O THE RODS apresenta o terceiro álbum após sua volta em 2011 (e nono da carreira): “Brotherhood Of Metal”que mostra uma banda madura e consciente de que seu navio já navegou por muito tempo mas que ainda tem muito para arrasar e para ensinar às novas bandas.
O baterista Carl Canedy promete: “Se você gosta da primeira música, então a chance de você gostar de todo o álbum é grande. É Heavy Metal música após música. Sem baladas nem nada que a sua mãe vai cantarolar”.
“Brotherhood Of Metal” é a prova viva que não é verdade que “cachorros velhos não aprendem truques novos”. E que o THE RODS o diga.
“Dedico essa música a todos aqueles que tem alguma relação com pessoas com Alzheimer e lutam para não serem esquecidos”, diz Wellington Marcelo, vocalista da banda de hardcore paulista, O Inimigo, ao falar do videoclipe da faixa “Alzheimer”, lançado nesta quarta-feira (19).
Com direção de Murilo Amancio, o videoclipe foi gravado na casa onde morava ‘dona Zélia’ Ribeiro, a avó de Wellington, que sofre da doença que dá título à canção há aproximadamente dez anos. “Me lembro quando isso começou, ela foi até minha casa, que fica a dois minutos da dela, e na volta se perdeu. Reapareceu horas depois em outra cidade”, conta o vocalista.
Wellington revela ainda a admiração que sente pela avó e a importância dela na sua vida. “Ela é a mulher que, depois de criar cinco filhos, ajudou a me criar. Sem conhecer a premissa do feminismo, foi obrigada a pôr em prática sua força como mulher para sobreviver em meio ao caos, na batalha do dia a dia. Passou por vários venenos na vida, mas nunca vi uma única atitude maldosa vinda dela. Hoje, com 86 anos, sofre de Alzheimer. Sempre fui seu neto preferido. Era o mais velho e o mais forte, quem a ajudava com as coisas mais pesadas, e aquele que mais demorou para ser esquecido. A mente é uma máquina e às vezes as falhas aparecem com a idade ou com os traumas. Resolvi escrever essa letra e fazer esse clipe para que a história dela nunca caia no esquecimento. ‘Alzheimer’ é uma música de luta, afinal dona Zélia é uma guerreira, seja por conta das cicatrizes em sua pele, seja pela força para se lembrar das coisas. Por mais distante que a memória dela possa estar, olhando no fundo de seus olhos, vejo que sua mente e coração estão comigo em algum lugar”.
“Alzheimer” faz parte do disco “Contrariedade”, lançado em maio deste ano pela gravadora Hearts Bleed Blue (HBB) em CD, LP, K7 e nas principais plataformas digitais. O álbum é o primeiro registro d’O Inimigo com o Wellington, que substituiu Alexandre Fanucchi em 2016. Além do vocalista, fazem parte da banda Juninho Sangiorgio (guitarra), que se divide entre O Inimigo e a lendária Ratos de Porão, Fernando Sanches (guitarra) – também baixista do CPM22, Alexandre Cacciatore (baixo) e Gian Coppola (bateria).
Em 2010, três anos após Jon Oliva anunciar a separação definitiva do SAVATAGE, a banda decidiu relançar o seu catálogo completo com faixas bônus e com comentários no encarte do próprio Jon. “Estou muito animado por entregar aos fãs uma representação apropriada de todos esses álbuns. Para eles serem ouvidos e vistos como deveriam ser, isso me deixa muito feliz”, comentou Jon na época.
Originalmente lançado em 1987, “Hall Of The Mountain King” é o quarto álbum de estúdio do SAVATAGE e, para muitos fãs, é o clássico supremo da banda. Considerado como um ponto crucial na identidade musical da banda, o álbum mostra o começo das suas tendências mais progressivas e orquestradas que exploram as novas formas de expressão na sua música, separando assim o antigo do novo SAVATAGE.
Este relançamento, disponível no Brasil pela parceriaShinigami Records/eAR MUSIC em versões acrílico e digipack, traz como faixas bônus a versão acústica de‘Somewhere In Time / Alone You Breathe’ e a versão, também acústica, de ‘Castles Burning’ gravada por Jon Oliva em 2010.
Em 2010, três anos após Jon Oliva anunciar a separação definitiva do SAVATAGE, a banda decidiu relançar o seu catálogo completo com faixas bônus e com comentários no encarte do próprio Jon. “Estou muito animado por entregar aos fãs uma representação apropriada de todos esses álbuns. Para eles serem ouvidos e vistos como deveriam ser, isso me deixa muito feliz”, comentou Jon na época.
Lançado originalmente em 1993, “Edge of Thorns” é o sétimo álbum de estúdio do SAVATAGE e o último a contar com os talentos do guitarrista Criss Oliva. Também é o primeiro álbum da banda com Zachary Stevens (Circle II Circle) nos vocais substituindo Jon Oliva. “Muitas das músicas foram compostas para o jeito de tocar de Criss. Todos nós já sabemos o que aconteceu depois” diz Jon referindo-se à morte inesperada do seu irmão e guitarrista da banda Criss Oliva que foi atingido e morto por um motorista bêbado em 1993. E acrescenta:“A perda de Criss foi devastadora para todos nós. Até hoje ainda é difícil para mim lidar com isso. Lembro que as últimas músicas que Criss, Paul e eu escrevemos juntos foram: ‘All That I Bleed’ e ‘Miles Away’. E elas continuam sendo as minhas duas músicas favoritas do álbum”.
Este relançamento, disponível no Brasil pela parceriaShinigami Records/eAR MUSIC em versões acrílico e digipack, traz as versões acústicas de ‘All That I Bleed’ e‘If I Go Away’ como faixas bônus.
Rockers e headbangers de São Paulo e região, olha quem está de volta! Isso mesmo, o ‘+ROCK SP’, tradicional evento paulista idealizado pelo músico e produtor cultural Eric Lentini, vem para mais uma grande edição.
Visando comemorar o dia mundial do Rock em grande estilo, o evento será realizado no CCN – Centro de Culturas Negras, antigo Centro Cultural Jabaquara, no dia 13/07/2019 e contará com um pesadíssimo cast, com DR. SIN, EYES OF BEHOLDER e ALKAISERS, além de Anderson John (apresentador do Programa Pop Stilo) como mestre de cerimônia. Confira o cartaz:
SERVIÇO: Show: Festival +Rock SP 2019 Local: Centro de Culturas Negras Endereço: R. Arsênio Tavolieri, 45 – Jabaquara, São Paulo – SP (Próximo da Estação Rodoviária e do Metrô Jabaquara) Data: 13/07/2019 (Sábado) Atenção para o horário: O evento inicia pontualmente às 15 horas Ingressos: ENTRADA FRANCA! Apresentação: Anderson John (apresentador do Programa Pop Stilo) Realização: Centro de Culturas Negras do Jabaquara, Secretaria Municipal de Cultura e L&E Produções Apoio: Secretaria Municipal de Cultura, Centro de Culturas Negras, Meteoro Amplifiers, Sparflex, Musical Baruk
Em novembro de 2018, os músicos do Claustrofobia embarcaram para os Estados Unidos para uma série de shows e compromissos, já agendados, para fechamento de parcerias no continente norte americano.
Em grande fase e vivendo um dos melhores momentos da carreira, o Claustro, realizou inúmeras apresentações em locais icônicos e considerados como referência para vários artistas da música pesada mundial. Nessa atual passagem pelos E.U.A., a banda se apresentou em locais como Hard Rock de Las Vegas, Winters Slaughter Festival ao lado de Skeletal Remains, em Los Angeles foi presença confirmada no “Cannibalistic Gluttony, além de outros eventos pertinentes e que engrandecem ainda mais o nome do grupo e sua representatividade como um dos maiores fomentadores da música pesada brasileiro em solo americano.
Entre os dias 10 de maio há 23 de maio, o grupo se apresentou em uma tour que teve 13 datas em várias cidades distintas do Estados Unidos. Com a confirmação do fim do excelente tour, os músicos do Claustro finalizam alguns compromissos nos próximos dias, e, confirmam que muito em breve estarão retornando ao Brasil para shows, tours e a tão aguardada apresentação no Rock In Rio 2019.
O vocalista Marcus D’Angelo comenta sobre o atual momento e os shows pelos Estados Unidos: “Essa foi nossa primeira tour Norte Americana de fato tocando todas as noites. Tínhamos feitos inúmeros shows aqui, mas com mais espaço entre eles. E foi a melhor experiência. É o que amamos fazer tocar toda noite e estar na estrada conhecendo pessoas e conquistando nossos fãs. Esse sempre foi o nosso caminho, desbravar na raça mesmo e fazer da nossa jornada um sucesso no melhor sentido da palavra. Em agosto tem mais e em breve mandaremos mais novidades para vocês. Muito inspirador estar vivendo tudo isso e com certeza essa energia vai refletir nos próximos trabalhos”.
“Aguardem que vem pedrada”.
Para celebrar tudo isso, assista ao vídeo de uma das apresentações da banda em solo gringo para a música Swamp Loco.
Formação: Marcus D’Angelo – vocal, guitarra Rafael Yamada – baixo Caio D’Angelo – bateria
Doces Sortidos está nas plataformas de streaming e é o primeiro lançamento da Canil Records
Começa uma nova fase da já experiente trajetória artística da cantora e compositora Mauren MacGee. Entre projetos e bandas no Rio de Janeiro, Brasília e Estados Unidos, a carioca agora projeta o próprio nome e encara a carreira solo, cuja primeira amostra é o single Doces Sortidos. A balada, quem carrega elementos do rock nacional eternizado por Rita Lee e Cazuza, já está nas plataformas de streaming e pode ser conferido aqui:https://ONErpm.lnk.to/MaurenMcGee.
Doces Sortidos, cantada em português, vai além do rock e também permeia o universo do blues e da psicodelia. Junto às citadas referências de Rita e Cazuza, Mauren traz em suas notas vocais aquela típica suavidade de Marisa Monte. A produção da música é assinada por Pedro Penna, no Estúdio Toca (São Paulo).
“É uma música especial. Foi composta em um sítio, em Minas Gerais, numa noite ao lado de todos os meus amigos de infância. Somos todos artistas e esta foi a primeira arte que criamos juntos. Foi um processo em que cada um escreveu uma frase, uma estrofe. E Doces Sortidos fala muito sobre isso, de uma reunião de amigos, num lugar lindo, com céu lindo, entre conversas mágicas e eternas”, conta Mauren.
Mauren McGee nascida no Rio de Janeiro e criada no mundo, filha de um americano com uma uruguaia, desde cedo apresentava fortes conexões com a arte, passando por Seattle, Brasilia, NYC, Galicia e Los Angeles. A artista passou os últimos anos desenvolvendo seu trabalho artístico em diversas esferas (atriz, audiovisual, artes plásticas e música).
A primeira experiência com banda foi em Brasília, cenário clássico de grandes bandas brasileiras, onde formou um tributo ao The Runaways, sendo a primeira banda de rock composta só por mulheres na cidade. Durante a temporada em Nova Iorque (2017/2018), uniu forças com a banda McGee & The Lost Hope: lançaram um debut e meio à uma turnê extensa pela East e West Coast dos EUA.
Foto: Anne Godoneo
Atualmente a cantora reside em São Paulo, onde inicia o projeto de produção das primeiras músicas da carreira solo em parceria com os produtores Pedro Penna e Rafael Balla (Estúdio Toca) e com a gravadora independente Canil Records.
CANIL RECORDS – O single de Mauren McGee no streaming é, também, os primeiros passos da Canil Records, nova gravadora e produtora especializada em rock e música alternativa independente no Brasil, fundada pelos músicos Ian Bueno e Victor Guilherme após anos de parceria na banda Mattilha.
Os quase 10 anos de experiência no mercado fonográfico e audiovisual de ambos os sócios se tornaram uma base sólida para que finalmente fosse dado vida a esse projeto que estava na gaveta há anos, com uma linguagem moderna e atual, focando no digital. Além de Mauren, Igor Godoi, parceiro de longa data dos sócios, que está desenvolvendo um trabalho solo em paralelo a Sioux 66, será o próximo lançamento.
O Thrash/Death dos curitibanos do Exylle são destaque na atual edição da revista Roadie Crew nº244. Com uma página inteira, a banda concedeu uma entrevista exclusiva e que revela detalhes pertinentes sobre o novo trabalho de estúdio que está muito próximo de seu lançamento.
A revista acaba de chegar as bandas e pode ser adquirida em qualquer cidade do país. O Exylleapresentou recentemente a capa de seu autointitulado álbum e vem gradativamente promovendo sua divulgação.
Confira o que os músicos disseram para a Roadie Crew:
Caso ainda não conheça os trabalhos do grupo, o primeiro EP “Dead When Born By The Church” se encontra disponível para audição completa em todas as plataformas de Streaming.
Exylle é formado por: Victor Hugo – vocal, baixo Kevin Vieira – guitarra Johnny Bordignon – guitarra
Grupo paulistano segue um conceito visual/estético baseado em deuses egípcios
Baseado na união de conceito, imagem e música, o quarteto paulistano Toth faz sua estreia com o videoclipe do single “Neverland”. “É uma música extremamente importante, pois é o ‘cartão de visitas’ da Toth. É uma canção envolta por arranjos pesados e modernos. Como temos a preocupação de soarmos atuais, sem perder a essência do rock/metal, colocamos beats eletrônicos, riffs marcantes, solos, e ‘Neverland’ resume bem a nossa personalidade musical”, explica o vocalista Demmoha.
A letra de “Neverland” trata da transição da fase jovem para o início da fase adulta. “É a fase em que as responsabilidades começam a pesar e o tempo para se fazer aquilo que gostamos vai ficando menor. Nos tempos modernos, muitas pessoas passam por muita dificuldade nessa transição. Por isso, faço analogias com a história do Peter Pan, a fim de tratar o tema de uma forma lúdica. É um reflexo da minha alma e, basicamente, sou eu dizendo que já passei por aquilo e me identifico com as pessoas que estão vivendo esses momentos. São letras muito pessoais”, revela o guitarrista Dr. Oblivium.
O clipe, dirigido por Júlio César Dalecio, retrata o saudosismo de uma infância. “O vídeo, em que o ator é um aluno meu de bateria, Yan Zahran, procura fazer com que aquela inocência, de certa forma, nunca desapareça”, diz Dr. Oblivium, que, além da guitarra, também leciona bateria.
“Neverland”, que integrará o EP “Rise of the Gods”, marcado para ser lançado em agosto, foi gravada no Loud Factory (SP), com produção a cargo do vocalista Demmoha, do guitarrista Dr. Oblivium e dos produtores Wagner Meirinho e Tiago Assolini. Já os arranjos eletrônicos ficaram por conta de Marcelo Santanna, da Aquahertz.
Criado no início de 2018, o Toth segue um conceito visual/estético baseado em deuses egípcios. “Cada integrante personifica uma respectiva entidade. A teatralidade é parte fundamental da banda, e o uso de máscaras faz referência a quatro deuses: Toth, Sobek, Anubis e Horus”, relata o baixista Atef. “Toth é o deus egípcio da sabedoria, que é a grande bússola para nos guiar nos labirintos da vida. Ser Toth é estar em contato direto com cada sentimento profundo e saber entendê-lo. É entrar em contato com nosso alterego oculto e trazê-lo para a superfície. Acima de tudo, ser Toth é saber que você não está sozinho e não precisa atravessar o inferno sem ajuda”, conclui Dr. Oblivium.
Toth: Dr. Oblivium (guitarra) Demmoha (vocal) Atef (baixo) Her’rur (bateria)
A banda NorthTale, do guitarrista brasileiro Bill Hudson (Trans-Siberian Orchestra, Doro, Circle II Circle, I Am Morbid), radicado nos Estados Unidos, acaba de lançar o primeiro single e lyric vídeo para a música “Higher”. O músico reside em Los Angeles e é o guitarrista principal, compositor e fundador do NorthTale, grupo com influências de Power Metal e Heavy Melódico.
“Esperei minha vida inteira pra lançar esse álbum. Já rodei o mundo varias vezes ao lado das maiores bandas, tocando nos maiores lugares, mas nunca a minha própria música. Nada poderia ser mais honesto e não vejo a hora das pessoas ouvirem!”, disse Bill Hudson.
Em 2017, Bill Hudson se juntou ao vocalista Christian Eriksson (ex-Twilight Force) e o baterista Patrick Johansson (ex-Yngwie Malmsteen) para fundar a NorthTale – completam a formação o baixista Mikael Planefeldt e tecladista Jimmy Pitts. A banda assinou recentemente um acordo mundial com a Nuclear Blast Records e seu álbum de estréia, “Welcome To Paradise”, tem data de lançamento marcada para 2 de agosto de 2019. A banda fará seu show de estreia no Sabaton Open Air Festival da Suécia, também no dia 2 de agosto, seguido por dois shows em Tóquio, Japão, no Evoken Metal Fest.
Bill também trabalha como guitarrista da banda I Am Morbid, com ex-vocalista do Morbid Angel, David Vincent, e o baterista Tim Yeung, além de realizar turnês com a rainha do Metal Doro, embora não como membro permanente. Hudson já excursionou pelo mundo como guitarrista de Dirkschneider, banda solo do ex-vocalista do Accept, Udo Dirkschneider.
Em 2015, Bill realizou um feito histórico se apresentando no Wacken Open Air Festival em Wacken, Alemanha, como membro do Savatage e Trans-Siberian Orchestra. Isso veio a partir de uma colaboração com todos os membros do Savatage em diferentes projetos como Jon Oliva’s Pain (Jon Oliva) e Circle II Circle (Zak Stevens). Isso lhe proporcionou uma posição no Trans-Siberian Orchestra como o guitarrista principal.
Mais detalhes do disco de estreia da NorthTale serão divulgadas em breve pela Nuclear Blast e nas redes sociais da banda.
Lineup: Christian Eriksson – Vocal Bill Hudson – Guitarra Mikael Planefeldt – Baixo Jimmy Pitts – Teclado Patrick Johansson – Bateria
Após bem-sucedida apresentação com ingressos esgotados no ano passado, o Ultraje a Rigor, um dos grandes representantes do rock nacional, acaba de confirmar novo show no Teatro Bradesco, em São Paulo: dia 24 de agosto, às 21h.
O grupo formado por Roger Moreira (vocal/guitarra), Marcos Kleine (guitarra), Rinaldo “Mingau” Oliveira Amaral (baixo) e Marco Aurélio “Bacalhau” Mendes (bateria) promete aquele tradicional show de rock ‘n roll direto, sem frescuras e com uma pegada fora do comum.
No repertório, hits tão atuais que parecem ter sido feitos recentemente, como “Inútil”, “Mim quer tocar”, “Rebelde sem causa”, “Nós vamos invadir sua praia”, “Pelado”, “Ciúme”, “Me dá um olá”, “Sexo”, “Eu me amo”, entre tantos outros. É uma oportunidade única de ver uma das maiores bandas de rock do país em ação, tocando os sucessos de quase 40 anos de carreira.
“É sempre um prazer subir ao palco do Teatro Bradesco e ainda mais para um show tão especial. São Paulo é a nossa casa e podem ter certeza que vamos preparar um set com todos os nosso grandes sucessos. Será uma noite inesquecível!”, declarou o frontman Roger Moreira.
Os ingressos custam de R$ 50 a R$ 180 e já estão à venda pelo site Uhuu.com. Mais informações no serviço abaixo.
Formado na cidade de São Paulo em 1980, o Ultraje a Rigor começou como uma banda de covers antes de tornar-se um fenômeno nacional e vender milhões de discos, além de trazer extensa bagagem de estrada ao encantar o público em espetáculos cheios de energia.
Seguindo firme há mais de 10 anos com o mesmo line-up, o show do Ultraje a Rigor é um baile para o público cantar e dançar à vontade, ou seja, é diversão e entretenimento ao som de uma verdadeira metralhadora de clássicos atemporais, que marcam décadas e mais décadas.
Prepare-se, respire fundo e vá com bastante energia e disposição, pois assim como foi no ano passado, o Teatro Bradesco irá tremer.
Classificação: Livre. Menores de 14 anos, somente poderão entrar acompanhados dos pais ou responsáveis.
Foto: Guilherme Fernandez
Duração: aproximadamente 90 minutos
SERVIÇO SÃO PAULO
ULTRAJE A RIGOR Sábado, 24 de agosto de 2019 21h Teatro Bradesco (Rua Palestra Itália, 500 – Bourbon Shopping São Paulo – Perdizes) www.teatrobradesco.com.br
INGRESSOS
Setor
Valor
Meia-Entrada
Balcão Nobre
R$120,00
R$60,00
Plateia de A a N
R$180,00
R$90,00
Plateia de O a W
R$160,00
R$80,00
Camarote
R$160,00
R$80,00
Frisas
R$100,00
R$50,00
– 50% de desconto para Clientes Bradesco e guichê exclusivo na bilheteria do Teatro. Desconto limitado a quatro ingressos por sessão para titulares dos cartões de crédito, débito e múltiplo (exceto cartão pessoa jurídica Bradescard). Limitado a quatro ingressos por sessão para o titular e cota de 240 ingressos por sessão;
– 40% de desconto para usuário dos Cartões Zaffari Card e Bourbon Card, na compra de até 2 ingressos por titular do cartão, limitado a 100 ingressos por sessão. Válido para compras online através do número do cartão ou pela bilheteria.
– 30% de desconto referente ao patrocínio da Porto Seguro. Mediante código promocional. Válido para 2 ingressos por CPF sem limite de ingressos.*Exceto no setor Plateia Gold + M&G.
– 40% de desconto para clientes Clube Hits Black. Para saber mais vantagens, acesse: www.hte.com.br/clubehits
** Política de venda de ingressos com desconto: as compras poderão ser realizadas nos canais de vendas oficiais físicos, mediante apresentação de documentos que comprovem a condição de beneficiário. Nas compras realizadas pelo site e/ou call center, a comprovação deverá ser feita no ato da retirada do ingresso na bilheteria e no acesso à casa de espetáculo.
*** A lei da meia-entrada mudou: agora o benefício é destinado a 40% dos ingressos disponíveis para venda por apresentação. Veja abaixo quem têm direito a meia-entrada e os tipos de comprovações oficiais em São Paulo:
– IDOSOS (com idade igual ou superior a 60 anos) mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto. – ESTUDANTES mediante apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) nacionalmente padronizada, em modelo único, emitida pela ANPG, UNE, UBES, entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos. Mais informações: www.documentodoestudante.com.br – PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E ACOMPANHANTES mediante apresentação do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013. No momento de apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto. – JOVENS PERTENCENTES A FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA (com idades entre 15 e 29 anos) mediante apresentação da Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto. – JOVENS COM ATÉ 15 ANOS mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto. -DIRETORES, COORDENADORES PEDAGÓGICOS, SUPERVISORES E TITULARES DE CARGOS DO QUADRO DE APOIO DAS ESCOLAS DAS REDES ESTADUAL E MUNICIPAIS mediante apresentação de carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de São Paulo ou holerite acompanhado de documento oficial com foto. -PROFESSORES DA REDE PÚBLICA ESTADUAL E DAS REDES MUNICIPAIS DE ENSINO mediante apresentação de carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de São Paulo ou holerite acompanhado de documento oficial com foto.
**** Caso os documentos necessários não sejam apresentados ou não comprovem a condição do beneficiário no momento da compra e retirada dos ingressos ou acesso ao teatro, será exigido o pagamento do complemento do valor do ingresso.
ATENÇÃO: Não será permitida a entrada após o início do espetáculo.
Capacidade: 1.439 lugares Acesso para deficientes
Estacionamento:
Self
Período
Valor
Até 2h
R$13,00
2h a 3h
R$16,00
3h a 4h
R$19,00
4h a 5h
R$22,00
5h a 6h
R$28,00
6h a 7h
R$34,00
Demais horas
R$3,00
Valet
Período
Valor
Até 1h
R$18,00
Demais horas
R$12,00
Horário de funcionamento: Segunda a sexta: 10h às 22h (ou até o final do espetáculo) Domingos e feriados: 10h às 22h (ou até o final do espetáculo)
Formas de pagamento: dinheiro e cartões de crédito e débito informadas no local de pagamento. Taxa de perda do cartão de estacionamento, será cobrado valor de estadia/ pernoite, conforme horas descritas nas tabelas. Tempo de tolerância de 15 minutos somente para self.
CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:
BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE SERVIÇO Local: Teatro Bradesco Rua Palestra Itália, 500 / 3º piso – Bourbon Shopping São Paulo – Perdizes
Horário de funcionamento da bilheteria do Teatro: domingo a quinta-feira (12h às 20h) e sexta e sábado (12h às 2h).
OUTROS PONTOS DE VENDA – COM TAXA DE SERVIÇO Site: www.uhuu.com Formas de pagamento: Amex, Aura, Diners, dinheiro, Hipercard, Mastercard, Visa e Visa Electron.
A banda inglesa WHITESNAKE chega a Belo Horizonte para uma única apresentação, no dia 25 de setembro, no Km de Vantagem Hall, e promete incendiar o público mineiro com seu poderoso e envolvente hard rock.
Formado por David Coverdale quando o vocalista saiu do Deep Purple, em 1978, o WHITESNAKE já é considerado uma verdadeira lenda do rock. A banda conquistou o público brasileiro desde uma apresentação inesquecível na primeira edição do Rock in Rio, em 1985. Hoje, muitos álbuns depois, o Whitesnake segue na estrada com sua turnê ‘Flesh and Blood’, que vai promover o álbum que sai em maio de 2019. Além das músicas novas, o público brasileiro pode contar com um show repleto de hits, como ‘Here I go Again’, ‘Still of the Night’, ‘Is This Love’, ‘Slow And Easy’, ‘Love Ain’t no Stranger’ e ‘Crying in the Rain’, entre outros. Além do vocalista David Coverdale, a formação do Whitesnake que estará no Brasil conta Rob Beach e Joel Hoekstra (guitarras), Tommy Aldridge (bateria), Michael Devin (baixo) e Michele Luppi (teclados).
Serviço
Local: Km de Vantagens Hall – Belo Horizonte
Endereço: Av. Nossa Sra. do Carmo, 230 – Savassi – Belo Horizonte
Data: 25 de setembro (quarta-feira)
Portas: 20h
Whitesnake: 21h30
Classificação etária16 (dezesseis) anos desacompanhados. Crianças entre 12 (doze) a 15 (quinze) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Não será permitida a entrada de menores de 12 (doze) anos. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial.”
Av. Nossa Sra. do Carmo, 230 – Savassi, Belo Horizonte – MG, 30330-000
Horário de Funcionamento: Segunda-feira: Fechado. Terça-Feira à Sábado das 12h00 às 20h00. Domingos e feriados das 13h00 às 20h00, ou até o início do espetáculo.
A banda Malta fará sua primeira apresentação fora do Brasil como convidada especial da banda Europe em La Paz, Bolívia, no dia 25 de setembro. Os músicos da Malta estão muito felizes com este feito pois além de fãs do Europe, também tem o fato de se apresentarem fora do Brasil e cantando em português.
“Estamos eufóricos com essa oportunidade de nos apresentar fora do Brasil pela primeira vez e ainda ao lado do Europe, uma banda que somos fãs”, disse adriano daga. “Será um desafio e uma oportunidade única mostrar nossa música para o povo da Bolívia e com nossos ídolos nos assistindo”, completou Thor Moraes.
O grupo está em turnê do álbum “IV” e mais detalhes podem ser vistos no site oficial da Malta
Formado por Adriano Daga (bateria), Luana Camarah (vocal), Thor Moraes (guitarra) e Diego Lopes (baixo), a banda Malta está colhendo os frutos do trabalho conquistado com muita energia, qualidade e paixão pela boa música. Este amor pela música pode ser sentido nas 11 faixas inéditas do novo álbum “IV” que já é assunto entre os fãs do grupo por sua sonoridade contundente e elementos de peso.
Produzido, mixado e masterizado por Adriano Daga nos estúdios Daga Music House e coproduzido por Thor Moraes no Do Martelo Studio, em São Paulo, o álbum “IV” teve seu projeto gráfico e direção de arte idealizado por Diego Lopes, mostrando que a Malta é auto suficiente em termos de produção.
Malta é:
Luana Camarah – vocal
Thor Moraes – guitarras, violões, banjo, backings e programação
Tendo um grande número de admiradores em território brasileiro, uma bem sucedida tour realizada em 2017 e uma vindoura programada para setembro, onde a banda será acompanhada de nomes como Stryper e Tourniquet, não é de se espantar que haja inúmeros pedidos para que os trabalhos mais recentes do quinteto sueco de power metal/metal melódico Narnia seguissem o caminho dos álbuns anteriores e fossem lançados em versão nacional, facilitando os fãs de terem uma opção mais vantajosa financeiramente de adquirir tais trabalhos. Atendendo aos pedidos, os selos Voice Music e Musik Records estão trabalhando em conjunto para trazer ao mercado brasileiro as versões nacionais dos álbuns “Narnia” (2016), “We Still Believe – Made In Brazil” (2018) (sem pré-venda definida por enquanto) e “From Darkness To Light” (2019).
O primeiro lançamento é o álbum auto intitulado e que além de suas 9 faixas regulares receberá a inclusão de uma faixa bônus, em uma edição limitada a 500 cópias. O material tem previsão de lançamento para esta sexta-feira e pode ser adquirido no link abaixo: https://blackrockstore.com.br/produto/cd-narnia-%e2%80%8e-narnia/
“From Darkness To Light” será o 8º álbum de estúdio do grupo e tem produção de CJ Grimmark, guitarrista da banda, mixagem por Viktor Stenquist e masterização feita por Jens Bogren (Sepultura, Extol, Symphony X, James LaBrie entre outros) e será lançado no dia 2 de agosto, simultaneamente com a versão nacional que já pode ser adquirida em pré-venda no link a seguir: https://blackrockstore.com.br/produto/pre-venda-cd-narnia-from-darkness-to-light/
“A Crack In The Sky”, faixa de abertura de “From Darkness To Light”, foi lançada em forma de single e vídeo clipe, podendo ser conferida nos links a seguir: https://youtu.be/zgCv9rv9-Ls
Jão, guitarrista e fundador do Ratos do Porão, e o jornalista sabe-tudo Fábio Massari, falam sobre legado do Black Flag, que enfim estreia no Brasil no próximo dia 7 de julho, mas só em São Paulo (Carioca Club)
Police Story, a sétima faixa de Damaged, o disco de estreia do Black Flag lançado em 1981, não à toa foi coverizada peloRatos do Porão quase 15 anos depois no Feijoada Acidente – Internacional: as guitarras tortas e a batida alucinada, meio desajeitada, dão a pegada raivosa para críticas às instituições que batem, reprimem e enriquecem. É levar porrada, dar porrada e seguir adiante, mas não baixar a cabeça, uma entre tantas mensagens atemporais exaltadas com atitude pelo Black Flag, que orientam e inspiram inúmeras bandas e pessoas até hoje. Enfim no Brasil, tocam dia 7 de julho no Carioca Club, em São Paulo, a única data no país.
Jão, guitarrista e fundador do Ratos do Porão, foi um entre tantos moleques impactados pela sonoridade alucinante e original do Black Flag. “Quando apareceu, né, meu, era uma sonoridade muito nova. Pega os quatro primeiros anos da banda, era um negócio muito diferente, pra frente do seu tempo, com aquelas guitarras tornas, uma mina no baixo”. Já no movimento punk, Jão conta que foi ouvir Black Flag pela primeira vez em 1981, “quando começaram a aparecer uns compactos”, pro delírio da galera envolvida com esse som.
Devido à postura e som, João aponta o Black Flag como “imprescindível” e que, assim como Circle Jerks e Middle Class, influenciou demais o começo do Ratos do Porão, “que era aquela coletânea Sub, antes do (João) Gordo entrar na banda, antes do Crucificados pelo Sistema”. Era a influência do hardcore americano abrindo possibilidades ao punk de todo o mundo. “Aquelas guitarras tortas, pô, no começo do Ratos a gente não sabia e nem tinha condição de fazer um som naquele estilo, mas adaptamos à nossa realidade e aquilo que conseguimos tocar”.
Além do começo arrebatador e marcante ao punk/hardcore, Jão menciona o impacto que mais pra frente foi ouvir My War, o segundo disco do Black Flag. “Aquela bagulho tenso, com uma sonoridade obscura. Os caras sempre foram se renovando e fazendo discos diferentes, sem perder a marca registrada da banda. Acho a discografia do Black Flag bem foda e interessante”, conta o guitarrista.
Fábio Massari, o icônico VJ da antiga MTV, aquele jornalista que conta como nenhum outro as histórias e anedotas de bandas alternativas ao redor do globo, conhecido também como ‘Reverendo’, mantém o discurso de Jão sobre o Black Flag, que, segundo entende, “forjaram todo um léxico hardcore: raivoso e extremamente articulado”.
“Se tem uma banda que podemos chamar de ‘seminal’, sem exageros e medo de errar, dá-lhe Black Flag! O grupo do Sr. Greg Ginn (guitarrista visceral e chefão linha dura da não menos importante etiqueta SST) basicamente pavimentou o caminho, cristalizando cenas do underground americano nos bicudos anos 80 e estabelecendo caminhos futuros. A vida seria outra, e muito mais complicada, não fosse por eles”.
“Lendários. E impossível de imitar”, parafraseando Massari, como uma necessária chamada à aguardada estreia do Black Flag no Brasil, reformulado, é verdade, hoje com Mike Vallely nos vocais, mas com a mesma aura desafiadora e raivosa dos primórdios.
SERVIÇO Black Flag em São Paulo Evento: https://www.facebook.com/events/2353111234751582 Data: 7 de julho de 2019 Horário: a partir das 18 horas Local: Carioca Club Censura: 16 anos Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros/SP Ingresso: 1º lote R$110 (Meia entrada / Estudante / Promocional) – ESGOTADO! 2º lote R$130 (Meia entrada / Estudante / Promocional) Camarote 1º lote R$180 (Meia entrada / Estudante / Promocional) Camarote 2º lote R$200 (Meia entrada / Estudante / Promocional) *(Promocional para não estudantes doando 1 kilo de alimento não perecível) Online: https://pixelticket.com.br/eventos/3429/black-flag-em-sao-paulo Venda física sem taxa (somente em dinheiro) na Locomotiva Discos: Rua Barão de Itapetininga, 37 – Loja 8 – República, São Paulo
Venda física sem taxa (somente em dinheiro) na Locomotiva Discos: Rua Barão de Itapetininga, 37 – Loja 8 – República, São Paulo
Músicas vão do rock clássico ao trash metal, mas preservam a identidade da banda
A Banda santista SURR lançou em maio em todas as plataformas digitais, o primeiro disco da carreira com um show exclusivo nos Estúdios Aurora, em São Paulo. “Prólogo” nasceu empoderado e com um instrumental violento. O disco tem todos os ingredientes para marcar 2019 na história do rock nacional.
A exemplo de muitas celebridades internacionais, os roqueiros Yuri Cruz Costa (letras e voz), Lucas Costa (guitarra), Avanir Neto (baixo) e Gui Miranda (bateria) fizeram um pré-save, no dia 2 de maio, oito dias antes do lançamento oficial.
“O câncer se espalha nas ruas, ninguém é só bom, ninguém é só mau. Primeiro o pão, depois a moral.” O single “Câncer” é a porta de entrada para o disco, seguido por “O Grito”, “Carne e Osso”, “Mundo”, “Resistentes”, “A Queda”, “Extermínio Tropical”, “Nascidos para Matar”, “Réquiem”, “Fogo Amigo”, “Estado Nacional”, “Força, Enxada e Voto” e “Genocídio Frankeinstein”.
“Prólogo” tem influências que vão do rock clássico ao trash metal. Apesar das diferentes sonoridades, a identidade da banda sempre se mantém. “Um som de protesto e questionamento político e social. A letra é o ponto de partida de tudo. Essa mensagem é levada por uma voz agressiva, riffs marcantes e batidas fortes”, explica a banda.
O álbum é um retrato sonoro feito sob o olhar da SURR sobre o comportamento na sociedade em que se vive. “As letras falam sobre conflitos de todas as proporções, externos e internos, nacionais e mundiais, individuais e coletivos sem razão absoluta. O objetivo é único: fazer da música e da arte uma arma, um grito revolucionário.
Em fevereiro, SURR havia lançado o single “Carne e Osso”. Em dezembro do ano passado, veio “Réquiem”. O single, que entrou na Playstist oficial do Spotify “Metal BR”, foi inspirado em tudo o que a banda mais gosta no trash metal, riffs firmes e pontuais misturados com o peso que cria um forte refrão. Antes, mas no mesmo ano, foi lançada a faixa “Fogo Amigo”, que trouxe um rock pesado e uma letra impactante cheia de protestos e questionamentos.
Bio
SURRé uma banda de rock formada em 2015, na cidade de Santos, litoral de São Paulo. Yuri Cruz Costa (letras e voz), Lucas Costa (guitarra), Avanir Neto (baixo) e Gui Miranda (bateria) utilizam teor político e social para refletirem sobre as relações humanas no mundo moderno. Os instrumentos e sons são uma forma de protesto, questionamento e luta.
A linha do tempo da banda SURR se consolida na arte, cujas influênciasestão presentes na música, no cinema, teatro e na literatura. O somé composto por letras e instrumental, que atuam juntos para criar um conteúdo contundente e impactante, que dialogue com o que acontece no mundo atual.
No Spotify, com 12 músicas lançadas entre 2016 e 2018, a SURRalcançou a marca de mais de 292,5 mil streams.
A SURRjá dividiu o palco com as bandas Dead Fish, CPM 22, Glória, Dance Of Days, Questions HC, Escombro, Bayside Kings, entre outras. Além disso, fez shows nas principais casas de Santos, da região do ABC, Guarulhos, e São Paulo (capital). Em 2017, excursionou por Santa Catarina.
Recentemente a banda Surr lançou seu primeiro disco, “Prólogo”e estão em turnê pelo Brasil para a divulgação.A próxima parada será na capital paulista e a banda dividirá o palco também com as bandas Endigna, Nurara Rock, Elã, Meia Corte entre outras na festa Só A Música Salva, no Augusta 339, um dos points da música independente da cidade.Com riffs firmes e pontuais misturado com trash metal, Surr promete um show com repertório de muito peso com músicas desde o seu início de carreira, em 2015.
Serviço
Data: 23 de junho 2019 – Domingo
Augusta 339 Rock & Pub – Rua Augusta, 339 – São Paulo. Horário: 16h30
Organização se sensibiliza com a situação de saúde de Dave Mustaine e já trabalha para anunciar novo nome
Rio de Janeiro, 17 de junho de 2019 – O Rock in Rio se sensibiliza com a repentina notícia sobre o estado de saúde do vocalista e guitarrista DAVE MUSTAINE, da banda MEGADETH. O artista anunciou hoje, 17 de junho, em suas redes sociais que foi diagnosticado com um câncer na garganta.
Infelizmente, em função da doença, a banda cancelou a maioria dos shows de 2019, incluindo as apresentações no Brasil. A organização do festival se une aos familiares e milhões de fãs em todo o mundo nas preces para a pronta recuperação do artista.
O Rock in Rio informa que já está trabalhando para a substituição da banda, que tocaria no dia 4 de outubro, e em breve anunciará um novo nome.
Sobre o Rock in Rio
O Rock in Rio é o maior evento de música e entretenimento do mundo. Criado em 1985, nasceu com a missão de transformar as pessoas e o mundo a partir da música. Após 34 anos, o evento é parte relevante da história da música mundial e uma plataforma de comunicação que amplifica discursos e usa o poder de sua marca como força motriz para atingir seu compromisso na construção de um mundo melhor.
O poder de alcance do Rock In Rio tem números impactantes. O evento já soma 19 edições, 112 dias e 2.038 atrações musicais. Ao longo destes anos, mais de 9,5 milhões de pessoas passaram pelas Cidades do Rock. Em 2017, 143 milhões de pessoas foram alcançadas por conversas espontâneas sobre o Rock in Rio e, somente durante os dias de evento, foram 41,9 milhões de visualizações de vídeos nas redes. Nascido no Rio de Janeiro, o Rock in Rio conquistou não só o Brasil como, também, Portugal, Espanha e Estados Unidos, sempre com a ambição de levar todos os estilos de música aos mais variados públicos.
Consciente do poder disseminador da marca, o Rock in Rio pauta-se por ser um evento responsável e sustentável. Em 2001, reafirmou seu compromisso de mostrar às pessoas que pequenas atitudes do dia a dia são o caminho para fazer do mundo um lugar melhor para todos. Em 2013, foi reconhecido por seu poder realizador ao receber a certificação da norma ISO 20121 – Eventos Sustentáveis. Gerou 212,5 mil empregos diretos e indiretos em todas edições, mais de R$ 100 milhões investidos em causas e a construção de um legado positivo para as cidades por onde passa – formou 3.200 jovens no ensino fundamental, no Rio de Janeiro; colocou 760 painéis solares em escolas públicas, em Portugal; e montou 14 salas sensoriais em ONGs para atender crianças com deficiências mentais e visuais. Os investimentos são provenientes da venda de ingressos e de ações promovidas junto aos parceiros.
Em 2016, foi a vez de anunciar o projeto do Rock in Rio Amazonia Live, que já garantiu a restauração de mais de 73 milhões de árvores e acontece em todas as edições do evento até 2019. Além disso, desde 2006, o Rock in Rio se compromete a compensar 100% das emissões de CO2 do evento — com auditoria da Delloite — e investiu num plano de redução de emissões, que incluiu a elaboração de um manual de boas práticas para patrocinadores e fornecedores, o qual vem sendo aperfeiçoado a cada edição e é utilizado até hoje em todos os países onde é realizado.
OMG! Que espetáculo pôde ser testemunhado em 15 de Junho de
2019, no “THE HOUSE” (Antigo HANGAR 110), Bom Retiro, São Paulo – SP.
Para os fãs e admiradores da vertente Djent, foi possível
ver um exemplo do que se espera de um artista referencia no estilo.
Sobre o show em si, comentarei a seguir, já que é impossível
não valorizar o aspecto humano no relacionamento entre a banda Monuments e aqueles
que lá estavam presentes! Especialmente no pós show, os integrantes se
expuseram de maneira completamente acessível, permitindo a interação com todos
que estavam lá, sem exceção. Foi emocionante ver alguns fãs se esforçando para
falar inglês ou se expressar cada um a sua maneira para estabelecer um contato e,
do outro lado, seus ídolos lhes dando plena atenção.
A humildade e simplicidade dos músicos transcendeu qualquer
aspecto técnico ou musical que pudesse existir, assim marcando de maneira muito
positiva essa breve passagem pelo Brasil.
Bom, agora com o coração mais aliviado, vamos para o show…
Apesar de a casa abrir as 19:00, a galera não quis correr
riscos, e quando cheguei às 18:30, já havia uma fila considerável aguardando
liberação para entrada.
Em um contexto geral, o evento teve uma adesão média, ainda
mais sendo a primeira vez do Monuments no Brasil. Porém, é válido mencionar que
conversando com a plateia durante o evento e até mesmo em grupos de WhatsApp
antes e pós show, muitos relacionaram a média adesão à outro grande show do
estilo que aconteceu na semana passada também em São Paulo. Este curto espaço
entre os shows acabou provocando uma situação onde fãs locais, de outras
cidades e outros estados principalmente, tivessem que tomar uma decisão sobre
qual ir. Esta é uma abordagem legitima, mas que não me estenderei, já que temos
ciência das limitações impostas pela condição econômica do nosso país. Ouvi relatos
de diversos fãs que adorariam assistir ambos os shows, mas financeiramente a
situação não favoreceu.
Então, conforme anunciado, a banda de abertura “Scars of the
Sun” fez um show que foi conquistando gradativamente o público. De certa forma,
é até compreensível que acontecesse dessa forma, já que a banda segue um estilo
voltado ao Modern Metal, diferente do Monuments. Entretanto, foram respeitados
desde o inicio e aplaudidos ao término, deixando uma imagem positiva pela
qualidade do que fazem e fizeram. Como novidade, tocaram algumas músicas do
próximo que ainda será lançado, nomeado “Transition to Turbulence”.
Àqueles que não conheciam a banda, foi bem interessante ter
a oportunidade de presenciar uma banda do cenário grego em São Paulo.
A partir deste ponto de corte, a expectativa e ansiedade
pelo show principal tomou conta da casa… Finalmente, Monuments no Brasil!
Diretamente da Inglaterra, através da turnê de divulgação do
seu último álbum “Phronesis”, tocaram um retrospecto da carreira com um set
list de 11 músicas.
Motivado pelo carisma do vocalista Chris Barreto e
competência da banda, a energia em nenhum momento baixou e, pelo contrário,
cresceu e contagiou todos de tal forma que foi difícil se conformar quando a
apresentação acabou.
Dentre os momentos memoráveis desta noite estão as lágrimas
de gratidão no rosto de Chris Barreto flagradas nas últimas músicas, logo antes
de se jogar no público, e ser carregado de braços abertos pela galera.
Ao final do show, após um fã subir ao palco para lhe dar um
sincero abraço, Chris convidou a todos e, em segundos, lá estava ele em meio a
um abraço coletivo com mais de 30 fãs. Emocionante!!!
Pouco antes também em gesto de conexão, do palco, os
guitarristas John Browne e Olly Steele debruçaram suas guitarras para que os
felizardos do front pudessem encostar e fazer algum barulho.
Musicalmente falando, assistir ambos os guitarristas tocando,
de fato mostrou a complexidade nos acordes e maestria na condução dos
instrumentos necessária para se alcançar aquele incrível som característico do
Monuments.
A cozinha, formada pelo baixista Adam Swan e o baterista Daniel
“Lango” Lang, estava calma e tranquila, suportando com muita qualidade todas as
músicas em prol deste espetáculo excelente.
Apesar de não ter feito nenhuma pesquisa quantitativa ou qualitativa, não tenho dúvida de que quem esteve lá jamais esquecerá esta noite mágica.
Em nome do Ponto Zero, agradecemos ao Marlon Mattos da LMAA Assessoria de Comunicação da EV7 Live pelo fornecimento das credenciais.
Lançado no ano passado, o debut do MOTORDRUNK, autointitulado, apresenta um Heavy Metal pesado e classudo, resultado direto dos agora completados 10 anos de estrada do grupo, oriundo de São José do Rio Preto/SP. Sergio Naza (vocal), Rafael ’69’ Dias (guitarra), Mauricio Lopes (guitarra/teclados) e Jovani Fera (bateria) passaram por um momento complicado quando Mauricio Lopes teve problemas sérios de saúde. Em 2017, durante o processo de gravação do álbum, o guitarrista começou a sentir fortes dores na perna esquerda: “a dor era tão intensa a ponto de nem conseguir dirigir mais e, depois de várias consultas e exames, já em 2018, iniciei o tratamento com fisioterapia no joelho esquerdo, junto com a tendinite no braço e mão direita. Nessa parte arranquei o imobilizador do braço para fazer as fotos da banda”. Segundo o músico, os problemas já vinham com o tempo: “Por alguns anos tive dores nas costas (lombar), com intervalos de tempo consideráveis, onde achava comum devido ao sobrepeso. Essa dor começou a aumentar e com intervalos de tempo menores. Em alguns casos, durante os shows, uma amiga enfermeira ia me aplicar injeções para que eu conseguisse finalizá-los. Nesse mesmo ano as músicas do debut já estavam no processo de composição…”.
Assista ao video clipe de “Motordrunk”:
Entretanto, foi somente depois de quase quatro meses de fisioterapia sem resultado positivo com as dores que o guitarrista descobriu o real problema. Através de uma consulta com um neurologista foi feita uma ressonância que foi detectada uma situação rara, conhecida como “Síndrome da Cauda Equina”, doença que corta as funções motoras quando a hérnia de disco alcança a medula, como forma de defesa, para não lesionar mais os nervos. Mesmo com a iminência de uma cirurgia, Mauricio Lopes superou a dor e gravou o vídeo clipe do MOTORDRUNK, através de medidas como fisioterapia, acupuntura, etc. “Gravamos o clipe na segunda feira. Na mesma semana, quinta feira, senti uma dor absurdamente forte nas pernas e não consegui mais me movimentar. Não conseguia respostas do corpo da cintura para baixo. Nisso fui internado e, quatro dias depois, para a cirurgia.”.
Entre idas e vindas do hospital, Mauricio mostrou aos médicos uma grande determinação e o amor pela banda e pelo Heavy Metal falaram mais alto. O próprio músico relata abaixo a conversa que teve com o médico:
Minha frase para o neurologista foi:
– Independente de o doutor me tratar com antibióticos ou me fazer outra cirurgia, volto a ensaiar em duas semanas para esse show.
A resposta do médico foi:
– Não posso prometer isso.
Então retruquei:
– Não estou pedindo, estou comunicando o que farei.
Segundo Maurício, “nada me impediria de seguir com o sonho que há tanto tempo eu almejava”, que era o lançamento do debut do MOTORDRUNK. Embora tenha passado por tantas dificuldades, o sonho foi concretizado: “depois de vários processos, consegui, mesmo travado, realizar o show de estreia do Motordrunk! Ainda estou em recuperação, mas já recuperei 90% de minhas funções.”. O guitarrista ainda conta que muitos amigos perguntaram o porque de não ter feito a cirurgia de imediato, mesmo antes da gravação do clipe: “Segundo o neurologista, não tinha como saber se eu recuperaria minhas funções ou se eu aguentaria a cirurgia, era um risco muito alto, principalmente pelo peso. Tínhamos pouco tempo disponível para gravar o clipe, tanto com a disponibilidade do local, quanto com a estadia do diretor na cidade.”
Agora reestruturados e com Mauricio em plena recuperação, o MOTORDRUNK busca recuperar o tempo perdido e divulga“Motordrunk” para todos os aficionados num Metal de qualidade e sem dúvidas, feito com muito suor e garra, apesar das dificuldades.
As leis da natureza mudaram drasticamente no século XX. E é sobre estas alterações que a Eve Desire deseja falar. No single “Quantica”, a relação entre tempo e espaço, e as complexidades das teorias da física quântica são a principal temática. O lançamento conta com um clipe gravado no Estúdio Fusão, com a participação de Maurício Nogueira, guitarrista do Matanza, e também o Madrigal Ever Dream.
O single “Quântica” antecipa o clima do disco de estreia, produzido por Thiago Bianchi (Shaman e Arena). De acordo com Arya Medeiros Cappia (voz), a música inaugura a temática conceitual que ligará o álbum:
“A situação do ser humano diante da possibilidade de ter o tempo como uma dimensão palpável, de acordo com a revisão das leis tradicionais da física. Um salto para a humanidade e a necessidade de adaptação. Pureza e agressividade. Belo e chocante”, explica a vocalista.
A Eve Desire é uma banda de power metal sinfônico na estrada desde 2012. O grupo começou como cover de Nightwish e sob o nome de “Ever Dream”, realizaram mais de 100 shows no período de um ano. De lá pra cá, os músicos decidiram pela carreira autoral, com o lançamento do single “Vitruvia” (2013). Além de Arya, a Eve Desire é formada por Wagner Cappia (teclado), Vini Ramadoni (baixo), Lauro Nightrealm (guitarra) e Werner Jr. (bateria).
O single foi gravado, arranjado e produzido por Thiago Bianchi, no Estúdio Fusão, em São Paulo. O clipe foi produzido, dirigido, editado e colorido por Thiago Bianchi e Daniel Mazza. O figurino de Arya e Ramadoni, além da maquiagem foram criados por Josette Blanchard. O coral “Madrigal Ever Dream” é conduzido por Arya Medeiros Cappia e no vídeo conta com as vozes de Alessandra Borges, Emanuella Oliveira, Vanessa Matos e Gilvan Gomes. E ainda, somente no single, contou com as participações de Guilherme Gonçalves, Felipe Berlini, Stephanie Lawrence e Clésio Landini.
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