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Acorde 7: um bom café, uma paixão platônica e um blues carregado de Groove, são as mesclas perfeitas para a música Caffeine

Quem não é fã de um bom café durante o dia?

Alguns podem preferir ele na manhã, outros no período pós almoço, outros entre o entardecer e início da noite e muitos durante todo o dia.

Mas uma coisa é certa: é importante ter uma garrafa ao lado para sempre ir bebericando essa deliciosa bebida que parece feita pelos deuses.

Agora imagina você, beber um café ao seu gosto e escutando um Blues bem trabalhado com temática sobre esse líquido milenar?

Pois bem, seu pedido acaba de ser atendido. A banda Acorde 7, tem em uma de suas principais músicas, Caffeine, uma abrangência romântica sobre o Café e sua relevância, em partes, aos próprios músicos do grupo, mas claro que, muitos ao escutar a faixa, rapidamente irão se identificar com a letra e o Groove dessa composição e é, irremediável a necessidade de ter uma xícara transbordando ao lado com um cafezinho feito na hora.

Para elucidar melhor todo esse processo que fez nascer a música Caffeine, a banda Acorde 7, revelou todos os pormenores desta faixa deliciante: “ Caffeine concentra um mix de fusões e estilos influenciados pelo blues como o soul e o suingue, tornando a música dançante e envolvente. A intenção da banda, em Caffeine, é demonstrar que o blues vai muito além da melancolia que consagrou o estilo e que uma boa história em altas dosagens de cafeína, tornam a música excitante e envolvente.

Caffeine conta com uma verdadeira infusão de groovies em uma pegada estimulante, sem perder as características do bom e velho blues!

Assim o contrabaixista Roberto Chalub define a música Caffeine, composição da Acorde7 que vem sendo executada em rádios FM principalmente nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal, Goiás e mais recentemente na Baixada Paulista e Rio Grande do Sul.

Caffeine também está disponível em todas as plataformas e aplicativos musicais, e o clipe “making off” da música pode ser conferido no YouTube através do link:

Aprecie sem moderação!

Formação:

Rodrigo Laterza: Vocais & Harmônica

Thiago Albuquerque: Guitarra & Voz

Roberto Chalub: Contrabaixo & Voz

Marcos Oliveira: Bateria & Voz

Mais informações:

Site: www.acorde7.com.br

YouTube: www.youtube.com/c/acorde7bluesband

Facebook: https://www.facebook.com/acorde7

Instagram: https://www.instagram.com/acorde7bluesband/

Overhead: pede seu voto para tocarem no Lollapalooza 2020

Em uma iniciativa da rádio Rock 89 FM, várias bandas estão cadastradas e disputando algumas vagas, não informadas quantas ao todo, para se apresentarem no renomado festival, Lollapalooza de 2020.

Uma das bandas mais cativantes e envolventes do Rock Nacional, o Overhead de Bauru/SP, é uma das que estão na disputa e pede o apoio e voto daqueles que acompanham a banda e simpatizantes do estilo.

Para votar é muito simples, basta clicar no link abaixo, ir logo abaixo da foto da banda que irá aparecer para você leitor e clicar em, “Logar Para Votar”. Após essa primeira etapa, selecione a letra, “O”, encontre a Overhead e clique nela e escolha a opção “Votar”. Pronto você terá concedido seu voto a eles!

Link para votar:

https://www.radiorock.com.br/temosvagas/overhead

Formação:
André Moreno – vocal, guitarra

Bruno Bevenuti – guitarra

Ivo Ferreira – baixo

Brendel Alba – bateria

Mais informações:

Site: http://www.overheadrock.com/

Facebook: https://www.facebook.com/overheadrock

Roadie Metal Press: http://roadie-metal.com/press/overhead/

R.I.V.: disponibiliza faixa Spiral no YouTube e revela que processo de composições para um novo álbum está sendo trabalhado

Encerrando um capítulo importante em sua carreira, a banda R.I.V., disponibiliza aos fãs o single Spiral, para audição completa em seu canal de YouTube.

Com essa faixa, é possível escutar todas as 11 músicas do disco Prog-Core em ordem e pela escolha preferencial de cada um. Com essa ação, a banda agora irá se reunir para iniciar os trabalhos de composições do que será o novo álbum de estúdio do grupo.

A previsão é que até o meio do ano, novas músicas estejam devidamente compostas e com isso, o processo de gravações seja agendado e a banda parta para estúdio e inicie o processo de gravações.

Escute Spiral:

R.I.V. é formada por:

Helbert de Sá – Voz/Guitarra

Ana Lima – baixo

Ricardo Parreiras – Bateria

Mais Informações

Site Oficial: http://www.riv.com.br/

 Facebook: https://www.facebook.com/riv.progressive.core

Roadie Metal Press: http://roadie-metal.com/press/r-i-v-rhythms-in-violence/

Claustrofobia: assista performance no Rock In Rio 2019

Dia 04 de outubro de 2019, para muitos um dia qualquer como outros, mas para os Headbangers brasileiros, uma data única e que merece ser guardada com carinho no coração daqueles que foram pessoalmente, ou, assistiram pela TV, o dia dedicado ao Metal no maior festival de música do mundo, o Rock In Rio.

Em especial, nesta data, os gigantes do Thrash Metal brasileiro, o Claustrofobia, subiu ao palco e fez sua primeira apresentação nesse icônico festival. A apresentação marcante e histórica da banda, contou com momentos únicos, sendo eles a participação de Chuck Billy (Testament) e a divisão de palco ao lado do Torture Squad, onde juntos tocaram músicas do Testament com o renomado vocalista norte-americano e frontman de uma das maiores bandas de Thrash Metal do mundo.

Para celebrar esse momento histórico na carreira da banda, acaba de ser liberado no YouTube do Claustro, a primeira parte da apresentação da banda no Rock In Rio 2019. No vídeo você irá assistir a performance dos músicos enquanto subiram ao palco para apresentar exclusivamente as músicas de seu trabalho. A parte onde é tocado ao lado de Chuck Billy e Torture Squad, ainda não está disponível para os fãs assistirem.

Confira: https://www.youtube.com/watch?v=GQkA0GpGj24

Atualmente o Claustrofobia se encontra nos Estados Unidos para uma série de apresentações e tours pelo país norte-americano. Para 2020, está sendo preparado pelo grupo, uma avalanche de novidades e lançamentos que serão apresentados aos fãs e seguidores da banda.

Formação:
Marcus D’Angelo – vocal, guitarra
Rafael Yamada – baixo
Caio D’Angelo – bateria

Links importantes

www.claustrofobia.com.br
facebook.com/claustrofobiaofficial
youtube.com/metalmaloka

instagram.com/claustrofobia_official
twitter.com/metalmaloka


John Wayne é a banda convidada no Between The Buried and Me em São Paulo

Crédito: Filipe Nevares

O colossal Between the Buried and Me, banda norte-americana que modernizou o metal progressivo e que hoje – com 20 anos de estrada – é referência mundial do gênero, vem este ano pela primeira vez ao Brasil, com show único dia 15 de março em São Paulo (Fabrique Club). Agora, ganha a companhia da banda paulistana de metal/hardcore John Wayne, escalada para a abertura do evento.

Os ingressos estão à venda tanto online, na PixelTicket (http://bit.ly/31UGvgq), e físicos, na Locomotiva Discos. A realização é da Powerline Music & Books.

O John Wayne está na ativa há uma década. A discografia é composta por um EP (“EP2011”) e três álbuns (“Tempestade” de 2012, “Dois Lados” de 2015 e o “Purgatório”, de 2019), além de diversos singles e clipes.

A banda coleciona importantes participações em festivais: tocou em 2015 no palco Sunset, do Rock in Rio, além de shows concorridos no Rock na Praça (SP), Abril Pro Rock (PE) e Goiânia Noise (GO).

O disco mais recente, “Purgatório”, marca a estreia do vocalista Guilherme Chaves e foi idealizado a partir de uma campanha de financiamento coletivo que arrecadou R$ 25 mil (ultrapassando 24% da meta estipulada). O show de lançamento do álbum, sucedido por uma extensa tour pelo Sudeste, Centro-Oeste e Sul do Brasil, lotou o Fabrique Club – contou com um público de mais de 500 pessoas.

Between the Buried and Me – Moderno, pesado, às vezes introspectivo, mas sempre extremamente virtuoso e criativo, o Between the Buried and Me nunca se repete num disco (são 10 discos de estúdio, três ao vivo e um EP) e propõe uma viagem sonora a cada música, por meio de brilhantes e bem encaixados dualismos: da calmaria ao caos, da tensão à redenção, e da vagarosidade a velocidades incríveis.

Tem guitarras distorcidas, melodia, agressividade, mas tem guitarras limpas, dedilhados e sutis, uso constante de teclados, junto a vocais limpos e passagens com guturais. É uma banda altamente recomendada para fãs de Dillinger Escape Plan, TesseracT, Opeth e Devin Townsend Project

SERVIÇO
Between the Buried and Me em São Paulo
Evento: https://www.facebook.com/events/1010476025966484/
Data: 15 de março de 2020
Horário: 18 horas (portas)
Local: Fabrique Club (rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo/SP)
Ingresso: R$ 130,00 (2º Lote, meia promocional, mediante entrega de 1 quilo de alimento no dia do evento, e estudante)
Venda online: http://bit.ly/31UGvgq
Venda física: Locomotiva Discos – sem taxa, somente em dinheiro (rua Barão de Itapetininga, 37 – SP/SP)
Classificação etária: 16 anos


John Wayne nas redes sociais:
Spotify
https://open.spotify.com/artist/0aUvfFnGgvc8ES3FrJ6Ify?si=HZsSsI82RbKg23rrcpW5yQ

Instagram
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YouTube
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Armored Dawn prepara turnê especial por diversas cidades brasileiras

Primeira temporada da campanha “Armored Dawn Convida” terá Jimmy & Rats, Korzus e Doctor Sin –  as bandas se revezarão em algumas cidades.

A banda Armored Dawn está preparando uma nova turnê mundial e a temporada brasileira será especial, pois faz parte do projeto “Armored Dawn Convida”.  A collab que deve passar por, pelo menos, oito cidades brasileiras em 2020, será um passo a frente no cenário rock e metal, unindo estilos e nomes consagrados no mesmo palco. Cada evento irá proporcionar aos fãs uma experiência completa por um preço acessível.

Nesta primeira temporada participam bandas que, de alguma maneira, possuem uma conexão com a trajetória do Armored Dawn até aqui e em cada show será anunciado um line-up diferente.

Engajados em levar para mais palcos e por mais cidades brasileiras eventos de rock e metal, o Armored Dawn cresce a cada passo, colaborando com a cena musical da qual pertencem. Por isso além dos medalhões, bandas mais novas como a mineira Medjay, terão oportunidade de mostrar seu trabalho para um grande público durante esse tour.

Formado em 2014, na cidade de São Paulo, o Armored Dawn é uma das maiores revelações do Power Metal brasileiro na última década, e para promover seus lançamentos, já estiveram em muitas turnês, pelo Brasil e pelo mundo, e já se apresentaram ao lado de grandes nomes do metal mundial, entre eles, Saxon, ‪Megadeth, Symphony X, Rhapsody, Hammerfall, Tarja, Sabaton e Fates Warning.

O mais recente trabalho da banda, o aclamado álbum “Viking Zombie”, gravado no Dharma Studios, em São Paulo, foi produzido, mixado e masterizado por Heros Trench (baixo) e Rodrigo Oliveira (bateria), que são parte da formação da banda, que conta também com Eduardo Parras (vocal), Tiago de Moura (guitarra), Rafael Agostino (teclado) e pelo finlandês Timo Kaarkoski (guitarra).

Esse disco conceitual superou barreiras mercadológicas e elevou o patamar das produções nacionais na concepção de muitos críticos o que fez a banda acreditar ainda mais na cena brasileira.

Fique ligado nas redes sociais do Armored Dawn para saber datas e locais por onde o “Armored Dawn Convida” vai passar.

Armored Dawn
Site Oficial: http://www.armoreddawn.com
Facebook: http://www.facebook.com/armoreddawn
Instagram: http://www.instagram.com/armoreddawn
YouTube: http://www.youtube.com/armoreddawn


A CAVERNA: EP de estreia abrange diversas sonoridades

Foto por Aivan Moura

Formada em agosto de 2018, a banda A CAVERNA, de Itaí/SP, vem buscando um resgate de sonoridades que englobam influências de Rock/Metal nacional calcado em sonoridades que vêm do Pós-Punk ao Metal dos anos 90, e letras que remontam ao Rock nacional dos anos 80, tudo isso com o intuito de compôr musicas em português. Em seu line-up está o músico Zélão, que dentre 2016/2018 atuou como tecladista da banda Rising e ao seu lado o renomado músico e produtor Rafael Orsi Cecilio (ex-Genocidio, The Anger). O resultado desta parceria pode ser conferido no EP “Saia da Caverna”, lançado em julho de 2019 contendo quatro músicas com a temática, indireta, de “sair da caverna, se libertar de amarras ideológicas, políticas e também religiosas, para lutar por seus sonhos”, segundo palavras do próprio Zélão.

Com arte de capa feita sobre foto do fotógrafo Guilherme Guidetti, de São Paulo, que mostra uma janela de um apartamento, numa metáfora de que as novas “cavernas modernas” de hoje em dia seria o isolamento social perpetrado pelas grandes cidades. E com parceria direta do produtor/compositor Rafael Orsi, que fez todos os arranjos de guitarras, solos, bateria, baixo e backing vocals em cima das composições e letras de Zélão, “sendo peça fundamental na concepção do trabalho, para além de uma simples produção, mas uma parceria completa mesmo”, explicou Zélão.

O EP abre com “Avenidas da Metrópole”, que aborda o caos urbano das grandes cidades; “Longo Caminho” sobre a luta e persistência em seus sonhos, principalmente no mundo da música; “Visões da Guerra”, que estabelece uma metáfora da guerra sendo travada por opiniões politicas de lados opostos na Internet, como temos visto nos tempos atuais, sendo isso alienante intencional pelos detentores do poder enquanto roubam nosso país; fechando com “Rock é Rock Mesmo”, música-emblema sobre a persistência do Rock na história e no futuro, em cima do título do filme “The Song Remains the Same” aqui no Brasil, do Led Zeppelin, numa homenagem à esta banda.

Para finalizar, A CAVERNA é “ideologicamente”, da cidade de Itaí onde vive Zélão, mas os músicos que tocam ao vivo neste trabalho são da capital São Paulo. Zélão (Vocal), Rafael Orsi (Guitarra), e os músicos convidados Ricardo Penha (baixo) e Rafa Hernandez (Bateria, membro da banda Válvera). Atualmente trabalhando na divulgação do EP, os músicos também divulgam o single “Ainda não Acabou”, que fará parte do próximo EP, com previsão de lançamento para ainda este ano.

Ouça “Saia da Caverna” no Youtube:

V Project, do baterista Sérgio Facci, regrava música do Vulcano

“Gates of Iron” conta com a participação especial de Yohan Kisser (Sioux 66) e Brunno Mariante (Heal or Kill)

O baterista paulistano Sergio Facci (Vodu), que registrou clássicos do metal brasileiro com Vodu, Viper e Volkana, criou o projeto paralelo V Project. “A ideia era regravar grandes clássicos do metal nacional das bandas por qual passei”, explicou Facci. Após lançar, em dezembro de 2014, um EP com regravações de “Final Conflict” (Vodu), “Living for the Night” (Viper) e “Darkness” / “When 2R1” (Volkana), o V Project retornou ao estúdio para regravar “Gates of Iron”, do Vulcano, com o qual o baterista pôde se apresentar ao lado de Venom e Exciter, em 1986, no Ginásio do Corinthians (SP). “Naquela época, o Vodu estava promovendo o primeiro disco, ‘The Final Conflict’, e fizemos shows por várias cidades do Brasil e também na Argentina. Na turnê, tive a oportunidade de abrir os shows do Venom e Exciter em Brasília (DF) com o Vodu, e, em São Paulo, tocando com o Vulcano”, recordou.

Ouça “Gates of Iron”, gravada no estúdio Orra Meu (SP), com produção de Gustavo Barcellos e Sergio Facci, em https://youtu.be/uARoxMaKyW8

A regravação de “Gates of Iron” conta com participações especiais do guitarrista Yohan Kisser (Sioux 66) e do vocalista Brunno Mariante (Heal or Kill), além de Cleimar Fernandes (guitarra) e Artur Silveira (baixo), ambos do Jonnie Cake.

“Foi uma honra e um experiência fantástica participar da regravação de ‘Gates of Iron’! Gravei minha guitarra no estúdio Orra Meu junto ao Sergio e acrescentamos alguns detalhes novos a regravação, que ficaram bem interessantes, mas a música mantém a mesma pegada thrash e rápida da original”, contou Yohan Kisser.

Facci, por sua vez, afirma que convidou Yohan Kisser e Brunno Mariante “justamente por fazerem parte da nova geração de músicos do metal nacional.” Além disso, o baterista explica que escolheu “Gates of Iron” porque tinha mais a ver com o estilo que gosta de tocar. “Ela é rápida e tem uma variação de tempo interessante. Dedico esta regravação ao Eduardo de Souza Bonadia, que faleceu recentemente e foi um grande apoiador do Vodu, desde o começo da nossa carreira, e um amigo pessoal”, concluiu o baterista.

Sites relacionados:
www.sergiofacci.com
www.vprojectbr.com
www.voduband.com
soundcloud.com/sergio-facci


Silver Mammoth: novo álbum tem data de lançamento definida

“Western Mirror” contou com produção de Marcelo Izzo e Renato Haboryni

Com o terceiro álbum, “Mindlomania” (2015), o Silver Mammoth subiu de patamar e foi considerado um dos principais nomes do ‘classic rock’ brasileiro, culminando no lançamento de “Singles” (2017) no formato vinil 7″ e que contou com as inéditas ‘Let Me Hide You’ e ‘Coup To The End’, que, mais tarde, receberam videoclipes. Agora, o grupo anuncia o lançamento do álbum “Western Mirror”, que contou com produção de Marcelo Izzo e Renato Haboryni, e será lançado no dia 1° de março de forma digital e no dia 31 do mesmo mês em formato físico. “Estou negociando o lançamento físico com duas gravadoras, mas não descarto a ideia de lançar o material pelo meu próprio selo, Oebuicaota Records”, revelou o vocalista Marcelo Izzo.

A arte de capa de “Western Mirror” ficou a cargo do designer gráfico Marcelo Izzo Jr., guitarrista da banda. “Nossa ideia foi sincronizar uma arte simples, mas clássica. Já o encarte ficou sob comando de João Duarte, que havia trabalhado conosco nas capas de ‘Mindlomania’ e ‘Singles'”, contou o vocalista.

Antecipando “Western Mirror”, o grupo lançou em 2019 o single e videoclipe “Rise Up”. “Trata-se do primeiro single do novo álbum e a letra descreve o roteiro do clipe: levante-se e erga-se. O clipe, que mostra um mercado clandestino de luta, onde um mafioso organiza um banco de apostas, contou com produção cinematográfica da Plural Brother Filmes, produtora responsável pelo vídeo de ‘Symptom of the Universe’, versão que fizemos em homenagem ao Black Sabbath e que também fará parte do repertório”, disse Marcello Izzo, autor da composição, ao lado de Renato Haboryni.

Veja o clipe de “Rise Up”, dirigido por Rodrigo Rímoli, em https://youtu.be/swUrbqp7aPg

Ouça o single “Rise Up” nas plataformas de streaming:
Spotify: https://spoti.fi/2XXK3Au
Deezer: https://bit.ly/2XFTe4d
Apple Music: https://apple.co/2YPkWwR

DISCOGRAFIA:
Silver Mammoth (CD, 2013)
Pride Price (CD, 2014)
Mindlomania (CD, 2015)
Singles (compacto/vinil, 2017)
White Line Fever (Motörhead, single – versão, 2018)
Symptom of the Universe (Black Sabbath, single – versão, 2018)
Jailbreak (AC/DC, single – versão, 2018)
Rise Up (single, 2019)
Western Mirror (CD, 2020)

Contatos:
www.silvermammothband.com
www.instagram.com/silvermammoth
www.facebook.com/SilverMammoth
http://silvermammoth.loja2.com.br

E-mail: contato@silvermammothband.com


Jukebox From Hell: álbum Destemperado é oficialmente liberado na íntegra no YouTube

O álbum de estreia do Jukebox From Hell, Destemperado (2017), é oficialmente lançado na íntegra para usuários de YouTube. A banda que estava gradativamente apresentando single a single do registro, agora comunica que, os fãs podem escutar as músicas de acordo com seu gosto pessoal e o material em sua totalidade.

Destemperado conta com 09 faixas envolventes de um Heavy ‘n Hard muito bem produzido e executado pelos músicos da banda. O álbum também pode ser adquirido em cópias físicas e conferido em toda e qualquer plataformas digital.

Escute Destemperado:

Tracks:

01 – Batendo na Porta dos Fundos

02 – O Grito

03 – Jukebox From Hell

04 – Sorriso, Lágrimas e Caos (Curando a Ferida)

05 – O Tolo que Pensava ser Rei

06 – Dama da Sorte

07 – Na Estrada

08 – Dançarina

09 – Destemperado

Formação atual:

Pê Ribeiro – Baixo

Rodrigo Beckman – Guitarra

Oscar Jayme – Bateria

Hector Grecco – Guitarra

Patrik Alves – Vocal

Mais informações:

Facebook: https://www.facebook.com/JukeboxFromHell/

Instagramhttps://www.instagram.com/jukebox_f_hell/

Dogma Blue: single, Quietus, é liberado para audição completa no YouTube

Mais uma das músicas de Quietus, EP de estreia do Dogma Blue, é oficialmente liberada para audição completa no canal de YouTube da banda de Heavy Metal e oriunda de Curitiba/PR.

A faixa que carrega o nome do disco, Quietus, segunda do EP, pode ser conferida em track isolada pelos fãs do grupo. Durante os próximos dias, todas as cinco faixas, assim como, lyrics vídeos e clipes oficiais, serão disponibilizadas ao público.

Confira:

Em 2020 um novo disco de estúdio está sendo composto e a banda pretende ainda esse ano, lançar o full completo recheado de músicas inéditas.

Formação:

Marcelo Paes – Vocal

Tales Ribeiro – Guitarra

Rodrigo Kolb – Guitarra

Roberto Greboggy – Baixo

André Prevedello – Bateria

Mais informações:

Facebook: https://www.facebook.com/dogmablueofficial/

Instagram: https://www.instagram.com/dogmablueofficial/

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCBWwYdOe5g1mfI_u8LAhT3g

Site Oficial: https://www.dogmablue.com

EVILCULT: Debut terá lançamento mundial através de selo chinês e alemão

Enquanto as gravações do álbum “At the Darkest Night” chegam ao final, a banda EVILCULT, de Bento Gonçalves/RS, anuncia detalhes sobre o vindouro lançamento. Além de uma nova versão de “Eternal Cult of Darkness” e do single “Necro Magic”, lançado no último Halloween, o track list do trabalho contará ainda com Drunk by Goat’s Blood”, “Nocturnal Attack”, “Sons of Helfire”, “Burning Leather”, “Army of the Dead” e “Unholy Knights”, ratificando as influências oitentistas que o grupo vem carregando desde sua formação, em 2016.

Lucas “From Hell” (guitarra/vocal) e Mateus “Blasphemer” (bateria) em breve iniciarão o processo de mixagem de “At the Darkest Night” ao lado de Matheus Carrer, do Estúdio Cosmic Music, na própria cidade da banda. Após, a masterização ficará a cargo de Jean Antunes, da banda Murdeath, de Curitiba. Sobre a finalização das gravações, Lucas comenta: “No último final de semana (dias 10 e 11 de janeiro) gravei as linhas de baixo, que ficaram com um timbre monstruoso! Gravei tudo com uma palheta do Joel Grind, que peguei no show do Toxic Holocaust em São Leopoldo/RS, e uma palheta do Shane Embury (Napalm Death/Brujeria) que peguei no show em Caxias do Sul/RS e o timbre do baixo é uma mistura de bandas como Mayhem (“Deathcrush”) e Sodom (“In the Sign of Evil”), mas tudo dentro da nossa sonoridade voltada ao Speed Metal. Os timbres de guitarra e bateria também estão bem característicos e com certeza irão surpreender. Acreditamos que o material está ficando além do esperado, então as expectativas estão altas para darmos sequência da produção”.

“At the Darkest Night” terá sua versão em CD disponibilizada pela gravadora chinesa Awakening Records, limitada em 1000 cópias, enquanto o selo alemão Diabolic Might Records será o responsável pela versão em vinil, limitada em 500 cópias. Já o EP “Evil Forces Command”, lançado em 2018, acaba de ser relançado em versão de fita K7 pelo selo Inabyssum Prods da Colômbia.

Ouça o single “Necro Magic” no Youtube:

Foto por Day Montenegro

Contatos:

Facebook: www.facebook.com/Evilcultmetal

Instagram: www.instagram.com/evilcult666

Bandcamp: www.evilcult.bandcamp.com

Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

VIPER assina com a TC7 Produções para turnê de clássicos e anuncia álbum novo para 2020

A TC7 Produções acaba de anunciar uma nova banda em seu cast: o VIPER, que vai realizar em 2020 uma turnê com os maiores clássicos de seus 35 anos de estrada. E, ainda este ano, a banda prometeu lançar material inédito. O novo álbum, que deve mesclar influências da fase ‘Theatre of Fate’ e ‘Evolution’ sairá no segundo semestre.
A formação conta com Felipe Machado (guitarra), Pit Passarell (baixo e vocal), Guilherme Martin (bateria) e Leandro Caçoilo (vocal) – o guitarrista Hugo Mariutti deixou a banda para voltar ao Shaman. Ao vivo, a banda contará ainda com o guitarrista Val Santos, que tocou no VIPER entre 2006 e 2012, e o baixista Bruno Ladislau, que tocou na banda Andre Matos Solo e é considerado um dos maiores baixistas do país.
A TC7 Produções anunciará as datas da turnê em breve. De imediato, o VIPER já têm show marcado no dia de fevereiro, no Bar da Montanha (Limeira), ao lado da Confessori Band e Roland Grapow (Masterplan, ex-Helloween). Para mais informações, siga a página do evento no Facebook:
https://www.facebook.com/events/1059618484373567/

HISTÓRIA
O VIPER foi formado em 1985 na cidade de São Paulo e é considerado uma das bandas pioneiras do Heavy Metal no Brasil. Além de Felipe Machado e Pit Passarell, a banda foi formada pelo guitarrista Yves Passarell, atualmente no Capital Inicial, e o vocalista Andre Matos, que morreu em 8 de junho de 2019. Considerado um dos maiores ícones do heavy metal, Andre Matos foi vocalista, além do VIPER, do Angra, Shaman e Andre Matos Solo, entre outros projetos.
Andre Matos gravou os álbuns ‘Soldiers of Sunrise’ (1987) e ‘Theatre of Fate’ (1989) com o VIPER e deixou a banda para formar o Angra. Em 2012, Andre voltou ao VIPER para uma turnê histórica registrada no CD/DVD ao vivo ‘To Live Again – VIPER Live in São Paulo’ (2016).
A discografia do VIPER conta ainda com ‘Evolution” (1992), “VIPER Live – Maniacs In Japan” (Ao vivo em Tokyo, 1993),  ‘Vipera Sapiens’ (EP – 1993), ‘Coma Rage’ (1995) e ‘Tem Pra Todo Mundo’ (1996), “All My Life” (2007).
No final de 2019, a banda lançou o ‘To Live Again Redux’, regravação da clássica “To Live Again”, com a formação atual e o guitarrista Hugo Mariutti, o baterista Ricardo Confessori (Shaman, ex-Angra), o baixista Luis Mariutti (Shaman, ex-Angra) e o tecladista Fabio Ribeiro. Assista:
https://www.youtube.com/watch?v=gl1QFl987nU

Para levar o VIPER para sua cidade, entre em contato com a TC7 Produções:
tc7producoes@gmail.com

Entrevistas:
lpmetalpress@gmail.com

Páginas relacionadas:
www.facebook.com/viperbrazil/
www.facebook.com/tc7producoes/
www.facebook.com/lpmetalpress/

GrooveDeath: “A letra de Give Me Your Hate tem como alvo alertar sobre a hipocrisia da religião”, revela músico da banda

O primeiro single oficialmente lançado pelo Groovedeath, Give Me You Hate, revela ao mundo, uma banda pesada, precisa e com músicos extremamente técnicos.

A faixa que foi originalmente liberada em todas as plataformas digitais e também no canal de YouTube da banda, vem crescendo e recebendo excelentes números em acessibilidade e angariando a banda, novos seguidores e fãs.

O que muitos querem saber e questionam os músicos do GrooveDeath, é a elaboração lírica por trás de Give Me Your Hate. Para deixar isso bem explanado, o músico da banda, Wallace Marques, responsável pela composição, revela o seu teor:

“A letra de Give Me Your Hate tem como alvo alertar sobre a hipocrisia da religião, como seduzem os fiéis para poderem financiar suas cruzadas. Além disso, a música também pede por justiça e para que nos unamos, de forma a combater a sujeira e levar uma forma racional de pensar sobre como a religião (principalmente a católica) move o mundo, por interesses, ganância e poder”.

Caso ainda não tenha conferido, Give Me Your Hate, deixamos abaixo os links do Spotify e YouTube.

Spotify: https://open.spotify.com/track/6XzPbMe409swHslggbKffA?si=6A0waZwfScWq7rrI8TOpQQ

YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=AeCU9UqXoVc

GrooveDeath:

André Luís – Baixo/Vocal

Wallace Marques – Guitarra/Vocal

Lucas Érisson – Guitarra

Marcio Torres – Bateria

Mais Informações:
https://www.facebook.com/GrooveDeathGDBand/

https://www.instagram.com/groovedeathgd/

https://www.youtube.com/channel/UCTb6uOpOoqUCOdhvBC4sX6Q

Exylle: abre audições para novo baterista da banda

Um dos maiores fenômenos dos últimos anos do Thrash/Death brasileiro, a banda curitibana Exylle, que lançou em 2019 seu primeiro full da carreira e que carrega o nome do grupo, comunica que está a procura e fazendo audições para nova baterista da banda.

Para esse ano de 2020, vários shows no nordeste e região sul do país, estão sendo negociadas e a banda precisa encontrar rapidamente, o novo dono das baquetas da Exylle.

Caso você músico, baterista, tenha interesse em mandar seu material para a banda e participar de uma das audições que já estão sendo feitas, será necessário atender alguns requisitos solicitados pelo grupo.

·       Ser residente em Curitiba/PR ou região.

·       Ter domínio do instrumento, conhecer características do estilo Thrash/Death metal e apresentar certo grau de “maloqueiragem”

·       Enviar link de algum vídeo tocando o instrumento, bateria.

Para poder ter seu material analisado pelos músicos da Exylle, é imprescindível que envie suas informações para o E-mail abaixo:

ExyllOficial@gmail.com

Exylle é formado por:
Victor Hugo – vocal, baixo
Kevin Vieira – guitarra
Johnny Bordignon – guitarra

MAIS INFORMAÇÕES:

Facebook: https://www.facebook.com/ExylleOficial/
Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/exylle

Khatryna: revela nome do novo álbum de estúdio

Começa 2020 e a banda Khatryna também dá início a divulgação de seu próximo registro de estúdio. Após disponibilizar em 2008 o EP, Em Respeito a Mim, e em 2010, Lixomania, é chegada a hora de confirmar que o terceiro material está finalizado e já tem nome oficial.

Intitulado de Humanimal, esse material será liberado digitalmente em todas as plataformas de streaming e contará com 08 faixas cantadas em português. Após meses em estúdio trabalhando sério nas novas composições, o grupo de Death Metal, promete ao público, apresentar o disco mais pesado, agressivo e gutural de toda a sua carreira.

Nos próximos dias, a capa e tracklist desse aguardado material será apresentado pela banda, que, aguarda ansiosamente para confirmar também, a data em que Humanimal estará totalmente liberado nas plataformas digitais.

Em breve mais detalhes:

Formação:

. Murillo Fernando – Vocal
. Renan Salfatore – Baixo
. Pedro Leite – Guitarra
. Diego Augusto – Bateria

Mais Informações:

https://www.facebook.com/Khatryna666/
https://www.instagram.com/khatrynadeath/

SEGREGATORUM: Divulgando parceiros para o lançamento do debut

Marcado para março, o lançamento do álbum “Lemarchand’s Dominus”, da banda SEGREGATORUM, vem cercado de expectativa. Os músicos Lucas A. Lazzarotto (vocal), Igor Alves Bidigaray e Luiz Felipe Dias Flores (guitarras), Lucas Carbonera (baixo) e Carlos Acosta (bateria) tem trabalhado de forma intensa em sua produção e acabam de divulgar os selos e apoiadores que lançarão o full length. Totem Records, Kaotic Records, Cranius Beer House e Terror Music serão os responsáveis pela parceria, garantindo que a SEGREGATORUM possa distribuir sua música para o underground brasileiro. O vocalista comenta que “parcerias como esta são essenciais para as bandas” e não deixa de agradecer os envolvidos: “Sabemos que as condições para lançar material físico são difíceis, mas a Totem, Kaotic, Cranius e Terror Music acreditaram no nosso potencial e agora estão ao nosso lado para eternizar este material!”.

Assista ao lyric vídeo de “Nourished Wounds”:

https://youtu.be/siahEqk3ua4

Em dezembro o quinteto gaúcho lançou o single “Nourished Wounds”, mixado e masterizado por Ernani Savaris da SoundStorm Studio. A música segue a linha Death/Doom Metal que os acompanhada desde sua fundação, em 2016, mas ao mesmo tempo mostra a evolução da banda nestes cerca de quatro anos. Para Lazzarotto, o aprendizado e a busca por qualidade andam lado a lado: “Até chegarmos ao lançamento do single foram anos de intenso trabalho, onde buscamos moldar nossa sonoridade de forma homogênea e com uma cara própria. Curtimos não apenas Metal extremo, mas também outros estilos dentro do Metal, então nosso background é bem amplo e variado. Com isso aprendemos que manter a cabeça aberta é essencial para a criação de músicas marcantes. Esperamos que “Lemarchand’s Dominus” traduza isso da melhor forma possível!”.  

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Sharyot apresenta vídeo e single ‘Stained Heart’

Música conta com a participação dos vocalistas Neil Turbin (ex-Anthrax), Gabriel Martins (Mattilha) e Victor Wichmann

Matt Dalla Costa, Stefano B.A., Neil Turbin, Stella Bridge, Gabriel Martins e Victor Wichmann

Agora radicada em Los Angeles, a banda Sharyot apresenta seu novo single e vídeo, “Stained Heart”, que fala sobre a dualidade no conflito dos que querem fazer as coisas acontecerem independentemente dos problemas e os que preferem abrir os buracos das imperfeições sendo egoístas. “A música ‘Stained Heart’ surgiu através de uma ideia de compor uma balada pesada e com melodias marcantes”, disse a baterista Stella Bridge.

Contando com produção de Neil Citron, o single foi gravado em Los Angeles, com mixagem e masterização em Las Vegas. “Nela, foram usadas algumas guitarras de sete cordas para dar um clima mais pesado em algumas notas. É uma honra trabalhar com Neil Citron, ganhador de Grammy com Steve Vai e que já trabalhou com Michael Jackson, Slash, Quiet Riot, John 5, entre outros, além de estar envolvido na indústria do cinema”, acrescentou Bridge, atualmente acompanhada por Stefano B.A. e Matt Dalla Costa (guitarras) e Luis Castro (baixo).

Veja o vídeo de “Stained Heart”, produzido por Fabio Araújo (Art Studio Digital), em https://youtu.be/IF2MGhUBlEM

Para esta faixa, o Sharyot contou com a participação de três vocalistas: Neil Turbin, conhecido por ter gravado o primeiro álbum do Anthrax, “Fistful of Metal”, Gabriel Martins (Mattilha) e Victor Wichmann. “Parece que a gente sempre quer ter uma aventura e, então, apresentamos ao produtor a ideia de lançar uma das músicas com seis vocalistas. Dentre eles, havia pessoas que estavam fazendo audição para entrar na banda, além de amigos e convidados do Brasil e dos Estados Unidos. Com o tempo, acabamos escolhendo três. Sentimos que as vozes se encaixaram 100% e estavam bem com a proposta que estava dentro de nossa cabeça”, observou Stella Bridge.

“Apesar de também ser brasileiro, conheci o Sharyot, bem como o produtor Neil Citron, na NAMM Show de 2019. Fiquei impressionado com o potencial das músicas”, recordou Victor Wichmann, que também reside em Los Angeles. “Tive o privilégio de estar em uma mesma música com um ícone do metal, como Neil Turbin, e com Gabriel Martins, que está fazendo um grande trabalho com a Mattilha. A música conseguiu unir peso e melodia, uma combinação que me agrada muito”, acrescentou o vocalista que, quando residia no Brasil, integrou as bandas Street Flash (cover) e Sun Chasky (autoral).

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Rock in Rio: festival completa 35 anos e se consolida como grande plataforma de experiências

Criador do festival garante que público pode aguardar surpresas para 2021 no Brasil

O ano era 1985. O país passava por grandes transformações. Saía da ditadura militar e seguia para a democracia. Os brasileiros respiravam um sentimento de euforia e liberdade. Neste mesmo ano nascia o Rock in Rio, que já em sua primeira edição foi considerado o maior evento de música do mundo ao reunir 1,3 milhão de pessoas na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro. Era a primeira vez que um país na América do Sul sediava um evento musical nessa proporção. Para o público presente, aquela foi a melhor edição já vista do festival. Um terreno pantanoso que gerou histórias por quem passou por ali, já que a lama está guardada na memória afetiva de cada um. Quem foi, sabe. O primeiro Rock in Rio marcou a vida das pessoas e da cidade.

Divulgação

Neste sábado, 11 de janeiro, o evento celebra 35 anos. O festival ganhou o mundo e tornou-se um verdadeiro parque de entretenimento e experiências, mas muito além disso, o Rock in Rio cresceu e ampliou a sua atuação, sempre com o olhar no futuro e no compartilhamento do seu conhecimento e maturidade de 35 anos para inspirar pessoas em suas vidas profissionais e pessoais. A materialização deste grande passo foi a criação da LExU, a recém-anunciada unidade de negócio ligada ao edutainment que alia educação e entretenimento.  Para presentear o público nesta comemoração de 35 anos, a organização apresenta o curso sobre gestão de eventos e negócios, concebido em parceria com a plataforma de cursos online que alia educação e entretenimento – Curseria. Dessa forma, todos podem se inspirar para planejar seus negócios. 

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Para Roberto Medina, presidente do Rock in Rio, um sonhador e apaixonado pelo Rio de Janeiro, como ele mesmo se denomina, “naquela época tudo era novo e agregava uma dimensão inimaginável. A estrutura de som e luz contou com um sistema extremamente moderno para a época. Um dos marcos do Rock in Rio no showbiz mundial, aliás, foi ali, em 1985, quando uma plateia foi iluminada pela primeira vez, no mundo, na história dos shows. O Rock in Rio inova, está sempre à frente. Construímos uma marca forte e falamos em inovação porque estamos a todo instante buscando inovar e trazer novidades que aliam presente, futuro e uma tecnologia de ponta para os nossos visitantes. Falamos do futuro a partir de agora e é isso que permeia a estratégia da LExU. Com ela, vamos muito além de talento em si. Mostramos que com conhecimento e determinação é possível, sim, dar certo”, acredita.

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E o futuro é agora. Para além do Academy, que acontece a cada dois anos em parceria com a HSM e o Rock in Rio Innovation Week, que é um programa de desenvolvimento pessoal desenvolvido para colocar a pessoa como ponto de partida para a inovação, com a terceira edição marcada para junho deste ano em Lisboa, o público já pode absorver a cultura organizacional do festival com o livro Rock in Rio: a arte de sonhar e fazer acontecer, dos autores Arthur Igreja e Allan Costa. O primeiro livro de gestão do Rock in Rio traz provocações valiosas para que o leitor possa aplicar a cultura empresarial da marca no seu próprio negócio, dando o entendimento da visão que impulsiona o negócio por trás do maior festival de música e entretenimento do mundo. E a grande novidade para 2020 é o lançamento do curso sobre gestão de eventos e negócios no qual o aluno vai aprender sobre gestão de eventos e negócios com os responsáveis do maior festival de música e entretenimento do mundo. A aula inaugural contará com Roberto Medina contando o propósito que o moveu a criar o festival e reinventar a própria história a cada novo projeto. 

Bruce Dickinson no Rock in Rio 1985/Divulgação

Uma trajetória marcada por momentos emblemáticos 

Ainda no ano de 1985, era um período em que a contratação de artistas internacionais era extremante delicada. Mas, a primeira edição do Rock in Rio contou com um padrinho de peso para garantir a contratação de nomes consagrados em sua programação. O cantor Frank Sinatra, que cinco anos antes tinha cantado no Rio de Janeiro (no maior show de sua carreira) a convite de Roberto Medina, foi quem estendeu a mão naquele momento e ajudou o empresário brasileiro a fechar os contratos internacionais. Nomes que, para aquela época, não estariam em palcos do Brasil: Queen, AC/DC, James Taylor, George Benson, Rod Stewart, Yes, Ozzy Osbourne e Iron Maiden foram alguns dos grandes artistas que se apresentaram no festival. Isso sem falar nas principais estrelas da música nacional da época, como Gilberto Gil, Ney Matogrosso, Rita Lee, Elba Ramalho, além de uma nova geração do rock nacional que ganhou destaque a partir de suas apresentações no Rock in Rio, como Paralamas do Sucesso, Blitz, Kid Abelha e Barão Vermelho. Este era o tom do Rock in Rio e que permanece até hoje, em todos os países onde o festival é realizado: um evento para toda a família e que reúne todos os estilos.

Freddie Mercury no Rock in Rio 1985/Divulgação

“A grande diferença do Rock in Rio para qualquer outro grande evento de música do mundo é que o Rock in Rio tem história. Aqui no Brasil quando um artista se apresenta, ele nos entende com um outro peso. Ele chora, fica tenso, tudo porque se sente construindo esta história. Ele encara o Palco Mundo de uma forma diferente, ele dá tudo de si porque ele quer fazer parte dessa história também”, garante Medina.

Rod Stewart no Rock in Rio 1985/Divulgação

Roberto diz que cada edição tem sua importância e relevância na história do evento. “Eu construí o Rock in Rio para dar voz aos jovens, a uma população que não queria mais se calar depois de todo o período da ditadura militar. Impressionante como quase 40 anos depois, não temos mais a ditadura, mas ainda assim as pessoas precisam de voz, precisam de um lugar no qual elas possam dialogar com igualdade. No Rock in Rio elas se sentem assim, livres.  Me lembro como se fosse hoje quando abrimos a Cidade do Rock, em 1985. Era inacreditável o volume de pessoas que apostavam e que tinham sede por aquilo que eu estava fazendo. Outra lembrança, e neste caso ruim, foi quando a Cidade do Rock, de 1985, foi derrubada. Estávamos em uma área privada, mesmo assim o então governador mandou colocar tudo no chão. Aquilo acabou comigo. A edição de 1991 aconteceu no Maracanã porque seria impossível construir um novo espaço e aquele momento foi relevante. Hoje sabemos que é impossível pensar em um Rock in Rio em um estádio”, afirma lembrando que as memórias não param por aí. “Foi inacreditável quando, em 2001, ‘Por Um Mundo Melhor’, paramos por 3 minutos de silêncio todas as emissoras de rádio e TV do país”, completa. 

Rock in Rio 1985/Divulgação

Entre tantos momentos marcantes, Medina garante que de 1985 até hoje uma coisa não mudou para ele, a abertura de portas da Cidade do Rock. “No primeiro dia de cada edição, eu sinto o mesmo frio na barriga antes da abertura de portas como se fosse lá na primeira edição. É muita responsabilidade atender tantas pessoas, proporcionar felicidade e momentos especiais. Eu tento todo ano surpreender, fazer mais. O grande patrimônio do Rock in Rio é ter colhido tantos sorrisos ao longo de 35 anos”, finaliza. 

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O Rock in Rio ganhou o mundo, cresceu em 2004 quando cruzou o Atlântico e anunciou o Rock in Rio Lisboa, em Portugal, onde acontece até hoje. Depois foi a vez da Espanha, com o Rock in Rio Madrid, em 2008 (com edições em 2008, 2010 e 2012), e Estados Unidos, onde foi realizado em Las Vegas, em 2015, com uma Cidade do Rock apoteótica. A volta para o Brasil, em 2011, após 10 anos longe do seu país de origem, fez com que o festival ganhasse ainda mais força. Desde então, o evento se torna cada vez maior e com o desafio de ser o melhor Rock in Rio de todos os tempos. A cada edição, a Cidade do Rock se torna um lugar mágico, um verdadeiro parque do entretenimento e experiências que surpreende e encanta em sete dias de paz. 

Divulgação

“O Rock in Rio é um evento vivo. O público sabe do que somos capazes e espera novidades. Por isso, a cada edição continuamos inovando e oferecendo novidades. Sempre foi assim e nas edições futuras não será diferente. Os detalhes são fundamentais e a experiência do público está em primeiro lugar. Nossa atmosfera é criada para que na Cidade do Rock ninguém pense no que está do lado de fora e queira viver aquilo ali 100% do tempo. Estamos cheios de gás para 2021, mas enquanto isso podem nos visitar em Lisboa. A Cidade do Rock no Parque Bela Vista é linda e está de braços abertos para os brasileiros “, convida para o evento marcado para junho de 2020. 

Um Rock in Rio que dá visibilidade ao Brasil e que gera cifras impressionantes para o Rio de Janeiro

Nesses 35 anos teve muita emoção, muitos sorrisos e uma Cidade do Rock se transformando em um enorme parque. Sobretudo, teve um Rock in Rio ganhando o mundo e levando a marca do Rio de Janeiro para outros países. Esse sempre foi o objetivo desde a sua criação, em 1985. Gerar visibilidade para o Brasil e para o Rio de Janeiro, que tem a capacidade de realizar grandes eventos como uma marca da cidade. A internacionalização começou por Portugal, Lisboa, em 2004, onde o evento é realizado até hoje e já tem uma nova edição marcada para junho deste ano (2020), seguido por Espanha (Madrid) e pelos Estados Unidos (Las Vegas). 

No Rock in Rio, os números não param de crescer. Pelas Cidades do Rock já passaram mais de 10 milhões de visitantes nestas 20 edições realizadas. Em 2021, quando o evento retorna ao Brasil e para a cidade do Rio de Janeiro, ele volta a ser um propulsor do turismo junto com o Réveillon, que é considerada a maior festa de passagem do ano do Brasil e do mundo. Somente na edição de 2019, das 700 mil pessoas presentes no evento, 60% corresponde ao público que vem de fora do Estado do Rio de Janeiro, além de receber público de 73 diferentes países. A projeção do impacto econômico do festival para o Rio de Janeiro foi de 1,7 bilhão.

“Meu pai já dizia: se o Rio de Janeiro vai bem, eu vou bem. Sou, sim, um grande entusiasta e apaixonado pelo Rio. Para mim é a cidade mais bonita do mundo. Precisamos de ações que façam este lugar lindo brilhar. O Rio é uma Cidade nacional. Tudo o que acontece aqui reverbera para o resto do país e para o mundo. Rock in Rio e o Réveillon deixam claro de como turismo é a saída do Rio de Janeiro. Recebemos pessoas de todos os estados e de outros países, os eventos geram cerca de 50 mil empregos e trazem um impacto na economia da cidade de cerca de 5 bilhões. Está mais do que claro que o investimento público prioritário é o turismo.”, fala Medina. “Para 2021 já estamos estudando novas entregas para o público. Nosso mantra é surpreender e inovar. Pensamos nos detalhes. Mesmo quando os ingressos esgotam continuamos criando. Portanto, podem aguardar que virá muita coisa boa por aí”, finaliza o criador do Rock in Rio. 

Há 35 anos, Tod+s Por Um Mundo Melhor

Consciente do poder disseminador da marca, o Rock in Rio pauta-se por ser um evento  com o propósito de construir um mundo melhor para pessoas mais felizes, confiantes e empáticas num planeta mais saudável. Em 2001, reafirmou seu compromisso de mostrar às pessoas que pequenas atitudes do dia a dia são o caminho para fazer do mundo um lugar melhor para todos. Em 2013, foi reconhecido por seu poder realizador ao receber a certificação da norma ISO 20121 – Eventos Sustentáveis. Gerou 212,5 mil empregos diretos e indiretos em todas edições, mais de R$ 97 milhões investidos em diferentes projetos passando por temas como a sustentabilidade, educação, música, florestas etc. Os investimentos são provenientes da organização do evento e de parceiros. Em 2016, foi a vez de anunciar o Amazonia Live, projeto do Rock in Rio que já garantiu mais de 73 milhões de árvores para a Amazonia por meio de doações individuais e de parcerias, por meio de projetos de restauração e plantação, como o Paisagens Sustentáveis da Amazônia. O projeto traz a importância das florestas para o equilíbrio climático mundial como tema para todas as edições do evento até o momento. Além disso, o Rock in Rio desenvolve um plano de sustentabilidade no qual define medidas para a redução de emissões, inclui uma correta gestão de resíduos, eficiência energética, compensação de emissões e correto consumo de recursos, entre outros. O plano é desenhado para a organização,  patrocinadores e fornecedores, vem sendo aperfeiçoado a cada edição e é utilizado até hoje em todos os países onde é realizado.


Stress lança Lyric Video para a faixa Devastação

Foto: Humberto De Carvalho Costa

A banda Stress, pioneira do metal nacional, lançou um Lyric Video para a faixa título do seu último disco, intitulado “Devastação”, lançado em 2019 e que foi considerado um dos melhores discos do último ano no Brasil.

O baixista e vocalista Roosevelt Bala comentou sobre esse lançamento: “Estamos lançando o Lyric Video de “Devastação”, a música título do mais recente lançamento do Stress. O tema é bem oportuno, pois nossas florestas sofrem com a ação nociva do homem, que com sua ganância explora e degrada o meio ambiente, visando unicamente seus interesses, o lucro.”

“Foram 23 anos entre o terceiro e o quarto disco. Lançamos 3 singles, que se tornaram Hinos (Coração de Metal, Brasil Heavy Metal e Heavy Metal é a Lei). Mas faltava um Full Album, era questão de honra pra nós, já devíamos isso aos fãs e a nós mesmos… O desafio era grande, não somos mais jovens, não temos tantos recursos técnicos aqui no Norte. Apesar de tudo temos o principal, a vontade, determinação, o talento e o amor pelo Metal BR, assim em 2019 nasceu o quarto disco oficial, que figura em quase todas as listas dos melhores do ano, encabeçando algumas delas.”

Ficha Técnica: Autor: Roosevelt Bala André Chamon: Bateria Emerson Lopes: Guitarras, Violões de 6 e 12 cordas Roosevelt Bala: Baixo e Voz Participação Edu Souza nos Teclados Lyric Video: Marcelo Barros – GB Comunicação

Veja aqui o Lyric Video para “Devastação”

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