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Doze Horas de Fogo: O Monsters of Rock 2026 Prova que o Rock Ainda É o Rei

Texto: Thiago Tavares
Fotos: Ricardo Matsukawa/Mercury Concertes/Guns N’Roses

São Paulo tem uma relação particular com o rock pesado. Não é uma relação de admiração distante, do tipo que se observa de camarote com uma taça na mão. É uma relação visceral, suada, de quem acorda cedo no dia do show, enfrenta fila, atravessa a cidade inteira, compra uma água por dez reais sem reclamar muito e abre um sorriso largo quando as primeiras notas explodem no ar. É uma cidade que não vai ao show — ela vive o show.

E foi exatamente esse espírito que tomou conta do Allianz Parque no último dia 4 de abril de 2026. Antes mesmo de o relógio marcar 11h30, já havia gente de camiseta preta aglomerada nos arredores do estádio do Palmeiras, balançando a cabeça para o som que vazava dos testes de som, trocando histórias de shows passados, exibindo com orgulho as camisetas de edições anteriores do próprio Monsters. Havia veteranos que estiveram na estreia do festival no Brasil, em 1994, no Pacaembu — naquela que foi uma das noites fundadoras do rock pesado no país, com Kiss, Black Sabbath e Slayer num mesmo palco. E havia jovens de vinte e poucos anos que sequer tinham nascido naquele dia, mas carregavam nas costas a mesma fome de rock que move esse público há décadas.

Esse é o Monsters of Rock: um festival que não pertence a uma geração. Pertence a uma atitude.

Criado em 1980 na Inglaterra, o evento sempre se recusou a ser apenas mais um festival de verão. Desde o início, sua proposta era clara: reunir o melhor do hard rock e do heavy metal num único dia, sem concessões ao modismo, sem vergonha de ser grande e barulhento. Ao longo dos anos, o festival atravessou o Atlântico, chegou ao Brasil em 1994 e se tornou um dos eventos mais aguardados da cena nacional. Edições marcantes foram protagonizadas por Ozzy Osbourne, Iron Maiden, Motörhead, Judas Priest, Megadeth, Scorpions e Deep Purple, entre tantos outros titãs que pisaram nessas terras sob a bandeira do Monsters.

A nona edição brasileira do festival chegou carregando o peso dessa história e, ao mesmo tempo, a responsabilidade de mostrar que o gênero não está preso ao passado. O lineup foi construído com essa dualidade em mente: de um lado, bandas que ajudaram a escrever os capítulos mais importantes do rock nas últimas cinco décadas; do outro, nomes que estão escrevendo os próximos. E o resultado, ao fim de quase doze horas de música, foi uma festa que justificou cada centavo gasto, cada hora de deslocamento, cada grito entalado na garganta desde a manhã.

O Allianz Parque não é um local fácil de dominar. Com capacidade para dezenas de milhares de pessoas, o estádio tem o tamanho certo para intimidar quem não está preparado. Neste sábado, nenhuma das sete atrações se intimidou.

Jayler: Quando o Futuro Chega Cedo
A primeira banda a pisar no palco foi o Jayler, quarteto inglês oriundo de West Midlands que a crítica especializada tem apontado como uma das apostas mais sólidas do rock contemporâneo. Com apenas um EP e um álbum de estreia às vésperas do lançamento, os rapazes tinham muito a provar — e provaram.

O vocalista James Bartholomew foi a revelação imediata do dia. Com uma voz que carrega a densidade e a urgência dos grandes cantores do rock clássico, o jovem conduziu o set com uma maturidade que não combina com a pouca idade. O grupo mesclou faixas do EP A Piece In Our Time com canções inéditas do disco Voices Unheard, previsto para maio, e conquistou gradualmente uma plateia ainda em processo de chegada ao estádio. Quem estava lá desde o início saiu satisfeito — e com o nome do Jayler anotado na memória.

Dirty Honey: Hard Rock com Sangue nas Veias

O segundo slot do dia coube ao Dirty Honey, banda americana que se tornou um dos porta-estandartes da nova geração do hard rock ao misturar o peso dos anos 80 com a urgência do presente. Com foco no disco Can’t Find The Brakes, o grupo entrou em cena com energia total e não desacelerou por 45 minutos.

O vocalista Marc LaBelle foi o coração pulsante do show. Além de uma performance vocal segura e potente, LaBelle demonstrou um carisma raro, descendo à plateia em determinado momento e transformando o estádio num espaço menor, mais íntimo, mais humano. Singles como “When I’m Gone” e “California Dreamin'” animaram quem já conhecia o trabalho da banda; para quem era estreante, o show funcionou como um convite irrecusável ao universo do grupo.


Yngwie Malmsteen: O Gênio e Seus Limites de Palco

A chegada de Yngwie J. Malmsteen ao palco foi recebida com entusiasmo pelos conhecedores do metal neoclássico — subgênero que o sueco ajudou a definir nos anos 80, ao unir a velocidade do heavy metal à estrutura harmônica da música erudita. Tecnicamente, o guitarrista continua sendo um fenômeno: seu domínio do instrumento não tem paralelo fácil no rock mundial.

No entanto, a apresentação encontrou algumas barreiras difíceis de ignorar. A ausência de um vocalista dedicado — com o tecladista Nick Marino dividindo o microfone — e a predominância de números instrumentais ao longo do set criaram um distanciamento entre o músico e boa parte do público, ainda em fase de chegada ao estádio. O ponto mais alto da apresentação foi a execução de “Far Beyond The Sun”, composição que resume tudo o que torna Malmsteen único. Para os iniciados, foi um presente. Para os demais, uma aula que faltou contexto para ser plenamente compreendida.


Halestorm: A Revelação da Tarde

Se havia uma banda capaz de surpreender até os mais céticos no Monsters of Rock 2026, essa banda era o Halestorm. Com a última passagem pelo Brasil datando de 2016, o quarteto liderado pelos irmãos Lzzy Hale e Arejay Hale voltou transformado — mais experiente, mais afiado e com um novo álbum, Everest, para apresentar ao público brasileiro.

A abertura com “Fallen Star” deu o tom: o show seria intenso, técnico e emocionalmente arrebatador. “Love Bites (So Do I)” — faixa premiada com um Grammy de Melhor Performance de Hard Rock/Metal em 2013 — transformou o Allianz numa arena de cantos coletivos. Em “Like A Woman Can”, Lzzy Hale assumiu também o teclado, reforçando uma versatilidade que vai muito além da voz poderosa que a tornou conhecida.

E que voz. Com drives e rasgados que pouquíssimos vocalistas no mundo conseguem executar ao vivo, Lzzy dominou o palco com uma presença que não pede espaço — ela simplesmente toma. “I Miss The Misery”, “Freak Like Me” e “I Get Off” encerraram o set numa crescente de adrenalina. O consenso entre a plateia foi unânime: Lzzy Hale foi a melhor vocalista da noite — e o Halestorm, possivelmente, a apresentação mais completa do festival.

Extreme: Chuva, Emoção e o Poder de uma Balada

A chuva que decidiu aparecer no fim da tarde não intimidou nem os músicos do Extreme nem o público que os aguardava. Gary Cherone e Nuno Bettencourt subiram ao palco molhado e entregaram uma hora de show que equilibrou virtuosismo técnico, repertório clássico e momentos de pura emoção coletiva.

Bettencourt segue sendo um dos guitarristas mais completos de sua geração — preciso nos riffs, brilhante nos solos, sempre a serviço da música sem jamais perder o senso de espetáculo. Cherone correspondeu com uma performance vocal vigorosa e uma energia de palco que desmentiu qualquer marca do tempo. O percurso pelos clássicos — “Decadence Dance”, “Get The Funk Out”, “Play With Me” — foi pontuado por faixas do recente álbum (Six), demonstrando que a banda não vive apenas da nostalgia.

Mas foi “More Than Words” que parou o tempo. Com dezenas de milhares de vozes cantando juntas no silêncio entre os versos, aquele momento sintetizou o que torna os grandes festivais de rock algo além de um simples show: são rituais coletivos, e o Extreme conduziu esse ritual com maestria.

Lynyrd Skynyrd: 90 Minutos de História Viva

Com 90 minutos de palco — generosidade raramente vista para uma banda de abertura do headliner —, o Lynyrd Skynyrd entregou aquela que muitos presentes classificaram como a melhor apresentação do dia. Sob o comando de Johnny Van Zant, a lendária banda de Jacksonville demonstrou que sua relevância não é apenas histórica: é presente, pulsante e genuína.

O set foi uma imersão no melhor do southern rock — “Workin’ For MCA”, “What’s Your Name”, “Call Me The Breeze”, “Gimme Back My Bullets”, “Simple Man” — executados com uma qualidade sonora impecável e uma intensidade emocional que não se ensaia. As tradicionais homenagens aos fundadores falecidos Ronnie Van Zant e Gary Rossington tocaram fundo até em quem não era fã de longa data. Continuar existindo, tocar ao vivo e honrar os mortos enquanto se celebra a vida: o Lynyrd Skynyrd faz isso melhor do que qualquer outra banda do planeta.

Guns N’ Roses: A Banda Mais Perigosa do Mundo Fecha o Dia em Grande Estilo

Quando as luzes do Allianz Parque se apagaram para o headliner, o ar mudou. Aquela tensão que antecede os grandes momentos — familiar a qualquer um que já esperou por um show que importa de verdade — tomou conta do estádio. E então veio “Welcome To The Jungle”, e setenta mil pessoas explodiram num grito só.

O Guns N’ Roses não precisa mais provar nada a ninguém. Mas provou mesmo assim, por mais de duas horas e meia, que continua sendo uma das forças mais irresistíveis do rock mundial. A surpresa logo na segunda música — “Slither”, do Velvet Revolver — indicou que a banda não viria apenas para cumprir protocolo. E não veio.

O repertório da noite trouxe de volta “Bad Apples”, ausente dos palcos desde a turnê do Use Your Illusion nos anos 90, e “Dead Horses”, igualmente rara nas setlists recentes. Uma versão de “Junior’s Eyes”, do Black Sabbath, homenageou a trajetória de Ozzy Osbourne de forma discreta e poderosa. Os clássicos incontornáveis — “It’s So Easy”, “Mr. Brownstone”, “You Could Be Mine”, “Civil War”, “November Rain”, “Sweet Child O’ Mine” — foram executados com a precisão e a grandiosidade que se espera, enquanto “Estranged” ganhou os tradicionais balões de golfinhos flutuando sobre a plateia em delírio.

Axl Rose, aos 64 anos, entregou uma performance fisicamente impressionante: correu pelo palco, dançou, gesticulou, reviveu trejeitos de décadas atrás com uma energia que contradiz qualquer prognóstico sobre seu suposto declínio. Vocalmente, os graves e médios seguem preservados com qualidade; os agudos históricos de sua juventude recorrem ao falsete, o que ao vivo, no contexto da emoção e do volume, passa com naturalidade para a grande maioria da plateia. E quando setenta mil pessoas cantam cada verso junto, a questão técnica torna-se, honestamente, irrelevante.

Slash foi o grande protagonista instrumental: compenetrado, inspirado, com solos que cruzam a fronteira entre técnica e poesia. Momentos como o riff de “Voodoo Child” de Jimi Hendrix entrelaçado ao final de “Civil War” lembraram o porquê de ele ser considerado um dos maiores guitarristas da história do rock. Duff McKagan segurou a base com a firmeza e a presença de sempre, e o baterista Isaac Carpenter confirmou, mais uma vez, ser a escolha perfeita para a posição que ocupa.

Às 23h05, “Paradise City” fechou a noite. Confetes no ar, gritos de satisfação, o cansaço bom de quem viveu algo que vale a pena lembrar.


Um festival da envergadura do Monsters of Rock merece, além dos elogios, uma análise honesta dos pontos que ainda têm espaço para evolução. O primeiro deles é o mais sentido no bolso: um copo d’água por R$ 10, uma latinha de refrigerante por R$ 14 e uma pequena porção de salgado por R$ 28 são valores que extrapolam qualquer justificativa razoável — sobretudo num evento de quase doze horas em que o consumo mínimo é inevitável. O público que já desembolsou quantias consideráveis nos ingressos não deveria ser submetido a uma segunda sangria dentro do estádio; uma política de preços mais justa, ou ao menos a liberação de entrada com garrafas d’água lacradas, seria um gesto elementar de respeito ao fã.

A dupla de apresentadores — o experiente Walcir, da Woodstock Discos, e o americano Eddie Trunk — também ficou aquém do potencial que a combinação sugeria: as transições entre as atrações foram breves e frias, sem interação real entre os dois, sem curiosidades sobre as bandas, sem dinâmicas com o público. Figuras com a trajetória que ambos carregam tinham material de sobra para enriquecer as pausas entre os shows e criar uma experiência mais envolvente.

Outra ausência que vale registrar é a de representação nacional no lineup: com raras exceções ao longo de sua história no Brasil, o Monsters of Rock tem privilegiado quase exclusivamente atrações internacionais, e o rock brasileiro tem nomes capazes de ocupar esse espaço com dignidade.

Por fim, relatos de longas filas nas catracas e pontos de checagem no início da tarde indicam que a logística de acesso ao estádio ainda carece de aprimoramento — numa programação que começa cedo, cada minuto perdido na fila é um minuto de show que alguém deixa de ver.

Feitas as ressalvas, o saldo do Monsters of Rock 2026 é amplamente positivo. O festival provou, mais uma vez, que o rock — com toda a sua história, suas contradições, seus excessos e sua beleza — ainda importa, ainda emociona, ainda arrasta multidões de madrugada para casa com a voz rouca e o coração cheio. Sete bandas, quase doze horas, um estádio que não parou de vibrar: é difícil pedir mais do que isso. Que venha a décima edição.

O Ponto Zero agradece a Catto Comunicação e a Mercury Concerts pela oportunidade de fazer a cobertura deste festival. Muito obrigado mesmo!

Masters Of Voices: nova superbanda reúne Eric Martin (Mr. Big), Edu Falaschi (Angra/Almah), Tim “Ripper” Owens (Judas Priest/KK’s Priest/Iced Earth) e Jeff Scott Soto (Talisman, Journey, Yngwie Malmsteen)

Idealizado por Paulo Baron da Top Link Music, projeto junta quatro vozes históricas do rock e do metal e ainda traz Felipe Andreoli (Angra), Marcelo Barbosa (Angra/Almah), Leo Mancini (Tempestt/Spektra/Shaman) e Edu Cominato (Mr. Big/Soto/Spektra) na superbanda.

O Masters Of Voices nasce como uma nova super banda que coloca no mesmo palco quatro vocalistas que atravessaram gerações e estilos dentro do rock e do heavy metal. Eric Martin (Mr. Big), Jeff Scott Soto (Talisman, Journey, Yngwie Malmsteen), Edu Falaschi (Angra, Almah) e Tim “Ripper” Owens (Judas Priest/KK’s Priest/Iced Earth) unem forças em um show centrado em grandes sucessos, interpretações marcantes e a força de quatro identidades muito distintas dividindo a mesma noite.

Para sustentar o repertório com peso, técnica e dinâmica de arena, o projeto conta com uma banda formada por músicos com trajetória internacional e forte conexão com o público latino. Felipe Andreoli (Angra) assume o baixo, as guitarras ficam com Marcelo Barbosa (Angra, Almah) e Leo Mancini (Tempestt, Spektra, Shaman), e a bateria é de Edu Cominato (Mr. Big, Soto, Spektra), criando uma base sólida para que cada vocalista transite pelos pontos altos de sua carreira.

A pré-venda de ingressos acontece nos dias 14 e 15 de fevereiro, exclusiva para clientes da Tokio Marine Seguradora. A venda geral terá início no dia 16 de fevereiro

Em São Paulo, o grupo se apresenta no dia 18 de julho, na casa de shows, Tokio Marine Hall, em uma das noites mais aguardadas da turnê. Os shows do “Masters of Voices” tem início em 5 de julho, em Santiago (Chile), seguindo para Buenos Aires (Argentina), no dia 9 de julho. No Brasil, antes da capital paulista, a turnê passa por Belo Horizonte, em 17 de julho, e depois segue para Limeira, no dia 19 de julho. Na sequência, o grupo embarca para a Colômbia, com apresentações em Bogotá, no dia 21 de julho, e encerra a etapa confirmada em Medellín, no dia 23 de julho.Paulo Baron explica a ideia do Master of Voices:

“A ideia de juntar todos esses músicos foi unir grandes sucessos das músicas que eu gosto com um time de músicos de altíssimo nível. A partir daí, comecei a chamar cada um dos meus amigos e a pensar na melhor maneira de realizar isso. E me surpreendeu que, em menos de cinco horas, a banda já estava completa, todo mundo pronto. Agora vamos começar essa nova aventura, iniciando com algumas datas na América Latina.

Não é um projeto simples. Na verdade, é algo que vai depender muito das agendas, porque é muito difícil de montar por causa dos compromissos de cada um desses profissionais. Então, é para o público aproveitar o melhor do Judas Priest, o melhor do Mr. Big, o melhor do Angra e do Almah, e também o melhor de Journey, Talisman e por aí vai. Todos esses artistas têm histórias com essas bandas.”

Edu Falaschi representa o Brasil com uma trajetória que se confunde com a história recente do metal nacional. Conhecido por sua passagem como vocalista do Angra, além do trabalho no Almah e na carreira solo, ele traz a este projeto sucessos dessas diferentes fases, que marcaram gerações com interpretações emblemáticas no power metal. Em 2026, Edu vive um momento particularmente simbólico, apresentado pelo próprio artista como o marco de 35 anos de carreira, com celebrações que resgatam etapas decisivas de sua trajetória e dão sequência à sua discografia solo, concluindo a trilogia iniciada por Vera Cruz e Eldorado

Edu Falaschi convida os fãs para os shows“Estou aqui para avisar que vou fazer parte de um projeto, uma turnê sensacional chamada Masters Of Voices. Eu, o Eric Martin, o Jeff Scott Soto e o ‘Ripper’ juntos, cantando os clássicos da nossa história e da nossa carreira. Acompanhados por Marcelo Barbosa, Edu Cominato, Felipe Andreoli e Leo Mancini, um timaço, vamos rodar por vários países da América do Sul. E, claro, isso também vai acontecer no Brasil. Então, vejo vocês na estrada!”

Eric Martin, do Mr. Big, a voz mais clássica e radiofônica do rock apresenta os maiores sucessos de sua banda que alcançou sucesso global e consolidou um lugar especial no coração dos fãs do hard rock. Martin tem uma assinatura vocal que combina potência e sensibilidade, sustentando refrões marcantes e performances emocionais. Sua trajetória é marcada por turnês ao redor do mundo, uma relação sólida com o público e um repertório que atravessa décadas, mantendo o Mr. Big como uma referência do estilo.

Eric Martin sobre o Master of VoicesMeus amigos fãs de rock e heavy metal! Aqui é o Eric Martin, do Mr. Big! Tenho uma novidade incrível pra compartilhar com vocês: o Master of Voices! Neste verão, estarei em turnê pela América Latina ao lado de Jeff Scott Soto, Tim “Ripper” Owens e Edu Falaschi. Será um show com muitos sucessos — o melhor de cada vocalista! Vai ser simplesmente indescritível!

Tim “Ripper” Owens leva ao Masters Of Voices a intensidade e o alcance vocal que o tornaram mundialmente conhecido. Com passagem histórica pelo Judas Priest e também pelo Iced Earth, Owens se firmou como um dos grandes intérpretes do heavy metal. No show, ele vai interpretar sucessos do Judas Priest, adicionando ao projeto o peso e a agressividade típicos do metal clássico, ampliando o espectro do espetáculo e equilibrando diferentes escolas vocais no mesmo palco.

Tim “Ripper” Owens sobre o projeto“Como isso é empolgante! Cair na estrada na América do Sul com grandes amigos tocando grandes músicas! Eu, pessoalmente, mal posso esperar! E tudo isso sendo colocado de pé pelo nosso grande mestre dos shows, Paulo Baron! É hora de celebrar.”

Jeff Scott Soto é sinônimo de versatilidade e longevidade. Dono de uma discografia extensa, ele se consolidou como uma das vozes mais reconhecidas do hard rock e do metal, com destaque para o Talisman e sua passagem como vocalista do Yngwie Malmsteen, além de projetos que reforçam seu alcance em diferentes cenas e públicos. Soto é conhecido por transitar com naturalidade entre o peso e o melódico, sempre com presença de palco forte e interpretação precisa, características que o transformaram em nome recorrente em grandes turnês e colaborações internacionais.

Jeff Scott Soto diz empolgado sobre o projeto“Estou muito feliz por finalmente poder contar esta notícia incrível. Estou voltando para a América do Sul em 2026. Mas não estou vindo sozinho: estou trazendo três amigos comigo. Isso mesmo: Eric Martin, do Mr. Big, Edu Falaschi, do Angra, e Tim “Ripper” Owens, do KK’s Priest e ex-Judas Priest. Quatro cantores, os Masters Of Voices, chegando à América do Sul em 2026. E junto com a nossa banda: dois caras do Spektra, Leo e Edu, e dois do Angra, Felipe e Marcelo. Vamos tocar todas as suas músicas favoritas, cobrindo as carreiras dos quatro vocalistas, será insano. Masters Of Voices. Lá vamos nós!”

Mais informações no instagram da Top Link Music @toplinkmusic

Serviço

Apresentação: 18/07/2026 às 22h00 
Abertura dos portões: 20h00
Local: Tokio Marine Hall – R. Bragança Paulista, 1281 – Várzea de Baixo, São Paulo/SP, 04727-002
Parcelamento: Na internet até 3X sem juros, de 4 a 6x com juros. Na bilheteria em até 3X sem juros.
Classificação: 16 anos. Menores de 16 anos somente acompanhados dos responsáveis legais.
Bilheteria Oficial
Tokio Marine Hall – R. Bragança Paulista, 1281 – Várzea de Baixo, São Paulo/SP, 04727-002
Funcionamento: De Segunda a Sábado das 12h às 18h; Domingo e Feriados das 12h às 18h.
Em dias de shows o horário de atendimento sofre alterações. Confira a programação do local.
Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/
Pré-venda clientes Tokio Marine Seguradora: 14/02/2026 e 15/02/2026
Venda geral: 16/02/2026

Opus V: banda se apresenta em 24 de outubro abrindo para Yngwie Malmsteen

Foto: Edu Firmo

A Opus V vem fazendo um trabalho magnífico durante suas apresentações. Em pouco tempo já se apresentaram como banda de abertura de grupos como Angra, Symphony X e Sons Of Apollo, o que vem mudando significativamente a popularidade da banda, que vem sendo vista como uma das bandas mais promissoras no cenário.

No dia 24 de outubro eles se apresentam no Carioca Clube Pinheiros, em abertura à apresentação do “maestro” Yngwie Malmsteen.
Dio Lima, um dos fundadores do grupo comenta: “Estamos muito felizes em anunciar nossa participação no show do ícone da guitarra Yngwie Malmsteen, dando sequência aos shows de divulgação do nosso trabalho “A New Empire Rise”. Para essa apresentação iremos contar com a participação do baixista Alexandre Panta (Scenes From A Dream- DT cover e ex- Hibria). Contamos com a presença de todos nessa grande celebração!”.
Malmsteen fará apresentação única para promover seu último álbum, intitulado “Parabellum”. Esta é a nona passagem do artista sueco pelo Brasil.

Serviço – Yngwie Malmsteen em São Paulo

Produção: Dark Dimensions
Data: 24 de outubro de 2022
Local: Carioca Club
End: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 (ao lado da estação Faria Lima do Metrô)
Hora: 19h (open doors) | 21h (showtime)

Bandas de Abertura: OPUS V e Skalyface

Ingressos à venda no site Clube do Ingresso:
https://www.clubedoingresso.com/evento/yngwiemalmsteen

Yngwie Malmsteen retorna ao Brasil no final deste mês

YngwieMalmsteen

Lendário guitarrista faz única apresentação no país, no palco do Carioca Club, em São Paulo – foto: divulgação

Yngwie Malmsteen, nome artístico de Lars Johan Yngve Lannerbäck, é considerado por para muitos fãs e críticos, um verdadeiro deus da guitarra e a sua passagem pelo Brasil é sempre motivo de grande expectativa.

Após elogiada exibição no festival Monsters of Rock Brasil 2015, o artista sueco retorna ao país para única e especial exibição, no próximo dia 27 de agosto, no Carioca Club, em São Paulo, trazendo o repertório da turnê mundial que promove o novo álbum “World on Fire”.

O eclético músico, que vai do heavy metal à música erudita e recém-integrado ao Music Hall of Fame da Suécia, também ministrará workshops em Recife (28/08 – Teatro IMIMP) e Florianópolis (30/08 – Pedro Ivo).

Os ingressos para a exibição na capital paulista continuam à venda pelo Clube do Ingresso (http://www.clubedoingresso.com/yngwiemalmsteen), bilheteria do Carioca Club, Galeria do Rock (loja 255) e pontos autorizados. As entradas custam R$ 110,00 (pista meia/estudante), R$ 130,00 (pista promocional), R$ 150,00 (camarote meia/estudante) e R$ 300,00 (camarote inteira).

A rápida passagem pela América do Sul consiste nas seguintes datas:
23/08 – CC Festival – Lima, Peru
26/08 – Groove – Buenos Aires, Argentina
27/08 – Carioca Club – São Paulo, Brasil
28/08 – Teatro do IMIP – Recife, Brasil (workshop)
30/08 – Teatro Pedro Ivo – Florianópolis, Brasil (workshop)

“World on Fire”, 19º trabalho da carreira do exímio Yngwie Malmsteen, foi lançado no último dia 1 de junho e já vem causando grande impacto principalmente na imprensa especializada. Com 11 músicas repletas feeling, arranjos e melodias inconfundíveis, o guitarrista mostra que seu talento ainda está em alta, mesmo tendo composto e gravado todas as faixas entre turnês e ensaios, nos últimos dois anos.

Nascido em 1963, na bela Estocolmo, Malmsteen foi extremamente influenciado pela música barroca de Bach e Vivaldi, e é conhecido por ser um dos precursores do chamado metal neoclássico, que envolve heavy metal com elementos de música clássica, criando uma atmosférica épica em suas composições.

Virtuosismo, velocidade, técnica, poses, caras e bocas, além de muito malabarismos com sua Fender Stratocaster, que emanam um poderoso som da enorme parede de amplificadores Marshall no fundo do palco, o artista ajudou a popularizar o guitar shredding dentro do rock em geral e veio a ser um dos guitarristas mais influentes do metal.

YngwieMalmsteenCartaz

Links relacionados:
https://www.facebook.com/pages/Official-Yngwie-Malmsteen/15331653478
https://www.facebook.com/darkdimensionsprodutora
https://www.facebook.com/UltimateMusicPR

Serviço São Paulo
Dark Dimensions orgulhosamente apresenta Yngwie Malmsteen
Data: 27 de agosto de 2016
Local: Carioca Club
End: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 (ao lado da estação Faria Lima do Metrô)
Hora: 17h (open doors) | 19h (showtime)
Imprensa: press@theultimatemusic.com
Evento Fb: https://www.facebook.com/events/248368688829888/

Ingressos
Pista Meia-entrada: R$ 110,00
Pista Promocional: R$ 130,00
Pista Inteira: R$ 220,00
Camarote Meia-entrada: R$ 150,00
Camarote Inteira: R$ 300,00

Ingresso online: http://www.clubedoingresso.com/yngwiemalmsteen

Pontos de venda:
Carioca Club (sem taxa) – Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros
Loja 255 (Galeria do Rock): Av. São João, 439 – 1º Andar – Loja 255 – Centro
Loja Contém 1G (Shopping West Plaza): Bloco A, Pavimento 1, Quiosque Q1 AO3
Loja Contém 1G (Shopping Metrô Boulevard Tatuapé): Rua Gonçalves Crespo, 78
Loja Contém 1G (Aricanduva): Av. Aricanduva, 5555
Loja Contém 1G (Shopping Metrô Santa Cruz): Rua Domingos de Moraes, 2564
Santo André – Metal Music: Rua Álvaro de Azevedo, 159 – Centro

Yngwie Malmsteen lança novo álbum e Brasil está na rota da “World on Fire tour”

3Os fãs do lendário guitarrista Yngwie Malmsteen já não aguentam mais esperar pelo retorno do artista ao Brasil! Devido ao excelente feedback em relação ao novo álbum “World on Fire”, a grande maioria já começou a contar os dias para a única apresentação do artista no país.

Pouco mais de completar um ano de brilhante exibição no festival Monsters of Rock Brasil 2015, o músico recém-integrado ao Music Hall of Fame da Suécia, desembarca, no próximo dia 27 de agosto, no Carioca Club, em São Paulo. Esta é uma realização da Dark Dimensions.

Os ingressos continuam à venda pelo Clube do Ingresso (http://www.clubedoingresso.com/yngwiemalmsteen), bilheteria do Carioca Club, Galeria do Rock (loja 255) e pontos autorizados. As entradas custam R$ 90,00 (pista meia/estudante), R$ 120,00 (pista promocional), R$ 125,00 (camarote meia/estudante) e R$ 250,00 (camarote inteira).

“World on Fire”, 19º trabalho da carreira do exímio Yngwie Malmsteen, foi lançado no último dia 1 de junho e já vem causando grande impacto principalmente na imprensa especializada. Com 11 músicas repletas feeling, arranjos e melodias inconfundíveis, o guitarrista mostra que seu talento ainda está em alta, mesmo tendo composto e gravado todas as faixas entre turnês e ensaios, nos últimos dois anos.

Este disco tem a minha cara, é puro Malmsteen! Porém, eu diria que este registro é um pouco diferente já que, pela primeira vez, eu faço todos os vocais. Eu nunca tinha feito isso antes, e desta vez, decidi cantar do meu jeito e da minha maneira de compor. Além disso, gravei todas as linhas de baixo e a maior parte dos teclados. ‘World on Fire’ é um trabalho bem avançado, com partes complexas e bem amplas. É um disco neoclássico, imperdível para quem gosta e realmente entende de guitarras bem trabalhadas!”, declarou o músico.

Yngwie Malmsteen, nome artístico de Lars Johan Yngve Lannerbäck, é considerado por para muitos fãs e críticos, um verdadeiro deus da guitarra. Nascido em 1963, na bela Estocolmo, foi extremamente influenciado pela música barroca de Bach e Vivaldi, e é conhecido por ser um dos precursores do chamado metal neoclássico, que envolve heavy metal com elementos de música clássica, criando uma atmosférica épica em suas composições.

Virtuosismo, velocidade, técnica, poses, caras e bocas, além de muito malabarismos com sua Fender Stratocaster, que emanam um poderoso som da enorme parede de amplificadores Marshall no fundo do palco, o artista ajudou a popularizar o guitar shredding dentro do rock em geral e veio a ser um dos guitarristas mais influentes do metal.

Links relacionados:
https://www.facebook.com/pages/Official-Yngwie-Malmsteen/15331653478
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Serviço São Paulo
Dark Dimensions orgulhosamente apresenta Yngwie Malmsteen

Data: 27 de agosto de 2016
Local: Carioca Club
End: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 (ao lado da estação Faria Lima do Metrô)
Hora: 17h (open doors) | 19h (showtime)
Imprensa: press@theultimatemusic.com
Evento Fb: https://www.facebook.com/events/248368688829888/

Ingressos (1º lote)
Pista Meia-entrada: R$ 90,00
Pista Promocional: R$ 120,00
Pista Inteira: R$ 180,00
Camarote Meia-entrada: R$ 125,00
Camarote Inteira: R$ 250,00

Ingresso online: http://www.clubedoingresso.com/yngwiemalmsteen

Pontos de venda:
Carioca Club (sem taxa) – Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros
Loja 255 (Galeria do Rock): Av. São João, 439 – 1º Andar – Loja 255 – Centro
Loja Contém 1G (Shopping West Plaza): Bloco A, Pavimento 1, Quiosque Q1 AO3
Loja Contém 1G (Shopping Metrô Boulevard Tatuapé): Rua Gonçalves Crespo, 78
Loja Contém 1G (Aricanduva): Av. Aricanduva, 5555
Loja Contém 1G (Shopping Metrô Santa Cruz): Rua Domingos de Moraes, 2564
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Está chegando a hora: esta é a semana dos “monstros” do heavy metal nos palcos brasileiros

O maior festival de Rock do mundo, o Monster of Rock, volta às terras brasileiras ocupando a Arena Anhembi, em São Paulo, nos dias 25 e 26 de abril. Com sua sexta edição no país, o festival anuncia umline up de peso em comemoração aos 21 anos de sua primeira edição. Em dois dias de evento, 15 bandas ocupam o palco:  Kiss, que prepara um show especial para celebrar seus 40 anos de estrada, Ozzy Osbourne, Judas Priest, Motörhead, Manowar, Black Veil Brides, Rival Sons, Primal FearAceppt, Unisonic, Yngwie Malmsteen, Steel Panther, Coal Chamber, De La Tierra e Dr.Pheabs.

Produzido pela Mercury Concerts, o Monsters mantém a tradição de só incluir em seu line up bandas de hard rock e heavy metal. Para abrigar os shows de algumas das principais bandas do mundo, a Arena Anhembi receberá um palco monumental, que se adéqua aos mega shows, além de toda uma estrutura de diversão e interação que será montada no local para atender ao público presente.

O Anhembi também receberá uma edição do Mundo Mix, que montará no local o espaço “Galpão do Rock”, contendo acessórios, calçados, design, sex shop, tabacaria, serviços como corte de cabelo, barbearia, tattoo e muito mais do mundo do Rock.

Além do festival em SP, o Kiss apresenta o show “40th Anniversary World Tour” em Florianópolis (Devassa On Stage), no dia 20 de abril, e em Curitiba (Pedreira Paulo Leminski), no dia 21 de abril. Nos dias 23 e 24 de abril, a banda Kiss se junta com o Steel Panther para shows em Belo Horizonte (Ginásio Mineirinho) e Brasília (Estacionamento do Estádio Nacional), respectivamente. O Judas Priest passará pelo Rio de Janeiro (Vivo Rio), junto com as bandas Accept e Metalmania, no dia 23.

Ozzy Osbourne, Judas Priest e Motorhead ainda se juntam sob o show “Monster Tour”, que passará por Curitiba, no dia 28 de abril, no Pedreira Paulo Leminski, e Porto Alegre, no dia 30, no Estádio do Zequinha.

Quem ainda não garantiu seus tickets, é bom correr: os últimos ingressos estão à venda.

Confira tudo sobre o festival no release completo.

Monsters of Rock 2015: Festival anuncia line up especial em comemoração aos 21 anos de sua primeira edição

KISS, Ozzy Osbourne, Judas Priest, Motörhead e Manowar são as principais atrações do festival que acontece pela sexta vez no Brasil.

Evento será realizado em dois dias na Arena Anhembi, 25 e 26 de abril, e terá 12 atrações.

Ingressos estarão à venda a partir do dia 19 de dezembro, sexta-feira, pelo site Ingresso Rápido.

Um dos mais importantes festivais do país, o Monsters of Rock está de volta em 2015! E para comemorar os 21 anos de sua primeira realização no Brasil, irá trazer para o público uma edição inesquecível. As datas já estão marcadas: dias 25 e 26 de abril, na Arena Anhembi, em São Paulo. Maior festival nacional com uma escalação 100% Rock´n Roll, o evento em 2015 apresentará 14 atrações de peso.

Realizado no Brasil em 1994, 95, 96, 98 e 2013, a versão nacional do Monsters, criado originalmente na Inglaterra, já reuniu um público de mais de 300.000 pessoas em edições anteriores e trouxe ao país nomes como Black Sabbath, Slayer, Kiss, Megadeth, Faith no More, Alice Cooper, Ozzy Osbourne, Skid Row, Iron Maiden, Motorhead, Slipknot, Aerosmith e Whitesnake, entre muitos outros.

Responsável pela realização do evento desde sua primeira edição, a Mercury Concerts promete uma experiência mais do que especial em 2015. O Monsters vem fazendo história no país desde sua primeira versão e, quando chega a sua maioridade, vai brindar o público com uma escalação hiper especial. Uma edição inesquecível, que não deixará pedra sobre pedra.

Além de um line-up de primeira, a Arena Anhembi em São Paulo receberá um palco monumental, preparado para se adequar aos mega shows de algumas das maiores bandas do mundo, e toda uma estrutura de diversão e interação que será montada no local para atender ao público presente.

O line-up completo da 6ª edição do Festival Monsters of Rock Brasil será anunciado em breve. Os ingressos para os dois dias de apresentações também estarão disponíveis para o grande público ainda este ano.

As atrações do Monsters of Rock 2015

KISS

Desde o estouro da banda no cenário musical na década de 70, o KISS criou uma nova experiência em cena, misturando rock de primeira com pirotecnia, iluminação e ambientação cênicas excepcionais e as indefectíveis maquiagens e figurinos que se transformaram em marcas registradas – tudo isso deu a eles a reputação de criar alguns dos melhores shows ao vivo da história da música mundial. Formada em Nova Iorque em 1973, a banda passou por algumas mudanças de formação, sendo Paul Stanley e Gene Simmons os dois integrantes da formação original. Em 83, com o álbum ‘Lick it Up’, o grupo surpreendeu os fãs ao retirar a maquiagem e os figurinos. No ano seguinte, o grupo ganha uma homenagem através do disco ‘Kiss My Ass: Classic Kiss Regrooved’, uma compilação de músicas do grupo gravadas por nomes como Lenny Kravitz, Stevie Wonder, Garth Brooks, Mighty Mighty, Lemonheads e Anthrax, entre outros. Em 1995 gravam o ‘Unplugged’ da MTV e um ano depois causaram comoção na platéia do Grammy ao surgirem novamente com seus respectivos figurinos e maquiagens e com a formação original. Dois meses depois anunciam uma grande turnê mundial. A expectativa em ver novamente os quatro membros originais do grupo fez com que os 40 mil ingressos do primeiro show se esgotassem apenas 47 minutos.

O Kiss já recebeu 28 discos de ouro e já vendeu mais de 100 milhões de álbuns em todo o mundo. Já realizou mais de 30 turnês internacionais, a última a “40 Year Tour”, de 2014. Desde 1974 lançou 20 álbuns de estúdio – o mais recente deles, “Monster”, de 2012, sete álbuns ao vivo, três álbuns de turnê, 11 coletâneas e 14 vídeos e DVDs. Em 78 lançaram também um Box contendo um disco solo de cada um dos integrantes, que atingiram o top 10 das paradas em vários países. Para atender ao inesgotável interesse dos fãs de todo o planeta, o grupo chegou a lançar uma biografia oficial, que conta sua história desde a formação do grupo até os bastidores dos shows.

Ozzy Osbourne

Um dos fundadores do célebre Black Sabbath em 1969, onde ficaria até 78, Ozzy iniciou sua carreira solo com o lançamento do álbum “Blizzard of Ozz”, até hoje considerado um dos mais importantes álbuns do rock mundial, com seus personalíssimos vocais. Em 94, ele ganhou um Grammy de melhor música e em 93 anunciou sua aposentadoria, voltando porém aos palcos em 95. Foi indicado mais duas vezes ao Grammy, em 2008 e 2011, e apenas nesse novo século ganhou alguns dos mais importantes prêmios da música, como o MTV Music Awards, o NME e o Prism, além de receber os títulos de “Imortal do Rock”, “Ícone da Música” e “Lenda Viva do Rock”.

Músico lendário, Ozzy idealizou o famoso OzzFest, que já revelou bandas como System of a Down e Korn, realizado por ele e sua mulher Sharon desde 1996. A partir de 2002, Osbourne atingiu um novo patamar de reconhecimento mundial, ao estrelar com a família o reality-show The Osbournes, lançado pela MTV e um enorme sucesso no mundo inteiro. Em carreira solo já lançou 11 álbuns de estúdio, cinco álbuns ao vivo e nove DVDs. Já vendeu mais de 90 milhões de cópias de seus discos em todo o mundo.

Judas Priest

A banda britânica Judas Priest foi criada em meados de 1969, em Birmingham, Inglaterra, e é considerada por alguns críticos, ao lado do Black Sabbath, do Iron Maiden e do Motörhead como um das quatro principais bandas de Heavy Metal na história. Independente da crítica, o Judas é definitivamente um dos precursores do heavy metal moderno e um dos grupos mais influentes do metal desde os anos 70. Foi a primeira banda a unir o peso e a temática violenta criados pelo Black Sabbath à velocidade de alguns grupos de rock como o Deep Purple, adicionaram duas guitarras ao seu som e também foram os responsáveis pela retirada do blues característico de grupos de hard-rock britânico dos anos 70. Foram também precursores da adoção das roupas de couro com adereços de metal cromados e correntes advindos do punk rock, criando o figurino oficial do hard rock que vigora até hoje.

O primeiro disco da banda, “Rocka Rolla”, foi lançado em 1974. Das primeiras formações da banda ainda permanecem no grupo o vocalista Rob Halford, o guitarrista Glenn Tipton e o baixista Ian Hill. Em 45 anos de carreira lançaram 19 álbuns de estúdio, o mais recente, “Redeemer of Souls” em 2014, tendo vendido mais de 50 milhões de discos em todo o mundo. Em 2010 a banda ganhou o Grammy para “Melhor Performance de Metal” por “Dissident Aggressor”.

Motörhead

Formada em 1975 na Inglaterra, a banda Motörhead é considerada uma das maiores do heavy metal no mundo, ao lado de Black Sabbath, Judas Priest e Iron Maiden. Prestes a completar no próximo ano 40 anos de carreira, já lançou 21 álbuns de estúdio e vendeu mais de 30 milhões de cópias. Seu mais recente CD é “Aftershock”, de 2013. Considerada uma das bandas de mais peso e velocidade no cenário do metal, o Motörhead é um dos grupos que mais influenciou outras bandas de diferentes vertentes como o heavy, o thrash metal e o punk rock.

O baixista Lemmy Kilmister, até hoje no grupo, começou na música na década de 1960, como roadie da banda de Jimi Hendrix, e foi o criador do Mötorhead, que inicialmente se chamava Bastards. Depois de dois álbuns, conquistaram o sucesso junto ao público em 79, com “Bomber”. Em 1992 lançaram “March ör Die”, seu maior sucesso comercial, com participação do guitarrista Slash (Guns N’ Roses) em diversas canções e uma parceria com Ozzy Osbourne na canção “Hellraiser” (também lançada por Ozzy no álbum No More Tears). Em 2005 o Motörhead ganhou o Grammy na categoria Melhor Performance de Metal.

Manowar

Conhecida pelas letras de canções que falam de fantasias e mitologia nórdica, a banda norte-americana Manowar é também famosa por seu som muito alto: em 1984 a banda foi incluída no Guinness Book of World Records, por fazerem, ao vivo, o som mais alto já registrado em um show, um recorde que eles próprios já bateram por duas ocasiões. Também têm o recorde pelo espetáculo mais longo do heavy metal, depois de terem tocado durante cinco horas e um minuto na Bulgária em 2008. Compuseram também uma das mais longas músicas do gênero: no disco “The Triumph of Steel”, de 82, aparece “Achilles: Agony and Ecstasy in Eight Parts” , baseada na obra “A Ilíada” de Homero, que, com 28 minutos de duração, tornou-se um clássico do grupo. Com 35 anos de estrada, a banda, formada em Nova Iorque, é adepta do metal grande e épico, encharcado com guitarras, coros e orquestras, e ficou famosa ainda pelo slogan “Morte ao falso metal falso”.

Com uma carreira que inclui 13 álbuns de estúdio e mais de nove milhões de cópias vendidas em todo o mundo, a banda tem mais que fãs – são seguidores. É extremamente popular na cena heavy metal da Europa, Japão, Austrália, América do Sul Estados Unidos. Em 2003, o baixista, guitarrista e tecladista Joey DeMaio fundou sua própria gravadora, a Magic Circle Music, que veio a se tornar o lar oficial da banda, sendo criada para preencher as necessidades do Manowar e de outras bandas similares do gênero. Em 2014 a banda lançou seu mais recente álbum, “Kings of Metal MMXIV”.

Rival Sons

A banda composta por Jay Buchanan (Vocal), Scott Holiday (Guitarra), Robin Everhart (Baixo) e Michael Miley (Bateria) foi formada na Califórnia em 2008. Seu primeiro disco foi lançado em 2009, e a escolha da canção “Tell Me Something” como tema das 500 Milhas de Indianápolis logo fez com que a banda estourasse. Em 2010 excursionaram com Alice Cooper e em 2011 viajaram com o Judas Priest, além de abrirem um show para o AC/DC, televisionado para todos os estados americanos e alguns países do mundo. A Banda já atingiu a 19ª posição na parada rock da Billboard. Em 2011 ganharam o prêmio Breakthrough Artist of the Year, do iTunes e já lançaram quatro álbuns de estúdio, o mais recente deles “Great Western Valkyrie”, em 2014.

Unisonic

O Unisonic é um grupo alemão especializado no gênero conhecido como speed/power metal. No mundo do rock é considerado um supergrupo por reunir, na mesma formação, Michael Kiske, ex-vocalista do Helloween, Kai Hansen, ex-vocalista e guitarrista também do Helloween e guitarrista e vocalista do Gamma Ray, o baixista Dennis Ward e o baterista Kosta Zafiriou do Pink Cream 69, e o guitarrista Mandy Meyer, ex Gotthard. Em 2012 lançaram seu primeiro EP intitulado de “Ignition” e, no mesmo ano, “Unisonic”, seu álbum de estreia, que esteve no topo das paradas de vários países como a Finlândia, Japão, Alemanha e Suécia. O segundo álbum da banda, “Light of Dawn”, foi lançado em 2014. A banda realizou sua primeira turnê mundial em maio de 2012, tocando em diversos festivais de música europeus, como o Rock Hard Festival, Gods of Metal, Hellfest, Masters of Rock, entre outros.

Steel Panther

O Steel Panther é uma banda de glam-metal de Los Angeles, Califórnia, conhecida por suas letras bem-humoradas. Formada em 2000, a banda começou a ganhar popularidade no Sunset Strip, no início do novo milênio, sob o nome Oficina de Metal (em breve transformada em Metal Skool, e depois em Steel Panther). É composta pelo vocalista Ralph Saenz (“Michael Starr”), o baterista Darren Leader (“Stix Zadinia”), o baixista Travis Haley (“Lexxi Foxxx”) e o guitarrista Russ Parrish (“Satchel”). Suas perucas enormes, jaquetas de couro, calças spandex de zebra, costeletas herdadas de uma banda tributo ao Van Halen aliadas a suas letras extremamente chauvinistas e a seu lado cômico logo a transformaram em um enorme sucesso, lotando shows pelo mundo a fora. Desde sua formação já lançaram quatro álbuns de estúdio, uma compilação e um DVD.

Black Veil Brides

O Black Veil Brides (ou BVB) é uma banda de rock formada em 2006 em Hollywood, Califórnia, pelo vocalista Andy Biersack. Seu álbum de estreia, “We Stitch These Wounds” foi lançado em junho de 2010, porém, antes de seu lançamento, já havia alcançado uma grande divulgação pela internet, fazendo com que em pouco tempo a banda já estivesse na relação dos 10 artistas de metal mais tocados no Myspace. O segundo álbum da banda, “Set the World on Fire”, foi lançado em junho de 2011 e apresenta forte influência do glam metal e do hard rock. A banda lançou ainda três EP’s – “Sex and Hollywood”, “Never Give In” e “Rebels EP” – e mais um álbum de estúdio, em 2013, intitulado “Wretched and Divine: The Story of the Wild Ones”. Também lançou um single chamado “Unbroken”, que entrou na trilha sonora do filme “The Avengers”. O Black Veil Brides tem forte inspiração no Kiss e Mötley Crüe, além de outras bandas de glam metal da década de 1980.

Yngwie Malmsteen

Conhecido por sua incrível velocidade e virtuosismo, o guitarrista sueco Yngwie Malmsteen começou a aprender música aos 5 anos de idade, tendo aulas de piano, trompete, violão e se dedicando aos grandes compositores clássicos. Durante este aprendizado descobriu possuir o chamado “ouvido absoluto”, um dom de nascença raro que é a capacidade de distinguir notas musicais sem qualquer referencia, seja qual for a fonte. Em 1983 mudou-se para os EUA, para se dedicar ao rock e participou de algumas bandas antes de iniciar uma carreira solo. Seu primeiro álbum, “Rising Force”, em 84, entrou direto para a parada da Billboard e ganhou uma indicação para o Grammy. Já “Trilogy”, de 86, é conhecido por inaugurar o que seria conhecido como “metal moderno”. Em 2003 se juntou a Joe Satriani e Steve Vai, para um show e DVD. Ao todo sua carreira inclui 18 álbuns de estúdio. Entre os álbuns “ao vivo” está “Yngwie Malmsteen LIVE!!”, gravado em São Paulo durante a turnê de “Facing The Animal”.

Primal Fear

Formada na Alemanha em 1997, o Primal Fear, expoente do gênero chamado de Power metal, mantém até hoje seus idealizadores e principais membros: o baixista Mat Sinner e o vocalista Ralf Scheepers. Aclamada como um dos ícones do heavy metal mundial, a banda lançou seu primeiro ábum 1998, o homônimo “Primal Fear”, que chegou às lojas em 98 e causou enorme impacto nos fãs do gênero em todo o mundo, fazendo com que a banda fosse comparada ao Judas Priest. Com uma carreira que inclui 10 álbuns de estúdio (“Delivering The Black”, de 2014, é o mais recente), um álbum ao vivo, uma coletânea e um DVD, o Primal Fear já participou de vários festivais famosos, como o “Wacken Open Air”, na Alemanha. Desde o lançamento do último álbum, no ano passado, a banda está em turnê pelo mundo, chegando agora ao Brasil. Atualmente, o baterista oficial da banda é o brasileiro Aquiles Priester.

Accept

Considerada uma das precursoras do speed metal e do Power metal na Europa, a banda alemã Accept foi formada em 1968, ainda com o nome de Band X, pelo vocalista Udo Dirkschneider. Depois de algumas breves experiências musicais, ele montou o grupo, que em 1976 passaria a adotar o nome Accept. O primeiro álbum seria lançado em 79, chamando a atenção para o vocal arranhado de Udo, mas foi só em 81, já famosos em toda a Alemanha, que o grupo se profissionaliza, lançando no ano seguinte “Restless and Wild”, até hoje reconhecido como um importante disco na história do heavy metal. Em 86, motivado por divergências internas, Udo chegou a deixar o grupo, retornando em 92. Em 96 o grupo se dissolve, mas volta a se reunir novamente em 2004. Ao todo, o grupo já lançou 14 álbuns de estúdio, o mais recente deles “Blind Rage”, de 2014.

Monsters of Rock: o mais aclamado festival de rock do mundo

O Monsters of Rock foi criado em 1980 pelo promotor Paul Loasby que, juntamente com Maurice Jones, queria um festival apenas com bandas de hard rock e heavy metal. O local escolhido foi uma pista de corrida em Donington Park, localizada ao lado da aldeia de Castle Donington, em Leicestershire, Inglaterra. O local era desconhecido, mas a facilidade de transportes de todas as partes do país e o nível do solo inclinado, que permitia uma ótima visualização para o público em todo o local, influenciaram em sua escolha.

O line up dos primeiros anos do Monsters consistia em uma mistura de bandas britânicas e internacionais e o sucesso foi nstantâneo, com um público de 35 mil fãs presentes. Concebido como um evento único, já no primeiro ano nasceu a ideia de transformar o festival em uma atração anual. Ao longo dos anos, os números do público continuaram a crescer, chegando a 107 mil pessoas em 1988, quando dois fãs morreram durante um show do Guns ‘n Roses – logo após o começo do show, houve uma precipitação de público em direção ao palco. Inicialmente, a culpa foi atribuída ao tamanho da multidão, mas depois chegou-se à conclusão de que o clima úmido, chuvas e muita lama, em um terreno inclinado, favoreceram o incidente. Em consequência disso, o festival foi cancelado no ano seguinte, retornando em 1990 com uma limitação de público de 75 mil pessoas.

O festival continuou como o principal evento de hard rock na Grã-Bretanha na década de 90, mas teve um segundo cancelamento, em 1993, devido à incapacidade de se encontrar um forte headliner para a edição daquele ano. Em 1995, o festival se viu em uma situação semelhante, e teve que fazer um acordo com o Metallica, que pediu controle sobre o evento, ganhando o nome de “Escape from the Studio”. Em 1996, Ozzy Osbourne e Kiss encabeçaram o line up e embora na época se anunciassem planos para estender o festival em um evento de dois dias, a partir de 1997 o Monsters não voltou a acontecer. Em 2006, o festival foi revivido na Inglaterra em edição única, tendo o Deep Purple como headliner e Alice Cooper como convidado especial. Até hoje, a única banda a encabeçar o festival mais de duas vezes foi o AC / DC, em três ocasiões: 1981, 1984, 1991.

O sucesso do Monsters foi tanto que a partir de 1983 o festival começou a ganhar versões internacionais – Alemanha, Suécia, Italia, Eua, Holanda, Espanha, França, Hungria, Belgica, Áustria, Polonia, Russia, Brasil, Chile e Argentina.

No Brasil, o Monsters teve sua primeira edição realizada no dia 27 de agosto de 1994, no Pacaembu, tendo como atrações Kiss, Slayer, Black Sabbath, Suicidal Tendencies, Viper, Raimundos, Angra e Dr. Sin. A segunda edição, também realizada no Pacaembu, em 2 de setembro de 1995, trouxe como atrações Ozzy Osbourne, Alice Cooper, Faith No More, Megadeth, Therapy, Paradise Lost, Virna Lisi, Clawfinger e Rata Blanca.

O Pacaembu foi novamente palco do festival em 24 de agosto de 1996, quando tocaram o Iron Maiden, Skid Row, Motörhead, Biohazard, Raimundos, Helloween, King Diamond, Mercyful Fate e Héroes del Silencio. Em 1998, no dia 26 de setembro, na Pista de Atletismo do Ibirapuera, aconteceu a quarta edição do festival no país, tendo nos palcos a presença das bandas Slayer, Megadeth, Manowar, Dream Theater, Saxon, Savatage, Glenn Hughes, Korzus e Dorsal Atlântica.

Em 2013 aconteceu a quinta edição brasileira do Monsters of Rock, na Arena Anhembi, nos dias 19 e 20 de outubro, com dois dias de apresentações e dois palcos, e a presença das bandas Aerosmith, Whitesnake, Slipknot, Korn, Limp Bizkit, Killswitch Engage, Hatebreed, Gojira, Ratt, Buckcherry e Queensrÿche.

Serviço

Data: 25 e 26 de abril, sexta e sábado
Local: Arena Anhembi (Avenida Olavo Fontoura, 1209 – Santana – São Paulo)
Abertura dos Portões: 10h
Horário: 13h (primeiro show)

Classificação: Menores de 16 anos poderão entrar no eventos acompanhados do pais ou dos responsáveis legais*.

*Sujeito a alteração judicial.

Realização: Mercury Concerts

Line up:
Sábado – 25/04/2015: Ozzy Osbourne, Judas Priest, Motorhead, Black Veil Brides, Rival Sons, Primal Fear

Domingo – 26/04/2015: Kiss, Judas Priest, Manowar, Accept, Unisonic, Yngwie Malmsteen, Steel Panther

Ingressos:
Monsters Pass (Passaporte válido para os dois dias do festival) – INGRESSOS LIMITADOS

Inteira – R$ 620,00 (1o Lote)
Meia Entrada – R$ 310,00 (1o Lote)

Ingresso válido para apenas um dia do festival
Inteira – R$ 350,00 (1o Lote)
Meia entrada – R$ 175,00 (1o Lote)

Compra dos Ingressos:

Internet: 19 de dezembro de 2014, às 0h, disponível pelo site Ingresso Rápido

Telefone: 19/12/2014, às 09h, disponível pelo número 4003-1212, de segunda a sexta, das 9h às 22h, e sábado, domingos e feriados, das 12h às 18h.

Pontos de Venda:
19/12/2014 – Verificar os horários de funcionamento dos pontos de venda no site Ingresso Rápido

Ponto de Venda Sem Taxa de Conveniência:
Teatro Tuca
Rua Monte Alegre, 1.024 – Perdizes – ZONA OESTE – São Paulo /SP
Horário de Atendimento: Terça a Sábado das 14:00 às 19:00 / Domingo das 14:00 às 18:00
Formas de Pagamento: Amex, Aura, Diners, Dinheiro, Hipercard, Mastercard, Redeshop, Visa e Visa Electron.

Mais informações: 4003-1212.