Faixa integra o EP de estreia da banda goiana, “Krakkenspit I”
Crédito: Ivana Micheli
A banda goiana Krakkenspit, que conta com Márcio Cruvinel (vocal), Aldo Guilherme (guitarra), Julian Stella (baixo) e Bruno Dias (bateria), apresenta o lyric video de “Fear My Name”, faixa que integra o EP “Krakkenspit I”. “A batida lenta e soturna é pano de fundo para uma história do choque e do trauma de um soldado ingênuo, de boa alma e que se transforma em uma figura vingativa e monstruosa. A transformação se dá após a traição de alguém que, dentro de um cenário dos horrores da guerra, um dia conquistou sua confiança e se passou como amigo”, explicou o vocalista Márcio Cruvinel.
Produzido pela própria banda e tendo Geovani Maia como engenheiro de som e responsável pela mixagem, com masterização a cargo de Francisco Arnozam, o EP “Krakkenspit I” foi gravado no estúdio Fantom Studio, em Goiânia (GO), e teve arte de capa de Sandro Cruvinel (Numen Design).
Além de soltar novos vídeos, o planejamento da banda para 2024 inclui shows e a gravação do primeiro álbum. “O nosso primeiro full, que terá 10 faixas, já está em adiantado processo de pré-produção e terá Thiago Bianchi, Noturnall e ex-Shaman, como produtor”, concluiu Cruvinel.
O terceiro álbum dos alemães do BLOOD, intitulado “O Agios Pethane”, já está disponível em território brasileiro através do selo CIANETO DISCOS, especializado em Metal extremo. Lançado originalmente em 1993, o petardo contém 20 faixas divididas em cerca de meia hora de duração, apresentando doses ríspidas de Death Metal/Grindcore. Licenciado diretamente com a banda, o álbum está disponível no Brasil em formato CD com caixa acrílica + slipcase envernizado com uma arte especial, mantendo a capa original no acrílico.
Segundo o site Power Metal (https://powermetal.de/review/review-Blood/O_Agios_Pethane__Re-Release_,28370.html), “O Agios Pethane” é “um verdadeiro clássico que continua sendo um dos melhores lançamentos internacionais de Grindcore de todos os tempos”. O site ainda destaca onde a banda buscou inspiração para seu trabalho: “Na época, o Blood já estava claramente inspirado pelo Grindcore americano, incorporando influências de gigantes da cena da Flórida. Bandas como Death e Incantation estão tão presentes quanto o material mais técnico de Immolation e Suffocation. No entanto, em “O Agios Pethane”, a banda dispara em modo automático, acelerando rapidamente pelas músicas e não perdendo muito tempo alongando arranjos em proporções épicas. Surpreendentemente, mesmo com a quantidade de músicas, a banda distribui diversas características, evitando uniformidade”.
O BLOOD é um dos grandes representantes do cenário extremo alemão, especialmente no nico Death Metal/Grindcore. Fundada em 1986, a banda ganhou reconhecimento por sua abordagem única que mescla elementos de Death Metal, Grindcore, Thrash Metal e Punk. Esse híbrido sonoro distinto estabeleceu um padrão próprio. Com a trinca inicial “Impulse to Destroy” (1989), “Christbait” (1992) e “O Agios Pethane”, a banda se firmou com destaque da cena alemã, majoritariamente conhecida pelas suas bandas de Heavy/Power e Speed Metal.
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Ex-guitarrista do Shaman divulga material extra do último disco solo
Hugo Mariutti lança o EP Blue Era. O trabalho é composto por cinco músicas que foram escritas e gravadas junto com o material de The Last Dance, terceiro álbum solo do guitarrista, mas que acabaram não fazendo parte do disco.
“Quando escolhi o que lançaria no The Last Dance, só uma delas já estava totalmente pronta e naquele momento achei que as que entraram tinham uma unidade maior”, conta o artista. “Quando finalizei todas para esse EP tive a certeza de que aquela escolha foi a melhor, pois essas canções funcionam muito bem juntas, elas têm o mesmo clima, mais melancólico, e fiquei muito feliz com o resultado”.
A sonoridade apresentada no álbum, lançado em junho também pelo selo ForMusic Records, continua sendo explorada em Blue Era. Se diferenciando do heavy metal por qual Mariutti é muitas vezes conhecido, o projeto tem influências britânicas que vão desde The Smiths, Joy Division, Beatles até Radiohead e Arctic Monkeys.
Entre as faixas do EP, o músico ainda incluiu uma homenagem mais direta a uma de suas inspirações: o cover de “Ceremony”, do New Order.
Hugo produziu o trabalho inteiro sozinho e tocou a maioria dos instrumentos; escalando apenas a ajuda de Edu Cominato para a bateria.
O último disco solo do guitarrista foi o primeiro desde que o fim do Shaman foi anunciado em janeiro. The Last Dance foi para o artista o projeto que mais o fez sair da tradicional zona de conforto, além de desafiador.
Blue Era já está disponível em todas as plataformas.
Com mais de 30 anos de carreira, Hugo Mariutti carrega muito talento e experiência em sua bagagem musical. O guitarrista e produtor musical já passou pelas bandas de metal e rock Shaman, Viper, Henceforth e o grupo solo de Andre Matos, e participou de turnês ao redor do mundo, se consolidando como uma figura importante da indústria.
Crédito: Bárbara Matos
Os feitos de Mariutti são reconhecidos tanto pelos fãs como pela crítica especializada: além de ser eleito em 2003 pela Roadie Crew como o melhor guitarrista brasileiro, foi considerado o quarto melhor guitarrista do mundo pela revista francesa Hard Rock, e nomeado na lista de 2012 da Rolling Stone de “70 mestres da guitarra e violão de todos os tempos do Brasil”.
Shows foram realizados durante todo o ano em vários continentes, culminando com uma série de apresentações de grande sucesso na turnê do novo álbum Cycles of Pain
Foto: Marcos Hermes
O Angra encerrou em Ribeirão Preto uma impressionante série de shows em 2023. Entre turnês comemorativas, apresentação acústica que foi gravada para um futuro DVD e as performances referentes ao atual álbum, Cycles of Pain, o grupo fecha o ano com 59 apresentações no Brasil, Europa e América Latina e do Norte, sendo 17 deles sold-out.
O último show com lotação esgotada foi no Rio de Janeiro, no lendário palco do Circo Voador, que recebeu o Angra duas vezes esse ano. A turnê do Cycles of Pain, iniciada com uma série com dezenas de shows pelo Brasil, passará por mais cidades em 2024, incluindo o festival Summer Breeze Brasil, em abril, além de Europa e Ásia e outros territórios a serem confirmados em breve. O novo álbum – com participações especiais como Amanda Somerville, Juliana D’Agostini, Lenine e Vanessa Moreno, foi produzido, mixado e masterizado por Dennis Ward, retomando a parceria de clássicos como Rebirth e Temple of Shadows.
Aclamado desde os anos 1990 como um dos grandes nomes do metal brasileiro com alcance mundial, o Angra, empresariado pela Top Link Music, atualmente conta com os guitarristas Rafael Bittencourt e Marcelo Barbosa, o baixista Felipe Andreoli, o vocalista Fabio Lione e o baterista Bruno Valverde. Em grande fase, o Angra iniciou um novo e importante capítulo de sua vitoriosa jornada com Cycles of Pain, um disco cheio de significados, referências e sentimentos.
O último videoclipe do Angra foi “Vida Seca” – faixa em parceria com Lenine –, um dos grandes destaques do Cycles of Pain. Dirigido pelo premiado diretor Leo Liberti, o vídeo – disponível no canal oficial da gravadora Atomic Fire – traz um olhar de conscientização sobre uma dura realidade, criando um cenário para reflexão.
Devido à enorme procura por ingressos para o show de 6 de dezembro, o Iron Maiden acaba de confirmar a abertura de um show extra no dia 7, também no Allianz Parque, em São Paulo. Será a última data no Brasil em 2024.
Pré-venda para o show extra para clientes com cartão Santander começa dia 21 de dezembro e para o público em geral no dia 23 de dezembro, em livepass.com.br
Os shows no Brasil são apresentados pelo Santander Brasil
O IRON MAIDEN acaba de confirmar uma apresentação extra no Allianz Parque em São Paulo devido à enorme procura por ingressos na abertura das vendas. As duas apresentações no Brasil acontecerão em São Paulo, nos dias 6 de dezembro e 7 de dezembro de 2024, no Allianz Parque e terão, ainda, como convidado especial, a banda dinamarquesa VOLBEAT.
Os shows da turnê THE FUTURE PAST TOUR no Brasil são apresentados pelo Santander Brasil, em mais uma realização da Move Concerts. Para o show extra em 7 de dezembro haverá pré-venda exclusiva para clientes com cartão SANTANDER a partir de 21 de dezembro, com possibilidade de parcelamento em até 6x sem juros. Já para o público em geral, as vendas iniciam dia 23 de dezembro, ambos em livepass.com.br. Ingressos para o show do dia 6 de dezembro já estão à venda. Confira mais informações abaixo em SERVIÇO.
O show do IRON MAIDEN agendado para Bogotá, Colômbia, levou os fãs a arrebatar 42.000 ingressos em 21 minutos para esgotar o estádio El Campín 11 meses antes da data do show, em 24 de novembro de 2024. Já o show anunciado no Chile, em 27 novembro de 2024, no Estádio Nacional em Santiago, com capacidade para 60.000 lugares, também teve seus ingressos esgotados em tempo recorde e nova data teve que ser adicionada no dia 28. Pelo visto, no Brasil não será diferente.
A THE FUTURE PAST TOUR, que inclui músicas do mais recente álbum de estúdio do IRON MAIDEN, Senjutsu, bem como do álbum seminal de 1986, Somewhere In Time, ao lado de outras favoritas dos fãs, foi apresentada para mais de 750.000 fãs em mais de 30 shows esgotados em toda a Europa no verão de 2023. A banda também se apresentou no oeste do Canadá junto com sua elogiada aparição no Power Trip Festival da Califórnia em outubro. Apresentando uma das produções teatrais mais espetaculares da carreira da banda, o show recebeu ótimas críticas em todas as cidades e países que o IRON MAIDEN visitou. Para mais informações, acesse www.ironmaiden.com.
VOLBEAT é uma banda de rock dinamarquesa formada em Copenhague em 2001. Eles tocam uma fusão de rock and roll, heavy metal e rockabilly. Sua formação atual inclui o vocalista e guitarrista Michael Poulsen, o baterista Jon Larsen e o baixista Kaspar Boye Larsen. A banda já lançou oito álbuns de estúdio e um DVD. Seu segundo álbum, “Rock the Rebel/Metal the Devil”, alcançou status de platina, e seu lançamento de 2010, “Beyond Hell/Above Heaven”, recebeu aclamação crítica internacional, atingindo triplo platina na Dinamarca e Áustria, dupla platina na Suécia, platina no Canadá, 5x Ouro na Alemanha e ouro na Finlândia e nos Estados Unidos. A apresentação no Brasil faz parte da turnê mundial da banda em suporte ao último lançamento, “Servant of the Mind” (2021), considerado o trabalho mais sombrio e pesado da banda, consolidando sua posição como uma presença notável na cena do rock global.
Serviço
Future Past World Tour 24 – IRON MAIDEN
Cidade: São Paulo Data: sábado, 07 de dezembro de 2024 Local: Allianz Parque Abertura dos portões: 16h Início dos shows: 18h10 VOLBEAT: 19h10 IRON MAIDEN: 20h50 Classificação Etária: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial.
Pré-venda: Pré-venda para clientes com cartão Santander começa: quinta-feira, 21 de dezembro de 2023, às 10h Pré-venda para clientes com cartão Santander termina: sábado, 23 de dezembro de 2023
Venda Geral: Sábado, 23 de dezembro de 2023, às 10h Vendas em: www.livepass.com.br
Preços: Pista Premium – R$900,00 Pista Premium meia-entrada – R$450,00 Pista – R$530,00 Pista meia-entrada – R$265,00 Cadeira N1 – R$580,00 Cadeira N1 meia entrada – R$290,00 Cadeira Superior – R$320,00 Cadeira Superior meia-entrada – R$160,00 (*) Sujeito à disponibilidade. Parcelamento em até 6x sem juros para clientes com cartão Santander e em 3x sem juros para demais clientes.
Bilheteria Física: Dia 21 – Estádio do Morumbi, das 11h às 17h Dia 22 – Estádio do Morumbi, das 10h às 17h Dia 23 – Estádio do Morumbi, das 11h às 17h Dos dias 24 a 01 de janeiro – Recesso A partir de 02 de janeiro – Allianz Parque, Bilheteria A, das 10h às 17h Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SP Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h * Não há funcionamento em feriados e em dias de jogos e eventos.
Cidade: São Paulo Data: sexta-feira, 06 de dezembro de 2024 Local: Allianz Parque Abertura dos portões: 16h Início dos shows: 18h10 VOLBEAT: 19h10 IRON MAIDEN: 20h50 Classificação Etária: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial.
Venda Geral: Quarta-feira, 20 de dezembro de 2023 Vendas em: www.livepass.com.br
Preços: Pista Premium – R$900,00 Pista Premium meia-entrada – R$450,00 Pista – R$530,00 Pista meia-entrada – R$265,00 Cadeira N1 – R$580,00 Cadeira N1 meia entrada – R$290,00 Cadeira Superior – R$320,00 Cadeira Superior meia-entrada – R$160,00 (*) Sujeito à disponibilidade. Parcelamento em até 6x sem juros para clientes com cartão Santander e em 3x sem juros para demais clientes.
Bilheteria Física: Dia 21 – Estádio do Morumbi, das 11h às 17h Dia 22 – Estádio do Morumbi, das 10h às 17h Dia 23 – Estádio do Morumbi, das 11h às 17h Dos dias 24 a 01 de janeiro – Recesso A partir de 02 de janeiro – Allianz Parque, Bilheteria A, das 10h às 17h Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SP Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h * Não há funcionamento em feriados e em dias de jogos e eventos.
Nome em ascensão no Doom Metal nacional, o ODE INSONE está lançando o EP “Dracula”, inspirado no mundialmente conhecido conto “Drácula”, escrito pelo autor irlandês Bram Stoker e publicado pela primeira vez em 1897. Composto de quatro faixas inéditas, o EP teve a arte da capa criada por Aurélio Lara (@designlara_artwork) e o processo de gravação realizado no Bestial God Creations com produção da própria banda, que é composta por Tiago Monteiro (vocal), Venore (vocal), Mad Ferreira (guitarra), Diego Nóbrega (baixo), George Alexandria (bateria) e Priscila Hawana (teclados). Com três álbuns na bagagem e uma participação no “My Dying Bride – Brazilian Tribute”, com a faixa “Meu Vinho em Silêncio”, o ODE INSONE colhe os frutos de seu intenso trabalho em prol do Doom Metal.
A primeira faixa do EP, que leva justamente o nome “Drácula”, aborda temas de amor, sacrifício e solidão, explorando a narrativa de Drácula como um ser imortal. Os versos falam sobre a importância do sangue como vida e preço do amor, destacando a alma como sacrifício e Drácula como mártir da dor. A história revela fracassos, traições e a consumação da solidão, simbolizada pelo mergulho nas águas. Drácula, o Príncipe Dragão, expressa entrega e desejos românticos. A presença do amor é apresentada como uma força que transcende a morte, conduzindo Drácula através das trevas. O tema central é a dualidade entre a imortalidade de Drácula e sua busca por conexão e significado por meio do amor.
“Soturna Tragédia” vem na sequência e evoca uma atmosfera sombria e melancólica. Descreve um estado de fragilidade e busca por paz no silêncio, destacando o cenário desolador de um horizonte vermelho ao pôr do sol. Há um sentimento de desespero, expresso na incapacidade de suportar o abismo iminente. A transformação em cinzas sob um rio assombrado simboliza uma condição de perda e condenação, sugerindo que nem mesmo os amantes serão salvos. A letra pinta um quadro de desesperança e fatalismo, onde a luz se apaga, o paraíso se torna um estado de sono e uma tragédia sombria se desenrola, levando à morte da estação primaveril.
A terceira música, “Vampíria”, embora mais curta, não deixa de ser menos densa e poética. A narrativa se concentra em uma viagem a bordo do navio Démeter, que está condenado. A noite é caracterizada como “noite de Vampíria”. Durante a jornada, o vento ecoa como um trovão, prenunciando a morte iminente. Os tripulantes do navio são apresentados como sacrifícios e peças em um jogo conduzido pelo caçador, sugerindo que estão destinados a serem presas da figura vampírica. A letra descreve basicamente uma viagem sombria e sinistra, onde a presença de uma entidade vampírica transforma a noite em um período de perigo e morte, com a tripulação do navio sendo os potenciais vítimas.
Por fim, a longa “Persephóne”, que explora temas de perda, sofrimento, busca por redenção e o ciclo contínuo de amor e dor. Ao longo da música, o personagem principal enfrenta lutas contra as sombras do passado, clamando pela liberdade do coração e confrontando a dor que permanece. A ideia de caminhos fechados pela dor sugere um sentimento de prisão emocional. O refúgio é encontrado no silêncio, que é percebido como salvação. No entanto, mesmo nesse refúgio, o eu lírico reconhece que a cura é incompleta, e há um retorno ao sofrimento. O coração sangrando sempre que se ama e a busca por redenção indicam um ciclo constante de dor e amor. A música explora a autodescoberta, a compreensão da dor, a purificação do coração e a aceitação dos próprios sentimentos. No final, há um apelo para que alguém volte antes que seja tarde, sugerindo um desejo de reconciliação ou resolução antes que as oportunidades se esgotem. A referência a Persephóne sugere uma conexão com a mitologia grega, especificamente com Perséfone, filha de Deméter, a deusa da agricultura, e Zeus, o rei dos deuses olímpicos. Perséfone é muitas vezes associada à primavera e ao ciclo das estações.
Com influências de Raul Seixas, Oasis e The Smashing Pumpkins, Abel Capella lançou nesta sexta-feira (15), o single “Marte Retrógrado”, que conta com a participação de Beto Bruno nos vocais. “Marte Retrógrado é um sopro de vida! É um presente maravilhoso que meu irmão e parceiro musical Abel Capella me deu. Eu entrei tanto de cabeça nessa música que gravei com o coração aberto do início ao fim. Abel é gênio!”, afirma o vocalista da banda Cachorro Grande.
Abel Capella devolve o elogio ao revelar que foi ‘mágico e emocionante’ trabalhar com um ídolo. “Era 2021 quando o Beto começou a prestar atenção no meu trabalho e dizer coisas incríveis a respeito, e desde então, acabamos nos tornando amigos e na sequência parceiros musicais“. No entanto, o músico conta que conheceu o vocalista da Cachorro Grande muitos anos antes, em Uberlândia, quando os dois moravam na cidade mineira, ainda adolescentes. “Na época trocamos poucas ideias, eu era um garoto de 12 ou 13 anos que ia de ‘entrão’ assistir os ensaios dele, e fingia ser mais velho pra entrar nas festas que ele tocava. Dito isso, vamos deixar registrado: eu sou o primeiro fã do Beto“, brinca o artista.
De acordo com Capella, “Marte Retrógrado”, produzida por Dener Duarte, foi inspirada em vivências do cotidiano e do desejo de dizer algo a respeito ‘disso e daquilo’. “Aquele lance de externar o sentimento. A letra é a mola propulsora pra mim, e junto com aquilo que quero falar vem a melodia e assim vou trabalhando a harmonia. Às vezes, as pessoas complicam tudo de diferentes formas, e essa música propõe mais leveza e uma boa dose de descomplicação, tipo: Foda-se que marte está retrógrado em Áries! Eu só quero te encontrar. A vida não precisa ser tão complicada, né?“, questiona.
O single, que ganhou um lyric video dirigido por Xtudo Obze, é um lançamento assinado pelo New House Studio, selo do cantor e compositor Kiko Zambianchi, responsável pela divulgação de novos talentos da música nacional.
Ouça “Marte Retrógrado” no seu tocador favorito: https://found.ee/abelcapellamarteretrogrado
EP traz uma mescla do hard rock dos anos 80 com algumas influências sacadas da música pop contemporânea dos anos 2000
O Snakes of Illusion, que conta com Gabriel Lelis (vocal), Ricky e Luiz Fernando (guitarras), Tigans (baixo) e Richards Mauro (bateria), estreia com o EP de três faixas, “Fall In Love?”. Formado em 2022 na cidade de Barroso (MG), o quinteto de hard rock traz nomes como Guns N’ Roses, AC/DC, Mötley Crüe e Kiss entre as suas referências. No entanto, sem deixar perder sua essência, também procura levar um ar de modernidade para o estilo com referências do pop.
Como se um riff nervoso de guitarra abrisse a cortina para uma experiência sonora intensa, “Love and Fury” foi escolhida como faixa de abertura. “Inspirada no estilo do Ratt, traz riffs cortantes e empolgantes, alternando entre trechos mais melódicos e aqueles que simplesmente fazem você querer agitar”, observa o guitarrista. “Fire Woman”, por sua vez, traz um tempero country, com a guitarra slide como protagonista. Já a faixa que em breve será lançada em videoclipe, “You’re Explosive”, é a mais direta, com um riff que remete a Guns N’ Roses e AC/DC, um refrão que cativa de primeira e um solo totalmente rock’n roll.
“É como se a gente misturasse o melhor do hard rock dos anos 80 com algumas influências sacadas da música pop contemporânea dos anos 2000. Isso resume bem o que se pode esperar de nosso primeiro EP, em que a temática é basicamente sobre a linha tênue entre se entregar ou não a uma paixão profunda”, detalhou Ricky, guitarrista solo e fundador do grupo. “Cada música é uma história, cada uma delas ilustrada por uma figura feminina única, cada uma à sua maneira. É um conjunto de experiências, emoções e aquela pegada irresistível que vai te fazer querer ouvir de novo e de novo até lançarmos o álbum full em meados de 2024”, concluiu.
Lançado em CD e nas plataformas digitais, o álbum reúne nove faixas inéditas e participações especiais de Leandro Caçoilo, Andre Tulipano e Joe Moghrabi
Crédito Foto: Susi Bomb
O Dream Wild é, definitivamente, uma banda cult. Formada em 1995 na cidade de Votorantim, região metropolitana de Sorocaba, o grupo sempre foi muito querido pelos headbangers, tanto da velha como da nova escola.
Os shows da banda sempre foram caracterizados pela quantidade e diversidade do público. Fãs de todos os estilos do metal sempre se uniam em frente ao palco para levantar seus punhos cerrados e curtir o heavy metal tradicional do Dream Wild.
E foram tantos shows nesses 25 anos! Savatage, Angra, Salário Mínimo, Dark Avenger, Wizards, Circa (com membros do Yes), André Matos, Torture Squad, Hellish War, Portrait, foram algumas entre tantas outras bandas que o Dream Wild já dividiu o palco.
E por sempre priorizar os palcos, o Dream Wild frequentou pouco os estúdios, embora sem prejuízo ao processo criativo, que sempre se manteve ativo. Os setlists dos shows do Dream Wild raramente incluíam covers e a banda até coleciona músicas que são consideradas clássicas: “Metal Warriors”, “Breaking Heads”, “Time Of Confusion”, são algumas delas.
Mas eis que, depois de 25 anos e de algumas demos, EPs e singles, o Dream Wild lança aquele que é considerado seu álbum de estreia, “Omen To Battle”.
“Omen To Battle” foi gravado no Estúdio 8 em Tatuí/SP com o produtor Iago Pedroso e reúne nove faixas: “Omen To Battle”, “Battlefield”, “Pass Over The Opressor”, “Revelation”, “Headbangers”, “Reality Overdose”, “Receptors”, “The Walls Of Eternity” e “Heroes Of Life”.
“Omen To Battle” conta com três participações mais do que especiais: Andre Tulipano, vocalista e guitarrista da consagrada Steel Warrior, participa nos vocais da música “Revelation”, já o grande vocalista Leandro Caçoilo, do Viper, faz uma participação especial na música “Receptors”, e, por fim, Joe Moghrabi, grande compositor e guitarrista brasileiro, participa na música “Headbangers”.
A capa de “Omen To Battle” foi desenvolvida pelo renomado designer João Duarte (Metal Church, Angra) e, de acordo com o vocalista Marcio Rodrigues, reflete o conceito do título do álbum, letras e músicas.
“As dificuldades que enfrentamos hoje em dia ainda são as mesmas que nossos antepassados vivenciaram através dos tempos, tais como conflitos e batalhas – tanto internos quanto externos. As épocas diferentes na mesma arte mostram o ciclo interminável e vicioso da humanidade em torno da violência. As pequenas irmãs, de vermelho, simbolizam laços que transcendem o tempo e representam a essência da magia frente ao caos.”
“Omen To Battle” foi lançado em todas as plataformas digitais e também em CD físico pelo selo Som do Darma. O CD está à venda nas principais lojas especializadas do Brasil.
Além de Marcio Rodrigues, o Dream Wild é formado pelos membros fundadores da banda, os guitarristas Ilde Carvalho e Marcos Santos, além do baterista Daniel Mestre e o baixista Andrew Albuquerque.
A Gypsy Tears lançou na última terça-feira (12), “Angel of Sin”, o terceiro single do novo álbum da banda, previsto para 2024. A música disponível nas principais plataformas digitais, vem acompanhada de um videoclipe filmado no Teatro Gustavo José Lemos, em Passos, Minas Gerais.
Composta pelo guitarrista Thiago Valle, a faixa produzida por Arthur Luiz é um típico hard rock que se encontra com o rock clássico. “Apesar da timbragem bem ardida, a guitarra e seus riffs perfazem algo que remete ao classic rock setentista, enquanto o vocal, tanto em melodia quanto em timbre, traz uma carga forte de hard oitentista. Essa fusão é uma das marcas do som da Gypsy Tears, e em ‘Angel of Sin’ isso fica jogado na cara”, conta o guitarrista.
De acordo com Thiago Valle, em “Angel of Sin” é possível perceber as influências de cada um dos integrantes da banda, formada também por John Laporte (voz), Cleiton Hipólito (baixo) e David Augusi (bateria). O guitarrista diz ainda, que a música é uma declaração, um tanto quanto debochada, à “uma persona da noite”. “Uma mulher forte e poderosa, que leva sua vida como bem entende e atrai as atenções pra si. Alguém que, finalmente, consegue colocar o demônio dentro de você com um simples olhar. Certeza de que todo mundo conhece alguém assim”, revela.
John Laporte vê na faixa, um resgate da essência do hard rock dos anos 80, das bandas de Los Angeles. “Com esse jeito meio ‘malandro’ de cantar, que fiz questão de incorporar em minha interpretação. Estou ansioso pelo feedback do público”, diz o vocalista
A Gypsy Tears já conta com uma série de shows confirmados para o próximo ano, que marcará o lançamento do novo álbum. “Estamos com um excelente material em mãos, tanto musical quanto gráfico. 2024 será o ano de trabalharmos na distribuição desse material e em shows. Uma banda tem que ter estrada e é isso que estamos fazendo!”, garante o guitarrista.
Ouça a música no seu tocador favorito: https://onerpm.link/145847847087
Rafael Agostino, mentor do projeto, homenageia o compositor norueguês Edvard Grieg em “Emperor of Himself”
Crédito: Tainá Lossëhelin
Além de prestar uma homenagem ao compositor norueguês Edvard Grieg, o novo single do projeto Hall Of Gods, “Emperor of Himself”, conta com a participação do sueco Snowy Shaw, experiente vocalista e multi-instrumentista que trabalhou com Therion, Memento Mori, King Diamond, Mercyful Fate, Dream Evil, Notre Dame, Dimmu Borgir, XXX, Loud ‘n’ Nasty, Theatres Des Vampires, Denner/Sherman e outros.
Rafael Agostino, mentor do projeto que funde música clássica e heavy metal, destaca que, além de abordar os famosos temas do seu concerto para piano, “Emperor of Himself” também conta com temas das suítes Peer Gynt, que é uma peça teatral escrita por Henrik Ibsen e musicada por Edvard Grieg. “Grieg é uma das minhas principais influências, o concerto para piano é o mais legal de todos os concertos e também o mais executado no mundo”, observa. “A letra aborda justamente a história de Peer Gynt, um andarilho que tirava proveito de tudo e todos, mas aqui também com um caráter crítico religioso fazendo referência como a religião tem seu papel na manipulação e falsas promessas”, acrescenta.
O primeiro single contou com a participação de Zak Stevens (Archon Angel, Circle II Circle, Savatage, Trans-Siberian Orchestra e Machines of Grace), mas sobre a presença de Snowy Shaw “Emperor of Himself”, Agostino revela que a intenção era tê-lo ao lado de Messiah Marcolin, ex-vocalista do Candlemass, Memento Mori e outros. “O convidado era para ser Messiah Marcolin junto com Snowy Shaw, mas Snowy adiantou que Messiah não toparia gravar com ele, pois estava muito chateado com as coisas que ele havia escrito em sua biografia, ‘The Book of heavy Metal’. Snowy definiu Messiah como ‘big crybaby’ (‘bebê chorão’) pelas suas várias atitudes em diversas bandas que já dividiram o palco”.
Explorando a intersecção entre música clássica e heavy metal, o Hall Of Gods tanto destaca a faceta melancólica e melodiosa do erudito como mergulha nas entranhas pesadas do doom metal. Com arte de capa criada por Rômulo Dias, “Emperor of Himself” foi mixada e masterizada por Henrique Canalle.
Banda já tem shows agendados em Maio de 2024 na Holanda, Bélgica e Suíça
Crédito Foto: Isabelle Andrade
A carreira artística do vocalista gaúcho Rod Marenna soma mais de 30 anos, dos quais quase dez têm sido à frente do Marenna. Até aqui, o grupo lançou dois EPs, um disco ao vivo pela Sony Music, e dois álbuns de estúdio, sendo o mais recente “Voyager”, de 2022, através do selo dinamarquês Lions Pride Music com quem a banda tem contrato desde 2015, mesmo ano que o Marenna foi finalista do Sweden Rock Festival Competition, um dos mais prestigiados do hard e classic rock mundial.
Em termos de shows, o Marenna já visitou várias regiões do Brasil, tocou em algumas das mais importantes casas de espetáculos e apresentou-se ao lado de grandes nomes do rock mundial, dos quais, entre os mais recentes, destacam-se os shows com Eric Martin do Mr Big no Teatro Unisinos em Porto Alegre, com Geoff Tate, ex-Queensrÿche, no Tokio Marine Hall em São Paulo e o fenomenal show de abertura para o Scorpions no estádio Gigantinho na capital gaúcha.
E é com imagens de alguns desses grandes shows que o Marenna lança agora um vídeo ao vivo para a música “Wait”. Uma das faixas de maior destaque de “Voyager”, essa versão ao vivo de “Wait” celebra a intensidade e a paixão que permeiam as performances do Marenna nos palcos, além de também servir como aperitivo para a aguardada “Ten Years After Tour”, turnê programada para 2024 que comemora os 10 anos da banda e que vai chegar até a Europa, onde o Marenna já tem três shows confirmados para Maio: dia 10 no The Cave em Amsterdam na Holanda, dia 11 no Ragnarok em Bree na Bélgica e dia 17 no Met Bar em Lenzburg na Suíça.
Rod Marenna comentou um pouco mais sobre o vídeo de “Wait”. “Estamos com uma formação sólida e totalmente focada no som e no espetáculo da banda, o que facilita muito o trabalho. Lançamos nosso último álbum há pouco mais de um ano, então nada mais justo do que apresentar alguns vídeos ao vivo dessas novas músicas, capturando a energia contagiante que permeia os nossos shows”.
A edição física em CD de “Voyager” também foi lançada no Brasil numa parceria entre os selos Heavy Metal Rock e Classic Metal. Para adquirir o CD além de outros itens do merchandise oficial da banda, acesse: https://pt.marennaonline.com/merchandise
O álbum de estreia do Van Halen, considerado um dos melhores álbuns de estreia da história do rock, voltou a estar disponível em CD no mercado brasileiro. O novo lançamento do auto-intitulado Van Halen faz parte de uma iniciativa promovida pelo Wikimetal em parceria com a Oporto da Música, e chega em edição especial com slipcase.
Lançado em 1978, o disco apresentou o grupo ao mundo com músicas clássicas como Runnin’ With The Devil, Ain’t Talkin Bout Love e You Really Got Me, cover do The Kinks. Também é o disco que inclui Eruption, um dos mais icônicos solos de todos os tempos, e introduziu Eddie Van Halen como um dos maiores virtuosos e uma das maiores influências para guitarristas até hoje.
A nova edição em CD tem os áudios da versão remasterizada de 2015, que foi feita diretamente das fitas analógicas originais, para produzir a sonoridade que a banda tinha em mente.
O relançamento faz parte de uma iniciativa do Wikimetal em parceria com Oporto da Música, que vem trazendo ao mercado brasileiro diversos títulos clássicos do rock e heavy metal que não estavam mais disponíveis; e mesmo alguns que nunca haviam sido lançados no país. Já chegaram ao mercado álbuns de bandas como Rival Sons, Whitesnake, Heaven & Hell, Metal Church, Deicide, Overkill, Ratt, e muito mais; com previsão de outros discos chegarem às lojas a cada mês.
Van Halen (1978) já está disponível nas principais lojas, e online via Wikimetal Store.
Já está disponível em todas as plataformas digitais o álbum de estreia da banda gaúcha THUNDER FORCE, intitulado “The Game Has Begun”. Composto de oito faixas, o trabalho ratifica a qualidade que o grupo vinha apresentado em seus mais recentes singles e lançamentos em formato de vídeo clipe e lyric vídeo. Gravado por Cristian Dal Solio no Fabrica Sonora Studio e mixado e masterizado pelo renomado produtor Adair Daufembach, o álbum traz um Heavy Metal pesado, técnico e poderoso, englobando as mais diversas influências da banda, do Progressivo ao Thrash Metal, mas calçado no Heavy Metal com nuances de Power Metal. Com capa criada por Carlos Fides, “The Game Has Begun” traz uma temática variada, com letras que abordam conceitos de estratégia, um personagem da Segunda Guerra Mundial e até mesmo a força destrutiva do amor. Tudo isso embalado no mais portentoso e inspirado Heavy Metal.
Márcio Oliveira (vocal), Leonardo Fernandes (guitarra), Marlon Martins (guitarra) Raul Giacomin (baixo) e Gabriel Brunelli (bateria) declaram: “Lançar “The Game Has Begun” é concretizar um sonho iniciado há muito tempo, onde tínhamos em mente todo um conceito de como o álbum deveria soar e o que traríamos de mensagens em nossas letras. Cada uma destas faixas foi trabalhada à exaustão e nos mínimos detalhes, trazendo uma soma de nossas influências que na equação final resulta nesta sonoridade tão única que é o som do Thunder Force! Esperamos que todos apreciem o álbum assim como nós ficamos contentes em apresentá-lo. Boa audição a todos!”.
O álbum tem início com a faixa-título, cuja letra descreve um conceito que se assemelha a um jogo estratégico ou a uma metáfora da vida, onde o protagonista se preparou ao longo dos anos para enfrentar desafios. A letra destaca a importância da estratégia, da adaptação e da capacidade de reconhecer oportunidades na vida. “Soulbreaker”, lançada anteriormente no formato de single e vídeo clipe, aborda um tema sombrio, sugerindo a presença de uma força destrutiva chamada “Quebrador de Almas”. Essa entidade é descrita como rápida e precisa, capaz de penetrar profundamente na alma, causando decisões erradas e cegueira espiritual. Na sequência, “No Scape” fala sobre a efemeridade da vida, a inevitabilidade das escolhas e o peso das consequências. Destaca que mesmo escolhendo corretamente, ainda é necessário enfrentar as consequências dos erros do passado. A quarta faixa, “Stranger Calling My Name”, é uma das músicas mais antigas presentes no álbum, lançada originalmente como single em 2010, abordaa sensação de conexão profunda com alguém que não é totalmente compreendida. Há uma busca por algo invisível, uma comunicação entre duas mentes que estão ligadas por um destino comum. A ideia de dois caminhos, dois irmãos, duas vidas com uma esperança compartilhada, sugere uma ligação significativa entre as pessoas.
“Five Hundred Days”, lançada anteriormente como single e em formato de lyric vídeo, traz um tema mais agressivo, baseado na minissérie “The Liberator”, ambientada durante a Segunda Guerra Mundial e segue a história verídica do oficial do Exército dos Estados Unidos, Felix L. Sparks, e sua unidade, a 157º Regimento de Infantaria da 45ª Divisão de Infantaria. A sexta faixa, “Wolf Under The Sea” aborda a ideia de uma ameaça oculta ou perigo que reside nas profundezas do mar. O “Lobo Sob o Mar” é descrito como invisível e silencioso, caçando nas profundezas. A metáfora do lobo perseguindo ovelhas sugere um predador oculto que as vítimas, neste caso, o mundo, não percebem. “Stealth Supressor”, penúltima faixa, fala sobre a sedução por algo obscuro, personificado pelas “palavras doces” e pela promessa de paraíso. A letra explora temas como pecado, julgamento e justiça divina, enquanto o narrador proclama a liberdade de seus medos e a conquista da paz e fé. Por fim, “Fallen Memories” descreve as memórias de alguém que testemunhou cenas traumáticas em campos de batalha. O narrador lembra-se vividamente dos horrores da guerra, das pessoas sofrendo e do sangue derramado. A ênfase nas “memórias caídas” destaca a persistência dos impactos emocionais dessas experiências, mesmo quando o tempo passa.
O vídeo clipe de épica “Soulbreaker” recebeu reacts do canal de “cortes” do Heavy Talk e nas redes sociais do OCARADOMETAL, recebendo efusivos elogios.
Track list do álbum:
01 – The Game Has Begun
02 – Soulbreaker
03 – No Scape
04 – Stranger Calling My Name
05 – Five Hundred Days
06 – Wolf Under the Sea
07 – Stealth Supressor
08 – Fallen Memories
Assista ao react de “Soulbreaker”do canal Heavy Talk:
A música faz parte do tracklist do elogiado “Essential Morphine”, novo álbum do quarteto lançado em CD Digipack pela Heavy Metal Rock
São 13 anos de carreira, quatro álbuns de estúdio, um luxuoso relançamento em CD Duplo, uma turnê europeia, participações em importantes festivais e shows por várias regiões do Brasil. Esses números que o Warshipper vem acumulando são muito relevantes. Embora essas conquistas muito se devam ao profissionalismo com o qual a banda encara e gere sua carreira, o que sustenta, de fato, o sucesso do Warshipper é sua arte, sua música. Sonoridade extrema de infinitas potencialidades, onde o brutal e a sensibilidade versam juntos, e a sofisticação é detalhadamente objetiva.
Formado por Renan Roveran (guitarra e vocal), Rodolfo Nekathor (baixo e vocal), Rafael Oliveira (guitarra) e Theo Queiroz (bateria), o Warshipper lançou neste ano de 2023, através de sua gravadora, a Heavy Metal Rock, seu quarto e novo álbum de estúdio: “Essential Morphine”. Sucessor do elogiado “Barren…”, “Essential Morphine” reúne sete faixas, além de uma faixa bônus: “Religious Metastasis”, “Migrating Through Personality Spectra”, “Perfect Pattern Watcher”, “Morphine”, “The Night of the Unholy Archangel”, “The Twin of Icon”, “Magnificent Insignificance” e “Guilt Trip” (bônus).
A turnê de divulgação de “Essential Morphine” tem contado com alguns dos shows mais marcantes da carreira da banda até aqui, como a participação na edição 2023 do Setembro Negro Festival, a apresentação como co-headliners do Dia Mundial do Rock em Macapá/AP onde tocaram para mais de 20 mil pessoas, a passagem pelo Porthell Metal Fest em Portel/PA e os shows ao lado do Swallow The Sun e Septic Flesh.
Bastante elogiado nos palcos, e nos estúdios, é claro, o Warshipper também tem sido muito bem sucedido na tarefa de lançar vídeos interessantes, caso do mais recente, “Perfect Pattern Watcher”. De acordo com Renan Roveran, “Perfect Pattern Watcher” dialoga sobre a capacidade de adaptação da raça humana. “Mesmo sem grandes habilidades físicas se comparada a outras espécies do planeta, a espécie humana possui um grande trunfo que é a capacidade de observar padrões e aprender a partir disso, assim como criar a partir destas análises de comportamentos do ambiente e da sua e outras espécies. Por uma ótica natural, estamos cumprindo nosso papel enquanto espécie viva, estamos perpetuando nossa espécie, afinal, somos 8 bilhões de pessoas no planeta. Apesar das consequências que essa perpetuação traz para o planeta todo.”
O vídeo de “Perfect Pattern Watcher” foi desenvolvido em animação por Sandro Nunes e ilustra a discussão central da letra. “No videoclipe usamos como analogia uma espécie alienígena que passa por vários momentos de evolução. Como impulso da perpetuação, o vídeo acaba com a espécie deixando o planeta, dominado por robôs (sua própria criação) em busca de outro planeta habitável. O “plot twist” no final demonstra, por uma visão externa, o planeta alienígena exatamente igual a Terra”, completou Renan.
O grupo Matanza Ritual disponibilizou nas plataformas digitais o novo single “Morte Súbita”, uma música que traz ainda mais peso para a sonoridade enérgica do grupo. O tema da faixa é inspirado no termo “banalidade do mal”, criado por Hannah Arendt, que versa sobre como a prática do mal se torna recorrente, tendo como base a rotina dos soldados nazistas, em que a prática do mal era um mero instrumento de trabalho.
A narrativa lírica de “Morte Súbita” se encaixa nos dias atuais, uma época de conflitos sangrentos, todavia, o vocalista Jimmy explica que a composição, idealizada há algum tempo, infelizmente, se aplica a um cenário mais amplo: “O que poderia ser mais antigo do que falar sobre violência humana? A verdade é que essa música não fala sobre nenhum fato recente; ou, fala sobre todos os fatos que norteiam a existência do homem: a violência e como ela é normalizada e considerada ferramenta comum de negociação. E como podem todos dormir depois do que acontece? A teoria da ‘banalidade do mal’, de Hannah Arendt versa sobre isso, e a música tenta abordar isso e outras coisas, mas essa é uma conclusão que somente o ouvinte pode tirar”.
Para incrementar o single, o Matanza Ritual disponibilizou um explosivo videoclipe: “A gravação desse clipe foi uma experiência a parte. O diretor, Raphael Moraes, conseguiu trazer uma estrutura de grande porte para o nosso projeto. Efeitos especiais, explosões, muita maquiagem, sangue falso e atores excelentes transformando um dos piores pesadelos das pessoas em realidade: o dia em que o violentador se torna violentado”. As imagens foram registradas na Tees Brazil, local especializado em treinamento com explosivos.
Confira as redes sociais da banda, que teve uma extensa turnê em 2023 e seguirá na estrada no próximo ano: @matanzaritual
Parte de uma história ampla e rica em detalhes, a canção traz uma mensagem positiva em meio a uma narrativa complexa e cativante
Foto: Cleisson Passoni
A Fortell reforça seu nome no cenário da música pesada brasileira, com o lançamento do mais recente single “Of Recent Times, Pt. 2”. A canção abrange diversas vertentes dentro do Metal, resultando em uma música com melodias fortes que servem de base para histórias épicas e liricamente aprofundadas. O novo single do Fortell está disponível em todas as plataformas de streaming.
Abordando o profundo significado lírico e artístico da composição, a banda revela: “‘Of Recent Times, Pt. 2’ é uma música muito próxima do Power Metal, com dobras de baixo e bumbo da bateria, dobras de guitarras em terças, grandes melodias de voz e momentos épicos. Por ela ser a segunda parte desse início de história do álbum I, ela ainda possui diversas familiaridades com a primeira parte, ‘Of Recent Times, Pt. 1’. Porém, ela começa a apresentar elementos, tanto na letra quanto no instrumental, que remetem mais à aventura fantástica na qual o personagem principal está embarcando. Ele, que se encontrava sem saída no primeiro capítulo, agora encontra uma luz no fim do túnel, uma nova possibilidade de caminho. O protagonista havia notado, na faixa anterior, uma música que tocava no bar e que lhe parecia familiar. A sensação passada pela música volta sozinha à sua mente e o convida para uma jornada em terreno desconhecido. Seria essa uma ilusão da sua mente, um sonho? Ou realmente há alguma conexão entre seus pensamentos e a melodia, que, mesmo com a ausência de poesia, revela uma mensagem tão direta?”.
Em um cenário mais amplo, além do single e indo para o vindouro álbum da banda, que será lançado em um futuro não muito distante, o grupo adiciona: “O Fortell aborda temas de natureza humana, com um universo fantástico. Esse primeiro álbum traz reflexões, principalmente, sobre a forma com que nós lidamos com nosso tempo, no sentido de saber usá-lo para coisas positivas. A história foi criada a partir de alusões das histórias experienciadas pelos membros da banda, com inspirações indiretas de obras literárias que gostamos, sendo elas de fantasia ou até mesmo biografias de grandes artistas, jogos, musicais e álbuns conceituais de diversos gêneros musicais”.
Fortell
Com influências de nomes como Kamelot, Wintersun, Primal Fear, Rhapsody e Dream Theater, o Fortell prima por mesclar gêneros que cada integrante ouve e absorve, criando uma identidade única. O grupo é formado por Cinthia Mara (vocal), Gabriel Ingles (baixo), Leo Narxx e Giovane Pilar (guitarras) e Johan Wodzynski (bateria).
Os singles lançados até o momento são os primeiros passos de uma jornada promissora de um grupo que busca enriquecer sua obra com diversas referências e entregar ao público uma música pesada, com melodias e uma história envolvente. Para ficar por dentro das novidades, siga o grupo nas redes sociais: @fortellofficial.
Depois do grande sucesso de “Metal is My Life” e de uma turnê repleta de datas, os deuses do Metal presenteiam a humanidade com mais um hino metálico
Foto: Wilmore Oliveira
A maior banda de heavy metal de todos os tempos, Massacration, lançou nessa sexta-feira (01 de dezembro), o seu mais novo artefato musical e visual forjado a ferro e fogo. O hino “Metal Warferas” chega às plataformas digitais junto a um videoclipe cinematográfico, disponibilizado no canal oficial da banda no YouTube.
Para o deleite dos verdadeiros fãs do mais tradicional Heavy Metal, o Massacration gravou o videoclipe em um cenário fantástico, com uma vasta equipe de profissionais e atores, resultando em uma obra visual única e grandiosa, para combinar com o reluzente artefato metálico chamado “Metal Warferas”.
O videoclipe foi gravado por meio de uma parceria inédita com o Beto Carrero World, em Santa Catarina. A fantástica estrutura do local foi o cenário perfeito para contar a narrativa de uma história sobre bárbaros que tentam invadir a Metal Land (a.k.a. Beto Carrero), levando os guerreiros do Metal a uma luta sangrenta por sua terra.
Produção Executiva: Felipe Fagundes, Thomas Ventura, Top Link
Produção Musical: Bruno Sutter
Assistente de produção: Alice Duch, Marcele Faret, Raphael Terras
Roteiro: Felipe Fagundes, Franco Fanti
Atores Massacration: Bruno Sutter, Felipe Fagundes, Franco Fanti, Marco Alves, Adriano Silva
Atores Beto Carreiro:
Adriano Nalin Lucas Sérgio Ramos Bento Joelcio Manuel Hunger Mario Roque Ramos Kevin Valenga Donizete Augusto Bento Laion Portugal Nicolas F. A. De Jesus Luiz Filipe Espindola José Anderlei M. da Costa
Produtor do casting Beto Carreiro: Sidnei Vieira Lemos
Edição: Iguana The Kid
Artista 3D: Rodrigo Azambuja
Diretor de fotografia / Operador de drone: Felipe Aguillar
Operador de gimbal: Léo Lira
Assistentes de câmera: Pablo Cruz Matheus Figueira da Rocha
Indiecam – Locadora de câmera – Ventura estúdio/Co-produção
Make e Figurino: Carla Fescina
Figurantes: Um agradecimento em especial aos fãs do Massacration que participaram do clipe.
Equipe Beto Carreiro: Anderson Peirão
Histórico
Oriundo do programa humorístico Hermes e Renato, o Massacration tomou os palcos Brasil afora e se tornou uma verdadeira banda de Metal. Com Gates of Metal Fried Chicken of Death (2005), a banda sacramentou clássicos como “Metal Massacre Attack (Aruê Aruô)”, “Metal Bucetation”, “Evil Papagali” e “Metal Is the Law”, entre outros, que cruzaram as fronteiras intergaláticas com seus videoclipes super produzidos.
Nesses anos, o Massacration lotou estádios, arenas e casas de bingos por todo o planeta, celebrando o poder da música e levando seus fãs para a terra prometida do Heavy Metal, a fantástica Metal Land. Lançaram o álbum Good Blood Headbanguers em 2009, o DVD ao vivo Live Metal Espancation, em 2017, além de diversos singles do mais puro heavy metal: “Metal Milf”, “Motormetal”, “Metal Galera”, “Metal is My Life”, chegando agora ao hino “Metal Warferas”.
O Massacration é formado por Detonator (vocal), Metal Avenger (guitarra), Headmaster (guitarra), Redhead Hammet (baixo e guitarra) e Jimmy The Hammer (bateria).
O Massacration vive uma ótima fase na carreira, com singles de sucesso, incluindo “Metal is My Life”, cujo videoclipe ultrapassou a impressionante marca de um milhão de visualizações. Ao mesmo tempo, os deuses do Metal estão em uma repleta de datas e vitoriosa turnê pelo Brasil, a Metal Is My Life Tour, que, até o momento, ainda tem as seguintes datas:
02/12 – Limeira @ Mirage Eventos 10/12 – São Bernardo do Campo @ Rock Club 15/12 – Belo Horizonte @ Mister Rock 16/12 – Ipatinga @ Garajão 27/01/24 – Campinas @ Brasuca
Siga o Massacration nas redes sociais para ficar por dentro da agenda de shows da maior banda de Heavy Metal de todos os tempos: @massacrationoficial e também o management @ toplinkmusic.
Lançamento já disponível para compra vem em vinil colorido vermelho, capa dupla e pôster exclusivo tamanho A2
“Shades of Sorrow”, o mais recente álbum da banda Crypta, formada por Fernanda Lira (vocal e baixo), Tainá Bergamaschi (guitarra), Jéssica di Falchi (guitarra) e Luana Dametto (bateria), acaba de ganhar uma versão em vinil através da Fuzz On Discos. A edição nacional exclusiva conta com vinil vermelho, capa dupla e pôster em tamanho A2.
“Shades of Sorrow” traz uma sonoridade ainda mais técnica, fincada no death/thrash metal, mas com elementos de black metal e do metal extremo em geral. “O novo disco mostra de maneira natural que evoluímos tecnicamente. Sempre queremos mostrar alguma coisa diferente em relação ao anterior, e isso envolve técnica”, analisou Fernanda Lira em entrevista à revista Roadie Crew.
O sucessor do debut, “Echoes of the Soul” (2021), que também foi lançado em vinil pela Fuzz On Discos, foi capaz de fazer com que a banda entrasse em sete rankings da parada americana, incluindo o Top 10 em “New Artist Albums” e “Current Hard Music Albums”. Além disso, com suas turnês pelo mundo, forte presença na mídia, inclusive estampando algumas capas de revistas de metal, a Crypta se consolida como um dos nomes mais promissores do metal mundial.
Está no ar a segunda parte de uma trilogia especial sobre o VULCANO com o guitarrista Zhema Rodero no podcast RENATOCAST, apresentado por Renato Sanson. Na primeira parte do bate-papo, disponibilizado no mês de outubro, Zhema compartilhou insights sobre a formação da banda e a transição do Rock and Roll para um som mais extremo. O ex-baixista, agora guitarrista, também detalhou a experiência de gravação do álbum “Live!” e explicou as dificuldades de comunicação com outras bandas nos anos 1980 e sublinhou a importância dos fanzines no desenvolvimento da cena metálica da época.
Nesta segunda parte do especial, Zhema foi indagado sobre a parte temática do VULCANO e a importância na composição das letras e de que forma isto é trabalhado na banda. O guitarrista citou o ex-membro Carli Cooper, chamando-o de “mestre da minha classe”, referente à sua influência no início da década de 1980, relembrando momentos de descobertas líricas e que vieram a influenciar seu estilo de compor nas décadas seguintes. Segundo Zhema, seu estilo de composição segue uma regra, onde um percentual da letra conta exatamente o que ele tem em mente, e o percentual restante aplica-se uma fórmula que prende mais o ouvinte, através de um refrão marcante, por exemplo. De acordo com Zhema, tanto um riff ou um refrão poderão conquistar o ouvinte de imediato, mas afirmou que não há uma fórmula exata de composição que prenderá o ouvinte.
Além disso, o bate-papo seguiu para a área da tecnologia, tanto das mídias físicas quanto da internet, onde foram abordados os prós e contras de tantas mudanças, que de uma forma ou de outra afetam o mundo da música e nosso dia a dia. Zhema lembrou inclusive quando surgiu o CD de forma massiva, onde era dito que seria a “morte do vinil”. No campo da internet, destacou-se a facilidade com que os contatos podem ser feitos, mas ao mesmo tempo acabam fazendo com que percamos muito tempo conectados, não sobrando tempo nem para ler um livro. Zhema citou ainda uma fala de Carli Cooper, que chama a atual geração de “geração polegar”, devido a utilização dos polegares para escrever no celular. Confira mais acessando o podcast!
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