Author Archives: Ponto ZerØ

“Bater Cabeça e Rebolar” ganha videoclipe que apresenta a estética Anarkophunk da 808 Punks

808 Punks // Foto: Léo Castro

Segundo Xandee, guitarrista da banda, a proposta foi apresentar a 808 Punks de forma direta. “A ideia do vídeo foi fazer um raio x da banda, mostrar e dizer para que a gente veio e qual é o nosso recado! É como uma Polaroid da banda, nua e crua.” Para o diretor Rabu Gonzales, a aproximação entre as duas vertentes está justamente na maneira como punk e funk se constroem. “A ideia é mostrar que entre funk e punk, só se muda umas letras (rs), os dois são crus, e vêm do ‘faça você mesmo’. É um clipe cru e direto como o punk e o funk são.”

A faixa também sintetiza a proposta musical do grupo, que combina punk, funk, samba, rock’n’roll e música eletrônica. Para Prixxx, uma das vocalistas, o desafio foi retratar essa diversidade no vídeo sem perder o caráter dançante da música. “A ideia foi levar para o audiovisual a mesma mistura que existe na nossa música, sem medo de juntar referências diferentes.” Ela acrescenta: “A música tem peso e agressividade, mas também tem groove, dança e humor.”

Assista ao videoclipe “Bater Cabeça e Rebolar”

Formada atualmente por André Paumgartten (voz, programação e theremin), Glenda Maldita (voz), Prixxx (voz), Xandee Farias (guitarra), Formigão (baixo) e JotaErre (bateria), a 808 Punks também passou por uma mudança recente na formação. JotaErre, fundador do MC’s HC, entrou para a banda em maio de 2026. Sua estreia aconteceu no Circo Voador, após apenas um ensaio com os demais integrantes. “A química simplesmente apareceu. A sensação foi de que eu já tocava com aqueles caras há muito tempo”, conta.

Desde o lançamento do EP, a 808 Punks também ampliou sua circulação internacional. A banda se apresentou no Uruguai, onde a data teve ingressos esgotados, e já tem novo show marcado no país em novembro. Em outubro, o grupo segue para a Alemanha, onde se apresenta pela primeira vez. “Estamos muito empolgados com o show na terra do Kraftwerk e do Einstürzende Neubauten”, revela Formigão. Paralelamente, a banda já trabalha na pré-produção do próximo álbum, que chegará às plataformas musicais em 2027. Para o músico, que também é baixista do Planet Hemp, a experiência acumulada desde a estreia tem fortalecido a formação: “Estamos muito mais entrosados, a estrada nos fez bem. A entrada do JotaErre também fez super bem pra gente, deu um novo gás que precisávamos.”

O videoclipe de “Bater Cabeça e Rebolar” reforça a definição que a própria banda adotou para sua sonoridade: Anarkophunk. “A gente chama o que fazemos de Anarkophunk porque existe uma atitude punk na nossa música, mas não aceitamos ficar presos a uma única fórmula”, explica Glenda Maldita. “Misturamos punk, funk, samba, rock’n’roll e música eletrônica para criar uma identidade própria, pesada, dançante e irreverente.” Prixxx completa: “Falamos de temas atuais, conscientização, poder feminino, valorização da classe trabalhadora e questões sociais, mas fazemos isso sem abrir mão do humor ácido.”

André aponta MCs HC, Comunidade Ninjitsu, Bonde do Rolê e o DeFalla como influências claras da mistura entre o rock e o funk, mas ressalta que a banda “puxou o papo mais pro subúrbio carioca mesmo, juntando com samba de quadra e funk de baile que é a coisa mais punk do mundo.” Para o músico, essa combinação também está relacionada à própria origem do punk: “Punk é coisa criada por suburbano, operário, desempregado, estigmatizado e tanto o DIY quando o NO FUTURE tem muito a ver com o funk, o samba de quadra e o subúrbio carioca.” É a partir dessa perspectiva que a banda define sua sonoridade como Anarkophunk. “A gente é carioca e não dá pra negar nossa realidade, sons, cheiros e sabores.”

808 Punks // Foto: Léo Castro

Angra lota o Olympia de Paris em show de 30 anos de Holy Land com participação especial de Kiko Loureiro

FOTO: RAFAEL KARELISKY

Na histórica casa francesa, banda revisitou o álbum de 1996, tocou músicas de outras fases e retomou a percussão dos antigos shows

O Angra se apresentou nesta quarta-feira, 23 de setembro, no Olympia, em Paris, com a casa lotada. O show celebrou os 30 anos de Holy Land e contou com Kiko Loureiro como convidado especial. O guitarrista integrou a formação que gravou o álbum em 1996.

Assista: https://www.instagram.com/p/DdpEEAvBNjA/

A apresentação teve um significado especial na história do Angra na França. Em 1996, o grupo levou a turnê de Holy Land a Paris e gravou na cidade o concerto que deu origem ao EP Holy Live. Trinta anos depois, voltou à capital francesa para revisitar as músicas do disco ao lado de Kiko, agora no palco do Olympia.

Além das guitarras, o show recuperou uma cena dos primeiros anos da banda: os músicos se reuniram para uma passagem de percussão, como faziam antigamente. Rafael Bittencourt e Kiko Loureiro também tocaram juntos uma versão acústica de Lullaby for Lucifer.

A apresentação reuniu Alírio Netto no vocal, Rafael Bittencourt e Marcelo Barbosa nas guitarras, Felipe Andreoli no baixo e Bruno Valverde na bateria, além da participação especial de Kiko Loureiro.

Setlist — Angra no Olympia, Paris (23/09/2026)

Carry On
Lisbon
Tide of Changes
Angels and Demons
Wuthering Heights
Nothing to Say
Silence and Distance
Carolina IV
Holy Land
The Shaman
Make Believe
Z.I.T.O.
Deep Blue
Lullaby for Lucifer — versão acústica com Rafael Bittencourt e Kiko Loureiro
Waiting Silence
Rebirth
Nova Era

Serviço — próximos shows do Angra

25 de setembro — Curitiba, Brasil
Live Curitiba
Ingressos: https://www.bilheteriadigital.com/angra-holy-land-30th-anniversary-tour-25-de-setembro

26 de setembro — Caxias do Sul, Brasil
All Need Master Hall
Ingressos: https://minhaentrada.com.br/evento/angra-holy-land-30th-29911

27 de setembro — Porto Alegre, Brasil
Auditório Araújo Vianna
Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/120437

2 de outubro — São Paulo, Brasil
Tokio Marine Hall
Angra + Luis Mariutti
Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/angra-tokio-marine

3 de outubro — São Paulo, Brasil
Tokio Marine Hall
Angra + Edu Falaschi
Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/angra-tokio-marine

18 de outubro — Bangkok, Tailândia
Mr. Fox Live House
Ingressos: https://www.ticketmelon.com/slammanbookingasia/Angra1

20 de outubro — Taipei
The Wall Live House
Ingressos: https://badmoonrising.oen.tw/

22 de outubro — Xangai, China
Star Culture Center — Dream Hall
Ingressos: https://www.showstart.com/venue/6345

25 de outubro — Yokohama, Japão
Full Metal Japan 2026 — Pia Arena MM
Angra feat. Kiko Loureiro e Edu Falaschi
Ingressos: https://www.t-onkyo.co.jp/ticket/fullmetal_japan2026

Vídeos raros de Andreas Kisser chegam ao Acervo Trama

Registros remasterizados trazem duas músicas de seu primeiro álbum solo, Hubris I & II

Dois vídeos de Andreas Kisser com as músicas “Eu Humano” e “God’s Laugh” acabam de chegar ao canal da Trama no YouTube. Compostas pelo guitarrista, as duas faixas integram seu álbum solo, Hubris I & II, lançado em 2009.

A apresentação fez parte do extinto programa Radiola, da TV Cultura, naquele mesmo ano. Criada pelo diretor Fernando Faro (1927–2016) e pelo produtor João Marcello Bôscoli, a atração registrou esse momento importante da carreira de Andreas Kisser, dando destaque ao seu trabalho fora do Sepultura.

O material foi restaurado e remasterizado, com ajustes de áudio e aumento da resolução das imagens. O aprimoramento técnico oferece ao público uma experiência visual e sonora superior, preservando o valor artístico e documental das gravações.

Os dois vídeos integram a série de registros históricos do Acervo Trama, que recebe novos conteúdos exclusivos a cada semana.

Assista aos vídeos:
“Eu Humano”
“God’s Laugh” 

Gothminister, destaque do Industrial/Gothic Metal, estreia no Brasil com show único em agosto de 2027

Crédito: Foto por Tor Eigil Scheide)

A atmosfera sombria, os riffs pesados e a estética teatral da banda norueguesa finalmente desembarcam no país para uma apresentação inédita.​

O Gothminister, um dos nomes de destaque do Industrial/Gothic Metal europeu, desembarca pela primeira vez no Brasil em agosto de 2027, com realização da produtora Dark Dimensions. A banda norueguesa se apresenta no domingo, 22 de agosto, no Santo Rock Bar, em Santo André (SP), como parte da Gothminister – South America Tour 2027.​

Formado em Oslo, em 1999, e liderado pelo vocalista, compositor e fundador Bjørn Alexander Brem, o Gothminister desenvolveu uma identidade própria ao combinar Industrial Metal, Gothic Metal e elementos eletrônicos com uma forte estética teatral. Assim, a proposta da banda reúne riffs pesados, bases eletrônicas, atmosferas sombrias e performances visuais, características que se tornaram marcas de seus shows.​

A discografia do grupo inclui oito álbuns de estúdio, entre eles Gothic Electronic Anthems (2003), Empire of Dark Salvation (2005), Happiness in Darkness (2008), Anima Inferna (2011), Utopia (2013), The Other Side (2017), Pandemonium (2022) e Pandemonium II: The Battle of the Underworlds (2024). Em 2026, a banda lançou o EP The Dark e prepara o novo álbum We Are All Demons, previsto para 16 de outubro.​

Entre as faixas de destaque da carreira estão “Liar”, “Darkside”, “Angel”, “Ich will alles”, “The Sun”, “Monsters” e “We Come Alive”, entre outros destaques da trajetória do grupo.​

Além disso, em 2024, o Gothminister ganhou projeção além do circuito tradicional do metal ao participar do Melodi Grand Prix, tradicional competição musical anual organizada pela emissora pública norueguesa NRK para selecionar a música que representa a Noruega no Eurovision Song Contest. Com “We Come Alive”, composta por Bjørn Alexander Brem, a banda avançou à final e terminou a competição na quarta colocação.​

Agora, a apresentação em Santo André marca a estreia do Gothminister no Brasil. Dessa forma, o público brasileiro poderá conferir uma produção que combina música pesada, elementos eletrônicos e uma marcante experiência visual. Os ingressos estão disponíveis pelo Ingresso Master.​

Prepare-se. Quando as luzes se apagarem, a escuridão tomará conta do Santo Rock Bar.

SERVIÇO: GOTHMINISTER – SOUTH AMERICA TOUR 2027​
​Data: 22 de agosto de 2027 (domingo)
​Local: Santo Rock Bar
​Endereço: Av. Firestone, 1340 – Casa Branca – Santo André/SP
​Abertura da casa: 17h
​Show: 19h
​Realização: Dark Dimensions
​Assessoria de imprensa: JZ PRESS
​Ingressos: https://ingresso-master.com/88/gothminister-south-america-tour-2027

Links Relacionados:
​
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Crypta apresenta novo single e videoclipe, “A Portrait Of Decay”

Uma nova era da Crypta começa a tomar forma. Nesta quinta-feira (24), a banda lançou o single e videoclipe de “A Portrait Of Decay”, faixa escolhida justamente para apresentar ao público a atmosfera que irá conduzir esse novo capítulo de sua trajetória.

“A Portrait Of Decay” também marca a estreia em estúdio da guitarrista Victoria Villarreal com a Crypta, sendo a primeira música lançada pela atual formação. Mais do que apresentar uma nova integrante, porém, o single funciona como uma declaração de intenções para o que está por vir.

A composição concentra diferentes elementos e aponta para um death metal que mantém a agressividade característica da Crypta, mas amplia sua carga atmosférica e emocional.

Esta faixa aborda a dissociação como um mecanismo para suportar a dor e o sofrimento. Essa dualidade entre sofrimento, percepção e distanciamento da realidade também ganhou uma representação visual no videoclipe.

Em contraste com a brutalidade da música, o vídeo aposta inicialmente em uma estética etérea e quase onírica. A baterista Luana Dametto – que também assina o roteiro do clipe – explicou sobre o video: “A paisagem representa um estado interior de clareza, com pensamentos límpidos e emoções leves, mas essa sensação começa lentamente a desaparecer conforme o tempo passa e o ambiente ao redor se transforma. A chegada da noite modifica completamente esse cenário. O que antes transmitia serenidade passa a carregar uma atmosfera mais escura, acompanhada por sentimentos de estar à deriva e sem direção”.

Ela completou, dizendo: “O conceito traduz visualmente uma das ideias centrais da composição: as circunstâncias e a passagem do tempo podem alterar profundamente a maneira como uma pessoa enxerga a si mesma, sente e se relaciona com aquilo que está ao seu redor.”

Entre peso, melancolia, agressividade e uma abordagem cinematográfica, “A Portrait Of Decay” abre a porta para um novo universo da Crypta.

Assista “A Portrait Of Decay”:

A música de “A Portrait Of Decay” foi gravado na Bélgica, em junho de 2026. A faixa teve gravação, mixagem e masterização de Yarne Heylen, no Project Zero Studio, enquanto a arte ficou a cargo de Marcos Miller.

O vídeo foi gravado em agosto pela Noiseforge, com roteiro de Luana Dametto, direção de Felipe Hervoso e Noiseforge. Produção de Felipe Hervoso, Noiseforge e Luana Dametto. A atriz é Ayara Maria, com maquiagem de Stefany Grande/Metal Drag, e a assistente foi Débora Camargo.

 A Crypta embarca na próxima semana para a America do Norte, com 30 shows pelos E.U.A. e Canadá, onde fará parte da “Wrath Across North America Tour 2026”, ao lado das bandas Arch Enemy, The Black Dahlia Murder, Septicflesh e Thrown Into Exile.

Mais informações:
https://linktr.ee/cryptaofficial

PLACEBO traz ao Brasil a turnê RE:CREATED, que celebra 30 anos de seu álbum de estreia

O Placebo retorna ao Brasil em fevereiro de 2027 para quatro apresentações da turnê RE:CREATED que celebra os 30 anos de seu álbum de estreia, um dos mais marcantes da cena alternativa britânica.

Com produção da Mercury Concerts, os shows serão nos dias 20 de fevereiro (sábado), na Suhai Music Hall, em São Paulo; 23 de fevereiro (terça-feira), no Centro de Eventos Ulysses Guimarães, em Brasília; 26 de fevereiro (sexta-feira), no Live Curitiba; e 28 de fevereiro (domingo), no Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre.

Para todas as cidades, a pré-venda exclusiva para o fã-clube começa no dia 29 de setembro (terça-feira), às 10h, com duração de 24 horas. A venda geral começa no dia 2 de outubro (sexta-feira), às 10h, com pré-venda promocional nas 48 anteriores (de 30/9 às 10h até 2/10 às 10h). Para o show de São Paulo a venda será realizado pelo site www.eventim.com.br e para as demais cidades pelo site www.bilheteriadigital.com.br

Placebo RE:CREATED apresenta versões retrabalhadas e ampliadas das dez faixas do álbum de estreia, além de duas faixas bônus da edição original, refletindo a evolução da banda ao longo de três décadas.

Lançado no auge da era Britpop, o álbum impactou o cenário musical da época. A banda combinava uma sonoridade contundente com letras que abordavam temas como sexualidade, androginia, dependência e alienação, enquanto sua estética visual desafiava as convenções do rock britânico.

O projeto foi realizado por Brian Molko e Rob Kirwan, a partir das fitas master originais, e mixado por Adam Noble.

“Pensamos neste disco como um director’s cut. Não o recriamos do zero. Voltamos às fitas master originais e trouxemos para o álbum os 30 anos de experiência tocando essas músicas ao vivo”, explica o Placebo.

Segundo a banda, a proposta não é substituir o álbum original, mas completá-lo. Ao longo dos anos, as músicas ganharam novas dimensões nos palcos e foram se transformando junto com o grupo.

“É uma celebração de onde começamos e um ponto de encontro entre quem éramos naquela época e quem somos agora; uma forma de homenagear aquela inocência, ao mesmo tempo em que permitimos que as músicas existam dentro da dimensão, da confiança e da energia da banda que nos tornamos”, resume a banda.

No repertório, o Placebo também leva aos palcos músicas de Without You I’m Nothing, seu segundo álbum, lançado em 1998.

Com a RE:CREATED Tour, o Placebo celebra suas origens sem abrir mão da atitude que marca sua trajetória e reencontra o público brasileiro para revisitar músicas que continuam tão relevantes quanto quando foram lançadas.

São Paulo
Data: 20 de Fevereiro de 2027 (Sábado)
Local:  Suhai Music Hall. Shopping SP Market, Av. das Nações Unidas, 22540 – Jurubatuba, São Paulo – SP, 04795-000
Portas: 19h
PLACEBO: 21h

Classificação Etária: 16 (dezesseis) anos desacompanhados. Menores de 16 (dezesseis) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial.

Pré-Venda Fã Clube (Apenas pela Internet)
A partir do dia 29/09/2026 às 10h da manhã  

Early Bird com desconto nas primeiras 48 horas
A partir do dia 30/09/2026 às 10h da manhã até 02/10 às 10h da manhã  

Venda Geral
A partir do dia 2/10/2026 às 10h da manhã  
Na internet:  www.eventim.com.br/placebo

Ponto de venda sem taxa de conveniência:

BILHETERIAS OFICIAIS (sem taxa de conveniência)

ALLIANZ PARQUE – BILHETERIA A (30/09/2026 A 19/02/2027 – Mediante Disponibilidade)
Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SP
Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h
*Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.

SUHAI MUSIC HALL (Apenas no dia do evento, 20/02/2027 – Mediante Disponibilidade)
Endereço: Av. das Nações Unidas, 22540 – Jurubatuba, São Paulo – SP
Funcionamento: a partir das 17h horas.

Parcelamento
Em até 4x sem juros nas compras online e na bilheteria.
Em até 10x com juros.

MEIA-ENTRADA E INGRESSOS PROMOCIONAIS
Confira em https://www.eventim.com.br/meiaentrada as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios.

Para maiores informações sobre os horários de funcionamento e as formas de pagamento de cada ponto de venda, por favor consulte: 

* Sujeito a cobrança de taxa de serviço
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ATENÇÃO

Os ingressos limitados a 06 ingressos por CPF sendo no máximo 02 meia entradas.

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Horror Expo 2026 confirma presença do percussionista Chris Fehn, o número #3 do Slipknot

Ex-percussionista do Slipknot será uma das atrações da Horror Expo 2026, feira internacional brasileira dedicada ao universo do horror

Chris Fehn, ex-percussionista do Slipknot, será uma das atrações da Horror Expo 2026, realizada nos dias 17 e 18 de outubro, no Expo Barra Funda, em São Paulo. O músico americano, conhecido mundialmente como o integrante de número #3 da banda de Iowa e por uma das máscaras mais reconhecíveis da história do grupo, marcada pelo enorme nariz, fará painéis nos dois dias do evento, com entrevista no palco principal, além de disponibilizar fotos, autógrafos e merch em seu estande na feira. Nascido em Des Moines, Iowa, em 24 de fevereiro de 1973, Fehn entrou para o Slipknot em 1998, pouco antes do lançamento do álbum de estreia. Antes da carreira musical, atuou no futebol americano universitário como kicker do Wayne State College e trabalhou como eletricista.

A chegada ao Slipknot aconteceu de maneira curiosa. Amigo de Shawn “Clown” Crahan, Fehn inicialmente teria procurado o percussionista com a intenção de trabalhar como técnico de bateria de Joey Jordison, mas acabou sendo convidado para fazer um teste como percussionista. Aprovado, passou a integrar uma formação que combinava música pesada com uma forte identidade visual baseada em máscaras, uniformes e personagens. Ao lado de Crahan, ajudou a construir a camada percussiva característica do grupo e também participou dos vocais de apoio. Sua performance era particularmente física, com um equipamento que o próprio músico já descreveu como uma espécie de “simulador de avião”, devido à movimentação necessária para tocar os diferentes instrumentos posicionados ao seu redor.

A máscara de Fehn acabou se tornando tão famosa quanto sua participação musical. Com o nariz extremamente alongado, o personagem frequentemente foi associado a Pinóquio e ganhou diferentes versões ao longo das fases do Slipknot. O acessório também ultrapassou os limites da música: a máscara aparece em Uma Viagem Muito Louca (Harold & Kumar Escape from Guantanamo Bay), de 2008. Apesar da aparência assustadora, Fehn era conhecido pelo senso de humor e já comentou sobre o contraste entre sua personalidade e o visual do personagem, além de relatar o desconforto provocado pelo uso da máscara, especialmente pelo calor e pelo ajuste apertado durante as apresentações.

A relação de Fehn com o Slipknot terminou em 2019, após uma disputa judicial envolvendo questões financeiras. Em março daquele ano, o músico entrou com uma ação contra Corey Taylor e Shawn Crahan, alegando problemas relacionados à distribuição de pagamentos e à estrutura empresarial associada à banda. Poucos dias depois, sua saída foi anunciada. Desde então, Fehn manteve uma atuação mais discreta, mas sua imagem continua diretamente associada a uma das formações mais marcantes do metal contemporâneo. Sua presença na Horror Expo reforça a ligação entre o universo do horror e a estética do Slipknot, que transformou máscaras, personagens e elementos visuais sombrios em parte fundamental de sua identidade.

A Horror Expo 2026 será realizada nos dias 17 e 18 de outubro, no Expo Barra Funda, em São Paulo, com uma programação que reúne convidados internacionais como Eileen Dietz, de O Exorcista, Mark Pellegrino, conhecido por seus papéis em Supernatural e Lost, e Douglas Tait, que interpretou Jason Voorhees em Freddy vs. Jason e trabalhou como Michael Myers em Halloween Kills. O evento também contará com painéis, experiências imersivas, labirinto, cenários temáticos, concurso e desfile de cosplay, games, apresentações e atrações relacionadas ao cinema, televisão, literatura, música e cultura pop.

Site relacionado: https://horrorexpo.com.br/

Ingressos à venda em https://www.clubedoingresso.com/horrorexpo2026

SONATA ARCTICA RETORNA AO BRASIL NO INÍCIO DE OUTUBRO EM CELEBRAÇÃO AOS 30 ANOS DE CARREIRA

O Sonata Arctica, um dos nomes mais respeitados do metal mundial, retorna ao Brasil no dia 03 de outubro de 2026 com a aguardada “30th Anniversary Tour”, que celebra seus 30 anos de carreira. A turnê passará por duas cidades brasileiras e percorrerá diversos países da América Latina, prometendo apresentações emocionantes e um repertório especial com os maiores clássicos de sua trajetória.

Formado em 1996 na cidade de Kemi, na Finlândia, inicialmente sob o nome Tricky Beans, o grupo rapidamente evoluiu seu som em direção ao power metal e adotou o nome Sonata Arctica em 1999. O álbum de estreia, Ecliptica, tornou-se um marco do gênero ao apresentar uma combinação única de metal melódico, teclados marcantes e vocais poderosos.

“Gravamos nossa primeira demo e, quando o Stratovarius se tornou grande na Finlândia, isso também atraiu atenção para nós. A partir de então, ficou mais fácil conseguir um contrato com uma gravadora, porque os selos passaram a procurar bandas do gênero”, relembra o vocalista Tony Kakko em entrevista à revista Roadie Crew.

Ao longo de sua carreira, o Sonata Arctica consolidou uma base de fãs global e conquistou aclamação internacional com álbuns fundamentais como Silence (2001) e Winterheart’s Guild (2003), que inclui o clássico “Victoria’s Secret”. Completam a formação atual Elias Viljanen (guitarra), Pasi Kauppinen (baixo), Tommy Portimo (bateria) e Henrik Klingenberg (teclado).

Reconhecida por suas performances intensas e emocionantes, a banda construiu uma reputação sólida nos palcos ao redor do mundo. No Brasil, onde se apresenta desde 2002, o grupo mantém uma relação especial com o público. “A experiência de tocar no Brasil é algo único, não existe nada igual no mundo. A recepção é fantástica, os fãs são extremamente calorosos”, afirma Kakko.

A nova turnê celebra três décadas de uma trajetória marcada por evolução musical, consistência artística e uma conexão única com os fãs, reafirmando o Sonata Arctica como um dos grandes nomes do power metal mundial.

SERVIÇO – SÃO PAULO

Data: Sábado, 03 de outubro de 2026
Local: Audio
Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca – São Paulo – SP
Abertura da casa: 19h00
Banda de abertura: NOTURNALL
Classificação etária: 16 anos

Ingressos:
Pista: a partir de R$ 180,00 + taxas
Pista Premium: a partir de R$ 340,00 + taxas
Mezanino: a partir de R$ 300,00 + taxas
Valores sujeitos a alteração conforme virada de lote

Vendas:
http://www.clubedoingresso.com/evento/sonataarctica

AMORPHIS TRAZ TURNÊ MUNDIAL ‘BORDERLAND’ AO BRASIL EM OUTUBRO

A turnê mundial de 2026 marca uma das fases mais ambiciosas e expansivas da carreira do Amorphis, impulsionada pelo impacto criativo de Borderland, lançado em 2025. O álbum, celebrado por sua fusão de metal melódico, paisagens progressivas e temas inspirados no folclore nórdico, consolidou uma nova etapa artística para a banda e abriu caminho para uma rota internacional que atravessa continentes, reforçando o momento de ascensão vivido pelo grupo.

O itinerário inclui presença destacada nos principais festivais europeus, uma série de apresentações no Japão durante o outono e a primeira turnê australiana em mais de uma década — um reencontro muito aguardado tanto pela banda quanto pelos fãs locais. Concebida para traduzir o universo de Borderland para o palco, a turnê aposta em uma experiência ao vivo imersiva, com ambientações visuais inspiradas em mitologia, natureza e melancolia nórdica, além de setlists que equilibram clássicos da carreira com as composições mais recentes e arranjos expandidos que reforçam a identidade sonora atual do Amorphis.

A relação do Amorphis com o Brasil é especialmente forte e construída ao longo de décadas. O país se tornou um dos mercados mais receptivos ao metal melódico e progressivo da banda, que aparece com frequência em festivais nacionais e mantém presença constante na imprensa especializada. A afinidade musical com o público brasileiro, somada às turnês regulares e à resposta calorosa dos fãs, consolidou o Brasil como um dos destinos mais importantes para o grupo na América do Sul. Essa conexão se reflete tanto na energia dos shows quanto na fidelidade do público, que acompanha a banda desde os primeiros anos de sua trajetória.

Dentro da rota sul-americana, o Amorphis fará três apresentações no Brasil em outubro de 2026, reforçando essa relação histórica com os fãs locais. As datas são: 15 de outubro em Curitiba (Tork n’ Roll), 17 de outubro em Belo Horizonte (Mister Rock) e 18 de outubro em São Paulo (Carioca Club). Esses shows integram um dos trechos mais aguardados da turnê e prometem entregar ao público brasileiro a atmosfera completa de Borderland, combinando peso, melodia e a estética nórdica que se tornou marca registrada da banda.

Com essa agenda global, o Amorphis reafirma sua relevância no cenário do metal contemporâneo e celebra uma fase criativa especialmente fértil. A turnê de 2026 não apenas amplia o alcance de Borderland, mas também fortalece o vínculo da banda com fãs de diferentes gerações e regiões do mundo, consolidando um capítulo importante em sua trajetória.

Confira o serviço completo para os shows do Amorphis:

SERVIÇO – AMORPHIS – CURITIBA
Data: 
15 de outubro de 2026 (quinta-feira)
Local: Tork n’ Roll (Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças, Curitiba/PR)
Abertura dos portões: 19h
Realização: Bangers Open Air
Produção: Honorsounds
Ingressos disponíveis em: https://www.clubedoingresso.com/evento/amorphis-curitiba

SERVIÇO – AMORPHIS – BELO HORIZONTE
Data: 
17 de outubro de 2026 (sábado)
Local: Mister Rock (Av. Teresa Cristina, 295 – Prado, Belo Horizonte/MG)
Abertura dos portões: 19h
Realização: Bangers Open Air
Produção: Honorsounds
Ingressos disponíveis em: https://www.clubedoingresso.com/evento/amorphis-belohorizonte

SERVIÇO – AMORPHIS – SÃO PAULO
Data: 
18 de outubro de 2026 (domingo)
Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo/SP)
Abertura dos portões: 19h
Realização: Bangers Open Air
Produção: Honorsounds
Ingressos disponíveis em: https://www.clubedoingresso.com/evento/amorphis-saopaulo

Chuengue Project registra transição entre dois momentos criativos em “Névoa-Nada Live Session”

Foto: Julia Bimi

O Chuengue Project lançou nesta quinta-feira (17) “Névoa-Nada Live Session”, EP ao vivo com quatro faixas que revisita o primeiro trabalho do grupo e, ao mesmo tempo, aponta para seu próximo capítulo. Gravado ao vivo na Urca, no Rio de Janeiro, o lançamento independente reúne três músicas do EP de estreia, “Névoa-Nada” (2025), e a inédita “Clara e Eu”, que fará parte do próximo álbum de estúdio da banda, “Carta Ambiente”, previsto para o início de 2027.

Para o vocalista e guitarrista Samuel Chuengue, o novo EP funciona como uma espécie de ponte entre esses dois momentos. “Mais do que registrar um show, a Live Session documenta a transição entre dois momentos criativos do Chuengue Project: revisita o universo de Névoa/Nada enquanto apresenta, pela primeira vez, os caminhos que serão explorados em Carta Ambiente.”

A faixa de destaque, “Clara e Eu”, é a terceira do EP e marca a primeira amostra do próximo disco. A canção é descrita por Samuel como “uma epifania do instante” e explora a expansão do tempo, da cidade e da memória antes do retorno à realidade. “Entre guitarras delicadamente texturizadas, baixo pulsante, bateria marcante e uma interpretação contida, a faixa combina a energia do rock clássico com a estética indie e lo-fi, criando uma atmosfera acolhedora e inquietante”, avalia o músico.

Assista “Névoa-Nada Live Session” na íntegra

Além de Samuel Chuengue, a formação atual da banda é composta por Dony Von (guitarra), Robson Riva (bateria) e Hugo Noguchi (baixo), responsável pela direção musical, mixagem e masterização do “Névoa-Nada Live Session”. 

Formado em 2024, o Chuengue Project reúne músicos que atuam ou atuaram em projetos de destaque da música brasileira, como Matanza, BNegão & Seletores de Frequência e Ventre.

“Névoa-Nada Live Session” já está disponível nas principais plataformas digitais, incluindo um registro audiovisual no YouTube, dirigido por Lucas Rangel e Pedro Knoll.

Ouça o EP no seu tocador favorito:
https://show.co/Cvm7PHs 

Mortom lança vinil 7″ e K7 em celebração aos 20 anos de estrada

Crédito: Igor Monteiro

Mortom celebra 20 anos com Vinil 7” e K7 limitados, reunindo músicas inéditas e releituras do thrash

A banda Mortom comemora 20 anos de trajetória em 2026 com o lançamento de um vinil 7″ e uma fita K7 comemorativa, ambos em edições limitadas para colecionadores e fãs do metal. Formada em 2006, em Betim (MG), a banda mantém suas raízes no thrash metal clássico dos anos 1980, incorporando também elementos de crossover e hardcore à sonoridade.

O vinil reúne “Fear Blood Tears”, uma das primeiras composições de Flávio Amaral, único integrante remanescente da formação original, em uma nova e mais brutal versão, e “Wretched World”, última composição da atual formação, que conta com Flávio Amaral (vocal e baixo), Dieno Barbosa (guitarra) e Guilherme Leopoldino (bateria). Já a K7 traz oito faixas, sendo quatro inéditas e quatro remasterizadas. O projeto foi contemplado pela Lei de Fomento à Cultura Municipal Noemi Gontijo, de Betim.

“Wretched World” apresenta uma reflexão crítica sobre falsas promessas de salvação, relações de poder, disseminação do medo, guerras e o impacto das notícias falsas e do consumo excessivo de conteúdo superficial nas redes. Musicalmente, combina referências do thrash oitentista com elementos de metal moderno e conta com Fernando Lima, do Drowned, nos backing vocals, e Willer Mardey, de Excoria e Sturzen, no baixo.

Confira o lyric video de “Wretched World” em https://youtu.be/CRAN8Ekc4Es

Além dos lançamentos físicos, a banda prepara para 26 de novembro o lançamento de um disco completo nos serviços de streaming, com nove faixas, sendo quatro inéditas e cinco remasterizadas. As gravações foram produzidas pela banda e Rodrigo Lourenço, responsável também pela gravação, mixagem, masterização e remasterização. As cópias do vinil e, principalmente, da K7 são limitadas e estão sendo distribuídas diretamente pela banda.

Streaming
https://open.spotify.com/artist/2w7WNO9BkSE5pQKY7VatTf?si=I5oJWC_zT3u3jEkA3zJZlQ

Mídias sociais:
Instagram: https://www.instagram.com/mortom_thrash_metal/
Facebook  https://www.facebook.com/bandamortom19/

Site relacionado: https://linktr.ee/mortom

Embrio celebra 20 anos com o novo EP “Collapse”, mergulhando no caos, na guerra e na sobrevivência humana

Crédito: Foto por Leonardo Benaci

Com formação renovada, banda paranaense transforma duas décadas de trajetória em um trabalho agressivo sobre colapso social, tecnologia, conflitos e resistência​

A banda paranaense Embrio celebra duas décadas de trajetória com o lançamento de Collapse, novo EP que chega hoje às plataformas digitais. Mais do que um registro comemorativo, o trabalho representa um novo capítulo para o grupo, que apresenta sua formação atual e reafirma uma das principais características de sua identidade: transformar questões humanas e sociais em música pesada, agressiva e carregada de tensão.​

Formado atualmente por Emerson Pereira (vocal), Bruno Heleno (guitarra/vocal), João Matzenbacher (baixo) e Lucas Nascimento (bateria), o Embrio utiliza Collapse para marcar uma nova fase sem recorrer à nostalgia. Ao contrário, as quatro faixas do EP — “Alive-26”, “Drones”, com participação especial de Ales Riedel (Crippled Fingers) nos vocais, “Why?” e “Ruínas” — foram concebidas como um retrato do presente, abordando conflitos que atravessam a sociedade contemporânea e, ao mesmo tempo, alcançam a dimensão individual.

Assista “Alive-26” (Lyric Video):
​https://www.youtube.com/watch?v=isZNd0sAzQQ

A chegada de João Matzenbacher ao baixo é outro elemento importante dessa nova etapa. Ao lado de Emerson, Bruno e Lucas, o músico passa a integrar a formação responsável por apresentar o Embrio em seu 20º aniversário. Entretanto, a mudança de integrantes não representa uma ruptura com o passado. Pelo contrário, Collapse preserva a essência temática da banda enquanto amplia sua perspectiva sobre o mundo atual.

Ouça em https://onerpm.link/829113103346

O conceito de Collapse se desenvolve ao longo das quatro faixas, partindo da destruição da humanidade em “Alive-26”, passando pela guerra moderna e pelo uso da tecnologia como arma em “Drones”, questionando a repetição dos erros humanos em “Why?” e chegando ao universo pessoal de “Ruínas”, cantada em português. Juntas, as músicas conectam questões como ódio, violência, guerra, poder e perda de valores aos conflitos internos do indivíduo, construindo uma narrativa sobre colapso, sobrevivência e a necessidade de permanecer de pé diante do caos.​

Collapse tem arte de capa desenvolvida por Fábio Meneses (@inkcreations_artwork), produção pela própria banda, e mixagem/masterização por Bruno Heleno.​

A escolha de lançar o trabalho durante as comemorações dos 20 anos do Embrio reforça essa perspectiva. Em vez de revisitar simplesmente sua história, a banda utiliza o aniversário como ponto de partida para olhar adiante. A formação renovada e a produção de Collapse simbolizam justamente essa disposição de continuar avançando, mantendo os temas que sempre fizeram parte da identidade do grupo, mas observando-os a partir das contradições do presente.​

Collapse é, portanto, um trabalho sobre destruição, sobrevivência e enfrentamento. O EP parte de questões coletivas para chegar ao indivíduo e transforma inquietações contemporâneas em quatro faixas que se complementam conceitualmente. Ao completar 20 anos, o Embrio não olha apenas para o caminho percorrido: coloca o presente sob análise e questiona até onde a humanidade pode avançar antes de destruir aquilo que ela própria criou.​

Com lançamento marcado para 18 de setembro de 2026 em todas plataformas digitais e algumas poucas em formato físico, Collapse consolida uma nova etapa para o Embrio e apresenta uma banda disposta a transformar sua experiência acumulada em um trabalho atual, direto e conceitualmente coeso.

EMBRIO NAS REDES:

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​Instagram: https://www.instagram.com/embrio.thrash​
​YouTube:https://www.youtube.com/@embrio.youtube​
​Bandcamp:http://embrio.bandcamp.com

Matanza Ritual Fest reúne peso, caos e irreverência no Circo Voador em dezembro

Matanza Ritual comanda noite no dia 18 de dezembro, no Rio de Janeiro, ao lado de Gangrena Vodu e Catiça

O Circo Voador recebe, no dia 18 de dezembro, uma noite dedicada ao peso sem concessões. O Matanza Ritual Fest desembarca na Lapa reunindo Matanza Ritual, Gangrena Vodu e Catiça em um encontro que conecta nomes experientes, novas forças da cena e diferentes maneiras de levar o rock pesado brasileiro ao limite.

À frente do festival, o Matanza Ritual chega ao Rio em um momento de intensa atividade. Formado por Jimmy London no vocal, Felipe Andreoli no baixo, Antônio Araújo na guitarra e Amílcar Christófaro na bateria, o quarteto leva ao palco a combinação de metal, hardcore, thrash e a conhecida veia de humor ácido associada à trajetória de seus integrantes.

Jimmy London fala sobre o festival:

“Matanza Ritual fest é meu momento abrir a casa pra geral. Tô convidando geral pra essa festa de Natal degenerada na minha humilde residência, então não se façam de roçados e venham!”

O repertório passa pelo álbum “A Vingança é Meu Motor”, primeiro trabalho de estúdio do Matanza Ritual, lançado em 2025, ao mesmo tempo em que preserva a conexão de Jimmy London com canções que marcaram sua história no Matanza. A proposta é menos a de olhar para trás e mais a de transformar essa bagagem em um show de impacto, apoiado na experiência de quatro músicos com longa trajetória dentro da música pesada nacional.

No Rio, o festival ganha ainda um encontro especialmente simbólico com a Gangrena Vodu, grupo surgido na cidade em 1990 e responsável por uma das propostas mais singulares do underground brasileiro. Autodefinida como Saravá Metal, a banda combina metal e hardcore com percussões, referências e elementos ligados às religiões de matriz africana, além de uma performance teatral que faz do show parte fundamental de sua identidade. Em 2026, a Gangrena aprofundou esse universo com o EP “Ruas & Cemitérios”, trabalho centrado em cantos e percussões e inspirado em referências da Umbanda, da Quimbanda, do Catimbó, da Jurema Sagrada e das manifestações ligadas ao Povo de Rua. O lançamento reforça uma trajetória que há mais de três décadas transforma elementos da cultura popular e religiosa brasileira em matéria-prima para música extrema.

Quem abre a noite é a Catiça, representante de uma geração bem mais recente. Formada em 2024, em Londrina, no Paraná, a banda mistura punk, metal e noise em músicas curtas, riffs urgentes e vocais rasgados. Com letras marcadas por crítica, regionalismo e deboche, o quarteto vem construindo espaço na cena independente a partir de apresentações de forte caráter visceral. A formação reúne Nobu nos vocais, Dedé no baixo, Wiu na guitarra e Jordão na bateria. Depois de dois EPs e um álbum, a Catiça prepara o segundo disco, “Cereja de Xuxu”, apontado pela própria banda como o início de uma fase mais pesada de sua sonoridade.

Ao colocar as três bandas na mesma noite, o Matanza Ritual Fest constrói um recorte pouco comportado do rock pesado nacional: de um lado, a experiência e a estrada do Matanza Ritual; de outro, a identidade radical e ritualística da Gangrena Vodu; e, abrindo os trabalhos, a urgência de uma banda que ainda escreve seus primeiros capítulos.

No dia 18 de dezembro, a Lapa vira o ponto de encontro dessas três vertentes. O resultado promete ser menos uma sequência convencional de shows e mais uma noite de volume alto, energia física e personalidade — exatamente o tipo de combinação para a qual o palco do Circo Voador foi feito.

Um festival construído de dentro da cena

O Matanza Ritual Fest dá continuidade a uma história que começou ainda nos tempos do Matanza. O projeto surgiu em 2012 com a proposta de criar um festival organizado a partir da própria banda, reunindo artistas de diferentes vertentes da música pesada e adaptando as escalações a cada cidade. Naquele mesmo ano, o evento chegou ao Circo Voador, no Rio de Janeiro, com Matanza, Gangrena Gasosa, Confronto e Lacerated and Carbonized.

A ideia ganhou uma nova etapa em 2023, já sob o nome Matanza Ritual Fest. A primeira edição dessa fase aconteceu na Audio, em São Paulo, reunindo Matanza Ritual, Crypta, Black Pantera e Malvada. No ano seguinte, o projeto ampliou seu alcance e assumiu novamente um formato itinerante, com datas programadas em Porto Alegre, Rio de Janeiro, Curitiba e São Paulo. Ao falar sobre a iniciativa naquele período, Jimmy London destacou justamente o caráter independente do festival e o envolvimento direto da banda em sua concepção, gestão e realização, definindo o projeto como um dos mais importantes de sua trajetória.

A curadoria também se tornou uma característica do evento. Em vez de trabalhar apenas com bandas de uma mesma vertente, o Matanza Ritual Fest passou a aproximar diferentes gerações e linguagens do rock pesado brasileiro. Nos últimos anos, passaram por suas escalações nomes como Crypta, Black Pantera, Malvada, Ratos de Porão, Pavilhão 9 e Allen Key. A edição realizada em março de 2025, em São Paulo, também marcou o lançamento ao vivo de “A Vingança é Meu Motor”, primeiro álbum do Matanza Ritual, reforçando o festival como uma plataforma para momentos importantes da trajetória do próprio grupo e para o encontro com outras cenas.

Serviço — Matanza Ritual Fest

Data: 18 de dezembro de 2026, sexta-feira
Local: Circo Voador — Rua dos Arcos, s/nº, Lapa, Rio de Janeiro
Abertura da casa: 20h
Catiça: 20h30
Gangrena Vodu: 21h40
Matanza Ritual: 23h
Ingressos: Eventim
Realização: Top Link Music

Claustrofobia anuncia retorno aos palcos brasileiros como atração do Bangers Open Air 2027

Os irmãos D’Angelo retornam ao país após 7 anos com nova formação e uma trajetória internacional consolidada

O Claustrofobia, uma das mais respeitadas forças independentes do metal brasileiro, é uma das atrações confirmadas do Bangers Open Air 2027, marcando o aguardado retorno da banda aos palcos nacionais após sete anos.

Com mais de três décadas de história, sete álbuns de estúdio, participação no Rock in Rio 2019 e uma carreira internacional construída na estrada, o Claustrofobia chega ao festival trazendo toda a experiência e a intensidade acumuladas durante seus anos de atuação no Brasil, Europa e Estados Unidos.

Formado em 1994 pelos irmãos Marcus e Caio D’Angelo, o Claustrofobia sempre fez da independência, da força ao vivo e da identidade própria suas principais marcas. Partindo de uma combinação explosiva de thrash metal, death metal e hardcore, a banda construiu uma trajetória marcada por álbuns como “Claustrofobia” (2000), “Thrasher” (2002), “Fulminant” (2005), “I See Red” (2009), “Peste” (2011), “Download Hatred” (2016) e “Unleeched” (2022), centenas de shows e turnês, conquistando espaço no underground brasileiro e posteriormente expandindo sua carreira para o mercado internacional.

Entre os momentos mais marcantes dessa trajetória está o ano de 2019, quando se apresentou no Rock in Rio e, no mesmo período, foi escolhido para abrir o último show do Slayer em São Paulo, após uma mobilização dos próprios fãs.

Em janeiro de 2020, a banda realizou seus últimos shows no Brasil antes de concentrar suas atividades nos Estados Unidos. Estabelecido em Las Vegas, o grupo passou a construir uma nova fase de sua carreira, ampliando sua presença no circuito norte-americano por meio de turnês, lançamentos e apresentações ao lado de importantes nomes do metal mundial.

A experiência internacional ganhou ainda mais força com o lançamento de ‘Unleeched’, sétimo álbum de estúdio, gravado nos Estados Unidos, com participação especial de Marc Rizzo, ex-Soulfly e Cavalera Conspiracy. Ouça ‘Unleeched’ AQUI!

Nos anos seguintes, o grupo intensificou sua agenda de shows, excursionando ao lado de Exciter, Exmortus, Generation Kill, Hatriot e Crypta. Em 2024, viveu outro momento de grande destaque ao integrar a etapa norte-americana da turnê de despedida do Sepultura, ao lado de Obituary e Agnostic Front.

Em 2027, o Claustrofobia finalmente reencontrará o público brasileiro. Com uma nova formação, uma trajetória internacional consolidada e trabalhando em seu aguardado oitavo álbum de estúdio, retorna ao país para uma apresentação no Bangers Open Air 2027 que promete reunir passado, presente e futuro em uma única explosão de peso, energia e atitude.

Além da passagem pelo Bangers Open Air 2027, a banda está com agenda aberta e pretende realizar shows pelo país. Para mais informações, entre em contato pelo e-mail contact@claustrofobia.com.br. É, o chamado “Metal Maloka” vai se reencontrar com os brasileiros!

CLAUSTROFOBIA – Stronger Than Faith (OFFICIAL VIDEO)

CLAUSTROFOBIA online:

Facebook: https://pt-br.facebook.com/claustrofobiaofficial/
Instagram: https://www.instagram.com/claustrofobia_official
Spotify: https://open.spotify.com
Youtube: https://www.youtube.com/@CLAUSTROFOBIAOFFICIAL
 

Formação:
Marcus D’Angelo  – Vocal e Guitarra
Caio D’Angelo – Bateria
Garrett Davis – Baixo

SEPULTURA último show – novo local

Informamos que o show do Sepultura em São Paulo, marcado para o dia 07 de novembro, será realizado em novo local. A apresentação, inicialmente prevista para acontecer na Mercado Livre Arena Pacaembu, será realizada agora na Suhai Music Hall, na mesma data.

Os ingressos adquiridos anteriormente permanecem válidos para o novo local, respeitando as regras de realocação. Não é necessária qualquer troca de ingresso.

Os ingressos serão realocados conforme as indicações abaixo:

SETOR ADQUIRIDO INICIALMENTEALOCADO PARA
Pista PremiumPista Premium
PistaPista
Arquibancada NortePista
Cadeira LesteMezanino 2º Piso
Cadeira Oeste CobertaCamarote 1º Piso A/B
Cadeira OesteCamarote 2º Piso A/B

* Atenção: Os camarotes não têm lugar marcado — o acesso é feito por ordem de chegada. 

Caso não seja possível comparecer ao novo local, ou o cliente não deseje seguir com a realocação indicada, os ingressos adquiridos serão reembolsados, incluindo taxas, de acordo com os procedimentos abaixo:

Para compras online/site:

  • Caso não possa comparecer às novas datas e/ou locais, será possível solicitar o cancelamento integral do seu pedido, incluindo taxas, a partir do dia 10/09/2026 às 14h até 28/09/2026 às 14h, acessando sua área logada em “Meus Pedidos”, selecionando o pedido em questão e clicando em “Solicitar Reembolso” no final da página;
  • Caso possua mais de um pedido, será necessário realizar o mesmo procedimento para cada um deles;
  • Após essa data, nenhum pedido de cancelamento será acatado.

Para compras realizadas em bilheteria física:

  • Seja com ingresso físico ou digital, a solicitação de cancelamento/estorno deverá ser feita pelo titular da compra, no mesmo local onde a compra foi realizada, a partir do dia 10/09/2026 às 14h até 28/09/2026 às 14h;
  • Para solicitar o cancelamento/estorno, será necessário apresentar documento oficial com foto;
  • No caso de ingressos físicos: o cliente deverá devolver todos os ingressos vinculados ao pedido;
  • No caso de ingressos digitais: o cliente deverá apresentar os ingressos no aplicativo Quentro, para validação e cancelamento do pedido;
  • Em ambos os casos, o cliente receberá um formulário preenchido como comprovante de que a solicitação de estorno foi realizada;
  • O cancelamento será realizado apenas de forma integral, contemplando todos os ingressos do pedido/compra. Não será possível realizar estorno parcial;
  • Após a solicitação, o cliente deverá aguardar o processamento do estorno conforme os prazos abaixo.

Prazos para identificação do estorno/reembolso:

  • Cartão de crédito: o prazo para identificar o estorno é de até 2 ciclos da fatura após a confirmação de cancelamento do pedido, conforme a data de fechamento definida pelo emissor do cartão. Esse prazo pode variar de acordo com cada administradora; pedimos que acompanhe o lançamento na fatura do cartão utilizado na compra;
  • Cartão de débito ou PIX: o prazo para identificar o reembolso é de até 10 dias úteis após a confirmação de cancelamento do pedido, e o valor será processado na mesma conta utilizada ou indicada, no caso de pagamento em dinheiro em espécie. 

O cliente encontra mais detalhes sobre as alterações na Central de Suporte ao Fã da Ticketmaster.

BANGERS OPEN AIR ANUNCIA AS PRIMEIRAS ATRAÇÕES NACIONAIS PARA A EDIÇÃO DE 2027

Com as adições brasileiras, o festival atinge a marca de 14 nomes confirmados para sua próxima edição

A organização do Bangers Open Air anunciou mais três atrações para sua quinta edição. Em ritmo de comemoração ao Dia da Independência, o festival exalta o orgulho e a riqueza do metal brasileiro com a confirmação de três renomadas bandas nacionais no line-up: Claustrofobia, Tuatha de Danann e Taurus. 

Confirmado para os dias 24 e 25 de abril de 2027, no Memorial da América Latina, em São Paulo, o evento celebrará a diversidade e o vigor do metal e do rock pesado em dois dias épicos.

CLAUSTROFOBIA: Após oito anos longe dos palcos nacionais, o Claustrofobia — referência do metal brasileiro fundada pelos irmãos Marcus e Caio D’Angelo em 1994 — marca seu retorno ao Brasil como atração confirmada do Bangers Open Air 2027. Com uma sonoridade agressiva que mescla thrash, death metal e hardcore, a banda consolidou sua carreira internacional nos últimos anos em Las Vegas, lançando o álbum Unleeched (2022) e realizando turnês ao lado de ícones do gênero, incluindo a turnê de despedida do Sepultura em 2024. Agora, com nova formação e trabalhando em seu oitavo disco de estúdio, o grupo se prepara para celebrar mais de três décadas de estrada em um show explosivo no país.

TUATHA DE DANANN: Pioneiros incontestáveis do folk metal na América Latina, os mineiros do Tuatha de Danann trazem ao Bangers Open Air sua assinatura sonora inconfundível: uma mistura vibrante de peso extremo com melodias ancestrais e instrumentos tradicionais celtas. Com 30 anos de estrada acumulados desde a sua fundação em Varginha (MG), o grupo traz na bagagem o peso histórico de marcos como a icônica apresentação no festival de Wacken (Alemanha), em 2005, e uma discografia aclamada que vai de Tingaralatingadun (2001) ao mais recente The Nameless Cry (2023). Flautas, violinos e gaitas de fole se somarão aos riffs pesados para transformar o show em uma celebração festiva e mística.

TAURUS: Verdadeira instituição do thrash metal nacional, o Taurus desembarca em 2027 para celebrar mais de quatro décadas na vanguarda da música pesada brasileira. Formado no Rio de Janeiro em 1985 e revelado pela lendária Rádio Fluminense, o grupo é responsável por obras fundamentais do estilo no país, a começar pelo clássico Signo de Taurus (1986). Liderado por Rudi Sgarbi (vocal), Cláudio Bezz (guitarra), Felipe Melo (baixo) e Sérgio Bezz (bateria), o quarteto apresenta a turnê “Taurus 1985”, que faz um apanhado histórico de sua discografia. O show também antecipa a nova fase da banda, impulsionada pelo single recente “Dark Ages” (com participação de Prika Amaral, da Nervosa) e pelo anúncio de um novo álbum de estúdio.

Outros nomes já confirmados: 

SÁBADO, 24 DE ABRIL DE 2027
LACUNA COIL
FLOOR JANSEN
SOEN
QUIET RIOT
KK’S PRIEST 
W.E.T.

DOMINGO, 25 DE ABRIL DE 2027
ELUVEITIE
SOILWORK
KANONENFIEBER
BLAZE BAYLEY
METAL CHURCH

A venda geral dos ingressos para o Bangers Open Air 2027 está oficialmente aberta desde 04 de setembro. Os ingressos estão disponíveis pela plataforma Clube do Ingresso. Acesse para conferir valores, condições e setores disponíveis:

https://www.clubedoingresso.com/evento/bangersopenair2027

Não perca a oportunidade de garantir o seu lugar em mais uma edição memorável do Bangers Open Air!

Mais informações:
https://bangersopenair.com/
https://www.instagram.com/bangersopenair/
https://www.youtube.com/@bangersopenair

Epica anuncia ‘The Symphonic Synergy Brazil’ para novembro de 2027

Crédito: Tim Tronckoe

Marco histórico para a América do Sul, espetáculo sinfônico da banda holandesa terá apresentação única dia 20/11 no Vibra, em São Paulo

Epica, banda holandesa titã do metal sinfônico mundial, trará pela primeira vez à América do Sul, e com show único no Brasil, o aclamado espetáculo sinfônico The Symphonic Synergy. A apresentação está marcada para 20 de novembro de 2027 no Vibra, em São Paulo, com realização da Liberation Music Company.

A venda geral de ingressos começa em 10 de setembro, às 10h, pelo site da Fastix (fastix.com.br).

Acompanhada por uma orquestra e coral completos, o Epica idealizou o The Symphonic Synergy para levar ao palco toda a dimensão sinfônica do seu repertório. O projeto combina a formação da banda com novos arranjos orquestrais, vozes corais e uma produção visual desenvolvida para o espetáculo.

O The Symphonic Synergy estreou em 2024 com quatro apresentações esgotadas, duas na AFAS Live, em Amsterdã, e duas no Auditorio Nacional, na Cidade do México. Os concertos reuniram mais de 30 mil pessoas e percorreram diferentes fases da carreira, com participações especiais e a apresentação de músicas então inéditas, entre elas “Arcana”, “The Ghost in Me” e “Aspiral”.

O formato retoma uma vertente presente em momentos importantes da trajetória da banda, como The Classical Conspiracy, de 2009, e Retrospect, registrado em 2013.

A edição brasileira integra as comemorações dos 25 anos do Epica e leva ao Vibra São Paulo uma produção concebida para aproximar o peso da banda da instrumentação orquestral e dos arranjos corais, uma performance verdadeiramente imersiva.

SERVIÇO

The Symphonic Synergy Brazil em São Paulo

Data: Sábado, 20 de novembro de 2027
Horário: 18h30 (abertura da casa)
Local: Vibra
Endereço: Avenida das Nações Unidas, 17955, São Paulo/SP

Ingresso (pré-venda): fastix.com.br/events/epica-sao-paulo-pre-sale

Setores disponíveis
Plateia Superior (Setor Verde, com assentos não marcados)
Camarotes VIP (Setor Rosa, com assentos não marcados)
Pista (Setor Dourado, em pé)
Pista Premium (Setor Azul, em frente ao palco, em pé)

Mais informações
instagram.com/epicaofficial
instagram.com/liberationmcofficial
instagram.com/tedesco.com.midia

RESENHA: Exposição “Na Mente de um Serial Killer”

Por Rafael Teodoro

Entre investigação criminal, psicologia e uma atmosfera carregada de suspense, a exposição “Na Mente de um Serial Killer” aposta na imersão para apresentar ao público alguns dos aspectos mais perturbadores dos crimes cometidos por assassinos em série ao redor do mundo.

O interesse por histórias de crimes reais ganhou um espaço cada vez maior na cultura popular. Documentários, podcasts, séries e livros transformaram casos de assassinos em série em fenômenos populares. E é justamente pensando nesse público que “Na Mente de um Serial Killer” se sustenta e entrega uma das exposições mais interessantes e imersivas do momento.

Além de apresentar perfis psicológicos e modus operandi dos criminosos, a exposição procura construir uma experiência capaz de colocar o visitante diante de um universo marcado por violência, investigação e comportamento psicológico extremo.

Logo nos primeiros ambientes, fica evidente que a proposta não é a de um museu tradicional. A cenografia e a iluminação desempenham um papel importante na construção do ambiente, criando um clima de tensão que acompanha o visitante durante o percurso.

Corredores, objetos, ambientações e elementos relacionados às investigações ajudam a estabelecer uma narrativa visual. O resultado é uma exposição que se aproxima, em alguns momentos, de uma experiência de suspense.

Essa escolha funciona especialmente bem para o público que já consome conteúdo de true crime. A sensação é de entrar em um episódio de investigação criminal e, em vez de apenas acompanhar a história pela tela, percorrê-la fisicamente.

Mas o aspecto mais interessante da exposição provavelmente é olhar para os serial killers não apenas pelos crimes que cometeram, mas também pelo comportamento e pelos padrões psicológicos associados a esses criminosos.

A exposição apresenta elementos relacionados à investigação e à construção do perfil criminal, permitindo ao visitante compreender um pouco melhor como investigadores e especialistas procuram identificar padrões em crimes aparentemente desconectados.

É nesse ponto que a experiência deixa de ser apenas uma coleção de histórias macabras e passa a despertar uma reflexão mais ampla: o que leva uma pessoa a cometer crimes dessa natureza e quais sinais podem existir antes que eles aconteçam?

Naturalmente, compreender um criminoso não significa justificá-lo. A exposição trabalha justamente com essa linha delicada entre curiosidade, investigação e horror.

Um dos pontos que merece atenção é a maneira como a exposição equilibra informação e espetáculo.

Para quem procura uma abordagem extremamente acadêmica sobre criminologia, talvez algumas informações pareçam superficiais. A experiência privilegia a narrativa, a ambientação e o impacto visual, características que tornam a visita mais acessível ao público geral.

Por outro lado, essa escolha também é responsável por tornar a exposição mais envolvente. Em vez de apresentar apenas textos extensos e fotografias, o visitante é colocado dentro de ambientes que ajudam a contar as histórias.

Apesar do apelo do gênero, é importante destacar que “Na Mente de um Serial Killer” não é uma experiência leve.

O conteúdo envolve assassinatos, violência e vítimas reais ou representações relacionadas a crimes. Dependendo da sensibilidade de cada visitante, determinadas áreas podem causar desconforto.

A exposição consegue transformar um assunto naturalmente sombrio em uma experiência visual e imersiva, combinando informação, suspense e cenografia. Seu maior mérito está justamente em fazer o visitante sair da posição de espectador e se sentir parte daquele universo.

Apesar de toda a exposição ser extremamente imersiva, o ponto alto sem dúvida é a Experiência VR (inclusa no pacote VIP ou adquirida a parte). Utilizando óculos de realidade virtual, a experiência te coloca em vários cenários enquanto um detetive investiga um crime, e permite que você interaja com objetos e com os cenários durante aproximadamente 20 minutos. Por muito momentos esquecemos que nada daquilo é real, de tão bem construído que tudo é.

Sem dúvidas uma experiência que deve ser incluída obrigatoriamente na agenda de amantes do gênero “True Crime”.

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Caso você queira se preparar e descobrir mais sobre os casos expostos antes de ir para a exposição ou se aprofundar mais após a visita, preparamos uma playlist no Spotify com episódios do podcast Modus Operandi que abordam alguns casos:

Mais informações

Local: Shopping Eldorado, São Paulo
Duração: aproximadamente 90 minutos
Classificação etária: a partir de 16 anos; menores de 18 anos devem estar acompanhados por um adulto
Horários de funcionamento: das 10h às 22h – aberto todos os dias, exceto às segundas
Ingressos: a partir de R$50
Mais informações e ingressos: https://feverup.com/m/564955

“DEATH MASK MESSIAH”, NOVO ÁLBUM DE ESTÚDIO DO EXUMER, JÁ DISPONÍVEL PELA PARCERIA SHINIGAMI RECORDS/METAL BLADE RECORDS

Crédito Foto: Morgenrot Visions

Exumer – Já à venda “Death Mask Messiah”, novo álbum dos ícones do thrash metal alemão

Durante sua fase inicial nos anos 1980, o EXUMER foi uma das bandas mais importantes do nascente thrash metal underground alemão, mas sua presença contínua nos anos 2020 não tem nada a ver com tentar reviver as glórias da juventude. Em “Death Mask Messiah”, o sexto álbum do EXUMER, eles soam tão ferozes, famintos e criativamente vitais como nunca. E isso é totalmente intencional. Quando a banda se reformou em 2008, após quase duas décadas de silêncio (exceto por uma apresentação no Wacken Open Air em 2001), o acordo era que eles não recorreriam à nostalgia barata. Se o EXUMER fosse voltar a ser uma banda, seria uma banda ativa, dedicada ao ofício do thrash metal, com os olhos fixos apenas no futuro.
 
A chama do EXUMER foi acesa pela primeira vez em Frankfurt, em 1985, no caldeirão de um movimento nascente de thrash teutônico. Mem V. Stein e o guitarrista Ray Mensh haviam se encontrado brevemente em 1983, no trem para o festival Monsters of Rock em Kaiserslautern, mas só quando se reencontraram na parada de Frankfurt da turnê Hell Awaits, do Slayer, dois verões europeus depois, surgiu a ideia de formar uma banda juntos.
 
O mundo que recebeu a primeira demo do EXUMER, A Mortal in Black (1985), e seu agora clássico álbum de estreia, Possessed by Fire (1986), era um mundo firmemente dominado pela explosão do thrash.
 
O EXUMER voltou à vida em 2008, 17 anos depois do fim de sua primeira fase. Isso nos leva a “Death Mask Messiah”, o primeiro álbum do EXUMER desde 2019, e um do qual a banda está extremamente orgulhosa de ter sob seus (não municiados) cintos. “É o mais verdadeiro que conseguimos ser”, comemora Stein, e ele não está brincando. “Death Mask Messiah” é um disco contundente e dinâmico, feito por uma banda que só poderia tê-lo criado seguindo seu próprio código. O intervalo mais longo entre lançamentos é atípico, e a pandemia de COVID-19 certamente teve algo a ver com isso, mas Stein diz que nunca quer que o EXUMER seja uma banda que lança um álbum a cada dois anos por obrigação.
 
“Death Mask Messiah” vale qualquer espera. O EXUMER está quase assustadoramente afiado, tocando 42 minutos de thrash moderno e musculoso com uma precisão fria e uma intensidade impossível de falsificar. Os riffs são afiados como navalhas, os solos são incandescentes, a bateria é avassaladora, e a performance vocal de Stein é um caldeirão fervente de fúria deliberadamente controlada, liberada em uma barragem de sílabas cortadas e gritos estrangulados que ainda conseguem ser cativantes. Na verdade, “Death Mask Messiah” está repleto de ganchos, sem perder um grama da brutalidade que serve de alicerce ao álbum. O disco também soa notavelmente orgânico, algo que Stein credita ao processo de composição híbrido, mas fundamentalmente old school, do EXUMER.
 
As gravações correram bem, mesmo com dois novos membros para integrar. O baixista Alex Voss e o baterista Jerome Reil fazem suas estreias registradas no EXUMER em “Death Mask Messiah”, e juntos formam uma seção rítmica formidável que sustenta os riffs e solos de Mensh e do co-guitarrista Marc Bräutigam. “Death Mask Messiah” também marcou uma grande estreia para Bräutigam, que escreveu duas músicas (‘Frozen Ground’, ‘Ravishing Waste’) para o álbum. Bräutigam entrou na banda em 2013 e há muito tempo faz contribuições significativas e críticas ao material, mas estas são suas primeiras composições completas para o EXUMER. As sessões foram concluídas em janeiro de 2026, e Arthur Rizk finalizou a mixagem e masterização no mês seguinte. Assim que Rizk enviou os arquivos, a banda teve certeza de que tinha algo especial. “Quando tudo fica pronto e você ouve o resultado final, sente orgulho, porque isso é música de verdade, feita por pessoas de verdade”, diz Stein. “Nada de porcaria de IA, nada de troca de arquivos. Ainda é coisa real.”
 
“Death Mask Messiah” deve impactar ainda mais quem prestar atenção às palavras de Stein. Em um conjunto de esboços líricos vagamente conectados, Stein traça paralelos precisos entre o inferno da política americana contemporânea e o cerco de 1993 ao complexo Branch Davidian em Waco, Texas, que levou à morte de 76 pessoas, incluindo 28 crianças. “David Koresh era um falso profeta e usava uma máscara da morte, manipulando e conduzindo seus seguidores à morte certa”, diz Stein. “No entanto, a desinformação que o governo federal usou nos anos 1990 é o mesmo manual que está sendo usado hoje, e é o denominador comum entre a liderança do passado e do presente.”
 
Os políticos sanguessugas e falsos salvadores que povoam “Death Mask Messiah” não são os únicos culpados. O espelho também é virado para nós. Stein está preocupado com as intermináveis guerras culturais que dividem as pessoas inutilmente e faz um apelo por solidariedade real e pela rejeição do niilismo que pode parecer tão tentador nestes tempos inglórios. Isso pode parecer ingênuo, mas talvez “Death Mask Messiah” consiga devolver parte do significado que este mundo sombrio parece determinado a arrancar das pessoas. A arte importa. A música importa. Stein chama este novo álbum de uma “segunda primavera para o Exumer“, onde “tudo floresce, e é um novo começo”, e essa sensação de renascimento se estende ao ouvinte. Ao levar seu ofício tão a sério, o EXUMER representa um dedo médio erguido contra o cinismo. Se eles conseguem, você também consegue.
 
Um lançamento da parceria Shinigami Records/Metal Blade Records. Adquira sua cópia aqui: https://bit.ly/4cljPNp.


 
TRACKLIST
1. Death Mask Messiah
2. Blinding Skies
3. Sin Bleeder
4. Eradication
5. Ravishing Waste
6. Allocated Savagery
7. Serpent
8. Fratricide
9. Scorcher
10. Frozen Ground
11. Unchained Angel
 
FORMAÇÃO
Mem V. Stein – Vocal
Ray Mensh – Guitarra
Marc B. – Guitarra
Alex Voss – Baixo
Jerome Reil – Bateria
 
FONTE: SHINIGAMI RECORDS/METAL BLADE RECORDS

Violeta de Outono relança clássico de 1987 em edição especial de luxo em vinil

Melômano Discos e Voice Music apresentam edição splatter com capa dupla, encarte com fotos inéditas e texto de André Barcinski

A Melômano Discos em parceria com a Voice Music lançam uma edição especial de luxo em vinil do álbum homônimo do Violeta de Outono, originalmente lançado em 1987 pelo selo Plug. Considerado um dos trabalhos mais importantes do rock brasileiro dos anos 1980, o disco ganha uma edição limitada em vinil splatter, com capa dupla em acabamento soft touch e aplicação de hot stamping. O lançamento também traz encarte especial com fotografias inéditas do arquivo do Violeta de Outono e texto assinado pelo jornalista e crítico musical André Barcinski.

Gravado nos estúdios da RCA, em São Paulo, entre fevereiro e maio de 1987, o álbum apresenta uma sonoridade marcada pela psicodelia, pelo rock dos anos 1960, pelo experimentalismo e por elementos do rock progressivo. O repertório reúne nove faixas, incluindo “Outono”, “Declínio de Maio”, “Faces”, “Luz”, “Retorno”, “Dia Eterno”, “Noturno Deserto”, “Sombras Flutuantes” e a releitura de “Tomorrow Never Knows”, dos Beatles.

O relançamento em vinil do primeiro álbum do Violeta de Outono resgata o ritual de ouvir um disco e virar o lado depois de 18 minutos. “Isso vem num momento em que este álbum está sendo bastante relembrado, estamos vendo uma grande movimentação nas redes sociais, onde as pessoas estão se referindo a ele como um dos grandes álbuns do rock brasileiro!”, afirma Fabio Golfetti, vocalista, guitarrista e um dos fundadores do Violeta de Outono, que remasterizou o relançamento no estúdio Seven Keys (SP).

Formado em São Paulo em meio à efervescência do rock nacional dos anos 1980, o Violeta de Outono construiu uma trajetória singular ao combinar referências psicodélicas dos anos 1960 com a estética do pós-punk e o experimentalismo do rock progressivo. O grupo também se destacou pela sonoridade marcada por guitarras repletas de efeitos eletrônicos e samplers em gravações e apresentações ao vivo.

Quase quatro décadas depois, o álbum de estreia permanece como um registro fundamental do rock brasileiro. “Esperamos que, ao ouvir esse álbum, você se transporte para um universo que desperte sentimentos e memórias preciosas”, conclui Golfetti.

Crédito: Dráusio/Divulgação

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