Vocalista se apresenta em outubro com repertório voltado a uma das fases mais marcantes de sua carreira; Maestrick participa como convidado especial nas duas datas.
Roy Khan, uma das vozes mais emblemáticas do metal melódico e sinfônico mundial, retorna ao Brasil em outubro com a turnê “The Black Halo And Beyond”. As apresentações acontecem no dia 17 de outubro, em São Paulo, no Carioca Club, e no dia 25 de outubro, em Porto Alegre, no Bar Opinião. Em ambas as datas, a banda Maestrick, reconhecida como um dos grandes nomes do metal progressivo brasileiro em ascensão internacional, fará seu próprio show como convidada especial. Novas datas da turnê devem ser anunciadas em breve.
Conhecido mundialmente por sua passagem histórica pelo Kamelot, Roy Khan marcou gerações de fãs com interpretações intensas, forte presença cênica e uma assinatura vocal que se tornou referência dentro do metal melódico e sinfônico. A nova turnê resgata músicas clássicas e a atmosfera grandiosa de “The Black Halo”, um dos álbuns mais celebrados de sua trajetória, ao mesmo tempo em que amplia essa experiência com outros momentos importantes de sua carreira.
Em São Paulo, o show acontece no Carioca Club, a partir das 17h, com ingressos disponíveis pela Clube do Ingresso. A apresentação terá como convidado especial o Maestrick, um dos nomes mais respeitados do metal progressivo brasileiro, reconhecido pela qualidade técnica, teatralidade e força de suas performances ao vivo.
Já em Porto Alegre, Roy Khan sobe ao palco do tradicional Bar Opinião no dia 25 de outubro. A noite também contará com participação especial do Maestrick e abertura da banda Drahktar. Os ingressos para a capital gaúcha estão disponíveis pela Sympla.
As apresentações são realizadas pela Arena Produtora, com Agência Artística e Infinity Concerts, e prometem reunir fãs de diferentes fases da carreira de Roy Khan em duas noites voltadas à celebração de sua história, sua voz e sua conexão com o público brasileiro.
SERVIÇO
Roy Khan – The Black Halo And Beyond em São Paulo Data: 17 de outubro de 2026 Horário: 17h Local: Carioca Club Convidado especial: Maestrick Ingressos: Clube do Ingresso Venda online: https://www.clubedoingresso.com/evento/roykhan-theblackhaloandbeyond Realização: Arena Produtora e Agência Artística
Roy Khan – The Black Halo And Beyond em Porto Alegre Data: 25 de outubro de 2026 Local: Bar Opinião Convidado especial: Maestrick Abertura: Drahktar Ingressos: Sympla Venda online: https://bileto.sympla.com.br/event/119926 Realização: Arena Produtora, Agência Artística e Infinity Concerts
Integrante do Caravellus, músico grava baterias em Do You Still Believe?, faixa do terceiro capítulo da saga conceitual criada pelo ex-vocalista do Queensrÿche, um dos nomes mais importantes da história do metal progressivo.
O baterista brasileiro Rafael Ferreira vive um dos momentos mais importantes de sua carreira internacional ao participar das gravações de bateria da música Do You Still Believe? de “Operation: Mindcrime III”, novo álbum de Geoff Tate. A música também tem participação do John Moyer, baixista do Disturbed. Lançado em maio de 2026, o disco marca o retorno do lendário ex-vocalista do Queensrÿche ao universo de uma das obras conceituais mais importantes da história do heavy metal.
A presença de Rafael em um projeto ligado diretamente ao legado de “Operation: Mindcrime” amplia ainda mais a projeção do músico brasileiro fora do país. O álbum dá continuidade à saga apresentada originalmente em 1988 e revisita esse universo sob uma nova perspectiva, com a narrativa voltada para temas como manipulação, poder, controle e as consequências da revolução.
Sobre as gravações, Rafael Ferreira explica: “Quando recebi o convite do Kieran, aceitei prontamente. O Queensrÿche é uma banda que sempre admirei e acompanhei desde a adolescência. Participar de um álbum ligado a um nome tão icônico como Operation: Mindcrime é, definitivamente, um passo muito importante para a minha carreira e também uma grande satisfação pessoal.”
Geoff Tate sobre Rafael Ferreira: “Rafael chegou até mim muito bem recomendado pelo Kieran e, quando ouvi a música com a bateria dele, finalmente sentimos que ela estava pronta. Ele sabia exatamente onde estava o groove e se encaixou na música como uma luva.”
Kieran Robertson, guitarrista de Geoff Tate, sobre Rafael Ferreira: “Depois de tocar com o Rafael várias vezes em Los Angeles e vê-lo trabalhar, ele foi uma escolha fácil. Ele chegou e gravou as partes em cerca de dois takes, e a música simplesmente se encaixou. Sou muito grato por ele ter tocado nessa música.”
Com 13 faixas, incluindo “The Scene Of The Crime”, “The Answer”, “Vulnerable”, “The Devil’s Breath”, “Power” e “A Monster Like Me”, “Operation: Mindcrime III” reafirma a proposta dramática, pesada e cinematográfica associada ao nome de Geoff Tate. O trabalho conecta passado e presente ao expandir uma mitologia que atravessou gerações de fãs do Queensrÿche e do metal progressivo.
Atualmente radicado em Los Angeles, nos Estados Unidos, Rafael Ferreira construiu uma trajetória sólida como baterista de estúdio, turnê e gravação. Entre seus trabalhos mais importantes está o Caravellus, banda brasileira de power metal progressivo formada em Recife, em 2002, que se tornou uma das referências nacionais na união entre técnica, peso, elementos progressivos e identidade brasileira.
Nesse contexto, Rafael Ferreira se destacou por aliar precisão, peso e musicalidade a uma proposta que exige domínio técnico e sensibilidade narrativa.
Além do Caravellus, Rafael tocou com Christina Aguilera ao vivo e acumula experiência como músico profissional em diferentes frentes, incluindo atuação como baterista de sessão, turnê e estúdio. Sua participação em “Operation: Mindcrime III” representa mais um passo importante em uma carreira marcada pela versatilidade e pela presença em projetos de alta exigência musical.
Ao gravar em um álbum ligado ao nome de Geoff Tate e à história de “Operation: Mindcrime”, Rafael Ferreira insere seu nome em um capítulo relevante do metal progressivo mundial. Mais do que uma conquista individual, Rafael reforça a força dos músicos brasileiros em produções internacionais e coloca novamente o Brasil em evidência dentro de uma das linhagens mais respeitadas do heavy metal.
Rafael Ferreira estará em tour com o Caravellus em setembro no Nordeste: 03/09/2026 — Natal/RN – Backstage 04/09/2026 — João Pessoa/PB – Vila do Porto 05/09/2026 — Campina Grande/PB – London Pub 06/09/2026 — Recife/PE – Downtown Pub
Primeiro álbum solo do vocalista e baixista chega ao streaming pela Daga Music, enquanto o clipe filmado na Itália e no Brasil amplia a força visual do projeto lançado em formato físico pela Dynamo Records.
Andria Busic segue celebrando uma fase especial de sua trajetória com a chegada de seu primeiro álbum solo, “Life As It Is”, às plataformas digitais. O disco, lançado em formato físico pela Dynamo Records, agora também pode ser ouvido no streaming pela Daga Music, ampliando o alcance de um trabalho profundamente pessoal, produzido pelo próprio artista e construído a partir de experiências, memórias e temas que sempre acompanharam sua vida musical.
Junto com a chegada do álbum ao digital, Andria também apresenta o videoclipe de “The Templars”, uma das faixas de destaque do repertório. O vídeo foi finalizado por Victor Silva, genro de Andria, fotógrafo e videomaker que também idealizou a capa e o encarte do CD. A produção foi filmada por em dois cenários marcantes: na cidade de Soave, por Hugo Aspromonte, no norte da Itália, no histórico Castelo Scaligero, e também nos estúdios Mosh, na Granja Viana, em São Paulo.
Idealizado em meados de junho de 2025, “Life As It Is” nasceu como a realização de um antigo sonho de Andria Busic. O músico gravou bases de guitarra, baixo e voz em seu home studio, enquanto as baterias foram registradas nos estúdios Dharma Studios e Daga Studio, em São Paulo. A produção é assinada por Andria, com mixagem e masterização de Adriano Daga.
O álbum reúne participações especiais de nomes como Ivan Busic, Rodrigo Oliveira, Thiago Mello, Yohan Kisser, Ton Cremon, Tiago Mineiro, Roger Moreira, Marcos Kleine e Yuzo Akahori, consolidando o projeto como uma obra autoral cercada por amigos, familiares e grandes músicos da cena brasileira.
Entre os destaques está “Another Day”, faixa em que Andria divide os vocais com seu irmão, Ivan Busic, reforçando a conexão musical e afetiva entre os dois. Já em “Through Her Eyes (A Song to Stephanie)”, o álbum ganha um tom ainda mais íntimo, com uma homenagem à filha de Andria, Stephanie, fotógrafa responsável por todas as imagens do encarte do CD. A música ainda conta com um solo especial de Yohan Kisser.
O disco também traz Ton Cremon nos vocais de “Pedal to the Metal”, Tiago Mineiro nos teclados de “Different Ways”, “Hunter’s Heart”, “Spirit of the Wind” e “You Can Count on Me”, Roger Moreira, do Ultraje a Rigor, dividindo os vocais em “Sails of the North”, Marcos Kleine com solo em “Hey, Hey!”, e Yuzo Akahori levando a sonoridade do shamisen para “Blades of the Rising Sun”.
Em “You’re All Still With Me”, Andria presta uma homenagem especial aos amigos de infância Jack Fahrer, Ivan Busic e Marco Bavini, que também participam da faixa nos backing vocals. O resultado é um álbum que equilibra peso, emoção, memória afetiva e identidade artística, traduzindo em música a essência de seu criador.
Além da disponibilidade nas plataformas digitais, o CD físico de “Life As It Is” segue à venda pelo site da Dynamo Records.
Tracklist de Andria Busic – “Life As It Is”: A.I. Control Another Day Blades of the Rising Sun Different Ways Hey! Hey! Hunter’s Heart Pedal to the Metal Portals of Light Sails of the North Shake That Booty Spirit of the Wind The Templars Through Her Eyes (A Song to Stephanie) You Can Count on Me You’re All Still With Me
Com alternância entre compassos, uso do exótico Bulbul Tarang e letra sobre dualidade, faixa reforça a nova fase criativa da banda, que prepara o lançamento de seu segundo álbum para 29 de maio.
A banda LUFEH apresenta o single “Double Dip”, uma das faixas mais particulares de “Overwhelmed”, segundo álbum de estúdio da banda, previsto para 29 de maio de 2026. Com uma construção marcada pela combinação entre rock progressivo, metal, fusion e elementos melódicos, a música evidencia a proposta do grupo de ampliar sua identidade sonora sem abrir mão da técnica, da emoção e de uma linguagem acessível ao público. A formação do grupo reúne participação da vocalista Ginny Luke (violinos), com os integrantes Lufeh (bateria), Duca Tambasco (baixo e backing vocals), Deio Tambasco (guitarra e backing vocals) e Gera Penna (teclados e backing vocals).
Gravado no lendário Sunset Sound, em Los Angeles, estúdio que recebeu alguns dos maiores nomes da história da música, “Overwhelmed” representa um passo importante na trajetória da LUFEH. O álbum reúne oito composições e consolida uma formação experiente, formada por Lufeh Batera na bateria, Duca Tambasco no baixo e backing vocals, Deio Tambasco na guitarra e backing vocals, Gera Penna nos teclados e backing vocals, além de Ginny Luke nos vocais. A produção ficou a cargo de Gera Penna, com mixagem e masterização assinadas por Adair Daufembach.
Em “Double Dip”, a banda aposta em uma arquitetura rítmica que alterna compassos 6/8 e 4/4, criando uma sensação de movimento constante e imprevisibilidade. A faixa também chama atenção logo na introdução pelo uso do Bulbul Tarang, instrumento de cordas pouco comum no rock progressivo, que acrescenta uma textura singular ao arranjo e reforça a busca da LUFEH por novas possibilidades sonoras.
“Essa faixa tem uma complexidade rítmica muito particular. Alternamos entre compassos 6/8 e 4/4, o que pode deixar as pessoas curiosas no começo, mas o resultado final é incrível”, destaca a banda. “Um dos destaques é o Bulbul Tarang, um instrumento de cordas incomum que usamos na introdução. Na letra, a música fala sobre a impossibilidade de servir a dois senhores e sobre a luta de viver com esse tipo de dualidade.”
A temática de “Double Dip” aprofunda um dos eixos conceituais de “Overwhelmed”: o conflito interno diante das pressões, escolhas e contradições da vida contemporânea. Ao tratar da impossibilidade de sustentar duas direções opostas ao mesmo tempo, a faixa transforma uma reflexão existencial em música de alta intensidade, equilibrando técnica instrumental, refrões marcantes e camadas de interpretação.
A nova fase da LUFEH também marca uma mudança importante no processo criativo do grupo. Diferentemente do álbum anterior, em que muitas composições nasceram primeiro como peças instrumentais para depois receberem voz, “Overwhelmed” foi concebido desde o início com maior atenção às melodias vocais e à fluidez das canções. Esse direcionamento aparece de forma clara em “Double Dip”, que une sofisticação rítmica e identidade progressiva a uma estrutura capaz de dialogar com diferentes públicos.
Com influências que passam por Rush, Dream Theater, Haken, Sleep Token e Tool, a LUFEH segue construindo uma sonoridade própria, baseada na combinação entre experiência, amizade musical e liberdade criativa. O núcleo da banda reúne músicos que se conhecem há décadas e que trazem para o novo álbum uma conexão artística amadurecida, sem perder o impulso de experimentação.
“Double Dip” chega, portanto, como uma das principais portas de entrada para “Overwhelmed”. A faixa resume a ambição do disco: ser técnico sem soar frio, progressivo sem perder impacto, pesado quando necessário e melódico o suficiente para permanecer na memória do ouvinte.
Tracklist de “Overwhelmed”: He Commands The Sun And The Stars Breathe Double Dip Overwhelmed Feels Like I’m A Ghost Live The New Today War Of Emotions End Of The Tunnel
Novo álbum encerra a trilogia conceitual iniciada em Vera Cruz e continuada em Eldorado, com participações de Roy Khan em “CIRCLE OF DUST” e Veronica Bordacchini na faixa-título.
O cantor, compositor e produtor Edu Falaschi anuncia oficialmente o lançamento de MI’RAJ, novo álbum de estúdio que encerra a trilogia fictícia e conceitual desenvolvida ao lado do artista e escritor Fábio Caldeira, iniciada com Vera Cruz (2021) e continuada com Eldorado (2023). Com lançamento previsto para junho, o trabalho representa o desfecho definitivo da saga e consolida uma das fases mais ambiciosas da carreira solo do artista.
Como destaque, Edu confirma as participações especiais de Roy Khan, na faixa “Circle of Dust”, e de Veronica Bordacchini, vocalista do Fleshgod Apocalypse, na faixa-título “MI’RAJ”. Ambientado em 1519, em territórios otomanos, o álbum apresenta o capítulo final da jornada de Jorge, protagonista da trilogia, em meio a conflitos espirituais e à busca por revelação, identidade e propósito.
Musicalmente, MI’RAJ é o disco mais diverso da trilogia, reunindo elementos da musicalidade étnica da região, escalas modais, texturas atmosféricas e influências que dialogam com o power metal, o rock progressivo, o fusion e arranjos contemporâneos. A mixagem e a masterização ficam a cargo de Dennis Ward, que também trabalhou em Vera Cruz e Eldorado, enquanto a capa foi criada por Carlos Fides, com conceito centrado na figura de uma Vidente, guardiã do Portal dos Doze Véus.
Outro momento marcante do disco é “Intuição”, primeira música inédita em português lançada por Edu Falaschi em 24 anos, reforçando o peso simbólico e artístico de MI’RAJ dentro de sua trajetória.
Edu Falaschi comenta participações do álbum:
Ter convidados especiais nesse disco foi algo muito significativo pra mim, tanto no aspecto artístico quanto pessoal. Poder dividir essas músicas com artistas que eu admiro profundamente elevou o resultado a um outro nível.
Com o Roy Khan, foi a realização de um sonho antigo. Ele sempre foi um dos meus cantores preferidos dentro do heavy metal, dono de uma das vozes mais bonitas e expressivas que eu já ouvi. Sou fã desde a época em que escutei o álbum Flow da banda Conception, e aquilo me marcou profundamente. Ter a oportunidade de cantar ao lado dele agora é algo que realmente carrega um peso emocional muito grande pra mim. Na música “Circle of Dust”, ele entregou exatamente aquilo que eu imaginava, colocou toda a identidade dele, aquela interpretação única, e conseguiu deixar a música ainda mais bonita e intensa.
Já com a Verônica Bordacchini, também foi uma grande honra. Além de ser uma cantora incrível, com uma voz lindíssima, ela é uma pessoa maravilhosa. Sempre achei muito interessante essa mistura de estilos, porque ela vem de uma banda de metal sinfônico com influências de death metal, a FLASHGOD APOCALYPSE, e mesmo assim tem uma formação e uma versatilidade que permitem que ela transite por diferentes abordagens vocais com muita naturalidade.
Na música “Mi’raj”, ela trouxe exatamente isso: uma interpretação limpa, suave em alguns momentos, mas também agressiva quando necessário, sempre com muita personalidade. O resultado ficou sensacional. E teve um aspecto ainda mais especial, quando eu a convidei, ela demonstrou um entusiasmo muito genuíno, porque é fã da fase do Angra em que eu participei, especialmente dos álbuns Rebirth e Temple of Shadows. Ela me falou coisas muito bonitas, de fã mesmo, coisas que vêm do coração.
E isso faz diferença. Ter pessoas com essa energia positiva, com essa conexão verdadeira com a música, participando do projeto, não só agrega artisticamente, mas também cria um ambiente muito mais forte e autêntico. E o resultado final reflete exatamente isso, músicas mais vivas, mais intensas e com muito mais identidade.
Crédito: Divulgação
Sobre sua participação no álbum, Veronica Bordacchini declarou:
“Estou extremamente emocionada e profundamente honrada por finalmente anunciar que fui convidada pelo lendário Edu Falaschi para fazer uma participação especial em seu próximo álbum! Dizer que isso é um sonho realizado seria pouco. Edu é um verdadeiro ícone, que ajudou a moldar a história do power metal melódico, e trabalhar ao lado dele tem sido uma jornada incrível. A música é intensa, cinematográfica e cheia da energia pela qual Edu é conhecido. Desde o momento em que ouvi a demo, soube que ela era para mim. Ela acerta em cheio em todos os pontos e combina perfeitamente com o meu estilo vocal, permitindo que eu ultrapasse meus próprios limites. Como sempre, a composição é magistral, tecendo uma história que mal posso esperar para que todos vocês ouçam. Obrigada, Edu, pela sua confiança e por me receber no seu universo musical. Coloquei meu coração inteiro nesta performance e mal posso esperar para que os fãs vivenciem a magia que criamos juntos.”
Crédito: João Zitti
Roy Khan comenta sobre sua participação:
Como muitos de vocês já devem saber, o Edu me convidou para fazer uma participação especial no show dele no Tokio Marine, em janeiro de 2024. Tivemos algumas conversas sobre a carreira solo dele que me despertaram para começar a planejar algo semelhante. Também falamos sobre fazermos mais coisas juntos, e ele me convidou primeiro para tocar um set de músicas do Kamelot em julho de 2025, com uma orquestra sinfônica completa no palco. Foi uma experiência incrível! Nessa mesma viagem, pude ouvir parte do material novo dele, e já dava para perceber que este seria um grande álbum. Fiquei empolgadíssimo quando ele me ligou, há alguns meses, e perguntou se eu gostaria de participar de uma música com ele; “Circle of Dust” é um verdadeiro petardo, com versos sombrios e um refrão matador, totalmente dentro daquilo que combina comigo, além de ter uma letra que se encaixa perfeitamente na minha forma de interpretar. Edu tem sido uma verdadeira bênção para mim na estruturação dos meus projetos solo, e sou muito grato por continuarmos amigos. O Brasil agora ocupa um lugar muito especial no meu coração.
Tracklist oficial de Mi’raj: Watchers Of The Light Here I Stand Mi’raj Echoes Of Vows Unchained Intuição Circle Of Dust On Your Own Wrath Into The War
Disco do vocalista e baixista reúne participações especiais e marca a realização de um sonho antigo do músico, com lançamento físico já pronto para o público.
Andria Busic realiza um antigo sonho com o lançamento de seu primeiro CD solo, “Life As It Is”, idealizado em meados de junho de 2025 e agora pronto para chegar ao público em formato físico pela Dynamo Records. Com produção assinada pelo próprio artista, o álbum traz composições inspiradas em experiências pessoais e temas que sempre acompanharam sua trajetória, além de ter sido gravado entre o home studio de Andria, onde registrou bases de guitarra, baixo e voz, e os estúdios Dharma Studios e Daga Studio, em São Paulo, onde foram gravadas as baterias. A produção do álbum é assinada por Andria Busic, com mixagem e masterização de Adriano Daga. O trabalho também estará disponível em todas as plataformas digitais pela Daga Music em algumas semanas.
“Life As It Is” reúne participações especiais de nomes como Ivan Busic, Rodrigo Oliveira, Thiago Mello, Yohan Kisser, Ton Cremon, Tiago Mineiro, Roger Moreira, Marcos Kleine e Yuzo Akahori, consolidando o projeto como um trabalho profundamente pessoal e ao mesmo tempo cercado de grandes colaboradores.
O processo de criação de “Life As It Is” aconteceu de forma intensa e natural. Segundo Andria, as inspirações surgiram “a jato”, como se tudo já estivesse encaminhado. As letras nasceram como reflexo direto de vivências reais, traduzindo assuntos que sempre fizeram parte de sua vida e de sua identidade artística.
Entre os destaques do repertório está “Another Day”, faixa em que Andria divide os vocais com seu irmão, Ivan Busic, reforçando a conexão musical e afetiva entre os dois. Já em “Through Her Eyes (A Song to Stephanie)”, o álbum ganha um tom ainda mais íntimo: a música foi composta em homenagem à filha de Andria, Stephanie, fotógrafa responsável por todas as imagens do encarte do CD, e conta com um solo especial de Yohan Kisser.
A construção visual de “Life As It Is” também carrega forte participação familiar. A capa e o encarte foram idealizados por Victor Silva, genro de Andria, fotógrafo e videomaker que também finalizou o primeiro clipe do disco, “The Templars”. O vídeo foi filmado em dois cenários marcantes: na cidade de Soave, no norte da Itália, no histórico Castelo Scaligero, e também nos estúdios Mosh, na Granja Viana. A arte final do encarte ficou a cargo do ilustrador Alex Almeida.
O disco ainda reúne outras colaborações de peso. Ton Cremon participa com os vocais em “Pedal to the Metal”. O tecladista Tiago Mineiro acrescenta sua musicalidade às faixas “Different Ways”, “Hunter’s Heart”, “Spirit of the Wind” e “You Can Count on Me”. Roger Moreira, do Ultraje a Rigor, canta ao lado de Andria em “Sails of the North”, enquanto Marcos Kleine, também do Ultraje a Rigor, assina um solo em “Hey, Hey!”. Já Yuzo Akahori leva a sonoridade do shamisen para “Blades of the Rising Sun”.
Em “You’re All Still With Me”, Andria presta uma homenagem especial aos amigos de infância Jack Fahrer, Ivan Busic e Marco Bavini, que também participam da faixa nos backing vocals. O resultado é um álbum que equilibra peso, emoção, memória afetiva e identidade artística, traduzindo em música a essência de seu criador.
Pouco tempo atrás, Andria conversou com seu amigo Eric de Haas, e juntos acertaram o lançamento do CD físico, agora concretizado pela Dynamo Records. Mais do que um novo trabalho, “Life As It Is” representa a realização de um projeto sonhado há anos e finalmente transformado em realidade com personalidade, autenticidade e emoção.
Confira o tracklist de Andria Busic – “Life As It Is”:
01 – A.I. Control 02 – Another Day 03 – Blades of the Rising Sun 04 – Different Ways 05 – Hey! Hey! 06 – Hunter’s Heart 07 – Pedal to the Metal 08 – Portals of Light 09 – Sails of the North 10 – Shake That Booty 11 – Spirit of the Wind 12 – The Templars 13 – Through Her Eyes (A Song to Stephanie) 14 – You Can Count on Me 15 – You’re All Still With Me
Single traz abordagem social em linguagem progressiva e reúne Alírio Netto (vocal), Felipe Andreoli (baixo), Pedro Tinello (bateria) e Vithor Moraes (teclados e orquestrações) em uma produção assinada pelo guitarrista e compositor brasileiro.
O guitarrista Luiz Toffoli acaba de lançar o single “Shadows of a Man”, composição de metal progressivo que abre caminho para o álbum “Beyond the Garden”, previsto para julho deste ano. A faixa marca mais um passo na consolidação de sua trajetória autoral e chega cercada por nomes de destaque da cena pesada brasileira, como Alírio Netto nos vocais, Felipe Andreoli no baixo, Pedro Tinello na bateria e Vithor Moraes nos teclados e orquestrações. A mixagem e a masterização ficaram a cargo de Adair Daufembach.
Com temática voltada a questões sociais profundas, “Shadows of a Man” reforça a proposta artística de Toffoli, que atualmente conduz o projeto como carreira solo, embora tenha planos de transformá-lo em uma banda no futuro. “Atualmente este trabalho é uma carreira solo, mas tenho perspectiva que no futuro seja uma banda. Este sempre foi meu maior sonho de carreira”, afirma o músico.
A escolha dos convidados, segundo Luiz Toffoli, aconteceu de forma natural a partir da admiração que carrega por cada um deles. “A escolha foi fácil, pois todos estão entre meus maiores ídolos. Penso que da mesma forma que desejamos o melhor para qualquer coisa que façamos, eu queria os melhores para interpretar minhas músicas”, destaca. O resultado é uma faixa que une técnica, sensibilidade e uma sonoridade grandiosa, alinhada à proposta progressiva do trabalho.
Natural de Ourinhos/SP, Luiz Toffoli começou a estudar guitarra em 2008, aos 14 anos. Em 2012, fundou a banda Enigma Garden, nome que mais tarde, em 2023, seria reaproveitado no título de seu primeiro disco solo. Em 2020, mudou-se para Curitiba para cursar Composição e Regência na EMBAP. Já em 2023 e 2024, ampliou sua visibilidade ao realizar shows pelo Brasil com Angra, Symphony X e Kiko Loureiro, além de lançar o DVD “Live At Ópera de Arame”.
O lançamento de “Shadows of a Man” também chega acompanhado de videoclipe, reforçando o cuidado estético e conceitual do projeto. “Me sinto realizado pelo trabalho finalizado, por poder estar ao lado de grandes músicos e compartilhar minhas composições com os fãs que sempre me apoiaram”, diz Toffoli. O músico ainda faz um agradecimento especial à equipe responsável pelo material audiovisual: “Créditos a Caike Scheffer que fez um trabalho incrível na captação e edição das imagens.”
Além de apresentar o primeiro capítulo de “Beyond the Garden”, Luiz Toffoli já prepara a continuidade dessa nova fase. O segundo single, “Gates of Eternity”, será lançado em 8 de maio, ampliando a expectativa em torno do disco completo e confirmando a ambição artística de um trabalho pensado para firmar seu nome entre os novos destaques do metal progressivo brasileiro.
Por Caike Schaffer
Formação em “Shadows of a Man” Luiz Toffoli – guitarra Alírio Netto – vocal Felipe Andreoli – baixo Pedro Tinello – bateria Vithor Moraes – teclados e orquestrações
Créditos de áudio Luiz Toffoli – produção Adair Daufembach – mixagem, masterização e coprodução
Créditos de vídeo Scheffer Produções Direção: Caike Scheffer Câmeras: Caike Scheffer e Cayo Chaves Gomes Edição: Gabriel Coelho e Gaby Vessoni
Com sonoridade sofisticada, rock progressivo e forte carga sensível, a banda apresenta música que reflete sobre o esgotamento da vida contemporânea e antecipa a identidade do disco que será lançado em 29 de maio.
A banda LUFEH lança “Overwhelmed”, faixa-título de seu novo álbum, como uma síntese poderosa da proposta artística que conduz esta nova etapa da banda. Com uma sonoridade que equilibra densidade, técnica e apelo melódico, o grupo mergulha em temas ligados à sobrecarga emocional e mental, transformando inquietações do cotidiano em música de forte impacto. A formação do grupo reúne participação da vocalista Ginny Luke (violinos), com os integrantes Lufeh (bateria), Duca Tambasco (baixo e backing vocals), Deio Tambasco (guitarra e backing vocals) e Gera Penna (teclados e backing vocals), consolidando uma unidade musical marcada por experiência, entrosamento e abertura para novas texturas sonoras. O álbum Overwhelmed será lançado em 29 de maio de 2026.
Escrita por Deio Tambasco, “Overwhelmed” ganha personalidade logo nos primeiros instantes, com a introdução conduzida pelo violino de Ginny Luke, elemento que amplia o alcance emocional da faixa e ajuda a diferenciá-la dentro do repertório do disco. Lufeh destaca a importância dessa escolha para o resultado final da música. “Essa é a faixa-título do álbum, escrita pelo nosso guitarrista Deio Tambasco. O grande destaque aqui é o violino de Ginny Luke na introdução. Ter uma violinista conosco realmente transformou a música e a levou para um lugar único.”
No campo lírico, a composição se conecta de forma direta com a sensação de cansaço, aceleração e excesso que marca a vida contemporânea. A proposta da faixa é abordar o instante em que o corpo e a mente já não conseguem sustentar o mesmo ritmo, exigindo pausa, reflexão e retomada de equilíbrio. “Na letra, a canção aborda aquele ponto em que você sente que não consegue mais continuar correndo. Fala sobre ter ‘nós na cabeça’ e sentir uma ‘corrida de ratos superlotada’ dentro da alma por causa de tantas distrações da vida”, explica Lufeh. Na sequência, ele resume o núcleo da mensagem: “A mensagem principal é a necessidade de parar um instante para recarregar, respirar e desacelerar antes de perder o controle, porque o tempo está passando.”
“Overwhelmed” também funciona como uma espécie de eixo conceitual do trabalho. O álbum foi concebido a partir de uma abordagem mais madura de composição, já pensada em função das melodias vocais e da fluidez das canções, sem abrir mão da identidade progressiva da banda. Gravado no histórico Sunset Sound, em Los Angeles, o projeto reforça a intenção da LUFEH de ampliar sua linguagem musical com equilíbrio entre passagens técnicas, atmosfera emocional e acessibilidade. “Este álbum é resultado de muita dedicação, maturidade e da realização de um sonho. Gravar no histórico estúdio Sunset Sound, em Los Angeles, onde grandes nomes da música mundial registraram seus sucessos, foi uma experiência inesquecível”, afirma Lufeh.
A construção de Overwhelmed também reflete a longa convivência entre os integrantes e o modo colaborativo como a banda desenvolve suas ideias. O grupo buscou neste trabalho composições mais orgânicas, com temas marcantes, mais camadas vocais e arranjos pensados para valorizar tanto a complexidade quanto a experiência de escuta. O resultado é um disco que se propõe a dialogar com diferentes nuances do rock progressivo contemporâneo, preservando personalidade própria e reforçando a química entre músicos que já compartilham décadas de trajetória.
Tracklist de “Overwhelmed” He Commands The Sun and The Stars Breathe Double Dip Overwhelmed Feels Like I’m A Ghost Live The New Today War of Emotions End of the Tunnel
Registro de 2009 resgata show do Metalmorphose em Jundiaí, onde limitações técnicas deram lugar à energia, memória e conexão com fãs
Metalmorphose, banda pioneira do metal brasileiro, não está mais ativa, mas promove o lançamento de uma série de vídeos ao vivo em seu canal no YouTube. A proposta parte do conceito de arquivo documental, reunindo registros com valor histórico e sentimental. Em agosto de 2009, a banda carioca, então formada por Tavinho Godoy (vocal), Mario Sevciuc (guitarra), André Bighinzoli (baixo) e André Delacroix (bateria), vivia um momento de empolgação após retornar aos palcos em junho daquele ano, depois de 25 anos.
Em julho, André Bighinzoli foi a São Paulo e procurou o guitarrista Ricardo Micka Michaelis (Santuário, Naja, Extravaganza), idealizador do documentário Brasil Heavy Metal. Embora o material do filme já estivesse finalizado, surgiu a oportunidade de o Metalmorphose participar com a faixa “Luta” no CD. Micka também convidou a banda para um show de divulgação ao lado de Salário Mínimo e Volkana, no Heavy Rock Revival 4, produzido por Ricardo Batalha.
Para viabilizar a viagem, Bighinzoli conseguiu uma segunda apresentação no dia seguinte, em Jundiaí, no Metal Till Death. A chegada à cidade, após o show em São Paulo, foi marcada por baixa expectativa. No Bar do Bilé, a estrutura era limitada, com palco pequeno, som precário e sem iluminação adequada. Mesas de bilhar foram improvisadas para abrir espaço ao público e o baterista André Delacroix tocou sentado em um engradado de cerveja. “Quando perguntamos se o pessoal estava empolgado, a resposta de um cara na porta foi ‘o que sobrou tá aí'”, recorda Bighinzoli.
Apesar do cenário, a resposta foi surpreendente. O público presente demonstrou entusiasmo e cantou músicas antigas com intensidade, criando um ambiente de forte conexão. A banda, afiada, respondeu com uma apresentação energética. “O que me impressionou e me empolgou muito foi ver aquela galera cantando aquelas músicas que nunca tinham sido lançadas em CD. Tocamos material do Ultimatum (1985) e também da nossa demo de 86 que nunca tinha saído da gaveta. Você vê naquele vídeo que está todo mundo se divertindo muito, muitos sorrisos, muita energia boa. Até a Marielle Loyola (Volkana) estava lá curtindo”, conclui André Bighinzoli.
Vocalista do Maestrick destaca convite da gravadora, soma novo marco internacional à trajetória recente e reforça fase de grande reconhecimento com “Espresso Della Vita: Lunare”, show no Bangers Open Air, estreia nos Estados Unidos no ProgPower USA e novas parcerias.
Fabio Caldeira, vocalista do Maestrick, acaba de apresentar sua versão para “My Guardian Angel”, em participação especial nas comemorações pelos 30 anos da Frontiers Records. O lançamento reforça o reconhecimento internacional ao trabalho do cantor brasileiro, convidado pela gravadora para interpretar uma música do Place Vendome, projeto que tem Michael Kiske, uma de suas maiores referências, nos vocais. A releitura chega em um momento particularmente simbólico da carreira de Fabio, que vem acumulando conquistas expressivas no Brasil e no exterior.
Sobre o convite, Fabio destaca: “Tive a honra de ser convidado pela Frontiers Records, por conta do álbum de 30 anos da gravadora, a cantar uma música do Place Vendome, projeto que tem nos vocais um dos meus heróis, Michael Kiske! Espero que gostem!”. A participação ganha ainda mais peso por se somar a uma sequência de realizações que têm marcado um período especial em sua trajetória, incluindo o lançamento de Lunare pela própria Frontiers no ano passado, a apresentação no Bangers Open Air e a estreia do Maestrick nos Estados Unidos.
Esse contexto ajuda a dimensionar a relevância da atual fase vivida por Fabio Caldeira. Além da projeção internacional, o músico também recebeu reconhecimento em importantes votações especializadas. No portal internacional Progspace, ficou em sexto lugar entre os vocalistas, enquanto Lunare alcançou a quarta colocação. Já na tradicional votação da revista Roadie Crew, Fabio conquistou o terceiro lugar em duas categorias: vocalista e tecladista. O conjunto desses resultados reforça a força de uma trajetória que vem se consolidando com consistência, versatilidade e crescente visibilidade.
A nova versão de “My Guardian Angel” também dialoga com esse momento de expansão artística, que segue em movimento com outros trabalhos recentes, como o novo single do Confessori. Ao somar seu nome a uma celebração internacional da Frontiers Records e, ao mesmo tempo, colecionar marcos importantes em diferentes frentes, Fabio Caldeira reafirma 2025 e 2026 como um período decisivo de sua carreira, marcado por reconhecimento, projeção e por uma presença cada vez mais forte no cenário do rock e do metal progressivo.
Banda de rock progressivo fundada por brasileiros residentes em Los Angeles, nos Estados Unidos, antecipa single de álbum previsto para 29 de maio e apresenta faixa que combina complexidade rítmica, peso e forte apelo melódico com participação de Ginny Luke.
A banda LUFEH inicia um novo capítulo de sua trajetória com o lançamento de “He Commands The Sun and The Stars”, primeiro single do álbum Overwhelmed, que chega em 29 de maio de 2026 em lançamento independente com distribuição pela DistroKid. Sediada em Los Angeles, nos Estados Unidos, e dedicada a uma fusão de rock progressivo, metal e influências de jazz, a banda é formada por Ginny Luke (vocal), Lufeh (bateria) Duca Tambasco (baixo e backing vocals), Deio Tambasco (guitarra e backing vocals) e Gera Penna (teclados e backing vocals).
Faixa de abertura de Overwhelmed, “He Commands The Sun and The Stars” é destacada pela própria banda como uma das composições mais fortes do repertório. A letra aborda a figura de um homem poderoso, capaz de comandar o sol e as estrelas, mas que passa a ser questionado justamente pela multidão que o idolatra.
Lufeh explica sobre o single a nova fase da banda:
“Essa nova fase da LUFEH nasce de uma evolução natural da banda, agora mais madura, mais entrosada e compondo já com as vozes em mente, algo diferente do que aconteceu no primeiro álbum. A entrada do guitarrista Deio Tambasco também foi fundamental para direcionar o grupo a um novo caminho.”
O single funciona como cartão de visitas de um álbum que busca consolidar a evolução sonora da LUFEH. Gravado no histórico Sunset Sound, em Los Angeles, Overwhelmed foi produzido por Gera Penna e conta com mixagem e masterização de Adair Daufembach. O trabalho reúne canções impactantes, baladas pesadas, passagens com pedal duplo e solos de guitarra, baixo e teclado, sempre em equilíbrio com a interpretação de Ginny Luke.
A participação de Ginny Luke é um dos elementos centrais desta nova fase. Após testar quatro cantores diferentes, o grupo definiu Ginny como nova vocalista convidada. Além da voz, ela também contribui com violino em faixas do disco, ampliando o alcance estético do trabalho e adicionando novas texturas ao som da LUFEH.
Overwhelmed será o segundo álbum de estúdio da banda e sucede Luggage Falling Down, lançado em 2020. Desde então, a LUFEH vem sendo reconhecida por unir refinamento técnico, intensidade e senso melódico em uma linguagem própria. Agora, com “He Commands The Sun and The Stars”, o grupo apresenta a primeira amostra de um disco de oito faixas que pretende aprofundar essa identidade e reafirmar a força criativa de uma formação construída a partir de décadas de convivência musical.
Tracklist de “Overwhelmed”: He Commands The Sun and The Stars Breathe Double Dip Overwhelmed Feels Like I’m A Ghost Live The New Today War of Emotions End of the Tunnel
Evento em São Paulo marcará a primeira audição da versão final do disco que encerra a trilogia do artista, com pocket show acústico e acesso restrito exclusivamente a quem adquirir o box Mi’raj.
Edu Falaschi vai realizar uma audição exclusiva do álbum Mi’raj, trabalho que encerra a trilogia apontada pelo artista como uma das mais importantes de sua carreira. O encontro foi concebido como uma ação especial de lançamento para apresentar, em primeira mão, a versão final do disco aos fãs que adquirirem o box do álbum.
A iniciativa reforça o caráter simbólico de Mi’raj, projeto que representa o fechamento de um ciclo artístico e pessoal para Edu Falaschi. Segundo o artista, a conclusão da trilogia não poderia acontecer sem uma entrega à altura do significado que esse trabalho carrega. “Como muitos já sabem, a trilogia que mudou minha vida está prestes a ser concluída. E eu não fecharia esse ciclo sem criar algo novo e especial”, afirma.
Edu também destaca o longo processo de construção do álbum, da composição à finalização. “Do dia em que eu começo a primeira composição até a finalização de um álbum, é um processo que leva mais de um ano. Por isso, eu quero ter a certeza de que cada segundo tenha valido a pena”, diz o músico. Ainda de acordo com ele, a participação dos fãs mais próximos é parte essencial desse momento: “É aí que entram meus fãs mais próximos”.
Além da audição da versão final de Mi’raj, o evento contará com um pocket show acústico com versões especiais da carreira de Edu Falaschi. Para o artista, o encontro também é uma forma de reconhecer o apoio recebido ao longo de toda a trajetória do projeto. “Essa constante energia de criação não seria possível sem o apoio de vocês. Jamais esquecerei o carinho de cada um”, declara.
O acesso ao evento será restrito exclusivamente a quem comprou o box Mi’raj. Não se trata, portanto, de uma ação aberta ao público geral. A proposta, segundo Edu, é preservar a proximidade e a exclusividade desse primeiro contato com o disco para fãs que o apoiam incondicionalmente. “Quero escutar a versão finalizada do Mi’raj com vocês, pessoalmente, de preferência”, afirma. Ele complementa: “Seria impossível fazer um evento desses aberto ao público, por questões de logística. E também porque quero manter a proximidade e exclusividade com meus amigos, familiares e fãs mais próximos nesse primeiro contato com o disco”.
A audição será realizada em São Paulo e reunirá os compradores do box em uma experiência presencial e intimista. “Assim que a master final desse disco ficar pronta, as primeiras pessoas a escutar serão meus fãs mais assíduos”, diz Edu. “Quem estiver comigo nesse momento histórico vai ter a oportunidade de celebrar, se emocionar e me dizer, olhando nos meus olhos, se fechamos ou não essa trilogia com chave de ouro.”
Os compradores do box que não puderem comparecer presencialmente terão acesso a um link para acompanhar on-line o evento e a audição do álbum em alta definição. Quem já havia adquirido o box antes do anúncio também estará contemplado.
Serviço Evento: Audição Exclusiva Mi’raj Artista: Edu Falaschi Data: 2 de maio Horário: 18h Local: Casa Medieval, São Paulo (SP) Acesso: exclusivo para quem comprar o box Mi’raj Condições de entrada: mediante identificação, ingresso pessoal e intransferível, sem acompanhante Formato para ausentes: compradores do box que não puderem comparecer receberão link para acompanhar o evento e a audição on-line em alta definição Observação: compradores que já haviam adquirido o box antes do anúncio também têm direito ao acesso ao evento presencial ou ao link Pré-venda do box Mi’raj: https://www.lojaedufalaschi.com.br/boxmiraj
Band Photo by: @estudio.velvet @fbartmann e @fabiorrabelo
Primeiro lançamento do próximo álbum, “On the Shortness of Life”, marca nova etapa da banda gaúcha, que também subirá ao palco do festival japonês em 25 de outubro com formação especial ligada a fases marcantes de sua trajetória.
O HIBRIA tem o prazer de apresentar o novo single “Undying”, primeira amostra do próximo álbum de estúdio, “On the Shortness of Life”, que será lançado em 8 de agosto de 2026. Além do novo material, a banda confirmou presença no festival Full Metal Japan em 2026, no dia 25 de outubro, em Yokohama, no Japão, no Pia Arena MM, com presença de Iuri Sanson (vocal) e Renato Osorio (guitarra), integrantes de uma das formações mais clássicas da banda. Atualmente, o HIBRIA é formado por Abel Camargo (guitarra), Velles (guitarra), Angelo Parisotto (vocal), William Schuck (bateria) e Benhur Lima (baixo).
Abel Camargo comenta sobre este momento para o HIBRIA:
É com imensa alegria que nós do HIBRIA anunciamos que estamos indo tocar no Japão pela oitava vez, na primeira versão do Full Metal Japan, “Powered” pelo Wacken Open Air. Esse momento tão especial ficará marcado na história com o lançamento do nosso oitavo álbum de estúdio ‘On the Shortness of Life”, justamente no ano em que a banda completa 30 anos de carreira. Para deixar tudo ainda mais espetacular, teremos dois irmãos Hibrianos tocando com a gente na Terra do Sol Nascente: Iuri Sanson e Renato Osório. Estamos preparando um show de perder o fôlego, em um espetáculo que ficará eternizado nas nossas mentes e corações.
Iuri Sanson comenta sobre o show especial do Japão:
“Orgulho muito grande de ter essa oportunidade de subir ao palco com o HIBRIA, especialmente no Japão, e no ano que a banda celebra 30 anos. Será uma grande festa que ficará para sempre na memória dos fãs.”
Sobre o novo single, o atual vocalista Angelo Parisotto explica:
Undying abre o álbum como um gesto de nascimento, não ingênuo, mas deliberado. Há aqui uma recusa silenciosa daquilo que Sêneca critica: a vida vivida por inércia, herdada, não escolhida. O eu-lírico surge como quem desperta para si, rompendo com o peso do passado e com a ideia de destino imposto. É menos sobre ser eterno, e mais sobre não desperdiçar o instante que se tem. A noção de “indestrutível” ou até “imortal” não aparece como negação da morte, mas como afirmação de uma vontade que se reescreve continuamente. Um espírito que se recusa a ser moldado pelo tempo e, por isso mesmo no seu átimo, passa a moldá-lo. Há algo inaugural em cada verso, como se viver, aqui, fosse um ato consciente pela primeira vez. Como faixa de abertura, ela busca estabelecer o eixo do álbum: não a duração da vida, mas a intensidade com que se decide habitá-la.
“Undying” funciona como um ponto de partida sólido para essa nova fase do HIBRIA. O single resgata elementos marcantes da identidade da banda, com peso, melodia e uma abordagem que dialoga com a essência do grupo, mas já introduz nuances que indicam um novo momento criativo. Mais do que antecipar integralmente a sonoridade de “On the Shortness of Life”, a faixa apresenta uma das faces do álbum, que deve ampliar esse universo com outras possibilidades estéticas e diferentes direções musicais, sem romper com o DNA que consolidou a trajetória do HIBRIA.
A música tem composição assinada por Abel Camargo e letra de Angelo Parisotto, sendo interpretada por Abel Camargo, Velles, Angelo Parisotto, William Schuck e Benhur Lima. A produção ficou a cargo de Renato Osorio, no Dry House Studio, enquanto a mixagem e a masterização foram feitas por Benhur Lima, no Angry Pick Studio. O lyric video foi desenvolvido por Gaby Vessoni, com arte de Carlos Fides.
Confira tracklist de “On the Shortness of Life”: 1 – Undying 2 – Fire Away 3 – Pulse 4 – Persist 5 – Melting Alive 6 – Against the Wall 7 – Animus 8 – On the Shortness of Life I – “Adiaphora” II – “Prohairesis” III – “Apatheia” IV – “Ataraxia” v – “Eudaimonia”
HIBRIA e o Japão
A relação do HIBRIA com o Japão é um dos capítulos mais consistentes de sua carreira internacional. A banda já realizou diversas passagens pelo país ao longo dos anos, consolidando uma base fiel de público e mantendo presença frequente no circuito local. Em 2024, por exemplo, o grupo realizou sua sétima turnê japonesa, evidenciando a continuidade desse vínculo.
Com “Undying”, o HIBRIA apresenta o primeiro passo de seu próximo álbum e, ao mesmo tempo, conecta esse novo momento a uma apresentação de forte apelo simbólico no exterior. Entre material inédito e reencontro com nomes importantes de sua história, a banda transforma 2026 em um ano de renovação e revisita de sua própria trajetória.
Vídeo dirigido por André Moraes transforma a atmosfera da faixa em uma história curta ambientada em um universo fantástico, enquanto a letra carrega uma dedicatória afetiva e pessoal
O Tierramystica apresenta o clipe de “Bedtime Stories”, produção que busca traduzir em imagens o lado mais delicado, imaginativo e sensorial da faixa. Com direção e roteiro de André Moraes, o vídeo foi concebido a partir de uma proposta narrativa que expande a experiência da música e aposta em elementos visuais ligados ao fantástico, ao circo e à fantasia, criando um complemento estético para a nova fase da banda.
A proposta do clipe foi desenvolver personagens que reforçassem o aspecto mais lúdico e delicado da canção. “A ideia do clipe era criar personagens colocando o lado mais tenro da música. Então a gente colocou uma fada, a criança entrando no circo, a bruxa, o ilusionista com a bola de cristal, além da banda tocando no cenário. São personagens que desenvolvemos dentro do possível, no tempo que um clipe permite”, conta Alexandre Tellini.
A proposta visual também nasceu da intenção de ir além de um formato baseado apenas em cenas de performance, construindo uma pequena narrativa com começo, meio e fim. “Para tornar interessante a audição da música e não ficar cansativo só com a coisa de ir a banda tocando, entendeu? Então a gente tentou criar uma pequena história com início, meio e fim. Essa é a ideia. A concepção do clipe foi feita pelo André Moraes, que é o diretor, e pela própria banda, a gente foi construindo junto também.” Gravado em Porto Alegre, o vídeo também recebeu contribuições criativas do elenco envolvido. “O Carlo, que aparece ali com a bola de cristal, ele deu várias ideias também, que a gente colocou no clipe”, explica o guitarrista Alexandre Tellini.
Além da construção visual, “Bedtime Stories” carrega um significado afetivo para a banda. Segundo o vocalista Guy Antonioli, a composição nasceu como uma homenagem às mães e conecta essa intenção à própria ideia do clipe. “Essa foi uma música que a gente fez… tanto o instrumental como a letra, elas foram focadas para as mães. Na época, eu tinha feito em homenagem à minha mãe. Ela tinha um câncer. Depois, ela veio a falecer. O Alexandre homenageou a mãe dele, que continua viva. O Luciano homenageou a mãe dele, que não está mais entre nós também. Enfim, é uma música feita para mães. Mas a ideia do clipe… o próprio nome da música é Histórias para Ninar, Histórias para Dormir. Então é aquela relação da mamãe com seu filho, botando ele para dormir. E aí ele sonha todas aquelas coisas que aparecem no clipe.”
O lançamento chega em um momento importante da trajetória do grupo. O Tierramystica está de volta após 12 anos com “Trinity”, terceiro álbum de estúdio e sucessor de “A New Horizon” (2010) e “Heirs Of The Sun” (2013). O novo trabalho reafirma a identidade construída pela banda ao longo de sua discografia, marcada pela fusão entre Power Metal e elementos do folk latino-americano, traço central de sua proposta artística. Em “Trinity”, o grupo mergulha no simbolismo da trilogia e explora ideias de unidade e espiritualidade presentes em diferentes culturas pré-colombianas.
Atualmente, o Tierramystica é formado por Guy Antonioli (vocal), Ricardo “Chileno” Durán (backing vocals, ocarina, charango e violões), Alexandre Tellini (guitarra), Luciano Thumé (teclados) e Diego Machado (bateria). A equipe técnica do clipe tem produção executiva de Cláudio Silberberg. André Moraes assina direção, roteiro e CGI, além da cinematografia ao lado de Cello. Vicente Gomes atuou como técnico de cabo, enquanto Evan James Kwonchi foi responsável pela edição e pelo color grading. O elenco conta com Francisco Ramos Wildner, Carlo Goidanich, Fernanda Paganin e Valéria Terres.
Cantor, produtor musical e um dos nomes mais versáteis da cena brasileira vive brilhante fase com o All Metal Stars após consolidar carreira nos palcos, nos estúdios e no mercado internacional
Thiago Bianchi vive um momento de forte repercussão no Heavy Metal brasileiro. À frente do All Metal Stars, projeto idealizado em parceria com a Arena Produtora, o cantor vem causando grande impacto por suas interpretações, presença de palco e consistência vocal ao longo da turnê. Em 16 shows realizados pelo país, a excursão teve forte resposta do público, casas cheias e ampla repercussão entre fãs e imprensa especializada. Concebido inicialmente como homenagem ao legado de Andre Matos, o projeto também aponta para o futuro ao caminhar em direção a uma identidade própria, com a proposta de se tornar uma banda definitiva com repertório autoral.
Esse momento ganha ainda mais peso pelo reconhecimento conquistado recentemente. Eleito o melhor vocalista de 2025 na tradicional votação da revista Roadie Crew, Thiago consolida uma carreira de 32 anos marcada por evolução técnica, reinvenção e permanência em alto nível. Sua história na música começou aos 14 anos, quando surgiu com sua primeira banda, Stonehenge. Logo no início da caminhada, já teve uma estreia incomum ao se apresentar em um grande evento no Maksoud Plaza, em São Paulo, experiência que ajudou a moldar sua relação com os palcos e com a dimensão do espetáculo.
Ao longo de mais de três décadas, Bianchi construiu uma trajetória sólida como cantor, compositor e também como produtor musical. Com mais de 500 discos produzidos, seu nome também se tornou referência nos bastidores da música pesada, tendo trabalhado com artistas e projetos ligados a nomes como Angra, Shaman, Kiko Loureiro, Edu Ardanuy e Edu Falaschi. Nos palcos, ganhou projeção especialmente com o Noturnall, banda com a qual ajudou a consolidar uma carreira de alcance internacional, com repercussão junto ao público da Europa, Japão e Estados Unidos. Sua passagem pelo Shaman, que em um primeiro momento foi recebida com desconfiança por parte de alguns fãs, hoje é amplamente reconhecida e celebrada, a ponto de muitos o apontarem como uma das possibilidades mais lembradas pelo público quando se discute quem poderia ter representado uma alternativa forte para o Angra em diferentes momentos de sua trajetória recente.
A força de sua carreira também está ligada à maneira como transformou episódios extremos em combustível artístico. Thiago Bianchi sobreviveu a dois dos momentos mais delicados de sua vida ao enfrentar um câncer, quando chegou a receber a previsão de apenas seis meses de vida, e mais tarde uma pancreatite severa, quadro em que ouviu dos médicos uma expectativa de apenas uma semana. Ao superar essas duas situações, passou a carregar também a imagem de artista associado à resistência, à superação e à capacidade de se reinventar, características que se refletem diretamente em sua presença de palco e em sua entrega vocal.
Ao mesmo tempo, o All Metal Stars fortalece a renovação do Metal nacional ao abrir espaço para novos nomes da cena, enquanto a Arena Produtora reforça um modelo profissional de gestão e produção. Nesse contexto, a união entre a experiência de Bianchi, sua relevância como intérprete e produtor e a estrutura empresarial do projeto ajuda a simbolizar uma nova fase para a música pesada no Brasil.
Não precisa de tempo pra processar, nem de replay mental, nem de comparação com outros shows. A gente sente no corpo. E quando sente assim, já era. Aquilo não vai embora tão cedo. O All Metal Stars, naquele 15 de março de 2026, foi exatamente isso.
Não foi um evento.
Foi um atravessamento. Eu cheguei cedo. E ainda bem.
Não por obrigação, mas por intuição. Algo dizia que aquela noite precisava ser vivida desde o começo.
Porque gosto e estou acostumado. Faz parte do ritual de ir a shows, principalmente os especiais. E este era especial!
O Krakenspit entrou sem rodeios, sem aquele ar de “vamos aquecer enquanto o público chega”. Não. Eles já chegaram com o palco ocupado. Peso firme, vocal seguro, guitarra de sete cordas preenchendo tudo com inteligência, e uma bateria que escapava do trivial, trazendo nuances progressivas que seguravam o ouvido.
Não era sobre impressionar.
Era sobre sustentar.
E sustentaram.
O público, que ainda estava se acomodando, foi sendo puxado. Não à força. Mas pela consistência.
Depois veio o Phornax.
E aqui a noite mudou de temperatura de vez.
Duas guitarras abrindo o som, deixando tudo mais largo, mais encorpado. E no fundo — ou melhor, no centro de tudo — a bateria com pedal duplo correndo solta, quase agressiva, quase urgente.
Edu Martinez é um nome que naturalmente chama atenção, mas o que ficou foi o coletivo. O impacto vinha do conjunto, da soma, do peso bem distribuído.
Quando eles saíram do palco, já não existia mais essa coisa de “show principal ainda vai começar”.
A noite já estava acontecendo.
22h01.
Eu lembro de olhar o relógio.
E lembro de não precisar mais dele depois.
Porque dali em diante, o tempo deixou de importar.
O All Metal Stars entra.
E antes de qualquer discurso, qualquer construção emocional, qualquer tentativa de criar clima:
Aquiles quebra um prato logo na primeira música!
Logo de cara. A pressão, a entrega, a porrada!
E aquilo não foi acidente.
Foi aviso. Até porque o Tripa Seca, roadie e técnico de som do Aquiles, trabalhou MUITO nesta noite!
O show não ia pedir licença.
A primeira sequência já veio como um golpe direto. Não só pelo peso das músicas, mas pela forma como elas se encadeavam. Não havia espaço vazio. Não havia respiro desnecessário. Era como se cada faixa puxasse a próxima, mantendo a chama acesa o tempo inteiro.
E isso fez toda a diferença.
Porque Andre Matos não cabe em pausas frias.
A música dele precisa de fluxo.
Precisa de entrega.
Precisa de continuidade emocional.
E ali, no meio de tudo isso, uma coisa ficou muito clara: ninguém estava tentando recriar o passado.
Edu Ardanuy talvez seja o melhor exemplo disso.
Vê-lo atravessando repertórios ligados a diferentes momentos da história do Andre já seria, por si só, algo marcante. Mas o que realmente impressionou foi o jeito.
Ele não tocou como quem copia.
Tocou como quem entende.
Os solos estavam lá. As músicas estavam lá. A essência estava preservada.
Mas havia vida.
Havia interpretação.
Havia identidade.
E isso é raro.
Porque é muito mais fácil se esconder atrás da fidelidade do que assumir o risco de tocar com personalidade.
Fábio Laguna, por sua vez, foi daqueles que sustentam tudo sem precisar chamar atenção o tempo inteiro.
Mas basta ouvir com cuidado.
O que ele faz não é acompanhamento.
É arquitetura.
E quando o show encontra aquele momento mais íntimo, mais reduzido, em piano e voz…
A casa muda.
Não fica mais silenciosa.
Fica mais profunda.
Saulo Xakol trouxe precisão. Linhas limpas, seguras, e um backing vocal que ajudava a dar corpo ao conjunto. E aí, de repente, o baixo ganha mais espaço. Um momento mais solto, mais groovado, com slap, que traz uma outra textura.
É detalhe.
Mas é aquele tipo de detalhe que transforma.
Guilherme Torres aparece como sinal de continuidade.
E isso, numa noite dessas, tem peso.
Quando Aquiles aponta para ele como nova geração, e isso vem respaldado por quem ajudou a construir a história lá atrás, não é só apresentação.
É reconhecimento.
É passagem.
Mas existe um ponto em que tudo isso deixa de ser análise.
E vira outra coisa.
Dani Matos entra.
E o ambiente muda.
Eu anotei durante o show uma frase que escutei Thiago Bianchi falar sobre Daniel Matos: “argamassa do projeto”.
E não consigo pensar em definição melhor.
Ele não está ali só como participação.
Ele está ali segurando tudo.
Dando liga.
Dando sentido.
Em alguns momentos, parece que o show se reorganiza ao redor dele.
E aí a música deixa de ser execução.
Vira vínculo.
E então vem o detalhe que, pra mim, muda tudo.
Thiago Bianchi anuncia alguém muito especial ali em cima, nos camarotes: a Senhora Sônia Coelho.
Mãe do Andre.
Assistindo.
Acenando.
Emocionada.
E emocionando.
Não precisa de anúncio.
Não precisa de luz direcionada.
Não precisa de discurso.
Só de saber que ela está ali já muda o peso da noite inteira.
Porque ali não é mais só público.
É família.
É origem.
É história olhando de volta para aquilo que foi construído.
E nesse momento você entende: isso não é só homenagem.
É devolução.
Aquiles, em vários momentos, demonstra entender exatamente isso.
Quando fala.
Quando apresenta.
Quando relembra.
Quando chama Dani.
Quando reverencia Sônia.
Ele não está conduzindo um show.
Está costurando memória.
As participações entram com naturalidade. Nada parece encaixado à força. Tudo flui dentro da proposta. As guitarras conversam. Não competem. Não disputam espaço.
Constroem juntas.
E isso é fundamental.
Porque esse repertório não sobrevive à vaidade.
Ele exige entrega coletiva.
Claro, nem tudo precisa ser perfeito.
E ainda bem.
Fica a sensação de que caberia mais. Outras fases. Outras músicas. Outros recortes. Avantasia. Virgo. Até o próprio Reason, que ficou de fora.
Mas isso não pesa como ausência. Pesa como possibilidade.
E o projeto claramente não termina ali.
A banda já entrosada, no meio da tour. Estrutura robusta. Gravação acontecendo. Anderson Bellini presente, possivelmente envolvido na parte audiovisual. E um detalhe curioso que não passa batido: datas no Japão aparecendo no merch do Thiago Bianchi.
Isso tem continuidade. Isso tem caminho.
Se existe uma provocação possível, ela passa por um detalhe técnico: algumas linhas de bateria do Shaman poderiam ter sido mais fiéis. São muito características, quase assinatura.
Mas talvez essa não seja a intenção. Talvez a proposta nunca tenha sido reproduzir. E sim reacender.
E aí, no fim, tudo se encaixa. Porque o All Metal Stars não tenta fazer o impossível. Não tenta ocupar o lugar do Andre.
Ele entende que esse lugar não se ocupa. Se respeita. E respeitar, naquela noite, foi tocar com verdade. Foi não fugir da saudade. Foi permitir que ela estivesse ali, em cada música, em cada silêncio, em cada olhar.
O show acabou. Mas não terminou.
Setlist All Metal Stars
Unfinished Allegro (Angra) Carry On (Angra) Here I Am (Shaman) Carolina IV (Angra) Time (Angra) Wuthering Heights (Angra) Living for the Night (Viper) Stand Away (Angra) Make Believe (Angra) Fairy Tale (Shaman) Letting Go (Andre Matos Solo) – Piano & Voz Lisbon (Angra) For Tomorrow (Shaman)
Bis:
Nothing to Say (Angra) Angels Cry (Angra)
Agradecimentos
Um evento dessa magnitude não acontece sozinho.
Registro aqui o reconhecimento à Arena Produtora, responsável por viabilizar essa noite, e à TRM Press, pela assessoria de imprensa que ajudou a dar visibilidade ao projeto.
Ao projeto All Metal Stars, pela coragem de transformar homenagem em algo vivo, pulsante e digno.
À família de Andre Matos, pela generosidade em permitir que esse tributo aconteça — e, em especial, à Sônia Coelho, cuja presença silenciosa deu a essa noite um significado impossível de mensurar.
Projeto abre material especial no canal oficial do artista no YouTube e resgata momentos de sua trajetória enquanto o cantor finaliza em estúdio o álbum Mi’raj e prepara nova turnê
Edu Falaschi deu início a uma nova série de vídeos dedicada à celebração de seus 35 anos de carreira. O primeiro episódio já está disponível em seu canal oficial no YouTube e marca o começo de um projeto pensado para compartilhar com o público momentos importantes de sua trajetória na música, revisitando experiências, bastidores e passagens que ajudaram a construir sua história no heavy metal.
A proposta da série é aproximar ainda mais os fãs da caminhada artística de Edu, reunindo lembranças e reflexões sobre diferentes fases de sua carreira. O material amplia as ações comemorativas em torno da marca de 35 anos na música e abre espaço para novos episódios que deverão aprofundar esse olhar sobre sua obra e seu percurso.
O lançamento acontece em um momento especialmente movimentado para o artista. Edu Falaschi está em estúdio na preparação final de Mi’raj, álbum que encerra sua trilogia, ao mesmo tempo em que organiza os próximos passos de sua nova fase nos palcos. Até o momento, quatro shows da nova turnê já foram divulgados, reforçando o início de mais um ciclo importante em sua carreira.
Com isso, o primeiro episódio da série surge como um registro que conecta passado, presente e futuro, ao mesmo tempo em que convida o público a acompanhar de perto essa celebração.
As primeiras datas confirmadas da turnê são:
07/08 – Rio de Janeiro @ Circo Voador 08/08 – Belo Horizonte @ Cine Theatro Brasil 15/08 – São Paulo @ Tokio Marine Hall 16/08 – Curitiba @ Stage Garden
Os ingressos para as primeiras datas e demais informações estão disponíveis no link oficial: https://linktr.ee/edufalaschi
Evento acontece no Jai Club, na Vila Mariana, com ingressos populares
No dia 19 de abril, a turnê “Lunare”, do Maestrick, passa por São Paulo em uma noite que também reúne Jack The Joker e New Democracy como convidados especiais. O evento acontece no Jai Club. A produção é da Infinity Concerts, produtora de Milton Mendonça, produtor do “ProgPower USA”.
O Maestrick vem se consolidando nos palcos, com presença em grandes eventos e expansão de alcance fora do Brasil. Em maio de 2025, a banda esteve no Bangers Open Air, levando ao festival um set que mesclou faixas já conhecidas e o clima da nova era. No segundo semestre de 2025, o grupo também realizou a estreia nos Estados Unidos ao integrar a programação do ProgPower USA XXIV, um dos festivais mais respeitados do circuito de power e prog metal. A banda é formada por Fábio Caldeira (vocal), Guilherme Carvalho (guitarra), Renato “Montanha” Somera (baixo), Charles Soulz (teclado) e Chris Oliveira (bateria).
Esse momento de crescimento acompanha a turnê que dá nome ao disco, anunciada como Lunare Tour, com agenda entre Brasil, América do Norte e Europa. No repertório, o destaque é o álbum Espresso Della Vita: Lunare, lançado em 2025 pela Frontiers, capítulo que dá sequência ao conceito do projeto e que agora ganha nova vida no palco, com uma apresentação pensada para sustentar a narrativa e a estética desse universo.
O Jack The Joker chega como convidado especial trazendo uma leitura moderna do metal progressivo, com identidade conectada ao Nordeste brasileiro. A banda é formada por Raphael Joer (vocal), Felipe Facó e Lucas Colares (guitarras elétrica e acústica), Gustavo Pinheiro (baixo) e Vicente Ferreira (bateria e percussões). Em 22 de agosto de 2025, o grupo lança o álbum de estreia The Devil To Pay In The Backlands pela Frontiers Music Srl, trabalho produzido por Adair Daufembach e construído a partir de uma fusão entre o peso do metal progressivo e referências culturais como maracatu, forró, baião e frevo, base rítmica que sustenta arranjos densos e camadas instrumentais elaboradas.
A New Democracy é uma banda de death metal melódico formada em 2012, em Varginha/MG, influenciada por nomes como Children of Bodom, Gojira, Arch Enemy e In Flames. Sua discografia inclui os EPs independentes A New Conception For You To Meet (2014) e Disgrace To The Family (2017), o álbum Death Possession (2019), acompanhado pelo lyric video de “Brutal Disgrace” e pelo videoclipe de “Killing In The Name Of God”, além de The Plague (2022), disco conceitual baseado na cultura egípcia que teve como destaques o single homônimo, o videoclipe de “Creation Of My Sin”, também lançado como single, e o lyric video de “Blood On Nile”; atualmente, a banda prepara um novo álbum e já apresentou três singles, “Born To Suffer”, com lyric video, “Unexpected Projection”, com participação de Fernanda Lira (Crypta, ex-Nervosa). A formação traz Rafael Lourenço (Daum) no vocal e guitarra, Fabrício Fernandes também na guitarra e backing vocal,Marcus Vinícius no baixo e backing vocal, Vinícius Borges (Banzai) nos teclados e Iago Rafael (Basturk) na bateria.
Serviço Infinity Concerts apresenta Maestrick, Jack The Joker e New Democracy Data: 19 De Abril Cidade: São Paulo, SP Local: Jai Club, Rua Vergueiro, 2676, Vila Mariana Abertura Da Casa: 17h Ingressos: https://www.jaiclub.com.br/maestrick
Nova turnê celebra o novo álbum MI’RAJ, os 35 anos de carreira e um especial dedicado aos álbuns “Aurora Consurgens” e “Aqua”.
O vocalista, compositor e produtor Edu Falaschi anuncia a Mi’raj & The Legacy Tour, um espetáculo que une a divulgação do álbum MI’RAJ à comemoração de 35 anos de trajetória na música e a um especial inédito dedicado a fases marcantes de sua carreira.
O show será dividido em três atos:
Ato I – The Trilogy: Repertório dedicado a Vera Cruz, Eldorado e MI’RAJ, apresentando ao vivo a força e a identidade da trilogia conceitual.
Ato II – The Legacy Years: Um panorama da carreira desde Mitrium, Venus e Symbols, passando por Almah até os clássicos do período no Angra, incluindo músicas que não são executadas há décadas e faixas raramente tocadas em turnês anteriores.
Ato III – Especial Aurora Consurgens & Aqua: Bloco dedicado aos álbuns Aurora Consurgens e Aqua, dois trabalhos emblemáticos da discografia do Angra.
Pela primeira vez, os fãs terão participação direta na construção do repertório.
O público poderá votar e escolher suas canções preferidas para cada um dos três atos do espetáculo, tornando cada apresentação ainda mais especial e conectada com a história vivida junto aos fãs.
A turnê passará por cidades selecionadas no Brasil, priorizando locais com estrutura adequada para receber uma produção de grande porte. A proposta é levar ao público um espetáculo completo, com palco grandioso, estrutura diferenciada e experiência imersiva, garantindo que cada apresentação seja um evento único.
As primeiras datas confirmadas da turnê são: 07/08 – Rio de Janeiro @ Circo Voador 08/08 – Belo Horizonte @ Cine Theatro Brasil 15/08 – São Paulo @ Tokio Marine Hall 16/08 – Curitiba @ Stage Garden
Os ingressos para as primeiras datas e demais informações estão disponíveis no link oficial: https://linktr.ee/edufalaschi
Com material inédito, clássicos e resgates históricos, a Mi’raj & The Legacy Tour se consolida como uma celebração definitiva da carreira de Edu Falaschi.
Não fique de fora desse momento histórico.
Essa não é apenas mais uma turnê, mas um encontro entre passado, presente e futuro de uma das vozes mais importantes do metal brasileiro.
O cantor, compositor e produtor Edu Falaschi anuncia oficialmente o lançamento de seu novo álbum de estúdio, MI’RAJ, que encerra a trilogia fictícia e conceitual, com enredo desenvolvido juntamente com o artista e escritor Fábio Caldeira, obra iniciada com Vera Cruz (2021) e continuada com Eldorado (2023). O novo trabalho representa o desfecho definitivo da saga construída ao longo dos últimos anos, consolidando uma das fases mais ambiciosas de sua carreira solo, com lançamento previsto para Junho deste ano.
A mixagem e masterização ficará a cargo do renomado produtor Dennis Ward, responsável pelo acabamento sonoro de Vera Cruz e Eldorado, além de trabalhos marcantes com Helloween, Unisonic, Angra, etc.
A arte de capa de MI’RAJ foi desenvolvida pelo artista gráfico Carlos Fides, com um conceito apresentando uma Vidente como figura central, guardiã do Portal dos Doze Véus que guia Jorge em sua travessia pelo deserto rumo à descoberta interior e à ascensão espiritual. Entre o azul profundo da noite e o dourado intenso do dia, a imagem revela a dualidade que sustenta toda a narrativa: luz e sombra, bem e mal, representados pelos exércitos da Ordem de Cristo e da Cruz de Nero. A luz que ela segura simboliza o conhecimento que conduz além do conflito exterior.
Os quatro elementos moldam essa jornada: a terra do deserto que prova a resistência, a água como fonte de vida e memória, o fogo que purifica e transforma, e o ar que guia o espírito. No céu, a constelação de Órion surge como símbolo de orientação ancestral, lembrando que, mesmo na batalha mais árdua, sempre existe um caminho para aqueles que sabem olhar além do horizonte.
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Ambientado no ano de 1519 em territórios Otomanos, MI’RAJ apresenta o capítulo final da jornada do protagonista Jorge, em meio a conflitos espirituais e batalhas entre a Cruz de Nero e a Ordem de Cristo.
Se Vera Cruz fala de descoberta e Eldorado fala de conquista e ambição, MI’RAJ fala de revelação e sobre entender quem nós somos, qual nosso propósito depois de atravessar nosso grande deserto interior.
Nessa ficção Jorge precisava voltar ao berço espiritual da humanidade para entender que a verdadeira jornada nunca foi geográfica, mas sim interna.
A atmosfera medieval da região influencia diretamente a identidade estética do álbum, tanto no conceito lírico quanto na sonoridade.
Musicalmente, trata-se do disco mais diverso da trilogia. MI’RAJ incorpora elementos característicos da musicalidade étnica da região, como escalas modais, timbres e texturas atmosféricas, características, inclusive, muito presentes na música nordestina do Brasil, que adquiriu através da cultura ibérica, elementos andaluzes, tudo isso integrados à base sólida do heavy metal. O álbum transita entre o power metal, o rock progressivo, rock fusion e abordagens contemporâneas de arranjo e produção. É um trabalho variado, cinematográfico e tecnicamente sofisticado, ampliando o espectro sonoro apresentado em Vera Cruz e Eldorado.
Outro momento marcante é a faixa “INTUIÇÃO”, a primeira música inédita em português lançada por Edu Falaschi em 24 anos, um marco simbólico dentro da trajetória do artista e da própria narrativa da trilogia.
Produção e gravações
O álbum está sendo coproduzido por Thiago Bianchi, parceiro de longa data que já esteve à frente da produção de Vera Cruz. As gravações estão acontecendo no Fusão Estúdio, estúdio de Bianchi, reforçando a continuidade estética e a confiança artística entre os dois músicos. Para Edu, gravar novamente ao lado de um grande amigo, presente em tantos momentos importantes de sua carreira, tem sido uma experiência especial e inspiradora.
As orquestrações de MI’RAJ serão novamente assinadas por Pablo Greg, reforçando a grandiosidade e o caráter cinematográfico do álbum.
A formação do álbum conta com:
Edu Falaschi: vocal Victor Franco: guitarras Diogo Mafra: guitarras Raphael Dafras: baixo Jean Gardinalli: bateria Fábio Laguna: teclados
As gravações de bateria aconteceram recentemente, marcando o primeiro registro oficial de Jean Gardinalli dentro da trilogia, agora com material totalmente inédito e identidade própria nos arranjos. Jean imprime personalidade, peso e maturidade às composições, consolidando sua assinatura artística neste novo capítulo.
Também foram concluídas as gravações de guitarra com o guitarrista Victor Franco, que estreia como músico oficial da banda, registrando pela primeira vez as guitarras de MI’RAJ. Com timbres próprios e personalidade marcante, Victor traz energia renovada, técnica refinada e forte identidade melódica, contribuindo para a complexidade e emoção que definem este álbum.
Na sequência vieram as gravações de baixo com Raphael Dafras, parceiro de longa data e reconhecido como um dos maiores baixistas do mundo. Neste novo trabalho, ele imprime sua marca inconfundível, unindo precisão técnica, musicalidade e timbres característicos que já são amplamente reconhecidos pelo público.
O disco ainda conta com participações fundamentais do guitarrista Diogo Mafra, especialmente em solos marcantes, e do tecladista Fábio Laguna, ambos companheiros de estrada há muitos anos. Cada um com estilo muito característico, agregam identidade, sofisticação e grandiosidade às gravações que concluem essa trilogia.
Como já é tradição nos trabalhos de Edu Falaschi, MI’RAJ também contará com convidados especiais, cujos nomes serão revelados em breve.
Tracklist oficial: MI’RAJ
WATCHERS OF THE LIGHT HERE I STAND MI’RAJ ECHOES OF VOWS UNCHAINED INTUIÇÃO CIRCLE OF DUST ON YOUR OWN WRATH INTO THE WAR
Com MI’RAJ, Edu Falaschi conclui uma trilogia que atravessa continentes, épocas e dimensões espirituais, reafirmando sua vocação para grandes narrativas épicas e consolidando sua identidade artística em um trabalho que une tradição, diversidade sonora e maturidade criativa.
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