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THUNDER FORCE: Novo line-up prepara material inédito

Formada no início de 2005 a banda gaúcha THUNDER FORCE tem em seu DNA diversas influências dos mais variados estilos do Heavy Metal e Rock Clássico, porém sempre focando no Progressivo. Em seu currículo constam inúmeros shows pelo Rio Grande do Sul e trabalhos como o single “Sonhos e Pesadelos” (2006) e o EP “Silence In Darkness” (2008), que conta com quatro composições. Também neste período a banda foi destaque de uma revista nacional especializada em Heavy Metal, em uma sessão de bandas emergentes no país, tendo seu corrente trabalho muito bem aceito pela crítica especializada, e finalmente em 2010, com “Stranger Calling My Name”, o último trabalho realizado. Na primeira fase do grupo a movimentação era intensa, como explica o guitarrista Leonardo Fernandes: “A banda sempre foi muito ativa, principalmente de 2006 à 2008, mesmo com a rotatividade de integrantes, porém os períodos de ano se mantinham com formação praticamente consolidada, a intensidade de ensaios, composições e apresentações, eram muito altas para uma banda de Heavy Metal.“.

Ouça “Stranger Calling My Name”:

https://spoti.fi/2GovVX0

Munidos de influências de Iron Maiden, Helloween, Blind Guardian, Megadeth e Metallica, aos poucos novas sonoridades iriam sendo adicionados ao gosto dos músicos: “Estas foram as primeiras influências, como praticamente todo amante do estilo, porém com o passar dos anos, a banda foi evoluindo para outras vertentes, o que acabou moldando o estilo atual das músicas e letras. As influências muito fortes de Dream Theater, Death, Symphony X, entre outras, acabaram acrescentando para essa pegada atual, sem esquecer é claro das vertentes iniciais.”.


Em meados de 2014 a banda se desfaz por caminhos profissionais que cada integrante naquela época trilhou, porém em abril de 2018 após mais de três anos e meio parada, a banda retorna com Leonardo Fernandes (guitarra) e Marlon Martins (guitarra) da formação clássica, os quais compuseram e gravaram os dos últimos singles da banda, juntamente a Gabriel Brunelli (bateria), Raul Giacomin (baixo e baking vocal) e Márcio Oliveira (vocal). O retorno do THUNDER FORCE ficou nas mãos dos guitarristas, conforme explica Leonardo: “Eu e o Marlon sempre mantivemos contato apesar das distâncias impostas por conta de compromissos profissionais, mas em uma conversa entre nós e o Júlio Chagas (ex-vocal) aparentemente sem pretensões alguma, surgiu a ideia de nos reunirmos novamente, e então a busca pelos integrantes restantes começou, logo no início da banda o Marlon nos apresentou o Gabriel (baterista) que pra nós foi uma alegria, poder contar com um cara da capacidade, competência e dedicação dele, então assim mesmo sem contar com um baixista, voltamos aos ensaios.”.

Conforme as coisas foram se ajeitando, aos poucos a banda iria revivendo as músicas antigas e ao mesmo tempo buscavam um novo baixista. “Voltamos aos poucos, tocando principalmente nossas músicas próprias (o que não foi fácil!) e vimos a necessidade de procurar um baixista e definir o set list. Antes, porém, Júlio deixa o posto de vocalista. A entrada de Márcio em seu lugar foi bem acertada, pois de início era apenas um quebra galho e está conosco até hoje! Após alguns testes com diversos baixistas chegamos ao Raul. A banda agora está 100% consolidada, e com muita vontade e empenho em fazer algo novo, compor, gravar e tocar por ai, eu e o Marlon temos certeza que isso vai durar por muitos anos, pois é incrível a parceria que temos dentro e fora do estúdio.”.

E é com esta formação que o grupo trabalha na criação do primeiro álbum, que será lançado no primeiro semestre do próximo ano. Leonardo conta como está o planejamento: “Não só planejamos como estamos trabalhando intensamente para que isso aconteça, nosso planejamento é para o primeiro semestre do ano que vem, porém como por vezes alguns compromissos profissionais nos impedem de ensaiar e nos reunirmos para compor, pode ser que esta meta se prolongue um pouco, mas estamos trabalhando, já temos alguns materiais novos até certo ponto definidos que estamos finalizando, mas vem coisa boa por ai!”. Indagado sobre o que move a banda a continuar, o guitarrista é enfático: “O mundo, sonoridade e atitude que envolve o Heavy Metal, em todas suas fluentes é o que sempre nos apaixonou e motivou a seguir por este caminho, mesmo que seja difícil e muitas vezes penoso, o que acaba ceifando muitas pessoas para outros estilos, até por questões de necessidade financeira isso é muito comum, porém a Thunder Force sempre foi uma militante do estilo, é simplesmente nossa vida voltada ao heavy metal, é o que amamos e reverenciamos a cada dia mais e mais, jamais desistiremos!”.

Contatos:
Facebook: www.facebook.com/thunderforcehm

Instagram: www.instagram.com/thunderforce

Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

Cães de Aluguel divulga capa e track list de EP “Wolf In Wolf Skin”

A banda brasiliense de blues-rock Cães de Aluguel acaba de divulgar a capa e track list do seu segundo EP intitulado “Wolf In Wolf Skin”. Além disso, o grupo está em turnê de divulgação de seu novo trabalho com 12 datas confirmadas em pubs, casas de show e festivais no Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais.

“As composições do novo EP foram criadas de uma forma muito mais colaborativa que o lançamento anterior. Lançar um EP por ano está nos permitindo amadurecer tanto no processo de composição quanto gravação e mixagem do trabalho. O feedback que temos recebido dos fãs nas redes sociais após o lançamento do primeiro single “Wolf In Wolf Skin” tem sido muito positivo, acreditamos que também será assim com as demais canções do EP”, disse o guitarrista Adônis Reis.

Track-list:
1-Ab Initio
2-The Judge
3-Wolf In Wolf Skin
4-Never Talk To Strangers
5-The Ballad Of The Barbarians

Lançamento dia 29 de Julho em todas as plataformas de Streaming.

Seguem as datas da turnê:
Salute Lounge Bar – Gama DF 13/07
Torre Sobre Rodas – Brasília DF 16/07
Una British Pub – Águas Claras DF 19/07
MC L.A.M.A (BCMW) – Brasília DF 20/07
Trend’s Bar – Gama DF 21/07
Bar do Batata – Planaltina DF 26/07
MC Old Skull (BCMW) – Brasília DF 27/07
Florida Mall – Guará DF 07/08
Vikings Pub – Goiânia GO 09/08
Macanudos Moto Rock – Unaí MG 17/08
O’Rilley Irish Pub – Brasília DF 28/08
Gama Camp Rock – Gama DF 12/10

Contato para shows: (61) 9 8353-4180

Recentemente, a banda Cães de Aluguel lançou videoclipe de “Wolf In Wolf Skin”, faixa inédita do novo EP que será lançado nas próximas semanas.

Assista o videoclipe: https://youtu.be/JH61XknmvOE.

Formada por Nathal de Oliveira (vocal), Bia Portis (sax e flauta), Adônis Reis (guitarras), Osmar Oliveira (baixo) e Lucas Carmo (bateria), a banda Cães de Aluguel promete grandes lançamentos para o mês do Rock. Criada em Brasília no ano de 2013 a Cães de Aluguel é um grupo de Blues-Rock inspirada nas lendárias bandas do final dos anos 60 e início dos anos 70.

Suas influências vão desde Led Zeppelin, Cream, Experience, Deep Purple, Free, Creedence Clearwater Revival, passando pelo funk e soul music de artistas como Stevie Wonder e James Brown, o blues de B.B. King, Albert King, Elmore James, Muddy Waters, além de bandas contemporâneas como Gov’t Mule, Black Country Communion, Tedeschi Trucks Band, Rival Sons e muitas outras.

Links relacionados:
Tel.: (61) 9 8353-4180

E-mail: caesdealuguelband@gmail.com
https://www.facebook.com/bandacaesdealugueldf

Lagarto Rei lança Ion, entre improvisos e barulhos abstratos

Transcendência sensorial é a palavra de ordem neste single do duo carioca

Rodrigo Patrício Carvalho

O duo carioca de baixo/bateria Lagarto Rei estreia na Abraxas Records com o single ‘Ion’, um estardalhaço noise com peso e lisergia. São experimentações livres, improvisos e os barulhos estranhos quase abstratos (às vezes abstrato). A música já está nas principais plataformas de streaming e pode ser conferida aqui: https://sl.onerpm.com/8165468659. 


Em ‘Ion’, Robert (baixo) e Lívio (bateria) levam a sério a proposta da transcendência sensorial por meio da música instrumental e experimental. “Somos bastante apegado com som pesado mas também nosso seguimento vai pra outras vertentes, acabamos escutando um pouco de tudo, dentro do rock e fora. Mas ainda dentro do rock, quisemos explorar com ‘Ion’ uma área bastante psicodélica que foi o movimento kraut alemão que se difundiu na europa, nos anos 60 e 70”, comenta Lívio. 


Com uma formação incomum de apenas baixo e bateria, configurada desde 2018, a dupla acredita que para manter a liberdade de seguir direções musicais mais audaciosas, o som que fazem não pode se prender a classificações. Um dos projetos da banda é a conquista do espaço urbano pela cultura, sendo assim, Lagarto Rei está sempre em busca de apresentações também pelas ruas.


Riffcoven presta tributo ao heavy/doom em novo single

Com letra em português, ‘Feiticeiros do Riff’ aposta no peso e traz elementos da cultura stoner 

O quarteto de Jundiaí (São Paulo) Riffcoven antecipa o que virá no EP Cursed com o lançamento do single ‘Feiticeiros do Riff’, um petardo heavy/doom com letras em português. A música sai pela Abraxas Records e está disponível nas plataformas de streaming: https://sl.onerpm.com/1054237917. 

‘Feiticeiros do Riff’ e seus riffs gordos e pesados é recomendada para fãs de Crowbar, Down, Belzebong e Black Sabbath. O transe é inevitável: as guitarras envolvem o ouvinte à letra repleta de elementos da cultura stoner: rituais, ocultismo, cannabis e a metalinguagem no que diz respeito à sonoridade praticada. 

Há de se destacar os gang vocals, típicos no hardcore e que o Riffcoven utilizou cirurgicamente nesta faixa. O resultado é nada menos que genial. 

O single é, sem dúvida, um grande tributo ao heavy/doom e aos clássicos do estilo. ‘Feiticeiros do Riff’ e outras quatro músicas estarão no EP Cursed, que a Abraxas lanças no dia 26 de julho, também no streaming. 


Age of Artemis: escute “No Need to Have an Answer” do Virgo em tributo a Andre Matos

A banda Age of Artemis acaba de lançar uma homenagem especial para os fãs de Andre Matos com uma versão da música “No Need To Have An Answer”, do projeto Virgo. A música foi gravada nos estúdios Universo X, em Brasília, e no LM Studio, em Volta Redonda, além de mixada e masterizada por Eduardo Belchior do Intense Music Productions, em Örebro, na Suécia.

Escute a versão de “No Need to Have an Answer”: https://youtu.be/B7W0oD1nrLM

“Posso afirmar que Andre Matos foi um ídolo não só como vocalista, mas como compositor. Tive a honra de trabalhar com ele em alguns trabalhos com o Soulspell e ele sempre foi minha inspiração”, disse o vocalista Pedro Campos. “Andre Matos sempre foi um músico de qualidade ímpar e era um dever nosso realizar essa homenagem para ele”, completou Giovanni Sena.

Agradecimentos
Eduardo Belchior – Intense Music Production (Ödebro, Sweden)
Arthur D. – Universo X (Brasília, Brasil)
Marcelo Azevedo – LM Studio (Volta Redonda, Brasil)
João Duarte – JDDesing (São Paulo – Brasil)

Andre Matos – R.I.P

Age of Artemis line-up:
Gabriel Soto – Guitarras
Giovanni Sena – Baixo
Jeff Castro – Guitarras
Pedro Campos – Vocals
Riccardo Linassi – Bateria

Recentemente, a banda lançou o álbum “Monomyth” nas plataformas digitais:
Spotify – https://spoti.fi/2WHCcCD
Deezer – https://bit.ly/2YJh0Ot

“Monomyth” teve os violões, bateria, percussão e vocal gravados no “G2D Producoes Musicais” em Brasília, DF – Brasil, entre os meses de Maio e Julho de 2018 com os engenheiros de som Deniel Moraes e Gregoree Jr. Todos os baixos, guitarras elétricas e teclados foram gravados no “GT&L Studio” em Brasília, DF com a supervisão de Giovanni Sena. A mixagem e masterização foi realizada por Damien Rainaud no “Mix Unlimited” em Los Angeles, CA – USA, entre os meses de Agosto e Setembro de 2018.

Links relacionados:
http://www.ageofartemis.com.br/
https://www.facebook.com/ageofartemis/
https://www.instagram.com/ageofartemisoficial/
Email: ageofartemiscontato@gmail.com

Caravellus: lendário John Macaluso será o baterista do novo álbum da banda

A banda Caravellus acaba de anunciar o baterista John Macaluso como um dos integrantes do próximo álbum de estúdio da banda. Reconhecido mundialmente como um dos maiores bateristas do Metal Progressivo, Macaluso tem uma lista enorme de gravações e concertos ao lado de grandes nomes do heavy metal mundial como ARK, Yngwie Malmsteen, Michael Romeo, James LaBrie, Jennifer Batten, TNT, Symphony X, Union Radio, entre outros.

“Estamos contentes de ter o Mac a bordo neste álbum e estamos ansiosos para tocar com ele após o lançamento”, disse Glauber Oliveira. “Desejamos ao nosso amigo baterista Pedro Nunes sucesso nos seus projetos pessoais, assim como nos novos planos profissionais. Obrigado por tudo, Negão!”, completou Glauber.

O primeiro single do novo álbum do Caravellus será lançado no dia 10 de agosto, no “Terreiro Fest – O primeiro Despacho a gente nunca esquece”, em São Paulo, no Aurora Club. Glauber Oliveira e Leandro Caçoilo são presenças confirmadas.

O novo álbum do Caravellus está previsto para o início de 2020, registro que encerrará um hiato de oito anos desde o lançamento do último álbum. A banda anunciou também seu novo lineup: Leandro Caçoilo (Vocal), que junta-se aos remanescentes Glauber Oliveira (Dark Avenger), guitarrista e membro fundador, Daniel Felix (Nando Fernandes) pianista e tecladista, e John Macaluso, na bateria.

Escute o single “Corsairs In Black”: https://youtu.be/gQLOtilVsgY

Sites relacionados:
https://www.facebook.com/caravellusofficial/

Guitarrista Laion Roberto lança seu segundo single e vídeo intitulado “Ego is a too Much Thing”

O guitarrista alagoano Laion Roberto, radicado em São Paulo, lança através de áudio em todas as plataformas digitais e em vídeo seu segundo single parte integrante do EP “A Taste for Mojo”. O trabalho é focado em Jazz/Rock e Rock Instrumental.

Assista o segundo videoclipe: https://youtu.be/7CzeoGzAA5U

O single foi lançado em todas as plataformas digitais (Spotify, Deezer, Itunes etc.) e é intitulado de “Ego is a Too Much Thing”. “Penso no título como ‘O ego é algo além da conta’ para questionar toda essa busca pelo prazer de admirar exageradamente a si mesmo. Afinal, estamos na era do ‘parecer’ e do ‘tudo ao mesmo tempo agora’. Mas você está preparado para lidar consigo mesmo? Sério? (risos)”, disse Laion Roberto.

A capa do single é sobre o livro “O estranho caso de Dr. Jekyll and Mr. Hyde (O Médico e o Monstro)”, de Robert Louis Stevenson. Nele existe o importante confronto interno entre o bem e o mal que reside em cada ser humano.

A produção, arranjos e teclas do trabalho contou com Junior Carelli (Banda Anie). Outros grandes músicos que também participaram do projeto foram Lucas Macedo (Sax alto/tenor), Marcus Dotta (Bateria) e Fábio Carito (Baixo). A ilustração foi feita pelo grande ilustrador alagoano Cristiano Suarez. A autoria da música é de Laion Roberto.

A produção audiovisual ficou por conta da Foggy Filmes – do pianista e tecladista da banda Anie, Junior Carelli – produtora responsável pela gravação de vários artistas como Mike Orlando, Edu Falaschie, Noturnall e muitos outros.

Laion Roberto – Line-up:
Laion Roberto (guitarras)
Fábio Carito (baixo)
Junior Carelli (teclados)
Marcus Dotta (bateria)
Lucas Macedo (tenor e alto sax)
Ailton Rios (harmonica)

Links relacionados:
https://www.facebook.com/laionroberto1

https://sptfy.com/d1TC

FÖXX SALEMA: Confira vídeo de tributo acústico a Andre Matos

A cantora/musicista FÖXX SALEMA, que no momento está divulgando o recém-lançado álbum “Rebel Hearts”, participou de um festival em homenagem ao vocalista André Matos (Viper, Angra, Shaman) na cidade e Belo Horizonte/MG, onde, ao lado de diversos músicos, interpretou vários clássicos da carreira do músico em formato acústico. Enquanto o álbum recebe diversos elogios e ao mesmo tempo lida com o preconceito contra a causa LGBTQ+ e engajamento de esquerda, o trabalho continua. Em relação ao tributo a Andre Matos, a vocalista comentou sobre a excelente receptividade: “Foi ótima, mesmo eu cantando doente e sem ensaio, a reação das pessoas foi excelente! A maioria ali nunca tinha me ouvido cantar e mesmo as que me conheciam, devido à distância de onde eu morava, nunca tinham ido a algum show meu. O público gritou pelo meu nome, cantou junto, assoviou, aplaudiu e vibrou durante toda apresentação. Tudo isso está registrado em vídeo, foi um momento de energia muito positiva, porém realizado infelizmente devido a essa grande perda.”.

Assista ao tributo:

Já se passou mais de um mês que André Matos faleceu e parece que a ficha ainda não caiu para a maioria dos fãs e dos músicos que trabalharam com ele. Músico completo, ele sempre será uma importante influência para diversos músicos, dos mais variados estilos. FÖXX conta como conheceu seu trabalho: “Eu ouvi o André a primeira vez no álbum “Theatre of Fate”, mas já era o ano de 1991. Eu, que já cantava, comecei a atender ao pedido de pessoas que gostavam de me ouvir interpretando a música “Living for the Night” e a partir dali, tendo ciência de que minha tessitura vocal era similar à dele, comecei a ser influenciada pelo seu trabalho. Isso se reforçou após o lançamento do álbum “Angels Cry”, o qual eu o vi e ouvi pela primeira vez ao vivo no Monsters of Rock de 1994 e depois se consolidou totalmente com o álbum “Holy Land”, o meu favorito do Angra. Em 1997 eu entrei numa banda autoral mineira de Metal Melódico chamada 7th Key, e dentre os poucos covers que a gente tocava, estava a música “Make Believe”.”.

FÖXX conta, que apesar de não ter uma formação erudita como ele, já foi solista em um coral de sua cidade natal, Bragança Paulista (SP), e devido às composições de Andre, sempre gostou dessa fusão entre o Heavy Metal e a música clássica. As influências podem ser sentidas em “Rebel Hearts”: “Muitas pessoas estão elogiando o meu primeiro álbum autoral e comparando com o Viper, o que pra mim é gratificante, ainda mais se levarmos em conta que as músicas são minhas e foram feitas sem uma formação fixa de banda. Eu tenho bastante orgulho, por exemplo, de ter composto e principalmente cantado sozinha todas as linhas de voz: principal, backing vocals e coral. A influência do André Matos sobre a minha arte é nítida e eu acredito que isso nunca me deixará, mesmo com o falecimento dele. Inclusive a minha admiração por ele em termos pessoais cresceu ainda mais após saber que o mesmo era também, ateu e de esquerda.”.

Ouça o álbum no Spotify:

https://spoti.fi/2KVPs4S

Como já foi noticiado, logo que o CD foi lançado, páginas e pessoas ligadas a rádios e sites brasileiros mostraram que há muito preconceito em relação não só às pessoas transgêneras, mas também mostraram que a polarização política tem afetado também a cena musical. Lidar com isso tem sido uma tarefa complicada. A vocalista desabafa: “Tem sido deveras estressante, E o ponto nem é tanto o fato de não me divulgarem mais ou o boicote “grupal” a mim, como eu sempre frisei quando questionada: ninguém tem a obrigação de tocar o meu álbum. O grande problema é a hipocrisia e prepotência direcionadas a mim, em comentários e mensagens hostis com ameaças e ofensas de cunho transfóbico. Estão rolando publicações caluniosas e difamatórias, montagens pífias com fotos minhas e ataques a minha página e até mesmo ao meu perfil pessoal (que foi derrubado, mas está novamente no ar) e também o do meu estimado marido. Tudo isso cometido por extremistas cristãos e apoiadores do Bolsonaro e do Governo atual, que vivem unicamente de destilarem ódio, fake news e separatismo, sob a falsa e covarde bandeira “do patriotismo e da moral e dos bons costumes”. O que a meu ver é lamentável, pra se dizer o mínimo e só mostra toda falta de ética e profissionalismo por parte desses indivíduos.”.

Paralelo a isso, a banda está sem guitarrista. A busca por um integrante está em andamento, mas FÖXX teme que a tarefa demore mais do que o esperado, justamente por toda esta onda de ataques virtuais: “Eu sinto que as pessoas estão com receio de integrarem a minha banda, por medo de tudo isso que está me acontecendo, e olha que não há custo com ensaios para integrantes. Eu até entendo um pouco o lado delas, afinal, não basta apenas tocar bem para recriar o que existe, também tem de ser alguém que no mínimo seja de esquerda e que tenha principalmente coragem pra enfrentar de cabeça erguida as adversidades que nos estão sendo impostas. Atualmente existem pessoas que se dispuseram a realizarem um teste para vaga, seja como for, a procura no momento ainda continua.”.

Para se candidatar ao posto de guitarrista, basta entrar em contato pela página da banda ou pelo e-mail da assessoria:wargodspress@gmail.com. Dentre os pré-requisitos, é necessário que os interessados cantem os backing vocals, deem ênfase na fidelidade dos arranjos e solos, sejam maiores de idade e emancipados judicialmente. O repertório é focado principalmente nas músicas autorais, com a adição de eventuais covers. Os testes e posteriores ensaios ocorrerão em um estúdio na cidade de Belo Horizonte/MG e não terão custos para os integrantes.

Contatos:

Site: www.foxxsalemaband.com.br

Facebook: https://www.facebook.com/foxxsalema78

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Twitter: www.twitter.com/foxxsalema

Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

King Bird: sucessor de ‘Got Newz’ será lançado na Europa

‘Flying High’ vem sendo composto e sairá no mercado europeu pela Lions Pride Music

Crédito: Pati Patah

O King Bird alterou os planos iniciais de soltar singles individuais e revela que o sucessor de “Got Newz”, quarto ‘full-length’ da carreira, está em fase de composição e será lançado no segundo semestre de 2020. “Estamos muito felizes em anunciar o mais alto voo do pássaro. Fechamos uma parceria com o selo dinamarquês Lions Pride Music e já estamos trabalhando forte na composição do novo álbum, que levará o título de ‘Flying High'”, revelou o baterista Marcelo Ladwig. “Nesse período, além de seguir compondo, continuamos fazendo shows e a próxima parada é o festival ‘River Rock’, que será realizado em Indaial (SC) em setembro”, acrescentou o guitarrista Silvio Lopes.
 
Confira o vídeo ao vivo da faixa “Daybreak”, gravado no SESC Belenzinho (SP) no lançamento oficial de “Got Newz”: https://www.youtube.com/watch?v=LvOtSy7p_0U
 
Veja o vídeo ao vivo de “Daybreak” em https://youtu.be/LvOtSy7p_0U
 
A formação atual, com Ton Cremon (vocal), Silvio Lopes (guitarra), Fábio Cesar (baixo) e Marcelo Ladwig (bateria), lançou “Got Newz” em maio de 2016. “Na época, a ideia era mostrar que a banda se renovou novamente. Novo vocalista e aquela mesma sonoridade setentista com uma roupagem do Século 21. Agora, porém, estamos muito mais entrosados e o nosso quarto álbum, ‘Flying High’, irá mostrar não só que a nossa personalidade musical foi mantida, mas que teremos algumas surpresas”, adiantou Lopes. “Estamos seguindo na mesma linha de composições do ‘Got Newz’, mantendo a veia hard e também trazendo um pouco mais de peso”, concluiu o vocalista Ton Cremon.
 
Ouça “Got Newz” no Spotify em  https://is.gd/Psj4ra
 
Discografia:
“The Gods’ Train” (EP, 2003)
“Jaywalker” (2005)
“Sunshine” (2008)
“Beyond The Rainbow” (EP, 2012)
“Got Newz” (2016)
“Supernaut” (Sabbath Brazil Sabbath – Black Sabbath Tribute, 2018)
“Money Talks” (For Those About to Brazil – AC/DC Tribute, 2018)
 
Formação:
Ton Cremon (vocal e guitarra)
Silvio Lopes (guitarra)
Fábio Cesar (baixo)
Marcelo Ladwig (bateria)
 
Sites relacionados:
http://www.kingbird.com.br
https://www.instagram.com/kingbirdofficial/
https://www.facebook.com/KingBirdBand/
https://www.riverrock.com.br/
 
Contato para shows: shows@kingbird.com.br

SuperSonic Brewer: apresenta primeiro single do novo álbum “In Blackness”

Devidamente apresentado o nome e tracklist, o novo disco do SuperSonic Brewer é aguardado com ansiedade por fãs e seguidores da banda. Em processo final de produção “In Blackness” está cada dia mais próximo de seu lançamento.

Após informar esses detalhes importantes, é chegada hora e apresentar o primeiro single que estará presente entre as 10 composições de “In Blackness”.

Lançada oficialmente em 2016 como um single isolado na carreira da banda, a faixa “Trapped In Na Hourglass”, será a música número oito do novo disco. E para alimentar um pouco a ânsia dos mais desesperados por novidades acerca do novo disco, você confere agora a faixa, em vídeo, pelo canal da banda. Aumenta o som que a pancada é forte!

Tracklist de “In Blackness”:

01 – Behind the Cross

02 – God is God and I Am I

03 – Lust For Blood AD

04 – Under the Dephts

05 – My Epithet

06 – Into the Black

07 – Sweet Serenity

08 – Trapped in na Hourglass

09 – Crawl Beyound Sorrow

10 – Reletless Blade

Formação:

Vinicius Durli: Vocal/Baixo

Rodrigo Fiorini: Guitarra

Jovani Fracasso: Guitarra

Felipe Carlesso: Guitarra

Evandro da Silva: Bateria

Mais informações:

Facebook: https://www.facebook.com/supersonicbrewer/

Instagram: https://www.instagram.com/supersonicbrewer/

Roadie Metal Press: http://roadie-metal.com/press/supersonic-brewer/

Sem Futuro: clipe de “Violência Na Cidade” reúne imagens de apresentações históricas e marcantes da banda curitibana

O Sem Futuro é uma das principais bandas de Punk Rock da atualidade no Brasil, além de possuir uma obra incrível e totalmente disponibilizada nas plataformas digitais, onde facilmente é encontrado os dois fulls da banda. O grupo possuí em seu curriculum apresentações no maior festival de Punk do mundo, o Rebellion Festival que é realizado na Inglaterra.

Uma das músicas mais pedidas pelos fãs, é a faixa “Violência Na Cidade” do mais recente álbum, “Sempre Prontos Pro Que Der e Vier” (2018). E é justamente sobre essa música que iremos falar nessa matéria.

Recentemente o Sem Futuro disponibilizou o clipe oficial de “Violência Na Cidade” e as imagens presentes no vídeo, são de extrema importância para a banda curitibana. Com uma produção caseira, foi reunido imagens de várias apresentações da banda pela país, em sua cidade natal Curitiba e principalmente no festival “Rebellion Festival”.

Para que você entenda essa compilação de imagens que está presente no videoclipe, o músico e vocalista da Sem Futuro, “Minhoca”, revelou todas as captações que foram reunidas para “Violência Na Cidade”.

“Nesse videoclipe contrastamos a intensidade que a própria música possuí, com imagens de shows importantes de nossa carreira. O primeiro são imagens do Rebellion, onde estou vestido de freira, na sequencia vem nossa despedida de Curitiba antes de nosso embarque para a Inglaterra, incluímos vídeos de um dos shows mais fodas que fizemos que foi no Gol Skate Day que foi feito no centro cívico de Curitiba e cantando e xingando os políticos que estão no poder de nosso estado e as imagens mais frenéticas desse vídeo, com certeza, são dos shows que fizemos em Bolton, através de convite da banda “The Papas Hangos” e literalmente quebramos tudo com esses caras. Enfim foi isso, um videoclipe que reúne momentos marcantes de apresentações que estão marcadas em cada um de nós”.

Formação:

Minhoca: Vocal

Felpas: Guitarra

Tiagonha: Guitarra

Evil Leire: Baixo

Lalau: Bateria

Mais informações:

Facebook: https://www.facebook.com/semfuturo77/

Instagram: https://www.instagram.com/semfuturo77/

YouTube: https://www.youtube.com/user/minhocabemloco

Roadie Metal Press: http://roadie-metal.com/press/sem-futuro/

Velho Buffalo Ruffus: single “Você Não Sabe Onde Estou” é um singelo Foda-se aos indivíduos que não sabem escutar opinião alheia

O Velho Buffalo Ruffus é uma das mais proeminentes bandas de Stoner Metal, ou se preferir, Power Drunk Metal, afinal sua sonoridade é carregada de peso, fúria e muita bebedeira.

Analisando o consumo da música nos dias atuais, a banda vem planejando lançar seus novo singles em formatos individuais, estilo “track by track”. E pensando nisso, antes de oficializar as novas músicas, o primeiro EP que foi lançado pelo Velho Buffalo Ruffus, “Terror”, será dissecado e todas as músicas terão seus conceitos revelados.

Para começar, a faixa de abertura do EP “Terror” intitulada de “Você Não Sabe Onde Estou”, foi composta pelo guitarrista e vocalista Saulo Jorge que, revelou onde se inspirou para compor essa pancada que é considerada um soco no queixo perante os fãs da banda.

“Essa música é uma crítica perante as falhas humanas que criam elos de comunicação, enviando mensagens e criando um diálogo com outras, porém quando é respondido, acaba por ouvir até onde lhe convém e não termina de escutar a opinião alheia. Essa música é uma experiência pessoal que vivi com uma ex-namorada e acabei escrevendo ela como uma forma de expressar um fato real, atualmente as pessoas só querem enviar informações, mas não receber, e isso se característica como uma falha gravíssima de comunicação. No final, “Você Não Sabe Onde Estou”, é uma forma de ligar o foda-se para esse tipo de gente e colocar a música acima disso tudo. Sobre os arranjos, minha inspiração vem diretamente do Slayer e Tom Araya, busquei trazer aquele ódio característico deles nos riffs e principalmente nos meus vocais, espero que as pessoas gostem e escutem essa faixa no volume máximo”.

Comprove você mesmo, o quanto essa música é poderosa e irá mexer com seu esqueleto. “Você Não Sabe Onde Estou” em seus dois minutos e poucos de porrada, pode ser conferida em todas as plataformas digitais e também, em track isolada no canal da banda no YouTube. Abaixo deixamos para sua escolha o link do Spotify ou do YouTube. Se preferir, procure em sua plataforma favorita.

Spotify:

YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=YTklfbIZtXo

Velho Buffalo Reffus é formado por:

Saulo Jorge – Vocal/Guitarra

Marcelo Rodriguez – Vocal/Guitarra

Rafael Tacci – Baixo

Danilo Dan Monster – Bateria

Mais informações:

Facebook: https://www.facebook.com/BuffaloRuffus/

Instagram: https://www.instagram.com/velhobuffaloruffus/

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCchi22k34nN88tUrrlzjJ_g

Roadie Metal Press: http://roadie-metal.com/press/velho-buffalo-ruffus/

Flowerleaf lança lyric video de ‘Paralysis’

Faixa abre o álbum de estreia, “Stronger”, lançado em novembro de 2018

Foto: Tamira Ferreira

“Paralysis”, faixa de abertura de “Stronger”, álbum de estreia da banda de symphonic metal FlowerLeaf, acaba de ganhar um lyric video. “A música fala sobre a paralisia do sono, um distúrbio recorrente que, às vezes, enfrento no período do amanhecer. Durante esse momento parece que uma força nos puxa para baixo. Não dá para se mover ou falar. Porém, ao dominar o medo e obter controle da situação, é possível tranquilamente cair em um sonho lúcido”, explicou a vocalista Vivs Takahashi.
 
Veja o lyric video de “Paralysis”, produzido por Grazy Mesquita (Lasting Maze) em https://youtu.be/-R_7Fd6ZsNg
 
“Stronger”, que teve a arte de capa criada por Carlos Fides (Kryour, Almah, Evergrey, Semblant, Noturnall, Trezzy, Silver Mammoth), contou com produção do guitarrista Raphael Gazal (ex-Pastore, Bullet Back). O álbum ainda traz participações especiais de Mylena Monaco (Sinaya) e Marina La Torraca (Exit Eden, Phantom Elite).
 
Composta em meados de 2007, quando Vivs Takahashi e Marcelo Kaczorowsky (baixo) ainda nem se conheciam, “Paralysis” foi rearranjada especialmente para o debut. “Ao ouvirmos alguns arquivos antigos, achamos que daria para aproveitar essa música. Reescrevi parte da letra e ajustamos algumas coisas na melodia para a versão que constou em ‘Stronger'”, concluiu a vocalista.
 

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Faces of Death lança clipe de versão para ‘Black Magic’ do Slayer

“Black Magic” é faixa de “Show no Mercy” (1983), álbum de estreia do Slayer

Foto: Davi Oliveira

Após o lyric video para “King of Darkness” e o clipe de “Fucking Human Gods”, que integram o repertório do álbum “From Hell” (2018), a banda paulista de thrash metal Faces of Death apresenta o videoclipe para a versão de “Black Magic”, clássico do Slayer. “O Slayer sempre nos inspirou a tocar. Como já tocamos ‘Black Magic’ em nossos shows, decidimos fazer esta homenagem para agradecer o que a banda representa para nós e para todos que tocam thrash metal”, declarou o vocalista e guitarrista Laurence Miranda.
 
Para ver o vídeo de versão para ‘Black Magic’ do Slayer acesse: https://youtu.be/2C74MjxSaz0
 
A versão de “Black Magic” foi gravada no Estúdio Acrobata, em São José dos Campos (SP), com produção de Friggi Mad Beats, e masterização no Absolute Master.
 
Criado na cidade de Pindamonhangaba (SP) em 1990, o Faces of Death logo chamou a atenção com seu thrash metal. Na época, o grupo soltou duas demos, mas não chegou a gravar um registro oficial. Após quase duas décadas inativo, retomou as atividades em 2016 e passou a tirar o atraso, lançando o EP “Consummatum Est” (2017) e o debut, “From Hell”, em 2018. Laurence Miranda (vocal e guitarra), Felipe Rodrigues (guitarra), Sylvio Miranda (baixo) e Sidney Ramos (bateria) seguem promovendo “From Hell” nos palcos e, além da versão do Slayer, seguem compondo músicas novas para lançar o segundo álbum, sucessor de “From Hell”, em 2020. “As músicas para o segundo estão ficando pesadas, com a essência do thrash metal dos anos 80/90 intacta. Porém, nossa principal meta é mostrar isso com identidade própria”, concluiu Laurence Miranda.

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Contato para shows e merch: facesofdeath@hotmail.com

MORTTICIA: Produtor fala sobre o processo de gravação do novo EP

A banda porto-alegrense MORTTICIA está prestes a lançar seu novo trabalho, o EP “A Light in the Black”. O grupo tem se destacado pela sua sonoridade voltada ao Heavy Metal tradicional, e pode ser considerada um dos expoentes da N.W.O.T.H.M. (New Wave of Traditional Heavy Metal) no Rio Grande do Sul. Trabalhar com esta sonoridade mais clássica do Heavy Metal pode parecer fácil, mas corre o risco de soar datada se não for trabalhada da maneira correta. O produtor do EP, Eric Nunes, do estúdio Mezzo, de Canoas/RS, dá sua opinião sobre a sonoridade da banda e como tem sido produzir este material: “O som da Mortticia inicialmente me soou muito anos 80, mas com o passar do tempo acabamos trazendo alguns elementos modernos, mas nunca perdendo a “raiz oitentista”. Trabalhar essa sonoridade hoje é um pouco mais delicado, ainda mais no país em que vivemos onde esse estilo e sonoridade estão um pouco esquecidos. Mas com esse pequeno “toque moderno” que estou trazendo para a banda eu acredito atingir públicos diferentes dentro do meio.”.

Sobre a constante luta entre uma produção mais orgânica x digital, Eric declara: “Você prefere um celular dos anos 90, ou prefere um atual? A tecnologia veio para agregar e não para estragar a sonoridade. Eu vejo alguns amadores com uma placa de som de R$ 500,00, um microfone de R$ 200,00 e uma guitarra de R$ 500,00 tirando quase a sonoridade de um estúdio que custa milhões. Eu seria hipócrita de dizer que não vamos usar e abusar do digital, mas vai ter muita coisa orgânica nesse álbum, isso eu posso garantir!”.

O baixista Guilherme Hoppen Wiersbicki mostra seu entusiasmo em querer apresentar o material novo ao vivo: “Estamos quase terminando a produção do EP e queremos muito mostrar para o público e testar sua força ao vivo. As músicas estão ficando como planejamos e a parceria com o Eric tem sido muito produtiva. O processo de gravação e produção tem sido longo, mas o resultado final será compensador! Já estamos planejando alguns shows e buscando parcerias”. Além de Guilherme, a MORTTICIA é formada por Lucas Fialho Zawacki (vocal), João Paulo Aires e Guilherme Quadros (guitarras) e Axel Martins da Silveira (bateria).

No total serão seis músicas, três delas regravações da primeira demo, uma instrumental e duas inéditas. Eric explicou como tem funcionado o trabalho em estúdio: “Quando eles me apresentaram as músicas eu trouxe a opção de nós fazermos uma pré-produção, onde produziríamos tudo antecipadamente (como se fosse uma demo) para podermos discutir durante esse processo, então eles aceitaram e passamos quase um ano produzindo, foram várias faixas gravadas e apagadas, várias ideias que vieram durante esse processo que foram mudadas nesse tempo. Porém, acredito que com esse formato de trabalho todos estão concordando com o resultado final, e na minha opinião, estamos fazendo um trabalho muito bom!”.

Ouça o primeiro trabalho, “Existence/Resistance”:

https://spoti.fi/2JGKI39

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BHELL: Em busca de gravadora para lançar o álbum “Rest in Hell”

O guitarrista VALÉRIO EXTERMINATOR está em busca de uma parceria com gravadoras e selos para lançar o primeiro álbum de sua nova banda, o BHELL. O debut da banda se chama “Rest in Hell”, e segundo o músico, o trabalho “será mais um excelente resgate dos anos 80, pois sonoridade, letras e arranjos, se conectam as composições, que são carregadas de influências oitentistas, na linha de Celtic Frost, Slaughter, Holocausto e Sarcófago.”.

Valério está comprometido não somente com seus projetos, mas também com todo o movimento Metal de Belo Horizonte, considerado um dos berços do Metal Extremo mundial. “Recentemente tenho vivenciado uma nova experiência, que tem servido para valorizar ainda mais as bandas nacionais, que é a procura por uma gravadora/selo.”

Enquanto segue na busca por uma parceria, Valério segue com teu projeto de uma coletânea com bandas do Metal Mineiro: “você que é banger e valoriza nosso Metal, apoia as bandas nacionais, e principalmente as bandas de BH dos anos 80, entre em contato! Sua colaboração lhe permitirá ter foto e nome no encarte, e ainda receberá seu exemplar, sem nenhum custo, para quem mora em BH. Para os demais basta acrescentar a taxa do correio.”.

A coletânea será no formato CD, acrílico, com encarte de 16 páginas, letras das 12 músicas e fotos das bandas. Todas as músicas serão inéditas, com pegada old school. Toda a arte final será de responsabilidade de Fernando Lima (Drowned). A ideia é celebrar, inclusive, os mais de trinta anos de lançamento da coletânea “Warfare Noise”, que contou, em 1986, com as bandas Holocausto, Chakal, Mutilator e Sarcófago. A nova coletânea, organizada por Valério, trará Chakal, Mutilator, Sextrash, Sepulchral Voice, BHell e Holocausto Inc.

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NervoChaos: Banda já está na Europa; turnês no México e Canadá anunciadas

Depois do grande sucesso de sua passagem pela Ásia e Oceania, o NERVOCHAOS segue sua turnê mundial agora pela Europa, onde já está se apresentando.

Para ter uma ideia de como foi a incrível passagem do grupo brasileiro pelo Oriente, a banda liberou um mini-documentário ‘To Set The East Ablaze Tour’:

A Oceania não ficou de fora e também ganhou um minidoc:

Já no Velho Continente o NERVOCHAOS está se apresentando desde o dia 29 do mês passado em mais uma gigantesca passagem pelo continente que durará dois meses! Serão aproximadamente 18 países com estaque para a Rússia onde o grupo faz 12 shows.

Mas o Tanque de Guerra não para! A banda acaba de anunciar turnês pelo México e Canadá:

10.09 – Monterrey (Mexico) @ Salon Morelos
11.09 – San Luis Potosi (Mexico) @ Bunker
12.09 – Guadalajara (Mexico) @ Anexo Independencia
13.09 – Queretaro (Mexico) @ Noisy Bar
14.09 – Ciudad do Mexico (Mexico) @ OFF Limits Festival
15.09 – Leon (Mexico) @ Top Music
17.09 – Quebec City/QC
18.09 – Shawinigan/QC
19.09 – Sherbrooke/QC
20.09 – Montreal/QC
21.09 – Ottawa/ON
22.09 – Toronto/ON

‘Ablaze’, oitavo álbum do NERVOCHAOS, marca sua entrada na Hammerheart Records, que cuida do lançamento mundo afora.

O material foi gravado no Alpha Omega Studio (Blevio, Itália), ao lado do produtor Alex Azzali que também o mixou e masterizou. A arte do álbum foi criada por Nornagest da Ibex Designs (Enthroned, Morbid Angel, etc).

‘Feast of Cain’ é o quarto videoclipe retirado de ‘Ablaze’ e novamente contou com a produção da Video Dayz, assista:

O clipe também está disponível no Facebook: https://www.facebook.com/watch/?v=2348390631924730

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SLOW: Pioneiros do Metal Gaúcho anunciam retorno às atividades

A banda gaúcha SLOW retorna às atividades com o lançamento do álbum “Lágrimas de Ícaro”, lançado em junho de 2019 e apresentando regravações dos clássicos da banda e músicas inéditas. A formação que deu vida ao CD contou com os integrantes originais Lauro Levandowski (guitarra/baixo e vocal) e Marcelo Wolff (vocal) acompanhados de Daniel Fontoura (bateria e vocal). Sobre o retorno, Lauro comenta que “durante esses trinta anos que se passaram, muitas pessoas comentaram sobre a banda e desde 2010 existe material raro daquela época no Soundcloud.  Após o lançamento do livro Tá no Sangue – A História do Rock Pesado Gaúcho, a vontade de trazer à vida aquela sonoridade pesada e clássica surgiu, e cá estamos nós, com “Lágrimas de Ícaro”!”.

Ouça no Spotify:

Ouça no Deezer:

https://www.deezer.com/album/101839892

Ouça no Youtube:

https://music.youtube.com/watch?v=wO1HaEpPxSc&feature=share

Inicialmente o plano era gravar 14 músicas da banda, originais da década de 80, porém o vocalista original Marcelo entregou cinco músicas e sugeriu um EP, enquanto  Lauro incluiu e cantou músicas novas e algumas antigas. Daniel cantou outras novas e o resultado final se tornou um registro que mescla o passado e o presente da banda, onde todos os músicos se revezam nos vocais.

A banda SLOW surgiu na efervescente cena Rock/Metal de Porto Alegre do início da década de 1980, dividindo o palco com bandas como Astaroth, Pesadelo, Taranatiriça, Asgard e inúmeras outras da cena gaúcha. Os primeiros shows foram em colégios nos bairros Santana e Cidade Baixa. O som pesado cantado em português mencionava o lado podre da humanidade nas letras. Após formar um razoável público a banda decidiu produzir uma temporada no Teatro do IPE. A batalha com a censura foi árdua e a burocracia envolvida também foi complicada. Na ocasião a banda fez contato com diversos músicos locais e tornou-se cada vez mais influente e incluída no cenário do Rock e Metal local. Alguns de seus grandes feitos foi uma abertura para o Taranatiriça e participação no primeiro festival de Heavy Metal gaúcho, realizado no Auditório Araújo Vianna em dezembro de 1984. O Araújo Vianna era o palco do movimento Rock na cidade, recebendo ao longo da década de 1980 inúmeros shows de bandas gaúchas, brasileiras e internacionais. A banda ainda tocou em bares populares na época como o Rocket 88 do Mutuca e nos primeiros festivais organizados pelos grêmios estudantis de colégios como Anchieta, Instituto Porto Alegre (IPA), Santo Antônio, entre outros.

No final de 1985 a banda mudou de estilo, buscando conquistar espaço nas rádios. Na época, a banda era composta por Lauro Levandowski (guitarra), Marcelo Wolff (vocal), Leandro Grando (baixo), Odir Goulart (bateria) e Alencar Heidrich (teclados em ’84 e ’85). Em meados de 1986, Lauro muda-se para São Paulo, enquanto Alencar forma sua própria banda e os demais integrantes seguiram em atividade principalmente em encontros mensais no estúdio Nazari no bairro Praia de Belas juntamente com Lauro, que retornava mensalmente para os ensaios. Em 1988 Leandro saía da banda e Marko assumia o baixo, adotando assim um novo nome: THOMAS BUTTERFLY. Interessante notar que três dos quatro membros originais da SLOW permaneceram nessa primeira formação da THOMAS BUTTERFLY que seguiu assim até final de 1989 quando o baterista Odir sai da banda, encerrando-se um ciclo e dando início à outro.

A THOMAS BUTTERFLY, que seguiu até 1990 com Lauro e Marcelo (originais da SLOW) acompanhados de Marko e Daniel Fontoura (que entrou em 89), iniciou sua história com ótimas gravações e ótimos shows, mas na loucura dessa energia acabou se dissolvendo em 1991 quando Lauro, Daniel e Asdrubal iniciaram o trio que seguiu até 1994. Lauro e Marcelo retomaram a parceria na década de 2000 juntamente com Romano Duarte e gravaram quatro CDs e fizeram alguns shows, encerrando as atividades em 2006. Em 2014, um novo retorno da THOMAS BUTTERFLY: Daniel convoca Lauro e Marcelo e inicia-se um novo ciclo de quatro CDs e muita divulgação pelas redes sociais, mídia e rádios online que segue até hoje.

Com o lançamento de “Lágrimas de Ícaro”, a SLOW busca se reconectar com o passado e almeja um futuro, concentrando suas atividades em paralelo com a THOMAS BUTTERFLY, que segue uma linha mais Progressiva. Lauro Levandowski finaliza:“Slow e Thomas Butterfly possuem o mesmo DNA, mas com o tempo as influências foram se moldando, então se com a Slow temos um som mais pesado e direto, com a Thomas podemos inserir elementos mais viajantes e progressivos, mas sem abrir mão do peso. Nestes mais de três décadas de música tudo o que queremos é ter liberdade musical e poder mostrar ao público um som de qualidade e que faz jus à nossa história. Em breve anunciaremos o primeiro show deste retorno e mesclaremos o novo e o antigo para celebrar o lançamento de “Lágrimas de Ícaro”!”.

Contatos:

Facebook: www.facebook.com/SlowBandBrazil

Soundcloud: www.soundcloud.com/slow-band-brazil

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Wizened Tree aproxima rock psicodélico a temas regionais do Tocantins

EP homônimo, com referências de Black Sabbath e The Doors, é lançado pelos selos Abraxas e Árvore Seca

Foto: Gustavo Gondo

A aura psicodélica que imortalizou tantas bandas clássicas da década de 1970, de The Doors, Deep Purple a Black Sabbath e Led Zepellin, é também a força motriz do EP homônimo da Wizened Tree, lançado pela Abraxas Records em parceria com a produtora Árvore Seca nas plataformas digitais. São cinco faixas que enaltecem a criatividade e sensibilidade do jovem quarteto de Tocantins. Ouça aqui: https://sl.onerpm.com/9432052674.

Com arranjos caprichados e riffs robustos, as composições da Wizened Tree condensam sensações e sentimentos. São músicas versáteis, com peso e psicodelia nas doses exatas à audição.

Os diversos detalhes e passagens rítmicas também ressaltam a originalidade deste EP, cujas letras abordam questões regionais, explica o baixista Felipe Marinho. “A temática girava em torno do regionalismo da região aqui do Tocantins. Muito calor, épocas de queimadas e também de chuvas torrenciais, chapação até o dia amanhecer nos botecos etc”.

Da verve rock n roll a nuances de um moderno stoner rock, a Wizened Tree – que nasceu de uma jam session – apresenta um EP que exala honestidade e paixão pela música, sem medo de fazer diversas referências ao passado, ao mesmo tempo em que experimentam para soarem únicos.

“Acredito que essas 5 músicas ressoam o lance da gente querer fazer um som tão massa quanto os sons que a gente sempre gostou de ouvir”, completa Marinho. No currículo, a Wizened Tree tem importantes apresentações como banda de abertura Radio Moscow (EUA) e Samsara Blues Experiment (Alemanha).


Spiral Guru redefine o space rock no cativante debut Void

Quarteto paulista apresenta uma sonoridade autêntica, com influências de stoner, doom e pós-punk

Foto: Renato Petean

Os dois anos de produção de Void foram essenciais para a construção de uma identidade e conceber a sonoridade atual da Spiral Guru, natural de Piracicaba, no interior de São Paulo. O autodeclarado space rock do quarteto apresenta-se minimalista, com referências de stoner, doom, pós-punk e até metal, mas numa embalagem autêntica e, principalmente, eletrizante. Esse, que é o disco de estreia, é o novo lançamento da Abraxas Records e já está nas plataformas de streaming: https://sl.onerpm.com/2263880363.  

O impacto da faixa de abertura – Signs – dá a tônica do disco: riffs cativantes e criativos, uma batida marcante e muito rítmica, somados ao vocal preciso e melódico de Andrea Ruocco. São nove faixas que alavancam o Spiral Guru ao hall das bandas que precisam ser ouvidas em 2019. Void, como se diz por metáforas, é um álbum de ‘mão cheia’. 

Junto à Void, a Spital Guru lança o videoclipe da música Oracle, que pode ser conferido aqui: https://youtu.be/uwYIoARbBzs, uma produção audiovisual que dialoga pontualmente com as ambientações cósmicas e tempos quebrados das músicas desta faixa, que flerta com o metal.

“O full álbum vem para concretizar o Spiral Guru”, destaca o guitarrista Samuel Pedrosa. Completam a banda, além da citada vocalista Andrea, o baixista Ribeiro Jr e o baterista Alexandre H. G. Garcia. A produção, importante ser ressaltado, aconteceu no Casarão Studio, em Piracicaba, que já pode ser considerado um dos principais locais de gravação do interior paulista.