Tag Archives: Charlie Bauerfeind

ANGELS CRY – 30th Anniversary: documentário que resgata os bastidores do álbum que mudou a história do metal brasileiro ganha sessões gratuitas no Mês do Rock

Produção reúne imagens inéditas, entrevistas exclusivas e histórias nunca reveladas sobre a criação do disco de estreia do Angra

A equipe responsável pelo documentário Andre Matos – Maestro do Rock apresenta ANGELS CRY – 30th Anniversary: O Documentário, produção especial que celebra os 30 anos de Angels Cry, álbum de estreia do Angra e um dos trabalhos mais importantes da história do heavy metal brasileiro.

Dirigido por Anderson Bellini, o filme foi concebido a partir de um extenso acervo de imagens e entrevistas produzidas originalmente para o segundo episódio de Andre Matos – Maestro do Rock. Durante o processo de edição, uma grande quantidade de material inédito permaneceu fora da versão final do documentário, dando origem a uma nova produção inteiramente dedicada à criação, gravação e impacto de Angels Cry.

O documentário reúne depoimentos de Andre Matos, Rafael Bittencourt, Kiko Loureiro, Marco Antunes, André Bastos, além dos consagrados produtores Sascha Paeth e Charlie Bauerfeind, entre outros profissionais que participaram diretamente da produção do álbum. Pela primeira vez, músicos e equipe técnica compartilham curiosidades, desafios, conflitos e histórias inéditas dos bastidores das gravações, revelando detalhes que ajudaram a construir um dos discos mais influentes do metal mundial. Lançado originalmente em 1993, Angels Cry marcou a estreia fonográfica do Angra e apresentou ao mundo uma proposta musical inovadora, combinando heavy metal, música clássica, elementos da música brasileira e arranjos sofisticados. O álbum tornou-se um divisor de águas para o gênero, abriu portas para o reconhecimento internacional da banda e consolidou o talento de Andre Matos como um dos maiores vocalistas da história do rock brasileiro.

Segundo o diretor Anderson Bellini, a quantidade de material exclusivo disponível permitiu contar uma história que merecia um espaço próprio. “Devido à enorme quantidade de material inédito que ficou de fora do Episódio II do documentário Andre Matos – Maestro do Rock, percebemos que tínhamos em mãos um filme inteiro sobre a criação de um dos discos mais importantes da carreira do Maestro. Angels Cry é considerado por muitos o melhor álbum do Angra, e este documentário revela histórias e curiosidades que nunca foram contadas. É um verdadeiro presente para os fãs.”

Mais do que uma homenagem ao aniversário de três décadas de Angels Cry, o documentário preserva a memória de um período decisivo para o heavy metal nacional e registra, por meio de relatos de seus protagonistas, a construção de um álbum que permanece como referência para músicos e fãs em todo o mundo.

A exibição especial de ANGELS CRY – 30th Anniversary: O Documentário acontece no dia 12 de julho, em sessão especial ao ar livre no Jardim Suspenso do Centro Cultural São Paulo. A programação é realizada com a Spcine, empresa de fomento audiovisual da Prefeitura de São Paulo, vinculada à Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa, e reúne o público durante as celebrações do Mês do Rock para prestigiar um dos capítulos mais marcantes da discografia nacional.

Além da sessão no Jardim Suspenso, haverá uma sessão extra na Sala Paulo Emílio, também localizada no próprio Centro Cultural São Paulo, no mesmo horário, às 19h30. As duas exibições terão entrada gratuita, com retirada de ingressos 1 hora antes da sessão, na bilheteria.

Serviço

Evento: ANGELS CRY – 30th Anniversary: O Documentário
Data: 12 de julho, domingo
Local: Jardim Suspenso — Centro Cultural São Paulo (CCSP)
Sessão extra: Sala Spcine Paulo Emílio — Centro Cultural São Paulo (CCSP)
Duração: 81 minutos
Endereço: Rua Vergueiro, 1000, Paraíso — São Paulo/SP — CEP: 01504-000
Horário: 19h30
Entrada: gratuita, com retirada de ingressos 1 hora antes da sessão, na bilheteria
Direção: Anderson Bellini 

Angra anuncia relançamento de “Holy Land” em edição especial remasterizada em CD físico pela Voice Music

Álbum clássico do heavy metal brasileiro ganha versão comemorativa com slipcase, obi, fotos e pôster exclusivo, com lançamento previsto para 13 de julho.

A Voice Music anuncia o lançamento da edição especial de 30 anos de “Holy Land”, segundo álbum de estúdio do Angra e um dos trabalhos mais importantes da história do heavy metal brasileiro. A nova versão chega com áudio remasterizado, obi, slipcase, material gráfico recheado de fotos e um pôster exclusivo de 48 x 36 cm, celebrando o legado de um disco que marcou gerações de fãs no Brasil e no mundo.

Compre o CD: https://blackrockstore.com.br/produto/cd-angra-holy-land-edicao-especial-de-30-anos-slipcase-poster-edicao-2026-lancamento-13-07-2026/

Originalmente lançado em 1996, “Holy Land” é um álbum conceitual inspirado na chegada dos portugueses à América do Sul no século XVI. A obra representou um salto criativo na trajetória do Angra ao unir heavy metal, música erudita, ritmos afro-brasileiros e instrumentos tradicionais brasileiros, consolidando uma identidade sonora única que se tornaria uma das grandes marcas da banda.

Produzido por Charlie Bauerfeind e Sascha Paeth, o álbum foi gravado entre o Brasil e a Alemanha, combinando elementos culturais brasileiros a uma produção de padrão internacional. Três décadas depois, “Holy Land” permanece como referência para músicos, fãs e admiradores do metal melódico e progressivo.

O disco repetiu o sucesso comercial de “Angels Cry” e conquistou Disco de Ouro no Japão, com mais de 100 mil cópias vendidas. Além disso, recebeu ampla aclamação da crítica especializada e segue frequentemente citado entre os maiores álbuns do metal brasileiro.

A edição comemorativa de 30 anos chega pela Voice Music para celebrar a força artística, histórica e cultural de um álbum que continua influenciando o heavy metal mundial.

Mais informações no instagram do Angra: https://www.instagram.com/angraofficial/

Faixas:

Crossing
Nothing To Say
Silence and Distance
Carolina IV
Holy Land
The Shaman
Make Believe
Z.I.T.O.
Deep Blue
Lullaby For Lucifer

Formação:
Andre Matos — vocal
Kiko Loureiro — guitarra
Rafael Bittencourt — guitarra
Luis Mariutti — baixo
Ricardo Confessori — bateria

Serviço:
Artista: Angra
Álbum: Holy Land — Edição Especial de 30 Anos
Lançamento: Voice Music
Data de lançamento: 13 de julho de 2026
Formato: caixa acrílica com luva slipcase, obi e pôster 36 x 48 cm
Link para venda: https://blackrockstore.com.br/produto/cd-angra-holy-land-edicao-especial-de-30-anos-slipcase-poster-edicao-2026-lancamento-13-07-2026/

Viper: 25 anos depois do lançamento no Japão, ‘Vipera Sapiens’ sai finalmente no Brasil

Álbum foi gravado durante as sessões de ‘Evolution’ e lançado apenas no Japão para promover a turnê do VIPER no país. ‘Vipera Sapiens’ é um dos lançamentos mais aguardados da história do heavy metal brasileiro

Um dos álbuns mais aguardados pelos fãs de heavy metal chega finalmente ao mercado brasileiro: ‘Vipera Sapiens’, do VIPER. O álbum foi lançado no Japão em 1993 para promover a turnê da banda brasileira no país.

‘Vipera Sapiens’ foi gravado durante as sessões do álbum ‘Evolution’ na Alemanha, em 1992. Ao todo, o VIPER gravou 15 canções compostas no mesmo período, que mais tarde foram divididas entre o ‘Evolution’ e ‘Vipera Sapiens’. ‘Vipera Sapiens’ foi lançado no Japão como EP, com 6 músicas: ‘Acid Heart’, ‘Silent Enemy’, ‘Crime’, ‘Wasted Again’, ‘Killing World’, e ‘The Spreading Soul (Acoustic Version)’. A versão brasileira, que chega às lojas em mais um lançamento do selo Wikimetal, traz diversos extras e 15 músicas ao todo.

Para comprar o álbum entre no site http://wikimetalstore.com.br/

Além do repertório original, há versões demo de todas as canções e demos de canções como ‘Dance of Madness’ e ‘Pictures of Hate’, do álbum ‘Evolution’. ‘Vipera Sapiens’ termina com uma música inédita do Viper, a vinheta instrumental ‘Amaury’. A formação do VIPER no ‘Vipera Sapiens’: Pit Passarell (baixo e vocal), Felipe Machado e Yves Passarell (guitarras) e Renato Graccia (bateria). O álbum foi produzido por Charlie Bauerfeind, o mesmo de ‘Evolution’.

Por que ‘Vipera Sapiens’ demorou tanto para sair no Brasil? “Na época foi um lançamento exclusivo para o Japão e por isso a gravadora acabou optando por lançar apenas lá. No Brasil não havia a cultura de lançar mini-álbuns e por isso fomos deixando o ‘Vipera’ de lado. Agora, como estamos relançando toda a discografia do VIPER em versões digipack, com muitos extras e fotos inéditas, acabou chegando a hora”, explica o guitarrista Felipe Machado.

A série de relançamentos do VIPER pelo Wikimetal inclui os álbuns de estúdio ‘Soldiers of Sunrise’, ‘Theatre of Fate’, ‘Evolution’ e ‘Vipera Sapiens’, além do CD/DVD ao vivo ‘To Live Again – VIPER Live in São Paulo’.

As gravações que deram origem ao EP ‘Vipera Sapiens’ foram as mesmas que deram origem ao álbum ‘Evolution’. O VIPER gravou a bateria no Union Studios, em Munique, as guitarras, baixo e vocais no Tommy Newton Studio, em Hannover, e a mixagem foi no Chateau du Pope, em Hamburgo.

“O ‘Vipera Sapiens’ não apenas um apêndice do ‘Evolution’, mas uma espécie de irmão mais novo. Sim, porque ao chegar na Alemanha e discutir o assunto com o produtor Charlie Bauerfeind, descobrimos que seria demais colocar 15 músicas em um álbum só. De qualquer maneira, fomos em frente e gravamos todas com os mesmos instrumentos, a mesma vontade, a mesma emoção”, afirma Machado.

E como decidir quais entrariam no ‘Evolution’ e quais seriam lançadas depois, no ‘Vipera Sapiens’? “Foi uma escolha difícil. Não, não escolhemos as melhores para o ‘Evolution’ e as piores para o ‘Vipera Sapiens’ – até porque todas as músicas eram excelentes. Era, no entanto, preciso haver um equilíbrio, porque, segundo o Charlie, seria péssimo para a carreira da banda fazer dois lançamentos com qualidade diferente”, afirma o guitarrista.

As canções do ‘Vipera Sapiens’

‘Acid Heart’, uma das melhores do repertório, foi escolhida para abrir o EP, mesmo embora tenha sido composta na mesma leva de ‘Rebel Maniac’ e ‘Pictures of Hate’, que acabaram no ‘Evolution’. A banda também escolheu uma do Yves para o ‘Evolution’ (‘Dead Light’), outra para o ‘Vipera Sapiens’, ‘Silent Enemy’.

‘Crime’ é uma das canções com mais histórias da carreira do Viper. Composta pelo Pit e o Yves, ela não tem muito a ver com o resto do repertório. Mas a banda sempre teve um carinho especial por ela. Foi composta ainda na época do Andre Matos, e há inclusive versões ao vivo cantadas por ele. Chegaram a gravá-la durante as sessões do álbum ‘Theatre of Fate’, mas o produtor Roy Rowland achou que ela destoava muito do resto do repertório e ‘Crime’ foi deixada de lado. Acabaram resgatando a canção para entrar no ‘Evolution’, mas ela também era tão diferente do resto que foi parar no ‘Vipera Sapiens’.

Gravaram também uma versão diferente para a música ‘Wasted’, por sugestão do produtor Charlie Bauerfeind. Ele achava que ‘Wasted’ poderia ser um single, mas era muito longa: então a banda fez uma versão mais curta e batizou de ‘Wasted Again’.

Além de uma versão apenas acústica de ‘The Spreading Soul’, ‘Vipera Sapiens’ tem também outra composição incrível do Pit Passarell: ‘Killing World’. Acabou não entrando no ‘Evolution’ porque o Pit gravou o vocal dela sozinho, em Hamburgo, durante as sessões de mixagem.

O álbum termina com uma música instrumental chamada ‘Amaury’. É apenas uma vinheta de um minuto, mas que traz uma amostra da felicidade e do bom humor de quatro garotos que estavam prestes a realizar seu sonho e gravar no exterior pela primeira vez.

VIPER
VIPERA SAPIENS

1. Acid Heart (3:17)
2. Silent Enemy (3:59)
3. Crime (4:07)
4. Wasted Again (3:22)
5. Killing World (3:29)
6. The Spreading Soul – Acoustic Version (4:48)

BONUS TRACKS

7. Wasted – DEMO (4:33)
8. Pictures of Hate – DEMO (4:27)
9. Dance of Madness – DEMO (4:34)
10. The Spreading Soul – DEMO (4:24)
11. Acid Heart – DEMO (3:04)
12. Silent Enemy – DEMO (3:47)
13. Crime – DEMO (3:53)
14. Killing World – DEMO (3:07)
15. Amaury – DEMO (1:00)

Links relacionados:
https://www.facebook.com/viperbrazil/
http://wikimetalstore.com.br/produto.php?prod=143