Gigantes do metal mundial e nome emergente se apresentam no Toca Sorocaba, dia 04 de novembro
A banda Operador foi confirmada como banda de abertura do Angra, em Sorocaba, no dia 04 de novembro (sábado). As apresentações serão realizadas no Toca Sorocaba (Av. São Paulo, 2981), a partir das 20 horas. Convites disponíveis pela Articket.
O Operador surgiu no cenário com uma proposta diferenciada. No campo musical, atuam no heavy metal, enquanto na parte lírica, deram um passo inédito ao trazer vivências do ambiente de trabalho para o campo musical.
Lançado em 2023, o álbum Conexão Call Center traz uma abordagem inovadora, com letras baseadas em histórias de call center, como o próprio título do trabalho entrega. Anos nesse ambiente renderam a Emerson Oliveira, músico e compositor, diversas histórias e, posteriormente, letras para o Operador. O trabalho foi gravado no renomado Family Mob, o que ressaltou ainda mais o peso e a criatividade do grupo.
Essa será uma das primeiras apresentações do Angra em sua mais nova turnê, que promove o disco Cycles of Pain. O primeiro single, “Ride Into The Storm”, foi aclamado pelos fãs e alcançou uma expressiva marca de visualizações de seu emotivo videoclipe no YouTube, seguido pelos também aclamados “Tide of Changes” e “Gods of the World”. Cheio de significados, referências e sentimentos, Cycles of Pain chega ao mercado dia 03 de novembro, exatamente 30 anos após o lançamento do disco de estreia do Angra, Angels Cry (1993).
Serviço Angra e Operador em Sorocaba Data: 04 de novembro de 2023 (sábado) Local: Toca Sorocaba Endereço: Av. São Paulo – Além Ponte Horário: 20h Classificação etária: 18 anos Ingressos: a partir de R$ 60 (meia entrada – estudante e com 1kg de alimento não perecível) Venda Online: https://articket.com.br/e/1213/angra-em-sorocaba
Segunda turnê da banda pelo velho continente visa divulgar o aclamado álbum Vermilion Eclipse
A Semblant estreou em seu canal oficial no YouTube o mais novo videoclipe “The Human Eclipse”, que integra o aclamado álbum Vermilion Eclipse, lançado mundialmente pela renomada gravadora italiana Frontiers Records e no Brasil pela Shinigami Records.
O videoclipe foi feito para comemorar a próxima turnê europeia do grupo, além do lançamento da edição em vinil do último álbum. Após uma bem-sucedida turnê pela Europa em 2023, a banda retorna ao velho continente com a turnê Vermilion Eclipse’s Final Dusk 2023, para mais uma série de concorridas apresentações. A turnê tem início dia 05 de outubro, em Dusseldorf, na Alemanha, e após duas dezenas de datas e dez países, se encerra dia 29 do mesmo mês, em Arnhem, na Holanda.
A vocalista Mizuho Lin comenta o videoclipe: “‘The Human Eclipse’ foi um clipe um tanto quanto inesperado pra gente. Inicialmente, ela não era uma das escolhidas, mas desde que lançamos o Vermilion Eclipse, os fãs pediram muito por essa música. Na turnê, foi um dos pontos altos dos shows, então decidimos que deveríamos dar uma atenção especial para ela. Eu acho que ela representa muito da Semblant: é pesada, tem pegada e uma quebra de padrão no meio da música, riffs empolgantes e um refrão muito melódico, que já é algo muito marcante nas nossas músicas”.
Sobre a temática lírica da composição, o vocalista Sergio Mazul adiciona: “‘The Human Eclipse’ representa muito o significado e a atmosfera do disco. Vermilion Eclipse como um todo, é um disco existencial que tem reflexões pessoais e até adversas às crenças mais padronizadas a níveis sociais e religiosos, mas o resultado da pandemia, do luto, morte das mães de três membros em um curto espaço de tempo, tornaram tudo mais intenso. Essa música, em especial, fala sobre a mente se expandindo, a inocência, crença em líderes e sentimentos puros, se transformando em uma visão macro sobre tudo que rodeia o ser humano. É um eclipse dentro do sol interior anunciando uma nova era do ser. Uma das letras que mais curti escrever”.
Com amplas influências dentro do universo do Metal, a Semblant apresenta um trabalho único e marcante com o quarto disco da carreira, que tem mais de 15 anos. Atualmente, a formação conta com os vocalistas Sergio Mazul e Mizuho Lin, o tecladista J. Augusto, o guitarrista Juliano Ribeiro, o baterista Welyntom “Thor” Sikora e o baixista Johann Piper. A Semblant vem recebendo elogios internacionais da comunidade metal desde o lançamento de Lunar Manifesto (2014).
Seus videoclipes somam mais de 55 milhões de visualizações, apenas no YouTube. O grupo foi formado em 2006 pelo vocalista Sergio Mazul e o tecladista J. Augusto, que uniram forças e seguem juntos desde então, conquistando espaços cada vez maiores no cenário musical em âmbito global. Confira todas as novidades da banda pelo Instagram @semblantofficial.
O videoclipe foi dirigido e produzido por Phell Voltolini e Dark Plague Entertainment; a maquiagem ficou por conta de Sarah Rachel (@eusarahrachel).
Obra do multifacetado artista Andre Meister oferece ao público um olhar amplo e instigante sobre a arte em todas as suas vertentes
Foto: Marcos Delacoletta
A banda Gospel of Ghosts chegou no cenário com single e videoclipe impactantes. Liderado pelo multifacetado artista Andre Meister, o trabalho usa de todas as inspirações artísticas para criar um material orgânico, diferenciado e amplo. O mais recente lançamento é “Who I Am”, que estreou nas plataformas digitais na terça-feira (15 de agosto). A composição também foi disponibilizada com um videoclipe, no canal oficial da banda no YouTube.
A canção, com bastante peso e nuances musicais diferenciadas, traz consigo um tema lírico bastante pessoal, uma reflexão existencialista sobre quem somos. “Todo mundo é único à sua maneira. E à medida que ouvimos a opinião dos outros, temos muitos conflitos relacionados a essa percepção. Vi outro dia uma metáfora interessante. Espelhos não se quebram, mas se multiplicam. É meio o que acontece quando você tenta se definir. Você se multiplica porque há várias definições”, explica. Essa percepção se amplia quando aplicada ao trabalho de Meister, afinal, o Gospel of Ghosts é mais um caminho, entre tantos outros, para que o artista desague suas inspirações e objetivos como um artista visual completo.
As criações dos personagens, cenários e conceitos do videoclipe tiveram o olhar clínico de Meister. No campo musical, ele gravou os vocais, trabalhou na pré-produção das faixas, atuando de perto para manter todo o controle criativo desde o início até o produto final.
Sobre a conexão da temática com o videoclipe, Meister adiciona: “Você é quem se define de verdade, mesmo que seja uma percepção mutável. Normalmente, quando você o faz, automaticamente as pessoas que não se encontraram – quase todo mundo – te olham como uma pessoa narcisista ou arrogante. O clipe que planejei tem essa referência, buscando a óbvia metáfora do espelho, mas puxando Caravaggio também. Na conclusão, você às vezes descobre que, embora estivesse procurando o tempo todo uma resposta, nunca precisou, porque em você reside uma ‘força da natureza'”.
O histórico de Meister conta com contribuições, como artista visual, com a renomada banda sueca Pain of Salvation e com a gigante Marvel, a maior editora de HQs do mundo. Esses universos trouxeram uma visão mais ampla da arte, conhecimento este aplicado no trabalho do artista com o Gospel of Ghosts.
O personagem ‘Blacksmith’ volta ao protagonismo em música que estará no próximo disco do grupo, Dragonheart’s Tale
A banda Dragonheart, que está voltando a ativa com nova formação, com 26 anos de uma sólida carreira, apresenta aos fãs o segundo videoclipe e single do vindouro quinto álbum de estúdio, The Dragonheart’s Tale. O trabalho será lançado mundialmente pela Rockshot Records e no Brasil pela Hellion. A música “The Devil is by my Side” teve o clipe disponibilizado no canal oficial da gravadora gringa.
O vocalista Eduardo Marques comenta a narrativa da canção: “Ela conta como o ‘Blacksmith’ – esse personagem tão querido pelos fãs – procurou um mestre de armas em uma guilda, mas usou magia proibida para criá-las. Banido da guilda e enviado para o exílio, ele jura que um dia precisarão dele quando os tempos sombrios chegarem. O ferreiro usava magia negra e a cada martelada sugava parte das almas de criaturas próximas de sua forja, retratada na capa do single, desencadeando uma praga de mortos vivos ao norte de Allur para alimentar seu aço poderoso”.
As referências entre as duas canções – “The Blacksmith”, lançada há 21 anos, e a nova “The Devil is by my Side” – não para no campo lírico: “A bigorna da ‘The Blacksmith’ foi novamente usada, a parte do solo surge como o riff, o que conecta ambas as músicas, e o Thiago emula no prato a sonoridade da forja de uma espada. Com um toque dos anos 1980 e influência de Accept, essa música é perfeita para tocar ao vivo. Com muitas citações da música lançada em 2002, no segundo álbum, ‘The Devil Is By My Side’ tem potencial para ser um clássico do power/true metal”.
Segundo single do álbum, “The Devil is by my Side” sucede “Dragonheart’s Tale”, faixa que obteve grande aceitação dos fãs e criou uma grande expectativa para o novo álbum, que marca uma nova etapa na vitoriosa carreira do agora quinteto. Este trabalho marca a solidificação da atual formação do Dragonheart, com Eduardo Marques (vocal), Marco Caporasso e John Oliver (guitarras), Thiago Mussi (bateria) e Marcos Prince (baixo).
The Dragonheart’s Tale – O álbum
The Dragonheart’s Tale expande o universo dos álbuns clássicos do Dragonheart. O trabalho do grupo é indicado para fãs do verdadeiro heavy metal, além de trazer referências de música medieval, renascentista e celta, em uma roupagem arrojada e com muita personalidade. O material também agradará fãs de RPG, games e trilhas sonoras épicas.
O álbum, com 15 faixas (entre músicas, intro e interlúdios) e cerca de 52 minutos de duração, é uma obra de power metal dividida em três atos, que conta uma história cativante que mescla, batalhas, fogo, mágica e piratas.
Mixado e masterizado por Fredrik Nordström (Dream Evil, Hammerfall, Opeth, Evergrey, Powerwolf, entre outros), The Dragonheart’s Tale teve a capa criada pelo lendário Andreas Marschall (Blind Guardian, Grave Digger, Running Wild). Entre as participações especiais, há grandes nomes como Henning Basse (ex-Metalium) e Vanessa Rafaelly.
O conceito geral do trabalho é continuar uma narrativa fantástica criada pelo grupo e celebrar o legado musical do Dragonheart, com – além do peso e melodia do heavy metal em sua mais pura forma – interlúdios, passagens acústicas de taverna, dublagens e efeitos sonoros, que levarão os ouvintes a um verdadeiro mundo de fantasia.
Surgido em meados dos anos 1990, o Dragonheart chamou atenção de imediato no cenário nacional com a demo Gods of Ice, moldada posteriormente com o lançamento do debut Underdark. O sucesso cresceu exponencialmente com Throne of the Alliance, que forjou alguns dos grandes sucessos da banda até hoje, como “The Blacksmith” e “Throne of the Alliance”, entre outras. A banda seguiu na ativa lançando outros registros e retorna com tudo em 2023, com The Dragonheart’s Tale.
Lendas do rock americano se apresentam em Curitiba no dia 24 de outubro
Duas bandas lendárias em seus respectivos estilos se unirão para uma única apresentação em Curitiba, no dia 24 de outubro (terça-feira), no Tork N Roll. Os grupos americanos L7 e Black Flag prometem uma noite histórica na capital paranaense, ambos apresentando shows completos.
Os ingressos estão à venda pela plataforma Bilheto, a partir de 140 reais, no setor pista. A compra pode ser realizada em até 12 parcelas. O L7 sobe ao palco às 19h30, e o Black Flag, às 21h30.
O grupo de rock alternativo L7 surgiu em meados dos anos 1980, e nesses quarenta anos, marcou época com singles de sucesso como “Everglade”, “Andres” e, principalmente, “Pretend We’re Dead”. Álbuns como Bricks Are Heavy e Hungry for Stink são cultuados até hoje por fãs em todo o mundo. Donita Sparks (guitarra/vocal), Suzi Gardner (guitarra/vocal), Dee Plakas (bateria) e Jennifer Finch (baixo) voltam ao Brasil, pela terceira vez, com o vigor de uma banda experiente.
Referência do punk rock, o Black Flag foi fundado na metade dos anos 1970, na Califórnia. Entre indas e vindas, o grupo retomou as atividades em 2019, e atualmente conta com o guitarrista e membro fundador Greg Ginn, com Mike Vallely (voz), Harley Duggan (baixo) e Charles Wiley (bateria). O show que trarão para Curitiba será uma celebração aos 40 anos do clássico My War, segundo disco da banda, lançado em 1984, contando com o vocalista Henry Rollins.
O L7 retorna após quatro anos. Por sua vez, o Black Flag chega a cidade pela primeira vez. Seja como for, a união desses dois importantes nomes do rock americano será uma oportunidade única de celebrar a história da música pesada em apenas uma noite.
Serviço L7 e Black Flag em Curitiba Data: 24 de outubro de 2023 (terça-feira) Local: Tork n Roll Endereço: Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças
Horários: 19h00 – Abertura da casa 19h30 – L7 21h30 – Black Flag
Classificação etária: 16 anos (acompanhado de responsável legal)
(Galeria Pinheiro) Praça Tiradentes, 106 Ljs 03 E 04 – Centro – Curitiba – PR
Seg. a Sex., das 09h às 19h / Sábado, das 9h às 15h
* A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora dos anunciados
** Será proibida a entrada de câmeras fotográficas/filmadoras profissionais e semiprofissionais.
L7
Formado em 1985, foi nos anos 1990 que o L7 ganhou visibilidade mundial. Após dois álbuns, L7 (1988) e Smell the Magic (1990), o quarteto alcançou a fama com o estrondoso sucesso do Bricks Are Heavy, principalmente do single “Pretend We’re Dead”. Na época, fizeram a primeira visita ao Brasil, como atração do Hollywood Rock, no mesmo dia do Nirvana. Além da parte musical, elas criaram a fundação Rock for Choice, para defesa dos direitos da mulher e participaram de festivais e trilhas sonoras de filmes.
Em dezembro de 2014, a banda anunciou sua reunião com a formação original, após mais de uma década separadas, sacramentada com o álbum Scatter The Rats, cuja turnê passou pelo Brasil. Agora, o lendário grupo se apresenta no país trazendo os grandes sucessos da carreira, tanto dos imprescindíveis Bricks are Heavy e Hungry for Stink, como de outros registros importantes como Smell the Magic e The Beauty Process: Triple Platinum.
Black Flag
O Black Flag é uma banda de punk rock formada em 1976 em Hermosa Beach, Califórnia. Inicialmente chamada de Panic, a banda foi criada por Greg Ginn, o guitarrista, principal compositor e único membro que esteve em todas as formações. O grupo é considerado como um dos mais importantes e influentes nomes do punk e do hardcore, bem como pioneiros do pós-hardcore. Após se separarem em 1986, se reuniram em 2003 e novamente em 2013.
Nessa segunda vez, lançaram o primeiro álbum de estúdio em quase três décadas, intitulado “What The…”.(2013). Nessa nova encarnação, o grupo apresenta uma turnê que revisita um de seus maiores trunfos, apresentando performances enérgicas, como o público europeu pode comprovar recentemente. A banda participou de grandes festivais e realizou datas especiais em diversos países, culminando com um show histórico no Hellfest.
Resumo
O que: L7 & Black Flag Quando: Terça, 24 de outubro – 19h Onde: Tork n’ Roll – Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 Quanto: de R$140 à R$480 Informações: www.abstratti.com e (41) 99980-7137
Banda segue ganhando espaço na imprensa, e levará ao velho continente um repertório especial focado no aclamado álbum Vermilion Eclipse
Crédito: Juliano Ferreira
O último álbum da Semblant, Vermilion Eclipse, foi lançado mundialmente pela gravadora italiana Frontiers Music e no Brasil pela Shinigami Records. O trabalho galgou lugares importantes na imprensa especializada, sendo citado como um dos grandes trabalhos de 2022. Após uma bem sucedida turnê pela Europa naquele mesmo ano, a banda retorna ao velho continente em 2023 para mais uma série de concorridas apresentações.
A vocalista do grupo, Mizuho Lin, comenta a vindoura nova turnê pelo continente, grande consumidor do estilo: “Estamos focando nessa nova turnê como headliner, passando por alguns novos países e revisitando algumas cidades no qual tivemos muito êxito na turnê passada. Estamos muito ansiosos”. Serão 22 datas, passando por 12 países.
O retorno positivo ao trabalho é grande também no país de origem do grupo. Recentemente, o vocalista e compositor Sergio Mazul participou de uma live na Twitch com Cintia Marangon, no programa Bate Cabeça, posteriormente disponibilizado no YouTube. Confira:
Outra aparição recente da Semblant foi no podcast Toca Cultural, no qual Sergio Mazul bateu um papo descontraído com os apresentadores Lana Seganfredo e Paulo Borges:
Quarto trabalho da Semblant, que tem mais de 15 anos de uma carreira sólida, Vermilion Eclipse mostra o grupo com uma poderosa força musical, difícil de definir com uma categorização musical. Com amplas influências dentro do universo do Metal, a Semblant apresenta um trabalho único e marcante.
Atualmente, a formação conta, além de Mazul, com também com a vocalista Mizuho Lin, o guitarrista Juliano Ribeiro, o baterista Welyntom “Thor” Sikora e o baixista Johann Piper.
A Semblant vem recebendo elogios internacionais da comunidade metal desde o lançamento de Lunar Manifesto (2014). Atualmente seus videoclipes, somados, contam com mais de 55 milhões de visualizações, apenas no YouTube.
O grupo foi formado em 2006 pelo vocalista Sergio Mazul e o tecladista J. Augusto, que uniram forças e seguem juntos desde então, galgando espaços cada vez maiores no cenário musical em âmbito global.
Quinto disco da carreira da lendária banda será lançado no Brasil pela Hellion, e no resto do mundo pela Rockshot Records
Um dos mais importantes nomes do power metal nacional lançou o primeiro single do aguardado quinto álbum de estúdio. Trata-se da faixa “Dragonheart’s Tale”, que celebra mais de 25 anos de carreira com o retorno de um dos gigantes do estilo no Brasil. O álbum completo será disponibilizado mundialmente em agosto, pela Rockshot Records, e no Brasil pela Hellion.
Em fase inspirada da carreira, o Dragonheart está prestes a lançar o disco The Dragonheart’s Tale, que marcará o retorno do vocalista e guitarrista Eduardo Marques, a voz dos clássicos Underdark (2000) e Throne of the Alliance (2002). The Dragonheart’s Tale expande o universo dos álbuns clássicos. O trabalho do grupo é indicado para fãs do verdadeiro heavy metal, além de trazer referências de música medieval, renascentista e celta, em uma roupagem arrojada e com muita personalidade. O material também agradará fãs de RPG, games e trilhas sonoras épicas.
O álbum, com 15 faixas (entre músicas, intro e interlúdios) e cerca de 52 minutos de duração, é uma obra de power metal dividida em três atos, que conta uma história cativante que mescla, batalhas, fogo, mágica e piratas. Sobre o single “Dragonheart’s Tale”, a banda comenta: “Essa música foi composta assim que Eduardo Marques voltou para a banda, 19 anos depois. É como um hino e sua letra é uma metáfora. Só quando o grupo está unido é que a banda tem força com seus fãs. Dragonheart é um herói do álbum e é como se ele tivesse renascido e se tornado forte novamente para contar seus feitos. Por isso é a faixa-título. Seria como bardos reunidos em volta de uma fogueira, relembrando o passado e planejando batalhas futuras. Essa música tem pontes perfeitas e refrões para os fãs cantarem junto. Nas partes instrumentais, há muita influência da música clássica. É a música mais melódica do álbum“.
The Dragonheart’s Tale – O álbum
Mixado e masterizado por Fredrik Nordström (Dream Evil, Hammerfall, Opeth, Evergrey, Powerwolf, entre outros), The Dragonheart’s Tale teve a capa criada pelo lendário Andreas Marschall (Blind Guardian, Grave Digger, Running Wild). Entre as participações especiais, há grandes nomes como Henning Basse (ex-Metalium) e Vanessa Rafaelly.
O conceito geral do trabalho é continuar uma narrativa fantástica criada pelo grupo e celebrar o legado musical do Dragonheart, com – além do peso e melodia do heavy metal em sua mais pura forma – interlúdios, passagens acústicas de taverna, dublagens e efeitos sonoros, que levarão os ouvintes a um verdadeiro mundo de fantasia.
O vocalista e guitarrista Eduardo Marques, que retornou a formação recentemente, explica sobre o trabalho: “Com ‘The Dragonheart’s Tale’ queríamos voltar às nossas raízes originais. Este é um disco épico de power metal com influências medievais, que permite aos nossos fãs desfrutar de histórias de fantasia. São canções que antigos bardos tocavam contando lendas nas tabernas de antigamente“. A atual formação do Dragonheart conta, além de Eduardo Marques, com Marco Caporasso, membro original, nas guitarras e vocais; John Oliver nas guitarras; Thiago Mussi na bateria ; e Marcos Prince no contrabaixo.
Músicas 1 – The Hangman Willy´S Tavern – 1:04 2 – Dragonheart’s Tale – 5:35 3 – Act 1: Sea, Waves And Gunpowder – 0:10 4 – Under The Black Flag – 5:11 5 – Ghost Of The Storm – 6:42 Ft. Henning Basse 6 – Barbarian Armada – 4:24 7 – Act 2: Battle, Honor And Blood 0:09 8 – Eric, The Red – 5:22 9 – Westgate Battlefield – 4:58 10 – Act 3: Magic, Anvil And Fire – 0:12 11 – The Devil Is By My Side – 5:57 12 – Plague Maker – 4:51 13 – Finale: The Bard 0:27 14 – The Ballad Of John Cursed – 3:38 15 – Early Days – 3:53
Obra do artista Andre Meister surge com uma proposta inovadora e disposta a ultrapassar fronteiras
O artista Andre Meister é conhecido por seu vasto trabalho na área artística, com trabalhos de impacto nesse cenário, como o realizado com a banda Pain of Salvation ou com a Marvel. Todavia, a arte é expressada de diferentes maneiras. Outro caminho encontrado por Meister para dar vazão à sua criatividade é a música, e dessa necessidade artística, surge a Gospel of Ghosts.
A banda desponta no cenário musical com o lançamento, nas principais plataformas de streaming, do primeiro single autoral, “Mother Superior”, cuja arte e conceito foram desenvolvidos pelo próprio Meister. Seja com ilustrações, vídeos, músicas ou no campo lírico, ele se mostra um artista multifacetado e disposto a encarar novos desafios, se negando a ficar em uma zona de conforto.
As nuances introspectivas da introdução da faixa se desenvolvem para linhas melódicas minimalistas e ao mesmo tempo cheias de camadas e significados. Os sentimentos se multiplicam e acertam o ouvinte em cheio com um material complexo e cativante.
Sobre a letra e a sua relação com a arte do novo single, Andre Meister comenta: “Nunca entendi a arte como algo segmentado. Se olhar estruturalmente, você encontra metáfora, ritmo e harmonia em toda forma de expressão. Até mesmo em artes marciais. Para mim, Arte é uma coisa só. Então, quando começamos a compor, disse ao Fábio Caldeira: Vamos pegar uma pintura e transformá-la em música. Os olhos dele brilharam e ele disse: ‘say no more!’ Em poucos dias, tínhamos uma música de muita personalidade. Eu conseguia ouvir a pintura ali“.
O primeiro lançamento do Gospel of Ghosts é abrilhantado com um videoclipe arrojado, disponibilizado no canal oficial da banda no Youtube.
O artista também explica como a ideia de formar o Gospel of Ghosts tomou forma: “A Gospel of Ghosts nasceu de uma necessidade de me comunicar com pessoas, que, assim como eu, nunca se sentiram à vontade nas facetas corriqueiras da vida. Muitos chamam pessoas que têm um processo diferente de raciocínio de problemáticas. Levam no médico, no psiquiatra, dão um monte de remédios e aquela pessoa é forçada a se enquadrar no que se conhece como mundo social. É claro que existem problemas sérios que necessitam de ajuda, e muitas vezes, isso melhora muito a vida das pessoas. Mas uma parcela da população que procura ajuda, o faz porque disseram a elas que são defeituosas. Passei muito por isso na infância, na adolescência… Aquela história clássica da ovelha negra. Então, fui viver minha vida como eu quis. Quando comecei a realmente buscar uma forma de me expressar, foi esse mote que tomou vida. Eu queria escrever algo que fosse genuíno, honesto. Porque, sobretudo, em um mundo de redes sociais e inteligência artificial, esse aspecto sutil foi se diluindo. Mas nossos fantasmas estão lá, falando com a gente, nos lembrando de quem somos de verdade. Às vezes algo que as pessoas chamam de defeito é o que de fato faz você brilhante. Estou escrevendo uma única mensagem através de todos esses poemas: Olhe para dentro. Tem algo muito interessante ali! Ouça os sussurros. Conheça os fantasmas que falam com você, e dance com eles. Esse é o Evangelho dos Fantasmas. The Gospel of Ghosts“.
O single “Mother Superior” chegou às plataformas digitais no dia 15 de junho. Aos que foram conquistados pela proposta sonora e artística da Gospel of Ghosts, se faz necessário seguir a banda no @gospelofghosts, pois muito mais está por vir em um futuro próximo.
Conceituado espaço do público do rock e metal abre suas partes para comemorar a data e promove apresentações de nomes importantes do cenário nacional
Para celebrar o Dia Mundial do Rock, o Manifesto Bar realiza no dia 13 de julho uma grande festa reunindo duas bandas importantes do cenário musical da atualidade. A Spektra é a atual banda do músico BJ, conceituado mundialmente e que reuniu suas referências musicais de artistas como Journey, Foreigner, Winger, entre outras, cujo álbum Overload (2021) foi produzido pelo lendário Jeff Scott Soto, amigo e parceiro profissional de BJ há décadas.
A abertura da noite fica por conta da Nite Stinger, nome ascendente do hard rock brasileiro, que conquistou o mercado com o lançamento do disco de estreia, que leva o mesmo nome do grupo, que chegou ao público em 2021. Foram a banda de abertura do gigante Europe no Brasil. Os ingressos para a festa do hard rock estão à venda pela plataforma Bilheto, por valores a partir de 50 reais.
Atrações
O Spektra é o novo projeto do cantor, instrumentista e compositor BJ, nome consolidado há anos, desde os tempos de Tempestt. Depois, passou a integrar a banda do renomado Jeff Scott Soto, com o qual gravou e excursionou pelo mundo. Desde 2014, também é o vocalista da banda grega de hard rock DangerAngel, com quem gravou e lançou o álbum All The Kings Horses. Nesses anos de carreira, BJ passou pelos grandes festivais como Sweden Rock, Graspop, Hard Rock Hell AOR, Monsters of Rock Cruise, Rock of Ages, Bang Your Head, entre tantos outros. Com o Spektra, o artista compila suas influências e é acompanhado por parceiros de longa data: Edu Cominato (bateria), Leo Mancini (guitarra) e Henrique Canale (baixo).
Celebrando a vida noturna, o embrião do Nite Stinger surgiu em 2019, quando o baixista Bento Mello deixou o Tales From The Porn. O músico então começou a arquitetar um novo projeto, consolidado com a atual formação e com o lançamento do disco Nite Stinger. A banda atualmente conta, além de Bento, com Jack Fahrer (vocal), Roger Benet e Bruno Marx (guitarras) e Ivan Busic (bateria), conhecido por seu trabalho com o Dr. Sin. A união dessas duas atrações é a fórmula perfeita para celebrar o Dia Mundial do Rock.
Os shows acontecem em um dos mais conceituados bares de Rock do Brasil, o Manifesto Bar, em atividade há quase 30 anos ininterruptos. O local se tornou um reduto clássico para os admiradores de Rock e Metal. Durante este tempo, o local recebeu fãs de todos os cantos do Brasil e exterior, e também artistas de peso, como membros do Deep Purple, Iron Maiden, Saxon, Manowar, entre tantos outros, que foram curtir a noite no Manifesto.
Serviço Dia Mundial do Rock – Manifesto Bar Bandas: Spektra e Nite Stinger Data: 13 de julho de 2023 (quinta-feira) Local: Manifesto Bar Endereço: R. Iguatemi, 36 – Itaim Bibi (São Paulo/SP) Horários: 20h (portões), 21h (evento) Ingressos: a partir de R$ 50 Venda online: https://bilheto.com.br/evento/1530/Dia_Mundial_do_Rock_-Bandas_Spektra_e_Nite_Stinger
Quinto disco da carreira da lendária banda será disponibilizado mundialmente pela Rockshot Records, contando com distribuição no Brasil pela Hellion Records
Um dos mais importantes nomes do power metal nacional está de volta. Durante 25 anos, o Dragonheart lançou álbuns que marcaram história, e o próximo capítulo dessa vitoriosa jornada já tem data marcada para chegar aos fãs: The Dragonheart’s Tale, o quinto registro de estúdio do grupo, será lançado mundialmente em agosto. O primeiro single sai no dia 15 de junho.
Para o lançamento internacional, incluindo territórios como Europa, Estados Unidos e Japão, o veterano grupo assinou um contrato com a Rockshot Records. A distribuição no Brasil ficará por conta da Hellion Records. Em fase inspirada da carreira, o Dragonheart está prestes a lançar o trabalho que marcará o retorno do vocalista e guitarrista Eduardo Marques, a voz dos clássicos Underdark (2000) e Throne of the Alliance (2002).
The Dragonheart’s Tale expande o universo dos álbuns Throne of the Alliance, Vengeance in Black (2006) e The Battle Sanctuary (2015), indo mais a fundo em temas e cenários traçados nas obras anteriores, inclusive tendo como pano de fundo uma época anterior à contada em Throne of the Alliance.
O guitarrista e membro original, Marco Caporasso, comenta o momento da banda: “Com o retorno do nosso vocalista original, Eduardo Marques, voltamos às nossas raízes. Dragonheart´s Tale soa 100% Dragonheart. Creio que será um marco entre nossos fãs, que estão esperando há tanto tempo por um novo álbum“.
Mixado e masterizado por Fredrik Nordström (Dream Evil, Hammerfall, Opeth, Evergrey, Powerwolf, entre outros), The Dragonheart’s Tale teve a capa criada pelo lendário Andreas Marschall (Blind Guardian, Grave Digger, Running Wild). Entre as participações especiais, há grandes nomes como Henning Basse (ex-Metalium) e Vanessa Rafaelly.
O conceito geral do trabalho é continuar uma narrativa fantástica criada pelo grupo e celebrar o legado musical do Dragonheart, com – além do peso e melodia do heavy metal em sua mais pura forma – interlúdios, passagens acústicas de taverna, dublagens e efeitos sonoros, que levarão os ouvintes a um verdadeiro mundo de fantasia.
Importantes nomes nacionais como Edu Falaschi, Viper, Golpe de Estado e a revelação Operador integram o cast do evento
Será realizado no dia 20 de maio, em Jundiaí/SP, o terceiro Chama Rock Fest, após grande sucesso das edições anteriores, realizadas em Osasco e Santo André. O festival itinerante chega a Jundiaí com um cast de peso, com a banda Operador, que segue divulgando o aclamado Conexão Call Center; Edu Falaschi, com o celebrado álbum Vera Cruz; Viper; Golpe de Estado; Inluzt; Malvada e Allen Key, em um evento que promete ser histórico para a região.
Os ingressos estão à venda pela plataforma Clube do Ingresso, a partir de R$ 80, nas categorias meia-entrada e promocional, mediante doação de 1 quilo de alimento não perecível.
Após grande sucesso do álbum Vera Cruz e da sua respectiva turnê, que também celebrou os 20 anos do clássico Rebirth, do Angra, Edu Falaschi e sua banda estão prestes a lançar o segundo disco, Eldorado, outro que trará histórias fantásticas e música rebuscada.
O Operador lançou em 2022 o primeiro EP, Conexão Call Center, que deve ganhar uma nova versão ainda este ano. O disco conta histórias de vida de atendentes de call center de uma maneira cômica, complementadas com o peso do heavy metal. O trabalho segue obtendo grande espaço na imprensa especializada e os shows que vem realizando estão gerando repercussão massiva.
Precursores do metal melódico no Brasil, o Viper abriu caminhos nos anos 1980, com dois álbuns fundamentais do estilo, que chegaram ao outro lado do mundo, o Japão. Em meio a idas e vindas, o Viper segue na ativa e prometem finalmente para 2023 o novo CD, Timeless. Também veterana, a Golpe de Estado surgiu em 1985, e é uma das mais influentes do rock nacional.
Serviço Chama Rock Fest 3 em Jundiaí/SP Bandas: Edu Falaschi, Viper, Operador, Golpe de Estado, Malvada, Allen Key Data: 20 de maio de 2023 (sábado) Local: Grêmio CP – Sede Central Endereço: Rua Rangel Pestana, 334 – Centro Horário: a partir das 17h
Classificação etária: 18 anos (menores somente com mãe, pai ou responsável legal).
Apresentações acontecem na conceituada casa paulista, com ingressos a venda pelo Clube do Ingresso; abertura com a banda Alluria
Um verdadeiro encontro de gerações do metal nacional está programado para acontecer no palco da conceituada Fabrique Club, em São Paulo, no dia 01 de abril (sábado). Uma das mais aclamadas bandas brasileiras no exterior, o Híbria, e uma das revelações do atual cenário, o Operador, realizam uma apresentação conjunta, mostrando a força do metal em nosso país. A abertura fica por conta da banda Alluria.
Os ingressos estão à venda pela plataforma Clube do Ingresso. Há uma opção de ingresso dois em um, pelo valor de 65 reais na categoria promocional. Os 100 primeiros ingressos ganham um CD do Hibria autografado.
Bandas
O Híbria retorna a São Paulo divulgando o álbum Me7amorphosis (2022), que marcou o retorno do grupo com força total. O tema do trabalho gravita em torno de questões de autoconhecimento e superação. A atual formação de um dos mais importante nomes do metal nacional de todos os tempos – com experiência internacional e presença nos maiores festivais do mundo – conta com Victor Emeka (vocal), Abel Camargo e Vicente Telles (guitarras), Thiago Baumgarten (baixo) e Otávio Quiroga (bateria).
Crédito:Fernando Mazza
O Operador lançou em 2022 o primeiro EP, Operação Call Center, regravado em 2023 em um dos maiores estúdios de São Paulo, o Family Mob, e previsto para ser disponibilizado em breve. O disco conta histórias de vida de atendentes de call center de uma maneira cômica, complementadas com o peso do heavy metal. O trabalho segue obtendo grande espaço na imprensa especializada e os shows de divulgação que a banda vem realizando estão gerando repercussão massiva.
Crédito:Rafael Biazi/@fotorafaelbiazi
A Alluria foi formada em 2018, na cidade de São Paulo, e vem se firmando como uma das grandes revelações do metal moderno. Em 2021, lançaram o álbum de estreia, Invisible War. O grupo é formado por Rick Monteiro (vocais), Fernando Kao (guitarra), Eden Vassoler (baixo) e Vinny Silva (bateria).
Serviço Híbria e Operador em São Paulo Abertura: Alluria Data: 01 de abril de 2022 (sábado) Local: Fabrique Club Endereço: Rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda Horário: 16h (abertura da casa)
Alluria: 17h00 às 17h40 Operador: 18h às 18h40 Hibria: 19h00 às 20h30
Classificação etária: 16 anos (menores de 16, somente com pai, mãe ou responsável)
Nome considerado o precursor do grindcore nos anos 1980, retorna a capital paranaense para único show no Basement Cultural
Foto: Jelena Jakovljevic
Uma das mais importantes bandas do metal extremo, responsável pela consolidação de todo um gênero musical, o grindcore, o Napalm Death retorna à América Latina em abril. Atração de grandes festivais no continente, como o The Metal Fest (Chile) e Summer Breeze (Brasil), o quinteto adiciona mais uma parada na sua rota: Curitiba. O grupo retorna a capital paranaense dia 29 de abril, sábado, dessa vez no palco do Basement Cultural.
A abertura fica por conta de quatro nomes da cena extrema brasileira: Crotchrot, Desalmado, Surra e Eskröta. Os ingressos estão à venda na plataforma Bilheto, por R$ 140 (2º lote, promocional), mais eventuais taxas. O show do Napalm Death em Curitiba é uma realização da Xaninho e Caveira Velha Produções.
O Napalm Death surgiu nos anos 1980 como uma banda punk, que evoluiu sua música em níveis ultrassônicos, apostando na velocidade desenfreada da bateria e gritos ininteligíveis. Com uma receita musical ousada, o grupo se tornou a mais importante referência do estilo que se consolidou desde então: o grindcore. Álbuns como Scum e From Enslavement to Obliteration alicerçaram toda uma cena. Todavia, a banda jamais deixou de ousar e testar novas sonoridades. Na entrada dos anos 1990, flertaram com o death metal cascudo, com o groove metal e até mesmo com o rap, e entraram no atual milênio com uma sonoridade revigorada, com clássicos como Enemy of the Music Business (2002) e The Code is Red… Long Live the Code (2005).
Mostrando uma força impressionante, a banda ultrapassou a marca dos 40 anos de existência ainda lançando álbuns relevantes em um cenário repleto de bandas inovadoras. Seja qual for o cenário, o Napalm Death sempre é a referência máxima quando o assunto é brutalidade. Assistir o quarteto ao vivo é uma experiência única, que leva a agressividade musical a níveis estratosféricos.
Serviço: Napalm Death em Curitiba Abertura: Desalmado, Surra, Eskröta
Data: 29 de abril de 2023 (sábado) Local: Basement Cultural Endereço: Rua Des. Benvindo Valente, 280 – São Francisco Horário: 17h (abertura das portas) Classificação etária: 18 anos (menores de 18 anos, apenas com pais ou responsável. Obrigatória a apresentação do documento de identidade) Ingressos: R$ 140 (entrada promocional, 2º lote)
LET’S ROCK (Dinheiro, Débito e Crédito à vista) (Galeria Pinheiro) Praça Tiradentes, 106, lojas 03 e 04 – Centro – Curitiba/PR Segunda a sexta, das 9h às 19 / Sábado, das 9h às 15h
Banda será uma das atrações do evento Bloco Dos Camisas Preta, na capital mineira
Em 2022, o ritmo de trabalho da Gangrena Gasosa foi intenso. Três singles lançados e diversos shows de grande sucesso em quase todas as regiões do Brasil, incluindo uma apresentação como atração principal do Espaço Favela, um dos palcos do Rock in Rio, televisionada pelo Canal BIS. Para 2023, a banda pretende continuar nesta pegada.
A primeira data na agenda de 2023 acaba de ser confirmada: A Gangrena Gasosa será uma das atrações do festival Bloco dos Camisas Preta – Especial 10 Anos, que celebra a década de existência do referido grupo, no dia 11 de fevereiro. Além da Gangrena Gasosa, sobem ao palco as bandas Ratos de Porão, Black Pantera, Machete Bomb, Virna Lisi, Pense, Mad Chicken, Pesta, Shiron the Iron e Loss. O festival será realizado no Expominas BH (Av. Amazonas, 6200).
Em breve, a Gangrena Gasosa planeja o lançamento de um novo videoclipe para o aclamado single “Boteco-Teco”. A música foi lançada este ano nas plataformas digitais e foi um dos destaques do show que a banda realizou no Rock in Rio.
A Gangrena Gasosa teve um ano repleto de atividades, com turnês e lançamentos inéditos disponibilizados nas plataformas digitais: “Rei do Cemitério”, “Headboomer” e o mais recente “Boteco-Teco”. As faixas devem estar presentes no próximo disco de estúdio, a ser lançado em 2023.
A atual formação da Gangrena Gasosa conta com os vocalistas Angelo Arede (Zé Pelintra) e Davi Stermimiun (Omulu), com o baixista Diego Padilha (Exu Tranca Rua), a percussionista Ge Vasconcelos (Pombagira Maria Navalha), o guitarrista Minoru Murakami (Exu Caveira) e o baterista Alex Porto (Exu Tiriri). Representando o lado underground da expressão cultural brasileira, o grupo mescla metal e hardcore com elementos de Umbanda. Confira mais em @gangrenagasosa.
Banda de Curitiba lançou singles aclamados e ampliou sua base de fãs durante 2022
A banda Dona Mag teve um dos anos mais impactantes dentro de suas duas décadas de carreira. Em 2022, lançaram singles importantes e com ótimo retorno de público e crítica. Também ampliaram sua base de fãs, explorando outros territórios e encontrando uma receptividade efusiva.
O mais recente lançamento da Dona Mag é o “Perto de Você”, composição inédita que saiu em setembro. A música conta com participação enérgica da vocalista Aline Kavinski.
Meses antes, balançaram o cenário Rock and Roll com “Minha Sogra”, um som despojado e vigoroso, com todas as características musicais que vem construindo a identidade única do grupo.
Oriunda de Curitiba, a Dona Mag realizou apresentações marcantes em Santa Catarina, incluindo eventos que contavam com grandes expoentes do rock nacional na programação. A banda foi formada em 2002, firmando um compromisso com o Rock and Roll.
Contando com músicas de ritmo marcante e pesado, somados a letras que falam da vida, a Dona Mag aplica sua pegada única em suas composições, seguindo a trilha clássica do rock repleto de energia e personalidade. A banda está preparando outras novidades para o próximo ano. Acompanhe as redes sociais da banda para não perder as novidades: @donamagrock.
Entre os últimos lançamentos da Dona Mag estão – além de “Minha Sogra” e “Perto de Você” – o EP “Depois de Amanhã”; o single “Litro de Rum”, com a participação especial de Paulão, vocalista da lendária Velhas Virgens, parceria que ampliou a visibilidade da Dona Mag no cenário do Rock nacional; e o EP “Tomorrow”, todos com excelente retorno de público e crítica. São vinte anos de estrada, e como 2022 mostrou, ainda há muita lenha para queimar.
No Brasil, cerca de 80 % das pessoas ouvem música diariamente, e passar de ouvinte para intérprete pode ser mais fácil do que você imagina
O conhecimento e o exercício do pensamento são fatores essenciais para o ser humano e para o desenvolvimento de uma sociedade. A cultura, essencial por si só, é um dos principais combustíveis para esta evolução. Dentro de um campo específico neste rótulo, consumir e produzir música está entre as atividades mais desenvolvidas.
Segundo a Abramus, com pesquisa realizada pela Opinion Box, cerca de 80% dos brasileiros ouvem música diariamente, seja pelo rádio, discos ou plataformas de streaming. Uma parcela desta população dá um passo a frente e assume também o papel de intérprete, seja profissional ou amador. Um dos caminhos que levam a isto é o canto.
Além de um fator de enriquecimento pessoal, as aulas de canto ajudam na capacidade de respiração e concentração, além do desenvolvimento social. Democrática, a prática é indicada para todas as idades, gêneros e gostos musicais. A cantora e professora Vanessa Rafaelly é um dos expoentes do ensino, ministrando aulas há anos, e há seis, atuando com a Studio Voz Paraná.
O Studio Voz Paraná é uma referência quando o assunto é aula de música e interpretação. Trabalhando com excelência no ensino de técnicas vocais, o espaço é capitaneado com Vanessa Rafaelly, graduanda em Bacharelado em Canto na Belas Artes do Paraná.
As aulas são desenvolvidas junto a conhecimentos sólidos em fisiologia e saúde vocal, interpretação, técnicas de gravação em estúdio e shows ao vivo. Renomada professora de canto, Vanessa Rafaelly atua em diversos estilos como MPB, Soul, Rock, Metal, Blues, Jazz, Ópera, entre tantos outros. Em 2023, o Studio Voz Paraná seguirá com as aulas oferecendo condições especiais aos alunos, incluindo uma primeira aula experimental gratuita.
Além de atuar como professora de canto, Vanessa Rafaelly é presença constante nos palcos de Curitiba, atuando em diversas bandas e projetos. Uma delas é a Seyren, grupo tributo ao gigante finlandês Nightwish. Vanessa também já dividiu palco, atuando na banda de apoio, com o mundialmente renomado cantor e maestro Andre Matos. É uma história de dedicação total a música, que está ao alcance de todos.
CONTATO Studio Voz Paraná: (41) 992321405 (telefone e whatsapp)
Banda é formada por João Barone, Rodrigo Santos e o ex-The Police Andy Summers
Os shows do Call The Police, formado por Andy Summers, Rodrigo Santos e João Barone, são uma grande celebração ao legado do The Police, uma das mais importantes bandas de rock de todos os tempos. Após o grande sucesso da última turnê do trio, eles estão de volta para uma série de shows em 2023. Uma data em Curitiba acaba de ser anunciada: 02 de março, no Teatro Guaíra. Os ingressos estão à venda pela plataforma Bilheto.
O grupo conta com o guitarrista Andy Summers, integrante original do The Police, com o qual gravou todos os cinco álbuns de estúdios: Outlandos d’Amour (1978), Reggatta de Blanc (1979), Zenyattà Mondatta (1980), Ghost in the Machine (1981) e Synchronicity (1983). Ao seu lado estão dois músicos experientes do mercado musical brasileiro: o baixista Rodrigo Santos (ex-Barão Vermelho) e o baterista João Barone (Os Paralamas do Sucesso).
Em 2017, Summers e Santos, que já haviam tocado juntos em diversos shows, convidaram Barone para a banda, e ele veio com sua técnica e com o nome Call The Police. O repertório é recheado de hits atemporais como “Every Breath You Take”, “Synchronicity II”, “Message in a Bottle”, “So Lonely”, “Roxanne”, “Every Little Thing She Does Is Magic”, entre outras surpresas que o trio prepara para esta próxima turnê.
“É uma dádiva poder tocar e ser amigo de um ídolo de uma das maiores bandas da história. E esse cara está conosco, se divertindo, curtindo, querendo nos levar para vários países. Nos escolheu para sermos a turma oficial que vai rodar o planeta tocando The Police”, comenta o baixista Rodrigo Santos.
Os músicos
Um fã incondicional da música brasileira, Andy Summers gravou e dividiu o palco com artistas como Roberto Menescal, Gilberto Gil e Fernanda Takai, entre outros. Foi considerado um dos maiores guitarristas de todos os tempos pela revista Guitar Player, e ao lado de Stewart Copeland e Sting, fez parte de uma das mais importantes bandas de rock de todos os tempos. Os números não mentem: O The Police vendeu mais de 60 milhões de cópias de seus álbuns, realizou turnês gigantescas por todo o mundo – inclusive desbravando países pouco visitados por grandes bandas – e ganharam diversos Grammys. O músico também integrou por um breve período o lendário Eric Burdon & The Animals.
Integrante e fundador do Os Paralamas do Sucesso, João Barone começou sua carreira com a banda que era considerada pela crítica musical o “The Police brasileiro”, muito em função da maneira João Barone emulava o estilo do baterista inglês Stewart Copeland.
Depois de 25 anos como baixista do Barão Vermelho, Rodrigo Santos foi se dedicar a sua carreira solo e outros projetos. Tocou com grandes nomes do rock brasileiro, como João Penca e Seus Miquinhos Amestrados, Leo Jaime, Kid Abelha, Blitz, Paulinho Moska, Lobão, entre outros. O baixista é considerado por Andy Summers um dos maiores artistas com quem já trabalhou. Com vasta experiência e muitos trabalhos lançados, Rodrigo faz parte da história do Rock Brasileiro.
Serviço Call The Police em Curitiba Data: 02 de março de 2023 (quinta-feira) Local: Teatro Guaíra Endereço: Praça Santos Andrade, s/n Horário: 21 horas (show) Ingressos: a partir de R$ 144,90 Venda online: https://www.bilheto.com.br/evento/1092/Call_The_Police
Segundo lançamento da banda em setembro questiona comportamento nocivo do público conservador
Ainda ecoando a apresentação realizada no Rock in Rio, a Gangrena Gasosa solta mais um novo single afrontador. A música “Headboomer” é uma crítica certeira e irônica ao tiozão metaleiro, que exala preconceito e presunção em seus achismos.
Disponível em todas as plataformas digitais, “Headboomer” foi apresentada ao público pela primeira vez na apresentação da banda no Rock in Rio, que foi transmitida na televisão pelo Canal Bis. Agora, o público pode conferí-la online via streaming e apreciar o conteúdo lírico ácido e certeiro do sexteto.
O single é uma feroz cutucada aos metaleiros reaças, citando inclusive Anitta e Pabllo Vittar na letra, temas que causam desespero no tiozão conservador.
A atual formação da Gangrena Gasosa conta com, além dos vocalistas Angelo Arede (Zé Pelintra) e Davi Stermimiun (Omulu), com o baixista Diego Padilha (Exu Tranca Rua), a percussionista Ge Vasconcelos (Pombagira Maria Navalha), o guitarrista Minoru Murakami (Exu Caveira) e o baterista Alex Porto (Exu Tiriri).
Em um dos anos mais prolíficos da carreira, a Gangrena realizou diversos shows pelo Brasil em 2022, que culminaram na participação no Rock in Rio. Porém, a agenda ainda tem compromissos importantes até o fim do ano. Em novembro, se apresentam no Circo Voador, Rio de Janeiro, com o Matanza Ritual, e na sequência seguem para o Maranhão Open Air, ao lado de bandas como D.F.C., I Am Morbid, Shaman, Richie Ramone e Ambush, entre outras.
A banda carioca Gangrena Gasosa e suas entidades apresentam em sua música um lado importante da expressão cultural brasileira, ao mesclar Heavy Metal e Hardcore com elementos de Umbanda, colocando como protagonistas de suas letras Orixás, Exus, Caboclos e Pretos-Velhos.
Uma verdadeira lenda da cena underground, a banda carioca Gangrena Gasosa tem mais de trinta anos de estrada, quatro álbuns lançados e muito trabalho pela frente. Recentemente, disponibilizaram o single e videoclipe de “Rei do Cemitério”, outra canção inédita que foi apresentada ao público em setembro.
Campanha exclusiva acontece durante todo o mês de julho para celebrar o dia mundial do rock
Como parte das ações em virtude do Dia Mundial do Rock, a editora Estética Torta, especializada em livros de rock e metal, anunciou um mês inteiro de promoções no seu site. Os descontos de até 70% são válidos para todos os títulos em catálogo e a pronta entrega, entre eles “Heavy Duty: Minha Vida no Judas Priest”, autobiografia do ex-guitarrista do Judas Priest, K.K. Downing, e “Mortification: A História de Steve Rowe”, que acompanham bookplates autografados pelos artistas.
Supergrupo americano com Portnoy, Sherinian, Soto, Sheehan e Bumblefoot retorna ao país para divulgar o aclamado álbum MMXX
O termo supergrupo funciona perfeitamente para descrever o Sons of Apollo. A banda americana conta com músicos gabaritados do universo do Rock e Metal, e retorna em agosto ao Brasil com a turnê de divulgação do aclamado álbum MMXX.
Entre as apresentações confirmadas para o país está uma inédita em Curitiba, cidade que recebe o Sons of Apollo no dia 09 de agosto (terça-feira), no palco da Opera de Arame (Rua João Gava, 920 – Abranches). Os ingressos estão à venda online pela plataforma Bilheto (com possibilidade de parcelamento em até 12x) e nos pontos físicos de venda, por valores a partir de R$ 110.
Formado pela nata da música, o Sons of Apollo foi criado por dois ex-integrantes da seminal banda de Metal Progressivo Dream Theater: o baterista Mike Portnoy e o tecladista Derek Sherinian. Completam a formação exímio baixista Billy Sheehan (Mr. Big, The Winery Dogs, David Lee Roth), o guitarrista Ron “Bumblefoot” Thal (ex-Guns N ‘Roses) e o vocalista Jeff Scott Soto (ex-Journey, ex-Yngwie Malmsteen).
Desde o começo das atividades, a banda apresentou pelo mundo shows repletos de energia e brilhantismo técnico, que agora o Brasil terá a oportunidade de rever. Apesar de ter tocado no Brasil há alguns anos, esta será a primeira visita do Sons of Apollo a Curitiba.
A banda Sons of Apollo construiu suas próprias estruturas de maneira orgânica, como explica Portnoy: “Derek e eu nos reunimos pouco depois de eu deixar o Dream Theater, em 2010, e reunimos uma banda totalmente instrumental com Billy Sheehan e Tony MacAlpine. Essa foi minha primeira vez trabalhando com Derek desde os anos 1990, quando ele estava no Dream Theater, e foi ótimo trabalhar com ele novamente. Desde aquela turnê, que era realmente apenas uma coisa única, ele me cutucou para começar uma banda real, original e de tempo integral. Não tive o tempo necessário pra isso na época, pois eu tinha muitas outras coisas na minha vida e carreira. Finalmente chegou a hora de morder a isca e montar uma banda”.
A abertura fica por conta da Lufeh, formada por músicos experientes, que transita pelo rock progressivo com inclinações para o jazz rock e metal melódico. Sediada na Califórnia (Estados Unidos), é formada predominantemente por músicos brasileiros. O primeiro álbum foi Luggage Falling Down (2020), e está disponível nas principais plataformas digitais. Agora o público brasileiro poderá conferir o quinteto em ação.
SERVIÇO Sons of Apollo em Curitiba Abertura: Lufeh
Data: 9 de agosto 2022 (Terça-feira) Local: Ópera de Arame (Rua João Gava, 920 – Abranches)
Classificação etária: 16 anos – acompanhado de responsável legal
Horários: 18h30 (portões), 19h (Lufeh), 21h10 (Sons of Apollo)
Ingressos
PLATÉIA
1º lote
Inteira R$220
Solidário R$115*
Meia R$110**
2º lote
Inteira R$$240
Solidário R$125*
Meia R$120**
3º lote
Inteira R$$260
Solidário R$135*
Meia R$130**
CAMAROTE
1º lote
Inteira R$$340
Solidário R$175*
Meia R$170**
2º lote
Inteira R$$380
Solidário R$195*
Meia R$190**
PREMIUM – primeiras duas filas em frente ao palco
Lote único
Inteira R$$640
Solidário R$325*
Meia R$320**
* Solidário — limitados e válidos somente com a entrega de 1kg de alimento não perecível na entrada do show.
** Meia-entrada — para estudantes são válidas somente as seguintes carteiras de identificação estudantil: ANPG, UNE, UBE’s, DCE’s e demais especificadas na LEI FEDERAL Nº 12.933. Não será aceita NENHUMA outra forma de identificação que não as oficializadas na lei.
A história do Sons of Apollo começou nos primeiros meses de 2017. Rumores começaram a circular sobre um novo projeto secreto de Mike Portnoy e Derek Sherinian, que se concretizaram em agosto. O álbum de estreia, Psychotic Symphony, produzido pela dupla, ganhou grande destaque entre fãs e imprensa.
Seguindo o sucesso do debut, o quinteto lança em 2019 o registro ao vivo Live with the Plovdiv Psychotic Symphony em CD triplo, repleto de clássicos do Rock, músicas do álbum de estreia e algumas músicas do Dream Theater. O segundo disco de estúdio, MMXX, chegou no começo de 2020, e agora finalmente o conjunto colocará o pé na estrada pra divulgá-lo. Os fãs podem esperar alta qualidade técnica e músicas marcantes nos shows que farão pelo Brasil.
Comentários