Já está no ar o novo single da banda OVERDOSE NUCLEAR, intitulado “Messias Genocida”. Além do lançamento nas plataformas digitais, a música também ganhou um videoclipe, dirigido por Luiz Oliveira, que também assinou a arte da capa. Este é o segundo single do novo álbum, “Metal do Mangue”, com previsão de lançamento para o início de 2023 pelo selo Bigorna Records. A música conta com a participação especial de Jairo Vaz Neto, vocalista da banda Chaos Synopsis, que dividiu os vocais com Julio Candinho nos shows que os grupos realizaram em conjunto neste mês de setembro em São Paulo. Sobre esta parceria, o vocalista Julio Candinho comentou: “Foram três shows matadores e de total colaboração entre as bandas, e o ponto alto destas apresentações foi justamente quando o Jairo subiu no palco para cantar “Messias Genocida” com a gente, fortalecendo ainda mais esta parceria”.
Em relação à música, quem dá mais detalhes é o guitarrista Marcus Goulart: “Quem conhece o OVERDOSE NUCLEAR sabe o quanto curtimos criar músicas que transitam entre diversos estilos, de um Heavy Metal mais balanceado a um Thrash Metal mais rápido e agressivo. No caso da “Messias Genocida” conseguimos chegar num meio termo, com partes mais cadenciadas com outras mais velozes, o que faz uma grande diferença nos shows. Destaco também a pegada do Rodrigo Kusayama, que em pouco tempo encarnou o espírito da banda intensamente, e o resultado está aí, um trampo de bateria fantástico!”. Além de ser responsável pelos riffs e solos, Marcus Goulart cuidou da pré-produção instrumental do álbum, gravado em dezembro no Family Mob, com produção, captação, mixagem e masterização de Hugo Silva.
A banda de Hard N’ Heavy, Pétalas Insanas, acaba de lançar o seu primeiro álbum. O trabalho conta com dez faixas e foi gravado, mixado e masterizado no Estúdio Hurricane, em Porto Alegre (RS), com produção de Sebastian Carsin. A arte da capa ficou a cargo de Marcos Miller (Nause Image).
Lançado de forma totalmente independente através do selo próprio, Insanity Records, o álbum está disponível em cópias físicas (CD) e nas plataformas digitais.
Além dos membros, Mateus Insano (voz, baixo e backing vocal) e Jailson “Véio” Dias (bateria e backing vocal), o disco contou com participações especiais de Luciano Lee Wills (piano e backing vocal em “Por Prazer”), Sebb CC Carsin (guitarra adicional em “Garota da Noite”, “Por Todos Nós” e “Vai Garoto”), Mariane Prestes (backing vocal em “Hey Menina”), e os ex-integrantes: Paulo Pereira (guitarra em todas as faixas e backing vocal em “Hey Menina” e “Por Todos Nós”), Guida Cardoso, Israel Boca, Gabriel Wanner e Leandro Pereira no coro de “Por Todos Nós”.
Mateus fala sobre o lançamento: “Foram dez anos desde o início do processo de gravação até o lançamento. Foi realmente uma luta e muitas vezes tive dúvidas se iríamos conseguir lançar esse disco. Tivemos mudanças de formação, problemas financeiros, além de fatos da vida pessoal que exigiram mais atenção. Mas agora o álbum está na praça e eu estou muito orgulhoso! Muita gente nos ajudou nesse caminho e ficamos eternamente agradecidos. Espero que gostem do nosso trabalho, foi feito com amor, suor, sangue, lágrimas e na raça. Como tem que ser em um disco de Rock/Metal” – destaca Mateus.
Enquanto planeja a gravação do primeiro videoclipe para divulgar o álbum, a banda procura selos parceiros para lançar em outros formatos de mídia física, como fita cassete e vinil. Para futuros shows, o duo contará com guitarristas convidados.
Com dez faixas mesclando o heavy e power metal com hard rock e outras tendências da música pesada, “Brace for Impact!” sucede o EP “Prelude to Judgement” (2021)
A banda paulistana Mercy Shot, formada por Karina Menascé (vocal), Flavio Pintinha e Fabrizzio Hanoi (guitarras), Andrews Einech (baixo) e Roger Katt (bateria), apresenta o álbum de estreia, “Brace for Impact!”, já disponível nas plataformas de streaming através da Canil Records. O material, gravado e produzido por Wagner Meirinho no estúdio Orra Meu! (SP), contou com mixagem e masterização no estúdio Loud Factory (SP), por Meirinho e Tiago Assolini.
“Brace for Impact!” foi antecipado por alguns singles, começando por “Sink and Thrive”, que também ganhou um clipe gravado nas dependências do Museu Histórico da Fortaleza de Santo Amaro da Barra Grande, em Guarujá, litoral de São Paulo. “A temática faz analogia entre o mar sendo a vida, enquanto a capitã da embarcação é a pessoa que declama a poesia da letra. Já o ‘monstro’ é representado pelas emoções da personagem, que constantemente está tentando ‘afundar’ a protagonista. Estes elementos estão estampados na capa do single”, explicou a vocalista Karina Menascé, autora da letra.
Apresentando poderosos vocais femininos, riffs de guitarra complexos e seção rítmica elaborada, a Mercy Shot investe em um estilo agressivo e único, tendo sua própria identidade musical. Trazendo dez faixas mesclando o heavy e power metal com hard rock e outras tendências da música pesada, “Brace for Impact!” sucede o EP “Prelude to Judgement” (2021), que conta com uma versão ao vivo captada no Family Mob (SP) disponível no canal do YouTube da banda (https://tinyurl.com/mr49vvxk).
A temática transita entre situações do cotidiano, relacionamentos, saúde mental e também nas artes que ilustram tanto as capas dos singles quanto o próprio álbum, que traz um conceito pós-apocalíptico, tema abordado na faixa-título. O mais recente single e vídeo, após “Sink and Thrive”, “Enemy and Ally” e “For Nothing in This World”, é “Arise”, que integrou o repertório do show de lançamento do disco, ocorrido no último dia 23 de setembro no La Iglesia (SP).
“No caso da faixa ‘Arise’, escrevi a letra em um momento da minha vida que estava passando por muito medo, bastante frustração e me sentia numa luta constante comigo mesma. Como estava muito triste, quis transmitir isso na letra. É uma música muito forte e é meio como se fosse uma salvação, uma redenção”, detalhou Karina Menascé.
Confira o clipe de “Arise”, dirigido por André Neves, produzido por Victor Cutrale e filmado no Fabrique Club (SP), em https://youtu.be/mUmOG8i3tF8
Repertório: 1- From the Oblivion… (intro) 2- Brace for Impact 3- Enemy and Ally 4- Arise 5- Sink and Thrive 6- For Nothing in This World 7- Deceiver 8- Gift 9- Massive Heart 10- Capital Sins
Foi lançada na última sexta-feira, 23 de setembro, uma versão ao vivo de “I Don’t Want to Say Goodbye”, música criada em homenagem ao eterno maestro do Heavy Metal nacional Andre Matos. A versão original da faixa, lançada em junho de 2020, no aniversário de um ano da morte do vocalista, foi um dos mais belos tributos feitos a este personagem tão importante da música pesada brasileira, e que agora estará disponível no DVD ao vivo “And Then Came The Theater”, da banda gaúcha RAGE IN MY EYES, gravado no início deste ano em Porto Alegre.“I Don’t Want to Say Goodbye” pode ser acessada tanto no canal da banda no YouTube quanto nas plataformas digitais, e é um dos destaques deste arrojado lançamento dos gaúchos, como explica o vocalista Jonathas Pozo: “A versão de estúdio já envolveu um processo de produção super emocional, quando contamos com a participação de uma centena de fãs nos enviando seus registros pessoais com o Maestro. E agora este registro ao vivo traz à tona o quão emocional é vivenciar este tributo com a energia de tanta gente que também tem na obra do Andre um alento e uma inspiração de vida. Pra mim também é especialmente impactante estar ao piano (mesmo não sendo meu instrumento principal), por todo o simbolismo que representa. E a gente espera dividir com cada um, um pouquinho desta vibe neste novo vídeo.”.
Confira o vídeo de “I Don’t Want to Say Goodbye” no YouTube:
Confira o vídeo de “I Don’t Want to Say Goodbye” no Spotify:
Confira o vídeo de “I Don’t Want to Say Goodbye” no Deezer:
O DVD “And Then Came The Theater” faz parte do novo projeto do RAGE IN MY EYES, “Spiral Experience”, onde a banda oferecerá ao público a oportunidade em concorrer a ingressos, CDs, DVDs, camisetas, worskshows exclusivos, além de conferir o DVD completo em primeira mão através de sua versão física a ser lançada no final do ano. Jonathas Pozo (vocal), Magnus Wichmann (guitarra), Pedro Fauth (baixo) e Francis Cassol (bateria) contaram com um time de primeira para a execução deste projeto: a edição desta série de vídeos ficou a cargo de Alisson Martinho, enquanto a mixagem do áudio leva a assinatura de Benhur Lima e a produção pela Bravo Metal Mgmt.
Segundo lançamento da banda em setembro questiona comportamento nocivo do público conservador
Ainda ecoando a apresentação realizada no Rock in Rio, a Gangrena Gasosa solta mais um novo single afrontador. A música “Headboomer” é uma crítica certeira e irônica ao tiozão metaleiro, que exala preconceito e presunção em seus achismos.
Disponível em todas as plataformas digitais, “Headboomer” foi apresentada ao público pela primeira vez na apresentação da banda no Rock in Rio, que foi transmitida na televisão pelo Canal Bis. Agora, o público pode conferí-la online via streaming e apreciar o conteúdo lírico ácido e certeiro do sexteto.
O single é uma feroz cutucada aos metaleiros reaças, citando inclusive Anitta e Pabllo Vittar na letra, temas que causam desespero no tiozão conservador.
A atual formação da Gangrena Gasosa conta com, além dos vocalistas Angelo Arede (Zé Pelintra) e Davi Stermimiun (Omulu), com o baixista Diego Padilha (Exu Tranca Rua), a percussionista Ge Vasconcelos (Pombagira Maria Navalha), o guitarrista Minoru Murakami (Exu Caveira) e o baterista Alex Porto (Exu Tiriri).
Em um dos anos mais prolíficos da carreira, a Gangrena realizou diversos shows pelo Brasil em 2022, que culminaram na participação no Rock in Rio. Porém, a agenda ainda tem compromissos importantes até o fim do ano. Em novembro, se apresentam no Circo Voador, Rio de Janeiro, com o Matanza Ritual, e na sequência seguem para o Maranhão Open Air, ao lado de bandas como D.F.C., I Am Morbid, Shaman, Richie Ramone e Ambush, entre outras.
A banda carioca Gangrena Gasosa e suas entidades apresentam em sua música um lado importante da expressão cultural brasileira, ao mesclar Heavy Metal e Hardcore com elementos de Umbanda, colocando como protagonistas de suas letras Orixás, Exus, Caboclos e Pretos-Velhos.
Uma verdadeira lenda da cena underground, a banda carioca Gangrena Gasosa tem mais de trinta anos de estrada, quatro álbuns lançados e muito trabalho pela frente. Recentemente, disponibilizaram o single e videoclipe de “Rei do Cemitério”, outra canção inédita que foi apresentada ao público em setembro.
Banda paulistana de hard rock celebra 30 anos de carreira
O Sesc Belenzinho recebe Dr Sin & Convidados no dia 1º de outubro, sábado na Comedoria, com ingressos de R$ 12 (Credencial Sesc) a R$ 40 (inteira).
A banda paulistana de hard rock apresenta músicas de seus 30 anos de carreira no show Acústico.
Formada no início dos anos 90, participou de importantes festivais como o Hollywood Rock, Rock In Rio e Monsters of Rock. Gravou 11 álbuns, entre eles Dr Sin (1993), Brutal (1995) e Insanity (1997), títulos significativos do hard rock nacional. Seu último registro fonográfico foi o disco Back Home Again, de 2019.
Neste show, Andria Busic (baixo e voz), Ivan Busic (bateria e voz) e Thiago Melo (guitarra), apresentam o show Acústico. Gravado ao vivo, a previsão de lançamento em CD e DVD é para o começo de 2023. O show conta com as participações especiais de Hugo Mariutti (Shaman, violão), Juliana D’Agostini (piano), Bavini (voz e violão) e maestro Bartolomeu Vaz & Orquestra.
DR SIN & CONVIDADOS Dia 1 de outubro de 2022. Sábado, 20h30
De terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h.
Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional.
“Seven”, sétimo trabalho de estúdio da banda, será lançado pela gravadora Metal Relics em novembro no formato físico e em todas as plataformas de streaming
Após um hiato de dez anos, a banda Wizards divulga o nome, tracklist e data de lançamento do novo álbum “Seven”. Com line-up reformulado, o Wizards é formado por Christian Passos (vocal), Mendel Ben Waisberg (baixo), Leo Mancini (guitarra), Charles Dalla (teclados) e Gabriel Triani (bateria). “Estamos muito empolgados com nosso novo álbum e a volta aos palcos com o Wizards juntamente com esse time”, disse Christian Passos. A capa foi desenhada pelo artista Alcides Burn e o CD foi produzido, mixado e masterizado por Charles Dalla.
“Seven” terá pré-venda iniciada no site da Metal Relics no dia 5 de outubro – www.metalrelics.com.br – e será lançado no formato físico no dia 11 de novembro. Nas plataformas de streaming, o trabalho será lançado no dia 14 de novembro.
Tracklist: Wizards – Seven:
01 – Intro 02 – Pain 03 – Living Undercover 04 – Rising Sun 05 – Tell Me 06 – In The Night 07 – Call My Name 08 – I Wanna Know 09 – Is It Love 10 – Storm The Highway 11 – Dawn of the World 12 – Grateful
Produzido, mixado e masterizado pelo maestro e tecladista do Wizards, Charles Dalla, em seu próprio estúdio na cidade de São Paulo, e co-produzido por Christian Passos e Mendel Ben Waisberg, “Seven” tem uma sonoridade muito forte e orgânica. “O Seven é um trabalho que mistura todas as fases do Wizards. Power, Clássico e Hard, essa é uma mescla de todos os nossos álbuns, mas com uma pitada nova secreta”, disse o vocalista da Wizards.
O processo de composição de “Seven” foi realizado durante a pandemia do Covid-19, através das ideias do violão mágico de Christian Passos. O baterista Gabriel Triani se encontrou com o vocalista e trouxe linhas empolgantes que se encaixaram nas músicas perfeitamente, aliado ao baixo criativo de Mendel Waisberg e a guitarra sempre incrível e técnica de Leo Mancini. “Os teclados do maestro, Charles Dalla, que também mixou e masterizou o sétimo disco de estúdio do Wizards, por isso o nome Seven”, completou Christian.
Está no ar o vídeo playthrough do single “Rejeitado”, da banda gaúcha ARCANA MEA, com os vocais gravados no estúdio Bethel e guitarras no home studio do guitarrista GabrielVargas. Este vídeo precede o lançamento de um novo single, previsto para o mês de outubro e também é uma prévia do primeiro vídeo clipe da banda, desta mesma música, com lançamento previsto para o final do ano.O single “Rejeitado”, lançado em junho, aborda a história de um homem que relata o sentimento de rejeição e desprezo que está passando, o quão isso o deixou doente mentalmente e consequentemente o resultado violento disso. Douglas Correa (guitarra/vocal), Gabriel Vargas (guitarra), Gabriel Azevedo (baixo) e Jeferson Oliveira (bateria) tem apostado em temas diferentes do usual para o Heavy Metal, numa fase em que o grupo tem focado em mudanças sonoras, líricas e visuais.
O single teve suas partes de bateria gravadas no estúdio AkazaProduções e os vocais no estúdio Bethel, enquanto os instrumentos de cordas foram gravados no home studio de GabrielVargas, que cuidou de toda a produção, equalização e mixagem, além da arte gráfica. No início do ano, em março, o grupo lançou o single “Parasita”, exatamente dois anos após o álbum “Endless Suffering”, tendo em vista uma reformulação completa de seu trabalho.
Assista ao vídeo playthrough “Rejeitado” no YouTube:
“Dívidas, Tretas, Muita Perseverança e Pouco Dom” foi gravado, mixado e masterizado por Rogerio Wecko no estúdio Dual Noise (SP)
Foto (Crédito: Caike Scheffer | @caikescheffer)
A banda paulistana Laboratori, que conta com Chili (vocal), Jean Forrer (bateria), Mounir (baixo e vocal) e Wecko (guitarra), apresenta seu novo álbum, intitulado “Dívidas, Tretas, Muita Perseverança e Pouco Dom”. Gravado, mixado e masterizado por Rogerio Wecko no estúdio Dual Noise (SP), o material já está disponível nas plataformas de streaming. “Demos um passo à frente em nossas composições, mas sem perder as características que construímos ao longo dos últimos anos”, comentou o baterista Jean Forrer.
Com riffs muito bem trabalhados pela guitarra de Wecko, o groove de Mounir Sobh no baixo, juntamente com a pressão sonora na bateria de Jean Forrer, trazem a consistência musical no decorrer das 10 faixas do repertório. Para coroar essa camada instrumental, as rimas impecáveis de Chili equilibram o flow do rap com a agressividade do hardcore. O álbum conta com participações especiais de Mi Vieira (Gloria) na pesada “Você vale o que tem”, Karina Menascé (Allen Key e Mercy Shot) e o rapper Nego Max em “Mil Fitas”. “A faixa ‘Mil Fitas’ faz parte de uma nova abordagem da banda, trazendo sons mais cadenciados para o repertório, assim como nas faixas ‘Sangue de Luta’ e ‘Frios demais'”, revela Wecko.
Em suas letras, o Laboratori aborda temáticas corriqueiras, como a importância de reconhecer o valor dos verdadeiros amigos, a superação individual no dia a dia, a disposição pra lidar com situações difíceis, e também, não se abalar com aqueles que “torcem pelo pior” e acabam atrapalhando o processo de evolução.
Para dar início na divulgação do álbum, foi lançado o clipe da faixa “Bonde dos Falador”. “Trata-se de um recado bem claro e direto a todos aqueles que, de alguma forma, torcem contra o progresso alheio, e muitas vezes fazem críticas e julgam os outros sem estarem informados das situações que cada um enfrenta e tem que lidar”, explicou Chili.
“Dívidas, Tretas, Muita Perseverança e Pouco Dom” abre com a faixa “Black Mamba (são poucos pra chamar de irmão)”. Com um riff poderoso e cheio de groove, a letra faz alusão à cobra Black Mamba, conhecida por sua letalidade, mas que só ataca quando se sente ameaçada. Assim, a banda se posiciona na frase: “mi casa es sua casa se chegar com respeito, persona non grata não cola com nóis”. “A música também destaca a importância de reconhecer quem são os verdadeiros amigos e vão lhe apoiar quando você mais precisar”, enfatiza Chili.
Outro destaque do repertório é a música de apenas 1 minuto “Fé no corre em tempos ruins”. “Nesta, trazemos um hardcore rápido, com influências californianas, que também abre margem para um novo caminho dentro do nosso estilo”, observa Mounir.
Já a faixa “Comunicado 3” foi lançada em 2019, apenas com bateria e voz. “Para o disco ela foi regravada acrescentado o baixo e a guitarra, trazendo uma nova releitura para o som que se tornou um manifesto dentro da história da banda”, conta Jean Forrer. “Completam o repertório as faixas ‘Sei quem sou’, trazendo a mistura do groove com riffs pesados, e ‘Chiss’, com uma estrutura menos convencional e cheia de variações rítmicas”, acrescenta.
A arte da capa é obra de Jonas Santos, um artista que tem trabalhado com grandes nomes da música, como CPM22, Ziggy Marley, Mötley Crüe, entre outros. A ilustração sintetiza algumas das músicas, como as cobras em “Black Mamba”, o punho cerrado de “Sangue de luta”, os “zoião” que são citados na música “Bonde dos Falador”, as notas de dinheiro se referindo a “Você vale o que tem”, entre outras pequenas referências.
Show de lançamento O show de lançamento do álbum será realizado no dia 9 de outubro (domingo) no La Iglesia (SP), junto com as bandas Sujera, Emphuria e Cura. Ingressos antecipados online em https://www.clubedoingresso.com/evento/laboratorifest4.
Merch A banda preparou um novo merch com a ilustração da capa do novo álbum, além de outro modelo já disponível na loja online – a camiseta “Black Mamba”, com os dizeres “São Poucos pra chamar de irmão” nas costas.
Vocalista mostrou clima entre a banda e detalhes do show na arena Tik Tok
Crédito da foto: Edu Lawless
O vocalista Leandro Caçoilo (Viper, Caravellus, Daniel Fonseca) acaba de divulgar vídeo com bastidores do VIPER no Rock in Rio 2022, o maior festival da história da música. O show aconteceu em 2 de setembro, dia de abertura do evento, na Arena Itaú by TikTok, um dos espaços mais incríveis da Cidade do Rock.
“Foi uma honra cantar no Rock in Rio. Momento único da minha carreira, que vai ficar na memória pra sempre”, disse Leandro. A formação do VIPER conta com Leandro Caçoilo (vocal), Felipe Machado e Kiko Shred (guitarras), Pit Passarell (baixo) e Guilherme Martin (bateria). No show do festival, Guilherme foi substituído por Marcelo Campos temporariamente.
Leandro Caçoilo é professor de canto e está aberto a aulas e workshops. Suas aulas abordam técnicas de respiração, impostação, repertório, belting, apoio, aquecimento, resistência, drive e ressonância, além de gravações em pro-tools e especialização em diversos estilos. Para contratar Leandro Caçoilo, envie e-mail para leandrocacoilo@hotmail.com.
Capitaneada pelo baixista e vocalista Nyx Oliveira, músico ativo na cena metal desde os anos 80, o projeto já conta com quase 50 vídeos em seu canal do Youtube com versões e músicas autorais
O músico piauiense Nilson Oliveira, também conhecido como Nyx, é um veterano grande herói e precursor da cena do heavy metal brasileiro. Iniciou sua carreira musical no longínquo ano de 1981 no Piauí com a banda Condutores de Cadáver que permaneceu ativa até 1984. Com uma mudança para Goiânia, lá continuou fazendo metal com outras três bandas: Asgard (Thrash Metal) de 1986 a 1988, Mortuário (Death Metal) de 1987 a 1988 e com a Machinery já nos anos 2000.
Com os filhos crescendo, decidiu abrir com eles um estúdio de gravação em Brasília, o UniversoX Studios. Mais do que ser um estúdio convencional de gravação, a ideia era registrar algumas das composições das bandas que Nyx teve ao longo dos anos e que nunca haviam sido gravadas, entre outros sons que até então só estavam registradas nas velhas tapes.
Foi dessa forma que nasceu a Nyx Metal Project que, além de Nyx no baixo e vocal, ainda conta com dois outros grandes músicos, o guitarrista Luiz Amadeus (Faces Of Death) e o baterista Niko Teixeira (Tormentor Bestial). Arthur D, filho de Nyx, comanda a mesa de som e todo trabalho de produção.
Além de registrar algumas músicas autorais antigas como “Condutores de Cadáver”, da banda homônima, “Stage Dive” do Mortuário, “Just Out” do Asgard, “In My Hands” do Machinery, o Nyx Metal Project também passou a registrar uma quantidade bastante significativa de versões para alguns clássicos de bandas como Black Sabbath, Deep Purple, Motörhead, Slayer, Exodus, Overkill, Kreator, Whiplash, Destruction, Accept, Manowar, Metal Church, entre outros.
Ao mesmo tempo que expressa sua subjetividade de uma maneira tão peculiar, a Nyx Metal Project faz um grande trabalho antropológico ao resgatar e preservar a memória do heavy metal através de versões muito interessantes.
“Foi incrível poder gravar todas essas músicas das bandas que toquei de forma profissional ao longo dos anos. Elas soaram exatamente como imaginávamos à época, mas os recursos e qualidade disponíveis em termos de equipamentos e técnica não permitiam algo melhor. Agora elas soam poderosas e atuais!”, comenta Nyx que ainda explica sobre o processo de escolha dos covers. “São basicamente os sons que curti durante esse longo tempo de vida dedicada ao rock/metal. Todas essas músicas impactaram minha vida em determinado momento e tiveram sua importância. Tem muito thrash, claro, mas também outros clássicos. Completaremos 50 lançamentos em breve e o objetivo, por enquanto, são 100 lançamentos. Uma verdadeira enciclopédia de homenagem à musica pesada.”. Em alguns dos covers, Arthur D assume os vocais, em outros são chamados convidados especiais, como Fabiano Negri que recentemente registrou uma versão de “Keepers Of The Seven Keys” do Helloween.
Todos as músicas, tanto autorais como covers, contam com vídeos exclusivos disponíveis no canal oficial do Nyx Metal Project. Para assisti-los, acesse: nyxmetalproject.com
Entre outras novidades, para o lançamento do vídeo de número 50, a Nyx Metal Project prepara uma super promoção para todos os inscritos no canal. Aguardem.
“Get Rollin'”, décimo álbum da banda canadense, será lançado no dia 18 de novembro
Uma das principais bandas de rock das últimas décadas, o Nickelback se prepara para entregar aos fãs seu décimo álbum de estúdio. “Get Rollin'” tem lançamento previsto para o dia 18 de novembro via BMG e é antecipado pela faixa que abre o trabalho, “San Quentin”. O single agora ganha um clipe que mostra uma performance da banda com uma intensidade surpreendente.
“San Quentin” é um faixa pesada e urgente que dialoga com o histórico da banda canadense de unir baladas poderosas com faixas para bater-cabeça em seus álbuns. A canção surgiu depois que o vocalista Chad Kroeger conheceu um diretor da prisão de segurança máxima da Califórnia e ouviu suas histórias. A faixa narra um plano desesperado de fuga.
“Passamos os últimos anos gravando em um ritmo que nos deu liberdade para criar sem pressa e mal podemos esperar para que todos ouçam as novas músicas”, conta a banda. “Sentimos falta do contato com o público e estamos ansiosos para dar vida às novas músicas no palco, então vamos fazer rolar!”
Considerada pela Billboard em 2009 a banda de rock de maior sucesso da década, o Nickelback é o 11º artista mais bem-sucedido comercialmente de todos os tempos, contando com mais de 50 milhões de discos vendidos e mais de 4,7 bilhões de streams de carreira até hoje. Com clássicos como “How You Remind Me”, “Rockstar”, “Far Away” e “Photograph”, a banda lançou 23 singles que chegaram no topo das paradas, com 19 deles alcançando o Billboard Hot 100.
Seu sucesso resultou em mais de 26 prêmios, incluindo Billboard Music Awards, American Music Awards, MTV Video Music Awards, MuchMusic Video Awards, People’s Choice Awards, JUNO Awards e muito mais. Além disso, a banda teve 12 turnês consecutivas com ingressos esgotados, com quase 10 milhões de entradas vendidas em todo o mundo.
Primeiro lançamento do Nickelback em cinco anos, “Get Rollin'” está disponível para pré-save e o novo single “San Quentin”, para streaming.
Tracklist: 1. San Quentin 2. Skinny Little Missy 3. Those Days 4. High Time 5. Vegas Bomb 6. Tidal Wave 7. Does Heaven Even Know You’re Missing? 8. Steel Still Rusts 9. Horizon 10.Standing In The Dark 11. Just One More 12. High Time (Acoustic) * 13. Does Heaven Even Know You’re Missing? (Acoustic) * 14. Just One More (Acoustic) * 15. Horizon (Acoustic) *
O Hard Rock e o Melodic Rock brasileiro nunca mais foram os mesmos depois que a promissora banda gaúcha MARENNA, liderada pelo talentosíssimo vocalista Rod Marenna, apareceu de forma avassaladora na cena em 2014.
Com seu material de extrema qualidade logo conseguiu um contrato com a gravadora dinamarquesa Lions Pride Music para lançar “My Unconditional Faith” (EP/2015) e “No Regrets” (Álbum/2017), e agora, 30 de setembro, o tão aguardado quarto álbum da carreira, “Voyager”. No Brasil será distribuído em parceria com as gravadoras Classic Metal Records e Heavy Metal Rock.
A primeira amostra completa de “Voyager” foi o vibrante videoclipe para a faixa “Breaking The Chains”, lançado em agosto, e agora é a vez de “Wait”, segundo single de trabalho também disponibilizado com um belíssimo e romântico videoclipe.
“O conceito desse novo vídeo gira em torno de relacionamentos adultos”, comenta Rod Marenna. A história é baseada num casal em crise, estrelado pelos atores Mike Almeida e Fernanda Pires, que com o tempo redescobre o amor até o ponto do casal se dar uma nova chance para prosperar longe dos erros antigos. “A moral da história é mostrar a diferença gritante no jeito de lidar com os problemas em gerações diferentes. Antigamente as coisas na maioria das vezes eram resolvidas na conversa e reflexão, mas hoje qualquer coisa é motivo para humilhação ou até mesmo atos criminosos de todos os tipos”, finaliza o cantor. Luks Diesel, tecladista e co-autor de “Wait”, comenta dizendo que “a composição dessa faixa foi como um teste para ver se conseguiria – depois de tanto tempo – contribuir com algo no nível de composição do Marenna. Estou muito feliz de ter essa música no álbum e mais ainda em vê-la num belíssimo videoclipe”.
Conceito por Rod Marenna e Johnny Brando Dirigido e editado por Johnny Brando Música de Luks Diesel e Rod Marenna Letra por Rod Marenna e Beto Sassarrão (Hot Foxxy) Linha de vozes produzida e gravada por Arthur Appel (Broken Glass Studios) Mixagem e masterização por Jonas Godoy (Linha Sonora Studios – Caxias do Sul/RS) Produzido por Mauro Caldart
“Voyager”, quarto álbum do quinteto, trará 11 composições (e uma faixa bônus exclusiva para a edição física europeia) transbordando energia e identidade somadas a uma produção cristalina e atual. “Breaking The Chains” e “Wait” representam muito bem a nova fase mais madura que a banda vem desenvolvendo nos últimos anos, e trazem a pegada marcante do DNA conciso do MARENNA inserido numa mescla bem equilibrada de elementos pesados do Heavy Metal e Melodic Rock com altas doses de melodia.
A energia, os refrões tipicamente anos 80 e a sonoridade influenciada pelas grandes bandas do passado, e também, presente, faz de “Voyager” um dos mais aguardados álbuns desse ano.
“Acredito que consegui reunir as melhores músicas e trabalhar com o melhor time de profissionais, de forma mais eficiente e viável possível mesmo tudo sendo feito a distância. O resultado superou todas nossas expectativas, que são as melhores para esse lançamento”, finalizou Rod Marenna.
Dia 19 de novembro, no Red Star Studios, antigo Espaço Som, em São Paulo, a partir das 19h, o MARENNA fará o seu show de lançamento exclusivo de “Voyager” junto a banda Adellaide – parceira de cast da gravadora Lions Pride Music – numa noite especial voltada aos apreciadores do Hard Rock/AOR em sua mais pura essência.
A banda MARENNA, formada em 2014 e liderada pelo experiente vocalista/compositor com mais de 25 anos de carreira Rod Marenna, aposta no Melodic Rock e produz uma mescla híbrida entre o Hard Rock Clássico e o AOR (estilo mais comercial, voltado para adultos, badalado nas Rádios FM e novelas das décadas de 80 e 90) em produções modernas e cristalinas. Incorporando camadas melódicas de teclados, guitarras e vocais, e trazendo em suas composições situações da vida cotidiana moderna, destacadas por mensagens de otimismo, resiliência e fé, sua missão é de resgatar os melhores dias do Hard Rock Melódico. Sua rica discografia está disponível em todas as plataformas digitais e também na versão física.
Para fãs de: Whitesnake, Skid Row, Dokken, Def Leppard, Journey, Bon Jovi, Eclipse, H.E.A.T.
Discografia:
“My Unconditional Faith” (EP/2015) “No Regrets” (Álbum/2017) “Livin’ No Regrets” (Live) (Álbum/2018) “In Your Face” (Acoustic Live) (Álbum/2021) “Pieces Of Tomorrow” (EP/2021) “Voyager” (Álbum/2022)
Formação:
Rod Marenna – Vocais/Backing Vocals Luks Diesel – Teclados/Backing Vocals Edu Lersch – Guitarras Bife – Baixo Arthur Schavinski – Bateria/Backing Vocals
Música é o terceiro single do novo EP do grupo americano que será lançado em outubro
Uma das grandes sensações da nova geração do hard rock americano na atualidade é o Velvet Chains, grupo que vem ganhando notoriedade fora dos Estados Unidos e está de volta com uma seleção de novos singles, residência em Las Vegas e participação em diversos festivais. A música “Can’t Win” novo lançamento do grupo chega ao mercado com uma sonoridade enérgica que já é característica da banda, apostando em uma atmosfera introspectiva.
A faixa, escrita pelo baixista Nils Goldschmidt e pelo compositor Drew Lawrence, e produzida por Kane Churko (Five Finger Death Punch, Papa Roach, Skillet), também ganhou um videoclipe fascinante, dirigido pelo premiado Brian Cox (Bring Me The Horizon, Hollywood Undead, The Used), que já havia trabalhado com o Velvet Chains no vídeo de “Last Drop”, lançado em julho.
Membro fundador da Velvet Chains, Nils Goldschmidt comenta a temática do do single: “A letra é bastante ameaçadora, mas acho que você encontrará também um elemento de esperança nela. Além disto, há uma breve citação ao Soundgarden, uma banda que todos nós amamos, com a frase: ‘Like a black hole sun I shine'”.
O verso chave da canção é “Quando a culpa se transforma em pecado, eu não consigo vencer”, baseado no sentimento de estar constantemente falhando. O vídeo reflete essas emoções com cenas que mostram derrota e desespero. Sobre o processo de gravação do videoclipe, o músico complementa: “Filmamos por toda Las Vegas, incluindo um bar muito legal, um estúdio aleatório no norte da cidade, no meio do deserto etc. O diretor Brian Cox usou um drone para a cena da piscina, que foi interessante filmar já que nosso vocalista Ro teve alguns problemas para flutuar”.
A música “Can’t Win”, assim como os singles anteriores, “Back on the Train” e “Last Drop”, farão parte de um novo EP do Velvet Chains, que chega ao mercado no próximo mês.
Na mesma data do lançamento mundial do single “Can’t Win”, o Velvet Chains celebrará o feito com um show exclusivo ao lado de Todd Kerns (Slash feat. Myles Kennedy and The Conspirators), no Count’s Vamp’d, em Las Vegas.
Tanto trabalho e produção incessante vem rendendo resultados além das fronteiras norte-americanas. No Brasil, o Velvet Chains alcançou números expressivos nas plataformas de streaming e obteve grande atenção da mídia.
A faixa inédita é uma composição de Zé Rodrix e Ethel Frota
Depois de “Onde os Anjos Não Ousam Pisar”, faixa título do álbum solo de 2006, Nasi lança mais uma composição inédita de Zé Rodrix & Ethel Frota,”Coração Traidor”.
A faixa, que chega às plataformas digitais nesta sexta-feira (16) com distribuição da Ditto Music, apresenta uma mistura de blues, ragtime e baião, com direito a um naipe d kazus, e a divertida letra cai muito bem na voz rouca do cantor do Ira!.
Disco, com 10 faixas, traz mistura única e explosiva de heavy metal, power metal, hard rock e até mesmo metal alternativo
A Canil Records lança nas plataformas digitais o primeiro full álbum da Mercy Shot, Brace for Impact!. O disco conta com os três singles que impulsionaram o quinteto na cena da música independente pela mistura única e explosiva de heavy metal, power metal, hard rock e até mesmo metal alternativo.
“Brace for Impact” é composto de 10 músicas, incluindo os já conhecidos singles “Sink and Thrive”, “Enemy and Ally” e “For Nothing In This World”.
A temática das letras transita entre situações do cotidiano, relacionamentos, saúde mental e também nas artes que ilustram tanto as capas dos singles quanto o próprio álbum, que traz um conceito pós-apocalíptico (tema abordado na faixa título).
O show de lançamento do disco está marcado para 23 de setembro, no La Iglesia (Pinheiros – São Paulo), com a execução de Brace for Impact! na íntegra.
A abertura do evento será com a banda paulista de modern death Metal e o encerramento de Prodigal Scum, uma Jam Session formada por diversos músicos da cena underground interpretando clássicos do heavy metal mundial.
Brace for Impact! foi produzido pela banda junto a Wagner Meirinho, mixado e masterizado por Meirinho e Tiago Assolini.
A Mercy Shot comenta sobre o lançamento do primeiro full:
“Começamos a compor e gravar este álbum por volta de 2018. Muita coisa mudou, inclusive nós, mas estamos muito orgulhosos do trabalho que realizamos e mal podemos esperar para ouvir sua opinião sobre isso”.
Com pouco mais de um ano de sua formação, a banda MISTREATED tem se destacado no cenário brasileiro com seu Heavy Metal clássico, influenciado pelas melhores bandas do estilo. “Brand New Rust”, seu primeiro álbum, foi lançado no final do ano passado, e desde então o grupo, que é formado por Henrique Radünz (vocal), Emanuel Murialdo e Diego Corral (guitarras), Davi Isac (baixo) e Rodrigo Reinhardt (bateria)tem se empenhado em levar seu som para o maior número de pessoas possível. Agora o quinteto divulga uma entrevista realizada pelo colaborador Thiago Prata para o site da revista Roadie Crew, a maior revista especializada em Rock/Metal no Brasil. Na entrevista, temas como o início da banda, a situação da pandemia e o significado do título do disco, onde o guitarrista Emanuel Murialdo explicou: “Brand New Rust significa “Ferrugem Nova em Folha”, se refere ao nosso som ser uma “ferrugem”, pois soamos como bandas antigas, porém, “novo em folha”, porque também podemos soar mais atuais”.
Questionado sobre a atual situação da cena gaúcha de som pesado, o guitarrista é da seguinte opinião: “Acredito que temos uma cena muito rica, com ótimas bandas, tanto as que já estão na estrada há algum tempo quanto as que estão surgindo agora. Mas não vou deixar de criticar a falta de movimentação das bandas, e isso serve também para nós da Mistreated. Tem de haver uma conexão maior entre as bandas, uma cena só é forte quando as bandas estão unidas, e não somente querer se unir às bandas grandes como também puxar para o barco as que estão iniciando. Organizar mais fests, comprar material um do outro para se ajudar… Apoio, saca? Mas, enfim, eu vejo a chama mais forte agora do que há poucos anos atrás, vamos para cima!”.
E visando esta movimentação citada na entrevista, o MISTREATED conta com vários shows realizados na cidade de Pelotas e região, mas a banda também busca expandir seus contatos e limites geográficos, através de parcerias que possam vir a surgir com bandas gaúchas de outras regiões. Um dos projetos agora postos em prática é o Satolep Rock, festival organizado pela banda com o intuito de abrir mais espaços na cidade. A primeira edição do evento será realizada no dia 23 de setembro às 20h, no Distrito Confraria, na cidade de Pelotas, com a participação da banda Against the Power, de Thrash Metal. Ingressos podem ser adquiridos a partir de R$ 10,00 através dos próprios integrantes ou pelo Instagram do MISTREATED.
Outra ação da banda é o lançamento em formato físico de “Brand New Rust”, originalmente disponibilizado apenas nas plataformas digitais. Composto de oito faixas, o álbum transborda doses maciças de um potente e empolgante Metal tradicional, mostrando uma nova cara para o Heavy Metal gaúcho. Para adquirir o álbum no formato CD em sua pré-venda, basta entrar em contato com a banda através do e-mail bandamistreated@gmail.com ou de seu canal no Instagram.
Nome emergente do Metal gaúcho, o AD OMINOUS divulga informações sobre seu primeiro EP, intitulado “The Struggle: Alpha”. Após o lançamento do single “Ruin” e do show de estreia realizado em agosto em sua cidade natal, Bento Gonçalves, o grupo dá seguimento no processo de finalização do trabalho, que será lançado no mês de dezembro. O EP temático “The Struggle: Alpha”, segundo a banda, trata sobre as lutas que todos nós passamos, onde cada faixa conta um tema diferente. Todas as faixas foram compostas pelos membros da banda. O baixista Lucas Carbonera explica: “Somos bem democráticos no processo de composição, então todos tem vez, tanto para a letra quanto as melodias”. Antes do EP o grupo ainda lançará o single da faixa “A Sudden End”, no mês de novembro, cuja capa também está sendo divulgada.
Confira o track list completo:
Ruin
March to Darkness
Disguise
A Sudden End
Here Lies Our Human (Instrumental)
Soul Desecration
Carlos (bateria), Cristian (guitarra/vocais), Lucas Carbonera (baixo) e Luiz Felipe (guitarra) explicam o conceito das faixas: “Ruin”, o primeiro single, trata de uma relação onde um dos lados demonstra mania de grandeza, esquecendo quem estava ao seu lado, o que leva essa relação à ruína. “March to Darkness” fala um pouco sobre a depressão, através da metáfora de uma marcha para a escuridão, onde o eu lírico se questiona se vale a pena lutar, e se há um fim para o pesadelo. A terceira faixa, “Disguise”, tem como assunto central os disfarces que colocamos para esconder nossos erros e o passado, quando na verdade são eles que fazem parte do que somos, e enquanto permanecemos com as máscaras, seremos uma incógnita. “A Sudden End”, o segundo single, que será lançado em novembro, discorre sobre partida e perda. É a relato da passagem do animalzinho que viveu a vida inteira com seu dono e pereceu, dando sinais de que a morte estava por vir, e a demonstração da resistência do bicho nos últimos dias. A instrumental “Here Lies Our Human” é a sequência espiritual de “A Sudden End”, representando o funeral e a atmosfera vivida naquele dia. Por fim, “Soul Desecration” expressa o tormento de viver em uma sociedade onde o errôneo é constantemente normatizado.
O EP foi gravado no estúdio SoundStorm, com produção, mixagem e masterização assinadas por Ernani Savaris, enquanto a arte da capa dos singles e do EP leva a assinatura da fotógrafa Aline Bedin e logotipo criado por Christophe Szpajdel.
A banda gaúcha FINITA está divulgando a capa e conceito de seu novo trabalho, o EP “Above Chaos”, com previsão de lançamento para novembro. A capa de “Above Chaos” tem como figura central Lúcifer na posição de enforcado, alusão à carta XII dos Arcanos maiores do baralho de Tarot. Como este trabalho é sequência conceitual do álbum “Lie”, a banda decidiu manter a ideia das cartas. No “Lie”, foram utilizadas as cartas “O ermitão”, “A morte” e “O diabo”, considerando as diferentes facetas de Lúcifer em sua jornada. Em “Above Chaos” optaram por uma carta que pudesse traduzir a ideia geral da história a ser contada. A carta “O Enforcado” tem em si diferentes interpretações, como o suicídio de Judas, que se enforcou por remorso ou o sacrifício de Odin ao pendurar-se na Yggdrasil em busca de conhecimento. Seu significado dentro do deck geralmente está associado a divindade, sacrifício pessoal, ganho de conhecimento e resolução de um caminho já determinado. Em relação à arte da capa é importante pensar nas perspectivas divergentes: do ponto de vista do observador ele está caindo. Da perspectiva do anjo, ele está em ascensão aos céus. Apesar de compreender-se livre, ele não nota que está ironicamente amarrado às correntes da causalidade. Lúcifer paira entre dois mundos, sua divindade e mundanidade o aprisionam em um plano ainda maior que a sua própria compreensão.
A ideia geral da arte foi captada com excelência pela artista Fran Cullau, que acompanha os trabalhos da banda de perto há algum tempo. Sua interpretação pessoal da história é muito rica e conseguiu traduzir com cores vivas o que o EP tem a oferecer conceitual e musicalmente. É importante destacar ainda que a arte da capa se trata de uma pintura e que precisou ser fotografada para manter as cores e texturas próximas ao original. O responsável por este trabalho foi o fotógrafo Ernesto Sacchet, de Santa Maria.
Luana (vocal), Portela (guitarra), Allison (baixo), Guilherme (teclado) e Pablo (bateria) que durante a pandemia lançaram o álbum ao vivo “Live at Metal Sul Festival”, também divulgam o festival que será realizado em Porto Alegre no dia 11 de dezembro, o Extremo Sul II, com as bandas Crypta, Rebaelliun e Postmortem no Bar Opinião. Mais informações poderão ser obtidas em: https://www.instagram.com/ablaze_productions.
Assista ao vídeo de “Lucifer’s Empire”:
Ouça o álbum “Live at Metal Sul Festival” no Spotify:
Por que uma artista correria o risco de elaborar sua versão para um dos maiores clássicos de uma das grandes bandas do metal nacional? Seria necessário um motivo bem forte, certo? Foi o caso de Thaís Lyrica, frontwoman do Trapézia, e ela mesmo contextualiza: “Há exatamente um ano, eu estava iniciando uma nova etapa da minha vida e foi em ‘ECILA’, meu primeiro EP, que encontrei meu refúgio ao mostrar ao mundo a minha música e oficialmente me revelei como artista. ‘Rebirth’ significa para mim o próprio ‘Renascimento’, é assim que sempre me sinto em cada etapa da minha vida e nada melhor do que comemorar este um ano do lançamento das minhas músicas com a energia desta composição incrível”.
E qual a real importância do quinteto paulistano e sua obra para a cantora? “O Angra e toda a sua trajetória estiveram comigo em vários momentos da minha vida. A admiração pelo Rafa Bittencourt aumentou em 2019, quando tive o privilégio de ter um contato muito próximo durante um curso que fiz na época. Acredito que todo dia temos uma chance de nos perdoar, de recomeçar, sempre tento ver o lado bom de alguma situação ruim e é isto que ‘Rebirth’ significa para mim, assim como minha personagem, ECILA, uma fada que tem a capacidade de se transformar em qualquer espécie e está sempre renascendo”.
Assista já a Thaís Lyrica interpretando “Rebirth”:
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