A cantora e compositora paulista LIVY lançou nesta terça-feira (13) o single “Ameaça”. A faixa é a primeira do álbum de estreia “It was never dead, just resting”, previsto para 2023.
Pautado pelo renascimento, o disco apresenta também algumas canções compostas no início da carreira de LIVY, o que ela considera o “lado B” do álbum. Curiosamente, é uma dessas faixas, “Ameaça”, a escolhida como primeiro single. “Escolhi essa música porque ela representa minha raiz, de onde eu vim, e as nossas raízes dizem bastante sobre a gente. Honre-as sempre que possível. Isso nunca vai fazer com que você erre a direção. Honre mesmo aquela versão ‘rascunho’ que fez você chegar até aqui. ‘Ameaça’ é sinônimo da artista em formação, buscando identidade e se colocando no mundo. Acho que é uma boa forma de recomeçar”, explica.
LIVY também recorda que na época em que compôs a faixa, ouvia bastante hard rock como Halestorm e The Pretty Reckless, o que justificaria a pegada mais roqueira da música. “Pode ter um elemento ou outro dessa combinação”. Já a letra, segundo ela, aborda a dualidade, o maniqueísmo, a ameaça em algo inevitavelmente sedutor. “A música fala também em estados de exceção, totalitarismo. O verso ‘dizem que ninguém escapa desse charme de sempre, dessa velha ameaça’ não parece atual num contexto de democracia tão recente quanto a nossa? Esse flerte com a ausência do Estado de Direito não tem nada de novo e continua se alastrando nos dias atuais, travestido de nacionalismo”, revela.
Em julho deste ano, numa retomada de carreira, LIVY lançou “Baby, é o Fim do Mundo” em videoclipe. A ótima repercussão, deu o gás que a artista precisava para trabalhar no novo álbum, e “Ameaça” é o início do que está por vir em 2023.
Ouça “Ameaça” nas principais plataformas digitais: https://ffm.to/x8bdy9p.OPR
Segundo disco de estúdio traz tradicionais melodias contagiantes típicas de bandas como Journey e Dokken, mas sem abrir mão de traços de progressivo, que contribuem para originalidade singular do novo trabalho
A banda paranaense Landfall, forte expoente do hard rock moderno e contratada da gravadora internacional FrontiersMusic, lançou nessa sexta-feira, 9 de dezembro, “Elevate“, seu segundo álbum de estúdio.
Ouça o novo álbum “Elevate” aqui: https://spoti.fi/3BxC7Zk
O show de lançamento do novo álbum “Elevate” vai acontecer no Bar Crossroads, em Curitiba, na sexta-feira, 16 de dezembro e os fãs poderão ouvir toda potência dos novos hits, como “Heroes Are Forever” e “Two Strangers”.
“Elevate” reflete o momento atual da Landfall, que se encontra em plena ascensão tanto no quesito criatividade quanto produção. Nos primeiros singles já era possível identificar o modo particular da banda de revisitar sonoridades típicas de bandas como Dokken e Journey, mas imprimindo personalidade própria com um toque de progressivo.
O baterista FelipeSouzza comemorou o lançamento de “Elevate“, que considerou como uma espécie de “Landfall 2.0”.
“Desde o começo já tínhamos plena ideia de como o disco deveria soar – isso fez total diferença no final. O álbum é como uma Landfall versão 2.0, com melodias cativantes do melodic rock e AOR junto com um temperinho prog, que traz essa abordagem mais moderna”, refletiu FelipeSouzza.
Já o vocalista GuiOliver explicou que um dos grandes diferenciais de “Elevate” é que dessa vez grande parte da composição aconteceu durante jams sessions, o que trouxe aspectos mais orgânicos para a sonoridade.
“As letras também estão mais maduras, acredito que isso seja um processo natural de evolução da banda. Estamos muito felizes com o som que atingimos e espero que os fãs curtam muito”, afirmou Gui Oliver.
A ideia de marcar o show especial de lançamento do novo álbum “Elevate” uma semana após a estreia mundial já deixou os fãs na expectativa para ouvir tanto os hits do novo álbum quanto os clássicos do disco de estreia “The Turning Point“.
“Esse show vai ser uma pancada atrás da outra! Queremos mostrar a melhor versão do Landfall para o Brasil e para o mundo“, resumiu o baixista ThiagoForbeci. Já o guitarrista MarceloGelbcke disse que a apresentação será algo totalmente inédito na história da banda.
“O show é o melhor dos dois discos e será muito intenso! Preparamos um setlist totalmente diferente do que nós apresentamos este ano até então e estamos muito empolgados em poder apresentar ao vivo esse material que é tão fresco tanto para os fãs quanto para nós!”, explicou.
CONFIRA ABAIXO O TRACKLIST DE “ELEVATE”:
1. Never Surrender 2. Two Strangers 3. Waterfall 4. Rescue Me 5. Heroes Are Forever 6. Elevate 7. Feels Like Summer 8. H.O.P.E. 9. Shadows of Love 10. The Wind 11. Chance to Destiny
Show de lançamento do novo álbum “Elevate”
Data: 16 de dezembro (sexta-feira) Horário: 20h Entrada: R$ 15 Endereço: Bar Crossroads, Avenida Iguaçu, 2310
Prestes a completar 12 anos de carreira, o Warshipper vive seu melhor momento. Lançado em Agosto de 2020, “Barren…”, terceiro e mais recente álbum do Warshipper, é uma obra da arte grotesca com traços de genialidade. São aqueles raros momentos onde um artista parece planar sob um tempo futuro, dando início a novas vanguardas. Tal definição é sustentada pela excelente repercussão que o disco obteve na imprensa especializada. Na votação segundo os redatores da Roadie Crew, “Barren…” foi citado entre os “Melhores de 2020” por cinco diferentes colaboradores. Já na votação segundo os leitores da revista, o Warshipper apareceu em três categorias: “Melhor Vocalista Nacional”, “Melhor Baterista Nacional” e “Melhor Baixista Nacional”. “Barren…” também apareceu em outras listas de “Melhores do Ano” como no blog Combate Rock do UOL, Metal Mind Reflections, Rock Master, Rock Breja, Resenhando, Goblin TV, Mundo Metal, etc.
Recentemente os fãs do Warshipper também puderam revisitar o passado da banda, mais especificamente os dois primeiros álbuns, “Worshippers of Doom” de 2015 e “Black Sun” de 2018, que foram reunidos em um luxuoso CD duplo digipack lançado pela icônica gravadora Heavy Metal Rock com o título “Past Essentials”.
Passado revisitado, o Warshipper agora prepara-se para o lançamento de seu quarto e novo álbum que vai se chamar “Essential Morphine”. Previsto para ser lançado pela Heavy Metal Rock no início de 2023, três singles desse álbum já foram disponibilizados: a experimental “Morphine”, a versão do Warshipper para “The Twin Of Icon” do Bywar -, antiga banda do guitarrista/vocalista Renan Roveran – e mais recentemente “The Night Of The Unholy Archangel”, versão para o clássico do Zoltar, antiga banda do baixista/vocalista Rodolfo Nekathor.
Mas antes do novo disco e para fechar o produtivo ano de 2022, o Warshipper apresenta seu novo projeto: “Oficinas Musicais”.
“Warshipper – Oficinas Musicais” é um projeto viabilizado através do “Edital de Acesso – Concurso nº 01/2021” do Fundo Municipal de Cultura pela Secretaria de Cultura de Votorantim e reúne quatro diferentes oficinas musicais em vídeo: vocal, guitarra, baixo e bateria.
Cada oficina é baseada nas experiências reais e bem-sucedidas vividas com a banda Warshipper ao longo de mais de 10 anos de carreira e ministradas pelos próprios integrantes do grupo. As quatro oficinas compreendem atividades de aspecto teórico com demonstrações práticas por parte dos arte-educadores que utilizam seus próprios instrumentos. Muito mais do que simples demonstrações de técnicas, as oficinas vão além em questões fundamentais para a manutenção de uma carreira na música, abordando, ainda, todo o aspecto criativo e de produção do Warshipper, desde o surgimento das composições, gravações até os shows e turnês.
“Warshipper – Oficinas Musicais” é um projeto gratuito, aberto a toda população, e está disponível no canal da banda no Youtube. Para assistir, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=KtTIH_zYmu0
O Warshipper é formado por Renan Roveran (vocal/guitarra), Rodolfo Nekathor (baixo), Rafael Oliveira (guitarra), Theo Queiroz (guitarra/bateria) e Roger Costa (bateria).
Khorium se prepara para o lançamento do “A Plenos Pulmões“, que deverá inclusive prorrogar o lançamento do mesmo devido a novas participações de peso à confirmar.
O novo disco que promete ser o mais ácido e corrosivo da banda, deve chegar lotada de boas participações e não só dentro do cenário do Rock/Metal, mostrando a intensidade musical de tudo o que envolve o Khorium.
Pensando ao longo prazo, o Khorium encontrou na ‘Restless Booking Agency‘ um parceiro para alavancar apresentações do grupo ao longo do país para divulgação do vindouro trabalho. A Restless trabalha com bandas com Crypta, Project46, Desalmado, Surra, Válvera, Claustrofobia e entre tantas outras bandas do cenário, e agora tem em suas mãos o Khorium.
Novidades futuramente sobre as novas participações e um anuncio da nova data de lançamento do trabalho, enquanto isso você pode desfrutar de ‘Punhos Erguidos’ com participação de Tatto Paschoal no ‘Ao Vivo Estúdio Showlivre 2022’, confira: https://www.youtube.com/watch?v=qxxNrSrkxWU
Agressivo novo EP “Brasil é o Crime” foi lançado nas plataformas digitais contendo faixa-título inédita e três covers. Banda anuncia première de lyric video no canal internacional Hardcore Worldwide e define título do novo álbum como “Agora é a sua Vez”!
A banda TOSCO, vinda da baixada santista, cuja sonoridade agressiva é um híbrido e furioso crossover de Thrash Metal com Hardcore, acaba de lançar em todas plataformas digitais seu mais novo EP intitulado “Brasil é o Crime”.
Esse lançamento traz, além da brutal e totalmente inédita faixa-título, mais três violentos covers nunca antes lançados digitalmente, mas encontrados como faixas “escondidas” nas versões físicas dos álbuns “Revanche” (2018) e “Sem Concessões” (2020) e, também, a participação da banda no “Blood Painted Blood: A Brazilian Tribute to Slayer”, tributo brasileiro a esse grande nome do Thrash Metal mundial lançado pela gravadora inglesa Secret Service Records, em 2021.
“Brasil é o Crime” (04:05) “Independent” (Sacred Reich) (03:54) “Piece By Piece” (Slayer) (02:17) “United Forces” (S.O.D) (01:51)
A outra novidade é a entrada do baixista Carlos Diaz (ex-Vulcano, ex-Chemical Disaster, ex-Hierarchical Punishment), que já gravou a faixa “Brasil é o Crime”, no lugar de Ivan Pellicciotti, que atuará daqui para frente somente como produtor devido logística, já que agora o músico e produtor reside em Curitiba/PR.
“Brasil é o Crime” foi gravada no estúdio Play Rec, em Santos/SP, por Fernando Bassetto, estúdio onde vários álbuns importantes e premiados da música brasileira foram gravados, e produzida, mixada e masterizada por Ivan Pellicciotti, no estúdio O Beco, em Curitiba/PR.
“Essa nova música é um manifesto por todos nós, cidadãos brasileiros de bem, que infelizmente convivemos diariamente com o crime em todos os sentidos e em todas suas faces cruéis”, comenta Osvaldo Fernandez.
“Foi a primeira música que fizemos para o terceiro álbum, antes da pandemia, e ela é muito influenciada pelo Black Sabbath e Slayer. Queríamos criar uma atmosfera pesada para que o Osvaldo pudesse encaixar a letra também bem forte”, finalizou Ricardo Lima.
Em janeiro de 2023, a banda seguirá os mesmos passos que a gravação de “Brasil é o Crime”, e voltará ao estúdio Play Rec, em Santos/SP, partindo depois para a produção no O Beco, em Curitiba, tendo como previsão de lançamento do novo álbum, já com título definido como “Agora é a sua Vez”, para o primeiro semestre.
Para quem acompanha a carreira do grupo desde seu início sabe que, nesse novo álbum, teremos um material ainda mais violento e agressivo, com letras transbordando revolta e peso cavalar para continuar amedrontando os fracos e abastecendo a alegria dos fãs do puro caos em forma de música!
No dia 15 de dezembro, através do canal internacional do Hardcore Worldwide, teremos o lançamento exclusivo do lyric video para “Brasil é o Crime”, criado pelo designer e músico Wanderley Perna (Genocídio).
O TOSCO é formado atualmente por Osvaldo Fernandez (vocal), Ricardo Lima (guitarra), Carlos Diaz (baixo) e Paulo Mariz (bateria).
Discografia:
“Revanche” (Álbum/2018) “Sem Concessões” (Álbum/2020) “Brazil Painted Blood: The Brazilian Tribute To Slayer” (Compilação/2021) “Revanche (Remix)” (Álbum/2022) “O Brasil é o Crime” (EP/2022)
Novo single da banda mineira de hard rock está disponível em todas as plataformas de streaming
A banda mineira de hard rock Electric Gypsy, formada por Guzz Collins (vocal), Nolas (guitarra), Pete (baixo) e Robert Zimmerman (bateria), apresenta o novo single, “Sleepless Nights”. O material, que está disponível em todas as plataformas de streaming, foi gravado junto com as demais músicas do repertório do debut, “Electric Gypsy”, que teve lançamento físico através da Animal Records. A produção ficou a cargo de Cris Simões, também responsável pela mixagem, e Augusto Nogueira no Pacific Studios, em Belo Horizonte (MG). Já a masterização foi feita por Icy Sasaki.
“A música é carregada de referências do hard rock das décadas de 70 e 80, desde aos arranjos até a temática da letra, seguindo o direcionamento do primeiro álbum. Apesar de um instrumental com muita energia e de andamento animado, a letra segue uma linha mais séria e introspectiva, falando sobre pesadelos e insônia, retratada pela constante batalha interna com nossas ansiedades, questionamentos e dúvidas. Além disso, há inspiração em ficções e alguns filmes de terror, como ‘Halloween – A Noite do Terror’ (1978) e ‘A Hora do Pesadelo’ (1984)“, detalhou o vocalista Guzz.
Turnê pelo Brasil O lançamento de “Sleepless Nights” marca o fechamento de um ciclo, mas sinaliza uma nova etapa importante para o Electric Gypsy, que tem a oportunidade de conquistar novos fãs por todo o Brasil com o anúncio da “Gypsy Road Tour”, que terá início em janeiro. São 30 datas confirmadas em todo o país acompanhando Paul Di’Anno (ex-Iron Maiden) e Noturnall. “A oportunidade de excursionar por todo o Brasil com dois gigantes do rock e metal internacional, tocando as nossas músicas para um novo público praticamente todos os dias é a realização do primeiro de muitos sonhos da banda“, declarou Nolas. “A turnê não é a única novidade que vamos trazer para 2023, já temos novos trabalhos em andamento junto com Thiago Bianchi, produtor musical no Estúdio Fusão e vocalista da banda Noturnall, na qual vamos dividir o palco durante a turnê“, concluiu o guitarrista.
O empresário do Angra, Paulo Baron postou neste sábado (10/12) uma foto onde comenta sobre o próximo álbum do grupo estar sendo finalizado pelo produtor americano Dennis Ward, e as fotos que foram feitas pelo conhecido fotógrafo artístico Marcos Hermes.
O post diz: “O novo álbum do Angra está praticamente feito! Está sendo produzido por Dennis Ward, as fotografias foram feitas na quinta-feira, com o grande fotógrafo Marcos Hermes, que já fotografou e fez capas de grandes artistas como Milton Nascimento, Elza Soares, Ney Matogrosso, entre muitos outros.
Agora falta a capa que já estamos idealizando. É uma emoção estar construindo tudo isso. Parabéns e se preparem para uma coisa fantástica“, finaliza.
Natural da cidade de São Paulo, a Toth é uma banda que alia o peso do metal às novas tendências e subgêneros, sempre abordando assuntos contemporâneos com uma intensa reflexão e uma linguagem instrumental bem elaborada, riffs marcantes e solos de guitarra com influências de Metallica, propondo um som encorpado e emocional. Pensando justamente neste lado emocional eles lançam em 09/12 o single e lyric video de “Fallen Enemy”, que contou com a participação de Mi Vieira do Glória.
Murilo Toth, idealizador da banda conta um pouco sobre a faixa: “Essa música é a música de estréia tanto do Matheus quanto do Caio, é o primeiro lançamento inedito com eles. Primeira musica que o Caio criou as linhas de batera dele com as linhas vocais do Matheus. Pode-se dizer que é a primeira música com a nova formação da Toth, e a “Fallen Enemy” é uma música que fala de burnout, sobre o stress especialmente nesses anos de pandemia. A luta interna, o cansaço, o esgotamento, e ela usa metáforas de guerra. Quisemos passar essa idéia de guerra porque você está guerreando com esses pensamentos, com a luta diária pra você conseguir levar seu dia mesmo estando super cansado, então dá margem para várias interpretações. Pode ser a gente mesmo, pode ser alguém que esteja esgotando a gente. O legal dessa música é que contamos com a participação especial do Mi Vieira do Glória“, finaliza Murilo.
Musica / Single: Fallen Enemy Composição: Murilo Toth e Matheus Oceans Letra: Murilo Toth e Matheus Oceans Mix e Master: Paulo Albino Produção: Toth e Paulo Albino Arranjos Adicionais: Marcelo Santanna (AquaHertz) Fotos: Alec Braga Lyric Video: Arthur Oceans Distribuição: GL Music Produções Imprensa: Isabele Miranda
Disco lançado pela gravadora Frontiers Music traz influências de bandas clássicas do estilo, mas consegue também imprimir personalidade própria, que coloca os brasileiros na vanguarda da veia melódica do hard internacional
A banda Tarmat, nova expoente do hard/AOR brasileiro no exterior, lançou o aguardado álbum de estreia “Out of the Blue“, pela gravadora internacional Frontiers Music. O registro traz hits como “Backbone Feeling” e “Rosetta Stone”, que também colocam em evidência a veia progressiva do grupo natural de Niterói (RJ).
O novo álbum “Out of the Blue” é resultado de mais de 15 anos de amizade entre os integrantes – que já tocaram em diversos projetos de cover. Além disso, Eduardo Marcolino (guitarrista) e Gabriel Aquino (tecladista) também integram a banda de rock progressivo Anxtron.
De acordo com Eduardo Marcolino, “Out of the Blue” é a coroação do trabalho duro necessário para fazer acontecer esse que já pode ser considerado um álbum da vanguarda do hard/AOR internacional.
“Estamos muito animados para o lançamento oficial do nosso álbum ‘Out of the Blue’. Foi um trabalho feito com muito carinho e muito cuidado em todos os detalhes, desde o processo de composição e arranjo até a fase de gravação e mixagem. Ficamos muito orgulhosos do resultado final. Agora espero que o álbum chegue a todos os fãs de AOR no mundo!”, ressalta Marcolino.
O tracklist de “Out of the Blue” apresenta uma linguagem bastante original, mas não deixa de agradar fãs de clássicos do hard rock melódico, como Journey, Boston, Europe, Simply Red, Van Halen, Toto e Queen. Para o vocalista Alexandre Daumerie, “Out of the Blue” conseguiu comunicar a essência da Tarmat e promete mostrar uma banda madura mesmo no álbum de estreia.
“Tenho certeza que derramamos nossa essência nesse trabalho, que é a realização de um sonho. Desejamos do fundo do coração que o máximo possível de pessoas verdadeiramente ouça nosso disco da mesma forma que o compusemos. Ou seja, com a alma“, comemorou Daumerie.
No decorrer de 28 músicas, espalhadas em dois CDs, Evolução Volume I – lançado em 2019 – e Evolução Volume II, previsto para o primeiro semestre de 2023, a Plebe Rude canta a história da humanidade, desde que o homem vira um bípede, até seu esgotamento final no planeta Terra. O projeto audacioso da banda foi concebido como um musical, que deve ser realizado por Jarbas Homem de Mello.
Nesta sexta-feira (9), a Plebe Rude lançou mais um single do álbum Evolução Volume II, com um lyric vídeo assinado por Fernando Dalvi. A faixa “Vitória”, conta com a participação da vocalista e guitarrista da banda The Mönic, Dani Buarque, nos vocais. “Quando convidamos o Jarbas Homem de Mello para dirigir o espetáculo, ele pediu mais luz, que mostrássemos as conquistas positivas do Homem. E ele tinha razão, o espetáculo até então era mais sombrio. A visão feminina no espetáculo, tanto a Dani como a Ana Carolina Floriano, dão uma densidade a narrativa e ‘quem domina a narrativa é quem o mundo mudou'”, revela o vocalista Philippe Seabra.
O baixista André X, diz que a Plebe Rude tem em seu DNA uma visão crítica da história, mas que consegue enxergar neste olhar mais sombrio da evolução do homem, alguns momentos positivos. “O ser humano é capaz de coisas boas e que proporcionam o bem-estar de todos. No volume I, temos a música ‘Belo Dia em Florença’, com as maravilhas do Renascimento, movimento de ordem artística, cultural e científica que se deflagrou na passagem da Idade Média para a Moderna, nos tirando das trevas. No Volume II, esse papel cabe à música ‘Vitória’, pontuando esses progressos para a humanidade. É uma celebração da capacidade humana de criar o bem”, diz o músico, que comenta ainda a participação de Dani Buarque na faixa: “Ficou sensacional! Ela entregou a música com sentimento e energia”.
A vocalista e guitarrista da The Mönic também se diz feliz com o resultado. “Esse lance de colocar um pouquinho do seu trabalho em outro universo é uma sensação boa demais. Nesse caso foi incrível porque além dos caras da Plebe serem artistas que sou muito fã, o som bateu no meu coração desde a primeira vez que ouvi. Um privilégio muito grande ter colaborado no som de um disco com uma história tão profunda em uma faixa que celebra e relembra todas as etapas vitoriosas que nos levaram à conquista da nossa democracia, que ainda hoje precisa ser cuidada com olhos atentos a todo instante”.
Dani Buarque / Foto: Anne Godoneo
Há mais de cinco anos trabalhando em Evolução, a Plebe Rude promete fechar com “tampo de ouro” o projeto. “Queremos que seja divulgado, que as pessoas ouçam, e que sintam que ainda há esperança para nossa espécie. A Plebe virá com tudo em 2023”, promete André X. “Numa era de EPS e singles, só mesmo a Plebe para aparecer com um álbum duplo com 28 músicas inéditas”, completa Philippe Seabra.
* Curiosidade do lyric video: Em uma das frases da letra – ‘Da academia, a lucidez’ –aparece uma foto do bisavô português de Philippe Seabra, considerado uma entidade em seu país de origem, com direito a uma estátua em Lisboa em sua homenagem. Ricardo de Almeida Jorge (1858 – 1939) foi um médico, investigador, higienista, professor de Medicina, escritor e introdutor em Portugal das modernas técnicas e conceitos de saúde pública com importante influência política. Em 1927 foi responsável pela proibição de 50 anos da Coca-Cola em Portugal, citando na sua defesa a campanha publicitária encomenda ao seu colega Fernando Pessoa, “Primeira estranha-se, depois entranha-se”, justificando a toxicidade e potencial de vício do refrigerante.
Arte: Fernando Dalvi
Vitória (Philippe Seabra / André X)
Os plebeus desafiam os reis – vitória! A ciência contra a rigidez – vitória!
Separam o estado e religião, decretam o fim da escravidão
Resistência pacífica – vitória! As sufragistas podem votar – vitória!
Da academia a sensatez E da literatura toda a lucidez
Silêncio geral, no tribunal Humanidade tem o veredito final
A Terra girou A História avançou Quem domina a narrativa é quem o mundo mudou
A derrota do eixo do mal – vitória! Anistia Internacional – vitória! Liberdade de expressão Fraternidade entre irmãos
Silêncio Geral No tribunal Humanidade tem o veredito final
A Terra girou A História avançou Quem domina a narrativa é quem o mundo mudou
No dia 23 de dezembro será lançada a terceira parte da música “Desert Soldier”, da banda gaúcha CRAZY CARPES, agora intitulada “Desert Soldier III – No Return”. Assim como as duas primeiras partes, lançadas em formato de single em todas as plataformas digitais, este novo registro segue contando a história do “soldado do deserto”: “a música explica que ao manipular o tempo cobra-se um preço muito alto e deixa um rastro irreversível. O soldado agora sabe que era uma viagem sem volta. Em “No Return” o soldado se dá conta de que foi longe demais, a pessoa quem ele era não mais voltará ao cruzar o horizonte de eventos ele tomou sua decisão”. Segundo a banda, mistério, tempos quebrados e harmonias orientais estão presentes na obra, assim como o clima épico que permeia a saga desde o início, com nítidas influências de Iron Maiden. A arte da capa leva a assinatura de Peter Rodrigues, que já havia trabalhado com a banda nas artes anteriores. A banda também prepara um vídeo para a música, nos mesmos moldes do lançamento anterior, utilizando inteligência artificial.
Para entender melhor a saga: a primeira parte da “Desert Soldier’s Saga”, lançada no dia 24 de dezembro de 2021, havia sido a música mais longa que o power trio formado por Marcelo Carpes (guitarra/vocal), Maurício Carpes (bateria) e Alex Osterkamp (baixo) havia composto, iniciando assim a história do “soldado do deserto”. Esta primeira parte narrava a história do guerreiro que enlouqueceu misteriosamente no deserto e fala sobre a degradação do espírito e da alma diante da depressão causada pelo afastamento da sua família, o que pode levar à morte, e além disso, reflete a angústia de um soldado enviado contra sua vontade em uma missão no deserto, do qual seria impossível retornar. Já a segunda parte, “Desert Soldier II – Greater Than Death”, lançada em junho deste ano, o personagem é tido como meio homem, meio Deus, de acordo com as escrituras encontradas no antigo Egito. No desenrolar do enredo, ninguém havia encontrado seu corpo até esta operação secreta. O soldado havia descoberto uma forma de manipular a gravidade e o tempo, o que possibilitou a abertura de uma fenda no espaço-tempo. Com esse poder passou a ser cobiçado pelos senhores da guerra.
Blazing Dog, Trend Kill Ghosts, Tarmat, Presidente Judas e Posthumous são algumas das bandas da trigésima terceira edição do festival online
A revista Roadie Crew, em parceria com a produtora Som do Darma, apresentam nesta sexta-feira, dia 09 de Dezembro, às 19h30, a 33ª edição do “Roadie Crew – Online Festival”.
O evento online, realizado mensalmente, dá continuidade à sua missão de celebrar e promover o trabalho das bandas brasileiras e fortalecer a cena do heavy metal nacional, sempre com estreia e transmissão “Streaming-Live” exclusiva pelo canal oficial da Roadie Crew no Youtube – www.youtube.com/roadiecrewmagtv
Vencedor da categoria “Melhor Evento” do Prêmio Dynamite 2021, o “Roadie Crew – Online Festival” tornou-se a principal referência na fruição da cena brasileira de heavy metal que é, quantitativa e qualitativamente, uma das mais relevantes do mundo. Até aqui, mais de 500 bandas já passaram pelo festival online!
Participam dessa edição de Dezembro de 2022, com vídeos inéditos e exclusivos, as bandas: Blazing Dog, Trend Kill Ghosts, Steve Morrison & Pedro Zupo, Tarmat, Presidente Judas, Posthumous, Sindrome K, Janaina Melo, Mekale, Evilrise, Tumulto, Torturizer, Outmask, Rafael Melo, Imperial Pilots e James.
A apresentação do festival fica por conta de Eliton Tomasi da Som do Darma.
Serviço: “Roadie Crew – Online Festival” – 33ª Edição Data: 09 de Dezembro de 2022 Horário: 19h30 Local: Canal da Roadie Crew no Youtube – www.youtube.com/roadiecrewmagtv Bandas: Blazing Dog, Trend Kill Ghosts, Steve Morrison & Pedro Zupo, Tarmat, Presidente Judas, Posthumous, Sindrome K, Janaina Melo, Mekale, Evilrise, Tumulto, Torturizer, Outmask, Rafael Melo, Imperial Pilots e James.
No último dia 21/11 o baterista Humberto Zambrin concedeu uma entrevista exclusiva para o programa Boa da Pan, da Jovem Pan, comandado por Zico Lamour, Juliana Brito, Junior Colemar e Fernando Semmer.
Durante o bate-papo vários assuntos foram abordados, especialmente carreira, curiosidades e novidades da Attractha.
Quando perguntado por Zico sobre o futuro do grupo ele respondeu: “Ficamos lançando pequenas coisas de 2018 pra frente, inclusive durante o período da pandemia a gente participou de algumas coisas mas estavamos sem lançar um álbum há muito tempo, então agora pra puxar o lançamento do novo álbum a gente resolveu resgatar a memória do antigo de uma maneira bonita. Acabamos de lançar um videoclipe de uma música nova, inédita que entrou nas plataformas no dia 10/11, a música se chama “The Chase” e estamos nos preparos finais do novo álbum que vai ser um álbum conceitual. É um álbum que conta uma história, porque hoje pra mim musicalmente falando só faz sentido lançar um álbum completo, até pela maneira como as pessoas consomem música hoje em dia, só faz sentido se você fizer um álbum conceitual que conte uma história, que tenha começo meio e fim. Nosso álbum não deve sair no formato de cd ou outra coisa. Talvez em vinil, estamos estudando isso e ele vai sair num formato que nunca foi visto ou feito no Brasil. Não posso adiantar, porque isso está sendo feito enquanto a gente fala”, finaliza.
Após uma pausa forçada em função da pandemia, a Attrachta está de volta com o lançamento de “The Chase”, single que antecipa um álbum que o grupo promete ser “diferente de tudo que já se viu no mercado”.
Para o guitarrista brasileiro radicado no Canadá o resultado da versão é uma ‘Alanis meets Dream Theater’
Rod Rodrigues, guitarrista e professor brasileiro radicado no Canadá, apresenta o novo single e vídeo de “Uninvited”, de Alanis Morissette, e que conta com a participação do canadense Cory Hill no violão e do argelino Fethi Nadjem no violino. “Sempre gostei da Alanis, principalmente dessa música, que saiu na trilha do filme Cidade dos Anjos (1998). Tem um clima bem denso, bem dramático, e gosto como a melodia se repete com dinâmicas diferentes, sempre imaginei como soaria uma versão guitarrística dela”, comentou o guitarrista. “Seria muito previsível fazer uma versão de uma música em que a guitarra já é o primeiro plano, é muito mais desafiador para mim como músico, guitarrista e compositor, transformar uma música dessas em algo interessante para quem toca guitarra. E o resultado foi esse meio que ‘Alanis meets Dream Theater'”, acrescentou Rod, que gravou ao lado de Heitor Tenorio (baixo), Rodrigo Abelha (bateria) e Orlan Charles (teclado).
Confira o vídeo, produzido por Dexter Forbes e que conta com a participação de Cory Hill em https://youtu.be/-YGHGABP7mI
O single, que contou com arte de capa a cargo de Gus Avancini, foi mixado por Renato Osorio e masterizado por Zac Tiessen – ZT Studio – Stone Creek, no Canadá.
“Estou a todo vapor compondo meu terceiro EP, a continuação de ‘Tales of a Changing Life Part. 1’. Tenho algumas demos prontas e pretendo começar as gravações em março de 2023 para lançar o material no segundo semestre”, concluiu.
Rod Rodrigues Graduado pelo IG&T e Centro Universitário Claretiano, Rod Rodrigues tem lecionado desde 1997 no Brasil, Canadá e Europa. Seu E-book “Guitar Shred” (2016) foi lançado em português e inglês e, em 2018, o guitarrista e professor lançou seu online training Extreme Guitar Workout, que conta com centenas de alunos de diversas partes do mundo. Além de seus workshops, participou de outros ao lado de nomes como Kiko Loureiro (Megadeth), Edu Ardanuy (Sinistra, ex-Dr. Sin), Rafael Bittencourt (Angra) e outros.
O guitarrista integrou bandas de estilos variados, incluindo Enemies Of Reality, Falling Into a Dream (Dream Theater Tribute), Electra, entre outras. Como artista solo lançou seu primeiro EP, “The First Step: Introduction” em 2010. O material foi aclamado pelas revistas Guitar Player, Cover Guitarra, Guitarload e websites. Em 2019, retomando seu projeto solo instrumental, lançou o single “T.A.G”. Além disso, a música “Changing Plans” integrou a coletânea “Volasophy”, com todos os artistas latinos da Vola Guitars.
Álbum “Overcome” será lançado em 2023 nas plataformas digitais e no formato físico em parceria com a Tales from the Chaos Records
Após o EP “Evolve and Decay” (2021), o grupo mineiro de heavy/thrash metal Seawalker, formado por Filipe Duarte (vocal e baixo), Daniel Saymon e Léo Vieira (guitarras) e Riccardo Linassi (bateria), prepara o novo álbum, “Overcome”, que será lançado em 2023 em todas as plataformas digitais e no formato físico em parceria com a Tales from the Chaos Records.
Uma amostra do que virá no sucessor do debut “Earthcode” (2011) e do EP “Evolve and Decay” é o single e videoclipe “Breathe and Burn”, que conta com a participação especial de Bruno Paraguay, do Eminence. “Os vocais extremos de Bruno Paraguay casaram muito bem com a proposta da música. Além disso, o Eminence é uma grande referência para nós, que também somos da cena mineira”, declarou Filipe Duarte. “‘Breathe and Burn’ é uma faixa que chama a cada um de nós na responsabilidade. Somos responsáveis por tudo que fazemos nesta vida. Ao mesmo tempo, o refrão te traz pra cima, com otimismo, e nós faz acreditar que tudo vai dar certo”, acrescentou.
Confira o clipe de “Breathe and Burn”, dirigido por Bruno Bavose e gravado no estúdio Maçonaria do Áudio (MG) em https://youtu.be/6qqPKiBwVEk
Além de “Breathe and Burn”, o álbum “Overcome” contará com as faixas do EP “Evolve and Decay”, mais três inéditas e um cover de “Refuse/Resist” (Sepultura), gravado para uma coletânea da MS Metal Records. O material foi produzido por André Mendonça (Plêiades, Caottica), em Belo Horizonte (MG).
Recentemente, o Seawalker abriu o show de Edu Falaschi em uma das datas da turnê de “Vera Cruz”, além de tocar ao lado de The Dammnation, Guilherme Costa, Junior Bass Groovador, Caottica, Lionheart, entre outras.
O Trezzy está de volta! Banda perseverante e versátil do rock nacional desde 2013 e que ganhou ainda mais holofotes com o disco de estreia Circo XIII (2017), o agora quarteto formado por Joonior Joe (vocal), Dieego Lessa (baixo), Dinho Milano (bateria) e Guilhos (guitarra) retornam com a dinâmica e moderna ‘Quem é você?’, um lançamento que chega ao streaming via Canil Records.
‘Quem é você?’ traz a grande marca do Trezzy, que é fazer rock cantado em português dentro da estética sonora do rock americano. Mais uma vez a banda mescla de forma cirúrgica e empolgante o hard rock com metal moderno, com pitadas de rock alternativo e grunge.
O novo single tem produção da banda ao lado dos renomados produtores Adriano Daga e do norte-americano Brendan Duffey (duas vezes nomeado ao Grammy e nove vezes ao Grammy Latino, que já trabalhou no disco Circo XIII e ainda assinou trabalhos de artistas como Angra, Almah e até Anitta e Daniela Mercury).
A música escancara a versatilidade do Trezzy, que traz diversas sonoridades pesadas em uma dinâmica singular, com batidas fortes, muito groove e vocais entre o melódico, mais rasgados e sujos, de acordo com as tantas cadências de ‘Quem é você?’.
Single, que chega ao streaming pela Canil Records, é o sucessor do disco Circo XIII (2017) e marca o retorno da banda com nova formação
Trezzy, a banda
O Trezzy surgiu em 2013 com a proposta de fazer rock em português. Foi criada por Joonior Joe, um dos fundadores da Base Rock, coletivo de bandas idealizado há alguns anos para fomentar a cena da música independente de São Paulo, ao lado da Mattilha (também do cast da Canil Records), Sioux 66, entre outras.
Dos primórdios à nova canção ‘Quem é você?’, que marca uma nova fase, o Trezzy traz influências múltiplas dentro do estilo, com arranjos elaborados e autenticidade do som próprio.
Os dois primeiros singles da banda, “Manipula” e “Ninguém Vai Nos Salvar”, foram gravados e produzidos pelos irmãos Andria e Ivan Busic (Dr. Sin) no Estúdio Sonata 84 entre os anos de 2013 e 2014 e alcançaram relativo reconhecimento nas mídias especializadas da época.
Nos anos seguintes, a banda firmou a sua sonoridade e gravou mais seis músicas, produzidas por Brendan Duffey no Norcal Estúdios (SP): “Alguém assuma o meu lugar”, “Redenção”, “Sombras”, “Adeus e nunca mais”, “Tente entender” e “Suas certezas”. Com elas, o grupo alcançou outros patamares.
Em 2015, o Trezzy foi a banda de abertura no show do Lizzy DeVine (Ex-Vains of Jenna). Seus clipes, disponíveis no YouTube, foram veiculados no programa TVZ, do canal Multishow. E seus singles “Manipula” e “Sombras” integraram o setlist de rádios nacionais e internacionais, como a Kiss FM e a 89 FM.
Com uma maturidade musical e identidade bem definida, o quarteto lançou seu álbum de estreia em outubro de 2017. Com 13 faixas gravadas em São Paulo, com mixagem e masterização na Califórnia, “Circo XIII” propõe uma experiência à altura dos tempos áureos do rock brasileiro.
O trabalho rendeu vários frutos: em dezembro de 2019, por exemplo, o Trezzy se apresentou no Allianz Parque para mais de 15 mil pessoas ao lado de grandes artistas do Rock e da música brasileira, como Titãs, Dr. Sin, Supla, Claudia Leite e Fernando e Sorocaba.
Como as pedras não podem parar de rolar, a banda segue trabalhando em composições para o novo álbum, que deve ser lançado via Canil Records em 2023.
O Trezzy inclusive já recebeu elogios de Kiko Loureiro, do Megadeth. “Se você quiser fazer rock em português como os caras do Trezzy, dá uma olhada, é fantástico. É bem feito, organizado, de nível gringo”.
Desde 2018 na estrada, a banda DEEP HATRED, de São Luís/MA, acaba de lançar seu novo vídeo clipe, para a faixa “Minotauro”, presente no EP “Virus Hominum”, disponibilizado em todas as plataformas digitais em agosto deste ano. Com Débora Selv Lopes (vocal), Alexandre Costa e Rogers Rocha (guitarras), William Vieira (baixo) e Lucas Martins (bateria) no line-up, a banda segue em sua tradição de praticar Death Metal na sua forma mais Old School, com influências de Grindcore. Na temática, trazem temas crus e diretos, apontando o descaso e os piores feitos da humanidade. O ódio que dá nome a banda representa também o som grotesco e sem delongas. “Virus Hominum” foi produzido por Ruan Cruz em parceria com a própria banda, com gravação, mixagem e masterização realizadas no KM4 Studio, entre 2021/2022. Lançado em 11 de agosto de 2022 pela Anaites Records e Metal Island, “Virus Hominum”
“Minotauro”, uma das seis faixas do EP, teve o vídeo dirigido pela ShotbyrogerFilms, através de RogérioSousa e LourenaMyrla, com o apoio dos atores RosannaMualem e AndréBakka. A faixa é baseada em um fato real que ocorreu com Elisabeth Short, uma jovem aspirante a atriz na década de 1940. Ela foi amarrada, torturada e vítima de feminicídio, crime esse conhecido como “Dália Negra”. Sobre a faixa, a banda declarou: “A Deep Hatred é uma banda de Brutal Death Metal que primordialmente buscou abordar temas de cunho crítico ao que compete a essência humana, especificamente sobre o pior lado da humanidade. O EP “Virus Hominum” em geral trata disso, o ser humano no aspecto maligno de sua natureza. Em “Minotauro” apresentamos bem isso, visto que se trata de um caso real e até hoje, infelizmente, não solucionado”.
Além de “Chaos & Colour” da lendária banda inglesa, novos álbuns do Desdominus e Warshipper também estão entre os lançamentos da icônica gravadora e loja paulista
Preste a completar 40 anos de atividades, a Heavy Metal Rock é parte intrínseca da história do heavy metal no Brasil. Seja como loja ou em sua divisão como selo, a Heavy Metal Rock contribuiu diretamente para que o país se tornasse um dos principais em todo o mundo no fomento da cena cultural de heavy metal.
Proprietário da Heavy Metal Rock, Wilton M. Christiano idealizou a criação da loja ainda no final da década de setenta.
“A ideia de montar uma loja especializada em rock surgiu em 1979 junto com meu amigo Max”, relembra o empreendedor. “Era o tipo de loja que nós mesmos gostaríamos de sermos clientes. Mas, naquela época, eu ainda com 17 anos, tive que adiar os planos até 1983, quando já estava casado e com duas filhas. Foi quando eu e Max colocamos em prática e abrimos a loja. Como o Max tinha um trabalho que tomava muito seu tempo, um ano depois acabei comprando sua parte e seguindo sozinho. No final de 1983 também comecei um programa (Momento Do Heavy) na rádio FM Notícia, o que ajudou muito na divulgação da loja. Recebia cartas de muitas cidades da região, mais de oitenta cidades! Na época também fiz vários shows em Americana e isso foi fortalecendo a cena na região. O programa durou exatos 10 anos, parei em dezembro de 1993. Até hoje a galera lembra do programa e isso é muito gratificante.”
Em quase 40 anos, a Heavy Metal Rock teve que superar todas as transformações da indústria fonográfica e dos hábitos culturais. A disponibilização da loja como selo fonográfico foi uma consequência disso. “O nosso principal desafio sempre foi manter-se como loja especializada em um único estilo de som. Muitos achavam loucura! Na época, a cidade de Americana tinha por volta de 20 lojas de discos, mas eu não representava concorrência, inclusive uma delas até nos recomendavam a seus clientes que procuraram por rock. Outra dificuldade era conseguir discos de rock no Brasil, uma vez que nem mesmo as gravadoras tinham tanto material. Mas fui me adaptando com as fitas K7, conseguia LPs e até mesmo K7 originais importadas e as gravava. Mas as coisas mudaram depois do Rock In Rio de 1985. Foi quando começaram a surgir os selos independentes, inclusive eu comecei a estabelecer parcerias com selos, lançando bandas que as gravadoras grandes não lançavam. Isso foi ótimo e a cena se fortaleceu muito”, declarou Wilton.
Como selo, a Heavy Metal Rock já foi responsável por lançar no Brasil discos das maiores bandas do metal mundial como Saxon, Megadeth, Testament, Possessed, Cannibal Corpse, Lamb Of God, Jinjer, entre muitos outros, além de ser, talvez, a maior apoiadora do metal nacional ao lançar, frequentemente, até hoje, dezenas de álbuns de bandas brasileiras.
Aliás, entre os próximos lançamentos da Heavy Metal Rock previstos para o início de 2023, está o tão aguardando novo álbum do Uriah Heep. Intitulado “Chaos & Colour”, esse é o vigésimo quinto álbum da lendária banda inglesa e que vai reunir dez novas faixas, entre elas “Save Me Tonight” que foi escrita em parceria com o vocalista Jeff Scott Soto e lançada como single. Assista o videoclipe: https://youtu.be/bGZz0YvuhS8
Além do novíssimo do Heep, outros novos álbuns de grandes bandas brasileiras estão na lista de lançamentos da Heavy Metal Rock para o início de 2023: “30 Years Without Domain”, novo ao vivo do Desdominus, “Essential Morphine” do Warshipper, “Lagoa Negra” do Chacina e o autointitulado disco do DxH.
Para conhecer mais e adquiria os lançamentos da Heavy Metal Rock, acesse já a loja e site oficial: https://hmrock.com.br/
E em breve a Heavy Metal Rock anunciará outras novidades para 2023 quando irá celebrar seus 40 anos.
Lançamento europeu pela Green Bronto Records conta com duas faixas bônus
Criado em 2000, o grupo paulista Ivory Gates tem em sua discografia os álbuns “Shapes of Memory” (2002), “Status Quo” (2005), “Devil’s Dance” (2011) e “UnKnown Trails” (2014), que foram bem recebidos pela mídia nacional e internacional. Já o mais recente, “Behind the Wall” (2022), acaba de ser lançado na Europa pelo selo alemão Green Bronto Records. “Contratamos uma assessoria para a Europa e ela apresentou o disco para a gravadora Green Bronto Records, que se interessou e entrou em contato. A partir daí foram feitas a negociações e fechamos o contrato de licenciamento. A gravadora é agora responsável por todas as ações envolvendo o disco, desde a fabricação, distribuição e divulgação. A Green Bronto Records tem também, por contrato, a preferência em um futuro lançamento do Ivory Gates”, afirmou o guitarrista Matheus Armelin. “Para o lançamento europeu foram regravadas as músicas ‘Betrayal of the Heart’ e ‘Devils Dance’, disponíveis apenas no disco físico em digipack”, acrescentou o vocalista Felipe Travaglini.
Felipe Travaglini (vocal), Matheus Armelin (guitarra), Hugo Mazzotti (baixo) e Thiago Siqueira (bateria) apresentam em “Behind the Wall” uma concepção musical diferente para a banda piracicabana, que se mostra mais pesada e versátil. “Fomos a extremos e usamos o medo do desconhecido e a acomodação da zona de conforto como conceitos para a criação musical de ‘Behind the Wall’. Assim, apesar de manter firme nossas raízes, buscamos adicionar elementos que nunca tínhamos usado, seja uma balada em 6/8 como em ‘Leaves of Winter’, onde a influência do Savatage fica aparente; o peso do thrash em ‘Fall of Jericho’ ou indo até os ritmos brasileiros e latinos utilizados na instrumental ‘Duallity'”, detalhou o guitarrista Matheus Armelin.
A receptividade do material, assim como ocorreu no mercado interno no Brasil, vem surpreendendo a mídia internacional. “Este é um álbum de heavy/power/prog metal sólido, acima da média, que consegue tecer seus estilos muito bem. Não é um álbum que vai te atordoar, mas é um álbum com uma profundidade surpreendente e que merece ser ouvido novamente”, apontou o Metal Observer. “‘Behind the Wall’ é uma verdadeira revelação”, destacou METAL RULES.
Já o portal METAL-HEADS.DE detalhou: “O quarteto brasileiro apresenta seu novo lançamento de estúdio e nos traz um metal progressivo que vale a pena ouvir. Eles também tiram o pé do acelerador e caminham em momentos mais moderados. Mesmo as músicas mais longas são bastante divertidas.”
A faixa-título sintetiza a proposta musical do álbum, que busca novos horizontes e desafios sem abandonar as características desenvolvidas em mais de duas décadas de existência da banda. “No lado lírico, também representa o conceito musical desenvolvido, lidando com o medo da mudança e do desconhecido que nos mantêm presos em uma zona de conforto que traz segurança, mas impede que o crescimento e a evolução aconteçam”, concluiu Hugo Mazzotti.
“Behind the Wall” foi produzido e gravado por Matheus Armelin no Transient Studio, em Piracicaba, cidade natal do grupo. A bateria, gravada pelo ex-integrante, Fabrício Félix, que foi substituído por Thiago Siqueira (ex-Ignispace e Ansata), foi gravada e coproduzida por Renato Napty no iPu Va’e Estúdio, local onde foram captados os violões e vocais complementares.
Discografia: “Shapes of Memory” (2002) “Status Quo” (2005) “Devil’s Dance” (2011) “UnKnown Trails” (2014) “Behind the Wall” (2022)
A banda paulista de Melodic Death/Thrash Metal, Sophie’s Threat, lançou recentemente seu mais novo e brutal single intitulado “Speaking Of The Devil” em todas plataformas digitais.
Produzido, mixado e masterizado por Michel Villares (M&H Studio), “Speaking Of The Devil” traz uma sonoridade ainda mais brutal
“Esse novo single foi outro desafio para banda, pois já estava com o instrumental gravado quando a Malu assumiu os vocais, então tivemos que fazer novas métricas de voz e arranjos. O resultado ficou tão perfeito que a música e a melodia pareciam que tinham sido compostas juntas e em sintonia! Pesada, agressiva, com linhas de voz bem melódicas e pedais duplos quase que em sua totalidade. Talvez seja a composição mais Death Metal que fizemos até agora”, comentou Tiago Carteano (bateria).
Sobre a letra de “Speaking Of The Devil”, Malu Sales comentou que “a inspiração veio durante um bate-papo com um amigo sobre outra pessoa que os dois conheciam, mas coincidentemente durante a conversa a pessoa em questão apareceu bem na hora, surgindo o famoso bordão ‘falando do diabo (ele aparece)’, desconcertando os dois imediatamente (risos).”
Basicamente, a temática da faixa foi construída através da autocrítica sobre o quanto os seres humanos tem o hábito hipócrita de criticar os outros fazendo as mesmas coisas que criticadas, criando uma projeção das suas próprias falhas. “A letra é realmente um exercício para se enxergar através dos outros principalmente sem hipocrisia”, concluiu a vocalista.
“Speaking Of The Devil” é o terceiro single oficial da Sophie’s Threat, mas o segundo com a nova e atual formação contando com Tiago Carteano (baterista), Ricardo Oliveira (guitarra), Malu Sales (vocal), Marcão (guitarra) e Paulo R. “Satan” (baixo).
Mais informações:
Formada em São Paulo pelos músicos Tiago Carteano (bateria) e Ricardo Oliveira (guitarra), foi batizada com este nome como referência ao Robô Sophia, que consegue reproduzir 62 expressões faciais e sendo projetado para aprender a trabalhar entre nós, seres humanos, adaptando-se aos nossos comportamentos. Esse robô é o primeiro humanoide a receber cidadania de um país (Arábia Saudita) e quando questionado em uma entrevista se destruiria a humanidade surpreendeu a todos respondendo que ‘sim’! Desse conceito, surgiu a ideia para o nome da banda, uma forma que seus integrantes encontraram para criticar o quão rápido o crescimento tecnológico pode destruir seu criador sem pensar em suas consequências. Com letras ousadas que enfrentam os dias atuais, muito peso, riffs marcantes e uma mistura competente de Thrash com o Melodic Death Metal, a Sophie’s Threat mostrou muita eficiência, seriedade e qualidade em três singles desaconselháveis para ouvidos sensíveis, e promete muito mais para seus próximos lançamentos, dentre ele um EP para o primeiro semestre de 2023.
Para fãs de: Arch Enemy, Testament, Sepultura, Carcass, Annihilator, Jinjer
Discografia:
“Infernal Manipulation” (Single/2022) “Suicidal God” (Single/2022) “Speaking Of The Devil” (Single/2022)
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