Grupo de rock lança primeiro single “Tattooed” em 30 de Julho
De Las Vegas para o mundo. A banda Velvet Chains foi formada na tradicional cidade americana, em 2018, por músicos experientes no circuito local. A proposta sonora do grupo aposta no Rock com andamentos contagiantes, cozinha segura e melodias de guitarra e vocal cativantes, daquelas que grudam na cabeça.
Guiada pelo que de melhor foi feito no Grunge e no Hard Rock dos anos 1990 e 2000, a sonoridade do Velvet Chains tem como referências grupos como Guns N’ Roses, Alice in Chains e Pearl Jam, entre tantos outros de estilos diferentes, cujos elementos são condensados para criar um ambiente único e característico do estilo que impactou novas gerações e mudou o jeito do jovem ouvir rock.
A música do quarteto é uma mistura de estilos e personalidades musicais consequentes do intercâmbio cultural: Jerry Quinlan (voz e guitarra) e Noelle Schertzer (bateria) são dos Estados Unidos, Laurent Cassiano (guitarra) ébrasileiro e o baixista Nils Goldschmidt líder do projeto é chileno.
O primeiro single de trabalho, “Tattooed”, tem participação especial do guitarrista Richard Fortus (Guns N’ Roses) e será lançado no dia 30 de julho em todas as plataformas digitais. A música propõe uma reflexão sobre marcas emocionais projetadas na alma durante os relacionamentos humanos e como aprendemos a lidar com a dor causada por essas relações de poder.
O grupo pretende liderar uma nova safra de bandas que vem surgindo no mercado americano e fará uma grande campanha promocional direcionada para o público latinoamericano.
Lançado em maio de 2019, o debut autointitulado da banda OVERDOSE NUCLEAR agora ganha um mini-documentário de suas gravações, realizadas em 2018 no estúdio Family Mob, em São Paulo. O título do DOC, “Dos Urros ao Mangue”, evoca também os primórdios da banda, fazendo referência à demo “Os Urros que vêm da rua!”, de 2015. Desde então o grupo trilhou um caminho próprio, incluindo influências diversas à sua sonoridade, indo do Heavy Metal clássico ao Thrash Metal com muita personalidade, expondo todas as mazelas da sociedade através de músicas cantadas em nossa língua natal. Como grupo faz questão de frisar, “o litoral norte de São Paulo não é feito somente de sol, belas praias, mata atlântica nativa e gente andando seminua, mas também feito de muita chuva, lugares esquecidos por Deus, miséria, juventude sem esperança, corrupção e abandono da população pelos governantes”.
Assista ao DOC “Dos Urros ao Mangue”:
Vindos de Ubatuba, Samuel Marques (bateria), Gustavo Albado (baixo), Marcus Goulart (guitarra) e Julio Candinho (vocal) ao mesmo tempo que relembram as gravações do debut, já trabalham em seu sucessor, com lançamento previsto para 2022, quando a banda completará 10 anos de estrada. E as mesmas palavras ditas acima sobre toda a desesperança serão retratadas neste novo álbum, como conta o vocalista Julio Candinho: “Acho que toda banda de Metal que se preze e que tenha como foco falar sobre os problemas sociais sempre terá assunto. Com a pandemia vimos o pior do ser humano, seja na própria sociedade quanto na política. As mesmas palavras que usamos para divulgar o debut podemos usar agora: Não vemos mais o futuro como algo a ser sonhado, sim algo que para ser temido, um futuro claustrofóbico como se estivéssemos presos nas teias da destruição”.
Música, que integra repertório de “Usurper of Souls” (2020), fala sobre a grave situação dos dependentes de drogas
Crédito: Dani Moreira
Além de diversas participações em festivais online e de vídeos para “Killer…in the name of God”, “Open Wounds” e da faixa-título do mais recente álbum, “Usurper of Souls”, o Faces of Death agora apresenta o de “Empty Minds”. “Esta música fala sobre os dependentes de drogas, um problema recorrente no Brasil e no mundo, pois eles entregam suas vidas nas mãos dos traficantes, que os usam até que se tornam zumbis. O dependente vira literalmente um zumbi e faz qualquer coisa para ‘mais um trago’. Para ele, não existe filho, pais, irmão, família e o único objetivo é ter a droga para satisfazer seu maldito vício”, declarou o vocalista e guitarrista Laurence Miranda. “Sei que a discussão é polêmica e a cracolândia em São Paulo data de 1994, mas quando o indivíduo chega ao crack, que literalmente é o fundo do poço, a recuperação é possível, mas muito difícil”, acrescentou.
Criado na cidade de Pindamonhangaba (SP) em 1990, o Faces of Death logo chamou a atenção com seu thrash metal. Na época, o grupo soltou duas demos, mas não chegou a gravar um registro oficial. Após quase duas décadas inativo, retomou as atividades em 2016 e passou a tirar o atraso, lançando o EP “Consummatum Est” (2017), o debut, “From Hell” (2018) e “Usurper of Souls”, que saiu em novembro de 2020. “Quando decidi voltar com a banda em 2016 sabia das dificuldades. Sabemos que não é apenas gravando um disco que você estará na ‘cena’. Para firmar o nome temos que batalhar muito e sermos extremamente profissionais. Sem profissionalismo nada vai para frente”, observou o vocalista e guitarrista.
Em “Usurper of Souls”, Laurence Miranda (vocal e guitarra), Felipe Rodrigues (guitarra), Sylvio Miranda (baixo) e Sidney Ramos (bateria) mesclam thrash e death metal. O álbum foi produzido por Friggi Mad Beats, masterizado na Absolute Master e conta com trabalho gráfico de Marcelo Vasco (The Troops of Doom, Slayer e outros).
O sucessor de “From Hell” (2018) está disponível nas plataformas de streaming e também em formato físico. “Buscamos resgatar a essência do thrash/death metal dos anos 80 e 90. Fizemos um trabalho mais direto, pesado e brutal, pois não pretendíamos misturar outros estilos em nossas músicas. A ideia era fazer com que o ouvinte sentisse a energia dos anos 80 e 90. Felizmente obtivemos êxito, pois a resposta vem sendo positiva”, comemorou Laurence Miranda. “Ultimamente, pela impossibilidade de nos apresentarmos ao vivo, participamos de eventos online, como o ‘Roadie Crew Online Fest’, que recebeu o prêmio Dynamite de Música Independente, além do ‘Metal no Vale Fest’, ‘Metal com Batata Fest’, ‘Strenght Metal Fest’, ‘Resenhando Rock’ e estaremos no ‘Setfire Metal Fest em agosto”, concluiu.
Além de referências ao metal industrial, Pedro Miranda e Guilherme Colosio trazem uma estética focada no clássico e em peças teatrais
Crédito: Vinícius Machado
O embrião do Posers surgiu em 2008, mas o guitarrista e vocalista Guilherme Colosio e o multi-instrumentista Pedro Miranda somente retomaram as atividades em 2020. “Voltamos justamente em um período em que a humanidade foi forçada a se recolher e olhar para dentro de si. Devido ao isolamento social imposto pela pandemia, tivemos uma oportunidade de resgatar coisas que nos faziam bem e bastavam por si. A música foi um desses resgates”, comenta Colosio. O primeiro fruto do retorno do Posers se dá agora com o lançamento do single e lyric video de “Razão”, composta há mais de 10 anos, mas que vem acompanhada de uma estética condizente ao contexto político atual.
Em “Razão”, que traz a participação de especial do guitarrista Fulvio Oliveira no solo, Colosio explica que sua interpretação tem ligação com o grupo alemão Rammstein. “Pedro e eu tivemos uma banda cover de Rammstein chamada Benzine, na qual eu tocava teclado e ele, a bateria. Como Till Lindemann tem um jeito de cantar mais falado, isso impactou nossa decisão. Também temos estudado uma abordagem mais teatral e visual, e a obra de Bertolt Brecht também vai um pouco nessa linha mais falada, algo também usado por nomes como o saudoso Frank Zappa e Ace Frehley, do Kiss. Porém, estou estudando outras abordagens de canto para incluir mais melodia e fazer novas experimentações”, acrescenta.
Além de referências ao metal industrial e ao gótico, especialmente Rammstein e Lacrimosa, o duo traz uma estética focada no clássico e em peças de teatro, principalmente na obra de Shakspeare. “Pedro e eu também nos interessamos por assuntos místicos, que são recorrentes e permeiam nossos trabalhos”, observa Colosio. “A música é o que movimenta a minha vida e é um privilégio me comunicar por meio dela. A arte é um espaço livre de julgamento e consequência”, acrescenta Pedro Miranda, formado em Licenciatura em Música pela UNESP e que atualmente dá aulas particulares de bateria, violão, piano, teoria musical e musicalização infantil.
Sobre o nome, Colosio explica: “Queríamos um nome para impactar e ‘poser’ seria uma provocação sobre identidade – o pai, o filho, o herói, o vilão e o trabalhador, que se engaja tanto com a função que acaba por se diluir na persona. Assim, adotamos Posers, que até gerou um estranhamento em um primeiro momento para nós, porque poderia dar a entender sermos uma banda de glam metal dos anos 1980. Porém, ao longo do tempo, fomos observando ele sob diferentes perspectivas.”
O Posers irá lançar em breve um videoclipe para o segundo single, “Lixo”. “Exploraremos, entre outras temáticas, a questão da loucura”, conclui Colosio, que também toca teclado e é graduado em Produção Musical pela Anhembi Morumbi.
Na última terça, 06/07, o canal do Youtube HEAVY CULTURE recebeu a guitarrista Prika Amaral, da banda de Thrash Metal Nervosa, iniciando a intensa programação de julho. Formada há 11 anos na cidade de São Paulo, a banda começou a se destacar em 2012, com o lançamento da demo “2012”, vindo a fazer diversos shows pelo Brasil e iniciando assim o fortalecimento de seu nome. Entre 2014 e 2018 lançaram três álbuns, sempre mantendo a formação de power trio, e com o nome cada vez mais em voga, surgiram as turnês mundiais e muito sucesso. Entretanto, devido a problemas que envolvem toda e qualquer banda, a formação do álbum “Downfall of Mankind” (2018)acabou se separando bem no início da pandemia, em abril de 2020, restando apenas Prika Amaral no line-up, enquanto as ex-integrantes Fernanda Lira (baixo/vocal) e Luana Dameto (batera) seguiram com a Crypta.
Confira o bate papo com Prika Amaral:
Entretanto, Prika, que foi a fundadora da banda, logo tratou de restaurar a banda e pouco tempo depois anunciou a entrada de Diva Satanica (vocal), Mia Wallace (baixo) e Eleni Nota (bateria), oriundas da Espanha, Itália e Grécia, respectivamente. Com este timaço a Nervosa gravou “Perpetual Chaos”, ainda em 2020, vindo a lança-lo em janeiro deste ano. Agora, após tanta espera, a banda fará os primeiros shows presenciais na Europa, onde a pandemia já está melhor controlada. No bate-papo com o HEAVY CULTURE, a guitarrista falou sobre estes shows e suas expectativas, depois de tanto tempo sem subir aos palcos, além de dar algumas pistas sobre o set list destes shows, indicando inclusive que tocarão uma música em português chamada “Exija”, que saiu como bônus track do CD na versão brasileira.
Dentre os assuntos abordados, Prika falou sobre sua entrada no mundo da música e como veio a tocar guitarra, citando a situação com os pais, pois graças a sua mãe que ela entrou no mundo do Rock, já que ela gostava (e gosta ainda) de bandas como Led Zeppelin, Deep, Purple, Yes. Embora houvesse essa influência materna, é fato que sua mãe quisesse que ela estudasse e não que tocasse Rock, fato comum na maioria das famílias. Já seu pai, que tocava viola caipira, incentivou Prika a estudar violão. Ela explica alguns dos motivos que causavam uma resistência de seus pais em ela querer entrar no mundo da música: “Ser músico no Brasil no Brasil é muito difícil, e ser músico no interior do Brasil é impossível, quase impossível, eles queriam que eu tivesse uma carreira, eles não queriam que eu desse foco totalmente nisso, eles não me proibiam nem nada, mas havia uma resistência, mas depois com o tempo eles viram que não adiantava mais e aí eles começaram a me apoiar”.
Prika também falou sobre suas experiências em cima e fora dos palcos, e não poupando elogios para suas colegas de banda, deixando bem clara a situação atual: “A gente está num amor perfeito, sabe aquela fase que você conhece uma pessoa e você não vê defeitos? Eu acho que a gente está nessa fase, eu ainda não conheci os defeitos das meninas”. Outro assunto importante abordado na live foi uma questão que sempre esteve ligada à banda, o preconceito contra mulheres no Metal, algo que ainda é muito grande, mas que na visão da guitarrista, tem melhorado com o passar do tempo: “As coisas estão melhorando bastante, eu acredito que a internet ajudou muito, porque trouxe muitas discussões, deu voz à todas as pessoas, muitas mulheres começaram a falar sobre as coisas e os homens começaram a ler e a ouvir mais, então acho que a gente está se entendendo mais”.
O HEAVY CULTURE de julho segue com a clássica banda brasileira MX dissecando o álbum “Simoniacal” na sexta, 09/07, e no dia 13/07 com o lendário Jeff Becerra, do Possessed. Em 20/07 o staffreceberá Max Cavalera, para falar principalmente sobre seu novo projeto, Go Ahead and Die, e finalizando, no da 27/07 será a vez do guitarrista Karl Sanders bater um papo sobre o Nile. Todas as lives serão realizadas às 19h.
No dia 15 de agosto (domingo), chega ao Tom Brasil para única apresentação QUEEN CELEBRATION IN CONCERT, espetáculo que celebra a carreira de uma das maiores bandas de todos os tempos.
Formado em 1970 por Brian May (guitarra e vocais), Freddie Mercury (vocais e piano), John Deacon (baixo) e Roger Taylor (bateria e vocais), o Queen uniu talento, técnica e carisma e até hoje seu estilo incomparável, letras marcantes e performances eletrizantes inspiram gerações.
Mais do que um show tributo, o QUEEN CELEBRATION IN CONCERT é uma imersão musical na obra da banda britânica. Unindo o rock e a música erudita, o espetáculo revive a trajetória do Queen apresentando momentos marcantes de turnês e shows memoráveis, como o Queen Live at Wembley Stadium, de 1986.
Com anos de pesquisa e estudos, somados a experiência de mais de 150 apresentações à frente do vitorioso projeto Queen Experience in Concert, o cantor, instrumentista, compositor e produtor musical Andre Abreu impressiona ao dar vida a Freddie Mercury.
O guitarrista Danilo Toledo – ex-integrante do Queen Experience in Concert e de We Will Rock You, espetáculo inspirado na obra do Queen – recria com competência os solos de Brian May. Completam a banda o baixista PH Mazzilli e o baterista Guib Silva. A regência é do experiente Andrei Presser, que também trabalhou em We Will Rock You.
O cenário e os figurinos recriam com perfeição a atmosfera de canções que alcançaram as paradas de sucesso, como “Love of my Life”, “We Are The Champions”, “We Will Rock You”, “Radio Gaga”, “Crazy Little Thing Called Love”, “Don’t Stop Me Now”, “Somebody to Love” e “Another One Bites the Dust”, e tornaram o Queen recordista de vendas de discos em todo o mundo.
QUEEN CELEBRATION IN CONCERT é a oportunidade para aqueles que tiveram a chance de assistir o Queen ao vivo, e as demais gerações, vivenciarem novamente a experiência única que é um show do Queen.
Viva o Queen!
SERVIÇO Datas: 15 de agosto (domingo) Horário da sessão: 19h Horário de abertura: 17h Local: Tom Brasil Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antônio – São Paulo/SP
A compra de ingressos das mesas de 02 lugares, 04 lugares ou camarotes de 06 lugares deverá ser feita por pessoas do mesmo núcleo familiar ou convívio social, conforme protocolo vigente. Informações e vendas: Vendas: https://www.eventim.com.br/ Informações e compra de ingressos:
(Horário de atendimento: segunda a sábado, das 10h às 20h e domingos e feriados, das 10h às 18h)
Em dias de espetáculo a bilheteria terá seu horário estendido em 30 minutos após o início do show, ou o quanto for necessário. (Formas de Pagamento: cartões de crédito Visa, Mastercard, Credicard, Diners);
(Formas de Pagamento: cartões de crédito Visa, Mastercard, Credicard, Diners);
Compra em ponto-de-venda: 20% do valor do ingresso
Para a compra de ingressos para estudantes, aposentados e professores estaduais, os mesmos devem comparecer pessoalmente portando documento na bilheteria respectiva ao show ou nos pontos de venda. Esclarecemos que a venda de meia-entrada é direta, pessoal e intransferível e está condicionada ao comparecimento do titular da carteira estudantil no ato da compra e no dia do espetáculo, munido de documento que comprove condição prevista em lei .
Capacidade: 845 pessoas Ar Condicionado Estacionamento: Hot Valet (com manobrista) Aceitamos dinheiro e cartões de débito e crédito (Visa, Mastercard, Credicard e Diners) Não aceitamos cheque
Apresentação acontece no dia 23 de julho, a partir das 19h, e contará com grandes personalidades como Andreas Kisser, Mingau, Mario Fabre e Lan Lanh, Dinho Ouro Preto, Samuel Rosa, Marcelo Nova, Erika Martins e Clemente são as participações especiais em jamais inusitadas.
O palco do Teatro Bradesco está mais do que pronto para receber a guitarra furiosa de Andreas Kisser (Sepultura), o baixo galopante de Mingau (Ultraje à Rigor), a bateria pesada de Mario Fabre (Titãs) e a talentosa percussionista Lan Lanh em uma verdadeira celebração especial ao mês do Rock.
A reunião inédita dessas grandes personalidades da música acontece no próximo dia 23 de julho, a partir das 19h, na live Bastidores do Rock com transmissão gratuita e exclusiva pelo YouTube do teatro.
O repertório inusitado contará também com as participações de Dinho Ouro Preto (Capital Inicial), Samuel Rosa (Skank), Marcelo Nova (Camisa de Vênus), Erika Martins (Autoramas) e Clemente (Inocentes) nos vocais.
Serão 90 minutos de muita energia, diversão e bate-papo. A apresentação e entrevista fica por conta de João Marcello Bôscoli e direção musical do próprio Mingau. Já a direção da live tem a assinatura de Otávio Juliano.
“É uma honra participar dessa celebração ao Dia do Rock, ainda mais em parceria de grandes ícones da nossa música. Nesse show em homenagem aos roqueiros brasileiros, não poderiam faltar no repertório Secos e Molhados, Rita Lee, Raul Seixas e Cazuza. Será aproximadamente uma hora e meia de muita história e rock ‘n’ roll“, declarou Mingau.
Ao longo do ano, o Teatro Bradesco pretende seguir proporcionando lives em dois formatos: “Teatro Bradesco Apresenta”, com um show musical, e “Teatro Bradesco Bastidores”, que tem como proposta levar um ambiente mais intimista e descontraído ao público, com muita música e histórias, num bate-papo conduzido pelo músico João Marcello Bôscoli e convidados. No Instagram do teatro, haverá conteúdos complementares como dicas de playlists e podcasts, além de vídeos específicos em datas comemorativas.
A programação cultural nas redes sociais do Teatro Bradesco teve início em abril de 2020 no Instagram e em agosto de 2020 no YouTube, após o fechamento do seu espaço físico durante a pandemia. A cada mês, artistas, músicos e palestrantes protagonizaram várias parcerias em formatos inéditos e inusitados no Instagram e no YouTube, como Seu Jorge, Daniel Jobim, Leandro Karnal, Maurício de Sousa e Turma da Mônica, Oswaldo Montenegro, Ana Carolina, Karen Hill e outros.
Projeto Online Frente aos desafios impostos pela crise do novo coronavírus, o teatro se reinventou e atualmente vem oferecendo programação especial e de qualidade na internet, tendo como pilar trazer sempre artistas, músicos e palestrantes, de diversos perfis e segmentos, em parcerias e formatos inéditos.
Retomada Teatro Bradesco As atividades presenciais do Teatro Bradesco atendem a todas as recomendações dos órgãos de saúde. A compra dos ingressos deve ser feita de forma exclusiva no site uhuu.com para que os protocolos de distanciamento entre os espectadores sejam respeitados.
Acessibilidade Todas as transmissões ao vivo contam com recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência. As apresentações no YouTube têm audiodescrição e Libras. Já as lives no Instagram contam com libras e comunicação com a descrição #pracegover e #pratodosverem.
Bradesco e a cultura Com centenas de projetos patrocinados anualmente, o Bradesco acredita que a cultura é um agente transformador da sociedade. Além do Teatro Bradesco, o banco apoia iniciativas que contribuem para a sustentabilidade de manifestações culturais que acontecem de norte a sul do País, reforçando o seu compromisso com a democratização da arte. São eventos regionais, feiras, exposições, centros culturais, orquestras, musicais e muitos outros. Assim como o Teatro Bradesco, muitas instituições e espaços culturais apoiados pelo banco promoveram ações para que o público possa continuar se entretendo – ainda que virtualmente – durante a pandemia da Covid-19. Recentemente, o banco lançou o Bradesco Cultura, plataforma digital que reúne conteúdo relacionado às iniciativas culturais que contam com o patrocínio da instituição. Visite em cultura.bradesco.
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Banda do vocalista Douglas Arruda estreia “Past Trough the Future (The Desert)” com participações mais do que especiais de Derek Sherinian (Sons of Apollo, ex-Dream Theater), Aquiles Priester (Edu Falaschi, Hangar), Dirk Verbeuren (Megadeth, ex-Soilwork), Milan Polak, Ron “Bumblefoot” Thal (Sons of Apollo, ex-GNR), Andria Busic (Dr. Sin) e Ivan Busic (Dr. Sin)
Douglas Arruda – Credito Bertie
A banda Lethal Fright, do vocalista brasileiro Douglas Arruda, que também assina todas as composições, acaba de lançar em todas as plataformas de streaming o álbum de estreia “Past Through the Future (The Desert)”. O trabalho foi produzido com a ajuda de Andria Busic da Busic Produções, mixado por Adair Daufembach (Project46, Hibria) e masterizado por Tony Lindgren (Sepultura, Angra, Dimmu Borgir) no Fascination Street Studios, na Suécia. A capa de “Past Through the Future (The Desert)” foi desenhada por Gustavo Sazes.
Supervisionado pelos irmãos Busic, a Lethal Fright lançou dois singles em 2019, primeiro com “Braves Gonna Roll” (com tema no jiu jitsu brasileiro) e “I Am Not Done with Your Story”. O sucesso desse esforço levou à ideia de produzir um álbum full-lenght. O trabalho ganhou corpo e conta com as participações especiais do tecladista Derek Sherinian (ex-Dream Theater), os bateristas Aquiles Priester (Edu Falaschi, Hangar, ex-Angra) e Dirk Verbeuren (Megadeth), os guitarristas Milan Polak e Ron “Bumblefoot” Thal (Sons of Apollo, ex-GNR), além dos irmãos Andria Busic e Ivan Busic que tocam em várias faixas.
O resultado foi um trabalho com letras e sonoridades diversificadas, ora remetendo ao rock progressivo, ora para o Heavy Metal clássico. Entretanto, o trabalho se mostra bastante fluido, já que a maioria das músicas são diretas e não se alongam. Há influências de Sepultura ao Van Halen, desenrolando temas surpreendentes. Além do Douglas Arruda, a Lethal Fright conta com o habilidoso guitarrista maranhense Nunes Italiano, que se juntou ao projeto no final de 2020.
“Foi bem interessante que este projeto foi todo trabalhado à distância. Deu super certo. Eu e o Ivan gostamos muito das composições, e gravamos também. Desejo boa sorte para o Douglas e Lethal Fright, o trabalho ficou muito bom”. (Andria Busic)”
Natural de Mogi das Cruzes, é atualmente radicado em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Douglas deu início a essa realização em meados dos anos 90. “A ideia de ter uma banda e produzir minha própria música desde meados dos anos 90, quando comecei a ouvir bandas de metal. O festival “Monsters of Rock”, que aconteceu em São Paulo, no Brasil, nos anos noventa teve uma grande cobertura e foi uma influência. Não pude ir ao evento, mas eu vi os vídeos daquelas grandes bandas tocando lá, achei demais. Foi aí que pensei que, de alguma forma, gostaria de fazer o mesmo”, disse o vocalista. Uma curiosidade é que a primeira apresentação da Lethal Fright foi em 2003, como banda de abertura para o Shaman.
“O nome “Lethal Fright”, foi inspirado em um livro de terror mostrado por um amigo da escola em 1996. Anos depois, morando em São Luís do Maranhão por volta de 2003, tive a chance de formar uma banda, e esse se tornou o nome. Foi por um curto período de tempo (2 anos ou mais), basicamente tocando covers. Foram várias formações até que a banda encerrou em 2005, e esse foi meu último esforço como banda … Até que em 2018 decidi trazer esse nome de volta como um projeto musical com música autoral. Eu sou quem comanda todo o processo: composição, arranjo, canto e toco, completamente. A ideia era fazer um EP e rapidamente virou um full-length. Tem sido uma experiência interessante, por isso estou muito orgulhoso e motivado com o desafio”, completou.
Mais recentemente, o guitarrista Nunes Italiano se juntou ao projeto. Ele participou da última formação da banda (em 2005), onde se apresentou algumas vezes. “Durante todos esses anos, eu fiquei imaginando se seria possível ter continuado. E eu definitivamente pensava em trabalhar com o Nunes novamente. Naquela época ele já era um dos melhores guitarristas em São Luís, Maranhão. Por acaso tivemos uma conversa no ano passado e foi muito natural chamá-lo como integrante do projeto. E rapidamente ele estava contribuindo, e regravando algumas músicas como Braves Gonna Roll e One Chance, que ficaram espetaculares!”
Tracklist de “Past Through the Future (The Desert)”:
1 – Past Through the Future (The Desert) (feat. Derek Sherinian, Aquiles Priester, Milan Polak) 2 – I Am Not Done with Your Story (feat. Derek Sherinian, Ivan Busic) 3 – Escape From the Circle of Lies (feat. Derek Sherinian, Ivan Busic, Milan Polak) 4 – Resilience (feat. Derek Sherinian, Ivan Busic) 5 – One Chance (feat. Derek Sherinian, Ivan Busic) 6 – Once a Heart (feat. Derek Sherinian, Ivan Busic, Milan Polak) 7 – Voices in the Fray (feat. Derek Sherinian, Ivan Busic, Milan Polak) 8 – Generations (feat. Derek Sherinian, Ivan Busic) 9 – Aquatic Trees (feat. Derek Sherinian, Dirk Verbeuren, Ron ‘Bumblefoot’ Thal) 10 – My Pride My Hell (feat. Derek Sherinian, Ivan Busic, Andria Busic, Ron ‘Bumblefoot’ Thal) 11 – Braves Gonna Roll (feat. Derek Sherinian, Dirk Verbeuren) 12 – Lethal Fright (feat. Derek Sherinian, Ivan Busic)
Na última terça, 29/06, o canal do Youtube HEAVY CULTURE recebeu o guitarrista Michael Stützer Hansen, da banda dinamarquesa de Thrash Metal Artillery, um dos nomes mais festejados do estilo desde seu surgimento. Formado em 1982, o grupo acumula clássicos como “Fear of Tomorrow” (1985), “Terror Squad” (1987), “By Inheritance” (1990) e o fortíssimo disco de retorno, “B.A.C.K.”, de 1999. A partir daí, a banda demorou uma década para registrar o próximo álbum, “When Death Comes”, de 2009, e desde então não tirou o pé do acelerador, e chega ao ano de 2021 com seu décimo lançamento, “X”. Stützer, que montou o Artillery ao lado de seu saudoso irmão, Morten Stützer, falecido em 2019, contou ao staff do canal as influências que os marcaram naquela época e o que os levou a formar a banda.
Questionado sobre o pioneirismo no Thrash e ser considerada a primeira banda do estilo a gravar uma demo, o músico afirmou ser verdade e já naquela época chamavam o Motörhead de “som punk”, antes mesmo de haver a denominação Thrash Metal. Polêmicas à parte quanto a datas de lançamento, é fato que o Artillery foi pioneiro, sobretudo na Europa, gravando antes mesmo de bandas como Kreator, Tankard e Destruction. O músico contou suas experiências em gravar o debut “Fear of Tomorrow” no El Sound Studio, comentando ainda que muito da sonoridade que o álbum abrange talvez seja uma característica adquirida no próprio estúdio, já que “Terror Squad”, também gravado lá, contém elementos tão únicos que acabaram deixando os álbuns com uma sonoridade própria e não obtidas novamente no futuro.
Stützer também falou sobre o momento da pandemia e a possibilidade de fazer shows em breve, com o Artillery com uma turnê já agendada para novembro em dezembro ao lado de Vio-Lence, Voïvod e Exciter, que abrangerá países como Alemanha e Suécia. Sobre shows e turnês históricas, o músico ainda relembrou o fato de serem uma das primeiras bandas a tocar na URSS em 1989 e também a turnê com o Exumer no Brasil em 2012.
Para o mês de julho o staff preparou uma agenda de peso, iniciando com a banda Nervosa em papo com a guitarrista Prika Amaral em 06/07, seguindo com o MX dissecando o álbum “Simoniacal” em 09/07, e no dia 13/07 com o lendário Jeff Becerra, do Possessed. Já em 20/07 o HEAVY CULTURE receberá Max Cavalera, para falar principalmente sobre seu novo projeto, Go Ahead and Die, e finalizando, no da 27/07 será a vez do guitarrista Karl Sanders bater um papo sobre o Nile. Todas as lives serão realizadas às 19h.
O financiamento coletivo de Felipe Andreoli para o lançamento de seu primeiro álbum solo, Resonance, superou a meta estabelecida de 55 mil reais em menos de um mês no ar. Mesmo atingindo a valor inicial, a campanha seguirá no ar até o prazo estipulado, dia 06 de agosto.
Os fãs podem continuar apoiando a campanha, tendo como retribuição diversas recompensas, que vão de cópias do álbum, camisetas e tablaturas até jogos de cordas usados pelo músico nas gravações, chamadas em vídeo e aulas presenciais. No pacote “Pack Gravação”, Felipe grava a música da sua banda. Todos os apoiadores terão acesso às últimas atualizações e cenas exclusivas de making-of do álbum.
Com uma carreira consolidada em grupos como Angra, 4Action e Kiko Loureiro, o baixista Felipe Andreoli se tornou um dos mais prestigiados músicos do mundo. Este ano, iniciou o projeto para realizar um de seus sonhos como artista: seu primeiro álbum solo, iniciando a campanha de financiamento coletivo pela plataforma Catarse:
“A liberdade artística de ser independente me deu condições de gastar o tempo que fosse necessário até que o álbum estivesse exatamente como eu idealizei. E agora está chegando a hora de mostrar Resonance a vocês e ao mundo”, declarou o músico.
Resonance
O lançamento de Resonance será a realização de um antigo sonho de Felipe Andreoli: “Depois de anos dedicados a diversos projetos, chegou o momento de me voltar totalmente a um trabalho com a minha assinatura. Resonance mostra quem é o Felipe como artista, compositor, baixista e produtor”. Primeiro álbum solo do músico, Resonance carrega em si diversos significados: “O processo de composição se iniciou em julho de 2020 e foi o segundo grande nascimento daquele ano, perdendo só pro nascimento do Léo, meu primeiro filho, em abril. Em meio a todos os desafios que a humanidade vem enfrentando na pandemia, esses dois filhos vieram à luz no mesmo ano. As músicas carregam a inspiração, emoções e sentimentos deste momento, e serão a trilha sonora do nascimento do meu segundo filho, Henrique, que chegará ao mundo pouco depois do lançamento de Resonance”, revela Felipe.
Convidados
Os primeiros convidados especiais de Resonance foram divulgados por Felipe Andreoli. O baterista australiano Virgil Donati é um dos mais conceituados do mundo, reconhecido por sua velocidade e avançadas habilidades técnicas. Têm em seu currículo trabalhos com o Planet X (ao lado de Derek Sherinian), Steve Vai, Frank Gambale, Scott Henderson, Steve Walsh, Mick Jagger, Joss Stone, entre muitos outros. Donati foi um dos sete bateristas testados pelo Dream Theater para a vaga de Mike Portnoy, em 2011, sendo um dos grandes destaques das audições.
Também da Austrália, Brett Garsed é músico e compositor, e ficou conhecido por integrar a banda de Prog metal instrumental Planet X e o grupo solo de Virgil Donati, além de trabalhar como guitarrista com John Farnham e T. J. Helmerich. Integrou o grupo americano de glam rock Nelson, com o qual gravou o grande sucesso comercial After the Rain. Foi músico da banda solo de Paul Stanley (Kiss) na turnê do aclamado Live to Win, em 2011.
O britânico Simon Phillips é outro monstro da bateria, com um extenso currículo, com bandas lendárias como o Asia, Judas Priest, Toto, The Who e artistas como Michael Schenker, Jack Bruce, Jeff Beck, Joe Satriani, Jon Anderson, Gary Moore e Steve Lukather. Ganhou diversos prêmios durante sua carreira, incluindo indicações ao Grammy.
Outro convidado especial de Resonance é Guthrie Govan, guitarrista inglês de 49 anos, que ganhou fama mundial ao integrar o Asia entre 2001 e 2006. O virtuoso instrumentista passeia por diversos estilos, como o jazz fusion, progressivo, metal, eletrônica, blues rock, funk, country, entre tantos outros. Começou carreira solo logo após sair do Asia, e em 2016, gravou um álbum com o projeto Ayreon.
Felipe Andreoli
O baixista Felipe Andreoli nasceu em São Paulo, capital, dia 7 de março de 1980, e hoje alcançou renome mundial, integrando a internacionalmente reconhecida banda Angra, além do grupo solo de Kiko Loureiro e o quarteto instrumental 4Action, entre outros projetos. Gravou inúmeros discos e realizou diversas turnês mundiais que passaram por mais de 30 países, também realizando constantemente workshops e masterclasses.
Há 17 anos consecutivos Felipe tem sido premiado como melhor baixista do Brasil em praticamente todos os veículos especializados. Atualmente desenvolve um amplo trabalho didático por meio de seus cursos online, além da atividade de produtor musical.
Banda de metal contemporâneo é formada por músicos experientes do heavy metal paulista; lançamento é via Canil Records
Crédito: Daniel Costa
Músicos experientes da música pesada nacional dão vida à Horizon Key, banda que estreia via Canil Records com o single ‘Outcast’. A música, que exalta um metal contemporâneo e reflexivo, com produção cristalina, é também o nome do EP de estreia que será divulgado faixa a faixa.
A Horizon Key surge com uma nova concepção de metal moderno, uma introspecção com agressividade e melodias que crescem e desaceleram como sentimentos inseparáveis. A sonoridade da banda também incorpora elementos de metal alternativo e metalcore.
O clipe é uma experiência à parte, que ilustra a ímpar concepção artística do Horizon Key.
O conceito do single é o manifesto do descontentamento do indivíduo consigo mesmo e com os outros que estão à sua volta. A música trata sobre o sentimento de marginalização do indivíduo, que interioriza a culpa e o pecado, ao mesmo tempo em que trava internamente uma luta por redenção, perdão e o retorno ao convívio social, isto é, um lugar na sociedade.
A produção do clipe, entre cenas da banda em ação e personagens que simulam a sensação de angústia e retomada de consciência, reforça a urgência do debate proposto em Outcast, isto é, respeitar e aceitar que cada indivíduo tem seu lugar na sociedade.
A banda é formada por Simotty (vocal), Dani Costa (guitarra), Robinho (guitarra), Rafa Gonçalves (baixo) e Lucas França (bateria), músicos que trabalham há anos no heavy metal paulista, com passagens por bandas como Hollow Head, Pariethal, Kreave, Dooelo e no álbum solo do vocalista Bruno Sutter.
Outcast foi gravada no estúdio Dalla Sound Audio, com produção de Cauê Pittorri.
No final de junho, rolou a edição online do festival Roça,’n’Roll, durante 8 dias, com apresentações de 30 bandas. O Tuatha de Danann fez apresentações nos 8 dias de festival, onde fizeram uma bela homenagem aos ingleses do Skyclad, tocando músicas dessa lendária banda em todos os dias.
Algumas foram com a participação de convidados especiais, outras, apenas os músicos do Tuatha. Além disso, foram apresentados dois vídeos inéditos de um show com o Martin Walkyer (vocalista original do Skyclad, e ex-Sabbath) no Roça’n’Rol de 2008.
Para quem quiser conferir os vídeos, veja o minuto exato de cada um, abaixo:
O Tuatha de Danann segue divulgando seu último álbum, “In Nomine Éireann”, disco que conta com 11 faixas, sendo 9 temas tradicionais irlandeses (em versões ao melhor estilo da banda) e 2 autorais.
Bruno Maia acabou de lançar o segundo álbum de seu projeto, Braia, que se chama “…E o Mundo de Cá” fazendo um contraponto ao primeiro disco da banda, “…E o Mundo de Lá”.
Faixa faz parte do segundo álbum da banda, “Kill The Bastard”, que está sendo relançado pelo selo Metal Relics
São mais de 20 anos de estrada! Várias Demos, EPs, dois álbuns e dezenas de shows e participações em festivais.
Na imprensa especializada, não apenas sobram elogios, como a alcunha de “criadores do brutal power metal”. O Brave está de volta!
Depois da épica estreia com “The Last Battle” (2012) e do celebrado aperfeiçoamento em “Kill The Bastard” (2016), o Brave lançou em fevereiro de 2020 seu mais recente álbum, “The Oracle”.
Gravado e mixado por Marcio Teochi no Teochi Studio em Itu/SP e masterizado no estúdio Absolute Master em Capivari/SP, “The Oracle” reúne oito faixas e foi indicado pelo Prêmio Dynamite 2021 na categoria “Melhor Álbum de Heavy Metal”.
Mesmo ainda priorizando a divulgação de “The Oracle”, o Brave recebeu uma proposta irrecusável do selo paulista Metal Relics para um relançamento de “Kill The Bastard” em parceria com a Raven Records.
A nova edição do segundo álbum do Brave já está disponível para pré-venda e reúne as oito faixas regulares do álbum e uma regravação de “Power In Battle” que conta com a participação mais do que especial de Steve Grimmett, vocalista da lendária banda da NWOBHM, o Grim Reaper.
O Brave, inclusive, filmou um videoclipe com essa nova versão de “Power In Battle” e com a participação de Steve Grimmett. O vídeo estreou na edição de Junho de 2021 do “Roadie Crew – Online Festival” e agora já está disponível no canal oficial do Brave no Youtube: https://youtu.be/Rrj1jrgFEtw
O Adulfe lançou recentemente o seu EP de estreia, o ótimo “Decadência”. Para fazer a divulgação do trabalho, seus músicos estão apresentando através de vídeos nas redes sociais, os conceitos líricos das canções presentes no álbum. A ideia é que cada membro da banda fale de uma música em específico, com a qual tenha uma identificação. Sendo assim, o vocalista Rodrigo Garcia revelou, em vídeos que foram disponibilizados nas redes sociais da banda, o conceito presente na música “Esperança”. Confira nos links abaixo:
O Nyx Metal Project segue trabalhando na tarefa de prestar homenagem às bandas que fizeram parte da carreira musical de seu baixista e vocalista, Nilson Oliveira(Nyx), e anunciou para essa sexta-feira, dia 25, o lançamento de mais um single inédito. Mais uma vez, a banda homenageada será a goiana Asgard, através da faixa “Fight For Your Life”. Originalmente a música foi composta por Luciano, Paulo e Adriano Rodarte, como um tema instrumental, mas recebeu uma letra por parte de Nílson, abordando o tema depressão.
Anteriormente a banda já havia gravado duas outras músicas da Asgard, “Masters of the Rays” e “Fast As A Flash”, que podem ser ouvidas nas plataformas digitais de música. Você pode conferir elas, e outros lançamentos do Nyx Metal Project através do link abaixo.
Essa versão, como sempre, teve seu baixo e vocal gravados por Nílson no UniversoX Studios de Brasília (DF). As guitarras foram gravadas por Luiz Amadeus e a bateria por Niko Teixeira, ambos do Audiolab Extreme Studios de Taubaté (SP) e da banda Tormentor Bestial. A mixagem e masterização foi realizada por ArthurD no UniversoX Studios (DF).
Para saber das novidades do Nyx Metal Project, acompanhe a banda em suas redes sociais.
A lendária banda Chakal (Thrash Metal), formada em 1986 na tradicional e aquecida cena Heavy Metal de Belo Horizonte, acaba de disponibilizar um novo videoclipe em seu canal no YouTube da música inédita “Blood To Survive”.
A música inédita “Blood To Survive”, que é uma prévia do álbum novo que a banda vem preparando para lançar futuramente, foi a faixa escolhida e André Cabelo (Guitarrista e vocalista) falou alguns detalhes sobre “Blood To Survive”:”Esse faixa foi escrita com o pensamento de exploração que existe por parte das classes dominantes, tipo grandes empresas, estruturas governamentais, que sugam o sangue da grande maioria sem que esta se quer perceba e mais que isso, muitas vezes, estes “sugados” acabam por desenvolver uma relação de admiração pelo dominador, como vem acontecendo com nossa sociedade em relação aos políticos.
O cenário do rock brasileiro acaba de ganhar mais uma banda formada somente por mulheres, a MALVADA.
Criado em março de 2020, no início da pandemia no Brasil, o grupo tem na sua formação integrantes com presença frequente nos palcos da noite paulistana: a vocalista Angel Sberse – que ganhou notoriedade nacional quando participou da edição de 2020 do The Voice Brasil da Rede Globo -, a guitarrista Bruna Tsuruda, a baixista Ma Langer e a baterista Juliana Salgado.
O primeiro álbum da MALVADA será lançado pela Shinigami Records com previsão para o início do segundo semestre deste ano e a banda promete fazer um rock’n’roll com muita personalidade e apostando em letras inteligentes em português.
Em breve, mais informações.
A Malvada lançou no mês passado o single de “Cada Escolha uma Renúncia”. A música foi gravada ano passado no Studio Pub e foi produzida por Tiago Claro (Seventh Seal) e Nobru Bueno (Instinto).
Escrita por Martin Popoff, famoso jornalista canadense especializado em música pesada, a biografia revela detalhes dos primeiros dez anos do Saxon
Com pré-venda iniciada pela editora Estética Torta, a biografia “Denim And Leather – Os 10 primeiros anos do Saxon”, que conta em detalhes os dez primeiros álbuns da lendária banda inglesa e pioneira da New Wave of British Heavy Metal, movimento musical que começou na segunda metade da década de 70 e catapultou grupos como Iron Maiden, Venom, Def Leppard, Diamond Head, entre outros, será lançada no Brasil no dia 30 de setembro com capa dura e acabamento de luxo.
Em “Denim And Leather – Os 10 primeiros anos do Saxon”, os fãs do Saxon terão a oportunidade de ler em detalhes o que Biff Byford (vocal), Graham Oliver (guitarra), Paul Quinn (guitarra), Steve Dawson (baixo) e Pete Gill (bateria), criaram e desenvolveram nos dez primeiros anos. A obra foca a prodigiosa primeira década de produção do Saxon. Os álbuns “Saxon”, “Wheels of Steel”, “Strong Arm of the Law”, “Denim and Leather”, “Power & the Glory”, “Crusader”, “Innocence Is No Excuse”, “Rock the Nations” e “Destiny” têm capítulos autônomos, em que Popoff desconstrói cada música em ambos os lados do vinil original, sem esquecer as faixas bônus e os lados B, bem como o material ao vivo, incluindo “The Eagle Has Landed”.
Após o Saxon completar mais de 40 anos de estrada, um dos marcos na carreira da banda, a editora resolveu celebrar sua história neste livro com muita reverência e muitas canecas de cerveja sendo brindadas pelos headbangers vestidos em jeans e couro.
São mais de 350 páginas do mais puro Heavy Metal com muito conteúdo específico sobre os álbuns, entrevistas inéditas, todos os fatos curiosos da banda e dados inéditos sobre os álbuns que compreenderam os dez primeiros anos do Saxon. O livro está em pré-venda no site da editora com 10% de desconto, com opções de combos com descontos maiores.
Sobre Martin Popoff Martin escreveu mais de 100 livros, incluindo biografias do Rush, Motörhead, Iron Maiden, Whitesnake etc. Ele também trabalhou em vários projetos para a Banger Films, incluindo o premiado documentário “Beyond the Lighted Stage”. Popoff publicou mais resenhas de álbuns em livros (aproximadamente 7.900) do que qualquer pessoa na história.
Obra traz dicas simples para alavancar a carreira nas artes com profissionalismo
O guitarrista Kiko Loureiro é um dos maiores exemplos de união entre música e conhecimento do show business. O artista, que marcou época ao lado do Angra e hoje é integrante do gigante do thrash metal americano, o Megadeth, se aprofundou não apenas nas habilidades técnicas de seu instrumento, mas também em todo o mercado empresarial que cerca sua profissão.
Sua ampla visão do negócio o qual está inserido será compartilhada no livro Negócios para Criativos, onde explica que sempre haverá desafios no caminho e que cada um deve finalmente correr atrás daquilo que mais ama, tornando o trabalho uma carreira criativa e de sucesso. Kiko Loureiro aplicou isto na música, porém, o livro abrange outras áreas do universo artístico, estimulando quem almeja trabalhar com o que realmente gosta: “Todo criativo deve ser um apaixonado pelo ato de criar, sem julgamento e sem medo de descartar as próprias ideias”, explica o guitarrista.
O livro está disponível para aquisição, na pré-venda, por R$ 57, com custos de postagem já inclusos. A aquisição antecipada prevê como bonificação o curso “Caminhos para monetizar sua carreira artística”. Para compras em quantidades, a partir de 10 cópias, será disponibilizada uma sessão de mentoria online, em grupo, com Kiko Loureiro.
A obra estimula a busca dos objetivos, explica de maneira clara as nuances da indústria artística e conduz a arte ao profissionalismo com resultados, alcançando e conquistando seu público. Em Negócios para Criativos, o autor disponibiliza um verdadeiro passo a passo para transformar, por meio de dicas simples, as ideias mais malucas em atividades rentáveis e abraçar a coragem de viver do que você mais gosta de fazer.
Kiko Loureiro O amor pela música surgiu cedo na vida de Kiko Loureiro. Aos 11 anos, iniciou os estudos de violão, mas só descobriu sua verdadeira vocação depois entrar no mundo do rock e suas vertentes, além do jazz e do fusion. Ao longo de uma carreira de sucesso integrou a banda brasileira Angra, premiada e reconhecida mundialmente. Lançou carreira solo em 2005, e em foi eleito o melhor guitarrista do mundo pela revista Burrn! em 2006. Desde 2015, é integrante do grupo americano de thrash metal Megadeth, com o qual gravou o álbum Dystopia (2016) e cujo single homônimo recebeu um Grammy. Em 2017, Kiko se tornou o primeiro músico brasileiro de rock e heavy metal a receber um Grammy pela The Recording Academy.
Sua trajetória artística impressionante é a verdadeira prova de que criativos podem transformar a arte em um negócio de sucesso: além da música, dedica-se ao ensino de music business, marketing musical e desenvolvimento de carreira, palestrando para artistas e corporações, e realizando cursos presenciais e on-line. O multi-instrumentista e escritor Kiko Loureiro também busca utilizar conceitos empreendedores e de inovação para alavancar ainda mais sua carreira e suas criações.
O Guitarrista Marcão Werneck ( @marcaowerneck ) disponibilizou o primeiro Guitar Playthrough do EP “20 Years”. Confira agora o Guitar Playthrough da faixa “Rotting is Little For U”:https://youtu.be/Et3lgAQk0II
Marcão Werneck (guitarrista) falou sobre a faixa “Rotting…”:“A Rotting surgiu da necessidade de ter uma música moderna, tanto no estilo musical, quanto na letra e que fizesse uma ligação entre as músicas antigas e as novas. Enquanto eu estava compondo, eu pensava na agressividade e peso da fase antiga do Sabbatariam e na complexidade e harmonia das músicas da fase nova. Em relação a letra eu e Walter “Big Head” (vocal) resolvemos trazer algo que combinasse com a música, algo da atualidade e que encaixasse bem.”
O Sabbatariam lançou recentemente o EP “20 Years” em todas as plataformas de Streaming e em seu canal no YouTube. A banda oriunda de Ouro Branco/MG vem fazendo ações de comemoração de 20 anos.
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