Tag Archives: Catto Comunicação

Izabella Rocha transforma clássico de Nina Simone em ska dançante no novo single “Fica Comigo”

Crédito: Renata Ferraz

Izabella Rocha lança nesta sexta-feira (9) o novo single “Fica Comigo”. Na faixa, a cantora, compositora, ex-vocalista e uma das fundadoras do Natiruts, apresenta uma versão de “Love or Leave Me”, clássico do jazz eternizado por Nina Simone.

Izabella adaptou a canção para o português e, ao lado de sete músicos, transformou a atmosfera originalmente mais melancólica da canção em um ska fusion solar com arranjos de jazz, pulsante, dançante e envolvente. Uma exaltação ao amor. Além da versão em português, Izabella assina a produção musical.

A música também ganhará uma versão em espanhol, “Quédate Conmigo”. Ambas chegam acompanhadas por videoclipes gravados em diferentes cenários: “Fica Comigo” em Santa Catarina e “Quédate Conmigo” no México, ambos com a direção de Rodrigo Gianetto.

“Fica Comigo” dá sequência ao novo trabalho de Izabella Rocha, iniciado em 2026 com uma série de lançamentos que antecipam IZABELLA Vol. 1, novo álbum previsto para novembro.

O projeto começou com “Solta Pelo Mundo”, lançado em abril. Primeiro single do álbum, a faixa combina MPB e reggae pop em uma atmosfera dançante e traz uma mensagem sobre liberdade, descobertas e conexão com diferentes culturas. A música também ganhou uma versão em espanhol, antecipando a proposta de ampliar a aproximação com o público da América Latina.

Em julho, o Reggaeton “Tempo de Colheita” deu continuidade à apresentação da sonoridade do novo trabalho. Na sequência, Izabella lançou “Quero Ser Feliz Também”, releitura de um dos grandes sucessos do Natiruts e uma reconexão direta com uma importante fase de sua trajetória. A nova versão ganhou destaque na programação das rádios e alcançou, mais de uma vez, o topo das paradas monitoradas pela Crowley.

Agora, com “Fica Comigo”, a cantora incorpora novas referências musicais ao projeto. A faixa reforça a diversidade sonora de IZABELLA Vol. 1, que combina pop, reggae e MPB, além de influências do ska e do jazz em um repertório leve, envolvente e marcado por mensagens positivas.

Previsto para novembro de 2026, o álbum  IZABELLA Vol. 1 reúne canções que refletem a maturidade e a experiência da artista sem abrir mão da leveza que marca sua produção atual. Entre faixas dançantes, suaves e envolventes, o pop e a MPB são os fios condutores de um trabalho que aposta em boas vibrações, mensagens inspiradoras e novas conexões com o público.

Além da edição em português, o álbum terá uma versão em espanhol, ampliando o alcance do projeto e reforçando a proposta de uma artista que revisita sua trajetória ao mesmo tempo em que aponta para novos caminhos.

Sobre Izabella Rocha

Cantora, compositora e uma das fundadoras do Natiruts, Izabella Rocha se tornou conhecida nacionalmente como uma das vozes da banda, na qual permaneceu por dez anos e participou de cinco álbuns autorais.

Após sua saída do grupo, seguiu carreira com novos trabalhos e, posteriormente, voltou a se reunir com os antigos companheiros para a turnê Good Vibration, encerrada em 2023. O reencontro com os palcos abriu caminho para um novo capítulo de sua trajetória.

Ao lado de Bruno Dourado (percussão) e Kiko Péres (guitarrista) formou, em 2007, o grupo InNatura  com o qual gravou três álbuns. Para celebrar 20 anos de carreira, lançou, em 2016, Gaia, primeiro álbum solo autoral e trilha sonora do documentário de mesmo nome. O segundo álbum solo intitulado “Bella” levou a cantora para o universo do Jazz e foi lançado em 2021.

Em 2024, Izabella iniciou as composições e a pré-produção de IZABELLA Vol. 1, projeto que agora chega à reta final de preparação e tem lançamento previsto para novembro. O álbum representa um novo momento artístico para a cantora, que reúne experiência, identidade e frescor em um repertório que aposta na leveza, na diversidade musical e em mensagens positivas.

Contato para shows:
Mario Soria – (11)98152 8160

Siga Izabella Rocha
Instagram | Youtube | Spotify

ELVIS IN CONCERT LIVE ON SCREEN: a partir de outubro, Elvis Presley vai ocupar os palcos de seis capitais brasileiras

ELVIS IN CONCERT LIVE ON SCREEN:

A partir de outubro, Elvis Presley vai ocupar os palcos de seis capitais brasileiras

Espetáculo será visto em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Curitiba

Aos 85 anos, Jerry Scheff, baixista original de Elvis, integra a banda que virá ao país para abrilhantar as apresentações

Fotos crédito obrigatório: cortesia de Elvis Presley Enterprises, Inc. / Authentic Brands Group

A partir de outubro deste ano, o celebrado espetáculo Elvis in Concert Live On Screen chega ao país para uma turnê por seis capitais brasileiras: São Paulo (23/10, Espaço Unimed), Belo Horizonte (30/10, Arena Hall), Brasília (01/11, Teatro Ulysses Guimarães), Rio de Janeiro (05/11, QualiStage), Porto Alegre (07/11, Auditório Araújo Vianna) e Curitiba (09/11, Teatro Guaíra).

A passagem da turnê pelo país faz parte de um grande projeto comemorativo dos 50 anos da morte do “Rei do Rock”, que será lembrada em 2027. “Elvis In Concert” é uma superprodução e foi recriado exatamente no mesmo formato musical desenhado pelo próprio artista quando vivo.

Elvis estará presente nos telões com imagem e som renovados, em apresentações memoráveis. O Rei do Rock & Roll será acompanhado ao vivo por uma orquestra de 30 músicos com a mesma configuração de seus shows, com a presença ilustre de Jerry Scheff, baixista da TCB Band entre 1969 e 1977, representando seus companheiros de época no palco.

Dividido em dois atos, o concerto desfila mais de 35 temas que passam pelas diversas fases da carreira do cantor e que incluem clássicos como “Burning Love”, “Don’t Be Cruel”, “Blue Suede Shoes”, “Love Me Tender”, “Bridge Over Troubled Water”, “Suspicions Mind”, “My Way”, “Can’t Help Falling In Love”. entre outros.

O espetáculo traz a voz do próprio artista em imagens históricas carregadas de carisma e emoção, retiradas dos especiais de TV “The 68 Comeback Special”, “Elvis: Aloha from Hawaii” de 1973 e dos filmes da MGM, “Elvis: That’s The Way It Is”, de 1970, e “Elvis On Tour”, de 1972.

Ingressos já estão disponíveis em Bilheteria Digital para os shows de São Paulo, Brasília, Porto Alegre e Curitiba, em Sympla para Belo Horizonte e Ticketmaster para o Rio de Janeiro.

OPETH: Falta um mês para o show em São Paulo

Crédito: Terhi Ylimäinen

A banda sueca, que também se apresentará em Curitiba no dia 5 de novembro, traz ao Brasil a turnê The Last Will & Testament

Falta apenas um mês para São Paulo ser palco de uma das apresentações mais aguardadas pelos fãs de música pesada em 2026. No dia 6 de novembro, a banda sueca apresenta no Espaço Unimed, em São Paulo, sua combinação singular de progressive metal, peso e experimentação com a turnê The Last Will & Testament. Os ingressos estão à venda exclusivamente pelo site eventim.com.br. Além do show em São Paulo, a banda também se apresentará no dia 5 de novembro, na Ópera de Arame, em Curitiba.

O show apresenta ao vivo um dos trabalhos mais ambiciosos da trajetória do Opeth. Considerado um dos discos mais sombrios e pesados da banda em décadas, The Last Will & Testament também reafirma a vocação do grupo para a experimentação e para o rock progressivo, combinando passagens de extrema intensidade com arranjos elaborados e atmosferas densas.

Concebido como um álbum conceitual, o disco acompanha a leitura do testamento de um homem recém-falecido diante de seus familiares. À medida que o documento é lido, segredos, conflitos e traições vêm à tona. Ambientada simbolicamente nos anos 1920, a narrativa assume contornos de um thriller, explorando temas como família, herança, relações de poder e comportamento humano.

O álbum marca ainda o retorno dos vocais guturais de death metal de Åkerfeldt, ausentes desde Watershed (2008), equilibrados com elementos progressivos e uma sonoridade que transita entre o metal extremo e referências do rock dos anos 1970.

Você sabia?

O primeiro baterista do Opeth nasceu no Brasil. Anders Nordin, integrante da formação original da banda, nasceu no país e foi adotado por pais suecos. Ele participou dos dois primeiros álbuns do Opeth, Orchid (1995) e Morningrise (1996).

Outra curiosidade: The Last Will & Testament é o primeiro álbum totalmente conceitual da história do Opeth e conta com participações especiais de dois grandes nomes do rock: Ian Anderson, do Jethro Tull, que interpreta o protagonista da história e participa com flauta, e Joey Tempest, do Europe.

Para conhecer mais histórias, informações e curiosidades sobre a banda, o público pode assistir ao episódio especial dedicado ao Opeth da websérie Por Dentro do Rock, no canal oficial da produtora no YouTube.

No palco do Espaço Unimed, o público poderá conferir a atual formação do Opeth: Mikael Åkerfeldt (vocais e guitarra), Fredrik Åkesson (guitarra), Martin Mendez (baixo), Joakim Svalberg (teclados) e Waltteri Väyrynen (bateria), que estreou em estúdio com a banda justamente em The Last Will & Testament.

Serviço
Data: 5 de novembro (quinta-feira)
Local: Ópera de Arame
Cidade: Curitiba – PR
Ingressos aqui

Data: 6 de novembro (sexta-feira)
Local: Espaço Unimed
Cidade: São Paulo – SP
Ingressos aqui

Izabella Rocha ganha destaque nas rádios e prepara novo álbum

Divulgação 

Ex-vocalista e fundadora do Natiruts, cantora e compositora lançou três singles em 2026 e lança novo álbum em novembro

Izabella Rocha vive um novo momento em sua carreira. Cantora, compositora, ex-vocalista e uma das fundadoras do Natiruts, a artista retoma sua trajetória musical com uma sequência de lançamentos que já conquistou espaço nas rádios de todo o Brasil. O mais recente single, “Quero Ser Feliz Também”, releitura de um dos grandes sucessos do Natiruts, vem se destacando na programação das rádios e já alcançou, mais de uma vez, o topo das paradas monitoradas pela Crowley.

A faixa é o terceiro single apresentado por Izabella em 2026. A nova versão revisita uma canção diretamente ligada à sua história, agora com uma roupagem renovada, sem perder a mensagem de esperança e de busca por dias melhores que fez da música a trilha sonora de uma geração.

Antes dela, a artista lançou “Solta Pelo Mundo”, em abril, e “Tempo de Colheita”, em julho. As três faixas antecipam a sonoridade de IZABELLA Vol. 1, álbum previsto para novembro, que combina reggae pop, MPB e elementos dançantes em um repertório leve, envolvente e marcado por mensagens positivas.

Primeiro single do projeto, “Solta Pelo Mundo” une MPB e reggae pop em uma atmosfera dançante, com uma mensagem sobre liberdade, descobertas e conexão com diferentes culturas. A faixa também ganhou uma versão em espanhol, reforçando o desejo da artista de ampliar sua aproximação com o público da América Latina.

Já “Tempo de Colheita” deu continuidade à apresentação do novo trabalho, enquanto “Quero Ser Feliz Também” estabeleceu uma conexão direta com a história de Izabella e com o período em que esteve à frente do Natiruts.

Izabella Rocha se tornou conhecida nacionalmente como uma das vozes do Natiruts, banda que ajudou a fundar e na qual permaneceu por dez anos, participando de cinco álbuns autorais. Após sua saída, seguiu carreira com novos trabalhos e, posteriormente, voltou a se reunir com os antigos companheiros para a turnê Good Vibration, encerrada em 2023.

O reencontro com os palcos abriu caminho para um novo capítulo musical. Em 2024, Izabella iniciou as composições e a pré-produção de IZABELLA Vol. 1, seu próximo álbum, com lançamento previsto para novembro de 2026.

O disco reúne canções que refletem a maturidade e a experiência da artista sem abrir mão da leveza que marca sua produção atual. Entre faixas dançantes, suaves e envolventes, o reggae pop e a MPB aparecem como fios condutores de um trabalho que aposta em boas vibrações, mensagens inspiradoras e novas conexões com o público.

Além da edição em português, o álbum terá uma versão em espanhol, ampliando o alcance do projeto e reforçando a proposta de uma artista que revisita sua trajetória ao mesmo tempo em que aponta para novos caminhos.

Com três singles lançados ao longo de 2026 e “Quero Ser Feliz Também” ganhando força nas rádios brasileiras, Izabella Rocha chega à reta final de preparação para IZABELLA Vol. 1, projeto que reúne experiência, identidade e frescor e inaugura uma nova fase em sua história na música.

Siga Izabella Rocha
Instagram | Youtube | Spotify

PLACEBO traz ao Brasil a turnê RE:CREATED, que celebra 30 anos de seu álbum de estreia

O Placebo retorna ao Brasil em fevereiro de 2027 para quatro apresentações da turnê RE:CREATED que celebra os 30 anos de seu álbum de estreia, um dos mais marcantes da cena alternativa britânica.

Com produção da Mercury Concerts, os shows serão nos dias 20 de fevereiro (sábado), na Suhai Music Hall, em São Paulo; 23 de fevereiro (terça-feira), no Centro de Eventos Ulysses Guimarães, em Brasília; 26 de fevereiro (sexta-feira), no Live Curitiba; e 28 de fevereiro (domingo), no Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre.

Para todas as cidades, a pré-venda exclusiva para o fã-clube começa no dia 29 de setembro (terça-feira), às 10h, com duração de 24 horas. A venda geral começa no dia 2 de outubro (sexta-feira), às 10h, com pré-venda promocional nas 48 anteriores (de 30/9 às 10h até 2/10 às 10h). Para o show de São Paulo a venda será realizado pelo site www.eventim.com.br e para as demais cidades pelo site www.bilheteriadigital.com.br

Placebo RE:CREATED apresenta versões retrabalhadas e ampliadas das dez faixas do álbum de estreia, além de duas faixas bônus da edição original, refletindo a evolução da banda ao longo de três décadas.

Lançado no auge da era Britpop, o álbum impactou o cenário musical da época. A banda combinava uma sonoridade contundente com letras que abordavam temas como sexualidade, androginia, dependência e alienação, enquanto sua estética visual desafiava as convenções do rock britânico.

O projeto foi realizado por Brian Molko e Rob Kirwan, a partir das fitas master originais, e mixado por Adam Noble.

“Pensamos neste disco como um director’s cut. Não o recriamos do zero. Voltamos às fitas master originais e trouxemos para o álbum os 30 anos de experiência tocando essas músicas ao vivo”, explica o Placebo.

Segundo a banda, a proposta não é substituir o álbum original, mas completá-lo. Ao longo dos anos, as músicas ganharam novas dimensões nos palcos e foram se transformando junto com o grupo.

“É uma celebração de onde começamos e um ponto de encontro entre quem éramos naquela época e quem somos agora; uma forma de homenagear aquela inocência, ao mesmo tempo em que permitimos que as músicas existam dentro da dimensão, da confiança e da energia da banda que nos tornamos”, resume a banda.

No repertório, o Placebo também leva aos palcos músicas de Without You I’m Nothing, seu segundo álbum, lançado em 1998.

Com a RE:CREATED Tour, o Placebo celebra suas origens sem abrir mão da atitude que marca sua trajetória e reencontra o público brasileiro para revisitar músicas que continuam tão relevantes quanto quando foram lançadas.

São Paulo
Data: 20 de Fevereiro de 2027 (Sábado)
Local:  Suhai Music Hall. Shopping SP Market, Av. das Nações Unidas, 22540 – Jurubatuba, São Paulo – SP, 04795-000
Portas: 19h
PLACEBO: 21h

Classificação Etária: 16 (dezesseis) anos desacompanhados. Menores de 16 (dezesseis) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial.

Pré-Venda Fã Clube (Apenas pela Internet)
A partir do dia 29/09/2026 às 10h da manhã  

Early Bird com desconto nas primeiras 48 horas
A partir do dia 30/09/2026 às 10h da manhã até 02/10 às 10h da manhã  

Venda Geral
A partir do dia 2/10/2026 às 10h da manhã  
Na internet:  www.eventim.com.br/placebo

Ponto de venda sem taxa de conveniência:

BILHETERIAS OFICIAIS (sem taxa de conveniência)

ALLIANZ PARQUE – BILHETERIA A (30/09/2026 A 19/02/2027 – Mediante Disponibilidade)
Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SP
Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h
*Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.

SUHAI MUSIC HALL (Apenas no dia do evento, 20/02/2027 – Mediante Disponibilidade)
Endereço: Av. das Nações Unidas, 22540 – Jurubatuba, São Paulo – SP
Funcionamento: a partir das 17h horas.

Parcelamento
Em até 4x sem juros nas compras online e na bilheteria.
Em até 10x com juros.

MEIA-ENTRADA E INGRESSOS PROMOCIONAIS
Confira em https://www.eventim.com.br/meiaentrada as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios.

Para maiores informações sobre os horários de funcionamento e as formas de pagamento de cada ponto de venda, por favor consulte: 

* Sujeito a cobrança de taxa de serviço
https://help.eventim.com.br/hc/pt-br/articles/4413851605015

ATENÇÃO

Os ingressos limitados a 06 ingressos por CPF sendo no máximo 02 meia entradas.

NÃO NOS RESPONSABILIZAMOS POR INGRESSOS COMPRADOS FORA DOS PONTOS DE VENDAS OFICIAIS DA EVENTIM.

PARA CONSULTAR OS ENDEREÇOS OFICIAIS VISITE:  

* Sujeito a cobrança de taxa de serviço
https://help.eventim.com.br/hc/pt-br/articles/4413851605015

Comunicado oficial: Cancelamento da apresentação do The Orchestra em São Paulo

Crédito: Teresa Pyskaty

A Mercury Concerts informa que o show da banda The Orchestra, originalmente agendado para o dia 25 de outubro de 2026, na Audio, em São Paulo, foi cancelado por conta de uma reestruturação do itinerário da turnê.

Os outros dois shows da turnê na América do Sul — 28 de outubro na Argentina e 30 de outubro no Chile — seguem confirmados.

INFORMAÇÕES SOBRE REEMBOLSO

O valor será reembolsado conforme a forma de pagamento usada na compra e as orientações abaixo:

Cartão de crédito: O reembolso é automático e será concluído em até duas faturas a partir da data de publicação e/ou envio deste comunicado. O sistema devolverá o valor como crédito na fatura do cartão.

Pix: O reembolso é automático será concluído em até 30 dias a partir da data de publicação e/ou envio deste comunicado. O sistema devolverá o valor na mesma conta de onde saiu o pagamento.

Dinheiro: O reembolso será concluído em até 30 dias a partir da data de solicitação. O sistema devolverá o valor na conta informada no momento da solicitação.

– Importante: 

Não é possível alterar a forma de reembolso (exemplo: de cartão de crédito para depósito, ou em uma conta diferente do pagamento)

Taxa de serviço, seguro e juros de parcelamento da Eventim serão reembolsados normalmente, caso tenham sido cobrados.

Não é possível informar previamente a data exata em que cada reembolso será processado, devendo ser observados os prazos máximos indicados acima.

Mesmo se o cartão usado na compra estiver cancelado ou bloqueado, seu banco receberá o valor. Aguarde o e-mail do nosso sistema confirmando o processamento do reembolso para entrar em contato com o banco. Após o processamento, quando o banco identificar o valor que enviamos, os procedimentos apropriados para devolução poderão ser concluídos.

Não há restituição para cortesias.

Não nos responsabilizamos por compras feitas por fora dos canais oficiais da Eventim.

Os valores correspondentes aos ingressos serão disponibilizados para reembolso, cabendo à Eventim realizar a operacionalização dos respectivos estornos por meio de seu sistema, de acordo com a forma de pagamento utilizada pelo consumidor e observados os procedimentos e prazos informados neste comunicado.

A Eventim é responsável pela plataforma de comercialização dos ingressos e pela operacionalização dos respectivos reembolsos, de acordo com a forma de pagamento utilizada pelo consumidor e observados os procedimentos e prazos informados neste comunicado e não participa de decisões relacionadas à realização do evento, como cancelamentos, remarcações ou outros tipos de alterações.

Dúvidas? Entre em contato pelo formulário de contato disponível na página de atendimento ao cliente: https://help.eventim.com.br/hc/pt-br/requests/new

Com participação de Andreas Kisser, Rodrigo Cerveira aborda a violência contra a mulher no single “Animals”

Crédito: Rodrigo Cerveira

Faixa do álbum The Searcher terá seus direitos autorais e de streaming doados a ONGs que apoiam mulheres em situação de vulnerabilidade

Após o lançamento do single “The Searcher”, faixa-título de seu segundo álbum solo, o cantor e compositor Rodrigo Cerveira apresenta nesta sexta-feira (14) “Animals”, novo single do álbum The Searcher. Com participação especial de Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura, a faixa aborda a violência contra a mulher e transforma uma inquietação pessoal em uma iniciativa de conscientização e apoio à causa.

A música nasceu da indignação de Rodrigo diante das notícias e dos números relacionados à violência contra a mulher no Brasil.

“Como filho, irmão, marido e pai de mulheres, as notícias e os números mexem muito comigo. Estamos falando de 3,7 milhões de vítimas em 2025 e de dez estupros acontecendo por hora no Brasil. Resolvi fazer alguma coisa a respeito, convocando o Val Santos, produtor do disco, para compor a música comigo e doar os direitos autorais para ONGs que apoiam as mulheres. A ideia nasceu assim”, conta Rodrigo.

Além de dividir a composição com Rodrigo, Val Santos, produtor do álbum, participa da construção da faixa. O resultado ganha ainda mais força com a presença de Andreas Kisser com um solo de guitarra avassalador e amplia a dimensão artística e emocional de “Animals”.

Os direitos autorais e de streaming da música serão doados a organizações que atuam diretamente no apoio a mulheres em situação de vulnerabilidade: ONG Nova Mulher, ONG Fala Mulher e ONG Recomeçar.

“Acredito que a arte tem o potencial de criar consciência porque vai direto à emoção das pessoas. E, neste caso, é fácil participar: basta ouvir a música”, afirma Rodrigo.

Para Cerveira, “Animals” é o ponto de partida de uma iniciativa maior. A proposta é utilizar a arte como agente de conscientização sobre a violência contra a mulher e colaborar para gerar recursos para instituições que desenvolvem um trabalho de apoio a vítimas.

“Para aumentar a abrangência desta iniciativa, tive a ideia de criar um evento maior junto com o Löu, da Maria Carolina Grecco e do Andreas, que é um coletivo que reúne diferentes expressões artísticas para criar novas experiências. Além de contribuir com a música, com um solo sensacional, ele ajuda a conectar o projeto a outros artistas”, explica Rodrigo.

A ideia é reunir artistas plásticos para a criação de obras inspiradas no tema. Os trabalhos originais poderão ser leiloados e, posteriormente, suas respectivas réplicas numeradas poderão ser comercializadas, ampliando a geração de recursos e multiplicando as manifestações artísticas sobre o tema.

The Searcher, o álbum, tem lançamento previsto para este semestre e marca uma nova fase na carreira de Rodrigo Cerveira.

Após a estréia com o álbum Life e expandir seu universo sonoro em Turn Around, do duo Silver, projeto ao lado de Felipe Machado (Viper), Rodrigo Cerveira chega ao segundo disco solo, The Searcher, um trabalho que consolida sua linguagem artística e aprofunda sua busca criativa e pessoal.

Mais direto, intenso e guiado por guitarras mais intensas, o novo álbum traz participações especiais de referências no instrumento – Andreas Kisser (Sepultura) e Hugo Mariutti (Shaman, Angra) – ampliando ainda mais a força do trabalho.

Sem abrir mão do cuidado com as melodias, os arranjos e a construção das letras, The Searcher incorpora de forma mais evidente influências do punk, do pós-punk, do grunge e do rock clássico, equilibrando peso e emoção de maneira natural.

“O disco tem uma pegada mais pesada do que o primeiro. As guitarras estão mais nervosas, mas sem perder o cuidado com o songwriting, com melodias e letras bem cuidadas e trabalhadas”, destaca Cerveira.

OUÇA AQUI
ASSISTA O LYRIC VIDEO

Crédito: Eduardo Rodrigues

Sobre Rodrigo Cerveira

Rodrigo Cerveira é cantor e compositor e traz para sua música e letras reflexões pessoais e profundas. Suas composições são inspiradas em sua própria vida e no mundo ao seu redor. O rock é sua principal linguagem musical, mas sem se prender a um estilo específico. Baladas, power ballads e canções acústicas convivem harmoniosamente com o hard rock, o punk/hardcore e o metal, sempre valorizando melodias marcantes aliadas a vocais intensos e poderosos. Além da carreira solo, também participa de projetos de diferentes gêneros musicais.

Em 2023, lançou seu primeiro álbum, Life. Em 2025, ampliou seu universo sonoro com Turn Around, álbum do duo Silver, projeto ao lado de Felipe Machado (Viper).

The Searcher, seu segundo álbum solo, tem lançamento previsto para o segundo semestre de 2026.

Crédito capa: Vic Garcioli

Tracklist The Searcher

  1. The Searcher
  2. Sad Girl
  3. Animals
  4. My Addiction
  5. Rolling Dice
  6. Say Hello to Heaven
  7. That Day
  8. Heal Me
  9. Brown Eyed Star

Siga Rodrigo Cerveira
Instagram | Spotify

Rodrigo Cerveira lança o single “The Searcher”

Crédito capa: Vic Garcioli

Após o lançamento dos singles “Heal Me”, “Brown Eyed Star”, “That Day” e “My Addiction”, o cantor e compositor Rodrigo Cerveira disponibiliza nas plataformas de streaming, nesta sexta-feira (7), “The Searcher”, faixa-título de seu segundo álbum.

Com uma pegada inspirada no hardcore californiano e no rock das décadas de 80 e 90, a música fala do desejo humano pela descoberta e a importância disso em nossa vida. E propõe uma reflexão sobre a importância de deixar o passado para trás para seguir em frente, evoluir e crescer.

“Esta é uma música que começa pelo refrão, foi uma ideia do Val Santos, produtor do álbum, que acabou dando à faixa uma característica completamente diferente em relação a outras músicas, mas que funcionou muito bem, dando uma abertura grandiosa para ela”, explica Rodrigo.

The Searcher, o álbum, tem lançamento previsto para este semestre e marca uma nova fase na carreira de Rodrigo Cerveira.

Após a estréia com o álbum Life e expandir seu universo sonoro em Turn Around, do duo Silver, projeto ao lado de Felipe Machado (Viper), Rodrigo Cerveira chega ao segundo disco solo, The Searcher, um trabalho que consolida sua linguagem artística e aprofunda sua busca criativa e pessoal.

Mais direto, intenso e guiado por guitarras mais intensas, o novo álbum traz participações especiais de referências no instrumento – Andreas Kisser (Sepultura) e Hugo Mariutti (Shaman, Angra) – ampliando ainda mais a força do trabalho.

Sem abrir mão do cuidado com as melodias, os arranjos e a construção das letras, The Searcher incorpora de forma mais evidente influências do punk, do pós-punk, do grunge e do rock clássico, equilibrando peso e emoção de maneira natural.

“O disco tem uma pegada mais pesada do que o primeiro. As guitarras estão mais nervosas, mas sem perder o cuidado com o songwriting, com melodias e letras bem cuidadas e trabalhadas”, destaca Cerveira.

O single “The Searcher” chega acompanhado de um videoclipe disponível no canal oficial no YouTube. Assista aqui.

OUÇA AQUI

Crédito: Paola Petti Cerveira

Sobre Rodrigo Cerveira

Rodrigo Cerveira é cantor e compositor e traz para sua música e letras reflexões pessoais e profundas. Suas composições são inspiradas em sua própria vida e no mundo ao seu redor. O rock é sua principal linguagem musical, mas sem se prender a um estilo específico. Baladas, power ballads e canções acústicas convivem harmoniosamente com o hard rock, o punk/hardcore e o metal, sempre valorizando melodias marcantes aliadas a vocais intensos e poderosos. Além da carreira solo, também participa de projetos de diferentes gêneros musicais.

Em 2023, lançou seu primeiro álbum, Life. Em 2025, ampliou seu universo sonoro com Turn Around, álbum do duo Silver, projeto ao lado de Felipe Machado (Viper).

The Searcher, seu segundo álbum solo, tem lançamento previsto para o segundo semestre de 2026.

Siga Rodrigo Cerveira
Instagram | Spotify

Raimundos lança clipe de “Dia Bonito”

Crédito: Divulgação Raimundos

Vídeo reúne cenas de shows, bastidores e da recente turnê com Guns N’Roses

Na última sexta-feira (26), os Raimundos lançam o clipe de “Dia Bonito”, faixa do mais recente álbum XXX. Disponível no canal oficial do YouTube, o vídeo traz um registro intenso e emocional dos bastidores da vida na estrada, da conexão da banda com o público e de momentos marcantes da turnê.

Dirigido por Miguel Rivero, o clipe reúne imagens exclusivas de shows, cenas do cotidiano durante as viagens e registros que capturam tanto a energia dos palcos quanto a atmosfera dos bastidores.

A produção também revisita um dos capítulos mais marcantes da trajetória recente dos Raimundos: a turnê com o Guns N’ Roses. Os shows mostraram a força da banda diante de grandes plateias e reforçaram a conexão com uma nova geração de fãs.

Inspirada na letra da música — que fala sobre encontrar felicidade nas coisas simples, viver o presente e valorizar quem caminha ao nosso lado —, o vídeo combina adrenalina, cumplicidade e memórias. Com estética crua e dinâmica, retrata não apenas os shows, mas o que acontece entre um palco e outro, revelando a essência da vida na estrada e celebrando a resistência e paixão pela música.

“O clipe de ‘Dia Bonito’ foi feito despretensiosamente com imagens de estrada, shows e backstage! Ilustra bem o ótimo momento atual que a banda vive! Uma agenda repleta de shows, grandes festivais, show em Portugal e as aberturas para o Guns N’ Roses! É nítido o clima descontraído, cheio de paz e cumplicidade nas apresentações. A evolução do som tanto em estúdio quanto ao vivo salta aos ouvidos! Vale ressaltar também a presença do Jean (baixista) que reforçou bastante a linha de frente da banda, assumindo o posto que eu fazia na formação original e reforçando a interação com a plateia! O novo show do Raimundos tem gosto de banda nova com uma entrega singular e sem mesura de esforços de seus membros! Tudo isso alinhado a um profissionalismo de equipe, luz e som! É, ninguém tá querendo muito tocar depois do Raimundos… KKK”, comenta Digão.

Com shows intensos e cheios de energia, os Raimundos seguem percorrendo o país com a turnê comemorativa de 30 anos. O repertório reúne faixas do álbum XXX e clássicos que atravessaram gerações e se tornaram verdadeiros hinos do rock brasileiro, como “Mulher de Fases”, “A Mais Pedida”, “Eu Quero Ver o Oco”, “Me Lambe” e “Puteiro em João Pessoa”.

ASSISTA AQUI

Confira aqui a agenda.

Sobre os Raimundos

Formada em Brasília no final da década de 1980, a banda Raimundos se destacou pela mistura única de hardcore, forró e rock pesado, conquistando uma legião de fãs em todo o Brasil. O álbum de estreia, lançado em 1994, trouxe hits instantâneos como “Puteiro em João Pessoa” e “Selim”, que ajudaram a moldar o cenário do rock nacional nos anos 1990. Ao longo da carreira, lançaram discos icônicos como Lavô Tá Novo (1995) e Só no Forévis (1999), firmando-se como referência no gênero.

Com mais de três décadas de estrada, os Raimundos seguem em plena atividade. Lançado em maio de 2025, o mais recente lançamento é o álbum de estúdio XXX.

A formação atual conta com Digão (vocal e guitarra), Marquim (guitarra e backing vocals), Caio (bateria) e Jean Moura (baixo e backing vocals).

Contato para shows:
(12)98860 4447
shows@raimundos.com.br

Siga Raimundos:
Site | Instagram | Youtube | Facebook

Capsula estreia com o single “Dopamina”

Crédito: @DiegoRuahn

Nesta sexta-feira (29), a Capsula disponibiliza em todas as plataformas de streaming, via OneRPM, “Dopamina”. O single é uma primeira amostra do equilíbrio entre os grooves de Haroldo Ferretti (bateria – Skank) e Lelo Zaneti (baixo – Skank), as texturas sensoriais das guitarras de Fernando Americano (guitarra – thesurfmotherfuckers, Penélope) e a interpretação densa e magnética de Érika Martins (voz – Penélope). 

“Dopamina” transita pelo pop, o rock e o reggae e é uma crônica moderna sobre a exaustão digital e a ansiedade das notificações.

A Capsula nasce de algo raro nos dias de hoje: tempo, convivência, afinidade criativa e o desejo de fazer música sem pressa.

A história começou como uma coincidência típica de Belo Horizonte (a cidade onde todos se encontram!). Um almoço de família, conexões improváveis entre vizinhos, parentes e músicos que frequentavam os mesmos círculos havia décadas, mas raramente haviam dividido o mesmo espaço criativo. Em algum momento desse emaranhado mineiro de relações, surgiu o convite simples: “vamos fazer um som”.

Durante um ano inteiro, Érika, Fernando, Haroldo e Lelo trabalharam silenciosamente nesse repertório. Um tempo quase impensável em uma indústria pautada pela urgência de lançamentos instantâneos.

O quarteto se encontrava no Estúdio Bamboo — estúdio montado na casa de Haroldo Ferretti, cercado pelas montanhas de Nova Lima — experimentando ideias, trocando arquivos madrugada adentro, testando timbres, desmontando e reconstruindo canções. Em vez da lógica acelerada da “música de algoritmo”, feita para durar segundos em uma rolagem infinita, o Capsula surgiu da insistência no oposto: canções lapidadas lentamente, gravadas por mãos humanas e carregadas das imperfeições que tornam a música viva.

O resultado é uma música que sangra, transpira e abraça a beleza da imperfeição humana. 

Musicalmente, o grupo transita entre o pop, pós-punk, dub, indie rock e o chamado “rock adulto”. As letras abordam ansiedade digital, relações líquidas, exaustão emocional e a sensação permanente de hiperconexão. São crônicas urbanas sobre uma geração sobrecarregada por notificações e validações instantâneas.

Em um tempo em que boa parte da música é criada para alimentar métricas, tendências e algoritmos, o Capsula surge como um antídoto ao som descartável. Uma espécie de “inteligência artesanal” em forma de banda. Música feita por pessoas reais, para pessoas reais.

Não é nostalgia. Não é revival. É música viva.

OUÇA AQUI

Siga @capsula.band

Capsula nasce como antídoto à música descartável

Crédito: @DiegoRuahn

Primeiro single chega às plataformas digitais no dia 29 de maio

Capsula, banda que une nomes do mainstream e da cena indie, nasce de algo raro nos dias de hoje: tempo, convivência, afinidade criativa e o desejo de fazer música sem pressa.

A história começou como uma coincidência típica de Belo Horizonte (a cidade onde todos se encontram!). Um almoço de família, conexões improváveis entre vizinhos, parentes e músicos que frequentavam os mesmos círculos havia décadas, mas raramente haviam dividido o mesmo espaço criativo. Em algum momento desse emaranhado mineiro de relações, surgiu o convite simples: “vamos fazer um som”.

Durante um ano inteiro, Érika Martins (voz – Penélope), Fernando Americano (guitarra – thesurfmotherfuckers, Penélope), Haroldo Ferretti (bateria – Skank) e Lelo Zaneti (baixo – Skank) trabalharam silenciosamente nesse repertório. Um tempo quase impensável em uma indústria pautada pela urgência de lançamentos instantâneos.

O quarteto se encontrava no Estúdio Bamboo — estúdio montado na casa de Haroldo Ferretti, cercado pelas montanhas de Nova Lima — experimentando ideias, trocando arquivos madrugada adentro, testando timbres, desmontando e reconstruindo canções. Em vez da lógica acelerada da “música de algoritmo”, feita para durar segundos em uma rolagem infinita, o Capsula surgiu da insistência no oposto: canções lapidadas lentamente, gravadas por mãos humanas e carregadas das imperfeições que tornam a música viva.

O resultado é uma música que sangra, transpira e abraça a beleza da imperfeição humana. 

Musicalmente, o grupo transita entre o pop, pós-punk, dub, indie rock e o chamado “rock adulto”. As letras abordam ansiedade digital, relações líquidas, exaustão emocional e a sensação permanente de hiperconexão. São crônicas urbanas sobre uma geração sobrecarregada por notificações e validações instantâneas.

Com lançamento marcado para 29 de maio, via OneRPM, o single “Dopamina” é uma primeira amostra do equilíbrio entre os grooves de Haroldo e Lelo, as texturas sensoriais das guitarras de Fernando Americano e a interpretação densa e magnética de Érika Martins. A faixa que transita pelo pop, o rock e o reggae, é uma crônica moderna sobre a exaustão digital e a ansiedade das notificações.

Em um tempo em que boa parte da música é criada para alimentar métricas, tendências e algoritmos, o Capsula surge como um antídoto ao som descartável. Uma espécie de “inteligência artesanal” em forma de banda. Música feita por pessoas reais, para pessoas reais.

Não é nostalgia. Não é revival. É música viva.

Siga @capsula.band

Capim Limão inaugura uma nova fase com o lançamento do single “Avenida”

A banda curitibana Capim Limão inaugura uma nova fase com o lançamento de “Avenida”, via Ditto Music, single que marca uma nova era sonora e estética do grupo. Encontrando cada vez mais uma identidade orgânica e groovada, a banda mergulha em composições mais densas e observadoras, trazendo temáticas ligadas ao amadurecimento na cidade, às relações contemporâneas e aos questionamentos cotidianos que surgem no ritmo acelerado da vida urbana.

Musicalmente, “Avenida” traz influências de R&B e Soul para entregar um pop brasileiro moderno. Sustentada por grooves marcantes, arranjos quentes e uma atmosfera leve, pulsante e elegante, a faixa combina melodias cativantes com uma interpretação descontraída, criando um contraste interessante entre a energia da música e as reflexões presentes na letra. 

Com bom humor e olhar crítico, a letra aborda situações comuns da vida moderna, passando por questões ambientais, dependência tecnológica e pequenas inquietações urbanas. Ao invés de respostas prontas, “Avenida” aposta em observações e indagações sinceras, utilizando imagens cotidianas para construir uma narrativa próxima, atual e carregada de personalidade.

Mais do que um lançamento isolado, “Avenida” representa o primeiro passo de um novo projeto da Capim Limão. A faixa aponta para um momento de transformação criativa da banda, ampliando horizontes estéticos e consolidando uma sonoridade cada vez mais madura, sem perder o frescor, o groove e a identidade brasileira que sempre marcaram o trabalho do grupo.

OUÇA AQUI / ASSISTA AQUI

Deep Purple volta ao Brasil em dezembro para única apresentação em São Paulo

Crédito: Jim Rakete

O Deep Purple volta ao Brasil para uma única e histórica apresentação. A banda se apresenta no dia 5 de dezembro (sábado), no Suhai Music Hall, em um espetáculo que promete ser o último grande show do ano. A venda de ingressos começa no dia 7 de maio (quinta-feira), a partir das 10h, exclusivamente pelo site Eventim.

Com produção da Mercury Concerts, o anúncio acontece em meio à turnê mundial, que reforça a força e a relevância de uma das bandas mais influentes de todos os tempos.

Com mais de 100 milhões de álbuns vendidos e uma trajetória que marcou gerações, o Deep Purple integra o Rock and Roll Hall of Fame e mundialmente reconhecido como um dos pilares do hard rock. Ao longo de décadas, a banda construiu um legado sólido, sendo responsável por moldar o gênero e inspirar inúmeros artistas.

Ian Gillan (vocal), Roger Glover (baixo), Ian Paice (bateria), Don Airey (teclados) e Simon McBride (guitarra) prometem uma experiência poderosa e emocionante, com um setlist repleto de clássicos e performances inesquecíveis. No repertório, não devem faltar hinos como “Smoke on the Water”, “Highway Star” e “Perfect Strangers”, além de faixas do mais recente álbum, =1, que reafirmam a vitalidade e constante evolução da banda.

Uma oportunidade única para fãs de todas as gerações verem de perto a realeza do rock, celebrando a história do gênero.

SERVIÇO
Cidade: São Paulo
Data: 5 de dezembro de 2026 (sábado)
Local:  Suhai Music Hall. Shopping SP Market, Av. das Nações Unidas, 22540 – Jurubatuba, São Paulo – SP, 04795-000
Portas: 19h
DEEP PURPLE: 21h                
Classificação Etária: 16 (dezesseis) anos desacompanhados. Menores de 16 (dezesseis) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial.

Preços                                               Inteira            Meia
Pista Premium                                   R$800,00       R$400,00                   
Pista                                                  R$460,00       R$230,00
Mezanino                                          R$460,00       R$230,00
Mezanino Lateral Direito                  R$640,00       R$320,00
Mezanino Lateral Esquerdo              R$640,00       R$320,00
Camarote A                                       R$900,00       R$450,00
Camarote B                                       R$860,00       R$430,00
Camarote C                                       R$820,00       R$410,00

Venda Geral
A partir do dia 7/5/2026 às 10h da manhã na internet e às 11h na bilheteria.
Na internet:  www.eventim.com.br/deep-purple

Ponto de venda sem taxa de conveniência:
BILHETERIAS OFICIAIS (sem taxa de conveniência)

ALLIANZ PARQUE – BILHETERIA A (7/5 a 4/12/2026 – Mediante Disponibilidade)
Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SP
Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h
*Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.

SUHAI MUSIC HALL (Apenas no dia do evento, 5/12 – Mediante Disponibilidade)
Endereço: Av. das Nações Unidas, 22540 – Jurubatuba, São Paulo – SP
Funcionamento: a partir das 11h da manhã.

Parcelamento
Em até 4x sem juros nas compras online e na bilheteria.
Em até 10x com juros.

MEIA-ENTRADA E INGRESSOS PROMOCIONAIS
Confira em https://www.eventim.com.br/meiaentrada as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios.

Para maiores informações sobre os horários de funcionamento e as formas de pagamento de cada ponto de venda, por favor consulte:
* Sujeito a cobrança de taxa de serviço
https://help.eventim.com.br/hc/pt-br/articles/4413851605015

ATENÇÃO
Os ingressos limitados a 06 ingressos por CPF sendo no máximo 02 meia entradas.
NÃO NOS RESPONSABILIZAMOS POR INGRESSOS COMPRADOS FORA DOS PONTOS DE VENDAS OFICIAIS DA EVENTIM.
PARA CONSULTAR OS ENDEREÇOS OFICIAIS VISITE: 
* Sujeito a cobrança de taxa de serviço
https://help.eventim.com.br/hc/pt-br/articles/4413851605015

Oliver Tree faz única apresentação em São Paulo e lança álbum Love You Madly, Hate You Badly

Ingressos à venda exclusivamente pelo site Articket

Prepare-se para uma experiência musical e visual sem precedentes! A Numb Brasil Produções, em parceria com a Cultmix Live, apresenta o aclamado e multifacetado artista OLIVER TREE, que desembarca em São Paulo com a aguardada World’s First World Tour. O show, que promete ser um marco na cena de entretenimento da cidade, acontece no dia 6 de junho (sábado), no Studio Stage, na Lapa de Baixo.

A apresentação chega em um momento especial da carreira do artista, que acaba de lançar seu quarto álbum de estúdio, Love You Madly, Hate You Badly, já disponível em todas as plataformas de streaming. Com 17 faixas escritas e produzidas pelo próprio Tree, o projeto é considerado seu trabalho mais ambicioso até hoje, expandindo ainda mais sua sonoridade única e sua abordagem criativa sem limites.

Percorrendo um amplo espectro sonoro e emocional, Love You Madly, Hate You Badly inclui os singles “Superhero”, “Joyride”, “Flowers”, “Deep End” e “All You Ever Wanted”, cada um destacando uma faceta diferente da estética híbrida de Tree. O álbum chega como uma obra coesa, porém imprevisível, reforçando sua reputação de romper barreiras entre o pop alternativo, a música eletrônica e o hip-hop.

O single “Fuck The Whole World” ganha destaque após a recente performance viral de Tree de um remix no Coachella, durante o comentado set de Subtronics.

Acompanhando o lançamento do álbum, Tree também lançou um impactante vídeo de uma performance da faixa, ampliando sua energia crua e tom irreverente — marcas registradas de sua identidade criativa.

Love You Madly, Hate You Badly é fruto de uma jornada global sem precedentes. Nos últimos dois anos, Tree gravou o álbum em sete continentes e 82 países, passando por regiões da África, China e Afeganistão. Essas experiências estão incorporadas ao disco, com instrumentos diversos, texturas sonoras e influências culturais que moldam um som ao mesmo tempo aventureiro e profundamente pessoal. O álbum se consolida como um testemunho de exploração artística sem limites.

Além do álbum, Tree também prepara o lançamento de um documentário de longa-metragem que acompanha a criação do projeto na Antártida, oferecendo aos fãs um olhar exclusivo sobre um dos processos de gravação mais inusitados dos últimos tempos.

Com uma identidade globalmente reconhecida e fama por misturar humor, performance artística e música, Oliver Tree continua a desafiar expectativas a cada passo. Seu trabalho dialoga com um humor absurdista ao estilo Andy Kaufman, enquanto analisa a obsessão contemporânea por fama e identidade digital — criando uma experiência multimídia que vai muito além da música.

No único show no Brasil, Oliver Tree promete entregar um espetáculo inesquecível para o público brasileiro. Esta apresentação representa uma oportunidade rara de ver ao vivo um dos artistas mais criativos e imprevisíveis da atualidade, em uma noite que certamente ficará para a história da música ao vivo no Brasil.

Mais do que um show, o evento é um convite para os fãs mergulharem no universo excêntrico e provocador de Oliver Tree — onde visuais marcantes, narrativa artística e uma forte crítica à cultura contemporânea se encontram em uma experiência multimídia única.

SERVIÇO
Evento: Oliver Tree – World’s First World Tour em São Paulo 
Data: 6 de junho de (Sábado)
Local: Studio Stage – Espaço para show e eventos
Endereço:
Av. José Maria de Faria, – Lapa de Baixo, São Paulo 
Abertura das Portas: 18h
Início do Show: 20h

Classificação Etária: 16 anos. (Jovens de 16 e 17 anos têm entrada permitida com a apresentação de documento de identidade oficial com foto. Menores de 16 anos terão acesso permitido somente se acompanhados pelos pais ou responsável legal, mediante comprovação).

INFORMAÇÕES SOBRE INGRESSOS 

Os ingressos para esta apresentação única já estão disponíveis para compra através da plataforma Articket
https://articket.com.br/e/5628/oliver-tree-em-sao-paulo

Doze Horas de Fogo: O Monsters of Rock 2026 Prova que o Rock Ainda É o Rei

Texto: Thiago Tavares
Fotos: Ricardo Matsukawa/Mercury Concertes/Guns N’Roses

São Paulo tem uma relação particular com o rock pesado. Não é uma relação de admiração distante, do tipo que se observa de camarote com uma taça na mão. É uma relação visceral, suada, de quem acorda cedo no dia do show, enfrenta fila, atravessa a cidade inteira, compra uma água por dez reais sem reclamar muito e abre um sorriso largo quando as primeiras notas explodem no ar. É uma cidade que não vai ao show — ela vive o show.

E foi exatamente esse espírito que tomou conta do Allianz Parque no último dia 4 de abril de 2026. Antes mesmo de o relógio marcar 11h30, já havia gente de camiseta preta aglomerada nos arredores do estádio do Palmeiras, balançando a cabeça para o som que vazava dos testes de som, trocando histórias de shows passados, exibindo com orgulho as camisetas de edições anteriores do próprio Monsters. Havia veteranos que estiveram na estreia do festival no Brasil, em 1994, no Pacaembu — naquela que foi uma das noites fundadoras do rock pesado no país, com Kiss, Black Sabbath e Slayer num mesmo palco. E havia jovens de vinte e poucos anos que sequer tinham nascido naquele dia, mas carregavam nas costas a mesma fome de rock que move esse público há décadas.

Esse é o Monsters of Rock: um festival que não pertence a uma geração. Pertence a uma atitude.

Criado em 1980 na Inglaterra, o evento sempre se recusou a ser apenas mais um festival de verão. Desde o início, sua proposta era clara: reunir o melhor do hard rock e do heavy metal num único dia, sem concessões ao modismo, sem vergonha de ser grande e barulhento. Ao longo dos anos, o festival atravessou o Atlântico, chegou ao Brasil em 1994 e se tornou um dos eventos mais aguardados da cena nacional. Edições marcantes foram protagonizadas por Ozzy Osbourne, Iron Maiden, Motörhead, Judas Priest, Megadeth, Scorpions e Deep Purple, entre tantos outros titãs que pisaram nessas terras sob a bandeira do Monsters.

A nona edição brasileira do festival chegou carregando o peso dessa história e, ao mesmo tempo, a responsabilidade de mostrar que o gênero não está preso ao passado. O lineup foi construído com essa dualidade em mente: de um lado, bandas que ajudaram a escrever os capítulos mais importantes do rock nas últimas cinco décadas; do outro, nomes que estão escrevendo os próximos. E o resultado, ao fim de quase doze horas de música, foi uma festa que justificou cada centavo gasto, cada hora de deslocamento, cada grito entalado na garganta desde a manhã.

O Allianz Parque não é um local fácil de dominar. Com capacidade para dezenas de milhares de pessoas, o estádio tem o tamanho certo para intimidar quem não está preparado. Neste sábado, nenhuma das sete atrações se intimidou.

Jayler: Quando o Futuro Chega Cedo
A primeira banda a pisar no palco foi o Jayler, quarteto inglês oriundo de West Midlands que a crítica especializada tem apontado como uma das apostas mais sólidas do rock contemporâneo. Com apenas um EP e um álbum de estreia às vésperas do lançamento, os rapazes tinham muito a provar — e provaram.

O vocalista James Bartholomew foi a revelação imediata do dia. Com uma voz que carrega a densidade e a urgência dos grandes cantores do rock clássico, o jovem conduziu o set com uma maturidade que não combina com a pouca idade. O grupo mesclou faixas do EP A Piece In Our Time com canções inéditas do disco Voices Unheard, previsto para maio, e conquistou gradualmente uma plateia ainda em processo de chegada ao estádio. Quem estava lá desde o início saiu satisfeito — e com o nome do Jayler anotado na memória.

Dirty Honey: Hard Rock com Sangue nas Veias

O segundo slot do dia coube ao Dirty Honey, banda americana que se tornou um dos porta-estandartes da nova geração do hard rock ao misturar o peso dos anos 80 com a urgência do presente. Com foco no disco Can’t Find The Brakes, o grupo entrou em cena com energia total e não desacelerou por 45 minutos.

O vocalista Marc LaBelle foi o coração pulsante do show. Além de uma performance vocal segura e potente, LaBelle demonstrou um carisma raro, descendo à plateia em determinado momento e transformando o estádio num espaço menor, mais íntimo, mais humano. Singles como “When I’m Gone” e “California Dreamin'” animaram quem já conhecia o trabalho da banda; para quem era estreante, o show funcionou como um convite irrecusável ao universo do grupo.


Yngwie Malmsteen: O Gênio e Seus Limites de Palco

A chegada de Yngwie J. Malmsteen ao palco foi recebida com entusiasmo pelos conhecedores do metal neoclássico — subgênero que o sueco ajudou a definir nos anos 80, ao unir a velocidade do heavy metal à estrutura harmônica da música erudita. Tecnicamente, o guitarrista continua sendo um fenômeno: seu domínio do instrumento não tem paralelo fácil no rock mundial.

No entanto, a apresentação encontrou algumas barreiras difíceis de ignorar. A ausência de um vocalista dedicado — com o tecladista Nick Marino dividindo o microfone — e a predominância de números instrumentais ao longo do set criaram um distanciamento entre o músico e boa parte do público, ainda em fase de chegada ao estádio. O ponto mais alto da apresentação foi a execução de “Far Beyond The Sun”, composição que resume tudo o que torna Malmsteen único. Para os iniciados, foi um presente. Para os demais, uma aula que faltou contexto para ser plenamente compreendida.


Halestorm: A Revelação da Tarde

Se havia uma banda capaz de surpreender até os mais céticos no Monsters of Rock 2026, essa banda era o Halestorm. Com a última passagem pelo Brasil datando de 2016, o quarteto liderado pelos irmãos Lzzy Hale e Arejay Hale voltou transformado — mais experiente, mais afiado e com um novo álbum, Everest, para apresentar ao público brasileiro.

A abertura com “Fallen Star” deu o tom: o show seria intenso, técnico e emocionalmente arrebatador. “Love Bites (So Do I)” — faixa premiada com um Grammy de Melhor Performance de Hard Rock/Metal em 2013 — transformou o Allianz numa arena de cantos coletivos. Em “Like A Woman Can”, Lzzy Hale assumiu também o teclado, reforçando uma versatilidade que vai muito além da voz poderosa que a tornou conhecida.

E que voz. Com drives e rasgados que pouquíssimos vocalistas no mundo conseguem executar ao vivo, Lzzy dominou o palco com uma presença que não pede espaço — ela simplesmente toma. “I Miss The Misery”, “Freak Like Me” e “I Get Off” encerraram o set numa crescente de adrenalina. O consenso entre a plateia foi unânime: Lzzy Hale foi a melhor vocalista da noite — e o Halestorm, possivelmente, a apresentação mais completa do festival.

Extreme: Chuva, Emoção e o Poder de uma Balada

A chuva que decidiu aparecer no fim da tarde não intimidou nem os músicos do Extreme nem o público que os aguardava. Gary Cherone e Nuno Bettencourt subiram ao palco molhado e entregaram uma hora de show que equilibrou virtuosismo técnico, repertório clássico e momentos de pura emoção coletiva.

Bettencourt segue sendo um dos guitarristas mais completos de sua geração — preciso nos riffs, brilhante nos solos, sempre a serviço da música sem jamais perder o senso de espetáculo. Cherone correspondeu com uma performance vocal vigorosa e uma energia de palco que desmentiu qualquer marca do tempo. O percurso pelos clássicos — “Decadence Dance”, “Get The Funk Out”, “Play With Me” — foi pontuado por faixas do recente álbum (Six), demonstrando que a banda não vive apenas da nostalgia.

Mas foi “More Than Words” que parou o tempo. Com dezenas de milhares de vozes cantando juntas no silêncio entre os versos, aquele momento sintetizou o que torna os grandes festivais de rock algo além de um simples show: são rituais coletivos, e o Extreme conduziu esse ritual com maestria.

Lynyrd Skynyrd: 90 Minutos de História Viva

Com 90 minutos de palco — generosidade raramente vista para uma banda de abertura do headliner —, o Lynyrd Skynyrd entregou aquela que muitos presentes classificaram como a melhor apresentação do dia. Sob o comando de Johnny Van Zant, a lendária banda de Jacksonville demonstrou que sua relevância não é apenas histórica: é presente, pulsante e genuína.

O set foi uma imersão no melhor do southern rock — “Workin’ For MCA”, “What’s Your Name”, “Call Me The Breeze”, “Gimme Back My Bullets”, “Simple Man” — executados com uma qualidade sonora impecável e uma intensidade emocional que não se ensaia. As tradicionais homenagens aos fundadores falecidos Ronnie Van Zant e Gary Rossington tocaram fundo até em quem não era fã de longa data. Continuar existindo, tocar ao vivo e honrar os mortos enquanto se celebra a vida: o Lynyrd Skynyrd faz isso melhor do que qualquer outra banda do planeta.

Guns N’ Roses: A Banda Mais Perigosa do Mundo Fecha o Dia em Grande Estilo

Quando as luzes do Allianz Parque se apagaram para o headliner, o ar mudou. Aquela tensão que antecede os grandes momentos — familiar a qualquer um que já esperou por um show que importa de verdade — tomou conta do estádio. E então veio “Welcome To The Jungle”, e setenta mil pessoas explodiram num grito só.

O Guns N’ Roses não precisa mais provar nada a ninguém. Mas provou mesmo assim, por mais de duas horas e meia, que continua sendo uma das forças mais irresistíveis do rock mundial. A surpresa logo na segunda música — “Slither”, do Velvet Revolver — indicou que a banda não viria apenas para cumprir protocolo. E não veio.

O repertório da noite trouxe de volta “Bad Apples”, ausente dos palcos desde a turnê do Use Your Illusion nos anos 90, e “Dead Horses”, igualmente rara nas setlists recentes. Uma versão de “Junior’s Eyes”, do Black Sabbath, homenageou a trajetória de Ozzy Osbourne de forma discreta e poderosa. Os clássicos incontornáveis — “It’s So Easy”, “Mr. Brownstone”, “You Could Be Mine”, “Civil War”, “November Rain”, “Sweet Child O’ Mine” — foram executados com a precisão e a grandiosidade que se espera, enquanto “Estranged” ganhou os tradicionais balões de golfinhos flutuando sobre a plateia em delírio.

Axl Rose, aos 64 anos, entregou uma performance fisicamente impressionante: correu pelo palco, dançou, gesticulou, reviveu trejeitos de décadas atrás com uma energia que contradiz qualquer prognóstico sobre seu suposto declínio. Vocalmente, os graves e médios seguem preservados com qualidade; os agudos históricos de sua juventude recorrem ao falsete, o que ao vivo, no contexto da emoção e do volume, passa com naturalidade para a grande maioria da plateia. E quando setenta mil pessoas cantam cada verso junto, a questão técnica torna-se, honestamente, irrelevante.

Slash foi o grande protagonista instrumental: compenetrado, inspirado, com solos que cruzam a fronteira entre técnica e poesia. Momentos como o riff de “Voodoo Child” de Jimi Hendrix entrelaçado ao final de “Civil War” lembraram o porquê de ele ser considerado um dos maiores guitarristas da história do rock. Duff McKagan segurou a base com a firmeza e a presença de sempre, e o baterista Isaac Carpenter confirmou, mais uma vez, ser a escolha perfeita para a posição que ocupa.

Às 23h05, “Paradise City” fechou a noite. Confetes no ar, gritos de satisfação, o cansaço bom de quem viveu algo que vale a pena lembrar.


Um festival da envergadura do Monsters of Rock merece, além dos elogios, uma análise honesta dos pontos que ainda têm espaço para evolução. O primeiro deles é o mais sentido no bolso: um copo d’água por R$ 10, uma latinha de refrigerante por R$ 14 e uma pequena porção de salgado por R$ 28 são valores que extrapolam qualquer justificativa razoável — sobretudo num evento de quase doze horas em que o consumo mínimo é inevitável. O público que já desembolsou quantias consideráveis nos ingressos não deveria ser submetido a uma segunda sangria dentro do estádio; uma política de preços mais justa, ou ao menos a liberação de entrada com garrafas d’água lacradas, seria um gesto elementar de respeito ao fã.

A dupla de apresentadores — o experiente Walcir, da Woodstock Discos, e o americano Eddie Trunk — também ficou aquém do potencial que a combinação sugeria: as transições entre as atrações foram breves e frias, sem interação real entre os dois, sem curiosidades sobre as bandas, sem dinâmicas com o público. Figuras com a trajetória que ambos carregam tinham material de sobra para enriquecer as pausas entre os shows e criar uma experiência mais envolvente.

Outra ausência que vale registrar é a de representação nacional no lineup: com raras exceções ao longo de sua história no Brasil, o Monsters of Rock tem privilegiado quase exclusivamente atrações internacionais, e o rock brasileiro tem nomes capazes de ocupar esse espaço com dignidade.

Por fim, relatos de longas filas nas catracas e pontos de checagem no início da tarde indicam que a logística de acesso ao estádio ainda carece de aprimoramento — numa programação que começa cedo, cada minuto perdido na fila é um minuto de show que alguém deixa de ver.

Feitas as ressalvas, o saldo do Monsters of Rock 2026 é amplamente positivo. O festival provou, mais uma vez, que o rock — com toda a sua história, suas contradições, seus excessos e sua beleza — ainda importa, ainda emociona, ainda arrasta multidões de madrugada para casa com a voz rouca e o coração cheio. Sete bandas, quase doze horas, um estádio que não parou de vibrar: é difícil pedir mais do que isso. Que venha a décima edição.

O Ponto Zero agradece a Catto Comunicação e a Mercury Concerts pela oportunidade de fazer a cobertura deste festival. Muito obrigado mesmo!

Eddie Trunk e Walcir Chalas serão hosts da nona edição do Monsters of Rock, em São Paulo

O Monsters of Rock confirma dois nomes de peso para comandar a sua nona edição: o renomado jornalista e apresentador norte-americano Eddie Trunk e o brasileiro Walcir Chalas serão os hosts do festival, que acontece no dia 4 de abril, no Allianz Parque, em São Paulo.

Reconhecido mundialmente como uma das maiores autoridades do rock e do heavy metal, Eddie Trunk é um dos mais respeitados nomes do jornalismo especializado em rock e heavy metal, com uma carreira consolidada no rádio e na televisão norte-americana. Ficou amplamente conhecido como apresentador do programa “That Metal Show”, exibido pelo canal VH1 Classic, onde entrevistou alguns dos maiores artistas do gênero. No rádio, comandou atrações de grande alcance como o “Trunk Nation”, atualmente na SiriusXM, e o “Friday Night Rocks”, que se tornou referência entre os fãs. Ao longo de décadas, construiu uma reputação sólida por seu profundo conhecimento da cena, tornando-se uma voz influente e respeitada no universo do rock.

Já Walcir Chalas é uma figura emblemática do rock nacional e fundador da lendária Woodstock Rock Store, loja fundada em 1978 no centro de São Paulo e ponto de encontro para gerações de fãs e músicos do heavy metal. Mais do que uma loja, a Woodstock se consolidou como um espaço fundamental para a difusão do rock e do metal no país, influenciando diretamente no surgimento de bandas e na formação de público ao longo de décadas. 

A presença dos dois hosts reforça o prestígio internacional do Monsters of Rock e promete enriquecer o evento e conectar fãs e artistas ao longo de toda a programação.

https://app.cse360.com.br/public-link/campaign-email/15358b50-6024-4882-1311-08de85b5725f

SOBRE A MERCURY CONCERTS

A Mercury Concerts é responsável pelo agenciamento de turnês internacionais, idealização e produção de shows e festivais de grande sucesso em todo o Brasil. Entre suas realizações nesses 30 anos de história estão festivais como Monsters of Rock, Ruffles Reggae, Close-up Planet, Skol Rock, São Paulo Trip e Rockfest. Além disso, a Mercury realizou no país shows e turnês de artistas de renome como AC/DC, Bon Jovi, Yes, Black Sabbath, David Gilmour, Sting, KISS, Guns N’ Roses e Aerosmith.

Site oficial: https://mercuryconcerts.com/

Redes Sociais: @monstersofrockbr @mercuryconcerts

Monsters of Rock 2026: guia completo para curtir o festival

O Monsters of Rock desembarca no Allianz Parque, em São Paulo, no dia 4 de abril (sábado), reunindo um dos lineups mais potentes da sua história, com diferentes gerações e alguns dos maiores nomes do rock mundial.

No dia 2 de abril (quinta-feira), as bandas Jayler e Dirty Honey se apresentam na Audio, em São Paulo, como um aquecimento para o festival.

Em sua nona edição, o Monsters of Rock traz gigantes como Guns N’ Roses, Lynyrd Skynyrd, Extreme, Halestorm e Yngwie Malmsteen que se unem a Dirty Honey e Jayler, representantes da renovação e da potência da nova safra do rock.

Lendas da música, virtuosismo e o futuro do hard rock em uma noite histórica!

Confira abaixo um guia para curtir o festival:

Warm up! Jayler e Dirty Honey na Audio

Antes do Monsters of Rock, no dia 02 de abril as bandas Jayler e Dirty Honey sobem ao palco da Audio, em São Paulo, para um show especial. De um lado, o Dirty Honey, já consolidado como uma das maiores revelações globais do gênero; do outro, o Jayler, novo fenômeno britânico que promete dominar a cena mundial.

Os ingressos com preços a partir de R$225,00 (meia entrada), estão à venda exclusivamente pelo site Eventim.

Horários:
19h – Abertura da casa
20h30 – Jayler
22h – Dirty Honey

Mais do que um aquecimento para o festival, será uma oportunidade única de conferir ao vivo o talento e a energia de bandas que representam a renovação do rock.

Monsters of Rock: Guns N’ Roses, Lynyrd Skynyrd, Extreme, Halestorm, Yngwie Malmsteen, Dirty Honey e Jayler no Allianz Parque

Data: 4 de abril (sábado)

Horários
10h – Abertura dos portões
11h30 – Jayler
12h30 – Dirty Honey
13h45 – Yngwie Malmsteen
15h15 – Halestorm
16h45 – Extreme
18h15 – Lynyrd Skynyrd
20h30 – Guns N’Roses

Transporte oficial

Pensando no conforto e na tranquilidade dos fãs, o transporte oficial facilita o deslocamento até o evento e o retorno para casa. O serviço conta com pontos de embarque em diversos bairros da capital, além de cidades vizinhas como Campinas e Jundiaí.

Para garantir o seu lugar, basta acessar a Eventim, escolher o ponto de embarque e o horário, e efetuar a compra da passagem. No dia, é necessário chegar ao ponto de embarque com 15 minutos de antecedência e apresentar o QR code.

Compre sua passagem aqui.

Veja os pontos de embarque:
Bela Vista – Shopping Pátio Paulista
Consolação – Hotel Meliá Paulista
Centro Histórico – Hotel Normandie
Guarulhos – Mercure Guarulhos Aeroporto Hotel
Interlagos – Hotel Ibis Interlagos
Morumbi – Blue Tree Premium Morumbi
Osasco – Shopping União de Osasco
Pinheiros – Ibis Styles Faria Lima
Parque Anhembi – Hotel Holliday Inn
São Bernardo – Mercure SBC
Tatuapé – Hotel Intercity Tatuapé
Vila Congonhas – Hotel Aeroporto
Campinas – Nacional Inn Campinas Trevo
Jundiaí – Hotel Ibis Jundiai Shopping

Itens proibidos
– vasilhames, copos de vidro ou qualquer outro tipo de embalagem, vazias ou contendo bebidas ou refrigerantes de qualquer natureza que, direta ou indiretamente possa provocar ferimentos, exceto 1 (uma) garrafa de água de até 500ml, destampada e de material flexível;
– objetos de vidro, plástico ou metal como perfumes e cosméticos;
– substâncias tóxicas;
– fogos de artifício ou de estampido e sinalizadores;
– inflamáveis em geral;
– armas de fogo ou armas brancas de qualquer tipo;
– hastes de selfie;
– guarda-chuvas de qualquer tamanho;
– papel em rolo, jornais, revistas, bandeiras e faixas com mastro;
– capacetes de motos e similares;
– correntes, cinturões e pingentes;
– alimentos: apenas permitido alimentos industrializados, com a embalagem lacrada originalmente como salgadinhos e bolachas;
– frutas: permitidas apenas cortadas;
– filmadoras e máquinas fotográficas profissionais com lente intercambiável;
– não será permitida a entrada de roupas e acessórios com formatos e partes pontiagudas que possam machucar ou causar lesões;
– vape (cigarro eletrônico) e juice (líquido para o vape);
– remédios serão permitidos, desde que acompanhados de prescrição médica;
– camisas e bandeiras de times de futebol;
– mochilas: apenas permitidas mochilas em tamanho padrão de 20x30cm;
– qualquer item que possa ser considerado perigoso pela segurança do evento.

Alimentação

A operação de Alimentos e Bebidas contará com pontos fixos e ambulantes espalhados pelo festival, oferecendo opções como burguer, pizza, pastel, hot dog, pipoca, entre outros. A cerveja é Eisenbahn, patrocinador oficial.

Dicas úteis

– Fique atento e evite golpes! Compre ingressos para o Monsters of Rock e o warm up somente no canal oficial da Eventim;
– Planeje com antecedência;
– Chegue cedo para evitar filas;
– Planeje transporte com antecedência;
– Use roupas confortáveis e leve somente o essencial;
– Hidrate-se e proteja-se do sol;
– Verifique a classificação etária;
– Verifique regras de meia-entrada e documentos;
– Marque um ponto de encontro com seus amigos.

Para saber mais sobre o Monsters of Rock e as atrações, assista à Websérie Monsters 2026 com bastidores e história do festival, disponível gratuitamente no YouTube.

Para mais atualizações, siga @monstersofrockbr

Nasi lança versão trap de “Feitiço na Rua 23”, segundo single do álbum nAsI – Artificial Intelligence

Nasi, vocalista do Ira!, lança nesta sexta-feira (13), em todas as plataformas de streaming, via Ditto Music, “Feitiço na Rua 23”, segunda faixa de seu novo álbum solo, nAsI – Artificial Intelligence. No projeto, o cantor utiliza recursos de inteligência artificial para revisitar músicas de seu repertório.

Originalmente lançada no álbum Perigoso (2011), a canção chega agora em uma versão totalmente repaginada. O rockabilly misterioso dá lugar a um moderno trap, mantendo a atmosfera cinematográfica da letra, que narra a história de uma mulher “tirada de mim por um feitiço”, como define o próprio cantor.

A nova versão chega acompanhada de um videoclipe divertido, com referências do universo do terror clássico e cenas de filmes icônicos, como Drácula, Nosferatu e A Noite dos Mortos-Vivos.

Ouça aqui

Assista o clipe

Nasi lança “Corpo Fechado”, primeiro single do álbum nAsI Artificial Intelligence

Nasi, vocalista do Ira!, lança nesta sexta (23), em todas as plataformas de streaming, via Ditto Music, “Corpo Fechado”, primeiro single/clipe de do álbum solo nAsI Artificial Intelligence. No trabalho, o cantor utiliza inteligência artificial para retrabalhar músicas de seu repertório.

Lançada originalmente em 2006, no álbum Onde os Anjos Não Ousam Pisar, a faixa, que remetia aos clássicos da gravadora Stax ganha uma nova roupagem e se transforma em um malemolente samba da Velha Guarda – no melhor estilo Noriel Vilela – inspirado em grandes bambas do Partido Alto.

OUÇA AQUI / ASSISTA AQUI

Nasi
Instagram | Facebook

Helloween anuncia única apresentação em São Paulo da turnê de 40 anos

Crédito: Mathias Bothor

Vendas de ingressos começam nesta quarta-feira (10) exclusivamente pelo site Eventim

O HELLOWEEN, um dos maiores nomes do heavy metal mundial – está de volta ao Brasil. A banda confirma única apresentação no dia 19 de setembro (sábado), na Suhai Music Hall, em São Paulo. A venda de ingressos começa no dia 10 de dezembro (quarta-feira), às 10h, exclusivamente pelo site Eventim.

Com produção da Mercury Concerts, o show faz parte da turnê mundial que celebra 40 anos de carreira e marca o lançamento de Giants & Monsters, segundo álbum da formação clássica e sucessor do disco autointitulado de 2021, que alcançou o topo das paradas. No repertório, a banda apresenta um setlist definitivo, combinando clássicos absolutos, faixas dos trabalhos mais recentes e surpresas preparadas especialmente para esta turnê histórica. 

Celebrando quatro décadas de trajetória, o Helloween volta aos palcos com sua turnê mais ambiciosa. As primeiras datas na Europa esgotaram imediatamente. Reunindo seus três vocalistas icônicos — Michael Kiske, Andi Deris e Kai Hansen — o grupo apresenta performances explosivas em um espetáculo que revisita seu legado e aponta para o futuro. A turnê chega ao Brasil embalada também pelo recém-lançado CD e Blu-ray “Live at Budokan”, registro do show realizado em Tóquio, considerado um novo marco na história ao vivo da banda.

Com 15 discos de ouro, seis de platina e mais de dez milhões de cópias vendidas, o Helloween inaugura um novo capítulo com “Giants & Monsters”, o álbum mais versátil de sua carreira. Das explosões power metal de “Giants on the Run” aos longtracks grandiosos “Universe (Gravity for Hearts)” e “Majestic”, o disco reforça a força criativa de sete músicos em plena potência.

A variedade sonora e emocional se estende por hits diretos como “A Little Is a Little Too Much”, pelo tributo de Andi Deris ao Japão em “This Is Tokyo” e pelas baladas arrebatadoras como “Into the Sun”. Elementos clássicos do universo do Helloween surgem com vigor em faixas como “Savior of the World” e “Under the Moonlight”, além das composições de Kai Hansen que resgatam a essência que definiu o power metal mundial.

Produzido por Charlie Bauerfeind e Dennis Ward e mixado no lendário Wisseloord Studios — que já recebeu Def Leppard, Judas Priest e Rammstein — o álbum eleva o nível técnico e artístico da banda, reforçando o espírito renovado que marca essa fase.

Formado em 1984 em Hamburgo, Alemanha, o Helloween é um dos pilares do power metal mundial. Criadores de uma estética sonora marcada por velocidade, melodias épicas e vocais marcantes, conquistaram reconhecimento global com os clássicos “Keeper of the Seven Keys Part I e II”, referência absoluta do gênero. Ao longo de quatro décadas, lançaram discos influentes, realizaram turnês globais e inspiraram gerações. A reunião histórica de Michael Kiske e Kai Hansen em 2017 inaugurou uma nova era, celebrada pelos fãs e consolidada com o álbum “Helloween” (2021). Com milhões de discos vendidos e uma base de fãs apaixonada em todo o mundo, o Helloween segue como uma das bandas mais importantes e inovadoras do heavy metal.

SERVIÇO

Cidade: São Paulo 
Data: 19 de setembro de 2026 (sábado)
Local:  Suhai Music Hall – Shopping SP Market – Av. das Nações Unidas, 22540 – Jurubatuba – São Paulo – SP – 04795-000
Portas: 19h
HELLOWEEN: 21h             

Classificação Etária: 14 (quatorze) anos desacompanhados. Menores de 14 (quatorze) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial.

Preços                                               Inteira            Meia
Pista Premium                                  R$ 680,00      R$ 340,00      
Pista                                                  R$ 430,00      R$ 215,00      
Mezanino                                          R$ 450,00      R$ 225,00      
Mezanino Lateral Direito                   R$ 700,00      R$ 350,00      
Mezanino Lateral Esquerdo              R$ 700,00      R$ 350,00
Camarote A                                       R$ 830,00      R$ 415,00      
Camarote B                                       R$ 780,00      R$ 390,00      
Camarote C                                       R$ 750,00      R$ 375,00

Venda Geral
A partir do dia 10/12/2025 às 10h 
Na internet:  www.eventim.com.br/helloween

Ponto de venda sem taxa de conveniência:
BILHETERIA OFICIAL – de 10/12/2025 até 18/9/2026

ALLIANZ PARQUE – BILHETERIA A – MEDIANTE DISPONIBILIDADE
Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SP
Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h
*Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.

Bilheteria fechada recesso de final de ano: do dia 24/12 à 1/1/26 – retornado dia 2/1

BILHETERIA NO DIA DO EVENTO – 19/9/2026 – MEDIANTE DISPONIBILIDADE
SUHAI MUSIC HALL – Av. das Nações Unidas, 22540 – Jurubatuba, São Paulo – SP

Parcelamento
Em até 4x sem juros nas compras online e na bilheteria.
Em até 10x com juros.

MEIA-ENTRADA E INGRESSOS PROMOCIONAIS
Confira em https://www.eventim.com.br/meiaentrada as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios.

Para maiores informações sobre os horários de funcionamento e as formas de pagamento de cada ponto de venda, por favor consulte:

* Sujeito a cobrança de taxa de serviço

https://help.eventim.com.br/hc/pt-br/articles/4413851605015

ATENÇÃO

Os ingressos limitados a 06 ingressos por CPF sendo no máximo 02 meia entradas.

NÃO NOS RESPONSABILIZAMOS POR INGRESSOS COMPRADOS FORA DOS PONTOS DE VENDAS OFICIAIS DA EVENTIM.

PARA CONSULTAR OS ENDEREÇOS OFICIAIS VISITE: 
* Sujeito a cobrança de taxa de serviço
https://help.eventim.com.br/hc/pt-br/articles/4413851605015

MAPA DE VENDAS