Já não é segredo que o novo álbum da Torture Squad vem sendo preparado para lançamento em 2022. Enquanto ajustes seguem sendo feitos, para que possam entregar aos fãs o melhor trabalho de sua carreira, a banda vai apresentando aos fãs algumas novidades. Em uma delas, o baterista Amilcar Christófaro teve disponibilizado um vídeo onde executa um dos clássicos do Metallica, a música “The Frayed Ends of Sanity”, presente no álbum “…And Justice For All”, de 1988. Confira abaixo:
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“MMXXI”, que celebra os 15 anos da banda mineira, foi composta, gravada e finalizada no home studio de Daniel Lugondi
Hammurabi, banda oriunda de Belo Horizonte (MG), faz parte da terceira geração de um celeiro de grupos que mudaram o status quo da música pesada mundial, como Sepultura, Sarcófago, The Mist, Chakal, Sextrash, Holocausto, entre outras. Para celebrar os seus 15 anos, o músico Daniel Lugondi apresenta o single “MMXXI”. Explorando problemas sociais, econômicos e políticos em suas letras, o single traz toda a fúria de um músico, invariavelmente incomodado e sintonizado com as discrepâncias e desigualdades do Brasil. “A música traz um misto de melancolia e raiva ao explorar o panorama da pandemia no Brasil”, explica Lugondi, que a compôs, gravou e finalizou-a em seu home studio. “Utilizei citações de Simone de Beauvoir e Paulo Freire para criticar um sistema de classes que desprivilegia as grandes massas a revelia dos mais ricos e poderosos”, acrescenta.
Ao longo de sua trajetória, o Hammurabi se apresentou com ícones do metal, como Sodom, Dark Funeral, Vader, Krisiun, Almah, Onslaught, Torture Squad, Nervochaos, entre outros. Seus lançamentos incluem o EP “Shelter of Blames” (2008), “The Extinction Root” (2010) e “L.A.W” (2018), além de diversos singles, como”The Emperor Returns to the Front” (2015), e um bootleg ao vivo, “Burning in Cuiabá” (2012).
“Pensando em pós-pandemia – músicos e indústria vacinados e também o público podendo se aglomerar em segurança – existe uma expectativa de que retomemos a banda já que temos alguns milestones a serem atingidos. Acredito que o maior exemplo se encontra na expansão e abrangência da marca, in loco, já que a banda nunca excursionou fora do país, apesar de ser uma marca já estabelecida na cabeça dos bangers brasileiros”, concluiu Daniel Lugondi.
Faixa intitulada “Driven” já está disponível em todas as plataformas digitais
Será lançado no dia 21 de setembro o primeiro álbum solo do baixista Felipe Andreoli, Resonance. O primeiro single do trabalho, “Driven”, está disponível em todas as plataformas de streaming. Também será lançado em breve um videoclipe para a faixa, pelo renomado diretor e cineasta Leo Liberti.
O músico externou sua empolgação com a divulgação da faixa: “Estou muito feliz de apresentar ao mundo o primeiro single do Resonance, um trabalho que levou tantos anos para finalmente dar frutos. Estou animado para ouvir a opinião das pessoas sobre a música”.
O single “Driven” foi escolhido por representar as diversas nuances apresentadas no álbum como um todo: “Adoro esta música, e apesar dela ser bastante complicada, cheia de partes, acho que representa bem um pouco de cada elemento do álbum, pois ela tem várias dinâmicas, partes pesadas e outras mais baladas. Tem improvisos, frases, grooves e riffs pesados”, explica Felipe.
Crédito Raony Correia
Ouça o single “Driven”na sua plataforma preferida:
O álbum foi financiado mediante campanha de financiamento coletivo, e as recompensas dos apoiadores serão enviadas a partir de data 21 de setembro. Estão disponíveis na pré-venda, no site oficial do músico, o álbum, camisetas e o songbook de Resonance. O disco tem capa do renomado artista Gustavo Sazes, e foi masterizado por Brendan Duffey (Almah, Angra, Nervosa).
O álbum Resonance conta com diversos convidados especiais, como os guitarristas Kiko Loureiro (Megadeth, Angra), André Nieri (Virgil Donati), Brett Garsed (Nelson), Guthrie Govan (Asia, Steven Wilson), o vocalista croata Dino Jelusick (Whitesnake) e os bateristas Virgil Donati (Planet X, Steve Walsh, Mick Jagger, Kiko Loureiro) e Simon Phillips (Asia, Judas Priest, Toto, The Who).
Com uma carreira consolidada em grupos como Angra, 4Action e Kiko Loureiro, Felipe Andreoli se consagrou um dos baixistas mais prestigiados do mundo. Realizou diversas turnês mundiais e realiza séries de workshops e masterclasses. O músico desenvolve um amplo trabalho didático por meio de seus cursos online e atua como produtor musical.
Tracklist:
01 – Driven
02 – Resonance
03 – Thorn In Our Side (Feat. Simon Phillips & Dino Jelusick)
04 – Not A Day Goes By
05 – Metaverse (Feat. Virgil Donati & Andre Nieri)
06 – Neutron Star (Feat. Brett Garsed)
07 – Chaos Theory
08 – Down The Line (Feat. Guthrie Govan)
09 – Sagan (Feat. Kiko Loureiro)
10 – Thorn In Our Side [Instrumental] (Feat. Simon Phillips)
Após quase dois anos de paralisação total ou parcial no setor de eventos, o OVER METAL FEST chega para apoiar e marcar o recomeço dos shows presenciais de Heavy Metal em São Paulo.
On Stage Enterteinment e Over Metal Produções anunciaram a edição 2021 do Over Metal Fest. Será um evento presencial que vai acontecer na capital paulistana e reunirá três importantes nomes do Metal nacional.
Três bandas brasileiras foram escaladas para subirem ao palco do Fabrique, casa de show já conhecida pelos fãs de Heavy Metal em São Paulo, onde farão apresentações inéditas e com participação especial, além de algumas surpresas para esse reencontro presencial das bandas com os headbangers.
Attomica, The Troops Of Doom e Torture Squad são as bandas escolhidas para esse importante recomeço e retomada dos eventos.
Além das 3 bandas, o OVER METAL FEST terá um convidado especial: Vitor Rodrigues (Tribal Scream, Victorizer, Ex-Torture Squad e Ex-Voodoopriest). Vitor Rodrigues fará participações especiais cantando algumas músicas com Torture Squad e Attomica.
The Troops Of Doom, liderado por Jairo Guedz (Ex-Sepultura, The Mist), fará a primeira apresentação da carreira da banda que foi formada durante a pandemia. Após causar furor com o EP “The Rise of Heresy” (2020), lançado no Brasil e no exterior, o grupo agora se prepara para o lançamento do novo EP, “The Absence of Light”, que contará com participações de Jeff Becerra (Possessed) e Lars Nedland (Borknagar), programado para sair em setembro e terá distribuição digital pela Blood Blast, subsidiária digital da gravadora alemã Nuclear Blast, também será lançado em formato físico no Brasil, México e Europa.
Torture Squad, que foi um dos representantes do metal brasileiro na última edição do Rock In Rio (2019), fará um show especial comemorando 20 anos do álbum ” Unholy Spell” lançado em 2001. A banda que vem se destacando e com formação sólida desde 2015 com a entrada de Mayara Puertas nos vocais e Rene Simionato na guitarra, promete um show histórico. O baterista Amilcar Christófaro e o baixista Castor confirmaram a participação especial do ex-vocalista Vitor Rodrigues para este show comemorativo cantando algumas músicas do extenso set list que está sendo preparado pela banda.
Attomica, uma lenda do Thrash Metal Brasileiro, também contará com participação especial de Vitor Rodrigues, cantando um clássico bem conhecido pelos fãs do Attomica e apresentará o novo baterista Marcelo Bozzo e o novo guitarrista Red Bill, músicos que estão desde 2020 após renovação ocorrida durante a Pandemia. Segundo André Rod (Vocal/Baixo) o show marca o retorno da banda a São Paulo e será recheado de clássicos de toda a carreira do Attomica.
Garanta seu acesso!
INGRESSOS:https://www.sympla.com.br/over-metal-fest-2021__1322294 LINK DO EVENTO: https://fb.me/e/14xU8lCze Um recomeço, uma retomada e reencontros no palco do Fabrique em São Paulo, assim está planejado o Over Metal Fest 2021 e esperamos receber os fãs de metal para esse momento que será único e marcante na história do metal brasileiro.
=====Descrição e informações detalhadas: OVER METAL FEST 2021 DIA 11 de Dezembro de 2021 – Sábado Local: Fabrique Club, R. Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo – SP, 01152-000 17 H – Abertura da Casa 22 H – Encerramento do Evento BANDAS: The Troops Of Doom, Torture Squad, Attomica Participação Especial: Vitor Rodrigues (Tribal Scream/Victorizer)
Regras, recomendações e orientações: Serão seguidas todas as orientações e determinações estabelecidas pelo Governo do estado de São Paulo para o mês de Dezembro. A produção do evento atualizará o público e demais envolvidos a cada mês até o evento. Uso de Máscara, comprovação de vacina (1ª e 2ª Dose). CLASSIFICAÇÃO: 18 anos. INGRESSOS: https://www.sympla.com.br/over-metal-fest-2021__1322294 LINK DO EVENTO: https://fb.me/e/14xU8lCze
Foi lançando no dia 27 de agosto o single “Spam With a Plan”, estreia do projeto de Death Metal CACTEK, liderado pelo guitarrista carioca Pedro de La Rocque. Conhecido pelo seu trabalho solo voltado ao Instrumental/Fusion, o músico também possui uma grande bagagem metálica com sua antiga banda Masterplan, surgida no Rio de Janeiro no final da década de 1990. Com planos de lançar mais um single em breve, o CACTEK deverá ter seu primeiro EP disponibilizado no primeiro semestre de 2022. Dentre as influências de La Rocque estão bandas como Death, Kreator, Testament e principalmente Carcass, muito sentida neste primeiro single. A música foi inteiramente gravada durante a pandemia, e segundo o músico, as dificuldades impostas por ela acabaram facilitando tanto a composição quanto a gravação. La Rocqueconta que “se, por um lado, o perrengue todo estimula a criatividade e a necessidade de me expressar, por outro, as incertezas desse período acabaram me dando uma pressa, uma urgência de concretizar esse projeto. Tive que dividir o gás entre a composição e o estudo de técnicas de mixagem adequadas, mas contei com o auxílio do Jacob Holm-Lupo que, muito generosamente, orientou detalhes da mixagem que a minha falta de experiência não me permitiam resolver. Quando nós dois achamos que a faixa estava no ponto, ele cuidou da masterização”.
A pandemia também ajudou a trazer o músico de volta ao Heavy Metal, embora ele nunca tenha o deixado de lado, como explica a seguir: “Voltar ao som pesado foi um alívio. Toco em bandas desde o final dos anos 90, comi muito capim e a coisa sempre acabava morrendo na praia por azar, por imaturidade minha ou dos outros membros, falta de grana, etc. Acho que, quando garoto, eu também depositava muito as minhas fichas no eventual retorno financeiro dessas bandas — e isso gerava muita pressão. Sem contar a competição francamente tóxica que rolava no underground. Tudo isso foi me saturando muito. Eu nunca deixei o Metal de lado, mas, sim, experimentei bastante com outros estilos. Engraçado que, a cada trabalho, minha esposa dizia: “muito bom, mas quando você vai voltar a fazer Metal?”
Eventualmente, tive a sorte enorme de ser chamado pelo Jacob para gravar a guitarra lead em uma faixa do Telepath, e a experiência foi tão mais prazerosa que ficava difícil fugir da constatação de que a Camila estava certa. Pouco depois, a proximidade dos 40 anos e a pandemia realmente me fizeram pesar as coisas e pensar “bem, quando eu morrer, o que eu vou lamentar se não fizer?” — e a resposta foi, nitidamente, o Cactek. Decidi fazer o meu Metal, nos meus termos, sem prestar contas a ninguém. Então, é isso: tô de volta pra valer e não vou parar”.
“Spam With a Plan” foi escrita, gravada e mixada pelo próprio músico, enquanto a masterização ficou a cargo do produtor norueguês Jacob Holm-Lupo, do Dude Ranch Studio (https://www.duderanchstudio.com). A intrigante capa do single foi desenhada pelo artista gráfico João Antunes Jr. (www.antunesketch.artstation.com), e representa um “homem-cacto”. O guitarrista deu mais detalhes sobre a parceria: “Quando entrei em contato com o João Antunes pela primeira vez, eu já acompanhava o trabalho dele havia algum tempo. Então, conversamos bastante sobre o conceito da banda e a intenção de personificar o Cactek num homem-cacto. O resultado foi o encarte do EP, que ficou fantástico e tá guardadinho aqui enquanto a gravação rola. Meses depois, quando notei que seria necessário lançar um single antes do EP para colocar o projeto no mapa, o processo foi ainda mais simples. Sinceramente, enquanto o João topar, toda a arte do Cactek ficará nas mãos dele”.
Em entrevista para o site português Mundo das Guitarras (disponível em https://www.mundodasguitarras.pt/cactek-subsolo), Pedro de La Rocque explicou o que o mascote representa: “O personagem representa como me sinto perante uma sociedade corrupta e religiosa. A sua pele grossa e com espinhos é uma defesa contra o ambiente hostil. Para além disso, todas as faixas são muito pessoais, portanto aquele gajo verde está completamente alinhado com a música”.
O segundo álbum dos gaúchos radicados em São Paulo vai reunir 13 faixas e conta com participações especiais, entre elas a de Dave Ingram do Benediction
A biografia de uma banda é muito significativa em um movimento cultural como o heavy metal que conserva fortes vínculos com suas tradições. Mas quando se associa uma biografia convincente a talento musical e relevância criativa, significa que estamos diante de uma banda referencial, protagonista da cena. Esse é o caso do Crucifixion BR.
Pioneiros do blackened death metal, o Crucifixion BR está completando 25 anos de carreira em 2021!
Originalmente formada em 1996 na cidade de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, o Crucifixion BR transferiu-se para a capital Porto Alegre até se radicar em São Paulo a partir de 2016. Transições localizacionais para a manutenção de um objetivo único: fazer sua música chegar para cada vez mais headbangers!
Depois de anos de turnês nacionais, shows importantes ao lado de grandes nomes do metal mundial como Dark Funeral, Gama Bomb, Krisiun, etc, uma turnê europeia que passou por cinco países, chegou o momento do Crucifixion BR apresentar seu trabalho definitivo: “Human Decay”!
Sucessor do aplaudido “Destroying The Fucking Disciples Of Christ” (2014), “Human Decay” é o segundo álbum do Crucifixion BR e assim como o debute foi gravado no Estúdio Hurricane em Porto Alegre com produção do vocalista/guitarrista Maxx Guterres e do uruguaio Sebastian Carsin.
“Human Decay” vai reunir o seguinte tracklist: “Opening The Gates”, “Blasphemy Returns”, “Human Decay”, “Confirmed Execution 666”, “Annihilation And Victory”, “Chaos Of Morality”, “A Few Lies Of Your Whole Light”, “Into The Abyss”, “My Savior”, “Bloody Fire Victory”, “Passage”, “Insanidade Bestial”, “The Final Chapter” e o cover do Motörhead, “Bomber”.
O álbum conta com duas participações super especiais, André Rod do Attomica na faixa título “Human Decay” e da lenda Dave Ingram (Benediction, ex-Bolt Thrower) em “Bloody Fire Victory”.
A arte de capa de “Human Decay” é assinada por Romulo Dias (Shaman, Edu Falaschi, Alírio Netto).
“O Human Decay representa a evolução natural do Crucifixion BR e estou muito feliz com isso”, declara o vocalista e guitarrista Maxx Guterres. “Mantivemos as raízes intactas e continuamos abordando a brutalidade desse estilo de música, mas há, de fato, uma evolução tanto musical quanto em termos de letras. Esse é um disco mais forte, mais brutal, com mais elementos do death metal, mas ainda com a presença do black metal em alguns aspectos. O Crucifixion BR está indo por um caminho mais técnico e inteligente, acho que a música está mais criativa, assim como as letras. O Destroying… tem muita coisa antiga, da raiz, tem músicas de demos e músicas novas da época, já no Human Decay só duas músicas são antigas, “My Savior” e a “A Few Lies Of Your Whole Light”, coincidentemente são as que foram lançadas como singles e videoclipes. As letras do primeiro disco abordavam temas clássicos do black metal, como a crítica à hipocrisia da igreja católica, anti-cristianismo, um pouco também sobre crise existencial, falando da morte, enquanto que o Human Decay é uma evolução. Claro que a gente ainda mete o pau no cristianismo ou qualquer outro tipo de religião e fanatismo, mas também foca em acreditar em nós, nos nossos ideais, na nossa força interior e sem dogmas, sem religião, o que acaba por transmitir ao público uma mensagem de não desistir de seus objetivos e sonhos e tentar fazer o correto. Queremos evolução sempre e, musicalmente, nos tornarmos cada vez mais brutais.”
“Human Decay” será lançado ainda em 2021 pela Shinigami Records aqui no Brasil. Além do vocalista e guitarrista Maxx Guterres, o Crucifixion BR também é formado pela baterista Juliana Novo, pelo baixista Beto Factus e o guitarrista Miller Borges.
O material antecipa o lançamento do novo álbum, marcado para ser lançado no início de 2022 pelo selo Rapture Records
Crédito: Humberto Lapinha
O grupo mineiro de death metal Mortifer Rage, atualmente formado por Carlos Pira (vocal e baixo), Robert Aender (guitarra), Ramon C. (guitarra e backing vocals) e Angelo Pettersson (bateria), apresenta o novo single, “Self War”. O material, que antecipa o lançamento do novo álbum, marcado para ser lançado no início de 2022 pelo selo Rapture Records, foi gravado no estúdio Maçonaria do Áudio, em Nova Lima (MG), com produção a cargo de André Damien e a capa por Marlon Lima. “O single ‘Self War’ sucede ‘Touch of Blood’, que saiu em videoclipe e marcou a entrada do baterista Angelo Petterson. A temática aborda a luta pessoal do ser humano para se livrar de doutrinas impostas. Trata-se de uma visão introspectiva, na qual se trava uma guerra interior tentando levantar a bandeira da racionalidade e fugir de uma luz que cega toda essa razão”, explicou o guitarrista Robert Aender.
Criado em 1999 na cidade de Santa Luzia, situada na Grande BH, o Mortifer Rage estreou em 2000 com o EP “Hangmen’s Hate”. Praticando um death metal forjado na fúria, técnica e obscuridade, trouxe em sua temática um legado de ódio contra a hipocrisia religiosa, política e todas as formas de manipulação humana. “Depois da estreia, que nos possibilitou fazer shows em vários lugares pelo Brasil e a participar da coletânea Rock Soldiers volume 4, lançamos o álbum ‘Legacy of Obsessions’, que saiu de forma independente, mas foi distribuído na Europa pelo selo português Hallucination Productions”, recordou Robert Aender.
Após “Legacy of Obsessions” (2002) vieram os EPs “Deformity” (2004) e “Field of Flagellation” (2013), os álbuns “Murderous Ritual” (2008), e “Fall of Gods” (2017), além da participação nas coletâneas “Extreme Underground” (2005) e “Killing All The Posers – Volume 2” (2005). “Durante este período, fizemos diversos shows pelo Brasil, incluindo a abertura para o Incantation e a participação nos festivais ‘Setembro Negro’ (SP), ‘Palco do Rock’ (BA), ‘Franca Metal Fest'”, detalhou o vocalista e baixista Carlos Pira.
Após “Self War”, o grupo planeja soltar mais um single de uma das faixas que integrarão o novo álbum, ainda sem título definido. “Teremos o lyric vídeo de ‘Self War’ e até fim do ano pretendemos lançar o último single e videoclipe antes do lançamento do novo álbum, ainda sem título definido, que sairá no início de 2022”, concluiu o guitarrista Ramon C.
Mylena Mônaco é vocalista, guitarrista e fundadora da banda de metal Sinaya.
Com a banda, já fez turnês pela Europa e América do Sul, tocando em Festivais de grande porte no Brasil, Peru e Europa. Além de seu trabalho autoral com a Sinaya, gravou os vocais para o EP da banda Hardgainer, desenvolvendo novas técnicas de vocal.
Além de vocalista, começou a estudar os conteúdos da renomada professora de Vocal dos Estados Unidos, Melissa Cross, e hoje é referência no Brasil também como Professora de Vocal Extremo, ensinando a técnica para diversos músicos na cena e tendo no currículo, até hoje, mais de 40 alunos particulares, desde 2017.
Se especializou em cursos de Fisiologia da Voz Cantada, com a Fonoaudióloga Fernanda Lopes e com o Pesquisador da Voz e Professor Mauro Fiuza, e em 2021, fundou o Extreme Vocal Club, com o objetivo de ensinar a técnica corretamente para pessoas da Cena do Metal no Brasil. Formada em Publicidade e Propaganda e com sua vasta experiência na área e na Música, Mylena também incluiu no Club Workshops de Consultoria Musical, destinado a pessoas que não sabem ou que querem aperfeiçoar a sua forma de lidar com uma banda profissionalmente, além de realizar Direção Vocal de gravações em estúdio para vocalistas.
O principal diferencial do curso do Extreme Vocal Club, é a linguagem que será abordada. O foco não é usar termos técnicos para que você tenha mais dificuldade ao aprender. O objetivo é trabalhar com “gatilhos”, exemplos de situações do dia a dia e exercícios, que farão você entender sobre o funcionamento dos mecanismos necessários para que você consiga executar o que foi proposto, no menor tempo possível e com qualidade, sem enrolação. O Extreme Vocal Club acredita que a prática é o principal componente para que você aprenda de uma forma mais rápida, e que a teoria, pode ser estudada durante ou depois dessas práticas, conforme você for entendendo o seu funcionamento e for se familiarizando com a técnica ao estudar.
Os interessados podem acessar o site abaixo para maiores informações:
Banda agora tem Bruno Santin (Endrah, Lockdown) na bateria
Crédito: David Mazzo (@mazzofotografia)
O Oitão está com novo baterista e é o experiente Bruno Santin quem completa com peso e técnica a formação da banda, ao lado de Henrique Fogaça (vocal), Ciero (guitarra) e Tchelo Martins (baixo).
A entrada de Santin solidifica o Oitão para as próximas novidades e lançamentos do quarteto de hardcore/metal.
Bruno Santin é natural de Piracicaba, interior de São Paulo, e é baterista profissional desde a adolescência. Dentre os projetos de destaque do músico estão a Cardiac, Endrah e o Lockdown, projeto death metal criado em meio à pandemia com João Gordo (Ratos de Porão), Antonio Araújo (Korzus e Matanza Ritual) e Rafael Yamada (Claustrofobia e ex-Project 46).
A entrada de Bruno no Oitão, revela Fogaça, foi indicação de ninguém menos que Eloy Casagrande, o baterista do Sepultura. “Quando resolvemos fazer essa mudança, liguei para o Eloy e ele me indicou três bateristas, entre eles o Bruno. Já conhecia seu trabalho e logo fechamos”.
A mais recente música do Oitão é a agressiva e old school ‘Covid 19/Abismo’, produzida pela Oitão junto a Thiago Bianchi, da banda Noturnall, e que também ganhou videoclipe (assista aqui).
Livro que conta todos os percalços e a história do Black Metal da Noruega é relançado pela editora Estética Torta, em acabamento de luxo.
Com tiragem limitada de 500 exemplares, a nova edição de “Lords of Chaos”, livro que conta a história do Black Metal norueguês foi relançado no Brasil pela Estética Torta. Escrita por Michael Moynihan e Didrik Soderlind, a nova edição teve capa assinada pelo designer brasileiro Alcides Burn. O livro contextualiza fatos históricos e conta em detalhes o surgimento de um dos estilos musicais mais sangrentos.
No final do último milênio na Europa, muitas igrejas foram queimadas e profanadas por pessoas relacionadas ao Black Metal, certamente a mais extrema das correntes musicais. Aderindo a uma verdadeira guerra sacrílega, as bandas de Black Metal e seus fieis e obcecados fãs deixaram um legado implacável de suicídios, assassinatos e terrorismo que ultrapassou as fronteiras da Noruega, chegando à Alemanha, Finlândia e Estados Unidos.
Com centenas de fotos raras e dezenas de entrevistas com músicos, padres, policiais, fãs e os principais protagonistas dos eventos narrados, “Lords of Chaos” se tornou um livro aclamado em todo o mundo, servindo de inspiração para o filme de mesmo nome, lançado em 2019, bastante elogiado pela crítica especializada.
A primeira edição brasileira de “Lords of Chaos”, limitada a 666 cópias, esgotou-se em apenas 3 meses, deixando centenas de fãs e interessados órfãos e sedentos por uma nova edição. Para celebrar o sucesso de vendas, e atender a demanda ainda existente pela obra, a editora Estética Torta apresenta ao público uma nova edição do livro, com novo projeto gráfico, 666 páginas e acabamento mais luxuoso, com pintura trilateral preta.
“Lords of Chaos” é uma obra essencial não apenas para os fãs de Black Metal, mas para todos que desejam se aprofundar nos aspectos que fizeram a criação de um gênero musical que influenciou toda uma geração.
1º Aquiles Priester Drum Festival acontece neste domingo (29/8), no Tom Brasil, em São Paulo, com jams inusitadas com vários nomes da música brasileira
Quem é fã de bateria no Brasil, é assíduo ou pelo menos já ouviu falar da TVMaldita, canal do YouTube do baterista Aquiles Priester, com quase 200 mil inscritos atualmente e mais de 35 milhões de visualizações. Durante o ápice da pandemia em 2020, Aquiles realizou Lives em seu canal com os mais diversos bateristas. Com o intuito de celebrar essa união entre os músicos, o baterista criou o 1º Aquiles Priester Drum Festival, evento que acontece em São Paulo, dia 29 de Agosto (domingo), no Tom Brasil.
Para mostrar a força dos bateristas, Aquiles decidiu unir pela primeira vez músicos de rock, metal, forró, pop, sertanejo, entre outros, em um evento onde estes bateristas vão se apresentar com a bateria de Aquiles. Dentre os bateristas confirmados estão Aquiles Priester, Albino Infantozzi, Andre Jung, Cássio Cunha, Carlos Bala, Christiano Galvão, Cláudio Infante, Cuca Teixeira, Dino Verdade, Douglas Las Casas, Duda Neves, Edu Ribeiro, Eloy Casagrande, Giba Favery, Gilson Naspolini, Ivan Busic, João Barone, Juba Blitz, Kiko Freitas, Luana Dametto, Lufeh Batera, Mauricio Leite, Max Kolesne, Netinho, Paulo Zinner, Ricardo Confessori, Riquelme, Sérgio Melo e Vera Figueiredo.
Além dos bateristas, o evento conta com os vocalistas Edu Falaschi, Thiago Bianchi, Vanessa Lockhart, Angel Sberse, João Luiz, Fabricio Fonseca, Theo Vieira, entre outros. Dentre os guitarristas, nomes como Roberto Barros, Diogo Mafra, Cristiano Wortmann, Jéssica di Falchi e Michel Leme estarão presentes. Entre os baixistas, nomes como PJ (Jota Quest), Raphael Dafras, Luis Mariutti, além disso, os tecladistas Junior Carelli e Fabio Laguna também estão confirmados.
“Fiquei muito feliz quando todos esses bateristas aceitaram participar do festival, pois esse é um evento diferenciado e que celebra a união da bateria do Brasil. Principalmente porque todos eles vão tocar uma música na minha bateria. Bateria é um instrumento muito pessoal e só o fato deles terem aceitado mostra o tamanho da união da classe dos bateristas do Brasil. Tenho certeza que esse festival será um divisor de águas e eu acredito que será apenas o primeiro”, disse Aquiles.
Recentemente, em seu canal do YouTube, Aquiles Priester soltou um vídeo que mostra muito bem como funcionam essas Jams com os músicos. Confira: https://www.youtube.com/watch?v=Vn-u0-PbprQ
SERVIÇO
Data: 29/08/2021 Local: TOM BRASIL Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281 – Vila Cruzeiro – São Paulo/SP Horário: Abertura da casa: 17h – Showtime: 19h Abertura dos portões: 2 horas antes Ingressos: https://www.eventim.com.br/artist/aquilespriester/
BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇO TOM BRASIL Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281 – Vila Cruzeiro – São Paulo/SP Segundas à Sábado das 10h às 20h | Domingos e Feriados das 10h às 18h
A UNDERTIME disponibilizou um vídeo das gravações do seu single recém lançado, “Mirages”. A faixa compõe o vindouro álbum do grupo, “The Sound Of Hope”, que está sendo produzido por Tito Falaschi.
O disco será conceitual e conterá 8 faixas, com lançamento previsto para o corrente ano, repleto de músicas complexas, longas e com ambientações épicas e surpreendentes, misturando músicos instrumentistas com influências progressivas. O grupo confirmará em breve um show de lançamento do full-length no Manifesto Bar em São Paulo.
Para mais informações sobre as atividades da banda UNDERTIME e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalagencybrasil.com.
Cervejaria abre linha especial em homenagem a um dos ícones do Metal no Brasil
Em homenagem às três décadas de história, o Angra se uniu à Cerveja Coruja, de Forquilhinha/SC, para apresentar um lançamento que tem feito muito barulho: as cervejas comemorativas dos 30 anos da banda. A parceria foi iniciada graças ao interesse particular por cervejas artesanais do fundador e guitarrista, Rafael Bittencourt, consumidor assumido da marca Coruja.
O Angra se consagra como um dos maiores nomes do heavy metal brasileiro no mundo. Sua trajetória é repleta de lançamentos históricos, mantendo suas referências musicais criadas por seus interlúdios sinfônicos, instrumental altamente técnico e pela alquimia do metal com elementos regionais brasileiros. Um grande exemplo de versatilidade no meio musical, sendo aclamada por seus fãs fiéis.
Para a cervejaria, que também é detentora das marcas Saint Bier, Barco e Catarina, ficou a responsabilidade de desenvolver duas receitas exclusivas, que conquistassem os fãs do Angra. A linha é formada por long necks ilustradas com elementos dos álbuns que marcaram a história da banda. A primeira cerveja é uma Lager leve, com amargor sutil e aroma refrescante e marcante, graças ao dry hopping dos lúpulos cascade e amarillo. Já a segunda é uma IPA envolvente e refrescante, com notas frutadas e amargor característico do estilo.
A parceria ainda prevê o lançamento de um kit exclusivo, formado por uma garrafa de cada estilo e um copo personalizado da banda, a ser lançado no início do mês de setembro. Os fãs do Angra e da Coruja encontram os produtos à venda no e-commerce da cervejaria (https://loja.encheocopo.com/) e da banda (https://store.angra.net/), além dos pontos de venda atendidos pela Cerveja Coruja espalhados por todo o território nacional.
A lenda do Thrash Metal alemão, Destruction, prepara-se para atacar com mais força do que nunca. Após o lançamento de seu álbum ao vivo mais recente “Live Attack” (Napalm Records), no último dia 13, era hora de inaugurar um novo capítulo para a carreira da banda.
Mike Sifringer, guitarrista e fundador do Destruction, tomou a decisão de se afastar da banda, após todos esses anos. No entanto, para o inesgotável Schmier, líder do grupo, baixar os braços e desistir nunca foi uma opção. Por esse motivo, a substituição deveria ser adequada para a situação.
A fúria latina ganhou vida no Destruction, pelas mãos do renomado guitarrista Martín Furia (Bark, Furia, Jesus Martyr, The Killing), que trabalhou com os alemães como engenheiro de som e gerente de turnê, por anos. A dose perfeita de energia para impulsionar a cadência thrasher de uma banda cada vez mais magnânima.
Schmier e Furia, junto com o já ilustre Damir Eskić na guitarra e o renomado Randy Black na bateria, apresentam “State of Apathy”, uma das canções mais brutais e contundentes da era moderna da banda. Com riffs de guitarra fortes e vocais inconfundíveis, o Destruction demonstra mais uma vez como eles conquistaram seu lugar na elite mundial do Thrash Metal.
Os músicos falaram sobre o atual momento: “Os últimos dois anos foram tempos difíceis para todos nós. Estamos todos tristes em anunciar que Mike deixou o Destruction”, diz Schmier. “Foi um grande choque e nos afetou muito, mas mesmo assim, nunca houve dúvidas de que continuaríamos como uma banda. Somos uma unidade forte e estamos orgulhosos de dar as boas-vindas ao nosso novo guitarrista, Martin Furia. Nossa química é excelente, pois Martin faz parte da família Destruction há muitos anos. Ele é o homem perfeito para o trabalho, os últimos shows com ele foram brutais.” Ele ainda completou dizendo; “’State Of Apathy’ mostra a direção que o Destruction vai tomar com o novo álbum: mais old school, mais guitarras, com um som mais ‘na cara’! Essa banda é minha vida e nós sempre daremos 100% para manter o espírito vivo. Ame o novo irmão, tanto quanto nós, obrigado por todo o apoio! Desejamos a Mike o melhor para seu futuro, para nós só há um caminho a percorrer: THRASH ATÉ A MORTE! “
Mike Sifringer também fez questão de esclarecer sobre sua saída: “É difícil deixar uma banda depois de 39 anos. O Destruction é minha vida, é algo como meu bebê. Mas às vezes você precisa tomar decisões que doem. Estou muito triste agora, mas se algo não estiver mais certo, é melhor parar. Obrigado a todos os meus ex-companheiros de banda. Estou muito orgulhoso da música que criamos juntos. Saudações a todos os thrashers por aí. Sem seu apoio e paixão, o Destruction não existiria. Paz.”
Por último, Martín Furia também falou sobre a sua entrada na banda: “A notícia finalmente saiu e tenho uma mistura de emoções. Estou extremamente orgulhoso de fazer parte desta lendária banda desde 2016, como técnico de som e gerente de turnê. Eu viajei o mundo com a família Destruction e eles sempre me trataram como um membro da banda”. Sobre Mike, ele disse; “Me entristece ver Mike sair, porque eu o amo e respeito como pessoa e guitarrista, mas quando me perguntaram se eu gostaria de ser o novo guitarrista do Destruction, não hesitei por um segundo. Sinto-me pronto para honrar o legado de Mike, para adicionar minha própria pegada e fazer o meu melhor para manter a chama da Destruction queimando forte para sempre, com profundo respeito e devoção pelo passado, com plena energia e compromisso com o futuro. THRASH ATÉ A MORTE!”
O single digital de “State Of Apathy” traz além da novíssima faixa título, uma versão ‘ao vivo’ de “Sign Of Fear”.
A formação do Destruction é: Schmier (baixo e vocais), Martín Furia (guitarra), Randy Black (bateria) e Damir Eskić (guitarra).
Música foi repaginada e lançada no canal oficial do vocalista do Viper
O vocalista Leandro Caçoilo (Viper, Caravellus, Hardshine) acaba de disponibilizar um vídeo com uma versão inédita de “Better Without You” do Evanescence. A versão conta com a participação de Canutos (baixo, das bandas Varial e Mutação), Rafael Agostino (teclados, das bandas Armored Dawn e Elevenber), Maya Silva (bateria, das bandas Mari/Maya Acoustic Rock/Othera/Maya e os Astecas) e Raphael Olmos (guitarra, do Kamala)
Caçoilo explica a versão: “Cantar este som foi um grande desafio porque a Amy Lee é uma das melhores da nova geração. Fiz questão de cantar a minha música favorita da banda e fazer uma versão para mostrar o quanto esta é especial. Viva o Evanescence”.
Leandro Caçoilo é professor de canto e está aberto à aulas e/ou workshops. Suas aulas abordam técnicas de respiração, impostação, repertório, belting, apoio, aquecimento, resistência, drive e ressonância, além de gravações em pro-tools e especialização em diversos estilos. Para contratar o serviços de Leandro Caçoilo, envie e-mail para leandrocacoilo@hotmail.com.
Depois de marcarem presença no canal do Youtube Heavy Metal Online, os gaúchos da ARCANA MEA agora divulgam o bate-papo com realizado com Gabriel Souza para o webcast Taverna, que chegou à sua 40º edição. Focando em toda a carreira da banda, a entrevista com Douglas Correa (guitarra/vocal) abordou também suas influências musicais e planos futuros, bem como os conceitos líricos que envolvem o debut “Endless Suffering” e as letras que farão parte do novo álbum. E sobre o sucessor do elogiado álbum de estreia, o guitarrista/vocalista disse que o objetivo da banda é fazer um álbum experimental, com ritmos diferentes, buscando novos elementos, aprendendo na prática o que explorar das músicas, não aceitando o mais do mesmo. Douglas contou que uma das bandas que tem inspirado os músicos a buscar novos caminhos é o Gojira, sobretudo seu último álbum, o elogiado “Fortitude”.
Confira o bate-papo no Youtube:
Ouça a entrevista via Hearthis:
Atualmente a ARCANA MEA tem trabalhado em estúdio nas composições do próximo álbum, destacando na entrevista para o webcast que já possuem cerca de cinco ou seis músicas já desenvolvidas, e a ideia é finalizar todas as composições até o final do ano, para em 2022 retornar aos palcos para divulgar o debut apropriadamente e entrar em estúdio para registrar seu sucessor. O novo trabalho virá com mais músicas em português, focadas em temas como depressão, rejeição e corrupção, mas tentando novas abordagens. Segundo o frontman, “exemplos de bandas cantando em português não faltam dentro do pais, e é algo que a gente vem desenvolvendo, como um objetivo da banda e estamos trilhando esse caminho”. O músico ainda explicou que dentro desta proposta eles vem buscando influências do Rap para o melhor uso das palavras.
Com muitos planos em andamento, Douglas Correa, ao lado de Gabriel Vargas (guitarra) e Gabriel Azevedo (baixo) e do baterista Jeferson Oliveira, trabalham pensando num cenário “pós-pandemia”, embora saibamos que teremos que nos adaptar ao “novo normal”. Já vacinados contra a COVID, pelo menos com a primeira dose, os músicos sentem um pouco de esperança para o próximo ano: “Que em 2022 possamos voltar aos palcos e reencontrar todos nossos amigos para tomar aquela cerveja e curtir muito som juntos, e também relembrar todos aqueles que perdemos para a COVID nestes tempos tão sombrios. Queremos recuperar o tempo perdido e contamos com todos para iniciar esta nova jornada!”.
Bento Mello, Roger Benet, Jack Fahrer, Bruno Marx e Ivan Busic lançarão o primeiro álbum em outubro.
Crédito: Danny Poison (Estúdio Casanova)
Muita coisa ocorre do anoitecer até as primeiras horas da manhã. Assim, se hard rock combina com a vida noturna, o Nite Stinger, que fará sua estreia em 20 de agosto com o primeiro single e vídeo, promete fazer barulho na cena hard. O grupo surgiu quando Bento Mello deixou o Tales From The Porn, em abril de 2019. “Falei com o guitarrista Bruno Marx, que era meu parceiro no Tales, e combinamos de fazer algo novo. A princípio, algo próximo daquela primeira leva do hard rock dos anos 1980, na linha ‘Shout At the Devil’ do Mötley, os primeiros do Ratt e do Dokken”, recordou o baixista Bento Mello, que também integra o Sioux 66 como guitarrista. “Tínhamos um baterista em mente, Roger Katt, que hoje está no Mercy Shot. Começamos a fazer alguns ensaios, só que como o Sioux 66 estava em plena atividade e também fui viajar, demos uma segurada. Quando deu uma aliviada após o lançamento do Sioux 66 e depois que tocamos no ‘Rock in Rio’, pudemos retomar os ensaios”, acrescentou.
A escolha do nome veio, inicialmente, quando Bento Mello pensou em um cardápio de drinques. “Quando conversava com um amigo, João Piccolo, que é bartender em São Paulo, ele falou: ‘Midnight Stinger’. Passamos a nos tratar com este nome, o tempo passou, gravamos a demo e veio a pandemia. Em uma das várias conversas de forma remota, concluímos que o nome estava um pouco longo, fora a questão de termos várias bandas com o nome parecido, como Midnight Danger, Midnite City, Midnight Circus, Midnite Club, Midnight Sun, Midnight Blue, etc. Foi por isso que optamos por manter a origem, mas encurtar para Nite Stinger”, explicou.
Jack Fahrer (vocal), Roger Benet e Bruno Marx (guitarras), Bento Mello (baixo) e Ivan Busic (bateria) apresentarão o primeiro single e vídeo, “Gimme Some Good Lovin'”, em 20 de agosto. “Foi a primeira música que fizemos já com Jack Fahrer efetivado nos vocais. Ela abre o disco e veio de uma ideia baseada em riffs de George Lynch, algo que foi saindo de um modo bem natural. Assim que a base ficou pronta, mandei para Jack e ele rapidamente mandou a melodia praticamente pronta. Ali vimos que a vibe estava certa e o time tinha tudo para encaixar”, declarou Mello. “Ela traz toda a sonoridade do hard rock do final dos anos 80, respeitando a linguagem e efeitos da época. A música fala sobre o poder de sedução de uma mulher e sua vontade de ser seduzida. Ela foi a escolhida tanto para abrir o disco quanto para ser single por ter sido a que melhor representou o trabalho como um todo, além de mostrar a mistura das influências do Nite Stinger”, acrescentou Jack Fahrer.
Por sinal, a escolha de Fahrer veio por acaso, em uma noitada. “Encontrei Fahrer num bar e contei que estava começando um lance novo. Eu já tinha trabalhado com ele, inclusive em uma música do Sioux 66, e tínhamos uma afinidade legal para trabalhar. Foi então que ele questionou se poderia cantar, seguindo uma linha mais Bon Jovi e Poison. Ele estava vindo de trabalho na country music, mas na dificuldade de encontrar um bom vocalista, tudo ficou óbvio. Ele é super amigo e a nossa linha de som seria apenas um ‘desvio curto’. Foi assim que juntamos o time num primeiro momento”, contou Mello.
Já a entrada do experiente Ivan Busic (Dr. Sin) ocorreu quando a produção das demos foi finalizada. “Quando fechamos o repertório e as letras, não daria para entrar em estúdio porque o baterista Roger Katt estava ocupado com outros trabalhos e projetos. Falamos com ele, que segue com o Mercy Shot, mas precisávamos de um baterista para gravar, mais até do que se tornar um integrante fixo. Pensamos em alguns nomes e Jack mencionou Ivan Busic, pois são amigos desde a infância. Bem, o currículo do Ivan, que já tinha escutado as demos e curtido, fala por si. Ele topou gravar e colocou o Andria Busic na jogada, pois gravamos no estúdio deles as baterias. Ivan curtiu muito o resultado final e sentenciou: ‘Eu sou o batera!’. Assim, o time se formou oficialmente”, revelou Bento Mello.
Além do lançamento do single e clipe de “Gimme Some Good Lovin”’ em 20 de agosto, o Nite Stinger promete outro single, com lyric video, para a música “That Feeling”. “Dia 15 de outubro lançaremos o primeiro disco, autointitulado, que sairá em formato físico no Brasil pela Animal Records e na Europa pela Steelheart Records. A Canil Records lançará no formato digital. “Queremos divulgar ao máximo o disco e esperamos poder fazer ao menos alguns shows por aqui. Precisamos ter cautela e esperar para ver como vai ficar a questão da pandemia, mas, ainda assim, temos ideias na manga que não usamos para esse disco, além de bons riffs e melodias que Roger e eu criamos. Porém, adianto que será uma banda sólida e a ideia é fazer barulho por bastante tempo”, concluiu Mello.
O baterista dos thrashers curitibanos do ROYAL RAGE, Tiago Rodrigues, executou no formato collab uma versão para o clássico de Gloria Jones – repaginado e popularizado anos depois pelo Soft Cell – “Tainted Love”. A música conta com a presença de Luis Ferraz nos vocais (guitarrista das bandas Child O’Flames e Krucipha)e João Guimarães na guitarra, integrante da veterana banda de Heavy/Black Metal Doomsday Ceremony.
Confira a versão no link abaixo:
“Tainted Love” é uma canção composta por Ed Cobb, ex-The Four Preps, que foi originalmente gravada por Gloria Jones em 1964. A música alcançou fama mundial depois de ser regravada pelo Soft Cell em 1981, atingindo o #1 no UK Singles Chart, e desde então tem sido regravado por vários outros grupos e artistas (sendo outra versão bastante conhecida a que foi gravada por Marilyn Manson, em 2001, para o filme “Not Another Teen Movie”). Os veteranos do Blue Öyster Cult também gravaram uma versão da música, lançada antes mesmo do Soft Cell, em 1980,
O grupo conta ainda com Pedro Ferreira (guitarra e voz), Henrique de Carvalho (baixo) e Sol Perez (guitarra), time que trabalha na produção do álbum “Evolve”, que será produzido pelo britânico Russ Russell, responsável por trabalhos de bandas como Napalm Death, Dimmu Borgir, The Haunted, The Exploited, At the Gates, dentre outros.
Assista ao lyric vídeo de “Eyes of Glass” no Youtube:
EP “Unholy Ceremony Heretic”, que está disponível nas plataformas de streaming, ganha versão em vinil (single sided) e em CD
Os selos Neves Records, Melomano Discos e All Music Matters disponibilizaram o EP de estreia do Lockdown, “Unholy Ceremony Heretic”, em vinil com lado único (single sided) e em CD (digipack trifold). Criado durante a pandemia pelo vocalista João Gordo (R.D.P.), o guitarrista Antonio Araújo (Korzus e Matanza Ritual), o baixista Rafael Yamada (baixo, Claustrofobia e ex-Project 46) e o baterista Bruno Santin (Endrah), o EP “Unholy Ceremony, mixado e masterizado por Rodrigo Oliveira (Korzus) no Dharma Studios (SP), trouxe um death metal encorpado e agressivo. “O material tinha sido lançado apenas nas plataformas de streaming pela Blood Blast, subsidiária digital da gravadora alemã Nuclear Blast, e agora finalmente está disponível em vinil e CD”, disse o guitarrista Antonio Araújo.
Afora a união de músicos conhecidos, o Lockdown traz João Gordo cantando de forma mais brutal do que nunca. “Fiquei feliz porque nunca tinha feito death metal na vida”, comemorou o vocalista. Curiosamente, desde 1993, com “Just Another Crime in… Massacreland”, lançado pelo Ratos de Porão, João Gordo não gravava um disco completo em inglês. “Até gravei outros sons em inglês na época do ‘Feijoada Acidente’, mas eram covers. Quando Antonio me convidou, as músicas e letras já estavam prontas. Achei que seria difícil, mas tudo funcionou quando comecei a cantar, inclusive com pronúncia e sotaque aceitáveis”, revelou.
“Unholy Ceremony Heretic”, que contou com arte gráfica criada pelo renomado artista Alcides Burn (Burn Artworks), foi antecipado pelos singles “Archangel”, “Hymn of Hate” e “Desprezo”, que também saíram acompanhados por vídeos. Além de quatro músicas em inglês, o repertório do EP conta com uma faixa em português, “Desprezo”. Já “Black Demons Reign” traz uma letra que faz alusão ao comando de “demônios negros”. “Estes chamados ‘demônios negros’ não veem nada além de seus próprios interesses, em um lugar onde a fome, miséria, decadência e ausência de esperança predominam”, explicou Antonio Araújo. “Com o lançamento dos singles que anteciparam o EP, agora oficialmente lançado em todas as plataformas e também no formato físico, encerramos este promeiro ciclo do Lockdown. Mas a nossa intenção é a de preparar um álbum completo no futuro”, concluiu o guitarrista.
No dia 27/08 (sexta) o Insane Driver lança em todas as plataformas digitais o seu novo álbum, “Silicon Fortress”. No entanto, quem quiser adquirir uma cópia do CD, o mesmo já se encontra disponível de forma exclusiva na loja Die Hard Records, da Galeria do Rock (Av. São João, 439 – 2º andar – Loja 313, São Paulo / Telefone: (11) 3331-3978).
“Silicon Fortress” traz a mistura perfeita entre o Heavy Metal, Metalcore e uma pitada de ‘Post Grunge’, algo que faz com que o Insane Driver seja uma banda difícil de se rotular.
A formação do Insane Driver traz Eder Franco (vocais), Dan Bigal (guitarra e backing vocals), Dave Martins (guitarra), Cesar Castro (baixo e backing vocals) e Wagner Neute (bateria e teclados).
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