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Perpetual Requiem estreia com “Eternal Rains” e revela sonoridade melancólica e atmosférica

Crédito: Fotos por Ivo M.

Single apresenta o novo projeto formado por músicos com passagens por ChaosFear, Genocídio, Critical Mass e Sacrifix e antecipa o EP de estreia ‘An Ocean of Sorrow’

Perpetual Requiem apresenta “Eternal Rains”, seu single de estreia e primeiro capítulo de uma proposta musical que combina o peso do Metal com atmosferas melancólicas, elementos progressivos e uma abordagem profundamente emocional. A faixa integra ‘An Ocean of Sorrow’, EP de estreia do trio, que reúne músicos experientes da cena brasileira em uma formação dedicada à exploração de novas possibilidades sonoras e será lançado no dia 3 de setembro.​

Formado por Fernando Boccomino (vocais e guitarra), Marco Nunes (guitarra, baixo e vocais) e Fábio Moysés (bateria), o Perpetual Requiem reúne integrantes com passagens por nomes como ChaosFear, Genocídio, Critical Mass e Sacrifix, dentre outros. No novo projeto, porém, os músicos deixam de lado expectativas associadas aos trabalhos anteriores para construir uma identidade própria, mais livre e experimental.

Ouça “Eternal Rains” nas plataformas digitais:
https://distrokid.com/hyperfollow/perpetualrequiem/eternal-rains

“Eternal Rains” apresenta essa direção por meio de guitarras de sete cordas, vocais limpos e sombrios, melodias marcantes e uma atmosfera que transita entre o peso e a contemplação. Ao lado da base de Metal, a composição incorpora elementos menos convencionais ao gênero, ampliando consideravelmente a paleta sonora da banda.​

Entre eles está o trombone de vara de Carlos Cassius, músico convidado do Conservatório de Tatuí, cuja participação agrega uma dimensão incomum ao arranjo. No EP, essa expansão instrumental também aparece no cello de Lais Paes, na faixa-título “An Ocean of Sorrow”, e nos teclados de André Bortolai, em “Bitter Past”.​

A proposta do Perpetual Requiem nasce de uma ampla combinação de referências. AnathemaParadise LostKatatoniaOpethIhsahnPorcupine Tree e Pink Floyd, estão entre as influências ligadas ao universo mais progressivo, melancólico e atmosférico do grupo, enquanto Sisters of Mercy e Depeche Mode acrescentam elementos de sua vertente gótica.​

“A sonoridade do Perpetual Requiem nasceu da necessidade de expressarmos musicalmente mais elementos do que fazíamos em nossas bandas anteriores. Aqui existe uma liberdade maior, e isso abriu um espaço enorme para experimentação”, explicou Marco Nunes.​

Essa liberdade também aparece na abordagem da produção. A banda optou por preservar o caráter orgânico da bateria, sem utilização de triggers ou substituição por samples, enquanto violões, slide guitar, teclados, cello e instrumentos de sopro foram incorporados aos arranjos de maneira estrutural, e não apenas como elementos decorativos.​

As letras de Fernando Boccomino exploram temas como desespero, medo, angústia e sofrimento. Entretanto, a escuridão não é absoluta. Pequenos sinais de esperança atravessam as composições e criam um contraste que se torna parte importante da identidade do projeto.​

Produzido pelo próprio Perpetual Requiem‘An Ocean of Sorrow’ teve mixagem e masterização de Marco Nunes, no Tori Studios (SP). O trabalho busca preservar a dinâmica e a riqueza de camadas das composições, permitindo que novos detalhes sejam descobertos a cada audição.​

“Eternal Rains” funciona, assim, como uma representação precisa do universo que o Perpetual Requiem pretende construir: pesado, melancólico e detalhista, mas sem se limitar às convenções do Metal.

Tracklist de ‘An Ocean of Sorrow’:

1-“Eternal Rains”
2- “Bitter Past”
3- “An Ocean of Sorrow”
4- “The Pleasure of Freedom”

Músicas e arranjos: Perpetual Requiem
Capa: Fernando Boccomino e Jean Santiago (Santart)​

PERPETUAL REQUIEM nas redes: @perpetualrequiemband

Edu Falaschi lança videoclipe de “Echoes of Vows” com cenas gravadas em castelo medieval

Crédito: Caike Scheffer (@caikescheffer)

Primeiro videoclipe oficial do álbum “Mi’raj” reúne atores, figurinos, cenografia e locações reais, sem uso de inteligência artificial, mostrando a força das produções brasileiras

Edu Falaschi lançou o videoclipe oficial de “Echoes of Vows”, primeira faixa de “Mi’raj” a ganhar um videoclipe oficial. O álbum encerra a trilogia conceitual iniciada por “Vera Cruz” (2021) e desenvolvida em “Eldorado” (2023). Com música e letra assinadas pelo vocalista, a composição acompanha um momento decisivo da trajetória de Jorge, protagonista da história construída ao longo dos três trabalhos.

Assista ao videoclipe de “Echoes of Vows”https://www.youtube.com/watch?v=vnw940SFWBU

Na narrativa, Jorge revisita lembranças da infância, da Irmã Rosa e de seu amor por Janaína enquanto questiona se será capaz de suportar o peso da missão que recebeu. A música direciona o foco para a dimensão humana do personagem e aborda suas inseguranças, a responsabilidade que carrega, o medo de fracassar e o receio de decepcionar as pessoas que contribuíram para sua formação.

A faixa também introduz uma novidade na discografia de Edu Falaschi: “Echoes of Vows” é a primeira composição de sua carreira a começar com um solo de guitarra. A passagem instrumental estabelece o clima emocional da balada, que cresce progressivamente até alcançar refrões intensos e momentos de maior dimensão épica. A presença de um coral amplia a carga dramática da música, que conta com orquestrações de Pablo Greg, mixagem e masterização de Dennis Ward.

Dirigido por Daniel Mazza, o videoclipe foi filmado em um castelo de estilo medieval localizado em São Roque, no interior de São Paulo. Em um período marcado pela expansão de conteúdos audiovisuais produzidos com inteligência artificial, o trabalho não utiliza imagens, cenários ou personagens gerados por IA. Toda a produção foi construída de maneira orgânica, com equipe técnica, atores, figurinos, maquiagem, cenografia e locações reais.

A equipe da Espada de Prata, de Fábio Encantado, participou da produção e teve papel importante na ambientação medieval e na construção da atmosfera do videoclipe. O trabalho contribuiu para integrar personagens, objetos de cena e elementos visuais ao universo desenvolvido para “Mi’raj”, reforçando a textura e a autenticidade das imagens. A produção também contou com o apoio da 22 Locações e da Roadlog.

A direção de arte ficou a cargo de Gabriela Natalie, com roteiro de João Pedro Pagnolo, iluminação de Murillo Herrero e maquiagem de Pamela Cardeal. O making of foi realizado por Caike Scheffer e Paula Gambaro, enquanto Juan Corral assina o gerenciamento do projeto. O conceito da história de “Mi’raj” foi criado por Edu Falaschi e Fabio Caldeira.

A gravação reúne Edu Falaschi no vocal, Diogo Mafra e Victor Franco nas guitarras, Raphael Dafras no baixo, Jean Gardinalli na bateria e Fabio Laguna nos teclados. O elenco é formado por Fábio Toniolo Silvério, Nathan de Cerqueira Leite Scherer, João Pedro Paneguini, Ingrid Schneider, Brunno Vivian, Yuri Matsui, Marcella Cronemberger, Luciano Fares, Ricardo Alves Lemos, Luísa Caram Fernandes e Andre Sgavioli.

O lançamento ocorre durante a agenda da “Mi’raj & The Legacy Tour”, que celebra os 35 anos de carreira de Edu Falaschi. Depois das apresentações no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, a etapa brasileira de agosto segue para o Tokio Marine Hall, em São Paulo, no dia 15, e para o Stage Garden, em Curitiba, no dia 16. O repertório reúne músicas de diferentes períodos da trajetória do cantor, além de momentos dedicados à trilogia formada por “Vera Cruz”, “Eldorado” e “Mi’raj” e aos álbuns “Aurora Consurgens” e “Aqua”.

Serviço — São Paulo
Edu Falaschi — “Mi’raj & The Legacy Tour”
Data: 15 de agosto de 2026, sábado
Abertura dos portões: 18h
Horário do show: 21h
Local: Tokio Marine Hall
Endereço: Rua Bragança Paulista, 1.281 — Várzea de Baixo, São Paulo/SP
Classificação etária: 16 anos; menores de 16 anos somente acompanhados pelos responsáveis legais
Abertura: Tito Falaschi
Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/edu-falaschi-tokio-marine-hall

Serviço — Curitiba
Edu Falaschi — “Mi’raj & The Legacy Tour”
Data: 16 de agosto de 2026, domingo
Abertura: 19h
Local: Stage Garden
Endereço: Avenida Marechal Floriano Peixoto, 4.142 — Prado Velho, Curitiba/PR
Ingressos: https://articket.com.br/e/5743/edu-falaschi-em-curitiba

HEADSPAWN lança “Samsara”, EP conceitual que transforma dor, violência e existência em Metal visceral

Créditos: Foto por Renata Luna (@renata_luna_)

Novo trabalho percorre abandono infantil, desumanização, feminicídio e vazio existencial em cinco faixas conectadas por uma narrativa sombria

​A HEADSPAWN lança Samsara, seu novo EP conceitual e um dos trabalhos mais ambiciosos de sua trajetória. Em cinco faixas conectadas, o trio paraibano transforma diferentes manifestações da dor humana em uma narrativa marcada por abandono, desumanização, violência, exclusão e vazio existencial. Ao mesmo tempo, a banda amplia sua linguagem musical e apresenta uma fase mais densa, sombria e introspectiva.​

Formada em 2019, em João Pessoa (PB), por Alf Cantalice (vocal e guitarra), J.P. Cordeiro (baixo) e Marconi Jr. (bateria), a HEADSPAWN construiu sua identidade a partir do encontro entre peso, groove, melodia e diferentes texturas. Depois dos EPs Pretty Ugly People (2021) e Pretty Ugly People Live (2022), registro ao vivo, além do álbum Parasites (2023), o trio utiliza Samsara para avançar tanto conceitualmente quanto musicalmente.​

O novo trabalho foi concebido como uma narrativa contínua. As cinco faixas acompanham diferentes momentos da trajetória de um personagem, partindo da concepção da vida e chegando ao confronto com o vazio existencial. “Dura Mater” representa o início dessa jornada, enquanto “Creature” aborda o abandono infantil e a exclusão. Na sequência, “Hive Of Ghouls” mergulha na desumanização e na perda da individualidade. “Martyrdom” trata do feminicídio e, por fim, “Sleep” encerra a narrativa diante do vazio existencial. Assim, cada composição acrescenta uma nova camada à história, enquanto a dor permanece como elemento constante.

Ouça o álbum Samsara na sua plataforma de streaming preferida:
https://onerpm.link/304197430171

“Creature” (Official Lyric Video): https://www.youtube.com/watch?v=NNB2uQ_U43c
“Hive of Ghouls” (Official Lyric Video): https://www.youtube.com/watch?v=jn1wEmvB6Og

​Outro elemento conecta as diferentes etapas da narrativa: a recorrência da palavra “vida” em quatro das cinco faixas. Em cada composição, o termo assume um significado distinto. Dessa maneira, a vida funciona como eixo narrativo, enquanto a dor estabelece a ligação entre os diferentes capítulos da obra.​

Musicalmente, Samsara evidencia uma evolução clara em relação aos trabalhos anteriores. A HEADSPAWN aposta em andamentos mais cadenciados, atmosferas densas e uma abordagem mais soturna e intimista. Ainda assim, o trio preserva a fusão de texturas que caracteriza sua identidade, transitando entre HeavyGrooveSludge e Doom Metal.​

A banda também incorpora elementos associados à sonoridade alternativa e noventista, mas os transporta para uma abordagem contemporânea. Em vez de apostar em nostalgia ou revival, Samsara utiliza essas referências como matéria-prima para uma linguagem própria. Ao longo do EP, influências de Alice In ChainsBlack Sabbath e Pantera convivem com elementos de SepulturaMachine Head e Slipknot. O resultado amplia o espectro sonoro da HEADSPAWN sem comprometer o peso ou a personalidade construída pelo trio.​

Essa transformação aparece especialmente no equilíbrio entre agressividade e melancolia. As guitarras podem assumir contornos mais atmosféricos, enquanto baixo e bateria sustentam grooves marcantes e mudanças de dinâmica. Os vocais de Alf Cantalice também percorrem diferentes registros, reforçando a tensão entre fragilidade, melodia e violência que atravessa a narrativa.​

A produção, mixagem e masterização de Samsara ficaram sob responsabilidade de Victor Hugo Targino, profissional conhecido por trabalhos com Cangaço, Forahneo e Omago e que também trabalhou com a HEADSPAWN em lançamentos anteriores. A parceria acompanha a evolução do trio e ajuda a traduzir em áudio a abordagem mais densa e experimental apresentada no novo material.​

O lançamento acontece em um momento de expansão para a HEADSPAWN. Paralelamente à chegada de Samsara, o trio confirma sua primeira turnê europeia, com datas em setembro a serem anunciadas em breve. A nova etapa levará a música da banda para além das fronteiras brasileiras, apresentando ao público internacional uma perspectiva própria sobre o Metal produzido no Nordeste.​

Com Samsara, a HEADSPAWN transforma conceito, peso e atmosfera em uma obra que aborda algumas das experiências mais dolorosas da existência humana. O EP traduz o amadurecimento artístico do trio e amplia os limites daquilo que a banda vinha construindo desde seus primeiros lançamentos.​

Mais do que criar um novo ciclo, Samsara aponta para os próximos passos. A HEADSPAWN chega a este momento com uma identidade mais definida, uma sonoridade ampliada e novos horizontes internacionais no radar. A primeira turnê europeia representa justamente a próxima etapa dessa trajetória.​

A repercussão inicial de Samsara também evidencia o impacto causado pela nova fase da HEADSPAWN. Confira alguns dos depoimentos sobre o trabalho:

“Me surpreendeu pela ousadia e pela guinada da HEADSPAWN rumo a uma sonoridade mais alternativa e noventista, sem perder o peso. Um trabalho corajoso, experimental e capaz de conquistar novos fãs.”
— Fábio Reis (Mundo Metal)

“Acompanho a trajetória do HEADSPAWN desde o início e posso afirmar, com toda convicção, que em Samsara a banda encontrou o equilíbrio entre peso, groove, brasilidade e uma surpreendente veia alternativa. Conseguiram criar um híbrido da sonoridade noventista com a cena Metal atual com enorme propriedade, sem soar datado ou forçado, fazendo isso com muita competência e construindo um universo único e totalmente deles. Ousado, visceral e imprevisível, é daqueles trabalhos que, mesmo conhecendo seus lançamentos anteriores, deixam você de queixo caído!”
— Johnny Z. (Metal Na Lata)

“É a prova de que o HEADSPAWN evoluiu sem perder sua identidade — visceral, surpreendente e pronto para dar o próximo passo.”
— Pedro Delgado (Rato de Show)

“Samsara coloca o HEADSPAWN entre os grandes nomes da música extrema brasileira. Pesado, versátil e impactante, o EP dificilmente ficará fora das listas de melhores do ano.”
— Marcelo Moreira (Combate Rock)

“Consolida o HEADSPAWN como uma das grandes forças do Metal nordestino e, principalmente, brasileiro. Maduro, visceral e surpreendentemente diverso, o EP mostra uma banda pronta para ocupar seu espaço entre os grandes nomes do Metal brasileiro.”
— Vinny Vanoni (Road to Metal)

“Samsara entrega peso, melodias marcantes e uma sonoridade que nunca se torna previsível. Um prato cheio para quem busca New/Groove Metal com personalidade, intensidade e muita qualidade.”
— Hanna Paulino (Shamangra)

“Samsara mostra um HEADSPAWN ainda mais versátil e ousado, fugindo de convenções sem jamais perder sua identidade. Uma banda de personalidade gigante, que merece muito mais atenção no metal brasileiro.”
— Augusto Hunter (Headbangers BR)

“Sem abandonar seu DNA, o HEADSPAWN inova em Samsara e entrega um EP cheio de personalidade, identidade e significado. Intenso, coeso e de audição fluida, o trabalho reafirma a força do Metal nordestino e tem qualidade para bater de frente com grandes nomes do cenário internacional.”
— Rodrigo “Argoth” Rodrigues (Cultura em Peso)

“Samsara revela um HEADSPAWN maduro, moderno e cheio de identidade, explorando novas possibilidades sem abrir mão do peso. Um trabalho intenso e criativo que mostra uma banda em plena evolução.”
— Cláudio Tiberius (Ethnos Rock)

“Temos aqui uma evolução impressionante do HEADSPAWN em relação aos antigos lançamentos, unindo peso, diversidade e nuances que recompensam cada nova audição. Um EP que passa voando e deixa aquela vontade inevitável de ouvir mais.”
— Carlos Ferracin (Headbangers News)

“Samsara tem um único problema: acaba rápido demais! Peso, maturidade, versatilidade e uma identidade única fazem do HEADSPAWN uma banda pronta para conquistar o mundo.”
— Gus Monsanto (Adagio, Revolution Renaissance, Symbolica, Human Fortress, Supremacy)

“É pesado, moderno e surpreendentemente variado, transitando entre o clima sombrio do Black Sabbath, o grunge dos anos 90 e o groove/thrash, sempre com muita personalidade. Um EP curto demais, que pede o play novamente.”
— Marcelo Pompeu (Korzus)

A banda é atualmente gerenciada pela Soundtracks (@soundtracksrio), uma Produtora Multiplataforma que atua com o conceito 360º de Gestão e Produção Cultural, situada no Rio de Janeiro.​

HEADSPAWN nas redes:
Facebook: @headspawnofficial​
​Instagram: @headspawn_official
YouTube: @headspawnchannel

Atakhama apresenta versão de ‘Beyond the Realms of Death’, do Judas Priest

Crédito: Telma Alcanto Gallardo

Segundo o vocalista Eric Galdyanz, a escolha da faixa também dialoga com a proposta lírica apresentada no álbum de estreia, “Time” (2025)

A banda internacional de heavy/power metal Atakhama apresenta seu novo single, uma releitura de “Beyond the Realms of Death”, clássico do Judas Priest lançado no álbum “Stained Class” (1978). “É uma das músicas mais emocionantes da carreira do Priest! A letra retrata alguém que, após enfrentar rejeição, solidão e dor emocional, acaba se refugiando em um estado mental do qual não consegue mais sair”, explica Eric Galdyanz.
 
Segundo o vocalista, a escolha da faixa também dialoga com a proposta lírica apresentada no álbum de estreia, “Time”. “Algumas músicas do disco exploram conflitos humanos semelhantes. ‘Ashes’ mergulha na dor do exílio e no difícil caminho do perdão; ‘Chains’ aborda a prisão emocional ao passado e a vulnerabilidade diante de falsas promessas; e ‘No Longer a Blind’ fala sobre o rompimento de vínculos com pessoas que se revelam diferentes daquilo que aparentavam. Sempre buscamos escrever sobre experiências humanas e suas consequências emocionais”, completa.
 
“Time”, lançado no final de 2025, reuniu Eric Galdyanz (vocal), Raphael Mattos (guitarra e baixo), Fabio Buitvidas (bateria), além da participação especial do baixista sueco Magnus Rosén. Atualmente, a banda conta com Eric Galdyanz, Raphael Mattos, Fabio Buitvidas e Vladi Melander no baixo. O álbum reúne onze faixas que exploram temas profundamente humanos, tendo o tempo como eixo central da narrativa. As letras, assinadas por Eric Galdyanz, abordam questões como superação, exílio, desigualdade, manipulação, relações pessoais, consciência ambiental e a necessidade de abandonar o rancor diante da brevidade da vida. A faixa-título sintetiza essa proposta ao destacar a importância de aproveitar o tempo em vez de alimentar mágoas e desânimo.

Confira a versão de “Beyond the Realms of Death”, do Judas Priest em https://youtu.be/vFgD52uOdBs
 
“Time” está disponível nas principais plataformas de streaming. Ouça no Spotify: https://open.spotify.com/intl-es/artist/1haXBnlEVPTkOWGHF5eR6o
 
Instagram: https://www.instagram.com/atakhama
Facebook: https://www.facebook.com/atakhama.band
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCXCKqoortc4SZeCCCTEZh6Q
 
Site relacionado: https://atakhamametal.blogspot.com
 
E-mail: atakhama.contact@gmail.com
 
OS MÚSICOS
Raphael Mattos é guitarrista, compositor e um dos idealizadores da Atakhama. Tornou-se conhecido internacionalmente com a Shadowside, realizando turnês pelo Brasil, Europa e Estados Unidos ao lado de Helloween, Gamma Ray, W.A.S.P. e Anvil, além de dividir palco com Iron Maiden, Sepultura e Angra. Em “Time”, assina todas as composições, participa dos arranjos e imprime influências de Steve Vai, Steve Morse e Zakk Wylde à identidade musical do álbum.
 
Fabio Buitvidas atua profissionalmente na música desde os 14 anos como baterista, produtor musical e engenheiro de gravação. Ao longo da carreira integrou bandas como Shadowside, Engrave, Pastore, Magnus Rosén Trio e Vanglória, além de acompanhar Fafá de Belém por mais de três décadas. Em Time, responde pela bateria, pelos arranjos e por toda a produção, gravação, mixagem e masterização realizadas no Estúdio 82, em São Paulo.
 
Eric Galdyanz desenvolveu sua trajetória entre Brasil e Chile, participando de bandas como Acid Storm, Skyscrapper, Croskill, Mig 25, Engrave, Edel Weiss e Track. No início dos anos 2000 retornou ao Chile, onde participou da banda oficial de covers do Dream Theater, gravou o álbum “Fight in the Sky” com a Cathalepsy, lançou um DVD ao vivo e um EP em espanhol com a Alquimia, além de colaborar com diversos artistas da América Latina.
 
Vladi Melander iniciou sua trajetória musical aos 12 anos estudando violão clássico e, posteriormente, passou a dominar baixo, guitarra e outros instrumentos de cordas. Formado em Música pela Universidade de São Paulo, construiu sólida carreira como instrumentista e foi premiado no Projeto Nascente e no Concurso Souza Lima. Atualmente integra a Atakhama, contribuindo com sua formação erudita e versatilidade para fortalecer a identidade musical da banda.

Abstracted lança o aclamado álbum “Hiraeth” em show especial na Burning House

Apresentação no dia 28 reúne ainda Our Last Creation, Pravus e The Seer e marca o retorno da formação completa da banda aos palcos

Após o lançamento de “Hiraeth”, álbum que vem colocando o nome da Abstracted em evidência dentro da cena internacional de metal progressivo, a banda sobe ao palco da Burning House, em São Paulo, no próximo 28 de agosto, para o show oficial de lançamento do trabalho no Brasil.

A apresentação promete ser um dos grandes encontros do metal nacional em 2026. Além da Abstracted, a noite contará com Our Last Creation, Pravus e The Seer, reunindo quatro bandas que representam algumas das propostas mais criativas e técnicas da música pesada brasileira atual.

Mas o evento será especial por outro motivo: será uma das raras oportunidades de ver a formação completa da Abstracted reunida novamente. O baixista Riverton Alves, que vive na Alemanha há quatro anos — onde atua como músico da ópera e concluiu seu mestrado — retorna ao Brasil por apenas uma semana, tornando esta apresentação um momento único para os fãs.

“Esse show tem um significado enorme para nós. Além de finalmente levar ‘Hiraeth’ para o palco, será a chance de estarmos novamente com a banda completa, algo que acontece muito raramente”, destaca o grupo.

Lançado pelo selo norte-americano M-Theory Audio, “Hiraeth” representa um novo patamar artístico para a Abstracted.

Mais do que um álbum de metal extremo, o trabalho combina death metal, metal progressivo, metalcore, djent, jazz fusion e elementos cinematográficos para construir uma experiência sonora intensa e emocional.

O título faz referência à palavra galesa “Hiraeth”, que descreve uma profunda saudade de um lugar ao qual não se pode voltar — ou que talvez nunca tenha existido. Esse sentimento de pertencimento, perda e busca por identidade conduz toda a narrativa do disco.

Formada por Rosano Pedro Matiussi (vocais), José Consani (guitarra), Leonardo Brito (guitarra), Riverton Alves (baixo), Fernando Pollon (bateria) e Carol Lynn (teclados), a banda entrega um álbum que alterna momentos de extrema agressividade com passagens sofisticadas, sintetizadores vintage, harmonias complexas e melodias marcantes.

Entre os destaques está “Languish”, que conta com a participação especial de Chaney Crabb, vocalista da banda norte-americana Entheos, uma das principais referências do metal técnico contemporâneo.

Outro momento marcante é “To Quench This Insatiable Thirst”, que traz um solo do guitarrista brasileiro Igor Bollos, ampliando ainda mais a riqueza musical do álbum.

Desde seu lançamento, “Hiraeth” vem recebendo elogios da imprensa especializada internacional, consolidando a Abstracted como um dos nomes brasileiros de maior projeção na música pesada contemporânea.

Antes do show na Burning House, a banda participa do Amplifica, no dia 15 de agosto, evento comandado por Rafael Bittencourt, onde compartilhará experiências sobre sua trajetória artística.

Já no dia 16 de agosto, a Abstracted inicia as gravações do próximo videoclipe, que dará continuidade à divulgação de “Hiraeth”.

Serviço:

Abstracted – Show de lançamento de “Hiraeth”
Data: 28 de agosto de 2026
Horário: 19h
Local: Burning House – São Paulo/SP
Bandas convidadas: Our Last Creation, Pravus e The Seer

Ingressos:
https://101tickets.com.br/events/details/Visto-Aprovado-Prog-Fest

Ouça “Hiraeth”:

Acompanhe a Abstracted:
https://www.instagram.com/abstractedbr
https://www.youtube.com/@Abstractedbr
https://open.spotify.com/intl-pt/artist/4flHrYMaVo5N6ObbhOSQdB?si=lDr_JEk5TkW28EAuJbkkyw

Documentário oficial do Manifesto Bar estreia no YouTube e celebra 30 anos do “Templo do Rock” de São Paulo

Produção reúne histórias, bastidores e depoimentos sobre uma das casas de shows mais importantes do Brasil; lançamento mundial acontece no dia 23 de agosto, às 14h

Durante três décadas, o Manifesto Bar foi muito mais do que uma casa de shows. Tornou-se um verdadeiro ponto de encontro para gerações de fãs, músicos e profissionais que ajudaram a escrever parte da história do rock no Brasil. Agora, essa trajetória será eternizada em um documentário.

No próximo 23 de agosto (domingo), às 14h, acontece o lançamento mundial, no YouTube, do documentário “Manifesto Bar – 30 Anos do Templo do Rock”, produção que registra a história de um dos palcos mais emblemáticos da música pesada no país.

Mais do que relembrar grandes apresentações, o filme presta homenagem às milhares de pessoas que fizeram parte dessa caminhada. Artistas, equipes, produtores, fãs e colaboradores ajudaram a transformar o Manifesto em uma referência nacional e em um espaço obrigatório para grandes nomes do rock e do heavy metal mundial.

“Uma história construída por artistas, fãs, equipes e milhares de pessoas que fizeram do Manifesto muito mais do que uma casa de shows: um verdadeiro ponto de encontro para quem vive o rock.”

O documentário nasceu da iniciativa de Eric Garcez, sócio do Estúdio Chromakey e produtor da obra, que identificou a importância de preservar para sempre a história da casa em sua configuração original, antes da histórica mudança de endereço.

Para conduzir esse desafio foi convidado o diretor Rodney Assunção, responsável por transformar um registro documental em uma obra que resgata a essência do Manifesto Bar e sua importância para a cultura do rock brasileiro.

Ao longo do filme, o público acompanha histórias, memórias e bastidores de um espaço que recebeu artistas nacionais e internacionais e se consolidou como um verdadeiro porto seguro para o rock em São Paulo.

Como aquecimento para a estreia, já está disponível um making of no qual Rodney Assunção revela detalhes da pré-produção, os desafios de registrar um espaço tão simbólico e o encontro com Silvano Brancati, fundador do Manifesto Bar.

O vídeo também mostra como nasceu a ideia do documentário e a responsabilidade de contar a história de uma casa que marcou gerações de músicos e fãs.

O teaser oficial do documentário já está disponível e antecipa algumas das emoções que estarão presentes no longa.

Teaser oficial:
https://www.instagram.com/reels/DbeH6cJPrG7

Making of com o diretor Rodney Assunção:

Serviço:
Lançamento mundial do documentário “Manifesto Bar – 30 Anos do Templo do Rock”
Data: 23 de agosto de 2026 (domingo)
Horário: 14h
Onde assistir: https://youtube.com/@ManifestoBarOficial

Mais informações:
https://linktr.ee/manifestobar

Violett leva o peso do rock feminino ao Rock in Lago 2026 neste domingo (9)

Quarteto sobe ao Palco Sandino às 17h30 em um dos maiores festivais gratuitos de rock do interior de Minas Gerais, que terá os Raimundos como headliner da noite

A banda Violett é uma das atrações confirmadas da edição 2026 do Rock in Lago, festival que acontece entre os dias 7 e 9 de agosto, em Jacutinga (MG). O quarteto paulista se apresenta neste domingo (9), às 17h30, no Palco Sandino, levando ao público um show repleto de energia, riffs marcantes e clássicos do rock, além de suas músicas autorais.

Com entrada gratuita, o Rock in Lago se consolidou como um dos principais festivais de rock do interior mineiro e reunirá mais de 15 atrações ao longo de três dias de programação. Os headliners desta edição são Paulo Ricardo (sexta-feira), Paulo Miklos (sábado) e Raimundos, que encerram o festival no domingo.

Representando a força feminina dentro da programação, a Violett promete uma apresentação intensa, combinando peso, atitude e presença de palco em um momento especial da carreira da banda.

Serviço:
Rock in Lago 2026 (show da Violett)
Data: Domingo, 9 de agosto
Horário: 17h30
Palco: Sandino
Local: Lago Municipal – Jacutinga (MG)
Entrada: Gratuita

Mais informações:
https://www.instagram.com/rockinlago

A apresentação acontece em meio à divulgação de “It’s You”, quarto single autoral da Violett, que ganhou recentemente um videoclipe de forte apelo cinematográfico.

Lançada pelo selo Lab Sonoro, com distribuição da Ditto Music, a faixa amplia a identidade artística do grupo ao abordar temas como identidade, pertencimento e autoconhecimento por meio de uma narrativa visual intensa e simbólica.

Musicalmente, “It’s You” reúne elementos de metal alternativo, rock moderno e new metal, alternando riffs pesados, passagens atmosféricas e momentos de grande intensidade emocional. O single sucede os lançamentos de “Despertar”, “Reason” e “Rollercoaster”, consolidando a proposta autoral da banda.

Assista ao videoclipe de “It’s You”:

Formada em 2022, em Itu (SP), a Violett é composta por Camila Doná (vocais), Andressa Marques (guitarra), Ana Julia Nihil (baixo) e Júlia Baats (bateria).

Em pouco mais de três anos de trajetória, o quarteto ultrapassou a marca de 250 apresentações, dividindo palco com nomes como Blitz, Black Pantera, Crypta e Dead Fish, além de conquistar espaço em importantes festivais da cena independente brasileira.

Próximos shows da Violett:
09/08 – Jacutinga/MG – Rock in Lago
23/08 – Santa Bárbara d’Oeste/SP – com Detonautas e CPM 22
21/11 – São Paulo/SP – Tattoo Week, com Fresno, Dead Fish e outras atrações

Siga a Violett em seus canais oficiais:
www.bandaviolett.com
www.instagram.com/bandaviolett
www.youtube.com/@bandaviolett

Inferno Nuclear confirma lançamento de ‘Amazônia em Chamas’ na Europa

Crédito: Marcos Scaglione

Gravadora alemã Witches Brew leva “Amazônia em Chamas” ao mercado europeu preservando conceito original em português integralmente

A gravadora alemã Witches Brew anunciou o lançamento de “Amazônia em Chamas”, mais recente álbum da banda brasileira de thrash metal Inferno Nuclear. A edição europeia preserva integralmente o conceito original lançado no Brasil. A Witches Brew optou por manter a arte, a ficha técnica e todas as letras em português no encarte, valorizando a identidade da banda e reforçando a autenticidade do trabalho apresentado ao público internacional.

“É muito satisfatório ver nosso álbum chegar às terras germânicas com toda a autenticidade do formato lançado no Brasil. Dessa forma, quebramos esse paradigma de que fazer metal cantado em português não agrega valor para os gringos ou que somente as bandas que cantam em inglês conseguem fazer parcerias com gravadoras de fora do Brasil”, afirma o vocalista Wellington Freitas.

Em “Amazônia em Chamas”, o Inferno Nuclear reafirma sua proposta de executar um thrash metal pesado, rápido, agressivo e atemporal, inspirado na velha escola dos anos 1980. A sonoridade remete a bandas como Vio-Lence, Exodus, Testament, Metallica e Sepultura, sem abrir mão de uma identidade própria. As composições abordam temas como destruição ambiental, condição humana, racismo, fanatismo religioso, violência, guerra e injustiça social.

Fundado em Belém (PA), em 2006, durante o ressurgimento mundial do thrash metal, o Inferno Nuclear é atualmente radicado em São Paulo e formado por Wellington Freitas (vocal), Leonardo Garcia (guitarra), Leandro Kronnos (baixo) e Marcos Luz (bateria).

O CD físico já está disponível para compra antecipada nos sites da gravadora e em sua página no Bandcamp.

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Veja o videoclipe de “Antirracista”, dirigido por Marcos Scaglione, em https://youtu.be/z62VLxK1LE0

HIBRIA lança videoclipe de “Pulse” e apresenta novo capítulo de “On the Shortness of Life”

Single antecipa álbum inspirado na filosofia de Sêneca, com lançamento mundial marcado para 8 de agosto

O HIBRIA lança no YouTube o vídeo de “Pulse”, um dos singles de “On the Shortness of Life”, novo álbum de estúdio do grupo, que chega às plataformas digitais em 8 de agosto de 2026. Formado por Angelo Parisotto no vocal, Abel Camargo e Velles nas guitarras, Benhur Lima no baixo e William Schuck na bateria, o quinteto de Porto Alegre apresenta uma composição sobre o confronto entre o indivíduo e uma sociedade marcada pela pressa, pelo excesso de estímulos e pela repetição.

Assista ao vídeo de “Pulse”https://www.youtube.com/watch?v=PGFWt5exWuU

Em “Pulse”, o sinal físico da vida também assume o significado de um ritmo imposto. A letra questiona a diferença entre viver de forma consciente e apenas reagir às exigências externas, enquanto o personagem tenta preservar a própria identidade diante de um ambiente que ameaça transformá-lo em parte de um movimento automático.

A música ocupa um ponto importante na narrativa do álbum. Depois do despertar apresentado em “Undying”, “Pulse” representa o primeiro choque direto com o mundo exterior. O conflito aparece na forma de ruído, velocidade, tensão e impulsos contraditórios, mas o personagem escolhe enfrentar essa realidade em vez de aceitar a anestesia de uma existência conduzida sem direção.

Produzido por Renato Osorio, “On the Shortness of Life” tem como base conceitual o livro “Sobre a Brevidade da Vida”, de Sêneca. A obra do filósofo estoico parte da ideia de que a vida não é curta por natureza, mas pode ser desperdiçada em distrações, medos e escolhas que afastam o indivíduo do presente. No disco, o HIBRIA transforma essa reflexão em uma jornada sobre consciência, finitude, resistência e responsabilidade sobre o próprio tempo.

“Pulse” integra a sequência de singles do álbum ao lado de “Undying” e “Against the Wall”. O trabalho terá distribuição digital global e edição japonesa pelo selo Marquee Avalon.

Fundado em Porto Alegre em 1996, o HIBRIA completa três décadas de carreira com uma trajetória de forte presença internacional. O grupo realizou sete turnês pelo Japão, duas excursões pelo Canadá e apresentações na China, Coreia do Sul, Taiwan e Europa. No Brasil, participou de festivais como Rock in Rio, Porão do Rock, Abril Pro Rock e Best of Blues, além de ter aberto shows de Metallica, Megadeth, Black Sabbath e Ozzy Osbourne.

Para apresentar o novo trabalho, o HIBRIA realizará shows no Brasil e no Japão, com passagens por Porto Alegre, São Paulo, Tóquio e Chapecó. A agenda inclui uma apresentação ao lado de Angra e Storia e a participação no Full Metal Japan.

Tracklist de “On the Shortness of Life”

Undying
Fire Away
Pulse
Persist
Melting Alive
Against the Wall
Animus
On the Shortness of Life

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Rodrigo Cerveira lança o single “The Searcher”

Crédito capa: Vic Garcioli

Após o lançamento dos singles “Heal Me”, “Brown Eyed Star”, “That Day” e “My Addiction”, o cantor e compositor Rodrigo Cerveira disponibiliza nas plataformas de streaming, nesta sexta-feira (7), “The Searcher”, faixa-título de seu segundo álbum.

Com uma pegada inspirada no hardcore californiano e no rock das décadas de 80 e 90, a música fala do desejo humano pela descoberta e a importância disso em nossa vida. E propõe uma reflexão sobre a importância de deixar o passado para trás para seguir em frente, evoluir e crescer.

“Esta é uma música que começa pelo refrão, foi uma ideia do Val Santos, produtor do álbum, que acabou dando à faixa uma característica completamente diferente em relação a outras músicas, mas que funcionou muito bem, dando uma abertura grandiosa para ela”, explica Rodrigo.

The Searcher, o álbum, tem lançamento previsto para este semestre e marca uma nova fase na carreira de Rodrigo Cerveira.

Após a estréia com o álbum Life e expandir seu universo sonoro em Turn Around, do duo Silver, projeto ao lado de Felipe Machado (Viper), Rodrigo Cerveira chega ao segundo disco solo, The Searcher, um trabalho que consolida sua linguagem artística e aprofunda sua busca criativa e pessoal.

Mais direto, intenso e guiado por guitarras mais intensas, o novo álbum traz participações especiais de referências no instrumento – Andreas Kisser (Sepultura) e Hugo Mariutti (Shaman, Angra) – ampliando ainda mais a força do trabalho.

Sem abrir mão do cuidado com as melodias, os arranjos e a construção das letras, The Searcher incorpora de forma mais evidente influências do punk, do pós-punk, do grunge e do rock clássico, equilibrando peso e emoção de maneira natural.

“O disco tem uma pegada mais pesada do que o primeiro. As guitarras estão mais nervosas, mas sem perder o cuidado com o songwriting, com melodias e letras bem cuidadas e trabalhadas”, destaca Cerveira.

O single “The Searcher” chega acompanhado de um videoclipe disponível no canal oficial no YouTube. Assista aqui.

OUÇA AQUI

Crédito: Paola Petti Cerveira

Sobre Rodrigo Cerveira

Rodrigo Cerveira é cantor e compositor e traz para sua música e letras reflexões pessoais e profundas. Suas composições são inspiradas em sua própria vida e no mundo ao seu redor. O rock é sua principal linguagem musical, mas sem se prender a um estilo específico. Baladas, power ballads e canções acústicas convivem harmoniosamente com o hard rock, o punk/hardcore e o metal, sempre valorizando melodias marcantes aliadas a vocais intensos e poderosos. Além da carreira solo, também participa de projetos de diferentes gêneros musicais.

Em 2023, lançou seu primeiro álbum, Life. Em 2025, ampliou seu universo sonoro com Turn Around, álbum do duo Silver, projeto ao lado de Felipe Machado (Viper).

The Searcher, seu segundo álbum solo, tem lançamento previsto para o segundo semestre de 2026.

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Angra revisita “Make Believe” e lança vídeo ao vivo gravado no Porão do Rock

Registro é lançado às vésperas da turnê que celebra os 30 anos do álbum “Holy Land”

O Angra acaba de lançar o vídeo “Make Believe – Live at Porão do Rock”. Gravado durante a apresentação da banda no tradicional festival brasileiro, o registro é disponibilizado nas redes sociais oficiais do grupo e nas principais plataformas digitais. A mixagem foi realizada por Dennis Ward.

Assista ao videoclipe de “Make Believe” ao vivo no Porão do Rockhttps://www.youtube.com/watch?v=IkHUpT8K-SY

Ouça nas plataformas digitaishttps://lnk.dmsmusic.co/angra_makebelieveliveatporodorock

O vídeo apresenta a atual formação do Angra — Alírio Netto no vocal, Rafael Bittencourt e Marcelo Barbosa nas guitarras, Felipe Andreoli no baixo e Bruno Valverde na bateria — interpretando uma das principais músicas de “Holy Land”, álbum lançado em 1996.

Com uma abordagem que uniu heavy metal, música brasileira, elementos orquestrais e referências à formação histórica e cultural do Brasil, “Holy Land” tornou-se um dos trabalhos mais representativos da carreira do Angra. Três décadas depois, o disco volta ao centro das atividades da banda em uma turnê comemorativa que passará por diferentes países da América do Sul, Europa e Ásia.

O lançamento de “Make Believe – Live at Porão do Rock” antecede o início dessa nova sequência de apresentações e estabelece uma ligação direta entre o repertório criado em 1996 e a atual fase do grupo. O registro documenta a leitura da formação atual para uma composição que permanece presente na trajetória do Angra e na relação da banda com o público.

“Make Believe – Live at Porão do Rock” está disponível nas redes sociais do Angra e nas plataformas de streaming e conteúdo digital, incluindo Spotify, Deezer, Facebook, Instagram e TikTok.

Ingressos para os shows da “Holy Land 30th Anniversary Tour”www.angra.net

Datas confirmadas do Angra em 2026

21 de agosto — Santa Bárbara d’Oeste, Brasil — Santa Bárbara Rock Fest
22 de agosto — Buenos Aires, Argentina — Arena Sur
23 de agosto — Santiago, Chile — Teatro Teletón
25 de agosto — Lima, Peru — CC Leguía
4 de setembro — Campinas, Brasil — Multi Arena
5 de setembro — Belo Horizonte, Brasil — Minascentro
6 de setembro — Vitória, Brasil — Espaço Patrick Ribeiro
12 de setembro — Atenas, Grécia — Rock Hard Festival, com Kiko Loureiro
18 de setembro — Rio de Janeiro, Brasil — Vivo Rio
23 de setembro — Paris, França — L’Olympia, com Kiko Loureiro
25 de setembro — Curitiba, Brasil — Live Curitiba
26 de setembro — Caxias do Sul, Brasil — All Need Master Hall
27 de setembro — Porto Alegre, Brasil — Auditório Araújo Vianna
2 de outubro — São Paulo, Brasil — Tokio Marine Hall, com Luis Mariutti e execução de “Holy Land” na íntegra
3 de outubro — São Paulo, Brasil — Tokio Marine Hall, com Edu Falaschi e celebração dos 25 anos de “Rebirth”
18 de outubro — Banguecoque, Tailândia — Mr. Fox Live House
20 de outubro — Taipé, Taiwan — The Wall Live House
22 de outubro — Xangai, China — Star Culture Center Dream Hall
25 de outubro — Yokohama, Japão — Full Metal Japan, com Kiko Loureiro e Edu Falaschi

SwitchBacK transforma revolta contra a violência às mulheres em manifesto no single “Sem Acordo”

A violência contra as mulheres segue fazendo milhares de vítimas todos os anos no Brasil. Diante dessa realidade, a banda niteroiense SwitchBacK decidiu usar o hardcore como instrumento de denúncia. A faixa “Sem Acordo”, presente no álbum “O Cão Tá Pra Trás” (2025), é um manifesto direto contra homens que agridem mulheres e também contra aqueles que escolhem protegê-los, relativizar seus crimes ou permanecer em silêncio.

Nos shows, a música costuma ser precedida por uma declaração que resume o posicionamento da banda:

“Homens! Não dá para ficar passando pano para quem agride e mata mulheres!”, dispara o vocalista Vinny antes de iniciar a execução da faixa.

Muito além de uma crítica aos agressores, “Sem Acordo” denuncia a cumplicidade masculina que perpetua esse ciclo de violência. A mensagem é clara: não existe neutralidade quando se trata de violência contra a mulher. Defender, acobertar ou minimizar a atitude de um agressor também é uma escolha.

O tema ganha ainda mais relevância diante dos números alarmantes registrados no país. Segundo dados oficiais do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Brasil contabilizou 1.568 casos de feminicídio, uma média de quatro mulheres assassinadas por dia em razão de sua condição de gênero, além de milhões de atendimentos relacionados à violência doméstica registrados pela Central 180.

Musicalmente, “Sem Acordo” mantém a identidade agressiva do SwitchBacK, mas canaliza essa intensidade para uma mensagem de intolerância absoluta à violência contra as mulheres. O refrão traduz esse posicionamento sem qualquer espaço para relativizações:

“Não ando ao seu lado! Poucas ideias pra você! Não quero notícias suas! Vai se foder!!!”

Para a banda, a música representa uma linha ética inegociável.

“Ou você é parte da solução ou faz parte do problema. ‘Sem Acordo’ não é apenas uma música; é uma posição que assumimos e da qual não abrimos mão.”

Ouça “Sem Acordo”:

No dia 19 de setembro (sábado) a família Sick se reúne na La Iglesia, em São Paulo, para o ‘Sick Fest II’, com as bandas Switchback, United For Distortion, Militia, Xucro e Torture Squad. Cinco bandas, amigos de vários Estados e uma noite com punk, hardcore, crossover, thrash e death metal.

Ingressos antecipados em:
https://101tickets.com.br/events/details/SICK-FEST-II

Lançado em outubro de 2025, “O Cão Tá Pra Trás” apresenta o SwitchBacK em sua fase mais madura, combinando a agressividade característica do hardcore com letras que abordam questões sociais de maneira direta e sem rodeios.

O álbum está disponível nas principais plataformas digitais:
https://onerpm.link/311194527279

A versão em CD foi lançada pela Voice Music. As gravações aconteceram no Tellus Studio, em Niterói, enquanto as participações especiais de Alex Kaffer (The Troops of Doom) e Jão (Ratos de Porão) foram registradas no Deaf Cat Studio, em São Paulo. A produção, mixagem e masterização ficaram a cargo de Caio Mendonça, profissional que já trabalhou com nomes como Onslaught (Reino Unido), Borknagar (Noruega), The Troops of Doom, Claustrofobia e Gangrena Gasosa.

O SwitchBacK é formado por Vinny (vocais), Fabio Lannes (guitarra), Luciano Munhoz (baixo) e Mauro Lopes (bateria).

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Noturnall inova e agita Araraquara com mosh pit só de mulheres comandado por Thiago Bianchi

Vocalista surpreendeu o público ao convocar a roda durante o show, e as fãs aceitaram o desafio sem pensar duas vezes

O Noturnall protagonizou uma cena inusitada durante sua apresentação no Araraquara Rock 2026. No meio do show, Thiago Bianchi resolveu colocar a energia do público à prova e convocou um mosh pit formado exclusivamente por mulheres.

Assistahttps://www.instagram.com/p/DbVq9g_uQKX/

O chamado foi atendido imediatamente. Diversas fãs ocuparam o centro da pista e se jogaram na roda, mostrando que disposição e atitude não faltavam. Entre correria, empurrões e muita animação, a “mulherada”, como destacou a própria banda nas redes sociais, tomou conta do espaço e fez bonito. Conhecido pela personalidade irreverente e pela intensa interação com a plateia, Bianchi acompanhou tudo do palco.

A apresentação aconteceu no domingo, 26 de julho, dentro da programação gratuita do Araraquara Rock. O festival foi realizado entre os dias 24 e 26 de julho e reuniu diferentes nomes da música pesada brasileira.

O episódio acontece em uma fase movimentada do Noturnall. Após levar a turnê de “Cosmic Redemption” a diferentes continentes, o grupo retornou ao palco do Bangers Open Air em abril de 2026 e segue reforçando sua presença entre os principais nomes do heavy metal brasileiro. Atualmente, a banda é formada por Thiago Bianchi nos vocais, Guilherme Torres na guitarra, Saulo Xakol no baixo e Henrique Pucci na bateria.

Soulwitch transforma o metal sinfônico em ritual ao unir teatralidade, ocultismo e identidade visual marcante

Crédito: Fotos por Lucas de Melo

Liderada por Maria Sliviany, banda curitibana faz da estética inspirada na bruxaria, do simbolismo hermético e da performance cênica elementos fundamentais de uma das propostas mais conceituais do Symphonic Metal brasileiro!

​Em um cenário em que o metal sinfônico costuma impressionar pela grandiosidade de suas orquestrações, a curitibana Soulwitch decidiu expandir essa experiência para além da música. O quinteto desenvolveu uma identidade artística em que sonoridade, figurinos, simbolismo, narrativa e performance caminham em perfeita sintonia, transformando cada apresentação em um espetáculo imersivo que conduz o público a um universo permeado pelo ocultismo, pela filosofia hermética e pela estética ritualística.​

Inspirada por referências como NightwishEpica e Evanescence, mas comprometida em desenvolver uma linguagem própria, a Soulwitch encontrou na teatralidade um dos pilares de sua personalidade artística. O resultado é uma proposta que combina o peso do metal, a grandiosidade das orquestrações e uma narrativa visual cuidadosamente elaborada, aproximando a banda das grandes produções do Symphonic Metal contemporâneo.​

A formação reúne Maria Sliviany (vocal), Jack Vanderbrook (teclados), responsável pelas composições e arranjos sinfônicos, Luan Lopes (guitarra), Sérgio Santos (baixo) e Roberto Wagner (bateria), músicos que contribuem para uma identidade sonora marcada por atmosferas cinematográficas, melodias épicas e vocais expressivos.​

Grande parte dessa identidade passa por Maria Sliviany, vocalista, letrista e diretora artística da Soulwitch. Além de interpretar as canções, ela assina todas as letras e conduz a construção estética e conceitual da banda, desenvolvendo figurinos, maquiagem, direção visual e a narrativa simbólica que conecta apresentações, videoclipes e o álbum Principium (2024).

Ouça o álbum Principium em sptfy.bio/soulwitch

Faixas como “Beltane” e “Teufelsbuhlschaft” sintetizam essa proposta ao abordar temas como amor espiritual, ancestralidade, Inquisição, transmutação, expansão da consciência e fortalecimento feminino, sempre sob uma abordagem intensa, cinematográfica e repleta de simbolismo.​

Em entrevista concedida ao portal Road To Metal (confira a entrevista completa aqui), Maria revelou que toda a identidade visual da Soulwitch nasce da mesma essência que inspira suas composições: a liberdade artística. “A arte precisa nascer dessa sensibilidade do artista. Existe a técnica, mas a alma precisa falar através desse sentimento. A Soulwitch se torna bruxa justamente por representar essa liberdade de expressão”, comentou a vocalista.​

Essa filosofia faz com que cada elemento visual da banda funcione como uma extensão natural da música. Figurinos, maquiagem, arte gráfica e direção de cena estabelecem conexões diretas com os conceitos presentes em Principium, explorando temas como transformação, renascimento, espiritualidade, dualidade e integração das sombras.​

Essa construção torna-se especialmente evidente em “Teufelsbuhlschaft”, primeiro single da Soulwitch e uma das composições que melhor sintetizam sua identidade artística. Inspirada na perseguição às mulheres acusadas de bruxaria durante a Inquisição, a faixa utiliza esse contexto histórico como metáfora para discutir liberdade, autoconhecimento, resiliência e transformação interior.​

No palco, a figura da bruxa deixa de representar um estereótipo para assumir o papel de arquétipo ligado ao conhecimento, à liberdade e ao poder feminino. Essa estética conversa diretamente com a sonoridade da banda, na qual arranjos orquestrais grandiosos, guitarras pesadas e vocais marcantes criam uma atmosfera capaz de transportar o ouvinte para diferentes épocas e cenários, aproximando a experiência musical de uma trilha sonora cinematográfica.​

Mais do que utilizar elementos ligados ao ocultismo, a Soulwitch desenvolve uma narrativa conceitual baseada no hermetismo, na alquimia e na espiritualidade como ferramentas de reflexão sobre o ser humano. Em vez do sensacionalismo, a banda propõe uma leitura artística desses símbolos, transformando cada música em um convite ao autoconhecimento.​

O protagonismo de Maria Sliviany também reforça essa proposta. Sua presença cênica tornou-se um símbolo de força, liberdade criativa e empoderamento feminino dentro da cena nacional, refletindo o conceito central da Soulwitch: transformar experiências humanas em arte capaz de provocar reflexão, emoção e identificação.​

Com Principium consolidado como um dos trabalhos conceituais mais expressivos do metal sinfônico brasileiro contemporâneo e novos projetos já em desenvolvimento, a Soulwitch segue expandindo seu universo criativo e reafirmando uma identidade que vai muito além das influências europeias que moldaram o gênero. Ao unir teatralidade, ocultismo, excelência musical e uma narrativa visual cuidadosamente construída, a banda consolida uma assinatura artística própria e demonstra que o Symphonic Metal brasileiro possui personalidade, profundidade e potencial para conquistar cada vez mais espaço dentro e fora do país.

“Teufelsbuhlschaft” (Official Video): https://www.youtube.com/watch?v=-nI_EFgDllM
“Beltane” (Official Video): https://www.youtube.com/watch?v=ecikYS2pA6c

SOULWITCH NAS REDES: @SoulwitchOfficial​

Inventtor lança novo álbum, ‘Senhor da Obsessão’, e clipe de ‘Broken’

Crédito: Bruno Paraguay

“Senhor da Obsessão” tem lançamento através de uma parceria com os selos Voice Music e Classic Metal

A banda mineira de death/doom Inventtor, que conta com Alan Souza (vocal e bateria) e Tony Lessa (baixo), apresenta o novo álbum, “Senhor da Obsessão”, acompanhado do single/clipe de “Broken”, que traz a participação da vocalista Nienna (Paradise in Flames). Gravado em Nova Lima (MG), produzido e mixado por André Damien, que também registrou as guitarras e teclados, “Senhor da Obsessão” traz arte de capa assinada por Fernando Lima e tem lançamento através de uma parceria com os selos Voice Music e Classic Metal.
 
Ao longo das oito faixas, das quais quatro contam com singles/vídeos, a obra conduz o ouvinte por uma reflexão sobre responsabilidade individual, defendendo que cada pessoa é a única responsável por seus próprios atos. As composições abordam as marcas deixadas pela doutrinação religiosa e fazem uma crítica contundente ao que a banda define como o “terrorista psicológico” da religião, sendo a figura que manipula a fé por meio da culpa e do medo como instrumento de controle.
 
“Broken”, lançada em videoclipe e que conta com a participação de Nienna (Paradise in Flames), representa o momento em que a psique finalmente sucumbe ao peso constante da opressão. Estar “quebrado” significa perder completamente a individualidade, tornando-se apenas um reflexo dócil e facilmente manipulável. “A música evidencia o objetivo final dos tiranos e falsos profetas: destruir o pensamento crítico até que a própria escravidão seja confundida com proteção ou liberdade”, explica Alan Souza. “A voz e a entrega de Nienna trouxeram uma camada absurda de peso e atmosfera para ‘Broken’. A parceria deu uma liga perfeita com o som e elevou a faixa a outro patamar, trazendo uma energia única para o álbum”, acrescenta.
 
Segundo o baixista Tony Lessa, lançar “Senhor da Obsessão” é um marco para a Inventtor. “Se em nosso debut nós pavimentamos o caminho na escuridão, neste novo álbum mergulhamos sem medo nas camadas mais profundas da mente humana”, avalia. “Conseguimos traduzir em música o peso espiritual, a crítica contra as amarras da manipulação religiosa e os tormentos da psique. É o trabalho mais maduro, denso e desafiador da nossa carreira até aqui e esperamos que todos possam sentir isso”, conclui o baixista.


Repertório:
1) In Absentia Dei
2) Senhor da Obsessão (clipe: https://youtu.be/fXTEhofvIls)
3) Além da Carne
4) Epicentro da Morte (clipe: https://youtu.be/7StjZCoZJOY)
5) Tortura
6) For Your Demons (clipe: https://youtu.be/CGM3nThHBUM)
7) Submerso
8) Broken (clipe: https://youtu.be/HHdwiQoAcEI)
 
Veja o clipe de “Broken”, produzido por Bruno Paraguay, em https://youtu.be/HHdwiQoAcEI
 
Site relacionado: https://linktr.ee/inventtorband
Instagram: https://www.instagram.com/inventtorofficial/
Facebook: https://www.facebook.com/inventtorband
Plataformas de streaming: https://onerpm.link/235132119249
 
Ouça o álbum no Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/5VXTkYLWpvs5Y8fEXwzto5
 
E-mail: inventtorband@gmail.com

Savant acelera gravações de novo álbum e revela bastidores das guitarras em vídeo

Banda compartilha segunda parte das imagens do processo de gravação do sucessor de “Savant Attack”, previsto para o fim de 2026

O Savant segue em ritmo intenso de produção de seu próximo álbum de estúdio. A banda iniciou as gravações do trabalho que sucederá “Savant Attack” (2023) e acaba de divulgar mais uma parte dos vídeos dos bastidores, mostrando as sessões de guitarra conduzidas pelo vocalista e guitarrista Antonio Vargas.

Com lançamento previsto para o final de 2026, o novo disco mantém a parceria com Daniel Escobar, guitarrista da banda e responsável pela produção do álbum, repetindo a fórmula que marcou o trabalho anterior.

As imagens revelam um pouco do clima descontraído que acompanha as gravações. Entre riffs, solos e momentos de improviso, os músicos mostram que, apesar da intensidade da música, o estúdio também é palco de bom humor e sintonia entre os integrantes.

Assista aos bastidores das gravações de guitarra de Antonio Vargas:

Embora ainda mantenha em segredo detalhes sobre o repertório, o Savant promete dar continuidade à identidade construída em “Savant Attack”, álbum que consolidou a atual fase da banda e reforçou sua proposta dentro do thrash metal.

Enquanto o novo trabalho não chega, os fãs podem revisitar “Savant Attack”, disponível nas principais plataformas de streaming.

Ouça “Savant Attack”:

Com uma trajetória iniciada no fim da década de 1990, o Savant construiu uma discografia consistente formada pelos EPs “Portrait of Reality” (1999) e “Evidence Elimination” (2004), além dos álbuns “No Hope” (2007), “Serial Killers Tale’s” (2017) e “Savant Attack” (2023).

Assista o primeiro vídeo do processo de gravação, com partes de bateria:

A formação atual reúne Antonio Vargas (vocais e guitarra), Daniel Escobar (guitarra), Frederico Lima (baixo) e Felipe Saboia (bateria).

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HIBRIA lança “Against the Wall”, novo single inspirado no confronto com os limites da existência

Faixa antecipa o álbum “On the Shortness of Life”, inspirado na filosofia estoica de Sêneca

O HIBRIA, grupo de Porto Alegre formado por Angelo Parisotto no vocal, Abel Camargo e Velles nas guitarras, Benhur Lima no baixo e William Schuck na bateria, lança nas plataformas digitais e no Youtube com lyric vídeo o single “Against the Wall”. A música apresenta um dos momentos centrais do álbum “On the Shortness of Life”, previsto para 8 de agosto de 2026, e representa o instante em que o indivíduo precisa enfrentar seus próprios limites, sem distrações, atalhos ou possibilidade de recuo.

Com peso, técnica e uma atmosfera de tensão, “Against the Wall” desenvolve uma narrativa sobre tempo, consciência, dor e resistência. Na composição, o muro deixa de ser apenas um obstáculo e passa a funcionar como um espelho, colocando o sujeito diante da própria vida e das escolhas que ainda pode fazer.

Assista o lyric vídeo de “Against the Wall”https://www.youtube.com/watch?v=wwtnsS0BAik

Ouça no Spotifyhttps://open.spotify.com/intl-pt/album/64x5gpehu8zEGL0A2r0hS5

A faixa marca um ponto decisivo na jornada conceitual do novo disco. Depois do despertar, do conflito com o mundo e do desgaste provocado pela tentativa de permanecer lúcido, o personagem se vê sem espaço para fugir. Cada queda e cada perda passam a ser reinterpretadas como parte de um processo de reconstrução, enquanto a mente surge como o território que ainda pode ser governado.

Inspirado em “Sobre a Brevidade da Vida”, de Sêneca, o novo trabalho do HIBRIA parte da ideia de que a vida não é curta por natureza, mas frequentemente desperdiçada em distrações, medos e escolhas conduzidas no automático. A filosofia estoica aparece como um convite para reconhecer a finitude, concentrar-se naquilo que depende de cada indivíduo e viver o tempo disponível com consciência e propósito.

Produzido por Renato Osorio, “On the Shortness of Life” terá distribuição digital global e edição japonesa pelo selo Marquee Avalon. “Against the Wall” integra a seleção de singles do trabalho ao lado de “Undying” e “Pulse”.

Fundado em Porto Alegre em 1996, o HIBRIA construiu uma trajetória internacional com sete turnês pelo Japão, duas excursões pelo Canadá e apresentações na China, Coreia do Sul, Taiwan e em diferentes países da Europa. No Brasil, o grupo participou de festivais como Rock in Rio, Porão do Rock, Abril Pro Rock e Best of Blues, além de ter aberto shows de Metallica, Megadeth, Black Sabbath e Ozzy Osbourne.

Tracklist de “On the Shortness of Life”

Undying
Fire Away
Pulse
Persist
Melting Alive
Against the Wall
Animus
On the Shortness of Life

TURNÊ

Para apresentar o novo álbum, o HIBRIA prepara uma série de shows no Brasil e no Japão. A agenda passa por Porto Alegre, São Paulo, Tóquio e Chapecó, incluindo uma apresentação ao lado de Angra e Storia e a participação no festival Full Metal Japan. As datas e os locais confirmados estão disponíveis abaixo.

20/Set – Opinião, Porto Alegre
Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/123208

03/Outubro – Tokyo Marine Hall (com Angra e Storia), São Paulo

25/Outubro – Full Metal Japan, Tóquio, JP.

05/Nov – Centro de Eventos Plínio Arlindo de Nes, Chapecó.

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Daron presta homenagem ao saudoso Ozzy Osbourne

Crédito: Thiago Drumond

Depois do single “Restos de Sol”, vocalista gaúcho apresenta sua versão de “I Just Want You”

Após lançar o single “Restos de Sol”, que evidenciou influências da atmosfera obscura e emocional de Ozzy Osbourne, o vocalista gaúcho Daron decidiu prestar uma homenagem ao eterno Madman gravando uma versão de “I Just Want You”. A música foi originalmente lançada no álbum “Ozzmosis” (1995), o sétimo trabalho da carreira solo do Príncipe das Trevas, falecido em 22 de julho de 2025.

“É o meu disco preferido do Ozzy, que sempre considerei o maior frontman de todos os tempos, tanto pela autenticidade quanto pela verdade que transmitia no palco. Quando assisti ao vídeo do Black Sabbath gravado em Paris, no início dos anos 1970, foi uma explosão na minha mente. Naquele momento pensei: ‘Quero ser igual a esse cara!'”, comentou Daron.

Ouça a versão de “I Just Want You” em https://youtu.be/byTv2vlJ9Cw

Daron segue em estúdio produzindo novas músicas ao lado de Gabriel Oliveira “Galo Cinza” (guitarra), Arthur Marques (baixo) e Tony Carpa (bateria). “Estou trabalhando intensamente em estúdio e preparando o terreno para o lançamento do próximo disco e uma turnê em 2027”, revela.

Natural de Santa Rosa/RS, Daron iniciou sua trajetória em 2013 ao fundar a banda Peixes Voadores, acumulando apresentações ao lado de nomes como Sepultura, Misfits, Marky Ramone e Michael Graves. O músico também excursionou com o Matanza em turnês nacionais. Em 2025, mudou-se para São Paulo para investir na carreira solo e, em 2026, já passou por casas como La Iglesia, Manifesto, The Metal Bar, House Of Legends e Fenda 365, além de lançar o single “O Cemitério”, inspirado na obra “Pet Sematary”, de Stephen King.

Instagram: https://www.instagram.com/oficialdaron/

Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/26UJyS5kkyXeBHYmHy8aR0

E-mail: oficialdaron@outlook.com

Mãe Serpente explora peso e simbolismo em seu segundo álbum

Crédito: Ana Clara Barbosa

“Volume II – Fúria Sem Olhos” transita entre o stoner metal, doom metal, metal tradicional e hard rock setentista

Após dez anos construindo sua trajetória na cena underground de Minas Gerais, a Mãe Serpente apresenta seu segundo álbum, intitulado “Volume II – Fúria Sem Olhos”, marcando uma nova etapa na carreira do trio formado por Fernando Dias (vocal e guitarra), Mário Rodrigues (baixo) e Victor Espeschit (bateria). Com lançamento nas plataformas digitais, o álbum reúne oito composições que transitam entre o stoner metal, doom metal, heavy metal tradicional e hard rock dos anos 70. A gravação, mixagem e masterização do álbum foram realizadas no Audio One Studios por Alan Wallace, enquanto as vozes foram registradas no 415 Home Studio.

“Fúria Sem Olhos”, escolhida para abrir o repertório e também lançada como primeiro single, utiliza a fúria como impulso para romper a inércia. “Queríamos criar uma música que carregasse a força das grandes faixas de abertura do heavy metal. ‘Fúria Sem Olhos’ não perde tempo para mostrar sua identidade: ela transforma a fúria em uma força primordial, capaz de romper a inércia e impulsionar a mudança antes mesmo que exista qualquer julgamento”, explica Fernando Dias.

Confira o videoclipe de “Fúria Sem Olhos” em https://youtu.be/ckmVzc-vctY

Já a faixa “Rei Caçador” amplia o universo simbólico ao buscar inspiração em Oxóssi, orixá associado à caça, ao conhecimento e à prosperidade. “Apostamos em riffs cadenciados, estruturas mais extensas e uma atmosfera épica, inspirada no heavy metal e no black metal, para criar uma música que envolve o ouvinte”, destaca  Dias.

“O Distraído” volta o olhar para o cotidiano contemporâneo, acompanhando um personagem preso à repetição das tarefas diárias, vivendo uma rotina que remete ao mito de Sísifo reinterpretado pelo filósofo Albert Camus. “Mergulhamos no hard rock setentista, com riffs diretos e cheios de groove, inspirados por Tony Iommi, do Black Sabbath, e Leslie West, do Mountain”, descreve o vocalista e guitarrista.

“Rockceta” traz o lado mais descontraído da banda, enquanto “Somelier de Carniça” utiliza ironia e metáforas para criticar a submissão e a naturalização das desigualdades sociais. Já a faixa “Ferro e Sangue” explora o conflito entre dor emocional e física, com sutis influências do blues. “Vozes do Universo” traz uma atmosfera lenta, pesada e ritualística inspirada na Cabalá, enquanto a faixa-título “Mãe Serpente” encerra o álbum sintetizando todo o conceito da obra.

Ouça “Volume II – Fúria Sem Olhos” nas plataformas de streaming em https://offstep.link/261192051033

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Entre o peso e a reflexão, Abel Capella lança o single “Até Quando?” e amplia o universo de “Fora do Tempo”

Foto: Glauber Matos

Depois de apresentar “1996”, primeiro recorte do álbum “Fora do Tempo”, Abel Capella lançou nesta terça-feira (21) “Até Quando?”, segundo single do projeto. A faixa aprofunda o universo do disco e evidencia uma proposta musical mais ampla, que transita entre o rock pesado, ritmos brasileiros e elementos eletrônicos.

“É uma parada meio de tropicalismo brasileiro: pega elementos da música mundial, traz para o nosso universo e transforma”, revela Abel. O resultado, segundo ele, passa por “um metal à la Sepultura misturado com congado do Triângulo Mineiro e, em alguns momentos, um beat eletrônico tipo trap”.
 
A letra de “Até Quando?”, segundo o artista, abre espaço para a reflexão e representa um avanço na narrativa construída para o disco. “Estamos entrando, camada por camada, a cada single, numa preparação para a densidade do disco”, afirma. “Neste segundo single, começamos a revelar, de maneira mais confrontadora, aquilo que realmente está por trás do universo de Fora do Tempo: a percepção de que existe algo profundamente errado no mundo e a pergunta inevitável de quanto tempo as pessoas continuarão aceitando isso.” Abel diz esperar que as pessoas encarem o que está sendo dito na canção com seriedade e que reflitam sobre a pergunta que fica no ar. “Eu não quero convencer ninguém com minhas letras, mas talvez eu esteja tentando ampliar a percepção de alguém por atrito.”

Assista ao lyric video de “Até Quando” 

Se “1996” apresentou uma faceta mais crua da nova fase do artista, “Até Quando?”, que também conta com a produção de Rodrigo Nepomuceno, expande essa proposta. Segundo ele, a intenção nunca foi seguir tendências ou atender expectativas de mercado: “Em momento algum a ideia foi agradar músicos ou se encaixar em alguma estética comercial.”
 
Ouça “Até Quando” no seu tocador favorito: 
https://on.soundcloud.com/PFIb3uUtsG1OQjYr53