Author Archives: Thiago Da Silva Tavares

SESC BELENZINHO RECEBE KRISIUN

Sesc Belenzinho recebe a banda Krisiun nos dias 6 e 7 de janeiro, sexta e sábado na Comedoria, com ingressos de R$ 12 (Credencial Sesc) a R$ 40 (inteira). 

Um dos principais nomes do death metal mundial faz show de lançamento de seu novo álbum Mortem Solis (2022) dentro do projeto Música Extrema.  

O trio surgido em 1990, e reconhecido pelos clássicos Black Force Domain (1995), Conquerors Of Armageddon (2000) e Southern Storm (2008) é formado por Alex Camargo (vocais e baixo), Max Kolesne (bateria) e Moyses Kolesne (guitarra).   

Neste show, toca repertório de seu novo álbum, além de clássicos da carreira. 

Krisiun é uma banda brasileira de death metal, formada em 1990, na cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O nome da banda deriva de um mar lunar nomeado “Mare Crisium”. 

É um dos precursores do brutal death metal mundial, sendo uma das bandas do Brasil com um grande reconhecimento internacional, sempre evoluindo sonoramente em seus álbuns, sem perder seu peso e brutalidade. 

KRISIUN 
Dias 6 e 7 de janeiro de 2023. Sexta e sábado, 20h30 

Local: Comedoria (400 lugares) 
Valores: R$ 40 (inteira); R$ 20 (Meia entrada), R$ 12 (Credencial Sesc) 
Classificação: 14 anos 
Duração: 90 minutos 

SESC BELENZINHO 

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000. 

Belenzinho – São Paulo (SP) 

Telefone: (11) 2076-9700 

sescsp.org.br/Belenzinho 
 

Estacionamento 

De terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h. 

Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional.  

Transporte Público 

Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m) 

HOODOO GURUS PERCORRERÁ SEUS 40 ANOS DE CARREIRA EM SHOW NO PALCO DA VIBRA SÃO PAULO

Australianos estão em turnê desde o primeiro semestre de 2022, quando também lançaram o álbum “Chariot of the Gods”

Crédito: Christopher Ferguson

O rock alternativo do Hoodoo Gurus é atemporal e a prova disso é a chegada deles no Brasil para celebrar seus 40 anos de carreira com o novo álbum “Chariot of The Gods“, lançado em março do último ano após um hiato de 12 anos. A casa de shows Vibra São Paulo abre suas portas para receber os australianos no dia 12 de abril de 2023. Os ingressos já estão disponíveis na plataforma Uhuu.com.

Composta por Dave Faulkner, Nik Reith, Brad Shepherd e Richard Grossman, a banda nasceu em 1981, em Sydney, e em meados dos anos 80 se tornou globalmente popular com os álbuns “Mars Need Guitars!”, “Blow Your Cool!” e “Magnum Cum Louder”. Em 1998 o grupo fez uma pausa, retomando os trabalhos em 2003.

Sobre o novo álbum, o vocalista e líder da banda Dave Faulkner declarou: “Os últimos anos foram frustrantes e estressantes para todos, mas, para o Hoodoo Gurus, essa nuvem escura teve um forro de prata. Forçado a confiar em nós mesmos em vez do mundo exterior para validação, houve um renascimento criativo dentro da banda que resultou em uma série de singles e um novo álbum. O mais importante de tudo, os laços musicais entre nós quatro nunca foram tão fortes. Quando as discussões são todas sobre quais músicas estamos tristes por ter que deixar de fora do disco, isso é um ótimo sinal“.

Chariot of the Gods já é um clássico do Gurus – 14 faixas (17 na edição deluxe em vinil duplo), que apresenta o lirismo já conhecido da banda e a composição incomparável colocada em um estilo distintamente australiano. O álbum é o primeiro gravado 100% já na nova formação da banda, que conta com o baterista Nik Reith.

Para o show na Vibra São Paulo, o público pode esperar, além de canções do novo trabalho, muitos hits da carreira como Come Anyway, 1000 Miles Away, What´s my Scene, Bittersweet, entre outras. Confira algumas nos links abaixo:

Come Anyway: https://www.youtube.com/watch?v=_BWEoUYUAtA

1000 Miles Away: https://www.youtube.com/watch?v=boN94tAFqZM

What’s my Scene: https://www.youtube.com/watch?v=K2vjGGEnE6U

Bittersweet: https://www.youtube.com/watch?v=srrqURBhWv8

Acompanhe a banda na internet:

www.hoodoogurus.net

www.instagram.com/hoodoogurus_official

SERVIÇO

HOODUS GURUS NA VIBRA SÃO PAULO

Data: 12 de abril de 2023

Local: Vibra São Paulo – Av. das Nações Unidas, 17955 – Vila Almeida, São Paulo – SP, 04795-100

Horário: 20h30

Classificação: 18 anos

Valor: a partir de R$90

Venda de ingressos online: https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/hoodoo-gurus-11044

Venda física (sem taxa de conveniência): Vibra São Paulo – Av. das Nações Unidas, 17955 – Vila Almeida, São Paulo – SP, 04795-100

Horário de funcionamento – Segunda à Sexta 12h às 15h e das 16h às 19h – Sábado / Domingo e Feriado – FECHADO salvo em dias de show com horário das 14h até o horário do show.


SUMMER BREEZE BRASIL LANÇA AÇÃO SOLIDÁRIA JUNTO AO GRAACC

Summer Breeze Brasil, um dos maiores festivais de rock da Europa e que desembarca no Brasil pela primeira vez em 2023, acaba de lançar uma ação solidária para ajudar no tratamento de crianças e adolescentes com câncer atendidos pelo GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer).

Para participar, basta adquirir ingressos da modalidade Summer Card (válido para 1 dia de festival) durante todo o mês de dezembro. Além de contar com preços reduzidos durante todo o período, o cliente ainda ajudará na luta do GRAACC. O valor a ser repassado é de R$20 para cada ingresso vendido.

O Summer Breeze não é apenas um festival de música. A ideia é que a vinda dele para São Paulo traga benefícios para a população gerando empregos diretos e indiretos, aquecendo a economia local, fomentando a cultura e, agora, também auxiliando nesse trabalho tão importante realizado pelo GRAACC”, comenta Rick Dallal, Free Pass Entretenimento.

– Summer Card “Ingresso Solidário” (válido para 1 dia de festival + parte do valor da venda revertida para o GRAACC): R$445

– Vendas em ingressos dia 29/4:

https://www.ticket360.com.br/ingressos/25788/ingressos-para-summer-breeze-open-air-brasil-2023

– Vendas em ingressos dia 30/4:

https://www.ticket360.com.br/ingressos/25787/ingressos-para-summer-breeze-open-air-brasil-2023

Obs.: A ação não é válida para ingressos de meia-entrada. Custos como taxa de conveniência não estão inclusas nos valores descritos acima.

Para acessar press release com informações completas sobre o festival, acesse:

https://app.cse360.com.br/public-link/campaign-email/a1c49739-bfe3-4318-5ab5-08dac3ee9348

Sobre o GRAACC

O Hospital do GRAACC é referência no tratamento do câncer infantojuvenil, principalmente em casos de maior complexidade. Possui uma parceria técnico-científica com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) que possibilita, além de diagnosticar e tratar o câncer pediátrico, o desenvolvimento de ensino e pesquisa.

É a primeira instituição do País, especializada em câncer infantojuvenil, a receber a acreditação da Joint Commission International (JCI), uma das organizações mais conceituadas do mundo na área de certificações em serviços de saúde. Em 2021, ano marcado pela pandemia, atendeu cerca de 4 mil pacientes de todo o País e realizou mais de 33 mil consultas, além de cerca de 1,6 mil procedimentos cirúrgicos, 25 mil sessões de quimio e radioterapia e 96 transplantes de medula óssea.

Em 30 anos de atividades, o GRAACC elevou o patamar do tratamento de alta complexidade do câncer infantojuvenil no Brasil, com taxa média de 72% de chances cura, e investe constantemente em medicina individualizada e investigação genética para que cada vez mais crianças e adolescentes com câncer possam ter um futuro todo pela frente.

Saiba mais sobre o trabalho do GRAACC em www.graacc.org.br

KNOTFEST DESEMBARCA EM SÃO PAULO COM SHOWS ARREBATADORES NO ANHEMBI

Por Thiago Tavares

No último dia 18 de Dezembro, o Sambódromo do Anhembi foi tomado por um público diferente do habitual, onde geralmente no mês de fevereiro é tomado pelos amantes e admiradores do samba e do carnaval. Desta vez, o espaço foi tomado literalmente pelos headbangers de todo o país, no qual o espaço sediou a edição brasileira do Knotfest – festival esse realizado pelos integrantes do Slipknot.

Além dos anfitriões da festa, o festival contou com as participações de grandes nomes do rock e do heavy metal nacional e internacional: Pantera, Judas Priest, Bring Me The Horizon, Mr. Bungle, Vended e Trivium. O cenário brasileiro foi representado pelas bandas Sepultura, Project46, Oitão, Jimmy & Rats e Black Pantera.

Um pouco da história do Knotfest

O festival surgiu em 2012 em Iowa, nos Estados Unidos. Devido a repercussão e o sucesso da primeira edição, o Slipknot resolveu espalhar o evento para o mundo, com edições em São Bernardino, Tóquio e Cidade do México.

Dentre as edições passadas já participaram bandas de peso como Deftones, Megadeth, Avenged Sevenfold, entre outras.

A experiência sob o contexto geral do festival

Já dentro do sambódromo, não há algo a reclamar acerca da organização do festival. Ao longo da passarela do samba, tomada pelos amantes do rock e do heavy metal não podiam reclamar da alimentação: uma variedade para atender todo mundo, com opções de food trucks e bares, caso a pessoa estivesse enjoada da cerveja. Cabe salientar e elogiar o trabalho de limpeza, onde a cada encerramento do show, prontamente entraram em ação para retirar dezenas e dezenas de copos espalhados pelo chão, tendo como destinação a reciclagem.

O ponto negativo a ser feito trata-se da organização para a entrada do público ao festival. Por mais que a data coincidisse com a final da Copa do Mundo entre Argentina e França, era perceptível que um percentual considerável da galera não quis perder por nada a partida, visto a disputa que rendeu até o apito final. Por mais que a organização colocou um telão à disposição das pessoas, muita gente entrou após a disputa de pênaltis. O resultado disso foi a falta de funcionários para agilizar o processo de conferência dos ingressos e a falta de organização da fila fora do sambódromo, onde havia uma fila para que todos pudessem entrar, atrasando assim a experiência da galera em curtir as primeiras atrações.

Knotfest Museum

O público também pode conferir uma atração secundária do festival. O Knotfest Museum, que sem dúvidas foi o local mais disputado, onde havia relatos de pessoas que passaram mais de uma hora na fila para adentrar ao espaço. A curiosidade falava mais alto e não era pra tanto.

O espaço contava com itens do Slipknot como macacões, máscaras, flyers publicitários, premiações como discos de platina, o Grammy que ganharam em 2005 como melhor performance em “Before I Forget”, o contrabaixo do falecido Paul Gray, entre outros itens.Havia também duas experiências interativas: a primeira era um acionador de explosivos que remete ao clipe “The Devil And I” e a possibilidade de tocar a guitarra de um dos integrantes enquanto ouve seu som através de fones de ouvido.

Sepultura

O Sepultura começou sua participação com aquela ignorância de sempre com “Isolation” do último álbum Quadra emendando com a clássica “Refuse/Resist” e com a também mais recente “Means to an End”

Foto: Knotfest/Divulgação

A banda apostou também, pela primeira vez ao vivo, em replicar faixas do projeto que lançaram durante a pandemia. Intitulado de “SepulQuarta” derivado de uma série de lives com participações especiais, o primeiro convidado a subir ao palco foi o guitarrista do Anthrax, Scott Ian. Executando “Cut-Throat” realizou sua apresentação de forma satisfatória, agradando o público presente.

Foto: Knotfest/Divulgação

O set seguiu com clássicos da banda como “Dead Embryonic Cells” “Agony of Defeat” e “Propaganda”. Continuando com as jams do “SepulQuarta”, Matt Heafy frontman do Trivium aparece no palco para tocar e cantar “Slave New World”, no qual aparentava estar lisonjeado em dividir o palco.

Foto: Knotfest/Divulgação

Em seguida, Phil Anselmo divide o palco para “cantar” “Arise”. Coloco o verbo cantar entre aspas pois foi o que menos ele fez, onde ele priorizou cochichar no ouvido do baterista Paulo Xisto e soltar alguns gritos no refrão. Chegando ao final da apresentação, não poderia faltar os clássicos “Ratamahatta” e “Roots Bloody Roots” do album “Roots”.

SETLIST SEPULTURA – KNOTFEST – 18 DE DEZEMBRO DE 2022

Isolation

Refuse/Resist

Means to an End

Cut-Throat (com Scott Ian)

Dead Embryonic Cells

Agony of Defeat

Slave New World (com Matt Heafy)

Arise (com Phil Anselmo)

Ratamahatta

Roots Bloody Roots


Mr. Bungle

Em primeira mão, o público brasileiro pode conferir o show do Mr. Bungle, banda essa que traz somente Mike Patton (Faith No More), o guitarrista Scott Ian (Anthrax) e o baterista Dave Lombardo (ex-Slayer) na formação. Além de faixas autorais “Bungle Grind”,“Raping Your Mind” e “Anarchy Up Your Anus”, o set iniciou com “Won’t Be My Neighbor”, cover do comediante americano Fred Rodgers.

Foto: Knotfest/Divulgação

Algo que era perceptível por parte do Mike era a aleatoriedade perante suas vestimentas. Uma hora ele estava com um sombreiro, outra hora estava com adornos de guias de Exu, um distintivo de polícia no pescoço e provocações pontuais a seleção francesa perante a derrota na final, mais em específico quando cantou “Glutton for Punishment”

Foto: Knotfest/Divulgação

Quem presenciou o show da banda pode ver um mix de comedy rock, porradaria e muito mosh pit com a junção inesperada de dois gigantes do trash metal.

Foto: Knotfest/Divulgação

SETLIST – MR BUNGLE – KNOTFEST – 18 DE DEZEMBRO DE 2022

Won’t You Be My Neighbor (cover de Fred Rogers)

Anarchy Up Your Anus

Raping Your Mind

Bungle Grind

Eracist

Spreading the Thighs of Death

Glutton for Punishment

Hell Awaits (Slayer) e Summer Breeze (cover de Seals & Crofts)

Hypocrites

Speak English or Die (cover de S.O.D.)

World Up My Ass (cover de Circle Jerks)

Sudden Death

Gracias a la vida (cover de Violeta Parra)

Territory (cover de Sepultura com Andreas Kisser e Derrick Green)

Pantera

O Pantera subiu ao palco pontualmente as 17h com Phil Anselmo comandando a participação perante ao festival. Na ocasião, o mesmo era o único integrante do grupo a participar, onde o baixista Rex Brown precisou ser afastado após ser testado positivo para a Covid-19.

Foto: Knotfest/Divulgação

Com Derek Engemann (baixo), Zakk Wylde (guitarra) e Charlie Benante (bateria) a apresentação deles foi bem além do esperado pelo público e também algo que já foi apresentado na última quinta-feira, dia 15, onde o grupo priorizou os álbuns “Vulgar Display of Power” (1992) e “Far Beyond Driven” (1994) onde colocou a prova a voz de Anselmo, que continua em dia.

Foto: Knotfest/Divulgação

Ao iniciar os trabalhos com “A New Level” e “Mouth for War” o público veio abaixo com ações de pirotecnia vinculada a sonoridade. Alguns fãs também foram aos prantos com a gravação de “Cemetery Gates” em memória dos irmãos Dimebag e Vinnie Paul.

Foto: Knotfest/Divulgação

Em “Walk” foi o ápice do show, onde o público veio junto com Anselmo com o refrão sendo entoado com força. E em “Cowboys from Hell” dedicou novamente aos irmãos Paul nominalmente: “é por vocês, Vinnie e Dime”

Ao finalizar os trabalhos, cantarolou um trecho de “Stairway to Heaven” deixando cair o microfone no chão.

Foto: Knotfest/Divulgação

O Pantera não ficou devendo na apresentação de domingo e sem dúvidas foi o segundo maior público do festival, perdendo para os anfitriões da festa.

SETLIST – PANTERA – KNOTFEST – 18 DE DEZEMBRO DE 2022

A New Level

Mouth for War

Strength Beyond Strength

Becoming (com trecho de Throes of Rejection)

I’m Broken (com trecho de By Demons Be Driven)

5 Minutes Alone

This Love

Yesterday Don’t Mean Shit

Fucking Hostile

Gravação de trecho de Cemetery Gates com vídeo em tributo a Dimebag e Vinnie

Planet Caravan (cover de Black Sabbath, com mais vídeo em tributo a Dimebag e Vinnie)

Walk

Domination / Hollow

Cowboys From Hell


Bring Me the Horizon

Formado em 2004, a banda britânica de Sheffield que já passou pelo Deathcore, Metalcore e hoje passeia pelo Rock Eletrônico e no Pop-Rock, o Bring Me the Horizon chegou ao palco marcando presença e surpreendo a pessoa que vos escreve, até então não havia visto uma apresentação ao vivo deles.

Foto: Knotfest/Divulgação

De início, Oliver Sykes e os demais integrantes surgem e iniciam os trabalhos com “Can You Feel My Heart?” com corações em neon e a reprodução da letra estilo karaokê nos telões.

Pode-se dizer que o vocalista possui metade de sua nacionalidade brasileira e resolveu colocar em prática isso. Primeiramente o mesmo é casado com a brasileira Alissa Salis e mora em Taubaté, interior de São Paulo, logo começou a arranhar alguns discursos e expressões típicas dos brasileiros. Em determinado momento, disse que estava com saudades dos fãs brasileiros. Em “That’s Spirit” o frontman da banda pediu um circlepit e afim de provocar a galera mencionou em bom tom que o pit estava “muito zoado” e que deveria fazer “mais grande”.

Foto: Knotfest/Divulgação

“Teardrops”, “Mantra”, “Dear Diary” e “Parasite Eve” foram as demais faixas que deram sequência com mais efeitos nos telões. Oliver continuava a praticar seu português com a galera como por exemplo “vocês são loucos” e “vocês estão pirando na batatinha”.

Uma vez que a banda realizou uma avant premiere na última sexta (16) a única modificação do set foi a execução de “Sleepwalking” no festival, onde no dia 16 deu lugar a “Antivist” que teve participação de Pablo Vittar.

Foto: Knotfest/Divulgação

Chegando a reta final do show, ao executar “Throne” Sykes pediu ao público sentar e levantar mediante ordem dele, algo que já havia acontecido no show do Vibra, mas dadas as devida proporções de público. 

SETLIST – BRING THE HORIZION – KNOTFEST – 18 DE DEZEMBRO DE 2022

Can You Feel My Heart

Happy Song

Teardrops

Mantra

Dear Diary

Parasite Eve

sTraNgeRs

Shadow Moses

DiE4u

Sleepwalking

Drown

Obey

Throne

Judas Priest

A noite foi caindo no Anhembi e o Judas Priest assumiu o headliner do Carnival Stage com grandes expectativas do público. Após a gravação de “War Pigs” (Black Sabbath), a galera fica em alerta para o que vem a seguir. Enquanto uma narração soa sob os alto falantes, o tridente que simboliza a eternidade começa a subir de forma lenta até acender. É a senha que o espetáculo iria começar com “Electric Eye”.

Foto: Knotfest/Divulgação

O set apresentado foi praticamente o mesmo apresentado na última quinta-feira (14) no Vibra, com domínio de faixas do álbum “British Steel” (1980)” e “Screaming for Vengeance” (1982) mas houve também algo que passasse por “Painkiller” (1990) e “Firepower” (2018) e demais trabalhos. Novamente, Rob Halford impressionou a galera, onde aos 71 anos mostrou técnica e versatilidade.

Foto: Knotfest/Divulgação

Foi perceptível somente um problema técnico que foi com o baixo de Ian Hill em “Turbo Love” que estava bem alto que o normal, mas tudo se resolveu na música seguinte.

Foto: Knotfest/Divulgação

Outro momento de destaque trata-se uma homenagem a Gleen Tipton, onde o mesmo está afastado da banda desde 2018 para se tratar do mal de Parkinson e substituído por Andy Sneap. Imagens do guitarrista foram exibidas durante a execução de “Painkiller”.

SETLIST – KNOTFEST – JUDAS PRIEST – 18 DE DEZEMBRO DE 2022

Electric Eye

Riding on the Wind

You’ve Got Another Thing Comin’

Jawbreaker

Firepower

Devil’s Child

Turbo Lover

Steeler

Between the Hammer and the Anvil

Metal Gods

The Green Manalishi

Screaming for Vengeance

Painkiller

Bis:

Hell Bent for Leather

Breaking the Law

Living After Midnight

Slipknot

Já passava das 21h onde os donos da festa se apresentaram para dar o encerramento da primeira edição do Knotfest no Brasil.

Foto: Knotfest/Divulgação

Corey Taylor (voz), Mick Thomson (guitarra), Jim Root (guitarra), Sid Wilson (DJ), Alessandro Venturella (baixo), Shawn “Clown” Crahan (percussão), Craig Jones (pickups), Jay Weinberg (bateria) e Michael “Tortilla Man” (percussão) adentram ao palco quebrando tudo com “Disasterpiece”, do clássico álbum “Iowa”. Em seguida, sem deixar o público desanimar veio o hit “Wait and Bleed”.

Foto: Knotfest/Divulgação

Mais adiante, Taylor interage com a galera: “Como vocês estão se sentindo, meus amigos? Eu estou muito feliz por estar aqui novamente”. Em seguida, para dar um ar de pirotecnia no show, veio “All Out Life”.

Ao executar “Before I Forget”, Taylor volta a interagir com o público: “É uma honra poder voltar a São Paulo. Agora, vocês estão no meu show. Vocês sabem o que isso significa? Que agora vocês são meus!”. Com muitos moshpits feitos e muitos efeitos pirotécnicos a essa altura do campeonato, Taylor questiona o público se “os filhos da p#t@” tinham ouvido o último disco, “The End, So Far”. Foi a senha da próxima música a ser executada: “The Dying Song”.

Foto: Knotfest/Divulgação

Ao encerrar uma parte do show, que relativamente mesclava uma música nova, com uma outra não tão recente assim, Corey questionou o público sobre quantos já tinham assistido Slipknot e quantos assistiam a banda pela primeira vez (que era meu caso). Diante da resposta, ele replicou que “Não importa se nos acompanham há 20 anos ou há 20 minutos, todos vocês fazem parte da família. Porém, nossa família tem um código, vocês sabem qual é?”. Era novamente a senha para introduzir “The Heretic Anthem”, com seu refrão icônico: “If you’re 555, then I’m 666”.

Foto: Knotfest/Divulgação

Em “Psychosocial” os percussionistas vem a frente do palco, ao ganharem a mesma visibilidade que Corey. Já em “Duality” trouxe a percussão tradicional da batida no tambor de metal com tocha de fogo. Partindo para a parte final do show sob a promessa de voltarem no tempo, o grupo tocou “Spit it Out”, faixa do trabalho de estreia.

Para encerrar, uma dobradinha das antigas: “People = Shit” e “Surfacing”. Ao final da última música, o público foi agraciado com fogos de artifício, posicionados no alto e no fundo do palco enquanto era executado “‘Til We Die”.

Foto: Knotfest/Divulgação

A apresentação do Slipknot foi sensacional. O grupo soube fazer um espetáculo no qual conseguiu passar por diversas fases da banda, priorizando músicas dos primeiros álbuns mas também mesclando com músicas de trabalhos recentes. A atuação de Corey Taylor foi fora do comum, no qual traz o público junto com ele nas apresentações, fora a produção do show, que alinhada com a tecnologia, traz uma experiência sensacional.

SETLIST – KNOTFEST – SLIPKNOT – 18 DE DEZEMBRO DE 2022

Disasterpiece

Wait and Bleed

All Out Life

Sulfur

Before I Forget

The Dying Song (Time to Sing)

Dead Memories

Unsainted

The Heretic Anthem

Psychosocial

Duality

Custer

Spit It Out

Bis:

People = Shit

Surfacing

Em nome do Ponto Zero, agradecemos a Midiorama pela concessão do credenciamento para a cobertura do festival.

PANTERA E JUDAS PRIEST FAZEM SHOW COM OS MAIORES SUCESSOS EM SÃO PAULO

Por Thiago Tavares

Para quem achava que o mês de dezembro havia acabado acerca dos shows de grandes bandas do rock e do metal, se enganaram redondamente. Aproveitando o ensejo de no dia 18 iria ocorrer o Knotfest no Anhembi, diversas bandas realizaram uma espécie de Avant Première, aquecendo os motores para o que estava por vir no domingo em questão.

E diante de diversas prévias de qualidade rolando solta, este repórter que vos escreve resolveu cobrir um show que sem dúvidas faria um barulho ensurdecedor naquele domingo. No último dia 15, tive a honra de ver e cobrir os shows de dois clássicos: Pantera e Judas Priest no Vibra São Paulo (antigo Credicard Hall), casa esta que a cada ano muda de nome que é impressionante.

O Pantera liderado pelo polêmico (ou não) Phil Anselmo teve uma baixa na passagem pelo Brasil. O baixista Rex Brown se afastou de forma temporária da banda alegando ter contraído Covid-19 e acabou não participando, sendo que sua última participação foi no último dia 09 na Colômbia.

Foto: Thiago Tavares

Por esta passagem, Brown foi substituído por Derek Engemann, baixista da banda Cattle Decapitation e já dividiu o palco com Anselmo em outros projetos.

O que foi perceptível na apresentação do Pantera é a empolgação da galera do início ao fim do show. Sem sombra de dúvidas a escolha do set foi satisfatória ao colocar clássicos da banda e diversos moshes. A galera que apenas queria fazer sua festinha no seu lugar, que lutasse para se manter em pé ao ver o espetáculo, ou por que não dizer espetáculos pois o que o público fez foi absurdo.

Foto: Thiago Tavares

Para os mais saudosistas, aqueles que acompanham o Pantera lá do comecinho podem ainda ficar com uma pulga atrás da orelha acerca da formação atual. Lhe explico: Zakk Wylde é outro patamar, mas não é Dimebag Darrell e Charlie Benante não é Vinnie Paul. E é óbvio que os integrantes atuais irão colocar suas identidades no palco. Por que então questionar? Desta nobre pessoa que vi o Pantera pela primeira vez na vida não senti diferenças e o desempenho da cozinha foi impecável naquela noite.

Foto: Thiago Tavares

E o que falar de Phil Anselmo? Sem sombra de dúvidas o que ele fez no passado como pessoa não será apagado, sem dúvidas, mas em pleno 2022 mexer em um vespeiro que somente ele pode resolver não adianta em nada. Cabe a quem é fã e admirador saber separar em dois cestos distintos: o homem do artista. Como homem, errou sem precedentes. Como artista, perante o show daquela noite foi impecável à frente da banda.

Cabe reforçar que o set foi uma porrada atrás da outra e também uma homenagem aos irmãos Abbott. Um show que agradou a maioria do público, sem precedentes.

Foto: Thiago Tavares

Mas a noite não tinha acabado. Ainda tinha o clássico dos clássicos. O Judão da massa iria se apresentar e essa pessoa que vos escreve estava empolgado para ver eles por dois motivos. A primeira e última vez que tinha visto o Judas foi em 2018 no Solid Rock, no Allianz Parque, ao lado de Alice In Chains e do Black Star Riders, mas com uma distância considerável. O segundo motivo é acompanhar com atenção o desempenho de Rob Halford em palco e não acreditar que aos 71 anos canta de forma incrível, absurda (coloque mais dois adjetivos a sua escolha!)

Foto: Thiago Tavares

Claro que não podemos colocar em pé de inferioridade Ian Hill, Scott Travis, Ritchie Falkuner e Andy Sneap (longe disso!) mas o que Sr. Halford fez naquele show é impressionante a demonstração de força, vitalidade, a técnica vocal, na qual repito e com letras garrafais AOS 71 ANOS e que antes do bis simplesmente deixou a cereja do bolo para todos ficaram impressionados: Screaming for Vengeance e Painkiller. Um item que não passou despercebido foram as produções de cenário, tanto do show do Pantera quanto do Judas: impecáveis. 

Foto: Thiago Tavares

Mesmo com algumas falhas no microfone, algo que não comprometeu o show como um todo, o Judas continua firme e forte rodando o mundo com a tour em comemoração aos 50 anos de carreira e felizes são as pessoas que têm a oportunidade em assistir essa banda que até hoje leva uma legião de fãs, lotando os palcos e estádios por onde passam. Sabemos que isto não será para sempre, mas havendo a oportunidade, não hesite em ir ver o show destas lendas do metal.

Foto: Thiago Tavares

Em nome do Ponto Zero, agradecemos a Midiorama por nos dar a oportunidade de realizar a cobertura do show.

SETLIST PANTERA – VIBRA SÃO PAULO – 15 DE DEZEMBRO DE 2022

A New Level

Mouth for War

Strength Beyond Strength

Becoming

I’m Broken

5 Minutes Alone

This Love

Yesterday Don’t Mean Shit

Fucking Hostile

Cemetery Gates em playback com vídeo em tributo a Dimebag e Vinnie

Planet Caravan (cover do Black Sabbath)

Walk

Domination / Hollow

Cowboys From Hell

SETLIST JUDAS PRIEST – VIBRA SÃO PAULO – 15 DE DEZEMBRO DE 2022


The Hellion

Electric Eye

Riding on the Wind

You’ve Got Another Thing Comin’

Jawbreaker

Firepower

Devil’s Child

Turbo Lover

Steeler

Between the Hammer and the Anvil

Metal Gods

The Green Manalishi (With the Two Prong Crown)

Screaming for Vengeance

Painkiller

Hell Bent for Leather

Breaking the Law

Living After Midnight



COLDPLAY ANUNCIA ÚLTIMO SHOW NA AMÉRICA LATINA DA MUSIC OF THE SPHERES WORLD TOUR NO RIO DE JANEIRO

INGRESSOS PARA O SHOW DE ESTÁDIO DA BANDA, DIA 28 DE MARÇO, ESTARÃO À VENDA DIA 22 DE NOVEMBRO 

Depois de esgotar dez datas de 2023 no Brasil, o Coldplay anuncia o último show na América Latina de sua turnê mundial Music Of The Spheres World Tour, no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, Brasil, em 28 de março de 2023. Os ingressos para a última parada da banda na América Latina da atual turnê, estarão à venda na terça-feira, 22 de novembro, a partir das 10h online (www.eventim.com.br/coldplay) e 11h na bilheteria oficial (sem taxa de serviço | sem taxa de serviço | Jeunesse Arena).

Coldplay terá como convidado especial internacional CHVRCHES nas suas apresentações em São Paulo, Curitiba e Rio De Janeiro. Elana Dara é a convidada especial nacional nos shows de São Paulo, e Clara X Sofia no Rio de Janeiro e em Curitiba. 

A lista completa de datas da turnê está listada abaixo. Para a turnê completa e informações sobre ingressos visite: www.coldplay.com 

DATAS DA MUSIC OF THE SPHERES WORLD TOUR 2022: 

NOVEMBRO

1: Buenos Aires, AR – Estádio River Plate (abertura: H.E.R.)

2: Buenos Aires, AR – Estádio River Plate (abertura: H.E.R.)

4: Buenos Aires, AR – Estádio River Plate (abertura: H.E.R.)

5: Buenos Aires, AR – Estádio River Plate (abertura: H.E.R.)

7: Buenos Aires, AR – Estádio River Plate (abertura: H.E.R.)

8: Buenos Aires, AR – Estádio River Plate (abertura: H.E.R.)

DATAS DA MUSIC OF THE SPHERES WORLD TOUR 2023: 

MARÇO

10: São Paulo, BR – Estádio do Morumbi (abertura: CHVRCHES)

11: São Paulo, BR – Estádio do Morumbi (abertura: CHVRCHES)

13: São Paulo, BR – Estádio do Morumbi (abertura: CHVRCHES)

14: São Paulo, BR – Estádio do Morumbi (abertura: CHVRCHES)

17: São Paulo, BR – Estádio do Morumbi (abertura: CHVRCHES)

18: São Paulo, BR – Estádio do Morumbi (abertura: CHVRCHES)

21: Curitiba, BR – Estádio Couto Pereira (abertura: CHVRCHES) 

22: Curitiba, BR – Estádio Couto Pereira (abertura: CHVRCHES) 

25: Rio de Janeiro, BR – Estádio Nilton Santos Engenhão (abertura: CHVRCHES)

26: Rio de Janeiro, BR – Estádio Nilton Santos Engenhão (abertura: CHVRCHES)

28: Rio de Janeiro, BR  – Estádio Nilton Santos Engenhão (abertura: CHVRCHES) *NOVO SHOW 

MAIO

17: Coimbra, PT – Estádio Cidade de Coimbra

18: Coimbra, PT – Estádio Cidade de Coimbra

20: Coimbra, PT – Estádio Cidade de Coimbra

21: Coimbra, PT – Estádio Cidade de Coimbra

24: Barcelona, ​​ES – Estadi Olímpic Lluís Companys

25: Barcelona, ​​ES – Estadi Olímpic Lluís Companys

27: Barcelona, ​​ES – Estadi Olímpic Lluís Companys

28: Barcelona, ​​ES – Estadi Olímpic Lluís Companys

31: Manchester, Reino Unido – Estádio Etihad

JUNHO

1: Manchester, Reino Unido – Estádio Etihad

3: Manchester, Reino Unido – Estádio Etihad

4: Manchester, Reino Unido – Estádio Etihad

6: Cardiff, Reino Unido – Principality Stadium

7: Cardiff, Reino Unido – Principality Stadium

21: Nápoles, IT – Estádio Diego Armando Maradona

22: Nápoles, IT – Estádio Diego Armando Maradona

25: Milão, IT – Stadio San Siro

26: Milão, IT – Stadio San Siro

27: Milão, IT – Stadio San Siro

28: Milão, IT – Stadio San Siro

JULHO

1: Zurique, CH – Stadion Letzigrund

2: Zurique, CH – Stadion Letzigrund

5: Copenhague, DK – Parken

6: Copenhague, DK – Parken

8: Gotemburgo, SE – Ullevi

9: Gotemburgo, SE – Ullevi

11: Gotemburgo, SE – Ullevi

12: Gotemburgo, SE – Ullevi

15: Amsterdã, Holanda – Johan Cruijff ArenA

16: Amsterdã, Holanda – Johan Cruijff ArenA

18: Amsterdã, Holanda – Johan Cruijff ArenA

19: Amsterdã, Holanda – Johan Cruijff ArenA

SERVIÇO

COLDPLAY – MUSIC OF THE SPHERES

PRODUÇÃO: LIVE NATION

RIO DE JANEIRO

Datas: 25 de março de 2023 (sábado) – ESGOTADO

             26 de março de 2023 (domingo) – ESGOTADO

             28 de março de 2023 (terça-feira) – NOVO SHOW

Horário Coldplay: 21h

Local: Estádio Nilton Santos Engenhão 

Endereço: R. José dos Reis, 425 – Engenho de Dentro, Rio de Janeiro – RJ

Ingressos: a partir de R$ 215  (ver tabela completa)

Classificação etária: 14 anos. Menores de 05 a 13 anos, apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais.*

*Sujeito à alteração por Decisão Judicial

PREÇOS:

CADEIRA SUPERIOR LESTE- R$ 215,00 meia entrada e R$ 430,00 inteira

CADEIRA SUPERIOR OESTE- R$ 215,00 meia entrada e R$ 430,00 inteira

PISTA/CADEIRA SUL- R$ 260,00 meia entrada e R$ 520,00 inteira

CADEIRA INFERIOR LESTE- R$ 280,00 meia entrada e R$ 560,00 inteira

CADEIRA INFERIOR OESTE- R$ 280,00 meia entrada e R$ 560,00 inteira

PISTA PREMIUM BRANCA- R$ 475,00 meia entrada e R$ 950,00 inteira

PISTA PREMIUM AMARELA- R$ 475,00 meia entrada e R$ 950,00 inteira

BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇO

Jeunesse Arena – Mediante disponibilidade de ingressos

Endereço: Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ

No dia 22/11, a partir das 11h até 17h ou esgotamento dos ingressos

Após essa data, mediante disponibilidade: Terça a sábado das 10h às 12h e das 13h às 17h.

Liam Gallagher realiza show impecável alinhando clássicos do Oasis e repertório solo em São Paulo

Por Thiago Tavares

No último dia 15 de Novembro, feriado nacional, uma ótima pedida para curtir um show de qualidade em São Paulo e ainda mais quando me refiro a um dos maiores músicos britânicos dos últimos tempos, onde arrasta fãs e admiradores pelo seu cartel de sucessos, onde esteve a frente da banda Oasis e hoje, em carreira solo, realizou um show que não ficou devendo ao público. Um show nostálgico, agitado e bastante elogiado pelos presentes no Espaço Unimed, na capital paulista.

Foto: Thiago Tavares

Liam Gallagher definitivamente carrega para si a essência do Oasis, no qual também é perceptível no álbum lançado recentemente intitulado C’mon You Know. Entretanto, o vocalista apostou em um repertório dedicado ao Oasis, onde das 17 músicas executadas no show, 10 são do grupo britânico que cativou diversas gerações entre os anos 90 e 2000, uma pitada de Beady Eye e seis músicas do mais recente trabalho.

Antes de Gallagher aparecer no palco, surgiu a banda que o acompanha nos shows. E pela composição dos músicos, o mesmo não estava para brincadeira. Oito músicos subiram ao palco, composto por três guitarras (Michael Moore, Jay Mehler e Barrie Cadogan) duas backing vocals (Frida Touray e Holly Quin-Ankrah), Drew McConnell no baixo, Dan MacDougall na bateria e Christian Madden nos teclados e piano e por que não dizer Liam Gallagher acumulando o cargo de percussionista, visto o uso de meia-lua e chocalho, sendo o “nono integrante”.

Todo mundo a postos, os trabalhos se iniciam com Morning Glory, na qual já deixa o público bem empolgado e cantando bastante. Já em Rock ‘n’ Roll Star, a galera literalmente saiu do chão com este hit dos anos 90. Em seguida foram engatadas duas músicas já da carreira solo: Wall of Glass e Everything ‘s Electric e a percepção da pessoa que vos escreve é de que o público cantou e interagiu com o Liam como se fossem músicas do Oasis.

Be Here Now jogou mais empolgação ao público e ao público. Ao final da música, no telão é reproduzida uma imagem de uma fã com um cartaz dizendo: “Dêem os nossos cumprimentos a Bonehead” em referência a Paul “Bonehead” Arthurs, guitarrista da banda que está afastado para tratamento contra um câncer.

Foto: Thiago Tavares

Liam resgata o Oasis novamente com Roll it Over ao oferecer uma baladinha mais lenta, com uso de efeitos de voz na faixa em questão. Outro ponto que pode se destacar perante ao show é como Lian é exigente na execução das músicas ao compararmos com as gravações dos álbuns. Isso pode ser constatado em Slide Away. More Power injeta mais uma balada no set da noite, música esta nova, mas não empolga. Posteriormente Gallagher brinca com o público que iria tocar Slipknot, mas inicia outra música que também não empolga: Soul Love, original do Beady Eye.

Foto: Thiago Tavares

O cantor retoma a atenção do público com duas faixas solo: Diamond in the Dark e The River, faixas estas que já exigem mais do vocal do protagonista do show. Once aparece e é recepcionada de forma positiva pelo público que canta do início ao fim.

Indo para a parte final do show, Some Might Say era a próxima do set e também pedida por uma fã bem insistente através de um cartaz, assim como Supersonic, músicas essas que Liam nem cantava dada a interação do público que era grande, ao ponto do cantor se distanciar do microfone quando chegava o refrão e o público correspondia, sendo também o protagonista do show.

Foto: Thiago Tavares

E é claro que não poderia faltar um clássico do Oasis. Ao dedicar a próxima música aos jogadores brasileiros que passaram ou estão no time de coração, o Manchester City (o goleiro Ederson e o atacante Gabriel Jesus, hoje no Arsenal) Wonderwall foi o momento em que vi a maior quantidade de celulares levantados para fazer alguma gravação ou stories para publicação nas redes sociais, inclusive a pessoa que vos escreve. A galera começou a ir embora, mas nem desconfiou que iria rolar o bis em seguida.

Após um rápido intervalo, foi engatado Live Forever, faixa esta do antigo grupo, na qual é a única música do antigo grupo a realmente fazer o uso de backing vocals. A derradeira foi com Champagne Supernova para fechar o show no êxtase.

Em pouco mais de 90 minutos, Liam Gallagher realizou um show que empolgou bastante o público presente no Espaço Unimed. Como o mesmo dialoga pouco com o público, o mais conveniente seria emendar uma música atrás da outra, com poucas pausas para que se mantenha o êxtase do show lá em cima. O mesmo conseguiu com êxito.

Foto: Thiago Tavares

Aqui deve-se deixar registrado o show feito pela equipe de imagens do Lian, no qual utilizava-se uma espécie de filtros para reproduzir imagens do cantor, dos integrantes, das backing vocals e da galera nos telões. Diversas câmeras espalhadas pelo palco e fixadas também no pedestal que sustenta o microfone do artista, onde foi possível ver um show de imagens, na qual acrescentou de forma positiva o show.

O ponto negativo da experiência daquela noite é a forma de demonstrar empolgação de algumas pessoas em querer atirar cerveja no público. Deram um pouco de trabalho aos seguranças, mas isso de longe não atrapalhou o andamento do show, onde sem dúvidas é um dos melhores que presenciei neste ano sob o conjunto da obra: localização, o agito da galera, as músicas. Sem dúvidas quem compareceu saiu da casa satisfeito.

Em nome do Ponto Zero, agradecemos a Midiorama, na qual nos concedeu o credenciamento para a cobertura do show. 

Liam Gallagher – C’mon You Know Tour – Espaço Unimed – 15 de novembro de 2022

Morning Glory (Oasis)

Rock ‘n’ Roll Star (Oasis)

Wall of Glass

Everything’s Electric

Stand by Me (Oasis)

Roll It Over (Oasis)

Slide Away (Oasis)

More Power

Soul Love (Beady Eye)

Diamond in the Dark

The River

Once

Some Might Say (Oasis)

Supersonic (Oasis)

Wonderwall (Oasis)

Bis:

Live Forever (Oasis)

Champagne Supernova (Oasis)


CRYPTA LOTA POR DUAS NOITES O SESC BELENZINHO NO PROJETO MÚSICA EXTREMA

Por Thiago Tavares

No último dia 17 de setembro, tivemos a honra de testemunhar mais um capítulo da caminhada da banda brasileira Crypta. A Caminhada está se iniciando e já chamando a atenção do público do metal, onde em pouco tempo na estrada, vem arrancando elogios no Brasil e no exterior. 

O início, no mínimo, meteórico da banda foi em meio à pandemia e lançando um cartão de visitas de respeito: Echoes of the Soul. A banda se estruturou a partir da saída da baixista e vocalista Fernanda Lira e da baterista Luana Dametto de outro grupo feminino famoso no Brasil e no exterior, o Nervosa.

Foto: Thiago Tavares

Diante dessa espinha dorsal, é certeza que pode se esperar um som de qualidade e muito sucesso nesta jornada, mas como Fernanda Lira ressaltou no show que nada disto estaria acontecendo sem o apoio dos fãs e admiradores. E a banda vem levando a sério este relacionamento, onde ao final do show havia uma fila extensa para que a banda assinasse objetos e itens do merchandising vendidos na lojinha.

A banda, apesar de ser nova no cenário musical, passa pela segunda modificação de integrante. No nascimento do grupo, a guitarrista holandesa Sonia Anubis (Cobra Spell) que participou das gravações do disco e participou dos primeiros shows deixou a banda em meados de Abril deste ano e foi substituída por Jessica di Falchi, sendo bastante elogiada pela crítica especializada.

Foto: Thiago Tavares

O show em si dispensa apresentações. Quando se fala de SESC Belenzinho, o ambiente é agradável e para quem é marinheiro de primeira viagem, não depositaria todas suas fichas naquele local (mais precisamente a comedoria) para ter um show de metal bem extremo e que dificilmente teriam pessoas de diferentes idades, estilos e afins, logo quem for para lá com esse pensamento irá queimar a língua.

A apresentação se baseou no disco lançado na íntegra e cabe salientar a performance das guitarristas Tainá Bergamaschi e Jessica di Falchi, demonstrando muito entrosamento e presença de palco, ações estas que empolgaram a galera. Fernanda Lira dispensa apresentações como frontwoman, onde ela consegue trazer o público para junto do show para interagir, cantar junto e isso não é de hoje. 

O que ela já fazia com competência nos shows da banda Nervosa, trouxe para o Crypta e a galera vai junto com ela. Luana Dametto é outra integrante que também acompanho desde o tempo de Nervosa e de lá para cá é perceptível a evolução da técnica perante as baquetas, onde a mesma executa trechos pesados, com uma velocidade na qual não demonstra dificuldades.

Foto: Thiago Tavares

E claro que a repercussão do álbum vem gerando frutos e muitos shows pela frente até o fim de 2022. Já no início de novembro, participam do Festival Primavera Sounds na capital paulista, além de compromissos na Colômbia, Bolívia e México.

Em nome do Portal Ponto Zero, agradecemos a Priscila Dias, da assessoria de imprensa do Sesc Belenzinho pelo credenciamento para a cobertura do show.

SETLIST CRYPTA – SESC BELENZINHO – 17 DE SETEMBRO DE 2022

Intro (Awakening)
Death Arcana
Possessed
Kali
Under the Black Wings
Starvation
Shadow Within
I Resign
Blood Stained Heritage
Dark Night of the Soul
From the Ashes



Hanson passa por São Paulo com sua mais nova turnê comemorativa de 30 anos

Trio se apresenta com um setlist mesclado entre grandes sucessos e novas canções.

Por Rodrigo Oliveira

O clima aos arredores do Espaço Unimed em São Paulo era total anos 90, pessoas com camisetas, pulseiras e faixinhas de cabeça, indicando que estávamos próximo ao show, e aqueciam o “mercado” dos comerciantes próximo à casa do espetáculo.

Dentro não era diferente, aos poucos um público muito empolgado e caracterizado ia tomando conta do espaço. Público esse que cresceu acompanhando o trio e deixou o espírito adolescente despertar durante as mais de duas horas e meia de show.

Além da turnê estar celebrando os 30 anos de carreira os irmãos Hanson voltam ao Brasil com a turnê do seu último álbum “Red Green Blue”, lançado em maio de 2022 é a junção de projetos solos de cada integrante sendo composto e produzido um terço por cada um “Red” feito por Taylor, “Green” pelo Isaac e “Blue” por Zac.

Com um palco simples e sem muitos efeitos, como é visto na maioria dos shows, mostra exatamente que a atenção da noite iria ser exatamente para os irmãos, com uma Bandeira no fundo parecida com a capa do último álbum e título da turnê e as luzes que alternavam entre as cores vermelho, verde e azul, bem minimalista.

Hanson subiu ao palco exatamente as 21 horas, e o trio Isaac Hanson (guitarra, baixo, piano e vocal), Taylor Hanson (piano, percussão e vocal) e Zac Hanson (bateria, piano e vocal), em um show potente e ao mesmo tempo intimista mesclando entre últimos lançamentos e clássicos cantado em plenos pulmões.

Hits como ‘Where ‘s the Love’, ‘Thinking of You’, ‘Penny & Me’, ‘This Time Around’, e claro ‘MMMBop’ e ‘Save Me’. Esta última tem uma história curiosa: é uma das canções mais conhecidas aqui no Brasil por ter feito parte da novela “Laços de Família” de 2000 na Rede Globo, mas esta música foi lançada somente em single do grupo que não fez muito sucesso mundo a fora, e só tem presença garantida no repertorio dos shows aqui no Brasil desde então.

Novos hits do grupo também foram bem recebidos pelo público, tais como, ‘Don’t Let Me Down’, ‘Child at Heart’ e ‘Cold as Ice’.

Uma apresentação que exaltou o talento, conjunto e individual de cada um, deixando claro o caminho mais maduro que a banda que mesmo não perdendo o dedo do Pop Rock que o consagrou, traz diversos elementos que agregam ainda mais na sonoridade e mostra os rumos que pretendem seguir. Não é para muitos manter uma banda por 30 anos no meio artístico e quando se vê os Hanson em palco, se justifica.

Em nome do Ponto Zero, agradecemos a Denise Catto, da Catto Comunicação, por ter concedido a credencial para a cobertura do show.

SETLIST
1. Fired Up
2. Where’s the Love
3. A Minute Without You
4. Against the World
5. Thinking of You
6. If Only
7. Don’t Let Me Down
8. Been There Before
9. Child at Heart
10. Weird
11. Go
12. Broken Angel (Zac solo)
13. Madeline (Acústico)
14. For Your Love (Isaac solo)
15. Write You a Song
16. Penny & Me
17. This Time Around
18. Can’t Stop
19. Cold as Ice
20. Thinking ‘Bout Somethin’
21. Save Me (Taylor solo)
22. I Will Come to You
23. Juliet
24. Only Love
25. I Was Born
26. MMMBop
27. Get the Girl Back BIS:
28. I Don’t Wanna Go Home
29. Lost Without Each Othe

The Killers e Twenty One Pilots se apresentam no Festival GPWeek que acontecerá no Allianz Parque

Além dos headliners, Hot Chip, The Band Camino e Fresno fazem parte do lineup que irá acelerar São Paulo no dia 12 de novembro

O final de semana mais movimentado do calendário paulistano ganha um reforço em 2022: o GPWeek, festival de música que antecede à etapa do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, reunindo no dia 12/11 no Allianz Parque as bandas: The Killers, Twenty One Pilots, Hot Chip, The Band Camino e Fresno. O projeto é apresentado pelo C6 Bank e tem a assinatura e realização da 30E – Thirty Entertainment.

A primeira edição do GPWeek celebra os 50 anos do esporte no Brasil e reforça a conexão do automobilismo com a música. O festival, que começa durante o dia e vai até o anoitecer, promete mais de sete horas de show com apresentações que misturam ritmo e experiência.

The Killers, um dos maiores artistas do mundo, prometem trazer um mix dos seus sucessos; já o Twenty One Pilots, duo americano com bilhões de streams e inúmeros certificados de platina se apresentam pela terceira vez no Brasil. Também sobem ao palco o Hot Chip, ícones da música eletrônica mundial, que voltam a cena no festival, o  The Band Camino, uma nova promessa em ascensão do pop rock norte-americano e os brasileiros da Fresno, que confirmam a volta do emo e do rock nacional, e garantem um show histórico e muito aguardado pelos fãs.

O C6 Bank é o apresentador do projeto, levando para o Allianz Parque a excelência de seus serviços e trazendo benefícios para clientes do banco. Ingressos estão disponíveis em gpweek.com.br e clientes C6 Bank poderão  parcelar o ingresso em até 10x sem juros no cartão. Mais informações em SERVIÇO abaixo.

As atrações do GPWeek

The Killers

Formado em 2001 em Las Vegas, EUA, o The Killers é atualmente considerado um dos artistas de maior sucesso do século XXI. Com Brandon Flowers (vocal e sintetizador), Dave Keuning (guitarra e backing vocal), Ronnie Vannucci (bateria) e Mark Stoermer (baixo e backing vocal) em sua formação, eles lançaram seu álbum de estreia, Hot Fuss, em 2004, atraindo imediatamente a atenção da crítica, que não poupou elogios ao grupo, e do público, que transformou os singles “Somebody Told Me” e “Mr. Brightside” em grandes sucessos.

Se o primeiro álbum teve um som dançante, no segundo, Sam’s Town, a banda apresentou mais influências do rock, e o sucesso permaneceu o mesmo. Três novos álbuns, Day & AgeBattle Born e Wonderful Wonderful, foram lançados entre 2008 e 2017, para uma resposta arrebatadora entre críticos e fãs de música.

Imploding the Mirage chegou no final de 2020. A banda já vendeu mais de 28 milhões de discos em todo o mundo, incluindo 10,8 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos, e já se apresentou em mais de cinquenta países de seis continentes. Pressure Machine foi outro álbum elogiado pela crítica lançado em 2021. Seu último trabalho, o single Boy, acaba de ser lançado e já é um grande sucesso.

Twenty One Pilots

Vencedora do GRAMMY® em 2017, a banda americana Twenty One Pilots é considerada hoje um dos grupos que definiu o som de toda uma geração. Com bilhões de streams e dezenas de certificações multiplatina em todo o mundo, a dupla natural de Columbus, nos Estados Unidos, OH – Tyler Joseph e Josh Dun, formada em 2009, consagrou-se por uma história única no atual panorama musical.

Dois de seus álbuns, Vessel, de 2013 e Blurryface, de 2015 (o terceiro e o quarto em sua carreira) tiveram todas as suas músicas certificadas como ouro ou platina pela RIAA, o que torna a dupla o primeiro artista / grupo com dois álbuns a alcançar esta conquista histórica.

E não pararam por aí: Trench, de 2018, recebeu uma nova indicação ao Grammy e foi listado com um dos principais álbuns do ano pela Billboard, KERRANG!, Alternative Press e Rock Sound. O mais recente trabalho da banda, Scaled And Icy, de 2021, estreou em primeiro lugar nas paradas “Rock Albums” e “Alternative Albums” da Billboard, em terceiro lugar no “Billboard 200”, e se transformou na maior semana de abertura de um álbum de rock em 2021, gerando uma coleção de hits.

Hot Chip

Ao longo dos últimos 22 anos, a banda britânica Hot Chip, formada em Londres, no Reino Unido, se estabeleceu entre os ícones da música eletrônica, ao lado de nomes como Pet Shop Boys e Depeche Mode, não coincidentemente todos oriundos também do Reino Unido.

São duas décadas em que o grupo estabeleceu uma verdadeira ponte entre os mundos da música pop e dance, com um catálogo de canções que movem corpos e tocam corações com o mesmo impacto. Oito álbuns depois de seu lançamento, a banda continua no topo – nesse último outono eles se apresentaram em uma residência de várias noites na prestigiosa Brixton Academy – e continuam a trabalhar com sucesso as onze músicas de seu mais recente álbum, Freakout/Release, uma prova de que a banda não está nem perto de desacelerar.

O oitavo álbum das lendas do pop eletrônico britânico é outro pico vertiginoso em uma carreira de décadas que viu o Hot Chip continuar inovando e desenvolvendo uma composição rica e ressonante.

The Band Camino

Depois de mais de cinco anos como banda, The Band Camino nunca se sentiu mais confiante em sua música. Agora, eles têm um álbum auto-intitulado para provar isso. Seu mais novo trabalho, The Band Camino, lançado pela dblblk/Elektra Records, expande o pop de guitarra que o grupo introduziu com seu EP de estreia tryhard em 2019. O trio pop-rock (Jeffery Jordan e Spencer Stewart, cantores/guitarristas, e o baterista Garrison Burgess) foram aprimorando seu som dinâmico Band Camino desde que se mudou de Memphis para Nashville em 2018.

Seu crescimento foi amplamente estimulado pela descoberta bruta, chamando a atenção de Taylor Swift, que incluiu a música reflexiva da banda Berenstein em “Songs I’m Loving Right Now”, lista de reprodução em 2018.

A magia também parece evidente para os fãs. The Tour Camino, um show com mais de 40 anos na América do Norte turnê de março a junho de 2022, incluiu paradas esgotadas no famoso Ryman Auditorium em Nashville e Terminal 5 em Nova York.

Fresno

Formada em 1999, em Porto Alegre (RS), a Fresno trilhou uma carreira que a coloca em um lugar único no panorama do rock brasileiro. “Único” pelo fato de que nem a banda nem seu público se prenderam a serem representados por hits de rádio de uma década atrás. Auto-gerida desde a saída de uma major, a banda passou a produzir os seus próprios álbuns, trazendo novas referências a cada um deles, expandindo sua paisagem sonora que, hoje, é tão ampla quanto se pode ser. Desde álbuns quase  progressivos como, ‘Infinito’, até trabalhos inteiramente sinfônicos, como o da ‘Sinfonia de Tudo que Há’, a banda foge de caminhos óbvios e previsíveis.

Não à toa, o seu público se acostumou a esperar pelo inesperado. O álbum ‘Sua Alegria Foi Cancelada’ (2019), por exemplo, trouxe uma nova guinada sonora, com sintetizadores analógicos distorcidos e guitarras – ora ásperas, ora espaciais – sublinhando os versos entoados por Lucas Silveira, mais sinceros e desoladores que nunca. Em 2021, a Fresno vasculhou o seu HD e apresentou aos fãs a playlist INVentário. Com 21 faixas lançadas ao longo de 45 dias, o projeto apresentou camadas, possibilidades e formatos ainda não experimentados pelo grupo até aqui.

No dia 5 de novembro, um novo capítulo se iniciou, com o lançamento do nono disco da discografia do, agora, trio – formado por Lucas Silveira (vocais e guitarra), Gustavo Mantovani (guitarra) e Thiago Guerra (bateria). Intitulado Vou Ter Que Me Virar, o novo álbum traz a participação de Lulu Santos. A estreia do novo repertório se deu de forma catártica no Lollapalooza Brasil e segue enchendo casas de shows Brasil afora.

O setlist da turnê de Vou Ter Que Me Virar contempla não só as novas canções, como também clássicos que marcaram a carreira do grupo. “É um desafio enorme montar o repertório, porque é impossível agradar a todos, sempre vai ter uma canção que fica de fora e é a favorita de alguém”, pontua Lucas. É por isso que o trio  incluiu um momento acústico (e de várias possibilidades) no meio do show. “Essa é a hora do improviso. A cada show, fazemos um apanhado de músicas diferentes. Já tivemos desde músicas do nosso primeiro disco a cover com a participação do McFly. Até agora, não repetimos uma”, brinca.

SERVIÇO

Data: 12 de novembro de 2022
Local: Allianz Parque
Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo – SP, 05001-200
Classificação etária: 15 anos. De 05 anos a 14 anos somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais. Não será permitida a entrada de crianças menores de 05 anos no evento.

Setores e Preços:

Paddock C6 Bank Mastercard: R$ 995,00 (meia-entrada legal) | R$ 1.592,00 (clientes C6 Bank Mastercard) | R$ 1.990,00 (inteira)
Pista VIP Box: R$ 495,00 (meia-entrada legal) | R$ 990,00 (inteira)
Pista: R$ 270,00 (meia-entrada legal) | R$ 540,00 (inteira)
Cadeira Inferior: R$ 340,00 (meia-entrada legal) | R$ 680,00 (inteira)
Cadeira Superior: R$ 170,00 (meia-entrada legal) | R$ 340,00 (inteira)

Parcelamento em até 10x sem juros para clientes C6 Bank em todos os ingressos e até 5x sem juros para demais meios de pagamento.



Liam Gallagher anuncia shows de sua nova Turnê Mundial no Brasil em novembro de 2022

Cantor e compositor lança novo álbum em maio, inicia turnê mundial em junho e chega ao país em novembro para apresentações em São Paulo, dia 15 e no Rio de Janeiro no dia 16

Liam Gallagher volta à ativa com toda força em 2022: um dos principais ícones do rock desde os anos 90, quando o som do Oasis invadiu o mundo, o cantor e compositor inglês, que vive uma bem sucedida carreira solo desde 2009, se prepara para lançar um novo disco de inéditas em maio e voltar aos palcos em junho, com uma nova turnê mundial.

E essa turnê já tem data para chegar ao Brasil: as apresentações confirmadas no país  acontecem nos dias 15 de novembro, em São Paulo, no Espaço das Américas e no Rio de Janeiro, no Qualistage, no dia 16 de novembro

Os shows são uma realização da Move Concerts e os ingressos estarão à venda a partir do próximo dia 16 de fevereiro em Livepass.com.br. Mais informações em SERVIÇO abaixo.

O novo disco, intitulado C’MON YOU KNOW, terceiro de sua carreira solo, chega em maio, possivelmente no dia 27. O primeiro single a ser lançado será uma canção chamada “Better Days”, e o segundo, uma surpresa, será dedicado ao irmão Noel: “I Wish I Had More Power”. “É uma musiquinha travessa, mas é adorável” afirmou o artista.

Ou seja, além dos sucessos de Liam, o público também poderá contar com um repertório de novas canções no show, além, é claro, dos principais hits do Oasis, que são sempre parte integrante do line up de todos os shows do artista.

A nova turnê que chega ao Brasil em novembro será lançada em Manchester, sua cidade natal, no dia 1° de junho e terá, logo de cara, duas datas especiais: nos dias 03 e 04 ele se apresenta em Knebworth Park. O Oasis se apresentou no local em 1996, em dois shows que foram descritos pela NME como “os shows que definiram uma era e viverão para sempre”. Os ingressos para as apresentações se esgotaram em horas.

“Estou absolutamente ansioso para tocar no Knebworth Park. Vai ser bíblico”, disse Gallagher em um comunicado.

O Artista

Natural de Manchester, na Inglaterra, William John Paul Gallagher, ou Liam Gallagher, nasceu em 1972. Foi o vocalista da banda Oasis, que liderou juntamente com seu irmão Noel Gallagher por quase vinte anos e também do Beady Eye. Considerado um dos mais importantes nomes do Britpop e um dos ícones da nova geração do rock, foi eleito em 2010, pela revista “Q”, o maior frontman de todos os tempos.

Liam compôs suas primeiras músicas para uma banda chamada The Rain, de um amigo de escola, Paul McGuigan. Em 92, após um show, ele se ofereceu para entrar no grupo, que então já se chamava Oasis, com a condição de ser o líder e o compositor de todas as músicas. Sob a liderança de Noel, o Oasis assinou seu primeiro contrato, gravou seu primeiro album e tornou-se muito popular. O segundo álbum, (What’s the Story) Morning Glory? foi ainda mais bem sucedido, tornando-se o segundo álbum mais vendido na história da Grã-Bretanha.

Oasis retornou em 2000 com o disco Standing on the Shoulder of Giants. Paul “Bonehead” Arthurs e “Guigsy” McGuigan, membros fundadores da banda, saíram do grupo durante a gravação, deixando então Liam como o último membro que havia participado da banda The Rain. Em 2008 os irmãos Gallagher lançaram seu último álbum como uma banda, Dig Out Your Soul. O disco estreou em primeiro lugar na lista dos mais vendidos no Reino Unido na sua primeira semana, e na 5ª posição nas paradas de sucesso dos Estados Unidos. Em 2009, ainda durante a turnê de divulgação do álbum, o Oasis anunciou que estava encerrando suas atividades. Noel Gallagher citou diferenças com o irmão como motivo da separação do grupo, afirmando que não podia trabalhar mais com Liam. As constantes brigas entre os irmãos já eram então do conhecimento de todos.

Em novembro de 2009, Liam e outros ex-membros do Oasis (Gem Archer, Andy Bell e Chris Sharrock) anunciaram sua intenção de trabalhar em músicas novas e começaram a gravar, formando a banda Beady Eye. Em fevereiro de 2011, eles lançaram seu primeiro álbum, intitulado Different Gear, Still Speeding.  Dois anos mais tarde, seu segundo disco, BE, foi lançado. A banda continuou fazendo shows, mas em outubro de 2014, Liam anunciou que o grupo havia acabado.

Em julho de 2015, em uma entrevista, Liam afirmou que não tinha intenções de seguir uma carreira solo, mas continuou fazendo shows e se apresentando em festivais. Em 6 de outubro de 2017, Liam lançou seu primeiro álbum solo, As You Were, que foi um sucesso de público e crítica. O disco estreou em primeiro lugar nas paradas de sucesso do Reino Unido, vendendo pelo menos 103 000 cópias na sua primeira semana de vendas. Why Me, Why Not, o segundo album chegou em 2019, lançado junto com um documentário chamado “As It Was”. Liam fez algumas apresentações, entre elas uma no Festival de Glastonbury, mas a nova turnê acabou interrompida pela pandemia.

SERVIÇO LIAM GALLAGHER

São Paulo
DATA:
 15 de novembro de 2022
LOCAL: Espaço das Américas (R. Tagipuru, 795 – Barra Funda, São Paulo – SP)
HORÁRIO: 21:30h
ABERTURA DOS PORTÕES: 19:30h
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 18 anos desacompanhados. Menores de 18 anos entram somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Preços:

Pista Premium – R$540,00
Pista Premium meia-entrada – R$270,00
Pista – R$320,00
Pista meia-entrada – R$160,00
Mezanino – R$560,00
Mezanino meia-entrada – R$280,00
Camarote – R$560,00
Camarote meia-entrada – R$280,00

Protocolo de Segurança – Grupo São Paulo Eventos
Para garantir um evento seguro a todos e minimizar os riscos de transmissão da Covid-19, seguimos os protocolos exigidos pelo Governo do Estado de SP e com isso será obrigatório apresentar no ato da entrada para acesso ao evento, além de seu ingresso e documento original (RG ou CNH), o comprovante abaixo:
Carteirinha de vacinação com mais de 15 dias da 2º dose ou dose única, podendo ser física ou digital (Aplicativos “Conecte SUS”, “Poupatempo Digital” ou “E-Saúde SP”).
A casa dispõe de álcool em gel 70° em totens distribuídos em diversos pontos da casa.
Solicitaremos que os clientes utilizem a máscara de proteção sempre, seu uso segue obrigatório.
Mantenha distanciamento quando possível;

Rio de Janeiro

DATA: 16 de novembro de 2022
LOCAL: Qualistage (Avenida Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca)
HORÁRIO: 21:30h
ABERTURA DOS PORTÕES:19:30h CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 18 anos desacompanhados. Menores de 18 anos entram somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Preços:

Pista Premium – R$ 540,00
Pista Premium meia-entrada – R$ 270,00
Pista – R$ 320,00
Pista meia-entrada – R$ 160,00
Camarote A – R$ 560,00
Camarote A meia-entrada – R$ 280,00
Camarote B – R$ 460,00
Camarote B meia-entrada – R$ 230,00
Camarote C – R$ 400,00
Camarote C meia-entrada – R$ 200,00
Frisa A – R$ 380,00
Frisa A meia-entrada – R$ 190,00
Frisa B – R$ 340,00
Frisa B meia-entrada – R$ 170,00
Poltronas – R$ 360,00
Poltronas meia-entrada – R$ 180,00


Tensão política, polarização e o descaso social no Brasil; ouça “Meros Mortais”, novo single do músico Joceir Bertoni

O guitarrista e vocalista do Imagery expressa-se por completo e sem amarras em nova carreira solo

O Imagery é uma relevante banda paranaense de metal progressivo formada em 2008 a partir das cinzas de outros dois grupos, G.A.F. e Revoult, todas lideradas pelo músico Joceir Bertoni. Com a Imagery, Joceir assinou um contrato com a renomada gravadora norte americana Cleopatra Records e lançou em 2012 o álbum “The Inner Journey”, que foi muito elogiado pela imprensa na época. Em crítica a respeito do álbum publicada no blog Combate Rock, à época vinculado ao Jornal O Estado de São Paulo, o respeitado jornalista Marcelo Moreira declarou que o Imagery é uma das “melhores bandas nacionais da nova safra”! . Já o site Rock On Stage deu nota máxima ao álbum (10/10), declarando, nas palavras do editor Fernando R. R. Júnior, que o Imagery “não deve nada para bandas como Dream Theater e Fates Warning em termos de qualidade”. A excelente repercussão do álbum possibilitou o Imagery fazer grandes shows na época, incluindo três apresentações ao lado da lenda holandesa do rock progressivo, o Focus.

Mesmo com as coisas indo muito bem com o Imagery, as aspirações artísticas de Joceir Bertoni influíram para que o músico se lançasse em carreira solo em busca de uma maior liberdade criativa. Assim, lançou entre 2020 e 2021 a trilogia “Anônimos” que apresentou uma nova direção estética e expressiva do músico: som pesado que remete às bandas do rock nacional dos anos 80 mas ainda com influências do rock progressivo e letras politizadas em português.

O quarto single da carreira solo, “Deliberados”, foi lançado em Setembro e seguiu pela mesma linha estética das anteriores, porém ainda mais urgente e até certo ponto desesperada no que cabe as observações políticas. Como é também o caso de “Meros Mortais”, o novo e quinto single que Joceir Bertoni acabou de lançar, um verdadeiro manifesto a respeito da tensão política que vivemos no país devido a atual polarização e todo o descaso da classe para com as propostas e temas que realmente importam à população.

“Meros Mortais é sobre os líderes de todas as nações, mas no videoclipe usei imagens apenas dos líderes de nossa nação brasileira pois nesse momento precisamos focar em nossa realidade. Estamos andando em círculos, sai um e entra outro e continua a mesma matança, ladroagem de sempre. Enquanto não tivermos alguém cujo a preocupação for para com os seres humanos, nunca vamos sair desse ciclo vicioso. O Brasil tem tantos recursos naturais que são destruídos por poderosos e gananciosos que daria pra alimentar três vezes o planeta Terra. Jamais era para existir fome, guerra, isso só acontece pois meia dúzia que estão no poder parecem se divertir com o sofrimento dos outros”, reflete Joceir Bertoni que acrescenta: “Na parte instrumental de Meros Mortais optei por um riff simples para tratar o tema de forma bem objetiva, com alguma modulação entre as partes, um pequeno refrão e um poema no final para potencializar a reflexão.”

Em “Meros Mortais”, além de Joceir Bertoni nos vocais, guitarra e synths, tocam Luciano Galbiati na bateria e Lugue Henriques no baixo.

Ouça “Meros Mortais” nas plataformas digitais:
Spotify: https://spoti.fi/3eB66Hl

Deezer: https://bit.ly/3rXH48y
Apple Music: https://apple.co/3g4OLHk

Youtube: https://bit.ly/3z4qyHZ (Videoclipe Oficial)

Mais Informações:
www.facebook.com/joceir.bertoni
www.instagram.com/joceir_bertoni/

Royal Rage: Dividindo o palco com os piratas do Alestorm em Curitiba

Créditos da foto: Marcos Santiago

No próximo dia 21/10, os thrashers do ROYAL RAGE dividirão o palco do Jokers Pub com o ALESTORM, conhecidos pelo seu contagiante Power Metal com temática voltada aos piratas. Inicialmente comparado aos alemães do Running Wild, o grupo logo desfez esta aproximação, devido ao verdadeiro clima de festa e descontração que envolve suas letras, visual e performance em clipes e shows. O evento será realizado a partir das 18h na casa de shows que fica localizada na Rua São Francisco, 164, centro de Curitiba. O evento contará ainda com a banda INNER FORCE, da Argentina. Com 15 anos de estrada, o ALESTORM divulga nesta turnê o seu mais recente álbum, “Seventh Rum of a Seventh Rum”, que contém inclusive uma faixa intitulada “Come to Brazil”.

Mais informações sobre os ingressos:

https://www.clubedoingresso.com/evento/alestorm-cwb

ROYAL RAGE apresentará um show baseado nas músicas que farão parte do seu segundo álbum, “Evolve”, com lançamento previsto para o próximo semestre. Pedro Ferreira (guitarra/vocal), Sol Perez (guitarra), Henrique de Carvalho (baixo) e Tiago Rodrigues (bateria) vem divulgando vídeos da abertura para o Cannibal Corpse, realizado em julho. Ao todo o grupo já lançou cinco músicas desta apresentação, sendo “Into the Abyss” a mais recente, além de “Bloodlust”“Evolve”, “Into the Abyss” e “Lampião”. Nas próximas semanas serão lançadas as faixas restantes. Nesta apresentação o guitarrista Sol Perez não participará por motivos pessoais, e pra integrar o time em seu lugar foi convidado Olek Nowaz, da banda Ankhy.

Assista ao vídeo de “Real Dolls”:

Ouça o single “Khan” no Spotify:

HIBRIA confirma Vicente Telles como novo guitarrista

Velles fará dupla com Abel Camargo

Crédito: Fernando Mazza/Fabio Rebelo

Vicente Telles, mais conhecido como Velles, é o novo guitarrista do HIBRIA. Formado em produção fonográfica pela Unisinos, o músico fará dupla com Abel Camargo, que foi seu professor durante seis anos. “Toco guitarra há 12 anos e fui aluno do Abel Camargo por 6 anos. Tive o HIBRIA como uma de minhas grandes influências e é um sonho e uma honra fazer parte da banda”, declarou Velles, que chega para integrar a banda trazendo o conhecimento cultural de quem morou em oito cidades de três países diferentes.

“O Velles foi meu aluno de guitarra por seis anos, e esse período se encerrou com o convite para ele fazer a audição para entrar na banda. As performances dele nos sons escolhidos para o teste foram todas matadoras! Além de ele ser um exímio guitarrista, também é um grande vocalista e compositor, o que muito vai acrescentar na carreira do grupo”, enfatizou Abel Camargo. “Tive o prazer de conviver com ele durante todo esse período das aulas não apenas numa relação professor-aluno, mas também de muita parceria, amizade, o que me fez conhecer muito do caráter dele, assim como sobre as suas ambições. Eu o vi aprender a cantar e a desenvolver todo um excelente projeto solo literalmente sozinho, compor e gravar todos os instrumentos!”, acrescentou.

Nascido no Rio de Janeiro, Velles mudou-se diversas vezes quando criança. Passou pela Venezuela e Argentina, viveu no Nordeste brasileiro e na Serra Fluminense até aterrissar definitivamente em Porto Alegre (RS), onde criou raízes e integrou, entre 2013 e 2018, a banda Killepsia. Em seguida, passou a investir em sua carreira solo e lançou seu primeiro álbum em 2021. Hoje, o músico também se dedica aos estudos para ingressar na faculdade de psicologia, enquanto dá aulas de guitarra particulares e atua como produtor musical.

O HIBRIA atualmente promove o álbum “Me7amorphosis”, sétimo da carreira. “Me7amorphosis” (“Me7a”, abreviado) foi lançado em 23 de fevereiro no Japão pela gravadora Marquee/Avalon e no Brasil e demais países pelo selo brasileiro Voiza Records no dia 25 de fevereiro. A direção de criação e de arte ficou a cargo do vocalista Victor Emeka, enquanto a capa foi criada por Gustavo Pelissari. Já a produção executiva ficou a cargo de Abel Camargo e Ramsés Vidor (Voiza Records), enquanto a produção musical ficou a cargo de Bruno Godinho.  

“O HIBRIA segue firme e forte, e estamos trabalhando muito para o  próximo passo ser um marco na nossa carreira”, concluiu com entusiasmo Abel Camargo.

Veja Velles tocando “War Cry”, faixa de “Me7amorphosis” em https://youtu.be/TkKG9-y1DuQ

Confira o projeto solo de Velles em https://youtu.be/vsMrlzYclVQ

HIBRIA:
Victor Emeka (vocal)
Abel Camargo e Velles (guitarras)
Thiago Baumgarten (baixo)
Otávio Quiroga (bateria)

Mídias sociais:
instagram.com/hibriaofficial
youtube.com/hibria
facebook.com/hibriaofficial

Streaming:
bit.ly/spotify-hibria
bit.ly/deezer-hibria

Para contratar o HIBRIA para shows: shows@hibria.com

HAMMERFALL E HELLOWEEN UNEM FORÇAS AO DEMONSTRAR O PODER DO POWER METAL EM SÃO PAULO

Por Thiago Tavares

“United Forces”. Em tradução livre ao português é “Unir Forças”. Sem dúvidas, a união de forças da banda sueca Hammerfall e da banda alemã Helloween, em uma passagem conjunta no Brasil resultou em uma série de shows onde o público não teve o que reclamar e ambas puderam demonstrar a força do power metal europeu.

Na capital paulista, as bandas se apresentaram nos dias 08 e 09 de Outubro, com uma chuva sem precedentes, daquelas que podem afastar algumas pessoas do rolê, mas entre quem lançou discos na época da pandemia e uma chuva, a segunda hipótese era o de menos para poder ver essa dupla.

Não só o público estava ansioso como a pessoa que escreve este texto também, ainda mais com uma chuva torrencial no domingo, atrapalhando o trajeto de ida ao Espaço Unimed e querendo chegar a tempo do primeiro ato, às 18:00.

Diante das informações que recebi contra o fato, os suecos do Hammerfall pisaram no palco as 18:30, mas antes disso, diante da movimentação dos roadies da banda, a galera entoou o clássico Run to the Hills do Iron Maiden perante a discotecagem do local para dar aquela esquentada básica na galera, que começou a se aglomerar para mais perto do palco. Os caras iriam começar a tocar o terror.

Enfim, o quinteto formado por Joacim Cains (voz), Oscar Dronjak (guitarra), Pontus Norgren (guitarra), Fredrik Larsson (baixo) e David Wallin (bateria) iniciou os trabalhos no Espaço Unimed com uma proposta bem clássica, em distribuir bem a discografia no set do domingo (09), ainda mais que a banda tinha 60 minutos para sua apresentação. Os caras não perderam tempo e emplacaram “Brotherhood”, a primeira faixa do novo álbum intitulado “Hammer of Dawn” para ambientar todo mundo, naquela porradaria clássica made in Sweden. Neste momento, era perceptível como os músicos já estavam bem entrosados e até arriscaram alguns movimentos sincronizados e explorando todos os cantos do palco, a fim de interagir com a galera.

Foto: Thiago Tavares

Do álbum de 2022, a banda foi para um álbum de 2009: “Any Means Necessary”, pertencente ao álbum “No Sacrifice, No Victory” onde a galera vibrou bastante, entretanto, uma falta perceptível do baixo de Fredrik Larsson.

Após a execução de “The Metal Age” o frontman da banda Joacim Cains, pôde trocar algumas palavras com o público brasileiro, onde mencionou que sentia falta do Brasil,  questionou se os fãs estavam com saudades e citou o novo álbum que estava na praça.

Na sequência, foi executada a música “Renegade”, esta que foi substituta de “Blood Bound” que esteve nos shows em Costa Rica e no México, onde a decisão foi bem acertada e o público pode chancelar, se mantendo empolgado durante toda a execução

A diante, a banda sueca apostou em um medley que uniu trechos de músicas clássicas do álbum “Crimson Thunder” de 2022: “Hero’s Return”, “On the Edge of Honour”, “Riders of the Storm” e a faixa-título. Na minha humilde opinião, quando uma banda insere um medley (ou pout-porri, como desejam) com clássicos, deve ser item obrigatório em um show. É como se fosse um cartão de visitas eterno, para mostrar aos novos e antigos fãs o poder que uma banda possui e a devida contribuição com a cena do metal. Ainda sob este aspecto era plenamente perceptível o profissionalismo e a sincronia dos caras.

Foto: Thiago Tavares

Em um segundo momento de diálogo com o público do Espaço Unimed, Cans questionou quantos estavam assistindo o Hammerfall pela primeira vez e cobrou respostas vibrantes (“não estou ouvindo; estamos em um show de heavy metal, não na escola”).

Mais para o fim do primeiro ato, antes de executar “Hearts on Fire”, Cans pediu muito barulho para a próxima atração da noite e afirmou com todas as letras que sem o Helloween, não existiria Hammerfall. A faixa que fez fechar a conta da participação foi sem dúvidas a mais bem recebida pelo público. Certamente uma parcela do público não conhecia a banda sueca, porém, a simpatia do Joacim Cans chamou a atenção da galera, que diante da vibração correspondeu ao estender a bandeira do Brasil em alguns momentos do show. O público já tinha aquecido os motores o suficiente para receber a atração principal.

Foto: Thiago Tavares

Houve um pequeno intervalo de 30 minutos para o povo recuperar o fôlego, curtir a discotecagem da casa e também dar aquela calibrada na garganta. Não foi aquela eternidade de espera onde era perceptível que os equipamentos já estavam prontos e só havia a necessidade de fazer os testes de som básicos para iniciar o segundo ato.

Exatamente faltando dois minutos para as oito da noite, os telões do Espaço Unimed exibiram uma vinheta com ao instrumental de “Orbit” e em seguida, o grupo alemão formado por Andi Deris (voz), Michael Kiske (voz), Kai Hansen (guitarra e voz), Michael Weikath (guitarra), Sascha Gerstner (guitarra), Markus Grosskopf (baixo) e Dani Löble (bateria) sobe ao palco e logo traz seu cartão de visitas na terceira passagem do grupo no Brasil: “Skyfall” onde o público entoou com vibração o refrão dessa música que certamente é aquela não pode ser excluída do set, mantendo ela de forma eterna.

Foto: Thiago Tavares

“Eagle Fly Free” fez com que o Espaço Unimed ficasse completamente vermelho, fora o show de papel picado que é marca registrada dos shows da banda, onde praticamente a faixa e para chutar a porta e manter o início da apresentação em alto patamar.

“Mass Pollution”, este do novo álbum ao ser executada ao vivo demonstrou o quanto Andri Denis vem cantando bem, uma vez que ele deixou de cantar as músicas que de forma original são gravadas por Michael Kiske. A presença de palco de Denis e a forma de conduzir o público fazem o show ficar mais bacana e envolvente.

A sexta faixa do set teve variações conforme onde a banda passou. “I am Alive” foi executada nos shows na Colômbia e Ribeirão Preto e “Angels” foi apresentada no Chile. No show de São Paulo, a banda alemã executou “Save Us”.

Praticamente no meio do show, chegou aquele ponto em que particularmente é o meu favorito: o medley de Kai Hansen. Citado por Andi Deris como o “homem que começou tudo isso, no ano de 1983” Hansen iniciou o medley “Walls of Jericho” (1985) na qual contém trechos das músicas “Metal Invaders”, “Victim of Fate”, “Gorgar”, “Ride the Sky” e “Heavy Metal (Is the Law)”, sendo a penúltima aquela música que empolga o público e entoa com força o refrão clássico.

Foto: Thiago Tavares

Indo para o lado mais melódico (ou da sofrência, como queiram dizer) “Forever and One (Neverland)” mostrou o entrosamento e qualidade vocal da dupla Michael Kiske e Andi Deris, algo que lembra bastante a execução da faixa no DVD “United Alive”. A dupla pediu ao público uma maior interação ligando as luzes dos celulares, onde houve o devido esforço para reproduzir o que ocorreu em 2017, entretanto não foi a mesma coisa.

Após a apresentação solo de Sascha Gerstner para dar aquele descanso para a galera, mais uma do novo álbum a ser executada: “Best Time”. Esta é aquela música que dá um certo equilíbrio ao show, onde não declina e também não empolga. Foi o que percebi pelo menos quando foi executada.

Obviamente não poderia faltar “Dr. Stein” para todo mundo sair da casinha, e é perceptível como todos os integrantes da banda se divertiam e também o público, onde nem precisava ser fã da banda para poder entrar na brincadeira.

Partindo para o fim do segundo ato, o Helloween ofereceu dois bis para ninguém sair do Espaço Unimed reclamando..kkkk onde o primeiro foi encerrado com a música “Perfect Gentleman” com Andi Deris devidamente caracterizado de cartola, bengala e paletó para fazer jus ao título. “Keeper of the Seven Keys” veio em seguida e emocionou os presentes com suas devidas passagens de melodia forte. Já o segundo bis foi encerrado com a clássica e emblemática “I Want Out” com muito agito da galera e mais chuva de papel picado nas cores branca e laranja.

Foto: Thiago Tavares

Mas o balanço que pode se tirar do show do Helloween é que o mesmo passa por diversas fases, a de se divertir, a de se emocionar, a fase mais técnica. É claro que por mais que tenha músicas do novo disco inseridas não darem aquela empolgada na galera – no qual é compreensível – com o tempo caem no gosto da galera, mas não se pode questionar que o show dos caras é vibrante, contagiante e divertido.

Em nome do Ponto Zero, agradecemos a Denise Catto da Catto Comunicação por ter concedido a credencial de cobertura do show.

SETLIST HAMMERFALL – ESPAÇO UNIMED – 09 DE OUTUBRO DE 2022

Brotherhood

Any Means Necessary

The Metal Age

Hammer of Dawn

Blood Bound

Last Man Standing

Hero’s Return / On the Edge of Honour / Riders of the Storm / Crimson Thunder

Let the Hammer Fall

(We Make) Sweden Rock

Hammer High

Hearts on Fire

SETLIST HELLOWEEN – ESPAÇO UNIMED – 09 DE OUTUBRO DE 2022

Skyfall

Eagle Fly Free

Mass Pollution

Future World

Power

Angels

Walls of Jericho

Metal Invaders / Victim of Fate / Gorgar / Ride the Sky (Kai Hansen Medley)

Heavy Metal (Is the Law)

Forever and One (Neverland)

Guitar Solo (Sacha Gerstner)

Best Time

Dr. Stein

How Many Tears

Bis:

Perfect Gentleman

Keeper of the Seven Keys

Bis 2:

I Want Out




Prong: após 36 anos, banda estreia no Brasil com show único em SP

Clássica banda americana combina influências de hardcore e thrash de Nova Iorque com tons industriais e um pouco de groove

Prong é uma banda histórica da música pesada mundial. A banda foi criada em 1986 numa Nova Iorque (EUA) em pólvora com a proliferação do metal e do hardcore. Desde então, são 12 álbuns de uma carreira sólida e muito respeitada pela crítica especializada. Demorou, mas enfim é a vez da América Latina, com show único no Brasil: dia 12 de outubro no Fabrique Club, em São Paulo.

O show inédito do Prong na capital paulista é uma realização da Powerline Music & Books com a Venus Concerts. Assim como em todos os shows do giro latino, a banda de abertura é com a brasileira Valvera.

Para uma ocasião especial na carreira do Prong, o vocalista e guitarrista fundador, Tommy Victor, já anunciou que será uma apresentação recheada de clássicos que inspiraram muitas gerações e artistas do metal e do rock.

O Prong combina influências de hardcore e thrash de Nova Iorque com tons industriais e também um pouco de groove no estilo Pantera.

Tommy Victor começou com Prong no anos 80 na época em que era roadie do lendário CBGB em Nova Iorque. Ele conheceu alguns músicos que frequentavam o bar e que compartilhavam o interesse em criar uma banda de hardcore/crossover.

Tommy Victor é o único membro original do Prong. Quando a banda foi colocada no gelo, em 1997 (até 2002), Tommy passou a colaborar com nomes como Rob Zombie e Danzig.

Serviço

Prong pela primeira vez em São Paulo
Data: 12 de outubro de 2022
Horário: a partir das 17h
Local: Fabrique Club
Endereço: rua Barra Funda, 1071 – São Paulo/SP
Ingresso: R$ 150 (meia entrada e promocional) – 2º lote
Venda on-line: https://www.pixelticket.com.br/eventos/9378/prong-no-fabrique
Classificação etária: 14 anos

Flames Of Fire: supergrupo sueco inicia pré-venda de seu novo álbum

Ainda colhendo  os frutos do sucesso de seu álbum auto intitulado, tal como o lançamento de uma versão para o mercado brasileiro, o supergrupo sueco capitaneado pelo vocalista Christian Liljegren (Narnia, The Waymaker) e pelo guitarrista Mats-Åke Andersson já estão a todo vapor com os preparativos para o seu segundo trabalho, lançando inclusive uma pré-venda especial para o mesmo.

Já nomeado de ‘Heavy Metal Gloria’, o novo álbum do Flames Of Fire irá manter a formação do trabalho anterior e contar com os esforços de Jani Stephanovic (também guitarrista da banda) na parte gráfica e produção do álbum, CJ Grimmark (Narnia, Lighthouse Mastering) na masterização do mesmo e Jonatan Samuelsson (Narnia, Jono Media)no merchandise e web.

Através de uma postagem no site oficial da gravadora Melodic Passion, o grupo diz que:

‘O feedback e apoio para o álbum de estréia. Já temos músicas prontas para o segundo álbum, e claro que queremos entregar o melhor álbum – tanto em som, gráficos e mensagem neste tempo! Estamos profundamente agradecidos, mas para continuar queremos que você esteja envolvido!

Agora faremos um pacote especial para vocês fãs, para apoiar o Flames of Fire para que possamos finalizar este álbum junto com um CD do álbum limitado, camiseta com design incrível em estampa colorida e autografada, cartão numerado, com o mesmo design. Além disso, seu nome será destaque no encarte desta edição especial do álbum, que conterá uma faixa bônus disponível apenas através deste pacote especial!’

Para adquirir o pacote especial de apoio, basta clicar no link abaixo:

https://melodicpassion.com/produkt/flames-of-fire-supporter-package/

O álbum de estreia e auto intitulado do Flames Of Fire foi material gravado nas cidades de Lathis (Finlândia), Oppdal (Noruega), Estocolmo e Örebo (Suécia) e brindará o ouvinte com 9 temas que transitam entre o Power Metal,  Heavy Metal e Hard Rock  na veia do que é feito por nomes como Iron Maiden, Dio, Pretty Maids, Rainbow, Thin Lizzy e outros e está disponível no Brasil via MusiK Records, podendo ser adquirido no link abaixo:

https://bit.ly/3SdOsaT

Confira os videoclipes oficiais do Flames Of Fire:

 “Gloria”:

“Madness”

“Solution”

“Tears Of Freedom” (faixa especial em apoio a Ucrânia)

– – –

Flames Of Fire é:

Christian Liljegren (Narnia, The Waymaker) – Vocais

Mats-Åke Andersson – Guitarra

Jani Stefanovic (The Waymaker, Miseration) – Guitarra e teclados

Stephen Carlson – Guitarra

Per Schelander  (Astrakhan, House Of Shakira) – Baixo

Alfred Fridhagen – Bateria

Contatos

Facebook: https://www.facebook.com/flamesoffireofficial

Instagram: https://www.instagram.com/flamesoffiremetal/

Adquira o cd  “Flames of Fire”: https://melodicpassion.com/produkt/flames-of-fire-s-t-cd/

Merchandise: https://melodic-passion.myspreadshop.se/

Streaming: https://orcd.co/flames-of-fire

Melodic Passion Records

Site: https://melodicpassion.com/

Facebook: https://www.facebook.com/MelodicPassionRecords/

Instagramhttps://www.instagram.com/melodicpassionrecords/

Sophie’s Threat reestreia nova formação com single brutal, caótico e assustador!

Foto por Michel Villares

Foi lançado dia 23 de outubro, “Suicidal God”, o novo, conceitual e agressivo single da SOPHIE’S THREAT, banda paulista de Melodic Death/Thrash Metal que reestreia com uma nova formação ainda mais pesada e brutal.

Junto de Tiago Carteano (baterista) e Ricardo Oliveira (guitarra), a banda conta agora com os novos membros Malu Sales (vocal), Marcão (guitarra) e Paulo R. “Satan” (baixo).

Ouça “Suicidal God” em https://onerpm.link/116383506620

Produzido, mixado e masterizado por Michel Villares (M&H Studio), “Suicidal God” traz uma temática psicótica, violenta e assustadora de como a sociedade cria seus próprios monstros, e eles sempre voltam para buscar punição. Para ter um clima ainda amedrontador e realista, foi usado a história do psicopata esquizofrênico, e também assassino em série americano, Joseph Kallinger, que assassinou três pessoas – incluindo um de seus filhos – e torturou outras quatro famílias.

“Usamos trechos de uma real entrevista do criminoso na parte inicial e final da música, e nessa entrevista ele, esquizofrênico, fala que vozes em sua cabeça falavam para ele matar outros três milhões de pessoas, sua família e depois se matar para tornar-se um deus. Por conta disso que demos o título de “Suicidal God” ao single”, comentou Tiago Caertano (baterista).

Assista “Suicidal God (Lyric Video)” em https://youtu.be/qLHQ5J507CA

“Foi um desafio muito grande entrar na banda por eu ser uma pessoa muito tímida, apesar de gostar muito de ter uma banda, e também por ser minha primeira experiência usando um vocal mais agressivo e gutural. Já cantei de forma mais rasgada em outras bandas de Punk Rock, mas durante a pandemia estudei a técnica do gutural e desenvolvi meu vocal mais agressivo dentro do Metal, estilo que gosto muito, mas nunca tive intenção de ter uma banda antes da Sophie’s Threat (risos). “Suicidal God” foi como um teste para mim, inclusive escrevi essa letra forte junto ao Tiago e ao produtor Michel. Gravei os vocais em três tons diferentes para termos nuances e camadas diferentes para soar ainda mais brutal na mixagem final. Fiquei muito nervosa, mas correu tudo bem e gostamos muito do resultado”, comentou Malu Sales (vocal).

No momento a banda está gravando um videoclipe para “Suicidal God” e já tem um terceiro single inédito gravado para ser lançado muito em breve. Na sequência, a banda planeja o lançamento de um EP com cinco faixas novas e assim continuar a espalhar ainda mais a palavra do caos!

Mais informações:

Formada em São Paulo pelos músicos Tiago Carteano (bateria) e Ricardo Oliveira (guitarra), foi batizada com este nome como referência ao Robô Sophia, que consegue reproduzir 62 expressões faciais e sendo projetado para aprender a trabalhar entre nós, seres humanos, adaptando-se aos nossos comportamentos. Esse robô é o primeiro humanoide a receber cidadania de um país (Arábia Saudita) e quando questionado em uma entrevista se destruiria a humanidade surpreendeu a todos respondendo que ‘sim’! Desse conceito, surgiu a ideia para o nome da banda, uma forma que seus integrantes encontraram para criticar o quão rápido o crescimento tecnológico pode destruir seu criador sem pensar em suas consequências. Com letras ousadas que enfrentam os dias atuais, muito peso, riffs marcantes e uma mistura competente entre o Thrash e o Melodic Death Metal, a Sophie’s Threat mostrou muita eficiência, seriedade e qualidade em seu primeiro registro oficial, o single desaconselhável para ouvidos sensíveis “Infernal Manipulation”. Após esse primeiro lançamento, a banda sofreu severas mudanças de formação, deixando sua sonoridade ainda mais potente, brutal e impactante como sempre foi imaginado pelos seus fundadores!

Para fãs de: Arch Enemy, Testament, Sepultura, Carcass, Annihilator, Jinjer

Discografia:

“Infernal Manipulation” (Single/2022)
“Suicidal God” (Single/2022)

Formação:

Malu Sales – Vocal
Ricardo Oliveira – Guitarra
Marcão – Guitarra
Paulo R. “Satan” – Baixo
Tiago Carteano – Bateria

Ouça SOPHIE’S THREAT em:

Spotify:https://spoti.fi/3JADRDP
Deezer:https://bit.ly/3QmyACa
Amazon:https://amzn.to/3zAMF89
Apple Music:https://apple.co/3dapU3b

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SESC BELENZINHO RECEBE DR SIN & CONVIDADOS

Banda paulistana de hard rock celebra 30 anos de carreira 

Sesc Belenzinho recebe Dr Sin & Convidados no dia 1º de outubro, sábado na Comedoria, com ingressos de R$ 12 (Credencial Sesc) a R$ 40 (inteira).

A banda paulistana de hard rock apresenta músicas de seus 30 anos de carreira no show Acústico

Formada no início dos anos 90, participou de importantes festivais como o Hollywood Rock, Rock In Rio e Monsters of Rock. Gravou 11 álbuns, entre eles Dr Sin (1993), Brutal (1995) e Insanity (1997), títulos significativos do hard rock nacional. Seu último registro fonográfico foi o disco Back Home Again, de 2019. 

Neste show, Andria Busic (baixo e voz), Ivan Busic (bateria e voz) e Thiago Melo (guitarra), apresentam o show Acústico.  Gravado ao vivo, a previsão de lançamento em CD e DVD é para o começo de 2023.  O show conta com as participações especiais de Hugo Mariutti (Shaman, violão), Juliana D’Agostini (piano), Bavini (voz e violão) e maestro Bartolomeu Vaz & Orquestra.  

DR SIN & CONVIDADOS
Dia 1 de outubro de 2022. Sábado, 20h30 

Local: Comedoria (400 lugares)
Valores: R$ 40 (inteira); R$ 20 (Meia entrada), R$ 12 (Credencial Sesc)
Classificação: 14 anos
Duração: 90 minutos 

SESC BELENZINHO 

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000. 

Belenzinho – São Paulo (SP) 

Telefone: (11) 2076-9700 

sescsp.org.br/Belenzinho 

Estacionamento 

De terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h. 

Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional.  

Transporte Público 

Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m) 


Laboratori lança novo álbum

“Dívidas, Tretas, Muita Perseverança e Pouco Dom” foi gravado, mixado e masterizado por Rogerio Wecko no estúdio Dual Noise (SP)

Foto (Crédito: Caike Scheffer | @caikescheffer)

A banda paulistana Laboratori, que conta com Chili (vocal), Jean Forrer (bateria), Mounir (baixo e vocal) e Wecko (guitarra), apresenta seu novo álbum, intitulado “Dívidas, Tretas, Muita Perseverança e Pouco Dom”. Gravado, mixado e masterizado por Rogerio Wecko no estúdio Dual Noise (SP), o material já está disponível nas plataformas de streaming. “Demos um passo à frente em nossas composições, mas sem perder as características que construímos ao longo dos últimos anos”, comentou o baterista Jean Forrer.

Com riffs muito bem trabalhados pela guitarra de Wecko, o groove de Mounir Sobh no baixo, juntamente com a pressão sonora na bateria de Jean Forrer, trazem a consistência musical no decorrer das 10 faixas do repertório. Para coroar essa camada instrumental, as rimas impecáveis de Chili equilibram o flow do rap com a agressividade do hardcore. O álbum conta com participações especiais de Mi Vieira (Gloria) na pesada “Você vale o que tem”, Karina Menascé (Allen Key e Mercy Shot) e o rapper Nego Max em “Mil Fitas”. “A faixa ‘Mil Fitas’ faz parte de uma nova abordagem da banda, trazendo sons mais cadenciados para o repertório, assim como nas faixas ‘Sangue de Luta’ e ‘Frios demais'”, revela Wecko.

Em suas letras, o Laboratori aborda temáticas corriqueiras, como a importância de reconhecer o valor dos verdadeiros amigos, a superação individual no dia a dia, a disposição pra lidar com situações difíceis, e também, não se abalar com aqueles que “torcem pelo pior” e acabam atrapalhando o processo de evolução.

Para dar início na divulgação do álbum, foi lançado o clipe da faixa “Bonde dos Falador”. “Trata-se de um recado bem claro e direto a todos aqueles que, de alguma forma, torcem contra o progresso alheio, e muitas vezes fazem críticas e julgam os outros sem estarem informados das situações que cada um enfrenta e tem que lidar”, explicou Chili.

Confira o clipe de “Bonde dos Falador”, gravado e produzido por Caike Scheffer, em https://youtu.be/yN7UgC3r-vE

“Dívidas, Tretas, Muita Perseverança e Pouco Dom” abre com a faixa “Black Mamba (são poucos pra chamar de irmão)”. Com um riff poderoso e cheio de groove, a letra faz alusão à cobra Black Mamba, conhecida por sua letalidade, mas que só ataca quando se sente ameaçada. Assim, a banda se posiciona na frase: “mi casa es sua casa se chegar com respeito, persona non grata não cola com nóis”. “A música também destaca a importância de reconhecer quem são os verdadeiros amigos e vão lhe apoiar quando você mais precisar”, enfatiza Chili.

Outro destaque do repertório é a música de apenas 1 minuto “Fé no corre em tempos ruins”. “Nesta, trazemos um hardcore rápido, com influências californianas, que também abre margem para um novo caminho dentro do nosso estilo”, observa Mounir.

Já a faixa “Comunicado 3” foi lançada em 2019, apenas com bateria e voz. “Para o disco ela foi regravada acrescentado o baixo e a guitarra, trazendo uma nova releitura para o som que se tornou um manifesto dentro da história da banda”, conta Jean Forrer. “Completam o repertório as faixas ‘Sei quem sou’, trazendo a mistura do groove com riffs pesados, e ‘Chiss’, com uma estrutura menos convencional e cheia de variações rítmicas”, acrescenta.

A arte da capa é obra de Jonas Santos, um artista que tem trabalhado com grandes nomes da música, como CPM22, Ziggy Marley, Mötley Crüe, entre outros. A ilustração sintetiza algumas das músicas, como as cobras em “Black Mamba”, o punho cerrado de “Sangue de luta”, os “zoião” que são citados na música “Bonde dos Falador”, as notas de dinheiro se referindo a “Você vale o que tem”, entre outras pequenas referências.

Show de lançamento
O show de lançamento do álbum será realizado no dia 9 de outubro (domingo) no La Iglesia (SP), junto com as bandas Sujera, Emphuria e Cura. Ingressos antecipados online em https://www.clubedoingresso.com/evento/laboratorifest4.

Merch
A banda preparou um novo merch com a ilustração da capa do novo álbum, além de outro modelo já disponível na loja online – a camiseta “Black Mamba”, com os dizeres “São Poucos pra chamar de irmão” nas costas.

Ouça o álbum no Spotify em https://tinyurl.com/mr23948e

Site/Loja/Merch: www.laboratori.com.br

Mídias sociais:
Instagram: @laboratori_rcsf
Facebook: https://www.facebook.com/laboratori.oficial