Single mescla thrash, heavy e metal industrial para discutir obsessão humana por imortalidade, poder, riqueza e controle social
A banda paulistana Cyberpunch formada por Netuno Balboa (vocal), Gabriel Henrique e Ruan Diego (guitarras), Eduardo Zedu Domingues (baixo) e Gabriel Gifoli (bateria), apresenta o novo single e videoclipe, “Immortan War”, que usa o universo de Mad Max como metáfora para discutir temas como poder, legado, desigualdade social e a busca humana por imortalidade. Inspirada na figura de Immortan Joe, personagem marcado pela obsessão por sucessão e domínio, a música propõe uma reflexão sobre estruturas de poder e subjugação que atravessam diferentes contextos históricos e sociais. “Ela nasceu da figura de Immortan Joe, mas fala muito sobre a obsessão humana por deixar legado, conquistar poder e perpetuar influência, muitas vezes às custas da desigualdade e da opressão social”, destaca o vocalista Netuno Balboa.
Musicalmente, “Immortan War” combina velocidade e peso do thrash metal, com influências diretas de Megadeth e Sepultura, além da tradicional cavalgada do heavy metal inspirada em Iron Maiden. O single ainda incorpora synths eletrônicos, timbres densos e vocais graves, criando uma atmosfera mais obscura próxima ao metal industrial. “A ideia foi unir agressividade, velocidade e peso com um refrão que tivesse força de hino e um breakdown pensado para incendiar o mosh pit”, afirma Netuno Balboa.
O single foi gravado no Zomer Records Studio (SP), com produção, gravação, mixagem e masterização de Pedro Zomer. A produção executiva ficou a cargo da Caverox Records.
Confira o videoclipe de “Immortan War”, dirigido e editado por Melissa Manighetti e que traz cenas de bastidores, shows e dos fãs, em https://youtu.be/-TophvXVMTM
Masterizada por Brendan Duffey, o single também ganhou um videoclipe em animação que está disponível no canal da banda no Youtube
São 15 anos de carreira, quatro álbuns de estúdio, um luxuoso relançamento em CD Duplo, duas turnês europeias, participações em importantes festivais e shows por várias regiões do Brasil. Os números que o Warshipper vem acumulando são mesmo relevantes, reflexo direto de sua qualidade artística e musical: sonoridade extrema de infinitas potencialidades!
Essas qualidades foram amplamente reconhecidas pela imprensa especializada em resenhas publicadas sobre o mais recente álbum da banda, “Essental Morphine”, lançado em 2023: “Esse álbum é maravilhoso” (Silas Rodrigues – Heavy Mustache); “Essential Morphine é um dos discos mais criativos que já me deparei” (Renan Bezan – O Subsolo); “Mais do mesmo não existe no dicionário do Warshipper, há sempre algo diferente e surpreendente em cada novo trabalho” (Cristiano Ruiz – Mundo Metal); “Um dos grandes álbuns de música extrema do ano” (Rodrigo Monteiro – Rock Master); “O melhor álbum da banda, me surpreendeu demais” (Ricardo Brigas – Cultura em Peso); “O Warshipper nos faz entender o death metal sob outras perspectivas” (Flávio Farias – Headbangers News); “Em fração de três anos, o Warshipper deu um surpreendente salto rumo à sua maturidade musical” (Diego Pinheiro).
A turnê de divulgação de “Essential Morphine” tem contado com alguns dos shows mais marcantes da carreira da banda até aqui, como a participação na edição 2023 do Setembro Negro Festival, a apresentação como co-headliners do Dia Mundial do Rock em Macapá/AP onde tocaram para mais de 30 mil pessoas, a passagem pelo Porthell Metal Fest em Portel/PA e os shows ao lado do Swallow The Sun e Septic Flesh. E ainda como parte da tour de “Essential Morphine”, o Warshipper embarcou para sua segunda turnê pela Europa em Outubro de 2024. O grupo fez shows em sete países diferentes: Alemanha, Holanda, Bélgica, França, Espanha, Luxemburgo e Portugal.
Se não bastasse, o Warshipper se apresentou em Maio de 2025 no Bangers Open Air, o maior festival de heavy metal do Brasil que aconteceu no Memorial da América Latina em São Paulo. No mesmo dia da apresentação do Warshipper, também tocaram alguns dos maiores nomes do metal de todos os tempos como Avantasia, Wasp, Blind Guardian, Kerry King, Destruction, Paradise Lost, entre outros. O show do Warshipper foi recebido por extremo entusiasmo por quem esteve prestigiando-os no Palco Waves.
O Warshipper está atualmente em processo de composição de seu novo álbum de estúdio previsto ainda para 2026. Antes do disco, porém, dois singles foram lançados. O primeiro, intitulado “All Hail The Metal Of Death”, é uma declaração de amor ao death metal e homenageia os headbangers de todo Brasil. Já “Shadows Of Silence”, o segundo single, enfatiza um aspecto já bastante conhecido da expressão lírica do Warshipper: sua visão ateísta e materialista da existência.
“Shadows of Science tornou-se rapidamente uma das minhas composições favoritas do Warshipper”, comentou o vocalista e guitarrista Renan Roveran. “Além de ser instrumentalmente pesada e densa, a faixa traz um forte contexto lírico que caracteriza nossa conhecida visão crítica a qualquer transcendência religiosa, firmando nossa abordagem ateísta, antidogmática e sempre estruturada na visão científica e materialista da nossa existência.”
“Shadows Of Silence” foi gravada e mixada no Silent Valley Studio em Sorocaba/SP e no Hellspass Studio em São Caetano do Sul/SP. Quem assina a masterização é Brendan Duffey (Bruce Dickinson, Sheryl Crow, Angra). “O processo criativo foi fluido e natural, une ideias de riffs e melodias do Rodolfo, do Thales e minhas – há muito de nós três nessa música! A gravação foi rápida e precisa, mesmo dividida entre estúdios. Para valorizar ainda mais o single, a arte da capa foi assinada novamente pelo nosso amigo Cayo Farias e o videoclipe em animação ficou por conta de Sandro Nunes”, acrescentou Roveran.
O Warshipper é atualmente formado pelos membros fundadores Renan Roveran (vocal/guitarra) e Rodolfo Nekathor (baixo/vocal), além de Thales Statkevičius (guitarra). Em breve a banda anunciará seu novo baterista.
Show no La Iglesia marca o lançamento do disco de estreia, Amidst the Ruins, e contará com a presença das bandas Anang, Our Last Creation e Magistry, de Curitiba
No dia 14 de junho (domingo), a banda paulista de thrash metal progressivo Neural Wreck fará o show de lançamento de seu álbum de estreia, Amidst the Ruins, no palco do La Iglesia, em São Paulo, a partir das 16h. Os ingressos estão à venda pela plataforma 101 Tickets.
A apresentação da Neural Wreck contará com diversas músicas de Amidst the Ruins, álbum que será lançado no dia 12 de junho e une técnica e agressividade de forma única em composições que buscam dar vazão à angústia, à revolta e ao incômodo com um mundo cada vez mais hostil e desumano.
As letras assumem uma temática política e social ao abordar autoritarismo, repressão, degradação ambiental e estruturas de poder arcaicas que bloqueiam transformações urgentes para a sobrevivência e libertação da humanidade.
Também participa do evento a banda curitibana de metal sinfônico Magistry, que está em turnê pelo país e lançou trabalhos aclamados como The New Aeon e Venus Mellifera. Recentemente, disponibilizou a remasterização do EP acústico The Delightful Companion. Completam o lineup as paulistas Anang, de death metal melódico, e Our Last Creation, de metal progressivo.
Serviço Data: 14 de junho (domingo) Local: La Iglesia Endereço: Rua João Moura, 515, Pinheiros – São Paulo/SP Horário: 16h (abertura da casa) Ingressos: a partir de R$30 Venda online:https://101tickets.com.br/events/details/Amidst-the-ruins
História
Fundado em 2015, o quarteto de thrash metal progressivo é formado pelo guitarrista e vocalista JC Martins, pelo guitarrista Leandro Fração, pelo baixista Paulo Pedraza e pelo baterista Rick Borges. O primeiro lançamento foi o EP Mortal Obsession, de 2022, e o primeiro álbum de estúdio, Amidst the Ruins, está sendo preparado para lançamento no dia 12 de junho de 2026.
Uma das finalistas da seletiva New Blood Bangers Open Air 2025, promovida pela KissFM, a banda segue com a agenda movimentada em 2026, com shows em festivais como o Metalcore Fest e o Nascente do Rock, além de outras apresentações. Com músicas que tratam tanto de temas sociais como de questões psicológicas, o grupo retoma as raízes suburbanas do heavy metal, onde o som agressivo e letras críticas ao sistema moral, político e econômico são capazes de expressar toda a angústia e revolta com a vivência cotidiana em um mundo incerto e desumano.
Em meio a uma cena separada em nichos específicos e segregada em subgêneros, o Neural Wreck busca reconciliar o grotesco e o belo na música, mesclando em sua sonoridade elementos tanto do metal extremo quanto do metal melódico para construir à sua própria interpretação de thrash metal, sem se limitar a criar músicas somente dentro desse subgênero.
Trabalho disponibilizado pelo selo Heavy.Future une agressividade e técnica em uma jornada imersiva sobre o colapso da mente humana.
A banda gaúcha DRESSED IN BLOOD acaba de lançar o seu novo EP, intitulado “Darkness Within”. O material foi disponibilizado oficialmente por meio do selo Heavy.Future, consolidando o estilo agressivo e técnico do grupo, que mescla Atmospheric Metal, Groove Metal e Metalcore, e dando sequência à trajetória iniciada com o single de estreia “The Curse of Mankind” (2024) e o recente lançamento “Hands of Time”.
Ouça o EP via Spotify:
Tematicamente, “Darkness Within” explora diferentes formas de colapso e consciência, abordando desde o conflito interno até a crítica social e o confronto existencial. Cada faixa apresenta uma perspectiva distinta ao ouvinte, sempre conectada pela tensão constante entre a resistência e a perda de controle. Transitando entre a superação pessoal, a memória coletiva, a alienação moderna e a introspecção profunda, o EP constrói uma experiência imersiva. A obra viaja de forma constante entre os estímulos externos e os recessos internos, culminando em um mergulho completo na mente humana.
O instrumental de “Darkness Within” acompanha fielmente essa temática conceitual. As composições evoluem de estruturas mais diretas e firmes para construções mais atmosféricas e fragmentadas. Desta forma, cada faixa traduz um estado mental não apenas nas letras, mas também na maneira como a sonoridade se desenvolve, ilustrando a transição exata da resistência ao colapso.
O vocalista LucasCaetanoGrzesczak comenta sobre a proposta deste novo material: “Esse EP é um reflexo exato das tensões que vivemos internamente e daquelas que observamos no mundo ao redor. Queríamos que o ouvinte sentisse essa transição, essa perda de controle gradativa, representada tanto nas letras quanto na atmosfera e agressividade dos arranjos. Este registro é, fundamentalmente, sobre encarar os próprios abismos de frente e compreender as várias faces do colapso.”
Para celebrar a chegada do EP “Darkness Within” aos palcos, a banda promoverá o festival Bloodfest no dia 29 de maio, a partir das 20h. O show especial de lançamento será realizado no Caos Bar, localizado na Rua João Alfredo, 701, em Porto Alegre. Prometendo uma noite brutal para os fãs de música extrema, o evento contará também com apresentações das bandas convidadas PsychoDecadence e Funesta.
SERVIÇO: Evento: Bloodfest – Show de lançamento do EP “Darkness Within” Bandas: Dressed In Blood, Psycho Decadence e Funesta Data: 29 de maio de 2026 Horário: 20h Local: Caos Bar (Rua João Alfredo, 701) Ingressos:
Sobre o Dressed in Blood:
Fundado em 2020, o DRESSED IN BLOOD conta atualmente em sua formação com Lucas Caetano Grzesczak (vocal), MatheusEsteves (guitarra), PauloRicardoCopatRuaro (guitarra), LauroArthurDeOliveiraCamerini (baixo) e BrunoSaboiaEndler (bateria). O grupo estreou em abril de 2024 com o lançamento do single “The Curse of Mankind”.
O Scenic acaba de lançar a versão em CD de seu álbum de estreia, “Untrodden Thoughts of Illusion”. O trabalho reúne oito faixas de um death metal técnico e intenso, incluindo novas versões das músicas presentes no EP “Before The Beginning”, além de uma composição instrumental.
Gravado no Sonidus Studios, o álbum mergulha em temas existenciais e psicológicos, explorando conflitos internos, ilusões e a complexidade da mente humana. A arte da capa e o layout gráfico foram desenvolvidos por Marcio Blasphemator e Slanderer Possessed, reforçando a atmosfera obscura e introspectiva do disco.
Musicalmente, “Untrodden Thoughts of Illusion” combina peso, técnica e densidade emocional, evidenciando a identidade da banda dentro do cenário extremo nacional.
O guitarrista e vocalista Silvio Machado comentou sobre o lançamento:
“Acreditamos que o lançamento de ‘Untrodden Thoughts of Illusion’ representa um marco importante em nossa trajetória e contribuirá para consolidar ainda mais o nome da Scenic no cenário do death metal brasileiro.”
Confira o tracklist de “Untrodden Thoughts of Illusion”: 1 – Before The Beginning 2 – Out Of Sight 3 – Internal Desolation 4 – Blind Into Form 5 – Descend In Illusion 6 – Into Becoming Spirit 7 – Freigeist 8 – Trapped In Thoughts + Bonus Tracks
Para adquirir o CD de “Untrodden Thoughts of Illusion”, entre em contato com o selo Misantrophic Records:
Formada em 2001 em Juiz de Fora, a Scenic combina técnica refinada e brutalidade, com influências de grandes nomes como Death, Pestilence, Dissection, Morbid Angel, Cynic e Bathory.
A formação atual conta com Silvio Machado (guitarras e vocais), Marcelo Ameal (baixo), Leo Schröder (guitarra) e Felipe Veiga (bateria).
Antes do álbum de estreia, a banda lançou, em maio de 2023, o EP “Before The Beginning”, que apresentou três faixas autorais. O material foi bem recebido no cenário underground.
Depois de “Noite Fria” (2021) e “Amor Sem Fronteiras” (2022), o cantor e compositor gaúcho lança seu terceiro disco
Depois de “Noite Fria” (2021) e “Amor Sem Fronteiras” (2022), o cantor e compositor gaúcho lança seu terceiro disco, “Quando a Alma Canta”.
Anka mantém seu estilo regional romântico com influências do rock’n’roll. No seu novo disco apresenta canções com letras românticas, onde as referências regionais dialogam com a intensidade do rock. O álbum tem novamente a parceria com Veco Marques (Nenhum de Nós), assinando a produção.
“Quando a Alma Canta” finaliza uma espécie de trilogia autoral do compositor gaúcho, agora com uma sonoridade mais roqueira. O lançamento é do selo Ímã Records e já está disponível nas plataformas digitais.
Doze canções de amor e uma esperança Por Roger Lerina (jornalista cultural)
Desde a canção de abertura, Anka Brasil entrega-se – e nos convida a participar desse pacto pelo amor. “Não sentir os pés no chão / Nem teu dono nem peão / Só me perder de amor”, roga o refrão de “Eu Amei”, primeira das muitas baladas do novo disco do cantor e compositor. Dono de voz grave e envolvente, o intérprete está lançando “Quando a Alma Canta”, seu terceiro trabalho como solista. São 12 faixas em que mais uma vez Anka reflete sobre o amor – tema incontornável que se desdobra em emoções e aflições, alegrias e tristezas, encontros e infortúnios.
O assunto pode ser o mesmo, mas a abordagem lapidou-se. Em uma trajetória que se iniciou no final dos anos 1980 imprimindo seu tom de baixo-barítono a temas de Beatles, Stones, Creedence, Elton John e especialmente Elvis Presley em uma banda de amigos, Anka lançou-se em carreira solo com “Noite Fria” (2021). No ano seguinte, “Amor sem Fronteiras” seguiu o caminho do álbum de estreia, explorando de novo uma verve romântica que trafega pelo pop rock, folk e balada country em temas cuja instrumentação semiacústica valoriza o som de violões, guitarras, teclados e acordeões.
Como se fosse uma trilogia do coração, “Quando a Alma Canta” debruça-se mais uma vez sobre as peripécias amorosas – mas agora de uma forma poética e musicalmente mais madura. Contando novamente com Veco Marques na produção e à frente de vários instrumentos, parceiro de Anka desde o primeiro trabalho, o disco ganha corpo sonoro graças a uma banda de base que inclui alguns dos mais talentosos músicos da cena sulista: Diego Dias no acordeão, Murilo Moura nos teclados, Dani Vargas na bateria, Cristiano Ludwig no saxofone e Renato Dall Ago no trompete.
“Quando a Alma Canta” tem sabor de uísque sem gelo, memória de paixões antigas cujo fogo insiste em arder, espírito de madrugada insone escutando canções tristes para sentir-se melhor – como cantava o roqueiro argentino Gustavo Cerati. As músicas conjuram referências de artistas que, como Anka, carregavam uma lágrima na voz: escutam-se ecos de Roy Orbison em “Teu Corpo no Mar”, Johnny Cash em “Caminhar sem Direção”, o imprescindível Rei do Rock no soul gospel “Sofrer É um Instante”.
Como sempre, o gosto de terra também tempera a musicalidade de Anka – cujo sobrenome artístico, não esqueçamos, é Brasil. “Uma Noite de Amor” é uma balada que bebe na sanga do rock rural de referências como Renato Teixeira e o antológico trio Sá, Rodrix & Guarabyra. Já a música-título do disco é uma milonga puro-sangue com acordeão, baixo e guitarra elétrica que conta com as participações de Cristiano Quevedo nos vocais e Lara Rossato na declamação – dois dos nomes mais talentosos da nova música nativista sulista.
Em “No Olho do Furacão”, Anka lembra que “O amor às vezes é traiçoeiro / A dor às vezes chega primeiro”. Mas o artista também sabe que desistir dessa procura é abrir mão da vida. Citando o saudoso Bebeto Alves, “Quando a Alma Canta” nos oferece mais algumas canções de amor neste mundo onde tudo é desatenção – e o coração vaga.
As 12 músicas que compõem o álbum: 01- Eu Amei 02- Sai do Meu Peito 03- Não Deve Beijar 04- Caminhar Sem Direção 05- Quando A Alma Canta 06- Ah Coração 07- É Vício 08- Teu Corpo no Mar 09- Uma Noite de Amor 10- No Olho do Furacão 11- Sofrer é um Instante 12- Brincar de Esconder
Ficha técnica Gravado nos estúdios Everest e Tec-Áudio em 2025 Técnicos de gravação: Veco Marques e Fernando Dimenor Mixagem: Fernando Dimenor Masterização: Marcos Abreu Lançamento: Ímã Records
A banda gaúcha DRESSED IN BLOOD anuncia o lançamento do seu mais recente single, “Hands of Time”. O material chega ao público através do selo Heavy.Future e serve como a principal amostra do próximo trabalho de estúdio do grupo, o EP “Darkness Within”, que será lançado no dia 22 de maio em todas as plataformas digitais, também pela Heavy.Future.
Confira vídeo:
Com “Hands of Time”, o quinteto expande sua visão para além dos conflitos individuais. A letra aborda a memória, a decadência e a repetição de ciclos históricos, questionando de forma direta o distanciamento entre as gerações. A mensagem central expõe como as conquistas do passado são frequentemente ignoradas, enquanto novas estruturas da sociedade são erguidas sobre sacrifícios coletivos que acabam esquecidos.
Sonoramente, a faixa apresenta uma base de Metal atmosférico mesclada a elementos de Groove Metal, Metalcore e nuances de Prog. A composição tem como foco a intensidade de seus arranjos através de repetições bem construídas: os riffs formam ciclos pesados, criando uma estrutura de andamento arrastado. Em vez de acelerar, a música ganha peso progressivamente com o tempo. As pontes instrumentais expandem a ambiência da faixa, e os leads de guitarra reforçam a carga emocional de forma contínua.
O novo single prepara o terreno para o EP “Darkness Within”, um trabalho focado em explorar o colapso e a consciência humana. O repertório transita entre o conflito interno, a crítica social, a superação pessoal e a alienação moderna. O conceito central do EP é a tensão constante entre a resistência e a perda de controle. Essa abordagem conceitual também dita a direção do instrumental. Ao longo do EP, o som evolui de estruturas diretas e firmes para construções atmosféricas e fragmentadas, traduzindo o estado mental do projeto tanto nas letras quanto na forma como as melodias se desenvolvem até o colapso total.
Sobre a banda:
Formada em 2020, a banda conta atualmente com Lucas CaetanoGrzesczak (vocal), MatheusEsteves e PauloRicardoCopatRuaro (guitarras), LauroArthurDeOliveiraCamerini (baixo) e BrunoSaboia Endler (bateria). Com fortes influências de bandas como Trivium, Gojira, MachineHead, Slipknot e Meshuggah, o grupo estreou com o single “The Curse of Mankind” (2024), através da Heavy.Future.
“Stressor Night 2012” traz registro raro de Leon Manssur (Apokalyptic Raids) nos vocais de “Complexo Urbano”
A veterana Metalmorphose, pioneira do metal brasileiro, segue preservando sua história através de uma série de vídeos ao vivo disponibilizados em seu canal no YouTube. Mesmo sem estar mais em atividade, a banda aposta em registros raros e carregados de valor documental para revisitar momentos importantes de sua trajetória.
Um dos novos lançamentos recupera a apresentação realizada na “Stressor Night 2012”, evento tradicional promovido pelo baterista André Delacroix, conhecido também como Stressor Ixtremuh ou Sargentão. A celebração aconteceu em 5 de janeiro de 2012, no Underground Cultural, reunindo shows do Metalmorphose e da banda de grindcore DAD, liderada pelo próprio baterista aniversariante.
Na ocasião, Tavinho Godoy (vocal), PP Cavalcante e Leon Manssur (guitarras), André Bighinzoli (baixo) e André Delacroix (bateria) executaram apenas quatro músicas: “Nosso Futuro”, “Complexo Urbano”, “Minha Droga é o Metal” e “Cavaleiro Negro”. “Apesar do repertório enxuto, a apresentação ficou marcada pela intensidade e pela atmosfera visceral do show”, resume o baixista André Bighinzoli.
A curiosidade histórica do registro é a participação do guitarrista Leon Manssur (Apokalyptic Raids) dividindo os vocais com Tavinho Godoy em “Complexo Urbano”. “Leon integrou a banda na fase do álbum ‘Máquina dos Sentidos’ e este é o único registro gravado conhecido dele interpretando a música ‘Complexo Urbano’, do ‘Ultimatum’ (1985)”, detalha Bighinzoli.
A gravação foi captada de forma simples, utilizando um minigravador da Boss, mas preserva com fidelidade a energia da apresentação e o espírito underground da época.
O No More Death, projeto liderado pelo vocalista e guitarrista Tiago Torres, revelou a capa e o repertório de seu segundo álbum, “Last Caesar”, sucessor do debut “The Death Is Dead”. O trabalho anterior foi muito bem recebido no cenário nacional e internacional, e consolidou o nome do projeto entre os novos destaques do thrash metal.
“Last Caesar” será uma continuação direta de “The Death Is Dead”, conduzindo o ouvinte a uma viagem pelos últimos anos da era humana. Enquanto o álbum de estreia representava o início das eras e da humanidade, o novo trabalho explora seu estágio final, marcado por um cenário sombrio, caótico e de destruição.
Musicalmente, o disco apresenta uma sonoridade mais agressiva, sombria e técnica, trazendo fortes influências de Slayer, Testament e Exodus, além da possibilidade de surpreender os fãs com elementos inesperados, como uma balada pesada. A proposta do álbum é criar uma atmosfera intensa e obscura, levando o ouvinte a uma verdadeira imersão nos momentos finais da civilização humana.
Assim como em “The Death Is Dead”, “Last Caesar” contará com a coprodução de Demis Kohler, responsável pela engenharia de som, timbres, mixagem, masterização e pela gravação de todos os solos de guitarra. Já a arte da capa ficou a cargo de Jean Michel, da DSNS Art, que já trabalhou com nomes como Metal Church, Queensrÿche e Michael Sweet.
“Last Caesar” estará disponível nas plataformas digitais em julho. Já a versão física em CD será lançada em agosto simultaneamente no Brasil, de forma independente, e nos Estados Unidos e demais países pela ROXX Records. O videoclipe de divulgação pós-lançamento será da faixa-título, “Last Caesar”.
Confira o tracklist de “Last Caesar”: I – Last Caesar II – Apostasy III – Fake Peace IV – Merchants of Faith V – 2077 VI – Coach from Hell VII – Ear with an Awl VIII – Pride, Destruction, Extinction
O álbum Amidst the Ruins será lançado no dia 12 de junho e conta com uma sonoridade técnica e agressiva, além de letras socialmente engajadas
Nesta sexta-feira (15), a banda paulista de thrash metal progressivo Neural Wreck disponibilizou em todas as plataformas digitais seu mais novo single, “I Am the Enemy”. Trata-se da segunda prévia do álbum de estreia da banda, Amidst the Ruins, que será lançado no dia 12 de junho.
Segundo o vocalista e guitarrista JC Martins, a canção trata do uso político de grupos sociais marginalizados como bodes expiatórios. “Esses grupos se tornam alvos fáceis para os verdadeiros responsáveis terceirizarem sua culpa e para os ignorantes frustrados descarregarem sua raiva sobre esse culpado fabricado, o Inimigo”, conta.
O lançamento sucede “Asylum Break”, lançado no final de abril como a primeira amostra da sonoridade de Amidst the Ruins. O álbum une técnica e agressividade de forma única em composições que buscam dar vazão à angústia, à revolta e ao incômodo com um mundo cada vez mais hostil e desumano.
As letras assumem uma temática política e social ao abordar autoritarismo, repressão, degradação ambiental e estruturas de poder arcaicas que bloqueiam transformações urgentes para a sobrevivência e libertação da humanidade.
Fundado em 2015, o quarteto de thrash metal progressivo é formado pelo guitarrista e vocalista JC Martins, pelo guitarrista Leandro Fração, pelo baixista Paulo Pedraza e pelo baterista Rick Borges. O primeiro lançamento foi o EP Mortal Obsession, de 2022, e o primeiro álbum de estúdio, Amidst the Ruins, está sendo preparado para lançamento no dia 12 de junho de 2026.
Uma das finalistas da seletiva New Blood Bangers Open Air 2025, promovida pela KissFM, a banda segue com a agenda movimentada em 2026, com shows em festivais como o Metalcore Fest e o Nascente do Rock, além de outras apresentações. Com músicas que tratam tanto de temas sociais como de questões psicológicas, o grupo retoma as raízes suburbanas do heavy metal, onde o som agressivo e letras críticas ao sistema moral, político e econômico são capazes de expressar toda a angústia e revolta com a vivência cotidiana em um mundo incerto e desumano.
Em meio a uma cena separada em nichos específicos e segregada em subgêneros, o Neural Wreck busca reconciliar o grotesco e o belo na música, mesclando em sua sonoridade elementos tanto do metal extremo quanto do metal melódico para construir à sua própria interpretação de thrash metal, sem se limitar a criar músicas somente dentro desse subgênero.
O Armadilha fará história no próximo dia 27 de junho (sábado) ao gravar o primeiro álbum ao vivo em um dos lugares mais emblemáticos do Heavy Metal brasileiro: a lendária Woodstock Discos.
Há mais de 35 anos no mesmo endereço — na rua Dr. Falcão Filho, 157, próximo ao Metrô Anhangabaú — a Woodstock atravessou gerações como um verdadeiro templo do Metal nacional, recebendo bandas históricas, encontros memoráveis e apresentações que marcaram a cena underground brasileira.
A ideia nasceu de uma conversa entre o vocalista Pedro Zupo e Walcir Chalas, fundador da Woodstock e figura histórica do Heavy Metal no país. O resultado será um registro inédito e simbólico: um disco gravado ao vivo dentro de um espaço que respira a história do Metal nacional.
Representante da N.L.H.M.L.A. (Nova Linha do Heavy Metal Latino-Americano), movimento que reúne bandas de diversos países da América Latina, o Armadilha segue consolidando sua trajetória dentro da cena pesada com identidade própria e forte conexão com as raízes do gênero.
Assista ao vídeo-convite para este acontecimento imperdível:
Antes disso, no dia 31 de maio, a banda sobe ao palco para abrir o show do clássico Tygers of Pan Tang, um dos nomes mais importantes da New Wave of British Heavy Metal.
A apresentação acontece na Mirage Eventos, em Limeira/SP.
Guitarrista e compositor é reconhecido pela Academia de Letras do Brasil – Seccional Santo André – por sua contribuição à música e à cultura brasileira.
Rafael Bittencourt, fundador, guitarrista e compositor do Angra, recebeu o título de imortal pela Academia de Letras do Brasil – Seccional Santo André, em São Paulo. A homenagem reconhece a relevância de sua trajetória artística e o impacto de sua obra na projeção da música brasileira dentro e fora do país.
À frente do Angra desde sua formação, Rafael foi um dos responsáveis por consolidar uma linguagem própria no heavy metal nacional, marcada pela integração entre peso, elementos progressivos, referências eruditas e influências da música brasileira. Essa identidade ajudou a transformar a banda em um dos nomes mais respeitados do gênero no cenário internacional.
O reconhecimento também valoriza a atuação de Rafael como letrista, compositor e pensador da própria obra. Ao longo de mais de três décadas, sua produção esteve ligada a álbuns que ampliaram as possibilidades estéticas do metal brasileiro e estabeleceram pontes entre diferentes tradições musicais e culturais.
A Academia de Letras do Brasil é uma instituição voltada à valorização da literatura, das artes e da formação humanista. Ao conceder o título ao músico, a entidade reforça a presença da música pesada em espaços de reconhecimento cultural historicamente associados à produção intelectual e artística do país.
A nomeação de Rafael Bittencourt como imortal marca mais um capítulo simbólico em uma carreira construída com consistência, pesquisa musical e contribuição direta para a afirmação do rock e do metal brasileiros como expressões relevantes da cultura nacional.
O Korzus acaba de anunciar uma nova turnê pelo Brasil para divulgar o single “No Light Within”. A série de shows marca também a nova fase da banda, que recentemente oficializou a entrada de Jessica Falchi (ex-Crypta) e Jean Paton (ex-Project46) na formação.
Algumas datas da turnê contarão com participação especial do Viper como co-headliner, prometendo noites históricas para os fãs do metal nacional.
Os shows em Belo Horizonte, Santo André e Campinas já estão com ingressos disponíveis.
Confira abaixo as datas da turnê: -22/05 KZS – Belo Horizonte/MG @Mister Rock (Nova data! últimos Ingressos com Krisiun) -31/05 KZS – Campinas/SP @Santo Rock -07/06 KZS – Santo André/SP @Santo Rock -26/06 KZS – Curitiba/PR @Hard rock Café (c/ Viper) -27/06 KZS – Florianópolis/SC @John Bull (c/ Viper) -28/06 KZS – Porto Alegre/RS @Bar Opinião (c/ Viper) -25/07 KZS – Catanduva/SP TBA -26/07 KZS – Araraquara/SP (nova data! – TBA) -18/09 KZS – Brasília/DF @Toinha (nova data!) -19/09 KZS – Goiânia/GO @De Leon (nova data!)
Assista o vídeo de “No Light Within”:
O Korzus é Marcello Pompeu (vocais), Dick Siebert (baixo), Jean Patton (guitarra), Jessica Falchi (guitarra) e Rodrigo Oliveira (bateria).
Novo single de Overwhelmed destaca o lado mais intenso do grupo, unindo riffs pesados, teclados melódicos e uma narrativa sobre conflito interno.
A banda Lufeh apresenta “War Of Emotions”, novo single de Overwhelmed, álbum de estúdio previsto para 29 de maio de 2026. A formação do grupo reúne participação da vocalista Ginny Luke, nos vocais e violinos, com os integrantes Lufeh na bateria, Duca Tambasco no baixo e backing vocals, Deio Tambasco na guitarra e backing vocals, e Gera Penna nos teclados e backing vocals.
Com uma sonoridade mais pesada dentro do repertório, “War Of Emotions” evidencia o Lufeh em um terreno de maior tensão, sem abrir mão das melodias vocais e da construção progressiva que orientam o álbum. A faixa combina riffs densos, teclados expressivos e uma performance marcada por contrastes, equilibrando força instrumental e atmosfera dramática.
“Essa música é um pouco diferente para nós. Embora não sejamos uma banda de heavy metal, essa faixa tem, sem dúvida, uma alma metálica”, comenta Lufeh. “Somos um grupo bem eclético, então gostamos de explorar esses sons mais pesados, mas usamos os teclados e as melodias vocais para garantir que a faixa continuasse pertencendo ao restante do álbum.”
Na letra, “War Of Emotions” aborda uma batalha interna em que verdade e ilusão se confundem. A canção conduz o ouvinte por um processo de confronto com o próprio reflexo, transformando inquietação, dúvida e autopercepção em matéria-prima para uma faixa de forte impacto emocional.
O single integra Overwhelmed, trabalho gravado no histórico Sunset Sound, em Los Angeles, e produzido por Gera Penna. O álbum traz oito faixas e marca uma nova etapa criativa para o Lufeh, que buscou desenvolver composições já orientadas pelas melodias vocais, sem abandonar a técnica, os arranjos intrincados e a fusão entre rock progressivo, fusion e metal.
“Este álbum é resultado de muita dedicação, maturidade e da realização de um sonho”, afirma Lufeh. “Gravar no histórico estúdio Sunset Sound, em Los Angeles, onde grandes nomes da música mundial registraram seus sucessos, foi uma experiência inesquecível.”
Em Overwhelmed, o Lufeh amplia seu alcance musical ao incorporar novas texturas vocais e instrumentais. A presença de Ginny Luke acrescenta uma dimensão particular ao som do grupo, tanto pela interpretação vocal quanto pelo uso do violino em faixas do álbum, reforçando o caráter cinematográfico e emocional do repertório.
Com lançamento independente e distribuição pela DistroKid, Overwhelmed consolida o Lufeh como um projeto voltado à união entre virtuosismo e canções de forte identidade. O resultado dialoga com fãs de Rush, Dream Theater, Haken, Sleep Token e Tool, mas preserva uma assinatura própria, construída a partir da longa conexão musical entre seus integrantes.
Tracklist de Overwhelmed: 01 – He Commands The Sun And The Stars 02 – Breathe 03 – Double Dip 04 – Overwhelmed 05 – Feels Like I’m A Ghost 06 – Live The New Today 07 – War Of Emotions 08 – End Of The Tunnel
Faixa antecipa o aguardado álbum Sanctuary, com lançamento em 5 de junho, e explora o impacto da desinformação na era digital
Uma das maiores bandas de rock dos últimos anos, o Evanescence lança o videoclipe oficial de “Who Will You Follow”. Dirigido por Jensen Noen, o vídeo traz um visual cinematográfico com uma crítica contundente ao impacto da tecnologia e da cultura digital na percepção da realidade. A faixa, que já se destaca nas rádios americanas e conquistou os fãs, serve como um poderoso cartão de visitas para o álbum Sanctuary, onde Amy Lee e companhia examinam a busca pela autenticidade em meio ao ruído e à desinformação do mundo moderno.
Produzida por nomes como Zakk Cervini (Bring Me The Horizon, Spiritbox, Bad Omens, YUNGBLUD) e Jordan Fish (Bring Me The Horizon, Poppy, House of Protection, Architects), a música apresenta uma sonoridade potente e emocional, com a identidade marcante que consagrou o Evanescence como um dos nomes mais respeitados da atualidade. O single também sinaliza o direcionamento do novo trabalho, que reúne diferentes colaborações e produtores, incluindo Nick Raskulinecz (Korn, Foo Fighters, Rush). Para os fãs, a edição Deluxe em CD trará um atrativo especial: um Blu-ray com o registro Live in São Paulo, com a histórica passagem da banda pelo Brasil em 2023 (maior show solo da carreira do Evanescence), além de bastidores exclusivos das recentes gravações em estúdio.
Segundo Amy Lee, o álbum é resultado de mais de três anos de dedicação e o processo criativo funcionou como um espaço de expressão em meio a um mundo caótico, transformando sentimentos em música e conexão. A artista também destaca o orgulho pelo resultado final e a expectativa para que os fãs possam finalmente ouvir o projeto completo.
“Who Will You Follow” chega na sequência de lançamentos recentes que já vinham movimentando o público, como “Afterlife” e “Fight Like A Girl” (com K.Flay), que conquistaram forte repercussão e presença nas paradas de rock. “Afterlife”, inclusive, fará parte do novo álbum e alcançou o topo das rádios de rock nos Estados Unidos e no Canadá, consolidando mais um momento de destaque na trajetória da banda.
Com uma carreira iniciada nos anos 2000, o Evanescence segue como um dos nomes mais influentes do gênero. O álbum de estreia, Fallen (2003), é um dos discos mais vendidos do século 21, ocupando a sexta posição no ranking global, atrás de The Fame, de Lady Gaga, e à frente de A Rush of Blood to the Head, do Coldplay. Com mais de 17 milhões de cópias vendidas no mundo, o trabalho trouxe hits como “Bring Me to Life”, que alcançou o Top 10 em mais de 15 países e liderou paradas importantes como a Mainstream Top 40 e Alternative Airplay da Billboard, além de “My Immortal”, que também entrou no Top 10 em diversos territórios, incluindo Estados Unidos, Reino Unido e Austrália, consolidando o impacto global da banda.
Agora, com Sanctuary, o grupo inaugura um novo capítulo, equilibrando sua essência com novas experimentações e mantendo a força emocional que sempre definiu seu som. O lançamento do álbum será acompanhado por uma turnê mundial, já anunciada, que passará por diferentes continentes ao longo do ano.
“Who Will You Follow” já está disponível em todas as plataformas digitais e o vídeo pode ser visto no canal oficial da banda no YouTube.
Tracklist Beautiful Lie Tell Me When You’ve Had Enough Who Will You Follow Rapture Afterlife Sanctuary How Do I Heal About Us Calm Down Self Destruct Forever Without You Wide Open Heart
Nova faixa antecipa o próximo álbum do vocalista e reúne metal progressivo, elementos do Oriente Médio e atmosfera cinematográfica; cantora está confirmada para todos os 4 shows da “Mi’raj & The Legacy Tour” em agosto: São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte.
O vocalista e compositor Edu Falaschi acaba de lançar “Mi’raj”, novo single e faixa título do seu novo álbum de estúdio. Composta pelo vocalista em parceria com o guitarrista Victor Franco, a música conta com a participação especial de Veronica Bordacchini, vocalista da banda italiana Fleshgod Apocalypse, e marca mais um capítulo da fase conceitual iniciada pelo artista em sua carreira solo.
Musicalmente, “Mi’raj” amplia o universo épico característico de Edu Falaschi ao combinar heavy metal, passagens progressivas, elementos étnicos e referências sonoras do Oriente Médio. A composição trabalha mudanças de atmosfera, modulações nos refrões e uma construção dramática que reforça o caráter cinematográfico da obra.
O lyric video foi criado por Gabriela Vessoni a partir das artes e da identidade visual do álbum “Mi’raj”, novamente concebidas por Carlos Fides, responsável por traduzir visualmente o universo conceitual do projeto.
A gravação foi realizada no Fusão Studio, sob comando do produtor Thiago Bianchi. A mixagem e a masterização ficaram a cargo de Dennis Ward, profissional reconhecido por trabalhos com nomes como Helloween, Unisonic e Angra. O resultado destaca a força dos arranjos, a presença das guitarras, o peso da bateria, as linhas de baixo e o uso das orquestrações dentro da narrativa musical.
Sobre a música, Edu Falaschi comenta: “‘MI’RAJ é uma música muito intensa e cinematográfica, com elementos musicais do Oriente Médio, grandes mudanças de atmosfera e um lado progressivo muito evidente. A faixa traz riffs de guitarra muito elaborados, destaque para as linhas de baixo e bateria nos versos, mudanças de dinâmica marcantes e modulações de tom na entrada dos refrões, criando uma sensação ainda mais épica e conectada ao conceito de ascensão espiritual presente no álbum. Quis construir uma música emocional, pesada e sofisticada musicalmente, com bastante identidade melódica e instrumental. Dentro da história do disco, ela representa o início da preparação da batalha final e um dos momentos mais importantes da jornada de Jorge, quando ele finalmente compreende quem realmente guiava seu caminho desde o começo”.
No conceito do álbum, “Mi’raj” representa o início da preparação para a batalha final. A Cruz de Nero reúne suas forças sob o comando do General Alparslan, líder do exército de Nero na Turquia, enquanto a presença de Cortés ainda influencia a guerra espiritual que atravessa a trama. Em paralelo, Jorge se aproxima de sua ascensão e do confronto definitivo contra as forças da escuridão.
A história avança com a preparação do altar do sacrifício, o erguer das lanças e o prenúncio da grande guerra. Nesse ponto, Jorge recebe a espada do Arcanjo Miguel, a única arma capaz de destruir o mal. A entrega é feita pela misteriosa Vidente, conhecida como Mi’raj, que revela sua verdadeira identidade: o espírito da Irmã Rosa, mãe adotiva do protagonista. A revelação faz Jorge compreender que sua jornada sempre foi conduzida por sua mãe espiritual.
O lançamento antecede as primeiras datas da “Mi’raj & The Legacy Tour”, Recife também acaba de ser confirmada e muitas outras cidades estāo no radar do artista e acontecerão no decorrer do ano de 2026/2027. Em São Paulo, o show terá ainda as participações especiais de Rafael Bittencourt e Felipe Andreoli, exclusivamente nesta data, além de muitos outros convidados nacionais e internacionais que estão para ser anunciados.
Músicos na gravação: Edu Falaschi – vocal Victor Franco – guitarra Diogo Mafra – guitarra Raphael Dafras – baixo Jean Gardinalli – bateria Marcus César – percussão Pablo Greg – orquestrações
“Restos de Sol” mergulha em autodescobrimento, consciência e libertação interior, inspirado pela estética emocional
O vocalista gaúcho Daron apresenta o novo single, “Restos de Sol”, acompanhado de um videoclipe gravado no Sensorial Lab, em Jundiaí/SP. A música traz influências da atmosfera obscura e emocional de Ozzy Osbourne, unindo peso, reflexão e elementos teatrais em uma composição cantada em português. “O single ‘Restos de Sol’ fala sobre enxergar além das ilusões e despertar uma nova consciência. É uma música muito pessoal, intensa e cheia de significado”, afirma Daron.
A faixa aborda temas como identidade, percepção e libertação interior, conduzindo o ouvinte por uma jornada introspectiva marcada por imagens poéticas e reflexões sobre antigas prisões mentais. Segundo o artista, a proposta é provocar uma travessia emocional e espiritual, mostrando que “mesmo após o desgaste, ainda existe uma chama capaz de iluminar o caminho”.
As gravações aconteceram no Sensorial Lab, em Jundiaí/SP, com instrumentos e vozes registrados pela atual formação da banda: Daron nos vocais, Gabriel Oliveira “Galo Cinza” na guitarra, Tony Carpa na bateria e Arthur Marques no baixo. A mixagem e masterização ficaram por conta de Nicolas Lira Gomes, enquanto a captação foi realizada por Rafael Rosa. A arte é assinada por Márcio Aranha e as fotos por Maycon Avelino.
Confira o videoclipe de “Restos de Sol”, com gravação, direção e edição de Maycon Avelino (Starship Vídeos), em https://youtu.be/AIh4Y5PaIj8
Natural de Santa Rosa/RS, Daron iniciou sua trajetória em 2013 ao fundar a banda Peixes Voadores, acumulando apresentações ao lado de nomes como Sepultura, Misfits, Marky Ramone e Michael Graves. O músico também excursionou com o Matanza em turnês nacionais. Em 2025, mudou-se para São Paulo para investir na carreira solo e, em 2026, já passou por casas como La Iglesia, Manifesto, The Metal Bar, House Of Legends e Fenda 365, além de lançar o single “O Cemitério”, inspirado na obra “Pet Sematary”, de Stephen King.
Neste ano, Daron segue em estúdio produzindo novas músicas e realizando shows pontuais para divulgar os singles lançados recentemente. “Este é apenas o começo de uma nova fase. Estou trabalhando intensamente em estúdio e preparando o terreno para o lançamento do próximo disco e uma turnê em 2027”, conclui.
Novo single da banda curitibana traça um paralelo entre sociedades que atingem o auge, entram em decadência e renascem constantemente
Após alguns anos de hiato, a banda paranaense Cromathia anuncia sua volta às atividades e prepara uma nova fase marcada pelo lançamento do single “Cycles of the Fall”. Tendo Guga Rovel, do Sad Theory, como convidado no vocal, Osmar Ferreira e Marco Bueno (guitarras), Felipe Mata (baixo) e Thiago Mussi (bateria) registraram o novo material no Estúdio 2, em Curitiba, com produção de Vitor Meirelles, mixagem e masterização de Samuel Bassani.
O conceito de “Cycles of the Fall”, que ganhou um lyric video produzido por Jean Michel (DSNS ART), mergulha em uma reflexão sobre os ciclos históricos da humanidade, traçando um paralelo entre civilizações que evoluem, atingem o ápice, entram em decadência e inevitavelmente renascem. A letra aborda a repetição constante desses processos de ascensão e colapso, conectando o peso musical da banda a uma temática densa e existencial.
“O novo single, ‘Cycles of the Fall’, representa exatamente o momento da banda. Passamos por um período de silêncio, mas retornamos mais fortes, mais maduros e com ainda mais vontade de criar algo brutal e verdadeiro”, afirma o guitarrista Osmar Ferreira. “A música fala sobre destruição e reconstrução, algo que também vivemos dentro do próprio Cromathia”, acrescenta.
Fundada em 2003 por Osmar Ferreira (guitarra) e Thiago Mussi (bateria), a banda iniciou sua trajetória fortemente influenciada pelo heavy metal tradicional. Com o passar do tempo, no entanto, o grupo encontrou sua verdadeira identidade ao mergulhar na agressividade do thrash e do death metal, consolidando um estilo técnico, pesado e obscuro.
Os primeiros registros vieram com a demo “Age of Shades” (2004) e o EP “Souls of Purgatory” (2009), trabalhos que ajudaram o nome do Cromathia a ganhar reconhecimento no underground. Já em 2016, o grupo lançou o álbum “Another Day of Torment”, considerado um marco em sua discografia por apresentar uma sonoridade moderna, extrema e conceitualmente profunda.
“A ideia é manter toda a agressividade que sempre caracterizou o Cromathia, mas com uma abordagem ainda mais madura e intensa”, comenta Thiago Mussi. “Estamos preparando algo extremamente pesado para os fãs e esse é apenas o começo.”
A reedição de “The American Way” (1990) pela Fuzz On vem em 300 cópias, remasterizado e com capa dupla
O clássico “The American Way”, segundo álbum full da banda americana de thrash metal Sacred Reich, acaba de ganhar uma nova edição em vinil pela Fuzz On Discos, união dos selos AMM (All Music Matters), Melômano Discos e Neves Records, em uma tiragem limitada de 300 cópias, com áudio remasterizado e capa dupla.
Lançado originalmente em maio de 1990 pela Metal Blade Records, “The American Way” marcou uma fase de evolução sonora do grupo de Phoenix/Arizona, então com Phil Rind (vocal e baixo), Wiley Arnett e Jason Rainey (guitarras) e Greg Hall (bateria). Após a agressividade mais crua do debut “Ignorance” (1987), a banda passou a explorar dinâmicas mais variadas, com faixas mais cadenciadas e uma abordagem menos focada em velocidade extrema, sem abandonar as raízes do thrash metal.
Na época do lançamento, o álbum alcançou a posição 153 na Billboard 200, permanecendo por nove semanas nas paradas. Produzido por Bill Metoyer (Slayer, Fates Warning, Flotsam and Jetsam e outros), o disco também evidenciou o amadurecimento técnico dos músicos. Além disso, as letras mantêm forte teor político e social. A faixa-título critica aspectos da sociedade norte-americana, enquanto “Crimes Against Humanity”, que seria inicialmente a que daria nome do álbum, aborda questões ambientais e “State of Emergency” traz um posicionamento contra o apartheid. Já “Who’s To Blame” discute a polêmica em torno da associação entre música e comportamento juvenil, e “31 Flavors”, que encerra o álbum, surpreende ao incorporar elementos de funk rock e incentivar maior abertura musical dentro do universo do metal.
Criado em meados de 1985, o Sacred Reich adotou seu nome a partir da sigla SR-13 de um grupo de grafiteiros ligado ao vocalista Dan Kelly e ao artista Paul Stottler. A formação inicial contava com Jeff Martinek, Jason Rainey, Greg Hall e Kelly, mas logo Phil Rind assumiu baixo e vocais, participando da demo “Draining You Of Life”. Com a entrada de Wiley Arnett, a banda ganhou destaque na coletânea “Metal Massacre 8”, de Brian Slagel. Assim, assinou com a Metal Blade Records e lançou “Ignorance” (1987). O sucesso abriu caminho para “Surf Nicaragua” (EP, 1988), turnês com Motörhead e o festival Dynamo Open Air, além do ao vivo “Alive At The Dynamo” (EP, 1989) e “The American Way” (1990), seguido por turnês com Pantera e Venom.
Crédito: Alceste Ribas (@black_flame_pictures – Black Flame Pictures)
A banda curitibana Soulwitch segue ampliando sua presença no cenário nacional com a exibição do videoclipe de “Beltane” no Roadie Crew Online Fest, um dos principais eventos digitais dedicados ao metal no Brasil. O destaque reforça a repercussão do álbum de estreia Principium (2024), trabalho que consolidou a identidade do grupo dentro do metal sinfônico.
Formada em Curitiba (PR), a Soulwitch vem se destacando por sua proposta que une peso, elementos orquestrais e uma forte identidade conceitual baseada em espiritualidade, ocultismo, magia e simbolismo. A sonoridade do grupo dialoga com nomes como Nightwish, Epica e Evanescence, combinando atmosferas cinematográficas com melodias marcantes e vocais expressivos.
A formação atual conta com Maria Sliviany (vocais), Jack Vanderbrook (teclados), Luan Lopes (guitarra), Sérgio Santos (baixo) e Roberto Wagner (bateria). O grupo aposta em uma sonoridade que combina metal sinfônico e música clássica, com forte apelo atmosférico e abordagem conceitual.
À frente do projeto, Maria Sliviany também assina todas as letras e a direção artística. Ela conta que “Beltane”, destaque no festival online, traz referências ao tradicional festival pagão Beltane e aborda o amor sob uma perspectiva atemporal e espiritual, alinhada ao conceito de Principium. O álbum reúne temas como espiritualidade, ocultismo, amor, morte, renascimento e transformação da consciência, inspirados em princípios herméticos, com uma construção musical marcada por arranjos épicos, refrões fortes e produção sofisticada.
Paralelamente, a banda se apresenta no próximo dia 27 de junho, no Teatro Paiol, em Curitiba, em comemoração aos dois anos de lançamento do álbum. Os ingressos estão disponíveis pela plataforma Diskingressos.
Siga a Soulwitch em: Instagram/Facebook/YouTube:@SoulwitchOfficial
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