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Alírio Netto relança “The Journey So Far” com faixas extras no streaming

Álbum ao vivo gravado no teatro Porto Seguro, em São Paulo, foi filmado em 2017 e relançado agora em 2023 com faixas extras nunca lançadas anteriormente

Atualmente em turnê com o Queen Extravaganza na Europa, o ator e cantor Alírio Netto não para de surpreender os fãs com material inédito. Como um presente para aqueles que acompanham a carreira solo do cantor, “The Journey So Far” chega em todas as plataformas de streaming com faixas extras e muitas surpresas.

Alírio Netto comenta sobre “The Journey So Far”: “Este show foi um marco em minha carreira, onde pude expressar com meus amigos todos os momentos de minha carreira de mais de 20 anos de estrada. Foi um show especial que agora posso liberar para quem curte o meu trabalho”, disse o vocalista.

Ouça “The Journey So Far”:https://links.altafonte.com/wkybnqx
Assista o showhttps://youtu.be/9KzpA3XFBe8

“The Journey So Far” foi filmado pela Foggy Filmes, de Junior Carelli e Rudge Campos, e produzido no estúdio Fusão, por Thiago Bianchi. No show, Alírio Netto apresenta músicas de sua carreira solo, Age of Artemis, Khallice, Jesus Christ Superstar, além de músicas com a participação especial do Angra, Livia Dabarian, Fernando Quesada, Junior Carelli, entre outros.

SOBRE ALÍRIO NETTO

Alírio é uma das vozes mais reconhecidas no Brasil. Seja no palco, no estúdio ou atuando em um teatro musical, Alírio causa uma forte impressão com sua voz poderosa, alcance incrível e controle. Atualmente, ele é o vocalista da banda Shaman. “Eu me considero um compositor muito eclético quando se trata de estilos de rock. Meus compositores favoritos no momento, e também grandes influências, são Chris Cornell, George Harrison e, obviamente, Queen”, diz Alirio.

Como cantor de rock, Alirio liderou a banda Khallice, que assinou contrato com a gravadora de rock progressivo Magna Carta para o lançamento de seu álbum de estreia, “The Journey”. Alirio também integrou a banda de metal Age of Artemis, que lançou dois discos, um deles produzido pelo renomado cantor e produtor Edu Falaschi (ex-Angra). Mais recentemente, juntou-se à banda Shaman como substituto do saudoso Andre Matos.

Alírio também participou de várias produções musicais de teatro, incluindo o protagonismo de “Galileo” em “We Will Rock You”, a produção musical oficial do Queen. Ele também foi mais tarde anunciado como o vocalista da banda “Queen Extravaganza”, o que levou Roger Taylor a comentar: “Alírio não é apenas um cantor superlativo, ele também é um grande showman.”

O ator e cantor também dublou o personagem “Lefu” em A Bela e a Fera live action da Disney. Além disso, Alirio também desempenhou o papel de Jesus na produção oficial mexicana de “Jesus Christ Superstar”. Também atuou como Judas na produção oficial brasileira do mesmo espetáculo, pelo qual foi indicado o Melhor Ator Principal de 2014 pelo jornal “Estado de São Paulo”. Com isso, as portas se abriram para ele em seu país, onde logo se seguiram as apresentações em alguns dos principais programas de TV do Brasil. Apresentou-se no maior talk show do país, apresentado por Jô Soares, entre vários outros programas de TV como Altas Horas, Faustão, The Noite, Jornal Hoje, Jornal do SBT, Jornal da Globo e Programa Todo Seu, e também atuou no programa de TV “Good Morning LA” nos Estados Unidos junto com o Queen Extravaganza.

Mais informações:
https://www.alirionetto.com
https://www.facebook.com/nettoalirio/
https://instagram.com/alirio_netto
https://www.youtube.com/c/AlírioNetto  

Lynx the Revenge coloca atmosferas e técnica na pesada Desire

Single ‘Desire’ traz a força da dinâmica entre vocais masculinos de Leandro Felício e os femininos de Raíza Silva

A banda carioca de heavy metal carioca Lynx the Revenge inicia 2023 com o lançamento de ‘Desire’, single que mostra a evolução técnica do sexteto principalmente durante as atividades ao longo de 2022.

Ouça Desire aqui: https://rebrand.ly/LynxTheRevenge-Desire.

‘Desire’ traz a força da dinâmica entre vocais masculinos de Leandro Felício e os femininos de Raíza Silva, numa sonoridade mais densa e sombria – tudo com o peso em primeiro plano.

Como destaca a Lynx, ‘Desire’ traz a história de um homem que almejava se tornar um anjo. A temática sombria e a sonoridade da canção flertam com o doom metal.

“Desire pode agradar vários nichos por meio de seus muitos elementos. Fãs de stoner, doom, metal clássico ou qualquer pessoa que esteja buscando ouvir uma música com ambiente denso, sombrio e pesado”, enfatiza o guitarrista Douglas Gomes.

Conceito de ‘Desire’

Em ‘Desire’, a banda busca retratar um auto intitulado “humano superior”, que viveu de maneira exemplar sua vida terrena. E queria, pedia intensamente em suas preces poder integrar os céus, para ajudar e exercer sua “divindade”.

Um dia seu desejo foi concedido, porém o legado que levou da Terra, simplesmente o impossibilitou continuar. Era tomado por desejos, vontades pecaminosas, pensamentos impuros e atitudes indevidas que o desabaram de seu sonho em vida.

“Ele é apenas um humano, agora sem orgulho, sem mais soberba, igual a qualquer outro mortal. E afinal, qual será seu destino? Voltar ele simplesmente não pode, e lá, definitivamente não é seu lugar”, contextualiza a banda.

A Lynx the Revenge

Lynx the Revenge, na ativa desde 2012, é hoje Leandro Felício e Raíza Silva (vocais), Douglas Gomes e Rubem Barreto (guitarras), Mauricio Paiva (baixo) e Paulo Leite (bateria).

O heavy metal clássico é a principal referência da banda, que sempre revisita obras de nomes como Deep Purple, Iron Maiden e Judas Priest para compor.

Elementos e nuances sonoras de outros gêneros do rock não raramente incrementam as músicas da Lynx the Revenge, como pode ser conferido no single anterior, ‘Echoes of Tragedy’, de 2022, e no EP Awaken, de cinco músicas, lançado em 2021.

Para o sexteto, música é sobre a união das pessoas, celebrar a vida e formar laços. “A arte pode ser um refúgio para momentos ruins do cotidiano e para refletir a situação em que a sociedade se encontra. Buscamos combinar dinâmicas, timbres, instrumentos, equipamentos e técnicas na maior qualidade possível para criar a ambientação adequada do tema, passando o melhor recado possível”, eles afirmam.

Fique ligado na banda aqui: https://www.instagram.com/lynx_the_revenge.

Corson King: ‘one man band’ lança vídeo da música “GIZA”

Músico Wagner Loureiro apresenta projeto inédito tocando todos os instrumentos

Ter uma banda de Metal no Brasil é uma tarefa prazerosa, mas, ao mesmo tempo, muito difícil. Imagina ter uma ‘one-man-band’, ou, em português, ‘banda-de-um-homem-só’, onde você é o responsável por tocar todos os instrumentos. É isto que o projeto Corson King propõe.

O Corson King foi formado em 2020 pelo músico Wagner Loureiro. Desde então, a banda lançou um disco em 2021 e três vídeos inéditos. Um deles para o novo single “GIZA”, que acabou de ser lançado e pode ser encontrado no youtube.

Assista o videoclipe de “GIZA”https://youtu.be/wm_mL8OID-Q
Ouça no Spotifyhttps://rb.gy/mx5taa

Nessa nova música, o Corson King explora a mitologia egípcia em um vídeo produzido pelo próprio Wagner Loureiro. Desde o início, Corson King mostra dar importância para os vídeos e explorar a intrigante estética da banda. Estética essa que pode ser encontrada também no Instagram da banda. Tanto o disco quanto os vídeos lançados tiveram uma excelente recepção do público de metal em geral. Com certeza a estética é um grande atrativo, mas não para por aí, pois quando você escuta músicas como “Motorsäge” e “GIZA”, você percebe que ali se desenha um estilo bem próprio, moderno e clássico ao mesmo tempo. Com uma produção incrível.

Wagner como vocalista é muito elogiado pela qualidade vocal apresentada nas músicas, soando muito bem nos vocais mais agressivos e também nos mais melódicos. Escutando as músicas como um todo, você percebe o cuidado com os arranjos e de como elas se estruturam de forma coesa e direta. Com partes mais complexas, mas sempre mantendo uma consistência impressionante.

Wagner Loureiro explica o conceito de “GIZA”:

“Eu explorei esse tema já pensando em um vídeo desde o início do processo de composição da música. Meses depois, eu consegui fazer daquela ideia uma peça interessante”

Mais informações:
Instagram: https://www.instagram.com/corson_king/
Facebook: https://www.facebook.com/corsonkingband

A banda emergente mais popular da Hungria, THE HELLFREAKS, lança “Pitch Black Sunset” via Napalm Records!

Acenando a bandeira para uma nova geração de metal, alternativo e punk, THE HELLFREAKS tem o prazer de anunciar o próximo lançamento de seu novo álbum feroz, Pitch Black Sunset, com lançamento previsto para 14 de abril de 2023 via Napalm Records. Fundada em 2009, a mais empolgante novata da Hungria emergiu com uma discografia maravilhosa e seu grande sucesso psicobilly-punk, “Boogie Man“, que acumulou milhões e milhões de visualizações no YouTube.

A cortina finalmente caiu novamente quando a banda florescente apresentou seu primeiro single viciante e pesado com infusão de rock, “Hit Me Where It Hurts“. Saltando direto para o fosso, o quarteto mistura batidas metálicas com um som que ecoa os visionários do gênero Muse, acentuado por guitarras eletrificadas e ataques vocais punk roucos da cantora Shakey Sue. Representando a atmosfera implacável da música, os músicos húngaros amarram suas botas para celebrar uma noite sem fim em seu videoclipe oficial.

THE HELLFREAKS declaram sobre “Hit Me Where It Hurts”:
“‘Hit Me Where It Hurts‘ é sobre esperança e desespero. A esperança é capaz de mover montanhas. Mas e se o sonho desejado ainda for um sonho? Então a esperança se torna prisão. Inebriados por um desejo que nunca se realiza, chegamos a um beco sem saída, onde o cérebro vê claramente a saída, mas o coração não nos permite dar os passos necessários. Tudo o que resta é sofrimento.

Esta canção é uma invocação ao soco metafórico para eliminar a última falsa esperança, a verdadeira culpada de tal situação”.

Com quase uma década de existência, THE HELLFREAKS abraça a influência do metal moderno, alternativo, pós-hardcore e punk para formar seu som incomparável. Apresentando-se em quase todos os países europeus e ganhando mais reconhecimento através de sua turnê nos Estados Unidos em 2015, a experiente banda de Budapeste prova com seu quinto álbum, Pitch Black Sunset, que eles estão mais do que prontos para começar seu próximo capítulo!

Iniciando os gritos característicos do vocalista Shakey Sue, “Old Tomorrows” aumenta o pulso com punk acelerado misturado com batidas de metal groovy. Seguido pela faixa inquieta “Chaos“, linhas barulhentas de thrash encontram metal com infusão de pop-punk antes de fechar com um solo digno de Tom MorelloTHE HELLFREAKS permanecem fiéis a si mesmos, mas nunca são estagnados ou pretensiosos, já que faixas como “Weeping Willow” são alimentadas por versões de metal mais modernas e interlúdios eletrônicos. Com seus vocais frágeis e limpos e sons misteriosos de cordas de guitarra, a atmosfera da música muda antes de tomar uma virada inesperada em um hino central contundente. “Body Bag” oferece um contraste completo, emergindo como uma mensagem em uma garrafa com sua vibração direta e direta do skate punk dos anos 2000 que os fãs do gênero sempre desejaram. THE HELLFREAKS mostra a experiência musical individual de seus membros enquanto riffs robustos se fundem com batidas fortes e gritos altamente agressivos, enquanto linhas vocais agridoces imploram por uma música alegre.

THE HELLFREAKS declaram sobre “Pitch Black Sunset”:
“Desde o nosso último álbum, o mundo ao nosso redor se tornou muito mais sombrio do que esperávamos. Covid, guerra, inflação. Razões suficientes para a introspecção para saber se ainda resta alguma luz em nós. Uma excursão entre o melhor e o pior de nós.

Pitch Black Sunset é sobre como esses opostos interferem uns com os outros: o passado e o futuro, a paz e o caos, o leste e o oeste, a vida e a morte. Este álbum convida você a um passeio de carro direto pelo desfiladeiro entre esses opostos. Termina em um acidente de carro? As vezes. Mas encontramos beleza nisso.”

Pitch Black Sunset Tracklisting:

  1. Sunrise
  2. Old Tomorrows
  3. Hit Me Where It Hurts
  4. Chaos
  5. Weeping Willow
  6. Body Bag
  7. Rootless Soul Riot
  8. PBSS
  9. Sunset

Pitch Black Sunset estará disponível nos seguintes formatos:
1CD Jewelcase
1LP Gatefold Sun Yellow Transparent
Digital Album
Camisa “Hit Me Where It Hurts”

Fique ligado, mais novidades serão anunciadas em breve!

THE HELLFREAKS:
Zsuzsa “Shakey Sue” Radnóti – Vocalista
József Takács – Guitarrista
Gabi Domján – Baixista
Béla Budai – Baterista

NervoChaos lança clipe em animação de “Torn Apart”, single de seu próximo álbum, “Chthonic Wrath”

É tempo de um novo single do Nervochaos: “Torn Apart”. A música é extraída de “Chthonic Wrath”, o próximo álbum de estúdio da instituição do death metal brasileiro. “A música retrata um jogo de sedução entre um homem e uma mulher”, revela o baterista e fundador Edu Lane. “A mulher seduz o homem para lhe possuir e junto com as criaturas da noite o devora. Totalmente dominado, e à beira da morte, ele delira em voos espirais e sucumbe. Essa música é rápida e agressiva, numa mescla de death e thrash metal, com pitadas de black metal”, explicou.

Assista “Torn Apart”:

Julho de 2021. A pandemia ainda castigava todo o globo terrestre e particularmente o Brasil, onde, nesse mês, as mortes excediam os 30 milhões. Os titãs do death metal local NervoChaos estavam em casa há muito tempo. Habituada a estar em turnê durante a maior parte do ano e não tendo essa possibilidade devido às restrições impostas pela Covid-19, a banda tinha um novo álbum inteiramente composto e pronto para gravar mesmo antes do disco anterior, All Colors of Darkness”, chegar às prateleiras das lojas. Não sendo uma banda que fica à espera do timing ideal da indústria musical ou que fique parada muito tempo, os músicos entraram no Abracadaver Studio com os produtores Assasi Adassi e Adriado Daga (Angra, Almah, Torture Squad, etc) e gravaram aquele que seria o seu álbum seguinte de inéditas. Nascia Chthonic Wrath.

Apenas dois meses depois, o produtor norte-americano Brendan Duffey, que trabalhou anteriormente com nomes como Nervosa, Angra e André Matos – para mencionar apenas alguns –, recebeu as 14 faixas para mixar e masterizar, e ficou genuinamente impressionado. O que o NervoChaos tinha feito em Chthonic Wrath era death metal na essência mais pura, com toda a brutalidade e glória técnica inerente, mas com vislumbres de uma energia e peso totalmente renovados. Como podia um grupo celebrar o seu 26º aniversário de carreira estar tão motivado, apaixonado pelo death metal e “esfomeado” por riffs que soavam tão vis, por padrões rítmicos tão intrincados e ataques vocais tão violentos que faziam o ouvinte estremecer? A coroar tudo, as sutis nuances melódicas e o soberbo interlúdio acústico (que, bem a propósito, se intitula Tomb Mold), gravado pelo investigador de música tradicional brasileira, o convidado Ricardo Vignini. O NervoChaos é uma banda experiente, com milhares de horas acumuladas em estrada e palcos, alguns podem até chamá-los de “velhos”, mas não estão nem perto da decadência no seu papel central do death metal brasileiro – e da América do Sul em geral. O grupo continua a disparar com todos os tambores quando o que está em causa é música extrema, furiosa e sem merdas.

O coletivo de São Paulo ganhou status de cult devido a uma invulgar capacidade de trabalho demonstrada ao longo dos últimos 26 anos, criando uma extravagante mistura sónica que lhes é propícia. Contam neste momento com uma dezena de álbuns de inéditas lançados, sendo o mais recente o mencionado All Colors of Darkness – o primeiro lançado através da Emanzipation Productions – de 2022. O NervoChaos está em constantes turnês pelo mundo para promover os seus lançamentos, tocando cerca de uma centena de shows por ano, entre pequenos clubes, festivais e tudo o que está entre uma coisa e outra.

O álbum Chthonic Wrath vai ser lançado em CD e edição digital pela Emanzpation Productions no dia 31 de março de 2023 – no Brasil será lançado pelos selos Voice Music e Tumba Records.

Digital single:
https://orcd.co/nervo-torn

Webshop:
https://bit.ly/nervo-target

A formação da banda traz Brian Stone (vocais), Luiz ‘Quinho’ Parisi (guitarra), Woesley Johann (guitarra), Pedro Lemes (baixo) e Edu Lane (bateria).

www.nervochaos.net
www.emanzipation.dk
www.ehrlund.se
www.lpmetalpress.com.br
www.tumbaproductions.com.br

Orquestra Petrobras Sinfônica apresenta concerto Black Album Sinfônico, com músicas do Metallica, na Vibra São Paulo, em 2 de fevereiro

Crédito da foto: Daniel Ebendinger

Sob a regência do maestro Felipe Prazeres e arranjos do baixista Ricardo Cândido, o concerto traz versões sinfônicas do disco de maior sucesso da banda norte-americana. Ingressos já estão disponíveis na plataforma Uhuu.com

Sucessos do Metallica, como “The Unforgiven”, “Enter Sandman” e “Nothing else Matters”, chegam a São Paulo com violinos e violoncelos elétricos no lugar das guitarras de James Hetfield e Kirk Hammett. No dia 2 de fevereiro, às 21h, a Orquestra Petrobras Sinfônica sobe ao palco da Vibra São Paulo para apresentar o concerto Black Album Sinfônico, com versões sinfônicas das músicas do disco de maior sucesso da banda norte-americana Metallica.

O público pode esperar um surpreendente ‘showcerto’ sob a regência do maestro Felipe Prazeres e arranjos do baixista Ricardo Cândido. No setlist, as músicas “The Ecstasy of Gold”, “Sad But True, “Holier Than Thou”, “Wherever I May Roam”, “Don’t Tread On Me”, “Through the Never”, “Of Wolf and Man”, “The God That Failed”, “My Friend of Misery”, “The Struggle Within” e o bis “Master of Puppets”.

SERVIÇO

ORQUESTRA PETROBRAS SINFÔNICA

Data: 2 de fevereiro de 2023 (quinta-feira)

Local: Vibra São Paulo – Av. das Nações Unidas, 17955 – Vila Almeida

Horário: 21h

Classificação: 18 anos

Valor: a partir de R$ 50 

Classificação: 18 anos

Duração: 70 min.

Venda de ingressos online: https://uhuu.com/

Venda física (sem taxa de conveniência): Vibra São Paulo – Av. das Nações Unidas, 17955 – Vila Almeida

Venda física (sem taxa de conveniência): Vibra São Paulo – Av. das Nações Unidas, 17955 – Vila Almeida, São Paulo – SP, 04795-100

Horário de funcionamento – Segunda à Sexta 12h às 15h e das 16h às 19h – Sábado / Domingo e Feriado – FECHADO salvo em dias de show com horário das 14h até o horário do show.

Deep Hatred: Acompanhe a agenda de lives, entrevistas e shows

A banda DEEP HATRED está iniciando 2023 com uma série de lives e entrevistas nos meses de janeiro e fevereiro, promovendo o EP “Virus Hominum”, o vídeo clipe de “Minotauro” e os planos futuros. Débora Selv Lopes (vocal), Alexandre Costa e Rogers Rocha (guitarras), William Vieira (baixo) e Lucas Mano (bateria) darão início à agenda no próximo domingo, 15/01, quando participarão de uma live no Instagram do programa Portaria do Rock, comandado por Rogério Salvador. O bate-papo terá início às 19:30h.

Já no dia seguinte, 16/01, será a vez de participar de uma entrevista conjunta entre os canais Heavy Metal OnlineMetal no Papel e EM Music Management, com transmissão simultânea nas redes destes veículos, às 21h. E por fim, o DEEP HATRED fará parte de mais uma rodada de lives com o Café com Metal, promovida pela Wargods Press com o intuito de fortalecer os contatos e parcerias entre as bandas da assessoria. A primeira live será realizada no dia 15/02 em conjunto com a banda Evilrise, e no dia 22/02 com os gaúchos do Ad Ominous.

Além da agenda virtual, o grupo também se apresentará no festival Hardcore Thrash 11, em São Luís/MA, no dia 21/01 às 17h, com ingressos custando R$ 20,00. Tocaram também as bandas Cranium Crushing, Quebrada Violenta, Restriction e Serial Killer, no JMB Studio, localizado naR. 1400, próximo ao Fest Lanche, no bairro Cohatrac.

Confira mais detalhes sobre as lives:

Programa Portaria do Rock:
Data: 15/01
Horário: 19:30h
Onde assistir: https://www.instagram.com/portariadorockoficial

Canal Heavy Metal Online
Data: 16/01
Horário: 21h
Onde assistir: https://www.youtube.com/heavymetalonline

Café com Metal com Evilrise:
Data: 15/02
Horário: 20h
Onde assistir: https://www.instagram.com/deephatred

Café com Metal com Ad Ominous:
Data: 22/02
Horário: 20h
Onde assistir: https://www.instagram.com/ad_ominousband

“Virus Hominum”, produzido por Ruan Cruz em parceria com a banda, que realizou o trabalho de gravação, mixagem e masterização no KM4 Studio, teve seu relançamento realizado em formato físico pelos selos Anaites Records e Metal Island. A arte da capa foi criada por Lucas MalheirosEmerson Maia e Débora Selv Lopes, e contou ainda com a colaboração de Nilberto Borges (Metal Island) e Hioderman Zartan (8Dim Artes & amp; Design/Anaites Records) no processo de confecção do encarte e arte final. Para 2023 a banda planeja a realização de diversos shows, dando seguimento na divulgação do EP e já trabalha com a possibilidade de lançar um novo single e outro vídeo clipe. Para contratar a banda para shows, basta entrar em contato através das redes sociais do grupo ou pelo e-mail wargodspress@gmail.com.

Assista ao vídeo de “Minotauro” no YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=pYXCbtCz-1I

Ouça o EP “Virus Hominum” no Spotify:

Créditos da foto: John Cruz e Jhenny Belfort

Contatos:
Bandcamp: https://deephatred.bandcamp.com/releases
Facebook: https://www.facebook.com/deephatredband
Instagram: https://www.instagram.com/deephatredband
YouTube: https://www.youtube.com/@deephatredband
Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

Overdose Nuclear: Novo single “Devorar e Destruir” é lançado nas plataformas digitais

Acaba de ser lançado em todas as plataformas digitais o single “Devorar e Destruir”, da banda OVERDOSE NUCLEAR, o terceiro registro do álbum “Metal do Mangue” a ser liberado. Com previsão de lançamento para ainda este primeiro semestre, o segundo álbum destes obstinados headbangers de Ubatuba/SP será lançado nos formatos físico e digital. Formado por Julio Candinho (vocal), Marcus Goulart (guitarra), Gustavo Albado (baixo) e Rodrigo Kusayama (bateria), o OVERDOSE NUCLEAR apresenta neste novo single uma sonoridade ainda mais ríspida e agressiva, um dos pontos chave deste álbum. Sobre este novo single, a banda comenta: “Desde nossa primeira demo, “Os Urros Que Vem Da Rua”, de 2015, buscamos inserir elementos que visam construir uma sonoridade própria para a banda, e com “Devorar e Destruir” temos mais um exemplo desta constante busca, que será refletida no contexto geral do álbum”.

Além disso, os últimos anos parecem ter forjado um laboratório de influências para a temática do grupo: pandemia, guerras, política (sobretudo a brasileira), mídias sociais, fake News, etc. Sobre este lado lírico, o vocalista Julio Candinho explica como se encaixa em suas letras: “Parece que nos últimos três anos temos sido bombardeados com os mais loucos problemas. A pandemia que ainda não acabou, a guerra da Rússia e Ucrânia que afeta o mundo inteiro, e claro, o desgoverno do ex-presidente. Tudo isso, jogado num caldeirão, resultou num monstro que é o “Metal do Mangue”, cujas letras trazem um pouco de cada um destes temas, tão típicos para uma banda de Thrash Metal e que nunca tem fim. A (des)humanidade não dá trégua”.

Todo o trabalho de pré-produção de “Metal do Mangue” foi realizado pelo guitarrista Marcus Goulart, e a gravação, captação, mixagem e masterização levam a assinatura de Hugo Silva, do estúdio Family Mob, enquanto as capas dos singles e do álbum são criações do artista gráfico Marcelo Dod. Formado em 2012, o OVERDOSE NUCLEAR lançou a demo “Os Urros Que Vem Da Rua”em 2015 e o debut “Overdose Nuclear” em 2019, seguido dos singles “Poluição Nefasta” e “Messias Genocida”, ambos de 2022. No decorrer destes mais de 10 anos de estrada, o grupo já lançou diversos vídeo clipes e lyric vídeos, além de ter criado seu próprio festival, “Inverno Nuclear”.

Ouça “Devorar e Destruir” no Spotify:

Créditos da foto: Divulgação

Contatos:
Site oficial: www.overdosenuclear.com.br
Facebook: www.facebook.com/OverdoseNuclear
Instagram: www.instagram.com/overdosenuclear
YouTube: https://www.youtube.com/OverdoseNuclearTV
E-mail: contato@overdosenuclear.com
Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

Shaman: nota oficial sobre encerramento das atividades

Após mais de 20 anos de SHAMAN, nós tomamos a decisão de encerrar as atividades da banda. Cada um sentiu que era a hora de dar oportunidade para coisas novas. No mais, nós só queremos agradecer todo carinho e amor de cada pessoa espalhada pelo mundo.

A banda vai cumprir as datas que já tinham na agenda para após entrar em um hiato indeterminado. Caso queira saber o posicionamento de cada músico, basta conferir nas redes sociais de cada um deles.

Alírio Netto @alirio_netto
Hugo Mariutti @hugomariutti
Luis Mariutti @luismariuttioficial
Ricardo Confessori @ricardoconfessori
Fabio Ribeiro @fabioribeirokb

Ouça nossa música e assista nossos vídeos, a história que essa banda construiu jamais irá acabar.

Shaman nas rede sociais:
https://shamanband.com/
https://www.instagram.com/shamanbandofficial/
https://www.facebook.com/shamanbandofficial

Atemiz: “Embarque” será o primeiro vídeo clipe de seu novo álbum

A Atemiz se prepara para lançar o vídeo de “Embarque”, nesse domingo. A música que fará parte do disco “Tipo GPS”— primeiro da banda desde 2018, e com lançamento programado para fevereiro.

A banda que existe desde 2010, revisita suas origens pop punk na faixa, que possui um clima das bandas MTV dos anos 2000. Os fundadores Guto Gaelzer e Nick Motta, juntamente com Gui Wildner que entrou em 2011, vão lançar o 4° disco da carreira.

Segundo o guitarrista Guto Gaelzer, a proposta da vídeo é a seguinte: “Embarque” traz o famigerado e maduro ponto de vista – e de vida – em que, às vezes, ir embora é a melhor opção. A música composta por Nick Motta, fala sobre embarcar para a vida, para realizar sonhos, encarar a vida adulta e perseguir o sonho que está se privando por conta dos outros”.

A produção musical ficou por conta de Gui Wildner e Henrique Lopez.

O vídeo estará disponível no canal da banda no YouTube à meia noite de domingo, dia 15 de janeiro.
http://YouTube.com/Atemiz

Ficha técnica:
Direção: Guto Gaelzer
Montagem e Edição: Danniel Nardaci
Imagens da Banda: Rika Silveira
Assistente: Nicollas Moura
Imagens adicionais: Rafa Keunecke
Produção Executiva: Guto Gaelzer

Músicos adicionais:
Roger Decke (participação no vídeo)
Gaba Wozniak (gravação de estúdio).

Saiba mais sobre a Atemiz:
https://linktr.ee/atemiz

Especial com os Melhores de 2022 na edição desta sexta-feira do “Roadie Crew – Online Festival”

A curadoria do festival online selecionou os 24 melhores vídeos exibidos nas edições de 2022

A revista Roadie Crew, em parceria com a produtora Som do Darma, apresentam nesta sexta-feira, dia 13 de Janeiro, às 19h30, a 34ª edição do “Roadie Crew – Online Festival”.

O evento online, realizado mensalmente, dá continuidade à sua missão de celebrar e promover o trabalho das bandas brasileiras e fortalecer a cena do heavy metal nacional, sempre com estreia e transmissão “Streaming-Live” exclusiva pelo canal oficial da Roadie Crew no Youtube – www.youtube.com/roadiecrewmagtv

Vencedor da categoria “Melhor Evento” do Prêmio Dynamite 2021, o “Roadie Crew – Online Festival” tornou-se a principal referência na fruição da cena brasileira de heavy metal que é, quantitativa e qualitativamente, uma das mais relevantes do mundo. Até aqui, mais de 500 bandas já passaram pelo festival online!

Essa edição de Janeiro, a primeira de 2023, traz um especial com os Melhores de 2022. A curadoria do festival online selecionou os 24 melhores vídeos/bandas entre os 192 exibidos ao longo das 12 edições de 2022 e compilou-os para esse especial. São elas: The Giant Void – “Beltalowda”, Warshipper – “Morphine”, Brave – “Fight”, Deathgeist – “Living Dead Melody”, Gestos Grosseiros – “Blind Lamb”, VersOver – “Bob And Jack”, Funeral Sex – “Genesis”, Inventtor – “Traído pela Intuição”, Losna – “Constellation Drama”, Dark Witch – “Invencível”, Heretic – “Hybrid Fear”, Muqueta na Oreia – “Vingança”, Midgard – “Crying At The Party”, Goaten – “Hunting The Damned”, Mothercow – “Unstoppable”, Terrorsphere – “Lunatic Devotion”, Cras – “Valleys Of Concrete”, Rider – “False Messiah”, Dysnomia – “Necropolítica”, Santo Graal – “Sunshine II”, Lifeforce – “Knights Of Apocalypse”, Devorah – “Devil’s Business”, The Roadrunners – “This Desert Feels Like Home” e Godhound – “Deathmask Trucker”.

A apresentação do festival fica por conta de Eliton Tomasi da Som do Darma.

Acesse www.youtube.com/roadiecrewmagtv e se inscreva em nosso canal. Ative o sininho para receber todas as atualizações.

Serviço:
“Roadie Crew – Online Festival” – 34ª Edição | Especial Melhores de 2022
Data: 13 de Janeiro de 2023
Horário: 19h30
Local: Canal da Roadie Crew no Youtube – www.youtube.com/roadiecrewmagtv
Bandas: The Giant Void, Warshipper, Brave, Deathgeist, Gestos Grosseiros, VersOver, Funeral Sex, Inventtor, Losna, Dark Witch, Heretic, Muqueta na Oreia, Midgard, Goaten, Mothercow, Terrorsphere, Cras, Rider, Dysnomia, Santo Graal, Lifeforce, Devorah, The Roadrunners e Godhound.

Mais Informações:
www.roadiecrew.com.br
www.somdodarma.com.br
https://fb.me/e/2g97cnHy1  (Evento Facebook)

Nervosa: Banda feminina anuncia segunda guitarrista na formação

Helena Kotina é anunciada como a nova guitarrista da Nervosa. No início a banda era formada por duas guitarristas, mas após a saída de Karen Ramos elas decidiram permanecer como um trio por questões de logística. Isso ajudou a banda a fazer turnês de baixo custo por muitos anos.

Após a mudança completa da formação em 2020, Prika pensou em adicionar uma segunda guitarrista, mas decidiu fazê-lo mais tarde, pois havia muitas integrantes novas na banda para administrar sozinha, e a formação já havia passado de 3 integrantes para 4, aumentando os custos de turnê da banda em geral, então a adição de uma segunda guitarrista teve que ser adiada.

Poucos meses após o lançamento de “Perpetual Chaos”, em março de 2021, Prika chamou Helena para se juntar a Nervosa, e desde então começaram a compor um novo álbum juntas.

No final de 2022, Mia não pôde fazer a turnê pela América Latina, então Prika pensou em chamar Helena para tocar baixo e ter a primeira experiência em turnê com a Nervosa.

Helena Kotina é uma jovem guitarrista nascida e criada na Grécia. Começou a tocar violão aos 14 anos, sendo suas principais influências bandas como Scorpions, Rainbow, Deep Purple. Sua carreira profissional começou lançando o primeiro EP da banda grega Daffodil chamado ‘A Hope for Things That Never Come’. No verão de 2022 ela lançou seu primeiro trabalho solo chamado ‘One of Those Days’ e mais tarde ela excursionou com Nervosa como baixista em sua turnê pela América Latina. Também no final do ano, Helena tocou ao lado de Paul Di’Anno e Gus G em sua turnê grega.

A Nervosa está finalizando as composições do disco novo e muito em breve entrará em estúdio para gravar o 5º álbum da carreira da banda.

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Angra anuncia datas da turnê latino-americana em 2023

O Angra anunciou hoje em suas redes sociais as datas da vindoura turnê latino-americana que acontecerá em 2023.

O giro intitulado “The Best of 30 Years” celebrará toda a trajetória do grupo tocando seus maiores hits durante esses 30 anos, com um setlist totalmente renovado e deve passar por várias cidades da América Latina, iniciando no dia 23 de fevereiro.

Sobre a turnê o guitarrista fundador da banda, Rafael Bittencourt diz:

Estou muito feliz em realizar essa turnê juntamente com meus amigos Fabio Lione, Felipe Andreoli, Marcelo Barbosa e Bruno Valverde. Será muito emblemático retornar e revisitar sucessos de nossa trajetória com a “The Best of 30 Years“, afirma.

O empresário Paulo Baron, que gerencia a carreira do quinteto adianta:

O ano de 2023 vem para o Angra com muitas novidades.
Primeiro anunciando pela primeira vez o “Angra Fest” que é itinerante e passará por vários lugares, além dos shows na América Latina. E no mês de setembro o novo álbum, que foi gravado por Dennis Ward deve ser lançado.
Também neste mesmo ano estaremos gravando o primeiro acústico do Angra.

Eu planejei um projeto de três anos para banda que ainda inclui a turnê comemorativa de 30 anos, turnê de lançamento do álbum e também a turnê acústica com o lançamento desses dois produtos“, conclui.

Acompanhe o Angra:
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YouTube: https://youtube.com/c/AngraNetOfficial

City And Colour lança vídeo para “Meant To Be”

MÚSICA EMOCIONALMENTE CARREGADA EM HOMENAGEM A UM MELHOR AMIGO QUE SE FOI TRAGICAMENTE

City and Colour – aclamado cantor, compositor e intérprete Dallas Green – lançou um vídeo para a faixa emocionalmente poderosa Meant To Be“, a primeira música nova de City and Color desde o aclamado álbum de 2019 A Pill For Loneliness. Dirigido por Michael Maxxis, o vídeo cinematográfico foi filmado em um terminal de aeroporto abandonado em Detroit e captura a essência da música, escrita enquanto Green processava a dolorosa e transformadora perda de seu melhor amigo e produtor de longa data Karl Bareham.

“Dallas me enviou o álbum e, quando comecei a ouvir, senti como se ele estivesse ali na sala comigo”, descreve Maxxis. “Ele atua com uma vulnerabilidade que eu nunca ouvi dele antes, e o efeito foi uma profunda experiência emocional semelhante a algo que você sentiria se alguém estivesse realmente se abrindo para você ou experimentando emoções intensas pessoalmente. As paredes de Dallas caíram neste álbum, e eu queria capturar isso no filme. Para o vídeo ‘Meant to Be’, eu queria capturá-lo sem proteção e sem verniz, e senti que a melhor maneira de fazer isso era com um vídeo de performance lindamente filmado e elaborado.

“Michael sempre tem coisas perspicazes a dizer quando descreve o que ‘vê’ quando ouve minha música”, explica Green. “Eu sabia que tinha feito um álbum emocionante, mas a maneira como ele descreveu sua reação inicial e visceral ao ouvi-lo foi tão comovente… saber que algo tão emocionalmente conectado a mim provocou esse tipo de resposta emocional em alguém. Ficou imediatamente claro que ele conseguiu o que eu queria.

Sobre a filmagem do vídeo e seu relacionamento de longa data com a Maxxis, Green diz: “Trabalho com Michael desde que ele dirigiu ‘The Northern’, de Alexisonfire, em 2009. Ele facilita as coisas, sabe como gosto de trabalhar e confio no processo dele. Ele reuniu a equipe mais maravilhosa em um prazo apertado, que se uniu para realizar muitas coisas no último minuto para que tudo funcionasse.”

A música impressionantemente melódica começa com os vocais comoventes de Green lentamente crescendo no refrão apaixonado questionando o destino após um evento trágico. Em setembro de 2019, enquanto a banda estava em uma pausa durante uma turnê australiana, Green recebeu a notícia de que Bareham havia se afogado na Gold Coast do país. Embora ainda emocionalmente perturbado, Green foi solicitado a identificar seu amigo no necrotério, uma experiência assustadora que ele ainda carrega consigo. Como ele diz: “Aquele foi o momento mais difícil que tive em toda a minha vida. Isso me mudou para sempre.

Escrever “Meant To Be” acabou sendo uma experiência pura e catártica muito necessária para Green. A música é uma homenagem linda, comovente e ardente que ressoa profundamente. Ouça “Meant To Be” AQUI.

Créditos: Vanessa Heins

Sobre City and Colour

Ao longo de seis álbuns de estúdio, Dallas Green compilou um repertório maduro com canções nascidas da adoração e devoção, reunindo uma legião de fãs em todo o mundo e reunindo 3 JUNOs, incluindo dois prêmios Songwriter of the Year, além de certificados Triplo Platina (1), Duplo Platina (2), Platina (1), e Ouro (1), em casa, no Canadá. Além destas conquistas, Green recebeu a certificação Platina para todos os quatro álbuns completos do Alexisonfire.

O último álbum de estúdio do City and Colour, A Pill For Loneliness – lançado por Green na Still Records, uma marca da Dine Alone Records – estreou em #1 naBillboard Canadian Albums Chart, seu 4º álbum consecutivo no Canadá. Seu LP anterior #1 If I Should Go Before You fez sucesso internacional estreando em #16 no U.S. Billboard 200 Chart e #5 na Austrália onde o LP Little Hell de Green foi certificado GOLD. Em 2014, Green colaborou com a superestrela internacional Alecia Moore (aka P!nk) em um novo projeto intitulado You+Me. O aclamado primeiro disco com certificado Platina estreou em#4 no Top 200 Chart dos EUA, #1 no Canadá, #2 na Austrália, culminando em apresentações memoráveis noThe Ellen Show e Jimmy Kimmel Live.

Green foi pessoalmente convidado por Alice in Chains para se apresentar ao lado de Metallica, Korn, membros do Soundgarden, Jane’s Addiction, Nirvana e outros artistas lendários quando o quarteto de Seattle foi homenageado como ganhador do Prêmio Fundador 2020 do Museu da Cultura Pop (MoPop). Em 2022, Green foi homenageado com o Prêmio SOCAN National Achievement no Prêmio JUNO em reconhecimento a suas contribuições filantrópicas para a educação musical no Canadá.

City and Colour:
Website | Twitter | Facebook | Instagram |Still Records | Dine Alone

Adellaide abre 2023 com novo e grandioso videoclipe!

Banda paulista de AOR/Hard Rock/Melodic Rock contemporâneo lança um dos mais grandiosos videoclipes da carreira, apostando na maturidade e nos arrependimentos amorosos do passado.

Abrindo as portas para 2023, a banda paulistana ADELLAIDE, que executa um híbrido contemporâneo de Hard RockAOR e Melodic Rock e com fortes inspirações e referências de bandas como, por exemplo, Journey, Survivor, Kansas e Asia, disponibilizou seu novo e grandioso videoclipe “Fell From The Sky”, quarto single extraído de seu mais recente álbum de estúdio “Deja Vu”, lançado oficialmente no dia 29 de julho através da gravadora dinamarquesa Lions Pride Music.

Assista “Fell From The Sky” em https://youtu.be/aIOFB8lUU2g
Dirigido, gravado e produzido por Rafael Agostino
Agradecimentos especiais a Alexandre Romani

Todos os três primeiros singles de “Deja Vu”“Girl From Syria”“Falling Petals” e “Without You” continuam a alcançar números muito expressivos de visualizações, tendo “Girl From Syria” mais de 103 mil e “Without You” com mais de 29 mil visualizações, confirmando majestosamente a incrível qualidade do trabalho da ADELLAIDE. Agora, com “Fell From The Sky”, isso não será diferente, já que sua melodia, harmonia e história por trás da letra brincam de mãos dadas num jardim do bom gosto musical e competência em prender o ouvinte.

“Fell From The Sky” fala sobre arrependimentos pela perda de oportunidades no amor e de relacionamentos afetivos do passado devido à maturidade que o ser humano desenvolve com o tempo. As famosas vozes interiores brotam em pensamentos de sabedoria e, ao mesmo tempo, tristeza por perder a oportunidade de hoje estar vivendo um grande amor.

Para o videoclipe foram usados dois atores mirins representando o amor de uma infância, Roberto Albuquerque Brunhara — afilhado de Leandro Freitas (teclado) e mesmo ator que participou do videoclipe de “Learn To Live”, de 2017, e Mariana Rauber — aluna do vocalista Daniel Vargas, e também temos a participação da cantora Juliana Rossi, da banda Silent Cry, nos vocais principais junto a Daniel Vargas.

“Deja Vu” encontra-se disponível para audição nas principais plataformas digitais e também em formato CD físico importado, lançado pela Lions Pride Music, disponível para venda na loja Die Hard, na Galeria do Rock/SP ou através do site oficial da ADELLAIDE (www.adellaideband.com).

“Fell From The Sky” está presente no novo álbum “Deja Vu”, lançado através da gravadora dinamarquesa Lions Pride Music

Tracklist e participações especiais de “Deja Vu”

1- Transcendence
2- Superfanatic
3- Without You
4- Girl From Syria
5- Unia
6- It’s Not The End
7- Falling Petals
8- Fell From The Sky
9- Time Riders
10- To Live Forever
11- Without You (Single Edit) (Faixa Bônus)

Deraldo Matos – Saxophone
Marina Ammouri – Backing Vocals na faixa 2
Gigolette Angeline – Backing Vocals nas faixas 2, 3, 4, 9 e 11
Marcelo Naudi – Backing Vocals na faixa 6
Tito Falaschi – Backing Vocals na faixa 8
Juliana Rossi – Vocal principal na faixa 8
Rod Marenna – Backing Vocals na faixa 10
Eddie Vantez – Backing Vocals nas faixas 9 e 10

Coordenação do álbum por Chris Siloma
Produção, engenharia, mixagem e masterização por Ed Omar Carabantes
Coprodução por Chris Siloma
Produção Executiva por Carsten Nielsen
Arte de Capa Frontal e Layout por Joey Polycarpo
Edição de Layout por Chris Siloma

Todas as faixas escritas, compostas e arranjadas por Adellaide.
Confira um teaser de todas faixas de “Deja Vu” em https://youtu.be/aCIK8RSsbzc

“Fell From The Sky” foi o último lançamento a contar com o baixista Marcelo Naudi, que devido a problemas pessoais cedeu lugar a Ricardo Masumoto, que toca também num projeto com Leandro Freitas (teclado) e Vitor Balconi (guitarra), e de agora em diante é dono das quatro cordas da ADELLAIDE.

“O Ricardo era originalmente guitarrista, mas na pandemia resolveu estudar o contrabaixo e está tocando muito bem. Foi ele quem substituiu Marcelo Naudi no show de lançamento de “Deja Vu” em São Paulo no mês de novembro. O mais interessante é que o próprio Marcelo sugeriu Ricardo para o posto e após esse show a banda gostou muito de seu trabalho”, comentou Daniel Vargas. Marcelo Naudi, que ainda aparece no videoclipe de “Fell From The Sky”, continuará sempre ‘agregado’ e amigo de todos na ADELLAIDE, já que chegou a compor excelentes músicas para “Deja Vu”.

“Estou indo para a reserva por motivos particulares, e quem assume o time principal é o Ricardo, que está fazendo um exímio trabalho no instrumento e desejo tudo de melhor tanto para ele como para a banda”, finaliza o já ex-baixista Marcelo Naudi.

Formação:

Daniel Vargas – Vocal
Leandro Freitas – Teclado
Vitor Balconi – Guitarra
Ricardo Masumoto – Baixo
Allan Juliano – Bateria

Mídias Sociais:

Website: www.adellaideband.com
Facebook: www.facebook.com/adellaide.official
Twitter: twitter.com/adellaide_aor
Instagram: www.instagram.com/adellaideaor
Youtube: www.youtube.com/AdellaideMelodicRockAOR

Discografia:

“Adellaide”(EP/2016)
“Flying High” (Álbum/2017)
“New Horizons” (Álbum/2019)
“Deja Vu”(Álbum/2022)

The Town 2023: Organização anuncia “The Town – O Musical”, um espetáculo inédito que conta a história de um músico em busca de um sonho em São Paulo

Novo festival, dos mesmos criadores do Rock in Rio, homenageia à cidade que inspirou sua criação e lança mais uma produção “Originals”.

O espetáculo, que será realizado dentro de um domo de 50m de diâmetro, conta com 30 bailarinos e tem criação de Roberto Medina e direção de Zé Ricardo e Charles Möeller 

“São Paulo inspira The Town. The Town celebra São Paulo”. O novo e maior festival de música, cultura e arte de São Paulo segue os passos do seu irmão mais velho, o Rock in Rio, e anuncia “The Town – O Musical” ampliando a experiência do público no megaevento, que já nasce oferecendo conteúdos além da música. A produção inédita e concebida exclusivamente pelo time criativo de The Town — um “Originals” — tomará conta de um enorme Domo de 50 metros de diâmetro na Cidade da Música. Com criação de Roberto Medina, direção musical de Zé Ricardo, o festival dá vida a um novo espetáculo, que tem roteiro e direção artística de Charles Möeller. The Town realizará sua primeira edição no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, nos dias 2, 3, 7, 9 e 10 de setembro de 2023 e já conta com Iza e Criolo como atrações confirmadas, além de um momento mágico que entrará para a história do festival, com um espetáculo de luz, música, fogos de artifício e transmissão ao vivo nos telões.  

“The Town – O Musical”, será realizado dentro de um domo que será montado na nova Cidade da Música e possuirá 50m de diâmetro. O musical contará com 30 bailarinos. No espetáculo, o público vai ver de perto a história de um músico do interior de São Paulo que, ao ver na TV o anúncio de um novo festival, decide fazer as malas e embarcar em uma jornada pessoal, cultural e artística que o leva pelos diferentes bairros, ruas e cenários da capital, explorando cada recanto e cada ritmo que compõem a diversidade cultural paulistana. Nessa jornada, o personagem será confrontado com os desafios do processo criativo para a composição de uma canção e conhecerá várias pessoas que se tornarão importantes para alcançar seu objetivo. Movido pelo sonho e pela capacidade de concretização, o músico busca chegar ao palco do maior festival de música, arte e cultura de São Paulo: The Town.

“Assim como no Rock in Rio, The Town extrapolará as fronteiras da música, oferecendo diversas experiências imperdíveis para o público. Esperamos que os fãs que assistam ao musical se identifiquem de alguma forma com a história que estamos produzindo. Digo isto, pois São Paulo é esta gigante cidade catalisadora de sonhos, o lugar perfeito para torná-los realidade, e é essa história que vamos contar no espetáculo”, comenta Roberto Medina, criador e presidente do The Town e Rock in Rio. Roberto também ressalta a grande vontade de, cada vez mais, criar conteúdos proprietários: “Sempre fico empolgado em criar projetos que nascem e ganham vida nos nossos festivais. Temos talentos criativos incríveis no nosso time de “Rock Creators”, como a organização denomina os criadores de conteúdos, que junto de nosso time de diretores artísticos, diretores criativos e curadores fazem a magia acontecer na Cidade do Rock e, agora, na Cidade da Música”, destaca mencionando a área. 

Zé Ricardo, que esteve ao lado de Roberto Medina, na criação do espetáculo Uirapuru, o primeiro Originals que esteve no Rock in Rio, garante que emoção não faltará em “The Town, O Musical”: “The Town vai além da música, e abraça a cultura e a arte para si. São Paulo é uma cidade que dita o comportamento das pessoas, que lança muitas tendências, e está sempre aberta para receber todos que passam por aqui. Ela é multicultural, vibrante e intensa e tudo é resultado de uma saudável mistura de diferentes culturas. É essa a essência que traremos nesse espetáculo, com uma produção gigante para este espetáculo, que entregará uma atração potente e emocionante para todos que estiverem presentes na Cidade da Música. Será algo inédito e totalmente inovador, especialmente se estivermos falando em produções de grandes festivais”, garante o diretor musical. 

Seguindo a parceria de sucesso do Uirapuru, musical que aconteceu na última edição do Rock in Rio, os organizadores de The Town convidaram Charles Möeller, um dos mais conceituados e festejados diretores teatrais da atualidade, para dirigir artisticamente e roteirizar o espetáculo. “Daqui até setembro teremos muitas novidades pra contar dessa viagem que faremos ao lado deste músico, que é o protagonista do espetáculo.O musical vai ser mágico e trará para o público algo que o ser humano precisa resgatar, que é a capacidade de transformar a vida, de fazer acontecer. Teremos bailarinos e atores que convidarão o público a embarcar nessa viagem que promete ser transformadora”, conta Charles, que finaliza: “Quem estiver na Cidade da Música nos dias 2, 3, 7, 9 ou 10 de setembro de 2023, e assistir ao musical, certamente não irá esquecer.” 

The Town já nasce gigante

Dos mesmos criadores do Rock in Rio, The Town estreia na grande metrópole no dia 2 de setembro de 2023, e segue durante os dias 3, 7, 9 e 10, no Autódromo de Interlagos, em uma área de 350 mil m2, que será totalmente renovada. O novo festival já se posiciona como um evento de grande relevância, não apenas para a capital paulista, como também para todo o Brasil e já soma mais de 215 mil seguidores em suas redes sociais, lançadas há poucos meses.  

A primeira edição do novo festival já ganhou duas músicas-tema, gravadas nas vozes de Iza e Criolo. A primeira, considerada o grande hino do evento, tem interpretação de Iza, com a participação do baterista da banda Sepultura, Eloy Casagrande, e de uma orquestra comandada pelo maestro Eduardo Souto Neto. Já a segunda, um trap em homenagem à arte e cultura da capital, foi gravada pelo rapper Criolo em uma colaboração inédita com a Iza e o diretor artístico Zé Ricardo. Ambos os cantores já estão confirmados no line-up do festival. 

Com previsão para receber cerca de 500 mil pessoas em mais de 235 horas de música, a Cidade da Música contará com cinco palcos, onde o público poderá imergir em novas e inesquecíveis experiências. Com cenografia inspirada em ícones da arquitetura paulistana e apresentando uma diversidade única de ritmo e união de tribos, The Town chega a São Paulo com apoio, força e empoderamento de gente grande. De acordo com uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas, está previsto um impacto econômico de R$1.7 bilhão, o maior já visto na capital, além de gerar mais de 19 mil empregos diretos.  

De olho no festival 

Faltando pouco mais de nove meses para a primeira edição, o evento já tem atraído a atenção de diversas marcas. The Town conta com patrocinadores e apoiadores de peso como Itaú, Americanas, Porto, Vivo, Riachuelo, KITKAT® e Seara – patrocinadores oficiais; a Rede, Red Bull, a Movida, a Estácio e a LATAM entram como apoiadores do evento; e os jornais Estado de São Paulo, O Globo e a Folha de São Paulo, a Eletromidia e FLIX como media partner.  

The Town tem, ainda, a Heineken como patrocinadora Master, bem como os parceiros de mídia e transmissão: TV Globo, Multishow e Globoplay, as rádios 89FMRede Mix com as rádios Mix FM 102.1, Rio de Janeiro e Mix FM 106.3, São Paulo. As marcas Itaú, Seara, Americanas e Vivo também estão fechadas como patrocinadoras para duas edições do The Town. 

Uma Cidade que não dorme: The Town oferece entretenimento para todos    

Inspirado nos prédios emblemáticos de São Paulo, o palco ‘Skyline’ é o maior palco do evento e é também onde receberá os maiores artistas do mundo, incluindo a tradicional queima de fogos de artifício sincronizada, na abertura e no encerramento. Com inspiração na arte urbana da selva de pedras, o palco ‘The One’ contará com conteúdo exclusivo do festival, através de encontros e apresentações produzidas sob medida. As bandas consagradas e novos artistas devem consolidar o tom de diversidade de ritmos em shows únicos e inesquecíveis.   

Desembarcando do Rio para São Paulo, o ‘New Dance Order’ será o palco dedicado à música de pista, passando pelos gêneros house, techno, trance, bass, trap, EDM e outros beats eletrônicos. The Town também contará com mais um espaço para lá de especial – a ‘São Paulo Square’, palco inspirado na região em que a Cidade foi fundada. Ali, se reunirão alguns dos seus principais ícones históricos, como a Catedral da Sé e a Estação da Luz, embalados ao ritmo de muito jazz e blues.  

A homenagem à capital não para por aí. O festival também traz para o público os antigos galpões das fábricas que ajudaram a elevar o nome de São Paulo. O palco ‘Factory’ trará o mood da cultura urbana e terá performances de street dance e shows de trap, hip hop e rap – que estão entre os gêneros mais consumidos da metrópole.  

Para completar, ao melhor estilo da cidade, The Town contará com o ‘Market Square’, espaço gastronômico que trará toda a diversidade da culinária paulista. Os cardápios serão criados exclusivamente para The Town e assinados por conceituados chefs, bares e restaurantes que mostrarão porque São Paulo é reconhecida como a capital gastronômica do país.  

The Town ainda contará com a ‘Área VIP’, espaço climatizado com buffet assinado por renomado chef e bar exclusivo. 

Sobre a Rock World  

A Rock World é a empresa criadora de experiências que nasceu do maior festival de música e entretenimento do mundo, o Rock in Rio. Com a missão de proporcionar experiências inesquecíveis através da música e do entretenimento, a marca tem como base de sua cultura corporativa a arte de sonhar, de fazer acontecer e inspirar as pessoas através da filosofia de construir um mundo melhor.   

Hoje, além do Rock in Rio, a Rock World expandiu sua área de atuação para outros projetos de produção de experiências que abrangem diferentes áreas. No Live Entertaiment, a marca possui o The Town, o novo e maior festival de música, cultura e arte de São Paulo, que acontecerá no Autódromo de Interlagos, em setembro de 2023. Na área de Conteúdo, o Rock in Rio Studios é o produto que reforça o DNA da companhia para a criação de conteúdos audiovisuais Originais e o posicionamento no mercado como uma marca ainda mais poderosa e potente de comunicação. Na área de projetos de Educação, o Humanorama e o Rock in Rio Academy buscam ativar a potência das pessoas para contribuir na construção de um mundo melhor. A empresa também possui a marca Game XP, dedicada a experiências físicas e digitais no universo de games e e-sports, incluindo o evento game XP, que reúne o mundo geek junto com a música; o Dance Off, que é a competição de dançarinos de periferias de todo o país; e a Grrrls League, que é a maior liga feminina de CS:GO do mundo. Ao ampliar sua atuação para tantos campos e diferentes negócios, a Rock World é hoje uma das maiores empresas de criação e produção de conteúdo proprietário de Live Experience no mundo. 

Aquiles Priester lança Blu-Ray duplo com todas as músicas do “Vera Cruz”

Baterista marca show de lançamento de “All The Secrets of Vera Cruz Drumming” para o Iglesia La Borratxeria, em São Paulo, no dia 8 de janeiro de 2023

O baterista Aquiles Priester (W.A.S.P., Edu Falaschi, Hangar) lança nos formatos físico e online o Blu-Ray duplo “All The Secrets of Vera Cruz Drumming” com todas as músicas do álbum “Vera Cruz”, de Edu Falaschi, além de algumas músicas extras que não estavam registradas em vídeo pelo baterista. São seis horas de material inédito e com uma aula definitiva sobre dois bumbos, idealizada por Aquiles Priester, considerado pela crítica como um dos melhores bateristas do gênero.

Se você quer adquirir o material físico de Aquiles Priester, o primeiro dia do lançamento acontecerá no Iglesia La Borratxeria, em São Paulo, no dia 8 de janeiro de 2023, onde o fã poderá comprar o Blu-Ray duplo e tirar uma foto com o baterista. Se você já quiser assistir o Blu-Ray, pode comprar no site da hotmart (links abaixo).

Na promoção de lançamento, você pode comprar o material fisico online com 30% de desconto no grupo vip de Aquiles Priester, apenas no link: https://www.aquilespriester.com/grupovip/

Links para o blu-ray onlinehttps://aquilespriester.com/veracruz-drumming/ e https://aquilespriester.com/unraveling/

Assista “Land Ahoy”https://youtu.be/4371PD1fPg0

Serviço:
Aquiles Priester no Iglesia La Borratxeria
Quando: 8 de janeiro de 2023
Onde: La Borratxeria – São Paulo/SP
Ingressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/aquilespriester

Siga o Aquiles Priester nas redes sociais:
Site Oficial: https://aquilespriester.com/
YouTube: https://www.youtube.com/user/Psychoctopuswebsite/
Instagram: https://www.instagram.com/aquilespriester/
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KNOTFEST DESEMBARCA EM SÃO PAULO COM SHOWS ARREBATADORES NO ANHEMBI

Por Thiago Tavares

No último dia 18 de Dezembro, o Sambódromo do Anhembi foi tomado por um público diferente do habitual, onde geralmente no mês de fevereiro é tomado pelos amantes e admiradores do samba e do carnaval. Desta vez, o espaço foi tomado literalmente pelos headbangers de todo o país, no qual o espaço sediou a edição brasileira do Knotfest – festival esse realizado pelos integrantes do Slipknot.

Além dos anfitriões da festa, o festival contou com as participações de grandes nomes do rock e do heavy metal nacional e internacional: Pantera, Judas Priest, Bring Me The Horizon, Mr. Bungle, Vended e Trivium. O cenário brasileiro foi representado pelas bandas Sepultura, Project46, Oitão, Jimmy & Rats e Black Pantera.

Um pouco da história do Knotfest

O festival surgiu em 2012 em Iowa, nos Estados Unidos. Devido a repercussão e o sucesso da primeira edição, o Slipknot resolveu espalhar o evento para o mundo, com edições em São Bernardino, Tóquio e Cidade do México.

Dentre as edições passadas já participaram bandas de peso como Deftones, Megadeth, Avenged Sevenfold, entre outras.

A experiência sob o contexto geral do festival

Já dentro do sambódromo, não há algo a reclamar acerca da organização do festival. Ao longo da passarela do samba, tomada pelos amantes do rock e do heavy metal não podiam reclamar da alimentação: uma variedade para atender todo mundo, com opções de food trucks e bares, caso a pessoa estivesse enjoada da cerveja. Cabe salientar e elogiar o trabalho de limpeza, onde a cada encerramento do show, prontamente entraram em ação para retirar dezenas e dezenas de copos espalhados pelo chão, tendo como destinação a reciclagem.

O ponto negativo a ser feito trata-se da organização para a entrada do público ao festival. Por mais que a data coincidisse com a final da Copa do Mundo entre Argentina e França, era perceptível que um percentual considerável da galera não quis perder por nada a partida, visto a disputa que rendeu até o apito final. Por mais que a organização colocou um telão à disposição das pessoas, muita gente entrou após a disputa de pênaltis. O resultado disso foi a falta de funcionários para agilizar o processo de conferência dos ingressos e a falta de organização da fila fora do sambódromo, onde havia uma fila para que todos pudessem entrar, atrasando assim a experiência da galera em curtir as primeiras atrações.

Knotfest Museum

O público também pode conferir uma atração secundária do festival. O Knotfest Museum, que sem dúvidas foi o local mais disputado, onde havia relatos de pessoas que passaram mais de uma hora na fila para adentrar ao espaço. A curiosidade falava mais alto e não era pra tanto.

O espaço contava com itens do Slipknot como macacões, máscaras, flyers publicitários, premiações como discos de platina, o Grammy que ganharam em 2005 como melhor performance em “Before I Forget”, o contrabaixo do falecido Paul Gray, entre outros itens.Havia também duas experiências interativas: a primeira era um acionador de explosivos que remete ao clipe “The Devil And I” e a possibilidade de tocar a guitarra de um dos integrantes enquanto ouve seu som através de fones de ouvido.

Sepultura

O Sepultura começou sua participação com aquela ignorância de sempre com “Isolation” do último álbum Quadra emendando com a clássica “Refuse/Resist” e com a também mais recente “Means to an End”

Foto: Knotfest/Divulgação

A banda apostou também, pela primeira vez ao vivo, em replicar faixas do projeto que lançaram durante a pandemia. Intitulado de “SepulQuarta” derivado de uma série de lives com participações especiais, o primeiro convidado a subir ao palco foi o guitarrista do Anthrax, Scott Ian. Executando “Cut-Throat” realizou sua apresentação de forma satisfatória, agradando o público presente.

Foto: Knotfest/Divulgação

O set seguiu com clássicos da banda como “Dead Embryonic Cells” “Agony of Defeat” e “Propaganda”. Continuando com as jams do “SepulQuarta”, Matt Heafy frontman do Trivium aparece no palco para tocar e cantar “Slave New World”, no qual aparentava estar lisonjeado em dividir o palco.

Foto: Knotfest/Divulgação

Em seguida, Phil Anselmo divide o palco para “cantar” “Arise”. Coloco o verbo cantar entre aspas pois foi o que menos ele fez, onde ele priorizou cochichar no ouvido do baterista Paulo Xisto e soltar alguns gritos no refrão. Chegando ao final da apresentação, não poderia faltar os clássicos “Ratamahatta” e “Roots Bloody Roots” do album “Roots”.

SETLIST SEPULTURA – KNOTFEST – 18 DE DEZEMBRO DE 2022

Isolation

Refuse/Resist

Means to an End

Cut-Throat (com Scott Ian)

Dead Embryonic Cells

Agony of Defeat

Slave New World (com Matt Heafy)

Arise (com Phil Anselmo)

Ratamahatta

Roots Bloody Roots


Mr. Bungle

Em primeira mão, o público brasileiro pode conferir o show do Mr. Bungle, banda essa que traz somente Mike Patton (Faith No More), o guitarrista Scott Ian (Anthrax) e o baterista Dave Lombardo (ex-Slayer) na formação. Além de faixas autorais “Bungle Grind”,“Raping Your Mind” e “Anarchy Up Your Anus”, o set iniciou com “Won’t Be My Neighbor”, cover do comediante americano Fred Rodgers.

Foto: Knotfest/Divulgação

Algo que era perceptível por parte do Mike era a aleatoriedade perante suas vestimentas. Uma hora ele estava com um sombreiro, outra hora estava com adornos de guias de Exu, um distintivo de polícia no pescoço e provocações pontuais a seleção francesa perante a derrota na final, mais em específico quando cantou “Glutton for Punishment”

Foto: Knotfest/Divulgação

Quem presenciou o show da banda pode ver um mix de comedy rock, porradaria e muito mosh pit com a junção inesperada de dois gigantes do trash metal.

Foto: Knotfest/Divulgação

SETLIST – MR BUNGLE – KNOTFEST – 18 DE DEZEMBRO DE 2022

Won’t You Be My Neighbor (cover de Fred Rogers)

Anarchy Up Your Anus

Raping Your Mind

Bungle Grind

Eracist

Spreading the Thighs of Death

Glutton for Punishment

Hell Awaits (Slayer) e Summer Breeze (cover de Seals & Crofts)

Hypocrites

Speak English or Die (cover de S.O.D.)

World Up My Ass (cover de Circle Jerks)

Sudden Death

Gracias a la vida (cover de Violeta Parra)

Territory (cover de Sepultura com Andreas Kisser e Derrick Green)

Pantera

O Pantera subiu ao palco pontualmente as 17h com Phil Anselmo comandando a participação perante ao festival. Na ocasião, o mesmo era o único integrante do grupo a participar, onde o baixista Rex Brown precisou ser afastado após ser testado positivo para a Covid-19.

Foto: Knotfest/Divulgação

Com Derek Engemann (baixo), Zakk Wylde (guitarra) e Charlie Benante (bateria) a apresentação deles foi bem além do esperado pelo público e também algo que já foi apresentado na última quinta-feira, dia 15, onde o grupo priorizou os álbuns “Vulgar Display of Power” (1992) e “Far Beyond Driven” (1994) onde colocou a prova a voz de Anselmo, que continua em dia.

Foto: Knotfest/Divulgação

Ao iniciar os trabalhos com “A New Level” e “Mouth for War” o público veio abaixo com ações de pirotecnia vinculada a sonoridade. Alguns fãs também foram aos prantos com a gravação de “Cemetery Gates” em memória dos irmãos Dimebag e Vinnie Paul.

Foto: Knotfest/Divulgação

Em “Walk” foi o ápice do show, onde o público veio junto com Anselmo com o refrão sendo entoado com força. E em “Cowboys from Hell” dedicou novamente aos irmãos Paul nominalmente: “é por vocês, Vinnie e Dime”

Ao finalizar os trabalhos, cantarolou um trecho de “Stairway to Heaven” deixando cair o microfone no chão.

Foto: Knotfest/Divulgação

O Pantera não ficou devendo na apresentação de domingo e sem dúvidas foi o segundo maior público do festival, perdendo para os anfitriões da festa.

SETLIST – PANTERA – KNOTFEST – 18 DE DEZEMBRO DE 2022

A New Level

Mouth for War

Strength Beyond Strength

Becoming (com trecho de Throes of Rejection)

I’m Broken (com trecho de By Demons Be Driven)

5 Minutes Alone

This Love

Yesterday Don’t Mean Shit

Fucking Hostile

Gravação de trecho de Cemetery Gates com vídeo em tributo a Dimebag e Vinnie

Planet Caravan (cover de Black Sabbath, com mais vídeo em tributo a Dimebag e Vinnie)

Walk

Domination / Hollow

Cowboys From Hell


Bring Me the Horizon

Formado em 2004, a banda britânica de Sheffield que já passou pelo Deathcore, Metalcore e hoje passeia pelo Rock Eletrônico e no Pop-Rock, o Bring Me the Horizon chegou ao palco marcando presença e surpreendo a pessoa que vos escreve, até então não havia visto uma apresentação ao vivo deles.

Foto: Knotfest/Divulgação

De início, Oliver Sykes e os demais integrantes surgem e iniciam os trabalhos com “Can You Feel My Heart?” com corações em neon e a reprodução da letra estilo karaokê nos telões.

Pode-se dizer que o vocalista possui metade de sua nacionalidade brasileira e resolveu colocar em prática isso. Primeiramente o mesmo é casado com a brasileira Alissa Salis e mora em Taubaté, interior de São Paulo, logo começou a arranhar alguns discursos e expressões típicas dos brasileiros. Em determinado momento, disse que estava com saudades dos fãs brasileiros. Em “That’s Spirit” o frontman da banda pediu um circlepit e afim de provocar a galera mencionou em bom tom que o pit estava “muito zoado” e que deveria fazer “mais grande”.

Foto: Knotfest/Divulgação

“Teardrops”, “Mantra”, “Dear Diary” e “Parasite Eve” foram as demais faixas que deram sequência com mais efeitos nos telões. Oliver continuava a praticar seu português com a galera como por exemplo “vocês são loucos” e “vocês estão pirando na batatinha”.

Uma vez que a banda realizou uma avant premiere na última sexta (16) a única modificação do set foi a execução de “Sleepwalking” no festival, onde no dia 16 deu lugar a “Antivist” que teve participação de Pablo Vittar.

Foto: Knotfest/Divulgação

Chegando a reta final do show, ao executar “Throne” Sykes pediu ao público sentar e levantar mediante ordem dele, algo que já havia acontecido no show do Vibra, mas dadas as devida proporções de público. 

SETLIST – BRING THE HORIZION – KNOTFEST – 18 DE DEZEMBRO DE 2022

Can You Feel My Heart

Happy Song

Teardrops

Mantra

Dear Diary

Parasite Eve

sTraNgeRs

Shadow Moses

DiE4u

Sleepwalking

Drown

Obey

Throne

Judas Priest

A noite foi caindo no Anhembi e o Judas Priest assumiu o headliner do Carnival Stage com grandes expectativas do público. Após a gravação de “War Pigs” (Black Sabbath), a galera fica em alerta para o que vem a seguir. Enquanto uma narração soa sob os alto falantes, o tridente que simboliza a eternidade começa a subir de forma lenta até acender. É a senha que o espetáculo iria começar com “Electric Eye”.

Foto: Knotfest/Divulgação

O set apresentado foi praticamente o mesmo apresentado na última quinta-feira (14) no Vibra, com domínio de faixas do álbum “British Steel” (1980)” e “Screaming for Vengeance” (1982) mas houve também algo que passasse por “Painkiller” (1990) e “Firepower” (2018) e demais trabalhos. Novamente, Rob Halford impressionou a galera, onde aos 71 anos mostrou técnica e versatilidade.

Foto: Knotfest/Divulgação

Foi perceptível somente um problema técnico que foi com o baixo de Ian Hill em “Turbo Love” que estava bem alto que o normal, mas tudo se resolveu na música seguinte.

Foto: Knotfest/Divulgação

Outro momento de destaque trata-se uma homenagem a Gleen Tipton, onde o mesmo está afastado da banda desde 2018 para se tratar do mal de Parkinson e substituído por Andy Sneap. Imagens do guitarrista foram exibidas durante a execução de “Painkiller”.

SETLIST – KNOTFEST – JUDAS PRIEST – 18 DE DEZEMBRO DE 2022

Electric Eye

Riding on the Wind

You’ve Got Another Thing Comin’

Jawbreaker

Firepower

Devil’s Child

Turbo Lover

Steeler

Between the Hammer and the Anvil

Metal Gods

The Green Manalishi

Screaming for Vengeance

Painkiller

Bis:

Hell Bent for Leather

Breaking the Law

Living After Midnight

Slipknot

Já passava das 21h onde os donos da festa se apresentaram para dar o encerramento da primeira edição do Knotfest no Brasil.

Foto: Knotfest/Divulgação

Corey Taylor (voz), Mick Thomson (guitarra), Jim Root (guitarra), Sid Wilson (DJ), Alessandro Venturella (baixo), Shawn “Clown” Crahan (percussão), Craig Jones (pickups), Jay Weinberg (bateria) e Michael “Tortilla Man” (percussão) adentram ao palco quebrando tudo com “Disasterpiece”, do clássico álbum “Iowa”. Em seguida, sem deixar o público desanimar veio o hit “Wait and Bleed”.

Foto: Knotfest/Divulgação

Mais adiante, Taylor interage com a galera: “Como vocês estão se sentindo, meus amigos? Eu estou muito feliz por estar aqui novamente”. Em seguida, para dar um ar de pirotecnia no show, veio “All Out Life”.

Ao executar “Before I Forget”, Taylor volta a interagir com o público: “É uma honra poder voltar a São Paulo. Agora, vocês estão no meu show. Vocês sabem o que isso significa? Que agora vocês são meus!”. Com muitos moshpits feitos e muitos efeitos pirotécnicos a essa altura do campeonato, Taylor questiona o público se “os filhos da p#t@” tinham ouvido o último disco, “The End, So Far”. Foi a senha da próxima música a ser executada: “The Dying Song”.

Foto: Knotfest/Divulgação

Ao encerrar uma parte do show, que relativamente mesclava uma música nova, com uma outra não tão recente assim, Corey questionou o público sobre quantos já tinham assistido Slipknot e quantos assistiam a banda pela primeira vez (que era meu caso). Diante da resposta, ele replicou que “Não importa se nos acompanham há 20 anos ou há 20 minutos, todos vocês fazem parte da família. Porém, nossa família tem um código, vocês sabem qual é?”. Era novamente a senha para introduzir “The Heretic Anthem”, com seu refrão icônico: “If you’re 555, then I’m 666”.

Foto: Knotfest/Divulgação

Em “Psychosocial” os percussionistas vem a frente do palco, ao ganharem a mesma visibilidade que Corey. Já em “Duality” trouxe a percussão tradicional da batida no tambor de metal com tocha de fogo. Partindo para a parte final do show sob a promessa de voltarem no tempo, o grupo tocou “Spit it Out”, faixa do trabalho de estreia.

Para encerrar, uma dobradinha das antigas: “People = Shit” e “Surfacing”. Ao final da última música, o público foi agraciado com fogos de artifício, posicionados no alto e no fundo do palco enquanto era executado “‘Til We Die”.

Foto: Knotfest/Divulgação

A apresentação do Slipknot foi sensacional. O grupo soube fazer um espetáculo no qual conseguiu passar por diversas fases da banda, priorizando músicas dos primeiros álbuns mas também mesclando com músicas de trabalhos recentes. A atuação de Corey Taylor foi fora do comum, no qual traz o público junto com ele nas apresentações, fora a produção do show, que alinhada com a tecnologia, traz uma experiência sensacional.

SETLIST – KNOTFEST – SLIPKNOT – 18 DE DEZEMBRO DE 2022

Disasterpiece

Wait and Bleed

All Out Life

Sulfur

Before I Forget

The Dying Song (Time to Sing)

Dead Memories

Unsainted

The Heretic Anthem

Psychosocial

Duality

Custer

Spit It Out

Bis:

People = Shit

Surfacing

Em nome do Ponto Zero, agradecemos a Midiorama pela concessão do credenciamento para a cobertura do festival.

KNOTFEST BRASIL 2022 tem público Sold Out em dia de final de Copa. Que venha KNOTFEST 2023!

45 mil pessoas se reuniram no festival SOLD OUT no Sambódromo do Anhembi, em dia de final de Copa do Mundo

No ano pós-pandemia em que o mercado voltou a se agitar com centenas de shows, o KNOTFEST, realizado pelas promotoras 30E e 5B Artists, se destacou por sua produção certeira e pelos shows impecáveis, deixando no público a vontade de novas edições.

Não importa se fez sol ou chuva, nem se era dia de final da Copa do Mundo: 2022, o ano em que os espetáculos voltaram ao palco, fechou sua extensa programação de shows com um espetáculo impecável, ansiosamente esperado pelo público – a primeira edição no Brasil do mega festival KNOTFEST, maratona de metal criada pela banda Slipknot.

A passarela máxima do samba paulistano foi invadida por um público de 45 mil pessoas que lotou o local fazendo com que a primeira edição brasileira de uma dos maiores festivais de rock do planeta fosse sold out.

Para aquecer a galera, a semana anterior transformou-se em uma maratona de metal, com side shows que ocuparam espaços como a Vibra e o Cine Joia em São Paulo e a Jeunesse Arena, no Rio de Janeiro, todos igualmente lotados.

Lançado em 2012 nos Estados Unidos, e com edições que já aconteceram em países como Japão, México, Colômbia, França e Chile, o KNOTFEST já tinha em sua ideologia ser mais que somente um festival, mas um evento que celebrasse a cultura, algo com um clima circense e underground, que foi levado ao pé da letra no Brasil, com telões com audiovisuais tecnológicos, artistas circenses que percorreram o sambódromo dando o tom de freak show, tatuadores que tiveram fila para atendimento no meio do Sambódromo e um dos pontos altos do evento: o KNOTFEST Museum, que trazia máscaras e vestimentas, prêmio e partituras do Slipknot, e até instrumentos para o público tocar, funcionando como um “bem-vindo ao clube” para quem foi ao festival.

A transmissão do jogo do final da Copa de Futebol também foi outro acerto da produção: milhares de pessoas sentaram na arquibancada central para torcer pelos times, um das mais bonitas imagens do dia.

Nos dois palcos gigantesco, os shows, todos pontuais, reuniram, além dos anfitriões, alguns gigantes do metal internacional, como o Judas PriestPanteraBring Me The HorizonMr. BungleVended e Trivium, e também alguns destaques da cena nacional – SepulturaProject46OitãoJimmy & Rats e Black Pantera.

Em um dia pacífico, sem registros de incidentes e com um público que reunia desde crianças e jovens até roqueiros maduros, todos os shows foram elogiados. Aliás, para a grande maioria do público, o grande acerto do festival foi a curadoria dos shows, que reuniu um time de atrações de alto nível e conseguiu mesclar veteranos e novas vertentes do metal.

Para todos, o saldo foi um só: o KNOTFEST termina com gosto de quero mais e a expectativa para que novas edições aconteçam no país, mostrando um metal renovado e apontando tendências para eventos em 2023.

Que venha KNOTFEST 2023!

Fonte: MIDIORAMA

Orthostat: divulgado segundo vídeo do festival Setembrutal

ORTHOSTAT divulgou, em seu canal do YouTube, mais um vídeo de sua apresentação no show realizado dia 24 de setembro no festival, Setembrutal. A música disponibilizada foi “Ambaxtoi” do álbum “Monolith of Time“. O grupo pretende disponibilizar mais materiais em breve.

Em paralelo, os catarinenses continuam trabalhando nas gravações do seu novo álbum, “The Heat Death”. O material conterá 9 músicas com temas que abordam desde um possível começo do universo até um possível fim, de acordo com teorias amplamente aceitas da física teórica.

Para mais informações sobre as atividades da banda ORTHOSTAT e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalagencybrasil.com.

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