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Royal Rage: Baterista grava versão de “Tainted Love” ao lado de músicos do Child O’Flames e Doomsday Ceremony

O baterista dos thrashers curitibanos do ROYAL RAGETiago Rodrigues, executou no formato collab uma versão para o clássico de Gloria Jones – repaginado e popularizado anos depois pelo Soft Cell – “Tainted Love”. A música conta com a presença de Luis Ferraz nos vocais (guitarrista das bandas Child O’Flames e Krucipha)e João Guimarães na guitarra, integrante da veterana banda de Heavy/Black Metal Doomsday Ceremony.

Confira a versão no link abaixo:

“Tainted Love” é uma canção composta por Ed Cobb, ex-The Four Preps, que foi originalmente gravada por Gloria Jones em 1964. A música alcançou fama mundial depois de ser regravada pelo Soft Cell em 1981, atingindo o #1 no UK Singles Chart, e desde então tem sido regravado por vários outros grupos e artistas (sendo outra versão bastante conhecida a que foi gravada por Marilyn Manson, em 2001, para o filme “Not Another Teen Movie”). Os veteranos do Blue Öyster Cult também gravaram uma versão da música, lançada antes mesmo do Soft Cell, em 1980,

O grupo conta ainda com Pedro Ferreira (guitarra e voz), Henrique de Carvalho (baixo) e Sol Perez (guitarra), time que trabalha na produção do álbum “Evolve”, que será produzido pelo britânico Russ Russell, responsável por trabalhos de bandas como Napalm Death, Dimmu Borgir, The Haunted, The Exploited, At the Gates, dentre outros.

Assista ao lyric vídeo de “Eyes of Glass” no Youtube:

Ouça o single “Eyes of Glass” no Spotify:

Contatos:

Youtube: http://bit.ly/RoyalRageYT

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Instagram: www.instagram.com/royalrageofficial

Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

Lockdown: banda com João Gordo (R.D.P.) e Antonio Araújo (Korzus e Matanza Ritual) lança EP em vinil e CD

EP “Unholy Ceremony Heretic”, que está disponível nas plataformas de streaming, ganha versão em vinil (single sided) e em CD

Os selos Neves Records, Melomano Discos e All Music Matters disponibilizaram o EP de estreia do Lockdown, “Unholy Ceremony Heretic”, em vinil com lado único (single sided) e em CD (digipack trifold). Criado durante a pandemia pelo vocalista João Gordo (R.D.P.), o guitarrista Antonio Araújo (Korzus e Matanza Ritual), o baixista Rafael Yamada (baixo, Claustrofobia e ex-Project 46) e o baterista Bruno Santin (Endrah), o EP “Unholy Ceremony, mixado e masterizado por Rodrigo Oliveira (Korzus) no Dharma Studios (SP), trouxe um death metal encorpado e agressivo. “O material tinha sido lançado apenas nas plataformas de streaming pela Blood Blast, subsidiária digital da gravadora alemã Nuclear Blast, e agora finalmente está disponível em vinil e CD”, disse o guitarrista Antonio Araújo.

Afora a união de músicos conhecidos, o Lockdown traz João Gordo cantando de forma mais brutal do que nunca. “Fiquei feliz porque nunca tinha feito death metal na vida”, comemorou o vocalista. Curiosamente, desde 1993, com “Just Another Crime in… Massacreland”, lançado pelo Ratos de Porão, João Gordo não gravava um disco completo em inglês. “Até gravei outros sons em inglês na época do ‘Feijoada Acidente’, mas eram covers. Quando Antonio me convidou, as músicas e letras já estavam prontas. Achei que seria difícil, mas tudo funcionou quando comecei a cantar, inclusive com pronúncia e sotaque aceitáveis”, revelou.

Confira o clipe de “Archangel”, dirigido e editado por Raul Machado, em https://youtu.be/84oPT64tFR8

“Unholy Ceremony Heretic”, que contou com arte gráfica criada pelo renomado artista Alcides Burn (Burn Artworks), foi antecipado pelos singles “Archangel”, “Hymn of Hate” e “Desprezo”, que também saíram acompanhados por vídeos. Além de quatro músicas em inglês, o repertório do EP conta com uma faixa em português, “Desprezo”. Já “Black Demons Reign” traz uma letra que faz alusão ao comando de “demônios negros”. “Estes chamados ‘demônios negros’ não veem nada além de seus próprios interesses, em um lugar onde a fome, miséria, decadência e ausência de esperança predominam”, explicou Antonio Araújo. “Com o lançamento dos singles que anteciparam o EP, agora oficialmente lançado em todas as plataformas e também no formato físico, encerramos este promeiro ciclo do Lockdown. Mas a nossa intenção é a de preparar um álbum completo no futuro”, concluiu o guitarrista.

Veja o clipe de “Desprezo”, filmado e editado por Rafael Agostino, em https://youtu.be/j4dEmNlfCzU

Repertório de “Unholy Ceremony Heretic”:
Umbral
Archangel
Unholy Ceremony Heretic
Mordor
Hymn of Hate
Desprezo
Black Demons Reign

O material está à venda nos seguintes sites:
www.anomaliadistro.com.br
www.melomano.com.br
www.nevesrecords.com.br

Valores:
Vinil com lado único (Single Sided) e encarte: R$ 130
CD (Digipack Trifold): R$ 30
Combo Vinil + CD: R$ 150

Ouça nas plataformas de streaming em https://backl.ink/143557781

Mídias sociais: @lockdowndeathmetal

E-mail: lockdowndeathmetal@gmail.com


Insane Driver: Novo álbum disponível com exclusividade na loja Die Hard da Galeria do Rock

No dia 27/08 (sexta) o Insane Driver lança em todas as plataformas digitais o seu novo álbum, “Silicon Fortress”. No entanto, quem quiser adquirir uma cópia do CD, o mesmo já se encontra disponível de forma exclusiva na loja Die Hard Records, da Galeria do Rock (Av. São João, 439 – 2º andar – Loja 313, São Paulo / Telefone: (11) 3331-3978).

“Silicon Fortress” traz a mistura perfeita entre o Heavy Metal, Metalcore e uma pitada de ‘Post Grunge’, algo que faz com que o Insane Driver seja uma banda difícil de se rotular.

Para comprar o CD via Correios, acesse:
https://www.diehard.com.br/detalhe_produto.php?codProd=lSdQNDM5MzA=

O tracklist de “Silicon Fortress” traz as seguintes faixas:
1. Back To 1994
2. Faceless Demons
3. Keep Away
4. Silicon Fortress
5. Age Of Lies
6. Insane Driver
7. Desperate Prayer
8. Ghosts
9. Imagined Realities
10. Invisible Chains
11. Distant Hearts

Nas plataformas digitais já foram lançados os singles de “Age Of Lies”, “Invisible Chains” e “Keep Away”.

Ouça no Spotify:
Age Of Lies:
https://open.spotify.com/album/1LwkYnOx4a3N2c7qE7cMG2?si=-fJUNjxTT5-EAET9_O3utA&dl_branch=1

Invisible Chains:  https://open.spotify.com/album/1ohFZjv3OQSrD6rPQBSRW0?si=cTKbtQHjTDe1qSUoKn3J_A&dl_branch=1

Keep Away:
https://open.spotify.com/album/1TZPtvCVLEB6QSVlR1rUbr?si=k0cnHzELQUSt7jS9aw41dA&dl_branch=1

A formação do Insane Driver traz Eder Franco (vocais), Dan Bigal (guitarra e backing vocals), Dave Martins (guitarra), Cesar Castro (baixo e backing vocals) e Wagner Neute (bateria e teclados).

Acompanhe o Insane Driver em seus canais oficiais:
http://insanedriver.com.br/
https://www.facebook.com/InsaneDriverID
https://twitter.com/InsaneDriverID
https://www.instagram.com/insanedriverid/
https://www.youtube.com/user/insanedriverofficial
https://soundcloud.com/insanedriver
https://open.spotify.com/artist/2ye4AQnKI7zNyOnuLGHaaE

Em novo videoclipe “Machines”, Suck This Punch alia narrativa crítica à roteiro cômico

Faixa está presente no segundo e novo disco da banda, “The Evil On All Of Us”, lançado em CD pela Voice Music e financiado pelo Edital de Apoio à Produção Cultural de Araras

Formado atualmente por Tadeu Bon Scott (vocal), Phil Seven (guitarra), Matheus Bonon (baixo) e o novo baterista Roger Busatto (bateria), o Suck This Punch surgiu na cidade de Limeira, interior de São Paulo, em 2015. O primeiro álbum, intitulado “Fire, Cold And Steel”, saiu no mesmo ano, reunindo 10 composições próprias de uma sonoridade bastante original: uma releitura do classic rock pela perspectiva do peso e agressividade do thrash metal contemporâneo.  

Depois de cinco anos de shows em várias regiões do Brasil, o Suck This Punch retornou aos estúdios para a gravação de dois novos single, “Alone” e “Shout It Out”. Ambas estão no tracklist do segundo e novo álbum de estúdio que a banda lançou recentemente: “The Evil On All Of Us”.

“The Evil On All Of Us” foi gravado no Nock Studio Alive em Limeira com produção de Marcos Nock e financiado através do Edital de Apoio à Produção Cultural de Araras (Lei Aldir Blanc).

Lançado em Abril pela Voice Music em CD e para todas as plataformas digitais, “The Evil On All Of Us” reúne nove faixas, incluindo os dois singles: “Machines”, “You’re The Best Gun (Against The System)”, “Alone”, “Just Follows”, “Shout It Out”, “We All Live In a Hole”, “Coward”, “Blindman” e “Sons Of War”.

Depois dos vídeos de “Alone”, “Shout It Out” e “Blindman”, o Suck This Punch lança mais um videoclipe, dessa vez para “Machines”.

De acordo com o vocalista Tadeu Bon Scott, “Machines” alia uma narrativa crítica-social à um roteiro cômico que percorre diferentes períodos na história do rock.

“Machines traz uma viagem por entre as fases do rock e metal desde a década de 60 até os dias atuais. A ideia foi aliar roteiro e figurino cômicos a uma narrativa dramática e crítica, que expõe sobre o fracasso do homem na busca por poder, tornando-se vítima da manipulação pelo sistema, ou seja, máquinas sem sentimentos, vazias, prontas para cumprir ordens e destruir para crescer e se multiplicar. Filmado nas dependências do Nock Studio Alive em Limeira, o cenário encontra a banda presa a uma matrix, sugerindo uma falsa consciência de mudança. Machines é mais uma produção feita em parceria com o Nock Studio Alive, De Carli Films e maquiagem de Manu Crizostomo.”

“Machines” já está disponível no canal do Suck This Punch no Youtube: https://youtu.be/uZL268ZF5G8

Ouça também “The Evil On All Of Us” nas plataformas digitais.
Spotify: https://spoti.fi/3uHrNbp
Deezer: https://bit.ly/31XOGLn
iTunes: https://apple.co/3mygiA4
Amazon: https://amzn.to/3fRIZqq
Youtube: https://bit.ly/3a0zMsa

Também estão disponíveis os vídeos de “Blindman” – https://youtu.be/fRS0KwgXKco, ”Shout It Out” – https://youtu.be/3VB3KQLIw74 – e “Alone” – https://youtu.be/Tob8Z1jixas.

A versão física de “The Evil On All Of Us” pode ser adquirida nas principais lojas do Brasil, inclusive nas Lojas Americanas:
https://bit.ly/33pNwst

Mais Informações:
www.facebook.com/Suckthispunch
www.instagram.com/suckthispunch

Sepultura: livro sobre os primórdios da banda é relançado

Escrito por Silvio “Bibika” Gomes, primeiro empresário da banda, o livro “Sepultura: Os Primórdios (1984-1998)” é relançado no Brasil pela editora Estética Torta 

A editora Estética Torta anuncia o relançamento do livro “Sepultura: Os Primórdios (1984-1998)”. Escrito por Silvio “Bibika” Gomes, primeiro empresário do Sepultura, juntamente com o jornalista André Barcinski, este livro estava fora de catálogo há quase duas décadas e agora ganha uma reedição de luxo pela editora em capa dura, acabamento premium e conteúdos extras, com novas imagens exclusivas. 

O livro chega ao mercado em 15 de novembro de 2021, mas pode ser adquirido em pré-venda no site da editora com 30% de desconto. 

Sepultura: Os Primórdios (1984-1998)https://esteticatorta.lojavirtualnuvem.com.br/produtos/livro-sepultura-os-primordios-1984-1998/.

Durante 18 meses, os dois escritores entrevistaram mais de 60 pessoas e reuniram cerca de cem fotos, a maioria nunca publicada. Dividido em vários capítulos, “Sepultura: Os Primórdios (1984-1998)” desmente alguns mitos criados pelos próprios integrantes da banda, por exemplo, a história de que o vocalista Max Cavalera teria partido para Nova York, em 1988, com vários álbuns do grupo para conseguir um contrato com alguma gravadora. Na verdade, Max já havia negociado um acordo com a Roadrunner e só estava indo aos EUA para acertar detalhes.

O Sepultura poderia atingir o sucesso que teve tendo um guitarrista que ligava seu instrumento a um captador acionado por um interruptor de luz, um baterista que pendurava um prato em um cabo de vassoura e um músico que havia entrado na banda apenas por ter um baixo novinho em folha, mesmo não sabendo tocar uma nota sequer? A resposta é simples: a banda brasileira com mais prestígio no exterior, com shows realizados em mais de 50 países e milhões de discos vendidos.

Links relacionados:
Site Oficial: https://esteticatorta.lojavirtualnuvem.com.br/
Instagram: http://instagram.com/esteticatorta
Facebook: https://www.facebook.com/esteticatorta

Kernunna relança o álbum “The Seim Anew” em edição especial e lança vídeo de música inédita

Formada por integrantes do Tuatha de Danann, Cartoon e The Neverknow, em 2013 o Kernunna lançou o seu único álbum “The Seim Anew” Digipack, disco que já estava fora de catálogo, e agora está sendo relançado em edição especial. O som do Kernunna é uma excelente mistura de Folke e Prog Metal.

Ele terá encarte com 20 páginas com músicas comentadas por Bruno Maia e Edgard Brito, fotos da época, uma música inédita (“Down on the Road Ahead”), 4 sons remixados e a versão demo de “Dreamer”.

Veja o vídeo da inédita “Down on the Road Ahead”:
https://youtu.be/i0XRpmNENf8

Bruno Maia falou sobre esse material: “Eu acredito que este álbum era a continuação natural de onde o Tuatha tinha parado no álbum ‘Trova di Danú’. Ele amplificou a carga progressiva que já dava as caras no ‘Trova’, elevando nossa musicalidade a outro nível de complexidade e sofisticação. É, com certeza, um dos melhores discos que já lancei. Tínhamos uma certa implicância com a mixagem original do disco, mas conseguimos achar os arquivos originais de algumas faixas e as remixamos, ficou muito legal.”

Ele também falou sobre a música inédita que estará nessa nova edição; “Resolvemos gravar ‘Down on the Road Ahead’ pois não tivemos tempo de gravar para o disco na época. Daí, como é uma música do Khadhu, o Cartoon a gravou e a imortalizou em seu ótima álbum ‘Unbeatable’. A nossa versão ficou mais Hard Rock, com um toque Southern, talvez meio Black Label Society, o que nos agradou muito.”

O álbum está disponível gratuitamente nas plataformas digitais, e com músicas que não constam no disco físico, como a faixa “Dreamer”, remixada – além das demos de “Kernunna” e “Snark”.

Quem estiver interessado em adquirir o álbum, podem fazer através dos seguintes canais:
Whatsapp: 35-9.9734.5995
braiaprocucoes@gmail.com
contato@tuathadedanann.art.br

TITO FALASCHI: Pablo Greg trabalhará na orquestração do seu debut álbum

O músico, TITO FALASCHI, confirmou que o renomado orquestrador brasileiro, Pablo Greg, que trabalhou em grandes projetos musicais como no recém lançado, “Vera Cruz”, disco de Edu Falaschi, será o responsável pela orquestração da faixa introdutória do seu álbum de estreia.

Em paralelo, o produtor também divulgou que o designer Carlos Fides (@fidesarts) assinará a concepção gráfica do vindouro trabalho. O full-length conterá 10 faixas compostas pelo artista, que também será o responsável pela gravação, mixagem e masterização do produto. O material tem previsão de lançamento para o segundo semestre do corrente ano.

Para mais informações sobre as atividades do artista TITO FALASCHI e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalagencybrasil.com.

Links relacionados:

https://www.instagram.com/titofalaschi/

ROBERTO BARROS: destaque em jornal da baixada santista

O músico ROBERTO BARROS (Edu Falaschi solo) foi destaque em matéria de um dos principais informativos da baixada santista, o Jornal Acontece, redigida pelo colunista Leonardo Casimiro e com o título “Fenômeno da baixada santista para o mundo”.

Estou muito feliz e muito honrado em ter uma matéria sobre meu trabalho em um dos principais Jornais da Baixada Santista. Muito obrigado ao @acontecedigital pela oportunidade, é uma honra para mim“, agradeceu o guitarrista.

Em paralelo, o artista iniciou as gravações do álbum instrumental em parceria com o renomado baterista Aquiles Priester. Os músicos, que já são colegas de trabalho na banda da carreira solo do vocalista Edu Falaschi, batizaram o vindouro trabalho com o título provisório de “PsychOctopus X Cyborg”. O full-length já conta com 7 faixas com as baterias gravadas e as linhas de guitarra em andamento.

O álbum tem previsão de lançamento para o segundo semestre de 2021 e, a posterioriROBERTO BARROS iniciará o processo de pré-produção do seu primeiro álbum solo, ainda sem título definido, e que será lançado no Brasil através da Alternative Music Records.

Para mais informações sobre as atividades do músico ROBERTO BARROS e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalagencybrasil.com.

Links relacionados:

https://www.instagram.com/robertobarrosofficial/

Son of a Witch faz tributo a lendas da música pesada em Reverencing

Arte: Danilo Itty

A Abraxas Records lança o mais novo trabalho do ícone nacional de stoner doom, Son of a Witch. No EP Reverencing, o quinteto do Rio Grande do Norte coloca a sua peculiar roupagem em um clássico do Alice in Chains e em um medley de 15 minutos de Black Sabbath, a grande influência da banda.

Ouça no streaming e Bandcamp:
https://sonofawitch666.bandcamp.com/album/reverencing

Como conta o músico e produtor Flávio França, Reverencing é um tributo a bandas que inspiraram e influenciaram o Son of a Witch. “Alguns já não estão entre nós, mas vivem eternamente nestes seres que foram tocados por suas obras”, conta.

Um é o medley sabático de 15 minutos, contendo versões de Snowblind, Black Sabbath e Into the Void, claro, do apoteótico Black Sabbath. Outra é uma versão da música Nutshell do Alice in Chains.

Ambas apresentadas aqui com a peculiar e magistral roupagem stoner doom da Son of a Witch.

“Um trabalho imensamente prazeroso e representativo, levando também em consideração o que estamos passando com a pandemia”, desfere Flávio.

O Son of a Witch lança uma música inédita ainda em 2021, mas deixa para 2022 o registro completo.

Ficha técnica

Gravado em 2021 no Black Hole Studio, Natal, Rio Grande do Norte, Brasil, por Flávio “Horroroso” França.
Mixado e masterizado por Gabriel Zander.
Arte da capa por Danilo Itty.
Lançamento digital por Abraxas Records

Gravaram o EP:
King Lizzard : Vocal
Gila Monster : Guitarra
Psychedelic Monk : Guitarra
Old Goat : Baixo
Shadow Hypnotist : Bateria

Son of a Witch
instagram.com/son_of_a_witch_rn

BAYSIDE KINGS busca a urgência do agora no single Miragem

Crédito: Jow Head

Com músicas em português e a parceria na distribuição digital com a Olga Music (braço da Ada Music), o BAYSIDE KINGS chega ao segundo single desta nova fase: Miragem, mais uma canção com reflexão existencialista por meio de um hardcore punk maduro e aberto.

Confira o vídeo de Miragem: https://youtu.be/yAAdcAG61KU.

Ouça no streaming: https://ada.lnk.to/miragem.

No single sucessor de Existência (lançad0 em junho) a banda santista deixa mensagem mais densa. Mensagem aborda a dualidade do sentimento de busca, como explica o vocalista Milton Aguiar:

“Estamos constantemente em busca de um ponto final, pensando sempre no futuro e não raramente, neste processo, esquecemos do presente, do viver o agora”.

‘Miragem’ critica a sensação do futuro que nunca chega e o sentimento de desconexão com a existência, com o agora. “Miragem fala destas buscas, às vezes utópicas quando não se leva em consideração o momento atual, o viver o presente”, completa Milton.

A sonoridade acompanha a profundidade da letra e, em Miragem, o BAYSIDE KINGS soa mais melódico, cadenciado, com influência do post-hardcore da emblemática banda canadense Alexisonfire, mas sem perder o horizonte da agressividade do seu peculiar hardcore punk – agora cantado em português para igualmente melhor reverberar suas mensagens.

Miragem, assim como Existência, fazem parte do primeiro EP do atual momento da banda, já nomeado #livreparatodos.

A mudança
O cenário sócio-político nacional de 2018, conta Milton, foi o ponto de partida para a mudança na forma de levar a mensagem do BAYSIDE KINGS. “O agora e o futuro daquele tempo demandava à banda atingir nosso público e ir além de quem já nos conhece, e com uma mensagem uniforme”.

As letras em português, portanto, é uma forma de conversa com outros públicos, outras culturas, além de estreitar a relação com a já sólida base de fãs e pessoas ligadas ao hardcore punk.

“Queremos abrir novos campos de diálogo”, revela o vocalista, que estudou as métricas do português para adequar a sua forma de cantar – bandas como Colligere e Mais que Palavras são algumas referências para este processo. O resultado está em Existência, em que cada palavra da música é entendida.

“Um recomeço, com a experiência e maturidade de 10 anos. “Queremos coisas novas e esse é o momento ideal”, completa Milton.

Arte: Nanda Bond (@nanda_bond)

Ficha técnica

Miragem foi gravada no TOTH, em Guarulhos (São Paulo)
Mix, master e produção de Danilo de Souza e Fernando Uehara (músicos do Bullet Bane)

Acompanhe as novidades da BAYSIDE KINGS

https://linktr.ee/baysidekings

Criminal lança o videoclipe de “Zona de Sacrificio” e anuncia o seu novo álbum “Sacrifice”

Você está preparado para o retorno de um dos maiores expoentes do metal latino-americano? Criminal, a lenda do Thrash/Death chileno lançará seu novo álbum, “Sacrifice” no dia 17 de setembro, pela tradicional Metal Blade Records.

Produzido e mixado por Seba Puente, ‘Sacrificio’ é o nono álbum do Criminal – o sucessor do de ‘Fear Itself’ de 2016. Para este álbum, a banda decidiu voltar às suas raízes e focar nos aspectos mais crus da composição, tanto musical quanto liricamente. A arte da capa do álbum foi criada por Gary Ronaldson (que já fez trabalhos para gente como Napalm Death, Misery Index, etc).

Como um primeiro avanço, os chilenos liderados por Anton Reisenegger apresentam o videoclipe oficial da música “Zona de Sacrificio”, dirigida por Carlos Toro da Abysmo Films (Kreator, Arch Enemy, Rob Halford, etc)

Assista “Zona de Sacrifico”:
https://youtu.be/lBjyw4HkMNM

Durante o processo criativo, os membros do grupo testemunharam uma revolta social muito forte que gerou protestos veementes da população por uma melhor qualidade de vida no Chile. Essa raiva materializou-se de forma feroz na nova obra do Criminal, que narra esses acontecimentos na perspectiva de um espectador, embora mantendo uma forte ligação com tudo o que aconteceu.

“O Sacrifice foi composto, na íntegra, em nossa sala de ensaios”, conta Reisenegger. “O material estava pronto no início de 2020, mas a pandemia atrasou muito até que pudéssemos retomar, finalizar o álbum e cumprir prazos diferentes. No entanto, estou muito satisfeito com o resultado. É o álbum mais extremo que fizemos em nossa carreira, ao mesmo tempo em que resgatamos muitas influências de nossos primeiros discos, com muitos traços latinos em sua sonoridade ”.

CRIMINAL – “Zona de Sacrificio”
Veja o que alguns artistas da cena têm a dizer sobre ‘Sacrifício’:

“Uma maravilha do caralho. O melhor álbum que já ouvi em muito tempo. Uma produção incrível, tudo soa extremamente natural, nem um pouco comprimido como muitas produções atuais. Excelentes guitarras, bateria,  vocais… partes de guitarra impressionantes!” – Moyses Kolesne (Krisiun).

“Criminal está de volta! Prepare-se para um ataque implacável e desenfreado aos seus sentidos. Como um fã de longa data, posso dizer com certeza que este é um dos melhores trabalhos de Anton e CIA, até hoje.”. – David McGraw (Cattle Decapitation)

“Sendo um fã de longa data da banda, eu estava sempre pronto para ouvir novo material deles, esperando ouvir riffs tremendos e músicas agressivas – mas também fiquei surpreso ao ouvir a banda expandir seus sons para territórios mais violentos, sem perder a energia e o sentimento de seus álbuns clássicos. Músicas como ‘Caged’ e ‘Sistema Criminal’ são exemplos perfeitos de Criminal detonando com seu metal excelente.” – Dan González (Possessed)

Sobre CRIMINAL

CRIMINAL é uma banda de Thrash/Death Metal do Chile. Formados em 1991, eles têm sido uma força líder no metal sul-americano. O grupo fez sua estreia ao vivo dividindo o palco, nada mais nada menos, do que os lendários thrashers alemães Kreator, que foram na época a primeira banda internacional de metal extremo a tocar no país transandino. O único membro original, Anton Reisenegger (Brujeria, Lock Up, Pentagram Chile), abriu espaço para os membros mais novos . Espaço que lhes permite dar um toque pessoal à essência de uma banda histórica e musicalmente incrível.

Confira o Tracklist de “Sacrificio”:

1. Live on Your Knees
2. Caged
3. The Whale
4. Zona De Sacrificio
5. After Me, The Flood
6. Dark Horse
7. Theocrazy
8. Sistema Criminal
9. Zealots
10. Age of Distrust
11. Hunter and the Prey
12. Ego Killer

A formação do Criminal traz Anton Reisenegger (vocal e guitarra), Dan Biggin (baixo), Sergio Klein (guitarra) e Danilo Estrella (bateria)

Acompanhe o Criminal em seus canais oficiais:
www.facebook.com/Criminal.Band
www.instagram.com/criminal.band/
www.youtube.com/channel/UC6BRdcofQkK4IODthUtJfFQ
www.open.spotify.com/artist/2obZTQu3NO5oRcIZKY9fOh
www.criminal.cl/
www.soundblastmedia.com

Ronnie James Dio: editora divulga trecho de “Rainbow in the Dark”, autobiografia do cantor

Estética Torta irá lançar em agosto no Brasil autobiografia do cantor Ronnie James Dio, lenda do Heavy Metal

Antes de morrer, em 2010, Ronnie James Dio estava escrevendo sua autobiografia, contando a história de como saiu da cena de rock regional de Nova York para liderar três grupos do rock e heavy metal inovadores: Rainbow (com o ex-guitarrista do Deep Purple, Ritchie Blackmore), Black Sabbath, e sua própria banda, Dio. Ao longo da última década, a viúva de Dio, Wendy, e o renomado jornalista musical Mick Wall concluíram o livro, chamado “Rainbow in the Dark: A Autobiografia”, com lançamento mundial em 2021. No Brasil, o livro será lançado em agosto, pela editora Estética Torta.

Neste trecho exclusivo do livro, Dio conta como Sharon Osbourne o apresentou ao guitarrista do Black Sabbath, Tony Iommi, e revela as dúvidas que ele teve sobre substituir Ozzy Osbourne. Ao mesmo tempo, o cantor se lembra da emoção que sentiu ao começar um novo capítulo para a banda icônica, culminando no que seria o sucesso de platina da banda em 1980, “Heaven and Hell”.

“Rainbow in the Dark: A Autobiografia” de Dio chega ao mercado brasileiro em 31 de agosto, com aproximadamente 350 páginas e acabamento de luxo, com capa dura, verniz localizado e pintura trilateral. A pré-venda acontece através do site da editora, aqui: https://esteticatorta.lojavirtualnuvem.com.br/produtos/livro-rainbow-in-the-dark-a-autobiografia-de-ronnie-james-dio/.

A editora também lança, concomitante com a autobiografia, a graphic novel Holy Diver: uma adaptação para quadrinhos da história por trás do principal álbum solo de Dio. Garantindo o combo livro + HQ, a editora oferece um desconto de 20% sobre o valor dos produtos, além de um pôster exclusivo. Para adquirir o combo, acesse: https://esteticatorta.lojavirtualnuvem.com.br/produtos/combo-dio-rainbow-in-the-dark-livro-holy-diver-hq/.

Confira trecho de “Rainbow in the Dark: A Autobiografia”:

Enquanto isso, Wendy tinha feito amizade com Sharon Arden, que logo se tornaria Sharon Osbourne. Sharon estava trabalhando para o pai, Don Arden, um dos empresários mais temíveis do mundo da música. No Reino Unido, era conhecido como Mr. Big. Don gostava de se gabar que tinha ligações com a máfia, gostava que soubessem que carregava uma arma e tinha vários bordões que gostava de usar, como “Tenta a sorte”. Particularmente, era o que a frase sugeria se você fosse otário o bastante para contrariar Don.

Don ganhou dinheiro empresariando artistas tão diversos como Little Richard, Gene Vincent, The Animals, The Small Faces, ELO e, agora, Black Sabbath, para citar apenas alguns. Ele era tão rico, que morava em uma enorme mansão em Beverly Hills que já havia sido propriedade de Howard Hughes. Sharon morava com Don na mansão. Foi por intermédio da conexão de Wendy com Sharon que fui convidado para conhecer os caras do Sabbath. Tudo se deu de modo muito simpático e polido, quando partimos não pensei mais no assunto. Eles estavam se preparando para fazer seu próximo álbum com Ozzy e eu ainda estava pensando em meu próximo passo.

Então o destino resolveu dar uma mãozinha. Certa noite, eu estava no Rainbow quando chegou o alto e taciturno guitarrista do Sabbath, Tony Iommi. Gostei de Tony imediatamente. Sabia que ele era o líder musical do Sabbath, o mentor por trás de alguns dos riffs de guitarra mais clássicos da história do rock. Começamos a conversar e descobrimos que ambos estávamos pensando em fazer um álbum solo. Tony confidenciou-me que a banda havia acabado de expulsar Ozzy. Ozzy foi o primeiro a admitir que era o pior inimigo de si mesmo naquela época, num período em que seu consumo de álcool e drogas estava completamente fora de controle. Ele, dificilmente, foi o único astro do rock a sofrer esse destino. Tony explicou que o baixista da banda e letrista mais frequente, Terry “Geezer” Butler, também estava passando por alguns problemas familiares. Daí a inclinação de Tony em considerar algum tipo de projeto solo.

Naquele momento, eu queria experimentar ideias e sugeri uma possível colaboração. Podia ser que sim. Podia ser que não. Um dia, talvez. Quem sabe, nada demais. A próxima coisa que me lembro é de estar na parte de trás da limusine de Tony rumo a um estúdio em Los Angeles, onde ele queria me mostrar e tocar essa “ideia para uma música”, mas estava tendo problemas em terminar sem um vocalista e algumas letras. Quando ele apertou o play no console, não pude acreditar no que estava ouvindo! Essa não era uma ideia improvisada que ainda precisava de uma tonelada de trabalho. Este era, de pleno direito, o bestial Sabbath!

Começava melancólica e incandescente, violões ágeis, realçados por trechos mágicos de guitarra. Então, de repente, após cerca de 40 segundos, lá estavam, saindo dos alto-falantes como uma tempestade de relâmpagos, os derradeiros riffs monstruosos. Nenhum outro guitarrista na história do rock poderia ter surgido com algo parecido. Pesado, puro, mas ainda brilhando como um farol. Antes que a música tivesse chegado à metade, antes que Tony pudesse perguntar o que eu estava pensando, já estava rabiscando as palavras que me vieram imediatamente.

“In the misty morning, on the edge of time, we’ve lost the rising sun, a final sign…”.

Então eu estava cantando no microfone, Tony rolando o som, um sorriso enorme estava esculpido em seu rosto. Era a primeira coisa que Tony e eu escrevíamos juntos, e era uma das melhores. Chamamos de “Children of the Sea” e, da primeira vez que reproduzimos a demo, nas primeiras horas da manhã seguinte, nós dois sabíamos. Isso é o que faríamos a seguir, acontecesse o que acontecesse.

No início, a conversa era eu trabalhar com Tony em seu álbum solo. Essa noção foi rapidamente dissipada à medida que criamos juntos mais e mais músicas incríveis. Com Ozzy definitivamente fora e Geezer começando a voltar de sua crise familiar, Tony e Bill deram o próximo passo lógico e me convidaram para entrar no Black Sabbath. A verdade é que ele nunca quis terminar o Sabbath. Ele simplesmente não conseguia ver como poderiam continuar sem Ozzy.

Admito que, de início, evitei a expectativa. Estava desesperado para fazer minhas próprias coisas novamente, depois de anos trabalhando sob as leis de Ritchie Blackmore. Eu também não tinha certeza de como diabos deveria substituir Ozzy Osbourne no Black Sabbath. Diferentemente dos anos seguintes, quando grupos como Van Halen, Bad Company, Iron Maiden, e até mesmo Queen, conseguiram trazer um novo frontman impunemente, no final dos anos 1970, a ideia de uma banda mundialmente famosa, como o Sabbath, substituir seu frontman era considerado impensável. Led Zeppelin sem Robert Plant, Rolling Stones sem Mick Jagger? Sacrilégio.

O fato de eu já ser bem conhecido do público do rock, como o cantor do Rainbow, era uma faca de dois gumes, a meu ver. Eu poderia, no fim, afastar tanto os fãs do Sabbath quanto do Rainbow. Por outro lado, na opinião de Tony, trazer um novo vocalista, do qual ninguém nunca tinha ouvido falar, era um risco muito maior. Tony me disse que tinha certeza de que eu era capaz de ser o substituto. Bem, vocalmente, com certeza. Ozzy era um grande frontman, mas um grande cantor? Não muito. Mas Ozzy era o Sabbath, no que dizia respeito às legiões de fãs em todo o mundo. Como eles iriam gostar do cara americano do Rainbow, não importa o quão bem eu pudesse cantar?

Alguém que, definitivamente, não achava que eu estava à altura do trabalho era Don Arden, que enlouqueceu ao descobrir o que Tony tinha feito, ameaçando com todo o tipo de retaliação. Don sabia muito profundamente, no entanto, que a situação com Ozzy não era mais sustentável. Também fazia anos que aquela formação não tinha um recorde de sucesso nos Estados Unidos. A certa altura, até sugeriu que eu compusesse com Tony e cantasse no álbum, mas que levassem Ozzy para uma turnê.

Quando Tony disse a Don onde ele poderia enfiar aquela ideia estúpida, aquilo foi o fim do Sabbath, no que dizia respeito a Don. Ele cancelou o aluguel da casa que estava alugando para eles e vendeu o contrato de gestão empresarial para um cara chamado Sandy Pearlman, então empresário do Blue Öyster Cult, uma das muitas bandas americanas dos anos 1970 a ser diretamente influenciada pelo pioneirismo do Sabbath. Ele então disse a Sharon para começar a cuidar de Ozzy como um artista solo: o início de uma estrada longa e incessantemente sinuosa que merece um livro próprio.

Porém, para ser justo com Don, eu também ainda não estava inteiramente convencido. O que inclinou minha mão no final foi a absoluta qualidade das canções que Tony e eu estávamos compondo. Isso, mais o fato de que Tony me garantiu que não seria como a minha situação no Rainbow, onde Ritchie era o chefe e ponto-final. Se eu me juntasse a ele no Sabbath, seria como um parceiro com voz em pé de igualdade, tanto musicalmente quanto ao que dizia respeito aos negócios.

O argumento decisivo, em verdade, foi quando Wendy pegou e me disse com toda franqueza: “Ronnie, temos menos de 800 dólares no banco, precisamos fazer alguma coisa!”.

Wendy estava certa, é claro. Sempre estava. Liguei para Tony: “Ok, cara, tô dentro. Quando começamos?”.

Trecho extraído de Rainbow in the Dark: A Autobiografia © 2021 by Estética Torta. Todos os direitos reservados.

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GaiaBeta: conheça a origem e significado do nome da banda

Um dos mais novos nomes da cena Heavy/Power Nacional, o GaiaBeta se encontra em estúdio, trabalhando em seu álbum de estreia, e promete ser uma das grandes forças do estilo no Brasil, nos próximos anos. Uma das perguntas mais recorrentes com relação à banda, e a respeito do surgimento e significado de seu nome, e sendo assim, o vocalista Marcos Diantoni resolveu revelar a história por trás dessa escolha. Confira o que ele nos revelou:

“Criei o nome em 2001, em um período que eu estava afastado da música, mas pretendia voltar a tocar em breve. Inclusive, foi nessa época que compus minha música mais antiga, “The Second Flame”, uma canção épica, de 7 minutos, na qual estamos em estúdio trabalhando nesse momento. Pensei que colocando um nome em inglês, que fatalmente, em algum momento, apareceria alguma banda gringa com esse nome, e eu teria que problemas com isso, tendo que mudar o nome, talvez até em um momento que a banda já estivesse com uma certa projeção. Como eu sou estudioso de teologia, eu pensei que teria que ser um nome em latim ou grego, algo que me desse essa tranquilidade. Então eu pensei em Gaia, por ser a Deusa da Terra. Sou colecionador de quadrinhos, e na mitologia nórdica, Thor nasceu da união de Odin com a Deusa da Terra, Gaia, então a partir dessa ideia, julguei o nome perfeito. Como sou um profundo crítico do sistema religioso, econômico e político desse mundo, particularmente acredito que precisamos de uma nova terra, zerar tudo para começar de novo. Então, dentro desse pensamento, escolhi GaiaBeta, que é uma segunda terra, ou seja, o paraíso. Essa ideia inclusive é traduzida na capa de nosso vindouro CD, onde vemos um mundo destruído em volta, e lá dentro, um portal, o “Gates to GaiaBeta”. Você olha para dentro do portal e vê lá dentro um paraíso, embora tenha um guardião ali.”

Para se manter informado de todas as novidades da GaiaBeta, acompanhe a banda em suas redes sociais.

GaiaBeta é:

Marcos Diantoni (vocal)

Léo López (guitarra)

Jean Carlos (guitarra)

John Wesley (baixo)

Gutto Raeywell (bateria)

Mais informações:

Instagram: https://www.instagram.com/gaiabeta/

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCegplkLdARplveBK6nr7NcA

Darchitect: banda posta no Instagram imagens das gravações de novo videoclipe

Perto de lançar seu novo álbum de estúdio, o aguardado “The Visiting”, o Darchitect revelou uma novidade aos seus fãs. A banda postou nos últimos dias, em sua conta oficial no Instagram, algumas imagens da gravação do novo vídeo oficial da banda, para a música “Hidden Voices”, presente no novo álbum. Você pode conferir as imagens de bastidores nos seguintes links:

Instagram: https://www.instagram.com/p/CRU5KZYtwNP/

Instagram: https://www.instagram.com/p/CRhertcgRoz/

A banda apresentou recentemente a capa e a tracklist oficial de “The Visiting”. Confira as informações abaixo:

1 – As the Wind Blows

2 – Flight of the Vulture

3 – Hidden Voices

4 – The Lighthouse

5 – Evanescing Hopes

6 – Shelter in the Labyrinth

7 – Mirrors of Illusion

8 – Behold me as I Fall

9 – Hunger of the Void

10 – Adrift

11 – The Visiting

12 – I Am the Sea

Em paralelo a isso, a banda anunciou que antes do lançamento oficial de “The Visiting”, pretendem disponibilizar três singles aos fãs, sendo que o vídeo oficial da faixa “Hidden Voices” já se encontra em fase final de edição, tendo em breve sua data de lançamento anunciada.

Para saber de todas as novidades do Darchitect e de seu novo álbum, acompanhe as redes sociais da banda.

Darchitect:

Lucas Coca (vocal)

Alex Marras (guitarra)

André Silva (baixo)

Gabriel Gifoli (bateria)

Mais informações:

Site: www.darchitect.com.br

Facebook: https://web.facebook.com/darchitectofficial/

Instagram: https://www.instagram.com/darchitectofficial/

Felipe Machado, do VIPER, lança “Medo do Novo”, primeiro single de seu novo álbum solo

Felipe Machado não tem receio de se reinventar: o primeiro single de seu novo álbum solo, sucessor de “FMSolo”, de 2015, é batizado com esse conceito. “Medo do Novo” chegou às plataformas digitais no último dia 15 de julho, via ForMusic Records e FMLabs, trazendo um rock moderno e com atitude. A canção faz parte de “Primata”, segundo álbum do fundador e guitarrista do VIPER.

A primeira incursão de Machado pela carreira solo foi em 2015, quando lançou “FMSolo”. Com um som que misturava diversas influências e trazia o músico pela primeira vez nos vocais, o álbum teve boa repercussão de crítica e público. Suas canções deram origem a um álbum de remixes, “FMX: FMSolo Remixes”, lançado em 2020 e com a versões feitas por DJs com renome no Brasil e no exterior.

Em sua composição “Medo do Novo”, Machado volta a trabalhar com o produtor Val Santos e conta com o reforço do vocalista do VIPER, Leandro Caçoilo, nos backing vocals. A mixagem ficou a cargo de Mauricio Cersosimo (Emicida, Skank, VIPER) e foi realizada em Nova York. Segundo Machado, a inspiração veio do momento atual, época em que a sociedade vive transformações radicais – e isso provoca temor em quem não consegue compreendê-las. “É natural que o ser humano se sinta intimidado com qualquer mudança, mas o futuro depende da nossa capacidade de adaptação”, afirma o guitarrista. “É um conceito Darwiniano: quem fica paralisado com o medo do novo não consegue seguir em frente, apenas olhar para trás.”

A letra traz metáforas sobre o tempo: “Vamos queimar nossos relógios / e outros espelhos do passado / escrever um livro novo / bem diferente / Deixa que o tempo eu absorvo / vamos olhar para outros lados / todo mundo tem medo do novo”. O single é um lançamento em parceria do selo Formusic e da produtora FMLabs.

Felipe Machado
Músico com carreira reconhecida no Brasil e no exterior, Machado é fundador e guitarrista do VIPER, com quem lançou álbuns como “Theatre of Fate”, “Evolution” e “Maniacs in Japan”, gravado ao vivo em Tokyo. Realizou turnês e gravações pelo Japão, Europa, EUA e América do Sul, e já dividiu o palco de grandes festivais como “Monsters of Rock” e aberturas de shows com bandas como Metallica, Kiss e Black Sabbath, entre outras.

Excursionou como músico convidado de Paul Dianno, ex-Iron Maiden. Em 2013, o vocalista Andre Matos voltou ao VIPER e a banda fez uma turnê pela América do Sul que culminou com um show histórico no Rock in Rio. Em 2015, Machado lançou o álbum “FM Solo”, seu primeiro trabalho como vocalista e compositor. Em 2020, DJs de renome internacional remixaram o repertório no disco em “FMX: FMSolo Remixes”. Além de músico, é jornalista com experiência internacional e já passou pelos maiores veículos do país. É Editor de Cultura da revista Istoé e autor de diversos livros, entre eles ‘Um Lugar Chamado Aqui’, premiado como Melhor Livro de 2016 pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, e “Ping Pong – Um Jornalista pela China Olímpica”, indicado ao Prêmio Jabuti.

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Twitter: @felipemachado

Inner Caligula: Guitarristas lançam vídeo playthrough de “Lost Cosmonaut”

Os guitarristas da banda gaúcha INNER CALIGULA lançaram no último sábado, 17 de julho, um vídeo playthrough do elogiado single “Lost Cosmonaut”, publicado no canal da banda no Youtube. O vídeo é parte de uma série de colaborações entre Daniel Cardoso e Andy Furtado, já que a pandemia surgiu quase ao mesmo tempo em que Andy foi confirmado para a segunda guitarra, atrasando os ensaios e impedindo que os dois músicos desenvolvessem naturalmente um som em conjunto. Essas gravações para redes acabam sendo uma forma de compensar essa ausência momentânea de interação. Para Andy“apesar da distância física, temos trocado bastante material das composições novas e feito também algumas colaborações, em sons de bandas que curtimos em comum, para as redes sociais. Isso tem feito com que a afinidade e o entrosamento apareçam cada vez mais – além de ser uma troca de experiências que nos ajuda a crescer técnica e musicalmente”.

Assista ao vídeo playthrough de “Lost Cosmonaut”:

O guitarrista Daniel Cardoso também comentou sobre essa experiência: “A colaboração com o Andy vem me ajudando muito durante esse período de pandemia. Até porque eu, diferente dos demais, ainda não conhecia o Andy antes de ele entrar na Inner Caligula – e ele acabou sendo chamado para a banda semanas antes do isolamento começar, o que acabou prejudicando um pouco o nosso entrosamento inicial. Mas a gente vem tendo uma boa troca durante a pandemia, gravando colaborações e materiais para a Inner Caligula. Praticamente todos os dias a gente troca riffs de guitarra pelo WhatsApp. Acredito que, quando voltarmos a nos reunir mais frequentemente, tudo vai fluir de uma forma muito bacana”.

Daniel Cardoso também vem publicando vídeos em seu canal pessoal no Youtube:

https://www.youtube.com/channel/UCqrcIFhLb_bfsD7CbZDfZYA

O baterista Filipe Telles também tem um canal pessoal na plataforma:

https://www.youtube.com/user/tellesthedrummer

A banda fez versões de isolamento, até agora, de três músicas – os singles “Inner Caligula” e “Lost Cosmonaut”, além de “The Curse That Will Be”, ainda sem versão oficial de estúdio. Durante o isolamento forçado, a banda gravou demos das músicas que devem formar seu álbum de estreia, e aguarda a melhora das condições sanitárias para entrar em estúdio. Produção será de Renato Osorio e mixagem de Benhur Lima, mesmo time responsável pelos dois singles. Em breve, o quinteto deve começar a publicar um diário online do processo de gravação do disco, fazendo uso de seus canais nas redes sociais. Vinicius Colombo (vocal), Igor Natusch (baixo) e Filipe Telles (bateria) completam a banda.

Ouça “Lost Cosmonaut” no Spotify:

Foto: Laura Barros

Contatos:

Facebook: www.facebook.com/innercaligula

Instagram: www.innercaligulaofficial

Twitter: www.twitter.com/innercaligula

Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

Malvada: Banda divulga capa e tracklist de seu álbum de estreia

A Malvada divulgou a capa e o tracklist de seu primeiro álbum, intitulado “A Noite Vai Ferver”, que será lançado dia 05 de agosto pela Shinigami Records. A obra da capa foi feita por João Duarte (Angra, Shaman, Circle II Circle, Golpe de Estado entre outras).

O álbum contará com 9 faixas, entre elas 7 inéditas e os 2 singles já lançados. Lembrando que será também lançado em todas plataformas digitais.

Confira o tracklist:
1- A Noite Vai Ferver
2- Prioridades
3- Quem Vai Saber?
4- Pecado Capital
5- Ao Mesmo Tempo
6- O que te faz bem?
7- Disso que eu gosto
8- Mais um Gole
9- Cada Escolha Uma Renúncia

A Malvada é Angel Sberse (vocais), Bruna Tsuruda (guitarra), Má Langer (baixo) e Juliana Salgado (bateria)

Para saber mais sobre a Malvada, siga seus canais oficiais:
www.malvadabanda.com.br
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www.youtube.com/channel/UCFaBzoi_LSL3rru6LtfxL_g
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Old Audrey’s Funeral: a maldição começa com single/clipe ‘The Plague Within’

Quinteto mineiro apresenta primeiro single e videoclipe

Crédito: Bruno Paraguay

A banda mineira Old Audrey’s Funeral, formada por Elvis Dias (vocal), Renato Audrey e Elimar Rezende (guitarras), Tony Lessa (baixo) e Carlos Coelho (bateria), que pratica um som pesado e com influências do metal obscuro dos anos 70 e 80, apresenta “The Plague Within”, seu primeiro single e videoclipe. Gravada e produzida por André “Damien” Carvalho (Paradise in Flames), no Estúdio Maçonaria do Áudio (MG), a música composta por Renato Audrey e arranjada pela banda, narra o sofrimento e o desespero do Faraó Ramses II. “Incrédulo, Ramses II assiste o seu poder ser dizimado através das maldições infligidas ao seu reino, levando os seus súditos à morte e, posteriormente, ao êxodo em busca de uma terra prometida pelo novo ardil religioso que orquestrou essa troca de poder milenar”, explicou Tony Lessa.

O autor da letra, que transporta o ouvinte para um mundo antigo, questiona: “Seriam essas pragas algo ‘divino’ ou foram apenas a soma de fatores naturais os reais responsáveis pelas ‘maldições’ que levaram os súditos do Faraó a ‘comprarem’ a nova fé? Existe uma correlação destes acontecimentos com o nosso momento pandêmico atual? Novas pragas virão com o tempo, ou essas mazelas sofridas pela humanidade através da sua existência, são apenas coincidências?”.

Já a arte capa foi elaborada pelo artista mineiro Pedro “Ars Moriendee”, retratando o faraó em seu sofrimento eterno e que, impotente, assiste imóvel à derrocada do seu reino.

Confira o videoclipe de “The Plague Within”, dirigido e editado por Bruno Paraguay (Eminence), em https://youtu.be/CCQ_hTgvhEU

“O single está disponível em todas nas plataformas digitais e esperamos agradar os ouvintes do estilo. Nós trabalhamos da melhor forma que pudemos durante a pandemia, mas agora o foco é apresentar a banda ao público e, então, finalizar o debut. A maldição está apenas começando… Stay funeral”, concluiu o guitarrista Renato Audrey.

Contatos: https://linktr.ee/oafuneralofficial
E-mail: oafuneralofficial@gmail.com


Sad Theory revela capa e anuncia data de lançamento de álbum

Banda solta em agosto Léxico Reflexivo Umbral, sétimo disco da carreira

O grupo Sad Theory revelou mais detalhes sobre seu próximo trabalho de estúdio,  o sétimo da carreira, Léxico Reflexivo Umbral. O álbum será lançado em 13 de agosto, sexta-feira, nas diversas plataformas de streaming e também em formato físico, em uma edição especial em digipack com slipcase, contendo um pôster exclusivo. A pré-venda do CD e dos novos itens de merchandising inicia em breve.

A temática lírica de Léxico Reflexivo Umbral teve como inspiração inicial a renomada série da Netflix, Black Mirror. O grupo define a parte escrita do trabalho: “Aprofundamo-nos nas desastrosas consequências da busca da imortalidade e do status divino. O entendimento das entranhas do espaço-tempo que constantemente adquirimos expandiu nossa capacidade médica, de locomoção, de comunicação, de observação e de inúmeras outras. Mas também expandiu nossa capacidade para o ardil e para a vileza. Nunca estivemos tão próximos da distopia já tão previamente anunciada na arte humana”.

E este conceito se aplica a capa minimalista para o disco: “E esse é o espírito arte da capa de “Léxico Reflexivo Umbral”, que revelamos hoje. Nossa busca por longevidade e robustez varreu nossas nuances e nos transformou em monstros. Agradecemos imensamente a Carlos Kolb pela arte”.

Antes do lançamento do disco, o grupo promete um novo lyric video, para a faixa “Ministrando a Pena”. O mais recente single divulgado foi “Canis Metallicus”, ouça: https://open.spotify.com/album/1ZrXnjnQE50RyMkXOIDikR

Informações:
Instagram: https://www.instagram.com/sadtheory_br
Facebook: https://www.facebook.com/sadtheory

Plataformas digitais:
Spotify: https://open.spotify.com/artist/4I8eTlO2lkCWfNtRmp47KX
Apple Music: https://music.apple.com/br/artist/sad-theory/1110507945

Deezer: https://www.deezer.com/br/artist/11728751
Bandcamp: https://sadtheory.bandcamp.com


NervoChaos: Banda assina com a Emanzipation e novo álbum será lançado no início de 2022

A Emanzipation Productions acaba de anunciar a contratação dos ‘pesos pesados’ do Death Metal brasileiro, NervoChaos. O quinteto está comemorando 25 anos, ininterruptos, de carreira neste ano, e está preparando muitas surpresas – incluindo o novo álbum e uma turnê mundial – para marcar muito bem a ocasião.

“Estamos extremamente satisfeitos em anunciar uma parceria com a Emanzipation Productions, um selo dedicado ao metal extremo da velha guarda”, divulgou a banda. “Podemos finalmente revelar que fechamos um acordo mundial com eles, e um novo álbum do NervoChaos será lançado no início de 2022. E será seguido por uma grande turnê mundial. É uma grande honra para a NervoChaos fazer parte dessa equipe. Todos serão atualizados em breve, com mais novidades, mas não se esqueçam de nos seguir nas nossas redes sociais.  For passion, not fashion!”

Fiquem ligados para mais detalhes sobre o próximo álbum e turnê em breve.

Acompanhe o NervoChaos em seus canais oficiais:
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