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Redstain lança ‘Let The Blood Prevail’ e amplia discurso crítico

Crédito: Divulgação

A banda paulistana Redstain apresenta o novo álbum, “Let The Blood Prevail”, que conta com sete faixas e reforça a sua identidade no thrash metal. O título surgiu a partir de “War on Putin”, uma das inéditas do repertório, e funciona como um manifesto crítico sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia. A proposta do grupo formado por Eduardo Campos (vocal), Adriano Gattaz (guitarra), Guilherme Cerqueira (guitarra), Caio Brasil (baixo) e Sebastian Velásquez (bateria) amplia o tema para uma reflexão sobre a atuação de líderes mundiais que colocam interesses pessoais acima da vida da população. “É este conceito que conduz ‘Let The Blood Prevail’, um trabalho que aborda abusos de poder, conflitos cotidianos e a resistência do indivíduo diante de estruturas maiores”, explica Eduardo Campos.

O material foi gravado no estúdio Dual Noise (SP), com mixagem e masterização a cargo de Rogerio Wecko. Além de “War on Putin”, o sucessor de “Under Control” (2024) traz mais três composições inéditas: “Titan Slayer”, “Scream of Agenor” e “Blindspots”. O repertório também traz novas versões de “Futebol and Violence”, “Hunt You Down” e “No More Chance to Break”, originalmente lançadas no EP de estreia, “Hunt You Down” (2022), refletindo a evolução musical e a maturidade alcançada pela formação atual.

A faixa “Scream of Agenor”, lançada como single e lyric video, é baseada em uma história real. “Agenor era um morador de rua que vivia em frente ao colégio de um dos integrantes da banda. Uma figura aparentemente simpática, adorada pelas crianças, dava biscoito aos alunos na saída da aula. No fundo, escondia uma história sombria: havia matado a esposa a facadas. “A faixa ‘Scream of Agenor’ mergulha nessa dualidade humana: o invisível para a sociedade que carrega uma sombra; o gentil e o monstruoso convivendo no mesmo corpo”, detalha o vocalista. “Ela traz, inclusive, trechos em português que ancoram a narrativa na realidade urbana paulistana e amplificam o desconforto: o personagem está nas ruas que todo mundo cruza, todos os dias, sem ver”, completa.

Confira o lyric video de “Scream of Agenor” em https://youtu.be/c2fBSVC6UH4

Tracklist:
01. Blindspot
02. Scream of Agenor
03. Futebol & Violence (regravação)
04. Titan Slayer
05. Hunt You Down (regravação)
06. War on Putin
07. No More Chance (regravação)

Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/7GEVtnkL8OMWrlpPWSqrwd

Mídias sociais e plataformas de streaming: https://linktr.ee/redstainoficial

E-mail: redstain.banda@gmail.com

Jarakillers avança na produção de novo álbum e divulga imagens de show no Manaus Rock Festival

Os thrashers amazônicos da Jarakillers seguem em ritmo intenso com as gravações de seu aguardado novo álbum, “Supreme Consortium”. Após o impacto de “The Prophecy” (2022), a banda promete ampliar ainda mais sua identidade sonora com um trabalho mais pesado, técnico, agressivo e carregado de críticas sociais.

As gravações acontecem no Dual Noise Studio, sob produção de Rogério Wecko, responsável também pela poderosa mixagem do álbum anterior. Mantendo sua essência, o grupo aposta em riffs cortantes, vocais intensos e letras que abordam caos político, opressão institucional e o colapso social contemporâneo.

A banda também confirmou o retorno do baixista Jayth Chaves, músico que participou dos álbuns “Macabre Tales” e “Still Macabre”. Sua volta reforça ainda mais a identidade sonora do grupo neste novo momento.

Jayth esteve recentemente em São Paulo acompanhando as gravações no Dual Noise, novamente ao lado de Rogério Wecko, em uma produção que promete elevar o nível técnico e artístico do novo disco.

Embora “Supreme Consortium” ainda não tenha sua tracklist oficial divulgada, a proposta do álbum já começa a ganhar forma através de músicas como “Occlusion”, “Vultures in Black” e “Ship of Smoke”, apresentadas anteriormente em versões demo e performances ao vivo. O novo trabalho deve aprofundar temas ligados à censura, manipulação de massas, distorções institucionais e decadência social.

Mais novidades sobre o lançamento serão anunciadas em breve.

No último dia 18 de abril, a Jarakillers se apresentou “em casa”, no tradicional Manaus Rock Festival, e divulgou imagens do show nas redes sociais. Confira:

Recentemente, a banda também recebeu elogios do crítico musical Regis Tadeu, que comentou de forma bastante positiva sobre a faixa “Tupinambás”:

Outro vídeo divulgado pelo grupo mostra imagens da apresentação realizada na Norte Expo Tattoo 2026, que aconteceu entre os dias 1º e 3 de maio:

Formado em Manaus, em 2001, o Jarakillers aposta em um thrash metal visceral, veloz e pesado, incorporando referências à cultura amazônica em sua identidade. O próprio nome da banda é inspirado no peixe jaraqui, um dos símbolos gastronômicos e culturais mais tradicionais da Amazônia, reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Amazonas.

Na discografia da banda estão os álbuns “Macabres Tales of Dark River” (2016), “Still Macabre” (2017) e “The Prophecy” (2022).

Atualmente, a formação do Jarakillers conta com Kimo (vocais), Carlos Motta, conhecido como “Diabo Louro” (guitarra), Mateus Soares Neto (guitarra), Jayth Chaves (baixo) e Andrio Dias (bateria).

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Andralls revela todos os detalhes do novo álbum, ‘Universal Collapse’

Crédito: Maíra Nakahara | @niponik

Sétimo álbum de estúdio da banda de thrash metal foi gravado no estúdio Dual Noise

A banda de thrash metal Andralls, atualmente formada por Alex Coelho (vocal e guitarra), Guilherme Goto (guitarra), Renato Carvalho (baixo) e Alexandre “Xandão” Brito (bateria), irá lançar em formato físico e digital o sétimo álbum completo, “Universal Collapse”, no dia 25 de maio. A versão física nacional sairá pela Marquee Records com slipcase e terá o cover “Beber Até Morrer”, clássico do Ratos de Porão – na Europa, a MDD Records fará o lançamento em meados de junho.

Com arte da capa a cargo do tatuador Edu Nascimentto, o material foi gravado, mixado e masterizado no Dual Noise Estúdio pelo produtor Rogerio Wecko. “Usamos nossa própria sala de ensaio no Dual Noise para fazer a captação da bateria. As guitarras, por sua vez, foram gravadas usando amplificadores de verdade para ter a naturalidade de um som ao vivo. O processo de gravação durou aproximadamente um mês e meio e foi feito com calma para chegarmos ao som que queríamos mostrar nesse álbum, já que estamos estreando a formação nova em quarteto novamente”, detalhou Alexandre “Xandão” Brito, que dividiu a produção com Wecko.

Todas as letras foram basicamente escritas por Xandão e muitas são experiências pessoais. “Tem muita coisa pessoal da minha vida e da caminhada para chegar vivo até aqui; uma das faixas aborda a experiência que tive de quase morte depois de tomar uma facada. Além disso, tem muita crítica ao sistema falido que vivemos, além de outros temas, seja atacando as religiões protestantes ou falando sobre a completa destruição do planeta Terra com o desmatamento das florestas, poluição de rios e mares”, explicou o baterista.

Já o título, “Universal Collapse”, veio de forma natural, segundo relata Xandão: “No final do processo de escrever as letras parei e fiquei analisando. Então, percebi que tudo estava rumando para um verdadeiro colapso de ideias! Nós queríamos um nome que fosse fácil de falar em todas as línguas e pesquisando percebi que ‘Universal’ e ‘Colapso’ são palavras meio que universais e aí pintou essa ideia”, contou.

Repertório – “Universal Collapse”:
01 – Cross of Shame
02 – How Many Lives I Need To Die
03 – Escape from the Traps
04 – Dead Consumers
05 – Call Me Madness
06 – Masters of the Lie
07 – Laws of the Universe
08 – The Body Is Here but I’m Gone (instrumental)
09 – Universal Collapse
10 – Blood Fire Revenge
11 – Beber Até Morrer (Ratos de Porão Cover)

“Quem nos acompanha sabe que terá o velho ‘fasthrash’, mas pode esperar, além de muito thrash metal, pitadas de death metal, hardcore e punk, assim como coisas melódicas que não fazíamos há tempos. Isso se deve bastante ao Guilherme Goto que, inclusive, compôs uma música que decidimos usar como tema instrumental antes da faixa-título. Regravamos também os dois últimos singles que havíamos lançado nesses últimos três anos e que ficou com uma cara nova bem legal e diferente”, revelou Xandão.

Na sequência do lançamento, o Andralls partirá para mais uma turnê pela Europa. “Como estamos indo para a Europa na sequência do lançamento, iremos deixar para captar imagens durante a tour e aí lançar um videoclipe oficial”, concluiu o baterista.

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Andralls se prepara para gravar seu sétimo álbum

Crédito: Maíra Nakahara | @niponik

Material será gravado no estúdio Dual Noise e será o primeiro com a formação atual

A banda de thrash metal Andralls, atualmente formada por Alex Coelho (vocal e guitarra), Guilherme Goto (guitarra), Renato Carvalho (baixo) e Alexandre “Xandão” Brito (bateria), está pronta para entrar em estúdio para iniciar as gravações do tão aguardado sétimo álbum completo. Com um total de dez faixas, contando ainda com a inclusão de um cover, o material será gravado no Dual Noise Estúdio, considerado o verdadeiro QG do grupo. “Decidimos gravar no Dual Noise pois é lá que fica o nosso QG. Como o produtor Rogerio Wecko conhece muito bem a banda e já fizemos várias pré-produções por lá, acreditamos que iremos conseguir tirar o som que temos em mente para esse novo álbum”, declarou Xandão Brito.

O álbum será distribuído no Brasil pela Distro Rock Records, uma gravadora que já mantém uma longa parceria com o Andralls. Já na Europa, a responsabilidade ficará por conta da gravadora alemã MDD, responsável pelo lançamento de “Bleeding For Thrash”. Já a arte da capa ficará a cargo do tatuador Edu Nascimento, um parceiro de longa data da banda.

“Detalhes como o nome do álbum, a arte da capa e a lista de faixas serão divulgados em breve, mas estamos muito empolgados com o novo material e este será nosso álbum mais visceral! A chegada do Renato Carvalho e do Guilherme Goto deram um puta gás na banda e a ajuda deles nas composições exaltou ainda mais o que eu e Alex estávamos fazendo”, revelou o baterista.

Além disso, no final do ano passado, a gravadora Marquee Records presenteou os fãs com o álbum ao vivo “Live Against”. Gravado no Red Star Studios em fevereiro de 2023, celebra os 20 anos do lançamento de “Force Against Mind” quando a banda tocou o álbum na íntegra, juntamente com outras faixas selecionadas e bônus exclusivos para os fãs mais ardorosos.

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Venomous apresenta versão de clássico do Angra

“Nothing to Say” traz participações de Fernanda Lira (Nervosa), May Puertas (Torture Squad) e Guilherme Mateus (Bruno Sutter)

Antes de soltar o novo single, “Black Embrace”, agendado para o dia 16 de maio, o Venomous apresenta uma versão de “Nothing to Say”, faixa de abertura do clássico “Holy Land”, lançado em 1996 pelo Angra. Além de a versão trazer a personalidade do death metal melódico da banda paulistana, ela contou com a participação das vocalistas May Puertas (Torture Squad) e Fernanda Lira (Nervosa) e do guitarrista Guilherme Mateus (Bruno Sutter). “Tive um momento muito especial com o Angra quando cantei com eles em São Paulo. Assim, fiquei muito feliz com a ideia do Venomous em poder registrar uma homenagem unindo forças com minha amiga guerreira Fernanda Lira. Trabalhamos melodias e harmonias de vozes desafiadoras e essa versão vai surpreender tanto os fãs de metal extremo quanto de heavy metal. Uma união de dois mundos em uma música tão emblemática”, comentou May Puertas, do Torture Squad.

Veja o vídeo produzido por Caike Scheffer, que traz cenas das gravações ocorridas no estúdio Dual Noise (SP) ao lado do produtor Rogério Wecko, em https://youtu.be/filA-OWMJ1c

Em seu álbum de estreia, “Defiant”, o Venomous trouxe a faixa “Green Hell”, que tem inspiração em ritmos brasileiros e ganhou um vídeo ao vivo recentemente (veja em https://youtu.be/5b8CbUQPOHo). “Ela fala sobre a colonização portuguesa no Brasil e de como nos foi deixada uma herança de sangue, onde a velha oligarquia ainda impera e na qual os governos caem, mas ainda somos dominados pelo ouro”, explicou o vocalista Tigas Pereira.

O guitarrista Ivan Landrgraf revela que os trabalhos sempre terão uma faixa com passagens de música regional brasileira, que, em sentido amplo, os aproxima do trabalho desenvolvido pelo Angra, Sepultura e Overdose. “Sendo um fã do Angra desde a infância, para mim é uma emoção muito grande gravar uma versão de uma música tão icônica, mas com a nossa cara e com participações de peso. As vozes destruidoras da Fernanda e da May, e o trabalho com meu grande amigo e super guitarrista Guilherme Mateus, fizeram esta gravação totalmente diferente de tudo o que já havia experimentado.”

Já o guitarrista Gui Calegari aponta para as conexões e relembra a criação original da música. “Essa música que, segundo o guitarrista Kiko Loureiro, hoje no Megadeth, era baseada num samba com dois bumbos, em uma ideia trazida pelo baterista Ricardo Confessori, também teve uma versão da banda pernambucana Cangaço”, observou. “A ideia desse projeto surgiu quando decidimos lançar um single antecipando o álbum novo, e queríamos que viesse acompanhado de alguma versão. Quando Calegari sugeriu esta música não tivemos dúvidas. Era um grande desafio que estávamos dispostos a encarar, e ficamos extremamente felizes com o resultado”, concluiu Landgraf.

Site relacionado: https://www.facebook.com/venomousoficial/
Contato para shows: venomousoficial@gmail.com
Nota na ASE Music: https://is.gd/ELDU14