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Sem Futuro: clipe de “Violência Na Cidade” reúne imagens de apresentações históricas e marcantes da banda curitibana

Sem Futuro é uma das principais bandas de Punk Rock da atualidade no Brasil, além de possuir uma obra incrível e totalmente disponibilizada nas plataformas digitais, onde facilmente é encontrado os dois fulls da banda. O grupo possuí em seu curriculum apresentações no maior festival de Punk do mundo, o Rebellion Festival que é realizado na Inglaterra.

Uma das músicas mais pedidas pelos fãs, é a faixa “Violência Na Cidade” do mais recente álbum, “Sempre Prontos Pro Que Der e Vier” (2018). E é justamente sobre essa música que iremos falar nessa matéria.

Recentemente o Sem Futuro disponibilizou o clipe oficial de “Violência Na Cidade” e as imagens presentes no vídeo, são de extrema importância para a banda curitibana. Com uma produção caseira, foi reunido imagens de várias apresentações da banda pela país, em sua cidade natal Curitiba e principalmente no festival “Rebellion Festival”.

Para que você entenda essa compilação de imagens que está presente no videoclipe, o músico e vocalista da Sem Futuro, “Minhoca”, revelou todas as captações que foram reunidas para “Violência Na Cidade”.

“Nesse videoclipe contrastamos a intensidade que a própria música possuí, com imagens de shows importantes de nossa carreira. O primeiro são imagens do Rebellion, onde estou vestido de freira, na sequencia vem nossa despedida de Curitiba antes de nosso embarque para a Inglaterra, incluímos vídeos de um dos shows mais fodas que fizemos que foi no Gol Skate Day que foi feito no centro cívico de Curitiba e cantando e xingando os políticos que estão no poder de nosso estado e as imagens mais frenéticas desse vídeo, com certeza, são dos shows que fizemos em Bolton, através de convite da banda “The Papas Hangos” e literalmente quebramos tudo com esses caras. Enfim foi isso, um videoclipe que reúne momentos marcantes de apresentações que estão marcadas em cada um de nós”.

Formação:

Minhoca: Vocal

Felpas: Guitarra

Tiagonha: Guitarra

Evil Leire: Baixo

Lalau: Bateria

Mais informações:

Facebook: https://www.facebook.com/semfuturo77/

Instagram: https://www.instagram.com/semfuturo77/

YouTube: https://www.youtube.com/user/minhocabemloco

Roadie Metal Press: http://roadie-metal.com/press/sem-futuro/

Velho Buffalo Ruffus: single “Você Não Sabe Onde Estou” é um singelo Foda-se aos indivíduos que não sabem escutar opinião alheia

Velho Buffalo Ruffus é uma das mais proeminentes bandas de Stoner Metal, ou se preferir, Power Drunk Metal, afinal sua sonoridade é carregada de peso, fúria e muita bebedeira.

Analisando o consumo da música nos dias atuais, a banda vem planejando lançar seus novo singles em formatos individuais, estilo “track by track”. E pensando nisso, antes de oficializar as novas músicas, o primeiro EP que foi lançado pelo Velho Buffalo Ruffus, “Terror”, será dissecado e todas as músicas terão seus conceitos revelados.

Para começar, a faixa de abertura do EP “Terror” intitulada de “Você Não Sabe Onde Estou”, foi composta pelo guitarrista e vocalista Saulo Jorge que, revelou onde se inspirou para compor essa pancada que é considerada um soco no queixo perante os fãs da banda.

“Essa música é uma crítica perante as falhas humanas que criam elos de comunicação, enviando mensagens e criando um diálogo com outras, porém quando é respondido, acaba por ouvir até onde lhe convém e não termina de escutar a opinião alheia. Essa música é uma experiência pessoal que vivi com uma ex-namorada e acabei escrevendo ela como uma forma de expressar um fato real, atualmente as pessoas só querem enviar informações, mas não receber, e isso se característica como uma falha gravíssima de comunicação. No final, “Você Não Sabe Onde Estou”, é uma forma de ligar o foda-se para esse tipo de gente e colocar a música acima disso tudo. Sobre os arranjos, minha inspiração vem diretamente do Slayer e Tom Araya, busquei trazer aquele ódio característico deles nos riffs e principalmente nos meus vocais, espero que as pessoas gostem e escutem essa faixa no volume máximo”.

Comprove você mesmo, o quanto essa música é poderosa e irá mexer com seu esqueleto. “Você Não Sabe Onde Estou” em seus dois minutos e poucos de porrada, pode ser conferida em todas as plataformas digitais e também, em track isolada no canal da banda no YouTube. Abaixo deixamos para sua escolha o link do Spotify ou do YouTube. Se preferir, procure em sua plataforma favorita.

Spotify:

YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=YTklfbIZtXo

Velho Buffalo Reffus é formado por:

Saulo Jorge – Vocal/Guitarra

Marcelo Rodriguez – Vocal/Guitarra

Rafael Tacci – Baixo

Danilo Dan Monster – Bateria

Mais informações:

Facebook: https://www.facebook.com/BuffaloRuffus/

Instagram: https://www.instagram.com/velhobuffaloruffus/

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCchi22k34nN88tUrrlzjJ_g

Roadie Metal Press: http://roadie-metal.com/press/velho-buffalo-ruffus/

Flowerleaf lança lyric video de ‘Paralysis’

Faixa abre o álbum de estreia, “Stronger”, lançado em novembro de 2018

Foto: Tamira Ferreira

“Paralysis”, faixa de abertura de “Stronger”, álbum de estreia da banda de symphonic metal FlowerLeaf, acaba de ganhar um lyric video. “A música fala sobre a paralisia do sono, um distúrbio recorrente que, às vezes, enfrento no período do amanhecer. Durante esse momento parece que uma força nos puxa para baixo. Não dá para se mover ou falar. Porém, ao dominar o medo e obter controle da situação, é possível tranquilamente cair em um sonho lúcido”, explicou a vocalista Vivs Takahashi.
 
Veja o lyric video de “Paralysis”, produzido por Grazy Mesquita (Lasting Maze) em https://youtu.be/-R_7Fd6ZsNg
 
“Stronger”, que teve a arte de capa criada por Carlos Fides (Kryour, Almah, Evergrey, Semblant, Noturnall, Trezzy, Silver Mammoth), contou com produção do guitarrista Raphael Gazal (ex-Pastore, Bullet Back). O álbum ainda traz participações especiais de Mylena Monaco (Sinaya) e Marina La Torraca (Exit Eden, Phantom Elite).
 
Composta em meados de 2007, quando Vivs Takahashi e Marcelo Kaczorowsky (baixo) ainda nem se conheciam, “Paralysis” foi rearranjada especialmente para o debut. “Ao ouvirmos alguns arquivos antigos, achamos que daria para aproveitar essa música. Reescrevi parte da letra e ajustamos algumas coisas na melodia para a versão que constou em ‘Stronger'”, concluiu a vocalista.
 

Site relacionado: www.flowerleafband.com 
Spotify: https://goo.gl/AwtbHi
 
Contato: contact@flowerleafband.com

Faces of Death lança clipe de versão para ‘Black Magic’ do Slayer

“Black Magic” é faixa de “Show no Mercy” (1983), álbum de estreia do Slayer

Foto: Davi Oliveira

Após o lyric video para “King of Darkness” e o clipe de “Fucking Human Gods”, que integram o repertório do álbum “From Hell” (2018), a banda paulista de thrash metal Faces of Death apresenta o videoclipe para a versão de “Black Magic”, clássico do Slayer. “O Slayer sempre nos inspirou a tocar. Como já tocamos ‘Black Magic’ em nossos shows, decidimos fazer esta homenagem para agradecer o que a banda representa para nós e para todos que tocam thrash metal”, declarou o vocalista e guitarrista Laurence Miranda.
 
Para ver o vídeo de versão para ‘Black Magic’ do Slayer acesse: https://youtu.be/2C74MjxSaz0
 
A versão de “Black Magic” foi gravada no Estúdio Acrobata, em São José dos Campos (SP), com produção de Friggi Mad Beats, e masterização no Absolute Master.
 
Criado na cidade de Pindamonhangaba (SP) em 1990, o Faces of Death logo chamou a atenção com seu thrash metal. Na época, o grupo soltou duas demos, mas não chegou a gravar um registro oficial. Após quase duas décadas inativo, retomou as atividades em 2016 e passou a tirar o atraso, lançando o EP “Consummatum Est” (2017) e o debut, “From Hell”, em 2018. Laurence Miranda (vocal e guitarra), Felipe Rodrigues (guitarra), Sylvio Miranda (baixo) e Sidney Ramos (bateria) seguem promovendo “From Hell” nos palcos e, além da versão do Slayer, seguem compondo músicas novas para lançar o segundo álbum, sucessor de “From Hell”, em 2020. “As músicas para o segundo estão ficando pesadas, com a essência do thrash metal dos anos 80/90 intacta. Porém, nossa principal meta é mostrar isso com identidade própria”, concluiu Laurence Miranda.

Site relacionado: www.facebook.com/facesofdeathband
 
Contato para shows e merch: facesofdeath@hotmail.com

MORTTICIA: Produtor fala sobre o processo de gravação do novo EP

A banda porto-alegrense MORTTICIA está prestes a lançar seu novo trabalho, o EP “A Light in the Black”. O grupo tem se destacado pela sua sonoridade voltada ao Heavy Metal tradicional, e pode ser considerada um dos expoentes da N.W.O.T.H.M. (New Wave of Traditional Heavy Metal) no Rio Grande do Sul. Trabalhar com esta sonoridade mais clássica do Heavy Metal pode parecer fácil, mas corre o risco de soar datada se não for trabalhada da maneira correta. O produtor do EP, Eric Nunes, do estúdio Mezzo, de Canoas/RS, dá sua opinião sobre a sonoridade da banda e como tem sido produzir este material: “O som da Mortticia inicialmente me soou muito anos 80, mas com o passar do tempo acabamos trazendo alguns elementos modernos, mas nunca perdendo a “raiz oitentista”. Trabalhar essa sonoridade hoje é um pouco mais delicado, ainda mais no país em que vivemos onde esse estilo e sonoridade estão um pouco esquecidos. Mas com esse pequeno “toque moderno” que estou trazendo para a banda eu acredito atingir públicos diferentes dentro do meio.”.

Sobre a constante luta entre uma produção mais orgânica x digital, Eric declara: “Você prefere um celular dos anos 90, ou prefere um atual? A tecnologia veio para agregar e não para estragar a sonoridade. Eu vejo alguns amadores com uma placa de som de R$ 500,00, um microfone de R$ 200,00 e uma guitarra de R$ 500,00 tirando quase a sonoridade de um estúdio que custa milhões. Eu seria hipócrita de dizer que não vamos usar e abusar do digital, mas vai ter muita coisa orgânica nesse álbum, isso eu posso garantir!”.

O baixista Guilherme Hoppen Wiersbicki mostra seu entusiasmo em querer apresentar o material novo ao vivo: “Estamos quase terminando a produção do EP e queremos muito mostrar para o público e testar sua força ao vivo. As músicas estão ficando como planejamos e a parceria com o Eric tem sido muito produtiva. O processo de gravação e produção tem sido longo, mas o resultado final será compensador! Já estamos planejando alguns shows e buscando parcerias”. Além de Guilherme, a MORTTICIA é formada por Lucas Fialho Zawacki (vocal), João Paulo Aires e Guilherme Quadros (guitarras) e Axel Martins da Silveira (bateria).

No total serão seis músicas, três delas regravações da primeira demo, uma instrumental e duas inéditas. Eric explicou como tem funcionado o trabalho em estúdio: “Quando eles me apresentaram as músicas eu trouxe a opção de nós fazermos uma pré-produção, onde produziríamos tudo antecipadamente (como se fosse uma demo) para podermos discutir durante esse processo, então eles aceitaram e passamos quase um ano produzindo, foram várias faixas gravadas e apagadas, várias ideias que vieram durante esse processo que foram mudadas nesse tempo. Porém, acredito que com esse formato de trabalho todos estão concordando com o resultado final, e na minha opinião, estamos fazendo um trabalho muito bom!”.

Ouça o primeiro trabalho, “Existence/Resistance”:

https://spoti.fi/2JGKI39

Contatos:

Site: https://mortticia.rocks

Facebook: www.facebook.com/MortticiaPOA

Instagram: www.instagram.com/mortticiapoa

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BHELL: Em busca de gravadora para lançar o álbum “Rest in Hell”

O guitarrista VALÉRIO EXTERMINATOR está em busca de uma parceria com gravadoras e selos para lançar o primeiro álbum de sua nova banda, o BHELL. O debut da banda se chama “Rest in Hell”, e segundo o músico, o trabalho “será mais um excelente resgate dos anos 80, pois sonoridade, letras e arranjos, se conectam as composições, que são carregadas de influências oitentistas, na linha de Celtic Frost, Slaughter, Holocausto e Sarcófago.”.

Valério está comprometido não somente com seus projetos, mas também com todo o movimento Metal de Belo Horizonte, considerado um dos berços do Metal Extremo mundial. “Recentemente tenho vivenciado uma nova experiência, que tem servido para valorizar ainda mais as bandas nacionais, que é a procura por uma gravadora/selo.”

Enquanto segue na busca por uma parceria, Valério segue com teu projeto de uma coletânea com bandas do Metal Mineiro: “você que é banger e valoriza nosso Metal, apoia as bandas nacionais, e principalmente as bandas de BH dos anos 80, entre em contato! Sua colaboração lhe permitirá ter foto e nome no encarte, e ainda receberá seu exemplar, sem nenhum custo, para quem mora em BH. Para os demais basta acrescentar a taxa do correio.”.

A coletânea será no formato CD, acrílico, com encarte de 16 páginas, letras das 12 músicas e fotos das bandas. Todas as músicas serão inéditas, com pegada old school. Toda a arte final será de responsabilidade de Fernando Lima (Drowned). A ideia é celebrar, inclusive, os mais de trinta anos de lançamento da coletânea “Warfare Noise”, que contou, em 1986, com as bandas Holocausto, Chakal, Mutilator e Sarcófago. A nova coletânea, organizada por Valério, trará Chakal, Mutilator, Sextrash, Sepulchral Voice, BHell e Holocausto Inc.

Contatos:
Facebook: www.facebook.com/ValerioExterminator

E-mail: vallexterminator@gmail.com

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NervoChaos: Banda já está na Europa; turnês no México e Canadá anunciadas

Depois do grande sucesso de sua passagem pela Ásia e Oceania, o NERVOCHAOS segue sua turnê mundial agora pela Europa, onde já está se apresentando.

Para ter uma ideia de como foi a incrível passagem do grupo brasileiro pelo Oriente, a banda liberou um mini-documentário ‘To Set The East Ablaze Tour’:

A Oceania não ficou de fora e também ganhou um minidoc:

Já no Velho Continente o NERVOCHAOS está se apresentando desde o dia 29 do mês passado em mais uma gigantesca passagem pelo continente que durará dois meses! Serão aproximadamente 18 países com estaque para a Rússia onde o grupo faz 12 shows.

Mas o Tanque de Guerra não para! A banda acaba de anunciar turnês pelo México e Canadá:

10.09 – Monterrey (Mexico) @ Salon Morelos
11.09 – San Luis Potosi (Mexico) @ Bunker
12.09 – Guadalajara (Mexico) @ Anexo Independencia
13.09 – Queretaro (Mexico) @ Noisy Bar
14.09 – Ciudad do Mexico (Mexico) @ OFF Limits Festival
15.09 – Leon (Mexico) @ Top Music
17.09 – Quebec City/QC
18.09 – Shawinigan/QC
19.09 – Sherbrooke/QC
20.09 – Montreal/QC
21.09 – Ottawa/ON
22.09 – Toronto/ON

‘Ablaze’, oitavo álbum do NERVOCHAOS, marca sua entrada na Hammerheart Records, que cuida do lançamento mundo afora.

O material foi gravado no Alpha Omega Studio (Blevio, Itália), ao lado do produtor Alex Azzali que também o mixou e masterizou. A arte do álbum foi criada por Nornagest da Ibex Designs (Enthroned, Morbid Angel, etc).

‘Feast of Cain’ é o quarto videoclipe retirado de ‘Ablaze’ e novamente contou com a produção da Video Dayz, assista:

O clipe também está disponível no Facebook: https://www.facebook.com/watch/?v=2348390631924730

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SLOW: Pioneiros do Metal Gaúcho anunciam retorno às atividades

A banda gaúcha SLOW retorna às atividades com o lançamento do álbum “Lágrimas de Ícaro”, lançado em junho de 2019 e apresentando regravações dos clássicos da banda e músicas inéditas. A formação que deu vida ao CD contou com os integrantes originais Lauro Levandowski (guitarra/baixo e vocal) e Marcelo Wolff (vocal) acompanhados de Daniel Fontoura (bateria e vocal). Sobre o retorno, Lauro comenta que “durante esses trinta anos que se passaram, muitas pessoas comentaram sobre a banda e desde 2010 existe material raro daquela época no Soundcloud.  Após o lançamento do livro Tá no Sangue – A História do Rock Pesado Gaúcho, a vontade de trazer à vida aquela sonoridade pesada e clássica surgiu, e cá estamos nós, com “Lágrimas de Ícaro”!”.

Ouça no Spotify:

Ouça no Deezer:

https://www.deezer.com/album/101839892

Ouça no Youtube:

https://music.youtube.com/watch?v=wO1HaEpPxSc&feature=share

Inicialmente o plano era gravar 14 músicas da banda, originais da década de 80, porém o vocalista original Marcelo entregou cinco músicas e sugeriu um EP, enquanto  Lauro incluiu e cantou músicas novas e algumas antigas. Daniel cantou outras novas e o resultado final se tornou um registro que mescla o passado e o presente da banda, onde todos os músicos se revezam nos vocais.

A banda SLOW surgiu na efervescente cena Rock/Metal de Porto Alegre do início da década de 1980, dividindo o palco com bandas como Astaroth, Pesadelo, Taranatiriça, Asgard e inúmeras outras da cena gaúcha. Os primeiros shows foram em colégios nos bairros Santana e Cidade Baixa. O som pesado cantado em português mencionava o lado podre da humanidade nas letras. Após formar um razoável público a banda decidiu produzir uma temporada no Teatro do IPE. A batalha com a censura foi árdua e a burocracia envolvida também foi complicada. Na ocasião a banda fez contato com diversos músicos locais e tornou-se cada vez mais influente e incluída no cenário do Rock e Metal local. Alguns de seus grandes feitos foi uma abertura para o Taranatiriça e participação no primeiro festival de Heavy Metal gaúcho, realizado no Auditório Araújo Vianna em dezembro de 1984. O Araújo Vianna era o palco do movimento Rock na cidade, recebendo ao longo da década de 1980 inúmeros shows de bandas gaúchas, brasileiras e internacionais. A banda ainda tocou em bares populares na época como o Rocket 88 do Mutuca e nos primeiros festivais organizados pelos grêmios estudantis de colégios como Anchieta, Instituto Porto Alegre (IPA), Santo Antônio, entre outros.

No final de 1985 a banda mudou de estilo, buscando conquistar espaço nas rádios. Na época, a banda era composta por Lauro Levandowski (guitarra), Marcelo Wolff (vocal), Leandro Grando (baixo), Odir Goulart (bateria) e Alencar Heidrich (teclados em ’84 e ’85). Em meados de 1986, Lauro muda-se para São Paulo, enquanto Alencar forma sua própria banda e os demais integrantes seguiram em atividade principalmente em encontros mensais no estúdio Nazari no bairro Praia de Belas juntamente com Lauro, que retornava mensalmente para os ensaios. Em 1988 Leandro saía da banda e Marko assumia o baixo, adotando assim um novo nome: THOMAS BUTTERFLY. Interessante notar que três dos quatro membros originais da SLOW permaneceram nessa primeira formação da THOMAS BUTTERFLY que seguiu assim até final de 1989 quando o baterista Odir sai da banda, encerrando-se um ciclo e dando início à outro.

THOMAS BUTTERFLY, que seguiu até 1990 com Lauro e Marcelo (originais da SLOW) acompanhados de Marko e Daniel Fontoura (que entrou em 89), iniciou sua história com ótimas gravações e ótimos shows, mas na loucura dessa energia acabou se dissolvendo em 1991 quando Lauro, Daniel e Asdrubal iniciaram o trio que seguiu até 1994. Lauro e Marcelo retomaram a parceria na década de 2000 juntamente com Romano Duarte e gravaram quatro CDs e fizeram alguns shows, encerrando as atividades em 2006. Em 2014, um novo retorno da THOMAS BUTTERFLY: Daniel convoca Lauro e Marcelo e inicia-se um novo ciclo de quatro CDs e muita divulgação pelas redes sociais, mídia e rádios online que segue até hoje.

Com o lançamento de “Lágrimas de Ícaro”, a SLOW busca se reconectar com o passado e almeja um futuro, concentrando suas atividades em paralelo com a THOMAS BUTTERFLY, que segue uma linha mais Progressiva. Lauro Levandowski finaliza:“Slow e Thomas Butterfly possuem o mesmo DNA, mas com o tempo as influências foram se moldando, então se com a Slow temos um som mais pesado e direto, com a Thomas podemos inserir elementos mais viajantes e progressivos, mas sem abrir mão do peso. Nestes mais de três décadas de música tudo o que queremos é ter liberdade musical e poder mostrar ao público um som de qualidade e que faz jus à nossa história. Em breve anunciaremos o primeiro show deste retorno e mesclaremos o novo e o antigo para celebrar o lançamento de “Lágrimas de Ícaro”!”.

Contatos:

Facebook: www.facebook.com/SlowBandBrazil

Soundcloud: www.soundcloud.com/slow-band-brazil

Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

Wizened Tree aproxima rock psicodélico a temas regionais do Tocantins

EP homônimo, com referências de Black Sabbath e The Doors, é lançado pelos selos Abraxas e Árvore Seca

Foto: Gustavo Gondo

A aura psicodélica que imortalizou tantas bandas clássicas da década de 1970, de The Doors, Deep Purple a Black Sabbath e Led Zepellin, é também a força motriz do EP homônimo da Wizened Tree, lançado pela Abraxas Records em parceria com a produtora Árvore Seca nas plataformas digitais. São cinco faixas que enaltecem a criatividade e sensibilidade do jovem quarteto de Tocantins. Ouça aqui: https://sl.onerpm.com/9432052674.

Com arranjos caprichados e riffs robustos, as composições da Wizened Tree condensam sensações e sentimentos. São músicas versáteis, com peso e psicodelia nas doses exatas à audição.

Os diversos detalhes e passagens rítmicas também ressaltam a originalidade deste EP, cujas letras abordam questões regionais, explica o baixista Felipe Marinho. “A temática girava em torno do regionalismo da região aqui do Tocantins. Muito calor, épocas de queimadas e também de chuvas torrenciais, chapação até o dia amanhecer nos botecos etc”.

Da verve rock n roll a nuances de um moderno stoner rock, a Wizened Tree – que nasceu de uma jam session – apresenta um EP que exala honestidade e paixão pela música, sem medo de fazer diversas referências ao passado, ao mesmo tempo em que experimentam para soarem únicos.

“Acredito que essas 5 músicas ressoam o lance da gente querer fazer um som tão massa quanto os sons que a gente sempre gostou de ouvir”, completa Marinho. No currículo, a Wizened Tree tem importantes apresentações como banda de abertura Radio Moscow (EUA) e Samsara Blues Experiment (Alemanha).


Spiral Guru redefine o space rock no cativante debut Void

Quarteto paulista apresenta uma sonoridade autêntica, com influências de stoner, doom e pós-punk

Foto: Renato Petean

Os dois anos de produção de Void foram essenciais para a construção de uma identidade e conceber a sonoridade atual da Spiral Guru, natural de Piracicaba, no interior de São Paulo. O autodeclarado space rock do quarteto apresenta-se minimalista, com referências de stoner, doom, pós-punk e até metal, mas numa embalagem autêntica e, principalmente, eletrizante. Esse, que é o disco de estreia, é o novo lançamento da Abraxas Records e já está nas plataformas de streaming: https://sl.onerpm.com/2263880363.  

O impacto da faixa de abertura – Signs – dá a tônica do disco: riffs cativantes e criativos, uma batida marcante e muito rítmica, somados ao vocal preciso e melódico de Andrea Ruocco. São nove faixas que alavancam o Spiral Guru ao hall das bandas que precisam ser ouvidas em 2019. Void, como se diz por metáforas, é um álbum de ‘mão cheia’. 

Junto à Void, a Spital Guru lança o videoclipe da música Oracle, que pode ser conferido aqui: https://youtu.be/uwYIoARbBzs, uma produção audiovisual que dialoga pontualmente com as ambientações cósmicas e tempos quebrados das músicas desta faixa, que flerta com o metal.

“O full álbum vem para concretizar o Spiral Guru”, destaca o guitarrista Samuel Pedrosa. Completam a banda, além da citada vocalista Andrea, o baixista Ribeiro Jr e o baterista Alexandre H. G. Garcia. A produção, importante ser ressaltado, aconteceu no Casarão Studio, em Piracicaba, que já pode ser considerado um dos principais locais de gravação do interior paulista. 


LOLLAPALOOZA BRASIL 2020 ACONTECERÁ NOS DIAS 3, 4 E 5 DE ABRIL

Nona edição do festival no Brasil será no Autódromo de Interlagos, São Paulo

Lollapalooza Brasil2020 já tem data marcada! O megafestival que reuniu mais de 246 mil pessoas na edição de 2019, volta ao Autódromo de Interlagosem 2020, nos dias 3, 4 e 5 de abril.

A experiência Lollapalooza é única. Nos 600 mil metros quadrados do Autódromo de Interlagos o púbico vibra e canta com artistas do rock, rap, indie, pop, eletrônico e todas as vertentes da música em seus quatro palcos.

Todas as informações sobre o festival e o primeiro lote do Lolla Pass (válido para três dias) serão divulgados em breve no www.lollapaloozabr.com e no Instagram (@lollapaloozabr), Facebook (www.facebook.com/LollapaloozaBR) e Twitter (@lollapaloozabr).

Produzido por Perry Farrel,William Morris Endeavor Entertainment (WME), C3 Presents e TIME FOR FUN, o Lollapalooza Brasil chega à sua nona edição no Brasil e conta com patrocínio de Budweiser, Adidas e Doritos.

foto por helena yoshioka/i hate flash

Sobre o Lollapalooza Brasil
O festival chegou ao Brasil em 2012 e desde 2014 acontece no Autódromo de Interlagos em uma área de 600 mil metros quadrados, onde as apresentações acontecem em quatro palcos simultâneos. Desde 2014 o Lollapalooza Brasil é um evento neutro em carbono. A neutralização das emissões aconteceu a partir da alocação definitiva de créditos de carbono originados em um projeto ambiental certificado pela ONU. Em 2018, o Lollapalooza Brasil voltou a ter três dias e público recorde, gerando um impacto de mais de R$ 152 milhões na economia da cidade de São Paulo, com gastos em hospedagem, alimentação, transporte e lazer, de acordo com levantamento inédito da Prefeitura. Em 2019, o evento reuniu mais de 246 mil pessoas no Autódromo de Interlagos e mais de 4,5 milhões de pessoas acompanharam as 67 atrações pela televisão.

Sobre o Lollapalooza 
Criado por Perry Farrell em 1991 como um festival itinerante, o Lollapalooza continua a ser inovador na cena dos festivais após 25 anos desde sua criação. Foi o primeiro a reunir artistas de vários gêneros no mesmo evento, o primeiro a viajar, o primeiro a se estender para vários dias, o primeiro a ter um segundo palco, o primeiro a ter um segundo dia, o primeiro a misturar arte e ativismo, o primeiro a compensar suas emissões de gás carbônico, o primeiro a colocar artistas de música eletrônica no palco principal, o primeiro a criar uma programação familiar, o primeiro a se instalar em um centro urbano e o primeiro a se expandir internacionalmente.

Tornou-se um renomado festival em Chicago, assim como em países culturalmente ricos como Chile, Brasil, Argentina, Alemanha, França e Suécia. Lollapalooza é um dos principais destinos para amantes de música nos Estados Unidos e no exterior. Para comemorar o seu 25º aniversário, o Lollapalooza Chicago se estendeu para 04 dias em 2016, com mais de 170 artistas se apresentando em 8 palcos anualmente.


ANIE apresenta show no shopping Morumbi em SP neste sábado com participação de Alírio Netto

A banda ANIE, dos músicos Junior Carelli (teclados e vocal) e Fernando Quesada (violão e vocal), irá se apresentar neste sábado, dia 20 de julho, em São Paulo, no Morumbi Shopping. O evento também conta com a participação do ator e cantor Alírio Netto, vocalista do Queen Extravaganza, tributo oficial do Queen (produzido por Roger Taylor e Brian May), além de Gus Nascimento e Vitor Fernandes (Zimbra). A entrada é gratuita e acontece na Atrium, dentro da exposição Rock Festival no shopping.

O evento Rock Festival promove o mês do Rock entre os dias 1º a 28 de julho. Realizado em parceria com a School of Rock – primeira escola do gênero no Brasil e que inclusive inspirou o filme de mesmo nome estrelado por Jack Black – a atividade proporcionará diversas experiências do mundo do rock em um espaço completo para a família interagir e conhecer o estilo musical.

Recentemente, a banda ANIE lançou o vídeo com as músicas “Por Medo”, “Restos de Você” e “Escolhas”. Gravado no Estúdio Som Livre, o vídeo conta com uma performance dos músicos Junior Carelli e Fernando Quesada de uma apresentação inédita com três músicas muito especiais. Este lançamento é uma iniciativa do Estúdio Som Livre e do programa Acoustic Lab. “É a primeira vez que o ANIE compõe músicas em português e estamos muito felizes e honrados de representar o nosso país também dessa maneira”, disse Fernando Quesada.

Assista o vídeo: https://youtu.be/IWBYZdAjmjo

Um novo som, um novo conceito em música acústica, as músicas inéditas buscam uma sonoridade diferente com piano, violão de 12 cordas, percussão, vozes e letras que vão conversar com você. A história do ANIE começou fora do Brasil, quando em uma turnê com outro projeto pelos EUA, a dupla conheceu uma gravadora, que buscava um som acústico, se interessou em ouvir as composições e decidiu lançar como um projeto internacional.

Na banda todas as músicas são tocadas com piano, violão de 12 cordas e 2 vozes, fazendo com que seja um clima intimista e autêntico nas execuções. Toda a produção do áudio e vídeo da ANIE, além da composição e arranjo, é realizada por Junior Carelli e Fernando Quesada, mostrando mais uma grande produção dentro do mercado independente a todo o momento.

Mais informações:
https://www.facebook.com/anieband/

Claustrofobia: revela nome de novo single que será lançado em setembro

Em tour pelos Estados Unidos, o Claustrofobia jamais esquece de seus fãs e seguidores brasileiros, tanto, que a banda oficializa em primeira mão para seus compatriotas, a produção de um single inédito com título e letra cantada em português. E esse será oficialmente o primeiro lançamento de estúdio da banda com o baixista Rafael Yamada.

O título da nova música será “Vira Lata”, a faixa já está gravada e os trabalhos foram captados no “Fuel Music Studios”, localizada em Fullerton na Califórnia em parceria com o produtor Addasi Addasi. O Claustrofobia mantém a formula que deu certo em “Swamp Loco” e com essa oficialização, aponta para sua segunda gravação sequencial com o produtor brasileiro que reside em Los Angeles.

Vira Lata” será lançada oficialmente em setembro de 2019 em todas as plataformas digitais. Ainda falta acertar detalhes de quem será o responsável pela mixagem do novo single, algo que está sendo tratado em sigilo pela banda, mas que assim que se confirmar um nome, será oficialmente informado aos fãs.

Segundo o vocalista e guitarrista Marcus D’Angelo“Com toda certeza, esse novo single que estamos preparando, caberia facilmente nos álbuns “Peste” ou “Thrasher”, porém com o olho no futuro e extraindo o melhor de cada um de nós, músicos do Claustrofobia”.

Fique ligado nas redes sociais do Claustrofobia que muito mais informações e novidades serão divulgadas, assim que a banda confirmar suas próximas ações.

Formação:
Marcus D’Angelo – vocal, guitarra
Rafael Yamada – baixo
Caio D’Angelo – bateria

Links importantes

www.claustrofobia.com.br
facebook.com/claustrofobiaofficial
youtube.com/metalmaloka

instagram.com/claustrofobia_official
twitter.com/metalmaloka

Shows:

contato@claustrofobia.com.br

Jailor: libera “Six Six Sickness” para audição na integra em seu canal no YouTube

Encerrando um importante capítulo, a Jailor, banda de Thrash Metal da cidade de Curitiba, libera o single “Six Six Sickness”, para audição completa em seu canal no YouTube.

A música é a faixa que encerra o álbum “Stats of Tragedy”, com a liberação de “Six Six Sickness”, todas as faixas do registro podem ser conferidas individualmente pelos fãs da banda. Inclusive, essa ação possibilita que as músicas sejam incluídas em playlists pessoais de acordo com o gosto pessoal de cada um, sobre as músicas da Jailor.

Confira “Six Six Sickness”:

https://www.youtube.com/channel/UCpZm49mrQS2lnhBsj0sPJ_w

JAILOR É FORMADO POR:
Flávio Wyrwa – vocais
Alessandro Guimarães – guitarras
Marcos Araújo – guitarras
Emerson Niederauer – contrabaixo
Jefferson Verdano – bateria

MAIS INFORMAÇÕES:
Facebookhttps://www.facebook.com/jailorthrash/
Roadie Metal Presshttps://roadie-metal.com/press/jailor/

Bonebreaker: Chilenos lançam videoclipe de “I Am The Darkness”

Tito Melin, ex-Forahneo e ex-Undercroft está de banda nova; trata-se do Bonebreaker, banda que acaba de lançar o videoclipe/single da música “I Am The Darkness” –  ela foi mixada pelo brasileiro Víctor Hugo Targino.

Assista:
https://www.youtube.com/watch?v=qSHafl-BixU

O Bonebreaker na verdade nem é tão novo assim, já que foi formado em 2017, em Santiago, Chile, fazendo um Death Metal brutal e direto. A banda está se preparando para lançar seu disco de estreia (a previsão é para o final deste ano). O single de “I Am The Darkness” está sendo muito bem aceito pelo público e crítica especializada.

Recentemente o programa “Pegadas de Andreas Kisser” da 89FM, que é apresentado por Andreas Kisser, e seu filho Yohan Kisser, tocaram o single, e o feedback do público foi excelente. Confira o programa:
https://soundcloud.com/user-912278236/pegadas-30-06-19-bruno-sutter-e-pad-programa-ao-vivo

O nome da banda surgiu do disco “Bonebreaker” do Undercroft, gravado por Tito em 1997 – ele gravou os vocais nos dois primeiros álbuns, da banda que tem entre os integrantes, Álvaro Lillo (Watain).

Tito também é responsável pelos vocais do primeiro álbum da banda Forahneo, “Perfidy”.

A formação do Bonebreaker traz Tito Melin (vocais), Andre Arancibia (guitarra) Gonzalo Fuenzalida (guitarra), Marco Medina (baixo) e Cristian Medina (bateria).

Contatos: bonebreakercl@gmail.com

Acompanhe o Bonebreaker em seus canais oficiais:
www.bonebreaker.cl
www.facebook.com/bonebreakercl
www.instagram.com/bonebreakercl

Age of Artemis prepara homenagem para Andre Matos com versão do Virgo

A banda Age of Artemis prepara uma homenagem especial para os fãs de Andre Matos com o lançamento de uma versão da música “No Need To Have An Answer”, do projeto Virgo, previsto para o próximo dia 22 de julho. A música foi mixada e masterizada por Eduardo Belchior do Intense Music Productions, em Örebro, na Suécia.

“Posso afirmar que Andre Matos foi um ídolo não só como vocalista, mas como compositor. Tive a honra de trabalhar com ele em alguns trabalhos com o Soulspell e ele sempre foi minha inspiração”, disse o vocalista Pedro Campos. “Andre Matos sempre foi um músico de qualidade ímpar e era um dever nosso realizar essa homenagem para ele”, completou Giovanni Sena.

Assista uma prévia da música no vídeo em homenagem: https://youtu.be/8wsLkPWImbk

Agradecimentos
Eduardo Belchior – Intense Music Production (Ödebro, Sweden)
Arthur D. – Universo X (Brasília, Brasil)
Marcelo Azevedo – LM Studio (Volta Redonda, Brasil)
João Duarte – JDDesing (São Paulo – Brasil)

Andre Matos – R.I.P

Age of Artemis line-up:
Gabriel Soto – Guitarras
Giovanni Sena – Baixo
Jeff Castro – Guitarras
Pedro Campos – Vocals
Riccardo Linassi – Bateria

Recentemente, a banda lançou o álbum “Monomyth” nas plataformas digitais:
Spotify – https://spoti.fi/2WHCcCD
Deezer – https://bit.ly/2YJh0Ot

“Monomyth” teve os violões, bateria, percussão e vocal gravados no “G2D Producoes Musicais” em Brasília, DF – Brasil, entre os meses de Maio e Julho de 2018 com os engenheiros de som Deniel Moraes e Gregoree Jr. Todos os baixos, guitarras elétricas e teclados foram gravados no “GT&L Studio” em Brasília, DF com a supervisão de Giovanni Sena. A mixagem e masterização foi realizada por Damien Rainaud no “Mix Unlimited” em Los Angeles, CA – USA, entre os meses de Agosto e Setembro de 2018.

Links relacionados:
http://www.ageofartemis.com.br/
https://www.facebook.com/ageofartemis/
https://www.instagram.com/ageofartemisoficial/
Email: ageofartemiscontato@gmail.com


Implement: banda disponibiliza álbum em plataformas digitais

‘Bleeding Alone’, o primeiro disco cheio da banda pernambucana de death/thrash metal Implement foi lançado após muita espera no mês de março desse ano, mas apenas em formato físico. Mas agora o grupo informa que o mesmo já está disponível nas principais plataformas de streaming do mercado.

Com produção iniciada em 2016 no Mr. Prog Studio e tendo produção, mixagem e masterização por conta de Nenel Lucena, o disco traz em suas 10 faixas (não contando a introdução) um potente Death Metal com influências do Thrash Metal e Grindcore e de bandas como Cannibal Corpse, Deicide e Crimson Thorn. O material vem chamado a atenção tanto do público como da mídia especializada nacional e internacional, visto que o álbum está sendo distribuído/veiculado em rádios de países da América do Sul, Norte e Europa.

Tendo a sua arte da capa e projeto gráfico por conta do baixista e vocalista Ivan Ribeiro, “Bleeding Alone” ainda está disponível em mídia física em uma bela embalagem digipak pelo valor de R$20 + frete, bastando entrar em contato diretamente com a banda em sua página no facebook ou pelo whatsapp (81) 8829-1615 (A/C Angelo Acácio). 

Para quem quiser conferir o material online, os links estão disponibilizados logo abaixo:

Apple Music: https://music.apple.com/br/artist/implement/1470705474
Cd Baby: http://store.cdbaby.com/cd/implement
Deezer: https://bit.ly/2SeLaXg
Google Play: https://bit.ly/2Z2Y1hy
Spotify: https://spoti.fi/2Sl1qWD
Youtube Music: https://bit.ly/2xNXgwZ

“Bleeding Alone” – Teaser
https://youtu.be/FHF3MbT37M4

Implement é:
Ivan Ribeiro: Voz/Baixo
Márcio Ananias: Guitarra
Angelo Acácio: Bateria

Contatos
Facebook: www.facebook.com/implementband
E-mail: implementband@hotmail.com
Instagram: @implementdeath
Youtube: https://bit.ly/2XSQQbF


Massacration faz dois shows no final de semana do rock e agita os fãs

A banda da galera agitou o final de semana dos fãs de Araraquara e São Paulo. A banda marcou presença especial no Araraquara rock deste sábado 13 de julho e no evento da Rádio Kiss fm que aconteceu domingo 14, na praça da luz no centro de São Paulo.

A banda da galera se apresentou para milhares de pessoas em ambos eventos e mostrou porque é um dos maiores nomes do heavy metal brasileiro. 

Com um show divertido e potente o Massacration colocou a galera para cantar todas as músicas e agitou o público com um set list cheio de hits da carreira e os novos singles. 

Confira o set list completo –  PRAÇA DA LUZ – 14/07
Metal is the law
Metal milkshake
The mummy
Motormetal
The bull
Evil Papagali
Metal Milf
Metal land
Metal massacre attack
Metal bucetation

Recentemente, o Massacration lançou o seu mais novo videoclipe para a faixa inédita “MotorMetal”, novo single dos ícones do heavy metal mundial. A música “MotorMetal” fala sobre velocidade e tem como referência clássicos como “Born to be Wild” e “Highway Star”, além de prestar uma homenagem aos grandes pilotos do automobilismo mundial.

Assista o vídeo de “MotorMetal”:
https://youtu.be/ECx7-xQx5O4

Links relacionados:
https://www.facebook.com/MassacrationOficial/
http://www.massacration.com.br/
https://www.facebook.com/MassacrationOficial/

Silver Mammoth lança ‘Rise Up’, novo single e videoclipe

Antecipando o novo ‘full-length’, marcado para ser lançado ainda em 2019, o Silver Mammoth acaba de lançar o single e videoclipe “Rise Up”. “Trata-se do primeiro single do novo álbum e a letra descreve o roteiro do clipe: levante-se e erga-se. O clipe, que mostra um mercado clandestino de luta, onde um mafioso organiza um banco de apostas, contou com produção cinematográfica da Plural Filmes, produtora responsável pelo vídeo de ‘Symptom of the Universe’, versão que fizemos em homenagem ao Black Sabbath e que também fará parte do repertório”, revelou Marcello Izzo, autor da composição, ao lado de Renato Haboryni. “Nosso próximo trabalho teria, inicialmente, faixas ao vivo, versões acústicas e duas canções inéditas.

Agora, o repertório trará, além das versões que fizemos para o Black Sabbath, AC/DC e Motörhead, uma releitura acústica de ‘Natural Love’, primeiro single da banda, e músicas inéditas, começando por ‘Rise Up'”, acrescentou o vocalista.

Veja o clipe, dirigido por Rodrigo Rímoli, em https://youtu.be/drLr8xtJn1k

Ouça nas plataformas de streaming:
Spotify: https://spoti.fi/2XXK3Au
Deezer: https://bit.ly/2XFTe4d
Apple Music: https://apple.co/2YPkWwR

DISCOGRAFIA:
Silver Mammoth (CD, 2013)
Pride Price (CD, 2014)
Mindlomania (CD, 2015)
Singles (compacto/vinil, 2017)
White Line Fever (Motörhead, single – versão, 2018)
Symptom of the Universe (Black Sabbath, single – versão, 2018)
Jailbreak (AC/DC, single – versão, 2018)
Rise Up (single, 2019)

Contatos: 
https://www.silvermammothband.com
https://www.instagram.com/silvermammoth
https://www.facebook.com/SilverMammoth
http://silvermammoth.loja2.com.br
contato@silvermammothband.com

PILOT WOLF: Single de estreia explora história de aviador da Primeira Guerra

O lançamento do single “The Red Baron”, da banda baiana PILOT WOLF, apresenta em sua temática a história do aviador alemão Manfred Von Richthofen, mais conhecido como Barão Vermelho. O piloto de caça alemão na Primeira Guerra Mundial é considerado ainda hoje como o “ás dos ases”. Servindo no braço aéreo do Exército Imperial Alemão (Luftstreitkräfte), ele foi um líder militar, e como piloto se tornou um ás da aviação, obtendo o maior número de vitórias (oitenta) de um único piloto durante a Primeira Guerra.

Formada em 2016 na cidade de Vitória da Conquista, o PILOT WOLF conta com Breno Fernandes (vocal), Weslley de Brito Porto (guitarra), Joabe Rios (guitarra), Gleidson Ribeiro (baixo) e Fábio Loureiro (bateria), músicos interessados não apenas em peso e distorção, mas também nos personagens e acontecimentos da história mundial. Fábio Loureiro explica como surgiu a música: “Esta foi uma das primeiras faixas que eu compus para o Pilot Wolf. Queria uma sonoridade pesada dentro de uma estrutura de três notas por tempo e acho que conseguimos isso. Do ponto de vista percussivo, é uma faixa que requer uma consistência na execução. São três notas por tempo nos bumbos por praticamente toda música. O resultado de “The Red Baron” é uma síntese de como nós temos trabalhado em conjunto na banda: meus companheiros pegaram uma ideia bruta e fizeram uma verdadeira lapidação, elevaram o nível da composição em todos os aspectos. Sobre a temática lírica, a música não é uma homenagem, mas a exposição de um personagem histórico interessante: sua origem, feitos, fama entre aliados e inimigos, e morte.”. 

Para quem é fã incondicional de Heavy Metal e gosta de acompanhar as letras das músicas, não deixa também de prestar atenção nas capas dos álbuns. Para explicar como surgiu a capa do single, nada melhor que uma explicação do artista gráfico Matheus Silva: “O tema “guerra” é bem recorrente no Heavy Metal e nesse caso, tendo o famoso Barão Vermelho – piloto de caça tido como lenda no início do Século XX por seu desempenho na I Guerra Mundial – foi um “prato cheio” para um fã do estilo, como eu, compor a capa. Então, não faltaram ideias. A inspiração para a arte foram capas de discos de bandas alemãs como Grave Digger, Accept e Gun Barrel. Logo a imagem do piloto com face de caveira, visto de frente, atirando, é até um tanto óbvia, mas reflete tanto o contexto histórico contido nas letras quanto a sonoridade da banda. Tudo isso envolto a um leve clima vintage por se tratar de um fato do passado.”

A sonoridade da música é baseada em influências de Heavy e Thrash Metal, lembrando nomes como Metal Church e Grave Digger. Para chegar até esta sonoridade, a parceria entre os músicos foi fundamental, como conta o guitarrista Weslley de Brito Porto: “Quando Fábio me convidou para entrar na banda e me apresentou algumas faixas, logo de cara me identifiquei com a sonoridade das mesmas, ainda no formato midi e em E (mi), afinação padrão. Logo tirei e comecei a interpretá-las, lapidando e criando alguns arranjos com meu estilo de tocar. Sugeri tocarmos um tom abaixo e essa transição deu mais “punch” para as músicas que soaram ainda mais pesadas e agressivas. Com relação aos solos, tentei criar algo mais épico, uma atmosfera realmente de batalha.”. E a criação de uma música sobre o lendário Barão Vermelho foi uma pequena realização para o guitarrista:“O personagem histórico Barão Vermelho sempre esteve presente em algumas de minhas paixões como livros, HQs, games, filmes etc. Sempre tive um sonho de retratá-lo através da música e no Pilot Wolf isso se tornou realidade.”.

Joabe Rios, também responsável pelas seis cordas, explica que “por ter sido o último integrante a entrar na banda, encontrei as composições praticamente prontas e com uma linha de execução já bem definida, para as quais acabei por contribuir com detalhes e com alguns solos. As circunstâncias acabaram por definir que seria eu a gravar a maior parte das guitarras e, por consequência, acabei por empregar uma característica mais pessoal e mais thrasher nos timbres. O resultado foi que as músicas mantiveram a estrutura mais tradicional do Heavy Metal, mas com timbres de guitarra mais próximos do Thrash Metal.”.

O vocalista Breno Fernandes finaliza, com detalhes, como foi trabalhar a concepção musical de “The Red Baron”: “A primeira vez que escutei “The Red Baron” era um arquivo midi, sem letra e sem melodia, também sem o título. Após Fabio compor outras músicas que estarão no álbum, ele me reapresentou a faixa já com o título com a letra e ele cantando a melodia meio que sussurrada. Achei bem interessante, vi potencial na música. “The Red Baron” foi uma música importante no meu processo de criação da identidade vocal para banda. Posso dizer que ela foi o marco. Eu poderia ter interpretado de diversas formas como, por exemplo, fazê-la soar de forma bastante lírica e limpa ou muito mais suja bem menos melodiosa de como foi gravada”.

Aliando a técnica vocal com o próprio sentimento que a composição pede, Breno viajou até seu passado para dar mais riqueza à sua interpretação: “O que fiz foi me transportar para este universo como uma criança. Eu me imaginei do lado de dentro da cabine de um caça da 1ª Guerra Mundial e me deixei levar pela emoção. As estrofes pediam uma narrativa pesada, densa, um vocal realmente mais sujo e à medida que ia me aproximando do refrão, era como se fosse possível sentir o caça subindo nas alturas com a minha voz tendo que acompanhar os seus movimentos, soando mais alta e mantendo a agressividade do combate. O pessoal da banda pode não saber, mas eu sempre tive o desejo de ser piloto de caça e acho que essa música me proporcionou a retomar uma boa lembrança de minha infância. E espero que vocês possam sentir junto conosco essa emoção.”.

Ouça no Spotify:
https://spoti.fi/2XrsOI8

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