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Doze Horas de Fogo: O Monsters of Rock 2026 Prova que o Rock Ainda É o Rei

Texto: Thiago Tavares
Fotos: Ricardo Matsukawa/Mercury Concertes/Guns N’Roses

São Paulo tem uma relação particular com o rock pesado. Não é uma relação de admiração distante, do tipo que se observa de camarote com uma taça na mão. É uma relação visceral, suada, de quem acorda cedo no dia do show, enfrenta fila, atravessa a cidade inteira, compra uma água por dez reais sem reclamar muito e abre um sorriso largo quando as primeiras notas explodem no ar. É uma cidade que não vai ao show — ela vive o show.

E foi exatamente esse espírito que tomou conta do Allianz Parque no último dia 4 de abril de 2026. Antes mesmo de o relógio marcar 11h30, já havia gente de camiseta preta aglomerada nos arredores do estádio do Palmeiras, balançando a cabeça para o som que vazava dos testes de som, trocando histórias de shows passados, exibindo com orgulho as camisetas de edições anteriores do próprio Monsters. Havia veteranos que estiveram na estreia do festival no Brasil, em 1994, no Pacaembu — naquela que foi uma das noites fundadoras do rock pesado no país, com Kiss, Black Sabbath e Slayer num mesmo palco. E havia jovens de vinte e poucos anos que sequer tinham nascido naquele dia, mas carregavam nas costas a mesma fome de rock que move esse público há décadas.

Esse é o Monsters of Rock: um festival que não pertence a uma geração. Pertence a uma atitude.

Criado em 1980 na Inglaterra, o evento sempre se recusou a ser apenas mais um festival de verão. Desde o início, sua proposta era clara: reunir o melhor do hard rock e do heavy metal num único dia, sem concessões ao modismo, sem vergonha de ser grande e barulhento. Ao longo dos anos, o festival atravessou o Atlântico, chegou ao Brasil em 1994 e se tornou um dos eventos mais aguardados da cena nacional. Edições marcantes foram protagonizadas por Ozzy Osbourne, Iron Maiden, Motörhead, Judas Priest, Megadeth, Scorpions e Deep Purple, entre tantos outros titãs que pisaram nessas terras sob a bandeira do Monsters.

A nona edição brasileira do festival chegou carregando o peso dessa história e, ao mesmo tempo, a responsabilidade de mostrar que o gênero não está preso ao passado. O lineup foi construído com essa dualidade em mente: de um lado, bandas que ajudaram a escrever os capítulos mais importantes do rock nas últimas cinco décadas; do outro, nomes que estão escrevendo os próximos. E o resultado, ao fim de quase doze horas de música, foi uma festa que justificou cada centavo gasto, cada hora de deslocamento, cada grito entalado na garganta desde a manhã.

O Allianz Parque não é um local fácil de dominar. Com capacidade para dezenas de milhares de pessoas, o estádio tem o tamanho certo para intimidar quem não está preparado. Neste sábado, nenhuma das sete atrações se intimidou.

Jayler: Quando o Futuro Chega Cedo
A primeira banda a pisar no palco foi o Jayler, quarteto inglês oriundo de West Midlands que a crítica especializada tem apontado como uma das apostas mais sólidas do rock contemporâneo. Com apenas um EP e um álbum de estreia às vésperas do lançamento, os rapazes tinham muito a provar — e provaram.

O vocalista James Bartholomew foi a revelação imediata do dia. Com uma voz que carrega a densidade e a urgência dos grandes cantores do rock clássico, o jovem conduziu o set com uma maturidade que não combina com a pouca idade. O grupo mesclou faixas do EP A Piece In Our Time com canções inéditas do disco Voices Unheard, previsto para maio, e conquistou gradualmente uma plateia ainda em processo de chegada ao estádio. Quem estava lá desde o início saiu satisfeito — e com o nome do Jayler anotado na memória.

Dirty Honey: Hard Rock com Sangue nas Veias

O segundo slot do dia coube ao Dirty Honey, banda americana que se tornou um dos porta-estandartes da nova geração do hard rock ao misturar o peso dos anos 80 com a urgência do presente. Com foco no disco Can’t Find The Brakes, o grupo entrou em cena com energia total e não desacelerou por 45 minutos.

O vocalista Marc LaBelle foi o coração pulsante do show. Além de uma performance vocal segura e potente, LaBelle demonstrou um carisma raro, descendo à plateia em determinado momento e transformando o estádio num espaço menor, mais íntimo, mais humano. Singles como “When I’m Gone” e “California Dreamin'” animaram quem já conhecia o trabalho da banda; para quem era estreante, o show funcionou como um convite irrecusável ao universo do grupo.


Yngwie Malmsteen: O Gênio e Seus Limites de Palco

A chegada de Yngwie J. Malmsteen ao palco foi recebida com entusiasmo pelos conhecedores do metal neoclássico — subgênero que o sueco ajudou a definir nos anos 80, ao unir a velocidade do heavy metal à estrutura harmônica da música erudita. Tecnicamente, o guitarrista continua sendo um fenômeno: seu domínio do instrumento não tem paralelo fácil no rock mundial.

No entanto, a apresentação encontrou algumas barreiras difíceis de ignorar. A ausência de um vocalista dedicado — com o tecladista Nick Marino dividindo o microfone — e a predominância de números instrumentais ao longo do set criaram um distanciamento entre o músico e boa parte do público, ainda em fase de chegada ao estádio. O ponto mais alto da apresentação foi a execução de “Far Beyond The Sun”, composição que resume tudo o que torna Malmsteen único. Para os iniciados, foi um presente. Para os demais, uma aula que faltou contexto para ser plenamente compreendida.


Halestorm: A Revelação da Tarde

Se havia uma banda capaz de surpreender até os mais céticos no Monsters of Rock 2026, essa banda era o Halestorm. Com a última passagem pelo Brasil datando de 2016, o quarteto liderado pelos irmãos Lzzy Hale e Arejay Hale voltou transformado — mais experiente, mais afiado e com um novo álbum, Everest, para apresentar ao público brasileiro.

A abertura com “Fallen Star” deu o tom: o show seria intenso, técnico e emocionalmente arrebatador. “Love Bites (So Do I)” — faixa premiada com um Grammy de Melhor Performance de Hard Rock/Metal em 2013 — transformou o Allianz numa arena de cantos coletivos. Em “Like A Woman Can”, Lzzy Hale assumiu também o teclado, reforçando uma versatilidade que vai muito além da voz poderosa que a tornou conhecida.

E que voz. Com drives e rasgados que pouquíssimos vocalistas no mundo conseguem executar ao vivo, Lzzy dominou o palco com uma presença que não pede espaço — ela simplesmente toma. “I Miss The Misery”, “Freak Like Me” e “I Get Off” encerraram o set numa crescente de adrenalina. O consenso entre a plateia foi unânime: Lzzy Hale foi a melhor vocalista da noite — e o Halestorm, possivelmente, a apresentação mais completa do festival.

Extreme: Chuva, Emoção e o Poder de uma Balada

A chuva que decidiu aparecer no fim da tarde não intimidou nem os músicos do Extreme nem o público que os aguardava. Gary Cherone e Nuno Bettencourt subiram ao palco molhado e entregaram uma hora de show que equilibrou virtuosismo técnico, repertório clássico e momentos de pura emoção coletiva.

Bettencourt segue sendo um dos guitarristas mais completos de sua geração — preciso nos riffs, brilhante nos solos, sempre a serviço da música sem jamais perder o senso de espetáculo. Cherone correspondeu com uma performance vocal vigorosa e uma energia de palco que desmentiu qualquer marca do tempo. O percurso pelos clássicos — “Decadence Dance”, “Get The Funk Out”, “Play With Me” — foi pontuado por faixas do recente álbum (Six), demonstrando que a banda não vive apenas da nostalgia.

Mas foi “More Than Words” que parou o tempo. Com dezenas de milhares de vozes cantando juntas no silêncio entre os versos, aquele momento sintetizou o que torna os grandes festivais de rock algo além de um simples show: são rituais coletivos, e o Extreme conduziu esse ritual com maestria.

Lynyrd Skynyrd: 90 Minutos de História Viva

Com 90 minutos de palco — generosidade raramente vista para uma banda de abertura do headliner —, o Lynyrd Skynyrd entregou aquela que muitos presentes classificaram como a melhor apresentação do dia. Sob o comando de Johnny Van Zant, a lendária banda de Jacksonville demonstrou que sua relevância não é apenas histórica: é presente, pulsante e genuína.

O set foi uma imersão no melhor do southern rock — “Workin’ For MCA”, “What’s Your Name”, “Call Me The Breeze”, “Gimme Back My Bullets”, “Simple Man” — executados com uma qualidade sonora impecável e uma intensidade emocional que não se ensaia. As tradicionais homenagens aos fundadores falecidos Ronnie Van Zant e Gary Rossington tocaram fundo até em quem não era fã de longa data. Continuar existindo, tocar ao vivo e honrar os mortos enquanto se celebra a vida: o Lynyrd Skynyrd faz isso melhor do que qualquer outra banda do planeta.

Guns N’ Roses: A Banda Mais Perigosa do Mundo Fecha o Dia em Grande Estilo

Quando as luzes do Allianz Parque se apagaram para o headliner, o ar mudou. Aquela tensão que antecede os grandes momentos — familiar a qualquer um que já esperou por um show que importa de verdade — tomou conta do estádio. E então veio “Welcome To The Jungle”, e setenta mil pessoas explodiram num grito só.

O Guns N’ Roses não precisa mais provar nada a ninguém. Mas provou mesmo assim, por mais de duas horas e meia, que continua sendo uma das forças mais irresistíveis do rock mundial. A surpresa logo na segunda música — “Slither”, do Velvet Revolver — indicou que a banda não viria apenas para cumprir protocolo. E não veio.

O repertório da noite trouxe de volta “Bad Apples”, ausente dos palcos desde a turnê do Use Your Illusion nos anos 90, e “Dead Horses”, igualmente rara nas setlists recentes. Uma versão de “Junior’s Eyes”, do Black Sabbath, homenageou a trajetória de Ozzy Osbourne de forma discreta e poderosa. Os clássicos incontornáveis — “It’s So Easy”, “Mr. Brownstone”, “You Could Be Mine”, “Civil War”, “November Rain”, “Sweet Child O’ Mine” — foram executados com a precisão e a grandiosidade que se espera, enquanto “Estranged” ganhou os tradicionais balões de golfinhos flutuando sobre a plateia em delírio.

Axl Rose, aos 64 anos, entregou uma performance fisicamente impressionante: correu pelo palco, dançou, gesticulou, reviveu trejeitos de décadas atrás com uma energia que contradiz qualquer prognóstico sobre seu suposto declínio. Vocalmente, os graves e médios seguem preservados com qualidade; os agudos históricos de sua juventude recorrem ao falsete, o que ao vivo, no contexto da emoção e do volume, passa com naturalidade para a grande maioria da plateia. E quando setenta mil pessoas cantam cada verso junto, a questão técnica torna-se, honestamente, irrelevante.

Slash foi o grande protagonista instrumental: compenetrado, inspirado, com solos que cruzam a fronteira entre técnica e poesia. Momentos como o riff de “Voodoo Child” de Jimi Hendrix entrelaçado ao final de “Civil War” lembraram o porquê de ele ser considerado um dos maiores guitarristas da história do rock. Duff McKagan segurou a base com a firmeza e a presença de sempre, e o baterista Isaac Carpenter confirmou, mais uma vez, ser a escolha perfeita para a posição que ocupa.

Às 23h05, “Paradise City” fechou a noite. Confetes no ar, gritos de satisfação, o cansaço bom de quem viveu algo que vale a pena lembrar.


Um festival da envergadura do Monsters of Rock merece, além dos elogios, uma análise honesta dos pontos que ainda têm espaço para evolução. O primeiro deles é o mais sentido no bolso: um copo d’água por R$ 10, uma latinha de refrigerante por R$ 14 e uma pequena porção de salgado por R$ 28 são valores que extrapolam qualquer justificativa razoável — sobretudo num evento de quase doze horas em que o consumo mínimo é inevitável. O público que já desembolsou quantias consideráveis nos ingressos não deveria ser submetido a uma segunda sangria dentro do estádio; uma política de preços mais justa, ou ao menos a liberação de entrada com garrafas d’água lacradas, seria um gesto elementar de respeito ao fã.

A dupla de apresentadores — o experiente Walcir, da Woodstock Discos, e o americano Eddie Trunk — também ficou aquém do potencial que a combinação sugeria: as transições entre as atrações foram breves e frias, sem interação real entre os dois, sem curiosidades sobre as bandas, sem dinâmicas com o público. Figuras com a trajetória que ambos carregam tinham material de sobra para enriquecer as pausas entre os shows e criar uma experiência mais envolvente.

Outra ausência que vale registrar é a de representação nacional no lineup: com raras exceções ao longo de sua história no Brasil, o Monsters of Rock tem privilegiado quase exclusivamente atrações internacionais, e o rock brasileiro tem nomes capazes de ocupar esse espaço com dignidade.

Por fim, relatos de longas filas nas catracas e pontos de checagem no início da tarde indicam que a logística de acesso ao estádio ainda carece de aprimoramento — numa programação que começa cedo, cada minuto perdido na fila é um minuto de show que alguém deixa de ver.

Feitas as ressalvas, o saldo do Monsters of Rock 2026 é amplamente positivo. O festival provou, mais uma vez, que o rock — com toda a sua história, suas contradições, seus excessos e sua beleza — ainda importa, ainda emociona, ainda arrasta multidões de madrugada para casa com a voz rouca e o coração cheio. Sete bandas, quase doze horas, um estádio que não parou de vibrar: é difícil pedir mais do que isso. Que venha a décima edição.

O Ponto Zero agradece a Catto Comunicação e a Mercury Concerts pela oportunidade de fazer a cobertura deste festival. Muito obrigado mesmo!

Halestorm é confirmado no Monsters of Rock 2026

Venda de ingressos começa nesta sexta-feira, dia 14, às 10h, pelo site Eventim

Monsters of Rock 2026 ganha mais uma atração de peso: HALESTORM, uma das bandas mais aclamadas do rock moderno, se junta ao poderoso lineup que já conta com Guns N’ Roses, como headliner, e Lynyrd Skynyrd. A nona edição do festival acontece no dia 4 de abril, no Allianz Parque, em São Paulo, e promete reunir diferentes gerações de fãs em uma verdadeira celebração com o melhor do rock. Os ingressos estarão disponíveis a partir de amanhã (14), às 10h, pelo site Eventim.

O que começou como um sonho de infância dos irmãos Lzzy e Arejay Hale se transformou em uma das histórias de sucesso mais inspiradoras do rock das últimas duas décadas. Com sete músicas no topo das paradas e mais de um bilhão de streams no mundo todo, o Halestorm conquistou uma base de fãs global e o reconhecimento da crítica, coroado com duas indicações ao GRAMMY — e a vitória na categoria Melhor Performance de Hard Rock/Metal, por “Love Bites (So Do I)”, em 2012. A Rolling Stone definiu o trabalho como “um disco de rock vigoroso, ousado e especialmente relevante”.

Liderado pela carismática e potente Lzzy Hale — defensora ativa dos direitos das mulheres e primeira embaixadora feminina da Gibson Guitar —, ao lado do baterista Arejay Hale, do guitarrista Joe Hottingere do baixista Josh Smith, o Halestorm é conhecido por suas performances incendiárias e energia inigualável nos palcos. Com uma trajetória marcada por turnês com ingressos esgotados e apresentações ao lado de lendas como Heaven & Hell, Alice Cooper e Joan Jett, a banda promete um show explosivo.

Com produção da Mercury Concerts, o Monsters of Rock reafirma a tradição de apresentar um lineup de peso, reunindo alguns dos maiores nomes do rock mundial em uma experiência única. Em breve, mais atrações serão anunciadas.

Cidade: São Paulo
Data: 04 de abril de 2026
Local: Allianz Parque – Avenida Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca – São Paulo
Portas: 10h
Início dos Shows: a confirmar
Atrações Confirmadas: Guns N´ Roses e Lynyrd Skynyrd

*Mais atrações serão confirmadas em breve

Classificação Etária: 14 (quatorze) anos desacompanhados. Menores de 14 (quatorze) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial.

Preços                                   Inteira           Meia
Pista Premium                       R$ 1.350,00   R$ 675,00
Pista                                       R$ 750,00      R$ 375,00
Cadeira Inferior                     R$ 950,00      R$ 475,00
Cadeira Superior                   R$ 600,00      R$ 300,00
Backstage Mirante                R$ 3.090,00   R$ 2.415,00
Fan Zone Pista Premium       R$ 2.850,00   R$ 2.175,00
Fan Zone Cadeira Inferior     R$ 2.450,00   R$ 1.975,00

VIP – Backstage Mirante
Esta área é para aqueles que procuram uma experiência mais premium: 
– Open Bar Open Food Premium no Backstage Mirante.
– Kit Monsters
– Acesso exclusivo
– Banheiros exclusivo
– Loja de Merchandising exclusiva
– After show até 2 horas após o término do Festival
– Assistir o show na Pista Premium com acesso livre para o Backstage Mirante durante o festival (Obs. O Lounge Backstage Mirante, localizado no sétimo andar do estádio, não possibilita visão direta do show).

Valores
Ingresso Inteira                     R$1.350,00  
Mirante Backstage Pack        R$1.740,00   
Valor Inteira:                        R$3.090,00   

Ingresso Meia                        R$675,00
Mirante Backstage Pack        R$1.740,00
Valor Meia                            R$2.415,00

*A taxa de serviço será cobrada apenas sobre o valor do ingresso.

VIP – Fanzone
Esta área é para aqueles que procuram uma experiência premium:
– Open Bar Open Food Premium.
– Kit Monsters
– Acesso exclusivo
– Banheiros exclusivo
– Loja de Merchandising exclusiva
– After show até 1 hora após o término do Festival
– Assistir o show na Pista Premium ou Cadeira Inferior com acesso livre para o Fanzone durante o festival
Obs: O Fanzone, é localizado no anel inferior do estádio, não possibilita visão direta do show, você pode optar por assistir ao show da Pista Premium ou da Cadeira Inferior

Valores (Pista Premium)    
Ingresso Inteira                    R$1.350,00
Fanzone Pack                      R$1.500,00 
Valor Inteira:                        R$2.850,00

Ingresso Meia           R$675,00
Fanzone Pack          R$1.500,00
Valor Meia:              R$2.175,00

Valores (Cadeira Inferior)                
Ingresso Inteira         R$  950,00     
Fanzone Pack           R$1.500,00   
Valor Inteira:            R$2.450,00    

Ingresso Meia            R$475,00
Fanzone Pack            R$1.500,00
Valor Meia                R$1.975,00
*A taxa de serviço será cobrada apenas sobre o valor do ingresso.

Mais informações em http://monstersofrock.com.br/

Abertura de vendas pela Internet:
Online: Dia 14 de novembro (sexta-feira) às 10h
www.eventim.com.br/monstersofrock2026
Bilheteria Oficial: Dia 14 de novembro (sexta-feira) às 11h

Bilheteria Oficial – Sem Cobrança de Taxa de Serviço:

ALLIANZ PARQUE – BILHETERIA B – APENAS NO DIA 14 DE NOVEMBRO
Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Portão B – Água Branca – São Paulo/SP Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17. *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.

ALLIANZ PARQUE – BILHETERIA A – APÓS O DIA 14 DE NOVEMBRO – MEDIANTE DISPONIBILIDADE
Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SP Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h | *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.

A Taxa de “Facility Fee”, ou Taxa de Administração (ADM), no valor de R$ 21,00 (vinte e um reais), é cobrada pela empresa WT30 INTERMEDIAÇÃO DE NEGÓCIOS S.A. – CNPJ/MF sob o nº 30.066.988/0001-52, que detém a exclusividade na gestão da programação de eventos na Arena Allianz Parque, independentemente de setor ou tipo de ingresso, nas vendas online ou qualquer canal presencial, não tendo a produtora do evento qualquer responsabilidade por esse valor.

Parcelamento
Em até 4x sem juros nas compras online e na bilheteria.
Em até 10x com juros apenas online.

MEIA-ENTRADA E INGRESSOS PROMOCIONAIS
Confira em https://www.eventim.com.br/meiaentrada as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios.

Para maiores informações sobre os horários de funcionamento e as formas de pagamento de cada ponto de venda, por favor consulte:

* Sujeito a cobrança de taxa de serviço
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ATENÇÃO
Os ingressos de estudantes estão limitados a dois ingressos por CPF
Os ingressos de idosos estão limitados a um ingresso por CPF
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PARA CONSULTAR OS ENDEREÇOS OFICIAIS VISITE: 

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Maximus Festival: Novo lote de ingressos será liberado na próxima segunda, dia 25 de julho

Os ingressos estarão à venda no site da Livepass, em duas categorias diferentes: Pista e Maximus Lounge

Um novo lote de ingressos será liberado na próxima segunda-feira, dia 25 de julho. Os ingressos estarão à venda no site da Livepass, em duas categorias diferentes: Pista e Maximus Lounge, que terá open bar de cerveja, água, refrigerante, finger food e estacionamento incluídos no valor do ingresso.

A primeira edição do Maximus Festival acontece no dia 07 de setembro, em Interlagos, em São Paulo. Serão 3 palcos, mais de 12 horas de música e 11 bandas internacionais e 5 nacionais se revezando para mostrar o mais novo cenário do rock mundial. E se você ainda não comprou seus ingressos, você tem até domingo para garanti-los antes da virada do próximo lote, que acontece na segunda-feira, dia 25 de julho.

No line up internacional estão confirmados, Rammstein, Marilyn Manson, Disturbed, Hellyeah, Halestorm, Hollywood Undead, Bullet for My Valentine, Black Stone Cherry, Shinedown, Steve ‘n’ Seagulls e RavenEye. Já pelo Brasil, estarão presentes no festival Doctor Pheabes, Project 46, Far From Alaska, Woslom e Ego Kill Talent.

Os portões serão abertos às 11h e os shows acontecem entre 12h30 e 23h, para facilitar o acesso ao transporte público. Confira todas as informações no release completo.

 

MAXIMUS FESTIVAL: confira data de venda e valores dos ingressos

No dia 07 de setembro, São Paulo irá sediar a primeira edição do Maximus Festivalque, concentrado em um dia de muita música, vem com a ideia de mostrar o mais novo cenário do rock mundial com 3 palcos em Interlagos, onde os fãs terão a experiência de estar em um festival de padrão internacional. Serão mais 12 horas, com 11 bandas internacionais e 5 nacionais se revezando nos três palcos montados para o Festival, além de incríveis opções de entretenimento, gastronomia e diversão.

Os ingressos começam a ser vendidos no dia 23 de junho, quinta-feira, no site da Livepass. Serão duas categorias: Pista e Maximus Lounge, que terá open bar de cerveja, água, refrigerante, finger food e estacionamento incluídos no valor do ingresso. Os portões serão abertos às 11h e os shows acontecem entre 12h30 e 23h, para facilitar o acesso ao transporte público. Confira valores e mais informações em “serviço” abaixo.

No palco Maximus, se apresentarão o headliner Rammstein, o Disturbed, que volta ao Brasil no seu auge, e mais três bandas norte-americanas, todas expoentes contemporâneos do gênero: Hellyeah, Halestorm e Hollywood Undead.

No palco Rockatansky, o público irá conferir a performance de um dos maiores ícones do hard rock, o norte-americano Marilyn Manson e os galeses do Bullet for My Valentine. Completam o line up os norte-americanos Black Stone CherryShinedown, a banda finlandesa Steve ‘n’ Seagulls, além da brasileira Doctor Pheabes. Os dois palcos terão shows intercalados, para que o público não perca nenhuma das atrações.

O terceiro palco, o Thunder Dome, receberá os ingleses do RavenEye, além de quatro bandas brasileiras: Project 46, Farfrom Alaska, Woslom e Ego Kill Talent.

Além dos três palcos, Interlagos receberá toda uma estrutura jamais vista de praça de alimentação, serviços e produtos de merchandising. O festival adotará ainda o sistema Cashless, que integra o consumo de bebidas, alimentos e outros itens adquiridos na área do festival à pulseira de acesso, dispensando assim o uso de dinheiro e diminuindo o tempo do público em filas dentro do evento. O público deverá fazer uma recarga em sua pulseira antes do dia do festival (cargas poderão ser feitas ainda durante o evento, de forma online ou em caixas localizadas no local). Em breve serão divulgadas datas, valores e meios para cargas e recargas, bem como todas as informações relativas ao funcionamento do sistema, pré, pós e durante o festival.

O festival conta com o patrocínio da SKY e Budweiser e tem como fornecedor oficial o Hospital Sancta Maggiore. Realizado pela Move Concerts, o Maximus Festival também acontecerá no dia 10 de setembro, na capital da Argentina, Buenos Aires.

As Atrações

Rammstein

O Rammstein foi formado em Berlim, Alemanha, em janeiro de 1994. Suas músicas são, em sua maioria, cantadas em alemão, mas há outras em inglês, espanhol, francês e russo, que podem ser classificadas sob os estilos rock, industrial metal, NDH e heavy metal. O grupo é formado por Till Lindemann (vocal), Richard Z. Kruspe (guitarra e backing vocals), Paul H. Landers (guitarra e backing vocals), Oliver “Ollie” Riedel (baixo), Christoph “Doom” Schneider (bateria e percussão eletrônica) e Christian “Flake” Lorenz (teclados). Suas performances ao vivo são conhecidas por serem teatrais e pirotécnicas. O mais recente de seus álbuns de estúdio, Made In Germany, foi lançado em 2011, tendo chegado às lojas depois disso dois DVDs –Videos 1995-2012, em 2012, e In Amerika, em 2015. Em sua carreira, já venderam mais de 20 milhões de cópias.

Marilyn Manson

Marilyn Manson é o nome artístico de Brian Warner, formado a partir dos nomes da atriz Marilyn Monroe e de Charles Manson, assassino da atriz Sharon Tate. Músico, vocalista e líder da banda que leva seu nome, Manson é também pintor e já fez diversas pontas como ator, além de dirigir curta-metragens. Graduou-se em jornalismo e formou sua banda no início dos anos 90, chamando a atenção de Trent Reznor, dono e produtor da Nothing Records – e vocalista do Nine InchNails – com quem lançou o album Portrait Of An American Family (1994). Sua consagração veio com o álbum Antichrist Superstar, de 1996. Desde sua estreia, a banda lançou 13 álbuns de estúdio – o mais recente é The Pale Emperor, de 2015, tendo vendido em todo o mundo mais de 50 milhões de cópias. Ganhou o MTV Vídeo Music Awards e cinco vezes o prêmio Kerrang!. Embora nunca tenha sido premiado, foi quatro vezes indicado ao Grammy. Seus shows, intensamente performáticos, geraram nos últimos anos uma série de lendas e boatos sobre o cantor, a maior parte delas nunca confirmada.

RavenEye

O RavenEye foi formado em 2014, na Inglaterra, pelo guitarrista de blues Oli Brown, também vocalista do grupo, o baixista Aaron Spiers e o baterista Kev Hickman. Seu som é uma mistura de garage rock e blues rock. Logo após a formação, a banda excursionou pela Europa acompanhando o guitarrista Joe Satriani, durante o verão de 2014. O primeiro single e o primeiro EP da banda, intitulados Breaking Out, foram lançados em janeiro de 2015. Depois de acompanharem o Deep Purple em duas datas na França, juntaram-se a Slash, em novembro de 2015, para uma turnê pela Europa Oriental. Em janeiro e fevereiro deste ano, excursionaram pelo Reino Unido.

Disturbed

O Disturbed é uma banda norte-americana de nu metal formada em 1996. Amigos de longa data, Dan Donegan, Mike Wengren e Fuzz tocavam juntos em Chicago e, algum tempo depois, entrou na banda David Draiman, por volta de 1997, estando formado assim o Disturbed. Eles conquistaram seguidores depois de apresentar uma fita-demo para a Giant Records, que liberou o primeiro álbum, The Sickness, em março de 2000, e atraíram a atenção geral da mídia ao tocar no palco principal do Ozzfest, em 2001. A banda lançou seis álbuns de estúdio, cinco dos quais estrearamna primeira posição da Billboard 200. No ano de 2010, além do lançamento de Asylum, a banda resolveu lançar uma reedição de The Sickness, com nova arte de capa, remasterização, remixagem das músicas e um B-Side com três faixas. O álbum mais recente, Immortalized, foi lançado em 2015, chegando ainda ao topo das paradas de países como a Austrália e Canadá, entre outros.

Bullet for My Valentine

A banda de metalcore galesa tem conquistado seu lugar no panteão do metal moderno fazendo um som sem concessões. Um fenômeno internacional, suas vendas em todo o mundo ultrapassam os cinco milhões de unidades e seus vídeos no YouTube já chegaram aos 220 milhões de acessos. Capa das principais revistas do gênero (Metal Hammer, Kerrang!, Total Guitar), eles receberam o Golden Gold da Metal Hammer para Melhor Banda Britânica, em 2006 e 2010, e de nada menos que sete prêmios Kerrang!, além de terem se apresentado nos principais palcos e festivais do mundo. Agora, acompanhados de Jamie Matthias no baixo e backing vocals, a banda formada por Matt Tuck (vocal e guitarra), Michael Paget (guitarra e vocal de apoio) e Michael Thomas (bateria), lançou seu mais recente álbum,Venom, no ano passado e já está na estrada em sua nova turnê.

Halestorm

O Halestorm foi formado em 1997, na cidade de York, na Pensilvânia, pelos irmãos Lzzy Hale e Arejay Hale (na época com 13 e 10 anos, respectivamente). Imediatamente após a formação da banda, os irmãos começaram a compor músicas, trabalhar em demos e fazer shows locais, sendo extremamente bem sucedidos. Depois de muitas mudanças de guitarristas e baixistas, em 2004, a última formação estava feita – Lzzy Hale como vocalista e guitarra-base, Joe Hottinger na guitarra solo, Josh Smith no baixo e Arejay Hale na bateria. Em 2005, assinaram um contrato com a Atlantic Records, lançando seu primeiro EP, denominado One And Done. Em abril de 2009, seu CD Halestorm foi lançado, obtendo grande sucesso e levando a banda a participações em turnês de outras bandas. Ganharam o Grammy em 2013, na categoria de Melhor Performance de Hard Rock/Metal, com a música “Love Bites (So Do I)”, tendo sido indicados no mesmo ano no Revolver Golden Gods Awards aos prêmios de Melhor Baterista, Melhor Vocalista, Música do Ano – “Love Bites (So Do I)” e Álbum do Ano. Lançaram oito EPs, três álbuns de estúdio e um ao vivo.

Black Stone Cherry

O Black Stone Cherry, ou BSC, é uma banda de southern/hard rock criada em Edmonton, Kentucky, quando seus membros ainda estavam no colegial, em junho de 2001. Eles assinaram com a Roadrunner Records e lançaram seu álbum de estréia em 18 de julho de 2006. Em julho de 2007, lançaram o EP Rain Wizard e, em 31 de outubro do mesmo ano, fizeram um show no Astoria, em Londres, para logo depois lançarem o Black Stone Cherry: Live Astoria. Em 2008, a banda saiu em turnê pela Europa com as bandas Def Leppard e Whitesnake e tocou nos principais festivais da Europa como, por exemplo, no Rock AmRing, Graspop, Download Festival, entre outros. Em 2008, lançaram um novo album, chamado Folklore And Superstition, que chegou ao primeiro lugar na parada rock inglesa. Lançaram ainda Between The Deviland The Deep Blue Sea, em 2011, e o mais recente, Magic Mountain, de 2014.

Hellyeah

O Hellyeah é um supergrupo americano de groove metal, criado pelo vocalista Chad Gray e pelo guitarrista Greg Tribbett do Mudvayne, pelo guitarrista Tom Maxwell do Nothingface, o baixista Bob Zilla do Damageplan e o baterista ex-Pantera e Damageplan Vinnie Paul. A ideia de formar um supergrupo surgiu em 2001, embora os planos tenham sido constantemente colocados em espera devido a conflitos de agenda. O verão de 2006 permitiu à banda levar o projeto a sério e registrar seu primeiro álbum. Gravado no estúdio Chasin’ Jason, o álbum foi concluído em aproximadamente um mês e entrou nas paradas da Billboard 200, na nona posição. Depois do álbum de estreia, lançaram outros três discos de estúdio – Stampede, em 2010, Band of Brothers, em 2012, e Bloof for Blood, em 2014. A banda viria ao Brasil em 2013, para participar de um festival, mas cancelou sua participação de última hora.

Shinedown

O Shinedown é uma banda de Jacksonville, Flórida, com Brent Smith (vocais), Zach Myers (guitarra), Eric Bass (baixo e piano) e Barry Kerch (bateria). O grupo lançou o seu álbum de estreia, Leave a Whisper, em 2003. Em 2005, a banda entrou novamente em estúdio, dessa vez para gravar o segundo álbum da carreira, chamado Us and Them. O terceiro só veio depois de mais três anos (em 2008), intitulado The Sound of Madness. No ano de 2010, participou da trilha sonora do filme “Alice no País das Maravilhas”, com o single “Her Name is Alice”. No mesmo ano, a banda lançou o single “Diamond Eyes (Boom-Lay Boom-Lay Boom)” para a trilha sonora do filme “Os Mercenários”, a pedido de Sylvester Stallone, sendo também tema do WWE Main Event, em 2013. Em 2011, gravou seu segundo DVD ao vivo, Somewhere in the Stratosphere. Até então, a banda já vendeu cerca de seis milhões de álbuns em todo o mundo. Em 2015, foi lançado seu mais recente trabalho, Threatto Survival.

Hollywood Undead

O Hollywood Undead é uma banda criada em Los Angeles, na Califórnia. Já vendeu mais de dois milhões de discos, só nos Estados Unidos, e cerca de outros três milhões de discos em todo o mundo. Lançaram seu álbum de estreia, Swan Songs, e seu CD/DVD ao vivo, Desperate Measures, em novembro de 2009. O segundo álbum de estúdio, American Tragedy, foi lançado em abril de 2011. O terceiro, Notes From The Underground, chegou ao público em janeiro de 2013. O quarto e mais recente álbum de estúdio, Day Of The Dead, foi lançado em março de 2015. Todos os membros da banda usam pseudônimos e cada um deles tem uma máscara original, a maioria delas baseadas no design de máscaras de goleiros de hóquei. Formada por Charlie Scene, Da Kurlzz, Danny, Funny Man, J-Dog, e Johnny 3 Tears, as músicas apresentam uma grande variedade de estilos musicais, geralmente misturando hip-hop com rock alternativo. Muitos identificam seu estilo como rap rock.

Steve ‘n’ Seagulls

Steve ‘n’ Seagulls é uma banda finlandesa, que toca versões country de conhecidas e famosas canções de rock e heavy metal. A banda tornou-se conhecida no verão de 2014, com a publicação de vídeos no YouTube. Bastante popular foi a versão da banda para “Thunderstruck”, do AC / DC, que recebeu mais de 20 milhões de visualizações no YouTube. O álbum de estreia do grupo, Farm Machine, foi lançado por meio do selo Spinefarm Records, em maio de 2015. Em novembro do mesmo ano, ganharam destaque com uma versão de “Sabotage”, dos Beastie Boys. O nome da banda é um trocadilho com o nome do ator norte-americano Steven Seagal.

Doctor Pheabes

O Doctor Pheabes é uma banda criada a partir de projetos musicais iniciados em 1986 por quatro amigos de infância. A formação nunca sofreu alteração, apenas o nome foi modificado: o atual surgiu há poucos anos, a partir da paixão de todos os membros pelos clássicos filmes estrelados por Vincent Price no início da década de 70. Em tempo, no filme, Price chamava-se Doctor Phibes, enquanto a banda preferiu modificar levemente acrescendo o “ea” no lugar do “I” original. O quarteto é formado por Fernando “Magrão” Parrillo, Eduardo “Dr. Pheabes” Fagundes, Paulo “Paul” Ressio e Fábio “Cuca” Ressio. Seu mais recente trabalho é o álbum Seventy Dogs, produzido por Renato Patriarca, vencedor do Grammy latino de 2009.

Project 46

Considerada hoje uma das principais bandas do cenário rock nacional, a Project 46foi formada em 2008 por amigos de infância e logo chamou a atenção do público com suas apresentações em festivais, como o Rock In Rio (2015), Monsters of Rock (2013), Sampa Music Festival, Roça em Roll Festival e Maquinaria Festival (2012, no Chile), conquistando uma gama bem variada de fãs. Seu primeiro álbum, Doa a Quem Doer, foi lançado de forma independente em 2011, e apesar de disponibilizado gratuitamente para download, transformou-se em um sucesso. Em 2014, chegou o segundo CD, Que Seja Feita a Nossa Vontade. Formada por Caio Mac Beserra (Voz), Jean Patton (Guitarra), Vinicius Castellari (Guitarra), Rafael Yamada (Baixo e voz) e Henrique Pucci (Bateria), a banda tem uma característica rara: todas as suas músicas são cantadas em português.

Far From Alaska

Fundada em 2012, em Natal, Rio Grande do Norte, a banda Far From Alaska é formada por Emmily Barreto (vocal), Cris Botarelli  (sintetizador, lapsteel e vocal), Rafael Brasil (guitarra), Edu Filgueira (baixo e backing vocal) e Lauro Kirsch (bateria). Como todos participavam de outras bandas, inicialmente era apenas um projeto paralelo, mas no mesmo ano venceram o concurso “Som Para Todos”, que lhes garantiu o direito de abrir o Planeta Terra Festival. No mesmo ano, lançaram seu primeiro EP, Stereochrome, e, em 2014, seu primeiro álbum pela Deckdisc, Mode Human, contendo 15 faixas, incluindo as quatro canções do EP regravadas. Em 2015, resolveram se mudar para São Paulo e foram convidados para tocar no Lollapalooza, uma apresentação que foi elogiada pela crítica. Ainda esse ano, a banda anunciou que deverá lançar um novo disco.

Woslom

Composta atualmente por Silvano Aguilera (vocal, guitarra), Rafael Iak  (guitarra), Andre G Mellado (baixo) e Fernando Oster (bateria), a Woslom, uma das principais bandas nacionais no gênero thrashmetal, foi formada em 1997 em São Paulo. Lançou seu primeiro álbum, “Time to Rise”, de 2010, que foi eleito o melhor álbum dethrash metal brasileiro do ano pelo site especializado MetalMilitia. Em 2012, excursionaram pela Europa. A banda lançou cinco demos: “Legendary Attempts from Sat Afternoon” (2000), “Woslom Remains Metallica” (2001), “From Dark to Light” (2002), “Beyond Inferno (2004)” e “Woslom” (2007), todos antes de seu primeiro álbum. Em 2013, gravaram um segundo CD, “Evolustruction” e o mais recente é “A Near Life Experience”, que chegou às lojas este ano. A banda lançou também um DVD – “DestrucTVision”, em 2014.

Ego Kill Talent

Os integrantes da Ego Kill Talent se conhecem desde 2003, quando Jean Dolabella (bateria, guitarra e baixo), Raphael Miranda (bateria, baixo e guitarra), Estevam Romera (guitarra e baixo), Theo van der Loo  (guitarra e baixo) e Jonathan Correa (vocal) ainda integravam outras bandas ou atuavam no backstage do show business. Todos com anos de estrada e passagens por outras bandas importantes no cenário do rock nacional. Em 2011, Jean, após sua saída do Sepultura, convidou Theo para fazerem umas jamsessions e logo foram acompanhados por Estevam – que toca também na banda de grindcore Desalmado, com doze anos de estrada e algumas turnês na Europa. Poucos meses e algumas músicas depois, Raphael se juntou ao trio. Em busca de um vocalista, Theo convidou o amigo de longa data Jonathan, o veterano do rock gaúcho que, com 15 anos de carreira e uma legião fiel de fãs, acumula cinco álbuns, mais de 30 singles de sucesso e mais de 30 milhões de visualizações no YouTube. Assim consolidou-se a formação do Ego Kill Talent.

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