A banda Ossos Cruzados acaba de lançar seu novo single, “Encruzilhada”, que se encontra em todas as plataformas digitais. Para essa música eles lançaram um videoclipe bem legal, que pode ser visto no link abaixo:
O single pode ser conferido em sua plataforma preferida, aqui:
Durante a pandemia, com todas as restrições, a banda iniciou os trabalhos do novo álbum, e após a prévia para o fim do mundo, voltaram ainda mais pesados, mais melódicos e com novas histórias, tão assustadoras quanto a realidade.
Neste primeiro single a banda fez uma profunda viagem de encontro com o oculto, conversando com aqueles que nos guiam pelos vales escuros e protegem em nossas batalhas. “Encruzilhada” é um novo passo na história da banda, apresentando uma nova sonoridade e um novo jeito de contar suas histórias.
A banda Ossos Cruzados iniciou sua trajetória em junho de 2015, com o intuito de unir os amigos, contar histórias violentas de terror com doses de ironia, tendo como base musical o hardcore, thrash metal e punk rock. Com dois álbuns lançados, “Miolos” e “Espectrofobia”, já tocaram em diversos shows com bandas dos mais variados estilos, tendo uma agenda extremamente produtiva, chegando a fazer mais de 40 apresentações em 2019. No mesmo ano participaram do Showlivre, tocando as principais músicas de seu repertório, de maneira energética e explosiva.
A formação da Ossos Cruzados conta com André Honorato (vocais), Hebberty Taurus (guitarra/vocais), José Otávio “Zé” (baixo) e Jefferson Oliveira “Jeff” (bateria).
Já está no ar o novo episódio do RENATOCAST, trazendo uma visão de Renato Sanson sobre o festival Summer Breeze Brasil, realizado nos dias 29 e 30 de abril em São Paulo, no Memorial da América Latina. Contando com bandas dos mais variados estilos, a primeira edição brasileira do evento alemão trouxe ao Brasil Accept, Grave Digger, Finntroll, Benediction, BlindGuardian, Stratovarius e diversas outras bandas estrangeiras, assim como do Brasil. Prometendo trazer uma experiência diferente para o Brasil, o festival agradou pela abrangência musical e atrações paralelas, como a palestra de Bruce Dickinson e um festival de tatuagens, dentre outras atividades.
Para contar um pouco mais sobre o festival sob a perspectiva de uma pessoa com deficiência, Renato Sanson relatou no podcast como foi prestigiar o festival sendo cadeirante, destacando como foi essa experiência, infelizmente com mais contras do que prós. No podcast, explicou, de forma construtiva, o que poderia ser feito para melhorar a questão de acessibilidade para pessoas com deficiências, algo que, com melhorias, chamaria a atenção deste público que muitas vezes é negligenciado em shows e festivais. Segundo o podcaster, a versão original do festival, na Alemanha, bem como outros eventos europeus, trata a questão da acessibilidade com mais atenção, e mesmo não sendo uma obrigação das produtoras, oferecem uma estrutura adequada.
O Summer Breeze Brasil, como conta Renato Sanson, ofereceu uma estrutura ruim para deficientes, seja na entrada oficial, que não havia opções de acessibilidade, seja na falta de banheiros químicos adequados, bem como o espaço reservado às pessoas com deficiência, onde a visibilidade do palco era inadequada, não permitindo uma boa experiência a este público. Na opinião de Renato, se não houver mudanças e mais atenção, não só o Summer Breeze Brasil, mas qualquer evento, deixará de atrair um público que é igual a qualquer outro e que merece mais zelo.
Nova música faz parte do segundo álbum do artista, a ser lançado
O sentimento de ser apenas mais um em uma guerra que não é a sua foi a inspiração para “Dreamless Soldier”, novo single de Tuuh, cantor e multiartista de São Paulo (SP), nome conhecido entre os amantes da cultura geek. A faixa conta com lyric video e traz uma sonoridade que vai da balada ao peso dos guturais, demonstrando o alcance vocal de Tuuh, que vai do melódico ao gutural. O single é um lançamento do selo Arcadia Studio com distribuição da Ingrooves.
“Dreamless Soldier é mais um single que integrará o DOPPEL2 e traz todo o peso de metal necessário para compor a obra, que desta vez conta a ‘Jornada do Vilão’. A canção é uma releitura de uma música da minha antiga banda com o meu irmão, Velvet Moonlight. Ela conta a jornada de pessoas que lutam contra ansiedade interna, além de ser uma mensagem de saúde mental. Contei com a presença de Oddy, meu irmão mais velho, nas guitarras, mantendo a originalidade da composição e riffs que a Velvet trouxe no passado.”, destaca Tuuh.
Tuuh é um dos projetos de Artur Wilson, cantor, compositor e multi-instrumentista que se divide entre o duo Nordex e as iniciativas multi persona Tutz e Tuuh. Desde 2009 na estrada, já passou pelas bandas Sugoi, Velvet Moonlight e Miura Jam. Figura conhecida no meio de música geek, o cantor une o j-rock com o metal melódico e já chegou a ser atração de abertura para o Sonata Arctica, em São Paulo. O nome artístico Tuuh existe desde 2009, porém o projeto solo existe desde 2020. Com um álbum autoral lançado, o DOPPEL1, esta é uma persona voltada para o rock, indo do metal ao Lo-Fi rock, com a estética no palco inspirada no visual kei.
O single “Dreamless Soldier” conta com capa criada por Artur Wilson, que também compôs a faixa em parceria com Odair Silva. Participaram da faixa os músicos Artur Wilson (baixo e programação) e Odair Silva (guitarras). O lyric video é também uma criação de Artur Wilson.
AMM (All Music Matters), Melômano Discos e Neves Records se unem para relançamento em vinil do único álbum do Musica Diablo
Contando com Derrick Green (vocal, Sepultura), André NM (guitarra, Nitrominds), André Curci (guitarra, Threat, Statues on Fire), Ricardo Brigas (baixo, Blackning, Titânio) e Edu Nicolini (bateria, Nitrominds, Voodoopriest, Anthares), o Musica Diablo lançou seu único álbum em maio de 2010. Agora, pela primeira vez o material tem a sua versão em vinil, lançada através da união dos selos AMM (All Music Matters), Melômano Discos e Neves Records.
“Esse lançamento em vinil, treze anos após termos lançado o CD, foi uma grata surpresa! Nós gravamos a parte instrumental no estúdio da Deck Discos, no Rio de Janeiro, com a produção de Rafael Ramos. Esse foi o mesmo estúdio onde eu havia gravado o quinto álbum do Nitrominds, cinco anos antes. Então, já estava familiarizado com estúdio e produtor. E os vocais foram gravados, posteriormente, em São Paulo”, recorda o baterista Edu Nicolini. “O Musica Diablo foi uma banda de vida curta, que durou menos de 4 anos, mas que considero muito importante na minha carreira, pois foi quando voltei a tocar metal. Estava há cerca de 15 anos meio afastado da cena, tocando apenas hardcore, mas foi uma experiência muito bacana tocar com o Derrick”, acrescenta.
O baixista Ricardo Brigas também destaca a importância do Musica Diablo em sua carreira. “Não só pra mim que tive a honra de participar, mas para o metal nacional. A proposta era muito boa, fazer o que a gente mais gostava de fazer na vida, um metal cru, orgânico, que nos fez voltar àquilo que nos formou como músicos nos anos 80”. A repercussão da banda, segundo o baixista, “foi muito positiva tanto na mídia especializada quanto com o público”. Para Brigas, o relançamento em vinil o fez “voltar no tempo e lembrar-se de tantas histórias que essa curta trajetória nos trouxe e que ainda são vivas na memória”.
O Musica Diablo surgiu em 2008, quando o guitarrista Andre NM decidiu chamar alguns amigos para uma jam session durante a semana. O propósito era tocar thrash metal e, enquanto iam compondo suas próprias músicas, os amigos começaram a tocar covers de Kreator, Nuclear Assault, Municipal Waste, entre outros. No final daquele ano, Andre recrutou Derrick Green. Em meados de 2009, já com 15 músicas prontas, Andre NM foi a um show da banda paulistana Threat, que estava abrindo para a inglesa Onslaught, e viu em Andre Curci a escolha certa para a segunda guitarra no Musica Diablo. Pouco depois, em janeiro de 2010, o grupo se uniu ao produtor Rafael Ramos para gravar o álbum, que traz 11 faixas do mais puro thrash metal.
O Musica Diablo realizou uma turnê pela Europa e diversos shows pelo Brasil. “Fazer o primeiro show da banda em Berlim foi demais! Nunca tinha ido para a Europa e nem imaginaria que um dia pudesse ir… Tocamos em vários festivais no Brasil e é uma pena esse trabalho não ter tido continuidade”, afirmou Brigas. “O Musica Diablo me abriu várias portas, me deu visibilidade como músico e depois disso alavancou minha carreira, provando que é possível fazer o que você mais curte, que é tocar e desbravar esse mundão com sua música. Basta acreditar”, concluiu.
Repertório: Sweet Revenge Sacrifice Live To Buy Underlord Work Out Lifeless In The Name of Greed Betrayed The Flame of Anger Twisted Hate The Rack
O Foo Fighters lançou, nesta quinta (25), “Show Me How”, terceira faixa que antecede o 11º álbum da banda. Intitulado “But Here We Are”, o disco será lançado no dia 2 de junho, pela Roswell Records/RCA Records.
Com os vocais suaves de Violet Grohl, filha do vocalista Dave Grohl, “Show Me How” chega com sonoridade mais instrumental, contrastando com “Rescued” e “Under You”, as faixas já lançadas do novo álbum.
O Foo Fighters está atualmente em turnê e será a atração principal do Boston Calling, nesta sexta-feira, 26 de maio. A banda virá ao Brasil para duas apresentações, em Curitiba, no dia 7 de setembro, e no festival The Town, em São Paulo, no dia 9 de setembro. Para conferir a lista completa de datas da turnê, acesse: https://foofighters.com/tour-dates/
Faixas escolhidas para a coletânea seguem a direção musical que a banda sergipana adotará no próximo álbum
A banda sergipana de heavy metal Tchandala, formada por Dejair Benjamim (vocal), Siuari Damaceno (guitarra), Eddie Varg (guitarras), Igor Hudson (baixo) e Anthony Cavalcante (bateria), disponibilizou nas plataformas de streaming a coletânea “Start Over”. O material traz músicas que seguem a direção musical que o grupo irá manter em seu próximo disco. “As músicas da compilação se aproximam mais do que temos proposto para o novo trabalho, que é manter a essência do heavy metal tradicional e melódico, mas explorar bem as passagens thrash e death metal e incorporar elementos mais modernos. Além disso, teremos mais vocais com drives”, revelou Dejair Benjamim.
A arte de capa de “Start Over”, que é uma releitura do primeiro trabalho da banda, a demo-ensaio “The Beginning…” (1998), ficou a cargo de Carlos Trino, da agência Trino 3D. “Eu sempre achei a arte de nossa demo algo muito expressivo, pois foi feita em tinta nanquim aplicada em papel vegetal. Queria modernizar a ideia da arte, mantendo a dicotomia existente nela, e dar um título caracterizando um novo início, uma nova linha de composição”, explicou o vocalista.
No momento, o Tchandala se encontra em fase de composição do novo trabalho, que será uma obra conceitual. “O pano de fundo será o tema ‘Os 7 pecados capitais’ e, mais uma vez, manteremos nossa parceria na parte lírica com o historiador e professor Hermeson Pidele. A previsão do início das gravações está marcado para o início do próximo ano”, concluiu Dejair Benjamim.
Discografia: Fantastic Darkness (2002) Mirror of a Decade (EP, 2007) Fear of Time (2012) Resilience (2017) Turning the Hourglass (EP, 2018) We Are (single, 2021) Celebration (coletânea, 2021) Searching Our Souls (single, 2022) Start Over (coletânea, 2023)
Confira o vídeo de “Searching our Souls”, faixa que abre a coletânea e conta com a participação do baterista Aquiles Priester (Edu Falaschi, W.A.S.P.), em https://youtu.be/sYttlQxU64Q
Segundo trabalho da trilogia iniciada com o álbum “Vera Cruz”, “Eldorado” tem lançamento previsto para agosto de 2023
Edu Falaschi acaba de anunciar a primeira participação especial de “Eldorado”, seu novo álbum de estúdio que tem previsão de lançamento para agosto de 2023. Sara Curruchichi é a primeira convidada anunciada pelo cantor e compositor. Sara Curruchich é uma cantora e compositora indígena guatemalteca que mantém vivas as mais profundas raízes da América Latina, cantando suas canções em Kaqchikel, sua língua materna, originária da civilização Maia, que surgiu no México a cerca de 2500 anos antes de Cristo.
Como uma forma de ilustrar todo o conceito por trás da história de ELDORADO, a relação entre os Astecas, Bispo Negro e os Espanhóis, além de homenagear as mais profundas raízes latinas, Sara Curruchich nos brindará com sua voz, talento e uma emoção emocionante na interpretação álbum Eldorado, criando uma verdadeira emoção e experiência única para os ouvintes de Eldorado.
Como cantora e compositora, desde seu início em San Juan Comalapa, Sara Curruchich levou sua mensagem a vários cantos de seu país, assim como a vários outros países do mundo, mantendo o compromisso com a memória histórica dos povos latinos.
SOBRE ELDORADO
A complexa história por trás do álbum, “Vera Cruz”, ganhou novos rumores e se tornou uma trilogia. Nesta segunda parte, Edu Falaschi mostrará ainda mais temas relacionados à América Latina, incluindo o Brasil, com músicas cinematográficas que surpreendem o ouvinte e que seguem a história inicial do primeiro trabalho.
“Eldorado” é a segunda parte da trilogia da saga de Jorge, personagem principal da história do álbum “Vera Cruz” e também o segundo disco da carreira solo de Edu Falaschi. Essa obra traz como grande diferencial, devido ao fato da história de “Eldorado” se iniciar com o encontro do Bispo Negro e o império Asteca, uma abordagem do artista em transitar pelas mais diferentes vertentes da música latina, desde o período pré-colonial até a música latina moderna, com músicas em espanhol, línguas nativas, ritmos, harmonias e melodias características de uma cultura milenar de grande valor cultural para a humanidade.
Com a produção assinada por Edu Falaschi e Roberto Barros, o vocalista manteve a banda com Aquiles Priester (bateria), Fábio Laguna (teclados), Diogo Mafra (guitarra), Roberto Barros (guitarra) e Raphael Dafras (baixo). O renomado designer brasileiro, Carlos Fides é novamente o responsável pela arte gráfica do álbum, que aguardava novamente as orquestrações de Pablo Greg e os corais de Edu Falaschi, Fabio Caldeira, Mi Alvelli e Raissa Ramos. Desta vez, a co-produção ficou a cargo de Paulo Albino e mais detalhes sobre a parte técnica serão revelados em breve.
O álbum tem lançamento mundial previsto para agosto de 2023. A pré-venda já está disponível, de forma limitada, numerada e conta com uma caixa exclusiva contendo uma caixa estilizada em arte Asteca, Digibook, Camiseta, Caneca, Réplica de Dobrão Espanhol e um brinde surpresa.
Karmic Punishment é o nome do novo disco, que será lançado nos próximos meses, ano em que o Paura completa 28 anos de vida
“A utopia é, provavelmente, um dispositivo social necessário para gerar esforços sobre-humanos sem os quais nenhuma grande revolução é alcançada”. Esta reflexão do historiador Eric Hobsbawm, autor do clássico ‘A Era dos Extremos’, é uma síntese pontual do manifesto que o Paura escancara no novo single ‘World to be Free‘ e no próprio disco que vem aí, ‘Karmic Punishment‘: o hardcore como voz altiva e incessante contra o racismo, contra o preconceito e contra as polarizações que segregam.
‘World to be Free‘ é lançada exclusivamente em lyric video, confira aqui:
O single que inaugura os trabalhos do novo álbum, o oitavo da carreira de 28 anos, traz o corriqueiro e autêntico hardcore do Paura, direto, pesado e reflexivo, com riffs e batidas raivosas, um espectro que permeia – não à toa – todas as outras faixas de ‘Karmic Punishment‘.
World to be Free é uma música antifascista e contra extremismos, seja na política quanto na vida em sociedade. É um grito contra um mundo que dá brechas ao preconceito e ainda estrangula quem se posiciona contrário a um pensamento hegemônico claramente misógino e segregador.
Esta e todas as 13 faixas do novo disco atravessaram junto ao Paura pela pandemia e pelo governo brasileiro anterior, o que naturalmente se tornaram nortes importantes para as composições e a aura ácida de ‘Karmic Punishment‘.
World to be Free e todo o ‘Karmic Punishment‘ foi gravado por Thiago Bezerra no Mastery Studio e Canil Studios, mixado pelo mesmo no Madness Music Studios e masterizado por killingsworth no Dead Air Studios.
O lançamento, que acontece entre junho e julho deste ano, será nas plataformas de streaming e também em CD físico, que chega graças a uma parceria do Paura com os selos Conspiracy Chain, Samsara Discos, Tu.Pank Recs, Two Beers Or Not Two Beers, 255 Recs, Fuck It All Recs, Terceiro Mundo Chaos Discos, Tumba Produções, Distro dos Infernos, Lokaos e Vale do Caos Recs.
Quinto disco da carreira da lendária banda será disponibilizado mundialmente pela Rockshot Records, contando com distribuição no Brasil pela Hellion Records
Um dos mais importantes nomes do power metal nacional está de volta. Durante 25 anos, o Dragonheart lançou álbuns que marcaram história, e o próximo capítulo dessa vitoriosa jornada já tem data marcada para chegar aos fãs: The Dragonheart’s Tale, o quinto registro de estúdio do grupo, será lançado mundialmente em agosto. O primeiro single sai no dia 15 de junho.
Para o lançamento internacional, incluindo territórios como Europa, Estados Unidos e Japão, o veterano grupo assinou um contrato com a Rockshot Records. A distribuição no Brasil ficará por conta da Hellion Records. Em fase inspirada da carreira, o Dragonheart está prestes a lançar o trabalho que marcará o retorno do vocalista e guitarrista Eduardo Marques, a voz dos clássicos Underdark (2000) e Throne of the Alliance (2002).
The Dragonheart’s Tale expande o universo dos álbuns Throne of the Alliance, Vengeance in Black (2006) e The Battle Sanctuary (2015), indo mais a fundo em temas e cenários traçados nas obras anteriores, inclusive tendo como pano de fundo uma época anterior à contada em Throne of the Alliance.
O guitarrista e membro original, Marco Caporasso, comenta o momento da banda: “Com o retorno do nosso vocalista original, Eduardo Marques, voltamos às nossas raízes. Dragonheart´s Tale soa 100% Dragonheart. Creio que será um marco entre nossos fãs, que estão esperando há tanto tempo por um novo álbum“.
Mixado e masterizado por Fredrik Nordström (Dream Evil, Hammerfall, Opeth, Evergrey, Powerwolf, entre outros), The Dragonheart’s Tale teve a capa criada pelo lendário Andreas Marschall (Blind Guardian, Grave Digger, Running Wild). Entre as participações especiais, há grandes nomes como Henning Basse (ex-Metalium) e Vanessa Rafaelly.
O conceito geral do trabalho é continuar uma narrativa fantástica criada pelo grupo e celebrar o legado musical do Dragonheart, com – além do peso e melodia do heavy metal em sua mais pura forma – interlúdios, passagens acústicas de taverna, dublagens e efeitos sonoros, que levarão os ouvintes a um verdadeiro mundo de fantasia.
Do Amapá, cantor homenageia às suas raízes e a influência caribenha
O indie rock sideral se encontra com os ritmos do Amapá e do Caribe nos novos singles do cantor amapaense Skipp, “Endless Nights”, com participação da cantora YMA, e “MARS”. Ambas as canções trazem influências de ritmos da fronteira do Amapá, com uma sonoridade que traz camadas caribenhas e chiptune, sem jamais esquecer do indie rock. Os singles já estão disponíveis nas principais plataformas de streaming.
“Os novos singles exploram uma nova sonoridade pro projeto, buscando ritmos nas minhas raízes regionais. ‘Endless Nights’, com a participação da multiartista YMA, traz uma mistura de gêneros musicais da fronteira do Amapá atrelados a uma estética sintética pop temperada com a nostalgia do chiptune. Já ‘MARS’ une referências como o Daft Punk, Julian Casablancas e Gorillaz para um encontro com as guitarras e sonoridades nortistas de influência caribenha”, define Skipp.
Os singles embora separados, trazem juntos as aventuras do pirata cósmico Skipp, persona que acompanha o cantor desde o EP de estreia, “Blast Off!” (2020). A canção de abertura, “Endless Nights”, traz um diálogo entre o personagem principal e a imensidão das estrelas, no melhor estilo Ziggy Stardust, expressando amor por uma personificação do cosmos. Já em “MARS”, o ouvinte é transportado para um loop hedonístico-lisérgico no subsolo do planeta Marte, incluindo também a ressaca que vem com essa mudança de ares.
A sonoridade de SKIPP traz fortes influências do indie rock dos anos 2000, e a linguagem chip tune. Sem esquecer suas raízes amapaenses, o músico acrescenta o batuque e o marabaixo. Como se coletasse referências em múltiplos universos, Skipp vai de Ziggy Stardust até Koji Kondo, um dos maiores compositores da Nintendo. Ouvintes atentos irão captar a influência de Super Mario Bros, Zelda e tantos outros clássicos.
Os singles contam com a banda que acompanha Skipp (guitarra e voz), formada por Marco Trintinalha (bateria), Colinz (guitarra), Leon Sanchez (sintetizadores), Bruno Mont’Alverne e Vinícius Scarpa (baixo). As faixas foram produzidas por Colinz, enquanto as composições são: “Endless Nights”, por Skipp is Dead e YMA, e “Mars” por Skipp is Dead. As artes das capas são de Skipp is Dead, com props das capas confeccionadas por Jahvalli (Jahvacorp). Agradecimento especial a Fernando Rischbieter (Matraca Records) e Patrícia Bastos (Topaza Pella Produções).
A banda nasceu como um projeto inclusivo da produtora Som do Darma e já contou com participações de grandes musicistas brasileiras como Fernanda Lira, Angel Sberse, Karina Menasce, entre outras
Ainda durante a pandemia de covid-19, com o objetivo de criar e potencializar novos espaços para toda diversidade de raça, gênero e sexo dentro da cena cultural do rock, a Som do Darma foi idealizadora de projetos inclusivos colaborativos. Músicos de todo Brasil foram convidados para se reunirem remotamente e gravar músicas e vídeos que dialogassem diretamente sobre e para os grupos envolvidos. E um desses projetos foi a She!
A ideia da She é promover e estimular a produção criativa feminina na cena de rock do Brasil. Mais de 30 musicistas passaram pelo projeto, entre elas Fernanda Lira da Crypta, Angel Sberse da Malvada e Karina Menascé do Allen Key. Dez line-ups foram formados e interpretaram The Runaways, Madonna, L7, Warlock, Hole, Siouxie And The Banshees, Joni Mitchell, Lacuna Coil, Plasmatics, Halestorm e The Cranberries.
Com a proposta de fazer da She uma banda e levá-la para os palcos, a Som do Darma convidou quatro excelentes musicistas que já passaram pelo projeto para formarem esse que será o line-up “ao vivo” da She: a vocalista Jéssica Sirius, a guitarrista Vicki, a baixista Thais Pancheri e a baterista Leonora Molka.
O quarteto está trabalhando intensamente num setlist incendiário que exclusivamente reunirá músicas gravadas por mulheres ou por bandas com mulheres na formação, tais como The Runaways, Joan Jett, L7, Hole, Garbage, The Cardigans, Patti Smith, Paramore, Avril Lavigne, Bikini Kill, Suzi Quatro, Heart, Warlock, etc. Haverão até mesmo versões de artistas pop como Madonna, Lady Gaga, Amy Winehouse, Rihanna, etc.
Enquanto a estreia da She nos palcos não acontece, assista os vídeos já lançados e disponíveis no canal da Som do Darma no Youtube: https://bit.ly/432BFy2
“False Gods” foi produzida por Thiago Bianchi com mixagem e masterização de Adair Daufembach
O Hammathaz já é um nome bastante conhecido no underground nacional. Afinal, são 20 anos de carreira!
Banda estradeira, já fizeram shows em várias regiões do Brasil, participaram de importantes festivais como Virada Cultural e Grito Rock e abriram para bandas renomadas como Mike Portnoy, Angra, Shaman, Ratos de Porão, entre outras.
Em termos de estúdio o Hammathaz também acumula bastante experiência. Sua discografia é formada por duas demo-tapes (“Antahkarana” de 2006 e “Downfall” de 2009), dois EPs (“Crawling” de 2011 e “Inner Walls” de 2013) e três singles (“Cursing” de 2010, “Enslaved” de 2012 e “So it Comes” de 2018). Convictos naquilo que querem para a banda, mesmo em tempos onde o conceito de “álbum cheio” é deixado de lado, o Hammathaz lançou em 2020 seu primeiro registro nesse formato, “The One”, que foi simultaneamente lançado pela renomada Voice Music no Brasil e Defense Records na Europa. “The One” foi indicado ao Prêmio Dynamite na categoria Melhor Álbum de Heavy Metal.
Reflexo do seu talento e profissionalismo, o Hammathaz foi recentemente a banda convidada da primeira turnê brasileira de Neil Turbin, vocalista original do Anthrax.
Foram três bem sucedidos shows em Abril: Correria Music Bar em Vila Velha/ES; CDM Metal Fest em Campo do Meio/MG e na Jai Club em São Paulo/SP.
Atualmente formado por Fernando Xavier no vocal, Thales Statkevicius e Rodrigo Marietto nas guitarras, Anderson Andrade no baixo e Lucas Santos na bateria, o Hammathaz anuncia agora seu novo single, “False Gods”. Produzida por Thiago Bianchi com mixagem e masterização de Adair Daufembach, “False Gods” também ganhou um videoclipe dirigido por Marco Vaz.
Numa ação pioneira, a capa de “False Gods” foi desenvolvida pela própria banda através de um software de inteligência artificial.
O feat entre New Space e Joca Beats estreou em 19 de maio, inaugurando também a cooperação entre as produtoras New Space, dos EUA e a brasileira Red Records.
O clipe “Like Me” do rapper americano New Space em parceria com o baterista Joca Beats é o som que os ouvidos mais apurados estavam esperando. É uma canção de amor, mas permeada pelas contradições do ego e luxúria. Por isso, é uma pauta especialíssima também para reflexão existencial individual.
New Space é cantor, compositor e produtor musical, além de neto do legendário Jr. Walker (& the All Stars). Já conhecido pelas narrativas peculiares de suas composições, estreou agora um rap inusitado levado por uma batida criativa e charmosa, cheia de referencias do jazz.
Já o paranaense Joca Beats é um multiinstrumentista que iniciou a carreira musical muito cedo. Aos 11 anos, participou do clipe “Eu Chego Lá” do projeto Jovens SUD, que alcançou mais de 4 milhões de visualizações. Pouco depois, “Lead me Home”, gravado entre Brasil e Estados Unidos ao lado do amigo Adam Luz, consolidou o estilo de sua bateria técnica e elegante. Hoje, Joca é baterista da banda Tangerim, um dos expoentes do Indie Rock Brasileiro presente no LineUp de diversos festivais.
“Like Me” já está disponível nas principais plataformas digitais.
Após o lançamento de “Agradece” e “Ela Encanta”, a cantora e compositora sul mato grossense Marina Peralta dá sequência aos lançamentos de REWIND – álbum em comemoração aos dez anos de carreira – com a nova versão de “Mama Respect”.
Originalmente lançada em 2018, após a primeira gestação da artista, a faixa reflete sobre as renúncias involuntárias, feitas em geral pelas mães, após o nascimento da criança. Dons guardados na gaveta, individualidade em transição, julgamentos constantes por parte da sociedade e dificuldades ainda mais intensas quando não há presença dos pais e nem rede de apoio.
Através dessa canção, que já ultrapassa 1.6 milhão de streamings, Marina pede mais vida para quem gera vida, enfatizando que a maternidade é uma escola de amor e também de paciência. Esse diálogo expressivo com o público materno se consolida à medida em que ela conversa sobre essa temática e compartilha a vida real de artista independente e, agora também, mãe de duas.
A nova versão de “Mama Respect” (REWIND) está disponível em todas as plataformas de streaming e é uma releitura pulsante e potente, no estilo steppa, reafirmando o lugar de Marina Peralta como uma das principais vozes do reggae brasileiro.
A música foi produzida por Lucas Barreto (Ragg) e Tael Bass (Linkup Studios), com vozes gravadas no Hataka Studio, e mixagem e masterização por Wagner Bagão. A distribuição é strm.
Créditos: Miguel Salvatore (fotos e visuzlizers) / Van Nobre (Styling) / Juliana Bomfim (maquiagem e cabelo)
Sobre Marina Peralta
Marina Peralta, cantora e compositora do centro oeste do Brasil, é uma das principais artistas da cena reggae brasileira. Traz em suas canções importantes dilemas cotidianos e une influências de rap, jazz e MPB ao reggae através de diferentes formatos de apresentação. Com dois álbuns lançados, além de inúmeros singles e clipes com parcerias nacionais e internacionais, a multiartista também compõe espaços de formação de opinião, destacando temas que a atravessam como mulher, mãe e artista brasileira. Com um trabalho sólido que em 2023 completa 10 anos, Marina mantém lançamentos periódicos e marca sua trajetória com posicionamentos, perspectivas atuais e muita musicalidade.
Com uma proposta mais densa e filosófica, a banda curitibana Helltern anuncia oficialmente o lançamento de seu terceiro álbum completo, intitulado de “Imago Vitae”, que estará disponível digitalmente no dia 21 de junho!
“Imago Vitae” é o sucessor de “Alighieri’s Visions”, e vem ao mundo com uma sonoridade voltada para o Doom Metal e Gótico, saindo um pouco do heavy metal tradicional abordado nos dois álbuns anteriores.
Com influências que vão de Candlemass a Rammstein, “Imago Vitae” significa “Retratos da Vida” em Latim, e aborda temas como despedida, cumplicidade, saudade, e pela primeira vez contará com uma faixa em português, intitulada de “Lágrimas”!
Todo o material foi mixado e masterizado no Funds HouseStudio por Aly Fioren, com a produção assinadas também por Aly Fioren e Maurício Heibel.
Tracklist de “Imago Vitae”: 01 – Blind Mind 02 – If You Fail in life? 03 – Bad Dreams 04 – Farewell Time 05 – 6 Minutes 06 – One More Day 07 – Sound of the Sea 08 – YOU 09 – Lack of Passion 10 – Lágrimas
SOBRE O HELLTERN
O Helltern é um projeto de heavy metal curitibano criado em 2019, cujo nome foi inspirado na palavra alemã “helltern”, que significa “iluminado”. Em sua discografia, a banda conta com o primeiro álbum ‘World Without Mercy’ lançado em 2021, e com o segundo álbum “Alighieri’s Visions” lançado em 2022!
A maior inspiração foi a banda Bathory, cujas músicas nunca foram tocadas ao vivo, sendo assim um projeto de estúdio em tempo integral e esse seria o objetivo do Helltern neste ponto.
As influências na composição das letras vêm de livros, filmes, temas atuais como comportamento, meio ambiente, e também procuram incluir em suas letras mensagens de reflexão.
Depois de se apresentar em 2022 como convidado especial do Iron Maiden durante a turnê norte-americana e embarcar na tão esperada “Worlds Collide Tour” – uma grande turnê europeia conjunta com o Evanescence, para a qual venderam quase 200.000 ingressos – 2023 será um ano ainda maior para o WITHIN TEMPTATION.
O novo single “Wireless”, lançado hoje, marca o início da contagem regressiva para o tão aguardado lançamento de seu oitavo álbum de estúdio, previsto para o final deste ano.
Uma música ardente e pesada, “Wireless” marca o início de uma nova era para a banda – uma em que eles mantêm seu DNA vivo, mas constroem ainda mais seu aclamado som com riffs poderosos, e refrões épicos. Na letra, a banda também não tem medo de abordar uma série de questões políticas e sociais importantes que existem no mundo de hoje, e esse single tem como alvo aqueles que, sedentos por guerra e tumulto, manipulam e controlam a mídia.
Sharon den Adel comenta: “”Wireless” é uma música sobre um soldado que vai para a guerra convencido de que está indo por uma boa causa. Ele é doutrinado pela mídia controlada pelo governo e acha que será recebido de volta como um salvador, mas descobre que foi usado. Isso fez com que as pessoas o vissem como um conquistador brutal, e agora ele se encontra do lado errado. Sua vida e a vida de muitos são enganadas e destruídas.”
“Wireless” deve se tornar uma das favoritas dos fãs e, com sorte, estará presente nas próximas apresentações da banda em festivais na Europa neste verão do hemisfério norte, incluindo um retorno muito aguardado ao Download Festival no Reino Unido, em 9 de junho, e ao Download Festival na Alemanha, em 23 de junho, bem como ao Hellfest na França, em 17 de junho.
Prepare-se – um novo álbum do Within Temptation está chegando… e muito mais!
Há dez anos, a banda The Dead Daisies surgiu no cenário musical com a missão de reunir alguns dos melhores músicos do mundo e, simplesmente, tocar um bom e velho Rock’N’Roll, sem enrolação! Após uma década de gravações e turnês pelo planeta, houveram alguns momentos únicos e especiais, incluindo dividir palcos com algumas das maiores bandas de rock do mundo. Para marcar esse momento atual, foi escolhida uma coleção de músicas de seis dos álbuns de estúdio anteriores da banda. O próximo lançamento do álbum “Best Of” incluirá algumas das faixas favoritas do coletivo e outras que se tornaram parte de todos os sets de turnê do Daisies. Esperamos que elas também sejam suas favoritas…
Duas faixas inéditas da última sessão de gravação também estão incluídas. O álbum estará disponível em CD duplo e vinil em 18 de agosto. Faça o pedido antecipado de sua cópia, a partir de 2 de junho, aqui!
Para comemorar uma década de rock, a banda iniciará a turnê no final de agosto com algumas datas no Canadá e nos EUA. No final de outubro, o The Daisies voltará ao Japão, seguido de datas na União Européia em novembro e dezembro.
O incomparável vocalista John Corabi retorna à formação para essa turnê. Ele se junta a seus companheiros Doug Aldrich, David Lowy e Brian Tichy, e o renomado baixista Michael Devin (do Whitesnake) se junta à banda pela primeira vez.
“Foi uma década incrível com o The Daisies! Nos apresentamos com alguns dos melhores do ramo, fizemos turnês pelo mundo todo, lançamos oito álbuns e estamos entusiasmados em mostrar o conjunto de trabalhos da última década com o lançamento e a turnê do nosso próximo álbum “Best Of”. Estou entusiasmado por receber John Corabi de volta à banda. Mal podemos esperar para voltar à estrada em 2023 e nos apresentarmos aos nossos fãs!” – David Lowy
Quando se diz “aumente o volume”, você precisa do equipamento certo para apoiá-lo. The Dead Daisies está entusiasmado por estar se equipando com a Blackstar Amplification para dar o seu melhor em 2023! Fique ligado em algumas aventuras emocionantes que estão sendo planejadas para esta parceria!
Tem sido um caminho incrível até agora, com um ENORME OBRIGADO aos fãs por seu amor e apoio! Com ainda muito mais por vir eMiles In Front Of Them, juntos eles manterão o Rock vivo!!!
Portanto, garanta sua cópia do “Best Of”, compre seus ingressos e aproveite a viagem para comemorar uma década de rock conosco!
The Dead Daisies são: John Corabi (Scream/Motley Crue) David Lowy (Red Phoenix/Mink) Doug Aldrich (Whitesnake/Dio) Brian Tichy (Ozzy Osbourne/Foreigner) Michael Devin (Whitesnake)
Hoje, dia 19 de maio, os Titãs lançam o clipe de “Papai e Mamãe”, música que compõe o álbum de inéditas “Olho Furta-cor”, disponibilizado ano passado em comemoração aos 40 anos de banda. O audiovisual já está disponível no YouTube.
Em “Papai e Mamãe”, Sérgio Britto tem um olhar cúmplice para o momento que a filha adolescente passava e que ele mesmo já vivenciou um dia: “Deixem que eu fique assim/ dançando comigo/ buscando dentro de mim/ o que eu preciso// porque eu não quero viver essa vida/ que querem que eu viva/ Não quero viver essa vida/ que ninguém acredita”.
“Fiz essa canção inspirado, em parte, na adolescência difícil pela qual passei e pela qual muitas pessoas passam. Em tempos de pandemia isso pareceu ganhar uma proporção maior ainda. Minha filha mais nova, assim como tantos outros adolescentes, caiu nesse redemoinho. O processo de crescimento é muitas vezes doloroso e solitário e por vezes deixa marcas pro resto da vida. Explosões de raiva, isolamento e, finalmente, redenção fazem parte do caminho. É bonito notar como está tudo ali no vídeo de maneira alegórica, bela e poética”, comenta Britto.
Segundo Nico Matteis, diretor e roteirista do curta, a primeira conversa foi para fazer uma radiografia dos sentimentos que a canção expressava e decidir as linhas e os caminhos estéticos que iriam seguir. O clipe traz traços que lembram o Mangá, mas com uma direção de arte muito brasileira.
Com uma paleta de cores mais colorida em momentos alegres e mais dessaturada nos momentos densos, a estética transita juntamente à inquietação da personagem principal.
“Incrível a qualidade e as leituras que essa animação propõe sobre a música. Desde a concepção à criação dos personagens e ambientes, tudo foi feito com um capricho e apuração incríveis”, finaliza Britto.
FICHA TÉCNICA CLIPE Direção e Roteiro: Nico Matteis Direção Executiva: Márcio Lemes e Rafael Rabelo Coordenação de CGi: Leo Eloi e Lucas Rodrigues Direção de Animação: João Menino Direção de VFXs: Julio Santana Sound Designer: Sergio Fouad e Vitor Motter
Grupo paulistano de heavy metal surgiu do amor pela música pesada e do talento dos seus músicos
Após o sucesso do primeiro single e lyric video, “Hurts Like Fire”, a banda paulistana Just Heroes, formada por Mr. Machine (vocal), Flavio Souza Jr. (guitarra, Skyscraper, Hell Patrol Judas Priest Tribute e ex-Engrave), Renato Mattar (guitarra), Fabio Gomes (baixo, Union Black Sabbath Tribute e Hell Patrol Judas Priest Tribute) e Marcus Castellani (bateria, Hell Patrol Judas Priest Tribute e ex-Manowar), apresenta o segundo single, “Survivor of Hate”.
Ouça “Survivor of Hate”:
“A música conta a história de um personagem, um homem que batalha para sobreviver desde o dia em que nasceu. Um homem que passou pelo caos, tragédias, decepções e aprendeu a sobreviver. Agora todo esse seu ódio será transformado em violência e justiça. Trata-se de um retrato cruel deste mundo no qual vivemos”, explica o guitarrista Flavio Souza Jr.
O Just Heroes, que surgiu do amor pela música pesada e do talento dos seus músicos, objetiva honrar o verdadeiro heavy metal. Segundo Flavio Souza Jr., entre as principais influências estão Judas Priest, Black Sabbath, AC/DC, Accept e os grandes ícones no rock clássico mundial. Atualmente, a banda está em processo de gravação de seu primeiro álbum, que conta com a produção de Felipe Colenci (The Giant Void) e tem previsão de lançamento para o final do ano.
Após iniciarem um novo projeto autoral em 2015, que pouco depois veio a ser interrompido, o vocalista e baixista Voodoo Shyne (Voodoo Shyne), o guitarrista Vinicius Sampaio (ex-Lethal Fear, Hoop Fábrica de Idéias) e o baterista Caio Teixeira (Deventter) retomaram em 2022 os ensaios, desta vez acompanhados do tecladista Hugo Bertolaccini (Deventter).
Já são três singles lançados pelo Ogre Moustache, todos com um foco minimalista e orgânico. Enquanto “Feel the Flow” reflete uma fusão do Synth Rock dos anos 1980 com o Rock dos anos 1970, “Esvai-se” é uma singela ode ao Rock Progressivo Nacional e que experimenta com as nuances do idioma Português. Já a mais recente “Hit my Heart” segue na linha de um rock shuffle com elementos de big band.
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