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Sarcasmo lança o single ‘Sombras da Tentação’

Inspirado em história trágica em um monastério, letra aborda desejo e culpa na relação proibida entre um jovem padre e uma noviça

Crédito: Felipe Cavalieri

A banda mineira Sarcasmo apresenta o novo single e clipe, “Sombras da Tentação”, que traz uma narrativa sombria ambientada em um monastério. A letra conta a história de um jovem padre que acaba sucumbindo às tentações e aos próprios desejos ao se envolver com uma noviça, considerada a mais bela do convento.

“Sombras da Tentação” reuniu Germano Rocha (guitarra e vocal), Tom Leandro (guitarra solo), Hanysz (teclados, sintetizadores, corais, orquestra e também guitarra solo), além de Felipe Andreoli (Angra, Matanza Ritual) no baixo e Maurício Weimar (Extreme Drums) na bateria. A produção do single, que teve a arte da capa criada por João Duarte, foi realizada por Alan Wallace (Eminence) no Audio One Studios, em Belo Horizonte.

Na trama retratada na letra, a jovem freira costumava se confessar com o padre, revelando conflitos internos e desejos carnais. A proximidade entre os dois acaba ultrapassando os limites da fé e evolui para um relacionamento amoroso proibido dentro do ambiente religioso. Consumido por seus tormentos mentais e pela culpa provocada pelo envolvimento, o padre entra em um processo de desequilíbrio psicológico que conduz a história a um desfecho trágico: ele acaba matando a jovem e, em seguida, tira a própria vida.

Confira o videoclipe de “Sombras da Tentação”, filmado e dirigido por Felipe Cavalieri, em https://youtu.be/4EfTXb5pUiU

Formado em 1993 por Germano Rocha, Oto Alvarenga e Glauco Mendes, o Sarcasmo se destacou no underground com thrash e death metal, lançando cinco demos nos anos 90 e os álbuns “Seed of End” (2002) e “Metal Morte” (2008). Após parar as atividades em 2011 para enfrentar problemas com álcool e drogas, Germano retomou o projeto anos depois e, em 2022, voltou a trabalhar no terceiro álbum, “Mundo In Mundo”, marcado pela superação e pela homenagem ao baixista Oto Alvarenga. A formação atual traz, além de Germano Rocha e Tom Leandro, o baixista Ronan Rocha e o baterista João Paulo.

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Melômano Discos relança ‘Journey to the Centre of the Eye’ do Nektar em vinil

Relançamento vem nas opções splatter e vinil preto e capa dupla com encarte em português com texto de Bruno Ascari

“Journey to the Centre of the Eye”, álbum de estreia lançado em 1971 pela banda inglesa de rock progressivo Nektar, ganha agora um relançamento em vinil pela Melômano Discos. A edição chega ao público nas versões splatter e vinil preto, ambas em capa dupla, acompanhadas de encarte em português com texto assinado por Bruno Ascari. Concebido como uma ópera espacial de 42 minutos, o álbum se apresenta como uma peça musical única e contínua. Trata-se de um trabalho conceitual em que todas as faixas se interligam para narrar a jornada cósmica de um astronauta rumo a Saturno, tendo como pano de fundo a iminência de uma guerra nuclear na Terra. O disco foi amplamente testado ao vivo antes da gravação e registrado praticamente de forma direta no Dierks Studios, preservando a fluidez e a intensidade da execução integral.

A narrativa acompanha o astronauta interceptado por alienígenas, que o convidam a viver em outra galáxia. Ao aceitar, ele passa por uma profunda expansão de consciência, abandona a visão física e entra em contato com o “Olho Que Tudo Vê”, tornando-se parte dele. Essa jornada espiritual e psicológica culmina em um retorno solitário ao espaço, onde ele observa a Terra se autodestruindo, reforçando o caráter filosófico e existencial da obra.

Musicalmente, o álbum transita com elegância entre atmosferas cósmicas, tensas, melancólicas e grandiosas, explorando sutis variações de clima, colagens sonoras e passagens instrumentais de forte impacto. Destacam-se os teclados, o órgão e o Mellotron, em diálogo expressivo com a guitarra e os efeitos vocais, recursos que ajudam a dar forma às personagens e às sensações que permeiam a narrativa.

Curiosamente, embora britânica, a banda Nektar foi formada em Hamburgo (ALE) em 1969, o mesmo ano em que o homem chegou à Lua. Assim, inserido em um contexto histórico em que o fascínio pelo espaço alcançava seu auge, impulsionado pelo sucesso da missão Apollo 11, o álbum absorve e traduz esse espírito de exploração e deslumbramento cósmico. Como foi pensado para ser ouvido do início ao fim, “Journey to the Centre of the Eye” entrega uma experiência imersiva, unindo rock progressivo, psicodelia e narrativa sci-fi. Trata-se de uma única viagem sonora criada por Roye Albrighton (guitarra e vocal principal), Derek “Mo” Moore (baixo, Mellotron e vocal), Ron Howden (bateria e percussão) e Allan “Taff” Freeman (teclados e vocal), além de Mich Brockett, responsável pela iluminação e peça fundamental na construção do impacto visual.

Para adquirir, acesse:
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D.R.I.: ‘Thrash Zone’ ganha relançamento em vinil pela Fuzz On Discos

Sucessor de “4 of a Kind” (1988) vem com tiragem de 300 cópias, remasterizado e com capa dupla exclusiva

Lançado originalmente em outubro de 1989 pela Metal Blade Records, “Thrash Zone” marcou o auge criativo e comercial do Dirty Rotten Imbeciles, consolidando a transição dos texanos do hardcore punk acelerado para um thrash metal mais técnico. O disco, quinto da discografia da banda, ganha agora um relançamento em vinil pela Fuzz On Discos, união dos selos AMM (All Music Matters), Melômano Discos e Neves Records, em tiragem de 300 cópias, remasterizado e com capa dupla exclusiva.

Se o terceiro trabalho, “Crossover” (1987), abriu as portas para a fusão do hardcore punk para o thrash e “4 of a Kind” (1988) já mostrava uma banda mais metal do que hardcore, “Thrash Zone” deixava as intenções explícitas no próprio título. Era thrash sem rodeios. E bastava a agulha tocar o vinil para que “Thrashard” funcionasse como manifesto sonoro, com riffs rápidos e firmes conduzidos por Spike Cassidy, baixo pulsante de John Menor e a bateria precisa de Felix Griffin, enquanto Kurt Brecht despejava seus vocais rasgados com mais clareza e controle do que nos primórdios da banda.

Produzido e mixado por Bill Metoyer, nome associado a Slayer, Hirax, Dark Angel e Cryptic Slaughter, entre outros, “Thrash Zone” evidencia a evolução técnica do grupo, com riffs mais elaborados, solos bem encaixados e mudanças de andamento que ampliam o impacto das composições. “Beneath the Wheel”, uma das mais conhecidas, combina velocidade e peso com uma ‘paradinha’ marcante, enquanto “Abduction” aposta em dinâmica e tensão crescente. O álbum ainda traz momentos de crítica social direta, como em “Gun Control” e “Labeled Uncurable”, reafirmando a postura contestadora que sempre esteve no DNA do grupo.

Impulsionado pelos videoclipes de “Beneath the Wheel” e “Abduction”, que conquistaram espaço na programação da MTV, especialmente no programa Headbangers Ball, “Thrash Zone” ampliou o alcance do D.R.I. para além do circuito underground e, a exemplo de “4 of a Kind”, marcou presença na Billboard 200, alcançando a posição 140. Lançado em um momento em que o crossover vivia seu auge, ao lado de nomes como Suicidal Tendencies, S.O.D., Corrosion of Conformity e Cryptic Slaughter, o álbum reafirmou o papel pioneiro do D.R.I. na consolidação do estilo e permanece como referência obrigatória quando o assunto é crossover thrash no fim dos anos 1980.

Para adquirir, acesse:
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5 to Rock: o OverDose já se chamou Sarcófago?

Cláudio David, guitarrista do OverDose, falou sobre seus 40 anos de história no metal brasileiro | Foto: Divulgação

No 5 to Rock, quadro do canal do YouTube do jornalista Ricardo Batalha, o guitarrista Cláudio David, um dos fundadores da banda mineira OverDose, falou sobre seus 40 anos de história no metal brasileiro. Nascido em 24 de janeiro de 1966, em Belo Horizonte, ele relembrou quando começou a ouvir metal e ressaltou o impacto decisivo do Kiss em sua formação musical e pessoal, influência que ajudou a despertar o fascínio pela guitarra.

O guitarrista ainda recordou um capítulo curioso da história do grupo: o fato de o OverDose ter utilizado o nome Sarcófago antes do registro oficial, posteriormente assumido por Wagner “Antichrist” Lamounier e transformado em símbolo do metal extremo global. Ao comentar a discografia, avaliou que a disposição para evoluir sempre foi parte da identidade da banda. Ele também falou sobre a retomada das atividades do OverDose em 2024.

Confira o 5 to Rock de Cláudio David em https://youtu.be/7YNpiS3xf88

No More Death: ‘The Death Is Dead’ lançado nos EUA

Crédito: Alan Luiz da Silva

Debut chega ao mercado norte-americano pela Roxx Records com distribuição global e amplia o alcance internacional do No More Death

O álbum de estreia do No More Death, “The Death Is Dead”, ganhou distribuição mundial a partir do lançamento nos Estados Unidos. O trabalho chegou ao mercado norte-americano no dia 30 de janeiro pela lendária Roxx Records, ampliando o alcance internacional do projeto idealizado pelo vocalista e guitarrista Tiago Torres (ex-Mad Dragzter).

Enquanto amplia sua presença internacional, o No More Death iniciou as gravações do segundo álbum, que será uma continuação direta de “The Death Is Dead”, propondo uma narrativa ambientada nos últimos anos da Era humana, descritos como um período sombrio e de destruição. Segundo Tiago Torres, o disco será mais agressivo, técnico e pesado, com influências de Slayer, Testament e Exodus, além da possibilidade de incluir uma balada pesada. A produção contará com coprodução de Demis Kohler, responsável pela engenharia de som, timbres, mixagem, masterização e gravação dos solos de guitarra.

Em meio à produção do novo álbum, o No More Death comemora os resultados de “The Death Is Dead”, que recebeu avaliações máximas em veículos especializados ao redor do mundo e figurou em listas de melhores do ano. “Entre os destaques está a presença nas listas da Roadie Crew, tanto na seleção da equipe da revista quanto na votação popular, com indicações nas categorias Melhor Álbum e Melhor Guitarrista”, comemora Tiago Torres.

Além disso, o projeto também expandiu sua atuação no mercado de produtos oficiais. Nos Estados Unidos, o merch foi lançado em parceria com a Anchor Merchandising, com distribuição mundial de camisetas, moletons, patches e pôsteres – confira em https://anchormerchandising.com/no-more-death/. No Brasil, a banda firmou parceria com a Heart Merch para disponibilizar CDs, camisetas e outros itens ao público nacional – veja em https://heartmerch.com.br/collections/no-more-death-1.

Assista ao lyric video de “The Death is Dead” em https://youtu.be/zg0Fg8JOl0c

Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/7EJ6pr0QLxA2mR0B8c8uFZ

Site: http://www.nomoredeath.com.br
Instagram: https://www.instagram.com/nomoredeath77

Sites relacionados:
Die Hard: https://www.diehard.com.br/
Roxx Records: Link: https://roxxrecords.com/collections/2019-releases/products/no-more-death-the-death-is-dead-cd-2026-ffo-bay-area-thrash-mrd-dragzter
 
E-mail: nmd@nomoredeath.com.br

Nuclear Warfare lança clipe de ‘Nuclear War’

Crédito: Maycon Avelino/Startship

“Nuclear War” é o primeiro single de “All Hail To The Liberator”, que tem lançamento marcado para 19 de março pela MDD Records

A banda alemã de thrash metal Nuclear Warfare apresenta o videoclipe de “Nuclear War”, primeiro single e também música de abertura do novo álbum, “All Hail To The Liberator”, que chega ao mercado em 19 de março através da MDD Records.

Produzido por Maycon Avelino, da Starship Videos, o clipe aposta em cortes rápidos de câmera e uma estética com cores predominantes em vermelho, reforçando a atmosfera intensa da música. Segundo o baterista Alexandre “Xandão” Brito, o trabalho visual conseguiu traduzir com precisão a proposta estética da banda para esta nova fase. “Este primeiro single do álbum representa bem a vibe que o trabalho tem: um thrash metal visceral, com batidas rápidas, vocal gritado e um riff de guitarra que cola na mente logo na primeira escutada. Maycon Avelino conseguiu transmitir muito bem a estética que a banda queria mostrar, com cortes rápidos de câmera e um visual com cores puxadas para o vermelho”, detalhou.

Confira o videoclipe de “Nuclear War” em https://youtu.be/jRF2SZVvTyQ

“All Hail To The Liberator” sucede “Lobotomy”, lançado em 2020, e reforça o diálogo direto com o thrash metal alemão dos anos 1980, além de incorporar influências da Bay Area, sem abrir mão da identidade própria construída desde a fundação da banda em 2002, na cidade de Ludwigsburg. Com arte de capa assinada por Nestor Carrera, o novo trabalho traz nove faixas inéditas e apresenta uma sonoridade mais old school e pesada em relação aos discos anteriores, ao mesmo tempo em que amplia a presença de melodias. O álbum foi gravado, mixado e masterizado no Dual Noise Studio, em São Paulo, sob comando de Rogério Wecko, responsável por um resultado descrito como direto, orgânico e fiel à tradição do gênero.

O Nuclear Warfare consolidou seu nome no cenário com registros como a demo “First Strike” (2002), seguida pelo debut “War is Unleashed” (2004) e os álbuns “We Come in Peace” (2006), “God of Aggression” (2010), “Just Fucking Thrash” (2014), “Empowered by Hate” (2017) e “Lobotomy” (2020). Inspirado por nomes como Kreator, Sodom, Destruction, Slayer e Sepultura, o grupo mantém uma abordagem marcada por guitarras rápidas, baixo encorpado e bateria intensa, aliando tradição e atitude punk ao thrash metal clássico.

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Just Heroes lança novo single, ‘Forever’

Crédito: Jeff Marques

Grupo paulistano de heavy metal atualmente também prepara o primeiro full

O grupo paulistano de heavy metal Just Heroes, formado por Mr. Machine (vocal), Flavio Souza Jr. e Wander Cunha (guitarras), Fabio Gomes (baixo) e Marcus Castellani (bateria), apresenta seu novo single, “Forever”, mixado e masterizado por Rodrigo Oliveira, no Dharma Studios (SP). “O som é o puro heavy metal, que é a nossa base. Em contraste, a letra mais emotiva dialoga com sentimentos universais e mergulha profundamente nas emoções, falando sobre aquilo que permanece mesmo quando tudo ao redor parece mudar”, descreve Flavio Souza Jr.

Confira o single “Forever” em https://youtu.be/BTAJ5wgW1nM

Criada em 2023, a banda Just Heroes surgiu da paixão pela música pesada e da união de músicos talentosos de diferentes gerações, todos com o mesmo propósito de celebrar e manter vivo o verdadeiro heavy metal. Entre suas principais influências estão Judas Priest, Black Sabbath, Accept e outros grandes ícones do metal e rock clássico. Além do EP “Heroes” (2023), o grupo conta com outros singles nas plataformas digitais. “Entre os planos futuros estão mais um single e depois o álbum completo, que já estamos adiantados nas gravações”, conclui o guitarrista e mentor, Flavio Souza Jr.

Just Heroes no Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/3l6m9iuiIT4DuNKttFaCQZ

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Metalmorphose lança série de vídeos ao vivo e resgata show histórico no Roça’n’Roll

Foto: Cintia Ventania

Primeiro episódio traz apresentação no 15º Roça’n’Roll, em 2013, com repertório que mistura fase clássica e álbum Máquina dos Sentidos

Pioneira do metal brasileiro, a banda carioca Metalmorphose não está mais ativa, mas promove o lançamento de uma série de vídeos ao vivo em seu canal no YouTube. O primeiro da série é “Máquina ao Vivo”, registro completo da apresentação realizada no 15º Roça’n’Roll, em 1º de junho de 2013, em Varginha (MG).

Batizado comercialmente de “Máquina ao Vivo”, o vídeo traz a íntegra do show no festival mineiro Roça N’ Roll, quando o Metalmorphose promovia o álbum “Máquina dos Sentidos” (2012). A banda foi convidada para tocar no mesmo dia que o grupo alemão Grave Digger. Inicialmente escalado para se apresentar antes dos alemães, acabou fechando a noite após um atraso na programação. A mudança permitiu um set mais longo, fugindo do formato enxuto típico de festivais.

“Apesar de já termos realizado duas apresentações maio de 2013, uma no tradicional Calabouço, no Rio de Janeiro, e outra no Blackmore Bar, em São Paulo, aquele foi o primeiro grande show com Marcos Dantas, do Azul Limão, na formação oficial da banda”, recordou o baixista André Bighinzoli, um dos fundadores da banda.

Formado em 1983 e estreando no split “Ultimatum” (1985), o grupo retomou as atividades em 2008. Em 2010, lançou o DVD “Odisséia”, gravado no dia 21 de junho de 2009, quando o Metalmorphose se reuniu para uma apresentação antológica depois de 21 anos afastado dos palcos. O lançamentos seguintes foram a reedição em vinil de “Ultimatum” e “Maldição” (CD, 2009), com material da demo inédita 1986 e gravações ao vivo do período de 1984 e 1985. O primeiro de inéditas foi justamente “Máquina dos Sentidos”.

A formação do Metalmorphose na época do show trazia Tavinho Godoy nos vocais, PP Cavalcante e Marcos Dantas nas guitarras, André Bighinzoli no baixo e André Delacroix na bateria. O repertório equilibrou músicas do então novo álbum Máquina dos Sentidos com clássicos dos anos 80 – “Jamais Desista”, “Cavaleiro Negro”, “Máscara”, “Maldição”, “No Topo Do Mundo”, “Máquina Dos Sentidos”, “Pelas Sombras”, “Metrópole”, “Desejo Imortal” e “Minha Droga É O Metal”. A apresentação também incluiu duas composições do Azul Limão – “Satã Clama Metal” e “O Grito”.

A gravação só foi possível porque Bighinzoli identificou que o festival contava com uma equipe profissional de áudio e vídeo da Escadas Produções para registrar material promocional. Após negociação, o show foi captado na íntegra, com áudio e vídeo. O resultado levou a equipe a ser novamente acionada meses depois para registrar o projeto Super Peso Brasil.

Confira o vídeo na íntegra em https://youtu.be/_HiDt2aKln0?si=0qA0BfFcVJJ0nBUa

ZEBA estreia em carreira solo com álbum ‘New Old Ones’

Foto: Divulgação

“New Old Ones” reúne passado e presente em 11 faixas que refletem a maturidade artística, visão criativa e a assinatura sonora de ZEBA

Baterista, cantor, compositor e letrista, ZEBA apresenta em 2026 seu primeiro álbum solo, “New Old Ones”, um trabalho que sintetiza mais de duas décadas de vivência musical. O repertório traz 11 faixas que transitam entre rock, hard rock, new metal e pop, em inglês e português. A diversidade estética do álbum nasce de um processo muito pessoal de resgate e criação. “Eu tenho muitas músicas guardadas na gaveta. Como letrista contumaz, o estoque já é grande. Somando os riffs perdidos no tempo e composições de bandas antigas que nunca foram gravadas, foi uma viagem no tempo resgatar parte desse material e juntar a novas músicas para fazer meu primeiro álbum com 11 faixas”, revelou ZEBA.

O título “New Old Ones” traduz exatamente esse conceito: canções antigas ganhando nova vida ao lado de composições recentes, todas reinterpretadas sob a ótica artística madura de ZEBA. Para viabilizar este projeto as novas tecnologias, como as ferramentas de IA, foram fundamentais. O resultado é um disco coeso, marcado por forte pegada rítmica, grooves pulsantes e destaque para as linhas de bateria e para a produção vocal, elementos centrais na identidade do artista.

Confira o clipe de “Paradise” em https://youtu.be/dS4H7QEPZ9g

“Paradise”, hard rock energético e emocional, mistura intensidade sonora com melancolia. A música foi composta nos anos 90 por ZEBA e o guitarrista Marco Gameiro, que na época integravam a banda Transe. “A letra descreve um amor frágil e arrebatador, onde o sorriso da pessoa amada se torna um ‘paraíso’, símbolo de salvação e paz emocional. Musicalmente, traz guitarras abertas, bateria pulsante e um refrão grandioso, criando um clima de arena”, descreve ZEBA.

O álbum conta com o selo da DMH – Daga Music House, gravadora liderada por Adriano Daga, músico e produtor que aposta no projeto como um marco na carreira de ZEBA e em seu potencial artístico e de mercado. “ZEBA trouxe a tona suas obras atemporais e viscerais, dentro da atmosfera do rock e suas diversidades. Recomendo ouvir sem moderação”, enfatiza Daga.

Com uma trajetória sólida na cena rock brasileira, ZEBA construiu seu nome integrando projetos marcantes. Passou pela banda Anonimato, ao lado do guitarrista Marcio Okayama, e pela The No Stress Band, com o pianista e tecladista Adriano Grineberg, desenvolvendo uma identidade rítmica e performática reconhecida pela força e precisão. Na banda TREMA, seu papel foi decisivo: começou como baterista e, ao longo dos anos, assumiu também os vocais e a autoria das letras, ampliando sua presença artística e consolidando-se como um criador completo.

Ouça no Spotify em https://open.spotify.com/intl-pt/album/2NildeZVlkvAOV7KJgbtFo

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YouTube: @zeba.music.72

Matanza Inc lança EP ‘Obscurantista’ e inaugura nova fase

Foto: Daniel Agapito

“Obscurantista” é o primeiro registro completo do Matanza Inc com a formação atual e reafirma a continuidade criativa do projeto

O Matanza Inc lança, em parceria com o selo Monstro Discos, o EP “Obscurantista”, primeiro trabalho completo da banda com sua formação atual. O lançamento marca uma nova etapa do grupo, preservando a identidade construída ao longo dos anos, mas apontando para uma evolução natural de sua sonoridade, agora mais madura, densa e direta. Com cinco faixas, o EP reúne “Marcha para Asmodeus”, “Presença Nefasta”, “Sangue na Festa”, “A Única Certeza” e a faixa-título.

As composições seguem explorando temas centrais no universo do Matanza, como crítica social, ironia ácida, violência simbólica e o desconforto diante de um mundo em constante colapso. Musicalmente, “Obscurantista” reforça o peso característico da banda ao combinar riffs agressivos, grooves sólidos e a já conhecida aproximação com elementos do country, agora apresentados de forma ainda mais coesa entre composição e interpretação.

O EP foi gravado por Rodolfo Duarte no High Five Estúdio, mixado e masterizado por Gabriel Zander e produzido por Marco Donida, principal compositor do Matanza Inc e responsável por conduzir a essência criativa do projeto. A formação se completa com Daniel Pacheco no vocal, Marcelo Albuquerque no baixo e Marcos Willians na bateria, um lineup que imprime identidade própria sem romper com o legado que consagrou o nome Matanza. Trata-se da continuidade direta do trabalho do guitarrista, compositor e letrista Marco Donida após o encerramento do Matanza, em 2018.

Criado como um desdobramento natural de sua trajetória, o Matanza Inc nasceu para manter viva a identidade construída ao longo de anos, sem repetir fórmulas de maneira automática. O álbum de estreia, “Crônicas do Post Mortem” (2019), estabeleceu a base estética e conceitual da banda, aprofundada posteriormente em “Retórica Diabólica” (2022), com um discurso mais direto e um som ainda mais coeso.

A atual formação, consolidada a partir de 2023, marca um período de reconstrução, ajustes e amadurecimento criativo, refletido tanto na dinâmica interna quanto na proposta musical. Segundo Daniel Pacheco, o EP buscou preservar a essência do Matanza, ao mesmo tempo em que aponta para o futuro. “Trabalhamos muito para preservar a alma do Matanza em cada uma dessas músicas, mas também tentamos trazer um respiro de novidade, olhando para frente e fazendo desse trabalho um pontapé inicial para um novo capítulo na história dessa banda que marcou e marca a vida de tanta gente. Espero, de verdade, que ao ouvir esse disco vocês encontrem o que procuram quando bate aquela vontade de ouvir um bom e velho countrycore, como só o MTZ sabe fazer.”

Veja o lyric video de “Sangue na Festa” em https://youtu.be/NgzN5szbIIU

Confira o EP no Spotify:
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Contato para shows: https://www.instagram.com/bradorecords

Inventtor lança segundo single/clipe antecipando novo álbum

Crédito: Bruno Paraguay

“Epicentro da Morte” é o segundo single/clipe do novo álbum da banda mineira de death/doom

Após soltar o single/clipe da faixa-título do novo álbum, “Senhor da Obsessão”, a banda mineira de death/doom Inventtor apresenta o segundo single/clipe: “Epicentro da Morte”. O tema mergulha em uma analogia psicológica profunda, traçando um paralelo entre as camadas abismais do cérebro humano e as representações clássicas do inferno. A letra explora a densidade do pensamento e os tormentos internos em uma narrativa visceral.

“É uma das minhas faixas favoritas do novo álbum! ‘Epicentro da Morte’ possui uma pegada forte, sendo bastante pesada e densa. Nela, fazemos uma analogia entre as profundezas do cérebro humano e o inferno. Para mim, foi uma das canções mais desafiadoras ritmicamente em minha função de baterista e vocalista. André Damien realizou um excelente trabalho nas guitarras, apresentando um solo épico, enquanto o baixo de Tony Lessa sustenta toda a massa sonora”, detalha Alan Souza, vocalista, baterista e fundador do grupo.

Veja o clipe de “Epicentro da Morte”, produzido por Bruno Paraguay, em https://youtu.be/7StjZCoZJOY

“Senhor da Obsessão” foi gravado em Nova Lima (MG) e produzido por André Damien, “Senhor da Obsessão” traz arte de capa assinada por Fernando Lima e será lançado através de uma parceria com os selos Voice Music e Classic Metal.

Discografia:
Doom of the Living Dead (2021, Split c/ Old Audrey’s Funeral)
Em meio à Escuridão (2023)
Ao Vivo na Escuridão (2024)
Senhor da Obsessão (TBR, 2026)

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Nuclear Warfare: sétimo álbum chega em março com foco no thrash clássico

Crédito: Maycon Avelino/Startship

“All Hail To The Liberator” aposta em peso old school com mais espaço para melodias

A banda alemã de thrash metal Nuclear Warfare, que conta com Fritz (vocal e baixo), Listl (guitarra) e o baterista brasileiro Alexandre “Xandão” Brito (ex-Andralls), prepara o lançamento de seu sétimo álbum de estúdio, intitulado “All Hail To The Liberator”. O sucessor de “Lobotomy” (2020) reforça a identidade da banda ao dialogar diretamente com o thrash metal alemão dos anos 1980, incorporando também influências da Bay Area, sem abrir mão de uma linguagem própria construída ao longo dos anos.

De acordo com a própria banda, “All Hail To The Liberator”, que conta com arte de capa de Nestor Carrera, apresenta uma sonoridade um pouco mais old school e mais pesada em relação aos discos anteriores, ao mesmo tempo em que traz uma presença maior de melodias. O repertório conta com nove faixas inéditas, todas gravadas, mixadas e masterizadas no Dual Noise Studio (São Paulo), sob comando de Rogerio Wecko. O produtor foi responsável por imprimir um som direto, orgânico e fiel à tradição do thrash metal, alinhado à reputação da banda como um dos nomes de referência do estilo.

“Acredito que ‘All Hail To The Liberator’ será um marco na carreira do Nuclear Warfare. Ele foi feito de forma muito orgânica, com muitas ideias trocadas ao longo do ano passado, além de pré-produções e muitos ensaios durante o último e escaldante verão alemão. Conseguimos reunir todos os elementos que gostamos no metal, sem perder nossa identidade. Há diferentes vertentes do thrash metal, influências de punk e músicas mais sombrias. Estamos muito felizes em lançar esse petardo, com destaque para a produção do meu amigo de longa data Rogerio Wecko, que fez um trabalho impressionante. Sem dúvida, considero este um dos melhores trabalhos de toda a minha carreira”, declarou o baterista Alexandre “Xandão” Brito.

Fundado em 2002 na cidade de Ludwigsburg, o Nuclear Warfare pratica um thrash inspirado por ícones do metal dos anos 80, como os pioneiros Kreator, Sodom, Destruction, Slayer e Sepultura. Ao desenvolver sua própria abordagem com guitarras rápidas, baixo estrondoso e uma bateria martelante, a banda oferece um thrash metal tradicional e uma atitude que remete ao punk rock. Os registros incluem a demo “First Strike” (2002), seguida pelo debut “War is Unleashed” (2004) e os álbuns “We Come in Peace” (2006), “God of Aggression” (2010), “Just Fucking Thrash” (2014), “Empowered by Hate” (2017) e “Lobotomy” (2020).

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Skunk Oil lança single ‘Don’t Fall Back’ e antecipa álbum de estreia

Crédito: Mathias Fau

“Don’t Fall Back” inaugura o ciclo do primeiro full-length, gravado no histórico Sunset Sound Studios, em Los Angeles

A banda Skunk Oil apresenta “Don’t Fall Back”, single que antecipa o álbum de estreia, intitulado “Skunk Oil”, que reúne dez faixas inéditas e teve suas gravações realizadas no Sunset Sound Studios, estúdio histórico responsável por trabalhos de artistas clássicos do rock, como Led Zeppelin, Van Halen, Toto, Rolling Stones, Beach Boys, The Doors e outros. O single “Don’t Fall Back”, que traz arte de capa de Aaron Bonogofsky, foi produzido pela própria banda. As gravações foram realizadas por Farrokh Shroff e Dennis D’Angelo, com mixagem e masterização assinadas por Adair Daufembach.

Dennis D’Angelo assume os vocais e as guitarras base, além da percussão, as guitarras solo ficam a cargo de Luis Castro, o baixo é de Sebastian Rider e a bateria de Caio Moskalkoff. “Don’t Fall Back” aborda de forma direta temas como autossabotagem, estagnação e os ciclos que impedem o avanço pessoal. “A música conduz o ouvinte de um estado de reflexão incômoda para um impulso de urgência e ação, marcando o momento em que permanecer no mesmo lugar deixa de ser uma opção. A letra propõe a quebra consciente de padrões, ressaltando que o progresso nasce da honestidade, do movimento e da conexão, não da perfeição”, detalha Dennis D’Angelo.

Formada em 2017 por três estudantes do Berklee College of Music e radicada em Los Angeles, a banda de heavy alt-rock vem se consolidando como um nome relevante na cena alternativa contemporânea ao combinar influências de Queens of the Stone Age, Soundgarden e Muse com uma abordagem autoral que transita entre o grunge, metal, alternativo, punk e blues rock. Assim, vem ampliando sua presença desde o lançamento dos EPs independentes “Skeletons in the Closet” (2018) e “Under Skinned” (2022). Ao longo desse período, o grupo chamou a atenção da imprensa especializada com faixas como “Elephant’s Paw”, “Godlike” e “Heavy Feet, Thin Ice”.

Reconhecida também por sua força ao vivo, a Skunk Oil já se apresentou em palcos emblemáticos de Los Angeles, como Whisky a Go-Go e Viper Room, fortalecendo sua conexão com o público e seu posicionamento dentro da cena alternativa contemporânea.

Ouça “Don’t Fall Back” em https://youtu.be/iCvEB28nbrY

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Nite Stinger reforça sua identidade hard rock no segundo álbum

Crédito: Danny Poison

“What The Nite Is All About” foi lançado pela Pride & Joy Music, com distribuição digital pela Believe

“What The Nite Is All About”, segundo álbum da banda paulistana de hard rock Nite Stinger, formada por Jack Fahrer (vocal), Ivan Landgraf e Bruno Marx (guitarras), Bento Mello (baixo) e Leandro Araújo (bateria), está disponível em todas as plataformas de streaming. O novo trabalho conta com 11 faixas e chega para reforçar a identidade do grupo, apostando em riffs marcantes, harmonias de guitarra bem construídas e vocais carregados de energia.

Precedido pelo single “Only You”, o sucessor de “Nite Stinger” (2021), lançado pelo selo alemão Pride & Joy Music com distribuição digital pela Believe, foi produzido por Bento Mello e Henrique Canalle (Spektra), que também foi responsável pela mixagem e masterização. O álbum mantém a temática que celebra a vida noturna e a atmosfera do hard rock, trazendo participações especiais de Stevie Rachelle (vocal, Tuff e Tales From The Porn) na faixa-título, enquanto o ex-integrante e guitarrista Roger Benet participa do single e do clipe “Only You”.

Bento Mello, idealizador do projeto, após sua saída do Tales From The Porn e a união com o guitarrista Bruno Marx, explica que na faixa-título a intenção foi trazer a energia do repertório para o alto de novo. “Seria como o início do lado B de um LP. E, mais uma vez, enfatiza nossa paixão pela vida noturna”, enfatiza. “Já ‘Your own way to be’, que explora a individualidade de cada um como o segredo para se tornar um ser relevante e admirável, vem para manter a mesma vibe da faixa de abertura, ‘You Know Why’, mas focando mais em peso. Deixamos o trabalho mais melódico para o desenvolvimento das guitarras”, acrescenta.

“What The Nite Is All About” marca mais um capítulo na trajetória do Nite Stinger, banda criada em abril de 2019. O nome do grupo surgiu de forma inusitada: inicialmente pensado para um cardápio de drinques, foi sugerido pelo amigo e bartender João Piccolo como Midnight Stinger, posteriormente encurtado para Nite Stinger. Com influências de nomes como Mötley Crüe, Ratt, Def Leppard, Poison, Crazy Lixx, Crashdïet e Midnite City, a banda ganhou destaque com o álbum de estreia homônimo e com os singles “Beat It” e “Danger Zone – Live”. Nos últimos anos, o grupo consolidou sua presença ao dividir o palco com Europe, Hardcore Superstar, Ron Keel, Marco Mendoza, Eclipse e Johnny Gioeli, além de marcar presença no festival Summer Breeze Brasil 2024 (hoje, Bangers Open Air).

Confira o clipe do single “Only You”, dirigido e editado por Leonardo Xavier, com assistência de Danny Poison, em https://youtu.be/fxz5_bgk56k

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Cyberpunch lança single de estreia, ‘Riding Worms’

Crédito: Nanda Arantes

Banda paulistana que explora o metal tradicional e contemporâneo com thrash e gothic antecipa o universo pós-apocalíptico de “Chromefall”

O Cyberpunch apresenta o single de estreia, “Riding Worms”, marcando oficialmente o início da trajetória autoral da banda paulistana formada em agosto de 2024 por Netuno Balboa (vocal), Gabriel Henrique e Ruan Diego (guitarras), Eduardo Zedu Domingues (baixo) e Gabriel Gifoli (bateria). Com a proposta de explorar o heavy metal sob influências de thrash e gótico, o grupo reúne músicos de diferentes gerações e experiências, que se conheceram por meio de anúncios em redes sociais. “O primeiro ensaio ocorreu antes mesmo de qualquer encontro presencial! No entanto, a química foi imediata e transformou o Cyberpunch em uma banda de composição intensa e postura profissional”, analisa o vocalista Netuno Balboa.

O universo lírico do Cyberpunch aborda ficção científica e temas inspirados em obras como Duna e Mad Max, sem se limitar a essas referências. As letras utilizam metáforas para discutir conflitos contemporâneos, refletindo questões como luta de classes, colonialismo, ecologia e tensões geopolíticas. O grupo possui oito composições finalizadas para o álbum de estreia, “Chromefall”, previsto para maio de 2026. Entre elas está a chamada ‘Trilogia Mad Max’, formada por três faixas ambientadas nesse cenário.

“Riding Worms”, gravado no The Bunker Studio (SP) com produção de Alex Marras e Gabriel Guedes Gois, que também assina a engenharia de som, simboliza o início oficial desta narrativa. A música, mixada no Alex Marras Studios, em Nottingham (ING), usa o imaginário dos vermes gigantes de areia de Duna como metáfora para ciclos de marginalização que aprisionam pessoas vulneráveis e consomem oportunidades e identidade. “O verme assume a forma do Ouroboros, símbolo de ciclos infinitos e autodestruição, conectando fantasia e crítica social”, explica Netuno, que explora melodias vocais inspiradas em tradições árabes do Sul da Espanha e do Norte da África.

Confira o lyric video de “Riding Worms”, criado por W. Perna (W Designer), em https://youtu.be/7lOc5nAihj0

As influências passam por nomes como Metallica e Iron Maiden, além de referências contemporâneas, como Ghost, Powerwolf, Rammstein e Avenged Sevenfold, e por elementos vindos da música gótica. “No caso de ‘Riding Worms’, o instrumental traz influências de Judas Priest e Avenged Sevenfold, enquanto os synths são baseados nos trabalhos do Powerwolf”, detalha Netuno.

As apresentações contam com elementos teatrais, adereços steampunk e performances que ampliam o clima pós-apocalíptico das letras. Netuno interpreta o personagem Caverox, the Wasteland Skull, cuja máscara é retirada no meio do show em uma cena de impacto planejada para reforçar a teatralidade.

Os músicos
Netuno Balboa é barítono, compositor e letrista, com influências que vão do pós-punk a diversas vertentes do metal, tendo iniciado sua trajetória em Santos em 2002 e retornado à atividade em 2023 após um hiato de 14 anos.

Gabriel Henrique, guitarrista canhoto e filho do músico Cássio Henrique (Virus – SP Metal), cresceu imerso no heavy metal, formou sua primeira banda em 2023 e traz influências que vão de James Hetfield a Zakk Wylde. Além do Cyberpunch, integra o Ratlock e Kolapso.

Ruan Diego começou a tocar guitarra em 2018, tem o Cyberpunch como primeira banda autoral e leva para o som influências que transitam de Synyster Gates a Tommy Iommi, além de formação em piano e estudos em Design e Audiovisual.

Eduardo Zedu Domingues é baixista há cerca de uma década, influenciado por nomes como Steve Harris e Cliff Burton, e atualmente divide sua rotina musical entre o Cyberpunch e Drop D.

Gabriel Gifoli, baterista criado em família de músicos, estuda o instrumento desde os 8 anos, acumula experiência em diversas bandas desde 2007, como Hawker Hart e Sangre, e traz referências de Neil Peart, Nicko McBrain e Ian Paice, além de contribuir com backing vocals. Além do Cyberpunch, também se dedica às bandas Aryuz e Darchitect.

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E-mail: cyberpunch.metal@gmail.com

Taurus segue celebrando 40 anos e lança vídeo ao vivo de ‘Nove Vidas’

Crédito: Renato Moreth

Banda carioca prepara novo EP para 2026 e relembra histórias com Dorsal Atlântica e Krisiun

Taurus, uma das bandas mais emblemáticas do thrash metal brasileiro, vem comemorando quatro décadas de história em 2025 com a turnê “Taurus 1985”, em que Rudi Sgarbi (vocal), Cláudio Bezz (guitarra), Felipe Melo (baixo) e Sérgio Bezz (bateria) apresentam músicas de todas as fases da carreira. Além disso, o grupo está preparando um novo EP de inéditas para 2026. “Serão quatro músicas inéditas, com a pegada do Taurus dos últimos álbuns. As letras trazem uma mistura de português e inglês que a gente vem desenvolvendo há algum tempo e que tem dado muito certo”, revelou Cláudio Bezz.

Após o show ao lado do Krisiun e Sutura em 18 de outubro, na Areninha Carioca Hermeto Pascoal, em Bangu (RJ), o Taurus se prepara para um reencontro com o Azul Limão no dia 19 de dezembro na Audio Rebel, no bairro de Botafogo. “Neste show em outubro último, pudemos ter um gostinho da proximidade com Dorsal e Krisiun. Estávamos lá com o queridíssimo Guga, ex-baterista da Dorsal em um período áureo da banda, que nos auxilia como roadie, e também no palco junto com todos do Krisiun, banda que dá orgulho a todos nós brasileiros. O vídeo ao vivo da música ‘Nove Vidas’ foi gravado na Areninha Carioca durante esse evento”, comentou Cláudio Bezz.

“Temos uma relação quase fraternal com a Dorsal Atlântica desde 1983, quando Carlos Lopes e Cláudio Cromagnon nos acolheram no Baixo Gávea. Desde então dividimos shows, viagens e muitas histórias. Gravamos com o Carlão a ‘Born to Die’ no álbum ‘Pornography’ (1989) e ele ainda escreveu o prefácio do nosso DVD ‘Taurus 30 Anos’, que também conta com um texto do Alex, do Krisiun. São amizades que levamos para a vida”, conclui o guitarrista.

Confira o vídeo ao vivo de “Nove Vidas”, gravado na Areninha Carioca Hermeto Paschoal em outubro de 2025: https://www.youtube.com/watch?v=rUR0EIVWsKQ

Serviço – Taurus e Azul Limão:
Data: 19 de dezembro (sexta-feira)
Local: Audio Rebel
Endereço: Rua Visconde De Silva, 55 – Botafogo (5 min. da estação de metrô Botafogo pela saída da rua Mena Barreto)
Ingressos antecipados à venda: https://www.sympla.com.br/evento/azul-limao-e-taurus-no-audio-rebel-40-anos-de-metal-nacional/3131360
Horários: Abertura da Casa: 20h | Primeiro Show: 21h | Segundo Show: 22h

“Taurus 1985” – Datas 2026:
06/03 – Gran Maguss Festival – Backstage Bar (NATAL/RN)
07/03 – Darkside Studio (RECIFE/PE)
08/03 – Vila do Porto (JOÃO PESSOA/PB)

Site oficial: http://www.taurusthrashmetal.com.br

Mídias sociais:
Instagram: https://www.instagram.com/taurus.oficial/
Facebook: https://www.facebook.com/TaurusThrashMetal

E-mail: taurusofficial@gmail.com

Mundo Metal reúne Cova Rasa, Exkil e Tierramystica na Headbangers Night

Crédito: Thyago Restrepo

Headbangers Night, que ocorre dia 7 de dezembro no La Iglesia (SP), celebra os 12 anos do portal Mundo Metal

Após obter destaque na abertura para o Hammerfall, a banda de heavy metal Cova Rasa, formada por Ivan Martins (vocal), Jayme Danko (guitarra), Caio Caruso (baixo), Theo Machado (bateria) e Collins Freitas (teclado), se prepara para a Headbangers Night. O evento, que ocorre dia 7 de dezembro no La Iglesia (SP), a partir das 18h, celebra os 12 anos do portal Mundo Metal e contará também com as bandas Exkil e Tierramystica.

O mais recente álbum, “Another Time”, terceiro da discografia do Cova Rasa, conta com dez faixas e traz participações dos guitarristas Antonio Araujo (Matanza Inc., ex-Korzus) em “Heartbreaker’s Hunter”, e Gui Calegari (Throw Me To the Wolves, ex-Venomous) em “The Flying Dutchman”. Além de estar promovendo “Another Time”, o Cova Rasa iniciou a pré-produção da regravação de seu álbum de estreia, “Deadline”, agora com letras em inglês. A banda também tem outro compromisso agendado na abertura para o Rhapsody Of Fire (dia 14/12) e prepara uma série de pocket shows exclusivos e registros ao vivo em vídeo.

A abertura ficará a cargo do Tierramystica, que retomou as atividades após 12 anos e atualmente conta com Guy Antonioli (vocal), Ricardo “Chileno” Durán (backing vocals, ocarina, charango e violões), Alexandre Tellini (guitarra), Douglas Dimer (baixo), Luciano Thumé (teclados) e Diego Machado (bateria). O grupo promove seu terceiro álbum, “Trinity”, sucessor de “A New Horizon” (2010) e “Heirs Of The Sun” (2013), que consolida a fusão de power metal e o folk latino-americano, que se tornou a marca do grupo gaúcho. O Tierramystica mergulha no simbolismo da trilogia, explorando o conceito de unidade e espiritualidade presente em diversas culturas pré-colombianas.

Fechando a noite, a banda paulista de thrash metal Exkil, formada por Daniel Ferrante (vocal e guitarra), Gabriel Bunho (guitarra), Evandro Tapia (baixo) e Evandro Kandalaft (bateria), apresenta seu mais recente álbum, “Violence Prevails”, lançado em julho. O grupo de Piracicaba combina crítica social com agressividade sonora, abordando temas como guerra, fake news e decadência moral. Faixas como “Drive You Nuts”, “Violence Prevails”, “Reckoning” e “Titans Rising”, esta última com a participação de Marcello Pompeu (Korzus), reafirmam a energia, vigor e maturidade da banda.

Serviço – Headbangers Night – 12 anos do Mundo Metal:
Data: 7 de dezembro (domingo)
Local: La Iglesia
Endereço: Rua João Moura, 515 (Galpão 6) – Pinheiros, São Paulo/SP
Abertura da casa: 18h
Tierramystica (Power/Folk Metal – RS): 18h30
Cova Rasa (Heavy Metal – SP): 19h30
Exkil (Thrash Metal – SP): 20h30
Ingressos: https://101tickets.com.br/events/details/Headbangers-Night
R$ 30 (antecipado) | R$ 40 (na hora)

Como chegar: próximo ao Metrô Clínicas e Estação Oscar Freire (850 m) – Ponto de ônibus Rua Teodoro Sampaio, 1115 (550 m) – Linhas 7002-10, 714C-10, 177H-10, 856R-10 e 909T-10)

Instagram:
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Inferno Nuclear protesta em clipe ‘Antirracista

Crédito: Marcos Scaglione

“Antirracista” é um grito contra o racismo estrutural, celebrando a luta por igualdade e homenageando figuras da resistência negra

A banda de thrash metal Inferno Nuclear, formada por Wellington Freitas (vocal), Leonardo Garcia (guitarra), Leandro Kronnos (baixo) e Marcos Luz (bateria), apresenta o videoclipe de “Antirracista”, faixa do mais recente álbum, “Amazônia em Chamas”. Com direção de Marcos Scaglione, o vídeo foi registrado nas ruas do Centro de São Paulo, onde a banda paraense está atualmente radicada.

“‘Antirracista’, que se aproxima de uma sonoridade mais punk e traz um coro que remete a ‘Bro Hymn’ (Pennywise), é um grito contra o racismo estrutural que ainda nos oprime. Como banda, temos a responsabilidade de levantar essa bandeira, questionar o sistema e lutar por um futuro mais igualitário. O clipe, gravado em São Paulo, faz referência a figuras como Leila Gonzalez, Beatriz Nascimento e Marielle Franco, que nos inspiram a resistir. Junto com outros músicos e ativistas, queremos mostrar que essa luta é de todos, e que só juntos podemos construir uma sociedade mais justa”, declarou o vocalista Wellington Freitas. “O clipe foi ao ar no Dia da Consciência Negra, comemorado no dia 20 de novembro em homenagem à morte de Zumbi dos Palmares, líder do Quilombo dos Palmares, um símbolo da resistência negra contra a escravidão no Brasil. Assim, reforçamos nosso papel de contestar, resistir e lutar por um futuro de igualdade, respeito e inclusão para todos”, acrescentou.

As imagens do clipe foram feitas em áreas centrais da grande São Paulo e trazem participações especiais no refrão da música de bandas como Punho de Mahin, Agravo e Friendship66, além dos músicos Fernando Lima (Drowned), Mateus Marcatto (Laboratori) e Amauri Germano (Mosca Negra). O clipe também inclui poderosas imagens de ativistas negros como Leila Gonzalez, Beatriz Nascimento, Marielle Franco e Abdias do Nascimento, além da citação da americana Angela Davis: “Não basta não ser racista. É preciso ser antirracista!”

Veja o videoclipe de “Antirracista”, dirigido por Marcos Scaglione, em https://youtu.be/z62VLxK1LE0

Desde sua formação em Belém (PA), o grupo se propõe a executar um thrash metal visceral, pesado e engajado, refletindo as tensões sociais e políticas do Brasil contemporâneo. “Amazônia em Chamas”, que sucede “Diante de um Holocausto” (2021), foi produzido por Thiago Bezerra. O disco traz participações de Diego Nogueira (Anthares, Blasthrash), Andressa Castelhano (Hell on Wheels), Fabiana Santos, Thiago Bezerra, além das vinhetas criadas por Vitor Peixe e João Franklin, que ajudam a costurar o disco como uma obra conceitual. Musicalmente, o álbum remete à velha escola do thrash metal dos anos 1980, com influências diretas de Exodus, Testament, Sepultura, Vio-Lence e Metallica.

Ouça o álbum completo em https://youtu.be/bk8JOosJMiA
Streaming: https://onerpm.link/150143245532

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Contato para shows: (11) 985443143
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The Mist: guitarrista Edu Megale anuncia parceria com a Gibson/Kramer

Crédito: Julia Missagia


Megale, que atualmente promove o novo álbum do The Mist, também atua na educação musical online e como produtor musical

O guitarrista e produtor Edu Megale firmou oficialmente seu contrato de endorser com a Gibson/Kramer, uma das marcas mais icônicas da cultura rock mundial. A parceria marca uma nova fase em sua trajetória, fortalecendo seus projetos musicais, educacionais e audiovisuais.

“Sempre admirei a história da Gibson/Kramer e o impacto da marca no mundo da guitarra. O primeiro guitarrista que vi tocando, ainda em VHS, foi o Slash. Desde então, fazer parte do time da Gibson se tornou um sonho. Hoje, realizar isso é uma conquista pessoal enorme e uma oportunidade de elevar o nível de tudo o que produzo, tanto no estúdio quanto nos meus conteúdos”, afirma Edu Megale, que atualmente promove o novo álbum do The Mist, “The Dark Side of the Soul (An Anatomy of the Soul)”, produzido pelo dinamarquês Tue Madsen e lançado mundialmente pela Alma Mater Records.

Além das gravações e colaborações com diferentes artistas, ele também atua na educação musical online, compartilhando estudos, práticas e experiências com guitarristas que acompanham seu trabalho. Megale também atua como produtor musical e colaborou no single da banda Katharsia, que contou com mixagem e masterização de Henrik Udd (Powerwolf, Imminence, Dimmu Borgir).

“Minha parceria com a Gibson/Kramer nasceu de uma identificação muito forte com o design, a sonoridade e todo o legado da marca. Sempre senti que as características clássicas e a estética conversam diretamente com o estilo que busco transmitir nas minhas produções, vídeos e apresentações”, detalha. “Com o endorsement, passo a incorporar modelos da Gibson/Kramer nas minhas gravações, nos vídeos, nas performances ao vivo e em projetos especiais. Além disso, estou desenvolvendo conteúdos exclusivos em parceria com a marca, algo que me inspira e me motiva ainda mais como artista”, conclui Megale.

Edu Megale com a Kramer Guitars:
https://www.youtube.com/watch?v=ThWXnXSM8po

Site relacionado: www.edumegale.com

Instagram:
https://www.instagram.com/edu_megale/
https://www.instagram.com/themistband

Ouça o The Mist nas plataformas de streaming: https://linktr.ee/themistband

E-mail: contato@edumegale.com

Paradise in Flames leva ‘Blindness’ ao Japão e China

Crédito: Bruno Paraguay

Grupo mineiro promove o álbum conceitual “Blindness”, lançado em 2024, e segue para sua primeira turnê asiática

O grupo mineiro de metal extremo sinfônico Paradise in Flames, formado por André Damien (vocal e guitarra), Nienna (vocal), Robert Aender (baixo), SJ Bernardo (bateria) e Guilherme de Alvarenga (vocal e teclado), vem promovendo o álbum conceitual “Blindness” com uma extensa turnê. O giro agora segue pela Ásia, onde tocará ao lado dos suecos do Marduk na celebração de seus 35 anos de carreira.

A excursão passará por Japão e China, levando o som extremo mineiro a novos públicos e reforçando a presença do metal brasileiro nos palcos internacionais. O primeiro show ocorre dia 20 de novembro em Tóquio e a turnê contará com nove datas em 14 dias, em um itinerário intenso que inclui deslocamentos aéreos e terrestres por diversas cidades dos dois países. “Estamos realmente ansiosos e gratos em relação a essa oportunidade. Ansiosos, pois teremos uma logística bem desafiadora e corrida para cumprirmos devido aos shows agendados: serão 9 shows em 14 dias, fora o tempo dentro de aviões e vans. Gratos, pois é uma oportunidade única poder conviver com pessoas do outro lado do mundo celebrando a música e vivenciando um pouco de sua cultura, de sua sociedade. Espero que vejamos muitas paisagens e construções bonitas e possamos experimentar comidas deliciosas!”, declarou o tecladista Guilherme de Alvarenga.

Datas:
20/11 Tóquio/JAP (sold out)
21/11 Tóquio/JAP (sold out)
22/11 Nagóia/JAP
23/11 Osaka/JAP
25/11 Shanghai/CHI
26/11 Pequim/CHI
27/11 Xi’an/CHI
28/11 Shenzhen/CHI
29/11 Guangzhou/CHI

Com sold out nas duas primeiras datas na capital japonesa, a turnê marca um dos momentos mais importantes da história do Paradise in Flames, que nos últimos anos tem expandido sua atuação no exterior e segue promovendo seu conceito artístico singular, com forte carga filosófica, atmosferas sombrias e elementos sinfônicos. “Blindness”, quinto álbum da discografia, é um trabalho conceitual com estrutura musical operística.

Lançado pela Demoncratic Records em parceria com a Xaninho Discos, “Blindness” foi produzido e masterizado por Tue Madsen no estúdio Antfarm (DIN). O álbum aborda temas filosóficos ao retratar a religião como uma doença psicológica que cega o ser humano. Em meio à busca desenfreada por poder, o álbum expõe a perversidade humana quando não há mais estruturas hierárquicas de controle.

Ouça nas plataformas de streaming em https://offstep.link/674379380834

Site Oficial: https://www.paradiseinflames.com
Instagram: https://www.instagram.com/paradiseinflamesband/
Facebook: https://www.facebook.com/paradiseinflamesband/