“Paint it Black”, clássico do álbum “Aftermath” (1966), ganha versão pesada
Crédito: Leonardo Benaci
Após o EP “Tribus” (2021), o Venomous reaparece com o single e videoclipe de uma versão furiosa para “Paint it Black”, clássico do álbum “Aftermath” (1966), dos Rolling Stones. O grupo paulistano de melodic death metal novamente firmou parceria com May Puertas, vocalista do Torture Squad, para deixar o cover ainda mais intenso. “Já tínhamos trabalhado ao lado da May quando gravamos a versão de ‘Nothing to Say’, do Angra, e agora este contraste das vozes agressivas deixou a nossa versão mais intensa. Além disso, ela gravou também as partes de teclado”, comentou o vocalista Tigas Pereira. “A ‘Paint it Black’ é uma composição que abre diversas possibilidades e transformar esse clássico dos Rolling Stones em uma música de death metal foi muito interessante. Já ouvimos versões dela das mais variadas formas, indo de U2 a Black Dahlia Murder, passando por Rage, Anvil e W.A.S.P. até Ministry e Echo & the Bunnymen, e pudemos ter liberdade para experimentar com diversos elementos que distanciam nossa versão da música original, como variações vocais, efeitos, dobras de guitarra, e o resultado ficou surpreendente”, acrescentou o guitarrista Ivan Landgraf.
Confira o videoclipe da versão de “Paint it Black”, dirigido por Leo Benaci (Cabine 47) e editado por Tigas Pereira, em https://youtu.be/TmUGcA8NKmU
Tigas Pereira (vocal), Ivan Landgraf (guitarra), Renato Castro (baixo) e Lucas Prado (bateria) gravaram a versão no Dual Noise Studios (SP), contando com mixagem e masterização a cargo de Rogerio Wecko.
O Venomous, que agora conta com Felipe Abbamonte nos teclados e teve uma baixa com a saída do guitarrista Gui Calegari, substituído temporariamente por Gui Mateus, atualmente trabalha em um novo álbum. “Nós voltamos aos palcos tocando no La Inglesia (SP) e tivemos a ajuda de Gui Mateus. Além disso, oficializamos a entrada do tecladista Felipe Abbamonte. Mas podem ficar tranquilos que não vamos virar uma banda de rock progressivo. O veneno agressivo do Venomous permanece. Life finds a way”, concluiu Landgraf.
Com referências de metal, rap e misturas de ritmos tradicionais brasileiros como maracatu e baião, o grupo brasiliense inicia uma nova fase
Foto (Crédito: Pavil Santanna @impretecido)
A banda brasiliense Escolta, formada atualmente por Agga Guimarães (vocal), Ian Alencar “Izzy” (guitarra), João Lucas “Penumbra” (baixo) e Pedro Uchida (bateria), apresenta seu novo single e clipe, “Conduta”. Com referências de metal, rap nacional e misturas de ritmos tradicionais brasileiros como maracatu e baião, o grupo inicia uma nova fase em sua trajetória. Com guitarras pesadas, uma bateria concisa e forte, uma linha de baixo destacada e vocais que trazem sinceridade em seus versos, a faixa trata de lutas psicológicas e físicas do dia a dia e, segundo os músicos, traz a “essência visceral” do grupo. “O single faz parte da nova fase da banda e pretendemos lançar outras cinco faixas, independentes umas das outras. A faixa ‘Conduta’ contém a ‘essência visceral’ da Escolta e retrata bem o que essa a formação vai trazer este ano”, comentou Agga Guimarães, autor da letra.
Agga Guimarães não poupa palavras para demonstrar a insatisfação com questões como injustiça social e o fracasso de um sistema que deprime a sociedade. Com teor motivacional, a letra traz frases fortes como “Enquanto os moleques faz (sic) selfie de glock e puxando a morte no anzol, só há tempo de rezar e erguer as arrudas. Espero que minhas entrelinhas sirvam como autoajuda” e “é foda ter que cantar algo que te aborrece”.
Veja o vídeo de “Conduta”, produzido no Estúdio Lingus, com direção de Pedro Lenehr e edição de Matheus MacGinity, em https://youtu.be/wJQpBgRhu60
Segundo o guitarrista Izzy (Ian Alencar), o processo de composição flui naturalmente. “Geralmente a gente se reúne em algum lugar, onde fazemos uma espécie de ‘brainstorm’ musical. Várias ideias são jogadas e várias estéticas pensadas. Eu funciono como uma espécie de maestro, já que também sou produtor musical, e falo o que acho que vai funcionar, o que não vai, dando uma direção para a coisa”, explicou.
Além disso, Izzy destacou que cada músico é livre para “fazer a sua parte”. “Às vezes começo com um riff de guitarra, depois do riff a gente insere a bateria. Mas de vez em quando faço uma prévia no computador, com plugins, e o baterista Pedro Uchida faz as considerações e alterações dele. Depois vem Penumbra com a linha de baixo e a gente fecha com os vocais”, detalhou.
História A Escolta foi formada em Brasília (DF) em 2013 pelo vocalista Agga Guimarães e pelo ex-guitarrista Sebastian Vargas. Após a entrada do baterista Pedro Uchida saiu o EP “Na Pele do Lobo”, lançado em 2016. Na sequência, a banda entrou em estúdio para compor e gravar as músicas do primeiro CD, “Efeito Moral”, já com o baixista João Lucas. Atualmente, o grupo prepara uma série de singles, sendo “Conduta” o primeiro da nova fase. O material conta com a produção de Ricardo Ponte, produtor renomado de Brasília, vencedor do Grammy Latino de 2016.
Show de estreia da “Me7amorphosis Tour 2022” será no dia 5 de junho no Carioca Club
Crédito: Fernando Mazza
Promovendo atualmente o álbum “Me7amorphosis” (“Me7a”, abreviado), sétimo álbum da carreira do HIBRIA, Victor Emeka (vocal), Abel Camargo e Bruno Godinho (guitarras), Thiago Baumgarten (baixo) e Otávio Quiroga (bateria) se apresentarão no dia 5 de junho no Carioca Club, em São Paulo (SP). “Depois de uma imersão de dois anos, entregando com muita paixão a concepção de um dos trabalhos mais importantes da história da banda, estamos realmente muito empolgados e emocionados em trazer esse show a todos os fãs”, declarou o vocalista Victor Emeka. “Tivemos um pequeno gostinho da troca de energia que o HIBRIA proporciona com a plateia no final de 2019, quando apresentávamos a nova formação. Não esperávamos a chegada de uma pandemia tão surreal naquela época, mas hoje vemos que esse tempo recluso foi só mais um motivador de mostramos o que e uma bomba de energia de verdade ao vivo”, acrescentou.
Sobre o show ao lado do HIBRIA, o vocalista do Alchemia, Victor Hugo Piiroja, declarou: “Ficamos honrados com o convite para tocar com o pessoal do HIBRIA. Este evento é muito especial por ser nosso primeiro show após este período conturbado com a pandemia e estamos sedentos para levar o Alchemia de volta aos palcos! Este será o início da ‘Inception Tour 2022-2023’.
“Me7amorphosis” Produzido por Bruno Godinho, com mixagem de Benhur Lima e masterização a cargo de Mike Couzzi (EUA), “Me7amorphosis” foi lançado em 23 de fevereiro no Japão pela gravadora Marquee/Avalon e no Brasil e demais países pelo selo brasileiro Voiza Records no dia 25 de fevereiro. A direção de criação e de arte ficou a cargo de Victor Emeka, enquanto a capa foi criada por Gustavo Pelissari. Já a produção executiva ficou a cargo de Abel Camargo e Ramsés Vidor (Voiza Records).
Com a nova formação, “Me7amorphosis”, que vem obtendo excelente aceitação da mídia e dos fãs, traz uma abordagem inovadora e moderna, mas, ainda assim, mantendo os elementos que tornaram o HIBRIA conhecida mundialmente desde o lançamento de seu clássico debut, “Defying the Rules” (2004). A faixa “Tribal Mark” conta com a participação especial de três ex-integrantes da banda: o vocalista Iuri Sanson, o guitarrista Diego Kasper e o guitarrista Renato Osorio.
Faixa está no tracklist do novo álbum da banda, “Procession Of Souls”, lançado em Janeiro
Créditos Foto: Dani Moreira
“Procession Of Souls”! Esse é o título do novo e terceiro disco da banda paulista de heavy metal Deathgeist.
Gravado entre Junho e Setembro de 2021 nos estúdios do Deathgeist e Aquarela Studios, ambos em Sorocaba/SP, “Procession Of Souls” reúne oito faixas inéditas: “The Greed’s Inferno”, “Morlocks”, “Living Dead Melody”, “Procession Of Souls”, “Nightmare’s Chamber”, “Far From Reality”, “Depressive Thoughts” e “Fear”.
De acordo com o vocalista e guitarrista Adriano Perfetto, “Procession Of Souls” corajosamente representa uma desconstrução da identidade musical já conhecida do Deathgeist.
“Desconstruir a ideia de que somos apenas uma banda de thrash metal foi o objetivo desse novo álbum. Preferimos nos ver mais como uma banda de heavy metal, sem regras ou formas de composição. Absorvemos muitas influências que fazem parte de nossa formação como músicos, desde o rock progressivo até o death e black metal. Daqui pra frente não teremos mais limites para criar, por mais estranho que algo possa soar em nosso som. Queremos fazer apenas o que realmente curtimos sem se preocupar se estaremos agradando ou não. Os fãs e o público em geral vão perceber elementos que não existiam nos álbuns anteriores como teclados, sintetizadores e violões. A ideia é realmente quebrar barreiras e tentar inovar num estilo que está bem datado. Queremos dar esse próximo passo.”
Um pouco dessa desconstrução musical já pode ser vista no novo videoclipe da faixa “Living Dead Melody”, música inspirada no conto de H.P Lovecraft, “A Música de Erick Zhann”.
“Eu sempre fui muito vidrado nesse conto do H.P Lovecraft e achei que seria bacana escrever algo sobre isso”, conta Adriano Perfetto. “Tentamos escrever um refrão que soasse marcante, assim como as melodias que eram tocadas por Erick na história, e acabavam por atrair a curiosidade do personagem que relata esse conto. Como se trata de uma faixa que gostamos bastante de tocar nos ensaios e iremos apresentá-la nos shows, resolvemos fazer um videoclipe para ela. A naturalidade e espontaneidade do vídeo expressam a atmosfera de interação e amizade que temos em nossos ensaios”. O vídeo “Living Dead Melody” foi produzido por Theo Queiroz que já havia trabalhado com a banda no clipe da faixa título “Procession Of Souls”.
“Procession Of Souls” foi lançado em Janeiro no Brasil em CD físico através de uma parceria entre as gravadoras Mutilation Records e Thrash or Death Records. O disco também tem distribuição mundial pela Punishment 18 Records da Itália.
Além de Adriano Perfetto, completam a formação do Deathgeist em “Procession Of Souls” o guitarrista Victor Regep, o baixista Mauricio Cliff e o baterista Fernando Oster.
Os noruegueses do Helheim desembarcam por aqui para um show exclusivo na 14ª edição do Setembro Negro Fest. A apresentação deles será no sábado, dia 03, das 16:35 às 17:15. Será a primeira vez do Helheim no Brasil.
Formado em 1992 em Bergen, na Noruega, o Helheim ficou conhecido pela mistura de Black Metal e elementos da cultura Viking. A temática de suas letras é voltada para a mitologia nórdica.
Com 11 álbuns de estúdio, e 2 EP’s, a discografia do Helheim é praticamente toda voltado para sua língua natal – com exceção do álbum “The Journeys and the Experiences of Death” (06) e de algumas músicas – com clássicos como “Jormundgand” (95), “Av norrøn ætt” (97), “Blod & ild” (00), “Yersinia Pestis” (03) e “Rignir” (19). Seu trabalho mais recente é “WoduridaR” lançado em 2021.
A formação do Helheim traz H’grimnir (vocal e guitarra), V’gandr (vocal e baixo), Reichborn (guitarra) e Hrymr (bateria).
Assista o vídeo de “WoduridaR”:
A 14ª edição do festival traz bandas de vários estilos, como Heavy Metal, Death Metal, Thrash Metal, Black Metal, GrindCore, Gothic, Sludge e Doom Metal. Ao todo são 30 bandas, 03 dias, sendo 10 bandas por dia. Para aqueles que já compraram ingresso, ele o levará ao SETEMBRO NEGRO FESTIVAL 2022.
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Com mais de 40 anos de carreira, uma gigante discografia com mais 30 álbuns lançados, Mr. Udo Dirkschneider retorna a América do Sul trazendo sua voz emblemática, rasgada e potente para uma série de shows que, por conta da pandemia de #covid19, tiveram que ser adiados algumas vezes nos últimos dois anos.
No início dos anos 80, com a banda ACCEPT, fez um estrondoso sucesso mundial vendendo milhões de discos e tocando por quase todo o mundo. Uma pena não ter passado pela América do Sul naquela época. Enfim, Udo tornou-se uma das maiores lendas do Heavy Metal mundial onde desfrutou por algum tempo como centro das atenções, principalmente na Europa e em seu país, Alemanha.
Um anos após o lançamento do sétimo álbum do Accept, “Russian Roulette” (1986), Udo acabou sendo demitido devido a banda querer seguir uma linha mais comercial nos próximos trabalhos e, logicamente, alcançar o estrelato nos Estados Unidos. Com isso, o gigante baixinho – sem pensar muito – formou a sua própria banda com o sugestivo, e nada mais óbvio, nome U.D.O. Nessa nova empreitada, mantendo-se fiel às suas convicções e ao som que tanto amava, recomeçou literalmente de onde havia parado, lançando nada mais nada menos que 18 álbuns de estúdio, diversos álbuns e vídeos ao vivo, EPs, coletâneas de raridades durante toda sua carreira carreira até hoje, incluindo no curriculum até projetos paralelos com seus antigos parceiros de Accept. Não devemos esquecer a sua breve volta à banda nos anos de 1992 à 1997, gerando alguns bons álbuns – alguns nem tanto assim – e uma breve reunião em 2005, que acabou não dando muito certo, culminando em ambas partes seguindo seus caminhos separadamente.
Independente das mudanças no cenário do Metal e das inúmeras formações que a banda U.D.O já teve, o cantor nunca desviou-se da trajetória servindo ao bom e velho Heavy Metal tradicional.
Após homenagear sua fase de ouro no Accept apresentando faixas de sua antiga banda com o projeto DIRKSCHNEIDER nos últimos anos e lançando o álbum/DVD ao vivo “Back To The Roots”, Udo voltou ao seu foco principal dedicando-se integralmente ao U.D.O, na qual já soltou três excelentes álbuns de estúdio, “Steelfactory” (2018), “We Are One” (2020) e “Game Over” (2021).
Com a retomada dos shows devido aos índices da pandemia terem diminuído drasticamente, as portas do Brasil foram reabertas para Mr. Udo e cia poderem, enfim, divulgar seus últimos trabalhos, especialmente “Game Over”, o foco dessa nova turnê sul-americana. Mesmo com o nome “Game Over”, o baixinho está bem longe de pendurar as chuteiras e provará isso com muito vigor, energia e metal (como se necessitasse provar algo) no palco paulistano do Carioca Club, dia 12 de junho, prometendo uma noite inesquecível aos fãs sedentos por muito Heavy Metal ao vivo de novo em suas vidas!
A atual e afiadíssima formação da banda, além é claro do “chefe”, conta com Andrey Smirnov e Dee Dammers (guitarras), Tilen Hudrap (baixo) e o filho de Udo na bateria, Sven Dirkschneider.
Para a abertura desse grande evento teremos a presença das bandas brasileiras TRENDKILL GHOSTS (Power/Heavy Metal – Guarulhos/SP) e SKALYFACE (Heavy/Power Metal – Guarulhos/SP). SERVIÇO:
Evento: U.D.O em São Paulo Data: 12 de Junho de 2022 Local: Carioca Club Pinheiros Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros – São Paulo/SP(próximo ao metrô Faria Lima) Abertura da casa: 17h Início do show: 20h(previsão) Imprensa: jzpress@metalnalata.com.br Evento do Facebook: www.facebook.com/events/212955766780576 Classificação etária: 16 anos(14 e 15 anos: entrada permitida com responsável legal, mediante apresentação de documento) Estacionamento: nas imediações(sem convênio) Estrutura: ar condicionado, acesso para deficientes e área para fumantes
INGRESSOS:
Camarote – Inteira R$ 260,00 Camarote – Promocional (doe 1 Kg de alimento não perecível) R$ 130,00 * Camarote – Meia-entrada R$ 130,00
Pista – Inteira R$ 240,00 Pista – Promocional (doe 1 Kg de alimento não perecível) R$ 120,00 * Pista – Meia-entrada R$ 120,00 * O ingresso promocional antecipado é válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento. PONTOS DE VENDA:
Carioca Club Pinheiros Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros – São Paulo/SP – Segunda/sábado: 12h00 às 20h00 – Sem taxa de conveniência – Pagamento apenas em dinheiro
Galeria do Rock – Loja 255 – Segunda a sexta de 10h às 19h – Sábado 10h às 18h – Sem taxa de conveniência – Pagamento apenas em dinheiro
VENDA ONLINE:
Clube do Ingresso em www.clubedoingresso.com/evento/udo-sp – Com taxa de conveniência – Pagamento em cartão de crédito ou boleto Objetos proibidos: Câmera fotográfica profissional ou semi profissional (câmeras grandes com zoom externo ou que trocam de lente), filmadoras de vídeo, gravadores de áudio, canetas laser, qualquer tipo de tripé, pau de selfie, camisas de time, correntes e cinturões, garrafas plásticas, bebidas alcoólicas, substâncias tóxicas, fogos de artifício, inflamáveis em geral, objetos que possam causar ferimentos, armas de fogo, armas brancas, copos de vidro e vidros em geral, frutas inteiras, latas de alumínio, guarda-chuva, jornais, revistas, bandeiras e faixas, capacetes de motos e similares.
*Para a compra de ingressos para estudantes, aposentados e professores estaduais, os mesmos devem comparecer pessoalmente portando documento na bilheteria respectiva ao show ou nos pontos de venda. Esclarecemos que a venda de meia-entrada é direta, pessoal e intransferível e está condicionada ao comparecimento do titular da carteira estudantil no ato da compra e no dia do espetáculo, munido de documento que comprove condição prevista em lei;
** A produção do evento NÃO se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais. LINKS RELACIONADOS:
No Brasil, os shows acontecem no dia 11 de outubro no Rio de Janeiro (Engenhão) e nos dias 15 e 16 de outubro em São Paulo (Allianz Parque)
Credit: James Marcus Haney / @marcushaney
Devido à grande demanda, o Coldplay anuncia três novos shows da sua Music Of The Spheres World Tour, com datas em outubro no Brasil. As apresentações por aqui acontecerão no Rio de Janeiro dia 11 de outubro, no Estádio Nilton Santos – Engenhão; e em São Paulo nos dias 15 e 16 de outubro, no Allianz Parque. Os clientes dos cartões Elo terão pré-venda exclusiva dia 11 de abril, a partir das 10h do dia 11 online, e às 11h nas bilheterias oficiais. Para o público geral, a venda começa no dia 12 de abril, nos mesmos canais e horários. Os ingressos, que podem ser adquiridos em até 5x sem juros para os clientes dos cartões Elo e 3x sem juros para os demais cartões de crédito, estarão disponíveis online (www.eventim.com.br) e nas bilheterias oficiais (sem taxa de serviço | Jeunesse Arena, no Rio de Janeiro; e Estádio do Morumbi – Estádio Cícero Pompeu de Toledo, em São Paulo).
Mais de 2,6 milhões de ingressos já foram vendidos para a turnê, que começou em 18 de março com o primeiro show triunfante da banda na Costa Rica, e continuou com paradas arrebatadoras na República Dominicana e no México. A turnê continua estabelecendo recordes em todo o mundo. Esta será a primeira vez que um artista se apresenta três noites no Estadio Nacional em Santiago, no Chile, e também marca a primeira vez que um artista internacional esgota quatro noites no Foro Sol na Cidade do México e duas noites no Estadio Akron, em Guadalajara. A turnê continua com datas nos EUA em maio e junho, antes da banda seguir para a Europa para shows na Alemanha, Polônia, França, Bélgica e Reino Unido. Mais datas e cidades serão divulgadas em breve!
A tour é acompanhada por uma série de iniciativas de sustentabilidade que podem ser vistas em coldplay.com/sustainability. Music Of The Spheres World Tour conta com convidados especiais incluindo H.E.R. (nos shows do Brasil), Camila Cabello, Carla Morrison e London Grammar. Novos nomes foram anunciados para as apresentações dos Estados Unidos (veja abaixo). As atrações variam de acordo com a data.
Devido a problemas de logística, a data de Lima originalmente agendada para 20 de setembro foi remarcada para 13 de setembro, com um novo segundo show adicionado para 14 de setembro. As duas datas de Los Angeles que estavam originalmente agendadas para 2022 agora serão transferidas para 2023, com novas datas de shows a serem anunciadas o mais rápido possível.
Os ingressos para o show de Lima recém-adicionado estarão à venda na segunda-feira, 11 de abril, às 9h (horário local), com o show de Santiago à venda na quarta-feira, 13 de abril, às 11h, (horário local), e os shows do Rio de Janeiro e São Paulo à venda na terça-feira, 12 de abril 10h, (hora local).
A turnê no Brasil é apresentada por Elo. Budweiser é a cerveja oficial. Em São Paulo, o show conta com Sancta Maggiore como fornecedor oficial e apoio da NewOn. A turnê no Brasil é realizada pela Live Nation Brasil. Para obter mais informações, visite www.livenation.lat.
Confira a lista completa de shows da turnê abaixo ou clique em: coldplay.com/tour.
PISTA PREMIUM AMARELA –R$490,00 meia entrada e R$ 980,00 inteira
BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇO
Estádio do Morumbi – Estádio Cícero Pompeu de Toledo
Endereço: Av. Giovanni Gronchi 1866 – Morumbi, São Paulo – SP – Bilheteria 5 / Portão 5
Dia 11/04: Abertura da Bilheteria para a Pré-venda das 11h às 17h, mediante disponibilidade.
Dia 12/04: Início das vendas gerais na Bilheteria das 11h às 17h, mediante disponibilidade.
Após esta data, mediante disponibilidade e seguindo horário de funcionamento: Terça à Sábado das 10h às 17h | Não há funcionamento em feriados e em dias de jogos e shows.
VENDA PELA INTERNET – SUJEITO À COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇO
Com uma superbanda que realizou a maior parte das 40 collabs lançadas pela TVMaldita durante a pandemia, o baterista investiu pesado e gravou videoclipe de “Based on a True History” e “Time to Forget” da banda Hangar
A TVMaldita, canal do baterista Aquiles Priester, segue inovando com muita qualidade. Com uma superbanda formada por Aquiles Priester (bateria – Edu Falaschi, Hangar, W.A.S.P), Theo Vieira (vocal – About2Crash), Junior Carelli (teclados – ANIE, ex-Noturnall), Vanessa Lockhart (vocal), João Pedro Castro (baixo) e Jéssica Falchi (guitarras), a banda formada durante a pandemia lança um clipe magistral de “Based on a True History” e “Time to Forget”, clássicos do Hangar e repaginados para esta versão.
O clipe foi dirigido por Léo Liberti, que já trabalhou com Megadeth, Angra, Dee Snider, Viper e foi gravado na Mansão Hasbaya, em SP, onde gravaram artistas como Charlie Brown. O documentário deste videoclipe foi dirigido por Dani Mazza, que já trabalhou com Edu Falaschi e Noturnall, e será lançado em breve pelo artista. Para comemorar as collabs da TVMaldita, a banda de Aquiles Priester marcou uma turnê por todo o Brasil com um repertório inédito e com muitas surpresas para os fãs (agenda abaixo).
A ideia do clipe partiu de Theo Vieira, um dos compositores de “Based on a True History” e “Time to Forget”, ao lado de Aquiles Priester. Os dois já trabalharam juntos no About2Crash, onde se apresentaram no Rock in Rio. “Essas músicas são muito especiais para mim, pois me trazem memórias incríveis da fase de composição e dos shows do Hangar. Estar com esse super time e ao lado do meu amigo Aquiles Priester nesse projeto está sendo uma experiência muito gratificante”, disse o vocalista Theo Vieira.
Aquiles Priester comenta: “Era para ser um collab normal como todos os outros, mas para celebrar a marca dos quase 40 que fiz nessa pandemia, fizemos algo muito especial para encerrar com chave de ouro. Chegou a hora de colocar esse projeto na estrada”.
Vanessa Lockhart falou sobre sua emoção ao cantar as músicas do Hangar: “Interpretar duas das mais belas canções do Hangar junto a esse time incrível e ter tido o privilégio de gravar um videoclipe foi, para mim, uma honra sem igual. Obrigada Aquiles, Theo e todos os envolvidos pela experiência ímpar”.
AGENDA AQUILES PRIESTER’S TV MALDITA COLLABS Link de ingressos antecipados na bio do @aquilespriester
Balada ‘When I’m Gone’ traz elementos dos anos 1980, especialmente na linha Michael Schenker
A banda gaúcha Gueppardo, formada por Thiago Gutierres (vocal), Perÿ Rodriguez (guitarra), Rafael Yadek (baixo) e Lucas Rodrigues (bateria), apresenta o videoclipe para “When I’m Gone”, faixa do álbum “I Am The Law”, lançado no ano passado pelos selos Hurricane Records e Dr. Rock. “Trata-se de uma balada com elementos dos anos 80, mais na linha Michael Schenker, minha principal influência, mas mantendo o estilo latino e típico da banda, com vocais dramáticos”, revela Perÿ Rodriguez. “A letra fala daquela velha dança, do ‘você é importante para mim’ ou do ‘nada vai mudar’. Até que… muda! Quando você tem a pessoa em seus braços, mas ela não realmente está lá. Então, a dança se torna fingida, a luta começa e a batalha selvagem por controle nos consome. E, mesmo assim, a paixão às vezes sobrevive à noite, ferida e sofrida, do jeito que não confessamos, mas no fundo, gostamos. É o combustível que dura noite após noite. E quando for embora, pensa que nunca mais vai se sentir o mesmo. Ou será que vai?”, completa.
Formada em 2007, em Porto Alegre (RS), a Gueppardo baseia seu som em uma mescla de hard rock e heavy metal, inspirado em nomes como Accept, Saxon, Michael Schenker, Loudness e outras. “Iniciamos com letras em português, gravando o EP ‘Instinto Animal’ (2009) e os álbuns ‘Fronteira Final’ (2015) e ‘Execução Sumária’ (2019). Porém, mudamos para o inglês com o lançamento de ‘I Am The Law’, visando alcançar o mercado internacional”, observa o vocalista Thiago Gutierres. “A Gueppardo é das ruas e do meio urbano, que gosta de estar na estrada, pois não vejo sentido em ter uma banda, gravar e não fazer shows. A pandemia nos tirou das ruas, pois tínhamos cerca de 50 datas agendadas, mas agora estamos de volta. Além disso, já iniciamos as gravações de nosso quarto álbum, previsto para sair em outubro”, conclui o guitarrista Perÿ Rodriguez.
Lançado exatamente dois anos após o debut “Endless Suffering”, o single “Parasita” inaugura uma nova fase na carreira da banda gaúcha ARCANA MEA. Douglas Correa (guitarra/vocal), Gabriel Vargas (guitarra), Gabriel Azevedo (baixo) e Jeferson Oliveira (bateria) agora investem em letras em português, buscando expor com mais consistência e clareza suas ideias, além de investir em novas estruturas musicais no que se refere aos vocais. “Parasita” é uma amostra do novo trabalho, que virá com mais músicas em português, tratando de temas importantes como depressão, rejeição e corrupção, como explicou o vocalista Douglas Correa em entrevista para o webcast Tavernano ano passado, que buscou referências em bandas brasileiras nesta nova fase: “exemplos de bandas cantando em português não faltam dentro do pais, e é algo que a gente vem desenvolvendo, como um objetivo da banda e estamos trilhando esse caminho”.
Outra novidade na produção da banda é a confecção da capa do single pelo próprio guitarrista Gabriel Vargas, onde a arte ilustra uma pulga. Para o guitarrista e artista gráfico, a música representa realmente um parasita: “Quando colocamos no papel os assuntos que trabalharíamos no disco, e consequentemente, na programação dos singles, um dos primeiros temas veio de imediato: parasita. Mas não estamos falando do parasita em si, e sim das pessoas que grudam na gente como verdadeiros parasitas, ou melhor dizendo, sangue sugas, que usam e abusam da nossa boa vontade. Acho que posso falar pela banda quando digo que começar esta nova fase através de “Parasita” foi uma das melhores decisões que tomamos. Tanto a letra, quanto a sonoridade e a própria capa representam muito bem este recomeço. E não esquecendo: que venham os shows que a pandemia nos tirou!”.
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