Monthly Archives: abril 2023

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Em tom nostalgico, Monsters of Rock coloca 55 mil pessoas no Allianz Parque

Por Thiago Tavares
Fotos: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

O Monsters Of Rock sem sombra de dúvidas é um dos festivais mais agitados para os fãs do Rock e do Metal no Brasil. Desde 1994, ano de sua primeira edição, conquistou a admiração e respeito por todos, trazendo grandes lendas do cenário musical como Megadeth, Black Sabbath, Iron Maiden, entre outros. E quem esteve na primeira edição em 94 no Estádio do Pacaembu, sentiu a nostalgia ao pisar no Allianz Parque, ainda mais que o festival passou por um hiato de oito anos abolindo o formato anterior de dois dias de apresentações.

Este ano, o set foi 100% gringo: Kiss, Scorpions, Deep Purple, Helloween, Candlemass (em substituição ao Saxon), Symphony X e Doro foram os responsáveis em animar a multidão que compareceu e tomou o Allianz Parque em um público estimado em 55 mil pessoas.

No que se pode dizer perante a organização e estrutura é meio que batido no que se diz respeito ao Allianz Parque. Uma vez que a estrutura foi construída com o devido propósito de receber eventos de grande porte e não só eventos esportivos, a organização não teve trabalho em manter o festival em devido funcionamento e ordem. E claro, para um evento de grande magnitude, irão ter alguns problemas no meio do caminho como filas nos banheiros, nas lanchonetes e bares, mas nada que atrapalhasse a diversão de todos. Aqui deve-se destacar com a devida honra o trabalho do pessoal da limpeza, os caixa itinerantes e dos organizadores de fluxo que não deixaram a peteca cair e sempre estavam à disposição em ajudar e orientar os espectadores em obterem a melhor experiência em tudo.

Outro ponto a se observar foram as estruturas do palco. Uma vez que entrei um pouco antes da primeira atração, pude observar com detalhes o tamanho da brincadeira, com destaque aos amplificadores e telões laterais enormes e já imaginando o que iriam proporcionar para mais tarde, fazendo que realmente quem estivesse presente, independentemente de onde estava (na pista comum ou nas arquibancadas) tivesse uma vivência fora do comum.

Foto: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

Quem iniciou os trabalhos da sétima edição do Monsters Of Rock foi a rainha do metal Doro Pesch, onde pela sua quarta passagem pelo Brasil desembarcou com sua banda de apoio, formado pelo guitarrista brasileiro Bill Hudson, Johnny Dee na bateria, Bas Maas na segunda guitarra e o baixista Stefan Herkenhoff. A apresentação começou pontualmente as 11:30 com um público ainda tímido e com um tempo bastante agradável.

Foto: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

Em alguns momentos, ela arrancou coros da galera, sob olhares de satisfação dos músicos, sendo um verdadeiro termômetro de que desempenharam um ótimo papel no palco e que também foi satisfatório ao público presente.

Foto: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

I Rule the Ruins (Warlock)

Earthshaker Rock (Warlock)

Burning the Witches (Warlock)

Fight for Rock (Warlock)

Raise Your Fist in the Air (Doro)

Metal Racer (Warlock)

Hellbound (Warlock)

Revenge (Doro)

All We Are (Warlock)

All for Metal (Doro)

A seguir, entra o metal progressivo marcando presença no Monsters, desta vez com o Symphony X como a segunda atração, banda esta que também há uma lacuna de tempo que não vinha ao Brasil: julho de 2022 para ser mais preciso, quando teve uma passagem pela América Latina, com quatro shows no Brasil. Como não tinham um trabalho mais recente a ser divulgado (o último lançado em 2015 com o álbum Underworld), o grupo fez um mix de sucessos visando os álbuns lançados entre 1996 e 2015.

Foto: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

Mas nem tudo foram flores na apresentação da banda onde problemas técnicos prejudicaram de forma considerável. Ao longo da apresentação, a guitarra de Michael Romeo apresentava um certo ruido (embolada) e chiados da reprodução de alguma base foram percebidos e estas falhas não foram sanadas durante a performance. Fora isso, uma falha no retorno em “Set the World on Fire” deixou Russell Allen bem irritado, ao ponto de pegar o pedestal e atirar para o fundo do palco.

Foto: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

O resultado da saga: O público não abraçou o show deles e era perceptível quando se via a galera bem pra baixo ou até mesmo dispersa circulando pela pista ou transitando para outros locais, para poder se alimentar ou ir ao banheiro. Era tão perceptível isso que em alguns momentos Russell questionou se a galera estava “acordada” e em outro momento, com uma ironia: “Onde fumo um desses para ficar tão animado quanto vocês?”

Nevermore

Serpent’s Kiss

Sea of Lies

Without You

Kiss of Fire

Run With the Devil

Set the World on Fire (The Lie of Lies)

O Candlemass teve uma missão difícil no Monsters of Rock, já que a substituição dos lendários britânicos do Saxon não foi bem recebida nas redes sociais do festival. O som pesado e arrastado da banda parecia deslocado em um evento com atrações principais como Kiss e Scorpions. No entanto, o Candlemass não é uma banda iniciante e conseguiu superar as expectativas.

Foto: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

Para começar o show, o sistema de som tocou “Marche Funebre”, tema de Chopin que é tradicionalmente utilizado como abertura nos shows da banda. O baixista e principal compositor, Leif Edling, foi o primeiro a subir ao palco e colocou os óculos, aparentando espanto com a quantidade de gente presente. A banda iniciou o show com “Mirror Mirror”, faixa de abertura de “Ancient Dreams”, seguida de “Bewitched”, com seu riff arrastado que manteve a empolgação do público.

Foto: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

Apesar de dois discos bem recebidos desde a entrada de Johan Längqvist nos vocais em 2018, a banda se focou em seus dois primeiros álbuns. Längqvist interpretou com maestria as faixas de “Epicus Doomicus Metallicus”, gravadas originalmente com ele como contratado sem se apresentar ao vivo com a banda. Lars Johansson não pode comparecer e foi substituído por Fredrik Åkesson, atual membro do Opeth.

A boa resposta do público veio com força em “A Sorcerer’s Pledge”, música do disco de estreia da banda, que terminou com a banda estendendo sua melodia final para os coros dos presentes. A apresentação dos suecos foi encerrada com “Solitude”, recebendo aprovação geral dos presentes.

Foto: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

Ao final da apresentação, o público aplaudiu de pé o Candlemass, que mostrou que o doom metal ainda tem muito a oferecer nos dias de hoje. Com sua técnica apurada, suas melodias envolventes e sua presença de palco imponente, a banda sueca conquistou novos fãs e deixou os antigos ainda mais apaixonados por sua música. Certamente, um presente para quem teve a oportunidade de assistir ao show.

Mirror Mirror

Bewitched

Under the Oak

Dark Are the Veils of Death

Crystal Ball

The Well of Souls

A Sorcerer’s Pledge

Solitude

Assistir ao show do Helloween no Allianz Parque e pode-se dizer que não há experiência mais divertida no heavy metal atual do que essa. O clima entre os guardiões das sete chaves, desde 2016 como um septeto em função das voltas de Michael Kiske (voz) e Kai Hansen (guitarra e voz), é muito bom e isso é transmitido ao público de forma natural.

Foto: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

Durante a apresentação, um problema com a cortina, que deveria cair no primeiro segundo da música de abertura, “Dr. Stein”, ocorreu, mas nem mesmo isso deixou o grupo completo mal-humorado. Levou apenas um minuto até que o tecido fosse removido e a canção rolou normalmente, com os integrantes ocupando as beiradas do palco que não estavam tampadas. Com o Helloween, até um contratempo vira diversão.

Foto: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

O público ficou bastante entusiasmado com a execução de “Eagle Fly Free”, tocada logo após “Dr. Stein”, que foi cantada por vários presentes junto com Kiske, que continua um gigantesco vocalista – talvez até melhor do que na juventude. “Power”, com Deris, também fez a galera vibrar e entoar o fraseado de guitarra na base do “ôôô”.

Devido ao tempo reduzido de show (55 minutos aproximadamente), o medley de “Walls of Jericho” (1985) com Kai Hansen no vocal foi reduzido a apenas “Ride the Sky” e “Heavy Metal (Is the Law)”, o que foi um acerto. Apesar disso, emplacar duas baladas em sequência – “Forever and One (Neverland)” e “If I Could Fly” – esfriou um pouco o público. A primeira foi bem-vinda, especialmente pelos entrosados vocais combinados de Michael Kiske e Andi Deris; a segunda, nem tanto.

Foto: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

A representante solitária do recente álbum homônimo de 2021, “Best Time”, também foi a única a trazer vocais de Kiske, Deris e Hansen – ainda que este último mais fale do que cante por aqui. O encerramento em alto nível com “Future World” e “I Want Out” reforçou o caráter celebrativo da reunião do Helloween. Na última, a vibe era tão festiva que foram atirados ao público diversos balões alaranjados, ilustrados com a abóbora do clássico logo.

Dr. Stein

Eagle Fly Free

Power

Ride the Sky / Heavy Metal (Is the Law)

Forever and One (Neverland)

If I Could Fly

Best Time

Future World I Want Out

Já o show do Deep Purple no Allianz Parque, em São Paulo, foi uma verdadeira celebração à história da banda. Com integrantes como Ian Gillan e Roger Glover, ambos com 77 anos, e outros dois com 74, Ian Paice e Don Airey, o público presente teve a oportunidade de testemunhar a entrega de uma performance honesta e sem artifícios.

Foto: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

Os músicos apresentaram um setlist que valorizou as capacidades físicas dos integrantes mais velhos, mas sem deixar de lado a injeção de peso oferecida pelo guitarrista Simon McBride, de 44 anos. McBride, que é o substituto de Steve Morse, impressionou a plateia com sua bela interpretação das linhas de Ritchie Blackmore, o ex-guitarrista da banda.

O show teve altos e baixos, mas ganhou destaque com músicas como “Highway Star”, “Lazy” e “When a Blind Man Cries”. O público também se animou com o solo de teclado de Don Airey, que incluiu trechos de “Mr. Crowley”, de Ozzy Osbourne, além de clássicos da música brasileira.

Foto: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

A parte final do show foi marcada por “Space Truckin'” e “Smoke on the Water”, que encerraram a parte regular do set e antecederam o primeiro bis do evento. O quinteto retornou ao palco para tocar “Hush” e “Black Night”, tendo um solo de baixo acompanhado por bateria entre elas. Na canção final, o público se dispôs a cantar os riffs em coro e interagir com solos de Simon McBride.

Foto: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

O show do Deep Purple não foi um típico festival a céu aberto, mas sim uma apresentação intimista e contemplativa, que funcionou muito bem para aquele fim de tarde no Allianz Parque. De qualquer forma, a banda entregou uma performance emocionante e verdadeira, que certamente ficará na memória dos fãs brasileiros por muito tempo.

Highway Star

Pictures of Home

No Need to Shout

Uncommon Man

Lazy

When a Blind Man Cries

Anya

Perfect Strangers

Space Truckin’

Smoke on the Water

Hush Black Night

Quase 45 minutos de intervalo se passaram com filas enormes nos banheiros e bares lotados, mas finalmente as luzes se apagaram e os veteranos do Scorpions subiram ao palco, sem frescuras ou atrasos, para começar o show com “Gas in the Tank”, a faixa de abertura de seu último disco lançado em 2022, intitulado “Rock Believer”.

Apesar de já terem feito nove apresentações em São Paulo, o Scorpions não decepcionou o público e entregou um show emocionante, mesclando algumas músicas do último álbum com hits dos anos 80, ignorando a fase setentista da banda. Isso não foi um problema, já que o público não estava lá para ser surpreendido, mas sim para cantar e se divertir com as músicas que já conheciam.

Foto: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

O desempenho da banda foi incrível, com destaque para a vitalidade e o peso da performance do baterista sueco Mikkey Dee, que se juntou ao grupo após anos tocando com Lemmy Kilmister no Motörhead. Logo de início, a banda tocou “Make it Real” e “The Zoo”, duas faixas do álbum “Animal Magnetism” de 1980, mostrando que estavam ali para arrasar.

Durante a apresentação, a banda fez três pausas instrumentais, fundamentais para que o vocalista Klaus Meine, que já tem 74 anos de idade e histórico de problemas de saúde, pudesse descansar a voz. Meine se esforçou bastante e conseguiu atingir as notas agudas de sua voz, sem decepcionar o público. Rudolf Schenker também deu um show à parte, percorrendo o palco com muita energia, mesmo com seus 74 anos.

Foto: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

As músicas do último disco não receberam a mesma reação do público que os grandes sucessos da banda, como “Bad Boys Running Wild” e “Still Loving You”, que fizeram a plateia cantar em coro e acender as lanternas dos celulares. “Delicate Dance”, uma música instrumental repleta de solos de guitarra de Matthias Jabs, também foi um momento emocionante do show.

Foto: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

Ao final, a banda fechou a apresentação com “Rock You Like a Hurricane”, levando o público ao delírio. Não houve grandes surpresas, mas o show do Scorpions foi emocionante e deixou o público com um gostinho de quero mais. E, se a fila enorme para os banheiros após o show foi alguma indicação, o público não quis perder um minuto dessa experiência incrível.

Gas in the Tank

Make It Real

The Zoo

Coast to Coast

Seventh Sun

Peacemaker

Bad Boys Running Wild

Delicate Dance

Send me an Angel

Wind of Change

Tease Me Please Me

Rock Believer

New Vision

Black Out

Big City Nights

Still Loving You

Rock You Like a Huricane

O show do Kiss no Allianz Parque em São Paulo foi quente e eletrizante. A banda fez uma apresentação inesquecível, levando o público ao delírio com suas músicas clássicas. Mesmo com o frio da noite de outono, a multidão aqueceu a pista com a energia emanada do palco. A banda executou sucessos como “Shout it out Loud” e “Deuce” no início do show, mantendo a empolgação da plateia. Com a execução de “I Love it Loud”, os membros da banda promoveram um verdadeiro show pirotécnico, com Gene Simmons cuspindo fogo no palco.

Foto: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

A plateia era composta por jovens e adultos, com muitos pais levando seus filhos para assistir ao show da banda icônica dos anos 70. A apresentação do Kiss também contou com Tommy Thayer, que se juntou à banda há mais de vinte anos, fazendo um solo de guitarra e animando a multidão com fogos de artifício.

Foto: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

Apesar de ter sido um festival, o cansaço já era visível em alguns fãs, que estavam presentes no local havia horas. A música “Say Yes” teve uma reação morna da plateia, enquanto “Cold Gin” pareceu um lado B obscuro. Mas, “Calling Dr. Love”, do álbum “Rock and Roll Over”, restabeleceu a ordem e a empolgação da multidão. O público cantou junto com a banda a clássica “God of Thunder”, tornando o momento o mais marcante e satânico da noite.

Foto: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

O bis do show teve “Love Gun” e “I Was Made For Lovin’ You”, que fizeram a multidão dançar e cantar junto. A apresentação terminou com a música “Black Diamond”, sob a voz de Eric Singer, e a banda se retirou do palco. Foi um show inesquecível para os fãs de todas as idades, uma noite quente e repleta de clássicos do rock. O Kiss realmente mostrou por que é conhecido como a banda mais quente do mundo.

Foto: Ricardo Matsukawa/Mercury Concerts

Detroit Rock City

Shout It Out Loud

Deuce

War Machine

Heaven’s on Fire

I Love It Loud

Say Yeah

Cold Gin

Lick It Up

Makin’ Love

Calling Dr. Love

Psycho Circus

100,000 Years

God of Thunder

Love Gun

I Was Made for Lovin’ You

Black Diamond

Beth

Do You Love Me

Rock and Roll All Nite

Em nome do Ponto Zero, agradecemos a Mercury Concerts e a Simone Catto da Catto Comunicação pelo fornecimento da credencial para esta cobertura que certamente não sairá da minha cabeça por muito tempo.


FESTIVAL ENCONTRO DAS TRIBOS DIVULGA LINE UP POR DIA

O festival contará com Ice Cube, Wiz Khalifa, Chase Atlantic, Steel Pulse e Dezarie como atrações internacionais. No card nacional, nomes como Racionais MC´s, Planet Hempo, Matuê, Gloria Groove, Marcelo Falcão e muitos outros têm presença confirmada.

Festival chega em sua 21ª edição com novo formato: pela primeira vez o evento terá dois dias, 6 e 7 de maio, e acontecerá em local aberto para maior comodidade do público.

Fãs de reggae, rap, rock e música urbana no geral já podem preparar as playlists porque o festival Encontro das Tribos de 2023 tem data e nomes de peso como headliners. O evento, que acontece no Pavilhão Anhembi, em São Paulo – SP, terá, pela primeira vez, dois dias de apresentações – 6 e 7 de maio – e acontecerá na Arena Anhembi, em local a céu aberto pela primeira vez em São Paulo/SP. As mudanças foram pensadas para proporcionar maior comodidade ao público, que contará com espaços maiores, grandes praças de alimentação, áreas de descanso entre outros benefícios. 

No lineup, grandes nomes da música nacional e internacional se revezam nos palcos em dois dias de apresentações. 

Sábado, 6/5: Wiz Khalifa, Steel Pulse, Matuê, Filipe Ret, Gloria Groove, Armandinho, Cabelinho, Teto, 3030, Tasha & Tracie, Lourena e Shaodree

Domingo, 7/5: Ice Cube, Chase Atlantic, Dezarie, Racionais MC’s, Planet Hemp, Marcelo Falcão, Pitty, Orochi, Hungria, Cidade Verde e Mato Seco & Convidados

Os ingressos estão disponíveis pelo site da Ticket 360: 
https://www.ticket360.com.br/evento/26439/ingressos-para-encontro-das-tribos-edicao-circus-passaporte-2-dias

Esperamos um crescimento de 10% a 15% no público do festival para este ano de 2023. Decidimos pelo tema Circus para que os fãs do festival possam mergulhar em um ambiente lúdico e que remeta a coisas boas da infância. E, claro, tudo isso atrelado à alegria e diversão trazidas pela música e por um festival. Queremos proporcionar uma experiência inesquecível ao público com um lineup de peso e uma cenografia icônica e que converse com o festival e com o público“, afirma Charles Leandro – idealizador do evento. A direção cenográfica é assinada por Thiago Silva, da TS Music.

Vencedor do BET Awards, Wiz Khalifa já foi indicado ao Grammy e ao Globo de Ouro com seu rap que tem escala global. Dono de hits como “Black and Yellow” e “See You Again”, o artista carrega seis álbuns na bagagem e números surpreendentes nas redes sociais e nos streams. A última vez que esteve no Brasil foi em 2018. 

Já Ice Cube, uma lenda do hip hop norte americano e pioneiro do rap na Costa Oeste / Califórnia, faz seu debute no Brasil e na América Latina. Ice fez parte dos grupos C.I.A e N.W.A – responsável pelo hino do hip hop “Fuck The Police” – e em 1989 passou a ter carreira solo. Classificado entre os 10 melhores MC’s de todos os tempos pela MTV, já vendeu mais de 10 milhões de álbuns. Além de premiado músico, o artista também é conhecido pelas suas atuações, pela direção e também pela produção audiovisual, que o colocou no patamar de um dos atores mais lucrativos da história do cinema. Seu último álbum foi lançado em 2018, “Everythang’s Corrupt”, e segue com a marca de música política firmada por ele ao longo das últimas décadas. 

O desafio da construção do lineup começou antes mesmo da última edição do Encontro, buscando o equilíbrio máximo entre artistas nacionais e internacionais de diferentes gerações do hip-hop, reggae, rock, R&B e a introdução de atrações emergentes, consolidando o Encontro das Tribos como um dos principais festivais de urban music do país. Destaco Ice Cube, um dos maiores artistas do hip hop de todos os tempos e que faz sua primeira apresentação na América do Sul. Além dele, Wiz Khalifa e Chase Atlantic se destacam por representarem uma nova geração e estarem entre os maiores nomes da atualidade. Junta-se a isso artistas nacionais que também se conectam com os fãs de gêneros urbanos“, comenta Gustavo Sirotsky – Nome à frente da Maia Entretenimento e Diretor Artístico do Festival.

Serviço
Encontro das Tribos 2023
Realização: Tribos Music
Data: 06 e 07 de maio de 2023
Horário: abertura dos portões às 11h
Local: Arena Anhembi (Avenida Olavo Fontoura, 1451 – São Paulo, SP)
Ingressos: a partir de R$370 + taxas (passaporte 2 dias / meia-entrada) em até 12x

https://www.ticket360.com.br/evento/26439/ingressos-para-encontro-das-tribos-edicao-circus-passaporte-2-dias

Mais informações:
www.encontrodastribos.com.br
@encontrodastribos 
@maiaentretenimento

Semblant: Vermilion Eclipse completa um ano com muitas conquistas

Quarto disco da banda os levou a primeira turnê como headliner pela Europa

O último álbum da Semblant,Vermilion Eclipse, foi lançado mundialmente pela gravadora italiana Frontiers Music e no Brasil pela Shinigami Records. O trabalho completou um ano em abril, trazendo inúmeros resultados positivos para o grupo brasileiro. O álbum os levou a uma turnê na Europa como headliner e conquistou uma nova legião de fãs no Brasil e no exterior. Também chamou atenção da crítica especializada, que o apontou como um dos destaques de 2022.

A vocalista do grupo, Mizuho Lin, comenta a conquista: “Lançar o Vermilion Eclipse foi mais um grande marco na história da banda. Fizemos nossa primeira turnê headliner europeia, passando por dez países. Nosso videoclipe de ‘Enrage’ conta com mais de 1,2 milhões de acessos. Todo o processo do álbum foi cuidadosamente pensado: estética, sonoridade, estratégias, etc. O resultado foi extremamente positivo e nossa era Vermilion Eclipse ainda não acabou”, revela.

Como os trabalhos da Semblant não param, há novos planos para este ano, incluindo uma nova turnê pela Europa: “Estamos focando em uma nova turnê como headliner, passando por alguns novos países e revisitando algumas cidades no qual tivemos muito êxito na turnê passada. Estamos muito ansiosos”, conclui a cantora.

Ouça “Vermilion Eclipse”:

Quarto trabalho da Semblant, que tem mais de 15 anos de uma carreira sólida, Vermilion Eclipse mostra o grupo com uma poderosa força musical, difícil de definir com uma categorização musical. Com amplas influências dentro do universo do Metal, a Semblant apresenta um trabalho único que une evolução com a sonoridade característica do sexteto.

A Semblant vem recebendo elogios internacionais da comunidade metal desde o lançamento de Lunar Manifesto  (2014). Atualmente seus videoclipes, somados, contam com mais de 55 milhões de visualizações, apenas no YouTube.

A Semblant foi formada em 2006 pelo vocalista Sergio Mazul e o tecladista J. Augusto, que uniram forças para criar uma música que apresentasse todos os elementos obscuros e agressivos que apreciavam e amavam no metal. Atualmente, a formação do grupo conta também com a vocalista Mizuho Lin, o guitarrista Juliano Ribeiro, o baterista Welyntom “Thor” Sikora e o baixista Johann Piper.

Edu Curti: confira “Life is Today”, seu mais novo single

O paranaense Edu Curti começou sua carreira com a banda Mind Reverse, que finalizou suas atividades em 2021. Foram suas primeiras experiências compondo em grupo, onde escrevia as letras junto das melodias. Compor com a banda o motivou a desenvolver também ideias 100% suas, as quais começou a lançar desde o ano passado, em formato de singles.

No dia 28/04 ele lançou o single “Life is Today”, que mistura elementos rock n’ roll, buscando uma sonoridade mais moderna.Já o videoclie deve ser lançado na próxima semana.

Sobre o processo de composição do single ele comenta: “Desenvolvi a melodia inicialmente e logo pensei nos elementos que eu gostaria para aquela música, qual a sonoridade e outros aspectos, passei tudo para o Bruno Bulgaron e juntos passamos a desenvolver a estrutura, instrumentos e arranjos. Com a música totalmente definida, passamos os detalhes para os músicos que fizeram a gravação, onde cada um ainda contribuiu com ideias e detalhes de seu estilo pessoal de tocar”, afirma.


Produzida por Bruno Bulgaron e gravada por Haroldo Rickli, no Estúdio H, a faixa fala sobre como sofremos com coisas que nos fizeram mal no passado e com aflições a respeito do futuro, e transmite a mensagem sobre a importância de se valorizar o presente, entendendo que é nele que a vida acontece.


Confira “Life is Today” no Spotify:

Isabele Miranda & The Bridge
Fotos: @setechavesfoto

Eskröta lança novo álbum ‘Atenciosamente, Eskröta’

“Atenciosamente, Eskröta” sucede o debut “Cenas Brutais” (2021) e o EP “T3RROR” (2022)

Após o debut “Cenas Brutais” (2021) e o EP “T3RROR” (2022), Yasmin Amaral (vocal e guitarra) e Tamyris Leopoldo (baixo e backing vocals) novamente se juntaram para criar mais uma obra de crossover/hardcore e thrash metal com a Eskröta. Contando ainda com o baterista Jhon França, que deixou a banda recentemente, o trio apresenta o segundo full-length, “Atenciosamente, Eskröta”. “Esse lançamento traz um posicionamento diferente, pois as músicas têm um lado hardcore mais presente e os shows que vamos fazer estão alinhados com isso. Temos uma turnê com Bayside Kings e outra com o Dead Fish a caminho”, explica Yasmin Amaral, que foi a responsável por produzir as nove faixas do repertório.

Confira a faixa “Homem é assim mesmo” em https://youtu.be/jIPfMxJ3odY

“A faixa ‘Homem é assim mesmo’ foi a primeira a tomar corpo e a ideia partiu do vídeo da influenciadora Hana Khalil, em uma série em que ela trata sobre feminismo. O vídeo basicamente frisa o quão nocivo é o comportamento da sociedade de sobrecarregar as mulheres em diversas funções e amenizar a vivência do homem com frases como: ‘deixa pra lá, homem é assim mesmo’. Então negamos tudo isso, homem não deve ser assim mesmo, precisamos mudar nossa forma de pensar. O thrash que envolve essa composição também condiz muito com a atmosfera de revolta que queremos passar”, explica Yasmin Amaral.

Com a capa a cargo de Hueller Figueredo, o material finalizado com mixagem e masterização pelo Estúdio Toth, de Danilo Souza e Fernando Uehara, ambos membros do Bullet Bane, conta com a participação de Milton Aguiar, vocalista da Bayside Kings, na faixa “Pertencer e Conquistar”. “Esta música é bastante especial pra mim, pois minhas referências aqui foram mais peculiares, como o Pense (Hardcore Melódico) e Dick Dale (Surf Rock), que me influenciaram na construção dela como um todo”, revela Yasmin Amaral. “A letra fala da centralização das movimentações no Sudeste e sobre quem não está inserido nesse ‘CEP’, que engloba São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, e muitas vezes acaba ficando esquecido. Para quem é do interior de São Paulo algumas oportunidades já ficam mais difíceis, imagine para quem mora no Nordeste/Norte e é invisibilizado muitas vezes?”, questiona.

Outra faixa de destaque é “Instagramável”, programada para sair em videoclipe. “A ‘Instragramável’ foi a última música a ser escrita, literalmente um dia antes da gravação da voz. O assunto é autoexplicativo e mostra o nosso desconforto com o padrão de beleza das coisas e das pessoas na internet e como isso acaba machucando a nossa autoestima e nos estimulando a consumir sem freio. Já era um som mais denso, então achei que merecia um tema mais pesado”, detalha a vocalista e guitarrista.

O álbum, que também está disponível na versão física (CD Slipcase), pode ser ouvido nas plataformas de streaming: https://ditto.fm/atenciosamente-eskrota.

Repertório:
1. Cena Tóxica
2. Fila do Osso
3. Pertencer e Conquistar (feat. Milton Aguiar)
4. Fantasmas
5. Parece fácil
6. Instragramável
7. Combater seus atos
8. Homem é assim mesmo
9. Mosh Feminista

AGENDA
A Eskröta fará uma extensa turnê pelo Brasil, com início em 29 de abril em Curitiba (PR) ao lado do Napalm Death. Além disso, fará sua estreia no SESC Belenzinho em 26 de maio, com ingressos disponíveis a partir do dia 16 de maio.

Mídias sociais:
https://www.facebook.com/eskrota
https://www.instagram.com/eskrotacs/

E-mail: eskrotacs@gmail.com

Glenn Hughes: ‘Burn’ (Deep Purple) na íntegra no show em Belo Horizonte

Solid Music e Caveira Velha Produções promovem show do dia 5 de novembro em Belo Horizonte (MG)

Glenn Hughes, que segue excursionando pelo mundo celebrando sua obra no Deep Purple, voltará ao Brasil na turnê em que apresenta o álbum “Burn” (1974) na íntegra, além de outros sucessos de sua passagem pela banda inglesa, que rendeu ainda os álbuns “Stormbringer” (1974) e “Come Taste the Band” (1975)”. Solid Music e Caveira Velha Produções promovem o show do dia 5 de novembro em Belo Horizonte (MG); os ingressos antecipados estão á venda pelo Clube do Ingresso. “Estou muito feliz em retornar à América Latina. É sempre incrível me apresentar pra vocês e eu mal posso esperar pra ver os sorrisos e rostos emocionados novamente. Estou trabalhando com um time incrível e é seguro dizer que será uma turnê incrível!”, comentou Glenn Hughes.

Se existem alguns sinônimos para o que se convencionou chamar de Classic Rock, a música “Burn” é um bom exemplo. A faixa-título do álbum, gravado pelo Purple em 1973 em Montreaux (SUI), é um dos destaques do repertório, ao lado de outras composições marcantes, como “Mistreated”, “Might Just Take Your Life”, “You Fool No One”, “Lay Down, Stay Down”, além de “Sail Away”, “What’s Goin’ On Here” e a instrumental “‘A’ 200”.

O chamado The Voice of Rock, que nasceu em 21 de agosto de 1951, em Cannock (ING), teve início na música tocando trombone na orquestra da escola, passou para a guitarra, mas se tornou baixista e vocalista. Em 1973, após passar por bandas menores e pelo Trapeze, com o qual gravou “Trapeze” (1970), “Medusa” (1970) e “You Are the Music… We’re Just the Band” (1972), recebeu o convite do guitarrista Ritchie Blackmore e do baterista Ian Paice para substituir o baixista Roger Glover no Deep Purple. Porém, acabou também dividindo o posto de vocalista ao lado de David Coverdale, que substituiu Ian Gillan na banda.

“Se eu gosto de cantar e tocar baixo mundo afora? Isso é minha vida, amo o que faço. Minha vida é se apresentar ao vivo, sou um dos músicos que menos recusa um convite para subir ao palco”, disse Hughes certa vez à revista Roadie Crew.

O fim do grupo, em 1976, levou Hughes a uma carreira solo que começou no ano seguinte, com o funkeado “Play Me Out”, e só foi retomada em 1992, com “Blues”, que marcou a volta do vocalista, baixista, músico e compositor totalmente livre do vício nas drogas – especialmente cocaína – que o consumiu nos anos 70 e 80. Um vício que abreviou a passagem de Hughes pelo Black Sabbath de Tony Iommi, entre 1985 e 1986.

Prolífico, principalmente nas últimas três décadas, Hughes colocou a sua voz especial num sem-número de álbuns ao longo de 50 anos de carreira, incluindo também trabalhos com Pat Thrall, Black Country Communion, California Breed, Joe Lynn Turner, John Norum, Gary Moore, Richie Kotzen, Voodoo Hill, Phenomena e muitos, muitos outros. Um privilégio para todos nós.

Serviço – Glenn Hughes em BH:
Data: 5 de novembro (domingo)
Local: Mr. Rock
Endereço: Av. Teresa Cristina, 295 – Prado, Belo Horizonte/MG
Ingressos online em https://www.clubedoingresso.com/evento/glennhughes-bh
Produção: Solid Music e Caveira Velha Produções

Drenna fala de autoaceitação em ‘Me Desculpa’, último single antes do novo disco

Música foi composta junto à Morgado e Guerra (Varandão), mais dois artistas do selo Toca Discos

O mundo impactado pelas redes sociais é o mundo dos filtros, das relações plásticas e da desconfortável e voraz cobrança por padrões a serem seguidos, um processo que legitima alguns corpos e inviabiliza muitos outros. Mas o mundo da Drenna vai à contramão e pede desculpa por mera educação ao falar em autoaceitação: “Me desculpa, mas eu sou assim”, branda o refrão do novo single “Me desculpa”, no streaming pelo selo Toca Discos e distribuição digital da Altafonte Brasil.

Ouça aqui: https://links.altafonte.com/Drenna_MeDesculpa.

“Me desculpa”, um rock dançante, com guitarra, baixo e bateria bem marcados, tocados respectivamente por Drenna Rodrigues (também a vocalista), Bruno Moraes e Milton Rock.

A música foi concebida durante um songcamp de três dias no mítico estúdio Toca do Bandido, no Rio de Janeiro, dos produtores Felipe Rodarte Constança Scofield.

Neste processo, na Toca, foi composta junto à Morgado e Guerra, dois compositores e cantores do cast da Toca Discos, que compartilham com a Drenna a busca por quebra de paradigmas de padrões, tanto na imagem como na sonoridade.

Mas a música é curativa, é contra padronizações e favor de ambientes plurais e de respeito mútuo.

Com um som bastante pulsante e um refrão forte, a Drenna mostra o quarto e último single antes do novo disco, que chega às plataformas de streaming – também pela Toca Discos – no dia 26 de maio. Anteriormente, o power trio carioca lançou ‘A Praia’, ‘A Casa’ e ‘Haters’, num trajetória em que mostra a evolução da sonoridade puramente roqueira à incorporação de elementos contemporâneos, que remetem ao indie, trap e pop.

“O normal é sempre algo ditado por um sistema de controle, crenças enraizadas ou mecanismo de moda, venda ou consumo. A normalidade fica apontando para os corpos dos outros dizendo o que tem que ser ou não. O corpo não é moda e nem pode estar à serviço dela. Definir um tipo de corpo como tendência é também ditar corpos que não podem existir. Influenciadores tem o poder de promover uma obsessão coletiva por padrões estéticos à serviço do consumo. A patologização dos corpos gordos que são lidos como doentes pela sociedade tão somente para apartá-los do convívio social e do afeto e não para designar tratamentos de saúde. A pressão para performar feminilidade – cabelos longos, depilar, maquiagem – ou masculinidade – cabelos curtos, músculos, não usa determinadas roupas, maquiagem ou esmaltes. As mulheres especialmente aprendem a procurar defeito no espelho”, fala Drenna sobre o processo criativo de “Me desculpa, mas eu sou assim”.

Drenna nas redes

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Origami Aquém traz melancolia e estética vintage em ‘Bebê Conforto’

Um videoclipe reforça o lançamento do novo single do quarteto sergipano nas plataformas de streaming, via Caravela Records

‘Bebê Conforto’ é a nova música do quinteto sergipano de rock alternativo Origami Aquém, que traz referências de indie rock, surf rock e da nova MPB. O single chega às plataformas de streaming pelo selo Caravela Records.

Ouça ‘Bebê Conforto’ aqui: https://bfan.link/bebe-conforto.

Nesta single, o Origami Aquém apresenta uma música calcada na neo psicodelia, uma semi-balada. É uma música leve e suave – requintes de uma canção de amor, aos moldes do DNA do banda sergipana. Tem um pouco de melancolia e um pouco de humor.

A estrutura de ‘Bebê Conforto’ surpreende pela ousadia em não seguir padrões e se apresenta diferente do comum no mercado fonográfico.

Um videoclipe com estética vintage reforça o lançamento de ‘Bebê Conforto’. “Algo meio Beatles, é classudo e não sai de moda!”, comenta o vocalista/baixista Serjo Almeida. A paleta de cores do verde e do amarelo cria uma identidade visual bem característica da banda neste e em todos os futuros lançamentos.

Assista ao clipe de ‘Bebê Conforto’ aqui: https://youtu.be/lYOYIeOS9iE.

Completam a Origami Aquém: Vítor Brito (guitarrista), David Morais (baterista), Danillo Matos (guitarrista/vocalista) e Igor Elias (tecladista/vocalista).

Este é o segundo single de um EP, previsto ainda para 2023. A banda promete entregar um registro inovador e maduro. O single anterior, lançado em fevereiro de 2023, é ‘Pensamentos que me levam a você’. Ouça aqui: https://bfan.link/pensamentos-que-me-levam-a-voce.

A Origami Aquém

Origami Aquém é uma banda formada em 2020 com a intenção de unir o moderno ao vintage, trazendo uma sensação de acolhimento e nostalgia para todos os ouvintes.

As convicções artísticas são voltadas principalmente para a originalidade, em não limitar nossa arte, permitindo aos músicos compor temas e estilos diversos, sempre buscando surpreender.

Com mais um single lançado, o desejo é crescer na cena indie nacional e figurar nosso nome entre o das bandas grandes e médias da cena.

Para a banda, a música é uma forma de acolhimento e união, buscamos juntar as pessoas, sem limitações criativas.

“Gostamos de nos sentir o mais próximo possível do nosso público, com transparência e descontração em vários momentos. E achamos que o papel da música é justamente esse, tocar e unir as pessoas, criando laços que vão além da arte”, eles afirmam.

A nova formação da banda estreou nos palcos neste início de 2023 em um evento ao lado de outras formações em ascensão da cena alternativa sergipana, como Amagatos e Cidade Dormitório.

“O último show foi sensacional, talvez um dos maiores shows de bandas independentes que já teve aqui na cidade. É muito legal saber que estamos conseguindo engajar o público ao nosso trabalho”, comenta a Origami.

A cena de Sergipe

A Origami Aquém vive um momento de renovação sonora e ocupa espaço e atenção na prolífera cena de Sergipe.

“Temos reconhecimento das bandas e artistas mais antigos da cena e dos artistas mais novos também, esse carinho pela nossa banda é muito legal, pois fica claro o reconhecimento que as pessoas tem pela Origami”, comenta Serjo.

Fotos de divulgação por Coletivo Cinestesia (@coletivo.cinestesia)

Blood Ocean anuncia o lançamento do primeiro single “Dew Scent”

A banda de Thrash Metal Blood Ocean anuncia o lançamento do primeiro single e Lyric vídeo para “‘Dew Scent”. A faixa foi gravada no Estúdio Pano Humildo Produções e teve produção e mixagem por Anderson Mattiello e será lançada dia 18 de maio em todas as plataformas digitais.

A música é uma boa mistura do Thrash Metal dos anos 80 com influências modernas, misturando suas influências antigas com um som mais atual, fugindo de soar datado, mas sem esquecer das características que seu estilo musical pede, como ótimos riffs, refrão grudento e uma cozinha com levadas mortais.

Como os fãs de Thrash mais atentos podem perceber a música faz uma referência a banda de Thrash Metal alemã Dew Scented, que lançou 8 discos e é bem conhecida no Underground, principalmente pelos discos “Inwards” e “Impact”.

O vocalista e guitarrista Júnior fez o seguinte comentário sobre a música:” O Dew Scented , na nossa opinião , é tão boa banda quanto subestimada , infelizmente . Thrash/Death germânico poderoso e muito técnico. Quando compusemos o primeiro single, a letra tinha o tema do poema “O Corvo ” de Edgar Allan Poe e na nossa letra aparece cheiro de orvalho (Dew Scent) , foi meio que coincidência , mas ficamos muito felizes porque embora não sejamos extremos e técnicos como o DS , temos o mesmo sangue nos olhos que sentimos nas suas canções ! Privilégio ter o primeiro single praticamente com o mesmo nome desta grande influência. Inclusive nosso baterista Marcão dividiu o palco com eles em 1999 em uma  tour com o Ação Direta, banda que integrava na época.”

Veja abaixo um teaser para “Dew Scent”

O Blood Ocean foir formado em 2022 por Douglas Perez (baixo) e Júnior Zeni (guitarra e voz) após se reunirem na gravação da demo “Into The Realm Chaos” de 1989 do Menace, antiga banda de Thrash Metal do ABC paulista, na qual ambos são co-fundadores da mesma.

Após a gravação sentiram necessidade de iniciarem um novo projeto e no início das novas composições o renomado baterista Marcão Melloni(Dead Fish, Ex Ação Direta)  se junta ao grupo, sendo também ex-integrante do Menace. Juntos participaram de mais de 35 collabs com a Pano Humildo Produções durante a pandemia.

Atualmente estão gravando seu álbum de estréia intitulado “Sublime Apocalypse”, ainda sem data de lançamento.

Blood Ocean tem como temática o meio ambiente a ação destrutiva do homemno planeta e experiências pessoais que possam trazer algo motivador para quem quer se conectar a um mundo melhor.

Blood Ocean
Júnior Zeni-Guitarras e vocais
Douglas Perez -Baixo
Marcão Melloni-Bateria

Acompanhe o canal da banda no Youtube: https://www.youtube.com/@BloodOceanOfficial

Brasil Game Show anuncia o criador do Atari como atração da edição deste ano

Lenda viva dos games, Nolan Bushnell estará de volta à maior feira da América Latina nos dias 12 e 13 de outubro para sessões de Meet & Greet, painéis, participações como jurado no BGS cosplay e presença na cerimônia de abertura; evento será realizado no Expo Center Norte, em São Paulo

Em 1972, Nolan Bushnell criou o Atari, videogame que revolucionou a indústria e abriu as portas para a popularização dos jogos eletrônicos em todo o mundo. Mais de meio século depois, o norte-americano é uma das grandes atrações internacionais da 14ª edição da Brasil Game Show, que será realizada de 11 a 15 de outubro no Expo Center Norte, em São Paulo. Reconhecidamente uma das figuras mais importantes da história dos games, Bushnell retorna à maior feira de games da América Latina para rever o público brasileiro e participar de uma extensa agenda de atividades.

Ao longo dos dias 12 e 13 de outubro, o “pai do Atari” vai participar da cerimônia de abertura do evento, de sessões de autógrafos na BGS Meet & Greet com os fãs e de painéis do BGS Talks, além de integrar o júri do BGS Cosplay. Essa será a terceira vez que Nolan vem ao Brasil para participar da feira, onde esteve em 2017 e 2018.

Marcelo Tavares, fundador e CEO da BGS, reforça a importância do criador do Atari para o setor. “Profissionais da indústria como Nolan revolucionaram não só o mercado, mas a vida de milhões de jogadores, influenciando amizades, momentos divertidos e memórias inesquecíveis. Eu mesmo tenho uma relação especial com o console e tenho vários na minha coleção. A presença dele é uma homenagem à indústria e uma maneira de aproximar os gamers de um dos responsáveis por tudo que os jogos representam hoje à sociedade.”

Aos 80 anos, Nolan é um empresário de mão cheia. Além de projetar o Atari 2600, em 1977, console que revolucionou os games para sempre, o engenheiro acumula em seu currículo experiências como CEO e diretor de diversas empresas relacionadas a games e tecnologia e grandes reconhecimentos públicos, como o da revista Newsweek, que o incluiu entre os “50 Homens que Mudaram a América”. Além disso, foi eternizado pela indústria de games com seu nome no “Video Game Hall of Fame” e no “Consumer Electronics Association Hall of Fame”.

Durante seu período na Atari Inc., Bushnell projetou jogos arcade como Pong, Tank e outros, e teve funcionários famosos, como Steve Jobs e Steve Wozniak.

Mais do que interagir com muitas personalidades históricas e atuais do mundo dos games, os visitantes da BGS 2023 poderão acompanhar competições de eSports, conferir lançamentos de jogos e produtos para gamers, divertir-se em diversas estações free-to-play, encontrar amigos e criadores de conteúdo e muito mais. 

Para ficar por dentro de todas as novidades do evento, acompanhe a BGS nas redes sociais e visite o site oficial da feira.

Serviço – BGS 2023

Quando: 11 a 15 de outubro (1º dia exclusivo para imprensa e negócios, além dos portadores do Passaporte Premium e Passaporte Camarote)
Onde: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo/SP
Horário: das 13h às 21h

Ingressos – 1º lote – até 20/05 (50% de desconto em relação ao lote final)

Individual – 12 e 13 de outubro (meia-entrada): R$ 99 Ingresso individual válido para 1 (um) dia escolhido (12 ou 13/10). 
Individual – 14 e 15 de outubro (meia-entrada): R$ 149 Ingresso individual válido para 1 (um) dia escolhido (14 ou 15/10). 
Passaporte 12, 13, 14 e 15 de outubro (meia-entrada): R$ 397 Passaporte com 4 ingressos para os dias 12, 13, 14 e 15/10. (Leve 4 e pague 3).
Passaporte Premium (meia-entrada): R$ 699 Válido para todos os dias, incluindo dia exclusivo para imprensa. No dia 11/10, a entrada é realizada às 15h.
Passaporte Business (meia-entrada): R$ 699 Válido para todos os dias, incluindo o dia exclusivo para imprensa. No dia 11/10 a entrada é realizada às 15h. Dá acesso a área business.
Camarote Dia Único: R$ 499 Ingresso camarote para 1 (um) dia escolhido. (12, 13, 14 ou 15/10). Dá acesso ao camarote e entrada 1h antecipada.
Passaporte Camarote: R$ 1.999 Passaporte com 5 ingressos camarote para os dias 11, 12, 13, 14 e 15/10. Dá acesso ao camarote, entrada 1h antecipada e um kit exclusivo. No dia 11/10, a entrada é realizada às 15h.

Sobre a BGS: A Brasil Game Show (BGS) é a maior feira de games da América Latina e uma das maiores do mundo em público e área. Realizada pela primeira vez em 2009, o evento já recebeu mais de 2,5 milhões de visitantes somando todas as edições e, atualmente, ocupa os pavilhões do Expo Center Norte, em São Paulo. Reúne as principais empresas do segmento, é palco dos grandes lançamentos do ano, atrai personalidades da indústria mundial de jogos eletrônicos e abre espaço para estúdios independentes. A BGS é também uma grande oportunidade de negócios que atrai investidores, empresários e profissionais do mercado de games e tem uma forte preocupação social, tendo arrecadado e doado mais de 450 toneladas de alimentos ao longo de suas 13 edições.

Ostrogoth se apresentará pela primeira vez no Brasil em setembro

Evento está agendado para 13 de setembro no Legends Music & Bar, em São Paulo

A Caveira Velha Produções será responsável pela única apresentação da tradicional banda belga de heavy metal, Ostrogoth, no Brasil. O evento, agendado para 13 de setembro no Legends Music & Bar, em São Paulo, ainda contará com a presença do Creatures, Gravedancer e Rider,

Não é surpresa ver James Hetfield (Metallica) usando a camiseta do Ostrogoth. Assim como ele, muitos fãs de metal sabem que a cena belga dos anos 80 revelou grandes nomes, como Acid, Crossfire, Warhead, Killer, Cyclone e o Ostrogoth, criado em meados de 1979 na cidade de Gante. Além do fundador e baterista Mario Pauwels, o grupo atualmente traz Josey Hindrix (vocal), Fré Ost e Bram Engelen (guitarras) e Gerry Krenryg (baixo). O primeiro registro da discografia, que traz os clássicos “Ecstasy and Danger” (1984), “Too Hot”(1985) e “Feelings Of Fury” (1987), veio há exatos 40 anos, com o EP “Full Moon’s Eyes”. Na época, a banda se apresentou na primeira edição do “Heavy Sound Festival”, realizado na cidade de Bruges em maio de 1983 e que contou com Golden Earring, Killer, Anvil, Uriah Heep, Gary Moore e Baron Rojo. No repertório do show, faixas como “Queen of Desire”, “Ecstasy and Danger”, “A Bitch Again”, “Scream Out”, “Lords of Thunder”, “The New Generation”, “Do It Right”, “Too Hot”, “Full Moon’s Eyes” e outras.

Aberturas
O trio paulistano Gravedancer, formado em 2020, apresenta um som influenciado por Venom, Piledriver, Bulldozer e Celtic Frost. Após as demo-tapes “Ripping Metal” (2021) e “Unholy Bond” (2021), ambas lançadas pela Helldprod Records (Portugal), e do split “Salvete Infernum” (c/ Sanguinário, 2021), o grupo prepara o álbum de estreia, “The First Rite”.

Já o Rider, que conta com César Caçador (vocal), Luke D. Couto e Caio Egds (guitarras), Klébio Moura (baixo) e Alan Caçador (bateria), surgiu em 2011 na cidade de Osasco (SP) e pratica um som com fortes influências do heavy metal tradicional dos anos 80, especialmente de nomes como Iron Maiden, Saxon e Tokyo Blade. O grupo, que tem em sua discografia o EP “Streets of Nowhere” (2013) e atualmente promove “Midnight Line” (2020), já se apresentou ao lado de bandas como Exciter, Skull Fist, Steelwing, entre outras.

Vindo de Curitiba (PR), o Creatures foi criado em 2019 pelo guitarrista Mateus Cantaleäno, objetivando praticar um som que mescla hard rock com o heavy metal clássico. Além da parte musical, a banda, que promove o álbum “Creatures” (2021), também se preocupa com a estética e identidade visual em suas artes, vídeos e figurinos, com referências aos anos 70 e 80. Ao vivo, ao lado de Cantaleäno estão Marc Brito (vocal), Luke Couto (baixo) e Sidnei Dubiella (bateria).

Serviço – Ostrogoth:
Atrações: Ostrogoth, Creatures, Gravedancer e Rider
Data: 13 de setembro (quarta-feira)
Horário: a partir das 18h
Local: Legends Music & Bar
Endereço: Rua Inácio Pereira da Rocha 367 – Vila Madalena, São Paulo/SP
Ingressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/ostrogoth-sp

Treva lança Renasce em Dor, com participação de Rodrigo Lima (Dead Fish)

Single, no streaming e em videoclipe, a segunda lançada pela banda, também tem vocais da cantora independente Julie Xavier

Como um canto em homenagem a todos e todas de pele preta, ‘Renasce em Dor’ é a nova música que o quarteto Treva lança no streaming e em videoclipe, com participação nos vocais de Rodrigo Lima (Dead Fish) e Julie Xavier. O single é mais um lançamento da banda via El Rocha Records, com distribuição digital da Altafonte Brasil.

Confira aqui o clipe:

Ouça ‘Renasce Em Dor’ nas principais plataformas de streaming: https://links.altafonte.com/renasceemdor.

‘Renasce em Dor’ é a segunda música do Treva, que sucede a potente ‘Onde Morre o Sol. O guitarrista e vocalista Felipe Ribeiro fala da força e representatividade deste single.

“Fala de perseverança. Mesmo contra todas as adversidades e séculos de opressão, pessoas pretas fizeram das suas histórias de vida verdadeiras biografias de resistência e luta em busca de uma sociedade mais justa e uma realidade mais amena”.

A música emana, por meio de um rock mais visceral e direto, o espírito da musica preta que surge da dor nos campos de trabalho escravo ou nas rodas de samba dos antigos centros urbanos, que atenuam o sofrimento e trazem esperança por dias melhores.

“Aquela que faz renascer da dor a força que nos mantém firmes e em movimento. O som que vem da alma. Que alimenta os sonhos e a luta que nos mantém vivos”, completa Ribeiro.

Mas ‘Renasce em Dor’ também é curativa, uma forma do Treva mostrar como a música é um mecanismo social para seguir em frente, encarar os problemas.

“Sempre que nos escravizaram, sempre que nos massacram, sempre que nos oprimiram, toda vez que nos mataram, e foram muitas vezes na história; Renascemos. E todas as vezes que renascemos, a música estava presente contando as nossas histórias ou amenizando as nossas dores”, contextualiza o vocal/guitarrista do Treva.

As participações de ‘Renasce em Dor’

Rodrigo e Julie, como convidados nos vocais ao lado de Ribeiro, reforçam o caráter especial de ‘Renasce em Dor’. “Uma das ideias que eu sempre tive desde que montamos a banda é sempre manter as pessoas queridas próximas”, conta Ribeiro.

“A Julie Xavier é uma amiga de longa data e uma artista talentosíssima. Ela sempre me falava sobre eu voltar a fazer música. Me incentivou muito!”.

O vocalista do Dead Fish é também amigo de longa data do pessoal do Treva. “Senti na hora que o Rodrigo tinha que fazer parte dela. Ela tem um sentimento que eu queria que o Rodrigo fizesse parte. Falei isso para ele e ele aceitou na hora!”

Treva, a banda

Treva é Chris Wiesen (guitarra), Felipe Ribeiro (guitarra e vocal), Eduardo Moratori (baixo), dois ex-Confronto, e Pedro Hernandes (bateria), experientes músicos do rock nacional, se juntaram em 2021 para um novo projeto com referências de punk rock, folk e blues.

‘XXVII’ (confira aqui) foi a primeira amostra do que é o Treva, uma intro com cerca de um minuto e meio recheada de riffs, peso e atmosferas sombrias. Em seguida a banda lançou – em clipe e no streaming – a faixa ‘Onde Morre o Sol’, confira aqui.

Os lançamentos do Treva serão feitos pela El Rocha Records, o selo do estúdio El Rocha, com a produção, mixagem e masterização do renomado produtor Fernando Sanches.

O El Rocha Records é a casa de três nomes importantes da produção musical brasileira: Daniel Ganjaman, Fernando Sanches e também com participação da Carox. Recentemente foram responsáveis pelos lançamentos da Deb and the Mentals e da dupla A Ride for Two e The Gramophones.

Acompanhe a banda aqui: www.instagram.com/oficialtreva.

Rodrigo Lima gravando vocais para a faixa | Foto: Divulgação

Revolution Saints lança álbum com nova formação; ouça ‘Eagle Flight’

O trio agora inclui, além de Deen Castronovo, Joel Hoekstra e Jeff Pilson

Revolution Saints, a banda centrada ao redor do vocalista/baterista Deen Castronovo, retornou com uma nova formação e um novo álbum, “Eagle Flight”. Castronovo se junta no Revolution Saints MK II a novos companheiros, o baixista Jeff Pilson e guitarrista Joel Hoekstra, e “Eagle Flight” é a nova declaração musical que anuncia essas chegadas.

Revolution Saints foi inicialmente montado por Serafino Perugino, presidente e head de A&R [Artista & Repertório] da Frontiers Records, a fim de mostrar a impressionante voz de Deen Castronovo (Journey, Bad English, Hardline). Castronovo sempre foi um baterista muito respeitado, mas os fãs que notaram seus vocais de apoio ao longo de sua carreira, compareceram aos shows do Journey e o viram assumir os vocais principais em ‘Mother, Father’ durante o set da banda perceberam que ele também tinha um voz incrível. Revolution Saints sempre foi um veículo para mostrar ao mundo os incríveis talentos de canto de Deen.

Para os três primeiros álbuns do Revolution Saints, “Revolution Saints”, “Light In The Dark” e “Rise”, Deen esteve acompanhado do baixista/vocalista Jack Blades (Night Ranger) e guitarrista Doug Aldrich (ex-Whitesnake, DIO). Produzidos por Alessandro Del Vecchio, esses três discos trouxeram de volta o clássico estilo de rock melódico que eletrizou e encantou legiões de fãs não só nos anos 80 e 90 como ainda hoje! Inspiradores vocais, melodias crescentes e ganchos cativantes são encontrados em abundância nesses três álbuns.

Revolution Saints MK I deixou uma marca inapagável no mundo do rock melódico, porém era hora do MK II nascer. Deen, tendo recentemente voltado ao Journey, estava se sentindo revigorado, inspirado e pronto para cantar. Preencher os lugares ocupados por Blades e Aldrich não seria uma tarefa fácil, mas, felizmente, os caras certos para o trabalho foram encontrados! Joel Hoekstra é o atual membro do Whitesnake, Trans-Siberian Orchestra e Iconic, assim como do seu próprio projeto solo, Joel Hoekstra’s 13, e é um guitarrista absolutamente deslumbrante, capaz de tocar múltiplos estilos. Jeff Pilson, atualmente integrante do Foreigner, Black Swan e The End Machine, também é conhecido por seu tempo no Dokken e, claro, por seu mais recente trabalho de produção. Dois excelentes músicos complementando o canto e bateria de Deen era exatamente o que o Revolution Saints MK II precisava e é isso que temos aqui. Como nos três primeiros álbuns, Alessandro Del Vecchio cuida da produção assim como contribui nos teclados e vocais de apoio.

Os fãs dos três primeiros lançamentos do Revolution Saints vão encontrar muito do que apreciar com o novo e rejuvenescido Rev Saints e seu mais novo álbum, “Eagle Flight”!

Eagle Flight está disponível online em todas as plataformas, e em CD na Wikimetal Store.

ouça ‘Eagle Flight’

“Eagle Flight” tracklist:
1. Eagle Flight
2. Talking Like Strangers
3. Need Each Other
4. Kids Will Be Kids
5. I’ll Cry For You Tonight
6. Crime Of The Century
7. Set Yourself Free
8. Sacred
9. Once More
10. Save It All

Marketing e Promoção no Brasil:
ForMusic – info@formusic.com.br

Hurricanes traz a essência do blues e rock dos anos 70 no single “Purple Clouds”

A música estará presente no primeiro álbum do grupo, que estreia esse ano

A banda Hurricanes lança hoje, 27, o single “Purple Clouds”. A faixa, que sucede “The Bird’s Gone”, faz parte do disco de estreia que será disponibilizado ainda em 2023 viaForMusic Records

A nova canção, marcada por cativantes riffs de guitarra, revela mais uma vez o que se pode esperar do primeiro álbum do grupo: uma combinação do blues e rock dos anos 70 com a sonoridade contemporânea. A faixa também acompanha um clipe, com imagens da gravação no estúdio.

“‘Purple Clouds’ é uma conhecida de quem frequenta nossos shows”, revelou o guitarrista Leo Mayer. “Foi uma das primeiras músicas escritas por mim e pelo vocalista Rodrigo Cezimbra, logo quando chegamos em São Paulo em 2018. Até então ela só havia sido lançada em uma live session mais crua. Essa versão mais completa conta com Jimmy Pappon no hammond e Júlia Danesi e Lucille Berce nos backing vocals, além de uma produção mais refinada!”.

Formado em 2016 no sul do Brasil, Hurricanes integra, além de Leo e Rodrigo, o baixista Henrique Cezarino e baterista Guilherme Moraes. A discografia da banda, por sua vez, começou a ganhar forma a partir de 2019, com os singles “Through The Lights”, “Flowers” e “Burn Down My Soul”.

O grupo, que recentemente abriu a apresentação do The Black Crowes no país, realizará um show pela primeira vez no House of Legends, na capital paulista. A enérgica performance autoral acontece agora no dia 30 de abril, com ingressos já disponíveis via Sympla.

OUÇA “PURPLE CLOUDS”

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Last Sheep lança o segundo EP Sonhos e Promessas

Registro contou com a produção de Ali Zaher, produtor e baixista do CPM 22; single Mentiras Disfarçadas ganhou videoclipe

Com quatro faixas e suporte de videoclipe para o single Mentiras Disfarçadas, ‘Sonhos e Promessas’ é o segundo EP da banda de hardcore melódico Last Sheep, já nas plataformas de streaming e Youtube.

Confira o EP aqui: https://onerpm.link/134980919348. As músicas são Mentiras Disfarçadas, Sonhos e Promessas, Ela e Descartáveis.

‘Sonhos e Promessas’ é um registro que marca a maturidade e cuidado com o profissionalismo da Last Sheep, em todos os processos, da composição à pós-produção de dois meses.

O registro foi produzido por Ali Zaher, produtor e baixista do CPM 22, gravado no Flat Hall Studio, em Rio do Sul (Santa Catarina).

Como destaca o guitarrista Rafa, as músicas trazem questionamentos acerca de conflitos e dilemas da sociedade na qual vivemos.

O vocalista Biel complementa que a sonoridade do EP continua com bastante energia em músicas rápidas e refrões marcantes, que já fazem parte do estilo da banda, sem deixar de lado características do hardcore melódico.

O produtor Ali afirma que, durante todo o processo, rolou uma ótima química, com muito companheirismo e aprendizado. Foram cinco dias de trabalho para captar tudo da melhor maneira possível.

“Os caras estavam super preparados e também abertos ao meu input criativa. Essa troca foi ótima para chegarmos num produto final que adoramos. São músicos muito criativos e, mesmo em momentos de mudança na hora de gravar, eles foram rápidos em se adequar e executar”, fala Ali.

A produção de ‘Sonhos e Promessas’ foi viabilizada graças por meio do Edital de Cultura Nodgi Pellizzetti 2022, que também vai render duas oficinas voltadas para músicos e um show gratuito na Fundação Cultural de Rio do Sul, com acessibilidade em Libras.

Mentiras Disfarçadas, o videoclipe

O primeiro lançamento referente ao EP foi o videoclipe de Mentiras Disfarçadas, com direção e fotografia de Jean Goral e Guilherme Galdino, antigos parceiros da Last Sheep.

A música aborda angústias vividas por muitas pessoas que se colocam dentro de uma “casca” para poderem estar adequadas ao mundo atual, mas, na verdade, elas não queriam estar ali.

“Como é uma canção com uma pegada hardcore e uma melodia forte, a escolha do cenário para o clipe foi um dos ambientes da FCRsl: uma construção antiga com estilo bem industrial”, fala a banda sobre a locação.

Show de lançamento

O show que marca o lançamento nos palcos de ‘Sonhos e Promessas’ será dia 20 de maio, em Rio do Sul, cidade onde a banda foi criada, em junho de 2021. O evento também terá apresentação do Sugar Kane.

“Essa será uma oportunidade muito massa para divulgar nosso novo trabalho, já que vamos abrir para o Sugar Kane que é uma grande referência de som para gente e também uma banda que acompanhamos há muito tempo”, finalizam.

Acompanhe a banda:
Instagraminstagram.com/lastsheepoficial
Youtubewww.youtube.com/@lastsheepoficial
SpotifyLast Sheep Oficial
Mais infoshttps://linktr.ee/lastsheep

Rygel: banda apresenta seu novo guitarrista

A Rygel é uma banda da baixada santista encabeçada pelo vocalista e guitarrista Wanderson Barreto e existe desde 2000, contando ainda com os musicos Matheus Manhães (baixo) e Pedro Colangelo (bateria).

O grupo recebe muitos elogios até mesmo de músicos muito experientes da cena metal, mostrando à que veio e reafirmando sua potência.

Nesta semana eles anunciaram João Travaglini como novo guitarrista da banda. O músico já tocou em bandas como Dream Theater cover, Angra cover e Master’s Fate.

Com 24 anos de idade é natural de Santo Amaro (SP), começou sua carreira com aulas de música e dando workshops de guitarra rock. Suas influências vão de Malmsteen à Kiko Loureiro, e bandas de metal moderno instrumental.

Saiba mais: @rygelofficial
Fotos: Edu Firmo 

Velvet Chains chega ao Brasil para apresentar o melhor do hard rock com novo lançamento

Banda que vem obtendo massivo retorno dos fãs do estilo, se apresenta no Rio de Janeiro e em grande festival na capital paulista

O grupo Velvet Chains, formado em Las Vegas, vem ganhando espaço no mercado americano de maneira vertiginosa. Por lá, participaram de grandes festivais ao lado de monstros sagrados do Rock como Alice Cooper, Mudvayne, Slipknot e Ghost, além de uma agenda robusta de apresentações solo. No Brasil, no qual obtiveram números expressivos nas plataformas de streaming, eles chegam pela primeira vez esta semana, depois de uma vibrante noite no Chile, ao lado do The Winery Dogs. A estreia por aqui será com o Stone Temple Pilots no Vivo Rio, Rio de Janeiro, na quinta-feira (27).

Outro show que farão em nosso país será no festival Summer Breeze, que será realizado nos dias 29 e 30 de abril, no Memorial da América Latina, em São Paulo. A banda de origem estadunidense sobe ao palco Sun Stage no domingo (30). Estas importantes datas comprovam que o determinado trabalho de expansão de mercado do quinteto está a pleno vapor. As apresentações serão para divulgar o mais recente EP, Morbid Dreams, com seis músicas inéditas lançado no final do ano passado.

Este trabalho conta com faixas coescritas pelos integrantes em parceria com o renomado compositor Drew Lawrence, e marca uma nova era para o grupo. Munidos de guitarras melódicas e riffs pesados, vocais poderosos e cozinha cheia de groove, o Velvet Chains mostra uma força autêntica e vibrante, que reverbera o que de melhor foi feito nas décadas anteriores, porém, com identidade única.

A trajetória do Velvet Chains começou em 2018, cuja estreia discográfica aconteceu três anos depois. Icarus botou o conjunto no mapa do rock, e de lá, eles não saíram mais. Atualmente, o grupo conta com o fundador e baixista Nils Goldschmidt, Laurent Cassiano e Larry Cassiano nas guitarras, Jason Hope na bateria e o vocalista Ro Viper.

Confira o videoclipe de “Last Drop”, dirigido por Brian Cox (Bring Me The Horizon, Prong, Hollywood Undead, The Used): https://www.youtube.com/watch?v=o0a4rgJH5Dg

De acordo com Nils, a determinação deles é inabalável: “O objetivo é solidificar o nosso trabalho e obter ainda mais espaço para nossa marca, para que possamos fazer parte do mainstream em alguns anos. Não costumamos nos comparar com outras bandas, mas esperamos que nossas músicas e letras se mantenham vivas dentro do rock n’ roll pesado, sombrio, melódico e intenso”, ainda adiantando que estão trabalhando em novas composições.

Unindo elementos do hard rock e do rock alternativo, o grupo vem obtendo cada vez mais espaço no coração dos fãs do genuíno rock and roll. O Brasil, a partir dessa semana, poderá se orgulhar de fazer parte dos territórios conquistados pelo Velvet Chains.

Diogo Mafra, Murilo Ramos e Junior Groovador criam mentoria para músicos e aspirantes

Os músicos brasileiros Diogo Mafra (guitarrista, Edu Falaschi), Murilo Ramos (baixista, Heaven’s Guardian) e Junior Groovador (baixista) acabam de criar um curso/mentoria voltado para músicos (amadores e profissionais), e a quem ainda não é, mas quer se tornar.

A intenção dessa mentoria é ajudar em todo processo, do começo ao fim (abordando carreira, estratégias de venda de shows, cachê, aulas etc.), onde os músicos resolveram se juntar com toda a bagagem, conhecimento e experiência, em todos esses anos de carreira, dos três, colaborando ao máximo com todas as etapas da construção da carreira dos mentorados.

A ideia inicial surgiu do Diogo Mafra, que então propôs ao Murilo Ramos que convidasse seu amigo, Júnior Groovador, para que os três oferecessem a mentoria. Foi aí que o Murilo Ramos postou um vídeo em seu perfil do Instagram, com alguns questionamentos como:

“Por acaso você é músico e gostaria de ser muito mais reconhecido?”

“Gostaria de ser muito mais bem pago pelo trabalho que você faz, mas fica um pouco perdido e não sabe como você pode chegar num patamar de ganhar o que você gostaria com música?”

“Gostaria de melhorar seu cachê e não sabe como?”

Conheça um pouco mais sobre os mentores:

Júnior Groovador:

Músico profissional há mais de 20 anos, ele já colecionou experiências ao longo de tantos anos de estrada, enfrentando dificuldades diversas, principalmente por sua autenticidade. Ele teve seu trabalho reconhecido internacionalmente ao subir no palco do Rock In Rio e tocar com a banda Tenacios D., a convite do cantor e ator, Jack Black. A mídia brasileira abriu os olhos para seu trabalho e assim, em pouco tempo, o Groovador já havia passado pelos maiores programas de TV do Brasil. Hoje o Groovador viaja pelo Brasil fazendo workshops, shows com seus projetos e participações com músicos locais. Recentemente esteve nos Estados Unidos e foi visto, em suas publicações, nos estúdios do programa America’s Got Talent.

Diogo Mafra:

Músico profissional há mais de 20 anos, ele é guitarrista da banda Edu Falaschi, proprietário da GoPlay Experiência Musical, em Florianópolis e mentor de músicos profissionais. Ele já fez turnês pelo Brasil, Estados Unidos, Colômbia, países na Europa, Japão e já ficou 3 vezes entre os 5 maiores guitarristas do Brasil nas votações de melhores do ano da Roadie Crew. Depois de construir uma carreira com essas conquistas, ele decidiu ajudar outros músicos profissionais a escalarem suas carreiras com sua Mentoria, e em 2 anos de existência desse trabalho, o Diogo mentorou dezenas de músicos.

Murilo Ramos:

Músico com mais de 25 anos de carreira, ele tocou – e toca – em inúmeras bandas no Brasil e fora. Atualmente está trabalhando nos Estados Unidos. A música o levou a países na América do Sul, América Central, América do Norte, África e Europa.

Com a banda Heaven’s Guardian entrou para a história da música na América Latina com um trabalho produzido pelo Paulo Baron (da Top Link Music), conhecido por seus trabalhos com grandes nomes da música mundial, como Scorpions, Creedence, Black Sabbath, Chuck Berry, Angra, Shaman e vários outros. Ano passado gravou seu primeiro álbum internacional, produzido pela lenda do Rock mundial, Roy Z., que tem em seu currículo trabalhos com o Bruce Dickinson (Iron Maiden), Rob Halford (Judas Priest), Sebastian Bach (Skid Row), André Matos (Viper, Angra, Shaman), Massacration, Sepultura e muitos outros.

As gravações desse álbum foram feitas no Fuel Music Studio, na Califórnia, conduzidas E produzidas pelo Addasi Addasi. Recentemente fez um show com o Júnio Groovador em Goiânia.

– Contatos para a mentoria:
*Diogo Mafra: www.instagram.com/diogomafraplay 
*Júnior Groovador: www.instagram.com/junior_groovador
*Murilo Ramos: www.instagram.com/murilo.ramos_

Caio Gaona anuncia música inspirada em personagem da Marvel

O “Geek Batera” Caio Gaona anunciou na terça-feira (11/04) o lançamento de sua nova música “Memories of a Winter Soldier” que será lançada tanto em inglês quanto em português.

A faixa é inspirada no personagem Soldado Invernal e será produzida e cantada por Bridy (Ex- Esteban). Além de falar sobre o personagem a música também abordará a temática “Estress Pós Traumático” e “Culpa” e trará uma sonoridade diferente dos outros sons já lançados pelo músico.

O personagem foi escolhido pois Caio tem uma conexão grande com o mesmo por já ter feito cosplay dele por quase 10 anos e por já ser seu fã desde os quadrinhos em 2007.”Conheço o personagem desde 200, visto o cosplay dele desde 2014, ele merecia estar entre os homenageados por musicas”, afirma Caio.

A música tem previsão de ser lançada no final de abril pela Dymm Records.

Saiba mais:@caiogaonadrums

Arte: Romulo Dias
Foto: Jr. Sander

Jogadores poderão mergulhar fundo e derrotar dragões (além dos Ender) em Minecraft com a nova DLC oficial de D&D, que chega ao jogo neste trimestre

Novidade foi revelada no D&D Direct, que também teve o primeiro trailer da nova expansão de Neverwinter com o trabalho de R.A. Salvatore, lançamentos de cards para a série Secret Lair de Magic: The Gathering, miniaturas WizKid, action figures da Hasbro e muito mais!

Principal RPG do mundo, Dungeons & Dragons continua melhorando a cada ano. Nas últimas cinco décadas, milhões de pessoas do mundo todo se divertiram jogando D&D ao redor de uma mesa ou, recentemente, por videochamadas; e milhões estão prontas para começar a se divertir. Interpretar histórias fantásticas é uma atividade para todas as idades, e, seja com miniaturas ou nos videogames, tudo se resume a soltar a imaginação. No último D&D Direct, a Wizards of the Coast teve o prazer de anunciar novas parcerias que irão expandir o alcance da marca de D&D, seja com jogos digitais ou até com figuras colecionáveis produzidas pelas renomadas fabricantes Hasbro e WizKids. A primeira dessas parcerias é com Minecraft, para o lançamento de uma DLC oficial de D&D dentro do game, que poderá ser adquirida no Minecraft Marketplace neste segundo trimestre de 2023.

“Estamos muito entusiasmados pela parceria com a Wizards of the Coast para adicionar uma nova DLC roteirizada de Dungeons & Dragons em Minecraft! Mal podemos esperar para que a comunidade mergulhe na nova experiência pixelada do mundo de D&D,” diz Ricardo Lenzi, Senior Producer da Mojang Studios.

Na nova expansão de D&D, jogadores podem escolher classes como Bárbaro e Mago e explorar cinco lugares icônicos do universo Forgotten Realms, os Reinos Esquecidos – como Candlekeep e Icewind Dale – enquanto derrotam vilões clássicos como observadores, mímicos, devoradores de mente e, claro, dragões. Essa nova aventura também permite a customização de atributos e um d20 (dado de 20 lados) que determina como os diálogos vão se desencadear. É uma oportunidade única de reunir os amigos e ter uma experiência de Dungeons & Dragons no mundo de Minecraft.

Além disso, a Hasbro mergulhou no multiverso de D&D e revelou figuras incríveis que os fãs do jogo vão adorar. Além dos Dicelings (dados de 20 lados que se transformam em criaturas) e estátuas de seis polegadas de personagens do filme “Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes” e da clássica animação “Caverna do Dragão”, a Hasbro também lançará miniaturas da série Golden Archives, incluindo o Xanathar, um urso-coruja e a pantera deslocadora do novo filme.

Para os fãs de Magic: The Gathering (MTG), a Wizards anunciou um lançamento especial da linha Secret Lair relacionada ao filme “Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes”. O pacote conta com seis cards baseados em personagens do filme, como Edgin, Forge e Holga, todos parecidos com os atores escalados para os respectivos papéis no filme. A pré-venda de Secret Lair X Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes já está disponível nos Estados Unidos e Europa pelo site oficial de MTG.

Já a escrita de R.A. Salvatore na série de livros “A Lenda de Drizzt” se tornou responsável pela visão que muitos fãs de D&D têm de Forgotten Realms, os Reinos Esquecidos. Com a publicação de “Dao of Drizzt” (em inglês), no ano passado, e com o futuro lançamento, ainda neste ano, do final da trilogia “Lolth’s Warrior” –a mais recente envolvendo o patrulheiro Drow–, Salvatore resgata o personagem tão significativo para os fãs. Além disso, parceiros da Wizards na Gearbox Publishing e da Cryptic Studios se juntam a Salvatore para criar Menzoberranzan, a 25ª expansão do famoso MMO Neverwinter. A nova DLC já está disponível para compra no PC, Xbox e Playstation, e permite a exploração da perigosa cidade pela primeira vez no game.

“Escrever para um videogame é muito diferente de escrever um livro,” disse Salvatore em entrevista transmitida no D&D Direct. “O jogador andará pelo mundo observando o redor pelos olhos de Drizzt, mas quando escrevo para um videogame, o personagem mais importante é aquele que o jogador assume. Em Neverwinter, o trabalho da equipe me surpreende o tempo todo e o fato de que se inspiram em minhas obras faz eu me sentir muito bem.”

Em outro momento da transmissão, a WizKids, que “já deu vida” a centenas de criaturas de D&D ao longo dos anos, apresentou sua linha mais grotesca – ou fofa – com os produtos D&D Replicas Of The Realms. O mímico pode parecer um baú do tesouro por fora, mas sua língua roxa e dentes afiados fazem qualquer aventureiro perder o almoço –e as mãos– bem rápido. A figura de 50 cm, entretanto, não é párea para a fofura da escultura de 27 cm do urso-coruja bebê, com seus olhos de filhotinho.

O D&D Direct terminou com detalhes sobre o documentário dirigido pelo ator Joe Manganiello que vai celebrar os 50 anos do jogo, em 2024. Chris Perkins e Jeremy Crawford também deixaram dicas do que vem por aí em livros e histórias envolvendo personagens e vilões amados pelo público. A transmissão ainda contou com uma gameplay do pré-alfa do novo VTT (tabuleiro virtual) de D&D, que está sendo desenvolvido pela Wizards of the Coast.

Nunca houve um momento melhor do que esse para começar a jogar Dungeons & Dragons!

Sobre Dungeons & Dragons

Dungeons & Dragons é um tabletop RPG (Role-Playing Game) lançado em 1974, nos Estados Unidos, em que os jogadores contam histórias baseadas na imaginação, com personagens fictícios e dados que determinam os resultados de suas ações. A história é conduzida pelo Dungeon Master, que se apoia nos livros ou em sua própria criatividade para desafiar os personagens contra monstros e outros obstáculos. D&Dpaís é publicado pela própria Wizards of the Coast, subsidiária da Hasbro, Inc.

Sobre Wizards of the Coast:

Wizards of the Coast LLC, uma subsidiária da Hasbro, Inc. (NASDAQ:HAS) é líder em entretenimento para estilo de vida gamer. Os jogadores e fãs da Wizards são membros de uma comunidade global conectada pela paixão por jogos digitais e físicos. A companhia leva ao mercado uma variedade de experiências de jogos sob um guarda-chuva de marcas poderosos, como MAGIC: THE GATHERING, DUNGEONS & DRAGONS e AVALON HILL. A Wizards também publica uma série de ficção fantástica com vários best-sellers na lista do jornal americano New York Times. Para mais informações sobre as marcas da Wizards of the Coast, visite www.wizards.com.