Single e lyric video da faixa-título, “Evil”, é a primeira amostra do novo álbum
Tendo como objetivo resgatar a essência do metal dos anos 80/90, o novo álbum do grupo paulista Faces of Death vem raivoso, pesado, agressivo e intimidador. A primeira amostra do material, agendado para sair em outubro através da parceria entre os selos Impaled Records, Gerunda Produções e Gate Of Doom Records, é a faixa-título, “Evil”, lançada em single e lyric video.
“A faixa-título do novo álbum traz aquele clima de filme de terror. Por isso, gravei a intro pensando no álbum ‘Nightmare Theatre’ (1985), do Exorcist, e também em ‘Bestial Devastation’ (1985), do Sepultura. De fato, desde o nosso retorno eu costumo resgatar isso, pois no álbum ‘From Hell’ (2018) colocamos sinos e som de chuva igual ao primeiro álbum do Black Sabbath… E, claro, fazemos isso porque essas bandas são nossas influências. Então, quando as pessoas colocarem ‘Evil’ para tocar irão lembrar da época que quisemos resgatar, os anos 80/90. E isso não só nas composições, mas também na produção, pois fizemos um mix do analógico com o digital”, detalha o vocalista e guitarrista Laurence Miranda. “Tentamos manter a pegada das décadas de 80/90 e fazer um som com referências de bandas que nos influenciaram”, resume o baixista Sylvio Miranda.
O baterista Niko Teixeira, que dividiu a produção do álbum com o guitarrista Luiz Amadeus no Audiolab Extreme Studios, em Taubaté/SP, acrescenta: “Trabalhamos nas músicas para sair bem thrash metal anos 90 e até na timbragem conseguimos um feito massa.”
Já Luiz Amadeus declara ter sido magnífico ter participado, junto a Laurence Miranda, de todo o processo de criação e, principalmente, da produção. “Ter produzido as guitarras e o baixo foi incrível e o objetivo foi alcançado, com peso, precisão, dinâmica… Tudo saiu como planejado e este foi um trabalho realizado com sucesso.”
Grupo paulistano estreia sua nova formação, com Nícolas Aqsenen, Bruno Mattoso, Maycon Avelino e Diego Rocha
Utilizando elementos de thrash e death metal, o single e videoclipe “Tomorrow Never Comes” marca a estreia da nova formação da banda paulistana Unblacker, que traz o fundador e guitarrista Nícolas Aqsenen agora ao lado de Bruno Mattoso (vocal), Diego Rocha (baixo, Blasthrash e Against The Hero) e Maycon Avelino (bateria, Sumerian Project, ex-Poseidon, Hammurabi). O novo single, que sucede “Time Traveler” e “Walking in São Paulo”, foi produzido, mixado e masterizado por Diego Rocha no Bay Area Estúdios.
“A letra de ‘Tomorrow Never Comes’ discute a ideia do futuro como uma construção mental ilusória, incitando as pessoas a abrirem-se para a percepção de que sempre estamos no hoje. A valorização do agora como a única realidade possível leva o indivíduo a um comportamento de coragem e de controle sobre a própria vida e o próprio destino”, detalhou Nícolas Aqsenen, que também é violonista e compositor do projeto de folk Ira de Gaia, além de idealizador do evento Espírito Plural.
Em atividade há 13 anos, o Unblacker carrega em sua essência as trilhas sonoras do caos mental e de suas consequências sociais. O grupo clama por mudanças nas perspectivas do humano moderno, utilizando-se da agressão do metal, do groove e de estruturas rítmicas enriquecidas por percussões e música brasileira de diversas regiões. Nesta nova fase, a banda traz letras filosóficas a respeito das capacidades da consciência.
Quarto single do álbum “After The Storm” conta com a participação de Jimmy Diniz Pappon (Bombay Groovy) no Hammond
O power trio Hammerhead Blues, formado por Otavio Cintra (vocal e baixo), Luiz Cardim (guitarra) e Willian Paiva (bateria), traz em seu novo single, “Changing Heart”, o contraste entre o peso e delicadeza em uma composição com elementos acústicos e que conta com a participação de Jimmy Diniz Pappon (Bombay Groovy) no órgão Hammond. “Ela surgiu de um dedilhado que Will trouxe e ganhou vida com uma das letras mais bonitas já escritas pelo Otavio. É uma das músicas que melhor representa o contraste entre o peso e delicadeza que buscamos para o novo disco”, avaliou Luiz Cardim. “Estávamos sentados à mesa depois de uma longa viagem de São Paulo a Florianópolis em 2017, esgotados de uma sequência que parecia infindável de viagens e shows, quando Will puxou o dedilhado no violão. Eu queria dormir, mas perguntei se era dele e, recebendo a resposta afirmativa, corri para pegar meu caderno. Os versos saíram à época, mas foram complementados pouco antes das gravações, depois de muitos anos amadurecendo as ideias gerais do que eu queria falar ali. Fala muito dos caminhos na estrada, sobre buscar seu lugar, da vida pela busca”, acrescentou Otavio Cintra, que também cuidou da mixagem e masterização.
“Changing Heart”, quarto single do álbum “After The Storm”, foi gravada no Estúdio Urutu (SP), com engenharia de som de Otavio Cintra, John Di Lallo e Vicente Barroso.
Segundo Willian Paiva, a música surgiu em um momento de descobertas da vida na estrada, muitos shows e alguns excessos. “Apesar de ocupar o banco da bateria na banda, estou sempre pra lá e pra cá com algum violão a tiracolo. Lembro que toquei o dedilhado e conquistei os ouvidos dos meus camaradas. Terminamos todo o arranjo ali mesmo, numa casa de madeira em Florianópolis”, detalhou. “A letra foi lapidada através do tempo pelo Otavio e a mesma me contemplou completamente. O solo do Luiz carregado de feeling e os trabalhos de violões comprovam que o nosso novo álbum vem ao mundo um tanto multifacetado”, concluiu.
Nasi, cantor e compositor do Ira!, lançou nesta sexta (18) em todas as plataformas de streaming, via Ditto Music, o single “Dias de Luta”.
A faixa é o primeiro single do novo álbum solo do cantor, com lançamento previsto para o final do ano.
Nesta nova versão, Nasi potencializa uma certa melancolia desse clássico do Ira! – gravado originalmente no álbum Vivendo e Não Aprendendo (1986) – para um blues & soul com resultado fantástico.
Em parceria com o guitarrista Igor Prado (também canhoto que não inverte as cordas, assim como Edgar Scandurra), Nasi realiza a difícil tarefa de fazer uma versão bem diferente e igualmente bela da canção.
Após dois anos de seu lançamento, “A Euforia entre Nós” segue sendo uma das músicas mais importantes do acervo da Do Culto ao Coma. Desde a estreia, a canção se destaca pela quantidade de acessos nos streamings e pelo impacto sonoro gerado nos fãs em todos os shows da banda. Agora, ganha versão em videoclipe.
O videoclipe encerra o ciclo da divulgação do elogiado segundo disco da banda, IMAGO (ouça aqui).
A produção representa visualmente a ligação que a música criou entre os ouvintes da Do Culto ao Coma desde seu lançamento.
Partindo dessa ideia, Júlia Aguirre entrou no processo criativo, assumindo a direção do videoclipe, em que criou e propôs a metáfora que expõe esse sentimento que surge em todos nós ao nos depararmos com uma obra de arte ou qualquer outra proposta de diálogo, criando assim uma conexão entre os espectadores e a obra em si.
A escolha estética do videoclipe de “A Euforia entre Nós” vem para traduzir esse sentimento que pode ser solitário, ao mesmo tempo que é uma percepção coletiva.
Contando com a ajuda da talentosa maquiadora Marília Martins, durante o clipe, a banda se mescla entre as sombras, sendo ela mesma essa “liga” plasmática que representa nosso interior, a nossa “luz e sombra”, nosso conflito entre o que queremos mostrar e o que escolhemos esconder.
Para entender melhor como “A Euforia entre Nós” une e causa identificação, convidamos a todos a assistir esse clipe que vai além da representação visual de um música, é uma metáfora do nosso cotidiano moderno, um convite à conexão com a arte.
Ficha técnica videoclipe
Título: A Euforia entre Nós Duração: 0:03:57 Concepção, Direção e Roteiro: Júlia Aguirre Direção de Arte: Júlia Aguirre Direção de Fotografia: Gabriel Barros Edição, Montagem e Finalização:Henrique Nuzzi Color Grading: José Vitor Gomes Captação: Barros Assistência de Arte: Ananda Scaravelli e Beatriz Arantes Zanchin Produção: Júlia Aguirre Maquiagem: Marília Martins Assistência Maquiagem: Ananda Scaravelli Elenco: Ananda Scaravelli Gabriel Asuos Jamile Guedes André “BodeFuzz” e Do Culto ao Coma Trilha sonora: “A Euforia entre Nós” – Do Culto ao Coma Ano de produção: 2023
Do Culto ao Coma biografia Depois do disco “Destinorama” (2015), rendendo à banda extensa turnê que passou por palcos como o do SESC Belenzinho, e dos singles “Magma” e “Vias Abertas”, a banda Do Culto Ao Coma lança em 2021 o álbum IMAGO.
O grupo, formado em 2014 e atualmente composto por Leandro TG Mendes (guitarra), Guilherme Costa (baixo e teclado), Leonardo Nascimento (bateria e teclado) e Thiago Holzmann (voz e teclado), carregou de referências pessoais seu rock autoral e independente, resultando em uma metamorfose sonora em relação a seus trabalhos anteriores.
São faixas que falam de transformações e flertam com temas mais reflexivos sobre a dura passagem do tempo, a rotina caótica e tóxica, a vontade de sair do tédio, nossos sentimentos confusos e ambíguos e sobre a morte. Um disco introspectivo em sua essência, mas altamente empenhado em explodir sonoramente.
Atualmente, Do Culto Ao Coma está preparando um novo EP em uma parceria com o projeto “ABQNE – A Banda que Nunca Existiu”, já na fase de gravação e com previsão de lançamento para 2024.
Do Culto ao Coma nas redes
Facebook: www.facebook.com/docultoaocoma
Instagram: www.instagram.com/docultoaocoma
Site oficial: www.docultoaocoma.com.br
Para ouvir
Spotify: https://goo.gl/WObE6Y
Deezer: www.deezer.com/br/artist/9273926
Youtube: www.youtube.com/docultoaocomaoficial
Primeiro lançamento é de “In The Dark”, faixa originalmente lançada no “Immortal”, em 2008, agora, repaginada no formato acústico e disponível nas plataformas via ONErpm
Depois de 15 anos do lançamento do álbum “Immortal, de uma das maiores bandas de rock e heavy metal no Brasil, o Shaman reúne ex-integrantes e equipe de produção para relembrar e celebrar essa época com lançamento acústico que promete trazer muita emoção para o público da banda, que pediu muito a volta nas redes sociais. Serão oito músicas lançadas em áudio e vídeo, selecionadas dos álbuns “Immortal” e “Origins” da banda Shaman e alguns episódios de Making Of trazendo histórias e muita nostalgia. O nome do projeto se chama Finally Home, e remete a uma das músicas da formação da banda na época, trazendo esse conceito de todos de volta para casa depois de mais de uma década. O lançamento será feito pela ONErpm mundialmente.
Os músicos Thiago Bianchi (vocal), Fernando Quesada (violão), Leo Mancini (guitarra e violão) e Fabrizio di Sarno (teclados) se juntaram com o produtor executivo Arthur Fitzgibbon, sócio da ONErpm e um dos principais players da música no mundo, para produzir material que promete ficar na história, e com o produtor audiovisual Alex Batista, premiado e conhecido por dirigir clipes e dvds de grandes artistas do sertanejo ao rock. “Será um material que une arranjo de violões de 6 e 12 cordas, piano, vozes e outros elementos, buscando trazer a essência da música pesada para roupagem de harmonia e melodia para todos os ouvidos”, diz Fernando Quesada, baixista na época do Shaman e sócio diretor da maior rede de escolas de música do mundo, a School of Rock.
Além desse time, os músicos também buscaram o assessor de imprensa Thiago Rahal Mauro, que trabalhou com a banda na época dos álbuns “Immortal” e “Origins” e também trouxe para o time a agência Music Live, responsável pela divulgação de grandes festivais, escolas e artistas com o publicitário Gabriel Gonçalves. “Trazer pessoas que já trabalharam com a gente é muito legal para poder relembrar bons momentos e trazer o melhor da nossa verdade nessas músicas. Foram muitas emoções juntos, desde tours no Brasil e Europa, Dvd com Orquestra no Masters of Rock, Rock In Rio e muito mais”, diz Thiago Bianchi, vocalista e hoje proprietário e produtor do Fusão Estúdios.
O material acústico será lançado a partir do dia 18 de Agosto de 2023, iniciando pelo single de uma das músicas mais conhecidas dessa formação da banda, a faixa “In The Dark”, lançada originalmente em 2008, e terá continuação nos meses de Setembro e Outubro, até a festa de lançamento e show único que será realizado no Blue Note, casa de shows parceira da banda em São Paulo, no dia 31/10, na terça-feira de Halloween.
“O acústico será diferente, contando com linhas de violões que simulam as guitarras e baixo das músicas, com complexidade e fidelidade aos arranjos originais, além de vocais com as linhas originais e backing vocals que harmonizam como cordas de uma orquestra”, diz Leo Mancini, guitarrista e hoje músico com diversos lançamentos de sucesso em seu projeto Acoustic Hits. Fabrizio di Sarno, tecladista, e hoje professor universitário e produtor de trilhas sonoras, também destaca: “São músicas com muitas partes diferentes, e trazer isso no acústico com poucos instrumentos, deixa tudo ainda mais especial”.
Resumindo, um material de grandes músicos do Brasil, com trajetória de centenas de shows pelo mundo com milhares de ouvintes, para todo bom headbanger poder curtir com suas famílias, filhos e amigos, e relembrar bons momentos dessa época.
HISTÓRIA SHAMAN IMMORTAL E ORIGINS
Após a separação do Shaman com a formação clássica, em 2006, o baterista Ricardo Confessori recrutou músicos, na época, revelações do metal brasileiro para integrar a banda. Eis que Thiago Bianchi (vocal), Leo Mancini (guitarra),Fernando Quesada (baixo) e Fabrizio di Sarno (teclados), são apresentados ao mundo como músicos exímios e talentosos. Com o time formado, o primeiro lançamento foi Immortal, de 2008, álbum que teve muito sucesso na crítica especializada e rendeu ótimas turnês.
A escolha do nome para o álbum que marcaria o retorno do Shaman foi Immortal, que representava bem o momento em que a banda estava vivenciando. Com elementos atmosféricos e étnicos que nos remete ao primeiro álbum do Shaman, o Ritual (2002), o álbum permaneceu durante alguns meses entre os discos mais vendidos do mercado japonês na categoria Rock, posto antes nunca atingido pelo grupo.
O primeiro single do foi “In the Dark”, uma canção que também ganharia registro em vídeo, dirigido por “Marcel Marluco”. A “balada” teve sua estreia em canais de música como MTV e VH1. A turnê “Immortour”, contou com datas marcadas por América Latina e Europa. Destaque para o show de abertura para o Deep Purple em fevereiro de 2008 e também para o show no Festival Roça n’ Roll, realizado em Varginha, em junho de 2008.
Após o lançamento de “Immortal”, a banda grava em agosto de 2008, no Anime Friends, um famoso evento de anime na cidade de São Paulo, o seu segundo DVD (o primeiro com a nova formação), Anime Alive 2008. O show contou com um público de aproximadamente 20 mil pessoas. O DVD mostra passagens de som, clipes e informações sobre o grupo, contando ainda com cenas inesperadas que revelam até outras facetas dos músicos.
Em Setembro de 2010 é lançado o álbum Origins. Um álbum conceitual que traz a história de Amagat, um guerreiro nascido em uma tribo na longínqua Sibéria, lar dos primeiros Xamãs. O CD foi masterizado em New York, no Universal Mastering Studios, por Mark Santangelo. Juntamente com o CD foi incluído o DVD “Shaman & Orchestra Live At Masters Of Rock Of Prague”, no qual, acompanhados pela “Bouslav Prague Orchestra” e conduzidos pelo maestro turco “Musa Goçman”, a banda apresenta um concerto realizado na República Tcheca em 2009 durante o Festival Masters of Rock.
Considerando o estrondoso sucesso da primeira edição no Brasil do festival alemão Summer Breeze Open Air, realizado em 2023 no Memorial da América Latina (São Paulo/SP), a segunda edição segue confirmadíssima para os dias 26, 27 e 28 de abril do próximo ano e algumas atrações já foram anunciadas. Neste sábado, dia 19 de agosto, durante coletiva de imprensa da edição alemã, os organizadores brasileiros anunciaram as primeiras atrações que vão compor o line-up do festival em 2024.
São elas:
· Within Temptation: Banda holandesa que tem em seu DNA elementos de metal sinfônico, gothic metal, metal alternativo, doom e música pop, e é liderada pelo casal Robert Westerholt e Sharon den Adel (Robert praticamente ficou em casa cuidando dos filhos até 2011 e não fazia parte da formação ao vivo). Sharon era, portanto, a líder quando saiu “Mother Earth” (2000), que obteve sucesso e destacou a faixa “Ice Queen”, que se tornou a terceira música mais ouvida na Holanda na época de seu lançamento. A partir deste momento, o Within Temptation se tornou um fenômeno mundial, lançando álbuns premiados, começando por “The Silent Force” (2004). A fusão entre o metal e elementos diversos do pop atingiu proporções grandiosas em “The Unforgiving” (2011), seguido pelo bem-sucedido “Hydra” (2014). Atualmente, a banda, que já recebeu diversos prêmios internacionais, incluindo World Music Award, MTV Europe Music Awards e Metal Hammer Award, promove seu 9º álbum, “Bleed Out”, que sucede “Resist” (2019). “Uma nova era para a banda. Mantivemos o nosso DNA vivo, mas construímos e evoluímos a nossa música com riffs mais poderosos, breakdowns contemporâneos e refrãos épicos”.
· Amorphis: Com 15 álbuns de estúdio em sua discografia, a banda finlandesa atualmente formada por Tomi Joutsen (vocais), Esa Holopainen e Tomi Koivusaari (guitarras), Olli-Pekka Laine (baixo), Jan Rechberger (bateria) e Santeri Kallio (teclados), promove o álbum “Halo” (2022), lançado pela gravadora alemã Atomic Fire Records. No entanto, nenhum trabalho do Amorphis estaria completo sem a narrativa imaginativa e poética do renomado letrista Pekka Kainulainen. “Desde o primeiro dia, Pekka sempre foi um letrista entusiasmado e produtivo para o Amorphis”, diz Joutsen. “É um processo lento traduzir a poesia finlandesa arcaica para o inglês e adaptá-la aos nossos ritmos progressivos. Felizmente, Pekka faz tudo na hora e com muito cuidado.” Desde “Silent Waters” (2007), Kainulainen navega pelas águas mitológicas de sua terra natal com grande habilidade e respeito. Em “Halo”, ele se superou mais uma vez. “‘Halo’ é um disco temático solto, cheio de contos de aventura sobre o Norte mítico, dezenas de milhares de anos atrás”, explica ele. “A letra fala de uma época antiga em que o homem vagava por essas fronteiras boreais abandonadas após a era do gelo. Ao descrever o renascimento de uma cultura seminal em um mundo de novas oportunidades, também tento alcançar as forças sempiternas da mente humana.”
· Eclipse: Banda de hard rock da Suécia que conta com Erik Mårtensson (vocal), Magnus Henriksson (guitarra), Victor Crusner (baixo) e Philip Crusner (bateria) e atualmente promove o álbum “Megalomanium”, que será lançado oficialmente no começo de setembro pela Frontiers Music. “‘Megalomanium’ é o Eclipse prestando homenagem aos fãs através dos elementos que se tornaram marcas registradas no catálogo da banda, mas também ousando se aventurar em novos territórios inexplorados e sons. É um álbum repleto do DNA completo da banda, um mergulho destemido no fundo da piscina – ou, neste caso, no Lago Siljan, que cerca a ilha no centro da Suécia, onde gravamos toda a nossa música”. O Eclipse gerou mais de 100 milhões de reproduções online e aproximadamente meio milhão de ouvintes mensais nas principais plataformas de música, tornando-os uma das maiores bandas de rock a surgir da Suécia nos últimos anos – o novo single, “Got It!”, acumulou mais de 97 mil reproduções apenas no Spotify. Fundado em 1999, o grupo tem lançado álbuns memoráveis e continua a evoluir no cenário mundial com trabalhos recentes, como “Wired” (2021), “Paradigm” (2019) e “Monumentum” (2017). A banda já acumula clássicos em sua carreira, como “Viva La Victoria”, “Roses On Your Grave”, “Runaways” e “Saturday Night (Hallelujah)”.
· Angra: Uma dos grandes nomes do metal brasileiro, o Angra está a todo vapor divulgando o recém-anunciado “Cycles of Pain”, décimo da discografia iniciada há 30 anos com “Angels Cry”. Rafael Bittencourt (fundador e guitarrista), Fabio Lione (vocal), Marcelo Barbosa (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Bruno Valverde (bateria) assinaram um contrato com a gravadora alemã Atomic Fire Records e lançaram recentemente o clipe “Ride Into The Storm”, trazendo diversas analogias sobre o passado e o futuro promissor que os aguarda. Na época do lançamento, a banda comentou: “‘Ride Into The Storm’ é uma peça implacável e agressiva que captura a essência do Angra. Com seu ritmo acelerado e toque moderno, a música mantém o DNA da banda, ao mesmo tempo em que entrega passagens intricadas e tecnicamente desafiadoras; a fusão de elementos tradicionais e progressivos empurra os limites sem sacrificar o estilo característico da banda. ‘Ride Into The Storm’ é mais um passo na evolução da banda, incorporando agressividade, velocidade, modernidade e habilidade em um pacote coeso e envolvente.” Muito aguardado pelos fãs, “Cycles of Pain” será o começo de um novo ciclo para um nome que é considerado por músicos e críticos um dos mais importantes para o power metal mundial e que sempre primou pela excelência e ousadia ao se aventurar por diversos territórios na música.
Novas atrações para a segunda edição do Summer Breeze no Brasil serão anunciadas ao longo das próximas semanas, sempre aos sábados através dos canais oficiais do festival.
Os ingressos da pré-venda e venda geral estarão disponíveis de forma online, através do Clube do Ingresso e pontos de venda sem taxa de conveniência serão divulgados em breve.
Primeiro single de “Eldorado” ganha vídeo inédito com efeitos visuais cinematográficos e está disponível em todas as plataformas digitais via ONErpm
O vocalista Edu Falaschi acaba de lançar novo videoclipe de “Tenochtitlán” que representa a fusão de universos paralelos através da Inteligência Artificial com direção de Daniel Mazza e Yan Badachu e artes em 3D de Isaac Zuren, designer da Disney e Lucas Filmes. O vocalista também acaba de lançar o seu novo single “Tenochtitlán”, primeira faixa lançada oficialmente do álbum “Eldorado”, em todas as plataformas digitais.
Imagine uma fusão impressionante entre os tempos modernos e o misterioso mundo asteca de 1519, quando Tenochtitlán estava no auge de sua grandeza. Este videoclipe inovador não só oferece uma experiência visual e auditiva excepcional, mas mergulha profundamente na história e na imaginação. A invasão dos espanhóis no México, capturada com detalhes impressionantes, ganha vida através de efeitos visuais de última geração e reconstruções 3D meticulosas.
A fusão de tecnologia e criatividade resulta em uma narrativa épica que transcende os limites do tempo e do espaço. Os diretores Daniel Mazza e Yan Badachu criaram uma obra-prima visual que levará os espectadores a uma jornada emocionante, evocando um senso de admiração e respeito pela história e pela cultura mesoamericana pré-colombiana.
“Eldorado” será lançado mundialmente pela plataforma ONErpm no dia 23 de agosto de 2023 e em formato físico no dia 30 de agosto de 2023 pela gravadora King Records (Japão). No Brasil, o disco será lançado pela gravadora Voice Music. “Tenochtitlán é uma canção poderosa, emocionante e cheia de vigor onde a junção do instrumental, corais, voz e melodias, refrões, letra, etc, representam perfeitamente o momento da chegada dos espanhóis liderados por Hernán Cortés a capital Asteca e tudo o que essa invasão representou para o povo nativo em 1519”, explicou Edu Falaschi.
Edu Falaschi comenta com entusiasmo o lançamento de “Tenochtitlán”:
“Fico extremamente feliz de poder compartilhar esse momento especial com vocês. A arte do single mostra toda a imponência e beleza da capital do império Asteca durante o período Pós-Clássico da Mesoamérica tendo como ícone central da imagem, o líder Montezuma II, último governante inteiramente independente do Império asteca. Estou muito ansioso para que todos conheçam essa nova música e nova fase da minha carreira. Além dos fatos históricos reais a letra também descreve momentos importantes da trilogia, que é uma ficção e que se iniciou com o álbum Vera Cruz! Falo principalmente das alianças perigosas que ameaçam a segurança de Jorge, personagem principal da trilogia, e o destino de sua missão numa profecia contra o mal! Enfim, espero que todos se emocionem e se divirtam com esse novo lançamento tanto qu anto nós!”.
Misturando elementos históricos, ficção e mixagem cinematográfica, “Eldorado” viaja no tempo e traz músicas com influências latinas, flamenco, músicas latinas e astecas com instrumentos inusitados. Com o vocalista Edu Falaschi no comando, a banda formada por Roberto Barros (guitarra), Diogo Mafra (guitarra), Raphael Dafras (baixo), Aquiles Priester (bateria) e Fábio Laguna (teclado) mostra o porque são considerados exímios musicistas, mas, ao mesmo tempo, com uma sensibilidade musical acima da média, além de melodias que cativam de primeira. “Eldorado” é um álbum conceitual que faz parte de uma trilogia e que conta com 11 faixas inéditas e participações especiais de José Andrëa (voz lendária da banda espanhola Mago De Oz), Sara Curruchich (cantora indígena Maia) e Fabio Lima (um dos maiores violonistas do mundo).
No Brasil, “Eldorado” será lançado em formato Digibook com capa dura em um Box Deluxe especial repleto de presentes. Também contará com as versões LP, Fita Cassete e CD com “Slipcase “, poster, luva e bonus track. Já na Europa, América do Norte, América Latina e Ásia, o CD sairá em formato tradicional acrílico com o “tracklist” oficial e bônus track. O álbum foi produzido por Edu Falaschi e Roberto Barros e co-produzido por Paulo Albino. As gravações foram realizadas no Brasil, nos estúdios Lab Sound, enquanto a mixagem e masterização ficou a cargo do renomado produtor Dennis Ward, no estúdio “The TrakShak”, na Alemanha e a arte gráfica foi desenvolvida por Carlos Fides.
Tracklist de Eldorado:
01. Quetzalcóatl 02. Señores Del Mar (Wield The Sword) 03. Sacrifice 04. Empty Shell 05. Tenochtitlán 06. Eldorado 07. Q’equ’m 08. Reign of Bones 09. Suddenly 10. Wings of Light 11. In Sorrow
Projeto de Rafael Agostino promete arrebatar os entusiastas do metal e da música clássica
A fusão da música clássica e heavy metal ganha destaque com a estreia do projeto Hall Of Gods, que apresenta seu primeiro single em grande estilo, pois conta com a participação do experiente vocalista Zak Stevens (Archon Angel, Circle II Circle, Savatage, Trans-Siberian Orchestra e Machines of Grace). Explorando a intersecção entre esses gêneros, o Hall Of Gods destaca a faceta melancólica e melodiosa da música clássica, muitas vezes mergulhando nos matizes característicos do estilo doom metal.
O álbum presta uma homenagem reverente aos grandes compositores clássicos, sendo que cada faixa não somente encapsula uma temática singular, mas também incorpora, em suas letras, nuances relacionadas a esses mestres da música. O primeiro single, “The Requiem”, lança luz sobre o famoso Requiem de Mozart. Diante das conjecturas acerca da autoria própria do Requiem por parte de Mozart, a letra da música estabelece um paralelo intrigante entre a contemplação da mortalidade e a grandiosidade da obra em si. A composição também destaca releituras ousadas de temas icônicos intrínsecos ao legado de Mozart.
O mentor por trás do projeto é o talentoso multi-instrumentista Rafael Agostino, responsável por gravar todos os instrumentos, exceto as vozes. “Zak Stevens foi a escolha inaugural e, incontestavelmente, figura entre os meus vocalistas prediletos. Minha incursão pelo teclado teve início inspirada em ‘Edge Of Thorns’, do Savatage”, revela Rafael Agostino. “Colaborar com Zak foi uma grande experiência, quase como tê-lo como membro integral da banda. Suas sugestões enriqueceram a letra, aprimoraram as melodias e ele expressou seu apreço pelo projeto, impulsionando ainda mais minha determinação em dar continuidade a essa empreitada”, complementa.
“The Requiem” foi mixada por Henrique Canalle e masterizada por Alessandro Morgado. Já a arte de capa é uma criação de Rômulo Dias. Já o álbum trará cinco faixas e está agendado para sair em 2024.
Após estreia com o single “Pray”, Jairo Guedz, Chris Salles e Fábio Andrey apresentam “Valkyria”
O The Darkness Foundation, projeto que traz Jairo Guedz (guitarra, baixo e violão), Fábio Andrey (vocal, guitarra, baixo e programação/samplers) e Chris Salles (bateria e percussão) apresenta seu segundo single, “Valkyria”, que traz arte de capa a cargo de Beto Ferris. “Este é o segundo single de quatro que pretendemos lançar até o fim do ano. ‘Valkyria’ traz a mesma atmosfera melancólica e densa de ‘Pray’, mixando sons pesados de guitarra e sintetizadores para criar uma atmosfera dark, que se encaixa muito bem com a ideia da letra. Valkyria é a evocação do sentimento de mudança, de revolução e de luta em momentos decisivos”, detalha Guedz. “As Valkirias são as filhas e mensageiras do Deus da guerra, Odin, que tinham a missão de escolher os heróis ou os mais fortes combatentes mortos em combate para levá-los à Valhala”, acrescenta.
Jairo Guedz e Chris Salles, que fizeram parte da formação do The Mist em “The Hangman Tree” (1991), e Fábio Andrey, que entrou em 1996 após o lançamento de “Gottverlassen” (1995), criaram o The Darkness Foundation, projeto que pratica música pesada sob uma aura obscura, densa e melancólica, e está em processo de composição de seu álbum de estreia. Com um background pesado e eletrônico, utiliza piano, samplers e sintetizadores, tendo nomes como The Sisters of Mercy, The Mission, Moonspell, David Bowie e Depeche Mode entre suas referências.
The Darkness Foundation: Jairo Guedz: guitarra, baixo e violão Fábio Andrey: vocal, guitarra, baixo e programação/samplers Chris Salles: bateria e percussão
Show dia 25 de agosto na capital carioca, que celebra 20 anos do festival, também terá Gangrena Gasosa e Velho
Mantendo o projeto de levar o Kool Metal Fest a outras cidades além da capital paulista, o evento – que este ano celebra 20 anos – chega ao Circo Voador no Rio de Janeiro, um lugar mágico e um dos palcos mais importantes da música brasileira. O evento especial acontece dia 25 de agosto com abertura das portas agendado para as 19h.
Neste Kool Metal – 20 anos no Rio de Janeiro, a atração principal é o Brujeria com a turnê que exalta os 30 anos do seu disco de estreia, o seminal Matando Güeros.
Completam a festa o sempre altivo e pesado Ratos de Porão, tocando músicas do disco de 2022, o elogiadíssimo Necropolítica, mais clássicos dos 42 anos de carreira.
Também se apresentam no dia 25/08 as bandas Gangrena Gasosa, com seu saravá metal clássico e anárquico, e o Velho, uma banda que faz um dos shows mais viscerais da atualidade com seu metal negro sorumbático.
Brujeria e 30 anos de Matando Güeros
O Brujeria completa 34 anos em 2019. Foi formado em 1989 por americanos com ascendência latina. À época, ocultar os nomes reais dos músicos, alimentava boatos sobre seus rostos e também quanto à temas polêmicos envolvendo ilícitos, e ajudou a criar uma mística em torno da banda, que logo estava fazendo muitos shows, com clipes na MTV e contrato com a Roadrunner.
Sempre capitaneada pelo vocalista Juan Brujo, o Brujeria já teve inúmeras formações, com músicos do alto escalão do heavy metal. Hoje, Brujeria é Brujo (vocal), Fantasma (vocal de apoio), Pinche Peach (vocal de apoio), El Sangrón (vocal de apoio), Hongo (baixo), El Criminal (guitarra) e Podrido (bateria).
Matando Güeros é o álbum de estreia da banda Brujeria. “Güero” é uma gíria mexicana-espanhola para uma pessoa loira ou de pele/cabelo claro. O álbum trata, com ironia e críticas, de temas polêmicos no México, como tráfico de drogas, rituais satânicos, sexualidade, migração, passagem ilegal de fronteira e antiamericanismo.
COM LANÇAMENTO PREVISTO PARA 8 DE SETEMBRO PELA BMG
Com o seu novo álbum pela BMGEat the Worm chegando no dia 8 de setembro, o aclamado cantor, compositor e produtor Jonathan Wilson lançou a terceira faixa do projeto intitulada “The Village Is Dead”, juntamente com um videoclipe correspondente. Eat the Worm já está disponível para pré-venda aqui.
“The Village Is Dead” segue os singles anteriores “Marzipan” e “Charlie Parker”, e lamenta a evolução de Greenwich Village, em Nova York, onde os clubes de folk reinavam supremos na década de 1960.
“É minha homenagem ao antigo renascimento folk dos anos 60 em Greenwich Village, com visões de Moondog e Dave Van Ronk percorrendo a MacDougal Street”, diz Wilson. “Mas eu situei isso em 2021, onde tudo o que você encontra são algumas dezenas de lojas de vape, karaokê no Gaslight, beer pong no Cafe Wah e jovens universitários ricos desfilando pelas esquinas da NYU em Manhattan. No final da canção, assim que as cordas se elevam e a música atinge um clímax, dois jovens da geração Zoom incendeiam minha narrativa na antiga guitarra de Jimi Hendrix, momento em que eu jogo a toalha e declaro oficialmente que “The Village is Dead.'”
“Muitas dessas músicas são uma reação ao trabalho de produção que faço”, relata Wilson sobre o novo álbum. “Eu estaria no estúdio, passando longos dias com pessoas, e teria algumas ideias malucas e fora do comum, e eles diriam, ‘não, não, isso parece loucura, JW.’ Então eu as guardava para o meu álbum. Finalmente estou em um ponto em que me sinto totalmente livre para arriscar e resistir à vontade de simplificar as coisas. Tem que ser meio estranho.”
Com esse objetivo, Wilson se deu bastante tempo para permitir que as músicas se desdobrassem ao longo dos últimos dois anos. Ter seu próprio estúdio cinco estrelas em Topanga Canyon, Califórnia, também lhe permitiu dedicar tanto tempo quanto quisesse a ajustar as faixas. “Há muitos detalhes nas músicas. Eu senti que este álbum também era uma oportunidade para expandir o meu som, então há muito mais cordas e metais comparado ao que já fiz antes”, ele diz. “Eu queria aplicar parte da paleta sonora de algumas das produções em que trabalhei na minha própria coisa. Há muita experimentação, e quase nenhuma das músicas começou comigo e um violão. Eu realmente queria algo que soasse fresco e novo.”
Wilson, natural da Carolina do Norte, mudou-se para Los Angeles há 15 anos e tornou-se uma parte integral da comunidade musical como um artista e produtor respeitado. Foi lá que ele gravou e tocou a maioria dos instrumentos em seus aclamados álbuns Gentle Spirit (2011), Fanfare (2013) e Rare Birds (2018). Logo antes da pandemia, o artista multitalentoso foi para Nashville gravar no lendário Sound Emporium Studio, de Cowboy Jack Clement, o que resultou em Dixie Blur (2020), uma coleção de músicas que remetia às suas raízes do Sul, tanto musical quanto pessoalmente. Dixie Blur encontrou Wilson retornando às bases musicais de sua criação, ao mesmo tempo avançando ao infundir a música com texturas modernas e paisagens sonoras estéticas.
Tendo se juntado à banda de turnê de Roger Waters como guitarrista e vocalista em sua épica turnê de 2017-2018 “US + THEM”, Wilson continua no mesmo papel na atual turnê “This Is Not a Drill”. Quando não está em turnê com Waters, Wilson produz álbuns para artistas como Father John Misty, Margo Price, Billy Strings, Conor Oberst, Roy Harper, Dawes e Angel Olsen, para citar alguns.
Novo single apresenta uma inédita faceta do sexteto carioca dentro do heavy metal
O sexteto carioca Lynx the Revenge lança nesta quinta-feira, 10/08 o single ‘Saudade’. A balada dramática e envolvente apresenta uma inédita faceta dentro do gênero praticado, o heavy metal, cujo instrumental coloca o piano em primeiro plano, acompanhado de fraseados e solos das duas guitarras.
Saudade é um single de fácil audição que fala de um sentimento vivido por qualquer pessoa. A letra aponta que é preciso olhar para si, ao redor e para sua própria trajetória para afastar a tristeza, solidão e seguir em frente.
“Saudade não conta uma história específica, mas sim uma descoberta, uma constatação de um envolvimento intenso, é uma dissertação de perda que qualquer um de nós que vive ou já viveu tamanho sentimento possa vestir e tomar para si, e então viver momentaneamente essa experiência musical”, explica o guitarrista Douglas Gomes.
Trazendo o piano ao centro da música, com a melancolia que é intrínseca ao sentimento da saudade. Pensando nisso, o guitarrista e compositor Douglas Gomes tentou, pela primeira vez, testar seu conhecimento musical num piano. Quando então nasceu o tema da música, que também é a melodia do refrão, e espontaneamente o restante da harmonia estrutural surgiu, como conta Douglas.
“O clima veio embalado e encomendado pela temática pensada na ocasião, que instantaneamente inspirou sua letra e finalização. Virou uma balada metal de fácil audição, facilmente transcende quem não ouve o gênero e sendo marcada pelo dueto vocal da Raíza Silva e do Leandro Felício”.
A banda
Criada em 2012, a banda de heavy metal Lynx the Revenge, é uma banda originária do Rio de Janeiro. Sua atual formação conta com Leandro Felício e Raíza Silva nos vocais, Douglas Gomes e Rubem Barreto nas guitarras, Mauricio Paiva no baixo e Paulo Leite na bateria.
Fortemente influenciado por bandas clássicas como Deep Purple, Iron Maiden e Judas Priest, o grupo também adiciona elementos oriundos dos mais diversos gêneros musicais. E com temáticas que abordam desde o cotidiano até a fantasia, passando a mensagem geral de que a paixão pela música fortalece a união das pessoas.
Sobre os próximos passos, Douglas afirma que eles continuam sendo definidos.
“Somos uma banda independente e muitas coisas acabam não correndo no tempo desejado. Assim, por tempo, Saudade é um single, proveniente de composições dos tempos de pandemia. Atualmente a banda está decidindo suas próximas tarefas enquanto elabora novas músicas”, completa.
Ranna’s Kin Wagon, banda de Hard N’ Heavy do renomado compositor e vocalista paulista Lean Van Ranna, que possui em seu currículo muitos lançamentos nacionais e internacionais nos seguimentos Rock/Metal, lançou seu sexto e novo single, “First Arrival (Redemption)”, extraído do vindouro álbum de estreia intitulado “First Arrival”.
“A letra dessa música fala de forma subliminar sobre a luta contra a depressão e, também, até contra as pessoas tóxicas que ignoram esse transtorno como se fosse frescura, mas, ao final da luta, a pessoa vence e passa a ver a vida com positividade, valorizando o sentimento de um abraço sincero e caloroso. Ou seja, sempre enaltecendo a vitória, a força das pessoas, o alto astral e o auto conhecimento”, comentou Lean Van Ranna.
Essa música foi a primeira composição que Lean Van Ranna trouxe para a banda no início da carreira, e trata-se de um belíssimo Melodic Rock/AOR com teor comercial que que vai acertar em cheio o coração dos fãs do estilo por conter influências de bandas clássicas, como, por exemplo, Journey, Survivor,Europe, dentre outras, mas também fortemente influenciada por bandas suecas atuais dos segmentos, como H.E.A.T, W.E.T., Eclipse, etc.
Produção, Mixagem e Masterização por Anderson Sherman Arte de capa por Ricardo Janke Letra por Carlos Nogarolli
A ideia original de “First Arrival” seria apenas um EP com seis faixas, mas após grandes mudanças internas ocorridas nos últimos meses com a banda, incluindo uma adequação de nome e troca de integrantes, passou a ser um álbum completo que conterá 8 faixas.
Vale lembrar que, tanto “First Arrival (Redemption)”, quanto todos os outros lançamentos anteriores – com exceção da versão orquestrada de “She Just Forgot Me” – foram produzidos/compostos pela formação anterior da banda que contava, além de Lean Van Ranna nos vocais, com Gabriel Cardoso e Nílver Perez (teclados), Yuri Donatti (guitarra), Anderson Sherman (baixo) e Caio Gaona (bateria), junto com Carlos Nogarolli (músico e letrista considerado como o grande ‘coringa’ da banda).
A atual formação da (agora) Ranna’s Kin Wagon é: Lean Van Ranna (vocal), Ricky Vaz (guitarra), Fernando Valero (guitarra), Izzy James (baixo) e Isaac Sticks (bateria), todos experientes músicos que já fizeram muito pelo Hard Rock brasileiro de qualidade.
Lean Van Ranna comentou sobre a nova formação dizendo: “Escolhi a dedo esses grandes amigos e músicos experientes das antigas para essa nova etapa na minha carreira, além de suas qualidades excepcionais, também por uma questão de logística, já que todos residem na mesma região que eu, facilitando tanto para ensaios como para organização da agenda de shows”.
Sobre o futuro da Ranna’s Kin Wagon, a banda pretende lançar ainda mais um single em setembro e, enfim, cair na estrada preparando shows de lançamento do primeiro álbum “First Arrival” que contarão com as faixas próprias da banda e mais covers de uma das bandas consagradas que mais os influenciaram, Bon Jovi, numa especial de especial Bon Jovi.
O entusiasmado Lean Van Ranna finalizou dizendo: “Com essa nova formação já estamos preparando mais algumas novas músicas e, também, trabalhando nos arranjos iniciais para um próximo álbum. A química entre todos está indo muito bem, então, a empolgação não nos deixará parados (risos)”.
MAIS INFORMAÇÕES:
Formada em 2020 por Lean Van Ranna (King Of Salem, Excalibur, Auryah, Menahem, A Taste Of Freedom, Masterful, Melodius Deite, etc) sob o nome Road To Prize, priorizou uma sonoridade mais voltada para o AOR e Melodic Rock, chegando a lançar o single “All I Want” em 2021, antes de entrar em um curto hiato. No ano seguinte, já como KIN WAGON, voltou à ativa trazendo uma nova formação e, principalmente, um som mais pesado baseado no Hard N’ Heavy, Glam Metal, até mesmo um toque de Blues, sem deixar de lado suas raízes Hard Rock e AOR dos anos 80 e 90. Após uma nova reformulação, a agora batizada como Ranna’s Kin Wagon, se prepara para lançar o primeiro álbum completo e, enfim, cair na estrada.
“Queremos trazer nessa nova fase uma sonoridade com altas doses de energia e alto astral e, principalmente, dar aos ouvintes sensações de alegria e otimismo em mensagens positivas de vivências cotidianas, autoajuda, sempre realçando o dom da vida e ressaltando ser eterna assim como o amor ao próximo. A música feita com a alma e o coração jamais morrerá e sempre vencerá qualquer tipo de obstáculo”, finalizou Lean Van Ranna.
O Hard Rock do Ranna’s Kin Wagon sempre primará por abranger influências e referências clássicas, sem perder a qualidade técnica e a coerência musical do estilo, nunca se prendendo a rótulos, e primordialmente proporcionando aos ouvintes verdadeiras sensações instigantes de déjà-vu e muito alto astral.
Créditos: Foto por Hannah Verbeuren | Nuclear Blast Records
O Brujeria, uma das mais infames e reverenciadas bandas de Death Metal/Grindcore do mundo e que se apresentará em 8 datas pelo Brasil promovendo a turnê especial de 30 anos do álbum “Matando Güeros” nesse mês de agosto, anunciou para o dia 15 de setembro o lançamento de seu quinto álbum de estúdio, “Esto Es Brujeria”, via gravadora Nuclear Blast Records.
Juan Brujo, seu vocalista e líder, comentou: “Para que vocês sintam e conheçam o poder mexicano com raízes antigas até às redes sociais modernas, transmitido com canções brutais e raivosas! ISTO É BRUJERIA.”
“Esto Es Brujeria”, sucessor de “Pocho Aztlan” (2016), gravado em entre alguns estúdios pelo mundo (Estados Unidos, Inglaterra e Chile) e com capa criada por Gary Ronaldson trazendo de volta o mascote e símbolo da banda – Coco Loco -, foi produzido pela própria banda enquanto a engenharia de som foi um esforço conjunto entre Eddie Casillas, Eddie Rivas e Miguel Seco. Já a mixagem e a masterização do álbum ficou a cargo de Seba Puente que também fez parte da equipe de engenharia.
“Esto Es Brujeria” será lançado nas plataformas digitais tradicionais e também nos formatos Download, CD, Fita K7 (limitada) e LP duplo (limitado).
Atualmente é formado por Juan Brujo (vocal), Sangron (vocal), Fantasma (vocal), Pinche Peach (vocal), La Encabronada (vocal), El Criminal (guitarra), El Embrujado (guitarra), Hongo (baixo), El Cynico (baixo) e Hongo Jr. (bateria).
Para saciar (ou não) os ânimos dos fãs brasileiros, a banda despejará todo seu ódio em forma de música por 8 cidades em comemoração aos 30 anos do polêmico, violento e icônico álbum de estreia “Matando Güeros”, organizada pela Produtora Dark Dimensions.
Serão shows divididos em duas partes, sendo a primeira destinada ao aclamado álbum na íntegra e uma segunda parte muitos outros brutais e caóticos ‘hits’ de toda a sua longeva carreira.
O Brujeria tem uma relação muito próxima com o Brasil, principalmente por São Paulo, pois nas últimas duas décadas passaram pela capital paulista oito vezes, sendo a última em 2022, quando participaram de um show matador no tradicional festival Setembro Negro, em São Paulo.
SERVIÇO: BRUJERIA EM SÃO PAULO – MATANDO GÜEROS 30 ANOS
Data: 26 de Agosto (Sábado) Local: Carioca Club Pinheiros Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros – São Paulo/SP(Próximo ao Metrô Faria Lima) Produção: Dark Dimensions(darkdimensionsbrazil@gmail.com) Assessoria de Imprensa: JZ Press(jzpress@metalnalata.com.br) Abertura da casa: 16h Início do show: 19h Classificação etária: 16 anos (entre 14 e 16 anos, somente acompanhado por pai ou mãe munidos de documentos) Estacionamento: nas imediações(sem convênio) Estrutura: ar-condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes e enfermaria
Nova música da banda paulistana de punk rock/hardcore é segunda via Repetente Records, selo de três músicos do CPM 22
Após a potente I Hate Your God, a Statues On Fire solta agora o novo single Refuse To Die, a segunda música de trabalho do disco IV (lançamento marcado para 29 de setembro).
O lançamento de Refuse To Die nas plataformas de streaming acontece por meio do selo Repetente Records, selo administrado e criado ano passado por Badauí, Phil Fargnoli e Ali Zaher, músicos do CPM 22, com o diretor artístico Rick Lion, com distribuição digital da Ditto Music.
O novo single também sai em videoclipe, assista à produção com direção de Xtudo Obze aqui: https://youtu.be/rpmcTwC2Uvc.
Refuse to Die é um hino antifascista, entre riffs agressivos e passagens melódicas – a autêntica e única sonoridade criada pelo Statues on Fire.
A letra fala sobre a luta e resistência, sobre não abaixar a cabeça, nunca.
Em meio ao lançamento do novo disco, a Statues On Fire se prepara a sua sexta turnê pela Europa, agendada para outubro. São 10 shows entre Alemanha e Holanda.
Statues On Fire
Com 10 anos de atividades, Statues on Fire acumula 5 turnês pela Europa e se consolida como uma das melhores bandas do punk e hardcore nacional. Um vigor único que será mais potencializado pelo time da Repetente!
Statues on Fire é formada pelos experientes Andre Alves (vocal e guitarra), Lalo Tonus (baixo), Alex Silva (bateria) e Regis Ferri (guitarra).
A Repetente Records, criada por três músicos da banda CPM22, Badauí, Phil Fargnoli e Ali Zaher, surgiu em 2022 para fortalecer o rock/punk rock em parceria com uma das maiores distribuidoras de música digital do mundo, a inglesa Ditto Music, além de assessoria de imprensa da Tedesco Mídia.
No início de 2023, o selo anunciou Rick Lion como diretor artístico.
O nome tem tudo a ver com perseverança e persistência na música. Repetente tem a ver com a rebeldia contra padrões. Na escola, muitas vezes o aluno “repetente” é aquele que não se encaixa nos moldes, mas eventualmente encontra na música uma forma de vencer na vida.
Ele repete não por incapacidade, mas por não ligar, não se interessar pelas mesmas coisas ou por estar enfrentando problemas maiores e mais urgentes fora da escola. Em vez de copiar a lousa, ele está sempre criando – fazendo desenhos, escrevendo rimas, bolando planos, fantasias impossíveis, se divertindo com uma realidade menos careta e injusta.
Fazem parte do selo as bandas Anônimos Anônimos, Fibonattis, Faca Preta, Escombro, Magüerbes, Statues on Fire e Bayside Kings.
Dando sequência em uma série de lançamentos inéditos no Brasil, a CIANETO DISCOS disponibiliza um item raríssimo do cenário extremo belga, o clássico “Mincer” da banda AGATHOCLES. É a primeira vez que este álbum é lançado no Brasil, e trata-se de uma peça fora do catálogo da banda há anos. Limitado em 300 cópias, o disco foi lançamento originalmente em 2006, pela gravadora Cyber Music. A banda é conhecida por ser uma das pioneiras do Grindcore e por sua abordagem DIY (Do It Yourself – Faça Você Mesmo) à música. Autointitulados como Mincecore, o grupo possui uma das discografias mais extensas do mundo, composta de inúmeros álbuns, EPs, demos, splits e compilações.
“Mincer” segue a tradição caótica do AGATHOCLES de criar música rápida, crua e intensa. A abordagem DIY da banda significa que eles muitas vezes gravavam e lançavam seus álbuns de forma independente, sem depender de gravadoras. Isso permitia à banda manter sua integridade artística e criar música que refletia suas próprias visões e valores. Desde o primeiro acorde, com a faixa “Dethrone the Tyrant”, “Mincer” mergulha os ouvintes em um turbilhão sônico implacável, onde as faixas curtas e intensas se sucedem sem piedade. A produção áspera e despojada reforça a sensação de autenticidade e honestidade do álbum, abraçando a estética underground que é uma característica distintiva da abordagem criada pelo líder e único integrante original, Jan Frederickx.
Em termos líricos, “Mincer” não se desvia das raízes provocadoras do Grindcore. As letras frequentemente abordam questões sociais, políticas e de crítica à sociedade, e são entregues com uma veemência que espelha a natureza agressiva da música. A banda não hesita em expor a hipocrisia e as falhas do sistema, desafiando o ouvinte a refletir sobre os problemas que afligem a sociedade. “Dethrone the Tyrant”, por exemplo, parece ser uma crítica contundente à política externa dos Estados Unidos, retratando o país como imperialista, ganancioso e tirânico. Ela sugere que os Estados Unidos usam sua força militar para impor sua vontade em todo o mundo, em nome de causas falsas. O termo “peacekeepers” (guardiões da paz) é questionado, implicando que a suposta missão de manter a paz é na verdade uma fachada para promover seus próprios interesses.
Destacam-se ainda faixas como “Maze of Papers”, “Expendable Goods” e “Diary of White Trash”, que capturam a essência da intensidade abrasadora de seu Mincecore enquanto entregam sua mensagem afiada. De uma forma geral, o disco traz tudo aquilo que um fã do AGATHOCLES quer ouvir: a bateria dispara como um metralhadora, os riffs de guitarra trituram os tímpanos com fúria e os vocais clamam por atenção. A agressividade constante é equilibrada com variações de ritmo, demonstrando a habilidade da banda em criar dinâmicas dentro da intensidade caótica do que se propôs a fazer com seu Mincecore.
O selo brasileiro CIANETO DISCOS está lançando no Brasil uma edição limitada em 500 cópias do álbum “Christbait”, segundo registro da banda alemã de Death Metal BLOOD, lançado em 1992. O álbum é conhecido pela sua sonoridade agressiva e sua abordagem lírica controversa. A banda, formada em 1986, é notável por sua contribuição para o cenário extremo do Metal na Alemanha. “Christbait” apresenta uma mistura intensa de Death Metal e Grindcore, caracterizada por ritmos frenéticos, vocais doentios e letras ácidas. O título “Christbait” (que pode ser traduzido como “Iscas de Cristo”) já sugere a natureza polêmica das letras e da temática explorada no álbum.
A banda aborda temas como fanatismo religioso, hipocrisia, corrupção e a influência negativa da religião na sociedade. Essa abordagem lírica confrontadora é uma característica marcante do BLOOD até hoje e contribuiu para a controvérsia em torno do álbum. Musicalmente, “Christbait” é um turbilhão de agressividade sonora, com riffs rápidos e pesados, bateria intensa e vocais extremos. A produção crua e direta adiciona uma sensação de autenticidade à brutalidade do álbum. Embora o álbum tenha recebido críticas positivas de fãs do gênero e da cena underground, também enfrentou censura e restrições devido ao seu conteúdo lírico provocativo. A combinação de letras controversas e música extrema fez de “Christbait” uma parte notável da discografia do BLOOD e contribuiu para sua reputação como uma banda que desafiou limites e convenções.
Desde a introdução, com “Lost Lords” – que já entrega uma atmosfera sombria e perturbadora – até a última nota de “Mass Distortion”, o ouvinte é levado a um turbilhão de caos sonoro. As quinze faixas, curtas e intensas, se sucedem em uma sequência implacável, criando uma sensação de urgência e intensidade que se mantém ao longo de todo o álbum. Uma das características marcantes do álbum é sua brevidade. Com a maioria das faixas durando menos de dois minutos, o BLOOD entrega sua mensagem de forma direta e concentrada. Cada faixa parece ser um soco no estômago, deixando pouco tempo para respirar entre os ataques sonoros.
Em breve a CIANETO DISCOS lançará de forma exclusiva no Brasil o terceiro álbum do BLOOD, intitulado “Agios Pethane”, lançado em 1993.
Para comprar o álbumem formato slipcase e conferir todos os outros itens do selo, acesse:
Com previsão de lançamento para o final do ano, o EP de estreia do projeto carioca CACTEK, intitulado “Sunrise In Hell”, acaba de receber mais um reforço: Dan Swanö. O renomado músico, produtor e engenheiro de som sueco é conhecido por sua significativa contribuição para a cena musical de várias formas, especialmente no cenário do Metal extremo e progressivo. Swanö é multi-instrumentista e possui habilidades notáveis como vocalista, guitarrista, baixista e tecladista. Ele começou sua carreira musical nos anos 1980, ganhando destaque com a banda de Death Metal Edge of Sanity, onde foi o principal compositor e responsável pelos vocais guturais. Através do Edge of Sanity, Swanö ajudou a moldar o som do Death Metal melódico e influenciou muitas bandas subsequentes no gênero.
Além do Edge of Sanity, Dan Swanö também esteve envolvido em vários outros projetos e bandas, incluindo o Nightingale, uma banda de Metal progressivo fundada na década de 1990, onde demonstrou suas habilidades com o uso de vocais mais limpos. Ele também fez parte do Bloodbath, um supergrupo de Death Metal com membros de outras bandas influentes como Opeth e Katatonia. Como produtor e engenheiro de som, Swanö trabalhou com inúmeras bandas e artistas, tanto dentro quanto fora do cenário do Metal. Ele ganhou reputação como um dos melhores produtores do gênero, graças à sua habilidade de capturar um som poderoso e cristalino para álbuns de Metal. Para o guitarrista Pedro de La Rocque,mentor do CACTEK, trabalhar com Swanö tem sido desafiador: “Sou fã do Dan desde a década de 1990, e creio que ele seja referência para muita gente. Ter sua experiência e nome atrelados ao Cactekcertamente elevará a qualidade do material, já que ele é perfeccionista e profissional ao extremo”.
Segundo Pedro de La Rocque, o CACTEK segue a firmes passos para conquistar os fãs de Death Metal. Para tal, cercou-se de profissionais de grande gabarito: “Comecei a escrever e gravar o material para este EP sozinho em 2019. Em 2021, o primeiro single, ‘Spam with a Plan’, foi masterizado por Jacob Holm-Lupo e lançado com grande aclamação da crítica. No início deste ano, com todas as cinco faixas gravadas, contratei um excelente baterista local chamado Wildy Souza, depois enviei o material para o lendário Dan Swanö para masterização. A arte de ambos os lançamentos foi criada pelo ilustrador de renome mundial João Antunes”.
O primeiro lançamento do projeto foi o single “Spam With a Plan”, dando uma amostra do que o CACTEK vem buscando, que na visão do músico, é um grande desafio: “Embora eu tenha feito grandes esforços para garantir que o Cactek ofereça uma visão absolutamente única e nova do estilo dos clássicos do death metal dos anos 90, com estruturas musicais em evolução e bem coesas, tenho certeza que o ouvinte será capaz de identificar certas influências que permeiam todo o trabalho – principalmente Carcass e Death. Há também uma boa dose de influências do hard rock em todas as faixas”. De La Rocque, que ficou responsável pelos vocais, baixo e guitarra, chamou para a bateria o músico gaúcho Wildy Souza, bacharelem bateria e percussão pela UNIVALI com extensa experiência em Metal Extremo. Além disso, todo o processo de gravação de guitarras, baixo e vocal foram registradas no estúdio particular do carioca, enquanto a bateria foi gravada no Ground Fire Studio. Capa, track list e data de lançamento serão divulgadas em breve.
Disponível nas plataformas de streaming, “Power Lines” terá a versão física lançada em setembro pela Classic Metal Records
A banda gaúcha Gueppardo apresenta “Power Lines”, quarto álbum de sua discografia e que já está disponível nas plataformas de streaming. Com capa a cargo do renomado artista paranaense Jean Michel (Metal Church, Queensrÿche, Lynch Mob, Vixen), o material foi gravado no estúdio Hurricane, tendo produção de Sebastian Carsin e Perÿ Rodriguez. Thiago Gutierres (vocal, baixo e teclado), Perÿ Rodriguez (guitarra e teclado) e Diego Pereira (bateria) focam as composições do novo trabalho no heavy metal tradicional, mas que flerta com o hard rock em alguns momentos, trazendo uma temática voltada para temas sociais, guerras, realidade atual, futura e distópica. “Com influências de Dio, Rata Blanca, Yngwie Malmsteen e Michael Schenker, ‘Power Lines’ é a nova cara do Gueppardo, que vem mais rápido e denso, mas mantendo a sonoridade oitentista”, descreve Perÿ Rodriguez.
O álbum foi antecipado com o single e clipe de “Another Rebel Down”, captado em meio a aviões e helicópteros esquecidos, num cenário pós-apocalíptico. “A letra fala de opressão, mas que podemos nos rebelar, lutar sempre e mesmo perdendo companheiros pelo caminho a única saída é seguir em frente. No meio do caos e da guerra, perdemos companheiros, mas isso não deterá o avanço da nossa luta. Podem derrubar um, mas outros se erguerão e a voz da liberdade nunca será silenciada”, explica o guitarrista. “A faixa-título também segue um cenário pós-guerra e em algum futuro possível, falando sobre pessoas lutando pela sobrevivência, o inverno nuclear e a fome, mas sob o lema de nunca desistir”, acrescenta.
O repertório de “Power Lines” abre com “Dare to Live”, que fala da necessidade e coragem para viver e encarar os problemas de frente. “A faixa de abertura traz uma mensagem de esperança e luta, com forte influência de Rata Blanca”, revela Rodriguez.
Já a faixa “Blind Faith” ataca o fanatismo religioso. “Com forte influência de Dio e um solo longo e dramático, ‘Blind Faith’ fala sobre onde pode chegar o fanatismo religioso: guerras, retrocesso e ignorância. Porém, você pode tirar a venda dos olhos”, observa o guitarrista.
Em “Invisible Chains”, a letra destaca que não somos apenas números. “É uma analogia às correntes invisíveis do controle social e da manipulação em massa mas, novamente, podemos lutar, nos unir e não aceitar. Ainda nesse sentido, a faixa ‘Under the Curtain’ fala que por trás da cortina ou por baixo dos panos, o jogo político sujo e desleal esmaga e oprime as classes menos favorecidas. O disco encerra com a mensagem de que podemos não aceitar, pois temos direito a uma vida minimamente digna”, conclui Rodriguez.
“Power Lines” – Repertório: 1. Dare To Live 2. Power Lines 3. Sands of Destiny 4. In the Shadows of the Night 5. Interlude 6. Farewell 7. Blind Faith 8. Invisible Chains 9. Another Rebel Down 10. Under the Curtain
Comentários