Author Archives: Ponto ZerØ

Metralion antecipa novo álbum com lyric video de ‘Blurred Mirror’

Crédito: Daniela Barros

Novo álbum, “The Rest is Silence”, está agendado para sair nas plataformas de streaming no dia 11 de setembro

A banda carioca Metralion lançou um lyric video para a música “Blurred Mirror”, uma prévia do novo álbum, “The Rest is Silence”, agendado para sair nas plataformas de streaming no dia 11 de setembro. Conhecida por ser uma das pioneiras em utilizar a crítica social no metal nacional, o Metralion explora em seu novo trabalho questões humanas mais profundas. “A faixa ‘Blurred Mirror’ fala da importância do autoconhecimento na abordagem dos desafios cotidianos, representando uma mudança de direção nas letras da banda”, comentou o baterista Roberto Loureiro.

Confira o lyric video de “Blurred Mirror” em https://www.youtube.com/watch?v=jfG0dvluc1E

O lyric video foi produzido por Alcides Burn, o mesmo artista responsável pela capa do novo CD, que em breve estará disponível na versão física através da Dies Irae Records. A gravação e mixagem do álbum foram realizadas no estúdio Flames (RJ), sob a supervisão de Victor Barbosa.

A formação atual do Metralion inclui Rica nos vocais, Fernão Carvalho na guitarra, Gustavo Fernandez no baixo e Roberto Loureiro na bateria. “Blurred Mirror” conta com a participação especial de um velho conhecido da banda, Alex Cavalcanti, guitarrista que substituiu Fernão em 1988 e gravou o EP “A Mosh in Brazil” (1989). Alex também é responsável pelo solo de guitarra em diversas faixas do repertório.

Discografia:
Quo Vadis (1988)
A Mosh in Brazil (EP, 1989)
Quo Vadis / A Mosh in Brazil (coletânea, 2019)
Requiem For a Society (2021)
The Rest is Silence (2023)

Mídias sociais:
Instagram: instagram.com/metralion86/
Twitter: https://twitter.com/Metralion

E-mail: metralion.oficial@gmail.com

SepticFlesh, clássica banda grega de metal sinfônico, anuncia show único no Brasil

Apresentação está agendada para o dia 26 de outubro no Fabrique Club, na capital paulista

Seis anos após da avassaladora estreia no Brasil, com plateias lotadas e barulhentas, o quinteto grego SepticFlesh volta para show único, dia 26 de outubro, em São Paulo/SP, em meio à turnê do disco Modern Primitive, que também exalta os 32 anos de carreira, na elite do death metal sinfônico. O show será no Fabrique Club e a realização é da IDL Entertainment.

Os ingressos já estão à venda: https://www.clubedoingresso.com/evento/septicflesh-sp

A nova turnê do SepticFlesh pela América Latina, que inclui o show do dia 26/10 em São Paulo, apresenta os gregos no ápice da carreira, com um álbum – o citado Modern Primitive – tão criativo quanto clássicos da extensa discografia, como Mystic Places of Dawn (1994), Sumerian Daemons (2003), The Great Mass (2011), entre outros.

SepticFlesh é mundialmente venerada dentro do metal extremo por ser uma banda de apresentações grandiosas. Em palco, os gregos soam ainda mais pesados e as orquestrações são minuciosamente encaixadas. Uma perfeita mistura entre o épico e o agressivo.

Com Modern Primitive, lançado ano passado e com uma edição brasileira via Shinigami Records, o SepticFlesh estreou na Nuclear Blast com um álbum de número 11.

É um disco chave para se entender a existência e a perseverança doa banda grega no heavy metal, hoje ainda com três membros fundadores: Seth, Christos e Sotiris.

“O título é um impulso para pensar, não é particularmente óbvio”, diz Sotiris Anunnaki V. Com isso, a banda quer encorajar as pessoas a pensar e a olhar mais de perto os motivos abordados pelo SepticFlesh ao longo de mais de três décadas.

“Nós fornecemos aos nossos ouvintes tanto alimento para reflexão musical e temática, diz Sotiris Anunnaki V.

Uma peça importante deste intrincado mosaico é também a capa do álbum, que mostra perfeitamente a brutalidade, bem como a elegância épica dos gregos. Ela mostra um crânio humano desenhado em detalhes, que é quebrado em um fluxo transição por espinhos afiados. A beleza encontra o horror.

Sotiris explica a intenção por trás desta primeira impressão visual do Modern Primitive. “Você tem aqui como fundamento um motivo bem construído e perfeito, a cabeça humana. Em nossa interpretação, porém, ela perde sua forma original primária e se torna outra coisa: ela evolui. A capa, em sua obviedade, significa para refletir esta mesma situação em que a humanidade ainda se encontra hoje.”

SERVIÇO
SepticFlesh em São Paulo
Data: 26 de outubro de 2023
Horário: 20h
Local: Fabrique Club
Endereço: Rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo/SP
Ingresso: 1º lote: R$ 180,00 (meia entrada solidária e meia entrada); R$ 360,00 (inteira) | 2º lote: R$ 200,00 (meia entrada solidária e meia entrada); R$ 400,00 (inteira)
Venda on-line: https://www.clubedoingresso.com/evento/septicflesh-sp

Seth Siro Anton | Vocal, Baixo
Christos Antoniou | Guitarra, Orquestração
Sotiris Anunnaki V | Vocal limpo, Guitarra, Guitarra de 12 cordas
Psychon | Guitarra
Kerim “Krimh” Lechner | Bateria

Indira Castillo mostra potência, versatilidade e elegância no EP Êxtase

Crédito: Renata Moita

Entre o Classic Rock e Hard Rock, a potente voz de Indira ganha destaque ao longo de três composições empolgantes

Êxtase é o primeiro EP da carreira da cantora e compositora Indira Castillo, também a vocalista da banda Malvada. O projeto, encabeçado pela Canil Records, com produção assinada por Ian Bueno, Victor Guilherme e Rodrigo Cunha, foi 100% captado e produzido no estúdio da Canil e é o primeiro registro lançado pela label nesse formato.

Flertando entre o Classic Rock e Hard Rock a potente voz de Indira ganha destaque ao longo de três faixas que exploram suas diferentes faces.

‘Êxtase’, a faixa título do projeto, é uma composição de Ian Bueno e Victor Guilherme que flerta com o blues, stoner e hard rock. A faixa contou com participação especial de Igor Godoi (Sioux 66) nos duetos vocais.

‘Tempo’ foi o primeiro single do projeto, lançado em maio deste ano com um videoclipe. A música traz uma roupagem de um rock groovado e energético.

E ‘Delírio’, faixa final do projeto, uma balada piano/voz e cordas, em que a cantora apresentar – de maneira impecável – sua habilidade.

A cantora que teve destaque durante o programa Canta Comigo da Record em 2022 e recentemente entrou para a banda Malvada é uma das grandes promessas da nova geração de cantores de rock no país e promete mais surpresas para os próximos meses ao lado de sua nova banda.

Indira comenta sobre o EP. “É ótimo ver um projeto sendo concluído em um EP com composições em português. Sinto que agora consigo me comunicar de forma completa com o público e resumir grande parte da minha arte pra todos que ouvirem”.

Nas letras, Indira colocou algumas de suas experiências pessoais. “E conta uma história com diferentes fases”, ela completa.

Capa: Ricardo Bancalero

Ouça o EP aqui: https://bit.ly/Extase-ep

Produtores comentam Êxtase

“Estamos muito felizes em finalizar esse projeto com a Indira. A parceria começou durante o período de pandemia e tínhamos acabado de inaugurar nosso novo estúdio, considero que esse é o primeiro EP 100% produzido pela Canil. Foi um processo de produção de quase dois anos, em que todos nós aprendemos e nos superamos muito… Poder somar e potencializar na carreira de novos talentos do Rock BR é nossa principal causa e temos certeza que o futuro da Indira será gigante!”
Ian Bueno

“Trabalhar com a Indira tem sido incrível! Cada sessão é uma aula nova. Ela entende muito de música e sabe muito bem o que está fazendo. Depois do primeiro lançamento, “Wiser”, conversamos muito sobre a possibilidade de apostarmos no potencial da Indi cantando em português, e aí veio a ideia de fazermos o EP, do zero, na Canil, sem aquela pressão de taxímetro de estúdios. Tivemos um processo de criação e pré produção muito tranquilo, leve e sem pressa, o que fez a gente enxergar a leitura da Indi e dar muita atenção e capricho em cada detalhe na roupagem sonora que buscávamos para esse projeto. E para soar exatamente como gostaríamos, contamos com o nosso produtor Rodrigo Cunha, mais conhecido como “Digão”, pra dar o toque final na mix e master dos materiais. Pra gente é um prazer podermos assinar juntos como o primeiro EP Canil Originals da casa!”
Victor Guilherme

EP: Êxtase

Ano de lançamento: 2023
Produção Musical: Canil Records
Mixagem e masterização: Rodrigo Cunha
Produção Executiva: Canil Records

Músicos de estúdio:

Victor Guilherme (guitarra em Êxtase e Tempo)
Ian Bueno (bateria em Êxtase e Tempo)
Henrique Nunes (baixo em Êxtase e Tempo)
Geovanni Leite (piano/teclado em Êxtase e Delírio)
Custella (arranjos de cordas em Delírio)

Part Especial:

Igor Godoi (voz em Êxtase)

Ficha técnica vídeo:

Produção Executiva: Canil Records
Direção geral: Caike Scheffer

Indira Castillo nas redes:
www.instagram.com/imindiracastillo

Playlist da Canil Records:
http://spoti.fi/3nX0AOZ

Maré Tardia lança o surf punk As Ondas e prepara o EP Jovens Estúpidos

Crédito: Hecthor Murilo (@hecthormurilo)

Single chega ao streaming pela Teia Records, com apoio da Läjä Records (selo de Fábio Mozine, do Mukeka di Rato).

Após uma vitoriosa e suada turnê de divulgação do álbum de estreia, a banda de surf punk Maré Tardia, de Vila Velha (Espírito Sant0) ataca novamente com ‘As Ondas‘, o primeiro single do novo EP ‘Jovens Estúpidos’.

Ouça o novo single aqui: https://onerpm.link/885555563118.

As Ondas, o abre alas do vindouro EP ‘Jovens Estúpidos, conta com linhas de baixo pulsantes e guitarras inundadas em chorus. O single foi gravado ao vivo, sem metrônomo e em apenas um take! Com overdubs de guitarra e voz.

A produção é do guitarrista e vocalista Gustavo Lacerda e a faixa chega ao streaming pela Teia Records, com apoio da Läjä Records (a selo de Fábio Mozine, do Mukeka di Rato).

O baixo é pulsante, frenético, acompanhado de um vocal que transita entre o exaltado e o meloso, mas tudo dentro do script do dinâmico e único punk surf do Maré Tardia.

O lançamento de As Ondas prepara a chegada do EP no dia 13 de outubro, já gravado, com a assistência do produtor indicado ao Grammy, Daniel Tápia, no estúdio da Universidade Federal do Espírito Santo. São cinco músicas pulsantes para jovens perdidos.

Com referências que vão desde Erasmo Carlos, The Doors e Joy Division a The Growlers, Surf Curse e Boogarins, a Maré Tardia bebe
das fontes do surf punk, indie rock e psicodelia setentista.

Arte: @gus.lacerda

A Maré Tardia

Em um mergulho nas ondas hipnóticas de sua fusão do surf punk com indie rock, a Maré Tardia emerge das areias escaldantes da costa de Vila Velha – ES.

Com letras em português, suas músicas exaltam a cultura praiana de sua terra natal, costurando uma ligação entre o lendário surf music de Dick Dale, as psicodelias fascinantes dos anos 60, o punk clássico dos anos 70 e o indie rock moderno.

Fundada em 2019 por Bruno Lozório (guitarra/voz), Gustavo Lacerda (guitarra/voz), Matheus Canni (baixo) e Caio Mendonça (bateria), a sonoridade do grupo une guitarras e voz encharcadas de delay e reverb com baixo melódico e bateria frenética.

A originalidade e identidade nostálgica da banda somada a sua performance enérgica, visceral e contagiante ajudou a banda a construir rapidamente uma base sólida de ouvintes, tendo conquistado alguns milhares de fãs pelo Brasil e pelo mundo. Após certo show, um fã disse à banda que a música o fez sentir como se tivesse mergulhado numa nostalgia de algo que nunca viveu.

A Maré Tardia lançou de forma independente seus quatro primeiros singles em 2021 e com isso, o grupo assinou para a gravação de seu primeiro álbum, autointitulado, lançado em novembro de 2022 com a Forever Vacation Records, sob a produção musical e mix de Alexandre Capilé (Sugar Kane) e produção executiva da Läjä Records de Fabio Mozine (Mukeka di Rato, Merda). O álbum teve repercussão muito positiva, e fez com que a banda entrasse numa turnê nacional de última hora dois meses após o lançamento.

Maré Tardia nas redes

www.instagram.com/maretardia
https://linktr.ee/maretardia

Origami Aquém aposta nas melodias no EP A Melhor Música que Já Fizemos (E Outras Quatro)

Foto da capa: @coletivo.cinestesia

Um videoclipe reforça o lançamento do novo single do quarteto sergipano nas plataformas de streaming, via Caravela Records

Da nova geração da música alternativa de Aracaju (Sergipe), o quinteto Origami Aquém acaba de lançar o EP A Melhor Música que Já Fizemos (E Outras Quatro). A banda mostra belas melodias com referências de indie rock, surf rock e da nova MPB. O EP chega às plataformas de streaming pelo selo Caravela Records.

Ouça aqui: https://bfan.link/a-melhor-musica-que-ja-fizemos-e-outras-quatro

O EP contém os dois singles lançados anteriormente, ‘Pensamentos que me Levam a Você’ e ‘Bebê Conforto’, junto a três inéditas: ‘Palavras Perdidas’, ‘Não me Deixe Morrer’ e ‘Capitu’, esta última que se apresenta como a música de trabalho do registro e deve, em breve, ganhar um videoclipe.

A Melhor Música que Já Fizemos (E Outras Quatro) preza pelas melodias e timbres bonitos, harmônicos. Cada música é uma história contada de uma maneira diferente – afinal, a Origami Aquém tem três compositores, que também são vocalistas.

A banda comenta sobre o lançamento: “Foi um EP produzido com muito carinho e dedicação e sabemos da qualidade das músicas, esperamos do fundo de coração que possamos tocar o público de alguma maneira”.

Com A Melhor Música que Já Fizemos (E Outras Quatro) no ar, o quinteto coloca um ponto final na fase de transições e consolida a carreira como uma banda ativa e criativa de Sergipe, seguindo os passos de outros nomes locais, como The Baggios, Plástico Lunar e Cidade Dormitório.

A Origami Aquém

Origami Aquém é uma banda formada em 2020 com a intenção de unir o moderno ao vintage, trazendo uma sensação de acolhimento e nostalgia para todos os ouvintes.

As convicções artísticas são voltadas principalmente para a originalidade, em não limitar nossa arte, permitindo aos músicos compor temas e estilos diversos, sempre buscando surpreender.

Com mais um single lançado, o desejo é crescer na cena indie nacional e figurar nosso nome entre o das bandas grandes e médias da cena.

Para a banda, a música é uma forma de acolhimento e união, buscamos juntar as pessoas, sem limitações criativas.

“Gostamos de nos sentir o mais próximo possível do nosso público, com transparência e descontração em vários momentos. E achamos que o papel da música é justamente esse, tocar e unir as pessoas, criando laços que vão além da arte”, eles afirmam.

A nova formação da banda estreou nos palcos neste início de 2023 em um evento ao lado de outras formações em ascensão da cena alternativa sergipana, como Amagatos e Cidade Dormitório.

Fotos de divulgação por Coletivo Cinestesia (@coletivo.cinestesia)

Ficha Técnica

Guitarras: Vítor Brito e Danillo Matos
Baixo: Sérgio Guilherme
Vocal: Sérgio Guilherme
Bateria: David Morais
Assessoria de imprensa: Tedesco Media
Produtor: Hell Productions/ Bruno Vasconcelos
Estúdio de Gravação: Impulse Art
Produtor Musical: Pierre Lima
Distribuição: Caravela Records
Gravadora: Belive

Origami Aquém nas redes

www.instagram.com/origamiaquem
https://www.youtube.com/channel/origamiquem
https://campsite.bio/origamiaquem

Under Influence revive o hardcore melódico anos 90 em single “198What?”

Single antecipa novo EP da banda brasileira, que tem influência de bandas como NOFX e Bad Religion

A banda brasileira Under Influence lançou hoje seu novo single, “198What?”. Com raízes no hardcore melódico dos anos 90, a faixa combina perfeitamente ritmos frenéticos e melodias cativantes, antecipando o próximo EP do grupo, que será lançado pelo selo Wikimetal Music. Além de estar disponível em todas as plataformas, a música acompanha também um clipe intenso, dirigido por Fernando Dranger.

O EP, com data de lançamento prevista para novembro, será o segundo projeto do quarteto paulista. No ano passado, lançaram seu primeiro álbum, “Same Old, Same Old”, apresentando a proposta do grupo de explorar a sonoridade direta do hardcore dos anos 90. “Brincamos que nosso slogan é “In tupátupá we trust!”; são beats rápidos, melodias bonitas, linhas de baixo bem elaboradas e guitarras com muitos detalhes melódicos. 

O novo EP segue nessa estética, mas apresentando também uma nova profundidade: “Entendemos ser um trabalho mais maduro, musicalmente e também na fase que estamos como banda”, conta o grupo. Além de influências de bandas como NOFX e Bad Religion, o projeto ainda terá músicas inspiradas em gêneros como surf music, thrash metal, e até grooves de funk.

A banda produziu o single, assim como o futuro EP, no Estúdio Toth, onde já gravaram artistas como Dead Fish, Bullet Bane, Hateen e outros.

Under Influence é formada por Guilherme Sanches (vocais e guitarra), Antonio Polverini (guitarra), Diogo Pinto (baixo), e Rafael Ferraz (bateria).

OUÇA JÁ “198What?”

Marketing e Promoção no Brasil:
ForMusic – info@formusic.com.br

R.I.P.: Jack Sonni – Dire Straits Legacy

A Boom Produções lamenta informar que o lendário guitarrista Jack Sonni, integrante do Dire Straits Legacy, faleceu na quarta-feira (30).

Conhecido pela maioria como o “outro guitarrista do Dire Straits”, Jack Sonni é músico, escritor, ex-executivo de marketing e foi convidado por Mark Knopfler para se juntar à banda para as gravações e turnê do álbum Brothers in Arms, lançado em 1985. Sonni permaneceu na banda até 1988.

Nossas condolências aos familiares, companheiros de banda e amigos. Esperamos que encontrem conforto, amor e paz neste difícil momento.

Boom Produções

Abel Capella desvenda uma saída para dias melhores em single “Chave”

Foto: Glauber Matos

“‘Chave’ traz alento em um mundo em que as palavras muitas vezes falham, é uma tentativa de dar voz àquelas vozes internas que lutam contra a escuridão. O single confessa a angústia e as sombras que muitas vezes passam despercebidas. É um refúgio de conexão em um mundo desconectado. Através das melodias e palavras, “Chave”, convida cada um de nós para a jornada de enfrentar a escuridão e emergir mais forte do outro lado”, revela Abel.

A Vanguard, parceira audiovisual do projeto Abel Capella, deu vida à mensagem de “Chave” em um videoclipe, que adiciona uma dimensão visual poderosa à narrativa emocional da música. “Esta canção não é apenas uma vitrine do meu trabalho, mas uma prova da minha missão de usar a música como uma força positiva para transformação individual e social. Uma luta por um mundo melhor onde a música é a bússola que nos guia para a cura”, diz o músico.

Produzida por Dener Duarte, a faixa fará parte do álbum de estreia de Abel Capella, previsto para dezembro deste ano.

Ouça “Chave” no seu tocador favorito: https://found.ee/abelcapella_chave

Maneskin lança novo single “Honey (are u coming?)”

O Måneskin compartilhou seu novo single eletrizante, “Honey (are u coming?)”, nesta sexta (01). Pouco tempo após a estreia de seu álbum mais recente e líder das paradas, “RUSH!”, a faixa “Honey (are u coming?)” chega recheada de vibração musical, apresentando um riff de guitarra poderoso e um refrão convincente. A banda realizou um evento transmitido ao vivo no Gazometro, em Roma, onde tocou três músicas ao vivo, incluindo o novo single.

Os fãs poderão conferir a canção ao vivo na turnê mundial de “RUSH!”, que se inicia neste fim de semana. A banda também se apresentará ao vivo no MTV VMA no final deste mês, onde também está indicada na categoria Melhor Vídeo de Rock, pela música “The Loneliest”.

Sobre o novo single “Honey (are u coming?)”, a baixista Victoria De Angelis explicou: “Escrevemos essa música logo após a turnê. Ainda estávamos com muita energia por causa das apresentações e das viagens. Escrevemos a canção entre Londres e Los Angeles. Estamos realmente felizes com o resultado, é algo bastante novo para nós.

O vocalista Damiano David acrescenta: “É a história de alguém que não tem gênero ou nada do tipo, você decide o que é. Encontre outra pessoa e observe em seus olhos que há uma certa tristeza, como se estivesse se sentindo deslocado. É um convite de uma pessoa para outra para se juntarem nesta nova aventura, sem realmente saber o que vão encontrar, e apenas aproveitar a jornada.

Após o sucesso fenomenal de seu último álbum, “RUSH!”, Måneskin concluiu a Loud Kids World Tour em 5 shows especiais na Itália, uma estreia bem-sucedida no festival de Glastonbury e no Primavera Festival.

Nos Estados Unidos, no ano passado, a banda embarcou em sua primeira turnê norte-americana, com mais de 100 mil ingressos vendidos em 25 shows, e recebeu sua primeira indicação ao Grammy 2023, na categoria Melhor Artista Revelação. Måneskin vai retornar às arenas principais dos Estados Unidos e Canadá, incluindo um show no histórico Madison Square Garden, em Nova York.

Depois de uma recepção incrível na América do Sul, em 2022, a banda retorna, ainda este ano, para Argentina, Brasil, Chile e Colômbia. No Japão, onde a banda deixou sua marca em 2022, com um incrível show exclusivo e um set de destaque no Summer Sonic, eles retornam, agora, para shows nas principais arenas do país. As sensações do rock também farão sua primeira viagem para a Austrália, para shows em Brisbane, Sydney, Melbourne e Adelaide. A turnê termina com shows na Alemanha, França, Reino Unido e Irlanda.

A turnê mundial RUSH! segue o novo álbum da banda, de mesmo nome, lançado em janeiro de 2023, com aclamação global e domínio das paradas, alcançando o primeiro lugar em 15 países e o top 5 em 20 países. O trabalho acumulou mais de 1.3 bilhão de streams globais, alcançando na última semana 1 bilhão de streams apenas no Spotify, somando-se aos impressionantes 9 bilhões de streams globais da banda.

Escute: https://smi.lnk.to/mnsk

RUSH! Turnê Mundial – Datas no Brasil
1 de novembro de 2023 – Rio de Janeiro, Brasil – Qualistage,
3 de novembro de 2023 – São Paulo, Brasil – Espaço Unimed
(ESGOTADO)

Sobre o MÅNESKIN:

Raramente surge uma banda como o Mäneskin. O quarteto, formado por Damiano David, Victoria De Angelis, Thomas Raggi e Ethan Torchio, começou a tocar nas ruas de sua amada cidade natal, Roma, Itália, ainda adolescente. Apenas alguns anos depois, as sensações do rock, afiadíssimas, aclamadas pela crítica e com domínio global, são amplamente reconhecidas por serem força motriz por trás do ressurgimento do rock ao redor do mundo.

Seu último álbum, “RUSH!”, fez a banda voar ainda mais alto, liderando as paradas em 15 países, sendo Top 5 em 20 países, e número 1 nos Estados Unidos. A banda também entrou para a Billboard Alternative Albums Chart e outros charst, com mais de 1.3 bilhão de reproduções até o momento. Produzido por Max Martin e Fabrizio Ferraguzzo, o álbum apresenta faixas em inglês e italiano, incluindo os singles “Supermodel”, “Mammamia” e “The Loneliest”.

O Mäneskin continua sua dominação global através de seu imbatível show ao vivo – um espetáculo barulhento, emocionante, vanguardista e que afirma sua arte como nenhuma outra banda – provando seu merecido status como líder do renascimento do rock. Em maio de 2023, a banda finalizou sua turnê mundial LOUD KIDS, que abrangeu os anos de 2022 e 2023 e teve um público impressionante de 450 mil pessoas ao redor do mundo. Eles também viajaram para Roma, para um esgotado show extra especial no histórico Circo Massimo, com 70 mil ingressos vendidos. Tudo isso entre apresentações de destaque em alguns dos melhores festivais do mundo, incluindo Coachella, Rock in Rio, Lollapalooza, Summer Sonic (Japão) e mais.

O Mäneskin, recentemente, anunciou nova turnê mundial, passando por arenas na América do Norte, América do Sul, Japão, Europa, Reino Unido e Irlanda, além de embarcar em seus primeiros shows na Austrália.

Com 9 bilhões de streams e 324 certificações globais, incluindo 56 de Ouro, 251 de Platina e 17 de Diamante, Mäneskin foi recentemente indicado ao GRAMMY Awards 2023 e também recebeu uma indicação na categoria Melhor Vídeo de Rock no MTV VMA’s. Eles já ganharam o prêmio de Melhor Vídeo Alternativo, no VMAs, e Melhor Vídeo de Rock, no MTV EMA’s, Melhor Canção Rock, no Billboard Music Awards, Melhor Novo Artista Alternativo, no iHeart Radio Music Awards. Além de várias vitórias em premiações no Japão, Espanha, Polônia, Hungria e Finlândia e múltiplas indicações ao redor do mundo, incluindo BRIT Awards, NME Awards, Kerrang Awards e mais.

Já disponível dois novos singles do Dream Wild, “Receptors” e “Revelation”, com participações de Leandro Caçoilo e Andre Tulipano

As duas faixas estarão no tracklist do álbum “Omen To Battle” que será lançado em Setembro

O Dream Wild é, definitivamente, uma banda cult.
Formada em 1995 na cidade de Votorantim, região metropolitana de Sorocaba, o grupo sempre foi muito querido pelos headbangers, tanto da velha como da nova escola.
Os shows da banda sempre foram caracterizados pela quantidade e diversidade do público. Fãs de todos os estilos do metal sempre se uniam em frente ao palco para levantar seus punhos cerrados e curtir o heavy metal tradicional do Dream Wild.
E foram tantos shows nesses 25 anos! Savatage, Angra, Salário Mínimo, Dark Avenger, Wizards, Circa (com membros do Yes), André Matos, Torture Squad, Hellish War, Portrait, foram algumas entre tantas outras bandas que o Dream Wild já dividiu o palco.

E por sempre priorizar os palcos, o Dream Wild frequentou pouco os estúdios, embora sem prejuízo ao processo criativo, que sempre se manteve ativo. Os setlists dos shows do Dream Wild raramente incluíam covers e a banda até coleciona músicas que são consideradas clássicas: “Metal Warriors”, “Breaking Heads”, “Time Of Confusion”, são algumas delas.
Então eis que, depois de 25 anos e do lançamentos de algumas demos, EPs e singles, o Dream Wild anuncia aquele que será considerado seu primeiro álbum, “Omen To Battle”.

“Omen To Battle” foi gravado no Estúdio 8 em Tatuí/SP com o produtor Iago Pedroso e vai reunir nove faixas: “Omen To Battle”, “Battlefield”, “Pass Over The Opressor”, “Revelation”, “Headbangers”, “Reality Overdose”, “Receptors”, “The Walls Of Eternity” e “Heroes Of Life”.

“Omen To Battle” contará três participações mais do que especiais: Andre Tulipano, vocalista e guitarrista da consagrada Steel Warrior, participa nos vocais da música “Revelation”, já o grande vocalista Leandro Caçoilo, do Viper, fará uma participação especial na música “Receptors”, e, por fim, Joe Moghrabi, grande compositor e guitarrista brasileiro, participa na música “Headbangers”.

“Receptors”, com a participação de Leandro Caçoilo, e “Revelation”, com a participação de André Tulipano, foram lançadas como singles e já estão disponíveis nas plataformas de música:

Para ouvir “Receptors”, acesse:
Spotify: https://bit.ly/3pWB5TZ
Deezer: https://bit.ly/3Dr7DJ3
Youtube: https://bit.ly/3Q4YNbm

Para ouvir “Revelation”, acesse:
Spotify: https://bit.ly/43QI3YZ
Deezer: https://bit.ly/43RZyIE
Youtube: https://bit.ly/3qCULfO

A capa de “Omen To Battle” foi desenvolvida pelo renomado designer João Duarte (Metal Church, Angra).

“Omen To Battle” será lançado em Setembro para todas as plataformas de música e também em CD Físico pelo selo Som do Darma.

O Dream Wild é atualmente formado pelos membros originais da banda, os guitarrista Ilde Carvalho e Marcos Santos, o baterista Daniel Mestre, o baixista Andrew Albuquerque e também o vocalista Marcio Rodrigues.

Mais Informações:
www.facebook.com/dreamwildband
www.instagram.com/dreamwildband

À pedido dos fãs, Aline Happ lança nova versão para Sleeping Sun do Nightwish

Canção faz parte do disco de estreia da cantora, Branching Out

Uma das músicas mais populares do Nightwish, Sleeping Sun, agora também se torna uma das mais pedidas de Aline Happ, cantora que faz releituras e covers no YouTube e acaba de lançar seu disco de estreia em carreira solo, Branching Out. Atuando também como produtora e compositora, a artista é conhecida por seu trabalho à frente do Lyria, uma das principais bandas de metal sinfônico do Brasil. O vídeo para Sleeping Sun já tinha sido publicado anteriormente em seu canal no YouTube, em 2021, porém com cenas gravadas no home studio de Happ. Na nova versão, solicitada pelos apoiadores do Patreon, a canção foi remasterizada e remixada, além de ganhar um novo clipe.

Assista a nova versão de “Sleeping Sun”:

“Nightwish é uma das minhas bandas favoritas! Foi muito legal gravar essa música e vídeo. Este é o primeiro vídeo em que saímos do estúdio para gravar trechos à noite. Neste dia estava chovendo fraco, mas nada que chegasse a atrapalhar. Foi interessante ter o local super vazio, bem diferente de quando você vai em outro horário.”, conta Aline Happ.

Sleeping Sun, originalmente lançada no fim dos anos 90 como um maxi single, com outras três músicas, teve sua data de lançamento próxima a do eclipse solar que ocorreu em 11 de agosto de 1999. Considerada uma das baladas mais poderosas da banda finlandesa, sua letra fala em 222 dias de luz, coincidindo com a data de 1º de janeiro até o dia 10 de agosto. É também um dos singles do segundo álbum do Nightwish, “Oceanborn” (1999). A música chegou a ganhar Disco de Ouro na Finlândia, com mais de cinco mil cópias vendidas e na Alemanha, com mais de 15.000 cópias vendidas.

O cover de “Sleeping Sun” é parte do disco Branching Out, pensado para ser um disco que se tornasse um registro da expansão da trajetória de Aline Happ como artista além do seu trabalho no Lyria. Tal como dito é “Join Me”, um dos principais singles do disco, um dos propósitos do álbum é convidar os fãs de rock, música celta, folk e classical crossover para conhecer o trabalho de Aline, e posteriormente, mais do metal sinfônico nacional. A ficha técnica da gravação traz Aline Happ (voz, instrumental, mixagem, masterização e edição de vídeo) e Patrick Happ (direção de câmera).

Conhecida mundialmente por seu trabalho como líder, vocalista e compositora do Lyria, Aline Happ é hoje uma das vozes mais famosas da nova geração do metal sinfônico. Em seu projeto solo, a artista promove releituras Folk/Celtic de canções do rock, do metal e do pop mundial que estão disponíveis em seu canal no YouTube. O Lyria foi fundado em 2012 e, de lá pra cá, o grupo lançou dois discos com apoio de crowdfunding, Catharsis (2014) e Immersion (2018) e tocou em diversas cidades, além de ser pioneiro no Brasil na transmissão de shows online com venda de ingressos para o mundo todo.

Ouça Aline Happ no Spotify: http://bit.ly/AlineHappSpotify

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Insane Trip inicia produção do novo registro autoral

Crédito: Divulgação

Formada em Ribeirão Preto, cidade que há 20 anos recebe um dos maiores festivais de música do Brasil, o João Rock, a banda Insane Trip prepara o lançamento do segundo disco completo de inéditas, sucessor do EP Humano.

O registro, já intitulado Identidade, terá sete faixas e chegará às plataformas de streaming ainda em 2023, acompanhado de um videoclipe do primeiro single.

Insane Trip, que tem como base o rock e o hardcore dos anos 2000, é um prato cheio para fãs de CPM 22, Dead Fish, Charlie Brown Jr. e Detonautas. Recentemente a banda foi uma das atrações do concorrido e super elogiado Santa Bárbara Rock Fest, em Santa Bárbara D’Oeste (SP).

São cinco integrantes, que formaram a banda em 2016 ainda nos tempos de escola e foram amadurecendo juntos – inclusive amadurecendo e profissionalizando, juntos, a Insane Trip.

Eles são Leonardo Ferreira ‘Coxa’ (vocal), Rafael Corsi ‘Bob’ (guitarra), Vinícius Ramos (guitarra), Demilson Ramos (baixo) e Felipe Silva (bateria).

“A música é a conexão carnal e espiritual. Em uma liberdade de expressão na qual podemos questionar sentimentos e ações perante a evolução humanitária pessoal e coletiva”, comenta o quarteto sobre o norte da Insane Trip.

Identidade, no disco a ser lançado, é um material que prima pelo brilho de uma produção cristalina e com punch, um som potente que resgata o melhor daquelas influências, mas claro, com a criatividade e autenticidade da Insane Trip.

Sem entregar muito, a banda comenta que se trata de um disco de rock de fácil audição que musicaliza temas como a humanidade e suas dores, direitos e deveres, liberdade e aproveitar a vida.

É um passo adiante do EP Humano, que foi gravado em um dos maiores estúdios do Brasil (Studio Vip) e lançado em 2022. “São músicas que representam o início de uma nova fase da banda, com mais identidade e atitude. Hoje, no atual momento, vemos o quanto essa experiência do EP transformou a todos da banda”. O primeiro lançamento da banda é o disco Reflexoversivo, de 2019.

Ouça aqui o EP Humano

Crédito: Divulgação

Confira o Insane Trip nas redes
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Detonautas lança segundo volume do projeto especial “Acústico 20 Anos – O Amor Não Tem Inimigos”

Composto por quatro faixas, EP traz “Só Uma Canção”, “O Retorno de Saturno”, “Um Cara de Sorte” e “Vamos Viver”

Seguindo os lançamentos do projeto especial que celebra sua história e reforça sua presença no cenário do rock brasileiro, o Detonautas, que alcançou recentemente 1 milhão de seguidores no Spotify, lança o segundo volume do DVD “Acústico 20 Anos – O Amor Não Tem Inimigos”. Contando com quatro músicas, o EP traz uma releitura de “Só Uma Canção”, do grupo Som da Rua, além das faixas autorais “O Retorno de Saturno”, sucesso de 2008 da banda; “Um Cara de Sorte”, de 2012; e “Vamos Viver”, de 2014.

“Nesse Segundo EP, vem uma sequência de canções emblemáticas desses 20 anos, como ‘Um Cara De Sorte’, que ganhou um novo arranjo com direito a quarteto de cordas; ‘Retorno de Saturno’, que procuramos ser fiéis a versão original do primeiro acústico; ‘Vamos Viver’, que tem uma levada super alto astral pra elevar o espírito; e a faixa foco que se chama ‘Só Uma Canção'”, explica Tico Santta Cruz.

Dando sequência, o vocalista comenta a escolha de “Só Uma Canção”: “Essa é uma música que regravamos da banda Som da Rua. Grandes parceiros de estrada no início de nossa carreira e que encerrou os trabalhos após o vocalista e compositor Liô Marins nos deixar por volta de 2005. Foi uma maneira de prestar uma homenagem e de relembrar tempos em que sonhamos juntos. O sonho não acabou!”.

Em duas décadas, o Detonautas marcou gerações e elevou o nível do rock nacional, com sucessos inesquecíveis, como “Outro Lugar”, “Olhos Certos”, “Quando o Sol se For”, “O Retorno de Saturno” e muitos outros. A estreia do projeto Acústico 20 anos trouxe a inédita “Aposta”, que é uma reflexão sobre as escolhas de vida, que podem levar a caminhos de autodestruição, mas também à contramão desse mesmo fluxo. A aposta a que a canção se refere é no amor, na valorização do que faz bem e nutre. Completam o primeiro volume as canções “O Dia Que Não Terminou”, “Por Onde Você Anda?” e “Lógica”.”O ´Detonautas Acústico 20 anos´ é sobre todos esses anos de aprendizado, altos e baixos, união, amizade e resiliência. Um álbum que vai atravessar duas gerações e apresentar uma banda mais madura, mais experiente, com canções atemporais, hits clássicos, convidados especiais que montam no palco a geração 2000 e uma leveza que se mistura com a intensidade das letras, dos arranjos e da performance diante de um cenário lindo e audacioso”, continua Tico.

Gravado no palco do teatro Riachuelo, no Rio de Janeiro, em fevereiro de 2023, o DVD “Detonautas Acústico 20 Anos” conta a história da banda ao longo de 19 faixas. Em um encontro que celebra duas gerações do rock nacional, o registro contou com as participações especiais de Badauí (CPM22), Lucas Silveira (Fresno) e Di Ferreiro (Nx Zero). A produção foi comandada por Marcelo Sussekind e a direção, por Julio Loureiro.

“Queremos que o Brasil inteiro possa ter essa experiência junto com a gente, não só nas plataformas digitais, mas ao vivo com toda emoção que guardamos para entregar nesse momento, com muito amor”, finaliza o vocalista do Detonautas.

A marca de 20 anos é celebrada de acordo com o lançamento do primeiro álbum nacional do Detonautas, pela WEA, que estreou em 30 de setembro de 2002. De lá pra cá, a banda acumulou sucessos, hits, shows pelo mundo inteiro. Passou por grandes festivais nacionais e internacionais, como Rock in Rio e Lollapalooza.

Em 2010, eles lançaram um acústico onde os números impressionam: músicas com mais de 150 milhões de visualizações somadas no YouTube. Canções eternas. Depois desse lançamento, a banda passou 10 anos independente. Lançou dois discos: “A Saga Continua” e “Álbum VI”, com grandes sucessos, como “Um Cara De Sorte” e “Por Onde Você Anda”, que contou com parceria de Lucas Lucco. Na faixa “Você Vai Lembrar De Mim”, ninguém menos que Alcione juntou forças à banda em um lindo bolero.

O Detonautas seguiu construindo uma carreira recheada de singles, como “Ilumina O Mundo”, que alerta para questão da prevenção ao suicídio e faz um trabalho junto ao CVV. Depois, de volta à Sony Music, lançaram mais dois discos: “Álbum Laranja”, com crônicas políticas, e “Esperança”, ambos no período da pandemia.

Ouça aqui segundo volume 2 do “Acústico 20 Anos – O Amor Não Tem Inimigos”:
https://smb.lnk.to/OucaAgoraSoUmaCancao

Assista aqui “Só Uma Canção”:
https://SMB.lnk.to/AssistaAgoraSoUmaCancao

Heaven’s Guardian assina contrato global com a gravadora Sleaszy Rider

Crédito: Ítalo Yure e Ricardo Cohen

Grupo também revela a arte e o repertório do novo álbum, “Chronos”

O Heaven’s Guardian anunciou a assinatura de um contrato mundial com a gravadora europeia Sleaszy Rider SRL, que atua no cenário do metal desde 2001, com mais de 300 lançamentos em seu catálogo. A Sleaszy Rider será responsável pelo lançamento e distribuição global do novo álbum “Chronos”, que traz a arte de capa de Carlos Fides, que capturou com maestria a essência do trabalho.

“Chronos”, produzido pelos renomados Roy Z e Addasi Addasi em Los Angeles e contando com a presença da Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás e do Coro Sinfônico Jovem de Goiás, é uma jornada que atravessa os ciclos cronológicos vividos pela humanidade, desde os tempos da Antiguidade da Mitologia Grega, passando pela Idade Média, até chegar à era da Contemporaneidade marcada pela Inteligência Artificial. O tempo, personificado de maneira imponente pelo Guardião, é o observador e narrador das histórias que moldaram e ainda moldam a sociedade. Através de momentos de dor, superação e reinvenção, esta obra nos convida a compreender nosso passado, viver o presente e projetar o futuro.

“A capa do álbum é rica em simbolismo, com elementos que representam a trajetória da civilização humana. O Guardião (Father Time) acionando o amuleto do tempo, o busto Grego se transformando em um Cyborg, a arquitetura antiga e moderna, e a Roda do Zodíaco, todos esses elementos materializam a linha do tempo da humanidade. Essa arte nos instiga a explorar detalhadamente o que fomos, o que nos tornamos e o que poderemos ser”, comentou o guitarrista Ericsson Marin.

Confira o repertório de “Chronos”:
1) Tempus
2) Sirens of the Past
3) General of Peace
4) Valhalla Call
5) Tristan and Isolde
6) Sail Away
7) The Color of Injustice
8) Home of Time
9) Wall of Shame
10) The Fall of The Empire
11) Artificial Times
12) Drowning Land

Show de lançamento em Goiânia
Além disso, o Heaven’s Guardian, agora com sua nova formação, contando com Carlos Zema e Natalia Tsarikova (vocais), Ericsson Marin e Luiz Mauricio (guitarras), Murilo Ramos (baixo), Francis Cassol (bateria) e Everton Marin (teclado), anuncia um show de lançamento de “Chronos” para o dia 25 de novembro, em Goiânia (GO).

O evento contará com a participação da Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás e do Coro Sinfônico Jovem de Goiás, que também estiveram presentes e registraram as partes de orquestra e coro em todo o repertório do álbum “Chronos”. Prepare-se para vivenciar a execução completa deste novo álbum, além de clássicos da banda, que serão interpretados por mais de 100 músicos em uma superprodução que tomará o palco do Teatro FacUnicamps (Av. Anhanguera, 2365, Goiânia). Os ingressos já estão disponíveis em https://bileto.sympla.com.br/event/85794/d/211087.

Sites relacionados:
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Blind Pigs 30 anos: banda lança “Suor, Cerveja e Sangue” em vinil

Foto: Tiago Rossi

Álbum ao vivo foi gravado em noite histórica no Hangar 110

Em meio às comemorações de 30 anos de formação, o Blind Pigs divulgou o lançamento do álbum ao vivo “Suor, Cerveja e Sangue” em vinil, através do conglomerado de selos, Fuzz On Discos, que agrupa a AMM (All Music Matters), Melômano Discos e Neves Records.

O único álbum ao vivo do Blind Pigs foi gravado há 20 anos, em 22 de novembro de 2003, no habitat preferido do punk nacional na capital paulista, a lendária casa de shows Hangar 110. “Não creio que existirá outro”, diz o vocalista Henrike. “Os shows dos porcos cegos nessa época eram uma explosão de energia, literalmente uma mistura de suor, cerveja e sangue. Os roadies sofriam com a molecada que incansavelmente invadia o palco, cantava os refrões com os punhos cerrados para depois se jogar no mar de corpos que lotava o Hangar”.

Foto de divulgação

A banda, no auge da carreira, não se preocupava em acertar as notas, e dois microfones pendurados no teto da casa captavam a plateia ensandecida, que neste registro, e durante toda a trajetória do Blind Pigs, esteve onipresente cantando mais alto que qualquer instrumento. Para o baixista Mauro Tracco, a dificuldade estava em transformar a energia que funcionava no palco, em um registro “decente” para a eternidade. “Não tinha como”, concluiu, já que o Blind Pigs que entrava em estúdio era completamente diferente do Blind Pigs que subia nos palcos. “O primeiro era metódico, polido e perfeccionista. O segundo era um arruaceiro bêbado. E os dois Blind Pigs entraram em conflito. Várias vezes ao longo do processo, o lançamento foi quase abortado. O Blind Pigs perfeccionista dizia que o resultado não estava à altura do seu padrão de qualidade. O bêbado achava que estava bem acima. Após muita discussão, histeria e perda de tempo, o bêbado ligou o foda-se, mandou a master pra fábrica e o ‘Suor, Cerveja e Sangue’ nasceu”, revela o baixista.

Mesmo com tanta resistência por parte da banda, “Suor, Cerveja e Sangue”, lançado originalmente em CD em 2004, foi o disco mais vendido da história do Blind Pigs. A versão em LP, que chegou às lojas nesta semana, é uma edição limitada de 250 cópias. Em vinil amarelo splatter, o álbum de 22 faixas conta com uma nova arte, capa dupla e encarte com a reprodução do cartaz do show.

Garanta a sua cópia:
http://www.fuzzondiscos.com.br/produtos/blind-pigs-suor-cerveja-e-sangue/

Ouça “Suor, Cerveja e Sangue” no Spotify:
https://cutt.ly/hwkgiV0O 

Novos singles do Thunder Force trarão temas inspirados na força destrutiva do amor e em importante personagem da Segunda Guerra Mundial

Após a finalização das masterizações com o renomado produtor Adair Daufembach, a banda THUNDER FORCE prepara o tão aguardado lançamento de seu álbum debut, mas antes disso prepara uma série de lançamentos especiais. O primeiro destes lançamentos será no dia 10 de outubro, quando lançarão um single e um vídeo clipe, de uma faixa ainda não revelada. Entretanto, segundo a banda, a música traz um personagem que representa o amor e tudo que ele faz com a alma. A música aborda o conceito de uma força destrutiva e implacável que tem a capacidade de penetrar profundamente na psique humana, causando estragos emocionais e decisões erradas. Essa força é capaz de romper e devastar os sonhos e aspirações das pessoas. De acordo com o guitarrista Leonardo Fernandes“a primeira parte da letra fala sobre a rapidez e precisão dessa força, comparando-a a um vento rápido e a uma bala certeira. Ela age sem distinção, atingindo todos, e penetra até a alma, insinuando a profundidade da influência negativa que exerce”.

O lançamento seguinte será no dia 10 de novembro, quando será disponibilizado um novo single em todas as plataformas digitais e um lyric vídeo. Esta faixa, porém, aborda um tema mais agressivo, baseado na minissérie “The Liberator”, ambientada durante a Segunda Guerra Mundial e segue a história verídica do oficial do Exército dos Estados Unidos, Felix L. Sparks, e sua unidade, a 157º Regimento de Infantaria da 45ª Divisão de Infantaria. A série foca principalmente nas ações da unidade no teatro europeu, desde o desembarque na Itália até a libertação do campo de concentração de Dachau, na Alemanha. Outro foco da série explora questões morais, o custo da guerra e os desafios de liderança em meio ao conflito. Ela não hesita em retratar os aspectos brutais da guerra, incluindo violência, sofrimento e dilemas éticos enfrentados pelos soldados.

Assim como na série, a letra deste vindouro novo single aborda o papel de Felix L. Sparks, um oficial militar dos Estados Unidos que desempenhou um papel significativo durante a Segunda Guerra Mundial. Ele liderou sua unidade em várias campanhas cruciais durante a Segunda Guerra Mundial. Paralelo à história que inspirou a letra, o THUNDER FORCE buscou descrever uma narrativa de luta, coragem e perseverança em busca da liberdade. Desta forma, a música retrata um grupo de homens que compartilham um destino comum e estão dispostos a sacrificar tudo para alcançar a vitória e a liberdade.

Márcio Oliveira (vocal), Leonardo Fernandes (guitarra), Marlon Martins (guitarra) Raul Giacomin (baixo) e Gabriel Brunelli (bateria) planejam o lançamento do debut para o mês de dezembro e até lá deverão apresentar novos projetos de divulgação para o álbum.

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Assista ao vídeo clipe de “The Fall of the Illuminatis”, do White Dragon Project

Foto: Divulgação

Está no ar o novo vídeo clipe da banda WHITE DRAGON PROJECT, para a nona faixa do novo álbum, intitulada “The Fall of the Illuminatis”. A música fala sobre uma possível manipulação global por parte dos Illuminati, cuja história real remonta ao século XVIII, Desde então, muitas teorias da conspiração se desenvolveram em torno dos Illuminati, atribuindo-lhes um poder e influência muito maiores do que os eventos históricos justificam. Os versos iniciais da música falam dos “herdeiros das Grandes Pirâmides” e dos “Reis da terra e do mar”, referindo-se possivelmente àqueles que detêm poder e influência. A ideia é que esses indivíduos mantiveram a humanidade “escravizada” por um longo período de tempo, manipulando-a através de marionetes.

Os versos subsequentes descrevem as ações dessa elite, espalhando sofrimento, doenças, guerra e fome, enquanto dirigem os seres humanos como “animais cegos” através de mentiras confortáveis. O clímax da música sugere uma mudança iminente, marcada por um “pulso de energia” que “acorda os soldados”. Essa energia nova parece representar uma força transformadora e iluminadora que toma o lugar do controle anterior. O termo “Gaia” refere-se ao planeta Terra como um todo, conecta a letra com o título do álbum, “The Story of Gaia”. A letra continua ressaltando que um “novo tempo” chegou, indicando a ascensão de um novo reinado ou era, que derruba todos os reinos de “escuridão profunda”, sugerindo uma reviravolta na situação previamente controlada.

Assista ao vídeo clipe de “The Fall of the Illuminatis”:

Essas teorias da conspiração muitas vezes incluem elementos como controle mundial, manipulação dos mercados financeiros, influência sobre governos e a criação de eventos históricos significativos, como é o caso que envolve a faixa “The Fall of the Illuminatis”. Com o álbum “The Story of Gaia” o WHITE DRAGON PROJECT aborda diversas temáticas que envolvem o imaginário mundial, como por exemplo, além dos Illuminati, os Anunnakis. Leo Rodrigues (vocal), Ramon e Alex (guitarras), Jhony (baixo), Alexandre Pereira (bateria) e Rafael (teclados). Para adquirir o álbum e outros itens do merchandising do WHITE DRAGON PROJECT, basta entrar em contato com a banda através do perfil no Instagram, em www.instagram.com/whitedragonmetal.

Assista ao vídeo clipe de “The Kybalion”:

Assista ao lyric vídeo de “Anunnaks”:

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The Heathen Scÿthe: faixa de estréia “Into the Fire” já está disponível

Foto: Deivid Willian

The Heathen Scÿthe é um projeto formado em 2018 em São Paulo, trazendo um Heavy Metal com uma identidade bem singular, misturando elementos modernos provenientes de estilos como Metal Industrial e Nu-Metal com elementos mais épicos encontrados no metal mais clássico. O Trítono e as escalas Frígio e Diminuta bem características da banda dão espaço para refrães mais melodiosos beirando o Pop e Gang-Screams encontrados em músicas mais modernas. 

O projeto considerado cinematográfico, traz conhecidos músicos/atores da cena interpretando os seguites personagens:

Tato Deluca como Da’at (Vocal)
Bruno Luiz como Netzah (Guitarra)
Paulo Roveri como Hesed (Guitarra)
Flávio Sallin como Hokhmah (Teclado)
Fernando Giovannetti como Yesod (Baixo)
Marcus Dotta como Malkhuth (Bateria).

O clipe de estreia do grupo foi gravado em São Paulo, pelo diretor Thiago Larenttes.Já a mixagem e masterização foram feitas pelo produtor alemão Lasse Lammert (Raven, Wind Rose e Gloryhammer).

A faixa “Into the Fire” fala sobre o sacrifício de fogo, parte importante de um ritual onde é feita uma oferenda para deuses como Belenos e Hefestus, e para os guardiões da Torre da Vigília do Sul.

A aceitação da oferenda simboliza que o trabalho mágico foi realizado e o ritual pode se encaminhar para seu desfecho com a dança espiral, abertura do círculo e a liberação da egrégora. 

O vídeo oficial lançado na terça-feira (29/08) já está disponível. Nele serão apresentados pela primeira vez os membros da seita, performando seus instrumentos em meio a explosões de fogo.

“Into the Fire” fará parte do primeiro EP auto-intitulado da irmandade da Foice (The Heathen Scÿthe). O EP contará com um ritual completo de magia cerimonial onde é decretada a finalidade da seita.

Segundo o vocalista da banda, Tato Deluca o trabalho é a culminação do esforço de toda uma vida: “este trabalho foi desempenhado por músicos experientes que há anos tentam abrir caminho no complicado mercado do Heavy Metal brasileiro”, conta.

Confira o lançamento: https://youtu.be/ziNiF1-oiUs?si=S9rQbvrsSFFa_vXi

Black Flag e L7 tocam juntas em Porto Alegre no mês de outubro

Influência para todo cenário rocker desde os anos 1980, do metal ao alternativo, o Black Flag estreia em Porto Alegre dia 25 de outubro, no Opinião (José do Patrocínio, 834), com produção da Abstratti e apoio da Bravo Metal Mgmt.  E a ocasião é especial, já que a banda liderada pelo guitarrista Greg Ginn (único da formação original) vai executar seu clássico segundo álbum “My War” na íntegra. Também estão previstos no repertório petardos de outros trabalhos em uma apresentação com mais de duas horas. Na mesma noite, outra influente banda também está escalada: a L7, quarteto feminino relacionado ao movimento riot girl, que deslanchou junto ao grunge dos 1990 e conquistou sucesso e respeito com faixas como “Pretend We’re Dead”. Esta é a segunda turnê do Black Flag no país e a primeira a passar pelo Rio Grande do Sul. Já as meninas do L7 desembarcam no Brasil pela terceira vez, sendo a segunda passagem pela capital gaúcha.

Serviço:
L7 e Black Flag em Porto Alegre
Local: Opinião (Rua José do Patrocínio, 834)
Classificação etária: 16 anos (acompanhado de responsável legal)
Quando: Quarta-feira, 25 de outubro, às 19h

Horários

19h — abertura da casa
19h30min — L7
21h30min — BLACK FLAG

Ingressos

PISTA

1º lote (promocional)

Solidário — R$ 165*
Meia — R$ 160**
Inteira — R$ 320

2º lote (promocional)

Solidário — R$ 175*
Meia — R$ 170**
Inteira — R$ 340

3º lote

Solidário — R$ 185*
Meia — R$ 180**
Inteira — R$ 360

Mezanino

1º lote (promocional)

Solidário — R$ 225*
Meia — R$ 220**
Inteira — R$ 440

2º lote (promocional)

Solidário — R$ 235*
Meia — R$ 230**
Inteira — R$ 460

3º lote

Solidário — R$ 245*
Meia — R$ 240**
Inteira — R$ 480

Pontos de venda

Online (com taxa de conveniência)

www.sympla.com.br/opiniao (em até 12x no cartão)

PONTOS DE VENDA SEM TAXA:

Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência – somente em dinheiro):
Loja Planeta Surf Bourbon Wallig (Av. Assis Brasil, 2611 – Loja 249 – Jardim Lindóia, Porto Alegre)
Horário funcionamento: das 10h às 22h.
Online (com taxa de conveniência)
www.sympla.com.br/opiniao (em até 12x no cartão)

* A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora dos anunciados
** Será proibida a entrada de câmeras fotográficas/filmadoras profissionais e semiprofissionais.

Black Flag

Black Flag é nome de referência para o punk e pioneiro no hardcore. Criada pelo guitarrista Greg Ginn em 1976, na Califórnia (EUA), a banda tornou-se extremamente influente dentro do rock, do metal ao indie. Após chamar a atenção no cenário underground com dois EPs — “Nervous Breakdown” (de 1979 — com Keith Morris, que depois formaria o Circle Jerks, nos vocais) e “Jealous Again” (1980) — o grupo lançou o acelerado primeiro álbum “Damaged” (1980), que tinha o hoje lendário Henry Rollins como frontman. Com seu segundo disco “My War” (1984), o Black Flag tornou-se realmente cultuado, a ponto de ser citado como influência por grupos como NirvanaMudhoneyMelvins e Queens of the Stone Age. Com “My War”, gravado como trio (Ginn ficou responsável pelas cordas, Rollins pelas vozes e Bill Stevenson, do Descendents, pela bateria), o conjunto apostou em uma sonoridade mais arrastada e pesada, estabelecendo caminhos que deram origem ao sludge e ao grunge. São nove músicas, sendo seis mais “tradicionais” (tal qual “Can’t Decide” e “Beat My Head Against The Wall”) no lado A e três um tanto experimentais no B.  O grupo colocou na rua outros álbuns importantes, como “Slip It In” (1984), “Loose Nut” (1985) e “In My Head” (1985). A maioria das artes de capa são assinadas por Raymond Pettibon, artista visual irmão de Ginn, conhecido por ter ainda criado o famoso logo das quatro barras que identifica o Black Flag. Além de tocar Ginn também fundou o selo independente SST, em 1978, por onde lançou todas suas gravações e artistas então emergentes, como Hüsker DüBad BrainsSoundgardenSonic Youth e Dinosaur Jr. Atualmente, o Black Flag é composto, além de Ginn, por Harley Duggan (baixo), Charles Wiley (bateria) e o skatista profissional Mike Vallely (vocal).

L7

O pensamento de que para fazer rock era preciso ter culhões ficou no passado. E as meninas do L7 são pioneiras nesse sentido, comprovando isso desde 1985, quando iniciaram as atividades na Califórnia. No Brasil, o quarteto feminino surgido com o levante grunge, que mudou o panorama da cultura pop durante os anos 1990, despontou com o terceiro álbum “Bricks Are Heavy” (1992). É desse disco a consagrada “Pretend We’re Dead”, bem como os singles “Everglade” e “Monster”. Com a grande exposição mundial, as garotas estrearam ao vivo no Brasil em 1993, como atração do Hollywood Rock. Com show coeso e enérgico, roubaram a cena no evento, sendo apontadas como uma das melhores performances do festival — que tinha na escalação Nirvana e Red Hot Chili Peppers, entre outros. Ainda na última década do século passado, a L7 lançou os discos “Hungry for Stink” (1994), “The Beauty Process: Triple Platinum” (1997) e “Slap-Happy” (1999), sem o mesmo impacto de outrora. Em 2001, a banda anunciou um hiato indefinido, retornando aos palcos em 2014. A última passagem do conjunto pelo Brasil foi em 2018, um ano antes de lançar “Scatter the Rats”, seu primeiro álbum em 20 anos e o mais recente até então. Em 2016, saiu o documentário “L7: Pretend We’re Dead”, dirigido por Sarah Price e mostrando a trajetória de altos e baixos da banda. A formação atual, que vem desde o fim dos anos 1980, tem Donita Sparks (vocais e guitarra), Suzi Gardner (guitarra e vocais), Jennifer Finch (baixo) e Demetra Plakas (bateria).

Texto: Assessoria de imprensa Abstratti

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Veterano grupo de death metal old school do interior paulista, Infernal Course anuncia novo single

“From Deeply In Hell” será o sucessor dos dois clássicos álbuns do grupo, o debute “The Devil’s Sentence of Destruction” e o super elogiado “Impaled Society”

Formado na cidade de São Roque, interior de São Paulo, em 2001, o Infernal Course é uma das bandas mais respeitadas e admiradas pelas fãs de metal extremo no Brasil.
Isso porque, além da comprovada qualidade técnica e criativa, o grupo sempre manteve-se fiel à estética original do death metal old school, dando sequência ao legado iniciado pelos grandes pioneiros do estilo como Possessed, Morbid Angel, Deicide, Sodom e Death.

Desde sua primeira demo autointitulada, que foi considerada pela renomada revista Valhalla como a “Melhor Demo Tape de 2003”, o Infernal Course vem construindo uma base fiel de fãs e seguidores. Tanto é que o debute “The Devil’s Sentence of Destruction” foi um dos lançamentos mais aguardados do estilo em 2009. Quando o sucessor “Impaled Society” foi lançado em 2016, o Infernal Course já era um nome relevante da cena nacional do metal e o álbum foi super elogiado pela imprensa especializada. “Fallen Gods” e “Marching In Hell”, que estão o tracklist, tornaram-se clássicos do death metal brasileiro de todos os tempos.

Passado consolidado, eis que um novo curso infernal está para ser trilhado nesse ano de 2023. “From Deeply In Hell” é o título do novo single que o Infernal Course pretende lançar neste segundo semestre.
De acordo com o baixista e vocalista Marcel Infernal, “From Deeply In Hell” será um testemunho da evolução técnica e criativa da banda.
“Estamos muito empolgados com o lançamento desse som. From Deeply In Hell traz toda agressividade e peso da velha escola do death metal. Vocês podem esperar uma composição avassaladora, com muita energia, que personifica essa nova formação do Infernal Course. Estamos trabalhando insanamente para a ‘sonzeira’ ficar infernal!”

Seguindo-se o lançamento de “From Deeply In Hell”, o Infernal Couse lançará outros dois singles que antecederão o tão aguardando terceiro e novo álbum cheio do grupo.

Enquanto os novos singles não são lançados, assista o vídeo de “Fallen Gods”: https://youtu.be/pB_nDJpOxiM?feature=shared

Além de Marcel Infernal, completam a atual formação do Infernal Course os guitarristas Paulo Serafim e Leonardo Demon e o baterista Thiago “Chapola” Pinheiro.

Mais Informações:
www.instagram.com/infernalcourse
www.facebook.com/InfernalCourse
www.youtube.com/infernalcourse666