“A Blasphemic Visiting Tour 2023” se iniciará dia 10 de maio com um show em São Paulo
A Caveira Velha Produções, criada em 2022 como produtora de shows, selo, tour e booking agency, em parceria com a Ripping the Road, realizará a turnê “A Blasphemic Visiting Tour 2023” da banda paulistana de progressive death/doom metal Darchitect, formada por Lucas Coca (vocal), Alex Marras (guitarra), André Silva (baixo) e Gabriel Gifoli (bateria).
Criado em 2014, o Darchitect se destacou com o lançamento de dois álbuns completos de estúdio, “Mechanical Healing” (2017) e “The Visiting” (2021), além do EP “Blasphemus” (2020) e do single “Introspection” (2022). Em sua primeira turnê, realizada em agosto de 2018, o grupo passou por 12 cidades do estado de São Paulo e se apresentou ao lado de nomes conhecidos do underground, como Terrorcult, Order of Destruction, D.I.E., Damage Corporation e Kadabra.
Com a demo-tape “I Am One of Them”(2009) recém disponibilizada nas plataformas digitais, a banda de Thrash Metal gaúcha ONE OF THEM segue divulgando este relançamento digital e também seu mais recente trabalho, o EP “Blind Faith”, de 2019. Composta atualmente por GG Mussi (vocal), Jeff Witt e Ivan Santos (guitarras), Alexandre Guterres (baixo) e Jonas Koehler (bateria), a banda segue trabalhando nas composições de um novo registro e anuncia sua participação em uma live no Instagram do site Rebel Rock, comandado por Sergiomar Menezes. A live será realizada no dia 26/04, quarta-feira, às 19h, no seguinte link: https://www.instagram.com/rebelrockrs. Neste aguardado bate-papo a banda vai contar um pouco de sua história, bem como suas influências, os planos futuros e muitos mais.
E o próprio site Rebel Rock destacou o trabalho da banda recentemente, na seção “Bandas que você precisa conhecer”, onde repassou a trajetória da banda desde sua fundação, em 2004, quando o embrião da ONE OF THEM não passava de um bando de velhos amigos sedentos em tocar Thrash Metal. Prestes a completar 20 anos de atividades, o guitarrista Jeff Witt comenta: “Quando iniciamos a banda nem imaginávamos que um dia estaríamos dividindo o palco com os ícones do Thrash Overkill no Bar Opinião ou que estaríamos lançamento um EP super bem produzido uma década depois da primeira demo. Neste período também tivemos a oportunidade de tocar em ótimos festivais e dividir o palco com grandes bandas, em lugares 100% underground ou em casas de shows grandes. Tem sido uma história incrível e com certeza seguirá por muito tempo. O Thrash Metal está no nosso sangue!”.
No último dia 18 de abril o Angra se apresentou no Ribeirão Rock Series, em Ribeirão Preto- SP para um público de aproximadamente 15mil pessoas, ao lado de bandas como Scorpions, Noturnall e Sinistra.
A banda executou clássicos que passeiam por seus 30 anos de carreira de sólida, e quem tem sido grande sucesso em sua turnê de comemoração às três décadas de existência do grupo.
Ao final da noite eles também se reuniram com as outras bandas para prestigiar o show dos Scorpions.
Confira o setlist: 1- Newborn me 2- Nothing to Say 3- Travelers of Time 4- Angels Cry 5- Lisbon 6- Rebirth 7- Waiting Silence 8- Bleeding Heart 9- Carry on/ Nova Era
Projeto do vocalista, guitarrista e compositor Fabricio Oliveira traz os irmãos Andria (baixo) e Ivan Busic (bateria), além do guitarrista Thiago Melo, do Dr. Sin
Após o single “Dionisíaca”, o PsicosFeras apresenta seu novo lançamento, o EP instrumental “Suarabácti”, com músicas compostas pelo guitarrista Fabricio Oliveira e que traz os irmãos Andria (baixo) e Ivan Busic (bateria), além do guitarrista Thiago Melo, do Dr. Sin. “Dar títulos para músicas instrumentais poderia ser qualquer coisa aleatória. Para tentar contextualizar, como o single anterior foi para a música ‘Dionisíaca’, pensei em um contraponto para o lançamento seguinte e aí surgiu ‘Apolinea’, que são figuras trabalhadas na filosofia de Nietzsche, algo que a gente incorpora no PsicosFeras desde o primeiro álbum”, explica Fabricio Oliveira.
Musicalmente, “Suarabácti” traz influências de rock progressivo, hard rock e metal, em uma jornada sonora que explora as paisagens imaginárias e emocionais da mente humana. Ao lado do Dr. Sin, Fabricio Oliveira combina harmonias ousadas, melodias cativantes e arranjos intrincados nas cinco faixas de “Suarabácti”. “Quando tenho as ideias de progressões harmônicas, bases, acabo gravando tudo. Quando consigo reunir algo que faz sentido, me reúno com Andria Busic e gravo tudo no metrônomo. Depois, ele e Ivan registram o baixo e a bateria. Porém, neste caso, o Thiago Melo entrou em cena como a voz humana que não tivemos, no sentido de buscar rupturas com as fronteiras e os limites. A música instrumental pura alcança qualquer território e como tenho uma afeição pelo audiovisual, o cinema e as trilhas sonoras marcantes que impactam nossas vidas, a ideia de algo instrumental fez muito sentido”, detalha Fabricio Oliveira.
O mentor do PsicosFeras explica que ter o Dr. Sin completo para explorar as ideias e as estruturas criadas facilitou o projeto. “Todos eles tiveram liberdade para incorporar o DNA musical. Por isso, muita coisa traz a raiz do Dr. Sin e aquela veia do rock progressivo, do hard e do metal. Daí, quem ouvir com atenção vai sentir elementos de Rush, Marillion, Yes, Van Halen, Led Zeppelin e até Iron Maiden, pois as músicas são permeadas por atmosferas distintas, que variam desde momentos introspectivos e contemplativos até passagens vigorosas e empolgantes. Os arranjos exploram uma ampla gama de texturas e timbres”.
Sobre todas as faixas começarem com a letra A, o guitarrista conta que a ideia veio inicialmente por causa de “Apolinea” e da filosofia de Nietzsche, que fala muito do abismo. “Como no ambiente simbólico tudo pode e tudo é possível diante dos olhos do observador, a segunda música acabou sendo intitulada ‘Ataraxia’, conceito da filosofia epicurista e dos céticos, a ausência de sofrimento, que é muito falada pelo professor, escritor e um dos grandes pensadores contemporâneos, Clovis de Barros Filho”, revela. “Depois, mantendo esta premissa, as demais faixas acabaram sendo ‘Acrasia’, que contraria seu melhor juízo sobre o que fazer em determinada situação; ‘Acidia’, que tem a ver com a preguiça, estado de apatia ou torpor, de não se importar ou não se preocupar com a própria posição ou condição no mundo; e ‘Anaptixe’, que se conecta com o título do EP, pois também é chamada de suarabácti, que é o ritual de purificação do som em sânscrito. Parece complicado, mas um exemplo bem popular de anaptixe é a palavra advogado que alguns incluem a letra e falam ‘adevogado’. Portanto, significa aquela figura de linguagem que se acrescentam fonemas na palavra para desfazer o encontro de consoantes. Pensei nos tempos quebrados, nos contratempos de algumas partes das músicas como aquela consoante jogada no meio como este figura de linguagem que existe nas palavras”, acrescenta.
Foi disponibilizado no Spotify o novo episódio do RENATOCAST, trazendo uma entrevista com a lendária banda brasileira VIPER, que esteve tocando recentemente em Porto Alegre no Angra Fest, realizado em 26/03 no Auditório Araújo Vianna. Na ativa desde a década de 1980, a banda foi responsável por revelar ao mundo o vocalista Andre Matos, com quem gravou os clássicos “Soldiers of Sunrise” (1987) e “Theatre of Fate” (1989). Sem o icônico frontman, o grupo seguiu sua carreira com grande sucesso, chegando a tocar no Japão. Entre idas e vindas, o VIPER conta hoje Leandro Caçoilo (vocal), Kiko Shred e Felipe Machado (guitarras), Pit Passarell (baixo) e Guilherme Martin (bateria).
Neste bate-papo realizado com Felipe Machado e Guilherme Martin, o podcaster Renato Sanson abordou o retorno da banda com a nova formação, as expectativas para o novo álbum, “Timeless”, que será lançado no próximo mês, e a participação no festival Summer Breeze, onde farão uma homenagem à Andre Matos com Angra e ex-integrantes do Shaman. Sobre o Summer Breeze, o guitarrista comentou sobre a experiência do grupo em tocar em eventos grandes e na abertura de shows de bandas como o Metallica, na década de 1990.
A conversa chegou também ao álbum “Maniacs in Japan”, gravado em terras nipônicas durante a turnê do álbum “Evolution”, em 1993, com o guitarrista comparando o disco com “Loco Live” do Ramones, devido à sua velocidade acima da média: “Esse disco tem realmente uma energia foda. Esse disco marcou a vida de muita gente, até mesmo pela época em que saiu. Foi uma época importante para muita gente. Muita gente fala do “Maniacs in Japan” com carinho. Eu ouvi o disco outro dia, é um disco muito louco, é muito rápido. Outro dia me falaram que é o “Loco Live” do Viper, é um Viper meio estilo Ramones”.
Disco indicado ao Grammy Latino na categoria melhor álbum de Rock de 2021.
O novo disco das Velhas Virgens (19º da carreira) lançado em meio às muitas mudanças e dificuldades que todos viveram em 2020. A pandemia impediu que a banda continuasse a turnê, que começou no final de 2019, com o lançamento dos primeiros singles que anteciparam o disco completo. O disco teve o lançamento on line, mesmo sem definições e prazos para uma possível volta à normalidade. O rock não pode parar. E nem a maior banda independente do Brasil.
Com 10 músicas. O disco nasceu para ser um EP e foi sendo aumentado e construído durante a pré-produção, antes mesmo dos ensaios com a banda. A ideia era fazer uma homenagem ao rocknroll dos anos 70, sem sair do estilo simples cultivado ao longo dos anos. Nem todas as músicas acabaram caminhando para isso, mas, no geral, foi possível chegar em um clima orgânico nas gravações e arranjos que nos remete ao rock setentista.
O disco inicia com “Mazzaroppi Blues” (Paulão de Carvalho), foi a primeira vez que a banda gravou uma música instrumental, com “riff” e melodia composta para gaita, um arranjo entre a surf music misturada ao rockabilly com pegada bem dançante.
Em seguida vem “O Bar Me Chama” (Paulão de Carvalho), que dá nome ao disco, um típico blues das Velhas Virgens, bem-humorado, chamando todos para a festa, com refrão grudento, “riff” de gaita e um arranjo mais elaborado com metais e coro lembrando os momentos mais pop de BB King.
“Leprechaun” (Paulão de Carvalho) aparece duas vezes, na primeira versão mais rock e na segunda, com a participação especial da banda paranaense “Terra Celta”, mais divertida com seus instrumentos diferentes e um tratamento “celta”, estabelecendo uma ligação sonora entre a festa de St. Patrick e o folclore brasileiro.
A stoniana “Brechó Cintilante” (Paulão de Carvalho) dá o clima rocknroll bem ao estilo dos anos 70 com uma gravação bastante orgânica. Conta a história de um bar lisérgico que aparece e desaparece no meio da serra da Cantareira onde pessoas de todas as épocas vão para dançar, curtir a música, boa comida e bebida. Até Raulzito dá as caras por lá.
“Não É Não” (Alexandre Cavalo Dias) é a música controversa feita sob medida para a vocalista, Juliana Kosso. A banda buscou seu arranjo em uma mistura de bandas dos anos 70 de diferentes vertentes como “Cream” e “Lynyrd Skynyrd”, a diferença vai para a temática feminista que dá voz ativa e protagonismo para a garota da banda.
O Rock mais pesado do disco fica por conta de “Carregue Sua Cruz Com Classe” (Paulão de Carvalho) com “riff” de guitarra simples e pesado, numa levada que evoca o pré-punk setentista, com letra que fala de alcoolismo e de não colocar em risco determinadas coisas importantes da vida, encarando as agruras do dia a dia (como ter que ficar um tempo longe da birita e do bar) com algum bom humor.
“Vícios e Pecados” (Alexandre Cavalo Dias), fala de dor e separação que ficou ainda mais angustiante nessa interpretação e diante do cenário pandêmico que nos cerca. Com arranjo simples, refrão que cresce com a música, é uma balada que as Velhas costumam gravar em todos seus discos.
Outra novidade é a versão de Lousiana, um sucesso obscuro dos anos 70 na voz de Mike Kennedy e composta por Percy Mayfield, aqui em versão de Paulão de Carvalho aludindo a um casal de moças: Thelma & Louise? Não. Luisa e Ana. A canção recebeu um tratamento sonoro mais pesado e direto com teclados do produtor, Gabriel Fernandes, guiando os arranjos.
Para fechar o disco os dois presentes para o público. A versão de “Leprechaun” com o “Terra Celta” e uma versão de “O Bar Me Chama” com direito a um divertido “coro de zumbis” finalizando o disco.
Lançamento com a parceria entre E-DISCOS.NET e a VinilOlds.
Caracteristicas: Vinil 12″ Preto Capa Simples Encarte 30×30 com as letras Edição limitada 300 cópias Prensagem: Rocinante
LADO A 01 Mazzaroppi Blues 02 O Bar Me Chama 03 Leprechaun 04 Brechó Cintilante 05 Não É Não
LADO B 01 Carregue Sua Cruz Com Classe 02 Vícios E Pecados 03 Leprechaun (Feat. Terra Celta) 04 Luiza E Ana 05 O Bar Me Chama (Versão Coral Zumbi)
Thrashers paulistanos lançam novo single ainda mais brutal, contendo duas faixas inéditas, e prepara o terreno para o segundo álbum da carreira
Os Old School Thrashers paulistanos do SACRIFIX lançaram recentemente seu mais novo, brutal e perturbador single contendo duas faixas caóticas, viscerais e inéditas, “Killing Machine” e “Mundo Nojento”.
Perpetuando no seu som o caos e a violência extrema, esse novo single precede o lançamento do sucessor de “World Decay 19”, lançado em 2021, cujo título também será “Killing Machine”,
O líder Frank Gasparotto (vocal/guitarra) comentou sobre a faixa título dizendo: “Essa músicaaborda a história de um serial killer fictício, onde sua sede de matar é insaciável. Um temais mais Thrash que isso é impossível (risos)!
Já “Mundo Nojento”, segunda música da carreira do Sacrifix cantada em português – a primeira foi “No Limite da Força”, cover do Anthares, presente no EP “The Limit Of Thrash” (2022) – tem um tema mais focado na crítica à futilidade e banalidade do mundo atual dominado por boçalidades vindas de ‘tiktokers’, ‘influencers’ e ‘coaches’ dos mais diversos. O músico explica: “Pessoas que consomem esse tipo de baboseira entram na enorme estatística do ‘emburrecimento’ em massa que prepondera cada vez mais forte e presente na nossa sociedade”.
Produção e gravação por Frank Gasparotto Mixagem e masterização no Tori Studios por Marco Nunes(@marconunestoristudios)
Layout de capa por Johnny Z.
O Sacrifix é formado por Frank Gasparotto (vocal/guitarra), Kexo (baixo/Infamous Glory) e Gustavo Piza (bateria), e está abrindo vaga para um segundo guitarrista. Se você gosta, respira e vive a crueza Thrash oitentista, e não está interessado em modernizações palatáveis, seguindo sempre suas raízes sangrentas do estilo, mande um vídeo seu tocando algum clássico do Thrash para f_gasparotto@hotmail.com, aos cuidados de Frank ou para a assessoria da banda em jzpress@metalnalata.com.br.
Frank explica: “Daremos prioridade para guitarristas com experiência, que sejam da capital paulista e que tenham disponibilidade para ensaios. Logicamente que possuir vontade, dedicação e empenho para fazer com que o time soe ainda mais forte, coeso e pronto para chutar bundas de posers por aí, são fundamentais”.
O próximo álbum de estúdio do SACRIFIX, trará uma banda ainda mais agressiva, coesa, pesada e técnica, com ênfase maior nos riffs de guitarra e nos vocais muito mais agressivos. “Nossa ideia inicial era superar o que fizemos em “World Decay 19″, definindo nossa identidade – principalmente nos vocais mais trabalhados – num trabalho mais encorpado, agressivo e ainda mais #¿$?%!¡ com tudo que anda acontecendo no nosso país e no mundo”, finalizou Frank Gasparotto.
NFORMAÇÕES ADICIONAIS
O SACRIFIX não quer ser apenas “mais uma” banda entre milhares de outras no segmento Thrash Metal em nosso país, mas sim mostrar como fazê-lo da forma mais intensa, vigorosa e violenta possível, respeitando os primórdios do estilo, sem frescuras ou estrelismos.
Seu som é inteiramente baseado na crueza e rispidez do lado mais clássico do Thrash Metal, sem invencionismos e com letras inspiradas em guerras, ocultismo, crítica social, questões existenciais, religião e violência. A banda se prepara para elevar o caos de som a níveis ainda mais violentos e perturbadores com “Killing Machine”, seu segundo álbum de estúdio a ser lançado esse ano.
Discografia:
“Sacrifix” (Single/2020) “World Decay 19” (Álbum/2021) “The Limit Of Thrash” (EP/2022) “Raped Democracy” (Single/2022) “Killing Machine” (Single/2023)
O baixista vencedor do Grammy, David Ellefson (ex-Megadeth), o guitarrista/vocalista brasileiro, indicado ao Grammy sueco, Guilherme Miranda (ex-Entombed A.D.) e o baterista Michal Lysejko (ex-Decapitated) da nova super banda Dieth, se uniram para lançar seu novo single: “Don’t Get Mad… Get Even! “.
O novo vídeo pode ser visto aqui:
Ellefson falou sobre essa música: “A melhor vingança é ser melhor do que você era antes. ‘Don’t Get Mad… Get Even’ é sobre o campeão que há em cada um de nós, que nos ajuda a superar e ser melhor. Não fique amargo, perdendo tempo com rancor… faça melhor!”
Guilherme ainda acrescentou: “Quando as coisas desmoronam, ao invés de apontar o dedo para os outros, você pode dar a volta por cima, trabalhar em si mesmo, dar o seu melhor e encontrar o seu caminho para realmente se vingar de todos (de forma positiva)”.
“Don’t Get Mad… Get Even!” está em todas as plataformas digitais, e fará parte do álbum de estreia do Dieth, “To Hell And Back”, que será lançado no mundo todo no dia 02 de junho, via Napalm Records.
Prog/Power Metal da Auryah, liderada pelo exímio cantor Lean Van Ranna, retoma as atividades com nova formação
A banda de Progressive Power Metal paulista Auryah, liderada pelo experiente vocalista Lean Van Ranna, que já passou por muitas bandas e projetos de renome (inter)nacional (Kin Wagon, King Of Salem, Excalibur, Auryah, Menahem, A Taste Of Freedom, Masterful, Melodius Deite, etc.), gostaria de anunciar a retomada definitiva das atividades com uma novíssima formação.
Junto a Lean Van Ranna (vocal), temos Paulinho Bahiense (guitarra), James Freitas (teclado/Seth), Alessandro Kelvin (bateria/P3rception/Flavio Brandão Stratosphere Project) e Anderson Sherman (baixo/produtor/Kin Wagon).
Para introduzir essa nova formação, a banda lançará muito em breve um novo single que será uma grande surpresa e homenagem a um músico que Lean tem como grande ídolo e influência.
Após esse lançamento, os cinco mergulharão de cabeça na composição do primeiro álbum da Auryah, com lançamento para – quem sabe – ainda em 2023!
A Auryah sempre teve letras baseadas na Bíblia, vivências cristãs, positividade e política, escritas por Lean e seu parceiro letrista Carlos Nogarolli, mas isso nunca impediu dela figurar entre as bandas seculares, alcançando o respeito de ambos os públicos.
Confira o mais recente Lyric Video para “Looking For Salvation”
A partir desse mês (abril), toda a discografia da banda estará disponível nas principais plataformas digitais de música. Aguardem por mais novidades!!!
INFORMAÇÕES ADICIONAIS
Formada em 2008, em São Paulo, por Lean Van Ranna, sob a alcunha Southern Lights, teve que mudar seu nome devido a uma banda homônima americana, adotando Auryah, que significa ‘Estrela da Manhã’ na língua eslovena, e, também, a junção das palavras ‘aureo’ (magnífico, como ouro) e ‘yah’ (nome de Deus encontrado no capítulo 6 do livro Isaías).
Passou por muitas reformulações e alguns hiatos na carreira, mas conta em sua discografia com uma demo, 4 Ep’s e 2 singles lançados, todos com boas receptividades do público e crítica, sendo alguns executados em diversas rádios brasileiros e americanas. “Looking For Salvation”, de 2021, seu último e mais recente lançamento até então, apresentou inúmeros elementos da música brasileira e latina, trazendo diversos instrumentos percussivos regionais como, o Triângulo, Chocalho, etc, além de arranjos de quena peruana (flauta nativa). Devido a tudo isso, um grande impacto formou-se também devido à semelhança às clássicas bandas do Metal Nacional, Angra e Shaman.
Discografia:
“Southern Lights” (Demo/2010) “Four Winds” (EP/2011) “Ordem e Progresso” (EP/2013) “Space Invaders” (EP/2013) “Discovering Paradise” (EP/2014) “Looking for Salvation” (Single/2021)
O incansável NervoChaos acaba de anunciar sua nova encarnação, que conta com seu baterista, fundador e líder, Edu Lane, e apresenta os novos músicos; Vic Ferreira (vocal), Allan Marcus (guitarra), Rodrigo Augusto (guitarra), e para o baixo, trouxe de volta um velho conhecido dos fãs da banda: Hareton Salvanini, virtuoso baixista que já fez parte do NervoChaos no começo dos anos 2000, e que participou da demo “Disfigured Christ” (2000) e do álbum “Legion Of The Spirits Infernal” (2002).
O NervoChaos aproveitou sua nova formação para anunciar a tour “Spreading the Eternal Death Cult”, com oito noites de pura brutalidade e caos espalhados pela França, Espanha e Portugal, ao lado dos franceses da banda Mercyless.
O paranaense Edu Curti começou sua carreira com a banda Mind Reverse, que finalizou suas atividades em 2021. Foram suas primeiras experiências compondo em grupo, onde escrevia as letras junto das melodias. Compor com a banda o motivou a desenvolver também ideias 100% suas, as quais começou a lançar desde o ano passado, em formato de singles.
Suas influências como cantor vão do metal (que é a base de seu gosto musical, desde criança), até a música pop atual.
O próximo dia 28/04 está marcado para o lançamento do single “Life is Today”, que mistura elementos rock n’ roll, buscando uma sonoridade mais moderna.
Sobre o processo de composição do single ele comenta: “Desenvolvi a melodia inicialmente e logo pensei nos elementos que eu gostaria para aquela música, qual a sonoridade etc…
Com a ideia formada na cabeça, passei tudo para o Bruno Bulgaron e juntos passamos a desenvolver a estrutura, instrumentos e arranjos. Com a música totalmente definida, passamos os detalhes para os músicos que fizeram a gravação, onde cada um ainda contribuiu com ideias e detalhes de seu estilo pessoal de tocar“, afirma.
A faixa produzida por Bruno Bulgaron e gravada por Haroldo Rickli, no Estúdio H, fala sobre como sofremos com coisas que nos fizeram mal no passado e com aflições a respeito do futuro, e transmite a mensagem sobre a importância de se valorizar o presente, entendendo que é nele que a vida acontece.
Seguindo a campanha de lançamento do novo disco da banda BIPOLAR MOCKERS em parceria com OCARADOMETAL, o avatar do futuro chamado JoeFire voltará a assumir as redes de Ian Garbinato, mais conhecido como “O Cara do Metal”, através de hack para contar sobre essa nova música, intitulada “Straight Down to Hell”. A narrativa segue o lançamento do primeiro single, “Dial 666”, que foi um reposicionamento importante pra carreira da banda BIPOLAR MOCKERS. OCARADOMETAL é o estrategista desse lançamento e possuí mais de um milhão de seguidores nas suas redes sociais.
Ouça “Straight Down to Hell” no Spotify:
Ouça “Straight Down to Hell” no YouTube:
JoeFire é um cantor em formato de avatar criado exclusivamente para este projeto, e que está vivendo num futuro distópico e utiliza da internet para se comunicar com o presente. Desta forma, ele começa a tentar hackear os perfis do influenciador OCARADOMETAL. Após o sucesso dessa missão, OCARADOMETAL decide ajudar JoeFire a lançar seu disco e assina com o artista avatar no seu selo Heavy Future Records. O primeiro lançamento desta parceria foi o single “Dial 666”, e também o primeiro lançamento do selo. Ao todo serão lançados três singles antes do “Digital Hell” ser liberado.
Um relato de JoeFire sobre a última sexta feira: “Acordei como em todos os dias, mas algo estranho aconteceu. Encontrei um telefone antigo em minha casa e, por pura curiosidade, digitei o número 6-6-6. Para minha surpresa, um portal misterioso se abriu em meu quarto. Sem hesitar, eu atravessei o portal e fui parar diretamente no inferno. A paisagem infernal era aterradora: tudo estava destruído, almas atormentadas gritavam por ajuda e uma forte atmosfera de medo permeava o ambiente. Inicialmente, fiquei perplexo com o que vi, mas logo comecei a explorar o inferno com uma curiosidade mórbida. Depois de passar algum tempo no inferno, decidi que era hora de sair e encontrar um caminho de volta para casa. Segui em frente e, depois de várias tentativas, consegui encontrar um portal para voltar ao mundo real. Essa experiência singular mudou minha perspectiva sobre o mundo”.
No último dia 15 de abril o Angra se apresentou no Monsters Of Rock Colômbia, em Bogotá, juntamente com outras grandes bandas como Kiss, Scorpions, Deep Purple e Helloween.
As apresentações que aconteceram no Estádio El Campín levaram os fãs à loucura e também promoveram muitos encontros entre os artistas.
O Angra e seu empresário Paulo Baron estiveram com os Scorpions e também com o Helloween. No dia seguinte eles pegaram o mesmo voo para o Brasil, visto que o Helloween também se apresenta no Monsters Of Rock Brasil.
Esse encontro rendeu muitas boas conversas e risadas.
A faixa deve estar presente no próximo álbum solo do guitarrista
O ex-guitarrista do Shaman e produtor musicalHugo Mariutti lança hoje, 13 de abril, seu novo single solo “Too Late” via ForMusic Records. A música deve fazer parte do próximo disco da carreira, que sucede A Blank Sheet of Paper(2014) e For a Simple Rainy Day (2017).
Marcada por calmos riffs de guitarra e bateria constante, “Too Late” reflete sobre uma relação que não soube valorizar a tempo que tudo vivido foi real. “Neste trabalho escrevi letras bem pessoais, algumas até com duplo sentido, onde quem escuta pode ter uma percepção diferente”, revelou Hugo. O videoclipe dirigido por Caike Scheffer explora essa introspecção e solidão através de imagens em preto e branco que mostram o guitarrista caminhando à noite em uma rua deserta.
Os instrumentos da recém-lançada faixa foram quase inteiramente produzidos por Mariutti, que também mixou a música. Apenas a bateria e os pianos mais elaborados foram gravados, respectivamente, por Edu Cominato e Flavio Marchesin, e Pedro Turcão foi responsável pela masterização.
O terceiro álbum de Hugo, com previsão de lançamento para início de junho, deve contar também com o single “Blur”, divulgado em fevereiro. O disco está sendo desenvolvido já há algum tempo e é o mais desafiador da trajetória solo. “Tento evoluir em cada projeto”, disse o guitarrista. “As composições desse trabalho estavam fora da minha zona de conforto para cantar. Ao invés de adaptá-las, mantive os tons originais para passar maior emoção. Precisei então treinar bastante”.
A sonoridade do músico é altamente influenciada pela música britânica: tanto baladas das décadas de 1950 e 1960 quanto pós-punk e brit-pop, tendo como inspiração artistas que vão desde Gerry & The Pacemakers até Slowthai.
Esse é o terceiro disco do grupo que foi formado no final dos anos 80
Não é novidade para ninguém que o underground nacional está repleto de bandas lendárias. E o D.H. é, com certeza, uma delas. Originalmente formada em 1988 na cidade de São José dos Campos/SP, o D.H., abreviação de Deformação Humana, é um dos representantes da riquíssima cena de thrash metal paulista ao lado de grandes nomes como Korzus, Attomica, Anthares, Executer, MX, Overthrash, Acid Storm, entre outros.
Intitulado “Human Deformation”, o disco de estreia do D.H. foi lançado em LP em 1994 através de uma parceria entre a Heavy Metal Rock e Rock Machine Records. O segundo trabalho, “Verdades da Vida”, saiu dois anos depois e marcou pela transição das letras em inglês para o português. Mesmo com uma boa recepção aos dois álbuns e uma movimentada agenda de shows na época, o D.H. entrou num hiato que duraria 20 anos.
O silencio é então quebrado com o lançamento de “Days Of Hate”, novo trabalho do D.H. que é atualmente formado por dois integrantes da formação original, o vocalista Rone Maranhão e o guitarrista Kanaan Ratão, além de Lucas Aleixo (guitarra), Denilson Rocha (baixo) e Renato Predador (bateria).
Gravado no AudioLadExtremeStudio em Taubaté/SP e produzido por Niko Teixeira e pelo próprio D.H., “Days Of Hate” é, na verdade, uma releitura do clássico debute “Human Deformation” com seis das oito músicas originais totalmente reformuladas. São elas: “Envy”, “Psychotic”, “Human Deformation”, “Forgotten People” e “Illusions”. O tracklist do álbum ainda reúne duas composições inéditas, “Bonanza” e a faixa título “Days Of Hate”.
Entre outras novidades, o D.H. faz o show de lançamento de “Days Of Hate” no dia 26 de maio na Hocus Pocus em São José dos Campos/SP. Na mesma noite também se apresentam Metauro, Trindade Thrash e Raijhona. Os ingressos estarão à venda no local por R$ 20,00.
Guitarrista de hard rock carioca obteve bons números no YouTube desde o lançamento de seu último disco “Rock And A Hard Place”
O guitarrista Alex Meister, veterano da cena do hard rock carioca, encerrou o ciclo desde o lançamento de seu último álbum “Rock and a Hard Place” com o videoclipe do hit “Lonely is the Night”.
O novo álbum obteve números expressivos no YouTube com videoclipes como os de “Twisted Desire” e “Game of Love” acumulando mais de 100 mil visualizações. Já agora, com “Lonely is the Night”, Alex Meister mostra seu lado mais pesado, mas sem abrir mão da estética do hard rock anos 1980 que sempre acompanhou sua carreira.
“Essa faixa tem uma levada mais pesada aliada ao groove do baixo com a bateria que traz uma onda bem 1985. Isso mostra bastante da minha referência e influência como compositor e guitarrista ao longo de todos esses anos”, refletiu Meister.
Dirigido e editado por Lincoln Moura, o videoclipe de “Lonely is the Night” traz cenas de Alex Meister com sua guitarra, mas também inclui takes do guitarrista dirigindo e tocando na noite carioca. “Foi muito legal trazer essa atmosfera ‘Night Rider’ pra essa produção, pois além de ter tudo a ver com a letra da música, também tem tudo a ver comigo”, resumiu.
Desde o lançamento de “Rock And a Hard Place”, Alex Meister vem colhendo frutos de seu trabalho. Além de ter sido incluído na lista de “Melhores do Ano” de sites como Roadie Crew e Metal Na Lata.
No último episódio, o podcast recebeu o jornalista Ricardo Batalha, que falou sobre as bandas Vixen, Evergrey e Parkway Drive.
O cantor, músico, ator, humorista e radialista Bruno Sutter comanda o Podcast Oficial do Summer Breeze Open Air Brasil, que ocorre nos dias 29 e 30 de abril, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Os programas, gravados nas dependências do Greenhouse Studio, com captação e edição pela equipe do canal Amplifica (Flow Podcast), contam com a participação de diversos convidados comentando sobre as atrações e a experiência de participar de um festival de grande porte.
A vocalista e baixista Fernanda Lira é a convidada de Sutter neste episódio. O papo desta vez será sobre o grupo americano Lamb of God, que fará a sua quinta passagem pelo Brasil no “Summer Breeze” e atualmente promove o álbum “Omens” (2022). Além disso, Fernanda falará sobre a sua banda, Crypta, uma das atrações nacionais do evento e que vem divulgando o álbum de estreia, “Echoes of the Soul”.
Além de comentar sobre algumas atrações do Summer Breeze Open Air Brasil, Sutter esclarece a experiência completa do evento, que contará com feira de games e comics com as novidades do mercado, feira de Cultura Urban e Tattoo, gastronomia diversa e com a culinária alemã presente, os lounges premium, com todos os amenities e comodidades, espaço kids com brinquedos e monitores treinados, brinquedos radicais, lojas com diversos produtos do universo rock, merchandising variado do festival e das bandas participantes, palestras, Summer talk e muito mais.
Unidade Boa Viagem recebe os guitarristas dia 15 de abril (sábado)
A School of Rock de Recife (Unidade Boa Viagem) receberá uma masterclass ministrada pelos guitarristas Antonio Araújo e Cauê Cury, se unirão para discutir o mercado e o lado business da música e do músico moderno. O foco, claro, será um dos instrumentos mais tocados no mundo: a guitarra!
Antonio Araújo, guitarrista do Matanza Ritual e Korzus, trará para a Masterclass temas técnicos, como: ritmo, som, timbre, técnicas de mão direita, entre outros, além de falar sobre performance. Já Cauê Cury, um dos maiores professores de guitarra rock de Recife e guitarrista de Nando do Cordel, fará uma Open Class onde discutirá temas importantes para qualquer músico, como improvisação, harmonia funcional, técnicas avançadas e ensino da guitarra rock.
“As instalações da nova School of Rock em Recife estão legais demais e sempre me deixa muito feliz ver a criançada interessada em aprender um instrumento, sobretudo com rock’n’roll! O que torna tudo mais especial ainda é o fato de estar dividindo essa masterclass com o meu querido Cauê, que é um monstro do instrumento e foi meu professor de guitarra na adolescência”, comentou Antonio Araújo.
Os pioneiros do metal nacional, Stress, acabam de lançar seu mais recente single e vídeo para a faixa “Nossa Vez”. O single é o primeiro lançamento após o aclamado disco “Devastação”, que foi considerado um dos melhores lançamentos de 2019, aparecendo na lista de melhores discos de vários jornalistas e críticos musicais.
Segundo o vocalista Roosevelt Bala, ‘Nossa Vez’ é um Hard Rock 80’s, com uma mensagem de força, incentivo, solidariedade, esperança e paz para todos os brasileiros. Chegou a hora de virar o jogo e vencermos… juntos!
A música tem como autores Roosevelt Bala / André Chamon / Cezar Barbosa e foi gravada no Hey Ho Studio – Belém – por Rodrigo Jorge e mixada e masterizada no Sonoro Brasil Studio – SP – por Henrique Canalle e conta como convidado especial Bosco Gomes no Baixo e Teclado.
Atualmente a banda aguarda a confirmação de novas datas de shows, pois devido a pandemia que quase destruiu nosso planeta, a banda foi impedida de fazer a turnê de “Devastação”. O Stress está pronto para mostrar nos palcos uma verdadeira devastação sonora para todos os headbangers fãs da pioneira do Heavy Metal brasileiro.
Depois de uma estreia cheia de suingue com o single “Invenções”, a banda paulista SoulCity lança nesta segunda-feira (10) a faixa “Essas Noites”, uma celebração à Disco Music.
Composta pelo baixista Leandro Maciel, a música encarna a era dançante numa mistura que inclui MPB, Jazz e Bossa Nova. “‘Essas noites’ é um tributo à Disco Music, que é uma das minhas grandes influências, ao lado de nomes como Steve Wonder, Prince, Donna Summer, Chic, Quince Jones. A ideia é somar todas essas referências com a música brasileira e criar um estilo próprio”, revela Maciel.
O mestre Tim Maia, Lulu Santos e Marina Lima servem de norte quando a banda se refere à flertes bem-sucedidos com a Soul Music. “Dá para fazer pop com qualidade, com groove, arranjos refinados da música brasileira, voz potente, e que seja uma música para curtir, pra dançar”, afirma o baixista.
Além de Leandro Maciel, a SoulCity é formada por Camila Caetano (voz), Luy D’Souza (guitarra), Diego Felipe (bateria) e Cláudio Cambé (trompete). A banda deve lançar o primeiro EP, intitulado “Invenções”, ainda neste semestre.
“Essas Noites” contou com um vídeo gravado e produzido por Rogério Dinniz.
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