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Doze Horas de Fogo: O Monsters of Rock 2026 Prova que o Rock Ainda É o Rei

Texto: Thiago Tavares
Fotos: Ricardo Matsukawa/Mercury Concertes/Guns N’Roses

São Paulo tem uma relação particular com o rock pesado. Não é uma relação de admiração distante, do tipo que se observa de camarote com uma taça na mão. É uma relação visceral, suada, de quem acorda cedo no dia do show, enfrenta fila, atravessa a cidade inteira, compra uma água por dez reais sem reclamar muito e abre um sorriso largo quando as primeiras notas explodem no ar. É uma cidade que não vai ao show — ela vive o show.

E foi exatamente esse espírito que tomou conta do Allianz Parque no último dia 4 de abril de 2026. Antes mesmo de o relógio marcar 11h30, já havia gente de camiseta preta aglomerada nos arredores do estádio do Palmeiras, balançando a cabeça para o som que vazava dos testes de som, trocando histórias de shows passados, exibindo com orgulho as camisetas de edições anteriores do próprio Monsters. Havia veteranos que estiveram na estreia do festival no Brasil, em 1994, no Pacaembu — naquela que foi uma das noites fundadoras do rock pesado no país, com Kiss, Black Sabbath e Slayer num mesmo palco. E havia jovens de vinte e poucos anos que sequer tinham nascido naquele dia, mas carregavam nas costas a mesma fome de rock que move esse público há décadas.

Esse é o Monsters of Rock: um festival que não pertence a uma geração. Pertence a uma atitude.

Criado em 1980 na Inglaterra, o evento sempre se recusou a ser apenas mais um festival de verão. Desde o início, sua proposta era clara: reunir o melhor do hard rock e do heavy metal num único dia, sem concessões ao modismo, sem vergonha de ser grande e barulhento. Ao longo dos anos, o festival atravessou o Atlântico, chegou ao Brasil em 1994 e se tornou um dos eventos mais aguardados da cena nacional. Edições marcantes foram protagonizadas por Ozzy Osbourne, Iron Maiden, Motörhead, Judas Priest, Megadeth, Scorpions e Deep Purple, entre tantos outros titãs que pisaram nessas terras sob a bandeira do Monsters.

A nona edição brasileira do festival chegou carregando o peso dessa história e, ao mesmo tempo, a responsabilidade de mostrar que o gênero não está preso ao passado. O lineup foi construído com essa dualidade em mente: de um lado, bandas que ajudaram a escrever os capítulos mais importantes do rock nas últimas cinco décadas; do outro, nomes que estão escrevendo os próximos. E o resultado, ao fim de quase doze horas de música, foi uma festa que justificou cada centavo gasto, cada hora de deslocamento, cada grito entalado na garganta desde a manhã.

O Allianz Parque não é um local fácil de dominar. Com capacidade para dezenas de milhares de pessoas, o estádio tem o tamanho certo para intimidar quem não está preparado. Neste sábado, nenhuma das sete atrações se intimidou.

Jayler: Quando o Futuro Chega Cedo
A primeira banda a pisar no palco foi o Jayler, quarteto inglês oriundo de West Midlands que a crítica especializada tem apontado como uma das apostas mais sólidas do rock contemporâneo. Com apenas um EP e um álbum de estreia às vésperas do lançamento, os rapazes tinham muito a provar — e provaram.

O vocalista James Bartholomew foi a revelação imediata do dia. Com uma voz que carrega a densidade e a urgência dos grandes cantores do rock clássico, o jovem conduziu o set com uma maturidade que não combina com a pouca idade. O grupo mesclou faixas do EP A Piece In Our Time com canções inéditas do disco Voices Unheard, previsto para maio, e conquistou gradualmente uma plateia ainda em processo de chegada ao estádio. Quem estava lá desde o início saiu satisfeito — e com o nome do Jayler anotado na memória.

Dirty Honey: Hard Rock com Sangue nas Veias

O segundo slot do dia coube ao Dirty Honey, banda americana que se tornou um dos porta-estandartes da nova geração do hard rock ao misturar o peso dos anos 80 com a urgência do presente. Com foco no disco Can’t Find The Brakes, o grupo entrou em cena com energia total e não desacelerou por 45 minutos.

O vocalista Marc LaBelle foi o coração pulsante do show. Além de uma performance vocal segura e potente, LaBelle demonstrou um carisma raro, descendo à plateia em determinado momento e transformando o estádio num espaço menor, mais íntimo, mais humano. Singles como “When I’m Gone” e “California Dreamin'” animaram quem já conhecia o trabalho da banda; para quem era estreante, o show funcionou como um convite irrecusável ao universo do grupo.


Yngwie Malmsteen: O Gênio e Seus Limites de Palco

A chegada de Yngwie J. Malmsteen ao palco foi recebida com entusiasmo pelos conhecedores do metal neoclássico — subgênero que o sueco ajudou a definir nos anos 80, ao unir a velocidade do heavy metal à estrutura harmônica da música erudita. Tecnicamente, o guitarrista continua sendo um fenômeno: seu domínio do instrumento não tem paralelo fácil no rock mundial.

No entanto, a apresentação encontrou algumas barreiras difíceis de ignorar. A ausência de um vocalista dedicado — com o tecladista Nick Marino dividindo o microfone — e a predominância de números instrumentais ao longo do set criaram um distanciamento entre o músico e boa parte do público, ainda em fase de chegada ao estádio. O ponto mais alto da apresentação foi a execução de “Far Beyond The Sun”, composição que resume tudo o que torna Malmsteen único. Para os iniciados, foi um presente. Para os demais, uma aula que faltou contexto para ser plenamente compreendida.


Halestorm: A Revelação da Tarde

Se havia uma banda capaz de surpreender até os mais céticos no Monsters of Rock 2026, essa banda era o Halestorm. Com a última passagem pelo Brasil datando de 2016, o quarteto liderado pelos irmãos Lzzy Hale e Arejay Hale voltou transformado — mais experiente, mais afiado e com um novo álbum, Everest, para apresentar ao público brasileiro.

A abertura com “Fallen Star” deu o tom: o show seria intenso, técnico e emocionalmente arrebatador. “Love Bites (So Do I)” — faixa premiada com um Grammy de Melhor Performance de Hard Rock/Metal em 2013 — transformou o Allianz numa arena de cantos coletivos. Em “Like A Woman Can”, Lzzy Hale assumiu também o teclado, reforçando uma versatilidade que vai muito além da voz poderosa que a tornou conhecida.

E que voz. Com drives e rasgados que pouquíssimos vocalistas no mundo conseguem executar ao vivo, Lzzy dominou o palco com uma presença que não pede espaço — ela simplesmente toma. “I Miss The Misery”, “Freak Like Me” e “I Get Off” encerraram o set numa crescente de adrenalina. O consenso entre a plateia foi unânime: Lzzy Hale foi a melhor vocalista da noite — e o Halestorm, possivelmente, a apresentação mais completa do festival.

Extreme: Chuva, Emoção e o Poder de uma Balada

A chuva que decidiu aparecer no fim da tarde não intimidou nem os músicos do Extreme nem o público que os aguardava. Gary Cherone e Nuno Bettencourt subiram ao palco molhado e entregaram uma hora de show que equilibrou virtuosismo técnico, repertório clássico e momentos de pura emoção coletiva.

Bettencourt segue sendo um dos guitarristas mais completos de sua geração — preciso nos riffs, brilhante nos solos, sempre a serviço da música sem jamais perder o senso de espetáculo. Cherone correspondeu com uma performance vocal vigorosa e uma energia de palco que desmentiu qualquer marca do tempo. O percurso pelos clássicos — “Decadence Dance”, “Get The Funk Out”, “Play With Me” — foi pontuado por faixas do recente álbum (Six), demonstrando que a banda não vive apenas da nostalgia.

Mas foi “More Than Words” que parou o tempo. Com dezenas de milhares de vozes cantando juntas no silêncio entre os versos, aquele momento sintetizou o que torna os grandes festivais de rock algo além de um simples show: são rituais coletivos, e o Extreme conduziu esse ritual com maestria.

Lynyrd Skynyrd: 90 Minutos de História Viva

Com 90 minutos de palco — generosidade raramente vista para uma banda de abertura do headliner —, o Lynyrd Skynyrd entregou aquela que muitos presentes classificaram como a melhor apresentação do dia. Sob o comando de Johnny Van Zant, a lendária banda de Jacksonville demonstrou que sua relevância não é apenas histórica: é presente, pulsante e genuína.

O set foi uma imersão no melhor do southern rock — “Workin’ For MCA”, “What’s Your Name”, “Call Me The Breeze”, “Gimme Back My Bullets”, “Simple Man” — executados com uma qualidade sonora impecável e uma intensidade emocional que não se ensaia. As tradicionais homenagens aos fundadores falecidos Ronnie Van Zant e Gary Rossington tocaram fundo até em quem não era fã de longa data. Continuar existindo, tocar ao vivo e honrar os mortos enquanto se celebra a vida: o Lynyrd Skynyrd faz isso melhor do que qualquer outra banda do planeta.

Guns N’ Roses: A Banda Mais Perigosa do Mundo Fecha o Dia em Grande Estilo

Quando as luzes do Allianz Parque se apagaram para o headliner, o ar mudou. Aquela tensão que antecede os grandes momentos — familiar a qualquer um que já esperou por um show que importa de verdade — tomou conta do estádio. E então veio “Welcome To The Jungle”, e setenta mil pessoas explodiram num grito só.

O Guns N’ Roses não precisa mais provar nada a ninguém. Mas provou mesmo assim, por mais de duas horas e meia, que continua sendo uma das forças mais irresistíveis do rock mundial. A surpresa logo na segunda música — “Slither”, do Velvet Revolver — indicou que a banda não viria apenas para cumprir protocolo. E não veio.

O repertório da noite trouxe de volta “Bad Apples”, ausente dos palcos desde a turnê do Use Your Illusion nos anos 90, e “Dead Horses”, igualmente rara nas setlists recentes. Uma versão de “Junior’s Eyes”, do Black Sabbath, homenageou a trajetória de Ozzy Osbourne de forma discreta e poderosa. Os clássicos incontornáveis — “It’s So Easy”, “Mr. Brownstone”, “You Could Be Mine”, “Civil War”, “November Rain”, “Sweet Child O’ Mine” — foram executados com a precisão e a grandiosidade que se espera, enquanto “Estranged” ganhou os tradicionais balões de golfinhos flutuando sobre a plateia em delírio.

Axl Rose, aos 64 anos, entregou uma performance fisicamente impressionante: correu pelo palco, dançou, gesticulou, reviveu trejeitos de décadas atrás com uma energia que contradiz qualquer prognóstico sobre seu suposto declínio. Vocalmente, os graves e médios seguem preservados com qualidade; os agudos históricos de sua juventude recorrem ao falsete, o que ao vivo, no contexto da emoção e do volume, passa com naturalidade para a grande maioria da plateia. E quando setenta mil pessoas cantam cada verso junto, a questão técnica torna-se, honestamente, irrelevante.

Slash foi o grande protagonista instrumental: compenetrado, inspirado, com solos que cruzam a fronteira entre técnica e poesia. Momentos como o riff de “Voodoo Child” de Jimi Hendrix entrelaçado ao final de “Civil War” lembraram o porquê de ele ser considerado um dos maiores guitarristas da história do rock. Duff McKagan segurou a base com a firmeza e a presença de sempre, e o baterista Isaac Carpenter confirmou, mais uma vez, ser a escolha perfeita para a posição que ocupa.

Às 23h05, “Paradise City” fechou a noite. Confetes no ar, gritos de satisfação, o cansaço bom de quem viveu algo que vale a pena lembrar.


Um festival da envergadura do Monsters of Rock merece, além dos elogios, uma análise honesta dos pontos que ainda têm espaço para evolução. O primeiro deles é o mais sentido no bolso: um copo d’água por R$ 10, uma latinha de refrigerante por R$ 14 e uma pequena porção de salgado por R$ 28 são valores que extrapolam qualquer justificativa razoável — sobretudo num evento de quase doze horas em que o consumo mínimo é inevitável. O público que já desembolsou quantias consideráveis nos ingressos não deveria ser submetido a uma segunda sangria dentro do estádio; uma política de preços mais justa, ou ao menos a liberação de entrada com garrafas d’água lacradas, seria um gesto elementar de respeito ao fã.

A dupla de apresentadores — o experiente Walcir, da Woodstock Discos, e o americano Eddie Trunk — também ficou aquém do potencial que a combinação sugeria: as transições entre as atrações foram breves e frias, sem interação real entre os dois, sem curiosidades sobre as bandas, sem dinâmicas com o público. Figuras com a trajetória que ambos carregam tinham material de sobra para enriquecer as pausas entre os shows e criar uma experiência mais envolvente.

Outra ausência que vale registrar é a de representação nacional no lineup: com raras exceções ao longo de sua história no Brasil, o Monsters of Rock tem privilegiado quase exclusivamente atrações internacionais, e o rock brasileiro tem nomes capazes de ocupar esse espaço com dignidade.

Por fim, relatos de longas filas nas catracas e pontos de checagem no início da tarde indicam que a logística de acesso ao estádio ainda carece de aprimoramento — numa programação que começa cedo, cada minuto perdido na fila é um minuto de show que alguém deixa de ver.

Feitas as ressalvas, o saldo do Monsters of Rock 2026 é amplamente positivo. O festival provou, mais uma vez, que o rock — com toda a sua história, suas contradições, seus excessos e sua beleza — ainda importa, ainda emociona, ainda arrasta multidões de madrugada para casa com a voz rouca e o coração cheio. Sete bandas, quase doze horas, um estádio que não parou de vibrar: é difícil pedir mais do que isso. Que venha a décima edição.

O Ponto Zero agradece a Catto Comunicação e a Mercury Concerts pela oportunidade de fazer a cobertura deste festival. Muito obrigado mesmo!

Show do Guns N’ Roses na Arena Opus terá serviço de transfer com embarques em diversos pontos de Florianópolis e região

Evento acontece no dia 21 de outubro e marca a estreia da nova tour da banda pelo Brasil

Serviço e ingressos à venda em uhuu.com

Para oferecer ainda mais comodidade e segurança ao público, a Opus Entretenimento firmou parceria com a AS Brasil para disponibilizar o transporte oficial do aguardado show de estreia da nova turnê do Guns N’ Roses no Brasil, que acontece no dia 21 de outubro, na área externa da Arena Opus, em São Jose (Grande Florianópolis).

O serviço de transfer, de ida e volta, será realizado em veículos executivos climatizados, com saída de pontos estratégicos da capital e região, levando os fãs de todo o país diretamente ao evento.

A iniciativa garante uma alternativa prática, organizada e confortável para quem não quer se preocupar com trânsito ou direção, após a apresentação de uma das maiores bandas de rock do planeta.

Os embarques são realizados em horários fixos e previamente escolhidos, com apoio de equipe especializada e sinalização exclusiva próxima à Arena Opus.

Os horários são os seguintes: 13h30, 15h30 e 17h30.

Mais informações sobre os pontos de embarque:
Ingleses Praia Hotel
Estr. Dom João Becker, 447 – Ingleses Norte, Florianópolis – SC, 88058-600

Mercure Florianópolis Hotel
Rua Admar Gonzaga, 600 – Itacorubi, Florianópolis, SC – CEP: 88034-000 

Havan Palhoça
R. Pref. Ari Wagner, 358 – Centro, Palhoça – SC, 88130-070

Diaudi Hotel
Av. Delamar José da Silva, 262 – Kobrasol, São José – SC, 88102-101 

Novotel Florianópolis
Av. Jorn. Rubéns de Arruda Ramos, Number 2034 – Centro, Florianópolis – SC, 88015-701 

Multi Open Shopping
Rodovia Dr. Antônio Luiz Moura Gonzaga, 3339 – Rio Tavares, Florianópolis, SC – CEP: 88048-301

Favorita Golden Hotel & Eventos
R. São Benedito, 50 – Serraria, São José – SC, 88115-160 

Kennedy Executive Hotel
Rua Maria Bernardina Vaz Borges, s/n – Kobrasol, São José, SC 

Shopping ViaCatarina
Avenida Atílio Pedro Pagani, 270 – Passa Vinte, Palhoça, SC – CEP: 88132-000 

A modalidade shuttle poderá ser realizada tanto em vans, quanto em ônibus. O transporte poderá ocorrer em qualquer um desses veículos. Não é necessário ser hóspede de hotéis ou locais específicos. Eles servem apenas como pontos de encontro.

Um canal no WhatsApp será disponibilizado na semana do evento via e-mail.

Horário de saída para a volta
Os embarques de volta começam logo após o término do show. Os veículos são liberados à medida que forem sendo preenchidos. O último embarque ocorrerá até 1h30 após o fim do evento, com sinalização no local e suporte via WhatsApp. Todos os detalhes, regras de uso e perguntas frequentes estão disponíveis na plataforma oficial de vendas da Uhuu.

Transfer Privativo
Além disso, também há a opção de transfer privativo, com embarque diretamente na residência ou hospedagem, em horário previamente agendado. O transporte é feito em veículos exclusivos, com motoristas executivos treinados para oferecer um atendimento diferenciado e confortável. O suporte é feito via WhatsApp, com o envio das informações do motorista com até 24 horas de antecedência. O agendamento do local e horário deve ser realizado até 72h antes do evento.

Bairros contemplados*:
Coqueiros
Estreito
Abraão
Balneário
Centro (área central da Ilha)
Trindade
Agronômica
Itacorubi
Lagoa da Conceição
Jurerê / Jurerê Internacional
*outros bairros devem ser consultados (valores podem sofrer alterações)

Onde comprar:
As passagens custam a partir de R$120,00 (por pessoa) e estão à venda exclusivamente pelo site uhuu.com. Os ingressos para o show também podem ser adquiridos na mesma plataforma.

A tour Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things
O Guns N’ Roses é uma lenda viva do rock em plena atividade. Reconhecida como uma das bandas americanas mais influentes, intensas e marcantes da história do gênero, o grupo consolidou seu nome com o icônico álbum Appetite for Destruction (1987), uma verdadeira obra-prima que conquistou disco de diamante e entrou para a história como o álbum de estreia mais vendido dos Estados Unidos, além de figurar entre os 11 discos mais vendidos de todos os tempos no país. Décadas depois, a grandiosidade permaneceu: a turnê Not In This Lifetime… (2016–2019) foi consagrada como a 4ª turnê mais lucrativa da história.

Em 1991, o Guns N’ Roses sacudiu o mundo com o potente combo dos álbuns “Use Your Illusion I” e “Use Your Illusion II” (7x platina), que conquistaram imediatamente os dois primeiros lugares da Billboard 200. Com vendas totais de 100 milhões de cópias até hoje, seu catálogo ainda inclui: “G N’ R Lies” (5x platina), “The Spaghetti Incident?” (platina), “Greatest Hits” (5x platina) e “Chinese Democracy” (platina).

Serviço Florianópolis
Opus Entretenimento e Mercury Concerts orgulhosamente apresentam Guns N’ Roses
Data: terça-feira, 21 de outubro de 2025
Local: Arena Opus Open Air (área externa)
Endereço: Rod. SC 281, 4000, São José, SC, 88122001
Horário: 21h (showtime) | 16h (open doors)
Classificação: 16 anos. Menores de 16 anos acompanhados dos pais ou maior responsável.
Modelo da autorização: http://bit.ly/modeloautorizacaomenor, o mesmo deve ser preenchido, assinado pelo responsável  e entregue impresso no acesso ao show (evento). Mediante apresentação do documento de ambos.

Setores:
Premium LOTE 03: a partir de R$ 880,00+ taxas
Pista LOTE 03: a partir de R$ 260,00+ taxas
Camarote LOTE 04: a partir de R$ 650,00+ taxas

Ingresso onlinehttps://uhuu.com/evento/sc/sao-jose/guns-n-roses-14716

Pontos de venda:
A Uhuu é o canal oficial de vendas deste evento. Não nos responsabilizamos por ingressos adquiridos fora dos canais oficiais.

Bilheteira Arena Opus • Sem incidência de Taxa de Serviço
SC-281, nº. 4000, KM 4
Sertão do Maruim • São José • SC
Horário de funcionamento:  segunda a sexta-feira das 13h às 19h e aos sábados das 15h às 18h, exceto aos domingos. Em dias de feriado, consultar pelo telefone (48) 99212-5967.

Formas de Pagamento:
Internet: Pix e Cartões Visa, Master, Diners, Hiper, Elo e American.
Bilheteria: Pix e Cartões Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, American e Banricompras.
Parcelamento no cartão de crédito: até 3x sem juros, de 4x até 12x com juros de 1,99%.

Os ingressos e-Ticket em arquivo .PDF são entregues automaticamente ao e-mail do titular do pedido em até 30 minutos após o recebimento da confirmação de compra. Apresente no acesso do evento. Caso não tenha recebido o e-mail, verifique também sua caixa anti-spam.

Descontos
50% de desconto para Estudantes: Os estudantes terão direito ao benefício da meia-entrada mediante a apresentação da CIE no momento da aquisição do ingresso e na portaria ou na entrada do local de realização do evento. Podendo ser emitida por entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos, mesmo que estas entidades não estejam filiadas a ANPG, UNE e Ubes.

50% de desconto para Idosos (com idade igual ou superior a 60 anos): Conforme a Lei Federal nº 10.741/03 e o Decreto nº 8.537/15 , mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.

50% Jovens Pertencentes à Famílias de Baixa Renda:Lei Federal 12.933/13 e Decreto Federal 8.537/15 – obrigatória apresentação da Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto.

50% de desconto para Pessoas com Deficiência e acompanhantes quando necessário: Conforme a Lei Geral da Meia-Entrada (Decreto nº 8.537/15, que regulamenta a Lei 12.933/13), mediante apresentação do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013. No momento de apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto.PNE (Portadores de Necessidades Especiais) em conformidade com a Lei Municipal nº 11.519, de 18/12/2013.

50% de desconto para Doadores Regulares de Sangue: Conforme a Lei Estadual nº 14.132/2007, mediante apresentação de documento oficial válido, expedido pelos hemocentros e bancos de sangue do Estado de Santa Catarina que comprove a regularidade das doações. O documento é válido por 120 dias, a partir da última doação.

50% Menores de 18 anos: A Lei Estadual nº 12.570/03 A comprovação é realizada mediante apresentação obrigatória de  Documento de Identidade oficial com foto, expedido por órgão público e válido em todo território nacional, comprovando a sua idade, original ou cópia autenticada.

50% Professores da Educação Básica do Estado de Santa Catarina: Conforme Lei Estadual 16.448, de 08 de agosto de 2014, professores habilitados em nível médio ou superior para a docência na educação infantil e nos ensinos fundamental e  médio do Estado de Santa Catarina possuem o benefício da meia-entrada. A comprovação é realizada mediante apresentação obrigatória de comprovante salarial que identifique o órgão e/ou o estabelecimento de ensino empregador, o funcionário e o cargo que ocupa, além de  Documento de Identidade oficial com foto, expedido por órgão público e válido em todo território nacional, original ou cópia autenticada.

O benefício de meia-entrada é assegurado para 40% do total de ingressos disponíveis para cada evento, conforme o Decreto nº 8.537/15.

Outros descontos
50% de desconto para Clube NSC. Válido para assinante e 1 (um) acompanhante, mediante validação de código no App do Clube. Disponível apenas para compras online. Limitado a 300 ingressos.

Atenção:
• Os descontos não são cumulativos, devendo o beneficiário optar pelo desconto de sua preferência, mediante a apresentação de documentos que comprovem o direito.

• Os documentos para validação de descontos deverão ser apresentados no ato da compra e no dia da sessão adquirida, na portaria do evento. Nas compras feitas através da internet, a apresentação do(s) documento(s) de comprovação será exigida no acesso ao evento.

• Caso os documentos necessários não sejam apresentados ou não comprovem a condição do beneficiário no acesso ao evento, será exigido o pagamento da diferença de valor dos mesmos.

Objetos proibidos: cigarro eletrônico; câmeras fotográficas ou filmadoras profissionais, GoPro (ou similares); animais de estimação (exceto cães-guia identificados), cartazes de qualquer tipo; bandeiras e faixas com mastro; guarda-chuvas; bebidas alcoólicas; materiais ou objetos que possam causar ferimentos; armas de fogo ou branca de qualquer espécie; fogos de artifício; copos de vidro ou qualquer outro tipo de embalagem; papel em rolo, jornais e revistas; capacetes de motos ou similares; correntes, cinturões e pingentes; roupas ou acessórios com partes pontiagudas que podem machucar; drogas ilegais, substâncias tóxicas, desodorante, cosmético ou perfume em recipientes com volume superior a 90 ml; materiais destinados à fabricação de bombas ou que possam causar incêndios; lasers, walkie-talkie e drones; pistolas de água, cadeiras, panfletos e adesivos; utensílios de armazenagem; cadeiras ou bancos; bastão para tirar foto; buzinas de ar; mochilas ou bolsas maiores do que 20x30cm; outros objetos que possam causar riscos, dano ou importunação, sujeitos ao critério da produção, segurança e policiamento no local.

Guns N’ Roses Sinfônico – Orquestra Petrobras Sinfônica

Turnê 2022: Orquestra Petrobras Sinfônica apresenta
Guns N’ Roses Sinfônico em São Paulo em 16 de julho

Concerto na capital paulistana acontece no Teatro Bradesco sob a regência do maestro Felipe Prazeres para celebrar os 35 anos de patrocínio da Petrobras, a Orquestra Petrobras Sinfônica coloca o pé na estrada com uma turnê pelas cidades de Brasília, Recife, Vitória, Belo Horizonte, Curitiba e São Paulo.

A programação, que acontece entre maio e julho, apresenta a diversidade de timbres e estilos que já se tornou característica da Orquestra, aproximando o grande público à música clássica.

Em 16 de julho (sábado), a Orquestra Petrobras Sinfônica desembarca em São Paulo para o concerto

Guns N’ Roses Sinfônico, às 21h, no Teatro Bradesco , sob a regência do maestro Felipe Prazeres.“Após um longo período de isolamento social, estamos ansiosos para o reencontro com o público na Turnê 2022. É uma troca essencial para nós, artistas”, conta o maestro Felipe Prazeres. “Durante a pandemia, a Orquestra realizou turnês e diversos concertos online. Foi um grande aprendizado. Mas nada se compara à sensação de estar junto ao público. Estamos muito felizes!”, comemora o maestro Felipe Prazeres.

GUNS N’ ROSES SINFÔNICO
Já imaginou ouvir sucessos como “Welcome to the Jungle”, “Sweet Child O’Mine” e “Patience” com violinos elétricos no lugar dos solos de guitarra?

Guns N’ Roses Sinfônico é a aposta da Orquestra Petrobras Sinfônica no repertório Pop da turnê, e Ricardo Amado, violinista da orquestra, é um dos destaques desse concerto.

Ele investiu tempo e estudo para fazer com que seu violino elétrico atingisse os efeitos das guitarras de Slash, músico do Guns. “A intenção é fazer com que o público sinta a presença dos solos de Slash, acompanhado por uma super orquestra”, revela Ricardo.

No concerto, a Orquestra Petrobras Sinfônica mostra, mais uma vez, que é possível unir música clássica ao pop e rock, e emocionar o público. “Com o concerto dedicado ao Guns N’ Roses, a Orquestra se destaca como pioneira em trazer repertórios únicos, mostrando todo seu potencial. O concerto se transforma em um grande show de rock. O público ficará surpreso com essa apresentação”, adianta Felipe Prazeres.

DEMOCRATIZAÇÃO DA MÚSICA CLÁSSICA
A Orquestra Petrobras Sinfônica tem como uma de suas premissas a democratização da música de concerto para o maior número de pessoas, e vem realizando ações com esse objetivo desde sua fundação. Ainda em 2016, a orquestra incluiu no seu repertório concertos populares com releituras sinfônicas de artistas e bandas como Los Hermanos, Metallica, Pink Floyd, Michael Jackson, Coldplay e, mais recentemente, Guns N’ Roses.

A partir de abril de 2020, a orquestra intensificou a produção de conteúdo online, e identificou a demanda por crescente veiculação de vídeos de seus concertos nas redes sociais, uma nova forma de se relacionar com o seu público, através do digital. Desde então, somou aproximadamente 15 milhões de visualizações e cerca de 90 mil inscritos no YouTube.

Sobre a Orquestra Petrobras Sinfônica Aos 47 anos, a Orquestra Petrobras Sinfônica se consolida como uma das mais conceituadas do país e ocupa um lugar de prestígio entre os maiores conjuntos musicais da América Latina. Criada pelo maestro Armando Prazeres, a orquestra se firmou como um ente cultural que expressa a pluralidade da música brasileira e transita fluentemente por distintos estilos e linguagens. Tem como Diretor Artístico e Maestro Titular Isaac Karabtchevsky, o mais respeitado regente brasileiro e um nome consagrado no panorama internacional.

Site oficial: https://petrobrasinfonica.com.br

Turnê 2022 da Orquestra Petrobras Sinfônica – São Paulo
16 de julho (sábado)
21
h – Guns N’ Roses Sinfônico
Teatro Bradesco (Bourbon Shopping)
Rua Palestra Itália 500 – Loja 263, 3° Piso – Perdizes

Duração: 60 minutos
Classificação: 5 anos. Menores de 14 anos, somente poderão entrar acompanhados dos pais ou responsáveis. Crianças  até 24 meses de idade que ficarem no colo dos pais, não pagam.

Ingressos:
Guns N’ Roses Sinfônico
: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia-entrada)
Desconto de 50% para funcionários da Petrobras na compra de até dois ingressos
Venda online: https://uhuu.com/evento/

QUEM PAGA MEIA

Benefícios garantidos pela Lei Federal nº 12.933/2013, de 26 de dezembro de 2013 e decreto 8.567, de 5 de dezembro de 2015.

– Idosos (com idade igual ou superior a 60 anos)

Conforme a Lei Federal nº 10.741/03 e o Decreto nº 8.537/15, mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.

Estudantes

Os estudantes terão direito ao benefício da meia-entrada mediante a apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) no momento da aquisição do ingresso e na portaria ou na entrada do local de realização do evento.

Obs.: Para os estudantes que solicitaram a CIE pelo site www.documentodoestudante.com.br e ainda aguardam o recebimento da carteira, será aceito o Documento Provisório, que possui validade de 30 dias. O mesmo deve ser apresentado juntamente a um documento de identidade oficial com foto.

Crianças e Jovens de 2 anos até 12 anos

Assim como estudantes matriculados em instituição regular de ensino.

Pessoas com Deficiência e acompanhantes quando necessário

Mediante apresentação do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013.
No momento da apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto.

– Jovens pertencentes a famílias de baixa renda, com idades de 15 a 29 anos
Mediante apresentação da Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto.

Outros benefícios garantidos por legislações regionais

– Profissionais da educação pública ou privada

Diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares do quadro de apoio de escolar estadual e municipal (Lei Estadual SP 15.298/14) e Professores da rede pública estadual e municipal (Lei Estadual SP 14.729/2012). É necessário apresentar documento de identidade oficial com foto e carteira funcional da Secretaria de Educação ou Holerite que comprove a condição

WELCOME TO THE JUNGLE: GUNS N’ ROSES CONFIRMA SHOW EM MANAUS

Banda americana aterrissa em Manaus pela primeira vez para show na Arena da Amazônia

Os fãs manauaras podem comemorar e ir treinando para soltar a voz em “Welcome to the Jungle!” A Fábrica de Eventos e a Mercury Concerts acabam de confirmar a estreia do GUNS N´ROSES em Manaus. Será dia 1º de setembro na Arena Amazônia, apresentação que abre a turnê ”Guns N’ Roses Are F’ N’ Back!” na América do Sul, com14 shows da banda mais “perigosa” do planeta, nove deles no Brasil. E desta vez Axl Rose, Slash e Duff McKagan devem inovar o set list, já que acaba de sair o EP “Hard Skool”. 

A pré-venda exclusiva para o fã-clube começa no dia 11 de maio (quarta-feira), às 8h, no www.baladapp.com.br . As vendas online para o público em geral começam no dia 12 de fevereiro (quinta-feira) às 8h, no www.baladapp.com.br e, presencialmente, nas centrais Oba Ingressos dos shoppings Millenium e Manauara a partir das 10h também dia 12.

Será a 10ª vez que a banda virá ao Brasil, a última foi no São Paulo Trip, em 2017, com ingressos esgotados. A nova turnê do GUNS N´ROSES começará por Manaus (01/09), e seguirá para Recife (04/09), Goiânia (11/09), Belo Horizonte (13/09), Ribeirão Preto (16/09), Florianopolis (18/09), Curitiba (21/09), São Paulo (24/09) e finalizará em Porto Alegre (26/09). De lá, a banda prosseguirá para Buenos Aires (30/09), Montevideo (02/10), Santiago (05/10), Lima (08/10) e Bogotá (11/10). Além dos shows na América do Sul, a banda está confirmada para se apresentar no Rock in Rio (08/09).

Por conta da pandemia, o Guns não faz uma turnê mundial desde 2019, por isso há uma enorme expectativa para o tour ”Guns N’ Roses Are F’ N’ Back!”, que só foi vista nos EUA e marcará essa lendária retomada. Os fãs da banda não perdem por esperar, vai ser uma catarse.

Desde “Chinese Democracy” (2008), a banda californiana não lançava material inédito, e o novo EP “Hard Skool”, que conta com a faixa título e “Absurd”, é só uma amostra. Slash, em recente entrevista, avisou que estão preparando mais uma ou duas músicas, que podem ser incluídas nos shows.

Formado em 1985 na Califórnia (EUA), o Guns ganhou da imprensa o apelido de “the most dangerous band in the world”, por conta do comportamento rebelde e da potência de suas músicas. Era um  novo estilo de rock que surgia, com os riffs poderosos de Slash e a voz inconfundível de Axl Rose. Dois anos depois lançaram o lendário álbum de estreia “Appetite for Destruction“. Em 1988 conquistaram o mundo com a faixa “Sweet Child O’ Mine,” que ficou em primeiro lugar na Billboard em 1º de setembro daquele ano – o álbum vendeu 30 milhões de cópias. Em 1988 lançaram “G N’ R Lies”. Em 1991 vieram dois discos simultaneamente “Use Your Illusion I”  e “Use Your Illusion II”, que foram para topo da Billboard, vendendo cerca de 35 milhões de cópias, e rendendo  uma turnê que durou três anos, que passou inclusive pelo Brasil. Já “The Spaghetti Incident?, trabalho de covers, foi feito em 1993. Da formação original, Axl Rose, Slash e Duff McKagan, juntos há 37 anos, contam agora com os reforços do guitarrista Richard Fortus, o baterista Frank Ferrer e os tecladistas Dizzy Reed e Melissa Reese.

PROGRAME-SE

01/09/2022 – MANAUS (AM) – ARENA AMAZÔNIA
04/09/2022 – RECIFE (PE) – Estádio dos Arrudas
11/09/2022 – GOIÂNIA (GO) – Estádio Serra Dourada
13/09/2022 – BELO HORIZONTE (MG) – Mineirão
16/09/2022 – RIBEIRÃO PRETO (SP) – Arena Eurobike
18/09/2022 – FLORIANÓPOLIS (SC) – Hard Rock Live
21/09/2022 – CURITIBA (PR) – Pedreira Paulo Leminski
24/09/2022 – SÃO PAULO (SP) – Allianz Parque
26/09/2022 – PORTO ALEGRE (RS) – Arena do Grêmio
30/09/2022 – BUENOS AIRES (ARGENTINA) – Estádio River Plate
02/10/2022 – MONTEVIDEO (URUGUAI) – Estádio Centenário
05/10/2022 – SANTIAGO (CHILE) – Estádio Nacional
08/10/2022 – LIMA (PERU) – Estádio San Marcos
11/10/2022 – BOGOTÁ (COLÔMBIA) – Estádio Nemesio Camacho El Campim

SERVIÇO MANAUSS
Data: 1º. de setembro de 2022 (quinta-feira)
Local: Arena Amazonia
Endereço: Avenida Constantino Nery, 5001 – Flores, Manaus
Abertura dos portões: 16h
Horário show do Guns n´Roses: 21h
Classificação Etária: 14 anos. Menores de 14 anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informações sujeitas à alteração, conforme decisão judicial.

INFORMAÇÕES DE VENDAS

Preços
– Cadeira Superior: R$ 230,00
– Cadeira Inferior: R$ 280,00
– Gramado: R$ 480,00
– Front Stage: R$ 680,00
– Camarote Premium (Arena): R$ 1.000,00 (por pessoa);
– Camarote Extra VIP: R$ 1.500,00

Abertura de vendas pela Internet:
Pré-Venda Fã Clube
Dia 11 de maio (quarta-Feira), às 8h no  www.baladapp.com.br
Venda ao público em geral:
Online
Dia 12 de maio (quinta-feira), às 8h no www.baladapp.com.br

E na Oba Ingressos dos shoppings Millenium e Manauara a partir das 10h

Uma Tour Mercury Concerts
Realização Fábrica Eventos