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No Cine Joia (25/05), em SP, Ritchie celebra 40 anos do LP Voo de Coração

Foto: Gal Oppido

Apresentação será no Cine Joia; músico também homenageará ídolos como Cat Stevens, Caetano Veloso e Peter Gabriel

No dia 25 de maio, o Cine Joia, em São Paulo, recebe um show especial do Ritchie e banda para celebrar 40 anos de um dos discos mais importantes do pop brasileiro: “Voo de Coração”. A realização é da produtora Mar Festival, que no mês de abril estreou com a produção – sold out! – da influente banda norte-americana The Brian Jonestown Massacre em SP.

Lançado em junho de 1983, o disco trouxe pelo menos meia dúzia de hits de rádio, como o hit eterno, “Menina Veneno”, e outros sucessos como “Pelo interfone”, “A vida tem dessas coisas”, “Voo de Coração” e “Casanova”.

“Voo de Coração” foi o LP mais vendido do Brasil naquele ano e permaneceu nas paradas nacionais por tanto tempo que, no fim do ano seguinte, ainda disputava a liderança com Roberto Carlos e “Thriller”, de Michael Jackson.

No show, Ritchie, acompanhado de uma excelente banda, formada por músicos experientes como Hugo Hori (sax e flautas), Eron Guarnieri (teclados), Luis Capano (bateria), Renato Galozzi (guitarrista) e Igor Pimenta (contrabaixo), fará um apanhado de seus 40 anos de carreira e homenageará ídolos como Cat Stevens, Caetano Veloso, Peter Gabriel e Righteous Brothers.

SERVIÇO
Ritchie – 40 anos Do LP “Voo de Coração”
Data: 25 de maio de 2023 (quinta-feira)
Horário: 20h30 (portas)
Local: Cine Joia
Endereço: Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade – São Paulo/SP
Classificação etária: 18 anos
Venda on-linehttps://pixelticket.com.br/eventos/13067/ritchie-em-sao-paulo
Ingressos:
R$ 130 (3º lote – meia entrada promocional, com doação de um quilo de alimento não perecível);
R$ 260 (3º lote – inteira)
R$ 440 (Camarote, 2º lote – inteira).

‘Voo do Coração’, um marco do pop brasileiro

Por André Barcinski

Em junho de 1983, um disco-voador pousou na música brasileira. Na época, ninguém entendeu direito o que era e nem de onde ele veio. Mas ele veio para ficar.

“Voo de Coração”, LP de estreia de Ritchie, era uma anomalia no pop brazuca: a música radiofônica brasileira do início dos anos 80 era orgânica, feito de guitarras, não de sintetizadores. Era uma música solar, praiana e alegre – Blitz, Lulu, Gang 90 –, ao passo que a música de Ritchie era gélida e contida, o que lhe conferia uma atmosfera mais europeia e cool.

Além disso, a figura de Ritchie contrastava com a de um popstar tropical: magérrimo, meio andrógino, com orelhas pontudas e dentes imperfeitos, usava um topete de gel, vestia jaquetas de couro e cantava com um forte sotaque estrangeiro.

A canção tinha uma letra sexy e misteriosa, com um refrão absolutamente inesquecível e solo de saxofone, um must do pop da década de 1980. Se fosse gravada em inglês pelo Duran Duran, “Menina Veneno” teria sido um sucesso mundial.

Ritchie não tinha na manga apenas essa música. O disco todo, “Voo de Coração”, era muito bom, com canções pegajosas, bem-produzidas e hits a granel, como “Pelo interfone”, “A vida tem dessas coisas”, “Voo de coração” e “Casanova”. Todos os sintetizadores foram gravados por Lauro Salazar, um brasileiro que morava em Munique e trabalhava com alguns dos músicos mais importantes da vanguarda alemã, como o baterista Curt Cress, conhecido por seu trabalho solo e por discos com Falco e Alphaville.

Salazar também fez os arranjos do LP de Ritchie e, mais tarde, tocaria teclados no sucesso “Cheia de Charme”, de Guilherme Arantes.

Desde “Secos & Molhados”, nenhum disco de estreia no Brasil fizera tanto sucesso quanto “Voo de Coração”. Ritchie saiu em uma turnê gigante – com 139 shows em sete meses – por Brasil, Paraguai e Peru, levando toda a aparelhagem de som e iluminação. A excursão passou por cidades que nunca tinham visto uma guitarra elétrica, quanto mais um sintetizador.

E o professor de inglês, que ganhava a vida dando aulas para Gal Costa e outros, virou o maior popstar do Brasil.

Foto: Gal Oppido

Ritche e a gênese de ‘Voo de Coração’

Quando estourou com “Menina veneno”, Richard David Court, o Ritchie, já era um veterano da cena musical no Brasil. O inglês desembarcara por aqui em 1972, para três meses de férias, mas nunca mais voltou à Inglaterra (sua matrícula no curso de literatura inglesa em Oxford ainda está aberta).

Ritchie era um músico versátil: tocava vários instrumentos e havia cantado no coral da Sherborne School, tradicional escola britânica, onde foi colega do ator Jeremy Irons. Em Londres, conheceu Rita Lee, que o convidou para passar uma temporada com os Mutantes em São Paulo.

Ao chegar, Ritchie logo se enturmou com os brasileiros. Montou uma banda, Scaladácida, que cantava em inglês, e foi chamado para o grupo de rock progressivo Vímana, no qual tocou com Lulu Santos e Lobão. A cena roqueira no Brasil era pequena e ortodoxa. O rock progressivo de Yes, Gentle Giant e Emerson, Lake & Palmer dominava as discussões.

“As pessoas não acreditavam que havia um roqueiro inglês de verdade por aqui, que cantava em inglês, e eu virei um rockstar. Várias bandas tentavam cantar em inglês, mas falavam muito mal. Pensei: ‘Posso me dar bem por aqui!'”

Quem tinha visto shows de Roxy Music, Mahavishnu Orchestra e Yes na Europa não se impressionava muito com as bandas brasileiras, exceto com os Mutantes. “Eles eram fora de série, estavam no mesmo nível técnico de qualquer banda estrangeira. Tinham uma força e uma originalidade impressionantes.

Virei grande fã deles.” Ritchie morou por um tempo com Arnaldo e Sérgio e presenciou as brigas que culminariam na saída de Rita Lee do grupo.

O Vímana acabou em 1977, sem estourar, e Ritchie foi dar aulas de inglês para sobreviver. Não via nenhuma perspectiva para quem gostava de rock e pop. Cansou de ouvir gravadoras dizerem que o rock jamais teria vez no Brasil, pois o povão não apreciava. Ritchie conseguiu um emprego na escola de inglês Berlitz e deu aulas particulares para Paulo Moura, Egberto Gismonti, Gal Costa e Liminha. Já tinha se conformado em abandonar a música.

Em 1980, o ex-baterista do grupo inglês Traffic, Jim Capaldi, casado com uma brasileira, pretendia gravar um disco solo, “Let the Thunder Cry”, e convidou Ritchie para ajudá-lo com os arranjos vocais em Londres. Capaldi reuniu um supergrupo para o LP, incluindo o baterista Simon Kirke (Free, Bad Company), o saxofonista Mel Collins (King Crimson, Camel), o percussionista Rebop Kwaku Baah (Can, Traffic) e o baterista Andy Newmark, que havia trabalhado com Sly and the Family Stone, Cat Stevens e Pink Floyd, e gravaria, meses depois, o último disco de John Lennon, “Double Fantasy”.

Ritchie ficou orgulhoso por estar no meio daquelas feras. Embora fosse um músico desconhecido, sentiu-se respeitado por todos. Além de cantar, acabou ajudando na produção do disco. O trabalho restaurou a confiança artística que ele havia perdido. Ao mesmo tempo, começou a notar que a cena no Brasil estava mudando, e que a música jovem ganhava terreno no país. E, assim que voltou ao Brasil, bateu à porta do amigo Bernardo Vilhena, letrista e poeta do grupo Nuvem Cigana: “Bernardo, vamos ganhar dinheiro?”.

Meses antes, a mulher de Ritchie, Leda, tinha trazido do exterior um Casiotone, pequeno teclado eletrônico. O músico sabia as limitações do instrumento, mas ficou fascinado com a sonoridade moderna do brinquedo. Na época, faziam sucesso grupos de synthpop como Soft Cell, Depeche Mode, Human League e A Flock of Seagulls, que usavam sintetizadores em canções dançantes. Havia também uma vertente do synthpop chamada new romantic, nascida de clubes do underground londrino, inspirada no visual andrógino e chique de Roxy Music e David Bowie, e que revelaria grupos como Duran Duran, Visage, Culture Club e Spandau Ballet. Ritchie seria o primeiro new romantic brasileiro. Só faltava convencer as gravadoras.

Várias músicas que entrariam no primeiro disco do cantor com a CBS foram gravadas em um porão pelo produtor Liminha, durante uma sessão que contou com o guitarrista Steve Hackett, ex-Genesis, outro gringo casado com uma brasileira.

Ritchie mostrou à CBS a fita demo com duas músicas, “Voo de Coração” e “Baby, meu bem”. O executivo da gravadora, Claudio Condé, adorou as canções e deu ao músico um horário de estúdio que ninguém queria – a tarde de 31 de dezembro de 1982. Ritchie deveria regravar as faixas em 24 canais, pois as demos haviam sido feitas em oito canais.

Mas o cantor tinha outros planos: em vez de usar o estúdio para mexer em músicas prontas, decidiu gravar uma inédita, que havia acabado de fazer com Bernardo Vilhena, chamada “Menina Veneno”. Na tarde de 1º de janeiro de 1983, ignorando o feriado, Ritchie bateu na casa de Condé: “Você vai me desculpar, mas eu não passei as músicas pra 24 canais, eu gravei outra”.

O diretor da CBS nem teve tempo de reclamar. Ritchie colocou a música para tocar e Condé ficou de queixo caído: “Isso aí é tudo o que a gente queria”.

Quem ouve “Menina Veneno” hoje pode ter dificuldade em compreender por que a canção soava tão moderna em 1983. Mas os que viveram aquela época sabem o choque que foi ouvir uma canção tão futurista em português. Aquilo simplesmente não existia por aqui. E hoje, 40 anos, depois, “Voo de Coração” é justamente celebrado como um disco fundamental do pop brasileiro.

Dosoro confirma participação especial do tecladista Derek Sherinian em single

A banda gaúcha DOSORO anuncia a participação especial do tecladista Derek Sherinian¸ ex-Dream Theater e atual Sons of Apollo,no single “Morena”, que será lançado no decorrer deste ano. As tratativas tiveram início em 2021, pelo Instagram, e segundo o guitarrista Edu Vignatti, a ideia seria tê-lo participando do single “Momentos”, que acabou não se concretizando. Entre idas e vindas, a colaboração deu certo: “Num primeiro momento, e sem trocadilhos, era para ele ter gravado a “Momentos”, mas no final das contas suas linhas de teclado ficaram muito bem encaixadas em “Morena”. Gostamos muito do resultado final e nem precisamos dizer o quanto estamos felizes por ter alguém que passou pelo Dream Theather em uma música nossa!”.

Derek Sherinian, que tocou na banda estadunidense entre 1994 e 1999, gravou o álbum Falling into Infinity” (1997) e diversos singles e álbuns ao vivo, como o clássico “Once in a Livetime”, de 1998. Sua carreira solo também surpreende, com uma série de lançamentos desde 1999, além de passagens pelo Black Country Communion, Yngwie MalmsteenPlanet X Sons of Apollo. A banda, que atualmente divulga o vídeo clipe de “Momentos”, comenta: “Este ano de 2023 tem sido muito produtivo, e com o lançamento de “Morena” com os teclados de Derek será um atrativo marcante para nossa trajetória. Acho que todos carregam um pouco de influências de Dream Theather e demais bandas que o Derek trabalhou, e embora nossa sonoridade seja bem diferente destas bandas, acaba enriquecendo nosso som”.

O último lançamento da DOSORO, o vídeo clipe de “Momentos”, faz parte de uma série de vídeos que serão lançados neste ano, com produção de Luiza Cioatto, da produtora Flutuante. Os vídeos contarão com a direção de Luiza Cioatto, produção de Maria Augusta Pires e produção e assistência de Henrique Garcia“Momentos” foi a primeira música que o baixista Fabrício Mussoi gravou ao entrar na banda. O músico, que também é dono do Teia Instituto Musical e do pub Teia Cultural, em Bento Gonçalves, conta que “foi muito inspirador ter alguém desse porte numa música que a gente compôs, e ainda por cima ter a oportunidade fazer um duelo de solos no final da música foi como pôr a cereja no bolo! Curto muito alguns trabalhos do Derek com o Malmsteen, Planet X, Sons of Apollo e Black Country Communion, então foi algo muito prazeroso e marcante”.

Assista ao vídeo clipe de “Momentos” no YouTube:

Ouça “Momentos” no Spotify:

Créditos da foto: Facebook/Derek Sherinian 

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Tim “Ripper” Owens participará de single da banda gaúcha Segregatorum; confira detalhes!

A banda gaúcha SEGREGATORUM contará com a participação especial do vocalista estadunidense Tim “Ripper” Owens em seu novo single, intitulado “Last Night ov The World”, que fará parte do álbum “Path Worse Than Death”, com previsão de lançamento para o próximo semestre. Conhecido pela sua passagem marcante pelo Judas Priest e por inúmeros projetos, Ripper entrou no mundo da música ainda na década de 1980, mas foi através da banda Winter’s Bane que seu nome começou a aparecer, com o lançamento do álbum “Heart of a Killer”, de 1993. De lá pra cá, além da participação no Priest nos álbuns “Jugulator” (1997) e “Demolition” (2001), fez parte do Iced Earth e da banda de Yngwie Malmsteen. Dentre outras bandas e participações especiais, trabalha atualmente com o KK’s Priest e lançou neste ano o EP solo “Return to Death Row”, com o nome de Ripper.

Para o vocalista Lucas Lazzarotto, a banda escolheu “Last Night ov The World”, como encerramento do álbum “Path Worse Than Death” justamente pela participação de Ripper e o resultado bombástico desta união: “A participação do Ripper foi majestosa, digna de fechar o álbum com chave de ouro, e escutar a empolgação dele cantando a letra e fazendo vocais mais agressivos do que o habitual é uma experiência animal. “Last Night…” é uma música grudenta com uma pegada arrastada característica de um Black Sabbath, e contém grooves dignos de colocar o Sepultura de molho, e diria que a voz do tio “Ripper”, deu o toque que faltava para realçar essa peça imponente.”

O guitarrista Edu Vignatti nos dá mais detalhes sobre esta parceria: “Sim, Tim Ripper Owens está em uma das músicas novas da Segregatorum! Um dia eu e o Lucas escrevemos num rascunho os nomes de todos os músicos que gostaríamos que participassem de algo com a banda, e que a gente curtia, e logo depois pensei: “vou mandar uma mensagem pro Ripper!”. Achei que ele não ia responder, mas ele me retornou a mensagem e para nossa surpresa ele gravou tudo em dois dias, e mandou a frase “Gonna sound killer”. Quando ouvi a primeira vez fiquei impressionado, pois é muito mais Death Metal que eu imaginava, e a galera pirou quando ouviu. Foi muito gratificante ver uma música que eu e o Lucas criamos sendo cantada por um de nossos ídolos, e também ver como soa poderosa essa música. Keep in metal!”.

SEGREGATORUM está trabalhando na finalização do álbum com o produtor Ernani Savaris, do Soundstorm Studio, localizado na cidade natal da banda, Bento Gonçalves. Para as gravações do baixo o duo contou com a participação especial de Alex Carrion, músico que já transitou entre bandas de Melódico, Progressivo e Neo Clássico e que atualmente integra o Vikram. As partes de bateria ficaram a cargo de Thiago Caurio, do Atomic Elephant Keep Them Blind. “Last Night ov The World” será lançado em breve em todas as plataformas digitais.

Ouça o single “Embers Fire” (Paradise Lost cover) no Spotify:

Ouça o single “Embers Fire” (Paradise Lost cover) no YouTube:

Créditos da foto: Maria Pires

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Mosh Metal Fest: Festival acontece no Teatro Mars neste sábado

Sábado (20), São Paulo vai tremer com mais uma edição do Mosh Metal Fest, que terá as bandas Incantation (EUA) e as bandas brasileiras Dorsal Atlântica, The Troops Of Doom, Crypta, Vazio e O Cara do Metal. O show acontece no Teatro Mars (Rua João Passalaqua, 80 – Bela Vista, São Paulo, SP) a partir das 15h.

O link para ingressos online é esse:
https://www.bilheto.com.br/evento/1219/Mosh_Metal_Fest

Formado em 1989, em New Jersey/EUA, o Incantation logo se destacou por praticar um Death Metal brutal, com temas bastante sombrios sobre ocultismo.  De lá para cá, são doze álbuns de estúdio, três EP’s e dois discos ‘ao vivo’. Seu trabalho de estúdio mais recente é “Sect Of Vile Divinities”, de 2020. Impossível não citar algumas perolas de sua discografia, como “Onward to Golgotha” (1992), “Mortal Throne of Nazarene” (1994), “Upon the Throne of Apocalypse” (1995) e “Vanquish in Vengeance” (2012).  A formação do Incantation traz John McEntee (vocal e guitarra), Luke Shively (guitarra), Chuck Sherwood (baixo) e Charles Koryn (bateria).

A lenda Dorsal Atlântica, que atualmente ‘faz shows escolhidos a dedo’ (aí está uma chance de ouro!), divulga o aclamado “Pandemia”(2021). Impossível não falar de seus clássicos “Antes do Fim” (1986) e “Dividir & Conquistar” (1988). O vocalista e guitarrista Carlos Lopes é um dos mais influentes músicos de Metal do Brasil – Max Cavalera não se cansava de dizer que decidiu montar o Sepultura, depois de assistir um show da Dorsal.

O The Troops Of Doom é outro grande nome do Brasil, e conta com Jairo Guedz (guitarra), ex-Sepultura e ex-The Mist, Marcelo Vasco (guitarra, e famoso ilustrador), Alex Kaffer (baixo e vocal) e Alexandre Oliveira (bateria). Eles possuem o , o aclamado álbum de estreia “Antichrist Reborn”(2022), além de dois EP’s; “The Rise of Heresy” (2020) e “The Absence of Light” (2021). A banda fez recentemente uma turnê Sul Americana ao lado do I Am Morbid, e recebeu muitos elogios.

A Crypta é um dos nomes mais badalados do Death Metal da atualidade. Com shows pelo mundo todo, as meninas têm arrebatado mais e mais fãs, por onde passam. Recentemente fizeram uma apresentação muito comentada na primeira edição do festival Summer Breeze. Esses shows são os últimos da turnê de “Echoes Of The Soul”, o excelente álbum de estreia. Ainda este ano será lançado o sucessor, via Napalm Records.

Atualmente a banda Vazio é um dos maiores nomes do Black Metal nacional, graças a seu debut, “Eterno Aeon Obscuro” (2020), e de suas apresentações bastante comentadas. O quarteto está trabalhando em seu segundo álbum, que deve ser lançado em breve.

Totalmente voltado para a nova geração e sua linguagem digital, a banda “O Cara do Metal” – criação de Ian Garbinato – conta com músicas que abordaram assuntos como cancelamento digital, empoderamento das mulheres metaleiras – as “pirigóticas” -, narrativas de contos históricos da religião “fé bahai”, uma música criada junto com os fãs em live do TikTok e até um Metal em inglês mais tradicional.

Para mais informações, siga a página do evento no Facebook:
https://www.facebook.com/events/954236835036191

A realização do Mosh Metal Fest é da Mosh Productions.
Site oficial: https://moshmetalfest.com/

SERVIÇO:
Fanzine Mosh orgulhosamente apresenta:
‘MOSH METAL FEST 2023’
Com as bandas Incantation, Dorsal Atlântica, The Troops Of Doom, Crypta, Vazio e O Cara do Metal
Data: 20 de maio de 2023 (Sábado)
Local: Teatro Mars (Rua João Passalaqua, 80 – Bela Vista, São Paulo – SP)
Abertura das Portas: 15h00

Preços:
Pista Promocional:
Promocional 1 kg de Alimento ou Ração Lote 1 R$ 120,00

Pista Meia:
Meia Lote 1 R$ 120,00

Pista Inteira:
Inteira Lote 1 R$ 240,00

Classificação: 18

Descrição
MEIA-ENTRADA
– Estudantes: Somente com carteirinha do órgão estudantil oficial, dentro do prazo de validade e com foto;

– Idosos: Idosos com idade superior a 60 (sessenta) apresentando o documento de identidade na entrada do evento;

– Professores de Rede Pública: Professores da Rede Pública apresentando o comprovante na entrada do evento;

– Portadores de Necessidades Especiais: Possuem direito a meia-entrada, estendido a um acompanhante.

Deve apresentar o cartão de benefício de prestação continuada de assistência social a pessoa com deficiência ou documento emitido pelo INSS que ateste aposentadoria.

Para mais informações sobre Meia-entrada clique aqui .

Informações gerais
Entrada permitida para maiores de 18 anos
Menores de 18 anos, somente acompanhado dos pais ou responsável.
É obrigatório apresentação do documento de identidade

Ingressos online:
https://www.bilheto.com.br/evento/1219/Mosh_Metal_Fest

Pontos de Vendas (sujeito a taxa):

-SÃO PAULO

-Get Fit Academia (somente débito e crédito)
Av. Eng. Caetano Álvares, 6250 – Mandaqui – São Paulo
Horário de Funcionamento: Seg. a Sex. das 06:00 as 22:00 / Sab. das 08:00 as 14:00

-ABC

-Sunrise Beachwear (somente débito e crédito)
R. Engenheiro Isaac Garcez, 113 – Vila Caminho do Mar – São Bernardo do Campo
Horário de funcionamento: Ter. a Sex. 11:00 as 18:00 / Sab. 10:00 as 16:00

-Metal Music (somente débito e crédito)
R. Álvares de Azevedo, 159 – Centro – Santo André
Horário de Funcionamento: Seg. a Sex 10:00 as 18:30 / Sab. 10:00 as 18:00

-GRANDE SP

-CNA (somente débito e crédito)
Rua Campos Sales, 669 – Centro – Barueri
Horário de funcionamento: Seg. a Sex. 09:00 as 21:00 / Sab. 08:00 as 17:00

-West Bar (somente débito e crédito)
R. São Maurício, 471 – Km 18 – Osasco
Horário de Funcionamento:
Ter. a Sex. 17:00 a 00:00 / Sab. 14:00 as 01:00 / Dom. 15:00 as 01:00

INTERIOR DE SP

-Academia GL2 (somente débito e crédito)
AV. Carmenere, 270 – Vino Barolo – Bragança Paulista
Horário de funcionamento:
Seg. a Sex. 06:00 as 11:00 e 14:00 as 22:00 / Sab. 09:00 as 12:00

-Nautilus Academia (somente débito e crédito)
R. Celso Moreira de Almeida, 188 – Jardim Santa Maria – Jacareí
Horário de funcionamento:
Seg. a Sex. 06:00 as 12:30 e das 14:00 as 22:00 / Sab. 08:00 as 12:30

-Alfandega Store (somente débito e crédito)
Av. Dona Gertrudes, 25 – Centro – São João da Boa Vista
Horário de funcionamento:
Seg. a Sex. 09:00 as 18:00 / Sab.09:00 as 17:00

-CNA (somente débito e crédito)
Av. Andrômeda, 1191 – Jardim Satélite – São José dos Campos
Horário de funcionamento:
Seg. a Sex. 08:00 as 22:00 / Sab. 08:00 as 17:00

-Guitar Music Shop (somente débito e crédito)
R. Couto Magalhaes, 322 – Alto da Boa Vista – Ribeirão Preto
Horário de Funcionamento:
Seg. a Sex. 09:00 as 18:00 / Sáb . 09:30 as 13:30

Páginas relacionadas:
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Eskröta confirma show de lançamento do novo álbum no SESC Belenzinho

Ingressos para o show de lançamento de “Atenciosamente, Eskröta”, que ocorre em 26 de maio, estão disponíveis

Os ingressos para o show de lançamento do novo álbum da banda Eskröta, intitulado “Atenciosamente, Eskröta”, que ocorre no dia 26 de maio no SESC Belenzinho, em São Paulo (SP), estão disponíveis. O evento, que faz parte do projeto Música Extrema, contará com a participação especial de Milton Aguiar, vocalista do Bayside Kings. “Quem vai tocar bateria é Jhon França, que gravou conosco o novo álbum”, adianta a baixista Tamyris Leopoldo. “Esta é a primeira vez que a Eskröta tocará no SESC, então estamos realizando um sonho. A ideia é fazer um show especial, passando por várias fases da banda, mas dando foco ao álbum ‘Atenciosamente, Eskröta’, até por se tratar do lançamento oficial do álbum em São Paulo. Então vai ser uma noite memorável pra nós!”, acrescenta a vocalista e guitarrista Yasmin Amaral.

Ingressos online à venda em https://www.sescsp.org.br/programacao/eskrota/

“Atenciosamente, Eskröta”, que sucede o debut “Cenas Brutais” (2021) e o EP “T3RROR” (2022) e conta com a capa a cargo de Hueller Figueredo, foi finalizado com mixagem e masterização pelo Estúdio Toth, de Danilo Souza e Fernando Uehara, ambos membros do Bullet Bane.

Segundo Yasmin Amaral, embora o crossover/hardcore e thrash metal ainda seja a base da Eskröta, o novo álbum traz um posicionamento diferente. “As músicas têm um lado hardcore mais presente e os shows que vamos fazer estão alinhados com isso. Temos uma turnê com Bayside Kings e outra com o Dead Fish a caminho”, explica.

Confira a faixa “Homem é assim mesmo”

O álbum, que também está disponível na versão física (CD Slipcase), pode ser ouvido nas plataformas de streaming: https://ditto.fm/atenciosamente-eskrota.

Serviço – Eskröta no SESC Belenzinho:
Data: 26 de maio (sexta-feira)
Local: Comedoria do SESC Belenzinho
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000 – Belenzinho, São Paulo/SP
Horário: 20h30
Venda presencial a partir do dia 17/05, às 17h
Ingressos online em https://www.sescsp.org.br/programacao/eskrota/

Mídias sociais:
https://www.facebook.com/eskrota
https://www.instagram.com/eskrotacs/

E-mail: eskrotacs@gmail.com

Kin Wagon une o Hard Rock e o Glam Metal com mensagem motivacional contra o alcoolismo!

A banda de Hard Rock brasileira KIN WAGON, liderada pelo experiente cantor Lean Van Ranna, músico que já passou por muitas bandas e projetos de renome (inter)nacional, lançou em todas as plataformas digitais e através dos selos GL Music / Ingrooves / Universal Music, “Sunrise Will Shine”, o quarto single extraído do vindouro EP de estreia intitulado “First Arrival”.

Ouça “Sunrise Will Shine” em https://ingrv.es/sunrise-will-shine-krz-j

A sonoridade da nova faixa mostra uma roupagem mais Glam Metal, lembrando bastante bandas consagradas como, por exemplo, Van Halen e Stryper, o que combina perfeitamente com sua temática motivacional de otimismo devido as altas doses de energia e alto astral.

O cantor e líder Lean Van Ranna comentou: “A letra de “Sunrise Will Shine” conta, de forma muito positiva e de autoajuda, a história de um alcoólatra recuperado que organiza uma festa para comemorar sua conquista e vitória contra seu antigo vício.”

Assista o Lyric Video para “Sunrise Will Shine” no canal do YouTube da Lab Sonoro (Subdivisão da GL Music) em https://youtu.be/27anTpJM7bA

A relação das faixas de “First Arrival” é: “All I Want”“Return To Zero”“Promised Land”“Sunrise Will Shine” e “She Just Forgot Me”. Previsão de lançamento segundo semestre de 2023.

O Hard Rock da KIN WAGON prima por abranger influências e referências clássicas, sempre mantendo níveis de qualidade técnica e coerência musical do estilo sem se prender a rótulos, proporcionando aos ouvintes verdadeiras sensações instigantes de déjà-vu e muito alto astral.

Atualmente radicada em São Paulo, é formada por Lean Van Ranna (vocal), Yuri Donatti (guitarra), Anderson Sherman (baixo) e Caio Gaona (bateria). A banda já tem como convidado especial um novo tecladista que gravará todos os novos trabalhos incluindo as demais músicas do álbum de estreia que será lançado em 2024.

Ouça “Sunrise Will Shine” em:
https://ingrv.es/sunrise-will-shine-krz-j

Arranjos vocais e letras por Yuri DonattiLean Van Ranna e Carlos Nogarolli
Arranjos de teclados e sintetizadores por Nilver Pérez
Fotos e arte de capa por Ricardo Janke

https://youtu.be/27anTpJM7bA

INFORMAÇÕES ADICIONAIS:

Formada por Lean Van Ranna (King Of Salem, Excalibur, Auryah, Menahem, A Taste Of Freedom, Masterful, Melodius Deite) em 2020 sob o nome Road To Prize, priorizava uma sonoridade mais voltada para o AOR e Melodic Rock, chegando a lançar o single “All I Want”, em 2021, antes de entrar num curto hiato.

No ano seguinte retornou as atividades como KIN WAGON, trazendo uma nova formação e, principalmente, uma sonoridade mais pesada e calcada no Hard N’ Heavy, Glam Metal, até pitadas de Blues, sem deixar suas raízes do Hard Rock e AOR dos anos 80 e 90 de lado. Nessa volta lançou os singles “All I Want” (regravação), “Return To Zero”“Promised Land” e agora “Sunrise Will Shine”.

Recentemente, devido inconsistências de agendas e conflitos com outros projetos, a formação da banda novamente sofreu algumas mudanças com a saída do experiente tecladista peruano Nilver Perez e do exímio guitarrista Johnny Moraes (que tinha entrado justamente no lugar do recém retornado Yuri Donatti, na época por motivos particulares).

“Uma pena o Johnny não conseguir ficar conosco, mas por um lado não queríamos prender um cara tão incrível (músico e pessoa), de voar alto na carreira como está voando. Ter de volta Yuri conosco cheio de garra e disponibilidade foi ótimo, pois ele compôs os arranjos de todas faixas do EP e 70% do álbum de estreia, e gravou muitas partes de guitarras, assim poderá finalizar o restante das faixas como era previsto. A química entre nós dois e mais nosso parceiro de composição Carlos Nogarolli, é forte, e agora nessa nova fase o processo criativo vai ser dividido com os novos membros Anderson Sherman e Caio Gaona, ambos também grandes músicos e compositores”, comentou Lean Van Ranna.

Nilver gravou todas suas partes nas faixas do EP “First Arrival” e mais duas faixas que estarão presentes no vindouro álbum de estreia. Já Johnny Moraes, como despedida, aparecerá no próximo lançamento, que será uma versão para “Since You Been Gone”, famoso clássico do Rainbow com Graham Bonnet nos vocais, que recentemente fez parte da trilha sonora do filme da Marvel, Guardiões da Galáxia Vol. 3.

ALERTA DE UTILIDADE PÚBLICA:

O uso nocivo de álcool leva à 3 milhões de mortes ao ano no mundo. No Brasil, o SUS realiza atendimento gratuito para pessoas que sofrem com o vício do alcoolismo, basta buscar os CPAS (Centros de Atenção Psicossocial) em seu município ou nas UBS).

Outra ajuda fundamental é a do A.A. (Alcoólicos Anônimos), pesquise no site https://www.aa.org uma unidade próxima de você.

Ouça KIN WAGON em:

Spotify: https://sptfy.com/kinwagon
Deezer: https://bit.ly/kinwagon
Amazon: https://amz.run/6Jf7
Apple Music: https://apple.co/3XyCRpC

Mídias Sociais/Contato:

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Youtube: https://www.youtube.com/kinwagon
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Michel da Luz explica sua ligação com a banda tunisiana Myrath

Vocalista brasileiro fez uma participação especial no show do Myrath em São Paulo

O vocalista catarinense Michel da Luz, produtor musical, professor de técnica vocal e tecladista, realizou uma participação especial como convidado do show da banda tunisiana atualmente sediada na França, Myrath, realizado no último dia 1º de maio no Carioca Club, em São Paulo. Na nona música do set, o vocalista Zaher Zorgati mencionou que seria um momento muito especial para todos, pois chamaria ao palco um querido amigo da banda para cantarem e se divertirem juntos. “Para mim foi uma experiência única conhecer e pisar no palco junto dessa banda tão especial para minha carreira, ainda mais para interpretar uma música tão poderosa como ‘Get Your Freedom Back’. Zaher estava registrando tudo em seu celular e na parte da ponte fizemos um dueto”, comentou o vocalista catarinense.

Michel da Luz registrou em vídeo a experiência de conhecer a banda e ficar com os integrantes durante todo o tempo de soundcheck e backstage, mencionando a gentileza e profissionalismo da banda. Confira:

A ligação entre a banda tunisiana e o brasileiro se deu em 2018, quando o vocalista postou em suas mídias um cover que havia gravado em seu estúdio. Em 2021, Michel da Luz contou com a participação especial dos integrantes do Myrath no EP conceitual “The Passage Through the Ancient Gate”. “A faixa ‘A Mystery to Unravel’ trouxe Malek Ben Arbia na guitarra e Anis Jouini no baixo, além de Aquiles Priester na bateria e o tecladista Elyes Bouchoucha, que esteve no Myrath até o ano passado”, detalha o vocalista. “Trata-se do meu primeiro trabalho em inglês, com as cinco faixas do EP contando a história de um guerreiro enviado para a Terra com uma missão de esperança e fé. A sonoridade mescla o progressivo com elementos de power metal”, acrescentou.

Michel da Luz começou muito cedo na música, gravando seu primeiro trabalho autoral aos 9 anos de idade. Desde então, lançou vários projetos sob sua produção, com destaque para “Dreißig” (2014) – mixado por Rich Mouser (Neal Morse, Spock’s Beard) –, “Sola Gratia” (2017) e “The Passage Through the Ancient Gate” (2021). Além de assumir os teclados nas apresentações ao vivo, a banda solo de Michel da Luz conta com Diogo Mafra (Edu Falaschi) na guitarra, Levi Muniz no baixo e Edgar Maccoppi na bateria.

Ouça o EP “The Passage Through the Ancient Gate” no Spotify em https://tinyurl.com/5h4hxwvt

Instagram: https://www.instagram.com/micheldaluz

E-mail: michelteclas@gmail.com

Peter and the Test Tube Babies no Brasil: anunciadas as bandas de abertura

Show acontece dia 10/06 no Jai Club; banda britânica teve carreira alavancada pelo lendário DJ britânico John Peel

Urutu e Dente Canino são as bandas nacionais que participarão no dia 10 de junho, em São Paulo, no Jai Club, do enfim primeiro show no Brasil da banda inglesa Peter and the Test Tube Babies, uma lenda do punk rock que no início da década de 1980 teve a carreira foi alavancada pelo lendário DJ britânico John Peel.

O evento é uma produção da Agência Sobcontrole, que ainda no mês de junho realiza a volta dos alemães mestres do metal medieval sinfônico Haggard (11/06, Carioca Club) e a terceira edição do Insane Music Festival (18/06, Carioca Club).

Ingressos continuam à venda: https://www.clubedoingresso.com/evento/peter-and-the-test-tube-babies

Desde 2011, o Urutu toca um punk torto, mesclando o que há de melhor no submundo: da new wave of british heavy metal ao proto-punk psicodélico. Esse ano o grupo faz uma série de apresentações rememorando seus 12 anos e seu último compacto, “Fora de Compasso” de 2022.

Dente Canino é uma banda de hardcore formada em São Paulo em maio de 2022. Os integrantes, Vinicius (vocal), Caio (bateria), Iran (baixo) e Pedro (guitarra) veteranos do underground paulistano, já tocaram em bandas como I Shot Cyrus, Futuro, Cankro, La Revancha, Werewolf, Câimbra Noala e muitas outras.

A ideia desde o início foi fazer hardcore puro, furioso e cru, baseado em bandas do começo da década de 80, principalmente do Brasil (Psykoze), EUA (SSD, Negative Approach) e Finlândia (Riistetyt).

Peter and the Test Tube Babies

Nos anuários do punk mundial, Peter And The Test Tube Babies escreveram algumas das melhores canções punk de todos os tempos com suas histórias sobre os perigos de ser jovens punks em Brighton – “Banned From The Pubs”, “Intensive Care”, “Run Like Hell”, entre outras, sempre balanceando críticas sociais com senso de humor.

A banda foi criada em 1978 na pequena cidade de Peacehaven por Derek “Strangefish” Greening e Peter Bywaters. O punk rock dos britânicos chamou atenção por incrementar ska, new wave e até guitarras com uma distorção que beirava o heavy metal.

O lendário DJ John Peel, da icônica britânica Radio 1, é um dos responsáveis pela fama repentina de Peter And The Test Tube Babies. Foi Peel quem tocou para todo o Reino Unido a música ‘Elvis Is Dead’, que apareceu na compilação Vaultage ’78 de bandas new wave de Brighton.

Peel ouviu, gostou e logo produziu a Test Tube Babies Session. O sucesso foi de tirar o fôlego e a banda se tornou uma das bandas independentes mais badaladas do Reino Unido da noite para o dia.

O primeiro single foi ‘Banned From The Pubs’ – fãs e a imprensa enlouqueceram na mesma medida. A partir desse momento tudo enlouqueceu, salas de concertos esgotadas na Inglaterra e na Europa e seu grande sucesso na mídia empurrou seu álbum de estreia, Pissed And Proud, para o primeiro lugar nas paradas independentes inglesas.

Logo depois disso, The Mating Sounds Of South American Frogs foi lançado – um item obrigatório para todas as coleções de discos – e vendeu mais de 100.000 cópias, resultando em convites de todo o mundo.

Fizeram shows em todo o mundo e consolidaram seu status como uma das bandas ao vivo mais brilhantes e engraçadas da cultura punk rock. Eles também tiveram a honra de representar o Reino Unido na histórica festa MTV East/West para comemorar a queda do muro de Berlim.

Derek “Strangefish” Greening e Peter Bywaters, a base da banda, usaram diversos baixistas e bateristas ao longo das décadas para gravar seus discos, como o brilhante Supermodels, que os trouxe de volta em 1995. Nos anos seguintes vieram mais discos de sucesso, como A Foot Full Of Bullets e For A Few Bullets More, com as participações especiais de Campino (Die Toten Hosen) e Olga do The Toy Dolls.

Em 2017, a banda assinou com a Arising Empire Records e, em 2018 e 2020, viu os lançamentos de ‘That Shallot’ e ‘Fuctifano’, respectivamente. Peter And The Test Tube Babies não para e agora é a vez da América do Sul!

Serviço
Peter And The Test Tube Babies em São Paulo
Abertura: Urutu e Dente Canino
Data: 10 de junho de 2023 (sábado)
Horário: 20h
Local: Jai Club
Endereço: Rua Vergueiro, 2676 – Vila Mariana – Próximo Metro Ana Rosa
Ingresso:
R$ 100 (1° Lote – Pista – Meia/Promocional – doe 1 Kg de alimento não perecível)
R$ 200 (1º Lote – Inteira)
Venda on-line: https://www.clubedoingresso.com/evento/peter-and-the-test-tube-babies
Classificação etária: 18 anos

“Uma grande revolucionária” afirma Ney Matogrosso em vídeo exclusivo para Paulo Baron

Na última segunda-feira (8) recebemos através da mídia a triste notícia do falecimento da cantora Rita Lee, uma das maiores cantoras e compositoras da história da música brasileira, além de ser considerada a rainha do rock brasileiro. Ousada, a artista se destacava por sua coragem e por suas falas muitas vezes polêmicas e provocativas.

Ney Matogrosso, amigo de Rita, que viu seus primeiros passos no meio artístico desde o início de sua trajetória falou em vídeo exclusivo para o empresário Paulo Baron, que deve lançar em breve sua série “Garimpeiro do Rock e El Barón”, um pouco sobre a personalidade “revolucionária” da cantora.

Baron publicou em seu instagram um corte sobre este encontro, onde Ney exalta a ousadia da artista já nos anos 60, quando tudo ainda era considerado tabu:

“Rita Lee era assim, por isso minha grande admiração por ela sempre, sabe porquê? A primeira vez nos anos 60 quando eu vi a Rita Lee se apresentando numa televisão no festival, grávida, vestida de noiva nos anos 60 eu entendi a Rita Lee, sabe?!, afirma.

Assista ao vídeo: https://www.instagram.com/reel/CsLkZhavo5z/?igshid=MzRlODBiNWFlZA==

Isabele Miranda/ Top Link Music 

Fotos: Acervo pessoal 

Estio250: Ouça novo single da música “Guerra”

Na estrada há mais de 25 anos, apostando no Rock pesado, a banda de São Paulo, Estio250 acaba de lançar seu mais novo sinlge; a musica “Guerra”, que se encontra nas plataformas digitais, como por exemplo no Spotify.

Ouça:

Em breve será lançado o videoclipe dessa música.

O Estio250, foi formado em 1997 no bairro da Freguesia do Ó, cidade de São Paulo, quando, Nico, guitarrista da extinta banda de rock Anjos Negros, resolveu reunir alguns amigos para voltar a tocar. A influência vinha de diversas bandas gringas como The Clash, Ramones, Bad Religion, Green Day entre outras, mas também estava muito presente a influência do movimento do rock nacional da década de 80, de bandas como Plebe Rude, Inocentes, 365, Ira, Titãs, entre tantas outras, também inspiraram muito a linha de composição banda, que no início tinha o nome de Estio e que futuramente ganhou o 250 como complemento, em alusão ao endereço onde tudo começou. Assim o Estio se transformou em Estio250.

Com um viés crítico e atento a tudo que acontece ao seu redor, a principal característica da banda é escrever letras e músicas que transmitam o sentimento coletivo de indignação sobre diversos aspectos do cotidiano.

A banda se apresentou em diversos palcos ao longo desses anos e muitas pessoas passaram pelo Estio250 e atualmente a formação é: Adriano e Chile nos vocais, Nico nas guitarras, Fabinho no baixo e Felipe na bateria.

Em abril de 2021 eles lançaram o EP “Vida lá Fora” com três músicas: “Made in Brazil”, “Vida lá

Fora” e “Abstinência”.

No dia 06 de maio de 2023, o Estio250 lançou o novo single “Guerra”, que traz reflexões e

críticas sobre todos os tipos de guerra que atormentam e destroem a humanidade. Guerra urbana, santa, fria…

“Guerra” – assim como o EP lançado anteriormente – foi produzido pelo guitarrista Zé Renato.

Acompanhe o Estio250 em seus canais oficiais:
www.instagram.com/banda_estio250/
www.facebook.com/estio250
www.youtube.com/Estio250

The Troops of Doom lança novo EP, ‘Prelude to Blasphemy’

“Prelude to Blasphemy” traz duas inéditas e os dois primeiros EPs da banda como bônus

O The Troops of Doom apresenta oficialmente seu novo EP, “Prelude to Blasphemy”, que conta com duas faixas inéditas mixadas e masterizadas por Leonardo Pagani, e os dois primeiros EPs, “The Rise of Heresy” (2020) e “The Absence of Light” (2021), como bônus. O material, que teve a arte de capa pintada por Maramgoni, brasileiro radicado em Portugal, foi lançado em CD Slipcase pela Voice Music no território brasileiro e em CD Digipack no exterior através da Alma Mater Records. Já a distribuição digital fica a cargo da Blood Blast, subsidiária digital da gravadora alemã Nuclear Blast.

“Seguindo nosso histórico tradicional com os EPs, ‘Prelude to Blasphemy’ resgata a essência de duas músicas parcialmente compostas na época do ‘The Rise of Heresy’ e ‘The Absence of Light’. Elas acabaram ficando incompletas e por isso foram colocadas carinhosamente na gaveta naqueles anos, mas já pensando em usá-las posteriormente, como efetivamente aconteceu”, detalha o guitarrista Jairo “Tormentor” Guedz. “Resolvemos reavivá-las para o lançamento deste novo material que comemora os três anos da banda. Claro, ainda havia a necessidade de uma nova prensagem dos EPs anteriores, que já estão praticamente esgotados. Então, como faixas bônus, na versão física em CD, temos ‘The Rise of Heresy’ e ‘The Absence of Light’ em um formato especial com a arte gráfica interna toda renovada, com muitas fotos e um belo pôster para quem não teve a oportunidade de tê-los originalmente na coleção”, acrescenta o guitarrista Marcelo Vasco.

Ouça a faixa “God’s Orphanage”

O vocalista e baixista Alex Kafer vai na mesma linha de que as músicas inéditas foram reestruturadas. “Elas vieram de ideias antigas, mas estão com muita energia e um peso incrível! A faixa ‘1666’ é mais rápida e intensa, na linha do Kreator, Sodom e Sepultura antigo, enquanto ‘God’s Orphanage’ traz uma cadência mais densa e pesada, nos moldes de ‘Hell Awaits’ e ‘South of Heaven’ do Slayer. É uma espécie de síntese do que o The Troops of Doom sempre se propôs a fazer e, obviamente, trazendo nossa própria personalidade, calcada na velha escola do metal”, reforça Alex Kafer.

De acordo com o baterista Alexandre Oliveira, “God’s Orphanage” e “1666” sintetizam o The Troops of Doom. “Quando fizemos ‘Antichrist Reborn’ meio que esquecemos delas e agora, finalmente, as músicas tiveram seu propósito. Ambas com muita energia e que sintetizam bem demais a cara do The Troops of Doom. Como somos uma banda que não para muito tempo quieta, ‘Prelude to Blasphemy’ serve novamente como uma espécie de ponte para o que estamos preparando para o nosso futuro segundo álbum, que será lançado em 2024”, conclui.

Confira nas plataformas digitais: https://bfan.link/prelude-to-blasphemy

Próximos shows:
19 de Maio – Mosh Metal Meeting – Pomerode/SC
20 de Maio – Mosh Metal Fest – São Paulo/SP

Para adquirir o CD no Brasil: https://www.thetroopsofdoom.com/loja
CD à venda na Europa/Mundo: https://www.almamaterrecords.com

Sites relacionados:
www.thetroopsofdoom.com
https://thetroopsofdoom.bandcamp.com/
www.facebook.com/thetroopsofdoom
www.instagram.com/thetroopsofdoom

Contato: info@thetroopsofdoom.com

Booking/Management: rodscelza@gmail.com | Whatsapp: +55 21 998581699, c/ Rodrigo Scelza

Repetente Records celebra 1 ano em festa com jams e anúncio surpresa

Evento especial do selo de três músicos do CPM22 (Badauí, Phil Fargnoli e Ali Zaher) junto ao diretor artístico Rick Lion acontece no dia 31/05, no Fabrique Club (SP)

Um ano de Repetente Records! Um baita ano de perseverança, profissionalismo e valorização do rock independente através da experiência do agora quarteto Badauí, Phil Fargnoli e Ali Zaher Jr. (músicos do CPM 22) e Rick Lion, que desde o início do selo, em abril de 2022, já promoveram potentes lançamentos das bandas Anônimos Anônimos, Fibonattis, Faca Preta, Escombro e Magüerbes – em breve também da Statues on Fire e outras.

Este primeiro aniversário da Repetente Records será celebrado na capital paulista (SP) em grande estilo no dia 31 de maio, uma quarta-feira, a partir das 20h, no Fabrique Club (rua Barra Funda, 1075 – Barra Funda).

Os ingressos para a festa já estão à venda:
https://pixelticket.com.br/eventos/13767/festa-de-aniversario-1-ano-repetente-records-fabrique-club.

Neste evento especial, o palco do Fabrique vai receber jams de todas as bandas do selo, além de convidados especiais.

Badauí comenta sobre a festa de 1 ano de Repetente Records. “Essa festa é para comemorar uma marca importante de um projeto que está apenas no início, mas é também uma forma de agradecer as bandas que confiaram em nós e no crescimento do selo! A nossa ideia sempre foi fortalecer a cena com bandas que têm discursos afiados e aglutinar seus fãs com o mesmo propósito! Será uma noite inesquecível!”.

Mas o palco da festa também será para anúncios, como o da banda que entrará para o time Repetente Records. Além de ser revelada, a banda – ainda surpresa – tocará algumas músicas, uma espécie de mini show. E só um spoiler: trata-se de um nome que faz, hoje, um dos shows mais enérgicos de toda cena punk/hardcore nacional.

Rick Lion destaca o diferencial do selo no mercado fonográfico do rock independente no Brasil. “Ao contrário da maioria dos selos, a Repetente Records nasceu com o objetivo principal de alavancar e fortalecer a cena como um todo, trazendo àqueles que estão começando a experiência de quem vive por anos dentro do cenário nacional da música. Aqui, na Repetente, tem suporte, profissionalismo, novas ideias e parcerias”.

A Festa de 1 ano da Repetente Records conta com apoio da Jack Daniels, loja de skate Ratus (localizada em Santo André/SP) e da 89 FM – Rádio Rock, por meio do programa Heavy Pero No Mucho – o apresentador Thiago DJ vai discotecar nessa noite no Fabrique!

Repetente Records: persistir na devoção pela música

A festa no dia 31/05 no Fabrique Club será uma forma de enaltecer um ano em que quarteto Badauí, Phil Fargnoli, Ali Zaher Jr. e Rick Lion apostaram naquela que pode ser considerada a gênese da Repetente Records: a persistência na chama da paixão pela música e disposição ainda com muito fôlego para desbravar o novo.

A Repetente Records surgiu em 2022 para fortalecer o rock/punk rock em parceria com uma das maiores distribuidoras de música digital do mundo, a inglesa Ditto Music, além de assessoria de imprensa da Tedesco Mídia. No início de 2023, o selo anunciou Rick Lion como diretor artístico.

O nome tem tudo a ver com perseverança e persistência na música. Repetente tem a ver com a rebeldia contra padrões. Na escola, muitas vezes o aluno “repetente” é aquele que não se encaixa nos moldes, mas eventualmente encontra na música uma forma de vencer na vida.

Ele repete não por incapacidade, mas por não ligar, não se interessar pelas mesmas coisas ou por estar enfrentando problemas maiores e mais urgentes fora da escola. Em vez de copiar a lousa, ele está sempre criando – fazendo desenhos, escrevendo rimas, bolando planos, fantasias impossíveis, se divertindo com uma realidade menos careta e injusta.

Fazem parte do selo as bandas Anônimos Anônimos, Fibonattis, Faca Preta, Escombro, Magüerbes e Statues on Fire, além da banda surpresa a ser anunciada no dia 31/05 durante a festa de 1 ano.

Repetente Records: dinamismo e experiência

Phil Fargnoli lembra que a Repetente Records é uma engrenagem: ele e Ali Zaher ficam mais focados na parte operacional da distribuição digital e questões de estúdio junto às bandas, enquanto Badauí e Rick são o elo artístico, os caras que direcionam ideias, fortalecem a identidade e jogam luz no ardiloso caminho da música independente no país.

“Depois de tantos anos na ativa compondo, gravando, tocando e excursionando, chegamos a um ponto imprescindível para qualquer banda, que é ter o compromisso consigo mesmo de entregar sempre um ótimo álbum e fazer muitos shows. É um ciclo que toda banda deveria e, àquelas que se esforçam, precisam cair. Essa dinâmica é um pouco daquilo que projetamos na Repetente Records: compartilhar experiência, apontar as armadilhas, mas também apontar os atalhos. Queremos fomentar nosso setor – a música. Queremos fazer as bandas acreditarem e batalharem, assim como nós, e vamos fazer esse caminho juntos, com amizade e qualidade”, fala Phil.

Repetente Records nas redes

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Hellish War se apresenta no Abril Pro Rock neste fim de semana

Realizado anualmente em Recife, nesta edição o festival também contará com apresentações do Incantation, Crypta, Troops Of Doom, Edu Falaschi, Dorsal Atlântica, entre outros

O Hellish War é considerado um dos grupos de heavy metal tradicional mais relevantes do Brasil. Recentemente a banda realizou uma turnê no Brasil ao lado do Steve Grimmett’s Grim Reaper e Brave, onde esteve promovendo seu mais recente álbum, “Wine OF Gods”, financiado pelo Proac Editais.

“Wine OF Gods” é apontado por imprensa e público como um dos melhores trabalhos da carreira do quinteto paulista. Além de ter ficado entre os cinco álbuns mais vendidos da loja Die Hard, “Wine Of Gods” colecionou elogios de alguns dos mais importantes jornalistas e críticos de rock do país: “Melhor álbum do Hellish War!” (Leandro Coppi – Roadie Crew); “Uma aula de como se fazer o estilo” (Vitor Franceschini – Arte Metal); “Assombroso no quesito música de qualidade” (Celso Lopes – Rumors Mag). Entre as dez faixas que compõe o disco, “Warbringer” traz a participação especial de Chris Boltendahl do Grave Digger.

O ano de 2023 começou muito bem para o Hellish War com a confirmação do grupo como uma das atrações do renomado Abril Pro Rock, um dos mais importantes festivais da América Latina.

No ano em que comemora seu trigésimo aniversário, o Abril Pro Rock será realizado neste sábado e domingo, dias 13 e 14 de Maio, no Clube Português em Recife/PE. Além do Hellish War que se apresenta no dia 14, outras atrações de peso estarão no festival: Edu Falaschi, Dorsal Atlântica, Incantation, Crypta, Wizards, The Troops Of Doom, Devotos, Torture Squad, Mukeka Di Rato, entre outros.

Os ingressos estão à venda online, com preços que vão de R$ 90,00 a R$ 180,00, divididos em até 6x no cartão, pelo Clube do Ingresso: https://www.clubedoingresso.com/evento/abrilprorock30anos

Assista o vídeo de “Falcon”, ao vivo em São Paulo, produzido pela Starship Videos, e que garantiu uma vaga para o Hellish War na fase final do concurso “New Blood” do Summer Breeze Brasil:

Ouça também “Wine Of Gods” nas plataformas digitais:
Spotify: https://spoti.fi/33bJsuG
Deezer: http://bit.ly/2M68TbY
iTunes: https://apple.co/2OFK7RN
Youtube: http://bit.ly/33iVKRX

Mais Informações:
www.facebook.com/hellishwar
www.instagram.com/hellishwar

MARKY RAMONE VOLTA AO BRASIL COM SUA TOUR BLITZKRIEG 2023

Crédito: Andres Violante

Hey ho! Let´s go! O lendário baterista da maior banda de Punk Rock de todos os tempos, os RAMONES, volta ao Brasil em Outubro após 7 anos sem tocar por aqui, depois de percorrer a Europa e parte da América do Sul.

1, 2, 3, … Assistir a um show desta lenda do punk rock mundial é como transportar-se para uma apresentação dos Ramones no CBGB´s ou em outro lugar do mundo, podendo vivenciar toda a energia crua do mais puro rock n roll e fazer parte da história.

Serão shows históricos, celebrando os 50 anos do CBGB berço do Punk Rock, com a apresentação dos maiores clássicos da banda que popularizou o punk através da música, conceito, atitude e moda irreverente e simples.

Clássicos como “Pet Sematary”, “Sheena is a Punk Rocker”, “Blitzkrieg Bop” e “Do You Wanna Dance” entre outros sucessos! HEY HO! LET´S GO!

No Brasil, os shows de MARKY RAMONE´S BLITZKRIEG já estão confirmados em São Paulo, Curitiba, Porto Alegre e Londrina com realização de MP Tourmanagement e ZEROFIVE. Datas extras serão anunciadas em breve.

Os ingressos já estão disponíveis para venda. Mais informações em www.zerofive.com.br.

Roqueiros de todas as idades são bem-vindos! A nova geração de roqueiros, crianças e jovens é bem-vinda para curtir o show, desde que estejam acompanhados dos pais ou responsável e apresentem documento de identificação com foto na entrada do evento.

Marky Ramone foi o baterista que mais tempo permaneceu nos Ramones e gravou oito discos de estúdio com o grupo entre 1978 e 1983 e de 1987 até o fim, em 1996.

Curiosidades sobre Marky Ramone:

– Fez mais de 1700 shows com os Ramones nos 15 anos em que esteve com a banda;
– A clássica “I Wanna Be Sedated” foi a primeira música que Marky gravou com os Ramones;- Em 2016, convidou Dinho Ouro Preto para gravar os vocais de uma versão do clássico “Concrete and Clay” da
– Seu último lançamento com a BLITZKRIEG, em 2022, foi uma versão de “New York New York” ( https://youtu.be/K_hUKnVjgGE )banda americana Unit 4 + 2. ( https://youtu.be/iLFvr6f8WRI )
– Em 2015, lançou o livro “Punk Rock Blitzkrieg – My Life as a Ramone”, uma autobiografia. O livro tem passagens divertidas como na vez em que entrou em um bar e sentou na mesa com simplesmente Jim Morrison do The Doors e Jimi Hendrix. ( https://whiplash.net/materias/livros/255162-markyramone.html )
– Em 1978, conheceu Dee Dee Ramone no lendário CBGB’ s em Nova York e foi convidado pelo baixista a entrar nos Ramones;
– Em fevereiro de 2010, os Ramones receberam o Grammy Lifetime Achievement Award que premia o artista por toda a sua obra. Foi o primeiro Grammy para os pioneiros do Punk Rock.
– Em 2001, Marky, junto aos membros remanescentes da banda (Johnny, Dee Dee e Tommy), foram imortalizados no Rock ‘N’ Roll Hall of Fame. No mesmo ano, Bono Vox entregou aos Ramones o MTV’s Lifetime Achievement Awards a eles.
– Marky também tocou em outras bandas notáveis, Dust, Estus, Richard Hell e The Voidoids e Misfits.
– Marky é casado com Marion Flynn, sua eterna namorada desde a adolescência.

Redes sociais:
www.instagram.com/markyramoneofficial
https://www.youtube.com/@markyramoneofficial

SERVIÇO

MARKY RAMONE – TOUR BLITZKRIEG 2023

10/10/2023 – Porto Alegre
Bar Opinião
Ingressos em https://bileto.sympla.com.br/event/82451

11/10/2023 – Curitiba
Tork N Roll
Ingressos em https://www.clubedoingresso.com/evento/markyramonesblitzkrieg-curitiba

14/10/2023 – Londrina
CK Eventos
Ingressos em https://eventou.com.br/event/1670

15/10/2023 – São Paulo
Carioca Club
Ingressos em https://www.clubedoingresso.com/evento/markyramonesblitzkrieg-sp

Uma produção MP Tourmanagement e ZEROFIVE
Mais informações em www.zerofive.com.br

Obs.: Confira classificação indicativa e legislação de meia-entrada para sua cidade

Siegrid Ingrid: Quinteto paulistano apresenta seus clássicos na 15ª edição do Setembro Negro Festival

O Siegrid Ingrid é mais uma das clássicas bandas do Metal nacional, entre as atrações do XV Setembro Negro Festival. Eles tocam no domingo, dia 10, das 12:50 às 13:20.

A banda foi formada em 1989, em São Paulo/SP, misturando Thrash Metal e groove. Logo em seguida, enveredaram pelo Grindcore e Death Metal. Suas letras falam sobre conflitos da mente, entre outros temas sociais. A banda esteve na ativa de 1989 à 2002. Ensaiaram uma volta em 2015 e aos poucos foram de fixando novamente na cena.

A discografia do Siegrid Ingrid conta com o EP “The Choice” (1992) e os ‘full lenghts’, “Pissed Off” (1995) e “The Corpse Falls” (1999). Em 2020 eles lançaram o single “Damned Conviction”, e estão trabalhando num novo álbum, que deve ser anunciado em breve.

A formação do Siegrid Ingrid traz Punk (vocais), Borô (guitarra), Gubber (guitarra), Luiz Berenguer (baixo) e Herbert Loureiro (bateria).

Assista o vídeo de “Depressed”:

INGRESSOS SEM TAXA DE SERVIÇO/CONVENIÊNCIA APENAS NA BILHETERIA DO CARIOCA CLUBE, EM DINHEIRO, DE 2A À 6A DAS 12H ÀS 18H.

INGRESSOS ONLINE:
https://www.clubedoingresso.com/evento/setembronegro

Seawalker lança live video ‘Saletta Sessions’ no YouTube

Grupo mineiro de heavy/thrash lançará em breve seu segundo álbum full, intitulado “Overcome”

Prestes e lançar um novo álbum, “Overcome”, que será lançado em todas as plataformas digitais e no formato físico em parceria com a Tales from the Chaos Records, o grupo mineiro de heavy/thrash metal Seawalker, formado por Filipe Duarte (vocal e baixo), Léo Vieira (guitarra) e Riccardo Linassi (bateria) apresenta o vídeo ao vivo “Saletta Sessions”, gravado no último mês de março no Saletta Studio, em Belo Horizonte (MG).

O repertório traz as faixas “Evolve and Decay”, “Words are Dying”, “Hidden”, “Breathe and Burn”, “Hoax” e “Helladise”. “Atualmente estamos trabalhando como trio, mas na época da gravação ao vivo Daniel Saymon dividia as guitarras com Léo Vieira. A ideia do vídeo em estúdio foi para termos um material de qualidade para que os fãs e produtores de eventos e festivais pudessem conhecer a banda tocando ao vivo. Nos tempos atuais, as redes sociais também demandam conteúdo de forma estratosférica, então resolvemos unir o útil ao agradável com este material”, explicou Filipe Duarte.

Confira o vídeo ao vivo, gravado e dirigido por Paulo Victor e editado por Arthur Luiz:

“Overcome”, segundo full do grupo, foi produzido por André Mendonça (Plêiades, Caottica) e trará o single e clipe “Breathe and Burn”, faixas do EP “Evolve and Decay”, além de mais três inéditas e um cover de “Refuse/Resist” (Sepultura).

Ouça no Spotify em:
https://open.spotify.com/album/0GfmIDC1Qs3cz8wjD8wZd7?si=8Z1Y81z2Sr-21fYTGH8Jbg

Redes Sociais:
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A banda está com agenda aberta para shows. Produtores interessados podem entrar em contato através do e-mail seawalkermetal@gmail.com.

Electric Mob anuncia datas da turnê e libera versão ao vivo inédita de “4 letters”

Grandes nomes do hard rock brasileiro da atualidade, quarteto curitibano já confirmou passagem por cidades como São Paulo, Porto Alegre e Curitiba para mostrar a força do álbum “2 Make U Cry & Dance”

O ano de 2023 iniciou com muito trabalho e novidades para os curitibanos do Electric Mob, grande sensação do hard rock brasileiro dos últimos tempos. Quem estava contando os dias para conferir o segundo álbum “2 Make U Cry & Dance” ao vivo agora já pode marcar na agenda.

A turnê já foi anunciada e vai acontecer entre maio e julho com datas confirmadas nas cidades de Curitiba, São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Brasília, Goiânia, Belo Horizonte, Cascavel (PR), Foz do Iguaçu (PR), Campinas (SP), Guarapuava (PR) e Maringá (PR).

“Tome tento que a caravana fulminante do Electric Mob tá a mil por hora! O motivo? Turnê do aclamado segundo álbum ‘2 Make U Cry & Dance’ – que vem sendo apontado entre os melhores álbuns de rock do ano (legal ou sim?). Não seja bocó. Cole com o Electric Mob que o baile vai ser do bão!”, diz a banda no texto de divulgação do giro.

Junto com o anúncio da “caravana fulminante”, a banda também laçou uma versão ao vivo inédita de “4 letters”, um dos grandes destaques do último álbum. O registro foi feito no mesmo show do já lançado “Better Live Than Never”, gravado no Nico’s Studio em 2022, porém disponibilizada somente agora. Segundo a banda, essa foi a primeira vez que essa música foi executada ao vivo, antes mesmo de ser gravada para o álbum “2 Make U Cry & Dance”. Assista no link abaixo.

“4 letters” ao vivo: https://youtu.be/0ZG1O2lj_zA

No Spotify, o Electric Mob já acumula mais de 4,5 milhões de plays e agora na sua segunda turnê pretende mostrar ao vivo toda a força das composições que dão os dois registros de estúdio da banda um estilo único.

Para comprar ingressos para a turnê, acesse: https://bnds.us/s6g30x

Links:

Instagram: https://www.instagram.com/electricmob/
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Spotify: https://open.spotify.com/artist/60UZg1QyBrL9FqDsHWpdEb?si=gI4yNYSASL6yXEe_C3_10A
YouTube: https://www.youtube.com/@ElectricMob

Queens Of The Stone Age anuncia novo álbum e lança o single Emotion Sickness

In Times New Roman…
Novo Álbum disponível dia 16 de Junho

O Queens of the Stone Age anunciou seu oitavo álbum de estúdio, In Times New Roman…, será lançado em 16 de junho pelo selo Matador.

In Times New Roman… é cru, às vezes brutal e não é recomendado para os fracos. No entanto, talvez seja o álbum mais bonito e definitivamente o mais gratificante de sua discografia tão épica. As letras mais ácidas do fundador Joshua Homme até hoje são sustentadas pela assinatura sonora instantaneamente identificável do QOTSA, expandida e enriquecida com reviravoltas novas e sem precedentes em praticamente todas as músicas. Com In Times New Roman…vemos que, às vezes, é preciso olhar por baixo de cicatrizes e crostas para ver a beleza, e às vezes as cicatrizes e crostas são a beleza.

Sentindo-se um pouco deslocados e com dificuldades para encontrar músicas com as quais pudessem se identificar, os membros do QOTSA fizeram o que costumam fazer: In Times New Roman… é o som de uma banda que cria a música que seus próprios membros querem ouvir, ao mesmo tempo em que oferece ao resto de nós um espaço sônico para nos reunirmos. “O mundo vai acabar em um mês ou dois”, canta Homme, levantando a questão: O que você quer fazer com o tempo que lhe resta? Homme, Troy Van Leeuwen, Dean Fertita, Michael Shuman e Jon Theodore talvez não consigam nos salvar, mas estão nos dando um lugar para passar por isso.

O primeiro single de In Times New Roman… é “Emotion Sickness“, que envolve os ouvintes em um refrão quente e hipnótico característico do QOTSA e em grooves descontrolados – pontuados por tons de turbulência psíquica. Os últimos anos têm sido difíceis para todos, e não é segredo que os membros do QOTSA sofreram sua cota de desgostos e perdas. Mas quem de nós não lidou com um (ou dois) surtos recentes por doença emocional? Um lyric video criado por Liam Lynch para “Emotion Sickness” estreia amanhã no canal do QOTSA no YouTube. Ouça “Emotion Sickness”aqui.

In Times New Roman… foi gravado e mixado no Pink Duck (RIP) do próprio Homme, com gravações adicionais no Shangri-La. O álbum foi produzido pelo Queens of the Stone Age e mixado por Mark Rankin. Estará disponível em todas as plataformas digitais e em vinil e CD dia 16 de junho. A arte e a embalagem do LP duplo foram projetadas pelo colaborador de longa data Boneface. O LP em vinil estará disponível globalmente em preto, verde, vermelho, prata e azul. Todos os formatos estão disponíveis para pré-venda aqui. A lista de faixas é a seguinte:

Faixas de In Times New Roman…
Obscenery
Paper Machete
Negative Space
Time & Place
Made to Parade
Carnavoyeur
What the Peephole Say
Sicily
Emotion Sickness
Straight Jacket Fitting

Confira primeiro Single “Emotion Sickness

Marketing e Promoção no Brasil:
ForMusic – info@formusic.com.br

Curitiba terá exibição da segunda parte do documentário “Andre Matos – Maestro do Rock”

Filme aborda época de Andre Matos como integrante do Angra; as duas sessões serão exibidas na Cinemateca, dia 10 de junho

O maestro Andre Matos foi um dos mais importantes nomes da música brasileira em âmbito global. O músico, com formação erudita, se consagrou como vocalista e tecladista de bandas fundamentais do heavy metal brasileiro, como AngraShaman e Viper. O músico faleceu em 2019, e uma das obras que celebra seu legado é o documentário Andre Matos – Maestro do Rock.

O filme chega a sua segunda parte, que cobre os anos do artista como integrante do Angra durante os anos 1990, época que o sacramentou definitivamente como um dos grandes nomes da música. O sucesso mundial, englobando Europa e Japão, até hoje é celebrado pelos fãs do estilo.

Andre Matos – Maestro do Rock chega a Curitiba no dia 10 de junho (sábado), em duas sessões: às 16h30 e às 19h30, ambas na Cinemateca (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174), região central da cidade. Os ingressos custam 35 reais (meia e promocional, mediante doação de 1 quilo de alimento não perecível ou ração para cães ou gatos) e estão à venda pela plataforma Sympla.

O documentário

Muito aguardado pelos fãs, o segundo filme dos quatro que compõem o documentário na carreira de Andre Matos, foca nos anos de 1991 até 1999. O segundo filme conta em detalhes a trajetória do Maestro na banda Angra, desde seu embrião até a última turnê e a separação, além de resgatar materiais inéditos dele com a família nunca exibidos.

O documentário Andre Matos – Maestro do Rock foi idealizado pelo diretor Anderson Bellini e está sendo produzido desde 2020 de forma independente e capitalizado com ajuda dos fãs via crowdfunding e apoio da família do Andre, que cedeu uma caixa com cerca de 150 fitas gravadas e inéditas. O documentário é dividido em quatro partes e vai mostrar como Andre era uma “estrela do rock” que nunca quis ser uma estrela e não temia ter que recomeçar sua carreira do zero, pois nem mesmo o auge e o sucesso eram capazes de segurá-lo.

O filme traça a trajetória de Andre Matos, do maior vocalista brasileiro de heavy metal de todos os tempos, que obteve renome mundial mesmo sendo uma pessoa discreta e avessa a fama.

A cidade de Curitiba sempre teve estreita relação com Andre Matos, músico que faleceu em 2019. O vocalista se apresentou na capital poucos meses antes de sua partida, e a partir da década de 1990, realizou inúmeras apresentações na cidade, seja ao lado do Angra, Shaman, Viper ou com sua banda solo. O evento é uma realização Acesso Music.

Outra obra que chega ao mercado esse ano, para homenagear a vida e obra do artista, é Andre Matos – A Obra, pelos escritores Clovis Roman e Gustavo Maiato. O livro chega ao mercado brasileiro pela editora Estética Torta.

Serviço
Documentário: Andre Matos – Maestro do Rock II
Data: 10 de junho de 2023 (sábado)
Local: Cinemateca
Endereço: Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174
Horários: 16h30 e 19h30

Ingressos: R$ 35 (meia/promocional)

Venda online:

Sessão 16h30: https://www.sympla.com.br/evento/doc-andre-matos-maestro-do-rock-pt-2/1980591

Sessão 19h30: https://www.sympla.com.br/evento/doc-andre-matos-maestro-do-rock-pt-2-19h30/1987062

Foto: Clovis Roman

Fuzz On Discos lança debut do Krisiun pela primeira vez em vinil

“Black Force Domain”, álbum de estreia do Krisiun, foi originalmente lançado em CD em 1995 e nunca havia saído em vinil

A Fuzz On Discos, que agrupa a Anomalia Distro, Melômano Discos e Neves Records, abriu a pré-venda para o lançamento em vinil de “Black Force Domain”, álbum de estreia do Krisiun. O LP, em vinil vermelho, traz encarte e bônus de “Total Death” do Kreator. A Fuzz On informa que as 100 primeiras cópias da pré-venda, com envio programado para o dia 5 de junho, virão também com um slipmat (feltro) exclusivo.

O baterista Max Kolesne recorda que o primeiro disco do Krisiun foi gravado “em São Paulo na raça, inspirado no ódio e no espírito de revolta e vingança contra tudo e todos”. Segundo Max, o repertório é carregado de fúria, velocidade e agressão. “Subversivo, técnico, caótico e cru, ‘Black Force Domain’ não só definiu nosso estilo, mas quem é o Krisiun. Por isso, sempre estará entre meus prediletos e será fonte de inspiração para cada novo trabalho do Krisiun. Espero que continue inspirando as novas gerações que não seguem modas. E, claro, estamos muito felizes com o lançamento em vinil no Brasil!”, acrescentou.

Gravado por Alex Camargo (vocal e baixo), Moyses Kolesne (guitarra) e Max Kolesne (bateria) no Army Studios (SP), o debut sucede o EP “Unmerciful Order” (1994). Lançado originalmente em CD pela Dynamo Records no Brasil e relançado pela alemã Gun Records em 1997, “Black Force Domain” é motivo de orgulho para a cena do metal extremo brasileiro. “Revolucionário! Tomou de assalto toda a cena do death metal mundial. Um dos meus discos favoritos de todos os tempos. Percebe-se até hoje a quantidade de bandas que seguiram a mesma linha e proposta, todos fortemente influenciados pelos ‘três diablos’!”, declarou o baterista Edu Lane (Nervochaos) certa vez à revista Roadie Crew.

O guitarrista Moyses Kolesne recorda que “Black Force Domain” foi gravado no estúdio Army, que tinha o ex-guitarrista da banda Salário Mínimo, Arthur Crom, como um dos sócios e depois lançou, como selo, o primeiro trabalho do vocalista Edu Falaschi no Split-LP Mitrium e Sweet Pain. “Gravamos nos estúdio Army através de uma permuta que o Eric de Haas tinha com o dono. Ganhamos duas semanas, sendo uma para gravar e a outra para mixar. Então, gravamos guitarra e bateria ao vivo já valendo, sem overdubs, e somente botamos umas dobras e solos depois junto com baixo e vocal. Por sinal, usamos aquela famosa bateria do fogo da Luthier Drums, do Tibério Correa (Harppia), que Exciter, Venom, Metallica e Sepultura já tinham tocado. Gravamos em dezembro de 1994 e depois tivemos que esperar até fevereiro de 1995 para mixar e finalizar algumas coisas”.

Se no Brasil ainda ninguém entendia muito do death metal mais moderno e com mais técnica de blast beats, dois bumbos, bomb blast  e outros elementos, o Krisiun sofreu, segundo Moyses, pela falta de informação. “A garra e vontade superaram as adversidades e esse álbum abriu as portas para o Krisiun. Depois de lançado, começaram a aparecer os caras da Flórida falando que era um dos melhores álbuns de 1995. Saiu na Metal Maniacs, RIP, Metal Forces e outras revistas. Trey Azagthoth, do Morbid Angel, fui umas das pessoas que ajudou muito, botando o ‘Black Force Domain’ no topo dos melhores álbuns para eles naquela época”, concluiu o guitarrista.

Pré-venda: https://www.fuzzondiscos.com.br/produtos/pre-venda-krisiun-black-force-domain/

Site relacionado:https://www.fuzzondiscos.com.br/