Lançamento em edição limitada traz encarte com as letras e um pôster exclusivo tamanho A3
A Fuzz On Discos, que agrupa a Anomalia Distro, Melômano Discos e Neves Records, abriu a venda do lançamento em vinil do debut do The Troops of Doom, “Antichrist Reborn” (2022). O lançamento do LP em edição limitada traz a capa com logo dourado, encarte com as letras e um pôster exclusivo tamanho A3. A arte da capa foi pintada por Sergio “AlJarrinha” Oliveira, artista por trás da arte original de “Bestial Devastation”, do Sepultura. “O sugestivo título do álbum tem uma forte ligação com a música ‘Antichrist’, da minha época no Sepultura e, claro, porque nosso som é um resgate daquela aura do death metal dos anos 80”, declarou Jairo “Tormentor” Guedz.
“Antichrist Reborn”, que sucede os EPs “The Rise of Heresy” (2020) e “The Absence of Light” (2021), foi mixado pelo produtor sueco Peter Tägtgren (Hypocrisy, Pain, Dark Funeral, Dimmu Borgir, Therion, Amon Amarth, Immortal, Enslaved e outras) no icônico The Abyss Studio e masterizado por Jonas Kjellgren no Blacklounge Studio, na Suécia. O álbum conta com participações especiais de João Gordo (Ratos de Porão) em “A Queda”, única cantada em português, além de Alex Camargo e Moyses Kolesne, do Krisiun, na versão de “Necromancer”, clássico do Sepultura da fase com Jairo “Tormentor” Guedz.
O The Troops of Doom, formado por Alex Kafer (vocal e baixo), Jairo “Tormentor” Guedz (guitarra), Marcelo Vasco (guitarra) e Alexandre Oliveira (bateria), atualmente está em turnê promovendo “Antichrist Reborn”. Originalmente, o álbum saiu no exterior pela gravadora Alma Mater Records, de Fernando Ribeiro (Moonspell), e no Brasil em CD pela Voice Music e Rock Brigade Records.
“Hybrid Power” promete fazer história na cena do metal sul-americano
Trio paraguaio de thrash metal Kuazar, que atualmente conta com Josema Gonzalez (vocal e guitarra), Marcelo Saracho (baixo) e Ratty Gonzalez (bateria), apresenta seu segundo álbum, “Hybrid Power”, e se prepara para iniciar um novo ciclo de shows após mais de seis anos. Contando com oito faixas, o sucessor de “Wrath of God” (2009) e do DVD “Wrath on the Road” traz músicas agressivas e versáteis, incluindo toques de elementos latinos e uma pegada mais moderna.
“Hybrid Power” teve a produção artística e as partes de bateria gravadas pelo brasileiro Marcelo Moreira (Almah, Kiko Loureiro, Circle II Circle, Graham Bonnet Band, Marmor, Burning In Hell). O material também traz a presença do produtor paraguaio Adrian Ortiz nas gravações extras e produções adicionais, além de mixagem de Brendan Duffey. “Estamos com um som renovado, explorando sonoridades clássicas e modernas. Daí vem parte do conceito ‘híbrido’ presente ao longo do álbum e exposto no título”, revela Josema Gonzalez.
Antes do lançamento foram produzidos três singles/clipes, incluindo “Obscure & Violent”, “Silence” e “Machete Che Pope”. “A letra de ‘Silence’ trata da conscientização sobre o suicídio, pois pretendemos trabalhar ao lado de ONGs para usá-la como uma fuga da depressão. Queremos usar exemplos e contar histórias sobre pessoas que lutaram e venceram a batalha contra esta terrível doença. Por outro lado, houve uma tremenda polêmica no Paraguai, gerada pelo relato histórico e pelo uso de imagens da banda tocando em igrejas para o videoclipe de ‘Machete Che Pope'”, conta.
Já “Obscure & Violent”, o primeiro single, fala da natureza violenta da humanidade. “O refrão diz ‘o ódio é a fonte do nosso poder’, o que resume a ideia principal da letra, explorando a existência natural de sentimentos ruins, agressivos e sádicos na humanidade. Desde os cultos religiosos espirituais até as guerras, a presença do mal e dos pensamentos agressivos está sempre presente na humanidade”, acrescenta Josema Gonzalez.
Confira o repertório de “Hybrid Power”: 1- Obscure and Violent 2- Hybrid Power 3- Future Necropolis 4- Silence 5- There for me 6- The Sniper 7- Antagonist 8- Machete che pope (Acosta ñu)
A arte de capa foi desenhada pelo artista paraguaio Sant V. Schreiber. “Ela apresenta uma menina indígena e uma europeia, com diversos detalhes escondidos no desenho e que remetem a momentos das músicas contidas no álbum e a clássicos do Kuazar”, conclui o vocalista e guitarrista.
O Kuazar vem se destacando nos palcos da América do Sul, tendo realizado shows no Paraguai, Brasil e Bolívia, tocando ao lado de Megadeth, Kreator, Behemoth, Hirax, Sepultura, Violator e Krisiun, obtendo uma sólida base de fãs em um curto período de tempo.
“Let The Sinos River Valley Ablaze” foi captado na segunda edição do Ablaze Metal Fest
Diferentemente do que acontece normalmente, o Hammurabi não se planejou para soltar um trabalho ao vivo, mas contou com uma estrutura de peso durante sua passagem por Novo Hamburgo (RS). Assim saiu “Let The Sinos River Valley Ablaze”, já disponibilizado em todas as plataformas de streaming. O material traz na íntegra o show da banda mineira, que fechou o primeiro dia da segunda edição do Ablaze Metal Fest, realizado no último dia 25 de março em Novo Hamburgo (RS). Na ocasião, além do guitarrista, vocalista e fundador Daniel Lugondi, estavam Guilherme Goto (guitarra), Gabriel Kaspar (baixo) e Yuri Alexander (bateria). Realizado em dois dias, o Ablaze Metal Fest, maior festival na região Sul, também contou com a presença de nomes como The Troops of Doom, Ratos de Porão, Distraught, Test, Vazio e outros.
“Discos ao vivo são uma realidade no mercado e costumam marcar performances épicas. Obviamente, é o tipo de formato que mais exige planejamento, ensaios a exaustão e uma equipe de alto nível, sincronizada e determinada para se obter grandes resultados”, observa Daniel Lugondi. “Nas suas devidas proporções, considerando o underground nacional, quaisquer desses lançamentos exigem uma força descomunal, os imponderáveis podem ser vários. Em nosso caso, nada foi planejado, mas como fizemos uma grande performance, temos agora o lançamento de ‘Let The Sinos River Valley Ablaze'”, acrescenta.
Confira o vídeo de “Followers of Black”, extraído da performance do Hammurabi no “Ablaze Metal Fest” em https://youtu.be/ThQkWl56yls
Repertório – “Let The Sinos River Valley Ablaze”: 01. Intro 02. Blessed by Hate 03. The Emperor Returns to the Front 04. Prelude to Creation 05. Oil, Smoke, and Blood 06. Kings of Babylon 07. Highway of Death 08. Wrath Against the Dying of the Light 09. Followers of Black
O lançamento também marca os 17 anos da banda, que segue fazendo shows pontuais enquanto prepara seu novo disco, com perspectiva de lançamento para o segundo semestre. Ouça no Spotify em https://tinyurl.com/yja5h7z2
Sucessor do debut “Korvak” (2019) foi lançado pelo selo Thrash or Death Records e está disponível nas plataformas de streaming
A banda paraibana Korvak, formada por André Brito (vocal e baixo), Gabriel Pontes (guitarra) e Cláudio Montevérdi (bateria), apresenta seu segundo álbum, “Chapter II: World’s Duality”, lançado pela gravadora Thrash or Death Records e já disponível nas plataformas de streaming. Com capa desenvolvida pelo renomado artista Márcio Aranha (SP), traz como tema central a dualidade que permeia o mundo.
O repertório de doze faixas é encerrado com “Febre Humana”, uma das duas com letras em português. “É um grito de revolta contra o tratamento corriqueiro e sem caráter de emergência ao meio ambiente. O ser humano é a doença para a terra – e ela tem seus meios de se automedicar!”, observa André Brito. “Uma curiosidade é que me reuni com Gabriel na época do falecimento de Eddie Van Halen e o tapping que marca a música surgiu por influência desse triste acontecimento. É uma espécie de fusão de Death e Van Halen, um encerramento perfeito para a viagem do álbum”, acrescenta.
Já o single “March to Death” é inspirado na série Mr. Robot. “Ela fala sobre como o modo de vida/produção de hoje nos impede de pensar como estamos lidando com as formas de relações, deixando a vida passar na marcha da morte”, explica o vocalista e baixista André Brito.
Confira a faixa “March to Death”, que explicita a sonoridade do trio transitando pelo death e thrash Metal, em https://youtu.be/gL006CMesf0
Explorando o death e thrash metal fora da obviedade, com linhas de progressividade e psicodelia, o trio de Campina Grande chega ao décimo ano de estrada com dois EPs lançados, um split e dois álbuns full. “Nosso som traz referências de Death, Coroner, Testament, Slayer, Kreator, Destruction, Voivod, Black Sabbath, Rush e outros nomes da música pesada, mas costumamos falar que fazemos um metal ‘old school futurista’, pois também englobamos influências de outros subgêneros e estilos não só do metal. Essa ideia se baseia em mesclar elementos musicais locais, sendo o ‘underground’ brasileiro”, detalha Brito. “No novo álbum, por exemplo, temos a faixa ‘A Fera’, que vem como um respiro em meio ao caos, algo como fazia Tony Iommi nos discos do Black Sabbath nos anos 70. Com soturnas influências nordestinas, como Zé Ramalho, seu tema é uma angústia filosófica”, completa o guitarrista Gabriel Pontes.
Com seu show enérgico, o trio já dividiu palco com grandes bandas do underground brasileiro, como Krisiun, Nervochaos, The Mist, The Troops of Doom, Flageladör, Eskröta e outros. “Chapter II: World’s Duality” apresenta a faixa “Korvak Attack!”, que exalta a postura de seus seguidores que sempre agitam nos shows. “Ela foi criada para ser uma espécie de hino para os ‘Korvak Maniacs’. Não há distinção no mosh e ninguém escapará ao ataque Korvakiano”, conclui o vocalista e baixista.
“Thrill of the Moonrise” é o terceiro single que antecipa o novo álbum, “After the Storm”
O power trio Hammerhead Blues, formado por Otavio Cintra (vocal e baixo), Luiz Cardim (guitarra) e Willian Paiva (bateria), apresenta “Thrill of the Moonrise”, terceiro single antecipando o lançamento do novo álbum, intitulado “After the Storm” e que será lançado no segundo semestre. Com captação de áudio, mixagem e masterização no Estúdio Urutu, a música mantém a estrutura e a base musical do trio, focada no hard rock psicodélico. “‘Thrill of the Moonrise’ é uma das músicas que melhor sintetiza a energia do Hammerhead Blues no palco. A letra passeia por histórias vividas por nós na estrada e foi escrita em um momento em que não podíamos nos ver ou tocar por conta da pandemia. É uma música que fala sobre liberdade e identidade”, explica Luiz Cardim. “É total descarrego! Tanto no palco quanto nesse registro de estúdio em que fizemos questão de gravar ao vivo com todos tocando juntos na mesma sala”, completa Willian Paiva.
Confira o single “Thrill of the Moonrise”
Os singles anteriores, “Around the Sun” e “Roger’s Cannabis Confusion”, foram lançados no ano passado. “O single de ‘Around the Sun’ foi o primeiro após o debut, ‘Caravan of Light’ (2017), e saiu em videoclipe. Já ‘Roger’s Cannabis Confusion’ vem com nossa linguagem setentista em um groove arrastado de blues psicodélico”, esclarece Cardim.
BIO Dez anos atrás, Luiz e Otavio faziam parte da Electric Age, banda independente de destaque no Monsters of Rock 2013, mas a dupla se juntou a Willian para fazer longas jams pelas noites de São Paulo. Daí surgiu o Hammerhead Blues, que lançou o EP homônimo em 2015 e o álbum de estreia, “Caravan of Light” em 2017, um dos destaques do então recém-chegado selo carioca Abraxas.
O trio também se destaca por suas performances coesas e energéticas, tendo em seu currículo a participação em importantes eventos, como ‘Congresso Bruxólico’ (Joinville/SC), ‘Aldeia Rock Fest’ (Aldeia Velha/RJ), ‘Festival Rock na Cidade’ (89FM/São Paulo), ‘Expo Music’ (SP) e ‘Comic Con’ (SP). Além disso, tocou com grandes nomes do cenário internacional, como Samsara Blues Experiment (ALE), Mars Red Sky (FRA) e uma turnê nacional ao lado de Radio Moscow (EUA).
AGENDA O próximo show está marcado para o dia 17 de junho (sábado), a partir das 19h, no Rising Power, que fica na Rua Coronel Fernando Prestes, 677, no Centro de Santo André/SP. Ingressos antecipados (R$ 25) para o evento, que também contará com a presença da banda The Wind, estão disponíveis em https://tinyurl.com/mr3vkfc6. “Claro que neste show vamos tocar a ‘Thrill of the Moonrise’, que é uma explosão de rock, um grito preso na garganta que a gente solta depois de tantos anos de estrada juntos. É uma música de muita energia e vamos mostrar isso no palco”, conclui Otavio Cintra.
Grupo sueco se apresentará na VIP Station, em São Paulo, no dia 29 de outubro
Vinte anos após a primeira das oito passagens pelo Brasil, a Caveira Velha Produções traz novamente a banda sueca de black metal Marduk, que retorna para se apresentar em São Paulo no dia 29 de outubro na VIP Station, casa localizada no bairro de Santo Amaro. O evento ainda contará com a presença das bandas Impurity (MG), Luxúria de Lilith (GO), Grave Desecrator (RJ), Vazio (SP) e Funeral Putrid (SP).
A apresentação do Marduk no Brasil será a última da turnê pela América Latina, passando pelo México, El Salvador, Costa Rica, Colômbia, Equador, Chile e Argentina. O grupo, que prepara o lançamento de seu 15º álbum de estúdio, “Memento Mori”, sucessor de “Viktoria” (2018), recentemente demitiu o baixista Joel Lindholm, que fez uma saudação nazista durante um show na Inglaterra. O guitarrista Morgan “Evil” Steinmeyer Håkansson é o único membro remanescente da formação original, que estreou em 1992 com o álbum “Dark Endless”. Ele é acompanhado atualmente por Mortuus (vocal), Fredrik Widigs (bateria) e pelo baixista Magnus “Devo” Andersson, que havia saído da banda em 29 de dezembro de 2020, mas retorna especialmente para a turnê após a demissão de Lindholm.
ABERTURAS
Vazio, banda paulistana de black metal formada por Renato Gimenez (vocal, guitarras e efeitos), Eric Nefus (guitarras e teclados), Nilson Slaughter (baixo e samples) e Daniel Vecchi (bateria) vem promovendo álbum “Eterno Aeon Obscuro” com shows importantes e participações em grandes eventos. Contando com músicos vindos de nomes como Armagedom, Social Chaos, Nuclear Frost e Creptum, o grupo apresenta uma mistura o metal extremo com sonoridades obscuras e rápidas do black metal, além de incorporar música experimental e ritualística. Após o EP de estreia, “Vazio” (2017), veio uma turnê pela Europa em 2017, quando o grupo se apresentou em sete países. Na sequência, vieram mais lançamentos – ao todo são seis splits, um EP e um álbum full.
Contando com Gerunda (vocal), Claudio Funerador (guitarra), Victor Magalhães (baixo) e Edvaldo Pepé (bateria), o grupo paulista Funeral Putrid, que recentemente abriu para a banda alemã Nocturnal, surgiu ainda na década de 90. Praticando um death/black metal com passagens de doom metal, conta com duas demo-tapes, “Temple of Immortal” (1997) e “Sanctuary of Destruction” (2000) e o single “Lost in Darkness” (2003). Após encerrar as atividades em 2008, retomou os trabalhos e agora prepara o single “The Shadow”.
A banda carioca de black/death metal Grave Desecrator surgiu em 1998 e atualmente promove seu novo álbum de estúdio, “Immundissime Spiritus”. A discografia ainda conta com os álbuns “Sign of Doom” (2008), “Insult” (2010) “Dust to Lust” (2016), além de um álbum ao vivo, alguns EPs e splits. O trio Butcherazor (vocal e guitarra), Nathan Wicked (baixo) e M. Kult (bateria) prometem mandar um som cru e agressivo, que fez com que a banda se tornasse um dos principais nomes do metal extremo da América do Sul, tendo passado por mais de 15 países em suas turnês.
O power trio goiano de black metal Luxúria de Lillith, que conta com uma discografia respeitável, com os álbuns “A Volúpia Infernal” (2005), “Sucumbidos pela Carne” (2009), “Mundo de Cadáveres” (2012), “Lilitus” (2016) e a ópera black metal dividida em 11 atos “Gehennom” (2019), além de várias demos de estúdio e ao vivo e o EP “Rascunho do Fim” (2011), traz o fundador Alysson Drakkar (vocal e baixo) ao lado de Larakna (guitarra) e Taufic (bateria). Drakkar e sua horda realizaram diversas apresentações pelo Brasil e no exterior, tocando na Bolívia, Peru, Portugal, República Tcheca, Alemanha, Inglaterra, Itália, Holanda, Suíça e México. Além de suas apresentações e registros fonográficos, Alysson Drakkar como artista pesquisador, produziu diversos clipes para Luxúria de Lillith.
Por fim, a tradicional banda mineira Impurity, criada ainda no final da década de 80 e que conta com oito álbuns de estúdio em sua discografia, sendo “Satan’s Will Be Done” (2020) o mais recente. Prepare-se para o mais puro e genuíno black metal ‘old school’ da velha escola brasileira!
Serviço: Atrações: Marduk, Impurity (MG), Luxúria de Lilith (GO), Grave Desecrator (RJ), Vazio (SP) e Funeral Putrid (SP) Data: domingo, 29 de outubro Abertura: 16h30 Local: Vip Station Endereço: Rua Gibraltar, 346 – Santo Amaro – São Paulo/SP Classificação etária: +18 Ingressos: primeiro lote esgotado; segundo lote online disponível através do Clube do Ingresso – https://www.clubedoingresso.com/evento/marduk-sp Produção: Caveira Velha Produções
Segundo álbum da banda brasiliense foi lançado na Europa pelo selo italiano Wormholedeath Records
A banda brasiliense de thrash metal Phrenesy, formada por Wendel Aires (vocal), Tiago Teobaldo e Fabricio Rocha (guitarras), Aluisio Lima (baixo) e Josefer Ayres (bateria), apresenta “Fears Apocalypse”, sucessor do debut “The Power Comes From The Beer” (2014). Produzido por Thiago Bianchi no Estúdio Fusão e com arte de capa criada por Jacqueline Sales, o material, lançado na Europa pelo selo italiano Wormholedeath Records, conta com participações especiais de Rodrigo Shakal (Mofo), Felipe Chendes (Alto Extermínio), Sara Abreu (Estamira) e Marco Mendes (Device).
Além de mostrar a evolução, tanto na parte musical quanto nas letras, o grupo deixa claro que a música de Phrenesy não é apenas sobre cerveja, mas expor as questões políticas que a sociedade enfrenta. “A faixa-título fala sobre as guerras por motivos injustificáveis como as religiosas, que matam em nome de Deus, e outros que usam da guerra para se apossar das riquezas de outros países, matando crianças, idosos… Enfim, líderes que dizimam um povo inteiro para roubar e satisfazerem seus egos”, explicou o vocalista Wendel Aires. “A faixa ‘Vultures’ também vai para este lado, pois fala dos falsos profetas, os abutres ladrões da fé que usam o nome de Deus se aproveitando da humildade e ignorância de seus fiéis e seguidores para ganhar dinheiro”.
Confira o lyric video de “Fears Apocalypse”:
Outro destaque do repertório que também saiu em lyric video é “Fuck the Pain”, que fala sobre as dificuldades da vida. “Ela fala que devemos ser fortes para conseguir superar as dificuldades. O lema é nunca desistir, ser resiliente, superar toda dor e adversidade”, resume o vocalista. Já “Lost Generation”, que saiu em lyric video através do canal da Wormholedeath Records, fala sobre a cultura do cancelamento. “Principalmente das pessoas covardes que ficam cuspindo maldades e espalhando mentiras atrás do teclado de um computador ou de um celular, sem se preocupar com as consequências que essas atitudes trarão ao próximo”, observa Wendel Aires, que considera a letra de “The Truth is All There” a mais complexa. “Ela aborda astronomia, o universo, seu fascínio e seus segredos. Se estamos sozinhos nesse universo imenso, por que a NASA esconde tanta coisa da gente? Por que esse tabu? O que há de tão secreto que não pode ser revelado?”, questiona o vocalista.
Confira o lyric video de “Lost Generation”:
O lado Tankard, a ligação do underground e o thrash com a cerveja, que o Phrenesy apresenta desde o começo da carreira, não foi abandonado. “A faixa ‘The Party Won’t Stop’ é sobre farra e bebedeiras, festas que viram a noite e acordar com uma ressaca desgraçada no outro dia. Já ‘War for Beer’ fala sobre acabar a cerveja do mundo. Uma guerra mundial para conseguir tomar esse líquido sagrado. Seria o fim do mundo se cerveja um dia acabasse. Afinal, há duas décadas somos o ‘Thrash Pilsen do Distrito Federal'”, concluiu Aires.
Repertório – “Fears Apocalypse”: 1. Fears Apocalypse 2. Bring It On 3. Fuck The Pain 4. Lost Generation 5. Mistakes 6. My Hate Is Gonna Speak For Me 7. Vultures 8. The Truth Is All There 9. The Party Won’t Stop 10. War For Beer
AMM (All Music Matters), Melômano Discos e Neves Records se unem para relançamento em vinil do único álbum do Musica Diablo
Contando com Derrick Green (vocal, Sepultura), André NM (guitarra, Nitrominds), André Curci (guitarra, Threat, Statues on Fire), Ricardo Brigas (baixo, Blackning, Titânio) e Edu Nicolini (bateria, Nitrominds, Voodoopriest, Anthares), o Musica Diablo lançou seu único álbum em maio de 2010. Agora, pela primeira vez o material tem a sua versão em vinil, lançada através da união dos selos AMM (All Music Matters), Melômano Discos e Neves Records.
“Esse lançamento em vinil, treze anos após termos lançado o CD, foi uma grata surpresa! Nós gravamos a parte instrumental no estúdio da Deck Discos, no Rio de Janeiro, com a produção de Rafael Ramos. Esse foi o mesmo estúdio onde eu havia gravado o quinto álbum do Nitrominds, cinco anos antes. Então, já estava familiarizado com estúdio e produtor. E os vocais foram gravados, posteriormente, em São Paulo”, recorda o baterista Edu Nicolini. “O Musica Diablo foi uma banda de vida curta, que durou menos de 4 anos, mas que considero muito importante na minha carreira, pois foi quando voltei a tocar metal. Estava há cerca de 15 anos meio afastado da cena, tocando apenas hardcore, mas foi uma experiência muito bacana tocar com o Derrick”, acrescenta.
O baixista Ricardo Brigas também destaca a importância do Musica Diablo em sua carreira. “Não só pra mim que tive a honra de participar, mas para o metal nacional. A proposta era muito boa, fazer o que a gente mais gostava de fazer na vida, um metal cru, orgânico, que nos fez voltar àquilo que nos formou como músicos nos anos 80”. A repercussão da banda, segundo o baixista, “foi muito positiva tanto na mídia especializada quanto com o público”. Para Brigas, o relançamento em vinil o fez “voltar no tempo e lembrar-se de tantas histórias que essa curta trajetória nos trouxe e que ainda são vivas na memória”.
O Musica Diablo surgiu em 2008, quando o guitarrista Andre NM decidiu chamar alguns amigos para uma jam session durante a semana. O propósito era tocar thrash metal e, enquanto iam compondo suas próprias músicas, os amigos começaram a tocar covers de Kreator, Nuclear Assault, Municipal Waste, entre outros. No final daquele ano, Andre recrutou Derrick Green. Em meados de 2009, já com 15 músicas prontas, Andre NM foi a um show da banda paulistana Threat, que estava abrindo para a inglesa Onslaught, e viu em Andre Curci a escolha certa para a segunda guitarra no Musica Diablo. Pouco depois, em janeiro de 2010, o grupo se uniu ao produtor Rafael Ramos para gravar o álbum, que traz 11 faixas do mais puro thrash metal.
O Musica Diablo realizou uma turnê pela Europa e diversos shows pelo Brasil. “Fazer o primeiro show da banda em Berlim foi demais! Nunca tinha ido para a Europa e nem imaginaria que um dia pudesse ir… Tocamos em vários festivais no Brasil e é uma pena esse trabalho não ter tido continuidade”, afirmou Brigas. “O Musica Diablo me abriu várias portas, me deu visibilidade como músico e depois disso alavancou minha carreira, provando que é possível fazer o que você mais curte, que é tocar e desbravar esse mundão com sua música. Basta acreditar”, concluiu.
Repertório: Sweet Revenge Sacrifice Live To Buy Underlord Work Out Lifeless In The Name of Greed Betrayed The Flame of Anger Twisted Hate The Rack
Faixas escolhidas para a coletânea seguem a direção musical que a banda sergipana adotará no próximo álbum
A banda sergipana de heavy metal Tchandala, formada por Dejair Benjamim (vocal), Siuari Damaceno (guitarra), Eddie Varg (guitarras), Igor Hudson (baixo) e Anthony Cavalcante (bateria), disponibilizou nas plataformas de streaming a coletânea “Start Over”. O material traz músicas que seguem a direção musical que o grupo irá manter em seu próximo disco. “As músicas da compilação se aproximam mais do que temos proposto para o novo trabalho, que é manter a essência do heavy metal tradicional e melódico, mas explorar bem as passagens thrash e death metal e incorporar elementos mais modernos. Além disso, teremos mais vocais com drives”, revelou Dejair Benjamim.
A arte de capa de “Start Over”, que é uma releitura do primeiro trabalho da banda, a demo-ensaio “The Beginning…” (1998), ficou a cargo de Carlos Trino, da agência Trino 3D. “Eu sempre achei a arte de nossa demo algo muito expressivo, pois foi feita em tinta nanquim aplicada em papel vegetal. Queria modernizar a ideia da arte, mantendo a dicotomia existente nela, e dar um título caracterizando um novo início, uma nova linha de composição”, explicou o vocalista.
No momento, o Tchandala se encontra em fase de composição do novo trabalho, que será uma obra conceitual. “O pano de fundo será o tema ‘Os 7 pecados capitais’ e, mais uma vez, manteremos nossa parceria na parte lírica com o historiador e professor Hermeson Pidele. A previsão do início das gravações está marcado para o início do próximo ano”, concluiu Dejair Benjamim.
Discografia: Fantastic Darkness (2002) Mirror of a Decade (EP, 2007) Fear of Time (2012) Resilience (2017) Turning the Hourglass (EP, 2018) We Are (single, 2021) Celebration (coletânea, 2021) Searching Our Souls (single, 2022) Start Over (coletânea, 2023)
Confira o vídeo de “Searching our Souls”, faixa que abre a coletânea e conta com a participação do baterista Aquiles Priester (Edu Falaschi, W.A.S.P.), em https://youtu.be/sYttlQxU64Q
Show do dia 28 de maio na Jai Club ainda contará com a presença do Flageladör, Eskröta, Night Prowler e Biter
A extensa turnê da banda belga Evil Invaders pela América Latina passará por São Paulo no dia 28 de maio, com um show na Jai Club. O evento, que terá início às 16h, contará com a presença do Flageladör, Eskröta, Night Prowler e Biter. “Estamos quase uma semana em nossa turnê latino-americana, onde tocamos no México, Costa Rica, Colômbia e Peru. Vamos para o Chile e depois para o Brasil. Já faz muito tempo desde que tocamos aí e estamos ansiosos para ver todos vocês, maníacos loucos! A última vez foi foda e estamos de volta para levantar o inferno com você mais uma vez”, declarou o vocalista e guitarrista Joe.
Criado na cidade de Leopoldsburg (BEL) em 2007, o grupo de thrash/speed metal Evil Invaders, atualmente formado por Joe (vocal e guitarra), Max (guitarra), Joeri (baixo) e Senne Jacobs (bateria), vem promovendo o seu terceiro álbum de estúdio, “Shattering Reflection”, com shows nos principais festivais europeus de metal, entre eles o Alcatraz Festival e o Graspop Metal Meeting. O material mais recente, lançado em abril de 2022 pela Napalm Records e que sucede “Feed Me Violence” (2017) e ao vivo “Surge of Insanity” (2019), recebeu críticas altamente positivas da mídia, como do Metal Injection, considerando como “o álbum do ano”, e o Distorted Sound (ING), que deu nota máxima. As faixas “Die for Me”, “In Deepest Black” e “Sledgehammer Justice” foram promovidas com vídeos.
ABERTURAS
O Flageladör, que se encontra em estúdio produzindo o seu quinto álbum, “Culto Aos Decibéis”, conta com Armandö Macedö (vocal e guitarra), Alan Magno (baixo e backing vocals), Vinícius Talamonte (bateria) e Junior Bezerra (guitarra, ao vivo). O grupo de speed metal, que surgiu em 2000 em Niterói (RJ) e hoje em dia é radicado em São Paulo, realizou diversas turnês nacionais e no exterior, tendo se apresentado ao lado de nomes como Exciter, Nuclear Assault, R.D.P., Nifelheim, Mayhem, Grim Reaper, Krisiun, Suffocation, Mortiis, Agathocles, entre outras.
Criada na cidade de Rio Claro (SP) em 2017, a Eskröta promove seu segundo álbum, “Atenciosamente, Eskröta”, sucessor de “Cenas Brutais” (2021) e do EP “T3RROR” (2022). O trio, atualmente formado por Yasmin Amaral (vocal e guitarra), Tamyris Leopoldo (baixo e backing vocal) e o baterista convidado Jhon França, pratica um thrash metal, hardcore e crossover com letras em português.
Formado no ano de 2015 na cidade Indaiatuba (SP), o Biter foca o seu som no metal dos anos 80, tendo influências da New Wave of British Heavy Metal e speed metal. Brian Adriano (vocal e baixo), Diego Alcon (vocal e guitarra), Jimmy Walcker (guitarra) e Anderson Bregantin (bateria) atualmente promovem o split com a banda Sweet Danger, “Danger at First Bite”, lançado pela Classic Metal Records, mesmo selo que lançou o debut “The Eyes of the Biter” (2017). Entre as suas diversas turnês, a banda chegou a se apresentar ao lado de bandas internacionais, como Iron Angel, Nuclear Warfare, Ambush e o próprio Evil Invaders.
A banda de Osasco (SP) Night Prowler foi criada em 2017 e atualmente prepara o segundo álbum, sucessor do debut “No Escape…”, lançado em 2018 pela Kill Again Records e em vinil, em 2021, pela Dying Victims Records. Fernando Donasi (vocal), Luke Couto e Igor Senna (guitarras), Gabriel Teixeira (baixo) e Vinícius Talamonte (bateria) praticam um heavy metal com guitarras velozes e harmônicas, vocal que transita entre o limpo e o agressivo, baixo inquieto e em constante groove, além da bateria pesada e compassada.
SERVIÇO: Atrações: Evil Invaders, Flageladör, Eskröta, Night Prowler e Biter Local: Jai Club Data: 28 de maio (domingo) Horário: a partir das 16h Ingressos à venda na loja 255 da Galeria Do Rock (sem taxa) Pelo pix entrar em contato com: (11) 94844 3403 Ingressos online em https://www.clubedoingresso.com/evento/evilinvaders-flagelador-sp
Grupo paulistano de heavy metal surgiu do amor pela música pesada e do talento dos seus músicos
Após o sucesso do primeiro single e lyric video, “Hurts Like Fire”, a banda paulistana Just Heroes, formada por Mr. Machine (vocal), Flavio Souza Jr. (guitarra, Skyscraper, Hell Patrol Judas Priest Tribute e ex-Engrave), Renato Mattar (guitarra), Fabio Gomes (baixo, Union Black Sabbath Tribute e Hell Patrol Judas Priest Tribute) e Marcus Castellani (bateria, Hell Patrol Judas Priest Tribute e ex-Manowar), apresenta o segundo single, “Survivor of Hate”.
Ouça “Survivor of Hate”:
“A música conta a história de um personagem, um homem que batalha para sobreviver desde o dia em que nasceu. Um homem que passou pelo caos, tragédias, decepções e aprendeu a sobreviver. Agora todo esse seu ódio será transformado em violência e justiça. Trata-se de um retrato cruel deste mundo no qual vivemos”, explica o guitarrista Flavio Souza Jr.
O Just Heroes, que surgiu do amor pela música pesada e do talento dos seus músicos, objetiva honrar o verdadeiro heavy metal. Segundo Flavio Souza Jr., entre as principais influências estão Judas Priest, Black Sabbath, AC/DC, Accept e os grandes ícones no rock clássico mundial. Atualmente, a banda está em processo de gravação de seu primeiro álbum, que conta com a produção de Felipe Colenci (The Giant Void) e tem previsão de lançamento para o final do ano.
“Don’t Give Up” é o segundo single do novo álbum, “Resurrected”
O Worst apresenta o single e videoclipe de “Don’t Give Up”, faixa que integrará o repertório do novo álbum, “Resurrected”, agendado para ser lançado em junho pela 1054 Records, com distribuição mundial na Europa, EUA, Japão e Austrália. “Resurrected”, que também sairá em vinil, terá uma versão europeia exclusiva pela gravadora portuguesa Hellxis Records.
Thiago Monstrinho (vocal), César Covero (guitarra), Bruno Nicolozzi (baixo) e Lucas Nascimento (bateria) registraram o áudio no Dharma Studios ao lado de Rodrigo Oliveira. “Esse som escrevi para um grande amigo que estava passando um momento sinistro na vida. Foi para dar um up nele, uma injeção de vontade de viver, mas serve para muita gente que está pensando em desistir. Não desista porra!”, comenta Monstrinho.
Além disso, a quarta turnê que a banda fará na Europa foi confirmada para setembro e outubro. “Estamos muito empolgados porque depois da pandemia, dos problemas que passamos na banda, eu vi que nosso público continua muito forte lá fora e que os festivais e os promoters contratantes acreditam na gente e amam nosso trabalho. Fiquei quatro meses da hora que acordo até a hora que durmo fechando essa tour, são milhões de e-mails trocados e energia depositada. Quando você vê a tour formada concreta é uma satisfação imensa”, comemora Monstrinho.
Confira as datas: 28 SET – BEL – Fontaine L’Eveque – MCP Apache 29 SET – FRA – Paris 30 SET – HOL – Geeleen 01 OUT – HOL – Rotterdam 02 OUT – FRA – Rouen 03 OUT – ESP – Ovíedo 04 OUT – ESP – Madrid La Trinchera 05 OUT – POR – Faro 06 OUT – POR – Lisboa 07 OUT – País Basco Eibar Gaztetxe TBA 08 OUT – FRA – Montpellier – Secret Place 10 OUT – ALE – Halle 11 OUT – ALE – Dresden 12 OUT – TCH – Velki mizerici 13 OUT – TCH – Karlovy Vary – Slash 14 OUT – TCH – Budweiser – Mc Fabrika 15 OUT – TCH – Rock Café – Prague
A agenda está aberta para shows no Brasil. Para contratar o Worst, entre em contato com a KLF Productions através do e-mail para klfshows@gmail.com.
No TDF, Jairo Guedz, Chris Salles e Fábio Andrey criam música pesada sob uma aura obscura, densa e melancólica
Jairo Guedz e Chris Salles, que fizeram parte da formação do The Mist em “The Hangman Tree” (1991), e Fábio Andrey, que entrou em 1996 após o lançamento de “Gottverlassen” (1995), criaram o The Darkness Foundation, projeto que pratica música pesada sob uma aura obscura, densa e melancólica. Com um background pesado e eletrônico, utiliza piano, samplers e sintetizadores. “A nossa amizade vem desde os tempos do The Mist e como sempre tivemos afinidade musical, resolvemos dar início ao projeto TDF, que foi gerado à distância, trazendo uma conexão Brasil e França, já que Fábio Andrey reside na França”, detalha Jairo Guedz, um dos fundadores do Sepultura e também integrante do The Troops of Doom.
Entre as referências do TDF estão nomes como The Sisters of Mercy, The Mission e Depeche Mode. “Temos nossas influências desde os anos 80, então essa essência musical vem naturalmente. Gostamos deste tipo de música há tempos e, somado à nossa personalidade e outros nomes, como Moonspell e David Bowie, o ouvinte terá noção do que apresentaremos no TDF”, observa Guedz.
Com uma temática que aborda amor, morte, dor, castigo e autoflagelo como pano de fundo, o TDF fará sua estreia com o single “Pray”, que será lançado no dia 26 de maio e com pré-save disponível pela ONErpm.
The Darkness Foundation: Jairo Guedz: guitarra, baixo e violão Fábio Andrey: vocal, guitarra, baixo e programação/samplers Chris Salles: bateria e percussão
Ingressos para o show de lançamento de “Atenciosamente, Eskröta”, que ocorre em 26 de maio, estão disponíveis
Os ingressos para o show de lançamento do novo álbum da banda Eskröta, intitulado “Atenciosamente, Eskröta”, que ocorre no dia 26 de maio no SESC Belenzinho, em São Paulo (SP), estão disponíveis. O evento, que faz parte do projeto Música Extrema, contará com a participação especial de Milton Aguiar, vocalista do Bayside Kings. “Quem vai tocar bateria é Jhon França, que gravou conosco o novo álbum”, adianta a baixista Tamyris Leopoldo. “Esta é a primeira vez que a Eskröta tocará no SESC, então estamos realizando um sonho. A ideia é fazer um show especial, passando por várias fases da banda, mas dando foco ao álbum ‘Atenciosamente, Eskröta’, até por se tratar do lançamento oficial do álbum em São Paulo. Então vai ser uma noite memorável pra nós!”, acrescenta a vocalista e guitarrista Yasmin Amaral.
“Atenciosamente, Eskröta”, que sucede o debut “Cenas Brutais” (2021) e o EP “T3RROR” (2022) e conta com a capa a cargo de Hueller Figueredo, foi finalizado com mixagem e masterização pelo Estúdio Toth, de Danilo Souza e Fernando Uehara, ambos membros do Bullet Bane.
Segundo Yasmin Amaral, embora o crossover/hardcore e thrash metal ainda seja a base da Eskröta, o novo álbum traz um posicionamento diferente. “As músicas têm um lado hardcore mais presente e os shows que vamos fazer estão alinhados com isso. Temos uma turnê com Bayside Kings e outra com o Dead Fish a caminho”, explica.
Serviço – Eskröta no SESC Belenzinho: Data: 26 de maio (sexta-feira) Local: Comedoria do SESC Belenzinho Endereço: Rua Padre Adelino, 1000 – Belenzinho, São Paulo/SP Horário: 20h30 Venda presencial a partir do dia 17/05, às 17h Ingressos online em https://www.sescsp.org.br/programacao/eskrota/
Vocalista brasileiro fez uma participação especial no show do Myrath em São Paulo
O vocalista catarinense Michel da Luz, produtor musical, professor de técnica vocal e tecladista, realizou uma participação especial como convidado do show da banda tunisiana atualmente sediada na França, Myrath, realizado no último dia 1º de maio no Carioca Club, em São Paulo. Na nona música do set, o vocalista Zaher Zorgati mencionou que seria um momento muito especial para todos, pois chamaria ao palco um querido amigo da banda para cantarem e se divertirem juntos. “Para mim foi uma experiência única conhecer e pisar no palco junto dessa banda tão especial para minha carreira, ainda mais para interpretar uma música tão poderosa como ‘Get Your Freedom Back’. Zaher estava registrando tudo em seu celular e na parte da ponte fizemos um dueto”, comentou o vocalista catarinense.
Michel da Luz registrou em vídeo a experiência de conhecer a banda e ficar com os integrantes durante todo o tempo de soundcheck e backstage, mencionando a gentileza e profissionalismo da banda. Confira:
A ligação entre a banda tunisiana e o brasileiro se deu em 2018, quando o vocalista postou em suas mídias um cover que havia gravado em seu estúdio. Em 2021, Michel da Luz contou com a participação especial dos integrantes do Myrath no EP conceitual “The Passage Through the Ancient Gate”. “A faixa ‘A Mystery to Unravel’ trouxe Malek Ben Arbia na guitarra e Anis Jouini no baixo, além de Aquiles Priester na bateria e o tecladista Elyes Bouchoucha, que esteve no Myrath até o ano passado”, detalha o vocalista. “Trata-se do meu primeiro trabalho em inglês, com as cinco faixas do EP contando a história de um guerreiro enviado para a Terra com uma missão de esperança e fé. A sonoridade mescla o progressivo com elementos de power metal”, acrescentou.
Michel da Luz começou muito cedo na música, gravando seu primeiro trabalho autoral aos 9 anos de idade. Desde então, lançou vários projetos sob sua produção, com destaque para “Dreißig” (2014) – mixado por Rich Mouser (Neal Morse, Spock’s Beard) –, “Sola Gratia” (2017) e “The Passage Through the Ancient Gate” (2021). Além de assumir os teclados nas apresentações ao vivo, a banda solo de Michel da Luz conta com Diogo Mafra (Edu Falaschi) na guitarra, Levi Muniz no baixo e Edgar Maccoppi na bateria.
“Prelude to Blasphemy” traz duas inéditas e os dois primeiros EPs da banda como bônus
O The Troops of Doom apresenta oficialmente seu novo EP, “Prelude to Blasphemy”, que conta com duas faixas inéditas mixadas e masterizadas por Leonardo Pagani, e os dois primeiros EPs, “The Rise of Heresy” (2020) e “The Absence of Light” (2021), como bônus. O material, que teve a arte de capa pintada por Maramgoni, brasileiro radicado em Portugal, foi lançado em CD Slipcase pela Voice Music no território brasileiro e em CD Digipack no exterior através da Alma Mater Records. Já a distribuição digital fica a cargo da Blood Blast, subsidiária digital da gravadora alemã Nuclear Blast.
“Seguindo nosso histórico tradicional com os EPs, ‘Prelude to Blasphemy’ resgata a essência de duas músicas parcialmente compostas na época do ‘The Rise of Heresy’ e ‘The Absence of Light’. Elas acabaram ficando incompletas e por isso foram colocadas carinhosamente na gaveta naqueles anos, mas já pensando em usá-las posteriormente, como efetivamente aconteceu”, detalha o guitarrista Jairo “Tormentor” Guedz. “Resolvemos reavivá-las para o lançamento deste novo material que comemora os três anos da banda. Claro, ainda havia a necessidade de uma nova prensagem dos EPs anteriores, que já estão praticamente esgotados. Então, como faixas bônus, na versão física em CD, temos ‘The Rise of Heresy’ e ‘The Absence of Light’ em um formato especial com a arte gráfica interna toda renovada, com muitas fotos e um belo pôster para quem não teve a oportunidade de tê-los originalmente na coleção”, acrescenta o guitarrista Marcelo Vasco.
Ouça a faixa “God’s Orphanage”
O vocalista e baixista Alex Kafer vai na mesma linha de que as músicas inéditas foram reestruturadas. “Elas vieram de ideias antigas, mas estão com muita energia e um peso incrível! A faixa ‘1666’ é mais rápida e intensa, na linha do Kreator, Sodom e Sepultura antigo, enquanto ‘God’s Orphanage’ traz uma cadência mais densa e pesada, nos moldes de ‘Hell Awaits’ e ‘South of Heaven’ do Slayer. É uma espécie de síntese do que o The Troops of Doom sempre se propôs a fazer e, obviamente, trazendo nossa própria personalidade, calcada na velha escola do metal”, reforça Alex Kafer.
De acordo com o baterista Alexandre Oliveira, “God’s Orphanage” e “1666” sintetizam o The Troops of Doom. “Quando fizemos ‘Antichrist Reborn’ meio que esquecemos delas e agora, finalmente, as músicas tiveram seu propósito. Ambas com muita energia e que sintetizam bem demais a cara do The Troops of Doom. Como somos uma banda que não para muito tempo quieta, ‘Prelude to Blasphemy’ serve novamente como uma espécie de ponte para o que estamos preparando para o nosso futuro segundo álbum, que será lançado em 2024”, conclui.
Grupo mineiro de heavy/thrash lançará em breve seu segundo álbum full, intitulado “Overcome”
Prestes e lançar um novo álbum, “Overcome”, que será lançado em todas as plataformas digitais e no formato físico em parceria com a Tales from the Chaos Records, o grupo mineiro de heavy/thrash metal Seawalker, formado por Filipe Duarte (vocal e baixo), Léo Vieira (guitarra) e Riccardo Linassi (bateria) apresenta o vídeo ao vivo “Saletta Sessions”, gravado no último mês de março no Saletta Studio, em Belo Horizonte (MG).
O repertório traz as faixas “Evolve and Decay”, “Words are Dying”, “Hidden”, “Breathe and Burn”, “Hoax” e “Helladise”. “Atualmente estamos trabalhando como trio, mas na época da gravação ao vivo Daniel Saymon dividia as guitarras com Léo Vieira. A ideia do vídeo em estúdio foi para termos um material de qualidade para que os fãs e produtores de eventos e festivais pudessem conhecer a banda tocando ao vivo. Nos tempos atuais, as redes sociais também demandam conteúdo de forma estratosférica, então resolvemos unir o útil ao agradável com este material”, explicou Filipe Duarte.
Confira o vídeo ao vivo, gravado e dirigido por Paulo Victor e editado por Arthur Luiz:
“Overcome”, segundo full do grupo, foi produzido por André Mendonça (Plêiades, Caottica) e trará o single e clipe “Breathe and Burn”, faixas do EP “Evolve and Decay”, além de mais três inéditas e um cover de “Refuse/Resist” (Sepultura).
“Black Force Domain”, álbum de estreia do Krisiun, foi originalmente lançado em CD em 1995 e nunca havia saído em vinil
A Fuzz On Discos, que agrupa a Anomalia Distro, Melômano Discos e Neves Records, abriu a pré-venda para o lançamento em vinil de “Black Force Domain”, álbum de estreia do Krisiun. O LP, em vinil vermelho, traz encarte e bônus de “Total Death” do Kreator. A Fuzz On informa que as 100 primeiras cópias da pré-venda, com envio programado para o dia 5 de junho, virão também com um slipmat (feltro) exclusivo.
O baterista Max Kolesne recorda que o primeiro disco do Krisiun foi gravado “em São Paulo na raça, inspirado no ódio e no espírito de revolta e vingança contra tudo e todos”. Segundo Max, o repertório é carregado de fúria, velocidade e agressão. “Subversivo, técnico, caótico e cru, ‘Black Force Domain’ não só definiu nosso estilo, mas quem é o Krisiun. Por isso, sempre estará entre meus prediletos e será fonte de inspiração para cada novo trabalho do Krisiun. Espero que continue inspirando as novas gerações que não seguem modas. E, claro, estamos muito felizes com o lançamento em vinil no Brasil!”, acrescentou.
Gravado por Alex Camargo (vocal e baixo), Moyses Kolesne (guitarra) e Max Kolesne (bateria) no Army Studios (SP), o debut sucede o EP “Unmerciful Order” (1994). Lançado originalmente em CD pela Dynamo Records no Brasil e relançado pela alemã Gun Records em 1997, “Black Force Domain” é motivo de orgulho para a cena do metal extremo brasileiro. “Revolucionário! Tomou de assalto toda a cena do death metal mundial. Um dos meus discos favoritos de todos os tempos. Percebe-se até hoje a quantidade de bandas que seguiram a mesma linha e proposta, todos fortemente influenciados pelos ‘três diablos’!”, declarou o baterista Edu Lane (Nervochaos) certa vez à revista Roadie Crew.
O guitarrista Moyses Kolesne recorda que “Black Force Domain” foi gravado no estúdio Army, que tinha o ex-guitarrista da banda Salário Mínimo, Arthur Crom, como um dos sócios e depois lançou, como selo, o primeiro trabalho do vocalista Edu Falaschi no Split-LP Mitrium e Sweet Pain. “Gravamos nos estúdio Army através de uma permuta que o Eric de Haas tinha com o dono. Ganhamos duas semanas, sendo uma para gravar e a outra para mixar. Então, gravamos guitarra e bateria ao vivo já valendo, sem overdubs, e somente botamos umas dobras e solos depois junto com baixo e vocal. Por sinal, usamos aquela famosa bateria do fogo da Luthier Drums, do Tibério Correa (Harppia), que Exciter, Venom, Metallica e Sepultura já tinham tocado. Gravamos em dezembro de 1994 e depois tivemos que esperar até fevereiro de 1995 para mixar e finalizar algumas coisas”.
Se no Brasil ainda ninguém entendia muito do death metal mais moderno e com mais técnica de blast beats, dois bumbos, bomb blast e outros elementos, o Krisiun sofreu, segundo Moyses, pela falta de informação. “A garra e vontade superaram as adversidades e esse álbum abriu as portas para o Krisiun. Depois de lançado, começaram a aparecer os caras da Flórida falando que era um dos melhores álbuns de 1995. Saiu na Metal Maniacs, RIP, Metal Forces e outras revistas. Trey Azagthoth, do Morbid Angel, fui umas das pessoas que ajudou muito, botando o ‘Black Force Domain’ no topo dos melhores álbuns para eles naquela época”, concluiu o guitarrista.
“‘Another Rebel Down’ é uma homenagem pós-pandêmica de esperança e luta sob a bandeira do heavy metal
A banda gaúcha Gueppardo apresenta seu novo single e videoclipe, “Another Rebel Down”. “‘Another Rebel Down’, outro rebelde caído, é uma homenagem pós-pandêmica de esperança e luta sob a bandeira do heavy metal. O novo clipe foi captado em meio a aviões e helicópteros esquecidos, num cenário pós-apocalíptico. A música aprofunda a banda nos temas sociais e nos problemas do mundo moderno”, revela Rodriguez. “A letra fala de opressão, mas que podemos nos rebelar, lutar sempre e mesmo perdendo companheiros pelo caminho a única saída é seguir em frente”, acrescenta.
O single, gravado no Hurricane Studio por Sebastian Carsin, é uma prévia do que o agora trio – Thiago Gutierres (vocal), Perÿ Rodriguez (guitarra) e Diego Pereira (bateria) – promete para o novo álbum, “Power Lines”, que tem previsão de lançamento em CD ainda este ano.
Confira o clipe de “Another Rebel”, produzido pela Sasquatt Filmes:
Formada em 2007, em Porto Alegre (RS), a Gueppardo baseia seu som em uma mescla de hard rock e heavy metal, inspirado em nomes como Accept, Saxon, Michael Schenker, Loudness e outras. A discografia conta com o EP “Instinto Animal” (2009) e os álbuns “Fronteira Final” (2015), “Execução Sumária” (2019) e “I Am The Law” (2021).
“The Storm”, já disponível nas plataformas digitais, foi gravada Analog Dream Studio e mixada pelo produtor dinamarquês Tue Madsen
Crédito: Gustavo Dragunskis
A banda mineira Loss, formada por Marcelo Loss (vocal e baixo), Adriano Avelar (guitarra e vocais) e Teddy Bronsk (bateria), apresenta seu novo single, “The Storm”. A música, gravada em Belo Horizonte (MG) no Analog Dream Studio e mixada pelo renomado produtor dinamarquês Tue Madsen (Rob Halford, Meshuggah, Vader, Sick Of It All, Behemoth, Dark Tranquillity, Alchemia, Kataklysm), já está disponível nas principais plataformas digitais.
“A música fala de tempestades que afetam a vidas das pessoas, às vezes as levando à derrocada e noutras as tornando mais fortes. Musicalmente, seguimos nos inspirando nos clássicos, principalmente em Black Sabbath, mas ‘The Storm’ traz algo de Rush e Van Halen, principalmente nos dedilhados e harmônicos da guitarra. Já o vocal remete um pouco a Soundgarden e Alice in Chains”, analisa Marcelo Loss. “A música tem causado uma boa impressão entre representantes da cena rock. Recebemos diversas manifestações de pessoas importantes nos incentivando e essas opiniões nos fortalecem e nos mostram que estamos no caminho certo”, completa.
As boas impressões sobre “The Storm” vieram de influentes músicos mineiros, integrantes de bandas como Troops of Doom, Mutilator, The Mist, Chakal, Sarcófago, Eminence, Witchhammer, Overdose, Insulter, Kalabouço, Pathologic Noise, Sagrado Inferno, Holocausto e Concreto, além de renomados produtores musicais, como o baiano André T, o espanhol Nacho Barreña e o mineiro Maurício Atala (Mog Records). “The Storm” também teve o aval de Vinny Appice (Dio, Black Sabbath) e de representantes da mídia, como Terence Machado (Programa Alto Falante), Eliton Tomasi (Som do Darma, Roadie Crew Online Fest) e Daniel Seabra (Rock Master e jornal O Tempo).
“Grande banda, som perfeito. Em The Storm o Loss nos apresenta o melhor do metal pesado. Super banda!” – Ricardo Neves (Mutilator)
“Um soco no peito de quem gosta de rock e metal! Peso do início ao fim, com um solo maravilhoso de guitarra, vocais super bem colocados numa métrica foda, que carrega a gente do início ao final, e uma bateria que trabalha com generosidade e agressividade junto do baixo o tempo inteiro, trazendo 90% desse peso que invade nosso cérebro. O Loss tem um caminho de muitas conquistas e Rock N’ Roll pela frente” – Jairo Guedz (The Troops of Doom)
“Soa muito bem, com uma pitada funky nela!” – Vinny Appice (Black Sabbath, Dio)
“Peso e musicalidade na medida certa. Riffs matadores, cozinha criativa e os vocais do Marcelo sempre surpreendentes. Minas e o mundo agradecem pelo trabalho dessa grande banda!” – Mark (Chakal)
“Algumas tempestades são especialmente poderosas. Poucas, como essa do Loss, fazem estragos do bem, apenas na atmosfera rock. Viva o hard rock universal da banda, com mais esse super lançamento de Minas pro mundo” – Terence Machado (Programa Alto Falante – Rede Minas/TV Brasil)
“Composição muito boa, com base rítmica compacta e uma mistura entre hard rock e a sonoridade stoner. Eu gostei!” – Nacho Barrena (produtor cultural de Madrid/ESP)
“Com o single ‘The Storm’, o Loss solidifica suas raízes hard rock, mas não abre mão de soar contemporâneo. Cada vez mais o Loss cunha uma identidade que, me parece, correrá por fora de tendências e sacadas fáceis” – Vladimir Korg (The Mist)
“Loss: um harmonioso encontro de três talentos musicais diferenciados, unidos por um som pesado e visceral, com melodias sensíveis e incisivas, transformando a experiência do som numa verdadeira tempestade sensorial!” – Paulo Caetano (Witchhammer)
“É impressionante a evolução criativa e musical do Loss ao longo dos últimos anos. ‘The Storm’ corrobora a favor disso e coloca a banda entre as minhas preferidas do Brasil!” – Eliton Tomasi (Som do Darma, Roadie Crew Online Fest)
“É uma pedrada sonora, com vigor e bom gosto. Batera pesadíssima e linhas de baixo impressionante. Pesado e assustador, essencial pra um rock pesado. A batera do Teddy é, como sempre, muito bem executada e produz uma massa sonora. Junto dessa cozinha muito bem fundamentada, vem a guitarra que produz um pesado distorcido muito bem tocado. Todos esses elementos não deixam nenhum buraco no espaço: a tempestade está armada. Pra quem curte música que o tira da zona de conforto, ‘The Storm’ vai atender. São bandas com essa mentalidade que fazem a diferença!” – Geraldo Minelli (Sarcófago)
“Pesado, Stoner e melódico!” – Alan Wallace (Eminence)
“Se eu recebesse a música The Storm nos anos 80, com certeza diria que ela é tão perfeita em sua sonoridade, arranjos, riffs, letra, execução e refrão que parece uma banda gringa. Mas estamos em 2023 e ‘The Storm’ é realmente tudo isso, mas é uma banda brasileira! A tempestade veio para ficar” – Valério Exterminator (Holocausto)
“Que porrada certeira! Excelente banda com excelentes músicos e um vocal matador. Faz tempo que não ouvia algo com tanta adrenalina!” – André T. (Estúdio T, Salvador/BA)
“‘The Storm’ é uma verdadeira pedrada na orelha! Peso e melodia na medida certa, sem firulas ou virtuosismo, perfeita para os amantes do hard/heavy metal! Uma pegada Sabbáthica e uma identidade forte cunhada pelos membros ao longo de suas carreiras com bandas anteriores. Certamente o Loss se coloca como o grande nome do hard rock brazuca” – Tchescko Suppurator (Pathologic Noise)
“A banda amadureceu nesse excelente trampo. Belo trabalho de guitarra e somando com esse vocal não tem erro. Tudo perfeito!” – Túlio de Paula (ex- Concreto)
“Uma banda que definitivamente me dá prazer de sua audição” – Maurício Atala (Mog Records)
“Assim que os primeiros acordes da guitarra começam, fica impossível não bater cabeça e curtir ‘The Storm’. O que se espera em boa música encontramos aqui: versos e refrão que desabam com eficiência e qualidade, fazendo grudar instantaneamente a melodia. E que orgulho saber que ainda se faz hard rock de qualidade nas nossas esquinas. Se bem que, continuando assim, a Loss vai para outras esquinas…Bem mais distantes” – Fernando Pazzini (banda Hard and Heavy, ex-Overdose)
“Uma massa de som que bate no peito, invade nosso cérebro e faz querer mais” – Bomber (Kalabouço)
“‘The Storm’ é uma tempestade sonora com um riff muito foda, um refrão que ecoa em nossas cabeças e gruda como chiclete na nossa mente, é música que a gente escuta uma vez e já sai cantando. Loss é isso, uma tempestade sonora” – Reinaldo Resan (Insulter)
“Um hit forte, bem marcado, com um belo riff de guitarra. O vocal rasgado de Marcelo Loss é um capítulo à parte. Teddy Bronsky, como de costume, com muita força e seu estilo bem marcado, isso tudo aliado à guitarra bem posicionada de Adriano Avelar e embalado pelo baixo pujante, também empunhado pelo vocalista. Está aí o segredo do sucesso. Mais um ‘show’ muito bem gravado e produzido pela Loss!” – Daniel Seabra (Rock Master e jornal O Tempo)
“Gravação e execução técnica perfeitas, Loss traz em ‘The Storm’ o hard rock pesado das Minas Gerais” – Marquinho (Sagrado Inferno)
Comentários