome: THOMAS BUTTERFLY. Interessante notar que três dos quatro membros originais da SLOW permaneceram nessa primeira formação da THOMAS BUTTERFLY que seguiu assim até final de 1989 quando o baterista Odir sai da banda, encerrando-se um ciclo e dando início à outro.
A THOMAS BUTTERFLY, que seguiu até 1990 com Lauro e Marcelo (originais da SLOW) acompanhados de Marko e Daniel Fontoura (que entrou em 89), iniciou sua história com ótimas gravações e ótimos shows, mas na loucura dessa energia acabou se dissolvendo em 1991 quando Lauro, Daniel e Asdrubal iniciaram o trio que seguiu até 1994. Lauro e Marcelo retomaram a parceria na década de 2000 juntamente com Romano Duarte e gravaram quatro CDs e fizeram alguns shows, encerrando as atividades em 2006. Em 2014, um novo retorno da THOMAS BUTTERFLY: Daniel convoca Lauro e Marcelo e inicia-se um novo ciclo de quatro CDs e muita divulgação pelas redes sociais, mídia e rádios online que segue até hoje.
Com o lançamento de “Lágrimas de Ícaro”, a SLOW busca se reconectar com o passado e almeja um futuro, concentrando suas atividades em paralelo com a THOMAS BUTTERFLY, que segue uma linha mais Progressiva. Lauro Levandowski finaliza:“Slow e Thomas Butterfly possuem o mesmo DNA, mas com o tempo as influências foram se moldando, então se com a Slow temos um som mais pesado e direto, com a Thomas podemos inserir elementos mais viajantes e progressivos, mas sem abrir mão do peso. Nestes mais de três décadas de música tudo o que queremos é ter liberdade musical e poder mostrar ao público um som de qualidade e que faz jus à nossa história. Em breve anunciaremos o primeiro show deste retorno e mesclaremos o novo e o antigo para celebrar o lançamento de “Lágrimas de Ícaro”!”.
EP homônimo, com referências de Black Sabbath e The Doors, é lançado pelos selos Abraxas e Árvore Seca
Foto: Gustavo Gondo
A aura psicodélica que imortalizou tantas bandas clássicas da década de 1970, de The Doors, Deep Purple a Black Sabbath e Led Zepellin, é também a força motriz do EP homônimo da Wizened Tree, lançado pela Abraxas Records em parceria com a produtora Árvore Seca nas plataformas digitais. São cinco faixas que enaltecem a criatividade e sensibilidade do jovem quarteto de Tocantins. Ouça aqui: https://sl.onerpm.com/9432052674.
Com arranjos caprichados e riffs robustos, as composições da Wizened Tree condensam sensações e sentimentos. São músicas versáteis, com peso e psicodelia nas doses exatas à audição.
Os diversos detalhes e passagens rítmicas também ressaltam a originalidade deste EP, cujas letras abordam questões regionais, explica o baixista Felipe Marinho. “A temática girava em torno do regionalismo da região aqui do Tocantins. Muito calor, épocas de queimadas e também de chuvas torrenciais, chapação até o dia amanhecer nos botecos etc”.
Da verve rock n roll a nuances de um moderno stoner rock, a Wizened Tree – que nasceu de uma jam session – apresenta um EP que exala honestidade e paixão pela música, sem medo de fazer diversas referências ao passado, ao mesmo tempo em que experimentam para soarem únicos.
“Acredito que essas 5 músicas ressoam o lance da gente querer fazer um som tão massa quanto os sons que a gente sempre gostou de ouvir”, completa Marinho. No currículo, a Wizened Tree tem importantes apresentações como banda de abertura Radio Moscow (EUA) e Samsara Blues Experiment (Alemanha).
Quarteto paulista apresenta uma sonoridade autêntica, com influências de stoner, doom e pós-punk
Foto: Renato Petean
Os dois anos de produção de Void foram essenciais para a construção de uma identidade e conceber a sonoridade atual da Spiral Guru, natural de Piracicaba, no interior de São Paulo. O autodeclarado space rock do quarteto apresenta-se minimalista, com referências de stoner, doom, pós-punk e até metal, mas numa embalagem autêntica e, principalmente, eletrizante. Esse, que é o disco de estreia, é o novo lançamento da Abraxas Records e já está nas plataformas de streaming: https://sl.onerpm.com/2263880363.
O impacto da faixa de abertura – Signs – dá a tônica do disco: riffs cativantes e criativos, uma batida marcante e muito rítmica, somados ao vocal preciso e melódico de Andrea Ruocco. São nove faixas que alavancam o Spiral Guru ao hall das bandas que precisam ser ouvidas em 2019. Void, como se diz por metáforas, é um álbum de ‘mão cheia’.
Junto à Void, a Spital Guru lança o videoclipe da música Oracle, que pode ser conferido aqui: https://youtu.be/uwYIoARbBzs, uma produção audiovisual que dialoga pontualmente com as ambientações cósmicas e tempos quebrados das músicas desta faixa, que flerta com o metal.
“O full álbum vem para concretizar o Spiral Guru”, destaca o guitarrista Samuel Pedrosa. Completam a banda, além da citada vocalista Andrea, o baixista Ribeiro Jr e o baterista Alexandre H. G. Garcia. A produção, importante ser ressaltado, aconteceu no Casarão Studio, em Piracicaba, que já pode ser considerado um dos principais locais de gravação do interior paulista.
Nona edição do festival no Brasil será no Autódromo de Interlagos, São Paulo
O Lollapalooza Brasil2020 já tem data marcada! O megafestival que reuniu mais de 246 mil pessoas na edição de 2019, volta ao Autódromo de Interlagosem 2020, nos dias 3, 4 e 5 de abril.
A experiência Lollapalooza é única. Nos 600 mil metros quadrados do Autódromo de Interlagos o púbico vibra e canta com artistas do rock, rap, indie, pop, eletrônico e todas as vertentes da música em seus quatro palcos.
Produzido por Perry Farrel,William Morris Endeavor Entertainment (WME), C3 Presents e TIME FOR FUN, o Lollapalooza Brasil chega à sua nona edição no Brasil e conta com patrocínio de Budweiser, Adidas e Doritos.
foto por helena yoshioka/i hate flash
Sobre o Lollapalooza Brasil O festival chegou ao Brasil em 2012 e desde 2014 acontece no Autódromo de Interlagos em uma área de 600 mil metros quadrados, onde as apresentações acontecem em quatro palcos simultâneos. Desde 2014 o Lollapalooza Brasil é um evento neutro em carbono. A neutralização das emissões aconteceu a partir da alocação definitiva de créditos de carbono originados em um projeto ambiental certificado pela ONU. Em 2018, o Lollapalooza Brasil voltou a ter três dias e público recorde, gerando um impacto de mais de R$ 152 milhões na economia da cidade de São Paulo, com gastos em hospedagem, alimentação, transporte e lazer, de acordo com levantamento inédito da Prefeitura. Em 2019, o evento reuniu mais de 246 mil pessoas no Autódromo de Interlagos e mais de 4,5 milhões de pessoas acompanharam as 67 atrações pela televisão.
Sobre o Lollapalooza Criado por Perry Farrell em 1991 como um festival itinerante, o Lollapalooza continua a ser inovador na cena dos festivais após 25 anos desde sua criação. Foi o primeiro a reunir artistas de vários gêneros no mesmo evento, o primeiro a viajar, o primeiro a se estender para vários dias, o primeiro a ter um segundo palco, o primeiro a ter um segundo dia, o primeiro a misturar arte e ativismo, o primeiro a compensar suas emissões de gás carbônico, o primeiro a colocar artistas de música eletrônica no palco principal, o primeiro a criar uma programação familiar, o primeiro a se instalar em um centro urbano e o primeiro a se expandir internacionalmente.
Tornou-se um renomado festival em Chicago, assim como em países culturalmente ricos como Chile, Brasil, Argentina, Alemanha, França e Suécia. Lollapalooza é um dos principais destinos para amantes de música nos Estados Unidos e no exterior. Para comemorar o seu 25º aniversário, o Lollapalooza Chicago se estendeu para 04 dias em 2016, com mais de 170 artistas se apresentando em 8 palcos anualmente.
A banda ANIE, dos músicos Junior Carelli (teclados e vocal) e Fernando Quesada (violão e vocal), irá se apresentar neste sábado, dia 20 de julho, em São Paulo, no Morumbi Shopping. O evento também conta com a participação do ator e cantor Alírio Netto, vocalista do Queen Extravaganza, tributo oficial do Queen (produzido por Roger Taylor e Brian May), além de Gus Nascimento e Vitor Fernandes (Zimbra). A entrada é gratuita e acontece na Atrium, dentro da exposição Rock Festival no shopping.
O evento Rock Festival promove o mês do Rock entre os dias 1º a 28 de julho. Realizado em parceria com a School of Rock – primeira escola do gênero no Brasil e que inclusive inspirou o filme de mesmo nome estrelado por Jack Black – a atividade proporcionará diversas experiências do mundo do rock em um espaço completo para a família interagir e conhecer o estilo musical.
Recentemente, a banda ANIE lançou o vídeo com as músicas “Por Medo”, “Restos de Você” e “Escolhas”. Gravado no Estúdio Som Livre, o vídeo conta com uma performance dos músicos Junior Carelli e Fernando Quesada de uma apresentação inédita com três músicas muito especiais. Este lançamento é uma iniciativa do Estúdio Som Livre e do programa Acoustic Lab. “É a primeira vez que o ANIE compõe músicas em português e estamos muito felizes e honrados de representar o nosso país também dessa maneira”, disse Fernando Quesada.
Um novo som, um novo conceito em música acústica, as músicas inéditas buscam uma sonoridade diferente com piano, violão de 12 cordas, percussão, vozes e letras que vão conversar com você. A história do ANIE começou fora do Brasil, quando em uma turnê com outro projeto pelos EUA, a dupla conheceu uma gravadora, que buscava um som acústico, se interessou em ouvir as composições e decidiu lançar como um projeto internacional.
Na banda todas as músicas são tocadas com piano, violão de 12 cordas e 2 vozes, fazendo com que seja um clima intimista e autêntico nas execuções. Toda a produção do áudio e vídeo da ANIE, além da composição e arranjo, é realizada por Junior Carelli e Fernando Quesada, mostrando mais uma grande produção dentro do mercado independente a todo o momento.
Mais informações: https://www.facebook.com/anieband/
Em tour pelos Estados Unidos, o Claustrofobia jamais esquece de seus fãs e seguidores brasileiros, tanto, que a banda oficializa em primeira mão para seus compatriotas, a produção de um single inédito com título e letra cantada em português. E esse será oficialmente o primeiro lançamento de estúdio da banda com o baixista Rafael Yamada.
O título da nova música será “Vira Lata”, a faixa já está gravada e os trabalhos foram captados no “Fuel Music Studios”, localizada em Fullerton na Califórnia em parceria com o produtor Addasi Addasi. O Claustrofobia mantém a formula que deu certo em “Swamp Loco” e com essa oficialização, aponta para sua segunda gravação sequencial com o produtor brasileiro que reside em Los Angeles.
“Vira Lata” será lançada oficialmente em setembro de 2019 em todas as plataformas digitais. Ainda falta acertar detalhes de quem será o responsável pela mixagem do novo single, algo que está sendo tratado em sigilo pela banda, mas que assim que se confirmar um nome, será oficialmente informado aos fãs.
Segundo o vocalista e guitarrista Marcus D’Angelo: “Com toda certeza, esse novo single que estamos preparando, caberia facilmente nos álbuns “Peste” ou “Thrasher”, porém com o olho no futuro e extraindo o melhor de cada um de nós, músicos do Claustrofobia”.
Fique ligado nas redes sociais do Claustrofobia que muito mais informações e novidades serão divulgadas, assim que a banda confirmar suas próximas ações.
Formação: Marcus D’Angelo – vocal, guitarra Rafael Yamada – baixo Caio D’Angelo – bateria
Encerrando um importante capítulo, a Jailor, banda de Thrash Metal da cidade de Curitiba, libera o single “Six Six Sickness”, para audição completa em seu canal no YouTube.
A música é a faixa que encerra o álbum “Stats of Tragedy”, com a liberação de “Six Six Sickness”, todas as faixas do registro podem ser conferidas individualmente pelos fãs da banda. Inclusive, essa ação possibilita que as músicas sejam incluídas em playlists pessoais de acordo com o gosto pessoal de cada um, sobre as músicas da Jailor.
Tito Melin, ex-Forahneo e ex-Undercroft está de banda nova; trata-se do Bonebreaker, banda que acaba de lançar o videoclipe/single da música “I Am The Darkness” – ela foi mixada pelo brasileiro Víctor Hugo Targino.
O Bonebreaker na verdade nem é tão novo assim, já que foi formado em 2017, em Santiago, Chile, fazendo um Death Metal brutal e direto. A banda está se preparando para lançar seu disco de estreia (a previsão é para o final deste ano). O single de “I Am The Darkness” está sendo muito bem aceito pelo público e crítica especializada.
O nome da banda surgiu do disco “Bonebreaker” do Undercroft, gravado por Tito em 1997 – ele gravou os vocais nos dois primeiros álbuns, da banda que tem entre os integrantes, Álvaro Lillo (Watain).
Tito também é responsável pelos vocais do primeiro álbum da banda Forahneo, “Perfidy”.
A formação do Bonebreaker traz Tito Melin (vocais), Andre Arancibia (guitarra) Gonzalo Fuenzalida (guitarra), Marco Medina (baixo) e Cristian Medina (bateria).
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